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Dr. Ajuda
21/01/2022 17:00h

Neste episódio, o psiquiatra infantil Dr. Mauro Victor de Medeiros dá mais detalhes sobre o assunto

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Seu filho tem ansiedade? Sabe se é normal ou patológico?

Neste episódio o psiquiatra infantil Dr. Mauro Victor de Medeiros dá mais detalhes sobre o assunto.

A ansiedade é considerada uma reação de defesa normal. Ela é um estado de apreensão que pode ser sentido tanto no corpo quanto nos pensamentos. No corpo, ela pode ser sentida de diferentes formas: bola na garganta, sensação de falta de ar, coração acelerado, dor de estômago ou enjoo, vontade de ir ao banheiro, suor nas mãos, fraqueza, formigamento, tontura, dor de cabeça e até sensação de perda de barreira do corpo ou sensação de estar sonhando. 

Nos pensamentos, a ansiedade aparece como preocupações, tensões, ideias ou imagens de que as coisas podem dar errado. Em geral, crianças e adolescentes sentem apreensão tanto no corpo quanto nos pensamentos.

Essa apreensão é desencadeada por uma ameaça, real ou imaginária. Se a ameaça é presente, como um cachorro pronto para nos atacar, chamamos de medo.

Se a ameaça está no futuro, como o receio de o cachorro atacar quando eu chegar na casa de um amigo daqui há algumas horas, chamamos de ansiedade.

Mas quando a ansiedade passa a ser vista como um transtorno psiquiátrico? Aqui vão algumas dicas para diferenciar ansiedade normal de patológica:

  • Primeiro: a ansiedade normal é passageira. Na ansiedade patológica, o estado de alerta para ameaças é constante, e por isso geralmente vem junto com cansaço, inquietação, irritabilidade, falta de concentração ou sensação de “branco” na mente, alteração de sono e dores. 
  • Segundo: na ansiedade patológica, a ameaça é vivida de um jeito desproporcional. Exemplo, uma criança que estudou para a prova e nitidamente sabe a matéria, mas tem uma ansiedade e quase uma certeza de tirar zero; ou a criança que sabe se comunicar bem, mas não consegue pedir uma comida no restaurante para o garçom por ansiedade extrema de falar algo errado e ser ridicularizada. 
  • Terceiro: na ansiedade patológica, as crianças e adolescentes começam a evitar constantemente as possíveis ameaças da rotina de uma forma generalizada. Por exemplo, faltas repetidas na escola em dia de prova ou em casos mais graves abandono escolar, faltas e abandonos de jogos competitivos, evitação constante de ficar sem os pais mesmo quando a criança já tem autonomia para isso, esquiva de ir em vários aniversários ou casas de amigos por ansiedade de lidar com situações sociais. 
  • Quarto: na ansiedade patológica há um prejuízo significativo na vida da criança ou adolescente, com sofrimento constante e piora do desenvolvimento social e acadêmico.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda.

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17/01/2022 19:00h

Neste episódio a oncologista Milena dá mais detalhes sobre o assunto.

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Você sabia que câncer de pulmão é um dos cânceres mais comuns? Sabe quais os sintomas e fatores de risco dessa doença?

Neste episódio a oncologista Milena Mak dá mais detalhes sobre o assunto.

Câncer de pulmão é o nome de um conjunto de diferentes doenças. Existem vários tipos de câncer de pulmão, cada um tem um comportamento, agressividade, risco de metástase. Os mais comuns são o Adenocarcinoma, o Carcinoma espinocelular e o Carcinoma de pequenas células, dentre outros.

Nem todos sabem, mas câncer de pulmão é um dos cânceres mais incidentes no Brasil e no mundo. No Brasil, excluindo o câncer de pele, é o segundo em incidência em homens ficando atrás do câncer de próstata e em mulheres é o quarto (câncer de mama, colón e colo de útero são mais frequentes).

Quando você deve suspeitar que tem câncer de pulmão?

Você deve avaliar alguns fatores. O primeiro deles é a presença de sintomas como:

  • Falta de ar
  • Tosse crônica que pode ou não ter sangue 
  • Dor no peito 
  • Rouquidão
  • Perda de peso sem a intenção de perder peso

Vale destacar que quando surgem esses sintomas normalmente o tumor não se encontra mais nas fases iniciais. No início do quadro o tumor não causa sintomas.

Esse é um grande problema porque ele vai crescendo silenciosamente sem você perceber e quando começam os sintomas a doença normalmente está avançada.

E por isso é preciso ficar atento ao seu pulmão, especialmente aqueles que tem maior chance de ter o problema que é o que chamamos de fatores de risco, que são:

  • Tabagismo: cigarro, cigarro eletrônico, maconha e narguilé;
  • Inalação de agentes químicos como asbesto, amianto e arsênio.
  • Poluição do ar: pessoas que moram em cidade grande;
  • Fatores genéticos: se possui algum parente que já tenha tido câncer de pulmão, seu risco é maior.

O diagnóstico pode ser feito através de exames como raio x de pulmão ou tomografia de tórax. Na presença de uma nodulação ou qualquer imagem suspeita a investigação deve prosseguir através de biópsia. Ao final dessa análise é possível saber se tem ou não câncer e qual o subtipo da doença.

Uma vez feito o diagnóstico o próximo passo é avaliar a extensão da doença através de outros exames, que pode ser tomografia, ressonância ou mesmo PET.

O tratamento nos casos de câncer de pulmão podem ser cirurgia, radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e terapia alvo. É fundamental que você saiba que o câncer de pulmão tem cura, principalmente nas fases iniciais da doença. Por isso se tem suspeita dessa doença ou faz parte dos grupos de risco, não deixe de procurar um médico.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda. 

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Dr. Ajuda
15/01/2022 03:00h

Neste episódio, o psiquiatra Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre felicidade

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Você sabe o que é a felicidade? Sabe como ser feliz?

Neste episódio, o psiquiatra Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre o assunto.

Aristóteles diz que a felicidade é um estilo de vida, ou seja, é preciso cultivar o que se tem de bom para atingir a felicidade. 

Epicuro, outro filósofo grego dizia que o equilíbrio e a temperança davam origem à felicidade. Pensamos que felicidade é um estado de ânimo que se traduz em um sentimento de satisfação. A Felicidade é um estado de satisfação, equilíbrio físico, psíquico e sensação de bem-estar emocional.

Como podemos interferir e buscar a nossa felicidade?

A felicidade decorre de como lidamos com os acontecimentos de nossa vida, como desenvolvemos nossa memória e como estamos nos sentindo no momento. Ou seja, a busca pela felicidade é algo que deve ser aprendido e exercitado.

Se esperamos que para ser feliz devemos ter saúde, a conta cheia de dinheiro, um trabalho que não cause dor de cabeça e o amor da sua vida ao lado, será muito difícil atingir essa meta, com todas essas variáveis ao mesmo tempo, e corre o risco de você passar a vida toda buscando algo e deixando de viver momentos felizes da vida.

Temos a tendência de valorizar o que está faltando e a felicidade é justamente a satisfação, ou seja, precisamos treinar nosso olhar para valorizar o que temos e que nos dá prazer.

Dicas para praticar e ser mais feliz

  • A felicidade depende de nossas lembranças, por isso procure valorizar as lembranças boas e cuidar para criar sempre boas lembranças. Procure investir em experiências, como viagens, passeios que são mais gratificantes do que objetos materiais.
  • Faça sempre coisas novas, aprenda algo diferente, se desafie! Sair do automático lhe trará a sensação de satisfação.
  • Exercite seu otimismo. Pessoas otimistas tem um maior nível de felicidade, isso porque conseguem se concentrar menos no problema, ou no que deu errado, e mais no aprendizado ou no que conquistou com isso.
  • Cultive as amizades e os relacionamentos. Um estudo realizado nos EUA, acompanha pessoas há 80 anos para identificar os fatores de vida que geram o bem-estar e chegou à conclusão de que o mais importante são vínculos sociais e familiares fortalecidos, muito mais do que dinheiro, poder, cargos importantes etc.

É necessário ter em mente que ser feliz não é estar feliz o tempo todo, é saber lidar com as adversidades de forma satisfatória, estimular nossa mente, olhar o lado positivo da vida e cultivar os laços familiares e sociais.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda.

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12/01/2022 17:00h

Neste episódio, o infectologista Bruno Azevedo dá mais detalhes sobre sarampo

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Você conhece os sintomas de sarampo? Sabe como prevenir?

Neste episódio, o infectologista Bruno Azevedo dá mais detalhes sobre sarampo.

A transmissão do sarampo é direta, de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, respirar, falar ou espirrar e que permanecem dispersas no ar, principalmente em ambientes fechados como, por exemplo: escolas, creches, clínicas, meios de transporte. As pessoas infectadas são geralmente contagiosas cerca de 6 dias antes do aparecimento das lesões até 4 dias depois. 

Os sintomas aparecem em média de 10 a 12 dias desde a data da exposição. Em 2016 o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde o certificado de eliminação do sarampo. Porém, desde fevereiro de 2018, o Brasil tem reportado a circulação do vírus do sarampo em 11 estados. 

Por isso é importante você conseguir reconhecer essa doença. Depois do contato com o vírus ocorre o desenvolvimento da doença em 6 a 21 dias.

Após este tempo, a pessoa passa por 2 a 4 dias com febre, mal-estar e pode aparecer conjuntivite, coriza e tosse. 

Um sinal muito característico, mas que não ocorre em todas as pessoas com sarampo, são pequenas lesões esbranquiçadas na mucosa oral que na medicina chamamos de Manchas de Koplik. Surgem as lesões de pele avermelhadas, que classicamente iniciam-se na face e pescoço e espalham-se para tronco e abdome. Essas manchas não coçam. As complicações envolvem diarreia, pneumonia e até mesmo lesões cerebrais.

Você deve suspeitar dessa doença em quem tem esses sintomas e não tem confirmação de vacinação. Nessa situação você deve procurar uma avaliação médica o quanto antes. O diagnóstico é feito por um exame de sangue chamado sorologia (que procura anticorpos contra o vírus) durante a doença e 15 dias após. Outros exames que procuram especificamente o vírus em amostras da garganta e também podem ser usados na urina.

A medida de prevenção mais eficaz contra o sarampo é a vacina tríplice viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba, dê uma olhada na sua carteirinha de vacinação, você deve checar se tem a vacina Tríplice Viral e a data. Se não tiver comprovação dessas doses na sua carteirinha, você deve ser vacinado novamente. Lembrar que a vacina tríplice viral é composta de vírus vivos atenuado, isso não causa sarampo, mas é contraindicada para pacientes com imunossupressão e gestantes.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda. 

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Dr. Ajuda
10/01/2022 20:00h

Neste episódio a neurologista Paula Christina dá mais detalhes sobre o assunto

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Você sabe as causas de meningite? Sabe como identificar e prevenir?

Neste episódio a neurologista Paula Christina dá mais detalhes sobre o assunto.

A meningite é uma inflamação/infecção das membranas que revestem e protegem o cérebro e medula espinhal chamadas meninges. 

Essa infecção pode ser causada por diversos microrganismos, os mais comuns são os vírus, bactérias e fungos. Eles chegam até as meninges pelo sangue ou pelas vias aéreas.

Sintomas

  • Cefaleia
  • Febre
  • Alteração da consciência
  • Rigidez de nuca
  • Náuseas e vômitos
  • Tontura
  • Manchas vermelhas pelo corpo

Em bebês além desses sintomas pode ocorrer irritabilidade, choro fácil, rigidez do corpo todo.

Se você estiver com esses sintomas, procure um Pronto Socorro o quanto antes para uma avaliação.

Nos casos indicados pelo médico, uma investigação mais aprofundada será solicitada. O diagnóstico da meningite é feito pela análise do liquor, popularmente conhecido como líquido da espinha. Esse líquor está presente entre as meninges envolvendo o cérebro e medula espinhal. A presença dos microrganismos que eu falei, principalmente vírus e bactéria no líquor, definem o diagnóstico. Uma vez feito o diagnóstico o tratamento deve ser iniciado o quanto antes.

Fatores de risco

  • Idade (crianças e idosos)
  • Imunidade baixa
  • Gravidez
  • Frequentar locais sem ventilação
  • Não ter tomado as vacinas indicadas no calendário vacinal.

Prevenção

A principal maneira de se evitar essa doença é a vacinação. Existem 6 vacinas que podem ajudar na prevenção da meningite:

  • Três previnem contra os principais tipos de bactérias chamadas meningococos: Vacina meningocócica B, C e a conjugada 
  • Vacina pneumocócica conjugada que previne contra o pneumococo
  • Vacina contra o Haemophilus que faz parte das vacinas pentavalentes e hexavalentes mas também é disponível de forma isolada 
  • Vacina BCG que é aquela vacina que tomamos no braço nas primeiras 24 horas de vida e que protege contra a meningite tuberculosa  

Para cada vacina dessa existe uma data ideal que deve ser dada, número de doses de reforço e melhores momentos para fazer isso.

Por isso além das vacinas você deve se lembrar das recomendações habituais para grande parte das doenças infecciosas como evitar aglomerados especialmente nos meses de inverno, lavar as mãos sempre que possível, colocar a mão na frente da boca quando for espirrar ou tossir e não compartilhar objetos de uso pessoal.
 
Para saber mais, assista ao vídeo no Canal Doutor Ajuda.

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Dr. Ajuda
06/01/2022 17:00h

Neste episódio a entomologista Rosa Maria Tubaki dá mais detalhes sobre o assunto

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Os pernilongos trazem muitas doenças como febre amarela, dengue, zikavírus, dentre outras. O que poucos sabem é que provavelmente esse pernilongo foi gerado na sua casa ou na vizinhança. Você sabe como evitar a sua proliferação?

Neste episódio a entomologista Rosa Maria Tubaki dá mais detalhes sobre o assunto.

Os pernilongos ou mosquitos em sua vida passam por 3 fases, que é o que chamamos fases do desenvolvimento: ovo, larva, pupa e adultos. As três primeiras fases ocorrem na água e a última na terra ou voando. Todo esse ciclo de vida dos mosquitos, de ovo a adulto, leva em média de 8 a 10 dias. As larvas do pernilongo precisam de água parada e não muito quente por isso não é todo lago que tem ovos ou larvas de pernilongo. Eles habitualmente ficam nas plantas próximas ao lago onde o sol não é tão intenso. 

A fêmea do pernilongo que tem uma vida média de 30 dias coloca centenas de ovos por vez (cerca de 200 a 400 por vez). Esses ovos que podem aguentar até 1 ano sem chuva, em muito pouco tempo em contato com a água já se transformam em larva e após pouco mais de uma semana centenas de mosquitos são formados. De modo geral, os mosquitos podem se dispersar passivamente em recipientes criados pelo homem como: vasos de plantas, containers de carga em navios e aviões e outros. Essa forma é que justifica um mosquito africano estar presente no Brasil. Naturalmente o mosquito não dispersa muito. Ele voa de 200-400m a 1,6 km em média. Mas habitualmente não precisam voar tanto porque encontram comida relativamente fácil no nosso meio.

Essas informações nos mostram que o pernilongo que está na sua casa muito provavelmente foi gerado na sua própria casa ou na sua vizinhança e, se não for feito nada com relação aos criadouros, centenas de pernilongos são formados no dia a dia. Pensando assim: o que pode ser um criadouro?

Existem criadouros bem grandes como represas, lagoas, remansos de rio e criadouros pequenos como depressão em estradas ou os encontrados em casas como vaso de planta, pneus, oco de árvore e folhas. 

O que você pode fazer se próximo a sua residência tiver um grande criadouro, por exemplo, uma piscina abandonada ou um terreno baldio?

Você pode recorrer aos órgãos competentes. No passado era o estado mas esse serviço agora é das prefeituras. Além disso, você pode adotar medida de prevenção dentro de sua casa como evitar água parada nos vasos, realizar dedetização e colocar cloro nas caixas d’agua.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal do Doutor Ajuda.

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05/01/2022 17:00h

Neste episódio, a ginecologista Dra. Fernanda Nastri da mais detalhes sobre o assunto

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Você sabe identificar se seu sangramento vaginal é normal? Sabe as causas de sangramento uterino anormal?

Neste episódio, a ginecologista Fernanda Nastri da mais detalhes sobre o assunto.

Todo mês grande parte das mulheres possuem sangramento vaginal devido a menstruação. O padrão menstrual varia muito e as vezes o que achamos normal, não é.

É necessário observar quatro critérios para considerar um padrão menstrual normal:

  1. Frequência: O tempo considerado normal entre uma menstruação e outra é de 24 a 38 dias.
  2. Regularidade: dificilmente uma mulher vai ter exatamente o mesmo intervalo entre uma menstruação e outra durante o ano, o considerado normal é de até 7 dias de diferença entre os ciclos
  3. Duração: O normal é cerca de 8 dias ou menos
  4. Fluxo: Avalie o número de absorventes a serem utilizados, o aspecto do sangue, se possui coágulos.

Vale ressaltar que a mudança entre ciclos é normal, mas se a mudança no ciclo for extrema, é bom ficar atenta. Além disso, outro fator importante a ser observado é a idade. Observe se existe sangramento fora da idade reprodutiva, isso inclui crianças e mulheres após a menopausa e, por fim, o sangramento fora do período menstrual que pode ser indicativo de algum problema como pólipos, infecção e até mesmo câncer, por isso deve ser investigado.  

Causas do sangramento uterino anormal

  • Causas do próprio útero como mioma, adenomiose, pólipos, infecções ou Câncer de colo de útero e de endométrio. Para que seja feito o diagnóstico é preciso que seja feito alguns exames como, por exemplo, a ultrassonografia. 
  • Causas sistêmicas: problemas de coagulação, problemas hormonais como doenças da tireóide, síndrome dos ovários policísticos.
  • Medicamentos

Além desses, existem muitas outras causas de sangramentos, como estresse, má formação uterina, entre outros.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal do Doutor Ajuda.

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31/12/2021 10:50h

Neste episódio a gastroenterologista Dra. Maira Marzinotto dá mais detalhes sobre o assunto

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Você sabe reconhecer os sintomas de pancreatite? Neste episódio a gastroenterologista Dra. Maira Marzinotto dá mais detalhes sobre o assunto.

A pancreatite é uma doença potencialmente muito grave e que, se não tratada adequadamente, pode levar à morte. Os sintomas iniciais são: dor abdominal, náuseas e vômitos.

Quando você deve suspeitar que sua dor de barriga pode se tratar de uma pancreatite aguda?

O pâncreas possui duas funções principais, a primeira é produzir hormônios como insulina e glucagon, que são responsáveis pelo controle da glicose no sangue.

Quando ocorre um desbalanço na produção desses hormônios, podem surgir doenças como diabetes. A segunda é a função digestiva, que é responsável por produzir enzimas digestivas para digerir os alimentos que comemos. Se acontece uma infecção no pâncreas e essas enzimas não chegam ao intestino e ficam presas no pâncreas, elas começam a digerir o próprio órgão, esse processo chama-se pancreatite aguda. Muitas vezes esse processo inicia na região pancreática, mas pode atingir outros órgãos como por exemplo o pulmão e os rins.

Sintomas

  • Dor no abdome superior de forte intensidade (pode ocorrer dor para os lados e para as costas também e não melhora com analgésicos comuns).
  • Distensão abdominal
  • Icterícia 
  • Falta de ar

Fatores de risco

  • Pedra na vesícula (principal causa de pancreatite aguda)
  • Álcool 
  • Tabagismo

Existem muitas outras causas para a pancreatite aguda, portanto se você apresenta algum desses sintomas citados acima procure um médico.

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda. 

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27/12/2021 17:00h

Neste episódio, a dermatologista Dra. Vivian Loureiro dá mais detalhes sobre o assunto

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Você já teve micose? Sabe os tipos de micose? Neste episódio, a Dra. Vivian Loureiro dá mais detalhes sobre o assunto.

Micose é o termo genérico para as infecções causadas por fungos. As micoses são mais comuns em países tropicais, como o Brasil, e no verão, porque o calor, suor e a umidade, favorecem a proliferação dos fungos.

As Micoses superficiais são aquelas que podem afetar a pele, as unhas e os pelos. Os fungos que causam as micoses superficiais se alimentam de queratina e da camada de gordura que temos na superfície do nosso corpo.

A micose do cabelo é chamada de Tineas capitis, é um problema quase que exclusivo de crianças. Desconfiamos quando aparece no couro cabeludo alguma área de coceira, escamação e queda dos fios. Raramente o quadro é bem mais intenso e inflamatório com a formação de feridas crostas e até pus.

A Micose do corpo é chamada de Tinea corporis e você deve desconfiar se surgirem lesões com as seguintes características: placas avermelhadas, arredondadas que descamam e que podem ou não coçar. Essas lesões podem surgir em qualquer parte da pele.

Existe um outro tipo de micose muito comum chamada de pitiríase versicolor, popularmente chamada de pano branco ou micose da praia. Essa micose é causada por outro tipo de fungo, que existe normalmente na pele de todas as pessoas. Algumas pessoas apresentam uma sensibilidade maior a esse fungo e por isso desenvolvem a doença.

Caracteríscas da pitiríase versicolor

  • Manchas que podem ser brancas, rosadas, avermelhadas ou acastanhadas.
  • Costuma reaparecer de tempos em tempos com pessoas que já possuem pré-disposição.

A micose de unha é a doença de unha mais comum, é mais frequente nos pés do que nas mãos, isso deve-se ao fato que sapatos fechados e meias tornam o pé um ambiente mais propício para o crescimento do fungo.

Características que você deve observar

  • Unhas amareladas ou esbranquiçadas
  • Unhas mais grossas
  • Unhas que podem descolar da pele 

As micoses tendem a serem mais recorrentes em pessoas imunodeprimidas, como as pessoas com câncer, AIDS, Diabetes, entre outras. Por isso neste grupo a atenção deve ser redobrada

CONTEÚDO PARA EMISSORAS DE RÁDIO: Nesta edição, você pode utilizar três áudios sobre o tema:

  1. O que é
  2. Micose no corpo
  3. Micose nas unhas

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda.

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24/12/2021 17:00h

Neste episódio o Dr. Júlio Caio dá mais detalhes sobre o assunto

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Você tem alergia a picada de inseto? Conhece os sinais e alerta? Neste episódio o Dr. Júlio Caio dá mais detalhes sobre o assunto.

A alergia é uma reação exagerada e desproporcional do nosso sistema de defesa, que é o sistema imunológico respondendo a alguma agressão. É por isso que é chamada de hipersensibilidade. 

Normalmente essa reação desproporcional ocorre em crianças que já tem uma predisposição genética e já receberam algumas picadas de inseto ao longo da vida.

Grande parte das pessoas quando picadas por uma abelha ou uma vespa por exemplo, vai ter dor, vermelhidão e inchaço no local da picada. Esses sintomas podem durar horas e até dias. Isso é normal. O diagnóstico de Alergia a picada de inseto, na maioria das vezes, é clínico, através da história do paciente e da análise das lesões de pele, ou seja, somente em situações especiais há necessidade de coleta de exames. 

É normal ter sintomas no local da picada, principalmente vermelhidão, inchaço e coceira, se você for picado por pernilongo, borrachudo, mosquito pólvora, formiga, carrapato ou pulga.

Você deve suspeitar que tem alergia a picada de inseto se, além dessas manifestações locais, a presença de sintomas como: lesões de pele que se parecem como pequenas “bolinhas” (que chamamos de pápulas), pequenas bolhas com líquido dentro (que chamamos de vesículas) ou bolhas maiores. Tem uma situação que merece atenção pela gravidade e que na medicina chamamos de sinais de alerta.

Se após uma picada de inseto houver surgimento rápido de:

  • Lesões de pele ou inchaços no rosto principalmente lábios e olhos (angioedema)
  • Falta de ar e dificuldade para respirar ou muita dor abdominal e vômitos. 

Isso pode ser uma reação alérgica de forte intensidade que chamamos de Anafilaxia. É emergência médica e por isso você deve procurar imediatamente um Pronto-socorro. 

A principal medida é prevenção, ou seja, evitar a picada de inseto com medidas como: 

  • Colocação de telas e mosquiteiros
  • Utilização de repelentes para passar na pele (sempre checar com seu pediatra se seu filho está liberado para o uso deles e quais podem ser utilizados)
  • Usar calças e roupas de manga comprida quando estiver em ambientes de maior exposição
  • Dedetização frequentes

CONTEÚDO PARA EMISSORAS DE RÁDIO: Nesta edição, você pode utilizar quatro áudios sobre o tema:

  1. Sintomas
  2. Emergência
  3. O que é
  4. Prevenção

Para saber mais, assista ao vídeo no canal Doutor Ajuda. 

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