Saúde mental

15/10/2021 17:50h

O podcast Giro Brasil 61 faz uma seleção dos principais fatos e acontecimentos noticiados pelo Brasil61.com durante a semana

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No episódio desta semana (15), o podcast Giro Brasil 61 começa falando sobre a luta, dedicação e superação dos professores durante a pandemia da Covid-19, e o impacto do Novo Ensino Médio. Além disso, a pandemia também pode ter causado impactos duradouros na saúde mental de crianças e adolescentes em todo o mundo, segundo a Unicef. Ainda na saúde, virou lei a MP que autoriza compra de produtos e insumos para combate a Covid-19, sem licitações. Na área da tecnologia, o 5G promete ser eficaz em diversos pontos, inclusive no Agronegócio.

Quer saber mais? Aperte o play e confira!

Agronegócio está otimista com tecnologia 5G

Leilão do 5G será no dia 4 de novembro

Pandemia pode prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes por longos anos

Lei garante a dispensa de licitação para compra de insumos contra covid-19

Pandemia impõe tarefas extras e professores se superam para garantir qualidade de ensino nas escolas

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12/10/2021 11:00h

Segundo relatório do Unicef, mais de uma em cada sete crianças possui algum transtorno mental agravado pela pandemia da Covid-19

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A pandemia de Covid-19 pode causar impactos duradouros na saúde mental de crianças e adolescentes em todo o mundo. Segundo o relatório Situação Mundial da Infância 2021 do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), mais de uma em cada sete crianças, com idade entre 10 e 19 anos, possui algum transtorno psicológico agravado pelo contexto da Covid-19. 

A pesquisa foi feita com crianças e adultos de 21 países, entre eles o Brasil, no primeiro semestre deste ano.

“No mundo inteiro, milhões de crianças e adolescentes são afetados por questões relacionadas à ansiedade, depressão, hiperatividade, tristeza e luto, em função de todo esse contexto que estamos vivendo”, afirma Mario Volpi, chefe do programa de Cidadania de Adolescentes do Unicef no Brasil.

Ensino à distância

A adolescente Ana (nome fictício para não ser identificada) de 17 anos está há quase 19 meses em ensino remoto. Ela conta como a pandemia prejudicou sua saúde mental.

“Desde que a quarentena começou, eu basicamente não saio de casa. Minha vida escolar e social está quase toda na internet. Isso me faz muito mal, porque eu fico o dia todo conectada, em casa, sem fazer exercício físico e sozinha. E com todas essas notícias de vítimas de Covid-19, a gente acaba ficando paranoico com a situação”, descreve a jovem, que atualmente faz tratamento com psicólogo e psiquiatra.

Karolina Peres de Oliveira é mãe de duas crianças (4 e 7 anos), estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Ela descreve as mudanças no comportamento dos filhos durante a pandemia.

“Eles ficaram mais irritados facilmente. Meu filho teve dificuldade de interagir socialmente e minha filha teve ansiedade. Assim que começaram as aulas presenciais, eles melhoraram bastante. Meu menino está voltando a ter prazer em conversar com as pessoas. E minha menina melhorou da ansiedade.”

A psicóloga Cleuza Barbieri, especialista em desenvolvimento infantil e adolescente, explica que a ruptura da rotina durante a pandemia aconteceu em um contexto ameaçador para os pequenos, diferentemente de uma mudança positiva, quando a criança sai de férias da escola, por exemplo.

“Nesse caso da pandemia, a ruptura foi muito ameaçadora. As crianças percebem as emoções dos adultos muito facilmente. E quando os pais estão ansiosos e preocupados, isso agrava ainda mais a saúde mental das crianças, jovens e adolescentes.”

De acordo com a psicóloga, os transtornos mais visíveis durante a pandemia foram ansiedade, entre as crianças menores, e depressão, entre os adolescentes e jovens adultos. Todo esse contexto também gerou impactos na qualidade do sono, na alimentação, no humor e até mesmo em sintomas físicos, como dores de cabeça, no estômago e no corpo, em geral.

Impactos a longo prazo

O Unicef ressalta que os transtornos mentais infantis podem prejudicar significativamente a saúde, a educação, as conquistas e, até mesmo, a capacidade financeira dos jovens no futuro. Segundo análise da London School of Economics, incluída no relatório, os transtornos mentais que levam à incapacidade ou à morte de jovens podem causar uma redução de quase U$ 390 bilhões por ano em contribuições para as economias.

“Os jovens são muito resilientes. Como uma criança, que não dorme direito, que está em ameaça ou que está em angústia, consegue se concentrar para aprender? Se esse conflito e ansiedade forem tratados, a consequência não é tão grave; elas podem ter um futuro brilhante”, recomenda a psicóloga Cleuza Barbieri.

A especialista também destaca que o uso em excesso de tecnologias (celulares, tablets, videogames) sobrecarrega o sistema neuronal e prejudica o desenvolvimento das crianças.

Para evitar esse quadro, a mãe Karolina incentiva as atividades recreativas para seus  filhos de 4 e 7 anos. “Eu busco trabalhar o lado artístico deles em casa, com quadros, tintas, papéis para desenhar, leitura e sem uso de aparelhos eletrônicos”.

Estudos mostram que a pandemia aumentou o número de pessoas precisando de atendimento psicológico

Especialistas ressaltam atenção à saúde emocional dos alunos no retorno às aulas

Novo atendimento psiquiátrico por telefone pelo SUS começa até o final do ano

O relatório do Unicef aponta que o Brasil está em oitavo lugar, entre os países pesquisados, com 22% dos adolescentes sofrendo de algum transtorno mental, atrás de Camarões (32%), Mali (31%), Indonésia (29%), Zimbábue (27%), França (24%), Alemanha (24%) e Estados Unidos (24%).

“Essa situação demanda, por parte do Estado e dos governos, uma atenção especializada para escutar essas crianças e para dar um espaço de acolhimento, para que elas possam se expressar e entender seus sentimentos. [É preciso] abordar esse tema da saúde mental sem preconceito e ter um aconselhamento para enfrentar esses momentos complexos que estamos vivendo”, aconselha Mario Volpi, porta-voz do Unicef.

No Atlas da Saúde Mental, publicado recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que os governos investem cerca de 2% do orçamento de saúde na área de saúde mental. 

“Todos os postos de saúde deveriam ter plantões de psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, que pudessem acolher as pessoas sem que elas adoecessem. Se isso fosse feito, economizaríamos muito dinheiro nas internações e doenças mais graves”, avalia a psicóloga Cleuza Barbieri.

No Brasil, o Ministério da Saúde disponibilizou mais de R$ 99,2 milhões para serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), para ações de combate à pandemia. Outros R$ 650 milhões foram repassados para a aquisição de medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica utilizados no âmbito da saúde mental, em virtude dos impactos ocasionados pela Covid-19.

Pode falar 

Para ajudar os jovens a se expressarem e entenderem seus sentimentos, especialmente durante a pandemia, o Unicef lançou o portal podefalar.org.br. O canal foi criado, em parceria com diversas organizações da sociedade civil e empresas especializadas, para atender de forma gratuita e anônima jovens de 13 a 24 anos.

Além disso, qualquer pessoa, que precise de apoio emocional e de prevenção ao suicídio, pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo telefone 188 ou pelo site cvv.org.br. Os canais estão disponíveis gratuitamente e com total sigilo, 24 horas todos os dias.

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29/09/2021 12:30h

Iniciativa é do Ministério da Saúde para o Setembro Amarelo, campanha brasileira de prevenção ao suicídio

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Para marcar o Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio, o Ministério da Saúde anunciou que planeja implantar uma linha de teleapoio emocional àqueles que necessitam do Serviço Único de Saúde (SUS). Segundo Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, as pessoas com doenças mentais precisam de atendimento técnico especializado e humanizado.

“Até o final do ano nós estaremos entregando a linha 196. É o primeiro suporte de atendimento aos doentes mentais do Brasil. Estamos há um ano construindo essa linha, buscando apoio, expertise, para que o Brasil tenha o melhor serviço de atendimento telefônico de saúde mental do mundo”, disse.

Também em virtude do Setembro Amarelo, o ministério começou uma capacitação dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de todo o Brasil no aprimoramento de acolhimento a pacientes em sofrimento psíquico. O “Curso de Formação de Multiplicadores em Urgências e Emergências em Saúde Mental” já foi iniciado através da plataforma online UniverSUS, separado em três turmas com 108 profissionais ao todo.

Para fortalecer a prática de condutas humanizadas e terapêuticas no âmbito da saúde mental, médicos e enfermeiros do SAMU de todas as capitais brasileiras poderão aprender sobre a assistência mais adequada a pacientes com quadros como ansiedade, depressão, violência autoprovocada e ideação suicida.

A capacitação é ministrada por profissionais especialistas, com aulas teóricas e práticas. Na metodologia, estão incluídas simulações realísticas, que vão desde o atendimento da chamada realizada pelo paciente ou familiar até o devido encaminhamento às unidades de saúde.

Atendimento humanizado em saúde mental

De técnico de enfermagem para enfermeiro, Pedro Palácios faz parte do SAMU de Senador Canedo, em Goiás, desde 2009. Ele destaca a importância da atenção do profissional com o paciente na hora do atendimento:

“Essa capacitação é de extrema importância para enfrentarmos o mal psiquiátrico. Durante os plantões, nós vemos muitos casos que não têm um desfecho legal, mas às vezes os próprios pacientes nos dão alarmes que podem passar despercebidos durante o atendimento clínico, por isso é importante nós sermos treinados para perceber esses detalhes.”

O enfermeiro diz, ainda, que são programas como esse que ajudam na humanização do serviço: “Temos que lembrar que esses pacientes estão ali por uma série de fatores, como o não acompanhamento, abandono do tratamento, falta de medicação, o meio em que se vive. Então, é uma questão de se colocar no lugar do outro mesmo.”

Marcela (nome fictício, personagem preferiu não se identificar) é uma jovem de 22 anos com quadro depressivo e ansioso. Ela conta que já passou por uma crise em que os pais precisaram recorrer ao SAMU: “A minha pressão estava muito baixa e eu desmaiava muito. Minha mãe ligou para o SAMU, que informou que estava sem ambulâncias no local onde eu moro, mas o atendente a auxiliou sobre o que fazer e me levar para o hospital. No fim, deu certo.”

Depressão

Marcela diz que sabia de sua depressão até mesmo antes do diagnóstico em 2014, aos 15 anos. Ela praticava automutilação. Hoje, a jovem afirma ter mais consciência de suas ações e consequências, mas para isso precisa de seus medicamentos.

“Eu tomo remédio há 6 anos e eu tenho plena certeza que sou dependente química, pois sem os remédios eu fui muito mal, tenho crises intensas. Hoje eu tenho uma vida mais calma, então, eu acredito que seja uma dependência em um bom sentido”, conta.

A jovem conta que, depois do início da pandemia, passou a ter pensamentos suicidas. “Com todo esse cenário, eu passei muito tempo com pensamentos de ‘se eu pegar esse vírus, eu vou morrer, então por que não morrer logo agora e acabar com a espera? É uma pessoa a menos para colapsar o SUS.’"

A depressão é um transtorno mental comum que atinge pessoas por todo o mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 300 milhões de pessoas sofram de quadro depressivo. Sem tratamento, o transtorno pode afetar a vida cotidiana e causar disfunção no trabalho, escola, relacionamentos e, na pior das hipóteses, levar ao suicídio.

Ainda segundo a OMS, menos de 10% das pessoas com sintomas depressivos recebem o tratamento indicado. Cerca de 800 mil pessoas no mundo morrem por suicídio todos os anos, sendo a terceira principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos.

Tratamento

A psicóloga Amanda Oliveira destaca que, para o tratamento correto, é preciso avaliar o grau da depressão: “Dependendo do nível, o cérebro sofre modificações quimicamente. Então, consequentemente se faz necessário o uso de medicamentos prescritos por um psiquiatra.”

Entre as técnicas utilizadas pela psicologia com estes pacientes está a psicoeducação. Nela, o profissional assume o papel de orientar, trabalhar as crenças, a visão do paciente de si mesmo, do mundo e do outro. Porém, mesmo sendo feito este acompanhamento psicológico, é importante que a pessoa tenha uma rede de apoio dentro de casa, principalmente aqueles com tendência de automutilação ou suicida. 

“Essas práticas vêm do querer reduzir ou eliminar a dor emocional, ou seja, a pessoa causa dor física para poder mudar o foco da dor emocional. Então, ter rede de apoio e permanecer em terapia é muito importante. E não levar os sinais como ‘frescura’, porque as pessoas realmente dão sinais antes de cometer qualquer tipo de ato.”

Segundo a psicóloga, por mais que a discussão sobre saúde mental esteja crescendo no Brasil, ainda é necessário lutar contra muitos tabus presentes na sociedade: “Muitos acham que terapia é só para ‘doidos’, como eles dizem”, conta a profissional. Outro problema seria a disponibilidade do acompanhamento para as classes mais baixas.

“Tratar desse assunto, ampliar essa temática e disponibilizar para todas as classes seria primordial para que a gente tenha uma sociedade mais saudável e as próximas gerações também”, destaca.

Linha de apoio

O Centro de Valorização da Vida (CVV) realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo de forma voluntária e gratuita todas as pessoas que querem conversar por telefone, e-mail ou chat on-line. Disque 188 ou acesse www.cvv.org.br e procure ajuda.

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22/09/2021 16:00h

Nesta edição, Érica Ferraz fala sobre a importância de sermos empáticos com as outras pessoas

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Na semana passada abordamos a importância da comunicação em auxiliar pessoas em depressão ou com forte ansiedade. Aproveitamos este tema porque estamos no Setembro Amarelo, mês conhecido desta forma desde 2015, para chamarmos a atenção da importância de se prevenir o suicídio. 

Muitas vezes as pessoas se escondem porque tem medo de serem julgadas e quando percebemos isso pode ser muito tarde. Aí é que entra a importância da comunicação positiva. E dentro da comunicação positiva temos a empatia. 

Empatia é também se colocar no lugar do outro. Porém, para sermos empáticos  precisamos exercitar a nossa escuta e a nossa presença. E só conseguimos isso fazendo perguntas simples para checar se estamos entendendo o que o outro está sentido. Só assim, a outra pessoa consegue ver que estamos com ela.

Para exercitarmos a empatia precisamos deixar de lado os nossos conselhos, as nossas comparações, os nossos exemplos. Primeiro e mais importante é você ouvir, perguntar e deixar a outra pessoa se esvaziar da sua dor. Lembre-se que a forma como você fala e seu julgamento podem ferir e até piorar uma situação. Da mesma forma que a sua comunicação pode ser a diferença positiva. 

Vamos treinar ser empáticos?

EMISSORAS DE RÁDIO: Comunicador, disponibilizamos o áudio deste podcast para download. Utilize e diversifique sua programação! 

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15/09/2021 18:00h

Nesta edição, Érica Ferraz mostra como a comunicação positiva pode ajudar pessoas com depressão e ansiedade

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Desde de 2015, setembro ficou conhecido como Setembro Amarelo.

Mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos. Estima-se que no mundo acontece um suicídio a cada 40 segundos. Atualmente, o suicídio é a segunda causa principal de morte entre jovens com idades entre 15 e 29 anos. Todos os dias, pelo menos 35 brasileiros tiram suas próprias vidas, segundo dados de 2020 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Vocês já pararam para pensar que a comunicação positiva é uma ferramenta importante no auxílio de pessoas próximas que precisam de um acolhimento?

Na comunicação positiva, trabalhamos com observação (e não julgamento), com a identificação dos nossos - e dos outros - sentimentos e necessidade e aprendemos a fazer pedidos que podem ou não ser atendidos. Adaptar esta técnica para situações onde a outra pessoa está deprimida, ansiosa pode ser de grande valia. 

Vamos refletir sobre isso?

Nos próximos programas vamos ajudar vocês a prestarem atenção na sua comunicação - com você mesmo e com os outros.

EMISSORAS DE RÁDIO: Comunicador, disponibilizamos o áudio deste podcast para download. Utilize e diversifique sua programação! 

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20/07/2021 04:30h

O transtorno obsessivo compulsivo é um transtorno mental grave, que, quando não tratado, traz diversos prejuízos à qualidade de vida e pode se tornar incapacitante

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Você conhece alguém que tem várias manias, é perfeccionista e metódico? Será que essa pessoa tem Transtorno obsessivo compulsivo ou TOC? 

Muitas pessoas gostam de ter os documentos alinhados, os objetos em simetria, tem seus pequenos rituais diários na hora do banho ou para sair de casa. É o que as pessoas popularmente chamam de “manias”. 

Por outro lado, o transtorno obsessivo compulsivo é um transtorno mental grave, que, quando não tratado, traz diversos prejuízos à qualidade de vida e pode se tornar incapacitante. 

Descubra mais sobre os sintomas do TOC com a Psiquiatra Dra. Karina Calderoni.

O TOC tipicamente se caracteriza pela presença de obsessões e/ou compulsões. Obsessões são pensamentos repetitivos e indesejáveis que invadem a consciência contra a vontade da pessoa. 

Alguns exemplos de obsessões:

  • Medos de contaminação e a preocupação com germes e sujeira 
  • Preocupação com que as coisas estejam alinhadas e simétricas ou no lugar “certo” 
  • Dúvidas sobre a possibilidade de falhas e a necessidade de verificar várias vezes para ter certeza. Por exemplo: será que eu tranquei a porta, será que desliguei o gás, será que eu fechei a janela?

Compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais que a pessoa se sente obrigada a realizar ou sente que algo de terrível pode acontecer. 

Algumas compulsões:

  • Alinhar os objetos para que fiquem na posição “certa” de acordo com critérios
  • Repetições diversas: tocar, bater de leve, estalar os dedos, sentar e levantar um certo número de vezes 

Se você se identificou com os sintomas e acha que pode ter TOC, procure um médico psiquiatra. 

Para saber mais, assista ao vídeo de TOC do Canal Dr. Ajuda no Youtube.

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Dr. Ajuda
24/06/2021 13:00h

A síndrome do pânico é um transtorno em que acontece uma crise de ansiedade repentina e intensa, associada a sintomas físicos e uma forte sensação de medo ou desespero, mesmo que a pessoa esteja diante de nenhum perigo ou ameaça

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O que é a síndrome do pânico? A síndrome do pânico é um transtorno em que acontece uma crise de ansiedade repentina e intensa, associada a sintomas físicos e uma forte sensação de medo ou desespero, mesmo que a pessoa esteja diante de nenhum perigo ou ameaça. Quando essas crises são frequentes e sem um fator desencadeante, estamos diante de uma síndrome ou transtorno do pânico. 

Descubra no podcast Dr. Ajuda como lidar com a síndrome do pânico. A psiquiatra Karina Calderoni dá mais detalhes sobre este transtorno. 

Quais os sintomas da síndrome do pânico?

  • Aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração;
  • Falta de ar;
  • Pressão ou dor no peito;
  • Palidez;
  • Suor frio;
  • Tontura;
  • Náusea;
  • Pernas bambas;
  • Formigamento;
  • Tremores;
  • Calafrios ou ondas de calor;
  • Sensação de estar “fora do corpo”;
  • Medo de morrer ou de “perder o controle”;
  • Desmaio ou vômito no pico da crise.

Caso apresente algum sintoma, é importante que você procure um médico psiquiatra. Para saber mais, assista ao vídeo sobre síndrome do pânico no canal do Dr. Ajuda no Youtube.

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Dr. Ajuda
22/06/2021 12:00h

A ansiedade é comum em todos nós. Diante de algumas situações sentimos graus maiores ou menores, mas apesar de ser normal em alguns casos ela pode se tornar um problema

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Você tem ansiedade? A ansiedade é comum em todos nós. Diante de algumas situações sentimos graus maiores ou menores, mas apesar de ser normal em alguns casos ela pode se tornar um problema. 

Descubra com o Dr. Ajuda se o que está sentindo pode estar relacionado a sintomas de ansiedade. A psiquiatra Karina Calderoni dá mais detalhes sobre esta doença. 

Quais os sintomas físicos?

  • Taquicardia
  • Suor nas mãos 
  • Tremores

Quais os sintomas psíquicos?

  • Medo
  • Confusão mental
  • Desorientação

O que fazer para lidar com a ansiedade?

  • Meditação
  • Coloque o problema sob perspectiva 
  • Separe o problema em etapas
  • Ouça música
  • Abandone o carro
  • Faça atividade física

Caso apresente algum desses sintomas, é importante que você procure um médico psiquiatra. Para saber mais, assista aos vídeos no canal do Dr. Ajuda sobre sintomas e tipos de transtorno de ansiedade.

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Dr. Ajuda
17/06/2021 04:00h

Depressão é diferente de tristeza, é uma doença, um transtorno mental. Você deve suspeitar de depressão quando a tristeza não melhora e permanece presente na maior parte do seu tempo ou quando a tristeza é desproporcional ao fato ou à situação que você esta vivendo

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Você tem depressão? Depressão é diferente de tristeza, é uma doença, um transtorno mental. Você deve suspeitar de depressão quando a tristeza não melhora e permanece presente na maior parte do seu tempo ou a quando a tristeza é desproporcional ao fato ou à situação que você esta vivendo.
Descubra no podcast Dr. Ajuda se o que está sentindo pode estar relacionado a sintomas de depressão. O psiquiatra Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre esta doença. 

Quais os principais sintomas da depressão?

  • Falta de ânimo e prazer
  • Ganho ou perda de peso
  • Alteração do sono como insônia ou sono excessivo
  • Dificuldade de concentração
  • Cansaço
  • Diminuição do desejo sexual
  • Sentimento de culpa, pessimismo ou de desvalorização

E quais são os sinais de alerta para risco de suicídio?

  • Uso de drogas e álcool
  • Pensamentos de morte
  • Nesses casos, procure um médico o quanto antes. Não subestime esse problema!

Caso apresente algum desses sintomas, é importante que você procure um médico psiquiatra. Para saber mais, assista ao vídeo sobre depressão e conheça o canal Doutor Ajuda no Youtube.

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Dr. Ajuda
10/06/2021 09:00h

Trânsito, trabalho, estudos e quando chega em casa ainda tem muitas tarefas para fazer

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Você está estressado? Trânsito, trabalho, estudos e quando chega em casa ainda tem muitas tarefas para fazer e pouco tempo pra descansar? Está sempre correndo e cada vez com menos energia? 

Descubra com o Dr. Ajuda se o que está sentindo pode estar relacionado a sintomas de estresse. O psiquiatra Douglas Calderoni dá mais detalhes sobre esta doença. 

Quais os principais sintomas do estresse?

  • Cansaço constante
  • Alteração do sono (insônia ou sono excessivo)
  • Alteração do apetite
  • Irritabilidade
  • Dificuldade de concentração
  • Diminuição do prazer em atividades que gostava 

Além desses sintomas, existem outros que podem ter relação com o estresse como:

  • Aumento de pressão arterial 
  • Tensão no pescoço como torcicolos ou dores nas costas
  • Dor de cabeça
  • Problemas de pele como vitiligo, espinhas, psoríase, dermatite atópica e muitas outras.

Caso apresente algum desses sintomas, é importante que você procure um médico psiquiatra. Para saber mais, assista ao vídeo sobre estresse e conheça o canal do Dr. Ajuda no Youtube.

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