Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Política de privacidade

Nós do Brasil 61 coletamos e usamos alguns dados dos nossos leitores com o intuito de melhorar e adaptar nossas plataformas e nossos produtos. Para isso, agimos conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) e nos esforçamos para sermos transparentes em todas nossas atividades.

Para podermos oferecer melhores serviços e veicular peças publicitárias de nossos anunciantes, precisamos conhecer certas informações dos nossos usuários.

COMO O BRASIL 61 COLETA SEUS DADOS

– Quando você se cadastra e cria um usuário no Brasil 61

Quando você entra no nosso site, fornece informações (dados) para a criação do usuário. Estes dados são usados para orientar a estratégia do Brasil 61 e o desenvolvimento de novos serviços e/ou produtos. Essas informações são fornecidas voluntariamente por você leitor e não são compartilhadas com nenhum terceiro.

– Quando você acessa o site do Brasil 61 (www.brasil61.com.br) ou abre uma de nossas newsletters enviadas por e-mail

O Brasil 61 usa tecnologias como cookies e pixel tags para entender como é a sua interação com as nossas plataformas. Esses dados permitem saber, por exemplo, de que dispositivo você acessa o site ou em que links você clicou e quanto tempo permaneceu lendo as notícias. 

COMO O BRASIL 61 USA OS SEUS DADOS

Nós, do Brasil 61, usamos seus dados sempre com a principal intenção de melhorar, desenvolver e viabilizar nossos próprios produtos e serviços a você leitor.

Seus dados são sempre analisados de forma não individualizada, mesmo os que são fornecidos vinculados seu nome ou ao seu endereço de e-mail. 

Os dados em conjunto são analisados para criar relatórios estatísticos de audiência sobre as páginas, textos e meios de acesso ao site e às newsletters. 

Esses relatórios são compartilhados com nossos anunciantes e patrocinadores e servem para modelar estratégias e campanhas institucionais.

As informações que você fornece durante a criação do cadastro do seu usuário no Brasil 61 são utilizadas para a formulação de estratégia comercial e desenvolvimento de novos produtos e/ou serviços.

Essas informações individualizadas podem ser usadas pelo Brasil 61 para o envio de campanhas comerciais e divulgação de serviços e/ou produtos próprios. Não são compartilhadas com nenhum terceiro.

As informações captadas por meio de cookies e pixel tags são usadas em relatórios internos de monitoramento da audiência e também em relatórios para os anunciantes verificarem a efetividade de suas campanhas. Essas informações não estão vinculadas a nome ou e-mail dos leitores e são sempre avaliadas de forma não individualizada.

O Brasil 61 compartilha informações captadas por meio de cookies e pixel tags com terceiros, como anunciantes, plataformas de redes sociais e provedores de serviço – por exemplo, o serviço de envio de e-mails. O Brasil 61 também em seu site cookies de terceiros que captam informações diretamente do usuário, de acordo com suas próprias políticas de privacidade e uso de dados. 

O QUE O BRASIL 61 NÃO FAZ COM SEUS DADOS

– Não monitoramos ou coletamos dados de páginas que não pertencem ao Brasil 61.
– Não compartilhamos ou vendemos para terceiros nenhuma informação identificável.

O QUE VOCÊ PODE FAZER SE NÃO QUISER MAIS QUE SEUS DADOS SEJAM USADOS PELO BRASIL 61

– Caso não queira que o Brasil 61 use nenhum tipo de cookies, altere as configurações do seu navegador. Nesse caso, a exibição de anúncios e mensagens importantes do Brasil 61 e de nossos anunciantes pode ser prejudicada.

– Caso queira deixar de receber algum newsletter ou e-mail de alertas de notícias, basta clicar em “Unsubscribe”, na parte de baixo do e-mail enviado pelo Brasil 61. 

– Caso queira excluir seu usuário e apagar seus dados individuais da base do Brasil 61, basta enviar um e-mail para: privacidade@brasil61.com

 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Alagoas

20/01/2021 15:30h

Programa é voltado para professores, estudantes e profissionais em geral

Baixar áudio

Uma parceria entre o governo de Alagoas e a startup Digital Innovation One vai ofertar mais de 10 mil bolsas gratuitas para professores, estudantes e profissionais em geral do estado. Serão realizados dez cursos de capacitação na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (Tics). O programa será lançado na próxima quinta-feira (21).

As aulas serão realizadas no ambiente virtual e os conteúdos ficarão disponíveis por meio da plataforma OxeTech. A parceria é fruto de conversas entre a Secretaria da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Secti) e a Digital Innovation One, que tem como objetivo democratizar o conhecimento em desenvolvimento de software e tecnologias exponenciais.

O programa é dividido em três etapas. Nas primeiras, será lançada a plataforma digital e, posteriormente, apresentados laboratórios presenciais. O governo também promete a inserção dessa metodologia no plano educacional de Alagoas. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), no Brasil são formados apenas 36 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, mas seriam necessários 70 mil profissionais para suprir a demanda desse mercado.

Copiar o texto
18/01/2021 00:00h

Duas escolas da rede passam a adotar o novo formato para todas as turmas do 1º ano. Ainda há vagas para quem deseja se matricular

Baixar áudio

Duas escolas da Rede Sesi Senai em Alagoas vão ofertar, já a partir deste ano, o Novo Ensino Médio para todas as turmas do 1º ano. As escolas Sesi Cambona e Sesi Senai Benedito Bentes vão seguir o novo formato, balizado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que permite aos alunos, além das aprendizagens comuns e obrigatórias, a possibilidade de escolherem se aprofundar em uma das cinco áreas do conhecimento.

Em 2018, a Rede Sesi Senai em Alagoas foi uma das primeiras do País a implantar turmas-piloto, uma espécie de pioneirismo e teste para a ampliação do modelo, que passa a ser obrigatório no ano que vem. Cristina Suruagy, diretora de Educação e Tecnologia do Sesi Senai de Alagoas, afirma que a experiência foi muito positiva.

“Foi uma experiência bastante desafiadora, mas extremamente relevante para que agora possamos sair com todas as turmas nesse novo formato. Foi um piloto bem sucedido e o Sesi conseguirá sair na frente para atender o que o MEC já estabeleceu”, destaca. 

Hoje, todas as escolas da rede contam com, ao menos, uma turma experimentando o Novo Ensino Médio. Cristina conta que os professores estão se capacitando há três anos para as mudanças e que eles colaboraram, inclusive, com a construção do material didático que vai ser usado a nível nacional. 

Arte: Brasil 61

Experiência 

Karoline Amorim, 17 anos, acabou de concluir o 3º ano do ensino médio. Por conta da pandemia, ela ainda precisa retomar algumas aulas do curso, que estão pendentes. No entanto, a jovem que deseja cursar arquitetura já tem um veredito sobre o Novo Ensino Médio. “Esse formato de ensino é bom. Ele me ajudou a superar algumas dificuldades que eu tenho em uma determinada área e sei que vai continuar me ajudando, mesmo eu já tendo terminado os estudos, porque me fez enxergar as coisas de uma forma bem menos complexa”, conta. 

De acordo com o Ministério da Educação (MEC) o Novo Ensino Médio vai dar mais autonomia aos estudantes, que vão poder escolher em qual área do conhecimento se especializar. Essas áreas compõem os chamados itinerários formativos, que são cinco, ao todo: Matemática, Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, além da formação técnica e profissional. Cada itinerário é formado por disciplinas específicas. Por exemplo, caso opte pelo de Linguagens, o estudante vai se aprofundar nos conhecimentos de Português, Inglês, Artes e Educação Física. 

No entanto, a especialização em um dos cinco itinerários não exclui a obrigatoriedade de uma formação comum e obrigatória a todos os alunos. Ainda de acordo com o MEC, a carga horária vai ser ampliada de 2400 para 3000 horas no novo formato.

Segundo a professora da Rede Sesi de Alagoas Telma Xavier, o Novo Ensino Médio prepara melhor os alunos para a vida, desde o ingresso no ensino superior, acesso ao mercado de trabalho, até o desenvolvimento pessoal. 

“Quando atuamos por área de conhecimento, permitimos a esse aluno que amplie seu campo de visão com relação ao seu desenvolvimento. Os itinerários que são ofertados permitem que o aluno se aprofunde em um deles, mas sem limitar o seu conhecimento durante o processo de aprendizagem. A educação há muito tempo busca atender ao que o aluno precisa para se desenvolver e o Novo Ensino Médio traz essas possibilidades”, avalia. 

A avaliação que a diretora Cristina e a professora Telma fazem sobre o projeto piloto é de que houve melhora nos resultados dessas turmas em relação àquelas que permaneceram no formato tradicional. “Do ponto de vista dos alunos, eles conseguiram perceber a contextualização dos conteúdos e a importância dos saberes. Conseguimos mensurar o desempenho dessa turma em comparação às turmas tradicionais, e os resultados nos simulados praticados foram superiores”, explica Cristina. 

Vagas

Ainda há vagas para os alunos que desejam se matricular em uma das turmas do Novo Ensino Médio, mais especificamente no Sesi Cambona, por meio do endereço al.sesi.com.br/matriculas-educacao-basica-2021. Para mais informações, basta ligar para o telefone (82) 3021-7374. 

Copiar o texto
Agronegócios
16/01/2021 00:00h

Repasses serão feitos em 23 cidades de quatro regiões do estado

Baixar áudio

O Instituto de Inovação para o Desenvolvimento Rural Sustentável de Alagoas (Emater) afirma que vai aplicar cerca de R$ 1,4 milhões de recursos federais do programa de Fomento às Atividades Rurais em 23 municípios localizados em quatro regiões do estado.

Segundo o governo de Alagoas,  o repasse desses recursos financeiros não reembolsáveis começará a ser distribuído a partir da próxima segunda-feira (18) e beneficiará projetos agropecuários das cadeias produtivas pecuária e agrícola.

Lodo de esgoto é transformado em adubo na produção agrícola do Paraná

A quantia será distribuída a 636 famílias das regiões Agreste I, Agreste II, Médio Sertão e Mata Alagoana. A ação tem como público prioritário, agricultores familiares e povos tradicionais que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza, e que possuem renda mensal de até R$ 89.

Copiar o texto
13/01/2021 00:00h

O número deslanchou após o período eleitoral e o início de uma alta temporada movimentada no estado

Baixar áudio

O número de casos confirmados da Covid-19 deslanchou após o período eleitoral e o início de uma alta temporada movimentada no estado de Alagoas. Enquanto de novembro a dezembro houve um aumento de 4.627 novos casos, de dezembro a janeiro o crescimento foi de 10.071 novos infectados no estado.

De acordo com os Boletins Epidemiológicos da Secretaria de Estado da Saúde, analisados pela Agência Tatu, em 3 de dezembro haviam 95.643 casos confirmados, o que representa 5% de aumento com relação aos números de 3 de novembro (91.016). Já no boletim divulgado no dia 3 de janeiro, os casos saltaram para 105.714, um acréscimo de 10,5%.

Segundo o secretário de Saúde de Jundiá e presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Alagoas (Cosems), Rodrigo Buarque, o aumento do número de casos já era esperado após o período eleitoral e também com a flexibilização do decreto estadual. 

“As festividades e o fluxo de turismo no fim do ano ainda deverão manifestar impacto nas próximas semanas. Porém ambos os movimentos favoreceram a aglomeração, aumentando o risco de contágio, consequentemente o número de casos e aumento de hospitalização”, avaliou.

De acordo com o Cosems, chama atenção também o aumento da hospitalização em termos diários, apresentando uma média móvel de 238 internações por dia durante a semana. A rede privada teve um aumento maior de internações e faixas etárias que mais se internam de 60 a 69 anos e de 70 a 79.

Com relação aos óbitos, o aumento de novembro para dezembro foi de 96 vítimas (4,2%), enquanto de dezembro para o início de janeiro foi de 163 novas mortes (6,90%). 

RJ terá regulação única de leitos de Covid-19, entre estado, prefeitura e Ministério da Saúde

Ministro da Saúde tira dúvidas de lideranças municipais sobre vacinação contra Covid-19

Fernando Maia, infectologista do Hospital Escola Dr. Helvio Auto, uma das referências para tratamento da Covid-19 em Alagoas, destacou que ainda se espera o resultado real das aglomerações de fim de ano esta semana, mas mesmo não estando em colapso, o estado vem se preparando com leitos de retaguarda para o atendimento dos casos da doença.

“Até o momento não foi necessário montar hospital de campanha. Os hospitais que já estão montados tem conseguido suprir a demanda. Mas há possibilidade que se venha a montar novamente hospital de campanha se o número de casos aumentar mais do que já está acontecendo”, afirmou.

Localizado no Sertão alagoano, o município de Palestina é o que possui maior incidência, com 308 casos confirmados e 5.037 habitantes. De acordo com a estimativa populacional para 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cada mil moradores 61 já contraíram Covid-19. 

Veja os dez municípios com maior incidência no estado:

Avanço do vírus

Municípios de outros estados também registraram aumento expressivo no número de casos neste início de ano e voltaram a tomar medidas mais severas de restrição. O prefeito de Manaus, David Almeida, decretou novamente estado de emergência por 180 dias por conta do avanço da Covid-19 na cidade. 

A capital amazonense voltou a ter hospitais lotados por conta do vírus. Nos últimos dias, a cidade registrou recorde de novas internações que superaram números vistos em abril e maio, quando houve colapsos no sistema público de saúde e funerário.

Uma das últimas cidades do interior do Acre a registrar casos de Covid-19, o município de Manoel Urbano vive um momento preocupante com aumento significativo de casos da doença nos últimos dois meses. O aumento foi de 41%, entre os dias 1º de novembro de 2020 a 1º de janeiro de 2021.

Com o ritmo acelerado no aumento de casos graves em Mato Grosso do Sul, o estado precisou reativar 59 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) públicos para atender os casos graves da doença.  Também foi necessário incremento de mais um leito clínico pediátrico, passando de 113 para 114, e mais 3 de UTI pediátrica, passando de 9 para 12.

Copiar o texto
09/01/2021 00:00h

Ideia é passar a certificar destinos turísticos que estejam seguindo protocolos sanitários de enfrentamento à Covid-19 de acordo com normas da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Baixar áudio

O governo de Alagoas vai passar a certificar destinos turísticos que estejam seguindo protocolos sanitários de enfrentamento à Covid-19 de acordo com normas da Organização Mundial da Saúde (OMS). A ideia é expandir aos municípios e empreendimentos turísticos de todo o estado a certificação internacional Safe Travels, que Alagoas recebeu da World Travel and Tourism Council (WTTC). 

Como embaixador do selo Safe Travels, o governo alagoano passa a sublicenciar a autenticação de segurança sanitária concedendo-a a destinos, empresas e guias de turismo vinculados ao Cadastur, o Cadastro Nacional de Prestadores de Serviços Turísticos.  

Ministério da Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac junto ao Instituto Butantan

MTur faz parceria com a UnB para mapear necessidade de qualificação nas 30 rotas turísticas estratégicas do país     

Índice de atividades turísticas tem alta pelo sexto mês consecutivo

Com isso, Alagoas visa conscientizar os destinos e empreendimentos sobre a importância do turismo para o estado. A análise das solicitações de certificação serão feitas pela equipe técnica da Superintendência de Turismo da Sedetur, que após dez dias vai poder aprovar o modelo do selo. 

Copiar o texto
Saúde
28/12/2020 09:25h

Governo do estado justificou medidas mais rígidas devido à alta no número de casos da Covid-19

Baixar áudio

Já estão valendo as novas regras do decreto nº 72.438, que trata da classificação do estado de Alagoas conforme o Plano de Distanciamento Social Controlado, por causa da pandemia da Covid-19. Publicado na última quarta-feira (23), o texto autoriza a retomada gradual das atividades de ensino presenciais, tanto na rede pública, quanto na rede privada. 

O decreto também estabelece o ponto facultativo presencial para os servidores públicos, com a manutenção do teletrabalho, além de restringir o funcionamento de bares e restaurantes. Esses estabelecimentos vão poder funcionar das 6h à meia-noite do dia seguinte, mas a execução de música ao vivo está proibida. 

Governo prevê entrega de mais de 258 milhões de vacinas contra o coronavírus nos próximos meses

Parceria entre Butantan e FNP quer facilitar compra da vacina contra covid-19

As aulas presenciais começam a voltar no dia 20 de janeiro para os alunos da Educação Infantil, segundo o cronograma. Já para os ensinos Fundamental e Médio, o retorno está previsto para 1º de fevereiro. Apesar de todas as regiões de Alagoas permanecerem na fase azul no plano de reabertura, o governo local resolveu endurecer algumas medidas de combate à pandemia sob a justificativa de aumento recente no número de casos da Covid-19 no estado.

Copiar o texto
Economia
24/12/2020 00:00h

A comemoração marcada pela mesa farta sairá mais cara para o bolso dos consumidores este ano

Baixar áudio

A variação de preços dos produtos típicos da ceia de natal chega a ser de 1.400% na região metropolitana de Maceió. A comemoração marcada pela mesa farta sairá mais cara para o bolso dos consumidores este ano, segundo dados extraídos das notas fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), foram analisadas pela Agência Tatu.

Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a cesta composta por 214 itens mais consumidos nesta época do ano, agrupados em 30 categorias de bens e serviços, mostra que os preços medidos através do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentam avanço médio de 9,4% nos 12 meses encerrados em novembro. Mantido esse ritmo de reajuste, o Natal de 2020 apresentará a maior alta de preços desde 2015 (+11,0%).

A secretária escolar Andréa Melo, moradora de Tabuleiro do Martins, bairro na zona oeste da cidade de Maceió, levou um susto ao se deparar com os produtos típicos bem mais caros. "Fiquei surpresa ao ver o quanto os itens da ceia natalina estavam absurdamente mais caros. Em média eu imaginava gastar R$ 300. O preço do peru então, vi no supermercado de até R$200”, contou. 

Antes de fazer as compras a secretária pesquisou em outro supermercado e por fim acabou gastando R$ 500 na ceia para quatro familiares.

Aumento dos preços pesa do bolso dos brasileiros

Festas de fim de ano exigem cuidado redobrado na pandemia, orienta Fiocruz

O pão doce frutado, tradicionalmente consumido nessa época do ano, pode ser encontrado desde valores bem acessíveis a extremamente altos. Responsável pela maior diferença desta lista, o produto (na apresentação de 400g) tem preços que se iniciam em R$5,99. O produto mais caro à venda nos supermercados maceioenses custa R$89,90, preço 15 vezes maior que o produto mais em conta.

A ave, que vem substituindo o peru na ceia dos brasileiros, possui uma variação menor. O quilo do chester congelado é encontrado a partir de R$13 e pode chegar a R$27,99. Já versões mais elaboradas, como o produto desossado, pronto ou defumado pode chegar até R$64,90. Alimento símbolo do período natalino, o peru congelado está custando entre R$16,98 e R$26,99 por cada quilo.

Segundo o economista César Bergo, o fator que mais contribuiu para o aumento do preço dos produtos que compõem a cesta natalina foi o aumento do dólar e a desvalorização do real. “Isso encarece os produtos importados e de alguma forma encareceu o preço na gôndola do supermercado e das lojas. Outro aspecto é a demanda também, que foi aquecida pelo auxílio emergencial. Então as pessoas estão adquirindo e comprando um pouco mais, isso tem feito o comércio se recuperar”, avaliou. 

Além das dificuldades diretamente impostas pela pandemia, a desvalorização cambial de 32,3% nos últimos 12 meses encerrados em novembro tem impactado significativamente os preços de diversos produtos mais demandados nesta época do ano, especialmente alimentos. 

Nos 12 meses encerrados em outubro, por exemplo, os preços destes produtos medidos pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP) do IBGE subiram 36%, ante uma variação média dos preços ao consumidor final de 12%, de acordo com o IPCA, calculado pelo mesmo Instituto.

O jornalista Wagner Chevalier, 43 anos, morador de Maceió, ainda não foi ao supermercado e embora não tenha feito pesquisa e tenha deixado para a última hora, está receoso com relação aos preços. “A gente já vinha presenciando aumentos bem antes das festas natalinas e agora com o aumento da demanda a expectativa não é muito boa com relação aos preços”, disse. 

Aumento das vendas no varejo

Como a principal data comemorativa para o varejo brasileiro, o natal é a principal deve movimentar cerca de R$ 38,1 bilhões neste ano. A expectativa Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) de crescimento do volume de vendas nesta época do ano passou de 2,2% para 3,4.

O aumento previsto nas vendas deverá ser puxado pelo e-commerce, confirmando a importância dos negócios virtuais para o setor desde o início da pandemia. A CNC projeta crescimento real de 64% das vendas via varejo eletrônico voltadas para o Natal deste ano frente ao mesmo período do ano passado.

Copiar o texto
17/12/2020 11:30h

Secretário de Saúde local afirmou que ideia é começar a vacinação pelos grupos de risco a partir de fevereiro

Baixar áudio

O governo de Alagoas assinou um protocolo de intenções para compra da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O estado solicitou um milhão de doses do imunizante. 

A CoronaVac ainda está na terceira fase de testes e precisa ter a eficácia e segurança comprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) antes de ter o uso autorizado. 

Governo lança plano nacional de vacinação contra a Covid-19

Pesquisa aponta provável ligação entre Covid-19 e disfunção erétil

O governo alagoense deve seguir o plano de imunização do Ministério da Saúde, que foi anunciado na última quarta (16). Segundo o secretário de Saúde de Alagoas, Alexandre Ayres, a expectativa é começar a vacinar os grupos de risco da população alagoense a partir de fevereiro de 2021. As doses seriam suficientes para proteger 500 mil pessoas, uma vez que cada cidadão vai precisar tomar duas doses da vacina contra a Covid-19. 

Copiar o texto
16/12/2020 14:40h

O pedido tem base em orientações técnicas da Organização Mundial de Saúde e também no Decreto Estadual considerando o aumento do número de casos e mortes por Covid-19

Baixar áudio

O Ministério Público Estadual de Alagoas expediu documento onde sugere que os gestores suspendam todas as festividades públicas de final de ano, bem como nas posses em primeiro de janeiro. O pedido tem base em orientações técnicas da Organização Mundial de Saúde (OMS) e também no Decreto Estadual considerando o aumento do número de casos e mortes por Covid-19. 

A recomendação pública foi encaminhada à Associação dos Municípios Alagoanos (AMA). Foi levado em consideração também o Decreto Estadual nº. 71.749, de 20 de outubro de 2020, que manteve todas as regiões de saúde do Estado ainda na fase azul, do Plano de Distanciamento Social Controlado. 

Pesquisa elenca prioridades de gestores municipais durante a pandemia

Ocupação de leitos Covid-19 aumenta nos hospitais brasileiros

O ciclo chamado de "normal controlado" permite a retomada das atividades sem restrições, desde que seguidos os protocolos de segurança sanitária.

Copiar o texto
Brasil
15/12/2020 00:00h

Vida Nova nas Grotas tem como foco implementação de intervenções urbanas e infraestrutura

Baixar áudio

O programa Vida Nova nas Grotas, implementado em Maceió (AL), melhorou a vida de diversos moradores de comunidades do município. A iniciativa engloba um conjunto de projetos, planos e ações com foco na população que vive em vulnerabilidade social. O projeto tem como objetivo a implementação de intervenções urbanas, como escadarias e rampas, e de infraestrutura que possam diminuir as desigualdades de acesso a serviços. 

O projeto foi implementado em 2016 pelo governo de Alagoas e conta com a parceria da ONU-Habitat (Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos). Ao todo, 54 grotas de Maceió foram contempladas pelo programa. Grotas são depressões geográficas em encostas e bastante comuns na cidade. 

Karla França, analista técnica de planejamento urbano da Confederação Nacional de Municípios (CNM), explica que iniciativas como essa podem ser promovidas em outras cidades. Ela afirma que os gestores municipais precisam priorizar ações conjuntas, que envolvam todas as esferas de poder. 

“Os desafios em urbanizar e melhorar a qualidade de vida das pessoas que moram em áreas precárias - favelas, cortiços e loteamentos irregulares - requerem cooperação da União, estados e municípios para estruturação de programas com viabilidade financeira, que integrem setores de habitação, saneamento, mobilidade e conectividade.”

Reconhecimento

Neste ano, o programa recebeu o prêmio internacional World Smart City Awards. A premiação é considerada uma das mais importantes em relação à inovação em cidades e ocorreu na Espanha em novembro. 

Mosart Amaral, secretário de Transporte e Desenvolvimento Urbano de Alagoas, comemora o reconhecimento e afirma que, até o momento, foram investidos R$ 120 milhões na iniciativa. “É um programa que atinge em cheio o lado social. O resultado desse trabalho é extremamente positivo. A vitória desse prêmio internacional comprova que estamos trabalhando no caminho certo”, diz

João Honorato da Silva, diretor administrativo da Associação dos Moradores e Amigos do Feitosa, bairro de Maceió, diz que as pessoas com deficiência ou mobilidade agora contam com uma melhor qualidade de vida após intervenções de acessibilidade. “As pessoas com deficiência estavam praticamente sem sair de casa e hoje elas contam com rampas e corrimões.”

TCU determina que ANTT cobre atrasos em obras de concessões rodoviárias no país

Governo cria sistema para centralizar dados sobre projetos de investimento em infraestrutura

Grotas

Mapeamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 verificou a existência de um total de 100 grotas em Maceió. Além das obras de acessibilidade, pelo programa também foram construídas quadras esportivas e hortas comunitárias.

Copiar o texto