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Baixar áudioA partir deste domingo, 1º de fevereiro, moradores do Amazonas (AM), Amapá (AP), Maranhão (MA), Pará (PA) e Roraima (RR) contarão com tarifas de chamada local para ligações de telefonia fixa entre cidades com o mesmo código DDD. A mudança foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) por meio da Resolução nº 768/2024.
A alteração contempla os seguintes DDDs: 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99.
Com a mudança, as ligações nessas localidades que usam o mesmo DDD deixarão de ser consideradas chamadas de longa distância. Na prática, as áreas locais da telefonia fixa serão ampliadas, contemplando todos os municípios com o mesmo código nacional (CN). O número de áreas locais da telefonia fixa será reduzido de 4.118 para 67 áreas.
A medida tem potencial para reduzir os custos das chamadas de telefonia fixa, já que contará com tarifas de chamada local.
Os usuários do serviço de telefonia fixa terão a discagem simplificada. Para telefones fixos com o mesmo código DDD será necessário apenas ligar para o número do usuário de destino, sem precisar discar o código de operadora de longa distância e o DDD.
Segundo a Anatel, a modernização deve simplificar as regras do setor, além de estimular a harmonização e convergência de serviços de telecomunicações. A Agência também avalia que a mudança também deve estimular a competição e ampliar a transparência para o consumidor.
A Anatel alerta que a mudança das áreas locais não implica em alteração do número telefônico do usuário.
O objetivo é implementar a mudança em todo o país até junho de 2026. Para a transição, a Anatel definiu a implantação das novas Áreas Locais do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) em nove etapas sucessivas, estabelecidas em cronograma, com base nos Códigos DDD.
Confira o cronograma de implementação das Novas Áreas Locais do STFC:
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Baixar áudioAtenção, você que está esperando os atendimentos da CAIXA no seu município. A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, neste mês de fevereiro, a região receberá os serviços em duas embarcações, já que os moradores também terão acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.
A Agência-Barco Ilha do Marajó inicia o mês em Gurupá. A população do município terá acesso aos serviços na embarcação de 2 a 5 de fevereiro.
Entre os dias 9 e 10, os atendimentos serão realizados no município de Bagre. No dia 11, a embarcação chega a Curralinho, onde permanece até o dia 13.
Já do dia 18 ao dia 27 de fevereiro, o PrevBarco atenderá os moradores de Soure.
Entre os dias 23 e 24, será a vez da população de Limoeiro do Ajuru ser atendida com os serviços da Agência-Barco Ilha do Marajó.
A última parada do mês para a Agência-Barco da CAIXA será no município de São Sebastião da Boa Vista, com atendimentos dos dias 25 a 27 de fevereiro.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioOs 47 municípios da Macrorregional II de Saúde do Pará – entre eles Bragança, Castanhal, Ipixuna do Pará, Paragominas, Salinópolis e São Miguel do Guamá – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
É nesse contexto que histórias como a da jovem mãe Ana Júlia Lacerda mostram a importância de manter a caderneta em dia. Aos 22 anos, moradora do bairro Juparanã, em Paragominas, ela conta que a vacinação fez a diferença na vida do filho. “Para mim a importância da caderneta atualizada é a prevenção, principalmente prevenção, porque acredito que a vacina salva muita vida. E já salvou a vida do meu filho também, quando ele pegou covid com quatro meses de idade.”
A experiência vivida por Ana Júlia reforça o alerta das autoridades de saúde. A coordenadora estadual de Imunizações do Pará, Jaíra Ataíde, faz um chamado direto às famílias dos municípios da macrorregião. "Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver estão com a caderneta em dia, se o calendário vacinal está ok."
As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioOs 37 municípios da Macrorregional IV de Saúde do Pará – entre eles Marabá, Parauapebas, Redenção, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Tucuruí – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Em meio a esse cenário, o cuidado das famílias faz a diferença. Em Tucuruí, no bairro Caripe, a jovem mãe Rilary da Silva e Silva, de 23 anos, conta que protege o filho mantendo a caderneta de vacinação sempre atualizada.
“Manter meu filho vacinado é uma forma de protegê-lo contra as doenças. Para mim é muito importante cuidar da imunização dele. É um ato de amor, uma responsabilidade com a saúde dele.”
A atitude de Rilary reforça o chamado das autoridades de saúde. A coordenadora estadual de Imunizações do Pará, Jaíra Ataíde, faz um convite direto às famílias paraenses.
"Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver estão com a caderneta em dia, se o calendário vacinal está ok."
As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!
O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioOs 29 municípios da Macrorregional III de Saúde do Pará – entre eles Almeirim, Altamira, Itaituba, Oriximiná, Porto de Moz, Santarém e Vitória do Xingu – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Para enfrentar esse cenário, os municípios têm intensificado ações junto à comunidade. Em Porto de Moz, uma dessas ações aconteceu no bairro Cabanagem e permitiu que a moradora Maria Dalva Tavares, de 43 anos, levasse os cinco filhos para se vacinar. Para ela, a imunização é um gesto de amor e proteção.
“Vacinar é isso, é colocar amor em ação e proteger antes que o perigo apareça. É saber que mesmo quando não estiver por perto, algo dentro deles continua cuidando. Isso não tem preço para uma mãe.”
O exemplo de Maria Dalva reforça a importância da mobilização em todo o estado. A coordenadora estadual de Imunizações do Pará, Jaíra Ataíde, faz um chamado às famílias paraenses.
"Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver estão com a caderneta em dia, se o calendário vacinal está ok."
As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioOs 31 municípios da Macrorregional I de Saúde do Pará – entre eles Abaetetuba, Belém, Breves, Moju, Muaná, Portel e Tailândia – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que é contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
A Leila Martins, de 37 anos, de Belém, é mãe de duas meninas. Na rotina corrida, a dona de casa e moradora do bairro de Nazaré faz questão de manter a caderneta das filhas sempre em dia. E diz que esse hábito vem de família. “Fui vacinada direitinho [na infância]. Nunca deixei de vacinar minhas filhas, porque acredito sim na vacina. Temos várias pesquisas aí que mostram o quanto é importante o ato da vacinação, nas crianças, nos adolescentes.”
O cuidado de Leila com as filhas é um exemplo do que gestores de saúde recomendam. E quem reforça essa orientação é a Coordenadora Estadual de Imunizações, Jaíra Ataíde.
"Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver se esta vacina está realmente em dia se o calendário vacinal está ok."
O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia. Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioA adoção do sistema agroflorestal após prejuízos com a manufatura em Tomé-Açu (PA), com a reintrodução do cacau na região, tem transformado a economia dos produtores. O apoio do Banco da Amazônia por meio do Pronaf permitiu ao produtor Alberto Oppata, presidente da Cooperativa Agrícola Mista De Tomé-Açu (Camta), mudar a realidade da propriedade, garantir renda e melhorar a qualidade de vida da família.
Para Oppata, o suporte financeiro do Banco da Amazônia é fundamental para a manutenção e desenvolvimento da propriedade.
“A parceria Banco da Amazônia e aqui, a minha pessoa, o Opatta, foi de vida, porque proporcionou a qualidade de vida que eu tenho hoje. Esse financiamento, o Pronaf, foi fundamental. Hoje eu posso dizer que melhorei bastante desde o primeiro financiamento que eu consegui do Banco da Amazônia. Meu sentimento é de que eu estou contribuindo com o meio ambiente”, destaca o produtor.
Alberto produz e exporta produtos como cacau, cupuaçu, pitaia e açaí.
Com o crédito rural, Oppata melhorou o maquinário e o transporte. Além disso, fortaleceu a implementação do sistema de agrofloresta – um modo sustentável de produzir sem prejudicar a natureza.
A produção agroflorestal na propriedade de Oppata abarca o cultivo de variedades como cacau, cupuaçu, açaí e pitaia. Como são cultivos distintos, o produtor afirma que a adoção do sistema garante que tenha receita todos os meses – já que os itens são colhidos em épocas diferentes.
Segundo Oppata, a adoção do sistema de agrofloresta garante uma contribuição direta ao meio ambiente, com foco em preservação.
Os cultivos agroflorestais começaram a ser adotados em Tomé-Açu na década de 70 por imigrantes japoneses com vistas a superar prejuízos da monocultura de Pimenta-do-Reino – ocorridos no final dos anos 60.
“O que motivou a começar o agrofloresta foram os erros, porque a monocultura deu um prejuízo grande e trouxe aprendizados às duras penas. Com a introdução novamente do cacau, começou a se chamar esse sistema consorciado, que depois mudou para sistemas agroflorestais”, conta Oppata.
O produtor reforça a importância da agrofloresta para a preservação da Amazônia.
“Esse legado importante que estamos deixando aqui é o sistema agroflorestal, que tem em escala aqui em Tomé-Açu. Não é que esse sistema agroflorestal tenha sido inventado pelos japoneses, mas que ele observou a natureza e viu que isso é bom e deu um melhoramento”, diz.
O município de Tomé-Açu (PA) abriga a segunda maior colônia japonesa do Brasil. No local, os descendentes mantêm a cultura japonesa viva, com o idioma e a realização de eventos.
A Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA) começou a operar em 1929 e foi fundada por imigrantes japoneses. A ideia era colonizar a região de Tomé-Açu cultivando o cacaueiro, hortaliças e arroz. A agroindústria exporta cacau, pimenta-do-reino, óleos amazônicos e polpas de frutas nativas, como cupuaçu e açaí, entre outros produtos.
Dados do Relatório da Administração do Banco da Amazônia 9M2025, que reúne os resultados dos nove primeiros meses de 2025, apontam que até setembro de 2025 as operações no PRONAF somaram R$1,7 bilhão em contratações.
Com isso, 24,1 mil clientes foram beneficiados – o que representa uma alta de 113,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Do total contratado, R$1,6 bilhão corresponde a operações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), voltado ao desenvolvimento sustentável da Região Amazônica.
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Baixar áudioMoradores de quatro municípios do Pará recebem o atendimento da Agência-Barco da Caixa Econômica Federal em janeiro. A unidade móvel fluvial percorre a região para garantir acesso a serviços bancários essenciais em localidades com dificuldades de deslocamento.
O cronograma de atendimentos começa no dia 19 de janeiro, em Limoeiro do Ajuru, e termina no dia 30 de janeiro, em Oeiras do Pará. O objetivo é facilitar o acesso a benefícios sociais e serviços administrativos para as populações ribeirinhas.
A Agência-Barco oferece serviços focados em utilidade pública e assistência social. Entre as principais atividades disponíveis estão:
Desbloqueio de cartões e cadastro de senhas;
Orientações sobre o Bolsa Família e FGTS;
Solicitação de Seguro-Desemprego;
Consultas e serviços relacionados ao INSS.
A unidade móvel não realiza movimentação de dinheiro em espécie (saques e depósitos manuais no guichê).
Confira as datas e locais de parada da embarcação:
Limoeiro do Ajuru: 19 e 20 de janeiro;
Ponta de Pedras: 21 a 23 de janeiro;
São Sebastião da Boa Vista: 26 e 27 de janeiro;
Oeiras do Pará: 28 a 30 de janeiro.
O horário de funcionamento é das 9h às 15h. Para o atendimento, o cidadão deve apresentar documento de identificação oficial com foto. Informações adicionais podem ser consultadas no portal oficial caixa.gov.br.
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Baixar áudioProduzir sem desmatar, sem queimar e com retorno financeiro garantido. Essa é a base do cultivo sustentável da palma, desenvolvido por agricultores familiares na Amazônia, no Pará. A iniciativa é financiada pelo Banco da Amazônia, via PRONAF, e viabilizada pela Belém Bioenergia – uma empresa especializada na produção de óleo de palma. A atividade já alcançou oito municípios e beneficiou cerca de 58 comunidades na região, entre Tailândia e Tomé-Açu (PA).
O modelo de negócio une proteção do solo, respeito às áreas de preservação e estabilidade econômica, como explica o coordenador da Belém Bioenergia, Marcos Ramos.
“A sustentabilidade da cadeia produtiva da palma como de obra familiar é no que diz respeito à proteção do solo. A sustentabilidade é essa cultura: proporcionar rentabilidade para o produtor por pelo menos 25 anos, sem precisar desmatar, colocar roça, queimar. A Belém Bioenergia, nesse cenário, entra de forma estratégica com um futuro muito promissor para essas famílias”, afirma Marcos.
Ele reforça que a cadeia produtiva segue uma linha sustentável, aliada aos valores do Banco da Amazônia. Segundo Marcos, a instituição é fundamental para a realização da atividade na região, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF).
“O Banco da Amazônia é o principal ator nesse cenário, junto com a Belém Bioenergia. O Banco da Amazônia abre a possibilidade, através do PRONAF e dessa linha de financiamento, para o desenvolvimento dessas famílias, para o uso do solo em parceria com a floresta em pé, utilizando as áreas degradadas”, destaca Marcos.
Em relação às plantações de palma hoje, conforme a Belém Bioenergia, são 41 mil hectares plantados e cerca de 1.900 trabalhadores agrícolas.
Marcos Ramos destaca que o Banco da Amazônia garante o desenvolvimento das famílias rurais com juros subsidiados e possibilitando que o produtor desenvolva a cultura sem ter que desembolsar recursos. Com o suporte do Banco da Amazônia, ele comprou máquina, caminhão e insumos.
Segundo o representante da Belém Bioenergia, a expectativa é de que o projeto cresça e alcance cada vez mais famílias da região.
“A grandeza desse projeto é abranger e fomentar todas essas comunidades que nós temos atuação. E no nosso dia-a-dia, na nossa vivência, na assistência técnica, nós enxergamos essa mudança, nós enxergamos essa significância desse financiamento do Banco da Amazônia nessas famílias”, aponta Marcos Rosa.
O óleo de palma produzido pelos agricultores familiares no Pará é exportado para a Ásia e Europa.
A agricultura familiar é apoiada pelo Banco da Amazônia por meio do PRONAF. O programa visa ampliar, diversificar e fortalecer a comercialização dos produtos dos trabalhadores rurais.
No período de julho a setembro deste ano, o banco avançou na execução do Plano Safra 2025/2026, com o segmento Varejo/PRONAF resultando em R$496,1 milhões contratados, repartidos em 13.917 operações.
Os números foram revelados pelo Relatório da Administração 9M2025, que reúne os resultados dos nove primeiros meses de 2025.
A publicação aponta que o montante ampliou o acesso ao crédito para a agricultura familiar e contribuiu para a geração de renda e a manutenção de atividades produtivas em comunidades rurais.
O presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, informa que os investimentos aos agricultores devem aumentar ao longo dos próximos anos. Para ele, os produtores rurais de pequeno porte são considerados prioridade para a instituição:
“Ou seja, a gente vem num crescimento forte de alocação de recursos e isso vai continuar. Isso é um mantra aqui pra gente, que os pequenos portes são prioridades do banco”, menciona Lessa.
Pelo Relatório, até setembro de 2025, as operações do PRONAF totalizaram R$1,7 bilhão em contratações, com 24,1 mil clientes beneficiados
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Baixar áudioFamílias de 77 municípios do Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí e do Rio Grande do Norte têm até o dia 13 de dezembro para solicitar a instalação gratuita de nova parabólica digital pelo Programa Brasil Antenado. Nesta primeira fase do programa, a Fase A, mais de 220 mil famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) podem receber o kit.
Voltada a cidades com acesso limitado ao sinal de TV ou que enfrentam instabilidade na recepção, a iniciativa é coordenada pelo Ministério das Comunicações (MCom) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com execução da Entidade Administradora da Faixa (EAF).
O prazo inicial para o agendamento, previsto para outubro, foi prorrogado até dezembro. A medida, segundo a EAF, tem o objetivo de ampliar o atendimento e garantir que mais famílias de baixa renda possam solicitar o benefício.
Com a nova antena parabólica digital, os beneficiários passam a contar com uma programação de TV aberta com imagem e som em alta definição, maior estabilidade de sinal e acesso a mais de 100 canais gratuitos.
O CEO da EAF, Leandro Guerra, ressalta que a instalação da nova parabólica digital traz benefícios diretos para as famílias de baixa renda. “Mais acesso à informação, educação, cultura e entretenimento, fortalecendo a cidadania e reduzindo desigualdades”, afirma.
Segundo Guerra, para muitas famílias, o equipamento representa também uma forma de inclusão. “A TV continua sendo o principal meio de informação em diversas regiões do país”, completa.
Nilcir Domingos, morador de São Miguel do Gostoso (RN) — município com cerca de 10 mil habitantes, segundo o IBGE — é um dos contemplados pelo programa Brasil Antenado. Para ele, a chegada do equipamento representa um ganho importante no dia a dia da família.
“Uma oportunidade dessas a gente não pode perder, né? Se deixar, a gente fica 24 horas conectado na televisão. Ah, isso aí é bom demais. Maravilha”, comemora.
Para receber o equipamento, o beneficiário deve estar inscrito no CadÚnico, possuir um aparelho de televisão e residir em um dos municípios contemplados pelo programa.
A instalação pode ser agendada pelo site ou pelo telefone 0800 729 2404, que também recebe mensagens via WhatsApp. Todo o processo é gratuito e inclui o fornecimento e a configuração da nova antena digital.
Não é necessário ter uma parabólica antiga para solicitar o agendamento, o programa instala antenas novas nas residências.
Acesse a lista completa de cidades beneficiadas em brasilantenado.org.br.
Com a prorrogação do prazo da Fase A até dezembro, a Caravana Brasil Antenado continua percorrendo os estados participantes. A iniciativa oferece atendimento presencial sobre o programa. O veículo permanece um dia em cada município, promovendo demonstrações práticas do funcionamento da parabólica digital e orientando as famílias sobre como agendar a instalação do equipamento.
Até o momento, a caravana já percorreu os estados do Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará e Pernambuco e seguirá visitando as cidades da Fase A até dezembro. A caravana conta com o apoio das prefeituras, dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e de lideranças locais para alcançar as famílias aptas.
O programa Brasil Antenado será implementado em 323 municípios de 16 estados brasileiros. A execução ocorre em três etapas, sendo duas já em andamento:
Fase A (14/07/2025 - 13/12/25): 77 municípios, em 6 estados (MA, PI, PA, CE, RN e PE) mais de 220 mil famílias aptas.
Fase B (13/10/2025 - 13/03/2026): 138 municípios, em 5 estados (TO, PA, RR, PI, MA) - mais de 229 mil famílias aptas.
Fase C (12/01/2026 - 13/06/2026): 108 cidades, em 8 estados (ES, MG, GO, BA, MT, MS, RO, RS), sendo mais de 222 mil famílias aptas.
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