Vacina

21/09/2022 04:00h

Anvisa amplia aplicação da Pfizer para crianças de 6 meses a 4 anos em todo o país

Baixar áudio

Especialistas tranquilizam famílias com relação à nova vacina da Pfizer aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para vacinar crianças entre 6 meses e quatro anos. A avaliação da Agência começou em 1º de agosto e recebeu apoio técnico para garantir a celeridade requerida. O infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia de Goiás, Marcelo Daher, explica que o novo imunizante é seguro e ajuda a evitar doenças graves como a pericardite. 

“Os estudos de segurança que foram feitos posteriormente saíram e a vacina se mostrou segura e eficaz, eficaz no sentido de garantir proteção para as crianças”, explica o médico.“Os pais podem ficar tranquilos em relação à segurança desta vacina para crianças a partir de seis meses. Ela vem se somar às vacinas que temos no dia a dia, uma vacina para ser utilizada para prevenir formas graves da Covid-19”, tranquiliza. 

O Gerente Geral de Medicamentos Biológicos da Anvisa, Fabrício Carneiro, explica que a eficácia e segurança do novo produto de imunização foi garantida por meio de um conjunto de fatores científicos. “A Anvisa considerou um grande conjunto de dados, entre dados de qualidade e clínicos, obtidos por meio de estudos conduzidos em alguns países”, conta. 

“Com base nesses dados enviados à Anvisa, foi considerado que a vacina é segura e eficaz na faixa-etária pretendida”, afirma o especialista. Antes, no Brasil, o uso do imunizante da Pfizer só era permitido em crianças com mais de cinco anos de idade. Já a CoronaVac podia ser aplicada em crianças a partir de 3 anos.

A vacina para o público de seis meses a quatro anos terá dosagem e composição diferentes. O processo de imunização será em três doses de 0,2 miligramas. As duas doses iniciais deverão ser administradas no intervalo de três semanas, sendo a terceira e última delas aplicada oito semanas após a segunda vacinação. 

Para facilitar a rotina na hora da vacinação, tanto dos agentes de saúde, como dos pais, a cor do rótulo e da embalagem da dose é um detalhe importante. Os frascos das vacinas para esse público, de seis meses a quatro anos, virão na cor vinho. Mãe da pequena Ana Beatriz, a dona de casa Leidiane Maria de Alencar, 29 anos, fica aliviada com a notícia da ampliação da imunização para as crianças. 

“Estamos muito felizes porque liberou a vacina para a faixa-etária da minha filha, que tem quatro anos, ela vai poder vacinar a primeira dose e vai ser mais uma segurança para a vida dela”, destaca. 

Segundo dados do Observatório da Primeira Infância, o Brasil tem registrado, em média, duas mortes de crianças menores de cinco anos por dia desde o início da pandemia, em 2020. De acordo com o Ministério da Saúde, quase 700 mil crianças, entre 3 e 4 anos, já foram vacinadas no país com a primeira dose, e mais de 135 mil com a segunda fase da vacinação. Entre crianças de 5 a 11 anos, foram mais de 14,1 milhões vacinadas com a primeira dose, e pouco mais de 9,7 milhões com a segunda. 

Copiar o texto
18/09/2022 16:30h

De acordo com o Ministério da Saúde, brasileiros e estrangeiros podem optar por apresentar o comprovante de vacinação contra a doença ou teste negativo para entrada no país até um dia antes do embarque

Baixar áudio

Com a redução da média móvel de casos de Covid-19 e de mortes pela doença, o Ministério da Saúde decidiu flexibilizar medidas que, até então, eram tidas como importantes para evitar a propagação do vírus. Agora, brasileiros e estrangeiros podem optar por apresentar o comprovante de vacinação contra a Covid-19 ou teste negativo para entrada no país até um dia antes do embarque. 

A autorização foi validada em portaria interministerial publicada em edição extra do Diário Oficial da União do último dia 12 de setembro. Antes, todo viajante era obrigado a apresentar o comprovante de vacinação antes de embarcar para o Brasil. A exceção eram passageiros com contraindicação médica.

Para a infectologista Helena Germoglio, o atual momento permite essa flexibilização. No entanto, ela ressalta que qualquer alteração no cenário pode exigir uma nova mudança nas regras.

“Outros países já dispensam, há algum tempo, a apresentação de cartão vacinal e de testagem para entrada nos seus territórios. Tem-se percebido que isso não tem levado ao aumento de casos nesses locais. E, com o atual momento que vivemos no Brasil, isso também deve acontecer, com a estabilização dos casos. É claro que o incentivo à vacinação deve ser uma prática constante, independentemente da exigência”, destaca.  

Campanha Nacional de Multivacinação vai até 30 de setembro

Dia Mundial do Doador de Medula Óssea

A flexibilização teve o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão levou em conta o quadro atual de queda no número de mortes e casos de Covid-19 entre os brasileiros.

Nesse sábado (17), por exemplo, o país havia registrado uma média móvel de 72 mortes por dia, um total 43% menor do que o registrado há duas semanas. 
Os dados da pasta mostram que a vacinação também avançou. Mais de 165 milhões de pessoas completaram o esquema vacinal contra a doença com duas doses ou dose única. O total corresponde a 77,7% da população brasileira.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelece que políticas para testes e quarentena devem ser revisadas regularmente, com o intuito de garantir que sejam suspensas quando não forem mais necessárias. 
 

Copiar o texto
16/09/2022 13:30h

Aumentar a cobertura vacinal e reduzir o número de não vacinados entre crianças e adolescentes são objetivos da ação

Baixar áudio

Mais de 38 mil postos de vacinação estão abertos para a Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação até o dia 30 de setembro. A ação tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal e reduzir o número de não vacinados entre crianças e adolescentes menores de 15 anos. De acordo com o Ministério da Saúde, manter a situação vacinal em dia aumenta a proteção contra as doenças imunopreveníveis e evita a ocorrência de surtos e hospitalizações.

As vacinas disponíveis para a campanha de multivacinação são: Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba), Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Já para os adolescentes, estão disponíveis as vacinas HPV, dT (dupla adulto), Febre amarela, Tríplice viral, Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Hepatite B

A hepatite B é uma doença infecciosa que provoca cansaço, dor de cabeça e abdômen, náuseas e vômitos. De acordo com a gastroenterologista Soraia Vianna, uma das principais formas de transmissão é de mãe para o feto, durante a gestação e no momento do parto.

A gastroenterologista explica que as manifestações clínicas da hepatite B aguda dependem da idade em que a infecção ocorre, do estado imune do paciente e da replicação viral. “Em geral, a hepatite B aguda em crianças têm sintomas brandos, porém tendem a evoluir para a cronicidade”, afirma.

A médica também alerta para a evolução do vírus, “ele pode causar lesões crônicas do fígado, que é a cirrose. E também ele é chamado também de vírus carcinogênico, que ele pode causar câncer no fígado mesmo antes do paciente ter cirrose”.

No Brasil, a prevenção mais eficaz contra hepatite B é a vacina. Ela  está disponível gratuitamente no SUS e deve ser aplicada ainda nas primeiras horas após o nascimento, fornecendo proteção entre 80% e 100%. A aplicação é feita com injeção e as doses de reforço estão presentes na vacina pentavalente, que também protege contra tétano, coqueluche, difteria e meningite, causada pela Haemophilus influenza tipo B.

Sarampo

O Ministério da Saúde promoveu na terça-feira (13) um dia de combate ao sarampo, o Dia S, para reforçar as medidas contra a doença em todo o país. A ação conjunta com os serviços de saúde de estados e municípios foi realizada para identificar casos suspeitos de sarampo ou rubéola em estabelecimentos de saúde e comunitários.

O pediatra Marcos Guimarães explica que o sarampo é uma doença viral em que os sintomas são semelhantes a um resfriado ou gripe. “É caracterizada por febre, coriza, o nariz escorrendo com tosse seca e, principalmente, por uma conjuntivite. Logo após aparecem manchas. São manchas avermelhadas e elas vão da direção da cabeça aos pés, inclusive comprometendo a palma das mãos e a planta dos pés. Geralmente é acompanhada de febre alta, de até 40°, muitas vezes”, alerta.

O sarampo é uma doença altamente contagiosa. A transmissão acontece por meio das secreções respiratórias, segundo o infectologista Victor Bertollo. “É de maneira muito semelhante à transmissão da covid-19. Mas a diferença é que o sarampo, ele é mais transmissível que a covid. Ele pode ficar no ar por tempo mais prolongado, principalmente em ambientes fechados, né? Por exemplo, uma pessoa entra no ambiente, expele vírus ali naquela região, ela sai do ambiente, mas o vírus que pode continuar suspenso ali, infecta outras pessoas que entre no ambiente depois”, afirma.

Segundo o infectologista, para conter a transmissão do sarampo, é necessário um grande percentual de pessoas imunizadas, “A gente precisa de coberturas vacinais. A gente tem vacinas altamente eficazes, né? Efetivas para a prevenção do sarampo. Ela está recomendada para toda a população brasileira, de 9 meses de idade a 50 anos de vida”.

A vacina contra o sarampo deve ser aplicada, a princípio, dos 12 meses aos 15 meses de idade. Adolescentes e adultos não vacinados também podem tomar a vacina, basta procurar um posto de saúde.

Copiar o texto
16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Teresina e região, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Teresina, são cerca de 7,2 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 44,8 mil crianças menores de cinco anos. 

A Dwan Mayara mora em Teresina e tem um filho de 6 anos. A analista administrativa conta que mantém a caderneta de vacinação do pequeno em dia. Para a mãe, essa é a melhor forma de protegê-lo de doenças que considera graves.

“É uma forma de proteger o meu filho das doenças. As vacinas salvam vidas. A criança, após ser vacinada, fica imune e reduz a probabilidade de pegar uma doença que possa causar até a morte.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas imunizadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

Copiar o texto
16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Aracaju e região, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Aracaju, são mais de 14 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 32,4 mil crianças menores de cinco anos. De acordo com a prefeitura de Aracajú, a cobertura vacinal contra a poliomielite está em 38,52% para o público da campanha da poliomielite.

A Daniela mora em Aracaju e sabe bem a importância de vacinar sua filha, de 3 anos.

“Não adianta uma criança ser vacinada e a outra não, porque sabemos que a vacinação, quando está acima de 95%, conseguimos proteger cada vez mais as nossas crianças. Então, sou super a favor que os pais comecem a perceber a importância da vacinação, como sempre foi importante no Brasil, [para a prevenção] de doenças, sarampo, rubéola, catapora, poliomielite.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas imunizadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

Copiar o texto
16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Palmas, são mais de 3,2 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizadas pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio é de cerca de 18,5 mil crianças menores de cinco anos. 

Moradora de Palmas, a Miriam conta que ainda se lembra das histórias contadas pelos pais, sobre o impacto da poliomielite e do sarampo. 

“Sempre ouvi meus pais comentarem sobre os maus e sobre mortes que aconteceram no passado, causadas pelo sarampo e também pela pólio. Então, sempre procurei vacinar meus filhos.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas imunizadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

Copiar o texto
16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Goiânia e região, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Goiânia, são mais de 20 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 76,8 mil crianças menores de cinco anos. 

De acordo com a prefeitura de Goiânia, a cobertura vacinal contra a poliomielite está em 24,2% para o público da campanha contra a poliomielite. 

Exemplo a ser seguido por pais e responsáveis é o da Joice Kellen, que mora na capital. Ela mantém a caderneta de vacinação dos três filhos em dia. Para ela, a vacinação é um ato de amor. 

“Através da vacinação, conseguimos proteger contra várias doenças, doenças graves. Então, é muito importante que nós [pais] tenhamos essa responsabilidade. Que isso é um ato de amor, estamos protegendo nossas crianças.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas imunizadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.” 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

Copiar o texto
16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Florianópolis, são mais de 11 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a poliomielite na cidade é de 22,8 mil bebês e crianças menores de cinco anos. 

A Thayane mora em Florianópolis e é mãe de duas crianças. Para ela, é um dever dos pais e responsáveis vacinarem os filhos. 

“É uma forma de protegê-las de doenças graves. É muito melhor prevenir do que remediar e eu acredito que, como pais, é um dever nosso. É um direito dos nossos filhos receber esse imunizante e quanto mais cedo eles receberem esse imunizante, mais cedo estarão protegidos.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vcinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nos postos de vacinação. 

Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

Copiar o texto
15/09/2022 04:15h

Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação para Atualização da Situação Vacinal de Crianças e Adolescentes menores de 15 anos de idade

Baixar áudioBaixar áudio

As Unidades Básicas de Saúde de todo o País estão mobilizadas na Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação da criança e do adolescente. Essa é também mais uma oportunidade de proteger crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade contra o sarampo - doença viral aguda grave, transmissível e altamente contagiosa que pode evoluir com complicações e óbito, chama atenção  gestores e profissionais de saúde.

No Brasil, entre janeiro e agosto de 2022, foram registrados mais de 2 mil casos suspeitos de Sarampo, desses, 44 foram confirmados. Destaca-se que em 2016, o país recebeu o certificado de “País livre do vírus do sarampo”. No entanto, em 2018, a doença foi reintroduzida levando à perda da referida certificação em 2019. 

Atenta à saúde dos dois filhos e preocupada com os casos de sarampo, a dona de casa paranaense Patrícia vai levar os pequenos ao posto de saúde para vacinar. A mãe conta que teve o cuidado em manter as cadernetas de vacinação dos pequenos em dia, mesmo durante a pandemia da Covid-19. 

E a Patrícia traz um recado para todos os pais e responsáveis:

“Vacinem! Vacinem, porque tem doenças que já estavam eliminadas no Brasil e que podem voltar. Então, tem que vacinar, sim! Para proteger tanto o seu filho como as outras crianças.”

Segundo a pediatra Natalia, o sarampo é uma doença de alta transmissibilidade. Diante disso, ela reforça a importância da vacinação. Não deixe de proteger seu filho!  

“[A tríplice viral] É uma vacina que está disponível em todos os postos de vacinação do SUS, de forma gratuita”.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro de 2022. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como poliomielite, rubéola, sarampo, caxumba, entre outras. Mantenha o calendário vacinal atualizado! 

A vacina tríplice viral previne contra o sarampo, rubéola e caxumba e está disponível nas, aproximadamente, 40 mil salas de vacina distribuídas em todo o país.

A tríplice viral encontra-se indicada com esquema de duas doses, sendo a primeira, com 12 meses, e a segunda, com 15 meses de idade. Para as pessoas que perderam a oportunidade de receber a vacina quando criança, são recomendas duas doses até os  29 anos de idade. Para pessoas com idade entre 30 e 59 anos, não vacinadas, recomenda-se uma dose da vacina. 

Saiba mais:

Copiar o texto
14/09/2022 03:30h

Pais e responsáveis da cidade de Natal, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

Baixar áudio

As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Natal, são 5 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo é de cerca de 41 mil bebês e crianças menores de cinco anos. A Pétala Maria mora na cidade e acredita que a melhor forma de proteger sua filha de 2 anos contra a paralisia infantil é a vacinação. “É fundamental vacinar! Vacina é vida! Sou mãe de uma pequenininha e aconselho as minhas amigas e todo mundo a vacinar, sim! Isso é uma proteção e, como mãe, é o nosso dever proteger e cuidar de nossos filhos.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população. “Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

POLIOMIELITE: Entenda os riscos de não vacinar as crianças

CADERNETA DE VACINAÇÃO: Pais devem manter documento atualizado

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.

Em Natal, a mobilização acontece nas salas de vacina de todas as unidades básicas de saúde, sempre de segunda à sexta-feira, das oito da manhã às três e meia da tarde. O estado realizará o Dia D de vacinação no próximo sábado, dia 3 de setembro de 2022.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Copiar o texto
Brasil 61