Saúde da Mulher

30/06/2022 20:00h

Atendimento odontológico é uma das etapas de rotina das consultas de pré-natal oferecidas na Atenção Primária (APS) do SUS

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O atendimento odontológico é uma das etapas de rotina das consultas de pré-natal oferecidas na Atenção Primária (APS) do SUS. Durante a gravidez, os gestores de saúde preconizam que é importante a gestante realizar as consultas e exames odontológicos a cada trimestre ou quando o cirurgião-dentista determinar. E fica o alerta: a falta de cuidado com a saúde bucal da gestante pode resultar em problemas como parto prematuro, baixo peso ao nascer e comprometimento sistêmico por infecções. 

De acordo com o coordenador-geral de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Welligton Carvalho, a mulher passa por uma grande variação hormonal e comportamental durante a gestação, que pode refletir diretamente na sua saúde de bucal, aumentando a predisposição para o surgimento de alguns problemas tais, como hipossilivação, gengivite, periodontite e o aumento da incidência de cárie. Esses problemas podem ser detectados e tratados durante o pré-natal, realizado no SUS.

“Evidências científicas mostram que algumas condições como a inflamação da gengiva, que nós chamamos de doença periodontal, podem causar parto prematuro. Nesta fase é muito importante ensinar a higienização correta da boca para a mãe e também passar orientações de higiene para o bebê que vai nascer. Isso tudo é feito pelo cirurgião dentista durante a consulta do pré-natal odontológico. O profissional faz uma avaliação da saúde bucal da mãe e orienta sobre higiene, e possíveis tratamentos que sejam necessários ”, reforça.

No primeiro momento do atendimento na Atenção Primária do SUS, o cirurgião-dentista examina a gestante. Após avaliação inicial e diante da constatação de necessidade de tratamento, o profissional informará quais procedimentos odontológicos necessitam ser realizados.
Segundo o Ministério da Saúde, em 2021, 45% das gestantes que realizaram consultas de pré-natal na rede pública foram encaminhadas para avaliação de um cirurgião-dentista, pela Estratégia da Saúde da Família.

Wellington Carvalho ainda destaca que bons hábitos de higiene bucal e uma alimentação saudável também são pontos de partida para uma gestação segura. Além de reduzir o consumo de açúcar, é essencial fazer a escovação correta após as refeições, usar o fio dental e o creme dental com flúor. Vale ressaltar que a gestação não é a causa direta de problemas bucais. Contudo, as alterações hormonais e comportamentais que ocorrem neste período podem favorecer condições pré-existentes e gerar desconfortos à mulher.

Prevenção

De acordo com o Ministério da Saúde, para auxiliar na prevenção, o ideal é que as mulheres procurem um cirurgião-dentista para um check-up da boca antes de engravidar. O ideal é fazer o tratamento que remove a placa bacteriana por meio de raspagem e polimento. Já tratamentos extensos e cirurgias invasivas, como implantes, devem ser programados para depois do parto. Durante a gestação, as grávidas devem manter o acompanhamento, retornando ao consultório a cada início de trimestre, ou no período aconselhado pelo cirurgião-dentista.

“Existe um mito, uma informação disseminada na população de que a gestante deve adiar tratamentos odontológicos ou que o tratamento odontológico pode causar algum problema para ela e o bebê. Isso não é verdade. O tratamento odontológico da gestante é seguro e recomendado. O Ministério da Saúde recomenda ao menos uma consulta odontológica durante a gestação. E nessa consulta o cirurgião dentista vai avaliar a necessidade de outros tratamentos”, explica o coordenador-geral da Saúde Bucal do Ministério da Saúde.

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30/06/2022 16:16h

Integração de programas dentro da Rede Materno Infantil. Com previsão de R $1,6 bi, a rede vai ajudar municípios a cumprir a meta de ofertar ao menos seis atendimentos de pré-natal a 60% das gestantes no SUS

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O  Ministério da Saúde está ampliando o atendimento pré-natal em todo o país, para que todos os municípios brasileiros alcancem a meta de pelo menos 60% das gestantes fazerem ao menos seis consultas e exames, imprescindíveis para garantir a saúde das mães e bebês. Com a Rede de Atenção Materna e Infantil (Rami), que tem orçamento inicial de R$ 1,6 bilhão em investimentos, haverá mais recursos para ampliação do serviço dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o Ministério da saúde exames devem ser feitos da primeira à 20ª semana de gravidez no SUS. A meta para ampliar o pré-natal faz parte da estratégia para diminuir a mortalidade materna e garantir atendimento eficaz à gravidez de alto risco e foi estabelecida no âmbito do Previne Brasil, em 2019.

As diferenças regionais fazem com que muitas localidades ainda não tenham condições de oferecer esse atendimento especializado em todos os municípios.  Dados do Sistema de Informações em Saúde para a Atenção Básica (Sisab), apontam que, entre setembro e dezembro de 2021, 65% dos municípios do Brasil ainda não tinham atingido a marca estabelecida pela Saúde. 

Segundo a diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES), Lana Lourdes Aguiar, a Rami integra vários programas para garantir a saúde materna e do bebê, entre eles a Rede Cegonha, ofertado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Quando a mulher entra dentro do programa, têm acesso à realização de todos os exames necessários ao pré-natal, como ultrassonografias, encaminhamento  aos atendimentos específicos e vinculação  da gestante à maternidade de referência para o parto.

“Realizar um pré-natal de qualidade reduz de forma significativa a mortalidade da mãe e do bebê por causas evitáveis. O pré-natal deve ser feito assim que a mulher descobrir que está grávida e o SUS disponibiliza de forma gratuita testes rápidos de gravidez para acelerar o processo de confirmação até a 12ª semana de gestação”.

Paula Maiara, de 19 anos, afirma que acessar o serviço no SUS não apresentou grandes dificuldades, mas muitos exames e atendimentos não eram feitos na cidade de Águas Lindas de Goiás (GO), onde mora. Diagnosticada com gravidez de alto risco, ela só conseguiu fazer todos os exames e atendimentos necessários ao pré-natal em outras cidades da região do Entorno do Distrito Federal, como a Cidade Ocidental e Luziânia.

“Consegui ‘facinho’: fui no posto e marquei o pré-natal para o próximo mês. No mês (marcado), eu fui, fiz o meu primeiro pré-natal, fiz tudo certinho, os exames. Só que alguns dos exames deram alterações. Então, já me classificaram com gravidez de alto risco. Me encaminharam para Luziânia. Agora, estou fazendo pré-natal lá”, completa Paula.
De acordo com a diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES), a história de Paula mostra a importância do pré-natal completo para gestantes. E destaca também a Rede de Atenção Materna e Infantil (Rami), anunciada oficialmente no dia 7 de junho.

“A Rami visa garantir a integralidade do cuidado principalmente para aquelas mulheres gestantes que foram identificadas com risco gestacional na Atenção Primária à Saúde, tanto risco para ela quanto para o seu bebê. A mulher pode acessar o acompanhamento em qualquer momento, até mesmo na dúvida da gestação. Ela deve procurar a sua Unidade Básica de Saúde mais próxima e solicitar a consulta ou até mesmo o teste rápido de gravidez para a confirmação”, explica Lana.

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30/06/2022 14:54h

O Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento para as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos.

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Temido por muitas mulheres, o câncer de mama pode ser prevenido e tratado com altas chances de sucesso quando detectado precocemente. O SUS oferece assistência integral, incluindo ações de prevenção, o exame clínico das mamas, a mamografia de rastreamento e exames de investigação diagnóstica, assim como o tratamento e reabilitação.

No Amazonas, já foram realizadas 5,3 mil mamografias nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de janeiro a abril de2022. Destes exames, mais de 880 apresentaram risco elevado e as mulheres terão de fazer exames complementares.

De acordo com dados do Sistema Nacional de Câncer (SISCAN), nos primeiros quatro  meses de 2022, foram mais de 977 mil l exames realizados em todo o país. Para as mulheres diagnosticadas com câncer de mama, o SUS dispõe de 317 unidades e centros de assistência habilitados no tratamento oncológico.

Entre 2020 e 2021, o Ministério da Saúde investiu mais de R$ 196,7 milhões em 4,5 milhões de exames de mamografia para rastreamento e diagnóstico da doença e aplicou mais de R$ 5,7 milhões em 6,5 mil reconstruções mamárias e destinou mais de R$ 10,5 milhões em 25,1 mil cirurgias para o tratamento de câncer de mama.

Segundo o Sistema de Informações de Câncer (SISCAN), em 2020, o SUS realizou cerca de 1,8 milhão de mamografias no país. Em 2021, este número saltou para   mais de 2,6 milhões, um aumento de 44,44%.  

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima a incidência de 66 mil novos casos de câncer de mama para o ano de 2022 no Brasil. Por isso é muito importante que as mulheres mantenham o acompanhamento integral na Atenção Primária à Saúde e realizem o exame de rastreamento na periodicidade adequada, além de adotarem a estratégia de conscientização, estando mais atentas ao conhecimento do seu corpo, como os aspectos normais das mamas e reconhecimento de alterações suspeitas, para que possam procurar um serviço de saúde o mais cedo possível.  Como outros tipos de câncer, a detecção precoce é fundamental para um tratamento de sucesso.

O exame clínico, o rastreamento por meio da mamografia e a identificação dos sinais e sintomas suspeitos são parte das estratégias para detecção precoce do câncer de mama. A cada dois anos, mulheres entre 50 e 69 anos devem realizar o exame de mamografia das mamas, como afirma o mastologista e diretor-presidente da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon), Gerson Mourão. Mulheres consideradas de alto risco devem ter avaliação e conduta individualizadas.

“O câncer de mama leva de seis a 10 anos para atingir o tamanho de um centímetro, o que equivale a uma bolinha de gude. Mas a partir dali, ele cresce rapidamente. Existem casos onde as pacientes chegam aqui com o câncer avançado, correndo o risco de perder as mamas ou falecer. Por isso é importante as mulheres fazerem os exames clínicos com a mamografia”, orienta o mastologista.

Atenção integral
Principal porta de entrada do SUS, a Atenção Primária à Saúde promove ações de saúde individuais, familiares e coletivas para prevenir e detectar precocemente o câncer de mama.  A mamografia é solicitada durante a consulta com o profissional de saúde na Unidade Básica de Saúde, devendo ser acompanhada do exame clínico das mamas.

“Além de se fazer a solicitação da mamografia de rastreamento como o método de detecção precoce do câncer de mama, também se trabalha a questão de sinais e sintomas do câncer de mama junto às mulheres e formas de prevenção primária, como o estímulo a prática de atividade física, a manutenção de um peso saudável, alimentação adequada e saudável também rica em alimentos in natura, pobre em ultraprocessados”, ressalta a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo, Patricia Izetti.

A professora de educação física aposentada Joana Mazzolo, de 66 anos, detectou de forma precoce um tumor em suas mamas. Moradora de Manaus (AM), ela já tinha o hábito de autoexaminar as mamas, mas só conseguiu diagnosticar o câncer aos 40 anos, após um exame de mamografia. Por ter iniciado o tratamento a tempo, Joana não desenvolveu complicações mais graves.

“Descobri o câncer de mama em 1995, aos 40 anos, e não foi fácil. O mundo veio à tona, eu não fiquei em mim. Eu fui tratada pelo SUS, já recebi minha alta, mas continuo utilizando o SUS, que é um dos melhores e o maior programa de saúde que nós temos no nosso país. Não desistam jamais. Há sempre uma luz no fim do túnel e o diagnóstico precoce tem cura”, alerta Joana.

Os centros oncológicos integram a rede SUS e oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento do câncer de mama.  Confira a listagem de hospitais credenciados no site do Inca, encontre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência ou procure a secretaria de saúde do seu estado para mais informações.

CÂNCER DE MAMA: Sinais e sintomas (Fonte: Inca)

● Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher;

● Pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja;

● Alterações no mamilo (bico do seio);

● Nódulos aumentados nas axilas;

● Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

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30/06/2022 13:21h

O Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento para as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos.

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Pesadelo de muitas mulheres, o câncer de mama pode ser detectado precocemente com o autoexame e exames clínicos periódicos.  No estado do Acre, já foram realizadas  4 mil mamografias nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de janeiro a abril de 2022. Destes exames, 169 apresentaram risco elevado e as mulheres terão de fazer exames complementares.

Em âmbito nacional, de janeiro a abril de 2022, foram realizados 977 mil exames de mamografia. Para as mulheres diagnosticadas com câncer de mama, o SUS dispõe de 317 unidades e centros de assistência habilitados para tratamento oncológico.

Entre 2020 e 2021, o Ministério da Saúde investiu mais de R$ 196,7 milhões em 4,5 milhões de exames de mamografia para  rastreamento e diagnóstico da doença e aplicou mais de R$5,7 milhões em 6,5 mil reconstruções mamárias e destinou mais de R$ 10,5 milhões em 25,1 mil cirurgias para o tratamento de câncer de mama.

Segundo o Sistema de Informações de Câncer (SISCAN), em 2020, o SUS realizou cerca de 1,8 milhão de mamografias no país. Em 2021, este número saltou para   mais de 2,6 milhões, um aumento de 44,44%. 

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 66 mil novos casos de câncer de mama para o ano de 2022 no Brasil. Por isso é muito importante que as mulheres mantenham o acompanhamento integral na Atenção Primária à Saúde e realizem  o exame de rastreamento na periodicidade adequada, além de adotarem a estratégia de conscientização, estando mais atentas ao conhecimento do seu corpo, como os aspectos normais das mamas e reconhecimento de alterações suspeitas, para que possam  procurar um serviço de saúde o mais cedo possível.. Como outros tipos de câncer, a detecção precoce é fundamental para um tratamento de sucesso.

O exame clínico, o rastreamento por meio da mamografia e a identificação dos sinais e sintomas suspeitos são parte das estratégias para detecção precoce do câncer de mama. A mamografia é ofertada de forma gratuita pelo SUS, sendo recomendada como exame de rastreamento para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. Mulheres consideradas de alto risco devem ter avaliação e conduta individualizadas. 
“O câncer de mama leva de seis a 10 anos para atingir o tamanho de um centímetro, o que equivale a uma bolinha de gude. Mas a partir dali, ele cresce rapidamente. Existem casos onde as pacientes chegam aqui com o câncer avançado, correndo o risco de perder as mamas ou falecer. Por isso é importante as mulheres fazerem os exames clínicos com a mamografia”, orienta o mastologista e diretor-presidente da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCecon), Gerson Mourão.

Atenção integral

Principal porta de entrada do SUS, a Atenção Primária à Saúde promove ações de saúde individuais, familiares e coletivas para prevenir e detectar precocemente o câncer de mama. A mamografia é solicitada durante a consulta com o profissional de saúde na Unidade Básica de Saúde, devendo ser acompanhada do exame clínico das mamas. 

Além de se fazer a solicitação da mamografia de rastreamento como o método de detecção precoce do câncer de mama, também se trabalha a questão de sinais e sintomas do câncer de mama junto às mulheres e também formas de prevenção primária, como o estímulo a prática de atividade física, a manutenção de um peso saudável, alimentação adequada e saudável também rica em alimentos in natura, pobre em ultraprocessados”, ressalta a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo, Patrícia Izetti.

Os centros oncológicos integram a rede SUS e oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento do câncer de mama..  Confira a listagem de hospitais credenciados no site do Inca, encontre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência ou procure a secretaria de saúde do seu estado para mais informações.

CÂNCER DE MAMA: Sinais e sintomas (Fonte: Inca)

●    Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher;
●    Pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja;
●    Alterações no mamilo (bico do peito);
●   Nódulos aumentados nas axilas ;
●    Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), pelos telefones (68) 3215-2670 e 3215-2619.
 

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30/06/2022 13:09h

Equipes multiprofissionais atuam na redução de partos prematuros, de complicações por hipertensão arterial, transmissão vertical de patologias como o HIV, sífilis e as hepatites

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Toda a mulher grávida ou que queira engravidar pode procurar uma Unidade Básica de Saúde do SUS para receber as orientações necessárias. Por lá, equipes multidisciplinares acompanham as mulheres do pré-natal ao puerpério, encaminhamentos e exames como hemograma completo, grupo sanguíneo e fator Rh, sorologia para sífilis, anti-HIV, toxoplasmose, IgG e IgM, hepatite B, teste oral de tolerância à glicose e ultrassonografia obstétrica.


Isabella Damascena, enfermeira da rede pública de saúde do Distrito Federal, enfatiza que é necessário buscar o pré-natal assim que a gravidez seja confirmada. “Algumas mulheres tem dúvida: ‘ah, preciso esperar algum período para dar entrada?'. Não. Assim que você descobre a gestação, já precisa dar início ao seu pré-natal. De início, já é preciso fazer exames para rastrear possíveis patologias, doenças. E rastrear riscos, tanto para gestante quanto para o bebê”, explica a profissional.


A Tereza Klavidianos, de 25 anos, encontrou serviços de qualidade e uma equipe multiprofissional para atendê-la durante todo o pré-natal e até depois do parto. “Consulta com dentistas, grupos de gestantes… O SUS me acolheu para além do pré-natal, no pós-parto também. Era atendida por enfermeiras e médicas - todas muito atenciosas. ”


Para iniciar o pré-natal, é preciso a comprovação da gestação pelo exame de sangue Beta HCG, disponível em Unidades Básicas de Saúde (UBS), documento de identificação e comprovante de residência.


Caderneta da Gestante

O Ministério da Saúde, em conjunto com as Secretarias de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, elaborou a Caderneta da Gestante. O material conta com respostas para as principais dúvidas, exames, direitos da mulher grávida ou puérpera, dicas para uma gravidez saudável e orientações sobre o desenvolvimento do bebê. 

A Caderneta da Gestante é disponibilizada gratuitamente em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) e no site do Ministério da Saúde. Este instrumento é importante para a qualificação da atenção pré-natal à medida que os procedimentos e condutas clínicas são realizados e avaliados, sistemática e periodicamente, em todas as consultas, junto com possíveis diagnósticos, que são devidamente registrados no documento 
 

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30/06/2022 11:23h

Esse número é do primeiro quadrimestre do ano. Exame serve para a detecção precoce do câncer do colo do útero

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Nos primeiros quatro meses de 2022, 75 mil mulheres do estado do Maranhão realizaram a coleta de exame citopatológico em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Esses exames servem para a detecção precoce do câncer do colo do útero, uma doença silenciosa e tratável, se for diagnosticada logo no início.

Levar mais mulheres para realizar a detecção precoce do câncer do colo do útero é uma preocupação permanente do Ministério da Saúde. Projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca), aponta que cerca de 16,7 mil mulheres poderão ter câncer do colo do útero até o final de 2022. Nos serviços de Atenção Primária à Saúde do SUS, foram coletados cerca de 6 milhões de exames preventivos - também conhecidos como papanicolau - no ano passado. 

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente existem mais de 42 mil Unidades Básicas de Saúde com cerca de 1.229 equipes de Atenção Primária atuando em todo o SUS onde as mulheres podem fazer o papanicolau e outros exames. Além disso, há mais de 317 hospitais e centros de assistência habilitados para o tratamento do câncer, que integram a rede SUS. 

“É importante lembrarmos que muitas vezes, o câncer do colo do útero não apresenta sintomas em estádios iniciais. Sangramentos, dores, normalmente esses sintomas vão aparecer quando o tumor já está num estádio mais avançado. O exame preventivo, é a melhor forma de se conseguir detectar essas lesões em estágios iniciais e até mesmo quando ainda não são cânceres", destaca a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo do Ministério da Saúde, Patrícia Izetti.

A coleta de material citopatológico do colo do útero (também conhecido como Papanicolau)  é a principal forma de rastreamento e detecção precoce desse tipo de câncer e é indicado para mulheres de 25 a 64 anos a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais.

QUADRO: De olho no resultado dos exames (Fonte: MS)

  • Negativo para câncer: se esse for o primeiro resultado negativo, a mulher deverá fazer novamente o exame preventivo daqui um ano. Se já tem um resultado negativo do ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;
  • Lesão de baixo grau: deverá repetir o exame após seis meses;
  • Lesão de alto grau: o profissional de saúde irá lhe orientar sobre como proceder. Pode ser necessária a realização de exames complementares, como a colposcopia;
  • Amostra insatisfatória: o exame deverá ser repetido, pois o material pode ter sido insuficiente para gerar um resultado adequado.

Para realizar a coleta de material para o exame citopatológico do colo do útero pelo SUS, a mulher deve ir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e agendar a consulta com os profissionais de saúde, que vão avaliar histórico e sintomas. A coleta do material, realizada por um profissional de saúde capacitado, provoca uma pequena descamação da superfície externa e interna do colo do útero com uma espátula e uma escovinha. As amostras coletadas são colocadas numa lâmina para serem analisadas em laboratório especializado em citopatologia.

Patrícia Izetti explica que, eventualmente, algumas instituições e hospitais de maior complexidade podem ofertar esse exame, mas em contextos muito específicos. “O exame citopatológico do colo do útero, também conhecido como exame preventivo ou Papanicolau, é ofertado nas Unidades Básicas de Saúde e a mulher deve procurar aquela UBS a qual ela está cadastrada e vinculada para que possa fazer o seu exame preventivo”, orienta.

Porta de entrada

A Atenção Primária à Saúde (APS) é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e o primeiro contato que a população tem quando procura atendimento ou uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Por meio da APS são promovidas ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, cuidados paliativos e vigilância em saúde. Esse serviço é realizado por uma equipe multiprofissional e dirigido à população em cada território definido, sobre os quais as equipes assumem responsabilidade sanitária.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão, pelo telefone (98) 3198-5500.

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30/06/2022 11:13h

O Ministério da Saúde recomenda a mamografia de rastreamento para as mulheres na faixa etária de 50 a 69 anos

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Temido por muitas mulheres, o câncer de mama pode ser prevenido e tratado com altas chances de sucesso quando detectado precocemente e tratado. O SUS oferece assistência integral, incluindo ações de prevenção, o exame clínico das mamas, a mamografia de rastreamento e exames de investigação diagnóstica, assim como o tratamento e reabilitação. O Ministério da Saúde recomenda a realização da mamografia de rastreamento para as mulheres na faixa etária entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. 
No estado do Rio Grande do Sul, já foram realizadas 76 mil mamografias nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de janeiro a abril de em 2022. Destas mamografias 14 mil apresentaram alteração indicando risco elevado para o desenvolvimento do câncer de mama, sendo necessário o encaminhamento para a Atenção Especializada e investigação  complementar. .

Em âmbito nacional, de janeiro a abril de 2022, foram realizados 977 mil exames de mamografia. Para as mulheres diagnosticadas com câncer de mama, o SUS dispõe de 317 unidades e centros de assistência habilitados para tratamento oncológico.

Entre 2020 e 2021, o Ministério da Saúde investiu mais de R$ 196,7 milhões em 4,5 milhões de exames de mamografia para  rastreamento e diagnóstico da doença e aplicou mais de R$5,7 milhões em 6,5 mil reconstruções mamárias e destinou mais de R$ 10,5 milhões em 25,1 mil cirurgias para o tratamento de câncer de mama.

Segundo o Sistema de Informações de Câncer (SISCAN), em 2020, o SUS realizou cerca de 1,8 milhão de mamografias no país. Em 2021, este número saltou para   mais de 2,6 milhões, um aumento de 44,44%. 

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 66 mil novos casos de câncer de mama para o ano de 2022 no Brasil. Por isso é muito importante que as mulheres mantenham o acompanhamento integral na Atenção Primária à Saúde e realizem  o exame de rastreamento na periodicidade adequada, além de adotarem a estratégia de conscientização, estando mais atentas ao conhecimento do seu corpo, como os aspectos normais das mamas e reconhecimento de alterações suspeitas, para que possam  procurar um serviço de saúde o mais cedo possível.. Como outros tipos de câncer, a detecção precoce é fundamental para um tratamento de sucesso.

O exame clínico, o rastreamento por meio da mamografia e a identificação dos sinais e sintomas suspeitos são parte das estratégias para detecção precoce do câncer de mama. A mamografia é ofertada de forma gratuita pelo SUS, sendo recomendada como exame de rastreamento para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. Mulheres consideradas de alto risco devem ter avaliação e conduta individualizadas. 


Atenção integral

Principal porta de entrada do SUS, a Atenção Primária à Saúde promove ações de saúde individuais, familiares e coletivas para prevenir e detectar precocemente o câncer de mama. A mamografia é solicitada durante a consulta com o profissional de saúde na Unidade Básica de Saúde, devendo ser acompanhada do exame clínico das mamas. 

Além de se fazer a solicitação da mamografia de rastreamento como o método de detecção precoce do câncer de mama, também se trabalha a questão de sinais e sintomas do câncer de mama junto às mulheres e também formas de prevenção primária, como o estímulo a prática de atividade física, a manutenção de um peso saudável, alimentação adequada e saudável também rica em alimentos in natura, pobre em ultraprocessados”, ressalta a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo, Patrícia Izetti.

Os centros oncológicos integram a rede SUS e oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento do câncer de mama..  Confira a listagem de hospitais credenciados no site do Inca, encontre a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência ou procure a secretaria de saúde do seu estado para mais informações.

CÂNCER DE MAMA: Sinais e sintomas (Fonte: Inca)

●    Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher;
●    Pele da mama avermelhada, retraída ou com aspecto de casca de laranja;
●    Alterações no mamilo (bico do peito);
●   Nódulos aumentados nas axilas ;
●    Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Ou entre em contato com a Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, pelo telefone (51) 3288-5800.
 

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30/06/2022 10:58h

Esse número é do primeiro quadrimestre do ano. Exame serve para a detecção precoce do câncer do colo do útero

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Nos primeiros quatro meses de 2022, 11 mil mulheres do  Distrito Federal realizaram a coleta de exame citopatológico em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Esses exames servem para a detecção precoce do câncer do colo do útero, uma doença silenciosa e tratável, se for diagnosticada logo no início.

Levar mais mulheres para realizar a detecção precoce do câncer do colo do útero é uma preocupação permanente do Ministério da Saúde. Projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca), aponta que cerca de 16,7 mil mulheres poderão ter câncer do colo do útero até o final de 2022. Nos serviços de Atenção Primária à Saúde do SUS, foram coletados cerca de 6 milhões de exames preventivos - também conhecidos como papanicolau - no ano passado.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, existem mais de 42 mil Unidades Básicas de Saúde com cerca de 1.229 equipes de Atenção Primária atuando em todo o SUS onde as mulheres podem fazer o  papanicolau e outros exames. Além disso, há mais de 317 hospitais e centros de assistência habilitados no tratamento do câncer, que integram a rede SUS.

“É importante lembrarmos que muitas vezes, o câncer do colo do útero não apresenta sintomas em estádios muito iniciais. Sangramentos, dores, normalmente esses sintomas vão aparecer quando o tumor já está num estágio mais avançado. O exame preventivo, é a melhor forma de se conseguir detectar essas lesões em estágios iniciais e até mesmo quando ainda não são cânceres", destaca a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo do Ministério da Saúde, Patrícia Izetti.

A coleta de material citopatológico do colo do útero (também conhecido como papanicolau)  é a principal forma de rastreamento e detecção precoce desse tipo de câncer e é indicado para mulheres de 25 a 64 anos a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais.

QUADRO: De olho no resultado dos exames (Fonte: MS)

  • Negativo para câncer: se esse for o primeiro resultado negativo, a mulher deverá fazer novamente o exame preventivo daqui um ano. Se já tem um resultado negativo do ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui a três anos;
  • Lesão de baixo grau: deverá repetir o exame após seis meses;
  • Lesão de alto grau: o profissional de saúde irá lhe orientarcomo proceder. Pode ser necessária a realização de exames complementares, como a colposcopia;
  • Amostra insatisfatória: o exame deverá ser repetido, pois o material pode ter sido insuficiente para gerar um resultado adequado. 

Para realizar a coleta de material para exame citopatológico do colo do útero pelo SUS, a mulher deve ir à uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e agendar a consulta com os profissionais de saúde, que vão avaliar histórico e sintomas. A coleta do material, realizada por um profissional de saúde capacitado, provoca uma pequena descamação da superfície externa e interna do colo de útero com uma espátula e uma escovinha. As amostras coletadas são colocadas numa lâmina para serem analisadas em laboratório especializado em citopatologia

Patrícia Izetti explica que, eventualmente, algumas instituições e hospitais de maior complexidade podem ofertar esse exame, mas em contextos muito específicos. “O exame citopatológico do colo do útero, também conhecido como exame preventivo ou Papanicolau, é ofertado nas Unidades Básicas de Saúde e a mulher deve procurar aquela UBS a qual ela está cadastrada e vinculada para que possa fazer o seu exame preventivo”, orienta.

Porta de entrada

A Atenção Primária à Saúde (APS) é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e  É o primeiro contato que a população tem quando procura atendimento ou uma Unidade Básica Saúde (UBS).

Por meio da APS, as equipes de saúde promovem ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação,  cuidados paliativos e vigilância em saúde. Esse serviço é realizado por uma equipe multiprofissional e dirigido à população em cada território definido, sobre os quais as equipes assumem responsabilidade sanitária.

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude. Você pode entrar em contato com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal ou ligar no Disque Saúde, no número 160.

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30/06/2022 04:00h

Esse número é do primeiro quadrimestre do ano. Exame serve para a detecção precoce do câncer do colo do útero

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Nos primeiros quatro meses de 2022, 45 mil mulheres do estado de Mato Grosso, realizaram a coleta de exame citopatológico em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Esses exames servem para a detecção precoce do câncer de colo de útero, uma doença silenciosa e tratável, se for diagnosticada logo no início.

A coordenadora da área de Ações Programáticas e Estratégicas da Secretaria de Estado de Saúde do Mato Grosso, Siriana Maria Silva, reforça a importância do serviço de detecção oferecido pelo estado. “Essas agendas garantidas nas Unidades para consultas para fazer a prevenção trouxeram toda uma diferença para esse mundo feminino”, disse.

Levar mais mulheres para realizar a detecção precoce do câncer de colo de útero é uma preocupação permanente do Ministério da Saúde. Projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca) aponta que cerca de 16,7 mil mulheres poderão ter câncer de colo de útero até o final de 2022. Nos serviços de Atenção Primária à Saúde do SUS, de acordo com os dados do ministério, foram coletados cerca de 6 milhões de exames preventivos - também conhecidos como exame citopatológico - no ano passado. 

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Segundo o MS, atualmente existem mais de 42 mil Unidades Básicas de Saúde com cerca de 1.229 equipes de Atenção Primária atuando em todo o SUS onde as mulheres podem fazer o  papanicolau e outros exames. Além disso, há mais de 317 hospitais e centros de assistência habilitados para o tratamento do câncer, que integram a rede SUS. 

“É importante lembrarmos que, muitas vezes, o câncer de colo de útero não apresenta sintomas em estágios muito iniciais. Sangramentos, dores, normalmente esses sintomas vão aparecer quando o tumor já está num estádio mais avançado. O exame preventivo é a melhor forma de se conseguir detectar essas lesões em estágios iniciais e até mesmo quando ainda não são cânceres", destaca a coordenadora-geral de Prevenção de Doenças Crônicas e Controle do Tabagismo do Ministério da Saúde, Patricia Izetti.

A coleta de material citopatológico do colo de útero (também conhecido como papanicolau) é a principal forma de rastreamento e detecção precoce desse tipo de câncer e é indicado para mulheres de 25 a 64 anos a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos normais.

QUADRO: De olho no resultado dos exames

  • Negativo para câncer: se esse for o primeiro resultado negativo, a mulher deverá fazer novamente o exame preventivo daqui um ano. Se já tem um resultado negativo do ano anterior, deverá fazer o próximo exame preventivo daqui três anos;
  • Lesão de baixo grau: deverá repetir o exame após seis meses;
  • Lesão de alto grau: o profissional de saúde irá lhe orientar sobre como proceder. Pode ser necessária a realização de exames complementares, como a colposcopia;
  • Amostra insatisfatória: o exame deverá ser repetido, pois o material pode ter sido insuficiente para gerar um resultado adequado.

Para realizar a coleta de material para o exame citopatológico do colo do útero pelo SUS, a mulher deve ir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e agendar a consulta com os profissionais de saúde, que vão avaliar histórico e sintomas. A coleta do material, realizada por um profissional de saúde capacitado, provoca uma pequena descamação da superfície externa e interna do colo de útero com uma espátula e uma escovinha. As amostras coletadas são colocadas numa lâmina para serem analisadas em laboratório especializado em citopatologia.

Patrícia Izetti explica que, eventualmente, algumas instituições e hospitais de maior complexidade podem ofertar esse exame, mas em contextos muito específicos. “O exame citopatológico de colo de útero, também conhecido como exame preventivo ou Papanicolau, é ofertado nas Unidades Básicas de Saúde e a mulher deve procurar aquela UBS à qual ela está cadastrada e vinculada para que possa fazer o seu exame preventivo”, orienta.

Porta de entrada

A Atenção Primária à Saúde (APS) é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e o primeiro contato que a população tem quando procura atendimento ou uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Por meio da APS, as equipes de saúde promovem ações de saúde individuais, familiares e coletivas que envolvem promoção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, cuidados paliativos e vigilância em saúde. Esse serviço é realizado por uma equipe multiprofissional e dirigido à população em cada território definido, sobre os quais as equipes assumem responsabilidade sanitária.
 

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30/06/2022 03:36h

A gestante deve buscar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), levando um documento de identificação e comprovante de residência.

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O SUS oferece o serviço de pré-natal às gestantes de todo o País. E para iniciar o acompanhamento, após a confirmação da gravidez, a mulher deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) com um exame beta HCG positivo, também disponível em UBS e hospitais da rede pública. A gestante também deverá levar um documento de identificação e comprovante de residência.

O pré-natal, além de assegurar um acompanhamento saudável para a gestante e seu bebê, faz um rastreamento de riscos à saúde. Enfermeira da rede pública de saúde do Distrito Federal, Isabella Damascena explica que na primeira consulta, a gestante já recebe sua Caderneta da Gestante, com orientações e registros, e faz testes rápidos como de HIV e sífilis. A gestante faz ainda exames de sangue e de urina. Essa triagem indicará se a gestação é de baixo ou alto risco.

“E o SUS oferta esses dois acompanhamentos tanto de alto risco, tanto de baixo risco. Tanto que na nossa rede tem os hospitais referências. O hospital de referência para gestações de baixo risco e os hospitais de referência para gestações de alto risco”, explica a enfermeira obstetra.

A moradora da Cidade Ocidental (GO), Paula Maiara, de 19 anos, teve fácil acesso ao pré-natal, mas uma alteração em um de seus exames a classificou como uma grávida de alto risco. “Fiz o meu primeiro pré-natal, os exames - tudo certinho. Alguns dos exames deram alterações. Então, já me classificaram como gravidez de alto risco. Me encaminharam para Luziânia (GO). Agora, estou fazendo pré-natal lá, em Luziânia”, conta.

Isabella Damascena explica que o local do pré-natal, o de moradia, ou mesmo a classificação de risco é determinante para onde o parto acontecerá.

“Às vezes, a paciente é moradora do Gama (DF), por exemplo. Então, o hospital dela tecnicamente seria de referência ao Hospital do Gama. Porém, se ela tiver uma gestação de alto risco, o hospital dela de referência vai ser o Hospital da Santa Maria (DF)”, explica.

Segundo gestores de saúde, a assistência do pré-natal bem estruturada pode promover a redução dos partos prematuros e de cesáreas desnecessárias, além de contribuir diretamente para a diminuição da mortalidade materna. O ambulatório de alto risco, que será estruturado pela Rede de Atenção Materna e Infantil garante um cuidado de qualidade e humanizado às gestantes de alto risco no SUS. 

Para mais informações, acesse o site do Ministério da Saúde: gov.br/saude.

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