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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Pará

21/06/2021 17:30h

Cidades foram atingidas por chuvas intensas e registraram inundações

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A Defesa Civil Nacional reconheceu a situação de emergência em três municípios da Região Norte do País por conta de desastres naturais. As cidades de Maraã, no Amazonas, e Juruti, no Pará, registraram inundações. Já Bonfim, em Roraima, foi atingida por chuvas intensas. 

Com a situação de emergência reconhecida pelo Governo Federal, as cidades ficam aptas a solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR. O dinheiro pode usado de três maneiras, como explica o coronel Alexandre Lucas, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil

“Os recursos da defesa civil nacional podem ser empregados de três formas: socorro da população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de infraestruturas danificadas pelo desastre”

Todo o procedimento de solicitação de recurso deve ser feito pelo S2iD, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br

Desde o início da temporada de chuvas e cheias nos rios, os estados da Região Norte já receberam mais de sessenta milhões de reais em recursos federais para ações de defesa civil.

Para saber mais sobre as ações do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br

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21/06/2021 15:15h

O cadastro é único e é registrado somente a intenção em ser doador

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Desde 2003, a Fundação Hemopa, além de receber doações de sangue, também realiza o cadastro de possíveis doadores de medula óssea no Pará. O banco de dados do Estado conta com 136 mil voluntários e é integrado a bases de informações nacional.

Doação de sangue cai 10% no país durante a pandemia e MS lança campanha

Junho Vermelho: Hemocentro da Unicamp incentiva doações de sangue e prática de exercícios físicos

Para se cadastrar é bem simples, qualquer pessoa entre 18 e 55 anos, pode se apresentar em uma das unidades do Hemopa, com um documento oficial de identidade com foto, para preencher um cadastro com os seus dados pessoais. É Importante ressaltar que o candidato não pode ter histórico de câncer ou de HIV. Uma seringa com 5 ml de sangue é coletada para que seja feita a tipagem HLA, que é um exame que possibilita o mapeamento das características genéticas deste candidato.

No momento do cadastro, é registrada somente a intenção em ser doador. Você só será doador, se houver uma compatibilidade do seu HLA com o HLA do paciente. No Brasil, são 4,5 milhões de voluntários, e a probabilidade de um doador ser compatível com os seus familiares é de 30%, mas, em relação à compatibilidade com qualquer outra pessoa, é de 1 em 100 mil a chance de encontrar um doador compatível.

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19/06/2021 15:15h

O trecho asfaltado liga os municípios de Novo Repartimento a Itupiranga. Na ocasião, Bolsonaro também entregou títulos rurais

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O presidente Jair Bolsonaro participou, nesta sexta-feira (18), da entrega de títulos rurais e da inauguração de um trecho asfaltado da rodovia BR-230, a Transamazônica. Em Marabá, região central do estado do Pará, foi feita a entrega simbólica de 50.162 títulos definitivos e provisórios de propriedade de terra. 

A maior parte dos títulos (47.234) tem como beneficiários famílias assentadas da reforma agrária. Outros 2.924 títulos foram entregues a ocupantes de glebas públicas federais. A entrega foi simbólica e corresponde ao total de títulos emitidos nos últimos dois anos.

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Setor de infraestrutura foi um dos que mais rendeu investimentos no último ano

Após o evento em Marabá, Bolsonaro se deslocou para Novo Repartimento, a pouco mais de 180 km ao norte. O município é cortado pela Rodovia Transamazônica (BR-230) entre os rios Tocantins e Xingu. O trecho asfaltado tem 102 quilômetros de extensão e liga Novo Repartimento a Itupiranga.

A cerimônia também marcou a assinatura da ordem de serviço para construção da ponte sobre o Rio Xingu. Atualmente, a transposição do rio pela Transamazônica é feita por meio de balsa. De acordo com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, a previsão é que a obra comece no ano que vem.

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Desenvolvimento Regional
18/06/2021 03:00h

São mais de nove milhões e meio de reais disponibilizados ao estado do Pará desde o início da temporada de chuvas e cheias nos rios da região Norte

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A Defesa Civil Nacional vai repassar quase um milhão e meio de reais aos municípios de Almeirim e Belterra, no Pará. As cidades poderão usar o dinheiro na compra de cestas básicas, combustível, colchões e outros itens de primeira necessidade para a população atingida por chuvas intensas ou inundações.

Com o repasse desta quinta-feira, 17 de junho, já são mais de nove milhões e meio de reais disponibilizados ao estado do Pará desde o início da temporada de chuvas e cheias nos rios da região Norte. 

Estados e municípios de todo o País podem solicitar recursos para resposta aos desastres naturais e reconstrução de infraestrutura pública danificada.

O coronel Alexandre Lucas, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, explica como pode ser utilizada a verba emergencial.

“Os recursos da defesa civil nacional podem ser empregados de três formas: socorro da população afetada, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de infraestruturas danificadas pelo desastre. Neste primeiro momento, estamos atendendo assistência humanitária nos estados afetados, com liberação de recursos para cestas básicas, colchões, kits de dormitório e colchões, além do apoio logístico para distribuição.”

Todo o procedimento de solicitação dos recursos é feito pelo S2iD, o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br. 

Além das cidades no Pará, a Defesa Civil Nacional também liberou recursos para municípios do Amazonas, Minas Gerais, Mato Grosso e Maranhão atingidos por desastres naturais.

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

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16/06/2021 16:00h

Percentuais levam em consideração critérios como Áreas de Preservação Permanentes e Cadastro Ambiental Rural

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A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Pará publicou no Diário Oficial do Estado, neste mês de junho, os índices provisórios para o repasse do ICMS Verde a todos os municípios paraenses no ano de 2022. Para se chegar aos índices percentuais, variáveis ambientais são estabelecidos e levam em consideração critérios ecológicos como Áreas de Preservação Permanentes e quantitativo de Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Os municípios terão o prazo de 30 dias corridos, contados da publicação da portaria, para protestar os índices ou metodologias utilizadas na apuração. A decisão sobre os pedidos efetuados e os índices definitivos do ICMS Verde de cada município serão publicados no prazo de 60 dias.

Comunicado orienta municípios sobre saldos remanescentes da Lei Aldir Blanc

Defesa Civil Nacional reconhece situação de emergência em quatro cidades da Região Norte

A Secretaria da Fazenda (Sefa) do Pará faz o repasse aos municípios dos valores correspondentes ao ICMS Verde desde 2014, quando foram repassados mais de R$ 36 milhões. Os recursos podem ser usados em todas as agendas ambientais que as secretarias municipais de Meio Ambiente se propõem a realizar, como programas, projetos e outras ações.

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14/06/2021 16:00h

Dinheiro será usado para a compra de kits de alimentação, higiene e limpeza, além de colchões

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A Defesa Civil Nacional vai repassar um milhão e duzentos mil reais a três cidades brasileiras atingidas por desastres naturais.

No Pará, o recurso irá para os municípios de Nova Ipixuna, que registrou chuvas intensas, e Terra Santa, vítima de inundações. O dinheiro será usado para a compra de kits de alimentação, higiene e limpeza, além de colchões.

Já no Rio de Janeiro, a cidade de Porciúncula terá acesso a quase 31 mil reais para reconstrução de uma ponte danificada por chuvas intensas.

Estados e municípios de todo o País podem solicitar recursos do Ministério do Desenvolvimento regional, o MDR, para ações de resposta a desastres naturais e de recuperação de infraestrutura pública danificada. O coronel Alexandre Lucas, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, explica como deve ser feito o pedido.

“Os municípios de todo o Brasil podem acessar recursos para resposta aos desastres. É importante que o prefeito ou o governador decrete situação de emergência, encaminhe a documentação via S2ID para que possamos apoiar com nossos recursos.”

O S2iD é o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. A ferramenta pode ser acessada em s2id.mi.gov.br

Com o repasse para as cidades paraenses, a região Norte do país já recebeu quase quarenta e cinco milhões de reais da Defesa Civil Nacional em 2021. Desse total, foram mais de 21 milhões de reais para o Amazonas, quinze milhões para o Acre e mais de oito milhões para o Pará. 

Para saber mais sobre as ações de defesa civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

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14/06/2021 03:45h

Com minério em alta, a arrecadação foi de R$ 43,45 milhões. Novos investimentos podem consolidar estado como terceiro maior polo de mineração do Brasil

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O estado da Bahia teve aumento de 75% na arrecadação de royalties da mineração nos quatro primeiros meses de 2021, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, acumulando R$ 43,45 milhões. A alta se deve ao crescimento da exploração de ouro, cobre e níquel, que juntos representam quase 70% de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Os dados são da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG) e da Agência Nacional de Mineração (ANM).

O aumento da produção mineral e boa resposta da balança comercial também contribuíram para os bons resultados. De janeiro a abril deste ano, cobre e ouro, juntos, representaram 12% de tudo o que foi exportado pela Bahia, totalizando um saldo de US$ 339 milhões. 

A CFEM, popularmente conhecida como royalties da mineração, é uma compensação financeira paga pelas empresas mineradoras à União, às unidades da federação e aos municípios pela utilização econômica dos recursos minerais.

Entre os municípios mineradores da Bahia, vários registraram crescimento de arrecadação de CFEM superior a 100% quando comparados ao mesmo período de 2020, como é o caso de Itagiba, Jaguarari e Juazeiro. No ranking das dez maiores cidades arrecadadoras, observa-se que o município de Caetité, em oitavo lugar, passou de R$ 40 mil, no primeiro quadrimestre de 2020, para R$ 1,9 milhão de janeiro a abril deste ano, o que representa um aumento de quase 5.000% (4.731,2%). 

 

RANKING DAS 10 MAIORES CIDADES MINERADORAS DA BAHIA

Município

1º quadrimestre - 2021

1º quadrimestre - 2020

Variação %

JACOBINA

 R$                  8.209.655,35 

 R$ 5.993.424,62 

37,0%

ITAGIBÁ

 R$                  6.550.815,82 

 R$ 2.676.263,11 

144,8%

JAGUARARI

 R$                  5.978.194,55 

 R$ 2.169.300,82 

175,6%

JUAZEIRO

 R$                  5.674.196,22 

 R$ 2.698.469,27 

110,3%

BARROCAS

 R$                  3.419.442,19 

 R$ 2.340.660,39 

46,1%

ANDORINHA

 R$                  2.008.728,21 

 R$ 1.357.999,08 

47,9%

CAETITÉ

 R$                  1.937.688,77 

 R$ 40.108,03 

4731,2%

BRUMADO

 R$                  1.511.647,09 

 R$ 1.413.536,24 

6,9%

MARACÁS

 R$                  1.070.341,92 

 R$ 897.377,94 

19,3%

NORDESTINA

 R$                     836.509,09 

 R$ 528.897,95 

58,2%


De acordo com o consultor de Relações Institucionais da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG), Waldir Salvador, a Bahia vem aumentando a produção mineral nos últimos anos, o que explica a alta na arrecadação da CFEM. “Aliados a isso temos o preço de algumas commodities minerais como o ferro, principalmente, que aumentou o valor nominal da commodity e há ainda a variação cambial que foi significativa nesse período. Então, em alguns municípios, e no estado da Bahia como um todo, houve um acréscimo significativo de mais de 100% na arrecadação da CFEM”, explica.

Os desafios de Goiás para se manter como terceiro produtor

Orçamento de municípios com exploração mineral sobe mesmo na pandemia

Ainda segundo Waldir o setor contribui para o desenvolvimento do país. “A mineração brasileira tem uma contribuição significativa no aspecto tecnológico, na indústria de transformação, na indústria de extração, na geração de empregos e no pagamento de royalties”.

A Bahia é o quarto maior estado minerador do país, ficando atrás do Pará, Minas Gerais e Goiás. Porém, o estado caminha para ocupar a terceira posição de maior polo minerário do Brasil. Além de R$70 bilhões em investimentos que o setor produtivo deve aportar em 28 cidades até 2025, a construção do Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) pode contribuir para o crescimento. 

Construção da FIOL

Em abril deste ano, uma mineradora arrematou em leilão a construção do Trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). Os 573 km vão ligar o Porto Sul, que está sendo construído em Ilhéus, ao oeste Bahia, passando por Uruçuca, Aurelino Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê e Caetité. 

O prefeito de Brumado, Eduardo Vasconcelos, pontua que a ferrovia será de grande importância para o setor.  “Assim que a FIOL estiver funcionando, o material será transportado de forma adequada e econômica, porque material de alta densidade não pode ser levado em caminhão, tem que ser por ferrovia”.

Para Waldir Salvador, da Amig, a construção da estrada de ferro vai possibilitar e até desengavetar diversos projetos de mineração. “A questão logística tem um peso muito importante na composição do custo de venda desses minerais. Então a FIOL pode fomentar e viabilizar a região da Bahia, onde será criado um corredor de escoamento de possíveis explorações de commodities minerais”, destaca.

Ao todo, 40 substâncias minerais são exploradas nos territórios baianos. As alíquotas aplicadas sobre o faturamento líquido para obtenção do valor da CFEM sofrem variação conforme a substância mineral. Enquanto no minério de ferro incidem 3,5%, a legislação estabelece 1,5% para ouro, 3% para bauxita, manganês, nióbio e sal-gema, e alíquota de 2% para diamante e demais substâncias minerais.

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Desenvolvimento Regional
10/06/2021 03:00h

O objetivo é integrar cerca de 500 apicultores, permitindo que eles tenham ganho de escala na compra de insumos e venda de produtos

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O Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, está apoiando criadores de abelhas do estado a Pará na implantação de uma Rota do Mel. O objetivo é integrar cerca de 500 apicultores, permitindo que eles tenham ganho de escala na compra de insumos e venda de produtos. Com isso, a expectativa é fortalecer a cadeia produtiva do estado. 

Na primeira etapa, as ações serão realizadas no sudeste no Pará, nos municípios de Canaã dos Carajás, Eldorado dos Carajás, Parauapebas e Curionópolis.

O Pará concentra pouco mais de 1 por cento da produção brasileira de mel, mas seu potencial é considerado alto pela Confederação Brasileira de Apicultura (CBA), que recomendou o estado ao MDR para a instalação da Rota do Mel. Em 2019, a produção do estado foi de 670 toneladas, o que corresponde a 65% de toda a região Norte.

Samuel Menezes, coordenador da Rota do Mel pelo MDR, destaca que a união dos apicultores paraenses vai ajudar a fomentar a produção de mel na região.

"Verificamos que tinha a viabilidade de fazer a integração de vários produtores na Rota do Mel em busca de uma sinergia, uma sintonia, que iria possibilitar um crescimento e uma melhor organização da cadeia produtiva local. É nisso que a gente vem trabalhando".

Além da Rota do Mel, o MDR também apoia as rotas do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Peixe e da Tecnologia da Informação e Comunicação. 

Para saber mais, acesse mdr.gov.br.

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09/06/2021 04:00h

Helder Barbalho também pediu que a população continue com os cuidados básicos

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O governador do Pará, Helder Barbalho, divulgou nesta terça-feira (8), por meio das redes sociais, que até o final de setembro de 2021, toda população adulta paraense, a partir dos 18 anos de idade, deverá ser vacinada com a primeira dose contra a Covid-19.

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De acordo com o calendário estimado pelo governador, neste mês serão vacinadas as pessoas com idade entre 50 e 59 anos. Em julho será a vez dos paraenses que tem entre 40 e 49 anos. Em agosto, para pessoas entre 30 e 39 anos. E, por fim, em setembro começará a vacinação do grupo entre 18 e 29 anos.

Ainda na mensagem, Helder Barbalho ressaltou a importância dos cuidados contínuos da população, como o uso de máscaras e álcool em gel, para que infecções pela doença sejam evitadas no estado.

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05/06/2021 03:00h

Metso Outotec e Revista Brasil Mineral promovem painéis e encontros técnicos para traçar perspectivas para a mineração no Norte do país, papel das pequenas e médias empresas e introdução de novas tecnologias. Saiba mais

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O Brasil faturou cerca de R$ 209 bilhões com a produção mineral em 2020, o que representa aumento de 36% na comparação com o ano anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). E boa parte do sucesso desse setor se deve aos estados da região Norte do país, responsáveis por quase metade dessa arrecadação. 

É por isso que a Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral promovem, entre 15 e 24 de junho, a partir das 14h, a primeira edição do evento ‘Desafios do Norte’. A iniciativa, que vai ocorrer de modo virtual, vai debater a produção mineral dos estados da maior região brasileira. 

Segundo Maria Amélia Enriquez, especialista em Economia Mineral e Desenvolvimento Regional, o potencial de crescimento da mineração na região Norte, com destaque para o Pará, é enorme. “Há um potencial de expansão das áreas que estão mineradas e de novos empreendimentos nas áreas pesquisadas. Eu diria que é um sucesso para o Brasil, porque ela permite a geração de divisas, que é tão importante para o equilíbrio do balanço de pagamentos”, avalia. 

No entanto, ela indica que é necessário buscar, também, desenvolvimento a partir dessa atividade. “A mineração pode se converter em uma plataforma importante de desenvolvimento econômico para a região e não apenas geradora de divisas para o Brasil e de lucro para os acionistas das grandes companhias”, complementa. 

Arte: Brasil 61

Perspectivas

O primeiro painel do evento, marcado para 15 de junho, vai debater justamente a questão levantada pela professora, ou seja, quais são as “Perspectivas Econômicas e de Desenvolvimento” para a mineração no Norte do Brasil. 

O geólogo Elder Prata Salomão, presidente da Geos e ex-diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), vai apresentar o painel. O debate vai contar com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) do Pará, José Fernando de Mendonça Gomes Jr., e do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer.  

Maria Amélia explica que o Pará é, sem dúvidas, o grande estado em mineração na região Norte. Cerca de 98% do valor arrecadado com a produção nortista vem de lá. E tal destaque se dá não apenas a nível regional, mas nacional também. De acordo com o Ibram, dos R$ 209 bilhões que o país faturou com a mineração em 2020, 46% são graças ao Pará, o que equivale a R$ 97 bilhões. 

Ela diz que nos últimos 20 anos a exportação do estado saltou de US$ 1 bi para US$ 20 bi. “Esse valor é maior do que o PIB dos 90 países mais pobres. É um esforço muito significativo, que representa em torno de 10% das exportações brasileiras. Quando a gente considera que o Pará representa pouco mais de 2% do PIB nacional, é um efeito bastante desproporcional”, diz. 

E as expectativas de expansão da mineração no estado e na região não param por aí, segundo a especialista. Atualmente, o Pará produz cerca de 200 milhões de toneladas de minério de ferro — principal produto mineral brasileiro —, mas em quatro anos a capacidade produtiva deve bater as 260 milhões de toneladas. 

“É um aumento de capacidade considerável, mas além do minério de ferro, tem previsões de investimento na área do cobre, da bauxita, do ouro, do líquido manganês”, cita. 

Pequenos e médios negócios

Já no dia 18 de junho, o segundo painel será conduzido pelo professor Dr. Giorgio De Tomi. Ele é professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). O tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. 

Participam o presidente do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM), Luis Mauricio Ferraiuoli Azevedo, e o ex-secretário de Mineração do Pará e diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ronaldo Lima.

Segundo o professor Giorgio, engana-se quem acha que a mineração é negócio apenas para multinacionais e empresas de grande porte. Segundo ele, 98% dos títulos minerários concedidos pela ANM são para empresas de micro, pequeno e médio porte. 

“Claro que em termos de quantidade isso não é proporcional, porque um título minerário da grande mineração cobre muito volume de material, de produção, emprego, movimentação da economia, enquanto a micro, pequena e a média têm um impacto menor. Mas em termos de títulos minerários é uma atividade muito comum e que está cada vez mais presente na Região Norte”, avalia. 

A explicação para esse cenário, ele diz, é a mudança da matriz energética mundial, que tende para fontes de energia renováveis em detrimento dos combustíveis fósseis. 

“Os bens minerais vão fomentar essa mudança da matriz energética e muito do suprimento desses itens vai vir de pequena e média mineração. Está difícil achar novos depósitos que a gente chama de ‘classe mundial de grande porte’. Muito desse suprimento vai vir de depósitos de médio e pequeno porte e que, portanto, serão desenvolvidos pela mineração de médio e pequeno porte”, aposta. 

Desafios do Norte

O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, cujos focos serão: 

  • Tecnologias para mineração, incluindo sensoriamento de equipamentos e eficiência energética; 
  • Peneiramento eficiente, focado em como aumentar a eficiência em materiais pegajosos e em telas de borracha de alta resiliência; 
  • Soluções de desgaste, apresentando como aumentar a vida útil dos seus equipamentos, além de aumentar a segurança em campo;
  • Soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 

A inscrição é gratuita e vai até 15 de junho por meio do site: mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte

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Brasil 61