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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Vacina

20/01/2021 16:30h

Ao todo, 6 milhões de doses da Coronavac são distribuídas pelo País

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Com a aprovação do uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 pela Anvisa, municípios deram a largada para começar a vacinar sua população. Ao todo, 6 milhões de doses da Coronavac – desenvolvida pelo Butantan e pela Sinovac – foram distribuídas aos estados, por meio de aviões da FAB e da Associação Brasileira de Empresas Aéreas, além da frota de 100 caminhões que fazem o transporte terrestre. Pelo link, é possível conferir a quantidade de doses distribuídas para cada estado.

O médico sanitarista, Gonzalo Vecina Neto, fundador e ex-presidente da Anvisa, explica como é feito o processo de distribuição das vacinas, do Ministério da Saúde, até chegar aos municípios.

“Cem por cento das vacinas brasileiras são pagas pelo Ministério da Saúde, que as recebe em seus grandes armazéns, localizados em aeroportos, e faz o endereçamento dessas vacinas aos centros de armazenamento estaduais; que, dentro de um cronograma já determinado, faz a distribuição para estoques regionais e/ou direto para os estoques dos municípios”. Segundo o médico sanitarista, esse modelo vem dado certo há muito tempo no Brasil.

Arte - Brasil 61

Papel dos municípios

Segundo o fundador da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto, a aplicação das doses é papel fundamental dos municípios. “A Atenção Básica é responsabilidade exclusiva dos municípios, e é através dela que ocorre a vacinação. É o município que vacina; ele que faz o controle de quem é vacinado e depois envia esses dados para o governo do estado, que os envia ao governo federal. E assim temos a consolidação da base de vacinação”, explica.

O Ministério da Saúde está promovendo a integração dos registros de imunização, através da Rede Nacional de Dados em Saúde. O objetivo é promover, em todo o País, a troca de informações sobre a população imunizada, aplicação correta dos imunizantes e o registro de eventos adversos após recebimento da vacina.

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No Mato Grosso do Sul, mais de 68% dos municípios já iniciaram a vacinação contra a Covid-19. O primeiro lote recebido pelo Ministério da Saúde contém 158 mil doses, que foram entregues aos 79 municípios do estado. 

Em Campo Grande, as três primeiras pessoas imunizadas foram a indígena Domingas da Silva; Maria Bezerra de Carvalho, idosa de 82 anos; e o médico Márcio Estêvão Midom, de 43 anos. A vacinação prosseguiu no grupo prioritário da fase 1 da campanha, composto por idosos com mais de 60 anos, em instituições de repouso, indígenas e trabalhadores da saúde. Em Jaguari (MS), 59 pessoas fazem parte do grupo prioritário. A cidade recebeu as doses na madrugada de 19 de janeiro.

No Acre, as doses foram encaminhadas aos municípios de Sena Madureira, Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus, Jordão, Cruzeiro do Sul, além da capital Rio Branco, totalizando 41 mil doses da Coronavac.

Em Minas Gerais, a aplicação da vacina também já começou. A primeira imunizada mineira foi a técnica em enfermagem Maria Bom Sucesso Pereira, de 57 anos, de Belo Horizonte. O estado recebeu 577.480 doses da Coronavac, mas cabe aos 853 municípios mineiros retirarem as doses em 28 Superintendências Regionais de Saúde. 

Doses não chegaram

Na cidade do Rio de Janeiro, houve atrasos no recebimento das doses e, por isso, o município montou uma logística própria para transportar as vacinas. A estimativa da capital fluminense é imunizar 110 mil pessoas em quatro dias.

Já o município de Mococa (SP) ainda não recebeu nenhuma dose, situação que preocupa as autoridades de saúde locais, após a explosão de casos da Covid-19, na primeira semana de janeiro.

A coordenadora municipal de Vigilância Epidemiológica, doutora Joanna Barretto Jones, afirma que as doses previstas não serão suficientes para imunizar todos os profissionais de saúde. “Não sabemos quando essa vacina irá chegar. Está previsto uma grade de 1.120 doses para o município de Mococa, que é uma quantidade insuficiente para vacinar todos os profissionais de saúde, mas é suficiente para vacinar os profissionais da linha de frente, em especial, dos Centros de Atenção à Covid-19, do Hospital e da UPA”, explica.

A situação também preocupa os moradores de Mococa. Henrique Brisighelo Michelin, cidadão mocoquense, tem os pais e os avós no grupo prioritário para imunização. Ele reclama da falta de organização na entrega das doses. “Eu acho essa questão, de não ter chegado a vacina, um desrespeito à população. Não digo que seja culpa da cidade, mas do governo do estado, porque em outros estados a vacina já está sendo aplicada. Eu acho que foi uma desorganização do governo do estado”, comenta.

Segundo a coordenadora Joanna Barreto Jones, a vacinação vai começar imediatamente após as vacinas chegarem no município.

Cuidados após a vacinação

De acordo com a epidemiologista Ethel Maciel, mesmo com o início da vacinação contra a Covid-19, é preciso que 70% da população esteja vacinada, para atingir a chamada imunidade de rebanho – o que pode demorar. “Então a gente vai precisar ainda seguir aquelas orientações, de utilizar máscara. 2021 vai ser um ano que a gente ainda vai utilizar máscara, vai precisar fazer distanciamento físico. Álcool em gel e a lavagem das mãos vão ser nossos aliados”, recomenda. 

Cuidados com a Covid-19 devem continuar após a vacinação

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20/01/2021 15:30h

Ferramenta faz parte de um sistema integrado, que vai permitir pré-cadastro de pessoas aptas a receberem a vacina e acompanhamento de quem já tomou a primeira dose

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O governo estadual de São Paulo lançou, nesta terça-feira (19) o Vacinômetro, ferramenta que permite a qualquer cidadão acompanhar o número de vacinados no estado. Na última atualização, feita às 21h desta terça, 8.470 pessoas já tinham recebido uma dose da CoronaVac, imunizante contra a Covid-19. 
 
O Vacinômetro está disponível no site saopaulo.sp.gov.br e vai ser alimentado com os dados do “Vacivida”, que é uma plataforma digital que monitora toda a campanha de vacinação contra o novo coronavírus. 
 
Desenvolvida pela empresa de tecnologia do governo estadual, a Prodesp, a ferramenta vai permitir o pré-cadastro de qualquer pessoa apta a participar da campanha de vacinação em São Paulo, além de fornecer um registro individual e alertas para quem já tomou a primeira e tem que voltar para tomar a segunda dose. 

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20/01/2021 12:30h

Já foi iniciada a distribuição das doses para o município de Boa Vista e os Distritos Leste e Yanomami

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O Governo do Estado de Roraima lançou ontem seu Plano Estadual de Imunização contra a Covid-19. Na primeira etapa serão aplicadas 87.720 doses da Coronavac, recebidas pelo Ministério da Saúde. Nessa primeira etapa a proposta é imunizar a população indígena aldeada, idosos institucionalizados e os profissionais de saúde.

O trabalho de vacinação será coordenado pelo Núcleo Estadual do Programa Nacional de Imunização (NEPNI). Já foi iniciada a distribuição das doses para o município de Boa Vista e os Distritos Leste e Yanomami. Hoje será feita a entrega simultânea para os demais municípios por meio do deslocamento de seis equipes.

SP faz novo pedido de uso emergencial para 4,8 milhões de doses da CoronaVac

Brasil passa das 210 mil mortes causadas pela Covid-19

A expectativa é concluir até a próxima sexta-feira (22) a vacinação de todos os profissionais de saúde. Nas áreas indígenas a logística seguirá a entrega por via terrestre, aérea e fluvial, de acordo com a necessidade de cada comunidade. A primeira etapa consiste na aplicação da vacina e após 14 dias poderá ser iniciada a segunda etapa.

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20/01/2021 10:50h

Medidas protetivas são necessárias até que se atinja imunidade massiva

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Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda manter o distanciamento social, mesmo com a vacinação contra Covid-19. Segundo a entidade, vai demorar um tempo até que a imunidade massiva seja atingida e, enquanto isso, é fundamental manter as medidas protetivas contra o coronavírus.

Até o momento, sete países das Américas já iniciaram a imunização de seus habitantes: Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Argentina, Chile e Costa Rica. A estimativa da OPAS é que o Continente Americano receba cerca de 20 milhões de doses de vacinas, até o início de março. Em abril, deverão chegar mais 35 milhões e, em maio, mais 45 milhões de doses.  

Todos os países das Américas fazem parte do consórcio Covax Facility, articulado pela Organização Mundial da Saúde. A previsão do consórcio é adquirir 2 bilhões de doses do imunizante e as negociações continuam com as farmacêuticas. 

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Alunos do Sesi Planalto (GO) desenvolvem solução que impede a proliferação do novo coronavírus em superfícies

Com o envio das vacinas, os governos precisam se preparar, elaborando e implementando os planos nacionais de imunização. Para isso, a OPAS disponibilizou documentos, com orientações sobre definição dos grupos prioritários, organização da logística de armazenamento, distribuição, aplicação, entre outros pontos.

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19/01/2021 12:00h

Segundo o Diretor do Instituto Butantan, a primeira partida é de doses já em disponibilidade e uma vez aprovadas, a produção será feita de acordo com essa autorização, sem necessidade de pedido emergencial em todos os lotes

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Foi encaminhado para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) um novo pedido de uso emergencial da vacina CoronaVac. Dessa vez, o pedido solicitado é para 4,8 milhões de doses. No domingo (17) foi aprovado,  por unanimidade, o pedido de uso emergencial para 6 milhões de doses que já começaram a ser aplicadas. Dessas, o governo de São Paulo encaminhou 4,6 milhões ao Ministério da Saúde e segurou 1,4 milhões de doses para a vacinação no estado.

O pedido de autorização do segundo lote abrangerá um número ainda maior de doses. Segundo o diretor do Instituto Butantan, responsável pela vacina, Dimas Covas, a primeira partida é de doses já em disponibilidade e uma vez aprovadas, a produção do será feita de acordo com essa autorização, sem necessidade de pedido emergencial em todos os lotes

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Pelo acordo assinado com a Sinovac, o Instituto Butantan vai receber 46 milhões de doses da vacina até abril. Atualmente, o estado recebeu 10,8 milhões de doses, sendo que 6 milhões delas já foram aprovadas pela Anvisa para o início da vacinação emergencial. O governo paulista ainda aguarda pela chegada do restante das doses. Novas remessas de insumos deverão chegar nas próximas semanas, aguardando apenas aval do governo da China para serem liberadas ao Brasil. 

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19/01/2021 10:20h

Inclusão da categoria foi divulgada pelo Ministério da Infraestrutura. Data depende de cronograma da Saúde

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Os profissionais da área de transporte foram incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19 no Brasil. Segundo o Ministério da Infraestrutura, serão contemplados trabalhadores dos serviços de transporte terrestre, aéreo, ferroviário e aquaviário. A data ainda será divulgada, após definição do cronograma do Ministério da Saúde.

A escolha levou em conta que as categorias de transportes fazem parte dos grupos de maior exposição ao vírus e não puderam suspender atividades durante a pandemia. Fazem parte dessa prioridade os caminhoneiros, portuários, funcionários das companhias aéreas nacionais, funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas, funcionários de empresas brasileiras de navegação e motoristas e cobradores de transporte coletivo rodoviário.

Os trabalhadores precisam comprovar vínculo com a área de transporte por meio de documentação para ter acesso às primeiras doses da vacina. A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou segunda-feira (18) com a imunização do primeiro grupo prioritário, formado pelos trabalhadores de saúde, pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena aldeada. Entre categorias profissionais, funcionários das forças de salvamento e segurança, forças armadas e trabalhadores da educação também serão incluídos nas próximas fases. 

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19/01/2021 00:00h

Especialistas recomendam uso de máscaras e isolamento social até que se atinja imunidade coletiva

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Com a aprovação das vacinas contra a Covid-19 pela Anvisa, brasileiros têm esperanças renovadas de tudo voltar a ser como antes da pandemia; com abraços apertados, reencontros entre amigos e familiares, além poder sair de casa sem máscara. 

Rodrigo Gonçalves Calazans, arquivista em Brasília, conta o que espera após a vacinação. “Que a vida volte ao normal, que possamos encontrar nossos amigos, nos reunir com a família, sem medo de trazer a doença para as pessoas.” 

Já Isabella Costa de Sousa, estudante brasiliense, está mais cautelosa quanto a tudo voltar ao normal rapidamente. “Acho que mesmo após tomarmos a vacina, ainda vai demorar um tempo para as coisas voltarem completamente ao normal. Pelo menos inicialmente, ainda vamos ter que usar máscara. Mas tenho esperança de que, pelo menos assim, abaixem os números de mortes, especialmente entre os idosos”, comenta.

Segundo a epidemiologista da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ethel Maciel, Isabella tem razão. Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, a especialista afirma que, mesmo com o início da vacinação contra a Covid-19, é preciso que 70% da população esteja vacinada, para atingir a chamada imunidade de rebanho – o que pode demorar. “2021 vai ser um ano que ainda vamos  utilizar máscara, vai precisar fazer distanciamento físico. Álcool em gel e a lavagem das mãos vão ser nossos aliados”, recomenda.

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A professora titular do Instituto de Ciências Biológicas, da Universidade de Brasília (UnB), Anamelia Lorenzetti Bocca, explica que nenhuma vacina apresentou 100% de proteção na população testada, até o momento. “Isso significa que uma parte das pessoas, que vão receber a vacina, vai ser capaz de transmitir o vírus para outras pessoas. Por isso, mesmo tomando a vacina, precisamos continuar usando máscaras”. No entanto, baseada nos testes clínicos da fase 3, a professora ressalta que as pessoas que tomarem a vacina, e ainda ficarem doentes, terão sintomas clínicos muito mais brandos.

Início da vacinação no Brasil

No último domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o uso emergencial da Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, em parceria com a chinesa Sinovac, e da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a Fiocruz. Na segunda-feira (18), o Ministério da Saúde deu início à distribuição das doses de forma proporcional e simultânea para todos os estados brasileiros.

Segundo a pasta, na fase 1 da campanha de vacinação, serão imunizados os grupos prioritários, compostos por trabalhadores da saúde; idosos institucionalizados, com 60 anos ou mais; pessoas com deficiência institucionalizadas e população indígena que vive em aldeia. Desses, 337.332 estão na Região Norte, 683.942 na Região Nordeste, 1.202.090 na Região Sudeste, 357.821 na Região Sul e 273.393 na Região Centro-Oeste. 

Nessa primeira etapa, a Região Norte vai receber 708.440 doses, Região Nordeste 1.436.160, Região Sudeste 2.524.360, Região Sul 751.440 e Região Centro-Oeste vai receber 574.160 doses.

Arte - Brasil 61

O pneumologista e diretor da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Hermano Castro, ressalta a importância da aprovação das vacinas no Brasil e afirma que o dia a dia dos brasileiros só deve voltar ao normal, quando boa parte da população for imunizada, o que não vai acontecer em curto prazo. “Não é para relaxar, não é parar liberar atividades com aglomerações, que aumentem o risco de contágio pelo coronavírus. Provavelmente, uma vida normal até o final do ano, mesmo com a vacina, ainda não teremos. Depende da velocidade com que o Brasil conseguirá vacinar toda a sua população”, comenta.

De acordo com o pneumologista Hermano Castro, a resposta imunológica do organismo humano depende do tipo de vacina. No caso de imunizantes que possuem duas doses, a primeira já confere uma certa imunidade e a segunda potencializa a resposta imunológica. Ele destaca a continuação do monitoramento das pessoas vacinadas – a chamada fase 4.

“Não sabemos ainda quanto tempo vamos continuar a produzir anticorpos. Não sabemos como será o nível de resposta das células de memória. Ou seja, uma vez vacinado, entrando em contato com o vírus, essa memória vai ser ativada imediatamente com a produção de anticorpos para combater o vírus? São perguntas que a gente ainda não tem a resposta”, afirma. O monitoramento dos vacinados vai contribuir para o desenvolvimento de pesquisas, para que a comunidade científica possa compreender o funcionamento do coronavírus e melhorar a vacinação.

O pneumologista da Fiocruz também destaca as inúmeras variantes do coronavírus, com diferente potencial de contaminação e adoecimento. Confira no link uma entrevista exclusiva sobre o assunto, com a epidemiologista Ethel Maciel.

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18/01/2021 12:30h

Teve início logo após a aprovação do uso emergencial da vacina do Instituto Butantan pela Anvisa neste domingo (17)

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O estado de São Paulo começou a vacinar a população contra a Covid-19 neste domingo (17), logo após a aprovação do uso emergencial da vacina do Instituto Butantan pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A primeira brasileira a ser imunizada foi a enfermeira da UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Mônica Calazans, de 54 anos.

Neste primeiro dia de campanha, profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados. A partir desta segunda (18), entra em operação o plano logístico de distribuição de doses, seringas e agulhas, com envio das grades para imunização de trabalhadores de saúde de seis hospitais de referência do estado.

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Rio Grande do Norte apresenta programa de monitoramento de vacinações em tempo real

As unidades foram selecionadas para a fase inicial porque são hospitais-escola regionais, com maior fluxo de pacientes em suas áreas de atuação. São elas: HCs da Capital e de Ribeirão Preto (USP), HC da Campinas (Unicamp), HC de Botucatu (Unesp), HC de Marília (Famema) e Hospital de Base de São José do Rio Preto (Funfarme).

Na sequência, vacinas e insumos serão enviados a polos regionais para redistribuição às prefeituras, com recomendação de prioridade a profissionais de saúde que atuam no combate à pandemia. Os municípios também deverão imunizar a população indígena com apoio de equipes da atenção primária do SUS, segundo as estratégias adequadas ao cenário local.
 

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Saúde
18/01/2021 10:00h

Previsão é de que as doses já sejam aplicadas a partir das 17h nos grupos prioritários

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A vacinação nos estados contra a Covid-19 deve começar ainda nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou que a distribuição das doses do imunizante deve ocorrer até as 14h, horário de Brasília, com a ajuda dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A previsão é de que as primeiras aplicações já sejam realizadas às 17h.  

Em ato simbólico, Pazuello entregou mais de 4,5 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Até o momento, as doses da vacina serão distribuídas pelos aviões da FAB para o Distrito Federal e para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. 

“É necessário que os gestores municipais percebam a importância da Atenção Primária à Saúde”, afirma o médico Gonzalo Vecina Neto

Documento disponibiliza dicas e ferramentas para elaborar ano letivo

Nova cepa do coronavírus causa incertezas entre autoridades de saúde e a população em geral

São Paulo foi o primeiro estado a começar a vacinação. Profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP nesse domingo (17).

As primeiras pessoas a receberem a vacina contra a Covid-19 a partir dessa segunda serão as dos grupos prioritários: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Mesmo após imunizadas, as pessoas devem continuar usando máscara e lavando bem as mãos com água e sabão ou com álcool em gel. 

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18/01/2021 10:00h

Ferramenta busca garantir atendimento mais rápido nos locais de vacinação, além de evitar aglomerações

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Governo de São Paulo lança site “Vacina Já” para realizar pré-cadastro da imunização contra Covid-19. Objetivo é agilizar a campanha de vacinação do estado paulista. Pela ferramenta, todas as pessoas aptas a receber a vacina do Butantan – a Coronavac – podem fazer o registro previamente. Na primeira etapa, o grupo prioritário é formado por profissionais de saúde e indígenas.

Vale destacar que o pré-cadastro não é um agendamento e nem mesmo é obrigatório. Quem não fizer o registro antecipadamente também será vacinado. No entanto, a plataforma busca garantir um atendimento mais rápido nos locais de vacinação, além de evitar aglomerações.

Governo de Rondônia reforça parceria entre gestores municipais no combate à Covid-19

Nova cepa do coronavírus causa incertezas entre autoridades de saúde e a população em geral

“É necessário que os gestores municipais percebam a importância da Atenção Primária à Saúde”, afirma o médico Gonzalo Vecina Neto

O governo de São Paulo informa que a maior parte dos profissionais de saúde vai receber a vacina nos seus locais de trabalho.

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