Alagoas

03/08/2022 15:47h

As fortes chuvas devem atingir a região ao longo desta quarta (3) e manhã desta quinta-feira (4). Os estados de Alagoas e Pernambuco devem ser os mais afetados

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A Defesa Civil Nacional alerta para a previsão de chuvas intensas na região Nordeste ao longo desta quarta (3) e manhã de quinta-feira (4). Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os estados de Alagoas e Pernambuco devem ser os mais afetados.

De acordo com o Inmet, os acumulados de chuvas podem ser superiores a 60 milímetros por hora ou 100 milímetros por dia. Com isso, há risco elevado de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

Diante da previsão, o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), opera com equipes de plantão para acompanhar o registro de qualquer ocorrência significativa e já comunicou as defesas civis estaduais do risco.

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, pede para que a população fique atenta às informações oficiais e aos locais onde serão divulgados os alertas, além de adotar as medidas de autoproteção. “Quem mora em região com risco de inundação, precisa ficar atento a qualquer sinal de avanço da água, inclusive, dos rios. Já quem mora em locais com risco de deslizamentos, precisa verificar o aparecimento de trincas nas paredes e tomar cuidado com qualquer movimentação do terreno. Diante de qualquer indício é preciso sair da residência imediatamente e procurar um local seguro”, observou.

Oito cidades atingidas por desastres receberão mais de R$ 3,4 milhões para ações de defesa civil

Três cidades mineiras atingidas por desastres receberão mais de R$ 1,2 milhão para ações de defesa civil

Alertas

A Defesa Civil Nacional orienta os moradores das regiões de risco a se inscreverem nos serviços de alerta, enviando um SMS, com o CEP do local onde mora, para o número 40199. Em caso de desastre, a população receberá um aviso. Outra recomendação é ficar atento aos alertas publicados no Twitter da Defesa Civil Nacional (@defesacivilbr) e do Instituto Nacional de Meteorologia (@inmet_).

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03/08/2022 15:30h

O recurso será usado para compra de itens de assistência humanitária e aluguel de veículos

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A cidade de Palmeira dos Índios, em Alagoas, receberá mais de um milhão de reais para ações de defesa civil. O recurso será usado para compra de itens de assistência humanitária e aluguel de veículos. A cidade foi atingida por chuvas intensas. A portaria com a liberação dos recursos foi publicada na edição desta quarta-feira (3). Confira aqui.

Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

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Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD, a partir do Plano de Capacitação Continuada em Proteção e Defesa Civil. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos de capacitação.

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03/08/2022 14:45h

Recursos serão repassados a municípios dos estados de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Pernambuco

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Oito cidades do País atingidas por desastres naturais vão receber mais de R$ 3,4 milhões para ações de defesa civil. As portarias com as liberações dos recursos foram publicadas na edição desta quarta-feira (3) do Diário Oficial da União (DOU).

O maior repasse – de mais de R$ 1 milhão – é para Palmeira dos Índios, em Alagoas. Afetado por chuvas intensas, o município usará os recursos para a compra de cestas básicas, colchões, galões de água, combustível e kits de limpeza, higiene e dormitório, além do aluguel de veículos.

Pernambuco

Em Pernambuco, Jaqueira terá mais de R$ 517 mil para compra de cestas básicas, galões de água, colchões e kits de higiene. Já Pombos receberá R$ 407 mil para a compra de cestas básicas e kits de limpeza, higiene e dormitório. Ambos os municípios foram afetados por chuvas intensas.

Passira, atingida por enxurradas, contará com mais de R$ 98 mil para o restabelecimento da trafegabilidade.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, a cidade de Santo Antônio do Amparo, afetada por chuva de granizo, receberá cerca de R$ 995 mil para a compra de telhas de fibrocimento. Já Caraí, atingida por chuvas intensas, terá mais de R$ 161 mil para a reforma de muro.

Ouro Verde de Minas terá à disposição mais de R$ 68 mil para o reparo de ponte. O município foi afetado por chuvas intensas.

Mato Grosso do Sul

Por fim, Miranda, no Mato Grosso do Sul, usará os recursos para a compra de cestas básicas, colchões e kits de limpeza. A cidade, afetada por vendaval, receberá mais de R$ 156 mil.

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Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD, a partir do Plano de Capacitação Continuada em Proteção e Defesa Civil. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos de capacitação.

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Desenvolvimento Regional
28/07/2022 14:28h

Recursos serão repassados aos municípios de Quebrangulo, Limoeiro de Anadia e Tanque D’Arca

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Três cidades do estado de Alagoas atingidas por desastres naturais vão receber mais de R$ 1,4 milhão para ações de defesa civil. As portarias com as liberações dos recursos foram publicadas na edição desta quinta-feira (28) do Diário Oficial da União (DOU).

O município de Quebrangulo, afetado por enxurradas, terá mais de R$ 1,27 milhão para compra de cestas básicas, colchões e kits de limpeza, higiene e dormitório.

Já Limoeiro de Anadia receberá mais de R$ 134 mil para o restabelecimento de cabeceiras de ponte de concreto e de via pública urbana municipal, enquanto Tanque D’Arca contará com R$ 64 mil para a recuperação de estrada. Os dois municípios foram afetados por chuvas intensas.

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Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD, a partir do Plano de Capacitação Continuada em Proteção e Defesa Civil. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos de capacitação.

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11/07/2022 19:00h

Em um dos contratos firmados para o estado serão investidos R$ 2,6 milhões no setor de saneamento, de acordo com levantamento da Abcon

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As operadoras privadas de saneamento possuem, até o momento, 199 contratos firmados no Brasil, entre as modalidades de concessões plenas e parciais, PPPs e subdelegações. É o que revela um levantamento divulgado na última quarta-feira (6) pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon).  

De acordo com o balanço, os investimentos das concessionárias privadas já alcançam 16% do total investido pelas companhias do setor. Desde a entrada em vigor do novo marco legal do saneamento já foram realizados pelo menos 16 leilões. O estado de Alagoas está entre os contemplados com esses investimentos. 

Em um dos casos (Bloco A), o estado contará com investimento de R$ 2,6 bilhões. O projeto contempla a concessão dos serviços de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto e gestão comercial dos usuários. Pelo menos 13 municípios serão beneficiados com a medida. Para a superintendente técnica da Abcon, Ilana Ferreira, a atuação das empresas privadas no saneamento traz mais eficiência para o setor.

“No caso da operação privada, a tarifa é definida antes, e a atuação com as metas de qualidade, atendimento e investimento são atendidas e cumpridas do ponto de vista contratual”, explica.  

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A pesquisa também mostra que a média de investimento por ligação entre as operadoras privadas é 131% superior à realizada pelas companhias estaduais e 326% superior à média de serviços municipais.

Desestatização

Outro levantamento que trata da situação do saneamento básico é a “Agenda de privatizações: avanços e desafios", divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, até 2026, dez desestatizações serão conduzidas pelo BNDES ou municípios. 

O especialista em Infraestrutura da CNI, Matheus de Castro, afirma que, para este ano, devem ocorrer seis concessões e PPPs de empresas estaduais e autarquias microrregionais. 

“Sabemos das dificuldades que o setor público encontra há mais de uma década na realização desses investimentos, e isso penaliza muito nossa capacidade de modernizar nossa infraestrutura. Então, precisamos aumentar a participação privada na gestão dos ativos de infraestrutura. Mas, apesar de o caminho ser esse, sabemos da importância de aumentar também os investimentos públicos. Nós investimos tão pouco, que não podemos contar só com um tipo de investimento”, destaca. 

Após dois anos da entrada em vigor do novo marco legal do saneamento, as operadoras privadas do setor ampliaram sua participação e passaram a atender 46,1 milhões de pessoas com serviços de água e esgotamento sanitário no Brasil. Em relação a 2021, quando essas companhias atendiam 31,6 milhões de usuários, o aumento foi de 45%.
 

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08/07/2022 18:10h

Foram contemplados os municípios de Cajueiro, Chã Preta, Estrela de Alagoas, Porto Calvo, Santana do Mundaú e São Miguel dos Milagres

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A Defesa Civil Nacional reconheceu, nesta sexta-feira (8) a situação de emergência em seis cidades de Alagoas atingidas por chuvas intensas. As portarias com os reconhecimentos federais foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira aqui aqui.

Os municípios alagoanos que obtiveram o status são Cajueiro, Chã Preta, Estrela de Alagoas, Porto Calvo, Santana do Mundaú e São Miguel dos Milagres. Até agora, 22 localidades de Alagoas já obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por conta das fortes chuvas que atingiram a unidade federativa no último final de semana.

Também nesta sexta-feira, foi autorizado o repasse de R$ 1,3 milhão para três cidades do estado também afetadas pelo excesso de precipitações. São elas: Jacuípe, Jequi da Praia e Rio Largo.

Desde o início das chuvas em Alagoas, na sexta-feira (1), a Defesa Civil Nacional vem estabelecendo uma série de ações emergenciais para apoiar o estado, como a mobilização e o envio de uma equipe do Grupo de Apoio a Desastres (Gade) para o estado. Saiba mais neste link.

Como solicitar recursos federais

Após a concessão do status de situação de emergência pela Defesa Civil Nacional, os municípios atingidos por desastres estão aptos a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) para atendimento à população afetada. As ações envolvem restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados.

A solicitação deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do montante a ser liberado.

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD, a partir do Plano de Capacitação Continuada em Proteção e Defesa Civil. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos de capacitação.

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07/07/2022 03:00h

Do total, 45 mil já possuem uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas precisam se aperfeiçoar

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O estado de Alagoas precisa qualificar 58 mil trabalhadores em ocupações industriais até 2025. A informação consta no Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, compilado pelo Observatório Nacional da Indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Do total, 13 mil deverão se capacitar em formação inicial - para repor os inativos e preencher novas vagas - e 45 mil já possuem uma formação ou estão inseridos no mercado de trabalho, mas precisam se aperfeiçoar.

O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, afirma que a qualificação profissional é crucial tanto para os trabalhadores que já estão empregados quanto para aqueles que estão fora do mercado de trabalho.

“O aperfeiçoamento deve ser uma estratégia para todos os profissionais. O aprendizado ao longo da vida passa a ter um papel fundamental no mercado de trabalho nos dias de hoje.”

Em Alagoas, a demanda pelo nível de capacitação até 2025 será de:

  • Qualificação (menos de 200 horas): 34.054 profissionais
  • Qualificação (mais de 200 horas): 11.705 profissionais
  • Técnico: 8.922 profissionais
  • Superior: 3.842 profissionais

Em volume, ainda prevalecem as ocupações com nível de qualificação, cerca de 78% do total. Mas, segundo Márcio Guerra, houve um crescimento da demanda por formação em nível superior.

“O nível superior cresce sem dúvida a uma taxa muito elevada. Então, é preciso entender que fazer educação profissional não é o fim de uma trajetória. Profissionais que fazem qualificação profissional, fazem curso técnico e depois caminham para o ensino superior são profissionais extremamente valorizados no mercado de trabalho, pela experiência, pela prática e também pela formação”, avalia.

Áreas de formação

Em Alagoas, as áreas que mais vão demandar profissionais capacitados, tanto em formação inicial, quanto continuada, são:

  • Construção: 13.612 profissionais
  • Metalmecânica: 8.883 profissionais
  • Transversal: 8.875 profissionais
  • Logística e Transporte: 8.025 profissionais
  • Automotiva: 4.327 profissionais
  • Química e Materiais: 1.647 profissionais
  • Tecnologia da Informação: 1.647 profissionais
  • Gestão: 1.608 profissionais
  • Telecomunicações: 1.472 profissionais
  • Eletroeletrônica: 1.258 profissionais

O gerente executivo do Observatório Nacional da Indústria, Márcio Guerra, destaca a relevância das ocupações nas áreas transversais. “Ou seja, aquelas ocupações coringas, aquelas profissões que são absorvidas por diversos setores da economia, que vão desde o setor automotivo até o setor de alimentos. No que diz respeito às áreas, vale destacar também aquelas profissões que estão relacionadas com a indústria 4.0, relacionada a automação de processos industriais.”

Ele também explica que há diferenças nas áreas de formação mais demandadas entre os estados. Isso se deve à dimensão do país e à complexidade da economia brasileira. Segundo Márcio Guerra, a heterogeneidade de recursos e de produção acaba refletindo essas características.

"Nós sabemos que, em alguns estados, há uma concentração industrial maior e em outras regiões, como a região Norte, há uma dispersão maior. Então a estrutura industrial, ou seja, os setores que são predominantes em determinadas regiões são diferentes.”

INDÚSTRIA: Demanda por profissionais com nível superior deve crescer 8,7% até 2025

Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais até 2025

Mapa do Trabalho Industrial

De acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2022-2025, o Brasil precisa qualificar 9,6 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos próximos três anos. Márcio Guerra explica que a projeção considera o contexto econômico, político e tecnológico do país.

“A partir da inteligência de dados, o objetivo do mapa é projetar a demanda por formação profissional de forma que essa informação sirva, não só para o Senai, mas também para uma discussão mais ampla sobre qual vai ser a demanda futura de profissionais no mercado de trabalho. É muito importante para a sociedade conhecer quais são as tendências, quais são as áreas que tendem ao maior crescimento, sobretudo na sua localidade, mas também entender quais profissões têm mais relevância, mais demanda, para que ele possa planejar a sua trajetória de formação profissional”, explica.

Confira outras informações do Mapa do Trabalho Industrial e a demanda de outros estados no link.

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05/07/2022 19:33h

Órgão também começou a fazer capacitações por videoconferência dos municípios mais distantes, além de intensificar trabalho com técnicos de engenharia para agilizar a liberação de recursos

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A Defesa Civil Nacional segue apoiando as cidades alagoanas afetadas pelas fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias. Nesta terça-feira (5), o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, e integrantes da Defesa Civil estadual sobrevoaram seis dos municípios mais castigados pelo desastre: Rio Largo, Capela, Cajueiro, Viçosa, Pilar e Marechal Deodoro.

Após o sobrevoo, o secretário seguiu para a Defesa Civil de Maceió, onde foi instalado um gabinete de crise para ajudar os municípios na solicitação de recursos federais para ações de socorro e assistência humanitária, a partir do cadastramento no Sistema Integrado de informações sobre Desastres (S2iD). Outros dois gabinetes de crise foram instalados nas cidades de Viçosa e União dos Palmares e vão permanecer ativos até que a situação seja normalizada.

A Defesa Civil Nacional também começou a fazer capacitações por videoconferência dos municípios mais distantes, além de intensificar o trabalho com técnicos de engenharia para agilizar a liberação de recursos para a reconstrução de infraestruturas públicas danificadas.

Também nesta terça-feira, foi realizada mais uma reunião virtual com os órgãos que compõem o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec). Participaram representantes dos ministérios do Desenvolvimento Regional, da Defesa, da Saúde e da Cidadania; da Agência Nacional de Telecomunicações; da Polícia Rodoviária Federal (PRF); da Pátria Voluntária e da Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa Civil para alinhar as próximas ações de apoio ao estado.

Na segunda-feira (4), foi reconhecida a situação de emergência em 15 municípios alagoanos atingidos pelas fortes chuvas: Atalaia, Branquinha, Cacimbinhas, Cajueiro, Capela, Limoeiro de Anadia, Murici, Pão de Açúcar, Paulo Jacinto, Santana do Mundaú, São José da Laje, Satuba, Taquarana, União dos Palmares e Viçosa.

As Forças Armadas e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já foram acionadas para ajudar no resgate de vítimas em comunidades isoladas, assim como equipes dos ministérios da Saúde e da Cidadania para apoiar na gestão de alojamentos provisórios para famílias desabrigadas e na compra de insumos básicos.

Desde o início das chuvas em Alagoas, na sexta-feira (1), a Defesa Civil Nacional vem estabelecendo uma série de ações emergenciais para apoiar o estado, como a mobilização e o envio de uma equipe do Grupo de Apoio a Desastres (Gade) para o estado. Saiba mais neste link.

Fonte: MDR

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04/07/2022 17:35h

Neste ano, já foram liberados R$ 20,4 milhões para ações de resposta a desastres naturais no estado e R$ 170 milhões para apoiar municípios brasileiros atingidos por chuvas intensas

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A Defesa Civil Nacional realizou, nesta segunda-feira (4), uma coletiva de imprensa sobre as fortes chuvas que atingem o estado de Alagoas desde a última sexta-feira (1º). Estavam presentes os ministros do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, e da Cidadania, Ronaldo Bento.

Daniel Ferreira iniciou a coletiva alertando que ainda há previsão de chuva para a região nas próximas horas e, consequentemente, risco de deslizamentos e transbordamentos. Portanto, a orientação para os moradores é manter as medidas de autoproteção e prestar atenção nos alertas e comunicados enviados pela Defesa Civil Nacional.

No último sábado (2), a Defesa Civil Nacional mobilizou e enviou para Alagoas uma equipe do Grupo de Apoio a Desastres (Gade) para ajudar os municípios mais atingidos pelas chuvas. Os profissionais estão ajudando no preenchimento de formulários para a solicitação de liberação de recursos.

Ferreira destacou, também, que as Forças Armadas e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já foram acionadas para ajudar no resgate de vítimas, assim como equipes do Ministério da Saúde. Além disso, serão instaladas três salas de operação nas cidades de Maceió, Viçosa e União dos Palmares para ajudar nas ações de resposta ao desastre. As salas vão permanecer ativas até que a situação seja normalizada, com reuniões diárias dos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec).

Recursos e reconhecimentos

Neste ano, já foram liberados R$ 20,4 milhões para ações de resposta a desastres naturais em Alagoas. Em âmbito nacional, a liberação de recursos chegou a R$ 170 milhões para apoiar municípios atingidos por chuvas intensas.

Nesta segunda, também foi reconhecida a situação de emergência em 15 municípios alagoanos: Atalaia, Branquinha, Cacimbinhas, Cajueiro, Capela, Limoeiro de Anadia, Murici, Pão de Açúcar, Paulo Jacinto, Santana do Mundaú, São José da Laje, Satuba, Taquarana, União dos Palmares e Viçosa. A portaria com os reconhecimentos federais foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). 

Com isso, as cidades poderão solicitar recursos federais para ações de socorro e assistência humanitária. O valor a ser liberado depende da necessidade de cada município, de acordo com plano de ação a ser apresentado ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

A liberação de recursos federais ocorre em três etapas: no primeiro momento, são liberados recursos para as ações de assistência humanitária, dando prioridade à compra de kits de higiene e limpeza, colchões, cestas básicas, entre outros itens.

Na segunda etapa, é elaborado um plano de trabalho para o restabelecimento de serviços essenciais, com limpeza urbana, religação de energia e abastecimento de água. A terceira etapa é quando o município solicita, até 90 dias depois do término das ocorrências, recursos para reconstrução de áreas e moradias comprovadamente destruídas pelo desastre.

Ações emergenciais

Uma equipe técnica do Ministério da Cidadania, responsável pela coordenação do Sistema Único de Assistência Social, também foi enviada ao estado para ajudar na gestão de alojamentos provisórios para as famílias desabrigadas e na compra de insumos básicos.

Durante a coletiva, o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, anunciou a antecipação do pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) a 112 mil famílias alagoanas. Além disso, idosos e pessoas com deficiência ainda poderão antecipar mais uma parcela integral do benefício.

As cidades alagoanas que registraram ocorrências são Atalaia, Branquinha, Cacimbinha, Cajueiro, Capela, Colônia Leopoldina, Jacuípe, Jundiá, Limoeiro de Anadia, Maceió, Major Isidoro, Maragogi, Marechal Deodoro, Murici, Paulo Jacinto, Pilar, Quebrangulo, Rio Largo, Santana do Mundaú, São José da Lage, Satuba, Taquarana, União dos Palmares e Viçosa.

Atualmente, a população brasileira recebe alertas de desastres via Telegram, TV por assinatura, Google e, também, por SMS. Para isso, basta enviar o CEP da região onde mora para o número 40199 e começar a receber os avisos.

Recomendações

O coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres do Centro Nacional de Riscos e Desastres (Cenad) da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr, destaca as medidas de prevenção que devem ser tomadas pela população das regiões castigadas pelas fortes chuvas para minimizar os danos.

“São recomendadas diversas ações para proteger a população. A primeira é ficar bastante atento para as informações publicadas pelos órgãos oficiais, principalmente os locais. Além disso, é preciso ter cuidado com as notícias não oficiais, que nem sempre estão corretas e podem trazer risco adicional”, destaca Schnorr.

O coordenador-geral do Cenad também explicou o que deve ser feito nos locais com risco de deslizamento. “É importante que a população fique atenta a qualquer sinal de movimentação do terreno, rachaduras, árvores e postes inclinados. Se houver risco iminente, a residência deve ser desocupada imediatamente”, alertou Tiago Schnorr. “Também é importante a atenção a qualquer sinal de elevação de rios, alagamentos e enxurradas nas ruas e à subida das águas, para não serem pegos desprevenidos. Além disso, deve-se desligar aparelhos de energia da tomada, a chave-geral, encanamento de gás e de água”, acrescenta.

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27/06/2022 00:07h

Mesmo com pré-natal disponível pelo SUS em todas as regiões do estado, quadro de mortalidade materna e infantil deixa autoridades de saúde em alerta

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Para prevenir e detectar precocemente doenças em gestantes e bebês, o Ministério da Saúde recomenda que as mulheres façam ao menos seis consultas de pré-natal durante a gravidez. No estado de Alagoas, as equipes de Atenção Básica realizaram 9,5 mil atendimentos médicos que englobam essa quantidade mínima, entre janeiro e dezembro de 2021. Em todo Brasil, foram feitas 407,9 mil consultas de pré-natal no recorte de seis ou mais por gestante, no mesmo período. Os dados são do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab). 

Ainda que a assistência esteja disponível pelo SUS em todas as regiões do país, o quadro de mortalidade materna e infantil é uma preocupação das autoridades de saúde. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, grande parte dos óbitos ocorrem durante a gravidez ou por complicações durante o parto, sendo que 90% das causas, como hipertensão, hemorragia e síndromes infecciosas, são consideradas evitáveis com atenção à saúde precoce e de qualidade.

“O Ministério da Saúde acredita que a mortalidade materna é uma tragédia social sem precedentes. A perda de uma mãe significa a desestruturação total do núcleo familiar. Há uma frase que a gente veicula [em campanhas educativas] que diz o seguinte: ‘A cada mulher que morre, há uma família que sofre, uma comunidade que fica mais fraca e um país que fica mais pobre”, afirma a ginecologista, obstetra e diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES), Lana de Lourdes Aguiar.

Com o propósito de reverter essa situação, o Ministério da Saúde vai investir, em 2022, mais R$ 624 milhões ao financiamento atual de R$ 977 milhões para reestruturar a rede de saúde materno-infantil brasileira. Na avaliação das autoridades de saúde, aprimorar a assistência oferecida da Atenção Primária à Atenção Hospitalar, desde o fortalecimento das maternidades até a criação dos ambulatórios de assistência a gestantes com alto risco para complicações, assegura à mulher o direito ao planejamento familiar, ao parto e ao puerpério e, às crianças, o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis. 

Garantir atendimento humanizado e mais próximo possível do cidadão, lembra Lana, é responsabilidade compartilhada pelo governo federal com estados e municípios. “O enfrentamento da mortalidade materna é uma causa dos gestores nas três esferas de governo, bem como de toda a sociedade. Aos estados e municípios cabe a organização da rede de atenção materna e infantil, de modo a atender as necessidades das gestantes e puérperas, ofertar acesso ao pré-natal de qualidade, à atenção ambulatorial e à atenção hospitalar”, ressalta a diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.

Benefícios do pré-natal

O pré-natal segue um protocolo para monitoramento da saúde da gestante e do bebê. Inclui anamnese (histórico de sintomas narrados pelo paciente sobre determinado caso clínico), exame físico e análise de exames laboratoriais e de imagem. Como o acolhimento é um dos eixos e diretrizes da Política Nacional de Humanização e de Atenção Obstétrica e Neonatal do Ministério da Saúde, os profissionais de saúde preparam as mulheres para a maternidade por meio de orientações sobre hábitos de vida e higiene pré-natal, conversam sobre a importância de manter o estado nutricional apropriado e sobre o uso de medicações que possam afetar o feto ou o parto. As consultas também tratam das manifestações físicas próprias da gravidez, servem de apoio psicológico para as futuras mamães e são um momento importante para a gestante tirar dúvidas e dividir preocupações e experiências.

“Não só financiamos as ações, como também estabelecemos diretrizes e orientações técnicas para o desenvolvimento de todas elas. Um dos nossos indicadores de desempenho é o pré-natal das gestantes. Há instrumentos e material de orientação para que as equipes se organizem e possam oferecer um bom cuidado, desde o necessário do ponto de vista de equipamento até a conduta clínica, ou seja, como tratar as patologias, doenças, como prevenir e reabilitar para esses dois grupos: mulheres e crianças”, detalha a diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF), Renata Maria de Oliveira Costa.

“Queremos evitar que crianças fiquem órfãs, quando perdem a mãe na hora do parto, e que mães não percam seus filhos por conta de uma morte infantil que seria evitável se tivesse o cuidado adequado”, completa.

No cuidado materno-infantil na Atenção Primária do Sistema Único de Saúde, Alagoas se destaca pelo serviço de pré-natal odontológico. Teotônio Vilela é o melhor do Brasil, garantindo o atendimento a 97% das gestantes que são atendidas pelo SUS. No ranking de 10 municípios com a melhor performance todos são de Alagoas: Teotônio Vilela, com 97% no indicador, seguido por Jequiá da Praia (96%), Quebrangulo (96%), Piaçabuçu (94%), Jacaré dos Homens (94%), Campo Alegre (93%), Branquinha (93%), Igreja Nova (92%), Craíbas (91%) e Santa Luzia do Norte (90%).
 

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Brasil 61