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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Campanha de Vacinação

27/01/2021 15:45h

Com isso, número de pessoas que devem receber o imunizante prioritariamente sobe para 77,2 milhões

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Os trabalhadores industriais e portuários agora fazem parte dos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19. A alteração está presente na segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde. 

Com a adição dos profissionais que trabalham nesses dois setores, que somam 5,4 milhões de pessoas, o público prioritário para receber o imunizante no País passou para 77,2 milhões de pessoas, o que significa cerca de 36% da população brasileira. Até o fim da tarde desta terça (26), o Ministério da Saúde já distribuiu 8,9 milhões de vacinas, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Covid-19: denúncias de fraude em campanhas de vacinação podem levar responsáveis para cadeia

CNM divulga orientações aos gestores municipais sobre a vacinação da Covid-19

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23/01/2021 00:00h

Desde o início da vacinação no Brasil, no dia 17 de janeiro, já foram registrados casos de desvios de doses para pessoas que estão “furando fila” dos grupos prioritários; MP orienta como população pode ajudar a denunciar prática, considerada crime

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O ano de 2021 começou com esperança para os brasileiros: a chegada da tão esperada vacina contra a Covid-19. Mas após quase um ano convivendo com o vírus, que já matou quase 215 mil pessoas só no Brasil, a boa notícia tem se transformado em um problema a ser enfrentado. Denúncias de desvio de vacinas nas unidades da Federação comprometem a chance de milhões de brasileiros que aguardam a vez na fila e colocam gestores em todo o País em situação de alerta. 

Manaus, capital amazonense, foi palco de uma triste realidade nas últimas semanas. O sistema de saúde local entrou em colapso por falta de oxigênio para tratar pacientes acometidos pela Covid-19 e por outras doenças nos hospitais. Já são mais de 6,5 mil mortos em todo o estado, que agora encara a suspensão da vacinação contra o vírus. A medida foi tomada depois de uma investigação do Ministério Público sobre a suspeita de irregularidades na aplicação do imunizante, com pessoas fora dos grupos prioritários “furando a fila”. 

O Ministério Público Federal (MPF) requisitou da prefeitura de Manaus, de forma imediata e urgente, informações sobre os profissionais de saúde já vacinados, a escala de trabalho dos profissionais na Unidade Básica de Saúde (UBS) Nilton Lins em janeiro e a lista de atendimentos realizados por eles na unidade de saúde nos dias 18 e 19 deste mês. A principal acusação sobre irregularidades na vacinação em Manaus envolve duas médicas vacinadas no dia 18 – a família das jovens é dona de hospitais e universidades particulares em Manaus, entre outros negócios. 

“Os governantes municipais estão organizando as prioridades a partir daquilo que é orientado pelo Ministério da Saúde. As vacinas não são suficientes sequer para esse grupo prioritário e os governantes estão junto com os secretários de Saúde em permanente contato com o governo federal para definir essa prioridade”, garante o secretário-executivo da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Gilberto Perre.  

Para ele, as supostas “furações de filas” devem ser, sim, apurados. “A FNP está orientando seus associados para seguirem com bastante rigor nessa fila, respeitando quem é prioridade. A população pode ajudar fiscalizando e os governantes podem ajudar oferecendo transparência dessas informações, de tal forma que as prioridades sejam obedecidas”, reforça Perre. 

Outros estados também são alvos de investigação. Municípios da Bahia, Ceará, Pernambuco e Sergipe também enfrentaram os chamados “fura-filas” no esquema de vacinação, incluindo prefeitos e pessoas em cargos públicos. Lembrando que, nesse primeiro momento, por conta da escassez de doses, só vacinam profissionais da saúde que estiveram na linha de frente contra a doença, idosos em asilos e indígenas que vivem em aldeias. 

“Os gestores municipais devem observar e garantir a vacinação dos grupos prioritários (grupos de risco e vulneráveis), sem qualquer alteração, seja porque se trata de vacinação aprovada apenas com uso emergencial, seja diante de um cenário de escassez de vacinas”, explica a advogada especialista em saúde e direito médico Mérces da Silva Nunes. 

Ela alerta para as consequências em casos de desvio. “Uma provável abertura de processo por improbidade administrativa, sem prejuízo de outras penalidades (multa e detenção) que poderão ser aplicadas também aos demais envolvidos.” 

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Crime 

O MPF orienta a população a ajudar no combate aos desvios na vacina. Segundo o Ministério, se a pessoa presenciou ou recebeu informações de fontes confiáveis sobre episódios de desvio de vacinas contra a Covid-19 deve denunciar ao MP, visto que a prática é considerada crime. 

Pelo celular, é possível baixar o aplicativo MPF Serviços ou registrar a denúncia diretamente na Sala de Atendimento ao Cidadão. Além disso, o cidadão pode acionar o Ministério Público Estadual e o Ministério Público de Contas. Todos esses órgãos estão atuando de forma conjunta para apurar as denúncias de fraudes. 

Para denunciar, o MP orienta reunir o máximo de informações possíveis, como fotos, vídeo, mensagens, data da ocorrência, local e nomes de possíveis envolvidos. Esse material pode ser enviado pelos canais virtuais de atendimento. 

Qualquer pessoa que não se encaixe nos critérios para vacinação nesse primeiro momento e tenha vacinado deve ser denunciada. Segundo os MPs, a prática pode ser enquadrada como improbidade administrativa – a vacina contra Covid-19 é um bem público, já que foi custeada com verbas públicas, além de ser oferecida gratuitamente à população. Por isso, o MP reforça a importância de se respeitar os critérios definidos pelas autoridades de saúde para priorização.

Entre as penalidades, o responsável pelo ato pode ser punido não só criminalmente, mas pode até perder o cargo ou função pública, caso seja servidor ou agente público, e ser condenado a pagar multa até 100 vezes o valor do salário que recebe. 

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23/01/2021 00:00h

Devido à baixa cobertura vacinal, casos de sarampo voltam a explodir no Brasil

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Mesmo com a pandemia da Covid-19, enfrentada com dificuldade pelo País, o estado do Amapá tem que lidar com outro surto de vírus: o sarampo. Segundo a Secretaria de Saúde, o estado registra 189 casos confirmados da doença, desde o começo de 2020 até janeiro deste ano, sendo a maioria (57%) em crianças de até 4 anos. Para conter o avanço do vírus, equipes da Estratégia de Saúde da Família vão vacinar população do Amapá, de casa em casa. Ao todo, sete municípios serão contemplados: Macapá, Santana, Mazagão, Laranjal do Jari, Vitória do Jari, Oiapoque e Porto Grande. 

A varredura vacinal dos lares amapaenses conta com apoio de contratados pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Os profissionais estarão com vestimentas completamente brancas, paramentados com equipamentos de proteção individual (EPI) e máscaras. Todos receberam treinamento para aplicar a vacinação durante a pandemia da Covid-19.

Além de aplicar as doses da tríplice viral, em pessoas de 6 meses a 59 anos, as equipes farão a atualização da caderneta de vacinação de crianças menores de 5 anos. Mesmo quem não possui registro da imunização, ou não se lembra de já ter sido vacinado contra o sarampo, deve tomar a dose. A meta da prefeitura da capital Macapá é imunizar 58 mil pessoas.

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Sarampo no Brasil

Em 2016, o Brasil recebeu o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo, mas perdeu a certificação antes de completar 3 anos, devido a surtos de grandes proporções em 21 estados. Segundo o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, 17 estados conseguiram fazer o controle da doença, por meio de campanhas de vacinação. Mas, atualmente, quatro estados ainda mantém o surto ativo: Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Amapá. Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020, o País registrou um total de 8 mil casos confirmados e 7 óbitos.

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, esclarece como a transmissão do vírus do sarampo retornou no Brasil.

“Esse surto atual iniciou com a entrada de estrangeiros infectados pela região Norte do País. Mas foi rápida a disseminação por todo o Brasil, devido às baixas coberturas vacinais, como a tríplice viral [que protege contra] sarampo, caxumba e rubéola”. Segundo a diretora, a vacinação em massa é ferramenta essencial para reverter esse cenário de surto e receber novamente o certificado de eliminação do vírus do sarampo.

Ela explica como é feita a vacinação de rotina contra o vírus. “A vacinação rotineira é feita com duas doses após 12 meses de vida, com intervalo mínimo de um mês entre elas. É necessário que tenha cobertura acima de 95%, com duas doses da vacina tríplice ou tetra viral, na população suscetível. Hoje a vacina está disponível nos postos de saúde até os 59 anos. Até 29 anos são duas doses. A partir de 30 anos se faz em dose única, como rotina”, explica.

Segundo a diretora Mônica Levi, a chamada dose zero permanece nos estados com transmissão ativa do vírus e é aplicada em criança entre 6 e 11 meses de vida – faixa etária com potencial agravamento da doença. No entanto, mesmo quem recebe a dose zero continua tendo que tomar as duas doses preconizadas na rotina, aos 12 e 15 meses de idade.

A vacina é recomendada à toda a população, exceto para pessoas com alergias a algum componente da vacina, gestantes e imunodeprimidos. Para esse público se proteger do vírus do sarampo, é fundamental que as demais pessoas estejam vacinadas, para que haja a imunidade coletiva. 

A diretora da SBIm, Mônica Levi, ressalta que as vacinas tríplice e tetra viral nunca estiveram em falta no Brasil. No entanto, as medidas de distanciamento social, para evitar o contágio do novo coronavírus, impediram as pessoas de buscarem os postos de vacinação. Por isso, é tão importante a ação das equipes da Estratégia de Saúde da Família do Amapá, de imunizar a população de casa em casa.

Sintomas e características

O epidemiologista e professor do departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Jonas Brant, detalha os sintomas do sarampo. “Os principais sintomas são: febre, tosse, corrimento nasal e manchas pelo corpo, que em geral iniciam pela face e espalham pelo corpo”, explica.

Segundo o epidemiologista, o vírus tem uma alta capacidade de infecção, por isso é fundamental identificar os bolsões de pessoas que não foram imunizadas, para que elas recebam a vacina e não criem condições para que o vírus se mantenha circulante. “Ou seja, encontrei um caso, vou buscar todos os lugares onde ele possa ter estado, checar a imunização dessas pessoas e fazer uma dose de reforço”, ressalta.

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A Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá orienta que as famílias já estejam com os cartões de vacinação em mãos, no momento que a equipe chegar na casa. Mesmo com a varredura vacinal, a população também pode se vacinar gratuitamente nos postos de saúde, que no Amapá funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. 

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20/01/2021 15:15h

Procedimento foi aberto aos prefeitos de Gurupi, Cariri do Tocantins, Crixás do Tocantins, Aliança do Tocantins e Dueré

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O Ministério Público de Tocantins instaurou procedimento a cinco prefeitos do estado para que eles encaminhem, em até três dias, os planos de vacinação contra a Covid-19. Foram oficiados os prefeitos de Gurupi, Cariri do Tocantins, Crixás do Tocantins, Aliança do Tocantins e Dueré.

Os políticos também terão que realizar um levantamento sobre todas as salas de vacinação existentes nessas cidades e informar o número e a aptidão das equipes das Unidades de Saúde para executar a vacinação.

Cuidados com a Covid-19 devem continuar após a vacinação

O promotor de Justiça Marcelo Lima Nunes reforça que é necessário reforçar o planejamento para que a vacina seja disponibilizada de forma isonômica, eficiente, célere e segura à população.

 

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15/01/2021 15:30h

Estado vai apresentar planejamentos para a população nesta sexta-feira (15)

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O Governo do Estado do Piauí finalizou o Plano Operacional de Estratégia de Vacinação contra a Covid-19. O documento traz detalhes estratégicos de ações como distribuição, armazenamento, segurança e transporte dos imunizantes. O plano será apresentado nesta sexta-feira aos secretários de Saúde, prefeitos dos municípios e população em geral, por meio de transmissão ao vivo pelos canais do governo. 

Um dos pontos de expectativa do plano são as informações sobre o público-alvo das fases prioritárias para receber as doses. O Ministério da Saúde elaborou um cronograma de três fases iniciais, contendo profissionais da saúde, idosos e pessoas com comorbidades, mas cada estado tem autonomia para definir prioridades de vacinação, a depender do cenário da pandemia do local. 

O plano do governo do Piauí terá quatro fases iniciais de vacinação que vão ser detalhadas durante a apresentação. A definição dos primeiros imunizados leva em conta objetivos como a redução de morbidade e mortalidade do novo coronavírus, além de priorizar populações com maior risco de exposição e transmissão do vírus. 

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15/01/2021 13:30h

RN + Vacina é fruto de uma parceria com laboratório da UFRN para permitir o acompanhamento informações sobre imunizações no estado

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LOC.: O Governo do Estado do Rio Grande do Norte apresentou um programa de monitoramento do processo de vacinação contra a Covid-19 em tempo real. O RN + Vacina é fruto de uma parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e prevê transparência nas informações sobre as imunizações, permitindo que o cidadão acompanhe todo o percurso da vacina, desde a chegada ao estado até a aplicação em cada município.

O programa foi apresentado na última quinta-feira pela governadora Fátima Bezerra aos representantes dos Ministérios Públicos Estadual, Federal, do Trabalho e da Defensoria Pública Estadual. O governo projeta que possa dar início às vacinações e monitoramentos até 72 horas após a chegada dos imunizantes adquiridos pelo Ministério da Saúde.

O RN + Vacina conta com o apoio do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN. Na avaliação dos pesquisadores, esse tipo de monitoramento rápido e prático é essencial para acompanhar o índice de vacinação em cada sala e corrigir possíveis dificuldades. A plataforma será disponibilizada em aplicativo de celular e também disponibilizará um cartão virtual de vacinação.

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08/01/2021 00:00h

Há previsão de aquisição de mais 54 milhões de doses até o fim de 2021. Previsão mais otimista para início da vacinação é 20 de janeiro, projeta ministro da Saúde

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a pasta fechou contrato com o Instituto Butantan, nesta quinta-feira (7), para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac. Segundo o ministro, o acordo prevê a entrega das doses até abril e a aquisição de mais 54 milhões até o fim do ano, totalizando 100 milhões de doses. 

“Nunca abandonamos as negociações com o Butantan. Se não é o maior, é o segundo maior produtor de vacinas para o ministério. Estamos, hoje, fechando um contrato para a aquisição de 100 milhões de doses, que é o máximo que ele consegue produzir.  A partir deste momento, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização”, disse o ministro em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. 

De acordo com o Diário Oficial da União, as 46 milhões de doses iniciais vão ter um custo de R$ 2,67 bilhões. Ainda durante a entrevista, o secretário executivo, Elcio Franco, esclareceu que a compra de mais 54 milhões de doses é uma opção do contrato assinado hoje, que o Ministério da Saúde poderá exercer futuramente, uma vez que não há orçamento para esse quantitativo. 

Atualmente, o Instituto Butantan já possui 11 milhões de doses da vacina CoronaVac em solo brasileiro, das quais 6 milhões foram importadas da China e 5 milhões produzidas pelo laboratório no Brasil. Com as 100 milhões de doses do Butantan, o ministro reafirmou que o Brasil vai contar com 354 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 até o fim do ano. O restante virá, segundo ele, do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. 

Pazuello disse, também, que há negociações em andamento com outros três laboratórios para aquisição da vacina, que são da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer. Em relação às tratativas para aquisição do imunizante da Pfizer, cuja aplicação para uso emergencial já ocorre em alguns países, o ministro revelou que a empresa teria imposto algumas exigências para assinatura de um contrato com o órgão, “que não são autorizadas pela legislação brasileira”. 

Entre as imposições estariam isenção total e permanente de responsabilização civil por efeitos colaterais advindos da vacinação, transferência do foro de julgamento de possíveis ações judiciais para fora do Brasil e disponibilização permanente de ativos brasileiros no exterior para criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. 

“Não podemos assinar dessa forma”, cravou Pazuello. 

Covid-19: brasileiros devem ser imunizados a partir de janeiro

Anvisa ainda não recebeu pedido de uso emergencial para vacina

Viajantes estrangeiros que vierem ao Brasil precisam apresentar PCR

Calendário de vacinação

O ministro da Saúde também traçou cenários para o início da imunização da população brasileira. O mais otimista deles seria a partir de 20 de janeiro. Na segunda hipótese, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Por fim, entre 10 de fevereiro e meados de março. “A nossa proteção é a Anvisa. A agência reguladora é quem vai atestar a eficácia e a segurança das vacinas. Ela está empenhada em ser célere, rápida e efetiva. Na melhor hipótese, a vacinação começa em 20 de janeiro, caso a Anvisa dê a autorização. Na hipótese mais alongada, até meados de março, que seria caso o registro ou produção tivessem percalços”, destacou. 

Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, caso tudo dê certo e a vacinação comece no dia 20 deste mês, o PNI já teria cerca de 8 milhões de doses da vacina disponíveis para distribuição para estados e municípios. “Na perspectiva de que teremos dois milhões da AstraZeneca e com 6 milhões após o contrato assinado com o Butantan, se essas autorizações forem obtidas, seriam oito milhões de doses para iniciarmos a vacinação da nossa sociedade”, detalhou. 

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Medida Provisória

A coletiva do Ministério da Saúde desta quinta-feira (7) ocorreu para detalhar a Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada na noite de quarta-feira (6), que trata de medidas excepcionais para a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços relacionados à Covid-19. 

O texto permite, por exemplo, que o Ministério da Saúde compre vacinas e insumos contra a doença sem licitação e antes do registro sanitário ou da autorização temporária para uso emergencial dos imunizantes pela Anvisa. “Eu só poderia fechar o contrato e empenhar a compra das vacinas junto ao Butantan com a MP, que dá essa autorização”, disse Pazuello. 

Apesar da flexibilização para aquisição das vacinas, a MP esclarece que a aplicação das doses só será feita após o aval para uso emergencial ou registro concedido pela agência reguladora, o que não ocorreu até o momento. 

Seringas e agulhas

Entre os insumos cuja compra não necessitará de licitação, estão as seringas e agulhas para aplicação das doses. Em pronunciamento ainda na noite de ontem, o ministro Pazuello afirmou que o Brasil “já tem disponíveis 60 milhões de seringas e agulhas nos estados e municípios”, e que isso seria suficiente para iniciar a vacinação da população ainda em janeiro. A fala corroborou com uma postagem do próprio presidente Jair Bolsonaro, que mais cedo, no mesmo dia, afirmou que os entes da federação tinham insumos suficientes para execução inicial do Plano Nacional de Imunização. 

Em nota, a Federação Nacional de Prefeitos (FNP) esclareceu que o estoque de seringas e agulhas dos municípios serve para atender a “procedimentos diversos”, entre eles o PNI, e que a fala do chefe do executivo “gerou preocupação de prefeitos por uma possível falta de insumos para o atendimento de outras necessidades de saúde”. 

Durante a coletiva, Pazuello afirmou que “não existe falta de seringa” e que o Ministério da Saúde está trabalhando para a manutenção de um estoque. “Quando nós vamos adquirir seringas, a gente não compra para executar o plano todo, mas para ter um estoque regulador, caso falte em um estado e em um município, por exemplo. Estamos comprando para não deixar faltar. A licitação está em andamento”. 

Entre as ações que a pasta diz estar tomando para garantir quantidade suficiente de seringas e agulhas, está a compra de 7 milhões de unidades por meio de pregão, mais 40 milhões em compra junto à Organização Panamericana de Saúde (Opas) e 30 milhões de doses junto à Abimo, a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios. 

CoronaVac

O Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina CoronaVac é de 78% contra casos leves da Covid-19 e de 100% contra casos moderados e graves. Segundo o instituto, isso quer dizer que pessoas vacinadas com as doses da vacina têm 0% de chance de, se pegarem a Covid-19, terem casos moderados ou graves da doença.

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08/12/2020 13:15h

Expectativa é que a campanha se inicie em 25 de janeiro

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O governo de São Paulo anunciou, nesta segunda-feira (7), o plano de vacinação contra a Covid-19. O Poder Executivo paulista prevê que a imunização se inicie em 25 de janeiro. Para isso, o governo conta com a aprovação dos testes de eficácia da vacina CoronaVac, que é desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com Instituto Butantan, ainda neste mês. 

Pelo plano, na primeira fase da campanha, serão vacinados profissionais da área da saúde, indígenas, quilombolas e idosos acima de 60 anos. Segundo o governo estadual, 77% das mortes causadas pelo coronavírus no estado estão atreladas a esse grupo. 

Covid-19: Vacina precisará de cuidados durante envio a Estados e Municípios

O imunizante será administrado em duas doses. O grupo contemplado na primeira fase deve receber a primeira dose da vacina em 25 de janeiro e a segunda dose em 15 de fevereiro. O governador de São Paulo, João Dória (PSDB), informou que a vacina será gratuita e, para recebê-la, não é necessário apresentar comprovante de residência do estado, sendo preciso apenas estar em solo paulista. 

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04/12/2020 17:45h

12 estados e o DF contam com novo calendário que varia entre 4 e 31 de dezembro

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou o prazo da segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Doze estados e o Distrito Federal foram contemplados com o adiamento. Os novos prazos variam entre 4 e 31 de dezembro. 

De acordo com a pasta, nesta etapa da vacinação serão vacinados bovinos e bubalinos (categoria que inclui várias espécies de búfalos) com até 2 anos de idade. 

Derrubada do veto à prorrogação da folha de pagamento deve ter impacto positivo na agroindústria do Paraná

Os pecuaristas devem comprar vacinas em revendas autorizadas e mantê-las entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização, incluindo o transporte e a aplicação do produto na fazenda. Além da imunização, o produtor rural deve fazer a comprovação junto ao órgão de defesa sanitária animal do seu estado ou do DF. 

Para mais informações, acesse www.gov.br/agricultura

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03/11/2020 14:00h

O alcance foi baixo até o momento, com apenas 24,8% do público-alvo vacinado no estado

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A campanha de vacinação contra a poliomielite foi prorrogada até o dia 30 de novembro no estado do Pará. O alcance foi baixo até o momento, com apenas 24,8% do público-alvo vacinado no estado. 

O município paraense com a maior cobertura vacinal da doença é Santarém Novo, com 81,95% e o que apresenta menor índice é Breves, no arquipélago do Marajó, com apenas 4,4%. 

A meta é vacinar, pelo menos, 95% do público-alvo. Para isso devem ser ampliadas as bancadas de vacinação e os horários de atendimento, já que muitas unidades de saúde não têm atendido em horário integral, o que dificulta a ida de pais e responsáveis que trabalham o dia inteiro.

35% das crianças vacinaram contra poliomielite

Tribunal de Contas do Paraná vai fiscalizar produção da vacina russa contra Covid-19

Em nível nacional, até o momento, a campanha alcançou 39,18% da meta de vacinação, realizada em crianças entre 1 e 4 anos.

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença viral transmitida por água e alimentos contaminados. Quando a doença não é letal acaba deixando danos neurais que comprometem a força muscular e afetam diretamente a locomoção do paciente.

 

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