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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Campanha de Vacinação

Agronegócios
20/04/2021 18:20h

Espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais de todas as idades. Produtor deve declarar a vacinação no órgão de seu estado

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A primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 começa no dia 1º de maio. Deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades. Ao todo, espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, durante todo o processo de aquisição, transporte, até o momento da aplicação na fazenda. Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração deve ser realizada de forma online ou presencial nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

Em caso de dúvidas, a orientação é procurar o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.

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17/04/2021 15:00h

Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país

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Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país. Na última segunda-feira (12), as Secretarias de Saúde locais começaram a imunização contra a Influenza que, neste ano, apresenta um desafio adicional: a pandemia da Covid-19. 
 
Em meio à aplicação das vacinas contra o novo coronavírus, as autoridades de Saúde tiveram que se preparar para proteger a população da gripe também, de modo a evitar aglomerações e sobrecarga ainda maior do sistema de saúde. Alessandro Chagas, assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), garante que os municípios estão preparados para promover as duas campanhas de vacinação. 
 
“Os municípios estão muito acostumados a fazer campanha. É importante porque temos que continuar protegendo vidas. Essa é a função do Programa Nacional de Imunização (PNI) e essa é a função nobre do SUS no país e que o município operacionaliza lá na ponta, nas suas 48 mil unidades básicas de saúde”, salienta. 

A maior novidade da campanha de imunização contra a gripe este ano é a inversão do atendimento aos grupos prioritários. A primeira fase, que vai até 10 de maio, serão vacinadas as crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Tradicionalmente, essa fase tinha os idosos como público-alvo, mas a orientação do Ministério da Saúde é que as pessoas com 60 anos ou mais recebam primeiro a vacina contra a Covid-19. 
 
“A própria organização da campanha já está evitando que os grupos se cruzem, porque tem que existir um período. Você não pode tomar os dois imunizantes ao mesmo tempo”, destaca Chagas. 
 
De acordo com as autoridades de Saúde, uma pessoa não deve receber as duas vacinas no mesmo dia. Assim, se tomou primeiro a dose contra a Covid-19, deve-se esperar, no mínimo, 14 dias antes de receber a vacina contra Influenza e vice-versa. No caso de a pessoa ter tomado o imunizante contra a gripe após a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus, também precisa ser respeitado o prazo de 14 dias antes da segunda dose. 

Arte: Brasil 61

Estratégias

Responsáveis pela aplicação da vacina, as Secretarias de Saúde Municipais têm adotado estratégias diferentes para administrar duas campanhas de imunização em massa. No caso de Florianópolis, quem deseja receber o imunizante contra a gripe, só consegue se agendar horário em um dos Centros de Saúde da Capital. 

A marcação ocorre diretamente com as equipes de saúde pelo WhatsApp. Por meio da página sus.floripa.br/contatoscs/, os moradores da capital catarinense conseguem acessar os contatos telefônicos das unidades de saúde mais próximas de casa e, assim, marcar o dia para reforçar a proteção contra a gripe.

Com essas medidas, a pasta espera evitar aglomerações nos postos de saúde e garantir a segurança da população. Em Florianópolis, o público-alvo é de 170 mil pessoas. A meta é vacinar, ao menos, 90% desse total. 

Já Belo Horizonte vai vacinar o público-alvo sem agendamento. Basta comparecer a uma unidade de saúde dentro do horário de rotina das salas de vacina. Segundo Fabiano Pimenta, subsecretário de Promoção e Vigilância à Saúde, as unidades de saúde da capital mineira têm estrutura para promover as duas campanhas de vacinação simultaneamente, de forma “segura e eficaz”. 

“Quando o grupo for ampliado, vamos adotar estratégias diferenciadas, como, por exemplo, abertura de postos extras”, acrescenta. Para o início da campanha contra a gripe, BH recebeu 86.800 doses. No ano passado, mais de um milhão de pessoas recebeu a dose contra Influenza. 

Campanha de vacinação contra a gripe: saiba como vai funcionar

Eficácia da vacina da gripe

Durante as fases de testes para produção de vacinas contra a Covid-19, uma das perguntas mais frequentes era: “Qual a eficácia da vacina?”. Em relação ao imunizante contra a gripe não é diferente. O infectologista Hemerson Luz detalha esse indicador importante. “A vacina da gripe apresenta uma eficácia entre 60% e 70%. Certamente é um bom grau de proteção e essas pessoas vacinadas não vão evoluir para formas graves da doença”, explica. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a presença dos anticorpos protetores no organismo ocorre entre 2ª a 3ª semanas após a vacinação. Por isso, é possível que o indivíduo que tomou a vacina contra a gripe possa ter quadro gripal após o imunizante, uma vez que a imunidade não é adquirida automaticamente após a dose. É por isso, inclusive, que é comum as pessoas atribuírem a gripe à própria vacina, o que não é possível, já que a vacina é composta por vírus inativados. Ainda segundo as autoridades de Saúde, a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano. Por isso é importante se vacinar com a mesma frequência. 

Como diferenciar gripe de Covid-19

Tanto a gripe quanto a Covid-19 são doenças causadas por vírus que atacam, principalmente, o sistema respiratório. Por isso, é fácil confundir os sintomas e é difícil diferenciá-los. Algumas vezes os sintomas podem, inclusive, ser causados por um resfriado.  Sinais como tosse, febre e dor de cabeça estão presentes em ambas as doenças. Por isso, a vacinação é tão importante, explica Hemerson, pois além de evitar a sobrecarga do sistema de saúde, ajuda os médicos a diagnosticar o quadro dos pacientes. 

“Quando uma pessoa procura atendimento médico com uma síndrome gripal, com sintomas respiratórios, o médico certamente vai perguntar se ele foi vacinado contra a gripe ou se foi vacinado contra a Covid. Assim vai ajudar o médico no diagnóstico e nas decisões terapêuticas futuras”, diz

Campanha

O Ministério da Saúde prevê a distribuição de 80 milhões de doses da vacina Influenza aos estados e municípios. Para adquirir as doses junto ao Instituto Butantan, que produz o imunizante, a pasta desembolsou cerca de R$ 1,2 bilhão. Segundo a pasta, a campanha conta com mais de 50 mil postos de vacinação espalhados pelo país. O órgão deixou a cargo das prefeituras a realização do “Dia D”, em que tradicionalmente há uma maior mobilização para a aplicação das doses. 

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17/04/2021 05:00h

Documento destaca entrega recente de 53,9 milhões de doses. Nova etapa tem objetivo de atender cerca de 5 milhões de brasileiros

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O Ministério da Saúde divulgou um informe com orientações técnicas relativas à continuidade da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. O documento destaca a entrega recente das 53,9 milhões de doses aos estados e municípios e reforça o intervalo necessário entre a primeira e segunda doses das vacinas, sendo 4 semanas para a Sinovac/Butantan e 12 semanas para a AstraZeneca/Fiocruz.

Nesta nova etapa de distribuição, serão disponibilizadas 6,379 milhões de doses às 27 unidades federativas com o objetivo de atender cerca de 5 milhões de pessoas, entre elas, profissionais da saúde, grupos prioritários acima de 60 anos e militares das forças de segurança e salvamento e forças armadas.

Para as informações completas e outros dados sobre a vacinação contra a Covid-19, o informe pode ser acessado no site do Ministério da Saúde.

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Saúde
16/04/2021 10:00h

Unidos Pela Vacina garante que não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação

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A partir da próxima semana a Associação Brasileira de Municípios (ABM) vai participar das reuniões semanais com o Unidos Pela Vacina. O objetivo da ABM é auxiliar e apoiar a interlocução entre o movimento e as prefeituras nos estados. A parceria foi acordada na tarde da última quarta-feira (14) com a empresária Luiza Helena Trajano, que lidera a iniciativa. 
 
Segundo a empresária, o Unidos Pela Vacina não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação. A meta do movimento, que reúne entidades, empresas, associações e ONGs é que todos os brasileiros sejam vacinados até dezembro de 2021.   

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Luiza afirma que a entidade fez um amplo levantamento junto às prefeituras, em que foi possível descobrir as principais carências, cuja ABM vai tentar auxiliar a resolver. Presidente da ABM, o prefeito de São Leopoldo (RS), Ary Vanazzi, exaltou a parceria entre o movimento e os municípios. 
 
A atualização mais recente do Ministério da Saúde aponta que 32,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Destas, 24,8 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 8 milhões a segunda. 

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15/04/2021 11:50h

Vacinas foram produzidas e entregues pela Fiocruz e pelo Butantan ao Programa Nacional de Imunização

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O Ministério da Saúde recebeu nesta quarta-feira (15) mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, 2,2 milhões foram entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e um milhão pelo Instituto Butantan e vão reforçar o Programa Nacional de Imunização (PNI). 
 
A Fiocruz deve liberar mais 2,8 milhões de doses na sexta-feira (16), totalizando cinco milhões em uma semana, recorde de entrega desde que a instituição passou a produzir a vacina de Oxford/Astrazeneca em solo brasileiro. Até a semana passada, a Fiocruz havia entregue 5,8 milhões de doses e, agora, esse número vai se aproximar de 11 milhões. Até o fim de abril, a Fundação espera entregar mais 11,4 milhões de doses ao PNI. 

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O Instituto Butantan, por sua vez, alcançou a marca de 40,7 milhões de doses entregues ao Ministério da Saúde nesta quarta. Somente neste mês, foram 4,5 milhões. O total de doses corresponde a 88,4% das 46 milhões de doses acordadas em contrato com o Governo Federal até 30 de abril.
 
A atualização mais recente do Ministério da Saúde aponta que 31,7 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Destas, 24,2 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 7,5 milhões a segunda. 

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12/04/2021 19:15h

Ação começou nesta segunda (12) e termina em 9 de julho. Ordem de grupos prioritários mudou. Primeira etapa contempla crianças de seis meses a 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde

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A 23° Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou nesta segunda-feira (12). A ação vai até o dia 9 de julho e inicia por grupos prioritários distintos do convencional. A primeira etapa contempla crianças de seis meses a 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Apenas na segunda etapa os idosos com mais de 60 anos poderão tomar a vacina. A terceira etapa vai contemplar pessoas com comorbidades. No total, os grupos prioritários somam 79,7 milhões de pessoas que podem se imunizar contra a influenza este ano. A meta é vacinar 90% desses indivíduos.

O Instituto Butantan é o responsável pela entrega dos imunizantes e, no total, serão 15 semanas de distribuição conforme as entregas da instituição. As unidades federativas e municípios terão autonomia para definir as datas do “Dia D” em conformidade com as fases e realidade local em virtude da pandemia da Covid-19.

De acordo com o Ministério da Saúde, neste ano, a campanha de vacinação contra a gripe foi antecipada por quase 3 semanas quando comparada às anteriores. A pasta pede para que seja priorizada a vacinação contra a Covid-19, porém, é necessário respeitar um intervalo mínimo entre as vacinas. 

Goiás inicia nesta segunda-feira (12) a Campanha de Vacinação contra a Gripe

Butantan prevê aplicar 1ª vacina brasileira contra Covid-19 em julho

Dia do infectologista: municípios sofrem com a falta de profissionais

“Uma vez que tomou a vacina da Covid-19 e está no grupo prioritário que precisa tomar a da Influenza, primeiro se aconselha a da Covid e, aproximadamente 14 dias após, pode se imunizar contra a da Influenza. Lembrando que se o paciente estiver com sintomas de gripe não pode se imunizar, é necessário aguardar a total recuperação.” Explica o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros. 

O secretário alerta ainda para a disseminação de fake news. “O vírus usado nesta vacina é inativado, portanto não é possível contrair gripe tomando o imunizante.”

Na primeira distribuição dos insumos foram entregues 7.300.000 doses e, para a segunda pauta de distribuição, prevista para o dia 14 de abril, serão entregues mais 5.700.000 em todo o país. Regionalmente, o Norte recebeu 808.400 mil doses, o Sudeste 2.918.800 milhões, o Nordeste 1.980.400 milhão de imunizantes, o Centro Oeste 625.200 mil e o Sul obteve 967.200 mil doses da vacina contra a Influenza. No total, o Ministério da Saúde investiu R$1.2 bilhão na compra de doses, sendo R$15 o custo unitário. 



O lançamento oficial da campanha de imunização aconteceu na manhã desta segunda-feira (12) e contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu que a imunização contra a Influenza será realizada dentro do cronograma proposto, mesmo em paralelo à vacinação contra a Covid-19. “Apesar de não ter o mesmo impacto sobre a saúde, a gripe pode levar, principalmente aos subgrupos, as síndromes respiratórias agudas graves, e essas pessoas também pressionam o nosso sistema de saúde, que já está comprimido em face da Covid-19. É imprescindível que tenhamos essa campanha de vacinação tão bem-sucedida quanto tivemos ano passado, mesmo dentro da concomitância da Covid-19”, destaca. 

Para que não haja aglomeração durante a campanha, as vacinas serão aplicadas nas quase 50 mil unidades de saúde espalhadas pelo país. Queiroga destacou ainda que a vacinação contra a Influenza é garantida aos povos indígenas e à população de localidades de difícil acesso.

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandir Frutuoso, destacou que a estratégia de comunicação utilizada irá alcançar o público-alvo para a primeira fase de vacinação. “Com a comunicação bem feita, as equipes treinadas, os espaços físicos definidos, eu penso que não teremos nenhum tipo de problema. Especialmente porque nessa primeira fase o público é mais específico, gestantes, puérperas e crianças.”

Sobre a campanha ser iniciada por esses grupos, ao invés da população com mais de 60 anos, o secretário Arnaldo Medeiros disse que são recomendações estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Por estarmos com a vacinação da Covid-19 e Influenza [em andamento], a vantagem é não termos concorrência dos grupos. Por serem público-alvo diferentes, evitaremos aglomerações.”



Ainda durante o evento de inauguração da campanha, o Ministério da Saúde informou que por estarem com foco maior na imunização contra a Covid-19, estados e municípios terão que se responsabilizar um pouco mais no que diz respeito à campanha de vacinação contra a Influenza. “Quando era a única campanha [de Influenza], fazíamos um “Dia D” nacional, mas por conta do coronavírus, ficou pactuado que estados e municípios façam um chamamento especial de imunização”, disse Medeiros. 

Covid-19

Sobre a aquisição de mais doses para imunização contra a Covid-19, Queiroga informou que a pasta vem realizando tratativas para aquisição de outros fabricantes internacionais. "O Brasil faz parte do consórcio Covax Facility e em outubro investimos R$110 milhões de dólares para adquirir 10% da cobertura da população. Deveríamos ter recebido essas novas doses em janeiro, mas não aconteceu por haver uma carência dos insumos a nível mundial.”

“As vacinas do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Brasil são uma das mais abrangentes que temos. O país tem estratégias de vacinação muito boas e não temos dúvidas que vamos atingir a meta de imunização, não apenas da Influenza, mas também de todas as vacinas que trazem vida às famílias”, destacou Socorro Gross, representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil. 

O ministro da Saúde disse que existe uma estimativa de doses que serão distribuídas, pois a entrega depende dos laboratórios. Para o mês de abril 30 milhões de doses são asseguradas. “Estamos nos esforçando para buscar insumos farmacêuticos para aumentar a produção das doses ou buscar vacinas prontas. Não posso antecipar muita coisa pois são negociações internacionais e não queremos perder a oportunidade de negócio.”

CPI da Covid

No dia 8 de abril o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou para o plenário virtual um processo sobre a necessidade de instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid pelo Senado, para apuração de eventuais omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia.

Ele determinou que a Casa instaure a CPI. No entanto, afirmou que preza pela “institucionalidade da Corte”, e, por isso, defende que todos os ministros se manifestem, para referendar ou derrubar a medida provisória.

Questionado sobre o tema, O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Jurandir Frutuoso, disse que esse é um debate para o parlamento e não iria se posicionar a respeito. “Se dispersarmos energia discutindo política de ambiente interno, vamos ficar muito mais fragilizados. A CPI é um assunto do Parlamento”, disse.

O secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira, também disse que a instituição não iria comentar sobre a CPI, mas que orienta os municípios a incentivarem a população a tomar as vacinas e a seguir as medidas de higienização e isolamento social.

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12/04/2021 13:00h

Público-alvo da primeira fase são crianças de seis meses até seis anos incompletos, gestantes, mulheres que tiveram bebê nos últimos 45 dias, população indígenas e trabalhadores da saúde

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Goiás inicia nesta segunda-feira (12) a Campanha de Vacinação contra a Gripe. Em parceria com o Ministério da Saúde, a ação acontece paralelamente em todo o território nacional. O público-alvo da primeira fase da campanha são crianças de seis meses até seis anos incompletos, gestantes, mulheres que tiveram bebês nos últimos 45 dias, população indígena e trabalhadores da saúde.

A meta é imunizar 90% desse público e para isso, a Secretaria de Estado de Saúde já distribuiu 245,6 mil doses de vacinas aos municípios goianos – quantidade suficiente para dar início a vacinação. Conforme mais doses forem chegando do Ministério da Saúde, as cidades serão abastecidas.

Para receber o imunizante, é necessário apresentar documento pessoal e caderneta de vacinação.

Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda-feira (12)

Dia do infectologista: municípios sofrem com a falta de profissionais

A vacina da gripe é segura e protege contra os vírus da Influenza A/H1N1, A/H3N2 e B. Ela pode ser administrada com outras doses de rotina e com medicamentos. No entanto, devido à ausência de estudos sobre a coadministração entre imunização contra gripe e contra Covid-19, os especialistas em saúde não recomendam tomar as vacinas simultaneamente, devendo respeitar um período de 14 dias entre as doses. 

A segunda fase da Campanha de Vacinação contra a Gripe começa em 11 de maio e será direcionada aos idosos com 60 anos ou mais e aos professores. A terceira e última etapa está prevista para começar em 9 de junho com foco nas pessoas com doenças crônicas, deficiências, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, rodoviários, trabalhadores portuários, população privada de liberdade, jovens em medida socioeducativa e forças de segurança.

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09/04/2021 17:30h

Público estimado pelo Ministério da Saúde é de 79,7 milhões de pessoas. Vacinação será organizada em três etapas de grupos prioritários

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O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde começam na segunda-feira (12) a campanha de vacinação contra a gripe. Além de evitar complicações causadas pelo vírus, a iniciativa também é importante para evitar uma sobrecarga nos sistemas de saúde.

O público estimado pelo ministério é de 79,7 milhões. Os grupos prioritários serão organizados para vacinação em três etapas e incluem gestantes, idosos acima de 60 anos, professores, entre outros. Os dias de mobilização, chamados de dias D, serão definidos em cada município pela Secretaria de Saúde local.

Em relação à vacinação contra o coronavírus, a recomendação é que ela não seja feita junto à da gripe. O Ministério da Saúde orienta que os grupos prioritários procurem se vacinar primeiro contra a Covid-19. Especialistas recomendam uma diferença de pelo menos 14 dias entre as duas doses.

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08/04/2021 17:50h

O lote será entregue pelo Ministério da Saúde a todos os estados e o Distrito Federal

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A partir desta quinta-feira (8) estão sendo enviadas mais 4,4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 para todo o Brasil. O lote será entregue pelo Ministério da Saúde a todos os estados e o Distrito Federal para reforço da campanha de vacinação.

De acordo com o informe técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde, as vacinas serão destinadas para a primeira e segunda doses de trabalhadores da saúde, idosos entre 65 e 74 anos, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente do combate à pandemia.

O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz. A estratégia de distribuição para aplicação da primeira e segunda doses é revisada semanalmente em reuniões entre os governos federais, estaduais e municipais.

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08/04/2021 14:00h

Governo de São Paulo firmou acordo com aplicativo de mensagens para agendar futuros atendimentos nos postos de vacinação e levar informações oficiais sobre imunizações

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O Governo de São Paulo realizou uma parceria com o WhatsApp para dar mais acessibilidade e rapidez ao agendamento da vacinação. João Doria anunciou que a população pode realizar um pré-cadastro para imunização contra a Covid-19 no aplicativo de mensagens, enviando um “oi” ao número +55 11 95220-2923 ou clicando no link

O acordo com a empresa irá possibilitar o agendamento de futuros atendimentos nos postos de vacinação. Outro objetivo da proposta é levar informações oficiais sobre as imunizações no estado. 

A população também poderá consultar o calendário de vacinação atualizado, dados sobre o Plano São Paulo e um tira-dúvidas sobre o novo coronavírus por meio do número. A ferramenta conta com um chatbot, um robô que simula a conversa com humanos, por meio de mensagens programadas.

Mais de 100 chatbots de informações sobre a Covid-19 e a pandemia foram lançados em todo o mundo. A Organização Mundial de Saúde (OMS) também utiliza esse meio para dúvidas. 

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