Turismo

23/07/2021 11:35h

Do total, R$ 25,1 milhões foram enviados à Baixada Santista. Já São José dos Campos, que inclui Mantiqueira e Litoral Norte, contou com R$ 13,1 milhões

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Quase 120 municípios de São Paulo receberam da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado (Setur-SP), R$ 75,7 milhões. O dinheiro foi repassado no primeiro semestre de 2021 e destinado a obras e melhorias de infraestrutura. Os valores são do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos (Dadetur).

Por meio de nota a Setur-SP informou que, “para terem acesso aos recursos do Dadetur, as Prefeituras devem aprovar os projetos nos conselhos municipais de turismo e depois formalizar a solicitação ao Conselho de Orientação e Turismo do Fundo de Melhoria das Estâncias”. Em caso de aprovação, “será desenvolvido o projeto, indicando a alocação dos recursos e, feita a avaliação técnica do Dadetur, assinado o convênio que garantirá os recursos”.

Confira a lista dos municípios beneficiados 

Do total, R$ 25,1 milhões foram enviados à Baixada Santista. Já São José dos Campos, que inclui Mantiqueira e Litoral Norte, contou com R$ 13,1 milhões. Campinas, por sua vez, que abrange 25 municípios, foi contemplada com R$ 10,8 milhões.

Segundo o secretário de Turismo do município de Bertioga, Ney Carlos da Rocha, os recursos se referem a verbas que deveriam ser repassadas em 2020, mas que, no entanto, só chegaram aos municípios no primeiro semestre deste ano. Ele conta, ainda, que a atual crise afetou em cheio os negócios do setor na cidade, mas afirma que os recursos aplicados têm sido essenciais no processo de retomada da economia.

“O Turismo foi o primeiro setor mais atingido nesta pandemia, mas também é o que tem capacidade de mais rapidamente se recuperar, com geração de emprego e renda para a população. Todo investimento no Turismo é sempre excepcionalmente bem-vindo”, destaca.

Expectativas

De acordo com a Setur-SP, esses recursos permitem que as 70 estâncias e 140 municípios de interesse turístico possam se estruturar para voltar a receber os viajantes. A estimativa é de que mais de 16 milhões de viagens domésticas deixaram de ser feitas em 2020 devido à pandemia.

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A proprietária de um hotel localizado no Guarujá, litoral paulista, Thereza Yvone de Oliveira, defende que essas iniciativas são fundamentais para o desenvolvimento do setor. No entanto, ela ressalta que as ações ainda não foram suficientes para dar segurança aos empreendedores locais.

“Muitos já faliram e os poucos que estão aqui precisam de mais incentivos do governo, dos bancos. Além disso, é preciso uma propaganda grande para aumentar o nosso fluxo de hospedes”, pontua.

Dominici Merari, proprietário de um Hostel também localizado no Guarujá, é outro empresário que ainda aguarda melhorias para o setor. Segundo ele, as ações são pouco divulgadas e isso pode estender por mais tempo a normalização da movimentação turística.

“Quanto mais cedo vierem os investimentos tanto a nível municipal quanto estadual e federal mais cedo a máquina começa a se mover. Mas não acredito em uma recuperação rápida do setor. Penso que será gradual”, considera.

Para ter acesso à verba, estâncias e municípios devem cumprir uma série de exigências. Entre elas está a aprovação do pedido nos conselhos municipais de turismo, no Conselho de Orientação e Controle do Fundo de Melhoria das Estâncias e desenvolver os projetos indicando como os recursos serão utilizados. 
 

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Economia
26/06/2021 03:00h

Com valor máximo de R$ 21 mil, o CredTaxi tem taxa de juros de 0,25% ao mês e carência de até 12 meses

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Os taxistas que possuem seus registros ativos e trabalham em qualquer município do Estado do Rio de Janeiro já podem contar com uma linha de crédito exclusiva para enfrentar as dificuldades causadas pela pandemia. Com valor máximo de R$ 21 mil, o CredTaxi tem taxa de juros de 0,25% ao mês e carência de até 12 meses. A linha será disponibilizada pela Agência de Fomento do Estado do Rio (AgeRio).

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A demanda da categoria foi apresentada ao governador Cláudio Castro durante encontro no dia 16 de junho, ele considerou que a redução de pessoas nas ruas em função da pandemia afeta diretamente a demanda pelo serviço.

A CredTaxi poderá ser contratada por taxistas autônomos, independente de cooperativas ou associações, desde que tenham seu registro ativo. Os recursos deverão ser investidos na atividade produtiva, como melhorias no veículo, compra de equipamentos e capital de giro.

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22/06/2021 18:40h

O evento contou com parceria da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, a ANA

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O Ministério do Desenvolvimento Regional promoveu a sexta e última oficina setorial para elaboração do Plano Nacional de Recursos Hídricos, que terá vigência no período de 2022 a 2040. 

Desta vez, o tema foi debatido por representantes dos setores do turismo, do lazer e da pesca, tanto da esfera governamental como da iniciativa privada. O evento contou com parceria da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, a ANA. 

Um dos pontos abordados durante o encontro foi o potencial brasileiro em relação ao turismo e às águas. Isso porque o país tem mais de 35 mil quilômetros de vias navegáveis e uma costa com mais de 8 mil e quinhentos quilômetros. 

A coordenadora-geral de Política e de Planejamento de Recursos Hídricos do MDR, Adriana Lustosa, apontou a importância de os setores estarem participando das discussões nas oficinas. 

"O objetivo é realmente ouvir os setores sobre o que é necessário para melhor integrar as políticas setoriais à política de recursos hídricos. Que ações são importantes para que o Plano Nacional de Recursos Hídricos contenha, quais as diretrizes para orientar os setores para uma melhor gestão das águas e uma melhor eficiência no uso da água."

Para fechar o primeiro semestre, na próxima sexta-feira, dia 25 de junho, será realizado um debate on-line com membros da sociedade civil. Serão discutidos temas como gênero, juventude, povos indígenas e comunidades tradicionais e suas relações com o tema da água. 

Para mais informações sobre políticas e programas de segurança hídrica do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

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12/06/2021 03:00h

Segundo o Ministério do Turismo, estima-se que o prejuízo com a não realização dos festejos seja de cerca de R$ 1,5 bilhão em todo o País, sendo R$ 950 milhões apenas no Nordeste

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As festas de São João foram canceladas pelo segundo ano consecutivo por causa da pandemia da Covid-19. Os eventos movimentam a economia local durante a temporada e, segundo o Ministério do Turismo, estima-se que o prejuízo com a não realização dos festejos seja de cerca de R$ 1,5 bilhão em todo o País, sendo R$ 950 milhões apenas no Nordeste.
 
Os forrozeiros, que garantem grande parte da sua renda anual nesses eventos, têm sofrido com a falta do seu ganha pão. O campinense Fabiano Guimarães, de 27 anos, ganhou sua primeira sanfona aos sete anos de idade e vem ganhando a vida através da música. Acostumado a se apresentar nos palcos do maior São João do mundo, ele terminava a temporada junina já contando os dias para o próximo ano. “A agenda era muito cheia, o último ano de São João, antes de entrar na pandemia, fizemos mais de 30 shows, por isso está sendo tão difícil não fazer esse ano”, desabafou. 


 
O sanfoneiro vem tentando se reinventar. Segundo ele, a alternativa é fazer com que sua música chegue até as pessoas por meio de lives e eventos virtuais, o que não substitui a renda que tinha antes da pandemia, nem os valores culturais do festejo. “Por trás de cada banda tem milhares de pessoas, por trás de cada músico tem uma família.”
 
As cidades de Caruaru (PE) e de Campina Grande (PB), que realizam as duas festas de São João mais famosas do Brasil, deixaram de movimentar, juntas, R$ 400 milhões durante o período junino do ano passado. Segundo a prefeitura de Caruaru, o evento gera 20 mil empregos e movimenta cerca de R$ 200 milhões na economia local. Em Mossoró (RN), a festa previa uma movimentação de R$ 94 milhões, impacto frustrado pela pandemia.

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Comissão de Cultura 

Em audiência pública realizada na última semana pela Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, músicos e agentes culturais buscaram soluções junto ao poder público para a falta de dinheiro, consequência da suspensão das festas juninas.
 
A presidente da Associação Balaio do Nordeste, Joana Alves, destacou que, para além da questão econômica, é preciso preservar o patrimônio tradicional representado pelo forró. “O São João é aquele momento em que o artista do forró mais trabalha para poder manter o equilíbrio dos grupos, ter bons instrumentos, boa qualidade de serviço. Ele precisa se manter trabalhando, se ele é um profissional da área, ele precisa ser valorizado”, disse.
 
O Ministério do Turismo destacou que tem destinado recursos da lei Aldir Blanc para os trabalhadores envolvidos nas festividades de São João em todo o País. Os repasses garantem uma renda emergencial a profissionais do setor cultural por meio dos governos estaduais em três parcelas mensais de R$ 600. Além disso, segundo a pasta, outra forma de auxiliar os trabalhadores do setor vem por meio da reedição do Pronampe, linha de crédito especial para ajudar micro e pequenas, com 20% reservado ao setor de eventos.

Lives

Em meio ao distanciamento social, a alternativa para manter a tradição e garantir uma renda mínima para os músicos locais, que não puderam participar dos eventos juninos, continua sendo os forrós virtuais. No ano passado, foi realizado o São João na Rede, com apresentações de mais de 200 artistas, todas transmitidas pela internet. 
 
Os artistas contam com recursos das prefeituras e dos estados para realizar novamente este ano as lives juninas, como forma de garantir recursos para os artistas locais e fazer com que as pessoas permaneçam em casa, sem deslocamentos para o interior, que poderiam aumentar a contaminação por Covid-19 entre as cidades.

São João Solidário

O União BR, movimento voluntário que surgiu durante a pandemia e já ajudou mais de 10 milhões de pessoas, se mobilizou para apoiar costureiras, bordadeiras, coreógrafos, marceneiros e tantos outros trabalhadores que compõem a força desse patrimônio cultural e que mais um ano não poderão exercer suas funções.
 
Por meio do São João Solidário, a iniciativa está arrecadando cestas básicas que serão doadas para famílias dos nove estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A cada R$ 50 arrecadados, uma cesta será doada. As contribuições podem ser feitas pela conta da Conexão Solidária (através do Pix 41358903000126*).

Origem da Festa

As festas juninas são um grande elemento da cultura popular brasileira. Além de valorizarem as tradições locais do País, também revelam muitos elementos históricos, religiosos e mitológicos curiosos. A comemoração é comum em todas as regiões, especialmente no Nordeste, e foi trazida por influência dos portugueses no século XVI. Inicialmente, a festa possuía uma conotação estritamente religiosa e era realizada em homenagem a santos como São João e Santo Antônio.
 
A conotação se perdeu em parte, uma vez que é vista por muitos mais como uma festividade popular do que religiosa. Além disso, a evolução das festas juninas resultou na assimilação a símbolos típicos das zonas rurais. Durante as festas juninas são realizadas danças típicas, como as quadrilhas. Também há comidas típicas à base de milho e amendoim, como canjica, pamonha, pé de moleque, além de bebidas como o quentão. Outra característica muito comum é a de se vestir de caipira de maneira caricata.

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08/06/2021 04:00h

Objetivo é dinamizar o ecoturismo em Unidades de Conservação de todo o país

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Com o intuito de desburocratizar e simplificar os procedimentos para atividades esportivas e recreativas de escalada no Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), juntamente com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), publicou nova regulamentação para a prática da atividade em parques nacionais.

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As novas regras têm como objetivo a ordenação e a otimização da prática de escalada e dos serviços prestados em apoio, como condução e acompanhamento dos praticantes, cursos de instrução e locação de equipamentos, levando em consideração características e necessidades de cada parque.

Desde 2019, a ação conjunta do ICMBio com Ministério do Meio Ambiente (MMA) já resultou em cerca de 30 editais publicados para variados serviços em diferentes parques, o que corresponde a um aumento de 10 vezes em comparação à média de editais dos últimos 10 anos.

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15/05/2021 04:00h

Organização procura ideias inovadoras para apoiar as comunidades rurais na retomada do turismo após impactos da pandemia

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A Organização Mundial do Turismo (OMT), por meio de um concurso global de startups, vai selecionar empreendedores com ideias inovadoras para superar impactos da pandemia e ajudar comunidades rurais a aproveitar oportunidades a partir da retomada do turismo. As inscrições vão até 1º de julho através do site da OMT.

O objetivo da competição é o desenvolvimento rural por meio do turismo e, assim, apoiar o combate ao despovoamento do campo, promover inclusão e reduzir desigualdades de renda e de gênero. O concurso envolve quatro categorias: pessoas, planeta, prosperidade e propulsão da tecnologia rural. Cada uma envolve tipos diferentes de projetos que devem ser consultados antes da inscrição.

Reviva Turismo: programa para retomada gradual e segura do setor é lançado em Minas Gerais

Sancionada lei que pretende beneficiar setor de eventos e turismo

CNM destaca importância da participação dos gestores de turismo em formulário

Os vencedores da competição terão direito a benefícios como bolsas de estudo, tutoria, oportunidades de investimento, e participar da Assembleia Geral da OMT, que será realizada no Marrocos no mês de outubro deste ano. Em 15 de agosto serão anunciados os finalistas e a divulgação dos ganhadores está prevista para outubro.

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10/05/2021 17:50h

Um dos principais objetivos é resgatar o setor e estimular toda sua cadeia produtiva

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Nesta segunda-feira (10) o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira, lançaram o programa Reviva Turismo, que tem como objetivo dar impulso à retomada gradual e segura das atividades turísticas no Estado.

O programa tem como base quatro eixos: biossegurança, estruturação, capacitação e marketing. O setor é um dos mais prejudicados pela crise em função da pandemia da Covid-19, e o projeto pretende estimular toda sua cadeia produtiva, que envolve oficialmente 15 segmentos econômicos, segundo o Ministério do Turismo.

Efeitos da pandemia no turismo serão debatidos em audiência pública no Senado

Sancionada lei que pretende beneficiar setor de eventos e turismo

CNM destaca importância da participação dos gestores de turismo em formulário

Cerca de R$ 17,5 milhões serão investidos no programa em 2021, por meio de parcerias público-privadas e patrocínios. A meta é que o Turismo gere 100 mil empregos até 2022, colocando o estado entre os três principais destinos do país.

O turismo é responsável por cerca de 12% das empresas e quase 8% dos empregados formais em Minas Gerais, e a expectativa do governador é que este setor atue como uma alavanca para o desenvolvimento socioeconômico do estado.

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10/05/2021 04:45h

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, participará do debate. A cada 15 dias, a Casa realizará uma audiência para abordar temas no setor

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Nesta segunda-feira (10), a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado realizará uma audiência pública para debater os efeitos da pandemia sobre o setor de turismo no Brasil. O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, participará do debate e apresentará o plano de ações da pasta para os próximos dois anos.

O requerimento para a audiência pública é do senador e presidente da comissão, Fernando Collor (Pros-RN). Logo após a participação do ministro Gilson Machado Neto a CDR dará início ao 1º Ciclo de Debates sobre Turismo, que consiste na realização de uma série de audiências públicas que devem ocorrer a cada 15 dias e abordarão temas diversos dentro do setor.

CNM destaca importância da participação dos gestores de turismo em formulário

MTur abre inscrições para mais de 20 cursos gratuitos na área do turismo

Segundo levantamento da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), as vendas caíram mais de 50% com a pandemia de Covid-19 e um milhão de empregados foram dispensados. Em 2019, havia sido registrado um lucro de R$ 19 bilhões no setor.

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04/05/2021 17:45h

A iniciativa prevê compensação da perda de receita em razão da pandemia

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Lei que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) é sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro. O ato foi publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (4) e prevê o parcelamento de débitos de empresas do setor de eventos, além de outras ações para compensar a perda de receita em razão da pandemia de Covid-19.

Além das entidades sem fins lucrativos, a novidade também pretende beneficiar empresas de hotelaria em geral, cinemas, casas de eventos, casas noturnas, casas de espetáculos e empresas que realizem ou comercializem congressos, feiras, feiras de negócios, shows, festas, festivais, ou espetáculos em geral e eventos esportivos, sociais, promocionais ou culturais.

A lei foi aprova com alguns vetos do governo, entre eles, a possibilidade do uso de 3% do dinheiro arrecadado com as loterias da Caixa e da Lotex, junto com recursos da emissão de títulos do Tesouro, para custear os benefícios dados ao setor.

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01/05/2021 09:00h

Ação tem objetivo de estruturar pautas integradas referentes ao turismo brasileiro. Prazo para participar é até 17 de maio

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A equipe técnica de Turismo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) desenvolveu um formulário com o intuito de estruturar pautas integradas referentes ao turismo brasileiro.

Segundo eles, os desafios para a construção de governança do turismo nos municípios são diversos e através do formulário, o conhecimento desta área técnica pode ser direcionado às necessidades geradas pelos resultados obtidos. Além disso, novas pautas podem surgir e serem levadas ao Congresso Nacional e ao Ministério do Turismo.

O setor do turismo é considerado uma das atividades de maior expansão mundial e é responsável por alavancar as potencialidades locais, proporcionando a geração de emprego e renda. Com isso, a CNM reforça a importância da participação dos gestores de turismo para o sucesso da ação.

O prazo para preenchimento foi estendido até 17 de maio de 2021 e se encontra disponível na página de turismo da CNM.

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Brasil 61