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TERMO DE USO E PARCERIA

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Adolescente

20/07/2021 19:00h

De acordo com a pasta a ampliação da vacina para adolescentes permanece em análise na Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis

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Alguns estados e municípios já preveem a inclusão de menores de 18 anos na fila da vacinação contra a Covid-19, mesmo sem uma recomendação formal do Ministério da Saúde. De acordo com a pasta a ampliação da vacina para adolescentes permanece em análise na Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças Transmissíveis. 
 
Segundo o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri,  os estados e municípios têm autonomia para tomar esta decisão, mas não é  o recomendado. “É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto. Nós não podemos começar a vacinação invertendo prioridades sob pena de deixar os indivíduos com maior risco desprotegidos”, afirmou. 

O Ministério da Saúde reforçou aos estados e municípios que, neste momento, a recomendação é vacinar todos os grupos prioritários definidos no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação com as duas doses, e, gradativamente, a população acima de 18 anos.

Autorização da Anvisa

Até o momento, a Pfizer é a única que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para uso na faixa de 12 a 18 anos. Para incluir novos públicos na indicação de uma bula o laboratório precisa conduzir estudos que demonstrem a relação de segurança e eficácia para determinada faixa etária.  

Vários países já praticam a vacinação de crianças acima de 12 anos e estudos têm mostrado que há uma excelente resposta imune neste grupo. Apesar da autorização da Pfizer, no Brasil ainda não está ocorrendo efetivamente a vacina em menores de idade.

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“É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto”, diz diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações

A infectologista Ana Helena Germoglio destacou que os estudos sobre os imunizantes começaram pelos grupos prioritários, por isso a demora para liberação de menores, que só está sendo discutida agora. Mesmo sendo um grupo com menos risco de desenvolver a doença de forma grave, a médica afirma que as crianças e adolescentes também precisam ser vacinados, até pelo risco de transmissibilidade.

“Não deixa de ser um público importante de ser vacinado e a gente também tem que lembrar que entre as crianças também existe o público de menores que têm comorbidades e precisam ser imunizados”, disse Germoglio.

Pelo que foi observado até o momento, os eventos adversos em crianças são muito leves e similares aos de outras vacinas destinadas ao público infantil, como dor no local, febre e mal-estar, que passam em seguida. Para a infectologista a faixa etária tem uma boa imunogenicidade, logo mais vacinas devem ser liberadas para o grupo.

De acordo com a Anvisa a solicitação de inclusão de uma nova faixa etária deve ser feita pelo laboratório desenvolvedor da vacina. O laboratório Janssen solicitou autorização para estudo clínico, já autorizado, para uso de suas vacinas com menores de idade. O estudo envolve dois braços de pesquisa, um com pessoas de 12 a 18 anos e outro com menores de 12 anos. 

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19/07/2021 11:00h

A mudança foi autorizada pela Corregedoria Nacional de Justiça e vale para os casos em que não é necessária a autorização judicial

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A autorização de viagem para crianças e adolescentes ficará mais fácil, agora por meio de uma simples videoconferência do pai e da mãe com o cartório, será possível emitir um documento eletrônico com um QR Code a ser usado no embarque nos aeroportos de todo o país. A mudança foi autorizada pela Corregedoria Nacional de Justiça e vale para os casos em que não é necessária a autorização judicial.

A única exigência é a utilização de certificado digital para fazer a assinatura eletrônica do documento. A emissão da Autorização Eletrônica de Viagem (AEV) deve ser feita exclusivamente por intermédio do Sistema de Atos Notariais Eletrônicos (e-Notariado). 

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“É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto”, diz diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações

Caso os pais não consigam fazer a videoconferência, poderão ainda fazer a solicitação do documento no site e se dirigir ao cartório indicado pelo sistema para assinar o documento. 

A autorização eletrônica de viagem possui a mesma validade do instrumento particular emitido de forma física e deve ser apresentada à Polícia Federal e às empresas de transporte. Ela contém a chave de acesso e QR Code para consulta e verificação da autenticidade, que poderá ser validado sem a necessidade de conexão com a internet. Ela é expedida pelo prazo ou evento a ser indicado pelos pais ou responsáveis da criança ou adolescente, até o limite de dois anos.

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16/07/2021 18:20h

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61.com, Renato Kfouri avaliou os riscos da inclusão de adolescentes de 12 a 17 anos na fila da vacinação contra a Covid-19, já anunciada por alguns estados e municípios

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Alguns estados e municípios já anunciaram a inclusão de adolescentes de 12 a 17 anos na fila da vacinação contra a Covid-19, mesmo sem uma recomendação formal do Ministério da Saúde. Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61.com, o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, avaliou os riscos dessa aceleração.
 
Segundo ele, os estados e municípios têm autonomia para tomar esta decisão, mas não é o recomendado. “É um equívoco vacinar adolescentes saudáveis antes de vacinar o último adulto. Nós não podemos começar a vacinação invertendo prioridades sob pena de deixar os indivíduos com maior risco desprotegidos. Os adolescentes, menores de 20 anos, têm um risco muito menor de adoecimento e só devem ser vacinados quando o último adulto receber a sua primeira dose”, afirmou. 


 
A vacinação se tornou uma disputa entre gestores para ver quem consegue imunizar mais pessoas. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) não orienta a vacinação de adolescentes saudáveis. Ainda de acordo com o especialista, isso pode provocar a falta de imunizantes para quem mais precisa. 
 
“Não há uma recomendação formal, o município que inverte essa priorização e começa a vacinação dos adolescentes antes dos adultos não está seguindo a recomendação do Ministério da Saúde e com a quantidade restrita de doses obviamente está deixando de vacinar algum adulto de maior risco.”

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A hierarquização, segundo o médico, acontece diante de um cenário de falta de vacinas. “Obviamente se tivermos vacinas em enorme quantidade estaríamos vacinando todos e nem discutindo quem deve ser vacinado primeiro. Não é o nosso caso, então nós temos primeiro vacinar os mais vulneráveis”, destacou.
 
Sobre os possíveis riscos e efeitos colaterais da aplicação da vacina em menores de 18 anos, Kfouri destacou que ainda não foram apontados perigos reais, mas que os estudos foram desenvolvidos de acordo com os grupos prioritários, que são justamente aqueles mais vulneráveis. Como a Covid-19 acomete crianças e adolescentes de maneira muito desproporcional, com índices pequenos de hospitalizações e mortes, eles não foram, no primeiro momento, estudados para vacinação.
 
“À medida que a vacinação de adultos vai avançando – adolescentes e crianças respondem por um quarto da nossa população –, é necessário incluí-las no programa de vacinação. Primeiro para controle da transmissão e, segundo, porque entre adolescentes também e menores de 20 anos de idade temos doentes crônicos, diabéticos, obesos, gestantes, aqueles que têm fatores de risco que precisarão ser vacinados. E os estudos já estão bem avançados nessa população”, destacou o diretor da SBIm.
 
Até o momento, o único imunizante no País com autorização para aplicação em adolescentes de 12 a 17 anos é o da Pfizer. De acordo com o médico, a segurança das vacinas deve ter uma atenção maior entre as crianças e adolescentes. “Como a doença é mais rara, se você tem um efeito colateral muito raro, mas a doença é muito frequente, o benefício da proteção vai prevenir muito mais casos do que os raros efeitos colaterais. Onde a doença é menos frequente, raramente agrava, o cuidado com a segurança da vacina deve ser maior ainda”, pontuou.
 
Segundo Kfouri, a discussão sobre a imunização de crianças e adolescentes de risco deve ter uma aprovação em breve, não para os saudáveis.

Confira a entrevista na íntegra:

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28/06/2021 19:30h

Oficinas e cursos profissionalizantes são oferecidos a adolescentes de 14 a 17 anos em situação de vulnerabilidade pelo Ensino Social Profissionalizante (Espro) em parceria com a prefeitura de Campinas (SP)

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Um projeto de capacitação para o mercado de trabalho voltado a adolescentes de 14 a 17 anos em situação de vulnerabilidade tem sido referência em Campinas (SP). Trata-se do “Programa Ser e Conviver”, parceria do Ensino Social Profissionalizante (Espro) com a Prefeitura do município.

O programa estimula a troca de experiências e o aprendizado de normas e regras sociais, alcançando também a comunidade em que o aluno está inserido. Além disso, oficinas e cursos profissionalizantes como empreendedorismo, inclusão digital, arte e cultura, matemática, planejamento, gestão de tempo e até entrevistas simuladas são oferecidos de forma gratuita para os estudantes.

Os jovens fazem parte do programa por meio de encaminhamento de projetos de assistência social da prefeitura de Campinas e permanecem no Ser e Conviver durante 1 ano. Após a conclusão, outras capacitações e programas são disponibilizados pela instituição, como explica o superintendente executivo do Ensino Social Profissionalizante (Espro), Alessandro Saade.

“Conseguimos fazer uma trilha desse jovem, pegamos ele menor de idade e fazemos a aprendizagem, provavelmente vai querer continuar estudando, vai para a faculdade e durante o ensino superior nós o colocamos em um estágio. Fazemos essa interlocução, acompanhando com alegria a evolução do jovem e oferecendo opções de continuidade de emprego.”

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Com a pandemia da Covid-19, a instituição também precisou adaptar as aulas de capacitação para o formato online. Por se tratar de jovens de baixa renda, a Espro disponibilizou um tablet com internet para cada aluno, para que eles pudessem continuar os estudos. 

O programa de especialização possui 520 horas de atividades. Atualmente, a turma conta com 23 alunos, entre eles Caio Eduardo de Oliveira, 17, morador do bairro Santa Cruz, em Campinas (SP). Para ele, o projeto auxilia no aprendizado e impacta na forma que ele pensa sobre alguns assuntos. “Semana passada nós tivemos uma palestra sobre o trabalho infantil e mudou muito o que penso sobre esse assunto e também sobre o estupro que muitas mulheres acabam sofrendo. Depois ficamos discutindo sobre essas questões, foi muito interessante”, diz.

Com a migração do projeto para o formato online, Alessandro Saade, explica que os instrutores foram capacitados para atender a demanda dos alunos que participam do ensino a distância e a evasão manteve os níveis convencionais. “Os índices de evasão que temos no formato online são absolutamente iguais aos do modelo presencial. Ficamos muito felizes com isso, porque o resultado é um engajamento muito alto.”

De acordo com Saade, a união entre o terceiro setor e o poder público são peças chave para auxiliar o futuro de muitos jovens. “Nós nascemos há 42 anos com a missão de inserir os jovens no mundo do trabalho e fazemos isso pelo Brasil todo. E quando encontramos, dentro do poder público, um grupo de pessoas que têm interesse genuíno de fazer essa transformação, unimos esforços e criamos um programa que, de fato, é uma fórmula de sucesso. Estamos indo para 10 anos de existência dessa parceria”, destaca. 

Também beneficiária do programa em Campinas, Rayssa Oliveira, 16, mora no bairro Vila Nova e diz que o projeto tem ajudado bastante nos estudos da escola, onde ela cursa o primeiro ano do ensino médio. “O que aprendo na Espro vai contribuir para o meu futuro profissional, pois lá estudo coisas diferentes.”

Para participar do Programa Ser e Conviver é necessário ter entre 14 e 17 anos e se cadastrar no site da Espro. Para os jovens acima dos 17 anos que quiserem tentar uma vaga do programa Jovem Aprendiz basta acessar o endereço eletrônico vagas.espro.org.br. As oportunidades de empregos e cursos profissionalizantes são voltadas a todo o Brasil.

A instituição está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados e alcança 2.202 municípios.
 

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18/06/2021 11:00h

A audiência pública pode ser acompanhada pelos canais da TV Senado no Youtube

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A situação de crianças e adolescentes, que ficaram órfãos em razão da pandemia, é tema de debate na Comissão Temporária da Covid-19, nesta sexta-feira (18), no Senado. A audiência pública pode ser acompanhada pelos canais da TV Senado no Youtube.

O debate foi requerido pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) e conta com as presenças do promotor de Justiça da Infância e da Juventude de São Luís, Márcio Thadeu Silva Marques, e do jornalista Walberto Maciel, autor da ideia legislativa para criação de um fundo de amparo aos órfãos da Covid-19.

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No requerimento para o debate, a senadora Eliziane Gama argumenta que a pandemia causou a morte de muitos idosos responsáveis pelo sustento de suas famílias, assim como pais e mães em idade laboral, o que deixou crianças e adolescentes órfãos em condições precárias.

A audiência também debate outros projetos sobre o assunto que já tramitam no Senado, como o Projeto de Lei 4.414/2020, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para agilizar o acolhimento de órfãos ou abandonados em função da pandemia, e o PLP 213/2020, que estabelece uma renda mensal de R$ 800 para famílias vulneráveis com crianças de até seis anos de idade.

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04/06/2021 11:15h

A adesão ao exame deve ser feita pelo órgão de administração prisional e socioeducativa

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Termina nesta sexta-feira (04), às 23h59, o período de inscrições do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa, que inclua privação de liberdade, o Encceja PPL/2020.

A adesão ao exame deve ser feita pelo órgão de administração prisional e socioeducativa. No cadastro, é preciso identificar um responsável para o acesso ao sistema da prova. A solicitação é feita pelo e-mail aplicacao.ppl@inep.gov.br, com assunto “Adesão Encceja Nacional PPL 2020”.

O responsável pedagógico deverá realizar a inscrição dos interessados em fazer o exame; solicitar atendimento especializado aos que precisarem; indicar as salas de prova e divulgar as informações do Encceja aos participantes. Além disso, as unidades prisionais e socioeducativas deverão seguir os protocolos de segurança exigidos para evitar a propagação do coronavírus.

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O Encceja é realizado desde 2002 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. A prova mede competências e conhecimentos de jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental e médio na idade adequada.

O Encceja PPL tem o mesmo nível de dificuldade do exame regular, no entanto, é aplicado dentro de unidades prisionais e socioeducativas.

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27/05/2021 12:00h

Ministro disse que programa deve ser lançado "em breve"

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça (26) que o governo federal deve lançar, em breve, um novo programa de incentivo à qualificação da mão de obra. Segundo o ministro, o objetivo é preparar jovens para o mercado de trabalho formal, permitindo que eles recebam uma ajuda de custo de R$ 600 para trabalhar e, assim, conquistar uma profissão.  

De acordo com o ministro, a proposta do Ministério da Economia se dará por meio da parceria com empresas interessadas. Metade do valor será pago pelo governo, metade pelos empregadores, que também teriam que oferecer meios de capacitar essa mão de obra.

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Essas medidas vêm sendo anunciadas pela equipe econômica há alguns meses, embora sem detalhamentos. Já no começo de maio, Guedes disse que o Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e o Bônus de Incentivo à Qualificação da Mão de Obra (BIQ) protegerão os chamados “cidadãos invisíveis”, que não estão cobertos nem pelo programa Bolsa Família, nem pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC). 
 

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25/05/2021 12:10h

O Instituto Tocar em parceria com o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (CDCA), vinculado à Secretaria de Justiça, lança nesta terça-feira (25), às 17h, o Projeto Tocar a Vida na Escola

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O Instituto Tocar em parceria com o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal (CDCA), vinculado à Secretaria de Justiça, lança nesta terça-feira (25), às 17h, o Projeto Tocar a Vida na Escola. A iniciativa visa o desenvolvimento de potencialidades para construção de um projeto de vida de 360 adolescentes, com idade entre 12 e 17 anos, de famílias em situação de risco e vulnerabilidade em três escolas do Distrito Federal.
 
Realizado por meio de uma plataforma online, em função da pandemia da Covid-19, a iniciativa deve promover atividades para levar os jovens a reflexão de valores, objetivos de vida e de emprego e autoconhecimento. As escolas contempladas são o Centro de Ensino Fundamental 10, no Guará II; Centro Educacional Gisno, Asa Norte; e Centro de Ensino Fundamental 08, em Sobradinho II.
 
A diretora do Instituto, Regina Almeida, destacou o objetivo do projeto. “ A proposta é fazer com que esses estudantes compreendam a importância de ter um projeto de vida, mobilizando atitudes e o emprego das habilidades socioemocionais para o autoconhecimento, a autoestima, para que eles possam se reconhecer no mundo”, disse. 

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Além disso o projeto proporcionará dinâmicas e estratégias de enfrentamento, prevenção e proteção do suicídio, automutilação, uso de drogas, bullying, entre outras situações de vulnerabilidade. Os conteúdos serão abordados através de jogos e desafios na plataforma e algumas práticas com a equipe ao vivo. Estão previstas oficinas e técnicas de relaxamento e meditação, para o fortalecimento emocional.
 
O Instituto está buscando novos editais e recursos para conseguir contemplar mais escolas com o projeto em 2022. Para a diretora, iniciativas como esta são importantes diante do contexto da pandemia. “Nossos jovens precisam de muito estímulo nesse retorno à escola, à educação, aos estudos. É uma forma lúdica, é uma forma feliz de estar integrando o conhecimento com o autoconhecimento e desenvolvimento pessoal”, afirmou Regina.
 
O Projeto Tocar a Vida na Escola nasce como resultado dos 6 anos atuando em escolas incentivando adolescentes a compreenderem a importância da construção de um projeto de vida. Serão dez meses de projeto, com 144 oficinas no total: 72 oficinas na plataforma e 72 de forma presencial, dependendo do retorno das aulas presenciais.
 
O projeto atenderá as escolas uma vez por semana ao vivo, através da plataforma online. Cada escola disponibilizou um horário, de acordo com a sua realidade pedagógica, sem comprometer suas ações e planejamento já estabelecido com os professores e estudantes. O tempo de duração destes encontros ao vivo será de uma hora até uma hora e trinta de duração, dependendo da vivência e da disponibilidade da escola. 

Instituto Tocar

O lançamento do projeto acontece no dia em que o Instituto completa 20 anos de atividades nas redes de acolhimento do Distrito Federal. As iniciativas da organização têm como objetivo social a melhoria da qualidade de vida de pessoas que se encontram em vulnerabilidade social, prestando assistência psicossocial, socioeducativa, socioemocional e material.

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25/05/2021 04:30h

São 4.260 crianças e adolescentes disponíveis para adoção no país e 32.863 pessoas interessadas em se tornar tutor legal. Em 2020, o número de interessados em adotar era de 35.128

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O Dia Nacional da Adoção é celebrado nesta terça-feira (25) e foi instituído no Brasil por Lei em 2002. A data é um chamado à conscientização e à reflexão sobre a importância de adotar. De acordo com o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento são 4.260 crianças e adolescentes disponíveis para adoção no país e 32.863 pessoas interessadas em se tornar tutor legal. Em 2020, o número de interessados em adotar era de 35.128.

Ainda assim, existem mais pessoas querendo adotar do que crianças e adolescentes disponíveis para adoção no Brasil. Segundo a especialista em direito de família Anne Ramos, isso se dá em razão da diferença entre o perfil desejado pelos adotantes e o perfil dos indivíduos disponíveis para serem adotados. “O perfil desejado pelos adotantes é que os futuros filhos tenham até três anos de idade. Assim, quanto mais avançada a idade da criança, menos chances ela tem de ser adotada. Além disso, a maioria dos adotantes não aceita adotar irmãos.”

Ainda de acordo com a advogada, para solucionar a questão é preciso que haja uma conscientização pela mudança desse perfil. “A vontade dos adotantes deve ser sempre respeitada, mas temos que enfatizar sempre que o amor deve estar acima de balizas etárias ou de número de irmãos, pois essas preferências têm feito com que muitas vidas permaneçam em instituições”, afirma.

Diante do número de óbitos causados durante a pandemia da Covid-19, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizou um seminário que abordou a adoção em tempos de pandemia. O evento reuniu autoridades do judiciário e atores envolvidos diretamente nas etapas do processo de adoção. A presidente do Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Helena Póvoas, destacou o impacto na pandemia. “Este é um tema tão sensível, que a sociedade clama pela necessidade de discussão para dar efetividade às normas que permeiam o assunto.”

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Ainda segundo a desembargadora, a adoção é um ato de nobreza. “A adoção não é apenas uma questão de compaixão pelos semelhantes. A adoção é antes de tudo, no meu ponto de vista, um ato de amor e por isso é muito mais difícil do que os outros tipos de sentimento. A nobreza desse sentimento nasce espontaneamente de uma pessoa para com um ser que ela não gerou e não conviveu.”

Neste ano, várias propostas de projetos de lei estão em tramitação e análise para o aperfeiçoamento do processo de adoção. Em nota enviada à reportagem, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) informou que está “elaborando um plano de ação para promover o instituto da família acolhedora, com foco nos órfãos da Covid-19 e também pretendem incentivar as políticas de acolhimento familiar como alternativa à institucionalização de crianças e adolescentes”.

A família acolhedora é um projeto do governo federal que seleciona e capacita famílias a receberem crianças e adolescentes que seriam levados a abrigos, por abandono ou situações que as coloquem em risco.

Ainda de acordo com a pasta as propostas em tramitação buscam incentivar e dar prioridade aos processos de adoção de irmãos, promover e sensibilizar a sociedade sobre a adoção tardia (adoção de crianças com mais de 4 anos), a adoção especial (adoção de crianças com deficiência física ou intelectual) e a adoção inter-racial. Garantir isonomia nos prazos de licença-maternidade ou paternidade para os casos de adoção de bebês, criar programas que ofereçam apoio psicológico aos adotados para superação de traumas e conflitos, entre várias outras iniciativas promovidas com a participação da sociedade civil.

Apoio aos órfãos da pandemia

No início da pandemia do novo coronavírus no Brasil, um grupo formado por várias organizações da sociedade civil, profissionais e demais voluntários criaram a Rede de Apoio e Amigos de Vítimas Fatais da Covid-19 no Brasil.

“Nós temos casos de crianças que perderam os pais e sofreram uma mudança drástica em suas vidas. Muitas vezes tiveram que ficar com parentes próximos, pela perda da mãe ou do pai. O efeito disso é devastador”, comenta o membro da Coordenação da Rede de Apoio, professor Paulo Pedrine.

Ainda segundo o professor, durante o período de pandemia, a Rede oferece diversos tipos de suporte. “Principalmente através do trabalho de amparo psicológico. Às vezes, eventualmente, aparece um caso ou outro de um apoio pontual ou às vezes até material. Mas a maioria dos apoios é de ordem psicológica.”

O estado com o maior número de crianças e adolescentes na fila para adoção é São Paulo, com 974. Minas Gerais ocupa o segundo lugar com 718 e o Rio Grande do Sul completa o ranking dos três estados com 644. Clique aqui e confira a lista por estado com o número de crianças e adolescentes na fila para adoção, bem como a quantidade de pessoas que aguardam para adotar um filho.

Na faixa etária para adoção, as crianças com menos de 3 anos estão em menor quantidade, são 673. Já a lista com adolescentes com mais de 15 anos soma 1.123 à espera de um lar. 

Dificuldades em adotar durante a pandemia

A especialista em direito de família Anne Ramos, explica que o processo de adoção durante a pandemia do coronavírus passou por adaptações. “As instituições de acolhimento tiveram que utilizar o meio virtual para realizar as entrevistas e os procedimentos. Assim, os trabalhos dos psicólogos e assistentes sociais tiveram que ser reformulados e adaptados, o que gerou uma demora maior e uma consequente redução nas adoções no último ano.” 

Desde a adolescência, a empresária Suênia Dantas, 38, sonhava em adotar uma criança. Pouco antes da pandemia, ela entrou para a fila de adotantes e se tornou apta, mas por conta da circulação do coronavírus, o processo se tornou mais lento. “A gente não podia ter contato físico. Acabou que eu não visitei nenhuma criança, mas eu já estou com tudo regularizado para que assim que surja a oportunidade, encontre o meu filho e o processo se viabilize”, explica.

A empresária diz não se importar com o sexo da criança. “Não tenho preferência, pode ser menino ou menina, o que vier será bem-vindo. Mas gostaria que fosse uma criança de quatro a nove anos de idade.”

Lista de adoções e pretendentes por estado

UF Disponível - vinculada a pretendente Disponível - não vinculada a pretendente Fila de adoção Pretendentes Disponíveis
AC 7 3 10 63
AL 38 6 44 348
AM 37 43 80 122
AP 21 0 21 111
BA 112 52 164 1.152
CE 99 101 200 814
DF 31 35 66 359
ES 62 44 106 690
GO 99 25 124 972
MA 32 22 54 191
MG 468 250 718 4.045
MS 61 65 126 305
MT 25 35 60 627
PA 54 23 77 293
PB 26 28 54 435
PE 59 91 150 965
PI 42 22 64 104
PR 186 246 432 2.523
RJ 381 110 491 3.413
RN 36 17 53 424
RO 11 14 25 237
RR 5 8 13 47
RS 333 311 644 3.836
SC 58 95 153 2.699
SE 26 17 43 299
SP 620 354 974 7.633
TO 9 8 17 156
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24/05/2021 10:45h

Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente podem inscrever propostas até o dia 30 de julho

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O Itaú Social abriu as inscrições para o Edital de Fundos da Infância e da Adolescência (FIA). Na edição deste ano, devido ao agravamento da pandemia da Covid-19, o foco principal será apoiar projetos que contribuam para a garantia de direitos diante do quadro de aumento das desigualdades.

Os Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCAs) de todo o país, responsáveis pela gestão dos Fundos, devem selecionar e inscrever propostas que ofereçam proteção e apoio a crianças, adolescentes e suas famílias. As inscrições podem ser feitas no site do Itaú Social, até o dia 30 de julho. 

Criação de aplicativo voltado para proteção de crianças e adolescentes é anunciada pelo governo

Governo institui decreto para de combate à violência contra crianças e adolescentes

Serão selecionados projetos que atuem no combate à fome e no atendimento às necessidades básicas, como a entrega de cestas de alimentos, refeições, kits de higiene, fraldas, gás de cozinha e outros itens essenciais. 

O edital busca ainda apoiar iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência doméstica e sexual, ao trabalho infantil e outras violações que se intensificaram no decorrer da pandemia.

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Brasil 61