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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Rio Grande do Norte

24/11/2020 02:00h

Os protótipos selecionados são um dispositivo de segurança para bolsas e afins com abertura biométrica e fibras biodegradáveis com matéria-prima vegetal

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O Rio Grande do Norte teve dois projetos aprovados para a final da mostra nacional do Inova Senai 2020. Os protótipos selecionados são um dispositivo de segurança para bolsas e afins com abertura biométrica e fibras biodegradáveis com matéria-prima vegetal. Alunos e instrutores das unidades do SENAI de todo o Brasil vão representar seus estados com propostas de soluções para demandas reais da sociedade e da indústria brasileira nas áreas de biotecnologia, química, construção civil e gestão. 

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A iniciativa do Inova contempla desde a concepção do projeto, planejamento, execução até a apresentação e negociação com possíveis investidores e clientes. A especialista em educação do Senai Nacional e coordenadora do evento, Monica Mariano, destacou que uma das razões do projeto é conseguir propor soluções para as indústrias brasileiras e o formato de game é para estimular o comportamento inovador e propositivo dos alunos. 

“A ideia é que a gente consiga reunir empresários e pessoas da sociedade interessadas nessas áreas, para que elas conheçam as inovações promovidas pelos nossos alunos. Então, por exemplo, teremos uma rodada de alimentos e bebidas em que teremos um conjunto de novos produtos que poderão estar no mercado logo mais e que foram criadas pelos nossos alunos”, explicou. 

Durante a semana do evento, 80 projetos escolhidos em todo o Brasil apresentarão as propostas em rodadas de negócios. As equipes serão divididas em oito áreas, sendo um finalista de cada uma. 

Dos oito finalistas, três serão declarados campeões, com primeiro, segundo e terceiro lugar. A premiação será simbólica, com certificado, medalha e troféu. Apesar de ser uma competição, a especialista ressaltou que o mais importante para alunos é a oportunidade de apresentarem suas propostas.

“Para as indústrias é interessante conhecer o que tem de inovação sendo produzido no Senai e visualizar novos talentos. Veja que uma das coisas que a nossa indústria sempre diz que tem dificuldade é de pessoas qualificadas, com um comportamento inovador no seu trabalho, que são proativas, e esses alunos que participam desse tipo de atividade com certeza têm esse perfil”, disse. 

Além de possíveis contratações, os projetos também têm a chance de ser comprados por empresas que buscam soluções ou receberem investimento para que produzam e forneçam algo para a cadeia produtiva, como é o caso das startups. 

A próxima etapa é o ciclo de mentorias para melhorias dos projetos, que serão apresentados pelos estudantes entre os dias 24 e 27 novembro. A ação ocorrerá durante a Semana de Inovação promovida pelo Senai Nacional, que será on-line neste ano devido à pandemia de Covid-19.

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Economia
23/11/2020 23:00h

O município de São Bernardo do Campo (SP) também integra a lista de dívidas honradas em outubro; no acumulado do ano, já foram pagos R$ 7 bi em garantias para os entes

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Os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerias e Rio Grande do Norte e o município de São Bernardo do Campo (SP) tiveram suas dívidas honradas pela União no mês de outubro. O valor pago chegou a R$ 545,1 milhões, sendo R$ 280,5 milhões relativos a inadimplências do Rio, R$ 228,2 milhões de Minas Gerais, R$ 30,1 milhões de São Bernardo do Campo (SP) e R$ 6,18 milhões do estado potiguar. 

Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nas primeiras semanas de novembro. No acumulado de janeiro até outubro deste ano, a União já honrou mais de R$ 7 bilhões em dívidas garantidas de 14 estados e oito municípios brasileiros. Se comparado ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 13,04% nesse valor – ou seja, na inadimplência.  

“A União, por ser composta por todos os entes federados e por ter mais musculatura econômica, é chamada a servir de garantidora dos empréstimos feitos por esses outros entes federados. Quando um estado quer realizar um empréstimo, muitas vezes um empréstimo internacional, a União garante esse empréstimo como se fosse fiadora. Se o estado não pagar, quem tem que pagar é a União”, esclarece Thiago Sorrentino, professor de direito financeiro do Ibmec-DF. 

Segundo o relatório do Tesouro, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Pernambuco e Maranhão foram responsáveis por 91,4% do valor honrado pela União no acumulado do ano – RJ foi quem mais se endividou, com 37,7% desse total. 

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Em nota enviada para a reportagem do Brasil61.com, o órgão federal afirma que “por serem garantidos, o Tesouro Nacional tem a obrigação de honrar esses empréstimos” e que não pode garantir que existe relação direta entre a pandemia e os valores pagos de garantias honradas pela União, “mas é fato que o volume pago neste ano pelo Tesouro aumentou bastante em relação ao ano passado.”

Ainda de acordo com a nota, a contratação mais comum de empréstimos é o de Investimento e Reestruturação de Dívida. “Algumas linhas de crédito oferecidas por Organismos Internacionais, como BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o BIRD (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento), já determinam previamente para qual tipo de investimento aquele dinheiro será destinado. Então, cada contrato tem sua destinação e o ente subnacional tem que aplicar os recursos de acordo com o que está previsto na linha de crédito concedida”, completa a nota. 

Thiago Sorrentino vê com preocupação a execução de garantias pela União. “Isso significa que os entes federados não estão pagando as dívidas que se comprometeram a pagar. E aí uma dívida que estava localizada num determinado estado ou município acaba sendo paga por toda a Federação. Ou seja, a população do estado ‘A’ tem que pagar pela falta de responsabilidade fiscal e pela falta de gestão do estado ou município ‘B’”, critica. 

Pelo fato de a União estar impedida de recuperar contragarantias de estados que obtiveram liminares judiciais suspendendo essa execução, e também as relativas ao Rio de Janeiro, que está sob o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), os valores honrados no ano aumentaram a necessidade de financiamento dívida pública federal, segundo informações do Tesouro. 

De acordo com a portaria MF nº 501/2017, alguns mutuários estão temporariamente impossibilitados de contratar novas operações de crédito com garantia da União. 

“Nossa legislação é muito leniente com os entes. Eles podem cometer uma série de irregularidades, administrar mal o dinheiro e as sanções são muito pequenas, praticamente não atingem os maus gestores”, alerta Sorrentino. 

“Por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF) aplica o que ele chama de ‘princípio da intranscendência’, que quer dizer que o gestor atual não é obrigado a sofrer as sanções pelo que realizou um gestor anterior. Ou seja, basta troca de gestor que tenha um histórico muito ruim de administração financeira, que não tenha respeitado a Lei de Responsabilidade Fiscal, para que o novo consiga realizar esse tipo de operação de empréstimo”, aponta o especialista.

O Tesouro Nacional adianta, em nota, o que a União ganha ao honrar essas dívidas. “Ao ser garantidora das dívidas contraídas dos estados e municípios, a União possibilita que os juros desses empréstimos, contraídos junto às instituições financeiras, sejam mais baixos, e com isso os entes subnacionais têm acesso a um crédito para realizar investimentos por menor custo. A União fortalece o pacto federativo e a capacidade dos estados e municípios de realizarem investimentos e prestar bons serviços públicos à sociedade.”

Sorrentino acrescenta, ainda, que honrar os estados e municípios inadimplentes pode dizer muito sobre o Brasil lá fora. “A União precisa honrar essas dívidas senão ela perde a notoriedade, o caráter de confiança internacional”, ressalta. 

Como saída para os entes endividados, o especialista aconselha: “Os estados e municípios precisam se organizar melhor, respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal, é tudo uma questão de gestão financeira. É plenamente possível segundo as regras que já temos hoje na LRF”, completa. 

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Saúde
11/11/2020 13:30h

Decisão ajuda a reduzir a burocracia e facilita o repasse de recursos federais para o estado e municípios combaterem a Covid-19

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O Governo Federal reconheceu estado de calamidade pública no Rio Grande do Norte por causa da pandemia da Covid-19. A decisão consta em portaria publicada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (10). 
 
A portaria reconhece, então, o Decreto Nº 30.071, publicado pelo governo do Rio Grande do Norte em outubro, que decretou estado de calamidade em todo o território potiguar por desastre natural biológico. O reconhecimento do governo diminui a burocracia e facilita a transferência de recursos da União para o estado e municípios. 

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De acordo com o último boletim epidemiológico Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o estado já registrou 82.861 casos e 2.607 mortes por coronavírus desde o início da pandemia.

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08/11/2020 23:00h

Segundo a gerente de Educação do SESI-RN, Ana Karenine Medina, a meta é que sejam realizados um milhão de atendimentos até o fim de 2020

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Em sete meses, as unidades da Indústria do Conhecimento do SESI-RN atingiram a marca de 933 mil atendimentos. De março até novembro, apesar das restrições sanitárias impostas por conta da pandemia do novo coronavírus, algumas atividades continuaram sendo oferecidas à população do estado.

Ao todo, o Rio Grande do Norte conta com 32 unidades da Indústria do Conhecimento, sendo quatro na Grande Natal e as demais no interior. Segundo a gerente de Educação do SESI-RN, Ana Karenine Medina, a meta é que sejam realizados um milhão de atendimentos até o fim de 2020.

“Durante a pandemia, o trabalho foi realizado por meio de livros disponibilizados em PDF, em grupos de WhatsApp. As Indústrias do Conhecimento estavam fechadas e algumas delas até continuam nessa condição. Então, vendo a questão de as crianças e os adolescentes estarem em casa, sem ter o que fazer, surgiu a oportunidade de começarmos a enviar os livros e fazer com que cheguem ao maior número de pessoas possível”, destaca.

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A iniciativa permitiu o envio de exemplares pelos grupos de WhatsApp das bibliotecas. Com isso, mesmo nesta fase em que alguma unidade tenha ficado fechada, em função das determinações da autoridade sanitária dos municípios, a população não deixou de ser atendida.

Sobre as unidades

As Indústrias do Conhecimento são espaços nos quais a população tem acesso à informação, conhecimento, pesquisa e inclusão digital. Trata-se de centros multimeios que disponibilizam CD’s, DVD’s, televisores e computadores, além de um espaço exclusivo para biblioteca com mais de 5 mil livros.

Um dos municípios do estado que conta com uma Indústria do Conhecimento é Jardim de Piranhas. Na avalição da secretária de Cultura e Turismo da cidade, Jardia Gabriella Maia, a iniciativa ajudou os moradores da cidade a terem mais informações sobre assuntos variados que tornam as pessoas mais capacitadas social e educacionalmente.

“A Indústria do Conhecimento é fundamental para o município. Tanto na parte educacional, com suporte de leitura, quanto na de lazer. Temos, por exemplo, o Bingo do Saber, no qual para ganhar a cartela, o usuário tem que ler um livro e entregar um resumo. Os prêmios também são literários. Temos, ainda, o projeto do filme, no qual os interessados assistem a esses conteúdos, fazem resumos e são premiados”, explica Jardia.

No período com as medidas sanitárias, o acesso por via eletrônica permitiu que o atendimento prosseguisse. Com o sucesso da ação, a ideia é que este canal continue sendo utilizado com o intuito de oferecer um serviço a mais para as crianças, professores, jovens em idade escolar, industriários e o público adulto em geral.

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Ciência & Tecnologia
06/11/2020 00:00h

O projeto identifica e caracteriza todos os atores do ecossistema de inovação no Rio Grande do Norte. Um dos objetivos é estimular a estratégia inovadora das empresas

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Com a velocidade que o mercado evolui, é fundamental que a inovação seja uma prática adotada corriqueiramente pelas empresas, principalmente para que o desenvolvimento econômico e social do País seja alcançado. Nesse contexto, com o objetivo de ampliar a produção e aumentar a geração de emprego e renda, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) lança o Mapeamento do Ecossistema de Inovação no Rio Grande do Norte.

A inciativa foi criada por meio do Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação no Estado do Rio Grande do Norte (NAGI-RN), com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas doestado (SEBRAE/RN). Segundo o diretor de Inovação da FIERN, Djalma Barbosa, o intuito da ação é expandir a capacidade das empresas no que diz respeito a evolução tecnológica.

“O propósito do documento é focar a organização de dados referentes a ações de ciência e tecnologia desenvolvidos no estado do Rio Grande do Norte, através de um mapeamento estruturado das ‘instituições-chave’, que integram o ecossistema de inovação local, seus respectivos papéis e escopos de atuação quanto à ciência e à tecnologia vigentes e suas inter-relações”, explica

O projeto identifica e caracteriza todos os atores do ecossistema de inovação no Rio Grande do Norte. A ideia é estimular a estratégia inovadora das empresas, assim como expandir a efetividade das políticas de apoio à inovação por meio da interlocução construtiva e duradoura entre a iniciativa privada e o setor público. Essa relação, na avaliação de Barbosa, é capaz de aumentar a competitividade desses empreendimentos.

“A estratégia inicial apontada no documento, refere-se a dar conhecimento para as empresas dos atores deste ambiente representado por atores da iniciativa pública e privada, bem como contribuir favorecendo espaços de discussão para tratar da gestão da política de inovação, transferência de tecnologias, desenvolvimento de competências – recursos humanos especializados, estudos e pesquisas relacionados ao ecossistema de inovação do Rio Grande do Norte, como proposta futuras”, destaca o diretor de Inovação da FIERN.

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O ambiente mapeado caracteriza os atores e as instituições, que podem ser públicas ou privadas, assim como as ações macros desenvolvidas no âmbito da inovação. A iniciativa dá prioridade ao conhecimento sobre as práticas inovadoras que produzem competição nos mercados externo e interno.

O resultado que se busca é a construção de um ambiente de negócios apropriado para aplicação de avanços científicos, com diversificação e aprimoramento de produtos e serviços com valores agregados.

“O mapeamento dá condições de entender todos os atores envolvidos no ecossistema de inovação do estado, sua atuação e como estão conectados ou podem se conectar com as empresas do estado. Esse entendimento sobre o papel de cada ator no processo de implantação de inovação é fundamental para ter um retrato das fragilidades e oportunidades nesta área, bem como para saber quais competências cada instituição possui e pode oferecer para consolidar a inovação nas empresas”, pontua Djalma Barbosa.

Divisão por etapas

O documento publicado compreende duas fases. Na primeira delas, busca-se identificar os atores no estado que desenvolvem atividades de inovação, no conceito de tríplice hélice: ICTs, órgãos governamentais e iniciativa privada.

Na segunda etapa, por sua vez, o intuito é realizar uma pesquisa para atualizar o Diagnóstico Setorial das Empresas de Tecnologia da Informação da Grande Natal, produzido pelo SEBRAE RN em 2008, mapeando o ecossistema de startups, empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de games, por exemplo.

Essa última fase permite uma visão do desenvolvimento desse ecossistema nos últimos anos e reúne informações essenciais para o planejamento das instituições que atuam no ecossistema.

Diagnóstico Setorial

Além desta ação, o SEBRAE/RN realizou o chamado Diagnóstico Setorial das Empresas de Tecnologia da Informação da Grande Natal. A iniciativa também foi contemplada no documento digital, elencando o ecossistema de startups, empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), de games, de provedores de internet e outras vinculadas.

No estado potiguar, as empresas da área de tecnologia têm o predomínio de 55,5% do ecossistema inovador, além das startups (35,9%) e dos provedores de internet (7,7%).

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04/11/2020 02:00h

Mesmo com essa pequena variação, o indicador apresentou o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012

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Apesar dos efeitos negativos causados pela pandemia do novo coronavírus, o mês de outubro foi de boas expectativas para o empresário que atua no Rio Grande do Norte. Essa avaliação se dá a partir do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que aponta estabilidade no último mês, ao ficar em 57,4 pontos. A diferença é de apenas 0,1 ponto em relação ao resultado do mês imediatamente anterior.
 
Mesmo com essa pequena variação, o indicador apresentou o melhor resultado para o mês de outubro desde 2012. Naquele ano, o ICEI atingiu 61,2 pontos. A gerente da Unidade de Economia e Pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Sandra Lúcia Barbosa, acredita que esse desempenho se deve ao processo de retomada da economia, com a reabertura dos negócios, mesmo durante a pandemia.
 
“Com as paralizações, a economia praticamente parou. O comércio ficou sem matéria prima e, com a reabertura da economia, toda essa demanda que estava reprimida, que estava contida e não podia ser satisfeita pôde ser realizada. Isso repercutiu na indústria, O comércio começou a fazer muita demanda para suprir essa falta, e isso levou ao aumento da produção na indústria”, explica Sandra.
 
A gerente ressalta, ainda, que a confiança não leva em conta somente as expectativas otimistas para os próximos seis meses. Segundo ela, a análise também se baseia nas perspectivas atuais dos negócios, comparativamente aos últimos seis meses.
 
De acordo com o levantamento, houve redução do ponto avaliado entre os empresários da Construção. No entanto, os que atuam nas indústrias Extrativas e de Transformação se mostram mais confiantes do que estiveram no mês de setembro. Quando a análise é feita por portes, no entanto, nota-se que as médias e grandes indústrias permanecem confiantes, enquanto as pequenas ainda seguem inseguras.
 
“Empresas de grande porte são mais independentes de recursos do sistema financeiro. Ou seja, elas conseguem se autofinanciar, de ir ao mercado, ainda que seja para pagar mais caro nos insumos e matérias primas. Isso, por outro lado, não ocorre com as empresas de menor porte. Elas dependem desses recursos que, no momento, estão difíceis de conseguir. Essas companhias menores também estão endividadas”, pontua Sandra Lúcia Barbosa.


 
Recorte nacional

Assim como o Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Norte, o balanço divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no dia 10 de outubro, que levou em conta dados nacionais, também apresentou estabilidade no indicador. No Brasil, a pontuação passou de 61,6 para 61,8 pontos, na passagem de setembro para outubro.

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Mesmo com o resultado, o ICEI do conjunto do país encontra-se 8,6 pontos acima de sua média histórica, 2,5 pontos sobre o índice de outubro de 2019, que foi de 59,3 pontos. Em relação ao Nordeste, o ICEI chegou a 59,1 pontos. Ou seja, 2,1 pontos abaixo do indicador de setembro, quando a pontuação foi de 61,2; e 0,8 pontos abaixo do indicador de outubro de 2019, que foi de 59,9 pontos.

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Brasil
26/10/2020 10:10h

Objetivo é garantir segurança hídrica para 24 municípios da região potiguar pelos próximos 50 anos

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O governo federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), vai investir mais de R$ 280 milhões para ampliar a oferta de água para a região do Seridó, no Rio Grande do Norte, pelos próximos 50 anos. Na última semana (23), o ministério, o governo potiguar e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) assinaram um acordo de cooperação para a execução do Projeto Seridó, que prevê obras para levar as águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco para 24 municípios dessa região.

O Projeto Seridó foi elaborado pelo governo potiguar em parceria com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). A ação integra o Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH) e vai permitir o transporte das águas do conhecido ‘Velho Chico’ até o Seridó Potiguar por meio da Bacia Hidrográfica dos Rios Piancó-Piranhas-Açu. A previsão é de que a ação beneficie mais de 280 mil pessoas e seja iniciada o mais brevemente possível. 

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As obras serão realizadas em duas etapas. O aporte federal na primeira fase será superior a R$ 177 milhões. Para a segunda etapa, estão previstos mais de R$ 102 milhões. 

A região do Seridó é formada pelas bacias dos rios Seridó e Espinharas, afluentes do Piranhas-Açu, que nascem na Paraíba. A maior parte de seus cursos estão inseridos no Rio Grande do Norte, com a Serra de Santana. No total, 24 municípios estão inseridos nessa região. 

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25/10/2020 00:00h

Apesar de não haver registros de reinfecção no estado, a Secretaria quer sensibilizar unidades de saúde para observarem sintomas gripais após 60 dias do primeiro resultado positivo da doença

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A Secretaria de estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte solicitou, por meio de nota técnica, que as unidades de saúde acompanhem pacientes com Covid-19 por tempo prolongado. A ideia é investigar possíveis casos de reaparecimento de sintomas após 60 dias do resultado positivo para o novo coronavírus.

De acordo com a vigilância epidemiológica da Secretaria, a preocupação do estado é com os casos de reinfecção da Covid-19, apesar de ainda não haver registros desse tipo. O acompanhamento se deve por conta de experiências em outras partes do mundo, que já registraram casos de reinfecção.

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A nota técnica, segundo o órgão, tem o objetivo de sensibilizar a rede de saúde para captação desses possíveis casos, definindo os procedimentos necessários para investigação. Os laboratórios públicos e privados não estão autorizados a descartar amostras positivas para SARS-CoV2, devendo o seu armazenamento, neste momento, ser realizado por prazo indeterminado.

A orientação é de que devem ser investigados os casos de pacientes que apresentem sintomas de síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave após 60 dias dos primeiros sinais e sintomas confirmados para o novo coronavírus, por meio do resultado de RT-PCR positivo.

De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, já foram registrados quase 80 mil casos confirmados para Covid-19 até o início dessa semana (20). Até o momento, pouco mais de 2,5 mil pessoas morreram no estado em decorrência da doença.
 

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Oferta de testes rápidos nos serviços de saúde teve redução em todas as regiões de saúde do estado desde o início da pandemia

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O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) alerta para a redução da oferta de testes rápidos e a subnotificação de casos de sífilis no Rio Grande do Norte. Segundo o Conselho, a testagem rápida teve redução em todas as regiões de saúde do estado.

De acordo com a responsável pelo Programa Estadual de IST, AIDS e Hepatites Virais, Juliana Soares, há casos de municípios que não notificaram a doença durante os oito primeiros meses de 2020, mas a ocorrência é sabidamente conhecida e tem alta prevalência nos territórios.

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O governo do Rio Grande do Norte fez um levantamento dos casos confirmados de Sífilis Adquirida, Sífilis na Gestação e Sífilis Congênita no RN e os dados preliminares registram que, de janeiro a abril de 2020, foram notificados 505 casos de sífilis adquirida, 589 casos de sífilis em gestantes e 307 recém-nascidos, que adquiriram a sífilis congênita por meio da transmissão vertical (de mãe para o bebê).

Quando não tratada, a sífilis pode evoluir para formas mais graves, comprometendo especialmente os sistemas nervoso e cardiovascular. Na gestação, a doença pode apresentar consequências severas como parto prematuro e o óbito do bebê.

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20/09/2020 00:00h

O projeto vai contar com recursos no valor de R$ 228,6 milhões provenientes do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), o que vai garantir o financiamento de 60% do valor total da obra.

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O financiamento do parque eólico que será implantado no município de São Bento do Norte (RN), foi aprovado pela diretoria Colegiada da Sudene e será administrado pela empresa Ventos de São Fernando IV Energia S/A. O projeto vai contar com recursos no valor de R$ 228,6 milhões provenientes do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), o que vai garantir o financiamento de 60% do valor total da obra, que está estimado em R$ 381,1 milhões. Com isso, será instalado um parque eólico com cerca de 83,16 MW (megawatts) de capacidade instalada. 

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A energia produzida será comercializada no Ambiente de Contratação Livre (ACL) - segmento do mercado em que se realizam as operações de compra e venda de energia elétrica, objeto de contratos bilaterais livremente negociados. Ao todo, serão gerados 300 empregos diretos e 20 indiretos durante todo o processo de implantação do parque. Assim que o parque eólico estiver em plena operação, serão gerados 15 empregos diretos e 10 indiretos. Segundo a Coordenação de Fundos de Desenvolvimento de Financiamento da Sudene, o novo empreendimento integra-se aos objetivos de promoção do desenvolvimento includente e sustentável e enquadra-se nas diretrizes e prioridades espaciais e setoriais para a aplicação dos recursos do Fundo.

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