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LOC.: Foi no município paraibano de Souza, em 1989, que ocorreu o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem, causador da Poliomielite. Desde então, após o Brasil adotar uma estratégia de rotina para intensificação da vacinação e campanhas de vacinação anuais contra a paralisia infantil, não há registros de circulação do poliovírus em território nacional.

No entanto, a queda nas taxas de vacinação infantil registrada nos últimos anos, no Brasil, reacendeu o alerta. Para Ethel, é preciso aumentar a cobertura vacinal contra a Pólio. 

TEC./SONORA: Ethel 

"O Brasil tem um certificado de eliminação da Poliomielite. Mas, enquanto nós tivermos o vírus circulando no mundo, a doença não está erradicada completamente. Então, temos a possibilidade de reintrodução do vírus."

LOC.: Para manter as crianças longe desse perigo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai mobilizar toda a sociedade para levar os menores de cinco anos aos postos de vacinação 

O grupo alvo da vacinação são as crianças menores de cinco anos de idade. A meta é vacinar contra a Poliomielite 95% desse público.

As vacinas contra a Poliomielite são as mesmas ofertadas pelo SUS ao longo do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, o PNI. 

Para vacinar as crianças menores de cinco anos de idade, compareça a um Posto de Vacinação com a Caderneta de Vacinação em mãos.

Para mais informações, acesse o site: www.gov.br/multivacinacao.

LOC.: A representante da Organização Pan-Americana de Saúde no Brasil, Socorro Gross, defendeu que o Brasil e os vizinhos sul-americanos busquem autonomia quando o assunto é a produção de insumos e equipamentos estratégicos de saúde. 
A declaração foi feita durante a abertura do 1º Fórum Global do Complexo Industrial da Saúde, em Brasília, nesta terça-feira (16). 

TEC./SONORA: Socorro Gross, representante da Opas no Brasil
 

“Nossa região experimentou, nessa pandemia e, agora, com a monkeypox, que a globalização dos produtos também tem que ter um olhar de autonomia, soberania, proteção e seguridade. As Américas foram uma região totalmente desprotegida de produtos muito simples, que o Brasil tem tudo para produzir

LOC.: O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que o Brasil é signatário de uma proposta no âmbito do G-20, que reúne as vinte maiores economias do mundo, que tem o objetivo de fortalecer os complexos industriais de saúde para garantir mais equidade na oferta dos insumos estratégicos. 

O titular da pasta também pontuou que o Brasil é um dos maiores mercados do mundo para a indústria farmacêutica e que o papel do governo é não atrapalhar a iniciativa privada. 

TEC./SONORA: Marcelo Queiroga, ministro da Saúde
 

“Juntos, acreditando nos senhores, como nós acreditamos, nós podemos fazer muito mais. Temos uma estrada de mão dupla, que tem que ser construída de maneira compartilhada. É a parceria do governo com a iniciativa privada”. 
 

LOC.: O fórum reuniu instituições públicas e privadas para debater inovação, desenvolvimento tecnológico em saúde e as estratégias para fortalecimento das cadeias produtivas regionais. 

Reportagem, Felipe Moura. 
 

LOC.: Os dados mais atualizados sobre a varíola dos macacos no Brasil revelam que mais da metade dos infectados - 50,7% - afirmam ter relações sexuais com homens. E 42,6% preferiram não informar sobre o comportamento sexual. Os homens representam 95% dos casos em território nacional. Sobre a orientação sexual, 18,5% afirmaram serem homossexuais e 75,6% não informaram.  

Em todo o mundo, os dados da Organização Mundial da Saúde apontam que 97,2% dos infectados são homens que fazem sexo com homens. Apesar dos dados, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirma que não se deve cometer os mesmos erros do passado relativos à discriminação.
 

TEC./SONORA: Marcelo Queiroga, ministro da Saúde.

“Essas referências feitas a homens que fazem sexo com outros homens é uma constatação tão somente epiemiologica. Já sabemos o que aconteceu na década de 1980 com HIV/Aids. Não é para discriminar as pessoas, e sim para protegê-las.”
 

LOC.: A bióloga e pesquisadora da Universidade de Columbia, presidente do Instituto Questão de Ciência, Drª Natalia Pasternak, afirma que não há grupo de risco específico para a varíola dos macacos. 

Mesmo com a prevalência da doença entre homens,ela destaca que qualquer pessoa pode ser infectada pelo vírus. 
 

TEC./SONORA: Natália Pasternak, bióloga e pesquisadora.

“Qualquer um pode pegar, mas o que a gente alerta. Essa doença tem sido prevalente, nesse último surto, em homens que fazem sexo com homens, por causa da presença das lesões na região genital e anal. Só por isso que temos feito um alerta mais específico para que as pessoas prestem atenção. Se você é um homem, que faz sexo com homem, tem ou teve múltiplos parceiros, parceiros anônimos, nos últimos 15 dias, então você deve redobrar a sua atenção para os sintomas dessa doença, para a presença de lesões.” 
 

LOC.: O Ministério da Saúde disponibilizou uma página específica sobre varíola dos macacos no site da pasta, com informações sobre sinais e sintomas, diagnóstico, transmissão, prevenção e tratamento.

Basta acessar gov ponto br barra saude sem acento. 
 

LOC.: Qualificação profissional de mais de 20 mil pessoas e geração de renda e emprego. Esse é o resultado de um trabalho de três anos de parcerias entre o Senai Bahia e as prefeituras do interior do estado, que busca identificar as demandas profissionais e realizar a inserção de pessoas capacitadas no mercado local. O projeto aproveita os recursos públicos que já estão disponíveis nesses municípios.

A gerente comercial de órgãos públicos do Senai Bahia, Bianca Oliveira, explica que uma equipe especializada do próprio Senai faz visitas aos municípios para mostrar as oportunidades e soluções que podem ser aproveitadas com os recursos já disponíveis. Mais de 100 prefeituras foram beneficiadas, outras 50 estão sendo atendidas atualmente e outras 102 em prospecção.

Segundo Bianca, a qualificação profissional ajuda os municípios a gerar mais emprego e renda.
 

TEC. SONORA: Bianca Oliveira, gerente comercial de órgãos públicos

“A grande importância hoje da formação profissional é, em primeiro lugar, contribuir para o desenvolvimento sustentável daquela região, seja prefeitura, seja em nível de estado, porque a soma dessas prefeituras acaba desaguando num indicador maior de melhoria da empregabilidade. Então, a formação profissional hoje supre essa necessidade. Muitas vagas estão aí porque não tem pessoal capacitado”
 

LOC.: Darlan Araújo da Silva, morador de Serrinha de 39 anos, fez diversos cursos em Salvador, Feira de Santana e Serrinha, em áreas como elétrica e refrigeração, e hoje também é empreendedor e emprega outras pessoas que se capacitaram no Senai. Ele revela que a qualificação criou uma oportunidade que antes parecia impossível.

TEC. SONORA: Darlan Araújo da Silva

“No primeiro momento eu não tinha nenhuma noção do que é a área industrial. Quando eu entrei no Senai, abriu muito a visão, a mente, do que é se profissionalizar. E com isso, veio o reconhecimento. Praticamente você já sai trabalhando. O Senai tem tudo para você já sair pronto, você já entra na indústria com toda a capacidade”.
 

LOC.: Além de Serrinha, outros municípios foram beneficiados com a parceria, como Barrocas, que profissionalizou 537 pessoas nos últimos anos, Guanambi, que atendeu a uma demanda por profissionais de elétrica que existia na concessionária da cidade, e Vitória da Conquista, que teve mais de um milhão de 300 mil reais direcionados a mais de 4 mil famílias com ações socioeducativas.

Atualmente, a unidade baiana recebe equipes de unidades Senai de todo o país e a ideia é de que o projeto de sucesso possa ser aplicado em vários estados.

Reportagem, Luciano Marques
 

LOC.: Dezoito de agosto é o Dia do Estagiário, data criada para celebrar uma prática indispensável para a qualificação, formação e crescimento dos futuros trabalhadores brasileiros. O estágio é fundamental também para os empreendimentos, que aguardam profissionais preparados e com novas ideias.

A data faz referência à publicação da Lei de Estágio, que regulamentou a prática no Brasil, definindo regras como pagamento de bolsa, férias, carga horária e auxílios. E, se durante a pandemia a contratação de estudantes foi prejudicada, agora as empresas retomaram as contratações. Somente no primeiro semestre de 2022, o IEL Bahia inseriu mais de 7.700 estagiários no mercado.

Foi por meio do Instituto que Laina Barbosa, 33 anos, conseguiu uma oportunidade em Camaçari, na Bahia. A estudante do 8º semestre de administração faz estágio no Sebrae desde fevereiro de 2021.
 

TEC. SONORA: Laina Barbosa, estudante de administração

“Eu acredito que tem dois aspectos, você poder aliar teoria e prática, porque só a teoria não dá a base e a vivência que o estágio dá, e a questão de relacionamento interpessoal também. São os dois fatores-chave, o relacionamento interpessoal e você poder correlacionar teoria e prática. Porque às vezes a teoria fica tão distante, mas, na prática, a gente consegue aplicar vários conteúdos e fundamentos da administração de forma bem simples”.
 

LOC.: A gerente de Desenvolvimento de Carreiras e Empresarial do IEL Bahia, Edneide Lima, explica que além de ajudar na formação profissional, o estágio é a oportunidade para testar e errar antes de engatar em uma carreira. E além de demonstrar conhecimento no processo de seleção, é preciso encarar o desafio com proatividade.

TEC. SONORA: Edneide Lima, gerente da IEL Bahia

“A empresa busca principalmente a questão comportamental. Qual é a atitude que aquela pessoa tem, qual é a vontade dela em participar da empresa, qual a vontade que tem de contribuir e de crescer. Porque o estágio é um espaço, um momento onde a pessoa vai adquirir muito conhecimento, confiança, experiência, mas é um momento também de troca, onde esse estagiário vai entregar suas qualidades, suas competências, vai trazer as novidades que está vendo para dentro da empresa”.
 

LOC.: A gerente também ressalta que os candidatos devem procurar as vagas com as quais tenham mais afinidade e demonstrar conhecimento sobre a empresa. 

Segundo o IEL Bahia, as áreas que mais demandam estagiários são administração, engenharia, marketing e ciências contábeis. Mas outras ganharam força no mercado após a pandemia, já que as empresas passaram a se preocupar mais com a implementação de tecnologia. São os casos de áreas como tecnologia da informação e marketing digital.

Reportagem, Luciano Marques
 

LOC.: A Caravana Brasil pra Elas percorre o Brasil com capacitação profissional para mulheres. A ação é uma parceria do governo federal com a Agência Brasileira de Desenvolvimento  Industrial e o Sistema S. 

O Programa Brasil pra Elas busca recolocar as mulheres no mercado de trabalho e formar empreendedoras e potenciais geradoras de empregos. Isso ocorre por meio da capacitação profissional e de linhas de crédito de bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste.

Ramira Felix, empreendedora de Ananindeua (PA), conta que passou por um momento muito difícil financeiramente, durante a pandemia. Desempregada, ela não tinha capital de giro para abrir o próprio negócio. Por meio de crédito do Banco da Amazônia, Ramira conseguiu estruturar o sonho de uma loja de roupas.

TEC/SONORA: Ramira Felix, empreendedora.

“Foi na pandemia que tudo aconteceu. No momento de crise que o Brasil estava enfrentando. Esse crédito mudou completamente minha vida. Esse dinheiro multiplicou e eu fiz algumas mudanças na loja. Uma loja de roupas usadas se transformou em uma loja bonita e pop.”

LOC.: Segundo a coordenadora nacional de Empreendedorismo Feminino do Sebrae, Renata Malheiros, além de ajudar a garantir a independência financeira para as mulheres, programas como o Brasil pra Elas também trazem avanços sociais para as famílias.

TEC/SONORA: Renata Malheiros, coordenadora de empreendedorismo feminino do Sebrae.

“Quando você junta entidades do Sistema S - Sebrae, Senai, Senac - e parceiros de bancos, parceiros do governo, é um grande mutirão para apoiar as mulheres a aprender um ofício, a abrir uma empresa, a abrir uma conta de banco. O empreendedorismo feminino é uma das formas mais rápidas de conseguir a sua independência financeira, de conseguir renda e poder trazer progressos para você e para sua família.”

LOC.: Após passar por dez estados, a Caravana Brasil pra Elas chega em São Luís, no Maranhão, no dia 6 de agosto. Depois é a vez de Teresina, no Piauí, no dia 16. Distrito Federal, dia 20; e Porto Velho, em Rondônia, dia 27 fecham a lista deste mês.

Reportagem, Paloma Custódio

LOC.: A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (17) com queda de 1,57% no preço e é vendida a R$ 1.278,49 na cidade de São Paulo. Já o café robusta teve elevação no valor. A alta foi de 0,44% e a saca é comercializada a R$ 732,44 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve aumento de 0,26% no preço e o produto é vendido a R$ 129,47 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 0,54% e a mercadoria é comercializada a R$ 125,87.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,86% e é negociada a R$ 82,11. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 82. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 73. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 75. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (17) com alta de 0,22% e o produto é negociado a R$ 314,20 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 281,50. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 293,50. 

O preço do quilo do frango congelado teve diminuição de 0,12% e o produto é vendido a R$ 8,10. O preço do quilo do frango resfriado teve redução de 0,12% e a mercadoria é comercializada a R$ 8,12.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve salto de 1,99% e o produto é negociado a R$ 10,76. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,95. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,77. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo