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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

SUS

22/04/2021 18:00h

Ministério da Saúde diz que orçamento é finito e as necessidades imensas

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Em audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 realizada por senadores na manhã desta quinta-feira (22), para debater as dificuldades dos estados e municípios no enfrentamento à pandemia, representantes das Secretarias de Saúde alertaram sobre a falta de dinheiro para manutenção de leitos, compra de medicamentos e avanço da vacinação e pediram aumento de repasses.

Os senadores questionaram os representantes das secretarias sobre ações prioritárias e a divisão de obrigações entre o governo federal, estados e municípios. O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, apontou o conflito federativo como um mobilizador de soluções e cobrou verbas federais. 

“Temos um déficit histórico de pelo menos 13 mil leitos de UTI a serem financiados pelo Ministério da Saúde excluída a pandemia da Covid-19”, pontuou. Segundo ele, o subfinanciamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é um problema grave que precede a pandemia.

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Em resposta, o coordenador-geral de Controle de Sistemas e Serviços de Saúde da Secretaria de Atenção Especializada em Saúde do Ministério da Saúde, Josafá dos Santos, afirmou que o orçamento é finito e as necessidades imensas. “O orçamento quando chega para a gente já vem no limite para conseguirmos manter o que já temos habilitado hoje no Sistema Único de Saúde. O nosso grande problema é o orçamento”, afirmou.

Também estiveram presentes na audiência o auditor do Tribunal de Contas da União (TCU), Marcelo Chaves Aragão, e o secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, representando a Região Norte do país, que sofre com o colapso vivido no sistema de saúde e se tornou o epicentro de novas cepas variantes do vírus. 

Vacinas

O presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Wilames Freire, avaliou que a lentidão no cronograma de vacinação se deve unicamente pela falta de insumos, não sendo explorada a capacidade máxima do sistema de saúde. “Estamos trabalhando hoje com 350 mil doses [vacina] administradas por dia, mas entendemos por experiência, como já foi comprovada durante a campanha da influenza, que podemos administrar até 2 milhões de doses de vacina por dia”, disse Wilames Freire. 

“O que falta mesmo é vacinas dentro do Programa Nacional de Imunização (PNI). Chegando vacinas dentro do PNI os municípios terão capacidade de trabalhar forte essa questão”, concluiu. 

Comissão

A Comissão Temporária foi criada para acompanhar as questões de saúde pública relacionadas ao coronavírus. Instituída em março, a ideia é monitorar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à emergência de saúde pública.

Composta por seis membros titulares e igual número de suplentes, a comissão conta com prazo de 120 dias de funcionamento. O presidente do colegiado e o vice-presidente são os senadores Confúcio Moura (MDB-RO) e Styvenson Valentim (Podemos-RN), respectivamente. 

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20/04/2021 10:00h

A soma de casos acumulados é de 13.9 milhões

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O Brasil contabiliza 374.682 mortes por covid-19, de acordo com a atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (19). Só nas últimas 24 horas, foram registrados 1.347 novos óbitos. O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde. 

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pela menor quantidade de trabalhadores para fazer os novos registros de casos e mortes. Já às terças-feiras eles tendem a ser maiores, já que neste dia o balanço recebe o acúmulo das informações não processadas no fim de semana.

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A soma de casos acumulados é de 13.973.695. Em 24 horas foram notificados 30.624 novos casos de infecção. Os dados indicam também que 1.138.301 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento por equipes de saúde. Cerca de 89,2% dos infectados, já se recuperaram.

O ranking de estados com o maior número de casos é liderado por São Paulo, que também registra o maior número de óbitos (88.528), Rio de Janeiro (41.418) e Minas Gerais (30.397) aparecem na sequência. Os estados com menos mortes são Acre (1.433), Roraima (1.445) e Amapá (1.477).

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Saúde
16/04/2021 10:00h

Unidos Pela Vacina garante que não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação

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A partir da próxima semana a Associação Brasileira de Municípios (ABM) vai participar das reuniões semanais com o Unidos Pela Vacina. O objetivo da ABM é auxiliar e apoiar a interlocução entre o movimento e as prefeituras nos estados. A parceria foi acordada na tarde da última quarta-feira (14) com a empresária Luiza Helena Trajano, que lidera a iniciativa. 
 
Segundo a empresária, o Unidos Pela Vacina não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação. A meta do movimento, que reúne entidades, empresas, associações e ONGs é que todos os brasileiros sejam vacinados até dezembro de 2021.   

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Luiza afirma que a entidade fez um amplo levantamento junto às prefeituras, em que foi possível descobrir as principais carências, cuja ABM vai tentar auxiliar a resolver. Presidente da ABM, o prefeito de São Leopoldo (RS), Ary Vanazzi, exaltou a parceria entre o movimento e os municípios. 
 
A atualização mais recente do Ministério da Saúde aponta que 32,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Destas, 24,8 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 8 milhões a segunda. 

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08/04/2021 12:15h

Equipamentos foram doados ao SUS pela iniciativa privada, ampliando a assistência a pacientes com covid-19. Os concentradores chegarão de forma escalonada ao País

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O Ministério da Saúde prepara a distribuição dos concentradores de oxigênio doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por 12 empresas privadas. Até o momento, são 5.133 equipamentos que irão auxiliar no tratamento de pacientes com covid-19 na rede pública de saúde. 

Nesta quarta-feira (7), um carregamento com 1.899 equipamentos foi entregue no aeroporto de Guarulhos. Os concentradores chegarão ao País, de forma escalonada, até o dia 14 de abril – a ação de logística para a entrega aos estados será coordenada pelo Ministério da Saúde durante este mês de abril.

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A aquisição ocorreu após abertura de edital de chamamento público coordenada pelos Ministérios da Saúde e da Economia.

Os concentradores de oxigênio funcionam como mini usinas, podendo produzir, diariamente, o equivalente a mais de 7m3 de oxigênio com 93% de pureza, adequado ao consumo humano. Os equipamentos são usados em pacientes leves e moderados com covid-19, oferecendo cerca de cinco litros de oxigênio por minuto.

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31/03/2021 14:45h

Entre as pautas está o projeto que prevê a contratação de novos leitos de UTI com a participação da iniciativa privada, além de medidas para ampliar a aplicação de vacinas

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Na manhã desta quarta-feira (31), o presidente da República, Jair Bolsonaro, participou da Reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, que contou com a presença dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM/MG), da Câmara, Arthur Lira (PP/AL), e do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. 
 
Após o encontro o grupo, exceto Bolsonaro, realizou um pronunciamento onde foram destacadas as medidas debatidas durante a reunião, como o projeto aprovado pelo Senado nesta terça-feira (30), que prevê a contratação de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com a participação da iniciativa privada, além de medidas para ampliar a aplicação de vacinas.

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pontuou as propostas debatidas e definiu a iniciativa como a soma de esforços, que para ele é o único caminho para obter êxito no combate à pandemia. “Temos dois caminhos. Ou o da união, materializada nesta primeira reunião de hoje que se desdobrará em novas reuniões amiúde, entre todos esses personagens, ou o caminho do caos e ninguém quer o caminho do caos”, disse. 
 
Lira cobrou ao Ministério da Saúde um grupo mais rígido do controle de dados, visando centralizar ações para maior amplitude da cobertura de vacinação. “É um controle importante sanitariamente, é um controle importante para que a população saiba essencialmente o nível de vacinação em que o Brasil se encontra”, afirmou. 
 
As duas casas externaram confiança na gestão do novo ministro da Saúde, que afirmou que o compromisso da pasta é com práticas científicas sólidas que possam trazer melhorias nos resultados obtidos até o momento. “Essas medidas visam reduzir a mortalidade hospitalar, mas visam, sobretudo, através de controle epidemiológico próprio, reduzir o número de casos que pressionam o nosso sistema de saúde”, ressaltou. 
 
Ele acrescentou: “A campanha de vacinação ampla e ágil é o passaporte para o fim da pandemia e é esse o esforço que temos feito.”

Comitê estratégico

O comitê, instituído na última semana, servirá de instância para debates entre os poderes da República e os Estados para articulação de medidas de combate à pandemia no Brasil.  Os envolvidos também deverão apresentar soluções aos problemas relacionados a questões econômicas, fiscais, sociais e de saúde decorrentes da atual crise. 
 
Ficou decidido que ocorrerão reuniões semanais com as autoridades para definir ou redirecionar as ações de combate à pandemia. A iniciativa visa, sobretudo, demonstrar a união entre os poderes no enfrentamento da crise. 

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25/03/2021 12:50h

Em troca da contratação, os valores gastos poderão ser deduzidos do Imposto de Renda de 2021

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Em sessão plenária, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (24) a criação do Programa Pró-Leitos, que incentiva empresas a contratarem leitos clínicos e de UTI da rede privada de saúde para atender pacientes com Covid-19 do Sistema Único de Saúde (SUS). O texto será enviado ao Senado.

Em troca da contratação, os valores gastos poderão ser deduzidos do Imposto de Renda de 2021 pelas empresas que declaram o imposto na modalidade lucro real. Segundo o texto, o programa existirá enquanto durar a emergência de saúde pública decorrente da pandemia e dependerá de regulamentação do Poder Executivo.

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O gestor local do SUS deverá atestar a disponibilidade do leito, a ser usado de acordo com as necessidades sanitárias específicas de cada ente federativo. Caberá ao Poder Executivo estimar o total de renúncia fiscal e acomodar a despesa na lei orçamentária deste ano, mas o relator já colocou um limite de R$ 2,5 bilhões.

Em um ano de pandemia, a rede de atendimento intensivo foi ampliada em mais de 25 mil unidades, um aumento de 61%. Ainda assim, a quantidade de unidades disponíveis não têm sido suficientes para atender todos os casos. 

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24/03/2021 12:05h

Atualmente o SUS realiza um teste que engloba seis doenças pelo projeto, o exame passará a englobar 14 grupos de doenças de forma escalonada

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A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que amplia o número de doenças rastreadas pelo teste do pezinho, realizado com a coleta de gotas de sangue dos pés do recém-nascido. O texto seguiu para análise do Senado, as mudanças propostas entrarão em vigor 365 dias após sua publicação.

Atualmente, o SUS realiza um teste que engloba seis doenças. Pelo projeto, o exame passará a englobar 14 grupos de doenças de forma escalonada, em três etapas. O prazo para inclusão do rastreamento das novas doenças será fixado pelo Ministério da Saúde. 

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O projeto também prevê que durante os atendimentos de pré-natal e de trabalho de parto, os profissionais de saúde devem informar à gestante e aos acompanhantes sobre a importância do teste do pezinho e sobre eventuais diferenças existentes entre as modalidades oferecidas no SUS e na rede privada de saúde.
 

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23/03/2021 11:20h

Em 24 horas, foram confirmadas 49.293 novas infecções em todo o País

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O Brasil ultrapassou 12 milhões de casos de covid-19 contabilizados desde o início da pandemia. Em 24 horas, foram confirmadas 49.293 novas infecções. Os novos dados foram atualizados no balanço diário publicado pelo Ministério da Saúde na noite desta segunda-feira (22). 

A quantidade de pessoas que não resistiram à covid-19 subiu para 295.425. Em 24 horas, foram registradas 1.383 mortes. Há ainda 3.263 óbitos em investigação já que, em alguns casos, o diagnóstico só sai após a morte do paciente.

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O ranking de estados com mais mortes por covid-19 é liderado por São Paulo (67.602), Rio de Janeiro (35.180), Minas Gerais (22.055), Rio Grande do Sul (17.157) e Paraná (14.969). Já as unidades da federação com menos óbitos são Acre (1.190), Amapá (1.233), Roraima (1.281), Tocantins (1.821) e Sergipe (3.298).

O número de pessoas recuperadas chegou a 10.507.995. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.244.106.

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22/03/2021 11:50h

Pauta da semana prevê ainda recursos para entrega de cestas básicas a indígenas e quilombolas

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Projeto que amplia número de doenças rastreadas pelo teste do pezinho chega à Câmara dos Deputados. Votação está marcada para terça-feira (23), às 15h. Segundo o Projeto de Lei 5043/20, torna-se obrigatória a triagem neonatal ampliada na rede pública de saúde, passando a englobar 14 grupos de doenças. A versão atual do teste do pezinho só detecta seis tipos de enfermidades (Fenilcetonúria; Hipotireoidismo congênito; Deficiência de biotinidase; Fibrose cística; Anemia falciforme; Hiperplasia adrenal congênita).

Se aprovadas, as mudanças feitas pelo projeto entrarão em vigor 365 dias após sua publicação.

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Pauta da semana 22 a 26 de março

Consta ainda na pauta da semana, de 22 a 26 de março, a Medida Provisória 1008/20, que abre crédito extraordinário de R$ 228 milhões para o Ministério da Cidadania distribuir cestas básicas para povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e extrativistas.

A pauta completa está disponível no link.

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12/03/2021 17:30h

Desenvolvido para combater o ebola, o Rendesivir é um antiviral que já havia apresentado bons resultados para tratar pacientes infectados pelos outros tipos de coronavírus

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta sexta-feira (12), a aprovação do primeiro medicamento com indicação em bula para tratamento de pacientes infectados pela Covid-19. O antiviral Rendesivir já vinha sendo estudado no Brasil desde junho de 2020, quando a agência autorizou um estudo clínico em pacientes hospitalizados com pneumonia grave provocada pela infecção do vírus.
 
Desenvolvido para combater o ebola, o Rendesivir é um antiviral que já havia apresentado bons resultados para tratar pacientes infectados pelos outros tipos de coronavírus.

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O medicamento já foi autorizado para uso temporário para tratar pacientes em mais de 50 países, entre eles Estados Unidos, Austrália, Canadá, União Europeia, Hong Kong, Índia, Israel, Japão, Cingapura, Coréia do Sul, Taiwan e Emirados Árabes Unidos.
 
A Anvisa também concedeu o registro definitivo à vacina da AstraZeneca/Oxford, que já tinha autorização para uso emergencial no País. Com a liberação, a vacina terá uma etapa de produção no Brasil, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

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