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LOC.: As prefeituras de todo o país partilham mais de dois bilhões e oitocentos milhões de reais do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, nesta quarta-feira (30). O valor é 18,8% maior do que os municípios receberam no mesmo período do ano passado. Segundo o especialista em orçamento público Cesar Lima, o crescimento do repasse se deve ao aumento da arrecadação do governo federal com o Imposto de Renda. 

TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público
 

“A atividade econômica tem melhorado, o nível geral de emprego tem melhorado e tudo isso reflete no FPM, porque o IR é o principal componente. Apesar das desonerações que foram feitas no IPI, nós temos essa curva ascendente do FPM, o que é muito salutar para os nossos municípios”. 
 


LOC.: Entre 35% a 40% da receita do município mineiro de Bom Despacho vem do FPM. Segundo o prefeito da cidade, Dr. Bertolino da Costa Neto, a gestão tem trabalhado para diminuir a dependência desse tipo de repasse. 

TEC./SONORA: Dr. Bertolino da Costa Neto, prefeito de Bom Despacho (MG)
 

“Nós temos feito um esforço muito grande para nos tornarmos autossuficientes na nossa gestão financeira. Mas como a grande maioria dos municípios brasileiros, Bom Despacho também depende essencialmente do FPM. O FPM ainda é a maior fonte de recursos do município, mas a gente tem ICMS, a gente tem o ISSQN,  que a gente tem aumentado, feito assim muitas gestões para poder conseguir aumentar a arrecadação”. 
 


LOC.: Até sexta-feira (25), 19 municípios estavam bloqueados e, por isso, não devem receber o repasse do FPM até regularizarem suas pendências, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional.

Reportagem, Felipe Moura 
 

LOC.: O Brasil terá uma semana com temperaturas mais elevadas e alta umidade do ar, o que favorece maiores instabilidades no tempo, com fortes chuvas em boa parte do país. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet. 

Segundo o meteorologista do Inmet, Olivio Bahia, a população das regiões mais afetadas deve manter a atenção e tomar cuidados para evitar acidentes. 
 

TEC./SONORA: Olivio Bahia, meteorologista do Inmet

“Sempre destacamos que a população dessas regiões atingidas deve ficar sempre atenta, porque o solo está encharcado e o nível dos rios ainda estão elevados. Então, qualquer chuva, mesmo que em pouco volume, pode provocar algum transtorno, algum deslizamento de terra. Então, as pessoas devem se manter atentas nesse período de chuva.”
 


LOC.: Na região Norte, o tempo ficará mais fechado ao longo da semana, com pancadas de chuvas que podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento. Em algumas áreas do Amazonas, de Roraima e do Pará, os volumes devem ser mais expressivos, acima de 80 mm em 24 horas. No Acre, a Defesa Civil destaca a preocupação diante do impacto das fortes chuvas registradas em Rio Branco, desde a última sexta-feira (2). O acúmulo de chuvas chegava a 136 mm. 

Nos últimos dias, o Nordeste brasileiro registrou maiores volumes de chuva na Bahia e a tendência é que essa condição seja mantida ao longo da semana. Cerca de 37 municípios baianos foram afetados. Entre eles estão Baixa Grande, Itabuna, Santa Cruz e Cabrália. Também deve chover forte em áreas do Maranhão e do Piauí. 

O Sudeste do Brasil também contou com uma semana de chuvas intensas, principalmente no Espírito Santo, e leste e nordeste de Minas Gerais, onde alguns pontos registraram 300 mm. Pelo menos 38 municípios mineiros estão em situação de emergência. Cerca de 2.369 pessoas estão desalojadas e 553 desabrigadas. A projeção é de que ainda caia chuva até o fim desta semana, inclusive, com queda de granizo. São Paulo também deve ficar em alerta, pois as chuvas podem vir acompanhadas de raios e ventos que podem chegar a 80km/h. 

Na região Sul, os últimos dias também foram de registros de fortes chuvas, sobretudo no centro-oeste do Paraná e leste de Santa Catarina. A expectativa é de que essas condições sejam mantidas no início desta semana, até mesmo com queda de granizo em alguns pontos. 32 municípios catarinenses reportaram ocorrências em virtude do evento de chuvas intensas. Foram registradas três mortes. A partir de quarta-feira (7), a previsão é de que os volumes sejam reduzidos. 

No Centro-Oeste, as previsões apontam para possíveis quedas de granizo, principalmente no sul de Goiás e em pontos do Mato Grosso do Sul. Em Goiás, por exemplo, entre os municípios mais afetados estão Água Fria de Goiás, Alto Paraíso de Goiás e Cavalcante. 
Ainda de acordo com o Inmet, nos pontos mais críticos há risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.  

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: Este sábado marca o Dia Nacional de Combate à Dengue. Segundo o Ministério da Saúde, a infecção pode ser assintomática, apresentar sintomas leves e até graves. Os mais comuns são febre alta acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações; além de fraqueza, dor atrás dos olhos e coceira na pele, perda de peso, náuseas, vômito e manchas vermelhas na pele.

A médica Karina Tomiasi explica que, no caso de suspeita de dengue, o ideal é ir até um posto de saúde para confirmar. Isso porque o vírus da dengue pode ser fatal e a doença não possui um tratamento específico. Para evitar isso, a prevenção contra o mosquito é fundamental. 

TEC./SONORA: Karina Tomiasi, médica da área de saúde da família

“É preciso reforçar novamente as medidas de combate à doença através da prevenção de criação de paradeiros e criadouros do mosquito transmissor, como na água parada, nos ambientes domésticos e o uso de repelentes. Isso ajudará a controlar a transmissão da doença e diminuirá a demanda para tratamento dos casos em serviços de saúde, que já se encontram sobrecarregados”.


LOC.: O estudante Pedro Augusto Barbosa, 23 anos, pegou dengue em 2015, após apresentar febre, dor de cabeça, nos olhos e no corpo. Hoje, ele fica atento às medidas de prevenção contra a doença.

TEC./SONORA: Pedro Augusto Barbosa, 23 anos, estudante, morador de Uberlândia (MG)

“Quando eu peguei eu morava em casa, agora moro em apartamento, então é menos complicado de lidar. Eu só tenho plantas, suculentas pequenas, então eu cuido delas para não acumular água”.


LOC.: Além disso, ele conta fica atento para fazer denúncia para a prefeitura de sua cidade quando percebe possíveis focos do mosquito perto de onde mora.

Reportagem, Nathália Guimarães. 

LOC.: O projeto de lei que obriga produtores e empresas da agroindústria a adotarem programas de autocontrole em todo o processo produtivo não fragiliza a fiscalização sobre alimentos e produtos de origem animal e vegetal. O coordenador de produção vegetal da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Maciel Silva, classifica o projeto como inovador e diz que ele não permite ao setor definir as próprias regras de funcionamento. 

TEC./SONORA: Maciel Silva, coordenador de produção vegetal da CNA
 

“A autorregulação seria a definição, por si só, das normas, o que deve ser seguido pela iniciativa privada. Nesse caso, não ocorre. O que há é uma maior participação da iniciativa privada dentro das ações de fiscalização, mas dentro do escopo das regras já estabelecidas”. 


LOC.: Quem é favorável ao texto entende que ele pode otimizar a força de trabalho dos servidores públicos responsáveis pela fiscalização, hoje, insuficiente. Com o crescimento da agroindústria nos últimos anos, passou-se de um auditor para cada 7,7 estabelecimentos, em 2005, para um auditor a cada 18 estabelecimentos, em 2020. 

Por conta disso, o deputado federal Pedro Lupion (PP-PR) diz que as mudanças seriam positivas. 

TEC./SONORA: deputado federal Pedro Lupion (PP-PR)
 

“Nós temos um sistema de defesa agropecuária extremamente deficitário. Temos pouca gente da carreira pública exercendo essa função e isso faz com que a gente enfrente muitas dificuldades no dia a dia, principalmente das plantas agroindustriais, como os frigoríficos. Ter a possibilidade do autocontrole vai facilitar e dar uma celeridade muito maior em cada um dos processos”. 


LOC.: De acordo com o texto, o poder de fiscalização e de polícia administrativa permanece como exclusivo do poder público. Ou seja, se a fiscalização verificar alguma irregularidade ou produto que represente risco à população, poderá apreender a mercadoria e fechar a empresa. Quem não seguir as regras também vai receber advertência ou multas de até R$ 150 mil. 

Reportagem, Felipe Moura. 
 

LOC.: A presença da indústria para além dos estados que ficam no Sul e Sudeste do Brasil pode ajudar a diminuir as desigualdades regionais existentes no país. Segundo a diretora da Agência de Inovação da Universidade Federal do ABC, Cristina Reis, a maior presença da indústria nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste requer planejamento. 

TEC./SONORA: Cristina Reais, diretora da Agência de Inovação da UFABC
 

“A gente precisa pensar nas particularidades socioeconômicas e nas principais demandas da população de cada uma dessas regiões. É preciso identificar quais são as atividades econômicas que têm maior potencial para desenvolver essas regiões, bem como identificar quais são os principais desafios sociais e econômicos a serem superados”. 


LOC.: E é justamente visando o desenvolvimento econômico de outras cidades no Norte e também no Nordeste que a Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que prorroga até 2028 incentivos fiscais para empresas nas áreas de atuação das superintendências de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene). O autor do projeto, o deputado federal Júlio Cesar (PSD-PI), destaca a importância da proposta. 

TEC./SONORA: Júlio Cesar (PSD-PI) 
 

“Tinha os incentivos do Finor [Fundo de Investimento do Nordeste] e do Finam [Fundo de Investimento da Amazônia], mas esses incentivos deixaram de existir em 2007 e ficou apenas a redução para reinvestimento do Imposto de Renda e adicionais daquilo que as empresas pagam. Esta redução poderá ser de até 75% para investimento em novos projetos aqui na região”. 


LOC.: No estado do Amazonas, a cidade de Manaus é um dos exemplos de como a indústria contribui para o crescimento local, gerando emprego e renda para a população. O superintendente da Suframa, Algacir Antonio Polsin, destaca a importância do Polo Industrial de Manaus para o estado e para o país. 

TEC./SONORA: Algacir Antonio Polsin, superintendente da Suframa
 

“Esse polo acaba fomentando toda a economia do estado do Amazonas. Naturalmente, a gente acaba fomentando também a empregabilidade em todo o país, pois muitos dos nossos produtos vão para o comércio ou vão como peças integrantes de indústrias de outras partes do país, assim como também compramos peças de outras partes do país para a nossa cadeia de produção aqui em Manaus”. 


LOC.: O Polo Industrial de Manaus conta com mais de 500 fábricas e gera, ao menos, meio milhão de empregos diretos e indiretos. Apenas no ano passado, as indústrias locais faturaram mais de R$ 160 bilhões. 

Reportagem, Felipe Moura. 
 

LOC.: O Brasil possui mais de cinco mil sindicatos patronais cadastradas junto ao Ministério do Trabalho e Previdência. Na Bahia, são mais de 200 organizações do tipo com cadastro ativo. Essas entidades sindicais são estruturadas em forma de pirâmide. 

Dentro do sistema cooperativista, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) está no topo da pirâmide. O Coordenador Sindical da entidade, Bruno Vasconcelos, explica o papel da CNCoop como entidade patronal.

TEC./SONORA: Coordenador Sindical da Confederação Nacional das Cooperativas, Bruno Vasconcelos

“A Confederação Nacional das Cooperativas defende os interesses das cooperativas enquanto categoria econômica. Quando a gente fala categoria econômica no âmbito do cooperativismo, quer dizer enquanto empregadora. A gente vem para auxiliar e promover a defesa dessas cooperativas. Além disso, também promovemos a integração com os sindicatos das federações que compõem a base da confederação.”


LOC.: No meio da pirâmide estão as dez federações e os 50 sindicatos patronais formam a base da pirâmide. Um deles é o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb), que passou a representar, defender e auxiliar as cooperativas baianas como sindicato patronal em 1999. 

Jaqueline Azevedo Gomes é assessora jurídica do Sicoob Central Bahia e já contou com o apoio da Oceb em diversas situações, por isso, considera o trabalho do sindicato muito importante para as cooperativas.

TEC./SONORA: Assessora jurídica do Sicoob Central Bahia, Jaqueline Azevedo Gomes

"Uma instituição, uma empresa, quando vai fazer um acordo coletivo com um sindicato ou quando precisa que uma norma a atenda, quando precisa de um apoio de capacitação maior, ter um sindicato que tem ‘know-how’, que tem a penetração junto a outros órgãos e que nos represente melhor, isso é muito importante.”


LOC.: Além da representação político-institucional, a Oceb oferece serviços de apoio ao desenvolvimento sustentado das cooperativas filiadas ao sistema e presta serviços de assessoria nas áreas de gestão cooperativista, contábil e trabalhista.

Na atuação como sindicato patronal, o presidente destaca que o trabalho da Oceb é focado em representar todas as cooperativas do estado da Bahia nas negociações coletivas com o Sindicato dos Trabalhadores das Cooperativas, desde 2010. 

TEC./SONORA: presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio

“Todos os anos, é realizado esse trabalho com data-base em 1º de janeiro de cada ano. Então, é feito uma assembleia, tanto pelos trabalhadores, como pelas cooperativas baianas, e são levadas as propostas e são feitas as negociações. Isso traz para o cooperativismo baiano uma tranquilidade aos seus dirigentes, a seus funcionários, de que temos uma relação de trabalho muito salutar no cooperativismo do estado da Bahia. Isto é muito bom para todas as partes.”


LOC.: Um dos grandes marcos da atuação da Oceb, representando as cooperativas junto à Assembleia Legislativa da Bahia e nas discussões com o Executivo estadual sobre políticas públicas favoráveis, foi a instituição da Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo, em 2009. 

Para mais informações acesse somoscooperativismo-ba.coop.br e as redes sociais do Sistema Oceb.

LOC.: A cotação da arroba do boi gordo começou a segunda-feira (5) sem alteração e o produto ainda é negociado a R$ 290,70 em São Paulo. Em Goiânia, o produto é vendido à vista a R$ 269. Já em Barretos e Araçatuba, em São Paulo, a arroba é comercializada a R$ 279. 

O preço do quilo do frango congelado teve aumento de 0,13% e o produto é vendido a R$ 7,89. O preço do quilo do frango resfriado também subiu 0,13% e a mercadoria é comercializada a R$ 7,95.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não mudou e o produto ainda é negociado a R$ 10,65. Em Minas Gerais, o suíno vivo é vendido a R$ 7,26. No Paraná, o produto é comercializado à vista a R$ 6,51. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

LOC.: A saca de 60 quilos do café arábica começou a segunda-feira (5) com queda de 0,42% no preço e é vendida a R$ 982,38 na cidade de São Paulo. Já o café robusta teve elevação no valor. A alta foi de 1,02% e a saca é comercializada a R$ 633,65 para retirada no Espírito Santo. 

O açúcar cristal teve aumento de 1,29% no preço e o produto é vendido a R$ 138,42 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 0,19% e a mercadoria é comercializada a R$ 134,44.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve salto de 0,03% e é negociada a R$ 86,03. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 83. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o milho é vendido a R$ 72. Em Uberaba, Minas Gerais, o preço à vista é R$ 77. Os valores são do Canal Rural e Cepea. 

Reportagem, Marquezan Araújo