Dólar

16/07/2024 03:00h

Projeção da inflação é reduzida e Selic se mantém estável

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A expectativa futura da inflação brasileira teve sua projeção reduzida nesta semana. Medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a atual expectativa de inflação para 2024 agora é de 4,00%.

Já a projeção do dólar subiu, em um patamar superior aos R$ 5,00, em meio à recente escalada da moeda. A previsão é de R$ 5,22, até o fim de 2024. 

A alta do câmbio afeta a possibilidade de redução da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, cuja projeção está estável, a 10,50%. 

Já a projeção do produto interno bruto, o PIB, subiu para 2,11%. Contribui para aumento da projeção de mercado o recente relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional, o FMI, que elevou as projeções da economia brasileira. 

As informações são do Boletim Focus, com as cotações de mercado divulgadas semanalmente pelo Banco Central do Brasil. 

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24/06/2024 03:00h

os fatores internos que mais desfavorecem o real estão relacionados à responsabilidade fiscal do governo e à capacidade de cumprimento da meta de déficit zero

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Tanto o dólar quanto o euro sofreram leve queda no último pregão e estão cotados a R$ 5,43 e R$ 5,81, respectivamente. Apesar do recuo, o patamar é observado após altas consecutivas nas últimas semanas. Com a permanência da taxa de juros americana em nível considerado elevado, há saída de capitais de países emergentes, como o Brasil.

Já os fatores internos que mais desfavorecem o real estão relacionados à responsabilidade fiscal do governo e à capacidade de cumprimento da meta de déficit zero estabelecida. O não cumprimento da meta do arcabouço fiscal coloca em xeque a performance da economia. 

Existem disputas entre os Poderes Executivo e Legislativo, e o governo federal tem sofrido derrotas constantes em matérias que poderiam elevar a sua arrecadação. Há uma piora da sensação de risco e o governo se vê obrigado a estimular cortes de gastos. Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, já sinalizaram possíveis medidas nesse sentido. 

Com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que decidiu o novo patamar da Selic, também houve tensão. A taxa básica de juros foi mantida no mesmo patamar, a 10,50% ao ano. 

As cotações são da companhia Morningstar
 

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17/06/2024 03:00h

Cenário externo e preocupações no Brasil explicam a valorização

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O câmbio do real em relação ao dólar e ao euro não sustentou a baixa e está novamente em alta no início desta semana. Na semana passada, uma mudança no tom das falas do Presidente da República, sinalizando responsabilidade com as contas públicas, pôde arrefecer a desvalorização da moeda. Porém, o otimismo durou pouco. 

Os fatores internos que mais desfavorecem o real estão relacionados à responsabilidade fiscal do governo e à capacidade de cumprimento da meta de déficit zero estabelecida. O não cumprimento da meta do arcabouço fiscal coloca em xeque a performance da economia. Existem disputas entre os Poderes Executivo e Legislativo e o governo federal tem sofrido derrotas constantes em matérias que poderiam elevar a sua arrecadação. Há uma piora da sensação de risco e o governo se vê obrigado a estimular cortes de gastos. Os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, já sinalizaram nesse sentido. 

Em reunião na última sexta-feira (14) com agentes do mercado financeiro, em São Paulo, Fernando Haddad reforçou seu compromisso com a questão fiscal no Brasil.

No dia, houve também a divulgação do índice BC-Br, pelo Banco Central, que é considerado uma prévia do desempenho da economia. O indicador mostrou um mês de abril estagnado, com crescimento de 0,01%, abaixo das expectativas. 

Já no exterior, há uma forte influência da alta dos juros americanos sobre todos os países emergentes - não apenas o Brasil. Com a perspectiva de juros considerados altos para o país, há saída de dólar do mercado brasileiro, elevando a cotação. 

Hoje, o dólar comercial inicia a semana a R$ 5,38 - 0,45% mais alto em comparação à última semana. O euro segue o ritmo, a R$ 5,76. 

As cotações são da companhia Morningstar
 

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04/06/2024 00:05h

Alta da inflação e do câmbio alteram cenários

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A expectativa futura da inflação brasileira teve a sua quarta alta consecutiva nesta semana. Medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a atual expectativa de inflação brasileira para 2024 é de quase 3,90%. 

A projeção do dólar mantém-se estável dessa vez, mas em um patamar superior aos R$5,00, em meio à recente escalada da moeda. 

Esses cenários combinados afastam a possibilidade da tão sonhada diminuição da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, a qual reverteu sua trajetória e está cotada em alta para este ano e 2025. 

A projeção é que até o final deste ano a taxa chegue a 10,25%, resultando em aperto monetário para os brasileiros. Com isso, a projeção do crescimento do PIB está estável para 2024, a  2,05%. 

As informações são do Boletim Focus, com as cotações de mercado divulgadas semanalmente pelo Banco Central do Brasil
 

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03/06/2024 03:00h

Na avaliação de analistas, o fluxo de saída de capital estrangeiro e as incertezas quanto ao futuro da política de condução dos juros nos Estados Unidos contribuíram para o resultado

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O dólar comercial inicia esta segunda-feira (3) cotado a R$ 5,25. No último pregão, a moeda estadunidense subiu 0,79% em relação ao real. Na avaliação de analistas, o fluxo de saída de capital estrangeiro e as incertezas quanto ao futuro da política de condução dos juros nos Estados Unidos contribuíram para o resultado. 

O euro também se valorizou em relação à moeda brasileira. Fechou a sexta-feira (31) cotado a R$ 5,69, depois de subir 1,25%. 

O dólar turismo subiu 0,76% — e inicia a segunda-feira (3) custando R$ 5,45. 

Os dados são da companhia Morningstar. 
 

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30/05/2024 00:44h

Na avaliação de analistas, a incerteza quanto à futura direção do Banco Central e consequente condução da política de juros, bem como sobre as contas do governo, podem ter contribuído para o resultado.

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O dólar comercial inicia esta quinta-feira (30) cotado a R$ 5,20. No último pregão, a moeda estadunidense subiu 1,07% em relação ao real. Na avaliação de analistas, a incerteza quanto à futura direção do Banco Central e consequente condução da política de juros, bem como sobre as contas do governo, podem ter contribuído para o resultado. 

O euro também se valorizou em relação à moeda brasileira. Fechou a quarta-feira (29) cotado a R$ 5,62, depois de subir 0,51%. 

O dólar turismo subiu 1,16% — e inicia a quinta-feira (30) custando R$ 5,41. 

Os dados são da companhia Morningstar. 
 

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29/05/2024 00:44h

Dados da inflação americana e divulgação do IPCA-15 melhor que o esperado influenciaram

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O dólar comercial começou a quarta-feira em queda de 0,35% cotado a R$ 5,15. O euro, por sua vez, está cotado a R$ 5,61 — também em queda com relação ao último fechamento. 

Segundo especialistas, a queda do dólar tem a ver com a alta da inflação de consumo pessoal americana. No mercado interno, a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo — o IPCA-15 — veio meio menor que o esperado e mostrou uma desaceleração na inflação nacional. 

O dólar turismo começa quarta-feira (29) a R$ 5,35.

Os dados são da companhia Morningstar.  


 

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28/05/2024 00:23h

O euro, por sua vez, começou o dia cotado a R$ 5,62

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O dólar americano começa esta terça-feira (28) cotado a R$ 5,17. O patamar foi atingido após a moeda americana ter registrado uma leve alta de 0,08%.

O resultado do último pregão veio em meio a um cenário de baixa liquidez nos mercados, no dia anterior, devido ao feriado do Memorial Day nos Estados Unidos. Com isso, o câmbio rondou a estabilidade nessa segunda-feira (27).

O euro, por sua vez, começou o dia cotado a R$ 5,62. 

Os dados são da Companhia Morningstar. 
 

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27/05/2024 03:00h

Na avaliação de analistas, a declaração do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre a piora nas expectativas de inflação do Brasil pode ter contribuído para o resultado

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O dólar comercial inicia esta segunda-feira (27) cotado a R$ 5,16. No último pregão, a moeda estadunidense subiu 0,27% em relação ao real. Na avaliação de analistas, a declaração do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre a piora nas expectativas de inflação do Brasil pode ter contribuído para o resultado. 

O euro também se valorizou em relação à moeda brasileira. Fechou a sexta-feira (24) cotado a R$ 5,60, depois de subir 0,64%. 

O dólar turismo subiu 0,22% — e inicia a segunda-feira (27) custando R$ 5,36. 

Os dados são da companhia Morningstar. 

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24/05/2024 01:06h

O euro, por sua vez, começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,56

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O dólar começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,15, após queda de 0,06%. No dia anterior, o câmbio começou com um recuo mais expressivo, mas se restabeleceu depois que pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos frustraram as expectativas dos investidores. 

O cenário sugeriu uma economia mais aquecida do que o esperado, o que pode causar uma pressão na inflação e reduzir espaço para cortes na taxa de juros do país norte-americano. 

O euro, por sua vez, começou esta sexta-feira (24) cotado a R$ 5,56. 

Os dados são da Companhia Morningstar. 
 

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