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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Acre

03/07/2020 20:00h

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde desta sexta-feira (03) aponta 63.174 óbitos desde o início da pandemia

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O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre a covid-19, divulgado nesta sexta-feira (3), mostra que o total de infectados no país é de 1.539.081 brasileiros. Mais de 42 mil casos foram registrados nas últimas 24 horas. O número de vidas perdidas já soma 63.174 desde o início da pandemia. 

Os números do governo federal apontam ainda que 56% das pessoas que contraíram o coronavírus estão recuperadas. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará seguem como os estados mais afetados pela doença. Acre, Tocantins e Mato Grosso do Sul são as unidades da Federação com menor incidência da Covid-19.
 

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Política
25/06/2020 09:49h

Senador diz ainda que marco legal vai combater “chaga” que atenta contra o meio ambiente e a saúde e levar serviços de água e esgoto aos acreanos

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A falta de saneamento básico é uma “chaga” que atenta contra o meio ambiente e contra a saúde das pessoas. Essa é a opinião do senador Marcio Bittar (MDB-AC) em defesa do novo marco legal do setor, que abre concorrência entre empresas públicas e privadas na tentativa de alavancar investimentos. O parlamentar acredita que a mudança na lei deve melhorar a distribuição de água e ampliar o acesso a coleta e tratamento de esgoto no Norte, região mais atrasada do país na prestação desses serviços. 

“Um dos flagelos do Brasil é saneamento básico. A minha região, por exemplo, é a menos assistida do Brasil em termos de esgoto e de água. Apenas cerca de 8% das casas, na região Norte, têm esgoto. O maior problema ambiental do Norte do país não é floresta, é falta de saneamento básico”, aponta.

Senado aprova novo marco do saneamento e abre caminho para atrair investimentos privados no setor

Saneamento no Brasil é prejudicado por excesso de normas e de agências reguladoras

Dados do Painel Saneamento Brasil, baseados no Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), apontam que a região Norte apresenta o maior percentual de pessoas sem coleta de esgoto no Brasil: 89,5% da população. Em outra estatística negativa, 43% dos moradores locais não têm acesso à água. De acordo com o IBGE, os sete estados do Norte abrigam mais de 18 milhões de habitantes. 

O cenário do Acre ilustra bem o descaso com os brasileiros quando o assunto é saneamento. Isso porque no estado, onde vivem quase 870 mil pessoas, 89,9% da população não tem coleta de esgoto e mais da metade não é abastecida com água potável. 

Para reverter esse quadro crítico, a senadora Mailza Gomes (PP-AC) avalia que a abertura do mercado é o primeiro passo em direção ao atendimento total dos serviços.

“A concorrência pode ser benéfica no sentido de que incentiva as empresas a melhorarem seus projetos e investirem no setor de saneamento. A fim de prestar um serviço de qualidade à população, as empresas terão que comprovar a capacidade de investimento para garantir o cumprimento do projeto, que é a universalização dos serviços até 2033”, ressalta a senadora.

Mudanças

Fundamentada no modelo concorrencial entre empresas públicas e privadas, a nova lei estabelece que os contratos em vigor possam ser prorrogados por até 30 anos. A condição é que cumpram metas até 2033, limite máximo estabelecido pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) para que o fornecimento de água potável e coleta e tratamento de esgoto sejam universalizados. 

Já os novos contratos entre municípios e empresas operadoras passam a ser de concessão, com abertura de licitação e escolha da melhor proposta em termos técnicos e econômicos. Atualmente, a maioria dos acordos, conhecidos como contratos de programa, são feitos sem concorrência e não preveem metas de cobertura e expansão dos serviços. 

Outra novidade é a formação de blocos regionais para a prestação do serviço, onde uma empresa escolhida por licitação pode operar em mais de uma cidade. Esse mecanismo é uma tentativa de ajudar locais que individualmente não teriam capacidade de atrair investimentos.

Para o professor de Direto Concorrencial e Econômico do Ibmec SP Bruno Renzetti, isso é importante para que os serviços de saneamento cheguem a municípios do interior e áreas rurais. 

“Por muitas vezes, o saneamento ultrapassa o interesse local de uma única cidade. Então, o bloco de municípios vem suprir essa questão e buscar uma maior coordenação entre os diferentes municípios para que não decidam sozinhos sobre saneamento, principalmente quando compartilham instalações”, explica.

Para guiar as mudanças previstas no marco regulatório, a Agência Nacional de Águas (ANA) passa a emitir normas de referência e padrões de qualidade para os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, gestão de lixo urbano e drenagem de águas pluviais. A ideia é unificar normas e processos, já que existem no país mais de 50 agências reguladoras regionais e estaduais.
 

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Saúde
30/04/2020 04:00h

Cerca de 400 pessoas em situação de rua foram vacinadas contra a gripe em Rio Branco

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Cerca de 400 pessoas em situação de rua foram vacinadas contra a gripe em Rio Branco. Esses foram os dados levantados pela Secretaria de Saúde da capital (Semsa). O “Consultório de Rua”, unidades instaladas em pontos da cidade para vacinação, também fizeram o levantamento desses moradores.

A ação teve início na primeira semana da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. No primeiro dia de vacinação, foram imunizadas 15 pessoas nas praças da Revolução e do Memorial dos Autonomistas, na região central de Rio Branco. Por causa da pandemia da Covid-19, a campanha foi antecipada pelo Ministério da Saúde. A vacina é contra a gripe, não contra o coronavírus.

O secretário Municipal de Saúde, Oteniel Almeida, conta como a população em situação de rua foi identificada pela equipe do “Consultório na Rua.”

“Identificamos muitos idosos em situação de rua. Definimos, combinamos com nosso comitê de crise e a prefeita recomendou que fizéssemos a vacinação. E nós não poderíamos deixar nossos usuários, em situação de rua, sem a vacina.”

O secretário acrescentou que o “Consultório na Rua” já atende essa população durante todo o ano, porém, devido ao atual cenário de crise, decidiu vacinar de imediato essas pessoas. Além da vacina, a equipe oferece atendimento médico, de psicólogos e educadores sociais para os moradores. 

Marta Lopes, professora do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitarias da USP, reforça as orientações sobre o possível contágio por meio de contato interpessoal.

“A maior proteção é evitar contato próximo, predominantemente com pessoas que estão resfriadas, com gripe, tossindo, que estão espirrando, nariz escorrendo. Então, é evitar aglomeração, ficar muito perto das pessoas, contato físico, abraços, beijos, evitando apertos de mão. Por isso a gente insiste tanto na lavagem das mãos.”

Na primeira fase da campanha, de 23 de março a 15 de abril, foram vacinados idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. O país superou a meta de vacinar 90% dos idosos contra a influenza, alcançada, até o início da segunda fase da campanha, dia 16 de abril, 19,9 milhões de idosos (95,55%). Na primeira fase também foram vacinados 4 milhões (80,75% da meta) de trabalhadores da saúde.

Em caso de fila as pessoas, principalmente os idosos, devem manter distância de pelo menos 2 metros dos demais. E, para mais informações sobre a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, acesse: saude.gov.br/vacinabrasil.

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Saúde
23/03/2020 02:13h

O município recebeu 16 mil doses da vacina que estarão em 52 postos estrategicamente distribuídos nos bairros da cidade e, também, no Terminal Urbano.

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A primeira fase da campanha contra o Influenza terá início no próximo dia 23 de março e o Dia D será em 9 de maio. Rio Branco recebeu 16 mil doses da vacina que estarão em 52 postos estrategicamente distribuídos nos bairros da cidade e, também, no Terminal Urbano.

A decisão do Ministério da Saúde em iniciar por este público é mais uma medida de proteção, em especial aos idosos, já que a vacina é uma prevenção aos quadros de doenças respiratórias mais comuns e que dependendo da gravidade podem levar a óbito.

Esta priorização também é uma forma de auxiliar os profissionais de saúde a descartarem as influenzas na triagem e acelerarem o diagnóstico para a Covid-19.

No Acre, o atendimento estará preparado para receber o público alvo conforme explica o coordenador da Vigilância Sanitária de Rio Branco, Félix Araújo.

“As pessoas, os idosos, profissionais de saúde que chegarem a essas unidades terão à disposição pias com água e sabão, álcool em gel e os profissionais estarão fazendo os atendimentos devidamente paramentados com máscaras para evitar o contato entendendo que a transmissão é feita através de gotículas.”

 A prefeitura de Rio Branco disponibilizou um call center para que a população possa tirar dúvidas, o número é 3227-3165 e a ouvidoria estará à disposição no número 3224-4269. A meta é vacinar no mínimo 90% do público-alvo em todo o período da campanha.

Este ano, a ordem da Campanha Nacional de Vacinação foi invertida pelo Ministério da Saúde contra o Influenza.

A vacinação será fragmentada em três frentes, iniciando dia 23, com o público já mencionado. A segunda fase da campanha, que começa dia 16 de abril, será voltada aos professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, além dos doentes crônicos.

A partir de 9 de maio, Dia D de vacinação, serão vacinadas as crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, mães no pós-parto, população indígena e portadores de condições especiais. A meta é vacinar no mínimo 90% do público-alvo em todo o período da campanha.

O epidemiologista da Fiocruz, Cláudio Maierovich explica o que é a influenza e a importância para que a população seja vacinada.

“O influenza é o nome científico da gripe. Muita gente pensa que gripe é uma doencinha, uma coisa simples, no entanto a gripe causada pelo vírus chamado influenza é uma doença que além de incomodar muito pode ser grave, todos os anos morre muita gente por influenza no Brasil e no mundo inteiro.”

Saiba mais sobre a campanha de vacinação contra o Influenza em saude.gov.br. 

 

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Saúde
23/03/2020 01:19h

Estado está com alta incidência de dengue

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O Acre está com alta incidência de dengue. Somente até a primeira semana de março, foram registrados mais de 3,7 mil casos prováveis de dengue, o que deixa o estado em alerta. As informações são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

O Acre tem uma taxa de incidência de quase 430 casos por 100 mil habitantes, o índice mais alto na região Norte e o terceiro no Brasil, atrás apenas do Paraná e de Mato Grosso do Sul. 

Em 2019, o estado registrou mais de 9,5 mil casos durante todo o ano. A taxa de incidência foi de mil casos por 100 mil habitantes.  

No intuito de combater o mosquito da dengue, o governo estadual e as prefeituras municipais do Acre, vem tomando ações para a diminuição do efeito do Aedes, em parceria com o Ministério da Saúde. O coordenador da Vigilância em Saúde de Rio Branco, Félix Araújo, pede que a população ajude as autoridades na eliminação de possíveis focos do mosquito.

“A campanha não se torna efetiva se não tivermos a adesão da população. Que cada proprietário que cuide do seu terreno e dos pequenos depósitos que, às vezes, a gente desconsidera, mas que são pontos importantes para a reprodução do mosquito.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue. 

A região Centro-Oeste apresentou 370,5 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (348,2 casos/100 mil habitantes), Sudeste (155,5 casos/100 mil habitantes), Norte (57,6 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (34,3 casos/100 mil habitantes). Os dados são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. 
A população deve se mobilizar e ficar atenta com os focos, já que a maior parte dos criadouros do mosquito está nos domicílios.

O coordenador-Geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti.

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

O Ministério da Saúde alerta que a população precisa continuar, de forma permanente, a combater o mosquito transmissor da dengue. A recomendação é ter atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Essa é a única forma de prevenção.

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes. 

Arte: Agência do Rádio

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Saúde
12/03/2020 11:26h

O Acre já registrou, até a primeira semana de fevereiro, quase 2,5 mil casos prováveis de dengue. O estado tem uma taxa de incidência de mais de 281 casos por 100 mil habitantes. As informações são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

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O Acre já registrou, até a primeira semana de fevereiro, quase 2,5 mil casos prováveis de dengue. O estado tem uma taxa de incidência de mais de 281 casos por 100 mil habitantes. As informações são do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

Em 2019, o estado registrou mais de 9,5 mil casos durante todo o ano. A taxa de incidência foi de mil casos por 100 mil habitantes.  

No intuito de combater o mosquito da dengue, o Ministério da Saúde vem tomando ações para a diminuição do efeito do Aedes, como explica o diretor do Departamento de Imunizações do Ministério da Saúde, Júlio Croda.  

“O principal é a eliminação mecânica desses focos. Mas além disso, o Ministério da Saúde, no ano de 2020, normalizou a distribuição dos inseticidas e os estados já receberam e estão com capacidade de realizar ações complementares de eliminação desses vetores.”

Em janeiro, o Ministério da Saúde declarou que 12 estados brasileiros correm o risco de sofrer surto de dengue. Além de toda a região Nordeste, a população do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, deve ficar atenta para o possível surto do sorotipo 2 da dengue. 

A população deve se mobilizar e ficar atenta com os focos, já que a maior parte dos criadouros do mosquito está nos domicílios. 

O coordenador-Geral de Vigilância em Arbovirose do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e entre no enfrentamento ao Aedes aegypti

“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada de atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde, como das secretarias estaduais e municipais, de saúde, aliado as ações de mobilização da população.”

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Educação
31/01/2020 11:18h

Projeto sustentável, pensado por alunos do SESI de Rio Branco a partir de reclamação dos usuários, utiliza contêineres de metal com placas de energia solar

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Cinco alunos do SESI de Rio Branco se preparam para a seletiva regional do Torneio de Robótica FIRST Lego League (FLL), o principal da categoria no país. Nos dias 7 e 8 de fevereiro, a equipe “Acrebóticos”, que desenvolveu um ponto de ônibus adaptado para dar mais conforto aos usuários, tenta, em Manaus (AM), uma vaga na etapa nacional da competição.

O técnico da equipe, Francisco de Souza, conta que o projeto nasceu por conta da dificuldade dos 65 mil passageiros que utilizam diariamente o transporte público na capital acreana, segundo a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans). A principal reclamação, aponta o treinador, é em relação às condições das paradas.

“O estado conta com poucas paradas e os alunos viram esse problema. Como aqui faz muito calor, as pessoas podem pegar câncer de pele por causa do sol. Há ainda a preocupação com as pessoas com deficiência, que não têm onde esperar o ônibus”, relata.  

A solução encontrada pelos estudantes Ana Beatriz Araújo, João Lucas, Pedro Baueb, Carlos Isaque e Isabela Guedes, todos com idade entre 12 e 14 anos, foi fabricar pontos de ônibus a partir de contêineres de metal. “Essa estrutura tem o preço mais acessível. Teria que ser reestruturada para entrar nas medidas corretas, mas a ideia é organizar de forma sustentável, com placas de geração de energia solar, acessibilidade com rampas de entrada por todos os lados e ventiladores que funcionariam por meio dessa energia gerada pela placa”, explica Francisco.  

Uma das idealizadoras da iniciativa, a estudante Ana Beatriz, de 13 anos, acrescenta que o ponto de ônibus adaptado também foi pensado para amenizar o clima quente e úmido de Rio Branco. “Vimos o que poderíamos fazer e pensamos em colocar uma vegetação em cima para que o clima fosse mais agradável. Acho que se sentarmos com representantes do governo, há uma boa chance de conseguir que esse projeto dê certo”, espera a jovem.

Crédito: Italo Novais (Agência do Rádio Mais)

Competição
O Torneio de Robótica FIRST LEGO League reúne 100 equipes formadas por estudantes de 9 a 16 anos e promove disciplinas, como ciências, engenharia e matemática, em sala de aula. De 31 de janeiro a 16 de fevereiro, haverá as disputas regionais. Os melhores times garantem vaga na etapa nacional, que ocorre entre 6 e 8 de março, em São Paulo.

O objetivo é contribuir, de forma lúdica, para o desenvolvimento de competências e habilidades comportamentais exigidas dos jovens. Todo ano, a FLL traz uma temática diferente. Em 2020, os competidores terão que apresentar soluções inovadoras para melhorar, por exemplo, o aproveitamento energético nas cidades e a acessibilidade de casas e prédios.

O diretor de Operações do Departamento Nacional do SESI, Paulo Mol, ressalta que a elaboração dos projetos estimula a autonomia e o trabalho em equipe e contribui para a formação profissional dos alunos. “A questão do empreendedorismo é a base de todo o processo. Nesse torneio, uma das avaliações que é extremamente importante é a capacidade de empreender, de buscar coisas novas, de fazer com que o produto seja desenvolvido”, garante.
 

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Saúde
15/01/2020 15:24h

Falta de manutenção e cuidados são a principal causa de infestação

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O estado do Acre teve 7.693 casos suspeitos de dengue, em 2019, e o Índice de Infestação Predial, para cada grupo de 100 mil habitantes, ultrapassa 870 casos. No índice que avalia a infestação predial do mosquito transmissor, em uma escala de 0 a 6, o Acre aparece em situação de risco, com avalição de 5,1. 

Os dados mostram que a população do estado precisa, em 2020, realizar o quanto antes ações de prevenção e combate a proliferação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. É o que ressalta a Supervisora de Ações em Combate ao mosquito da Divisão de Vigilância Ambiental do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial da Secretaria de Saúde do Acre, Érica Rodrigues. 

“Porque a gente entra com a propaganda, entra com a informação, mas quem dá continuidade nas ações é a população”.
O órgão de saúde capacita profissionais e supervisiona as ações de cada município. Em 2019, foram intensificadas as visitas aos municípios e ações devem se repetir novamente este ano.  

O funcionário público Rafael Bezerra, morador de Rio Branco, teve dengue duas vezes. Ele conta que os sintomas e efeitos da doença foram acentuados na segunda vez, em comparação com a primeira, comprovando o grau de intensificação da dengue em casos recorrentes, que pode, inclusive, levar a morte. 

Rafael Bezerra, funcionário público de 31 anos em Rio Branco, no bairro Sobral. 

“Suspeitei que seria dengue porque estava tendo bastante casos na cidade. O médico já tratou como dengue. A gente coletou sangue, né. Sete dias depois, confirmou”.

Vale lembrar que a melhor prevenção é evitar a proliferação do mosquito. Este ano, a população precisa cuidar da água armazenada, que pode se tornar possíveis criadouros, em diversas formas, seja vasos de plantas, galões, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção, por exemplo. Até mesmo tampas de garrafas, que são recipientes pequenos, podem virar um lugar para que o inseto se prolifere. 

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

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Educação
06/12/2019 06:24h

Mapa do Trabalho Industrial, do SENAI, aponta que estado precisa capacitar 13 mil trabalhadores, até 2023, para áreas como metalmecânica, construção civil e eletroeletrônica

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Se a taxa de desocupados chegou a 12,8% no Acre no terceiro trimestre deste ano, uma alternativa para quem busca uma vaga de emprego pode estar na qualificação profissional. Dados do Mapa do Trabalho Industrial, levantamento feito pelo SENAI, mostram que a demanda é de quase 11 milhões de trabalhadores em todo país até 2023. Desse total, 13.555 serão necessários apenas para preencher as lacunas do mercado de trabalho acreano, com destaque para as áreas de metalmecânica, construção civil e eletroeletrônica, incluindo profissionais de nível técnico.

Segundo a senadora Mailza Gomes (PP/AC), o ensino técnico é uma “importante ferramenta” de inclusão social para os jovens mais carentes do estado. Ela lembra que os serviços oferecidos por instituições do Sistema S, como SESI e SENAI, podem representar uma oportunidade para milhões de acreanos.

“A educação transforma a vida das pessoas e garante um futuro melhor. O ensino tem um importante papel na diminuição de taxas de desemprego e qualificação da mão de obra no país. É também a oportunidade de se cumprir o que está na Constituição: direito à educação e ao trabalho. O Brasil precisa de mais empresas e mais empregos. Por isso, eu defendo o fortalecimento do Sistema S para a qualificação profissional e a inovação nas empresas brasileiras”, ressalta a parlamentar.

O indígena Alberto Kaxinawá, de 41 anos, foi um dos acreanos que teve a vida mudada pela educação. Formou-se técnico em enfermagem pelo Senac e hoje atende sua comunidade. “Eu decidi fazer o curso por uma grande necessidade no atendimento à saúde dos povos indígenas no estado. Faltava acompanhamento, traçar uma política de saúde voltada às comunidades indígenas, principalmente aquele que vive lá na aldeia, onde o acesso é difícil e o atendimento de boa qualidade não chega”, conta.

Nos últimos cinco anos, o SENAI Acre qualificou 3,4 mil alunos no ramo industrial. A instituição está presente com três unidades fixas na capital Rio Branco e em Cruzeiro do Sul. Há ainda seis unidades móveis que se deslocam pelos demais municípios do estado.

Histórico

Em 1909, uma medida do governo federal mudou o panorama da educação brasileira. Por meio do decreto 7.566, o então presidente Nilo Peçanha (1867-1924) instituiu o ponto de partida para o desenvolvimento do ensino técnico profissionalizante no país. Para celebrar os 110 anos da iniciativa, o Senado Federal realizou uma sessão solene, em novembro, para celebrar a data histórica. A cerimônia apresentou índices do Ministério da Educação, entre eles o de 11 mil cursos oferecidos na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Para Mônica Messenberg Guimarães, diretora de relações institucionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), as entidades do Sistema S exercem um papel fundamental no modelo educacional do país. “O SESI e o SENAI nasceram para atender a necessidade de formação de profissionais qualificados e executar medidas que contribuíssem diretamente para o bem-estar social dos trabalhadores da indústria. Sua finalidade é justamente ajudar a indústria brasileira a ser mais competitiva, para que os produtos nacionais possam ser inseridos nos mercados globais”, salienta ela.

Sondagem realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, divulgada em julho, apontou que SESI e SENAI são considerados, pelo setor privado, como as entidades que mais contribuem para a qualificação profissional no país. Numa escala de 0 a 10, as instituições do Sistema S receberam nota 7,0 por sua contribuição à qualificação profissional, frente aos 6,3 da rede privada e 4,9 da rede pública. Os empresários ouvidos são CEOs, presidentes, vice-presidentes e sócios de empresas de micro, pequeno, médio e grande portes de todo país.

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Saúde
06/11/2019 06:20h

Apenas no Acre, 94 potenciais receptores estão na lista de espera

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Atualmente, mais de 45 mil pessoas esperam por um transplante de órgão no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. Apenas no Acre, 94 potenciais receptores estão na lista de espera. Os dados são do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). E um fator é decisivo para que esses pacientes possam contar com uma segunda chance: a autorização dos familiares. Ainda 40% das famílias dos possíveis doadores dizem ‘não’ à doação. No estado, essa taxa chega a cerca de 80%, de acordo com a Central Estadual de Transplantes.

Para mudar tal realidade, é importante comunicar aos parentes e pessoas próximas a vontade em ser um doador. Para que histórias como a da vendedora Silvânia Rossetto, de 45 anos, se repitam. A moradora de Rio Branco ficou na lista de espera por um rim ao longo de 11 anos. Neste período, ela foi chamada em duas ocasiões, mas o transplante não foi realizado por incompatibilidade, na primeira vez, e por recusa familiar, na segunda. Até que, em 2011, recebeu o órgão de um doador, após o consentimento de um familiar. 

“Meu sentimento é de gratidão. No momento de dor, ela [familiar do doador] ter optado por ajudar vidas. É preciso ter muito amor no coração. Se, hoje, tenho oito anos de transplantada, se estou bem aqui, é graças a Deus e à decisão dela”, conta.

O médico Marcelo Grando, responsável técnico da Central de Transplantes do Acre, conta que o transplante, na maioria das vezes, é única salvação, a última instância do tratamento para determinadas doenças. O especialista ressalta a importância do diálogo entre quem deseja doar órgãos e parentes.

“Muitas das vezes, a pessoa não sabe que pode ser doadora viva. Então, o diálogo [com os familiares] amplia os horizontes, amplia muito a visibilidade e a visão das pessoas com relação ao transplante”, afirma.

O Brasil manteve o número de transplantes realizados no primeiro semestre de 2019 em comparação com o mesmo período de 2018. Foram 13.263 transplantes neste ano, contra 13.291 do ano passado. O balanço do período apontou crescimento de transplantes considerados mais complexos. Os de medula óssea aumentaram 26,8%, passando de 1.404 para 1.780. Já os de coração cresceram 6,3%, passando de 191 para 203. Também tiveram aumento os de pâncreas rim (45,7%), passando de 46 para 67; e pâncreas isolado (26,7%), que cresceu de 15 para 19 transplantes.

Clique nos pontos verdes e confira as centrais de transplante de cada estado.

O país é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo. Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o País são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em números absolutos, o Brasil é o segundo maior transplantador do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Os pacientes recebem assistência integral, incluindo os exames preparatórios, a cirurgia, o acompanhamento e os medicamentos pós-transplante, financiados pela rede pública de saúde.

A Central Estadual de Transplantes fica na Fundação Hospital do Acre (Fundhacre), em Rio Branco, e o contato de lá é o (68) 3227-6399. Para mais informações, acesse: http://saude.gov.br/doacaodeorgaos. 

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