Mulheres

07/10/2022 11:20h

O banco lançou produtos e assistências que, além dos tradicionais serviços, oferecem planejamento financeiro, promovem proteção, inclusão e educação financeira ao público feminino

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A CAIXA Seguridade desenvolveu produtos e benefícios para atender necessidades de suas clientes com o objetivo de fornecer facilidades, promover inclusão e educação financeira, e oferecer proteção à família e ao patrimônio das mulheres brasileiras. Os produtos em destaques são: Rapidex Mulher [assistências], Prev Pra Elas [previdência] e o Vida Mulher [seguro de vida].

O Rapidex Mulher é uma cobertura de assistência para casa, carro e moto com serviços de chaveiro, mão de obra hidráulica e elétrica, reboque, troca de pneu e outros. O produto oferece diferenciais exclusivos como apoio jurídico e de proteção à mulher em situação de violência, programa de orientação nutricional e ainda um portal de educação. As clientes do Rapidex Mulher concorrem a sorteios mensais de 10 mil reais e podem contratar o serviço em planos semestral e anual.

“Estamos lançando com exclusividade no mercado o Rapidex Mulher, que é uma cobertura de assistência onde a mulher também pode contar com uma orientação jurídica para serviço de proteção à mulher, por meio de um canal seguro. Além disso, ela pode acessar uma plataforma educacional, com professores online à disposição e um conteúdo programático de todo o ensino fundamental e do ensino médio e até orientação de como ela pode obter a sua formação e também a preparação para o ENEM", explica a diretora comercial de produtos da CAIXA, Agata Janjácomo.

 Outro produto para o público feminino é o seguro Vida Mulher, que oferece cobertura de 20 mil a 2 milhões de reais por morte natural ou acidental, além de indenização de até 50 mil reais nas situações de diagnóstico de câncer de mama, ovário e útero, com garantia da suspensão da cobrança durante o tratamento.
Além disso, o Vida Mulher conta com novas assistências para Pet, Bike, Gestante e consulta via Telemedicina.

O seguro pode ser contratado a partir de 18,96 reais por mês, onde a cliente poderá aproveitar facilidades em sua vida, preservar seus bens, cuidar melhor da sua saúde e da sua família.
A diretora da CAIXA Seguridade, Agata Janjácomo, complementa e destaca o produto de previdência privada da CAIXA para o público feminino, o Prev Pra Elas. "Nós estamos lançando agora, para as ações do Outubro Rosa, o Prev Pra Elas [Previdência Pra Elas], que é um plano de previdência que pode ser contratado a partir de 35 reais e que conta com benefícios específicos para o público feminino como a prevenção ginecológica anual e também descontos na realização de exames para a saúde e bem estar feminino.”

Os benefícios e assistências personalizados para mulheres foram inspirados no programa CAIXA Pra Elas, com foco em soluções que fazem a diferença para os negócios e para as mais de 70 milhões de brasileiras que confiam na CAIXA.

Para mais informações sobre produtos e serviços para mulheres, acesse o site da CAIXA www.caixa.gov.br/caixa-pra-elas

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Brasil
06/10/2022 04:00h

Banco divulgou ações para o Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama, durante coletiva de imprensa, nesta terça-feira (4)

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A CAIXA divulgou, nesta terça-feira, 4 de outubro, durante coletiva de imprensa, as ações de conscientização do banco para o Outubro Rosa, campanha que alerta sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Ao longo do mês, o banco vai divulgar informativos sobre a necessidade de realizar o autoexame. Além disso, vai oferecer produtos com condições especiais para mulheres e iluminar 19 prédios e agências da CAIXA com a cor alusiva à data.

Durante a coletiva, a presidente da CAIXA, Daniella Marques, destacou os protocolos de conscientização que o banco disponibiliza ao público feminino. 

“Compartilhamos com o Ministério da Saúde os protocolos de conscientização e prevenção principalmente em relação ao exame [autoexame]. Os protocolos de conscientização e a cartilha [serão disponibilizados] não só nas agências, mas também no nosso aplicativo CAIXA Pra Elas no CAIXA Tem e no site caixa.gov.br/caixapraelas.”

A presidente do banco apresentou também novidades do programa CAIXA Pra Elas, programa que já atendeu cerca de 78 mil mulheres nos seus espaços dedicados ao público feminino. A CAIXA vai reduzir as taxas de juros em linhas de crédito, pausar pagamentos das prestações de empréstimos durante licença maternidade ou adoção, e oferecerá isenção de tarifas e investimentos com rentabilidade diferenciada.

“Dentro dessa estratégia, é importante ressaltar que a CAIXA lançou, no último mês, a pausa maternidade: Para os contratos de crédito comercial adimplentes, nas modalidades CDC, crédito pessoal, crédito energia renovável e renegociações, a mulher pode solicitar pausa de 4 meses, quando do nascimento de filho/filha ou conclusão do processo de adoção. 

Nos novos financiamentos habitacionais com recursos SBPE*, a mulher gestante pode solicitar carência de até 06 (seis) meses. *(contratos no sistema de amortização SAC, nos produtos TR, poupança CAIXA e Pré-fixada) Além disso, quando do nascimento de filho/filha ou conclusão do processo de adoção, a mulher titular ou participante de contrato de financiamento pode optar pelo pagamento parcial de 75% da parcela por até 06 meses.

Os valores das parcelas pausadas ou a diferença entre o valor normal da parcela e o valor efetivamente pago, são incorporados ao saldo devedor e após o período de pausa ou pagamento parcial, o pagamento é retomado, com o valor da parcela recalculada."

A CAIXA também irá disponibilizar ao público feminino a Previdência Prev pra Elas, um plano que, além de apoiar o planejamento da aposentadoria ou um projeto futuro, contará ainda com o custeio de consulta de prevenção ginecológica anual e o benefício de redução de preços em consultas médicas, odontológicas e exames.

A diretora comercial de Produtos da CAIXA, Agata Janjacomo, dá mais detalhes sobre o plano de previdência. 

“Estamos lançando o ‘Prev pra elas’, que é um plano de previdência que pode ser contratado a partir de R$ 35 e que conta com benefícios específicos para o público feminino, como prevenção ginecológica anual e, também, desconto na realização de exames para a saúde e bem-estar feminino. Temos também o Vida Mulher [Seguro Vida Mulher], mas que nós incluímos novas coberturas para o diagnóstico do câncer de mama, ovário e útero, e também outras assistências que dão independência, orientação nutricional e o ensino aos hábitos saudáveis.”

Agata Janjacomo também destacou o Rapidez Mulher, um novo produto de assistências especializadas voltado para o público feminino: 

“Uma cobertura de assistência, onde a mulher pode contratar benefícios para casa, carro e moto, e também contar com uma orientação jurídica para serviço de proteção à mulher, por meio de um canal seguro. Além disso, ela pode acessar uma plataforma educacional, com professores online à disposição e um conteúdo programático de todo o Ensino Fundamental e do Ensino Médio, e até orientação de como ela pode obter a sua formação e, também, a preparação para o ENEM.”

Para mais informações sobre ações, produtos e serviços voltados para as mulheres, acesse o caixa.gov.br/caixapraelas. 

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06/10/2022 04:00h

No sábado (8) e no domingo (9), o Basa brindará os romeiros que participarem da Trasladação com apresentações culturais do Coral Vozes da Amazônia, do grupo AMA e do padre Antônio Maria

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A pandemia da Covid-19 impediu que a festa da Rainha da Amazônia fosse realizada durante dois anos. Mas, em 2022, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré volta a reunir fiéis e devotos para as manifestações de fé.  Este ano, a celebração comemora 18 anos como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). 

Diante da importância do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, o Banco da Amazônia (Basa) também contribui para a realização da festa. A instituição realiza uma série de homenagens. No sábado (8) e no domingo (9), o Banco brindará os romeiros que participarem da trasladação com apresentações culturais do Coral Vozes da Amazônia, do grupo AMA e do padre Antônio Maria.

Com o tema “A força da mulher no Círio de Nazaré”, o Basa enaltece a rainha da Amazônia no Círio. A coordenadora interina da Coordenação COMIF (Agricultura, Familiar, MPO e MEI) da Gerência Executiva Pessoa Física do Basa, Adriana Parente, explica que a importância dada às mulheres pelo banco é demonstrada pela disponibilidade de programas voltados exclusivamente a elas. 

“O Banco da Amazônia sempre está presente, apoiando as micro e pequenas, tanto na linha MEI quanto na linha de microcrédito. Nós desenvolvemos um trabalho valorizando as mulheres. Pelo MEI, temos os créditos na linha formal, além do Amazônia Florescer, que começou a oferecer crédito para mulheres empreendedoras em março de 2022, quando criamos essa linha Amazônia Florescer Pra Elas, específico para mulheres”, destaca. 

Programação

No sábado (8), as ações na trasladação começam a partir das 18 horas, com a participação do Coral Vozes da Amazônia. O grupo é formado por empregados e ex-empregados do banco, além de outros integrantes da comunidade. O repertório é formado por músicas marianas tradicionais. 

Às 18h30, o grupo AMA fará um show com músicas sacras. O ápice das homenagens ocorrerá assim que a berlinda com a imagem da Santa se aproximar do prédio da instituição, com show de fogos, chuva de pétalas de rosas e a apresentação do Padre Antônio Maria.

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Já no domingo (9), a partir das 8h15 o grupo AMA retorna ao palco montado em frente ao prédio sede do Banco da Amazônia para celebrar o domingo do Círio. Com a aproximação da berlinda, o Padre Antônio Maria entrará novamente em cena. Na passagem de Nossa Senhora de Nazaré, a imagem da Santa será também recebida com uma chuva de pétalas de rosas.

Campanha Social 

As homenagens tiveram início em agosto, com o lançamento da campanha social feita pelos colaboradores da Grande Belém e Matriz do Banco. A ação foi marcada pela arrecadação de alimentos e produtos de higiene à Casa de Plácidos. O espaço realiza acolhida aos romeiros e devotos, e ainda, à Cruz Vermelha, que atua na ajuda humanitária durante as procissões do Círio de Nazaré, em Belém. Esta campanha se encerrou no dia 23 de setembro de 2022.

O Basa também realiza, desde o dia 5 de setembro, as peregrinações internas nas dependências da Matriz e unidades da área metropolitana de Belém. O encerramento das peregrinações ocorre com a visita da imagem peregrina, onde é realizada uma Missa no auditório Rio Amazonas, no 15º andar do Banco. A Missa ocorre com a presença do bispo auxiliar da Arquidiocese de Belém, Dom Antônio de Assis Ribeiro, no dia 6 de outubro.

Em sua 15ª edição, o Banco da Amazônia realizará o tradicional jantar do Círio para arrecadação de dinheiro para as obras sociais da Arquidiocese de Belém. O jantar será na sede social da Assembleia Paraense, no dia 5 de outubro. O evento reunirá os principais clientes; o Arcebispo Metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira; membros da Diretoria da Festa de Nazaré; além de representantes da imprensa e parceiros da instituição.
 

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23/09/2022 04:00h

Alunas e professoras da rede pública de ensino em todo o país têm até 10 de outubro para se inscreverem no Programa Futuras Cientistas, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

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Alunas e professoras da rede pública de ensino em todo o país têm até 10 de outubro para se inscreverem no Programa Futuras Cientistas, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). O projeto é realizado pelo Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), Unidade de Pesquisa do MCTIC, e atualmente estimula as alunas e professoras da rede pública de ensino da Paraíba, Pernambuco e Sergipe a terem mais contato com as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. 

Em 2023, o programa ampliará sua atuação. Com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), serão ofertadas 470 vagas para a Imersão Científica, destinadas a alunas do 2º ano do ensino médio e professoras da rede pública de todo o Brasil.

As vagas serão distribuídas da seguinte forma: 

O objetivo do programa é aproximar as professoras e as estudantes, especialmente as alunas do 2° ano do ensino médio, das áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (conhecidas como STEM, sigla em inglês para Science, Technology, Engineering and Mathematics). 

A cientista Giovana Machado, criadora do programa, explica como a ideia surgiu: “Conversando com muitas meninas, eu identifiquei que elas não compreendiam muito bem o que era realizado nessas áreas. A ideia do programa surgiu como uma aproximação de meninas, em especial de escolas públicas, e professoras dessas áreas de STEM. Para que elas pudessem compreender que mundo era esse que com certeza ele está ao alcance delas também”, completa Giovana.

Empreendedorismo feminino avança no empoderamento das mulheres brasileiras

Setembro terá taxas reduzidas e isenção de tarifas no Caixa Pra Elas

Ana Júlia Rocha, de 19 anos, moradora de São José do Egito (PE), participou do programa em 2020, por incentivo da diretora da escola onde estudava. Ela pesquisou o desenvolvimento de alguns algoritmos e diferentes formas de fazer o mapeamento da classificação do genoma de pacientes com HIV. Por meio desses algoritmos, o computador seria capaz de indicar o melhor coquetel de remédios para o tratamento do paciente, com base no genoma do vírus.

“Foi tão boa a experiência, tão boa pra mim, abriu tantos horizontes, mudou tanto o meu ponto de vista, o que eu esperava de mim. Eu quero fazer isso também, eu quero poder ajudar, eu quero que essa oportunidade chegue para outras meninas e, em 2021, eu entrei pra organização”, conclui.

As inscrições para o Futuras Cientistas começaram nessa segunda-feira (19) e ficarão abertas até o dia 10 de outubro. Para se inscrever, basta acessar o site gov.br/cetene, clicar na opção “Futuras Cientistas”, e preencher o formulário. 
 

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13/09/2022 04:00h

Programas de auxílio a empreendedoras, como o Caixa pra Elas, contribuem para a meta da ONU de alcançar a igualdade de gênero até 2030

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A Caixa Econômica Federal está completando um mês do programa Caixa pra Elas, lançado para incentivar e dar oportunidades às mulheres brasileiras. O programa oferece orientação sobre prevenção à violência doméstica, promoção do empreendedorismo feminino e produtos e serviços da Caixa. A presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, explica que o programa favorece o crescimento econômico e social.

“E a gente quer, sim, estar de mão dada, provendo assistência social, perspectiva para que as pessoas possam empreender e ascender econômica e socialmente. E a gente tem que fazer o quê? Fortalecer as capacidades, desenvolver os talentos, apoiar as mulheres sim, para que elas edifiquem a família, construa dignidade, construam uma independência financeira. E é unindo que a gente faz isso. É dando ferramentas. É dando tecnologia. É dando capacitação. É dando crédito. A CAIXA vai acelerar essa locomotiva empreendedora formada por milhares e milhares de brasileiros. Essa locomotiva gera redução de desigualdade. CAIXA Pra Elas já chegou!”

Empreendedorismo e empoderamento

O empreendedorismo feminino local é um passo para fazer o mundo avançar em escala global.  Alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de meninas e mulheres é o quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 5) da agenda 2030 da ONU. O documento reúne um plano de ação para o desenvolvimento social, ambiental e econômico em todo o mundo. A agenda é composta por 169 metas globais interligadas e por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O intuito é eliminar a pobreza e a fome extrema em todo o mundo, oferecer educação qualificada, preservar o meio ambiente e promover sociedades inclusivas até 2030.

Para a Delegação da União Europeia no Brasil, a crise atual merece atenção, e promover os ODS é um caminho para responder às consequências da pandemia de Covid-19. O Brasil é um dos países comprometidos com essa agenda, e o empreendedorismo é uma ferramenta importante no combate à desigualdade de gênero. 

Segundo informações do Sebrae, o número de mulheres à frente de um negócio no Brasil foi de 10,1 milhões no último trimestre de 2021, resultado equivalente aos últimos três meses de 2019, antes da pandemia. Para a professora e especialista em Empreendedorismo, Erika Lisboa, ainda existe uma distância longa entre mulheres e homens empreendedores. Ela destaca que a motivação e as dificuldades são diferentes para cada grupo.

“Muitas mulheres empreendem por necessidade, enquanto o homem empreende por oportunidade. Mulheres têm um tempo menor para empreender, com menor escolaridade. Existe uma série de obstáculos que são mais presentes no mundo feminino do que no masculino. Essa situação está mudando, é um cenário de melhora, mas ainda não é o ideal”, comenta a professora.

O que é mais importante na hora de empreender

Para aumentar as chances de começar e manter um negócio no mercado, segundo a especialista, um passo indispensável é o planejamento constante. “Analisar o mercado, qual nicho, que produto vai ser trabalhado, analisar concorrente, cliente, pensar as etapas desse produto, como ele vai ser produzido, divulgado, como eu consigo atender mais de uma pessoa, qual o tempo e recurso para esse negócio. É essencial um planejamento considerando essas questões futuras”.

Suzana Kemely tornou-se microempreendedora por meio do Caixa para Elas, quando precisou buscar recursos para continuar o curso de fisioterapia. Ao perceber a falta de oferta de picolés gourmets no bairro onde mora, decidiu empreender nesse segmento, com o apoio da Caixa. 

“Eu acho que o CAIXA Pra Elas é um incentivo muito importante, uma vez que, ser mulher no Brasil é difícil, e ser mulher empreendedora é mais difícil ainda. Então, ter um banco que ajuda a gente, incentiva, sobretudo, é muito importante. Faz muita diferença.”, comemora Suzana. 

Para mais informações sobre o Caixa para Elas, acesse o site da Caixa Econômica Federal

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15/08/2022 04:15h

Com o objetivo de impulsionar o empreendedorismo feminino para mulheres em situação de vulnerabilidade social, a caravana ainda deve passar por Distrito Federal, Maranhão, Piauí e Rondônia em agosto

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A Caravana Brasil pra Elas percorre o Brasil com capacitação profissional para mulheres. A ação faz parte do Programa Brasil pra Elas, lançado em março pelo governo federal, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento  Industrial (ABDI) e o Sistema S. O objetivo é impulsionar o empreendedorismo feminino para mulheres em situação de vulnerabilidade social, por meio de cursos, divulgação de vagas de emprego, palestras e orientação sobre crédito. A programação também inclui atendimento à saúde, atividades de lazer e sorteios.

Com a meta de capacitar 20 mil brasileiras, a caravana já passou pelas capitais de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Os próximos destinos são as capitais do Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, além do Distrito Federal. Confira as datas:

  • São Luís (MA) - 06/08
  • Teresina (PI) - 16/08
  • Distrito Federal - 20/08
  • Porto Velho (RO) - 27/08
  • Fortaleza (CE) - aguardando data
  • Recife (PE) - aguardando data
  • Boa Vista (RR) - aguardando data
  • Belém (PA) - aguardando data

Força de trabalho feminina

O Programa Brasil pra Elas tem como foco o público feminino atendido pelo Auxílio Brasil. Apesar de serem as principais mantenedoras das famílias beneficiadas, as mulheres foram as mais afetadas pelo fechamento de postos de trabalho durante a pandemia da Covid-19.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) mostram que, no 3° trimestre de 2021, a força de trabalho feminina perdeu 1,1 milhão de mulheres se comparado ao mesmo trimestre de 2019.

Segundo a doutora em economia Amanda Aires, com a perda dos empregos, as mulheres possuem mais dificuldades para retomarem os níveis salariais, além de acumularem ainda mais trabalhos domésticos durante a pandemia.

“Os homens passaram a produzir menos e as mulheres passaram a produzir muito mais [em casa]. Então, as mulheres estão ainda nesse abismo de acumular tarefas na pandemia. E agora com dificuldade para retomar os seus postos de trabalho e seus níveis de salário.” 

Programa Brasil pra Elas

Para mitigar os efeitos da pandemia na força de trabalho feminina, o Programa Brasil pra Elas busca recolocar as mulheres no mercado de trabalho e formar empreendedoras e potenciais geradoras de empregos, por meio de capacitação profissional e linhas de crédito de bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste.

Ramira Felix, empreendedora de Ananindeua (PA), conta que passou por um momento muito difícil financeiramente, durante a pandemia. Desempregada, ela não tinha capital de giro para abrir o próprio negócio. Por meio de crédito do Banco da Amazônia, Ramira conseguiu estruturar o sonho de uma loja de roupas.

“Foi na pandemia que tudo aconteceu. No momento de crise que o Brasil estava enfrentando. Esse crédito mudou completamente minha vida. Esse dinheiro multiplicou e eu fiz algumas mudanças na loja. Uma loja de roupas usadas se transformou em uma loja bonita e pop.”

A coordenadora nacional de Empreendedorismo Feminino do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Renata Malheiros, destaca o perfil de mulheres atendidas pelo programa.

“A pandemia e a crise econômica, vinculada também à pandemia, afetaram de maneira desproporcional as mulheres, sobretudo o segmento que já têm baixa escolaridade e que já vinham em uma situação de vulnerabilidade. Então, programas como esse fortalecem as oportunidades de geração de emprego e trabalho.”

Segundo Renata Malheiros, além de ajudar a garantir a independência financeira para as mulheres, programas como o Brasil pra Elas também trazem avanços sociais para as famílias.

“Quando você junta entidades do Sistema S - Sebrae, Senai, Senac - e parceiros de bancos, parceiros do governo, é um grande mutirão para apoiar as mulheres a aprender um ofício, a abrir uma empresa, a abrir uma conta de banco. O empreendedorismo feminino é uma das formas mais rápidas de conseguir a sua independência financeira, de conseguir renda e poder trazer progressos para você e para sua família.”

AMAZÔNIA PRA ELAS: Programa do Basa estimula empreendedorismo entre mulheres

EMPREENDEDORISMO FEMININO: Com maior proporção de donas de negócios no Nordeste, Sergipe tem empresa 100% feminina de construção civil

Mulheres lideram três em cada dez negócios no Brasil, mas respondem por apenas 20% das operações de crédito

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29/07/2022 03:00h

Após a falência do primeiro negócio, Aline Silva Lobo buscou apoio do Sebrae para abrir empório de produtos naturais e orgânicos. São duas lojas em Macapá (AP).

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A jornada de Aline Silva Lobo como empreendedora no setor alimentício começou cedo. Quando fazia faculdade em Macapá, no Amapá, ela já preparava e vendia bombons de chocolate para complementar a renda familiar. Anos depois, a então bancária descobriu um problema de saúde e, por isso, precisou cuidar melhor da alimentação.

Ela conta que foi na necessidade que viu uma oportunidade para abrir, de vez, um pequeno negócio: na cidade, eram poucos os locais focados em alimentação saudável. Foi daí que montou um restaurante na garagem da casa da mãe. 

“Esse meu problema de saúde me levou a abrir um negócio de alimentação saudável que, graças a Deus e aos poucos, foi dando certo. Na época, eu não tinha condições de abrir uma empresa legalizada. Então, trabalhei na informalidade. Mas o nosso primeiro erro foi não fazer pesquisa de mercado, não avaliar. Porque a gente começou o negócio com vontade, mas não tínhamos noção nenhuma dessa questão administrativa.”

Assim, em pouco tempo, o restaurante de Aline foi à falência. Mesmo desempregada e com uma filha recém-nascida, ela persistiu: sabia que precisava de um apoio para lidar com a parte administrativa de um negócio. Então, em 2016, ela procurou o Sebrae:

“Foi aí que buscamos a ajuda do Sebrae, dessa vez com o pé no chão, não querendo errar novamente. Tivemos consultorias para ajudar a entender melhor o nosso negócio, ajudar a administrar melhor e nós começamos a ter uma participação ativa ali, no Sebrae. Isso nos impactou de uma forma muito positiva.”

E todo esse apoio na gestão de empresas ajudou a Aline em seu novo negócio, focado em produtos naturais e orgânicos - o Empório Semente do Bem. Ela ampliou as vendas e já montou duas lojas físicas em Macapá. Em agosto, a empreendedora conta que vai inaugurar uma nova loja, desta vez em Santarém, Pará.

Para o futuro, a Aline tem o sonho de expandir o número de lojas para outras cidades do País. 

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Aline. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 12:30h

Conheça a história da Adriana Marrone, que decidiu juntar seu amor pela culinária com a vontade de empreender para montar a Pipoca Imperial

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Os pequenos negócios movimentam a economia do Brasil. E a região Sudeste é a que concentra o maior número de donos de negócios. Só no Rio de Janeiro, são 370 mil empreendedores, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios.

A microempreendedora Adriana Marrone faz parte desse número: é a dona da Pipoca Imperial, empresa de Petrópolis (RJ). 

Natural de Rio Claro, interior de São Paulo, ela atuou no mercado corporativo por 20 anos até decidir que precisava realizar o desejo de ter um negócio próprio.

Adriana conta que, em 2014, assistiu um programa de TV que mostrava o crescimento do mercado de pipoca gourmet no Brasil. Então, juntou o amor pela culinária com a vontade de empreender.

“A partir de então, comecei fazer toda uma pesquisa de mercado, estudar sobre o negócio. Na ocasião, estava preparando minha mudança para Petrópolis e eu sempre gostei muito da culinária. Sempre tive comigo que, para investir, teria que investir em algo que gostasse, que amasse.”

Depois de muita pesquisa, em 2017, Adriana decidiu abrir de vez a Pipoca Imperial. E desde o início da empresa, a empresária contou com o apoio do Sebrae, em consultorias e treinamentos.

“Desde o início, sempre busquei consultorias junto ao Sebrae. Desde pesquisa de mercado até design de embalagem, porque queria criar uma proposta para a Pipoca Imperial que remetesse a história da cidade porque a consolidação da marca foi na cidade imperial.”

Durante o pico da pandemia de Covid-19, Adriana também buscou apoio do Sebrae para abrir o site da marca. A plataforma ampliou as vendas e possibilitou à empreendedora enviar seu produto para todo o Brasil. 

O apoio em gestão também ajudou a Pipoca Imperial ampliar os locais de venda. Atualmente, há pontos nas cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mas, para Adriana, a parte mais gratificante é poder levar a história de Petrópolis no seu produto e investir na economia local.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Adriana. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 04:00h

Os bisavós Michele Bertoletti Rosso começaram a Vinícola Sanber há 80 anos, em Bituruna (PR), município conhecido pela produção de vinho. Atualmente, a empreendedora está à frente da gestão da empresa, que utiliza uvas de vinhedos próprios e de agricultores familiares

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Há 80 anos, um casal gaúcho decidiu produzir vinho em Bituruna, município do Sul paranaense conhecido pela grande produção da bebida. Assim nasceu a Vinícola Sanber, um negócio de família, atualmente administrado pela Michele Bertoletti Rosso - bisneta dos fundadores.

A Michele é uma das cerca de 550 mil mulheres que estão à frente de pequenos negócios no Paraná. 

Ela conta que desde sempre quis tocar a vinícola da família. Aos 30, graduada e com experiência em vinhedos, Michele quebrou a tradição familiar de ter apenas homens na administração da Sanber: tornou-se a primeira mulher à frente da gestão da empresa.

“Sempre gostei disso e, desde criança, tive a certeza de que trabalharia com isso e levaria a vinícola adiante. Então, já com oito, nove anos, falava para todo mundo que eu ia ser especialista em vinho. E foi o que eu fiz. Fiz faculdade de Enologia e fui atrás de me especializar para cuidar da vinícola, quando chegasse a minha vez.”

Quando Michele assumiu o cargo, a Sanber já era conhecida na região e havia participado de algumas ações junto com o Sebrae no município, principalmente para promover o grande potencial dos produtores locais. E a empreendedora sempre busca o apoio do Sebrae para inovar. 

“Foram muitas parcerias firmadas dentro dos programas do Sebrae, entre empresas mesmo. Sempre que a gente pensa em fazer qualquer coisa, tem ideia de alguma inovação, de algum produto novo, de algum processo novo, enfim, tem alguma dúvida, primeira pessoa que a gente manda mensagem é para o nosso consultor do Sebrae.”

Desde que Michele passou a comandar a Vinícola Sanber, registra um crescimento médio de 25% ao ano. Atualmente, a empresa vende vinhos, espumantes e suco de uva para clientes espalhados em todo Brasil. As uvas utilizadas na produção dos produtos vêm de vinhedos próprios e de vinhedos de agricultores familiares do município.

O sonho de Michele é que a vinícola seja referência na produção de vinhos diferenciados.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Michele. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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25/07/2022 03:35h

Sempre engajada com as tendências da moda, Thaianne Venâncio, de João Pessoa (PB), enxergou na sua paixão uma oportunidade de empreender

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As redes sociais e aplicativos estão cada vez mais presentes no dia a dia dos pequenos negócios. No ramo da moda, 80% empreendedores utilizam essas plataformas para vender seus produtos, segundo o Sebrae. É o caso da Thaianne Venâncio, de João Pessoa, Paraíba. Dona de uma loja de roupas e acessórios femininos, ela viu suas vendas aumentarem com o auxílio de ferramentas digitais.

O fascínio pelo mundo da moda e a visão empreendedora mudaram os rumos da empreendedora. Graduada em Direito, a paraibana deu uma guinada na carreira e decidiu investir no pequeno negócio. 

E o que ela chama de “experimento” logo deu certo e a procura pelos produtos aumentou. Então, em 2018, Thaianne oficializou a marca Tcharme e abriu a primeira loja física na capital paraibana. Ela nos conta como foi o início dessa jornada:

“Como todo começo, há desafios e aprendizados que com certeza nos fazem evoluir. Desde o nosso começo até os dias atuais, sempre obtivemos resultados muito satisfatórios. Pelo fato de agir com estratégias corretas e simplesmente nunca parar de evoluir.”

Assim que a Tcharme ganhou mais notoriedade, as demandas aumentaram. Diante desse potencial, Thaianne buscou o apoio do Sebrae para aprimorar seu negócio: se capacitou em marketing digital, gestão de negócios e técnicas para vendas. E esses conhecimentos ajudaram a empreendedora a lidar com a crise da pandemia de Covid-19. 

Thaianne garante: o apoio do Sebrae foi fundamental para o negócio

“O Sebrae oferece todas as orientações e nortes necessários para que o empreendedor consiga transformar todos os seus sonhos em realidade. Não apenas em nosso começo, como nos dias atuais, o Sebrae faz parte dos nossos resultados exitosos, seja em orientações ou capacitações.”

Durante a pandemia, Thaianne dobrou o crescimento da sua loja com estratégias digitais, como aprimoramento das vendas online, uma vez que a loja física estava fechada. Criou novos catálogos de produtos e investiu na entrega dos produtos.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Thaianne. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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