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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Vacina

22/04/2021 18:30h

Instituto recebeu 3 mil litros de insumo enviados da China. Desde janeiro, foram fornecidas 41,4 milhões de doses do imunizante

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O Instituto Butantan já começou a produção de mais 5 milhões de doses da vacina Coronavac, imunizante contra a Covid-19. Na última segunda-feira (19), a instituição recebeu 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA) enviados da China.

O Butantan também informou que espera receber nas próximas semanas mais um carregamento com 3 mil litros do insumo, que permitirão a produção de mais 5 milhões de doses. O material ainda aguarda autorização para ser embarcado para o Brasil.

Segundo o instituto, a produção das vacinas acontece de forma ininterrupta em uma linha de produção automatizada de 24 horas por dia e 7 dias por semana. Desde janeiro, já foram fornecidas 41,4 milhões de doses de Coronavac para todo o país.

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20/04/2021 20:20h

Entre os grupos prioritários, as crianças receberam 981,9 mil doses, os trabalhadores da saúde, 259,8 mil, e as gestantes, 142,1 mil

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Vacinação contra a gripe atinge 1,4 milhões de doses aplicadas desde o início da campanha nacional, que começou no dia 12 de abril. Isso representa cerca de 1,8% do público-alvo definido, que abrange 79,7 milhões de brasileiros.

A campanha é dividida em três etapas e vai até o dia 9 de julho. Até o momento, a região que mais vacinou foi o Sudeste, com 607 mil doses aplicadas. Aparecem em seguida, as regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e por último a região Norte, com apenas 50 mil doses aplicadas. Entre os grupos prioritários estão as crianças, os trabalhadores da saúde e as gestantes. 

Vale ressaltar que o Ministério da Saúde não recomenda que sejam aplicadas conjuntamente as vacinas contra a covid-19 e contra a influenza. De acordo com a pasta, o aconselhável é que tenha uma diferença de pelo menos 14 dias entre uma vacina e outra.

Para mais informações sobre a campanha nacional, cronograma de vacinação e grupo prioritários, acesse o site do Ministério da Saúde.

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19/04/2021 19:00h

Fabricação da vacina contra Covid-19 estava em pausa por falta de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA)

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Nesta segunda-feira (19) o Instituto Butantan entregou mais 700 mil doses da CoronaVac, a vacina do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac contra a Covid-19. Com o envio desta semana, o Butantan alcança a marca de 41,4 milhões de vacinas encaminhadas desde janeiro.

A fabricação da CoronaVac estava em pausa no Brasil por falta de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), mas hoje pela manhã um lote de 3 mil litros de Insumo chegou a São Paulo, vindo da China, permitindo que a fabricação seja retomada no Instituto.

Em abril, foram entregues 5,2 milhões de doses da CoronaVac. Segundo o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, as novas entregas da vacina aos estados devem ser retomadas no dia 3 de maio.  

Nova vacina

Ainda no evento de entrega das vacinas nesta manhã, Dimas Covas também comentou sobre a ButanVac, nova vacina do Butantan contra a Covid-19 que será produzida inteiramente no Brasil e está sendo desenvolvida em um consórcio internacional. 

Segundo o presidente, a ideia é fazer um estudo de comparação entre respostas vacinais ao invés de um estudo clássico, por isso o Instituto ainda está conversando com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o desenvolvimento da vacina. "Estamos andando com os procedimentos. Essa vacina traz uma perspectiva muito próxima e muito positiva", destacou.

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19/04/2021 10:00h

Segundo Bolsonaro, no segundo semestre de 2021, a Fiocruz deve entregar 110 milhões de doses da vacina

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou neste domingo (18), que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vai entregar 18 milhões de vacinas contra a Covid-19 até o final de abril. A informação foi dada por meio de uma rede social. Segundo o presidente, do total, serão entregues 4,6 milhões de doses ainda nesta semana e mais 6,7 milhões na próxima semana.

Na última sexta-feira (16), a Fiocruz já havia repassado quase 3 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além dessa quantia, outras 2,2 milhões de doses já haviam sido entregues na última quarta (14).

Preciso fazer teste depois de tomar a vacina contra Covid-19?

Covid-19: MS divulga informe com orientações sobre a Campanha Nacional de Vacinação

Bolsonaro disse, ainda, que a expectativa é de que o volume de entrega de imunizantes cresça nos próximos meses. De acordo com ele, no segundo semestre de 2021, a Fiocruz deve entregar 110 milhões de doses da vacina.

 

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19/04/2021 00:00h

O procedimento visa entender a resposta imune da vacina, e, consequentemente, acompanhar sua relação com o impedimento da proliferação do vírus e a diminuição de internações e óbitos

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Segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), após a vacinação contra a Covid-19 é importante realizar a da testagem pós-vacinal. O procedimento, visto como essencial, visa entender a resposta imune da vacina, e, consequentemente, acompanhar sua relação com o impedimento da proliferação do vírus e a diminuição de internações e óbitos.
 
O presidente da SBPC/ML, Carlos Eduardo Ferreira, destacou a importância da testagem pós-vacinal evidenciada na pesquisa da associação. “A testagem não é bobagem, principalmente porque todos os testes de avaliação de eficácia das vacinas foram baseados em testes pós-vacinais”, disse. 
 
Os testes disponíveis para estes casos são a pesquisa dos anticorpos neutralizantes, o IgG anti-S e o anti-RBD. Esses testes já estão disponíveis em laboratórios clínicos, mas não têm ainda uma indicação formal para a solicitação deles. 


 
Em publicação recente, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) evidenciaram que aproximadamente 85% dos pacientes que receberam a vacina Coronavac, produziram anticorpos neutralizantes. Ou seja, 15% não produziram anticorpos, o que em tese poderia deixá-los mais expostos, por não terem resposta humoral. 
 
Existem ainda casos documentados de doença grave 20 dias após a segunda dose da vacina produzida pelo Instituto Butantan, esses pacientes não apresentavam anticorpos neutralizantes no início da infecção. 

 

  1. Como se pega a Covid-19?
  2. Como saber se estou com Covid?
  3. Covid-19: Falta de ar, o que fazer?
  4. O que fazer após contato com pessoa com Covid?
  5. Estou com Covid-19, e agora? Médicos respondem o que fazer 

  6.  

O epidemiologista e vice coordenador da Sala de Situação da Universidade de Brasília (UnB), Mauro Sanchez, reconhece a necessidade da testagem pós-vacinal, como as vacinas não garantem a eficácia de 100%, e no caso de uma reinfecção, mesmo com sintomas brandos, o vacinado pode continuar transmitindo. 
 
“Não é para fazer testagem de rotina independente de qualquer situação nas pessoas vacinadas. O vacinado deve ser testado se ele tiver contato com uma pessoa sabidamente positiva, para que essa pessoa vacinada, caso tenha se infectado, evite que passe para outras”, afirmou. 
 
No entanto, não se sabe o nível de anticorpos necessários (correlato de proteção) para prevenir a Covid-19, portanto o resultado positivo não significa necessariamente que a pessoa está protegida. O resultado negativo também pode refletir a baixa sensibilidade do exame (falso negativo). Pessoas protegidas pela vacina podem testar negativo, segundo a Sociedade Brasileira e Imunologia (SBI).

Segunda dose

A possibilidade de infecção após a aplicação de apenas uma dose da vacina é maior, pelo fato de o organismo não possuir todos os anticorpos necessários para combater o vírus. Por isso a importância da segunda aplicação, para o reforço da imunização. 
 
Segundo o Ministério da Saúde, em todo o Brasil, mais de 1,5 milhão de brasileiros estão com a segunda dose da vacina em atraso e devem procurar os postos de vacinação. Além disso, de acordo com os especialistas, o relaxamento quanto às medidas restritivas após a aplicação da primeira dose também pode levar a um aumento no número de internações.

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17/04/2021 15:00h

Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país

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Os primeiros dias da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe tiveram postos vazios em diversos municípios do país. Na última segunda-feira (12), as Secretarias de Saúde locais começaram a imunização contra a Influenza que, neste ano, apresenta um desafio adicional: a pandemia da Covid-19. 
 
Em meio à aplicação das vacinas contra o novo coronavírus, as autoridades de Saúde tiveram que se preparar para proteger a população da gripe também, de modo a evitar aglomerações e sobrecarga ainda maior do sistema de saúde. Alessandro Chagas, assessor técnico do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), garante que os municípios estão preparados para promover as duas campanhas de vacinação. 
 
“Os municípios estão muito acostumados a fazer campanha. É importante porque temos que continuar protegendo vidas. Essa é a função do Programa Nacional de Imunização (PNI) e essa é a função nobre do SUS no país e que o município operacionaliza lá na ponta, nas suas 48 mil unidades básicas de saúde”, salienta. 

A maior novidade da campanha de imunização contra a gripe este ano é a inversão do atendimento aos grupos prioritários. A primeira fase, que vai até 10 de maio, serão vacinadas as crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores da saúde. Tradicionalmente, essa fase tinha os idosos como público-alvo, mas a orientação do Ministério da Saúde é que as pessoas com 60 anos ou mais recebam primeiro a vacina contra a Covid-19. 
 
“A própria organização da campanha já está evitando que os grupos se cruzem, porque tem que existir um período. Você não pode tomar os dois imunizantes ao mesmo tempo”, destaca Chagas. 
 
De acordo com as autoridades de Saúde, uma pessoa não deve receber as duas vacinas no mesmo dia. Assim, se tomou primeiro a dose contra a Covid-19, deve-se esperar, no mínimo, 14 dias antes de receber a vacina contra Influenza e vice-versa. No caso de a pessoa ter tomado o imunizante contra a gripe após a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus, também precisa ser respeitado o prazo de 14 dias antes da segunda dose. 

Arte: Brasil 61

Estratégias

Responsáveis pela aplicação da vacina, as Secretarias de Saúde Municipais têm adotado estratégias diferentes para administrar duas campanhas de imunização em massa. No caso de Florianópolis, quem deseja receber o imunizante contra a gripe, só consegue se agendar horário em um dos Centros de Saúde da Capital. 

A marcação ocorre diretamente com as equipes de saúde pelo WhatsApp. Por meio da página sus.floripa.br/contatoscs/, os moradores da capital catarinense conseguem acessar os contatos telefônicos das unidades de saúde mais próximas de casa e, assim, marcar o dia para reforçar a proteção contra a gripe.

Com essas medidas, a pasta espera evitar aglomerações nos postos de saúde e garantir a segurança da população. Em Florianópolis, o público-alvo é de 170 mil pessoas. A meta é vacinar, ao menos, 90% desse total. 

Já Belo Horizonte vai vacinar o público-alvo sem agendamento. Basta comparecer a uma unidade de saúde dentro do horário de rotina das salas de vacina. Segundo Fabiano Pimenta, subsecretário de Promoção e Vigilância à Saúde, as unidades de saúde da capital mineira têm estrutura para promover as duas campanhas de vacinação simultaneamente, de forma “segura e eficaz”. 

“Quando o grupo for ampliado, vamos adotar estratégias diferenciadas, como, por exemplo, abertura de postos extras”, acrescenta. Para o início da campanha contra a gripe, BH recebeu 86.800 doses. No ano passado, mais de um milhão de pessoas recebeu a dose contra Influenza. 

Campanha de vacinação contra a gripe: saiba como vai funcionar

Eficácia da vacina da gripe

Durante as fases de testes para produção de vacinas contra a Covid-19, uma das perguntas mais frequentes era: “Qual a eficácia da vacina?”. Em relação ao imunizante contra a gripe não é diferente. O infectologista Hemerson Luz detalha esse indicador importante. “A vacina da gripe apresenta uma eficácia entre 60% e 70%. Certamente é um bom grau de proteção e essas pessoas vacinadas não vão evoluir para formas graves da doença”, explica. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a presença dos anticorpos protetores no organismo ocorre entre 2ª a 3ª semanas após a vacinação. Por isso, é possível que o indivíduo que tomou a vacina contra a gripe possa ter quadro gripal após o imunizante, uma vez que a imunidade não é adquirida automaticamente após a dose. É por isso, inclusive, que é comum as pessoas atribuírem a gripe à própria vacina, o que não é possível, já que a vacina é composta por vírus inativados. Ainda segundo as autoridades de Saúde, a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano. Por isso é importante se vacinar com a mesma frequência. 

Como diferenciar gripe de Covid-19

Tanto a gripe quanto a Covid-19 são doenças causadas por vírus que atacam, principalmente, o sistema respiratório. Por isso, é fácil confundir os sintomas e é difícil diferenciá-los. Algumas vezes os sintomas podem, inclusive, ser causados por um resfriado.  Sinais como tosse, febre e dor de cabeça estão presentes em ambas as doenças. Por isso, a vacinação é tão importante, explica Hemerson, pois além de evitar a sobrecarga do sistema de saúde, ajuda os médicos a diagnosticar o quadro dos pacientes. 

“Quando uma pessoa procura atendimento médico com uma síndrome gripal, com sintomas respiratórios, o médico certamente vai perguntar se ele foi vacinado contra a gripe ou se foi vacinado contra a Covid. Assim vai ajudar o médico no diagnóstico e nas decisões terapêuticas futuras”, diz

Campanha

O Ministério da Saúde prevê a distribuição de 80 milhões de doses da vacina Influenza aos estados e municípios. Para adquirir as doses junto ao Instituto Butantan, que produz o imunizante, a pasta desembolsou cerca de R$ 1,2 bilhão. Segundo a pasta, a campanha conta com mais de 50 mil postos de vacinação espalhados pelo país. O órgão deixou a cargo das prefeituras a realização do “Dia D”, em que tradicionalmente há uma maior mobilização para a aplicação das doses. 

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17/04/2021 00:00h

Segundo a entidade medidas de saúde pública como distanciamento social e isolamento são necessárias

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Com o aumento exponencial dos números da pandemia a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta que aponta um momento crítico, que está longe de terminar. Para a entidade a crise não será freada apenas com a vacinação, tornando necessárias medidas de saúde pública como distanciamento social e isolamento. 

Se tais medidas forem adotadas, a pandemia pode ser controlada em “questão de meses". Além disso, também foi anunciado um plano para aumentar a produção de vacinas no mundo, mas com um impacto que será sentido apenas no final do ano ou em 2022. 

Fonte: Our World in Data

A epidemiologista Ethel Maciel destacou que o Brasil segue com uma vacinação muito lenta, que não tem gerado o impacto desejado na diminuição do número de casos, junto a uma transmissão acelerada do vírus. Para ela essa combinação prejudica as ações de controle nesse momento.

“Como a transmissão está muito acelerada precisamos de uma combinação, do isolamento, medidas de distanciamento físico, diminuir a circulação de pessoas. Se continuar como está o vírus circula”, disse. 

ABM e movimento Unidos Pela Vacina fecham parceria por imunização dos brasileiros contra Covid-19

Ministério da Saúde envia mais de 2,3 milhões de kits intubação aos estados e municípios

A epidemiologista avaliou a escala de vacinação no mundo como um todo.  “Com exceção de alguns países como Israel, Estados Unidos, Reino Unido, o restante ainda está com uma vacinação lenta. Há uma combinação de fatores, muitos deles relacionados à entrega pelos fabricantes, há países que ainda nem receberam nenhuma dose da vacina, além de problemas de financiamento para a compra”, afirmou.

Para ela, a situação é complexa no mundo todo, tendo em vista que alguns países compraram mais doses do que a população, o que fez com que as reservas das fabricantes se concentrarem em países mais ricos em detrimento dos mais pobres. “Precisamos de uma distribuição igualitária para resolver essa questão”, pontuou. 

Aumento do número de casos

De acordo com a OMS, o mundo registrou a sétima semana consecutiva de aumento nos números de pessoas contaminadas, com 4,4 milhões de casos em apenas sete dias. A taxa é 9% superior aos dados da semana anterior, além de um aumento de 5% no número de mortos. Há um ano, eram 500 mil novos casos por semana. Além do Brasil, os casos voltaram a subir na Índia, Ásia e Oriente Médio.

Fonte: Our World in Data

Quanto às políticas públicas, o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto de Melo, se mostra contrário ao alerta da OMS. Segundo ele, medidas como o lockdown causaram o pico crescente com reflexão no número de mortos pelo vírus. 

“É nítida a relação matemática, você vê o início do lockdown, duas semanas depois um pico crescente, com inflexão na curva e aumento no número de mortos de em média 14,8%”, afirmou.
 
O médico destacou ainda que no Brasil, uma média de 40 mil pessoas a mais morreram por conta das políticas de lockdown, mesma correlação estatística aconteceu no caso de Nova York e do Canadá, que teve o número de mortes 11 vezes maior do que se não tivesse adotado essa política.

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16/04/2021 10:30h

Número é superior à quantidade de pessoas que estão em acompanhamento médico

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O Brasil já registra 12.236.295 milhões de pessoas curadas da Covid-19. O número de recuperados no país é maior do que a quantidade de pacientes em acompanhamento médico, 1.144.942 milhão. O registro de pessoas que se recuperaram da doença representa a maioria do total de casos acumulados (89%). As informações foram atualizadas pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (15).

Para ampliar a vacinação, o governo federal contratou mais de 562 milhões de doses para 2021, após acordos com diferentes laboratórios. Dessas, mais de 32,2 milhões já foram aplicadas. 

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Planos de saúde: autorização para teste de Covid-19 deve ser imediata

Neste momento, o Brasil registra 13.746.681 milhões de casos confirmados da doença, sendo 73.174 novos casos nas últimas 24h. Em relação aos óbitos, o país tem 365.444 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, 1.182 mil pessoas morreram pelo vírus.

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Saúde
16/04/2021 10:00h

Unidos Pela Vacina garante que não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação

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A partir da próxima semana a Associação Brasileira de Municípios (ABM) vai participar das reuniões semanais com o Unidos Pela Vacina. O objetivo da ABM é auxiliar e apoiar a interlocução entre o movimento e as prefeituras nos estados. A parceria foi acordada na tarde da última quarta-feira (14) com a empresária Luiza Helena Trajano, que lidera a iniciativa. 
 
Segundo a empresária, o Unidos Pela Vacina não vai comprar imunizantes, mas auxiliar os estados e municípios na preparação da infraestrutura necessária para acelerar a vacinação. A meta do movimento, que reúne entidades, empresas, associações e ONGs é que todos os brasileiros sejam vacinados até dezembro de 2021.   

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Luiza afirma que a entidade fez um amplo levantamento junto às prefeituras, em que foi possível descobrir as principais carências, cuja ABM vai tentar auxiliar a resolver. Presidente da ABM, o prefeito de São Leopoldo (RS), Ary Vanazzi, exaltou a parceria entre o movimento e os municípios. 
 
A atualização mais recente do Ministério da Saúde aponta que 32,8 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Destas, 24,8 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 8 milhões a segunda. 

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15/04/2021 11:50h

Vacinas foram produzidas e entregues pela Fiocruz e pelo Butantan ao Programa Nacional de Imunização

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O Ministério da Saúde recebeu nesta quarta-feira (15) mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, 2,2 milhões foram entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e um milhão pelo Instituto Butantan e vão reforçar o Programa Nacional de Imunização (PNI). 
 
A Fiocruz deve liberar mais 2,8 milhões de doses na sexta-feira (16), totalizando cinco milhões em uma semana, recorde de entrega desde que a instituição passou a produzir a vacina de Oxford/Astrazeneca em solo brasileiro. Até a semana passada, a Fiocruz havia entregue 5,8 milhões de doses e, agora, esse número vai se aproximar de 11 milhões. Até o fim de abril, a Fundação espera entregar mais 11,4 milhões de doses ao PNI. 

Queiroga anuncia antecipação de 15,5 milhões doses da Pfizer até junho

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O Instituto Butantan, por sua vez, alcançou a marca de 40,7 milhões de doses entregues ao Ministério da Saúde nesta quarta. Somente neste mês, foram 4,5 milhões. O total de doses corresponde a 88,4% das 46 milhões de doses acordadas em contrato com o Governo Federal até 30 de abril.
 
A atualização mais recente do Ministério da Saúde aponta que 31,7 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 já foram aplicadas na população. Destas, 24,2 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 7,5 milhões a segunda. 

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