04/02/2023 17:17h

Segundo especialista, 40% dos casos de câncer e metade das mortes causadas pela doença são resultados de hábitos de vida

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O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 704 mil novos casos de câncer por ano no Brasil até 2025. Desse número, 70% estão previstos para as regiões Sul e Sudeste.

Ainda segundo o Inca, o tumor maligno mais incidente no Brasil é o de pele não melanoma, que totaliza 31,3% dos casos. É seguido pelos cânceres de mama feminina (10,5%), de próstata (10,2%), do cólon e reto (6,5%), de pulmão (4,6%) e de estômago (3,1%).

O câncer de fígado aparece entre os 10 mais incidentes na região Norte, estando relacionado a infecções hepáticas e doenças hepáticas crônicas. O câncer de pâncreas está entre os 10 mais incidentes na região Sul, sendo seus principais fatores de risco a obesidade e o tabagismo.

Diante desse cenário, é importante que a conscientização e a educação sobre a doença aumente entre a população brasileira. Esse é o objetivo do Dia Mundial do Câncer, que foi celebrado neste sábado (4). Neste ano, dia do câncer foi denominado como “unindo nossas vozes pelo controle do câncer”. 

Liz Almeida, diretora-geral substituta do Inca, contou que os esforços para conseguir melhorar o diagnóstico e tratamento da doença foram reforçados.

“Esse ano, nós avançamos no sentido de buscar todos os nossos parceiros, principalmente do terceiro setor da sociedade científica e sociedade civil, para se juntar, pensar, planejar e aí agir juntos, nas causas mais importantes que podem reduzir as desigualdades no acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer”, completa a diretora. 

Adriana Castelo, oncologista dos hospitais Santa Lúcia e Universitário de Brasília, afirma que cerca de 40% dos casos de câncer e metade das mortes causadas pela doença são resultados de hábitos de vida que podem ser alterados. “A prevenção de diversos tipos de cânceres envolve principalmente adoção de uma vida saudável, com bons hábitos alimentares, manter o peso saudável, não fumar, evitar o abuso de bebidas alcoólicas, praticar atividade física, tudo isso contribui para a diminuição dos casos de câncer.”

A médica explica que o surgimento do câncer pode ser esporádico ou hereditário. “A maioria dos casos são esporádicos. Cerca de 10% envolve uma herança genética familiar que predisponha o desenvolvimento de neoplasia”, conclui.

Tratamentos

Segundo informações do Ministério da Saúde, os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.

Para Adriana Castelo, o tratamento do câncer pode ser feito através de cirurgia, quimioterapia ou outros medicamentos como drogas alvo e imunoterapia e radioterapia ou combinação dessas terapias. “A indicação do tratamento depende da localização, estágio em que a doença se encontra e algumas características do tumor como presença e ausência de mutações”.

A médica informa que é possível a própria pessoa detectar a presença de um câncer. Por isso, é importante conhecer o corpo e ficar alerta para alterações como surgimento de nódulos, sangramentos ou sintomas persistentes, como tosse que não passa, ou sintomas inexplicáveis como perda de peso acentuada e fadiga intensa.

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02/02/2023 12:10h

O peso da mochila durante o período escolar pode causar alterações posturais que mais tarde podem se tornar problemas de coluna

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O início do ano também é marcado pelo fim das férias escolares. Com isso, o uso da mochila nas costas por crianças e adolescentes volta a ser frequente. Cuidados para que o peso sobre as costas não prejudique o aluno devem ser tomados.

O ortopedista Julian Machado orienta que a mochila deve ser carregada da forma correta, com as duas alças devidamente acomodadas nos ombros. Recomenda ainda que o peso da mochila não ultrapasse 10% do peso do aluno.

“O peso da mochila não vai deformar a coluna, a parte óssea, o arcabouço ósseo, mas com o tempo ele pode levar essa criança a ter vícios posturais, que funcionam como se ela tivesse realmente a escoliose, a cifose. Então assim, o peso da mochila é um fator importante e uma sem ocupação sempre no período de início das aulas”, completa o especialista.

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O neurocirurgião Henrique Lira, especialista em coluna vertebral, alerta aos pais a importância do acompanhamento da saúde da coluna das crianças desde os primeiros anos de vida, pois alterações ou impactos no desenvolvimento e na qualidade do funcionamento ergonômico postural, vai impactar diretamente na saúde da coluna do adulto.

“Crianças que vão à escola com uma postura inadequada, seja por carregamento de peso na mochila, seja por alterações posturais na hora estudo, associados à obesidade, a falta de práticas de atividade física, isso vai impactar na saúde da coluna de até 70% dos adultos tardiamente”, explica Lira.

Na hora de arrumar a mochila para a volta às aulas, o aluno deve optar por colocar o material mais pesado na parte de trás, de forma que fique mais perto do corpo para que o peso não faça com que a criança ou adolescente se curve. 

Observe também se a mochila está acomodada no meio das costas e apoiada na coluna lombar, desta forma, os ombros não ficarão sobrecarregados e pode ajudar a evitar a dor no final do dia.
 

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02/02/2023 08:30h

Além dos macro e micronutrientes indispensáveis na alimentação de crianças, é importante respeitar os sinais de fome e saciedade

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Durante a infância ocorre o período de desenvolvimento da criança, tanto física quanto intelectualmente. A boa alimentação é importante para que esse desenvolvimento ocorra de forma satisfatória. Quando a criança não tem o hábito de consumir alimentos saudáveis, ela tende a ter maior vulnerabilidade a doenças e deficiências.  

Priscila Walker, nutricionista de famílias, informa que as crianças desde pequenas já conseguem apresentar sinais que indicam fome ou saciedade. Bebês ainda pequenos, que não sabem se comunicar, choram para avisar à mãe que estão com fome. 

Crianças um pouco maiores, no período da introdução alimentar, costumam apontar para a comida, se inclinar em direção a alguém, se essa pessoa estiver com comida na mão, pegar algum alimento e tentar levá-lo até a boca e, também, ficam felizes ao ver alimentos que gostam. 

“Ao mesmo tempo a criança também mostra a saciedade, ela não quer mais mamar, não quer mais comer, ela empurra a comida, fecha a boca, vira o rostinho de lado mostrando que não quer mais se alimentar ou muitas vezes, na introdução alimentar, ela faz o que a gente chama de 'movimento para-brisa', que é mexendo as mãozinhas para um lado e para o outro, espalhando a comida, jogando a comida no chão”, completa a nutricionista.

A nutricionista reforça que é essencial respeitar os sinais de fome e saciedade da criança para que ela consiga se alimentar de forma correta.

“É muito importante a gente respeitar esses sinais de fome e de saciedade para que a gente não desregule a criança. A criança nasce sabendo se alimentar e muitas vezes a gente não respeita. A gente vem com aquela colher perseguidora e fala só mais um pouquinho, come um pouquinho mais, tem que raspar o prato, tem que comer tudo pra ficar forte e saudável. E aí a criança começa a ignorar os sinais internos do corpo e ouvir alguém de fora”, informa a nutricionista.

A especialista alerta que o entendimento desses sinais desde o início pode evitar doenças no futuro. Tanto físicas, quanto comportamentais em relação à alimentação. 

A alimentação da criança precisa ser composta por macro e micronutrientes, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. É importante para o desenvolvimento infantil ter a ingestão adequada de todos os nutrientes. 

Alimentos ultraprocessados, que possuem muito açúcar, sal, gorduras, farinha, corantes e conservantes artificiais, devem ser evitados, pois têm um gosto mais prazeroso ao paladar, e então a criança tende a começar a rejeitar aqueles que não possuem a mesma sensação de prazer. 

Natália Sales, analista de qualidade de software, tem uma filha de 10 anos e um filho de 2. Ela conta que durante o crescimento da primeira filha, ela não tinha conhecimento sobre alimentação saudável. Hoje, a menina tem dificuldade em aceitar alimentos mais naturais, como verduras e legumes. 

Depois dessa experiência, com o segundo bebê, Natália optou por dar mais alimentos naturais e deixou para inserir os processados mais tarde.

“No meu segundo filho, eu introduzi açúcar só depois dos dois anos, ele faz consumo de pouco sal, consome muita fruta e muita verdura, desde bebezinho. Então isso auxiliou muito no paladar que ele tem, pelo menos até agora. Ele aceita praticamente qualquer alimento amargo, azedo”, completa. 

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01/02/2023 04:00h

Segundo a ginecologista e coordenadora da elaboração do Manual do Climatério do Ministério da Saúde, Giani Cezimbra, a intensidade dos sinais do climatério variam de acordo com o organismo de cada mulher

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A menopausa é um fenômeno biológico caracterizado pelo final das menstruações na vida de uma mulher, o que geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos de idade. Para se considerar que uma mulher está na menopausa, ela deve estar há 12 meses sem menstruar.

Os sintomas que antecedem a menopausa são caracterizados como climatério. Nesse caso, ocorrem diversas mudanças físicas e até mesmo emocionais. O conhecimento dos sinais e sintomas permite cuidados individualizados, melhorando a qualidade de vida e o bem-estar nos anos seguintes. 

De acordo com Giani Cezimbra, ginecologista e coordenadora da elaboração do Manual do Climatério do Ministério da Saúde, os sinais e a intensidade do climatério dependem do organismo de cada mulher.

“Podem ser mais intensos e podem ser em maior número do que em outros. Muitas sentem sintomas extremamente leves nessa fase e não precisam de nenhum tipo de tratamento, elas ficam bem. Outras podem ter realmente sintomas que incomodam e prejudicam a qualidade de vida e requerem algum tipo de tratamento, de acordo com a especificidade dos sintomas”, destaca a especialista.

Sintomas do climatério

  • Ondas de calor, que geralmente são acompanhadas de vermelhidão no rosto, suores, palpitações no coração, vertigens e cansaço muscular;
  • Dificuldade para esvaziar a bexiga, dor, perda de urina, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor na penetração e diminuição da libido;
  • Aumento da irritabilidade, instabilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia;
  • Alterações no vigor da pele, dos cabelos e das unhas, que ficam mais finos e quebradiços;
  • Alterações na distribuição da gordura corporal, que passa a se concentrar mais na região abdominal;
  • Perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia;
  • Risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Lúcia Helena, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Climatério da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), explica que a falta da produção do estrogênio, durante o período do climatério, é o que causa as mudanças físicas e psicológicas na mulher.

“Um dos principais hormônios é o estrogênio e em quase todo o organismo da mulher existem receptores para esses hormônios, então quando a mulher entra na menopausa, ela deixa de produzir alguns hormônios, mas principalmente o estrogênio, e a falta do mesmo leva a consequências físicas e psicológicas”, explica a médica.

Giani Cezimbra orienta mulheres que estão com idade entre 40 e 55 anos a observarem se a menstruação está descendo com maiores espaços de tempo, se está irregular, se sentem ondas de calor, principalmente enquanto estão dormindo ou estão começando a ter ressecamento vaginal. Nesses casos, a dica é procurar o ginecologista para fazer uma avaliação e se certificar de que esses são os sintomas do período de climatério. 
 

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01/02/2023 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve alta de 4,67% e o produto é negociado a R$ 9,83

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A cotação da arroba do boi gordo começou a quarta-feira (1) com queda de 0,22% e o produto é negociado a R$ 288,70 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado não sofreu alteração e o produto ainda é vendido a R$ 6,56. Já o preço do quilo do frango resfriado subiu 0,15% e a mercadoria é comercializada a R$ 6,76.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial teve alta de 4,67% e o produto é negociado a R$ 9,83 

Os valores são do Cepea.

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01/02/2023 03:00h

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve alta de 0,64% e é negociada a R$ 85,49

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a quarta-feira (1) com alta de 3,39% no preço e é vendida a R$ 1.103,18 na cidade de São Paulo. O café robusta também teve aumento no valor. A alta foi de 0,96% e a saca é comercializada a R$ 703,63 para retirada no Espírito Santo.  

O açúcar cristal teve aumento de 1,08% no preço e o produto é vendido a R$ 131,86 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, subiu 0,50% e a mercadoria é comercializada a R$136,73.

No mercado financeiro, a saca de 60 quilos do milho teve alta de 0,64% e é negociada a R$ 85,49.

Os valores são do Cepea.

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30/01/2023 20:45h

O início de pesquisas para o desenvolvimento de um antiviral específico para a doença é considerado um importante passo para o combate ao vírus, que já infectou quase 11 mil pessoas no Brasil e matou 15

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O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), em conjunto com a revista científica The Lancet Regional Health Americas, lançou na última semana a edição especial do encarte “Mpox multinacional nas Américas: Lições do Brasil e do México”, com artigos sobre a monkeypox. Durante o evento de lançamento, Mayara Secco, infectologista do INI/Fiocruz, revelou os números atualizados da doença no Brasil. Atualmente são10.711 casos confirmados e 15 óbitos, conforme dados atualizados até 24 de janeiro. Mayara explicou que apenas no ano de 2022 foi identificado um surto da doença fora das áreas endêmicas, que até então eram restritas ao continente africano.

Joana Darc, infectologista, afirma que a mpox ainda é considerada um problema de saúde pública pelo fato de que ainda é negligenciada e não possui medicamentos específicos para o combate. "Por anos ela esteve restrita a países africanos, pobres e sem o devido investimento." A médica explica que o fato de a doença poder ser sexualmente transmitida "faz com que as pessoas se sintam mais constrangidas e com receio de procurar os serviços de saúde por causa do estigma, do preconceito associado", pontua.

"Esse fato pode levar a um agravamento da doença, porque as pessoas deixam de procurar os serviços de saúde por vergonha e aí a doença pode crescer de forma silenciosa e se intensificar em determinadas populações e a gente vai ter alguns problemas de saúde que não foram resolvidos. E a gente já tem essa experiência de que para uma doença se tornar um problema de saúde depende da forma como a gente enfrenta a doença, das formas de prevenção, de tratamento e cuidado com os doentes”, complementa a especialista.  

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Larissa Tiberto, infectologista, destaca algumas das políticas de enfrentamento à doença que precisam ser tomadas para que os casos não piorem e o número de óbitos não suba.

“Primeiro, é informação à população. Parar de estigmatizar a doença como se ela fosse pega em um único grupo de gays e bissexuais por relação sexual. Essa doença pode ser pega por via respiratória, por via de contato, pele a pele. E isso você pode encostar em alguma pessoa na rua, independentemente do seu gênero e da sua condição sexual. A outra coisa que nós precisamos fazer é começar ensaios de vacinas aqui no Brasil, começar ensaios e estudos para uma medicação, pra um antiviral específico contra essa doença”, completa.

De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), após consultas com especialistas globais, a Organização Mundial da Saúde (OMS) começará a usar um novo termo para se referir a monkeypox: “mpox”. O período para esta transição será de um ano e, após esse tempo, o nome monkeypox será abolido.
 

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28/01/2023 04:00h

Saiba o que é educação inclusiva, um direito assegurado a todas as pessoas com deficiência de frequentarem escolas de ensino regular, em todos os níveis

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Uma pesquisa realizada pelo Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação (CEPI) do Instituto Jô Clemente (IJC) apontou que crianças e adolescentes com deficiência que frequentam salas de aula em escolas de ensino regular apresentam ganhos importantes em questões de desenvolvimento, como autonomia, comunicação, linguagem, expressão, relacionamento interpessoal e aprendizagem.

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Roseli Olher, supervisora educacional do IJC, afirma que a educação inclusiva para estudantes que possuem algum tipo de deficiência é importante para o desenvolvimento. Essa evolução, segundo ela, se dá por meio do convívio com outros alunos que não possuem as mesmas características. “É importante porque os estudantes com alguns tipos de deficiência se desenvolvam de forma integral por meio do convívio com outros alunos sem deficiência. Tornando-se parte integrante da sociedade, adquirindo maior independência e autonomia”, completa.

Na avaliação da terapeuta infantil Tatiana Lima, a relevância do tema inclui aspectos relacionados ao convívio social. “Visando que essa pessoa que tem algum tipo de deficiência intelectual é um ser humano, então ela tem emoções. Quando você não se sente acolhido a um ambiente, isso mexe muito com as questões emocionais", destaca.

"Quando uma criança que tem deficiência intelectual não está próxima a outras crianças, ela não se sente acolhida e isso acaba gerando baixa autoestima, gera pra ela que não vai conseguir algumas coisas que deseja na vida, trazem muitas inseguranças. Então, assim, quando tem essa educação inclusiva, que a criança se sente acolhida, mesmo com a sua deficiência, ela tem um progresso muito grande e vai evoluindo a cada passo e etapa dessa educação”, complementa a especialista.

A supervisora também explica que, para inserir essa forma de ensino nas escolas regulares, é preciso levar esse debate para dentro das instituições de ensino, pois, de acordo com a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a com Lei Brasileira de Inclusão, este é um direito do aluno.

“É necessário que as escolas flexibilizem o currículo escolar tornando-o acessível a todos os estudantes com e sem deficiência. Eliminar as barreiras arquitetônicas, investir na capacitação dos profissionais, dar uma abertura a um diálogo com os familiares, acolher essas pessoas de forma respeitosa, valorizar o potencial do estudante com deficiência, pois eles são capazes de aprender, se for dada a oportunidade”, explica Roseli.

A educação inclusiva é um direito assegurado a todas as pessoas com deficiência, de frequentarem escolas de ensino regular, em todos os níveis de ensino.

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27/01/2023 03:00h

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial sofreu queda de 0,31% e o produto é negociado a R$ 9,63

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A cotação da arroba do boi gordo começou a sexta-feira (27) com alta de 1,88% e o produto é negociado a R$ 290,05 em São Paulo. 

O preço do quilo do frango congelado teve diminuição de 5,09% e o produto é vendido a R$ 6,52. O preço do quilo do frango resfriado caiu 4,95% e a mercadoria é comercializada a R$ 6,72.

No mercado financeiro, o preço da carcaça suína especial não sofreu alteração e o produto ainda é negociado a R$ 9,36. 

Os valores são do Cepea.
 

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27/01/2023 03:00h

No mercado financeiro, saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,40% no preço e é negociada a R$ 84,88

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A saca de 60 quilos do café arábica começou a sexta-feira (27) com alta de 1,32% no preço e é vendida a R$ 1.048,76 na cidade de São Paulo. O café robusta também teve aumento no valor. A alta foi de 0,46% e a saca é comercializada a R$ 679,75 para retirada no Espírito Santo.  

O açúcar cristal teve aumento de 0,16% no preço e o produto é vendido a R$ 132,47 em São Paulo. Em Santos, no litoral paulista, o valor da saca de 50 quilos, sem impostos, também teve alta de 0,40% e a mercadoria é comercializada a R$134,21.

No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve queda de 0,40% e é negociada a R$ 84,88.

Os valores são do Cepea.

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