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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Esporte

14/06/2021 04:00h

Campanha busca compensar a queda das doações por causa da Covid-19 e do inverno

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Hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) adere à campanha Junho Vermelho para incentivar a doação de sangue. Com o tema “Movimente-se: Sangue Salva”, a unidade vai aproveitar o ano da realização da Olimpíada de Tóquio para promover também a vida saudável e a prática de exercícios físicos.
O diretor do Serviço de Coleta do Hemocentro da Unicamp, Vagner de Castro, comenta a relação entre o esporte e a doação de sangue.

“A doação de sangue remete à saúde do doador. Então usamos o tema do esporte para estimular as pessoas que têm saúde a comparecer para doação de sangue. Nós conseguimos um apoio fundamental do Vanderlei Cordeiro, medalhista olímpico na maratona, que é nosso garoto propaganda da campanha”.

Durante todo o mês de junho, o Hemocentro promove a 1ª Corrida e Caminhada Virtual em prol da doação de sangue.

“No mês de maio houve um tempo para as pessoas fazerem a inscrição. E agora, em junho, elas vão fazer a corrida ou a caminhada e publicar nas redes sociais, e, com isso, mostrar que a doação de sangue está relacionada à atividade física e à saúde. Além disso, elas vão convidar as pessoas a fazerem a doação, já que a grande maioria dos nossos corredores já são doadores”. Ao todo, mais de 400 pessoas já se inscreveram para os percursos de 3 e 5 quilômetros, respeitando as medidas sanitárias e sem promover aglomerações.

Além disso, diversos monumentos de Campinas e cidades vizinhas estão iluminados com a cor vermelha, em apoio à campanha.

Queda nas doações

Dados do Ministério da Saúde estimam que, em 2020, houve uma redução de 15% a 20% no total de doações de sangue em comparação com 2019, causada pelo medo da Covid-19.

“Esse ano, temos um impacto negativo na doação, que é a pandemia da Covid-19. As pessoas estão mais preocupadas em sobreviver do que com altruísmo. Então, todas as campanhas que a gente faz têm tido um baixo resultado no retorno da comunidade, mesmo sabendo que isso é uma coisa importante”, ressalta Vagner de Castro. Segundo ele, o Hemocentro é um ambiente controlado, onde são tomados todos os cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Antes da pandemia de Covid-19, o Brasil já enfrentava queda nas doações de sangue a partir de junho, mês de início do inverno no Hemisfério Sul.

“Por ser inverno, o Ministério da Saúde instituiu o Junho Vermelho como uma oportunidade de incentivar a doação sangue. Com isso, evita-se um impacto maior na queda das doações, particularmente, no Centro-Sul do Brasil, onde o inverno significa temperaturas mais baixas e as pessoas não têm disposição para sair de casa”, lembra.

SE: posto de coleta de sangue do RioMar amplia horários de atendimento

Tratamento com plasma sanguíneo pode salvar pacientes da Covid-19

Vidas salvas

O volume médio de sangue coletado em uma doação é de 500 ml, sendo 50 ml usados para exames laboratoriais. Esse volume pode salvar até quatro vidas.

“Uma doação de sangue pode salvar de três a quatro vidas de pessoas com problemas distintos. Os glóbulos vermelhos servem para o paciente que tem anemia; as plaquetas servem para quem tem problema de coagulação; o plasma fresco congelado que também serve para paciente que tem problema de coagulação. E do plasma, obtemos o crioprecipitado, que também são proteínas da coagulação”, explica Vagner de Castro.

Roberto Carvalho Monteiro, brasiliense de 27 anos, foi uma das vidas salvas por um doador de sangue, quando ainda tinha sete meses de idade e contraiu meningite bacteriana.

“Fui internado e passei uma semana em coma. Como meu quadro não estava melhorando, os médicos resolveram fazer uma transfusão de sangue em mim. Ocorreu tudo bem e depois da transfusão eu comecei a ter uma melhora visível. Hoje em dia eu não tenho quase nenhuma sequela de meningite, mas eu sobrevivi, e estou vivo até hoje, graças à transfusão de sangue”, conta.

Roberto foi salvo por um doador de sangue como a Lorena Magalhães Dutra, analista de marketing, também moradora de Brasília. Doadora assídua, ela conta a experiência de doar um pouco de si pelo próximo.

“Eu sou doadora desde que completei dezoito anos. Como meu sangue é O+, o Hemocentro de Brasília sempre me liga quando completa os três meses [da última doação]. É um procedimento muito tranquilo, não demora. Você chega, faz a triagem e logo em seguida faz a doação. Não dói; comparando com o benefício que está levando para pessoas que precisam de transfusão de sangue é uma picadinha”, relata.

Recomendações

Para doar sangue é necessário ter entre 16 e 69 anos, sendo que menores de idade precisam da autorização de um responsável legal, pesar no mínimo 50 quilos e estar em boas condições de saúde.

“Pessoas que tenham doenças crônicas, que usem medicamentos, que tenham qualquer problema de saúde e tenham interesse na doação de sangue, é importante que compareçam para fazer a triagem clínica, onde vamos avaliar todas as circunstâncias, visando a proteção para ela própria e para quem vai receber o sangue”, recomenda Vagner de Castro.

Pessoas que tiveram sintomas ou se contaminaram pela Covid-19 devem aguardar o prazo de 30 dias recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para fazer a doação de sangue.

“Embora não seja muito clara a possibilidade da transmissão Covid-19 pelo sangue, nós seguimos a recomendação da OMS de impedir a doação por, pelo menos, 30 dias depois que a pessoa está completamente restabelecida. Não só pelo risco de transmissão, mas para a pessoa estar bem, porque a Covid-19 é uma doença que debilita bastante”, recomenda o diretor do Serviço de Coleta da Unicamp.

O Ministério da Saúde orienta que a doação de sangue seja feita antes de o indivíduo tomar a vacina contra a Covid-19, porque o micro-organismo da imunização ainda circula por um certo tempo no sangue do doador, mesmo que de forma atenuada.

Covid-19: Ministério da Saúde recomenda a doadores de sangue que façam procedimento antes de se vacinarem

No caso de voluntários do sexo masculino, é possível fazer até quatro doações por ano, com intervalo mínimo de dois meses. Já para as mulheres, o ato pode ser repetido três vezes anualmente, com intervalo mínimo de três meses.

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11/06/2021 19:00h

Cercada de polêmica, realização do torneio de seleções sul-americanas no Brasil foi mantida após decisão do STF, nesta quinta-feira (10)

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Após idas e vindas, a Copa América deve, enfim, começar no próximo domingo (13). O jogo de abertura do torneio, que reúne 10 seleções sul-americanas de futebol, será disputado entre o Brasil e a Venezuela, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, às 16h. 
 
A disputa da competição já passou por inúmeras alterações desde o ano passado. Inicialmente, o torneio estava previsto para 2020, mas foi adiado pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) por conta da pandemia da Covid-19. Os países que iriam receber a competição este ano, Colômbia e Argentina, desistiram de sediar os jogos. O primeiro, devido ao caos político em que se encontra; o segundo, justamente por causa do agravamento do número de casos do novo coronavírus.
 
Procurado pela Conmebol, o Governo Federal aceitou sediar a Copa América, o que gerou críticas de parte dos especialistas e da população, mas também apoio. Em meio à essa divisão, o Ministério da Saúde, em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a entidade máxima do futebol sul-americano, promoveram coletiva na última segunda-feira (7) com o objetivo de garantir a segurança sanitária do País durante o campeonato.
 
Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não há impedimento legal ou sanitário para que a Copa América deixe de ocorrer no Brasil. “Não há um motivo para se vedar a Copa América aqui no Brasil. Motivo sanitário, que vá agregar risco maior aos jogadores ou que tenha uma demonstração cabal de que esse campeonato vai piorar a situação sanitária do Brasil. Não há evidência disso, em absoluto”, disse.

CPI: Queiroga incentiva distanciamento, diz ter autonomia e planeja vacinação de adultos até o fim do ano

Brasil vai sediar a Copa América 2021

Copa América: Conmebol confirma torneio no Brasil, mas ministro diz que ainda não houve acertos oficiais

Escolha das sedes

Quatro cidades vão receber os jogos da competição. Brasília, Cuiabá, Goiânia e Rio de Janeiro. Assim como a própria realização do evento, a escolha dos municípios que iriam sediar as partidas foi marcada por polêmicas. Conmebol, CBF e Governo Federal foram os responsáveis pela decisão de onde os jogos vão ocorrer, informação essa que um assessor da entidade sul-americana confirmou à reportagem do Brasil61.com, na última terça-feira (8). 
 
Ainda antes de o ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, confirmar o País como sede do torneio, no dia 1º de junho, governadores de diversos estados se manifestaram sobre a possibilidade de receber os jogos da Copa América. 
 
Representantes de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco, por exemplo, que são estados com clubes de tradição do futebol nacional, descartaram a ideia. Mesmo caso de Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba. Outros entes da federação que teriam estrutura para receber a competição, como Bahia e São Paulo, afirmaram que, para sediar o torneio, os participantes teriam que seguir as normas sanitárias locais, como estádios sem torcida.
 
A definição das sedes, no entanto, explicitou uma divisão entre algumas autoridades estaduais e das capitais que vão receber as partidas, como explica o Brasil 61 abaixo. 

Brasília

Consultado pelos organizadores da Copa América, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, autorizou a realização dos jogos na capital federal. O mandatário defendeu a decisão do Governo Federal e chegou a dizer que as críticas ao Brasil como país-sede eram fruto de “politização”.  
 
Em nota à reportagem, a Subsecretaria de Relações com a Imprensa, do Palácio do Buriti, disse que as competições esportivas profissionais estão autorizadas no DF, desde que sigam os protocolos sanitários indicados em decreto do poder Executivo local, que proíbe a presença de torcida nos estádios e obriga a adoção de medidas não farmacológicas de combate à Covid-19. 

Cuiabá

Antes mesmo da oficialização do Brasil como país-sede da Copa América, o governo de Mato Grosso colocou a Arena Pantanal, em Cuiabá, à disposição para ser um dos palcos do campeonato. Na visão das autoridades estaduais, o evento é uma oportunidade de projetar Mato Grosso para fora do País. O estádio foi construído para uso na Copa do Mundo de 2014. 
 
Receber jogos da Copa América não era o desejo da prefeitura de Cuiabá, de acordo com assessoria de imprensa do município, que garante que o chefe do executivo local não foi chamado para discutir sobre a realização do evento. Em resposta ao Brasil61, a prefeitura diz, ainda, que não acredita que a competição possa ser feita de forma segura na cidade “devido aos índices elevados de contaminação e variantes circulando por todo o mundo”.
 
Esta semana, inclusive, o prefeito Emanuel Pinheiro foi à Brasília pleitear a imunização de toda a população cuiabana como contrapartida pela realização da Copa América na cidade. Além disso, as secretarias de Saúde de Cuiabá e de Várzea Grande (cidade vizinha, onde se localiza o aeroporto) discutem a implantação de barreiras sanitárias nas entradas dos dois municípios. 
 
Vale lembrar que a Arena Pantanal é propriedade do estado de Mato Grosso e, neste caso, a autorização para jogos no local depende do governo estadual. 

Goiânia

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi consultado sobre a disponibilidade de Goiânia receber jogos do torneio sul-americano de seleções. Após impor uma série de condições aos organizadores, como a proibição de público nas partidas e treinos e a criação de um sistema de bolha que isolasse todos os envolvidos no evento, incluindo o staff da Conmebol, atletas e imprensa, ele liberou o Estádio Olímpico e o Serra Dourada para os jogos.
 
Antes da Copa América, esses estádios recebiam jogos do Campeonato Brasileiro e até de competições internacionais, como a Sul-Americana. A permissão para que Goiás recebesse o torneio, disse ele em uma rede social, não poderia ser politizada. 
 
“Porque estamos tendo Campeonato Brasileiro, Sul-Americana, Libertadores e Eliminatórias. Tivemos os estaduais. Qual a diferença se protocolos até mais rígidos de segurança serão tomados? É preciso pensar na saúde e ter coerência”. 
 
Procurada, a prefeitura de Goiânia, inicialmente, não respondeu sobre os motivos que levaram a cidade a se candidatar para receber os jogos. Depois, disse que a grande estrutura esportiva da cidade é o trunfo mais importante. Ainda segundo as autoridades locais, os protocolos apresentados pela Conmebol asseguram a realização do mesmo, obedecendo decretos municipais e estaduais. 

Rio de Janeiro

Segundo o governador Cláudio Castro, não houve nenhum tipo de autorização específica para a realização de jogos da Copa América no estado do Rio de Janeiro. Ele disse que o Rio já recebe jogos de outros torneios e que seria incoerente proibir o evento no estado. 
 
Já o prefeito da capital fluminense, Eduardo Paes, classificou a realização da competição na cidade como “meio inoportuna”, mas que não poderia barrar a competição enquanto há jogos de outros campeonatos ocorrendo no Rio de Janeiro. 
 
De acordo com o Ministério da Saúde, o Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade pela Covid-19 no País. Em nota, a prefeitura disse à reportagem que “não se colocou à disposição para a competição e sequer foi consultada pela Conmebol ou outros organizadores da Copa América”, sobre o evento. 
 
Os estádios Maracanã e Nilton Santos vão receber as partidas no estado. Ambos também sediaram partidas do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores, este ano, sem público, seguindo modelo que deve ser adotado na Copa América.
 
O fato de os organizadores da competição não terem consultado as prefeituras de algumas das capitais que vão receber os jogos, no entanto, não é errado, segundo o professor de pós-graduação em políticas públicas do Ibmec, Danilo Morais Santos. 
 
Ele explica que os entes federados têm autonomia para vetar, por razões sanitárias, a ocorrência de partidas em seus territórios, mesmo que por ordem do Governo Federal. No entanto, Danilo afirma que não há necessidade de consulta formal prévia e obrigatória junto aos entes da federação. 
 
“A escolha do presidente que recai sobre o território de estados e municípios onde ele reúne notórios alinhados de primeira hora, denota muito possivelmente uma consulta informal aos envolvidos, até para evitar que haja algum tipo de revés, que pudesse desorganizar os jogos. Eu, portanto, não vislumbro qualquer tentativa, qualquer forma de intrusão federativa, na medida em que não houve qualquer objeção explicitada por parte dos estados e municípios”, avalia. 
 
Tanto a Conmebol, quanto o Governo Federal, por meio da Secretaria Especial do Esporte, não informaram quais critérios balizaram a escolha das cidades que vão receber a Copa América. 

Análise do Brasil61.com sobre a taxa de letalidade da Covid-19 nas capitais indica que, das dez capitais com menores índices, apenas Florianópolis, Belo Horizonte e Brasília tem alguma tradição em receber jogos desse porte.

Arte: Brasil 61
 
Protocolo

Entre delegações das seleções e membros da Conmebol, a Copa América no Brasil deve contar com mais de mil pessoas ao redor das quatro subsedes, quando a bola rolar no próximo domingo. Em conjunto com o Ministério da Saúde e a CBF, a Conmebol elaborou um protocolo sanitário para minimizar os riscos de propagação do novo coronavírus por causa da competição.
 
Todos os jogos vão ocorrer sem a presença de público nos estádios, com testagem dos atletas e demais envolvidos por meio do RT-PCR a cada 48 horas. Segundo a Conmebol, oito das dez seleções que participarão do torneio estarão completamente imunizadas contra a Covid-19 até o próximo domingo. Além disso, o Dr. Osvaldo Pangrazio, presidente do Comitê Médico da Conmebol, afirmou que “99% do staff da entidade já recebeu as duas doses da vacina.”
 
Jorge Pagura, presidente da Comissão Médica da CBF, afirma que o protocolo sanitário foi bem elaborado. “Todas as medidas protetivas e medidas de distanciamento, de avaliação no hotel, a criação de um médico para cada sede, além disso um chamado ‘médico entre parentes do controle de Covid’, que cuidará não só dos testes, mas do cumprimento das normas sanitárias nas zonas determinadas para realização do evento”, disse. 
 
Pagura completa. “Nós estamos trabalhando com segurança máxima. PCR com 48 horas, voos fretados, ônibus individuais, restrição à saída dos hotéis, controle dos funcionários de hotéis que têm mais contato com os atletas, andares separados, quartos isolados. Enfim, se tomou muito cuidado em relação a tudo”, detalha. 
 
Ficou acordado, também, que caso sejam contaminados e precisem de atendimento hospitalar, os atletas não vão usar o Sistema Único de Saúde (SUS), mas hospitais da rede privada. Segundo Alessandra Siqueira, diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, após analisar mais de 250 artigos na literatura, a pasta chegou à conclusão de que “não há um risco maior na população de atletas [de contaminação] quando comparado a comparado à população comum.”
 
O ministro Marcelo Queiroga reforçou que não vê a competição como um risco adicional para a situação da Covid-19 no Brasil. “Os atletas também podem se contaminar com Covid fora do futebol. E eles vão estar dentro do ambiente muito restrito, não é uma bolha total, mas é quase como se fosse uma bolha”, destacou. 
 
O argumento do Governo Federal e de quem é favorável ao Brasil como anfitrião do torneio é que o País já recebe partidas de outros campeonatos nacionais, como o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil e, até, internacionais, como a Libertadores e a Copa Sul-Americana. 
 
Para Mauro Sanchez, epidemiologista da Sala de Situação da Universidade de Brasília (UnB), a realização da Copa América no Brasil talvez não tenha impacto importante nos indicadores da pandemia por aqui. No entanto, ele explica porque é contra. “Vai haver aglomeração na porta do hotel, na frente do estádio, deslocamento de delegações, aglomeração em bares e restaurantes… Então, qualquer caso evitável, hoje em dia, deve ser evitado. Não é porque é um caso em vários milhares que você vai dar menos importância a essa pessoa que vai se infectar”, diz.
 
Ele também diz que, com a quantidade de óbitos pela Covid-19 no País, que se aproxima dos 480 mil, as autoridades deveriam priorizar o combate à pandemia. “A prioridade não deve ser trazer um evento internacional neste momento. Nesse sentido, faltou tato, faltou sensibilidade aos gestores públicos que possibilitaram a realização da Copa América”, critica. 

STF

Na noite desta quinta-feira (10), o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou ações que pediam a suspensão da Copa América no Brasil. Assim, o torneio está mantido e deve começar no próximo domingo. 

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08/06/2021 04:00h

Objetivo é dinamizar o ecoturismo em Unidades de Conservação de todo o país

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Com o intuito de desburocratizar e simplificar os procedimentos para atividades esportivas e recreativas de escalada no Brasil, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), juntamente com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), publicou nova regulamentação para a prática da atividade em parques nacionais.

Semana do Meio Ambiente: Brasília terá seis drive-thrus para descarte de eletrônicos e pilhas

Sem aprovação de PDL, Brasil continua utilizando gases que contribuem para o aquecimento global

As novas regras têm como objetivo a ordenação e a otimização da prática de escalada e dos serviços prestados em apoio, como condução e acompanhamento dos praticantes, cursos de instrução e locação de equipamentos, levando em consideração características e necessidades de cada parque.

Desde 2019, a ação conjunta do ICMBio com Ministério do Meio Ambiente (MMA) já resultou em cerca de 30 editais publicados para variados serviços em diferentes parques, o que corresponde a um aumento de 10 vezes em comparação à média de editais dos últimos 10 anos.

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Esporte
02/06/2021 11:10h

Após desistência de Colômbia e Argentina, governo brasileiro dá sinal verde para realização do campeonato de seleções sul-americanas

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O Brasil vai sediar a Copa América de 2021. A informação foi confirmada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, nesta terça-feira (1º). O torneio sul-americano vai ocorrer em três estados do país: Mato Grosso, Rio de Janeiro, Goiás e no Distrito Federal.
 
Inicialmente, a Copa América iria ocorrer na Colômbia e na Argentina. No entanto, o primeiro país abriu mão de sediar a competição devido às manifestações populares que atravessa nas últimas semanas. Já o segundo, desistiu de organizar a competição de seleções por causa do aumento de casos e óbitos da Covid-19. 
 
Foi então que a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acionaram o governo federal para saber se o Brasil poderia abrigar o campeonato. A decisão pelo “sim” do Executivo ocorreu após reunião de ministros. 
 
A Copa América começa no dia 13 de junho com a participação de dez seleções sul-americanas. Além do Brasil, participarão as delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. As duas melhores chegam à final do torneio, prevista para 10 de julho. Os jogos vão ocorrer sem a participação de público e seguindo protocolos sanitários. 

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13/05/2021 17:40h

Atletismo é a modalidade com o maior número de beneficiados, seguido de natação

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A relação dos aprovados para o Bolsa Atleta foi publicada nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União. O programa do Governo Federal foi criado em 2005 e tem como objetivo patrocinar esportistas de todo o Brasil.

SP: governo anuncia R$ 36 milhões em investimentos de instalações esportivas

Projeto pretende criar programa de igualdade de gênero nos esportes

No edital de 2020/2021, o programa vai atender um total de 7.471 atletas, atingindo a maior marca de beneficiados da história. O investimento anual estimado para atender todos os esportistas é de R$ 97,6 milhões, segundo uma previsão orçamentária da Secretaria Especial do Esporte.

Dentro desse grupo de contemplados, os homens representam 57,3% dos beneficiados, enquanto as mulheres são 42,7%. 5.560 são praticantes de modalidades olímpicas (77,3%) e 1.637 de paralímpicas (22,7%).

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10/05/2021 18:50h

Iniciativa irá beneficiar 224 municípios paulistas; confira os equipamentos esportivos anunciados

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Nesta segunda-feira (10) o governador de São Paulo, João Doria, e o secretário de Esportes, Aildo Ferreira, anunciaram um investimento de R$ 36 milhões em instalações esportivas em todas as regiões do Estado.

Serão instaladas 120 novas academias ao ar livre, 100 pistas de skate, além da revitalização de 40 quadras poliesportivas. As obras beneficiam 224 municípios paulistas e todos os convênios assinados entre o governo de São Paulo e as prefeituras terão os trabalhos concluídos até dezembro de 2021.

Novos grupos com comorbidades e deficiências serão vacinados contra Covid-19 em São Paulo

SP: Secretaria convoca indígenas, crianças, mães e profissionais da saúde para vacinação contra a gripe

Durante o evento para anunciar a novidade, Doria também destacou que “São Paulo é o berço do esporte do país, por isso a importância das práticas esportivas no interior, com estruturas adequadas, técnicos, a participação da sociedade civil organizada e das prefeituras”.

Confira abaixo os municípios e equipamentos esportivos anunciados pelo governo de São Paulo:

Academias ao ar livre: 

Alfredo Marcondes, Assis, Barra do Chapéu, Barrinha, Batatais, Bebedouro, Biritiba Mirim, Boituva, Buri, Caiabu, Cajati, Cananéia, Carapicuíba, Catanduva, Cerqueira César, Cerquilho, Colina, Diadema, Duartina, Embu das Artes (2), Francisco Morato, Guaimbê, Guará, Igaratá, Iguape, Ipuã, Itapecerica da Serra, Itaporanga, Itaquaquecetuba, Itararé, Itariri, Juquitiba, Lins, Marília, Miracatu, Monte Castelo, Narandiba, Neves Paulista, Pacaembu, Pariquera-Açu, Pedregulho, Pedro de Toledo, Pindorama, Pirajuí, Piratininga, Potirendaba, Presidente Epitácio, Ribeirão Branco, Santa Isabel, Sertãozinho, São Vicente, Sorocaba, Suzano, Tapiraí, Tarabai, Vargem Grande Paulista e Vargem Grande do Sul.

Pistas de skate:

Anhumas, Assis, Atibaia, Boituva, Biritiba Mirim, Botucatu, Campo Limpo Paulista, Cananéia, Capão Bonito, Capela do Alto, Cravinhos, Franca, Francisco Morato, Garça, Guarujá (2), Guarani D´Oeste, Iepê, Iguape, Ipuã, Itariri, Itapevi, Itápolis, Itaquaquecetuba, Itapecerica da Serra, Itararé, Jaboticabal, Jardinópolis, Juquitiba, Monte Alto, Osasco, Palmeira D´ Oeste, Pilar do Sul, Pindorama, Pitangueiras, Santa Branca, Sertãozinho, Sorocaba (2), Suzano (2), Teodoro Sampaio e Várzea Paulista.

Revitalização de quadras poliesportivas: 

Águas de Lindóia, Bálsamo, Bebedouro, Buri, Campinas, Embu das Artes (2), Guarujá, Inúbia Paulista, Ipuã, Itaporanga, Jaboticabal, Oscar Bressane, Pirapozinho, Presidente Epitácio, Salto, Santa Branca, Santa Rita do Oeste, Sorocaba e Valentim Gentil.

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Esporte
05/02/2021 13:00h

Anúncio foi feito na capital gaúcha pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni

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Porto Alegre (RS) será a primeira cidade brasileira a ter uma unidade do projeto Brasil em Campo. O anúncio da implementação foi feito nesta semana pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

O programa, que possui investimentos federais, municipais e da iniciativa privada, tem o objetivo de implantar  um equipamento esportivo que abriga campos de futebol de grama sintética, pista de atletismo, quadras poliesportivas, espaços para eventos, vestiários, área de administração, loja e lanchonete.

Educação ambiental pode contribuir para acesso a serviços de saneamento

Lorenzoni afirmou que a fase das licitações já está em andamento por parte do governo federal e que, na primeira etapa, estão previstas a construção de 150 unidades do Brasil em Campo em todo o País. 

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Esporte
22/01/2021 17:30h

Iniciativa promete modernizar todas as etapas até a concessão de benefício. Inscrições abrem a partir de terça (26)

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O governo federal lançou o novo edital do Bolsa Atleta, nesta quinta-feira (21). Criado desde 2005, o programa traz novidades para este ano. A principal delas é que os candidatos não vão mais precisar enviar documentos pelos Correios. Isso porque o Ministério da Cidadania vai disponibilizar um sistema digital para as inscrições e o acompanhamento dos processos de análise e concessão do benefício. 
 
O prazo para inscrições começa a partir da próxima terça-feira (26) e vai até 15 de fevereiro, quando os atletas devem enviar documentos como declarações de clube e de patrocinadores pelo sistema. A lista dos contemplados com a bolsa vai sair no Diário Oficial da União e o atleta vai poder enviar os dados bancários e assinar o termo de adesão. 
 
Além da modernização do programa, o governo publicou este edital em janeiro para poder reorganizar o calendário de inscrições e de pagamentos. A previsão orçamentária para o Bolsa Atleta em 2021 é de R$ 145 milhões. 

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Esporte
30/12/2020 13:09h

Proposta é fixar metas para alcançar a igualdade real e efetiva em matéria de gênero no desporto

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A Câmara dos Deputados está analisando uma proposta que tem objetivo de criar o Programa de Igualdade de Gênero no Desporto e a Unidade Executora de Políticas de Gênero no Desporto. O Projeto de Lei 5267/20 visa garantir a equidade, participação, inclusão, acesso e representação das mulheres em todos os âmbitos e níveis da comunidade desportiva.

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Para o autor do projeto, deputado Flávio Nogueira (PDT-PI), essa é uma das demandas atuais no desporto e isso não significa apenas acesso igualitários às atividades como “ocupar lugares em instâncias de decisão na estrutura de governança e gerenciamento das associações desportivas”. A proposta pretende também instituir políticas para eliminar condutas discriminatórias de toda espécie praticadas nos âmbitos desportivos, assim como as que impliquem situações desiguais entre atletas.

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Esporte
10/10/2020 10:00h

Ideia do Governo Federal é incentivar a prática de esportes, democratizar o livre acesso a atividades físicas e inspirar a superação pessoal

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O Ministério da Cidadania apresentou o projeto Brasil em Campo, iniciativa que visa incentivar a prática de esportes no país. O projeto prevê a criação de infraestrutura esportiva e paradesportiva em todo o território nacional, como campos de futebol de grama sintética com medidas oficiais, pista de atletismo, quadras poliesportivas, espaços para eventos, vestiários, área de administração, loja e lanchonete. 

As estruturas vão ser inclusivas, isto é, totalmente acessíveis para a prática do futebol de 5, com marcações para quadra de bocha, sinalização tátil e vestiários adaptados. O Brasil em Campo conta a participação federal, municipal e da iniciativa privada. Os municípios que tiverem interesse em receber a infraestrutura poliesportiva devem fornecer os terrenos de 24 mil metros quadrados já terraplanados, cercados e iluminados. 

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A construção da estrutura será feita com verbas de emendas parlamentares e será responsabilidade do Ministério da Cidadania. Após a conclusão, o projeto vai ficar a cargo das gestões locais e empresas interessadas em explorar o espaço. De acordo com levantamento da Secretaria Especial do Esporte, seis em cada dez escolas públicas não possuem quadras para atividades físicas.

Por isso, o projeto prevê, também, o compartilhamento das estruturas com as escolas, de segunda a sábado. O governo do Distrito Federal já manifestou interesse em implementar duas unidades da estrutura do Brasil em Campo.

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Brasil 61