LOC.: O número de casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados à Covid-19, subiu nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Os estados que mostraram crescimento nas hospitalizações por Covid-19 e necessitam de vigilância reforçada são: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo — e também o Distrito Federal. Os dados foram divulgados pelo Boletim InfoGripe desta quarta-feira (11).
O infectologista Julival Ribeiro orienta que as pessoas idosas em grupo de risco devem, usar máscara, fazer higienização das mãos, sobretudo ao se dirigir para locais fechados, sem ventilação e com aglomeração.
TEC./SONORA: Julival Ribeiro - infectologista
“A essas pessoas, que são o maior grupo de risco, além de manter a sua vacinação em dia, eu recomendo o uso de máscara e não esquecer também, de fazer a higienização das suas mãos.”
LOC.: De acordo com o boletim, nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e no Distrito Federal, a elevação nos casos de Covid-19 é notável, principalmente entre adultos e idosos. Goiás também mostra um aumento nos diagnósticos positivos em pessoas acima dos 65 anos. Enquanto isso, no Amazonas, Acre e Sergipe, o aumento anteriormente percebido parece ter sido uma oscilação.
Julival enfatiza a importância de que pessoas com síndrome gripal, que tenham a tosse, febre, dor de cabeça, procurarem por uma unidade de saúde para ver se está com a covid-19 ou mesmo influenza ou outros vírus respiratórios.
TEC./SONORA: Julival Ribeiro - infectologista
“Porque a pessoa pode desenvolver a Síndrome Respiratória Aguda Grave, ou seja, aí já há acometimento do sistema respiratório inferior, a pessoa começa a ter tosse mais contusa, mais dispneia e ela pode estar realmente em quadro de síndrome respiratória aguda grave.”
LOC.: Nas capitais Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, a tendência de crescimento é mais evidente entre os mais velhos, porém, o Rio de Janeiro já sinaliza uma possível diminuição nessa alta. Em contraste, Aracaju tem um aumento notório em crianças e pré-adolescentes. Tanto Curitiba quanto Goiânia demonstram padrões que sugerem flutuações nos registros.
Reportagem, Sophia Stein