Turismo

26/09/2026 00:05h

Gustavo Feliciano afirma que país deixou de ser uma “promessa” no setor; estrangeiros movimentaram R$ 33,6 bilhões nos primeiros sete meses de 2026

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O Brasil vive um novo momento no turismo e já ocupa uma posição de protagonismo no cenário internacional. A avaliação é do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, em artigo publicado às vésperas do Dia Mundial do Turismo, celebrado neste domingo (27). 

“O turismo nacional vive uma fase de consolidação histórica, deixando o papel de mera promessa e se firmando como um dos motores mais eficientes de desenvolvimento sustentável, geração de emprego e distribuição de renda do nosso país”, escreveu Feliciano.

Entre os indicadores destacados pelo ministro está o gasto de turistas estrangeiros no país. Nos primeiros sete meses de 2026, os visitantes internacionais deixaram R$ 33,6 bilhões na economia brasileira. O valor supera os R$ 25 bilhões registrados no mesmo período de 2025, uma alta de cerca de 34%.

De janeiro a agosto, 6,4 milhões de turistas internacionais entraram no Brasil, segundo os dados citados pelo ministro. O volume mantém o país no patamar recorde registrado no mesmo período do ano passado.

O mercado doméstico também aparece entre os indicadores destacados. Foram 68,3 milhões de passageiros em voos dentro do país nos oito primeiros meses de 2026, o maior volume para o período, segundo Feliciano.

O avanço do setor também se refletiu no mercado de trabalho. De acordo com o ministro, o turismo gerou 93 mil novos empregos formais em um ano. Atualmente, o setor reúne 2,44 milhões de trabalhadores, o equivalente a 5% da força de trabalho do país.

Crédito e investimentos

Na avaliação de Feliciano, a expansão do turismo também está relacionada ao aumento do crédito e dos investimentos públicos no setor. O Fundo Geral de Turismo (Fungetur) viabilizou cerca de 6,5 mil contratos de financiamento, que somam R$ 2,94 bilhões destinados à modernização e estruturação de empresas do setor.

Desde 2023, segundo o ministro, estados e municípios também firmaram quase 2,1 mil contratos para obras relacionadas ao turismo. Os projetos representam R$ 2,7 bilhões em recursos e incluem intervenções como reformas de orlas, construção de centros de eventos e melhorias de infraestrutura urbana.

No cenário internacional, Feliciano destaca ainda a presidência brasileira do Conselho Executivo da ONU Turismo e acordos de cooperação com México, Índia e China. O ministro também cita o acordo de liberalização aérea na América do Sul como uma medida capaz de ampliar a integração regional e estimular o fluxo de turistas.

Para Feliciano, o desafio agora é transformar o crescimento do setor em oportunidades econômicas para diferentes regiões e segmentos do país, incluindo o afroturismo, o turismo em terras indígenas e o turismo de fronteira.

Ao fazer um balanço do setor no Dia Mundial do Turismo, o ministro afirma que o Brasil não precisa mais esperar por um futuro de protagonismo na atividade. Na avaliação dele, o momento “de encantar o planeta é agora”.

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24/09/2026 00:06h

Levantamento do Ministério do Turismo e do Itaipu Parquetec prevê 22,5 mil entrevistas presenciais e deve reunir dados sobre hábitos, gastos e avaliação dos visitantes para apoiar formulação de políticas públicas no setor

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Turistas de diferentes regiões do país estão sendo entrevistados para ajudar a traçar um perfil dos viajantes e entender como eles planejam e avaliam suas viagens. Realizada pelo Ministério do Turismo (MTur) e pelo Itaipu Parquetec, a Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) já começou em 50 municípios das cinco regiões brasileiras (veja lista abaixo). A previsão é realizar cerca de 22,5 mil entrevistas presenciais até 3 de outubro. Os resultados devem ser disponibilizados até abril de 2027.

O levantamento vai reunir informações para apoiar o desenvolvimento do turismo nacional. A pesquisa vai analisar os seguintes aspectos:

  • Motivos das viagens;
  • Planejamento do deslocamento;
  • Fontes de informação usadas na escolha do destino; 
  • Avaliação da experiência vivida.

O questionário é padronizado para todos os municípios participantes. As perguntas abordam informações como meios de transporte, hospedagem, tempo de permanência, composição dos grupos de viagem, atividades realizadas e gastos durante a estadia.

Além da dimensão dos padrões de comportamento dos turistas, a pesquisa também deve apontar a percepção dos visitantes sobre infraestrutura, qualidade dos serviços, acessibilidade, segurança, conectividade e preços.

Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a pesquisa ocorre em um momento de expansão do setor e pode ajudar o governo a formular políticas públicas com base em informações atualizadas.

“A pesquisa vem num momento oportuno, porque o turismo no Brasil tem crescido bastante e um dos nossos desafios à frente do ministério é poder fazer com que esse crescimento se torne permanente e a gente possa avançar cada vez mais. E a pesquisa se dá exatamente para que a gente possa, recolhendo os dados mais apurados e fiéis do momento turístico que nós estamos fazendo, implementar políticas públicas consistentes para desenvolver o turismo em todas as regiões do Brasil”, afirma.

Municípios

A escolha dos 50 municípios foi baseada no Mapa do Turismo Brasileiro e em indicadores relacionados à atividade turística, como o Índice Geral dos Municípios – ranking que categoriza os destinos a partir da análise de 70 indicadores, distribuídos em dez dimensões relacionadas ao turismo.

O ministro destaca que a abrangência nacional da pesquisa busca considerar as diferenças entre os destinos brasileiros.

“A gente leva em consideração os indicadores que nós temos nos Índices Gerais dos Municípios e a participação na atuação turística. Então, é importante destacar que é uma pesquisa nacional. O Brasil é um país continental, com várias demandas, belezas naturais, vários tipos de turismo, então é uma pesquisa bastante abrangente. Muito vai ser discutido e cinquenta municípios do nosso país estão sendo escolhidos nesse momento”, ressalta.

A seleção reúne cidades das cinco regiões e inclui destinos como Ananindeua (PA), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Brasília (DF) e Cuiabá (MT). Conforme o MTur, a expectativa é ampliar a participação dos municípios posteriormente.

Pesquisa 

A pesquisa integra as ações do Observatório Nacional de Turismo Sustentável e é coordenada pela Rede Brasileira de Observatórios de Turismo (RBOT), que é responsável pelo planejamento metodológico, coordenação da coleta de dados e consolidação dos resultados. 

A expectativa do MTur é de que os dados contribuam para identificar padrões de comportamento dos visitantes e orientar ações voltadas ao desenvolvimento dos destinos.

Também estão previstos workshops nas cinco regiões do país e uma conferência nacional até o primeiro semestre de 2027. O objetivo será apresentar a metodologia e compartilhar conhecimentos relacionados ao levantamento.

A proposta é que informações sobre o perfil e o comportamento dos visitantes possam ajudar a direcionar investimentos e estratégias para o setor, com impactos sobre pequenas e grandes empresas, além dos trabalhadores que integram a cadeia produtiva do turismo. 

O ministério também aponta a pesquisa como instrumento para apoiar o desenvolvimento econômico dos destinos e a preservação do patrimônio natural e cultural do país.

A coleta da Pesquisa Nacional de Demanda Turística (PNDT) é realizada por pesquisadores capacitados e identificados por crachá, em pontos de circulação e concentração de visitantes. Estão aptos a participar do estudo turistas brasileiros e estrangeiros com 18 anos ou mais. É necessário não ser residente do município pesquisado e ter realizado ou pretendido realizar ao menos uma pernoite no destino durante a viagem.

Lista dos municípios onde as pesquisas serão aplicadas

Região Norte

Ananindeua/PA

Belém/PA

Boa Vista/RR

Cruzeiro do Sul/AC

Ji-Paraná/RO

Macapá/AP

Manaus/AM

Palmas/TO

Paraíso do Tocantins/TO

Porto Velho/RO

Rio Branco/AC

Região Nordeste

João Pessoa/PB

Recife/PE

Maceió/AL

Natal/RN

Aracaju/SE

Cabedelo/PB

Caucaia/CE

Fernando de Noronha/PE

Fortaleza/CE

Japaratinga/AL

Parnaíba/PI

Parnamirim/RN

Porto Seguro/BA

Salvador/BA

São Cristóvão/SE

São José de Ribamar/MA

São Luís/MA

Teresina/PI

Região Sudeste

São Paulo/SP

Rio de Janeiro/RJ

Armação dos Búzios/RJ

Belo Horizonte/MG

Extrema/MG

Ilhabela/SP

Vila Velha/ES

Vitória/ES

Região Sul

Balneário Camboriú/SC

Curitiba/PR

Florianópolis/SC

Foz do Iguaçu/PR

Gramado/RS

Porto Alegre/RS

Região Centro-Oeste

Brasília/DF

Caldas Novas/GO

Campo Grande/MS

Cuiabá/MT

Goiânia/GO

Sinop/MT

Três Lagoas/MS
 

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22/09/2026 19:32h

Estudo vai mapear atrativos, infraestrutura e oportunidades no Norte e no Sul para ampliar o fluxo de visitantes e apoiar empreendedores locais

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O Ministério do Turismo (MTur) está desenvolvendo um diagnóstico e um plano de ação parahttps://www.gov.br/turismo/pt-br. A iniciativa é resultado de uma cooperação técnica com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e prevê estudos sobre potencialidades, desafios e oportunidades de desenvolvimento da atividade turística em áreas próximas a países vizinhos.

A expectativa da pasta é ampliar oportunidades para os agentes locais, como comunidades tradicionais e empreendedores da cadeia produtiva do turismo. O levantamento deve, ainda, identificar desafios relacionados à infraestrutura, conectividade, governança e promoção turística.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, explica que o estudo busca identificar as vocações turísticas das regiões de fronteira e avaliar como a proximidade com países vizinhos pode ser aproveitada para ampliar o fluxo de visitantes.

“A gente está buscando diagnosticar as vocações dos estados e das regiões. Então, a fronteira e a proximidade que se tem com países vizinhos, a gente, junto da Unesco, está fazendo um estudo fronteiriço para que a gente possa aproveitar o fluxo de turistas, não só no aumento da conectividade com esse estado, não só no encurtamento de distâncias com países vizinhos, e que a gente possa fazer esse estudo fronteiriço para fortalecer e fomentar o turismo da região”, destaca Feliciano.

Fronteiras do Norte e do Sul

No eixo que envolve Amapá e Pará, os estudos abrangem áreas relacionadas ao Suriname e à Guiana Francesa e devem considerar aspectos territoriais, econômicos, sociais e culturais. Também estão previstas análises no Acre e em Rondônia, nas áreas de fronteira com Peru e Bolívia, além de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, na região de fronteira com países do Mercosul, no Sul do país.

O estudo envolve o envio de equipes técnicas do MTur ao estado de Rondônia e deve  englobar a análise dos fluxos turísticos, oferta de atrativos, serviços e equipamentos turísticos disponíveis em toda a região, além de mapear as iniciativas de cooperação internacional já existentes.

O projeto busca promover o desenvolvimento do turismo a partir de uma abordagem integrada, com estratégias para formulação e aprimoramento de políticas públicas que considerem a preservação ambiental, a valorização das culturas locais e a cooperação entre estados e países fronteiriços.

A iniciativa ganhou força após discussões realizadas na reunião de ministros do Turismo do Mercosul, em 2023, e está alinhada às diretrizes do Comitê Nacional de Fronteiras e à elaboração da Estratégia Nacional de Fronteiras.

Segundo o Ministério do Turismo, o Brasil recebeu 9,3 milhões de turistas internacionais em 2025. Cerca de 65% eram de origem de países sul-americanos, o que reforça a relevância das áreas de fronteira para o fluxo turístico internacional.
 

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15/09/2026 19:45h

Número de visitantes da China foi registrado entre janeiro e agosto e representa alta de 73,3% na comparação com o mesmo período do ano passado; dados do Ministério do Turismo apontam que isenção de visto e ações do Ano Cultural Brasil-China impulsionaram resultado

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O Brasil recebeu 113.228 turistas chineses entre janeiro e agosto de 2026. O número supera em 10% o total registrado durante todo o ano de 2025, quando 103.122 visitantes da China entraram no país. Na comparação com os oito primeiros meses do ano passado, o crescimento foi de 73,3%.

Os dados fazem parte do levantamento oficial do Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Polícia Federal.

Segundo o MTur, a alta ocorre após o início da isenção de visto para turistas chineses, que passou a valer em maio deste ano e vai até 31 de dezembro de 2026. A pasta também destacou que o período foi marcado pelo fortalecimento das relações entre Brasil e China, além de ações de promoção dos destinos brasileiros no mercado asiático, incluindo iniciativas do Ano Cultural Brasil-China.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os resultados mostram os efeitos da política de isenção de visto e da aproximação entre os dois países para impulsionar o turismo bilateral.

“[Estou] muito feliz de poder comemorar esses dados. O governo do Brasil adotou a política de isenção de visto e a gente está podendo colher o fruto dessa política, atrelada à proximidade entre países. São políticas públicas como essa que a gente procura e espera desenvolver o turismo do Brasil cada vez mais”, afirmou Feliciano.

Em maio, o chefe da pasta realizou missão oficial na China e se reuniu com representantes de agências de viagens, de empresa aérea e operadores de turismo. “Estamos construindo uma agenda de longo prazo para posicionar o país de forma permanente entre os destinos prioritários do público chinês”, disse o ministro.

Atualmente, Brasil e China contam com uma operação de voo direto com parada técnica na Europa, realizada pela Air China. Outras companhias, como a Emirates, oferecem rotas com conexão.

Preparação do setor

O MTur criou um Grupo de Trabalho de Turismo Brasil-China para discutir medidas relacionadas à recepção dos visitantes e para apoiar a expansão do fluxo. Entre as iniciativas estão a qualificação do receptivo, adaptação de serviços, capacitação de profissionais e melhoria da experiência dos turistas.

Mais de 330 agências brasileiras já estão aptas a receber turistas chineses. O grupo também deve identificar destinos, rotas e produtos com potencial de atração, além de mapear oportunidades relacionadas à conectividade aérea, mobilidade e infraestrutura.

Entre os destinos apontados estão a Amazônia, Foz do Iguaçu e o Pantanal. A Chapada Diamantina (BA), também vem ganhando espaço entre os turistas chineses, principalmente pela diversidade de fauna e flora e pelos rios da região.

A promoção internacional dos destinos brasileiros também tem sido realizada em parceria entre o Ministério do Turismo e a Embratur, com participação em feiras especializadas, relacionamento com operadores de turismo e companhias aéreas e campanhas voltadas ao mercado asiático.

Turismo internacional

O crescimento da entrada de turistas chineses ocorre em um cenário de expansão do turismo internacional no Brasil. Dados do MTur indicam que de janeiro a agosto de 2026, o país registrou 6.451.257 chegadas de turistas estrangeiros – sendo o segundo melhor resultado da série histórica para o período.

Apenas no mês de agosto, o país recebeu 576.276 visitantes internacionais. Esse foi o maior número registrado para o mês desde o começo da série histórica, em 2009. O resultado representa alta de 37,9% em relação a agosto de 2019, antes da pandemia, com 158.482 chegadas a mais.

Em todo o ano de 2025, o Brasil registrou o recorde anual de 9,2 milhões de turistas internacionais.

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11/09/2026 18:47h

Acordo prevê troca de dados e experiências, qualificação de profissionais e divulgação de destinos dos dois países; missão do Ministério do Turismo no México destacou que a Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil deve deixar legado para destinos e comunidades

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Brasil e México assinaram, nesta semana, um plano de ação para ampliar a cooperação no setor de turismo, com previsão de troca de dados e experiências e de facilitar o intercâmbio de informações de profissionais e estudantes entre os dois países. O documento foi firmado na Cidade do México, durante o 4º Congresso Mundial de Turismo Esportivo.

Entre as medidas previstas estão a troca de dados estatísticos e informações sobre o setor, o compartilhamento de experiências em gestão e estratégias de mercado e a divulgação de destinos turísticos brasileiros e mexicanos.

A cooperação ainda prevê ações de qualificação para prestadores de serviços turísticos e intercâmbio de estudantes e professores de cursos de turismo. Profissionais de órgãos oficiais dos dois países também poderão participar de atividades de troca de experiências e boas práticas.

O plano também estabelece que os órgãos deverão divulgar cursos, seminários e conferências promovidos pelos dois países. O objetivo é permitir a participação de servidores brasileiros e mexicanos em atividades de capacitação sobre o setor.

A assinatura foi realizada pela secretária-executiva do Ministério do Turismo (MTur), Fernanda Câmara Norat, e pela secretária de Turismo do México, Josefina Rodríguez Zamora.

Norat destacou que a cooperação busca ampliar o fluxo de turistas entre os dois países e fortalecer o intercâmbio estratégico.

“Vamos trocar experiências, dados, informações, com o objetivo de aumentar o fluxo de turistas entre o Brasil e o México. Por meio dessa assinatura e dessa cooperação esperamos divulgar os destinos no Brasil e no México. Esperamos que nos próximos anos isso tudo se reflita em aumento de chegadas de mexicanos ao nosso país”, disse Norat.

Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil

A agenda no 4º Congresso Mundial de Turismo Esportivo também promoveu a realização da Copa do Mundo Feminina de 2027 no Brasil, que será realizada de 24 de junho a 25 de julho, com vistas a ampliar o fluxo turístico internacional para o Brasil.

Segundo Fernanda Câmara Norat, a Copa do Mundo Feminina de 2027 – a primeira a ser realizada na América do Sul – deve movimentar cerca de R$ 9 bilhões de reais na economia brasileira. Ela destacou, ainda, que o mundial de futebol será uma oportunidade para ampliar a divulgação dos destinos brasileiros e atrair turistas estrangeiros.

Norat também defendeu que a realização de eventos esportivos deve ir além dos dias de competição e gerar benefícios permanentes, que englobam não apenas destinos e comunidades. Para ela, a infraestrutura para a Copa de 2027 deve visar ganhos sociais e econômicos contínuos.

“Será mais uma oportunidade para a gente divulgar nossos destinos, nossa história, nossa rica cultura para o mundo todo. Os mega-eventos esportivos são uma oportunidade única de a gente mostrar o que tem de melhor e deixar um legado duradouro para os destinos, a infraestrutura e na melhoria da experiência dos visitantes para o país”, disse Norat.

Na ocasião, a representante do MTur destacou as experiências do Brasil como sede de mundiais, como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que estimularam investimentos em aeroportos, mobilidade e hotelaria.

O debate contou com a participação de ministros e secretários de turismo da Argentina, Portugal, Uruguai e Belize. 

Considerando o fluxo de turistas, o MTur, em parceria com a UNESCO, lançou o Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas — já com versões em inglês e espanhol. Norat destacou que o documento permite que turistas conheçam o país com mais autonomia.

Agenda no México

Fernanda Norat esteve no México para participar da quarta edição do congresso, organizado pela ONU Turismo. O evento, que aconteceu de 7 a 9 de setembro, reuniu representantes de diferentes países para discutir iniciativas e estratégias relacionadas ao turismo esportivo, como eventos relacionados ao esporte que podem favorecer o turismo nos países.

A secretária-executiva participou de um painel sobre o turismo esportivo nas políticas públicas, ao lado de representantes da Argentina, Portugal e Uruguai.

Na quinta-feira (10), a agenda seguiu em Cancún, onde Norat realizou uma visita técnica ao aeroporto internacional da cidade e participou de uma reunião com representantes do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR), responsável pela administração do terminal.

Conforme o MTur, o Grupo assumiu 20 operações aeroportuárias na América Latina, sendo 17 no Brasil e três divididas entre Equador, Costa Rica e Curaçao. Entre os principais ativos da empresa em território brasileiro estão os aeroportos de Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.

Para a pasta, a operação abriu espaço pra aproximar os ecossistemas turísticos brasileiro e mexicano em relação à gestão aeroportuária, desenvolvimento de rotas, experiência dos passageiros e integração entre aeroportos e destinos turísticos.

Já nesta sexta-feira (11), a secretária-executiva se reuniu com a governadora de Quintana Roo, Mara Espinosa. O estado fica na Península de Iucatã e abriga Cancún, um dos principais destinos turísticos do México.

Parceria entre estados mexicanos e brasileiros

Durante a agenda no México, o Ministério do Turismo sugeriu que estados dos dois países firmassem acordos para a divulgação de atrativos entre si. A ação inédita focará na  promoção conjunta entre estados do Brasil e do México. 

A proposta foi apresentada pela secretária-executiva do Ministério, Fernanda Câmara Norat, durante reunião com Roberto Monroy García, presidente da Mesa Diretora da União de Secretárias e Secretários de Turismo do México (ASETUR).

A previsão é de que os estados façam propagandas conjuntas por meio de campanhas publicitárias e da participação em feiras, além de outras iniciativas. Segundo o MTur, García demonstrou interesse pela ideia e disse que a pasta “pode fazer a ponte” entre os estados.

Segundo a secretária-executiva brasileira, os acordos podem estimular que os estados solicitem a companhias aéreas uma maior frequência de voos entre os dois parceiros.

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10/09/2026 20:30h

Contrato foi assinado nesta quinta-feira (10), durante encontro técnico na Universidade Federal do Piauí. Na ocasião, foram apresentadas aos MEIs e empresários do setor de turismo local as condições da linha de financiamento e o passo a passo para contratação dos recursos

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Uma empresária de Teresina (PI) é a primeira microempreendedora individual (MEI) inscrita no Cadastro Único (CadÚnico) a assinar um contrato do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), segundo o Ministério do Turismo (MTur). Maria do Perpétuo Socorro Medeiros teve o crédito de R$ 21 mil liberado para capital de giro, com o objetivo de expandir a empresa de eventos que mantém há 14 anos.

O contrato foi assinado nesta quinta-feira (10), durante encontro técnico na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Na ocasião, foram apresentadas aos MEIs e empresários do setor de turismo inscritos no Cadastur as condições da linha de financiamento e o passo a passo para contratação dos recursos.  

O financiamento para Maria do Perpétuo foi concedido pela Agência de Fomento e Desenvolvimento do Piauí (Badespi), com prazo de 24 meses, sendo três meses de carência e 21 parcelas.

“Esse crédito chegou no momento certo. Para o pequeno empreendedor, conseguir financiamento costuma ser difícil, mas pelo Fungetur foi um processo simples e sem burocracia. Vou usar o recurso para comprar insumos, melhorar nossos serviços e atender melhor a demanda dos clientes”, comemorou a empresária.

O evento contou com a participação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano; do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias; além de representante do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, do Sebrae e de instituições financeiras parceiras. 

“Com a parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, a gente fez um trabalho para que os microempreendedores individuais do CadÚnico, ou seja, que estão procurando uma alternativa, pudessem, junto do Programa Acredita, aderir a um financiamento que possa dar uma oportunidade para as pessoas que têm efetivamente uma necessidade de crédito e, muitas vezes, têm dificuldade da garantia e do avalista”, explicou Gustavo Feliciano. 

Fungetur para MEIs

A modalidade de crédito é destinada a MEIs da cadeia turística que tenham renda familiar condizente com os critérios e estejam inscritos no CadÚnico e com cadastro ativo no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo. Entre os profissionais que podem acessar a linha estão guias de turismo, motoristas, artesãos e comerciantes de alimentos e bebidas.

As operações têm garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), no âmbito do Programa Acredita no Primeiro Passo. Com isso, os bancos não exigem garantias patrimoniais do MEI.

Para solicitar o crédito, o empreendedor precisa manter o CadÚnico ativo, ter registro como MEI e cadastro regular no Cadastur. Também deve procurar o Sebrae para orientação técnica e elaboração da proposta e, depois, apresentar a solicitação a um banco parceiro. No Piauí, a linha está disponível pela Badespi, Caixa e Banco do Nordeste.

Segundo o Ministério do Turismo, o Fungetur dispõe de R$ 1,033 bilhão para concessão de crédito em todo o país em 2026. Desde 2023, foram viabilizados mais de 6,3 mil financiamentos, que somam R$ 2,81 bilhões. No Piauí, foram 179 contratos no período, com R$ 62,92 milhões destinados à economia do estado.

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03/09/2026 21:00h

Oito navios vão operar na costa brasileira a partir de outubro. Programação prevê 675 escalas e 187 roteiros durante o novo ciclo

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O Brasil se prepara para a nova temporada de cruzeiros, que começa no fim de outubro, com aumento de 24% na oferta de leitos em relação ao ciclo anterior. Segundo o Ministério do Turismo (MTur), serão mais de 831 mil vagas distribuídas em oito navios que vão operar na costa brasileira.

A temporada 2026/2027 contará com 675 escalas e 187 roteiros. A pasta estima que a estrutura deverá superar o impacto econômico do ciclo anterior, quando o setor movimentou R$ 4,28 bilhões na economia nacional. 

“O turismo de cruzeiros gera resultados concretos para os destinos das rotas marítimas brasileiras. É um setor que fortalece pequenos negócios e cria oportunidades em várias frentes", explicou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante uma visita técnica ao Porto do Recife (PE), nesta quinta-feira (3). 

Uma das principais portas de entrada dos cruzeiros internacionais no país, o terminal da capital pernambucana será o responsável pelas boas-vindas aos meganavios da nova temporada. 

O primeiro navio internacional a chegar no porto deve ser o Buenavista, da empresa Corazul Cruzeiros. Será a primeira vez da companhia em águas brasileiras. De acordo com a Clia Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), a atracagem está prevista para o dia 31 de outubro com 2.014 passageiros e 751 tripulantes. 

Durante encontro com representantes do setor do turismo pernambucano, Feliciano destacou a expectativa de ampliar, ao longo do tempo, o potencial turístico de Recife e fortalecer o setor no estado.

“A expectativa é que a gente possa, exatamente, através do pontapé inicial aqui do Recife com a chegada desses navios, poder aumentar o fluxo e a frequência de navios a partir de Recife, para que essa temporada seja mais potencializada”, afirmou.

Embora os turistas permaneçam no porto por apenas algumas horas antes de seguirem viagem, o ministro destacou que o retorno desses visitantes à região depende de esforços conjuntos do MTur e dos profissionais que atuam no setor turístico local.

“A partir dessa primeira experiência, a gente espera que o turista possa criar um elo de relação com aquele roteiro, com aquela rota. Então ele vai vir para o Recife, talvez conheça algumas coisas por perto, mas cabe exatamente a quem faz o turismo de Pernambuco, e nós do ministério, divulgar o resto do estado, as belezas naturais que se tem no litoral sul, no litoral norte, que tem no interior do estado, para que exatamente ele tenha esse conhecimento e possa retornar e regressar”, destacou o chefe da pasta.

Movimentação nos destinos

Ainda de acordo com o MTur, alimentação, comércio, transporte, passeios e hospedagem lideram a lista de serviços beneficiados pelos gastos de passageiros e tripulantes no fomento às economias locais.

Nas cidades de escala, o gasto médio gerado por cada cruzeirista é de R$ 800,98. Já nos destinos de embarque e desembarque, em que a permanência e o consumo são maiores, a média chega a R$ 962,55 por passageiro.

O setor também traz benefícios para o mercado de trabalho. Na temporada 2025/2026, o segmento foi responsável pela criação de 64.529 postos de trabalho — dos quais 63.321 correspondem a empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva.
 

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14/08/2026 04:25h

Informação e comunicação foi a única entre as cinco grandes atividades a registrar crescimento no mês

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O volume de serviços no Brasil ficou estável em junho, na comparação com maio, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou abaixo da projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que esperava alta de 0,2%.

Das cinco grandes atividades pesquisadas, quatro registraram queda no mês. A exceção foi informação e comunicação, com avanço de 1,8%. No primeiro semestre, o setor de serviços acumula crescimento de 2% e, em 12 meses, alta de 2,6%.

O turismo recuou 3,4% em junho, na segunda queda consecutiva, e caiu 5,3% na comparação com junho de 2025. O resultado foi influenciado principalmente pelo transporte aéreo de passageiros. 

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13/08/2026 04:50h

Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, esteve em São Paulo para reunião técnica sobre o tema

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Microempreendedores individuais do turismo do estado de São Paulo inscritos no CadÚnico, que identifica famílias de baixa renda, já podem solicitar financiamentos do Fundo Geral de Turismo, o Fungetur, com orientação técnica inédita do Sebrae, para investir nos seus negócios.
 

O crédito, de até R$ 21 mil, é voltado a trabalhadores que atuam no setor, como guias, motoristas, vendedores ambulantes de alimentos e bebidas e artesãos, e que também estejam registrados no Cadastur, o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos.
 
A modalidade foi detalhada em reunião técnica nesta quarta-feira (12), na capital paulista, entre representantes do Ministério do Turismo, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, do Sebrae Nacional e de agentes financeiros que operam os financiamentos.
 
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou que o crédito contribui para a geração de emprego e renda no ramo.

“Atingimos a marca de 2 milhões e 400 mil empregos gerados de carteira assinada na área do turismo. Já é a sexta cadeia produtiva que mais emprega no nosso país e que a gente pode ver que tão podendo dar geração de emprego e renda e, principalmente, dignidade pras pessoas, porque elas podem dar uma oportunidade para suas famílias. O turismo é uma ferramenta de inclusão social, o turismo está presente no nosso país como um todo”.

Após a orientação do Sebrae, os pedidos vão ser apresentados aos agentes, que analisarão as propostas e, em caso de aprovação, vão liberar os recursos.
 
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse que a modalidade contribui para fortalecer o turismo.
 
“Sabemos todos nós o potencial que tem o Brasil. Quando a gente olha o Brasil comparado a outros países nessa disputa por esse mercado do turismo, a gente vê o tamanho que a gente ainda tem pra crescer. É realmente algo muito, muito grande. O turismo tá melhorando aqui, dois milhões de novos empregos. Quando a gente vai lá na base de dados desses empregos, próximo de 90% é nosso povo, é o povo do cadastro social”
 
O financiamento, com custos de até 5% ao ano, mais a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, permite investir na compra de equipamentos e na realização de pequenas obras de ampliação e reforma.
 
O prazo total de pagamento é de 24 meses, com um período de até seis meses para o início da quitação.
 
A iniciativa tem cobertura de R$ 100 milhões do Fundo de Garantia de Operações, o FGO, por meio do Programa Acredita no Primeiro Passo, o que elimina a exigência de garantias dos MEIs pelos agentes financeiros.
 
A modalidade é prevista em um acordo de cooperação firmado em maio de 2026 entre os ministérios do Turismo, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.
 
O prazo de pagamento é de 24 meses, com até seis meses para o início da quitação.

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05/07/2026 04:10h

Impostos passarão a ser recolhidos onde os serviços são consumidos, fortalecendo destinos turísticos

A Reforma Tributária deve ampliar a arrecadação de cidades que têm no turismo uma de suas principais atividades econômicas. Com a adoção do modelo de tributação no destino, os impostos passarão a ser recolhidos no local onde bens e serviços são consumidos, o que tende a beneficiar municípios que recebem grande fluxo de visitantes.

De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a mudança reforça a importância econômica dos destinos turísticos dentro do novo sistema tributário.

Para as administrações municipais, o principal impacto será a substituição gradual do Imposto Sobre Serviços (ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Pelas novas regras, a arrecadação será destinada ao município onde o serviço é consumido, e não mais à cidade onde a empresa está sediada. A alteração busca corrigir uma distorção histórica do sistema tributário brasileiro, que frequentemente fazia com que municípios com forte atividade turística recebessem menos do que o volume de tributos gerados em seus territórios.

Na prática, a expectativa é que localidades que concentram visitantes passem a se beneficiar mais diretamente da movimentação econômica do turismo. Gastos com hospedagem, alimentação, transporte, eventos, meios de pagamento e outros serviços ligados ao setor deverão ter maior peso na composição das receitas municipais.

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A área técnica de Turismo da CNM destaca que o setor movimenta uma ampla cadeia de serviços e tem participação relevante na economia local. Com a aplicação do princípio da tributação no destino, previsto na Reforma Tributária, a expectativa é de que os municípios turísticos ampliem gradualmente sua participação na arrecadação durante a transição para o novo modelo.

A transição para o novo modelo será feita gradualmente, e a repartição das receitas passará por uma fase de ajustes. Durante esse período, mecanismos de compensação e indicadores baseados no histórico de arrecadação serão adotados para evitar perdas significativas aos entes federativos.

Gestão fiscal

Além das oportunidades de aumento de arrecadação, a reforma exigirá adaptações por parte das administrações municipais. A qualidade dos dados fiscais e o acompanhamento das atividades econômicas locais terão papel fundamental para assegurar uma participação adequada na distribuição das receitas.

Diante desse cenário, municípios com vocação turística precisarão atualizar seus cadastros, fortalecer a fiscalização e ampliar o controle sobre os serviços oferecidos em seus territórios. Recursos como a emissão eletrônica de notas fiscais e sistemas de monitoramento da movimentação econômica local devem se tornar ainda mais estratégicos.

As regras que regulamentam a reforma também incluem medidas para estimular o turismo internacional. Entre elas está a devolução de tributos incidentes sobre determinadas compras realizadas por visitantes estrangeiros, mecanismo que busca aumentar a competitividade do Brasil frente a países que já adotam modelos semelhantes.

Embora os impactos mais expressivos devam ser percebidos apenas ao longo da transição prevista para as próximas décadas, a recomendação é que os gestores municipais comecem desde já a se preparar para as mudanças. A orientação da CNM é que as administrações promovam os ajustes internos necessários para aproveitar o potencial de crescimento das receitas ligadas ao turismo e transformá-lo em benefícios para a população.
 

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