Pará

15/09/2022 19:10h

‌Recursos serão destinados a empreendimentos de abastecimento de água e esgotamento sanitário

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Três cidades do Pará vão receber, juntas, mais de R$ 578,4 mil para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

‌A capital, Belém, vai contar com R$ 416,3 mil para a elaboração de estudos e projetos de engenharia para o esgotamento sanitário da segunda etapa da Estação de Tratamento de Esgoto.

Já Monte Alegre vai receber mais de R$ 77,7 mil para ampliar o Sistema de Abastecimento de Água na sede de prefeitura.

Por fim, Santarém terá acesso a R$ 81,3 mil para ampliar o Sistema de Abastecimento de Água nas zonas 1, 2, 3, 4 e 5, além de Livramento, no Setor Nova República.

No total, 26 cidades brasileiras vão receber, juntas, mais de R$ 11,6 milhões para a continuidade de obras de saneamento básico. São empreendimentos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e manejo de águas pluviais, além da elaboração de estudos e projetos.

Receberão recursos municípios dos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.

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14/09/2022 04:00h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis da cidade de Belém, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves

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As unidades de saúde do SUS de todo o País já aplicaram cerca de 3,6 milhões de doses da vacina contra a paralisia infantil, desde o começo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação, iniciada no último dia 8 de agosto. 

Em Belém, são mais de 12 mil doses aplicadas. O dado preliminar é do painel montado pelo Ministério da Saúde, com base nas notificações feitas em tempo real por estados e municípios.

O público-alvo é de cerca de 66 mil bebês e crianças menores de cinco anos. 

A Leila mora na cidade e tem uma filha. A dona de casa conta que mantém em dia caderneta de vacinação da pequena - um hábito que adquiriu dos pais.

“Fui vacinada direitinho [na infância]. Nunca deixei de vacinar minha filha, porque acredito na vacina. Temos várias pesquisas aí que mostram o quanto é importante o ato da vacinação, nas crianças, nos adolescentes.”

O objetivo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha da Multivacinação.

A infectologista Joana D’arc alerta: o Brasil apresenta redução nas coberturas vacinais, o que pode ser um risco para a população.

“Essa campanha é importante porque a gente tem tido uma redução muito grande do número de pessoas vacinadas no Brasil e isso faz com que a gente tenha risco de reintrodução de doenças, podendo ter surtos e epidemias de doenças já controladas. Vacinar é um gesto de amor porque a gente tem a certeza de que nossos filhos vão estar protegidos.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente. 

Em Belém, a mobilização acontece em todas as Unidades Municipais de Saúde e Unidades do Programa Saúde da Família. Uma delas é a UBS Castanheira, que fica na Rua 1º de Dezembro, entre as Passagens José de Alencar e Sol Nascente.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Saiba mais:

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13/09/2022 15:00h

A meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é vacinar 95% das crianças de um a quatro anos no estado. Para a Multivacinação a meta é atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves. Pais e responsáveis do Pará, aproveitem a mobilização nas unidades de saúde do SUS para atualizar a caderneta de vacinas de seus filhos e protegê-los de doenças graves.

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Os pais e responsáveis de bebês, crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade devem ficar atentos: a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação deste ano já começou. No Pará, a mobilização envolve as 1,6 mil unidades de saúde do SUS espalhadas pelos municípios do estado. São 18 vacinas do Calendário Nacional de Vacinação, do Programa Nacional de Imunizações, que previnem doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, caxumba, entre outras. 

A intenção é ampliar as coberturas vacinais para as crianças e os adolescentes menores de 15 anos. Em 2022, a cobertura vacinal da poliomielite, por exemplo, está em 41,8%, no estado.

Já a cobertura da primeira dose da Tríplice Viral é de 40,5%. Os dados são do DataSus.

A infectologista Ethel reforça: é fundamental ter altas coberturas vacinais para o controle das doenças imunopreveníveis. 

“O que significa atingirmos um percentual grande da população para faixa etária indicada para cada vacina. Em geral, a meta de vacinação está entre 90 e 95% do público-alvo a ser vacinado.”

O foco da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é vacinar 95% da população menor de cinco anos de idade. Além de reduzir o número de crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados e que estão com vacinas atrasadas, com a Campanha Nacional da Multivacinação.

Moradora de Belém, a Leila antes mesmo da maternidade já sabia da importância das vacinas para a saúde das crianças e para a prevenção de doenças. A dona de casa conta que replica o exemplo dos pais, que sempre deixaram sua caderneta de vacinação em dia.

“Fui vacinada direitinho [na infância]. Nunca deixei de vacinar minhas filhas, porque acredito sim na vacina. Temos várias pesquisas aí que mostram o quanto é importante o ato da vacinação, nas crianças, nos adolescentes.”

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e de Multivacinação vai até o dia 30 de setembro nas unidades básicas. Para as crianças e adolescentes estão disponíveis as vacinas BCG; hepatite A, hepatite B; penta; pneumocócica 10-valente; pneumocócica 23-valente; poliomielite inativada (VIP) e poliomielite oral (VOP); rotavírus humano; meningocócica C (conjugada), meningocócica ACWY (conjugada); febre amarela; tríplice viral; tetraviral; tríplice bacteriana (DTP); dupla adulto (dT); varicela e HPV quadrivalente.

A atualização da caderneta vacinal aumenta a proteção das crianças e adolescentes contra as doenças imunopreveníveis, evitando a ocorrência de surtos, hospitalizações e óbitos. Todos os imunizantes são seguros e estão registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

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06/09/2022 04:15h

Em junho, por exemplo, o estado registrou 4.420 admissões e 3.523 desligamentos, ou seja, 897 novas vagas preenchidas no setor

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Entre janeiro e junho de 2022, o estado do Pará gerou 2.779 novos postos de trabalho no setor da indústria. No período, foram registradas 24.513 contratações e 21.734 demissões. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA).

Por meio de nota, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), José Conrado Santos, afirma que, apesar do resultado positivo, o estado continua trabalhando para manter o ritmo de crescimento do setor. “Estamos atentos para a relevância das pequenas e médias indústrias que ainda sentem as repercussões negativas causadas pela pandemia. Neste sentido, criamos o programa de valorização do produto paraense, o ‘Feito no Pará, pode comprar’, para apoiar essas empresas no atendimento às demandas dos grandes projetos”, disse. 

“Além disso, enquanto novas reformas não são adotadas pelo Governo Federal, estamos nos mobilizando de outras maneiras para melhorar o ambiente de negócios dentro do Pará, gerando mais postos de trabalho e desenvolvimento, como por exemplo, a parceria com o Governo do Estado em projetos para atrair investimentos privados, e com a Secretaria de Estado da Fazenda (SEFA) para reduzir a alíquota de importação de máquinas, o que facilitaria a modernização do nosso parque industrial que está defasado”, complementa a nota. 

Hidrogênio verde: o combustível do futuro que vai promover a descarbonização de setores como a indústria e agro

Setor de Turismo fatura R$ 94 bilhões no primeiro semestre de 2022

O mesmo levantamento revela que, considerando apenas o mês de junho, o Pará também teve saldo positivo de empregos formais. No período, foram feitas 4.420 admissões e 3.523 desligamentos, ou seja, 897 novas vagas preenchidas no setor. 

Na avaliação do advogado especialista em direito falimentar e tributário, Jorge Lucas de Oliveira, o resultado é consequência de uma retomada gradual da economia, após um período delicado provocado pela pandemia. 

“O estado do Pará, por ser um dos principais exportadores de commodities, puxado, principalmente, pela mineração e pelo agronegócio, se beneficia muito do momento, porque o estado é uma das fontes abastecedoras de um mundo que estava parado e que está voltando agora ao ritmo normal de consumo. A indústria paraense representa cerca de 34% do PIB do estado, o que é um dado extremamente positivo, o que comprova o alto nível de pujança dos complexos industriais desenvolvidos no Pará”, considera.   

No mesmo mês, todos os estados da região Norte tiveram saldos positivos de empregos formais na indústria. O destaque é para o Amazonas, seguido do Pará, Rondônia, Tocantins, Amapá e Acre. Confira abaixo: 

  • Amazonas - 1.472
  • Pará - 897
  • Rondônia - 329
  • Tocantins - 229
  • Amapá - 163
  • Acre – 11
     
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Desenvolvimento Regional
10/08/2022 19:45h

Iniciativa integra a Estratégia Rotas de Integração Nacional, ação do MDR Regional que estimula o desenvolvimento de cadeias produtivas

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O cacau é uma das principais culturas agrícolas do Brasil e é destaque no cenário internacional. De acordo com a International Cocoa Organization (ICCO, na sigla em inglês), o País é o sexto maior produtor do fruto no mundo e essa produção se concentra na Bahia e no Pará — responsáveis por cerca de 96% de todo o cacau brasileiro. O cultivo do fruto responsável pela produção do chocolate é um dos setores apoiados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Estratégia Rotas de Integração Nacional.

Com a proposta de contribuir para a estruturação da cadeia produtiva, o MDR criou a Rota do Cacau. Atualmente, há dois polos estruturados, sendo o Transamazônica, que alcança 11 municípios do Pará; e o do Litoral Sul da Bahia, composto por 26 municípios do estado.

A cadeia produtiva do cacau e do chocolate é estratégica para o desenvolvimento regional pelo grande número de ocupações e postos de trabalho gerados pelo setor, especialmente para a agricultura familiar e extrativistas em territórios de baixa renda, comumente associada ao turismo e à gastronomia. Nos últimos anos, a produção estimada de cacau e derivados pelos polos da Rota do Cacau foi de cerca de 157 mil toneladas.

A coordenadora-geral de Sistemas Produtivos e Inovadores do MDR, Valquíria Rodrigues, reforça a importância das Rotas de Integração Nacional para os setores apoiados.

"A Estratégia Rotas de Integração Nacional incentiva a criação de redes de cooperação e parceria entre órgãos e entidades federais, estaduais e municipais, bem como entre produtores, empresários, universidades e com os organismos de cooperação técnica internacional. Essa parceria tem contribuído para o desenvolvimento de um sistema eficaz de governança regional, com ações entre os agentes públicos ou privados, seja na gestão do financiamento, da capacitação, ou infraestrutura", diz.

"Os resultados têm impacto positivo na geração de empregos e renda, fomenta a segurança, soberania alimentar e nutricional, estimulando o uso eficiente dos recursos naturais e exercício da cidadania", completa.

Todas as informações sobre a Rota do Cacau e das outras dez Rotas em funcionamento podem ser acessados na Plataforma Rota-S, que conta com uma página na internet e com uma versão para smartphones, disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos com o nome Rotas de Integração Nacional.

Rotas de Integração Nacional

As Rotas são redes de arranjos produtivos locais associadas a cadeias produtivas estratégicas capazes de promover a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável das regiões brasileiras priorizadas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).

Buscam ainda promover a coordenação de ações públicas e privadas em polos selecionados, mediante o compartilhamento de informações e o aproveitamento de sinergias coletivas a fim de propiciar a inovação, a diferenciação, a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos associados, contribuindo, assim, para a inclusão produtiva, inovação e o desenvolvimento regional.

Atualmente, há 11 Rotas reconhecidas: do Açaí, da Biodiversidade, do Cacau, do Cordeiro, da Economia Circular, da Fruticultura, do Leite, do Mel, da Moda, do Pescado e da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

Além dos milhares de pequenos produtores familiares beneficiados com a geração de emprego e renda, as Rotas contribuem na produção de alimentos regionais de qualidade e a preços acessíveis. Estima-se que nos últimos anos foram produzidos mais de 1,5 milhão de litros de leite e derivados nos polos da Rota do Leite; cerca de 157 mil toneladas de cacau e derivados pelos polos da Rota do Cacau; 161 toneladas de açaí; 940 toneladas de mel e derivados; 1,2 milhão de toneladas de frutas diversas pela Rota da Fruticultura.

Já a Rota do Cordeiro, a estimativa é de um rebanho de 14 milhões de cordeiros e na do peixe, 841 mil toneladas. Há, ainda, os produtos provenientes da biodiversidade, que somam cerca de 22 de toneladas.

Seminário internacional

Na última terça-feira (9), o MDR promoveu a primeira parte de um seminário internacional para apresentar a Estratégia Rotas de Integração Nacional e a Plataforma Rota-S a representantes de 12 países: Ao todo, cerca de 180 pessoas participaram do encontro virtual. Na próxima terça-feira (16), a partir das 9h30, acontece o segundo dia do seminário internacional. A sessão pode ser acessada por este link. Os participantes poderão receber certificados mediante cadastro. 

O Seminário é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundação Arthur Bernardes (FUNARBE), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Instituto de Políticas Públicas e Desenvolvimento Sustentável (IPPDS) e o Instituto Avaliação.

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28/07/2022 15:40h

Decreto do governo estadual reduziu o tributo sobre o etanol de 25% para 17%. Menor valor do álcool foi registrado em Ananindeua, onde o preço médio do litro é de R$ 5,44

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O preço do etanol hidratado nos postos de combustíveis do Pará está mais barato. O valor médio do álcool nas bombas do estado é de R$ 5,98, após lei estadual que reduziu a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) do combustível. O tributo, que era de 25%, agora é de 17%.

Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), atualizados nessa quarta-feira (27), o menor valor no estado foi registrado em Ananindeua, R$ 5,44, enquanto o preço do litro mais caro, R$ 6,75, foi encontrado nas bombas de Conceição do Araguaia. Na capital Belém, o preço médio do etanol ficou em R$ 5,75.

O decreto estadual (nº 2.476) referente à redução do ICMS sobre o combustível no Pará se adequa à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 123, promulgada pelo Governo Federal em meados de julho. A expectativa, segundo o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis e Lojas de Conveniências do Estado (Sindcombustíveis-PA), era uma redução de, pelo menos, R$ 0,80 por litro, o que acabou se concretizando nas bombas dos postos.

André Bensabá, 33 anos, trabalha há dois como motorista de aplicativo, e explica que o alto preço do diesel ainda é um desafio, porque incide na manutenção do carro. Porém, a baixa no preço dos combustíveis ajudou todos aqueles que dependem de veículos para trabalhar. Ele observou uma queda de quase R$ 2 no preço da gasolina e de quase R$ 1 no etanol nas últimas semanas.

“De certa forma, deu uma melhorada sim, porque o combustível também é uma despesa muito alta que nós tínhamos. E aqui no estado baixou consideravelmente”, destaca André.

Postos do Distrito Federal vendem etanol a R$ 5,16 após redução do ICMS do combustível
Postos de Goiás vendem etanol a R$ 4,10 após redução do ICMS do combustível
Média de preço do etanol em MG é de R$ 4,58 após redução do ICMS do combustível

Outros estados também anunciaram a redução do ICMS do etanol após a promulgação da EC 123, como Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Tocantins, além do Distrito Federal. 

O economista César Bergo afirma que a redução do ICMS do etanol vai incentivar a produção do combustível nas usinas, o que de alguma forma melhora os preços nos postos de distribuição do produto. Além disso, a redução ajuda a movimentar a economia.

“Geralmente, quando alguém não gasta o dinheiro com combustível, vai gastar em outras atividades. No caso do consumidor, ele vai consumir mais. No caso do empresário, ele vai investir mais no seu negócio. Então, isso pode propiciar uma criação de emprego marginal em função disso, ou seja, esses recursos que ficarão com os empresários e com os consumidores irão ajudar a economia a movimentar mais recursos e obviamente gerar mais renda e mais empregos”, destaca Bergo.

O economista ainda acredita que, com menos impostos, há maior otimismo entre os empresários e, assim, eles passam a investir mais.

Gasolina

O Pará também reduziu o ICMS sobre a gasolina, de 28% para 17%. Em junho, o preço da gasolina no estado ultrapassou os R$ 7. Segundo dados da ANP verificados pelo Sindcombustíveis-PA, caiu para entre R$ 5,49 e R$ 6,10, no último mês.

Ministério da Justiça incentiva denúncias

Desde 11 de julho, é possível denunciar pela internet os postos de combustíveis que não cumprirem o decreto que obriga a divulgação dos valores cobrados por litro no dia 22 de junho, junto com a informação do preço atual. Basta acessar o site e preencher o formulário, que também possui um campo para o envio de fotos do estabelecimento denunciado.  
 

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18/07/2022 16:10h

Residenciais Viver Maracacuera I e II receberam R$ 78,7 milhões em investimentos e vão atender cerca de 3,8 mil pessoas

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Novecentas e sessenta famílias de baixa renda da cidade de Belém, no Pará, assinam, nesta segunda-feira (18) e terça-feira (19), os documentos para receberem moradias nos residenciais Viver Maracacuera I e II.

Os empreendimentos receberam R$ 78,7 milhões em investimentos e vão atender cerca de 3,8 mil pessoas. A seleção dos beneficiários foi realizada pela prefeitura municipal e incluiu famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil. Na próxima quinta-feira (21), será realizada a entrega das chaves das moradias.

Os dois conjuntos habitacionais contam com 30 blocos de quatro andares, com quatro unidades por pavimento. Desse total, 40 imóveis dos andares térreos são adaptados para idosos e pessoas com deficiência.

Além disso, os módulos contam com infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público, além de duas quadras poliesportivas, duas academias ao ar livre, dois parquinhos infantis e estacionamento.

Nas proximidades do residencial, há creches, escolas, postos de saúde e de segurança. O ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, destacou a importância dos equipamentos públicos no combate às drogas e na segurança das famílias atendidas nos empreendimentos.

“Essas casas, com essa estrutura, afastam dos jovens a possibilidade de se envolverem com esse tipo de coisa, que sabemos que muda a trajetória de uma vida para um caminho que não gostaríamos de ver nossas crianças seguindo”, disse o ministro. "Vocês vão passar a ter um bom ambiente para educar os filhos, que vai evitar que eles possam seguir o caminho das drogas", completou.

A dona de casa Cris Lídia Campos, 42 anos, foi uma das contempladas com a nova moradia. Ela comemorou o fato de ter deixado o antigo bairro, onde morou por 23 anos, para um local com mais segurança para os filhos, de 21 e 22 anos. “Vai ser muito bom para meus filhos sair de onde morávamos, que é uma área de risco. Vai ser um ambiente bem melhor", comentou.

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13/07/2022 14:31h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, nova edição do #TeSaiCovid promove entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção e controle da doença. Encontros resultaram na produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Confira e baixe o segundo spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

Comunicador

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, com uma mensagem de incentivo à vacinação entre os jovens. A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

Aqui, você encontra o primeiro spot, com orientações sobre como identificar notícias falsas e como procurar fontes confiáveis de informações.

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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08/07/2022 04:00h

O Banco da Amazônia (Basa) atende microempreendedores informais que não conseguem crédito no sistema bancário tradicional

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Programa Amazônia Florescer do Banco da Amazônia (Basa) já disponibilizou R$ 1 bilhão em crédito para microempreendedores informais da região Norte do país, desde o seu lançamento há 14 anos.

Criado em 2007, o programa é uma vertente na Amazônia do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado e atende os estados do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Amapá e Tocantins. 

“Ele tem como objetivo principal dar acesso a crédito a quem nunca teve a oportunidade de ter um crédito no sistema bancário tradicional”, afirma o coordenador de Agricultura Familiar, Microcrédito e MEI do Basa, Alexandre Ferreira.

O público-alvo do programa são empreendedores populares do meio urbano, com renda bruta anual de até R$ 360 mil, e que não tenham, necessariamente, um CNPJ; basta o CPF para acessar o crédito. Além disso, o negócio precisa estar em funcionamento há pelo menos 6 meses.

Segundo o coordenador, o programa trabalha com três setores da economia informal: comércio, serviço e produção.

“Financiamos tudo que gera emprego e renda. Tudo que é informal, mas não é ilegal. Pessoal do comércio, de lojinha, de confecção, de vendas de produtos voltados para beleza, mercadinho, costureira, feirantes, batedores de açaí, açougueiros, qualquer tipo de oficina, peixeiros, sapateiros, quem trabalha com hortifrúti. É bem abrangente o público alvo.”

O valor do financiamento pode variar de R$ 300 a R$ 21 mil por CPF, com taxa de juros de 2,74% ao mês e 12 parcelas mensais fixas. A taxa de abertura do crédito é de 3% sobre o valor do crédito liberado.

Segundo Alexandre, a única garantia para pegar o crédito é o aval de um grupo solidário de três a dez pessoas. 

“Geralmente é o vizinho do lado, que trabalha na mesma rua, que já se conhecem há bastante tempo, que confiam um no outro, para prestar o aval solidário. Não exigimos comprovante de renda, não exigimos hipoteca da casa ou de algum bem. A única coisa que exigimos é que cada um dos integrantes do grupo deem a palavra de que vão pagar o crédito.”

Alexandre Ferreira afirma que a marca reforça a importância do Basa dentro da região amazônica para fortalecer os microempreendimentos, com geração de emprego, renda e melhor qualidade de vida.

“Tentamos criar um laço com esses empreendedores para eles ficarem o máximo de tempo possível conosco, recebendo vários créditos, para que esses ciclos de créditos gerem um impacto na renda da família, gerando melhores condições de vida à família deles.” 

Ramira Felix é uma das contempladas pelo crédito do Amazônia Florescer. Após juntar um dinheiro vendendo roupas usadas de sua mãe, ela começou o próprio negócio na Feira do Paar, em Ananindeua (PA), em 2021. No local, conheceu um assessor de crédito do Basa. Após o cadastro com o CPF, Ramira formou um grupo solidário com sua mãe, irmã e uma amiga.

“E conseguimos o empréstimo. Já vamos para o quarto empréstimo. E agora em dezembro, acabo de pagar. O Amazônia Florescer mudou totalmente minha vida, me ajudou a crescer, a melhorar minha loja. Também me ajudou financeiramente; compro mercadoria para loja. As pessoas veem que tem um diferencial. O Amazônia Florescer me ajuda a ser uma mini empresária”, conta.

Atualmente, o Programa Amazônia Florescer está presente em 29 agências do Basa. Segundo Alexandre Ferreira, a meta é expandir a iniciativa para toda a rede bancária nos próximos quatro anos. Além disso, o Banco tem a previsão de abrir 20 unidades bancárias a cada ano, para contemplar todos os municípios da região da Amazônia até dezembro de 2026.

Atendimento de porta em porta

O programa conta com a parceria da organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) AmazonCred, que é responsável por selecionar, capacitar e contratar assessores de microcrédito. Os assessores, por sua vez, vão à porta de cada empreendedor popular nas periferias das grandes cidades da Amazônia para oferecer a oportunidade de crédito.

“Tudo é feito por um aplicativo, onde o assessor insere as propostas de crédito, faz a ficha cadastral do cliente e a proposta de crédito, e envia para aprovação do banco. Ou seja, o assessor atende um cliente em um dia, no máximo, no terceiro dia  esse crédito já está liberado.”

Alexandre Ferreira explica que, além de oferecer o crédito, o assessor retorna à porta do empreendedor, após 40 dias, para verificar se eles estão aplicando corretamente o recurso e tendo um bom desempenho na gestão do negócio. Dessa forma, “a renovação do crédito é praticamente automática”, explica.

Interessados em obter o crédito do Programa Amazônia Florescer podem acessar o site do Basa e buscar por uma unidade de microfinanças mais próxima. Também é possível baixar o aplicativo do cliente do Amazônia Florescer, disponível na Play Store.

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05/07/2022 18:14h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, segunda edição do #TeSaiCovid promoveu entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção e controle da doença. Encontros resultaram na produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Confira primeiro spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

Neste conteúdo, você pode baixar o primeiro spot, com orientações sobre como identificar notícias falsas e como procurar fontes confiáveis de informações. A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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