Goiás

16/09/2022 04:00h

Meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é de vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Goiânia e região, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 5 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no dia 8 de agosto. 

Em Goiânia, são mais de 20 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 76,8 mil crianças menores de cinco anos. 

De acordo com a prefeitura de Goiânia, a cobertura vacinal contra a poliomielite está em 24,2% para o público da campanha contra a poliomielite. 

Exemplo a ser seguido por pais e responsáveis é o da Joice Kellen, que mora na capital. Ela mantém a caderneta de vacinação dos três filhos em dia. Para ela, a vacinação é um ato de amor. 

“Através da vacinação, conseguimos proteger contra várias doenças, doenças graves. Então, é muito importante que nós [pais] tenhamos essa responsabilidade. Que isso é um ato de amor, estamos protegendo nossas crianças.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinadas que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução na taxa de vacinados, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas imunizadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.” 

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

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15/09/2022 20:20h

Recursos serão destinados a empreendimentos de esgotamento sanitário e saneamento integrado em Goiânia e Novo Gama, respectivamente

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Duas cidades de Goiás vão receber, juntas, R$ 1,2 milhão para a continuidade de obras de saneamento básico. Os recursos vão atender ações em andamento em Goiânia e Novo Gama.

O maior repasse, de R$ 1,1 milhão, será destinado à capital goiana. Os valores serão destinados à ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade.

Outros R$ 123,9 mil serão repassados à cidade de Novo Gama, no entorno do Distrito Federal. Os recursos vão possibilitar o prosseguimento das obras de saneamento integrado na região conhecida como Lunabel, que contempla os bairros América do Sul, Alphaville Paiva e Lunabel 3C.

No total, 26 cidades brasileiras vão receber, juntas, mais de R$ 11,6 milhões para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e manejo de águas pluviais, além da elaboração de estudos e projetos.

Os recursos serão destinados a municípios dos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

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13/09/2022 03:15h

Pais e responsáveis de Goiás podem aproveitar a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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Os pais e responsáveis por bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. Em Goiás, a mobilização envolve as mais de 1,4 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como a Poliomielite, Sarampo, Rubéola, Caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais das crianças e adolescentes. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 52,5%, no estado. Já a cobertura da primeira dose da tríplice viral também está em 52,2%. Os dados são do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações. A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. “O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado."

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é de  vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados, que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha de Multivacinação.

Para a advogada Mariaine, de Ipameri, vacinar os filhos é a melhor forma de protegê-lo contra doenças graves. Ela faz um apelo aos pais e responsáveis:
“Nunca deixei de vacinar os meus filhos, já que realmente acredito na importância desse meio de prevenção contra as doenças imunopreveníveis. Não deixem de vacinar os seus filhos em hipótese alguma. Acreditem na ciência e na evolução dos mecanismos de proteção à saúde! ”

POLIOMIELITE: Campanha nacional pretende vacinar 95% das crianças menores de 5 anos

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas de saúde. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada(VIP) e poliomielite oral(VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

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12/09/2022 04:00h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis de Aparecida de Goiânia, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram mais de 4,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto.

Em Aparecida de Goiânia, são mais de 6 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel disponibilizado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo da vacinação contra a pólio na cidade é de 36 mil bebês e crianças menores de cinco anos.

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

As coberturas vacinais estão abaixo do recomendado em todo país, e para a Dra. Joana D’arc Gonçalves da Silva, isso representa um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.

Em Aparecida de Goiânia, a mobilização acontece nas 34 unidades de saúde da cidade, que funcionam de segunda a sexta-feira das oito da manhã até quatro da tarde. Na Central de Imunização, a vacinação é de segunda a sábado, das oito da manhã às seis da tarde. Os pais podem levar os filhos também à sala de vacinação da Maternidade Marlene Teixeira, durante a semana, das oito da manhã às seis da tarde.

A vacinação aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

Sobre o Calendário Nacional de Vacinação.
Sobre o Número de crianças vacinadas durante as Campanhas Nacionais contra a Poliomielite e Multivacinação.

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Ciência & Tecnologia
06/09/2022 04:00h

A nova tecnologia de internet móvel vai trazer mais velocidade ao usuário e promete uma revolução no setor produtivo. Em Goiás, indústria e agro, dois dos setores que mais serão beneficiados, respondem por mais de 31% do PIB do estado

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A chegada do 5G em Goiânia promete internet até 30 vezes mais rápida que o 4G aos usuários. Mas é na indústria e no agro que a nova tecnologia pode promover uma revolução no estado. Com maior tráfego de dados, menor tempo de resposta entre envio e recebimento de comandos e a possibilidade de várias conexões em uma mesma rede, o setor produtivo pode se automatizar, inserir novos maquinários e tecnologias, e otimizar os processos para gastar menos e gerar mais. O sinal do 5G chegou a Goiânia no dia 16 de agosto.

Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o PIB industrial de Goiás em 2019 superou os R$ 39 bilhões, o que equivale a 21,2% de todo o produto interno bruto do estado. O setor também gera mais de 327 mil empregos. Com o 5G, a tendência é que vários processos automatizados levem a uma maior economia e organização. E isso só é possível porque estima-se que a nova internet suporte aproximadamente a conexão simultânea de um milhão de dispositivos por quilômetro quadrado, o que leva à evolução da Internet das Coisas (IoT), em que máquina “conversa” com máquina, para produzirem análises mais rápidas de dados.

Considerado o pilar da Indústria 4.0, o 5G permitirá também que a Inteligência Artificial faça ajustes de forma contínua para que a produção se mantenha sempre de acordo com a demanda, ou ainda um monitoramento 24 horas por dia e otimização de desempenho e segurança.

A agricultura e a agropecuária de Goiás também vão se beneficiar com o 5G, com impacto significativo para o estado. Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o agronegócio equivale a mais de 10% do PIB local – em 2020, os valores ultrapassaram os R$ 19,4 bilhões. Além disso, o setor é a principal atividade em 77 municípios.

O 5G que está sendo instalado nas capitais está presente principalmente na área central. No caso de Goiânia, o sinal é melhor captado nos bairros Setor Sul, Setor Jardim Goiás, Setor Bueno, Setor Nova Vila, Setor Pedro Ludovico, Setor Oeste, Setor Bela Vista, Setor Marista, Residencial Recanto dos Buritis, Nova Suíça e Setor Sudoeste. Ao todo, foram instaladas 100 antenas. 

Conexão rápida: saiba onde o 5G está presente nas capitais que já têm a tecnologia

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Segundo a Tim, uma das operadoras que oferecem a nova tecnologia, o 5G puro será oferecido em 130 bairros da cidade, beneficiando cerca de 35% da população com a cobertura de quinta geração. Homero Salum, diretor de Engenharia da TIM Brasil, diz que a internet de quinta geração vai impactar não só a rotina do dia a dia, como também revolucionar diversos setores.

“Com conexões melhores e mais rápidas, o 5G é capaz de conectar máquinas, objetos, coisas e pessoas. Por isso, é chamada a tecnologia do futuro. Essas características vão impactar o Brasil em inúmeros segmentos da indústria, do setor de serviços, do agronegócio e até mesmo as rotinas das pessoas dentro das casas”, aponta Salum. “Na indústria, que vai gerar máquinas e equipamentos para toda essa conectividade, o impacto será revolucionário.”

Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), revela que o 5G vai impactar tanto as micro e pequenas empresas quanto as de maior porte. Para a grande indústria, a maior novidade será a possibilidade de criar redes privadas com a tecnologia, o que vai otimizar ainda mais os processos e ganhos. Ele ressalta, no entanto, que todo e qualquer produtor que tenha acesso vai começar a se beneficiar a partir de agora.

“O empresário que está incrustado dentro da cidade e que faz também o processo fabril, ou o pequeno agricultor que está na borda e pode se cobrir com esse 5G, ou um microempreendedor pode, sim, ter seus processos produtivos melhorados. Você vai ter uma indústria que vai trabalhar com 5G, esse já vai poder operar um equipamento à distância, seja um drone, um semeador, seja uma máquina agrícola, se ele já tiver acesso ao 5G. Aquelas indústrias que se prevalecem de meios mecânicos, automatizados para fazerem seu processo produtivo, se aproveitam do 5G na medida em que estão presentes”, destaca Stutz.

A indústria goiana, que tem como principais setores Construção, Alimentos, Serviços industriais de utilidade pública, Derivados de petróleo e biocombustíveis e Químicos, exportou em 2021, segundo dados da CNI, US$ 2,4 bilhões. O estado é o décimo colocado em exportações industriais do país.

Goiânia recebeu o 5G no mesmo dia em que Salvador (BA) e Curitiba (PR). As três capitais se juntaram a São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS) e João Pessoa (PB), que receberam o sinal antes, e às que receberam mais recentemente: Rio de Janeiro (RJ), Palmas (TO), Florianópolis (SC) e Vitória (ES).

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26/07/2022 16:57h

Recursos serão utilizados para obras de esgotamento sanitário e saneamento integrado em Goiânia, Luziânia, Novo Gama e Águas Lindas de Goiás

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Quatro cidades do estado de Goiás vão receber, juntas, R$ 1,76 milhão para a continuidade de obras de saneamento básico. O maior repasse, de R$ 1 milhão, será para a capital Goiânia. Os recursos serão usados na ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) municipal.

Já Águas Lindas de Goiás vai contar com R$ 533,7 mil para melhorias no saneamento integrado dos bairros Jardim América II, III, IV, V, VI e do Parque das Águas Bonitas. Por sua vez, a cidade de Novo Gama vai receber R$ 45,3 mil para a implantação de saneamento integrado da região Lunabel, nos bairros América do Sul, Alphaville Paiva e Lunabel 3C.

Por fim, para Luziânia, serão destinados R$ 188 mil para a implantação de saneamento integrado e urbanização nos Parques Alvorada I, II, III e JK.

Além de recursos para Goiás, também foram destinados repasses para a continuidade de obras de saneamento em cidades do Amapá, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O valor total é de R$ 7,3 milhões

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24/07/2022 14:18h

Norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e grande parte do estado de Goiás não vê chuva há mais de 90 dias

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Depois de um longo período de seca, principalmente na parte central do Brasil, as chuvas devem estar presentes nos próximos três meses. A partir de agosto, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), são esperadas precipitações dentro e acima da média, principalmente no mês de outubro, quando a previsão é de retorno das chuvas em diversas regiões.

Desde maio o período seco predomina na região central do Brasil. Algumas áreas, como o norte de Minas Gerais, o oeste da Bahia e quase a totalidade do estado de Goiás não veem chuva há mais de 90 dias, o que já era esperado para essa época do ano.

Segundo o Boletim Agroclimatológico Mensal do Inmet, esse período seco refletiu na redução do armazenamento de água no solo, o que acaba sendo favorável para lavouras que se encontram em fase de maturação e colheita, segundo o último Boletim de Monitoramento Agrícola realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

MG: Tráfego liberado na pista principal da BR-381, em Nova Era

O TEMPO E A TEMPERATURA: Centro-Oeste sem chuva neste domingo (24)

O TEMPO E A TEMPERATURA: Possibilidade de chuva em boa parte da região Nordeste neste domingo (24)

Ainda de acordo com o Prognóstico Climático do Inmet, o maior volume de chuvas entre agosto e outubro estará presente em boa parte da Região Norte, com exceção do sul do Pará, quase todo o Nordeste, Santa Catarina e sul do Paraná. No Centro-Oeste, apenas Mato Grosso não deve receber um grande volume de precipitações.
 

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22/07/2022 04:00h

Mãe de duas crianças, Paula Garcia transformou um presente em empreendimento sustentável, que gera economia para o bolso dos pais de todo Brasil

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Ao descobrir a gravidez do segundo filho, em 2019, a Paula Garcia, de Piracanjuba, Goiás, buscou formas de aumentar a renda da família. E, após que uma amiga lhe deu uma fralda ecológica, Paula viu no produto uma oportunidade de empreender. 

Ela pesquisou sobre o assunto e descobriu que, no Brasil, havia menos de 20 fabricantes. A partir daí, Paula criou a Amor&Co, apostando nesse produto econômico, reutilizável e sustentável.

A empreendedora goiana conta que, logo no começo do planejamento do negócio, se deparou com um problema: eram poucos os fornecedores das matérias-primas necessárias para iniciar a produção.

“Quando começamos a planejar a fábrica, entendemos porque é um produto tão pouco popular ainda. Não tinha acesso aos tecidos que têm tecnologias muito específicas - tinha apenas um fornecedor no Brasil. Não existiam, no Brasil, os botões que a gente usa atualmente. Foram pequenos avanços, mas sempre com muita vontade, com muita certeza daquilo que a gente faz.”

Sem desistir do sonho de empreender, Paula procurou o apoio do Sebrae, em 2020. Foi quando conheceu o projeto Sebrae Delas, um programa de estímulo ao empreendedorismo feminino.

“Estávamos muito no comecinho da fábrica quando apareceu aqui, em Piracanjuba, o Sebrae Delas. E aí, ganhamos ares mais profissionais. Com orientação, com mudança nos processos operacionais e no planejamento também. E acabou que foi muito positivo para a gente."

Depois disso, a empresária ainda fez cursos online no Portal Sebrae e passou a receber orientações individuais. Tudo para ampliar a produção. Atualmente, a Amor&Co conta com maquinário industrial e um portfólio de quase 50 produtos. Produz mensalmente cerca de 500 fraldas e mil absorventes ecológicos, vendidos em 24 estados brasileiros. Paula estima que as fraldas ecológicas rendem uma economia de oito a 10 mil reais aos pais.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Paula. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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15/07/2022 04:00h

Do total, 246 mil já possuem uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas precisam se aperfeiçoar

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O estado de Goiás precisa qualificar cerca de 310 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025. A informação consta no Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, compilado pelo Observatório Nacional da Indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Do total, cerca de 63 mil devem se capacitar em formação inicial - para repor os inativos e preencher novas vagas - e 246 mil já possuem uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas precisam se aperfeiçoar.

O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, afirma que a qualificação profissional é crucial tanto para os trabalhadores que já estão empregados quanto para aqueles que estão fora do mercado de trabalho.

“O aperfeiçoamento deve ser uma estratégia para todos os profissionais. O aprendizado ao longo da vida passa a ter um papel fundamental no mercado de trabalho nos dias de hoje.”

Em Goiás, a demanda pelo nível de capacitação até 2025 será de:

  • Qualificação (menos de 200 horas): 180.904 profissionais
  • Qualificação (mais de 200 horas): 68.475 profissionais
  • Técnico: 41.059 profissionais
  • Superior: 19.420 profissionais

Em volume, ainda prevalecem as ocupações com nível de qualificação, cerca de 80% do total. Mas, segundo Márcio Guerra, houve um crescimento da demanda por formação em nível superior.

“O nível superior cresce sem dúvida a uma taxa muito elevada. Então, é preciso entender que fazer educação profissional não é o fim de uma trajetória. Profissionais que fazem qualificação profissional, fazem curso técnico e depois caminham para o ensino superior são profissionais extremamente valorizados no mercado de trabalho, pela experiência, pela prática e também pela formação”, avalia.

Áreas de formação

Em Goiás, as áreas que mais vão demandar profissionais capacitados, tanto em formação inicial, quanto continuada, são:

  • Transversais: 60.722 profissionais
  • Metalmecânica: 48.837 profissionais
  • Logística e Transporte: 44.111 profissionais
  • Alimentos e Bebidas: 38.041 profissionais
  • Construção: 35.331 profissionais
  • Têxtil e Vestuário: 18.780 profissionais
  • Automotiva: 11.248 profissionais
  • Química e Materiais: 7.621 profissionais
  • Tecnologia da Informação: 7.448 profissionais
  • Gestão: 7.099 profissionais
  • O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, destaca a relevância das ocupações nas áreas transversais. “Ou seja, aquelas ocupações coringas, aquelas profissões que são absorvidas por diversos setores da economia, que vão desde o setor automotivo até o setor de alimentos. No que diz respeito às áreas, vale destacar também aquelas profissões que estão relacionadas com a indústria 4.0, relacionada a automação de processos industriais.”

Ele também explica que há diferenças nas áreas de formação mais demandadas entre os estados. Isso se deve à dimensão do país e à complexidade da economia brasileira. Segundo Márcio Guerra, a heterogeneidade de recursos e de produção acaba refletindo essas características.

"Nós sabemos que, em alguns estados, há uma concentração industrial maior e em outras regiões, como a região Norte, há uma dispersão maior. Então a estrutura industrial, ou seja, os setores que são predominantes em determinadas regiões são diferentes.”

INDÚSTRIA: Demanda por profissionais com nível superior deve crescer 8,7% até 2025

Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais até 2025

Mapa do Trabalho Industrial

De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, o Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos próximos três anos. Márcio Guerra explica que a projeção considera o contexto econômico, político e tecnológico do país.

“A partir da inteligência de dados, o objetivo do mapa é projetar a demanda por formação profissional de forma que essa informação sirva, não só para o Senai, mas também para uma discussão mais ampla sobre qual vai ser a demanda futura de profissionais no mercado de trabalho. É muito importante para a sociedade conhecer quais são as tendências, quais são as áreas que tendem ao maior crescimento, sobretudo na sua localidade, mas também entender quais profissões têm mais relevância, mais demanda, para que ele possa planejar a sua trajetória de formação profissional”, explica.

Confira outras informações do Mapa do Trabalho Industrial e a demanda de outros estados no link.

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24/06/2022 15:30h

Estado registra 22,9 mortes de crianças por mil nascidos vivos, enquanto a média nacional é de 13,3 óbitos por mil nascidos vivos, segundo Ministério da Saúde

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Apesar de registrar queda em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil em Goiás ainda é maior do que a média brasileira: 14,5 óbitos por mil nascidos vivos. A média nacional é de 13,3 mortes por mil nascidos vivos, segundo os dados mais recentes mensurados pelo Ministério da Saúde. Se por um lado a melhora no índice entre 2000 e 2019 é atribuída pelas autoridades públicas ao aprimoramento dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento da criança no primeiro ano de vida, por outro o número de médicos especialistas precisa aumentar para atender a demanda da população do estado. 

Dos 5.699 pediatras distribuídos pelo país que realizam o primeiro atendimento de atenção em saúde, considerado a principal porta de entrada do SUS, 91 prestam assistência aos pequenos goianos. Em São Paulo, por exemplo, são mais de 1,8 mil médicos na Atenção Primária à Saúde para dar suporte pediátrico. Os dados do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde indicam outro problema: a distribuição desses profissionais está concentrada nas regiões Sul e Sudeste.

Como saída para modificar este quadro e garantir o cuidado das crianças dentro do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. Em 2022, serão investidos quase R$ 170 milhões. 

“A gente planeja para este ano um repasse de recurso para todas as Regiões de Saúde do país (são mais de 400), com destaque para a região Norte. Inclusive, na rede especializada, a região Norte tem uma carência muito grande”, reconhece Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde. “O Cuida Mais Brasil tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar”, acrescenta.

Segundo o Ministério da Saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico.

Pandemia 

Além de todos esses fatores que potencializam o risco de morte das crianças com até um ano de idade, a pandemia foi responsável por desestruturar serviços que antes eram essenciais à saúde materno e infantil e ajudavam a identificar e reverter mortes evitáveis. 

“Com a pandemia, as fragilidades da rede de atenção foram expostas de Norte a Sul do país. Tanto barreiras de acesso ocasionaram demoras quanto a detecção precoce, diagnóstico e tratamento oportuno às gestantes e puérperas com Covid-19. Os óbitos maternos, por exemplo, se concentram nas regiões Norte e Nordeste, dadas as dificuldades acentuadas nos vazios assistenciais”, ressalta Lana de Lourdes Aguiar, ginecologista, obstetra e diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES).

Atualmente, 5,7 mil pediatras e 5,3 mil ginecologistas-obstetras estão vinculados diretamente a 1.311 e 1.364 equipes, respectivamente, sem incentivo financeiro do governo federal. Com o Cuida Mais Brasil, o número de equipes com médico pediatra pode chegar a mais de 8 mil e 7 mil com ginecologistas-obstetras em todo país, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs. 

Cuida Mais Brasil

O Cuida Mais Brasil é um programa do Ministério da Saúde que vai garantir investimentos para qualificar a assistência à saúde materna e infantil com a atuação de médicos pediatras e ginecologistas/obstetras na Atenção Primária à Saúde. A iniciativa tem como foco garantir a saúde integral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. Por meio de ações complementares busca-se ampliar o número de profissionais junto às equipes de Saúde da Família e Atenção Primária à Saúde, além de aumentar a qualidade dos processos de trabalho e o olhar clínico voltado à saúde materno-infantil. 
 

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