Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Pará

19/10/2020 17:00h

De acordo com o Decreto 1.097, sessenta e seis municípios apresentaram redução. Segundo o secretário de Estado da Fazenda, René Sousa Júnior, em 40 deles, a queda foi menor que 1%.

Baixar áudio

Dos 144 municípios paraenses, 78 elevaram os resultados em relação à participação no produto da arrecadação do Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS), que deve vigorar em 2021. A informação consta em publicação no Diário Oficial do Estado, feita pelo governo local.

De acordo com o Decreto 1.097, sessenta e seis municípios apresentaram redução. Segundo o secretário de Estado da Fazenda, René Sousa Júnior, em 40 deles, a queda foi menor que 1%.

A lista de municípios que apresentaram maior salto nos índices é composta por, entre outros, Canaã dos Carajás, Vitória do Xingu, Jacareacanga, Novo Progresso, Ananindeua, Moju, Altamira, Oriximiná, Santa Izabel do Pará e Santa Maria das Barreiras.

Impostos municipais somam queda de R$ 3,7 bilhões no segundo trimestre, aponta estudo da CNM

Em painel que antecede Fórum Amazônia+21, participantes debatem papel das cidades no desenvolvimento sustentável da Amazônia

Já entre os municípios que tiveram recuo nos índices estão Parauapebas, Belém, Marabá, Curionópolis, Paragominas, Juruti, Castanhal, Almeirim, Ulianópolis e Terra Santa.

No ano passado, o índice que mensura a riqueza gerada pela economia do estado cresceu 6,45%, na comparação com os números referentes a 2018. A economia paraense tem base produtiva, predominantemente, no extrativismo mineral e metalurgia básica, destinados ao mercado externo e à geração de energia.


 

Copiar o texto
06/10/2020 11:00h

Ao todo, 38 equipamentos vão ser distribuídos entre 10 cidades paraenses

Baixar áudio

Com o objetivo de auxiliar na redução dos casos de malária no estado, a Secretaria de Saúde do Pará vai enviar 38 microscópios para auxiliar na prevenção à doença. Os equipamentos vão ser distribuídos entre os municípios de Afuá, Anajás, Breves, Alenquer, Almeirim, Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso, Pacajá e São Félix do Xingu. Essas cidades, segundo o governo do Pará, estão entre os locais que mais registraram casos de malária neste ano.

Os recursos utilizados pela Secretaria Estadual de Saúde são oriundos do Ministério da Saúde e somam quase R$ 385 mil. Segundo o Departamento de Controle de Endemias da pasta, o Pará registrou queda de 46% nos casos de malária de janeiro a julho de 2020, em relação ao mesmo período de 2019. Foram 10.327 mil casos confirmados neste ano contra pouco mais de 19 mil registrados no ano passado. 

População do Pará passa a contar com disque denúncia sobre irregularidades eleitorais

CGU e Polícia Federal investigam irregularidades com recursos da saúde no Pará

Os sintomas mais comuns da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça, que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentarem essas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite. A doença pode evoluir para suas formas graves se não for diagnosticada e tratada de forma oportuna e adequada.

Copiar o texto
05/10/2020 11:30h

A expectativa é que a ferramenta sirva, também, para conscientizar o eleitor para as fake news

Baixar áudio

Os eleitores do Pará passa a ter à disposição Disque Denúncia de Combate à corrupção eleitoral. Por meio do telefone, a população do estado pode fazer denúncias sobre crimes eleitorais e propaganda eleitoral irregular. A ferramenta funcionará por meio de uma parceria entre o TRE, Procuradoria Eleitoral e Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

De acordo com a coordenação da Comissão de Justiça e Paz da CNBB, nas eleições municipais de 2016 foram recebidas mais de quatro mil denúncias por meio do canal, no Pará. Neste ano, há a expectativa de que a plataforma sirva, também, como ferramenta de conscientização para as Fake News.

Eleições 2020: Assassinato em Minas Gerais acende alerta para crimes cometidos contra candidatos

ELEIÇÕES 2020: Mídia e redes sociais podem causar impacto nas urnas

O Disque Denúncia está à disposição para todos os eleitores do Pará, por meio do telefone 0800 916 330, de segunda a sexta-feira, das 9h às 15h. 

Copiar o texto
30/09/2020 10:00h

Operação apura contratação de Organizações Sociais em Saúde para gestão de hospitais pelo governo do estado

Baixar áudio

A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal investigam irregularidades na contratação, pelo governo do Pará, de Organizações Sociais em Saúde (OSS) para gestão de hospitais regionais e de campanha no estado. A apuração dos fatos começou após veículos de comunicação noticiarem que havia contratos irregulares em unidades hospitalares nos municípios de Belém, Marabá, Santarém e Breves.

PA: Mesários receberão EPIs durante as eleições municipais

Pará e Amazonas recebem recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos para incentivo da agricultura familiar nos estados

Os contratos firmados visavam o fomento, gerenciamento, operacionalização e execução de atividades e serviços de saúde como medida de enfrentamento à pandemia. As apurações revelaram que um grupo de quatro Organizações Sociais em Saúde firmou, ao menos, 12 contratos ou termos aditivos com o governo do Pará entre agosto de 2019 e maio de 2020, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão. 

Além do Pará, a operação S.O.S cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Goiás e no Rio Grande do Sul, além de 12 mandados de prisão temporária. O trabalho conta com a participação de 14 auditores da CGU e cerca de 200 policiais federais. 

Copiar o texto
29/09/2020 13:00h

TSE encaminhou mais de 345 mil máscaras, 90 mil viseiras e 176 mil frascos de álcool gel ao estado

Baixar áudio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encaminhará ao estado do Pará mais de 345 mil máscaras, 90 mil viseiras e 176 mil frascos de álcool gel para garantir a proteção de mesários durante as eleições municipais deste ano.

Neste ano, o TSE promoveu uma séries de ações para que se evite o contágio do novo coronavírus durante o pleito, como a ampliação do horário da votação, que ocorrerá 7h às 17h e a suspensão da realização da biometria. O primeiro turno das eleições municipais de 2020 ocorre em 15 de novembro e, onde houver, o segundo turno ocorrerá em 29 de novembro. 

TSE recebe lista com mais de sete mil nomes de gestores públicos que tiveram contas rejeitadas pelo TCU

TSE apresenta Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais. Saiba mais

Além disso, durante o primeiro turno, os moradores do município de Itaituba  vão participar de um plebiscito em que decidirão sobre a criação do município de Moraes de Almeida.

Copiar o texto
29/09/2020 00:00h

Apenas em 2019, o país teve 4,5 bilhões de reais em arrecadação por Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM).

Baixar áudio

A extração de minério pelo Brasil gera uma enorme quantia de recursos para a região de onde os diversos tipos de minerais são garimpados. Uma noção mais clara sobre isso pode ser compreendida ao observarmos que apenas em 2019, o país teve 4,5 bilhões de reais em arrecadação por Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), e isso de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (ANM) que é a autarquia vinculada do Ministério de Minas e Energia, responsável pela fiscalização da arrecadação da CFEM.

Esse valor na arrecadação é o maior dos últimos 12 anos em grande parte devido a mudança trazida pela da Lei Nº 13.540, de 18 de dezembro de 2017, que alterou a alíquota CFEM, principalmente no que diz respeito à exportação de minério brasileiro para outros países. Além disso, a lei modificou a porcentagem de recursos que era distribuída, passando 60% para os municípios produtores, 15% para os estados, 15% para municípios impactados pela mineração mas que não são produtores e 10% para a União.

Aqui é importante explicar que quando falamos em mineração, significa muito além do material tradicional como ferro, ouro ou prata. Significa dizer, também, carvão, cascalho e potássio, entre outros. Além disso, é preciso que se entenda que uma cidade pode ser beneficiada pelo recebimento de recursos provenientes da mineração mesmo que não tenha garimpo ou produção própria, mas tenha estrutura para auxiliar o município produtor, forneça mão-de-obra, viabilize uma estrada ou uma barragem.

Nesse sentido, com a chegada das eleições deste ano, quando todos os municípios do país terão urnas no dia 15 de novembro para decidir quem serão os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores; é de se pensar sobre como será a disputa eleitoral nas cidades que detém a maior concentração de recursos que são advindos da extração de minerais.  



De acordo com Waldir Salvador, que é consultor de Relações Institucionais e Econômicas da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG), com o avanço das leis eleitorais e, também, da mineração ao longo das décadas, nenhuma cidade brasileira está sob influência direta de qualquer empresa ou grupo de mineração, no que diz respeito às eleições. E essa é uma opinião de quem foi prefeito de Itabirito (MG) aos 25 anos, quando a cidade tinha menos de 30 anos de atividade mineradora – e hoje está completando 60 anos nesse ramo.

“Não há nenhuma relação de lealdade, fidelidade ou subordinação à qualquer atividade de mineração. Ainda mais que de alguns anos para cá a iniciativa privada brasileira não pode bancar candidaturas, é proibido, vedado por lei.  Acho que a influência é zero, quero dizer a influência eleitoral. E tem que ser mesmo, tem que ser de forma isenta pois não é a empresa que favorece o município é o município que favorece a empresa”, explicou Salvador.  

Apesar disso, é importante analisar dados: agora em 2020, os estados com maior recebimento desta verba são o Pará e Minas Gerais que concentram 2,6 bilhões de reais do total nacional estimado em 3 bilhões de reais arrecadados até este mês de setembro, segundo os dados da ANM. Fazendo um recorte mais afunilado sobre os municípios campeões de arrecadação da CFEM, estão Canaã dos Carajás e Parauapebas, no Pará, e Congonhas em Minas Gerais.

TSE: baixo número de candidatos para eleições deste ano

Presidência da República divulga documento sobre como realizar a transição de governos municipais

Pará

Vamos nos debruçar primeiro sobre a história das duas cidades paraenses, que podemos até dizer que são irmãs, filhas de outro município: Marabá. No final da década de 1960, pesquisadores descobriram a maior reserva mineral do mundo, em Carajás, no então município de Marabá, anos depois, o governo federal concedeu à Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), hoje a Vale, que na época era estatal, o direito de explorar minério de ferro, ouro e manganês no local, antes habitada por índios Xikrins do Cateté. Acontece que devido à intensa corrida do ouro e outros minérios de grande valor, ali próximo surgiu a vila de Parauapebas, que por mais de 20 anos foi administrada por Marabá até que em 1985 conseguiu emancipação política.

Já o município de Canaã dos Carajás nasceu a partir da criação de um assentamento agrícola na região de Parauapebas. Com o objetivo de resolver os conflitos pela posse da terra na região, principalmente na área conhecida como Bico do Papagaio, no norte do Estado do Tocantins, muitas famílias receberam a título definitivo de terras pela área, que passou a crescer até conseguir, em 1994, o desmembrado de Parauapebas e tornando-se o município de Canaã dos Carajás.

Essa história é importante para compreendermos o crescimento econômico da região, em especial destes dois municípios, devido ao garimpo que hoje os colocam como os dois municípios que mais lucram com a extração de minério dentre todo o país. Só neste ano, Canaã dos Carajás já faturou mais de R$530 milhões de reais e Parauapebas R$688 milhões de reais. Desta forma, mesmo que não exista uma interferência ou influência econômica nas eleições deste ano – e de qualquer outro ano; não posso ser taxado de leviano ao afirmar que a disputa por uma cadeira política em terras com tamanha riqueza pode ser tudo, menos “pouco concorrida”.

Imagine então que Canaã dos Carajás, uma cidade com pouco mais de 38 mil habitantes e que o atual prefeito, Jeová Gonçalves, já está no segundo mandato e não pode disputar reeleição. Isso quer dizer que, seguramente, a cidade terá uma disputa acirrada pela prefeitura, que até a última quinta-feira (24) apresentavam registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quatro candidatos ao cargo.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município de Parauapebas possui população estimada em 213 mil habitantes, mas tem um cenário político diferente. O atual prefeito, Darci Lermen, vai tentar o quarto mandato, sendo que em 2008 já havia sido reeleito – quando recebeu metade dos votos da cidade. Mas nessa disputa estão outros três candidatos registrados no TSE até o fechamento dessa reportagem.



Minas Gerais

Relacionando as cidades com maiores aportes de recursos da mineração, também está Congonhas (MG) que, neste ano, já recebeu mais de R$136 milhões de reais provenientes da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais. A cidade está localizada na região Central do estado e guarda um dos mais relevantes conjuntos religiosos do Brasil colonial: o santuário do Bom Jesus de Matosinhos. As origens de Congonhas estão ligadas à expansão da atividade dos mineradores portugueses em busca de novas jazidas de ouro no final do século 17, como em boa parte de Minas Gerais. Em 1700, após se estabelecerem na Vila Real de Queluz – que atualmente se chama Conselheiro Lafaiete; os exploradores fundaram o arraial de Congonhas do Campo, em 1734, para se concentrarem no garimpo de ouro.

Por conta de todo esse contexto econômico a corrida política na cidade será acirrada. Principalmente pelo atual prefeito, José de Freitas Cordeiro (o Zelinho), estar concorrendo à reeleição, mas disputando com outros quatro candidatos até agora registrados no TSE para o pleito.

Diante do cenário político e econômico desses municípios, e por tantos outros mais que são afetados direta e indiretamente pela atividade mineradora, o debate eleitoral deve ser pautado com base nas atividades que estão relacionadas, conforme explica o cientista político, Nauê Bernardes.

“Tem a questão do impacto ambiental e a questão do impacto no mercado de trabalho dessas áreas que sobrevivem com esses royalties. A eleição acaba tendo uma parte do seu discurso pautado por quem está diretamente ou indiretamente envolvido com essa área. A gente precisa ter sempre em mente que quando se fala de distribuição de recursos, falamos também de saúde, educação, comércio. E isso afeta toda a sobrevivência dessa área. Não tem como fugir desse debate”, afirmou o cientista político.

O que é a CFEM

A Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) é uma contraprestação pela utilização econômica dos recursos minerais em seus respectivos territórios, isto é, ela é uma contrapartida da empresa exploradora aos municípios, estados e União pela exploração dos minerais, que foi estabelecida por lei pela Constituição de 1988.

Copiar o texto
25/09/2020 14:00h

Juntos, estados vão receber quase R$ 10 milhões

Baixar áudio

Os estados do Pará e do Amazonas vão receber recursos do governo federal para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O valor destinado ao Pará é de R$ 4,7 milhões. Segundo o Ministério da Cidadania, a unidade da Federação recebeu neste ano mais R$ 24 milhões para o programa. Já para o Amazonas, o montante destinado é de R$ 4,9 milhões, que se somam aos outros R$ 26 milhões já destinados pela pasta da Cidadania em 2020. 

O governo federal garante que os 26 estados e o Distrito Federal vão receber recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos. Segundo o Executivo, ao todo, são R$ 572 milhões distribuídos aos entes federados. 

Programa de Aquisição de Alimentos tem R$ 72,9 milhões liberados pelo governo federal

GO: Recursos para compra de alimentos serão ampliados no estado

Governo repassa cerca de R$ 70 milhões para promover segurança alimentar e acesso à água em Alagoas e Sergipe

O PAA tem como objetivos a promoção do acesso à alimentação e o incentivo à agricultura familiar. Para atingir as metas, o programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar, com dispensa de licitação, e os destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e àquelas atendidas pela rede socioassistencial.

Copiar o texto
23/09/2020 04:00h

O deputado federal Joaquim Passarinho (PSD-PA), acredita que acabar com o monopólio da Petrobras no setor é a principal medida para eliminar os entraves que impedem a expansão da comercialização do produto no Brasil

Baixar áudio

A partir de 2022, o Pará vai fazer parte do grupo dos estados que contam com abastecimento de Gás Natural Liquefeito (GNL). O produto é considerado uma alternativa mais barata que a energia elétrica. O investimento nas obras, segundo a secretaria de Desenvolvimento, Mineração e Energia do Estado, está avaliado em quase R$ 4 bilhões, com previsão para gerar 7.500 empregos diretos e indiretos.

Com o objetivo de tornar o gás natural ainda mais barato por meio da abertura de mercado, o PL 6407/2013, conhecido como Nova Lei do Gás, foi aprovado na Câmara dos Deputados no início de setembro. O novo marco, que está em análise no Senado Federal, é uma das apostas para reaquecer a economia e retomar a atividade industrial. 

O deputado federal Joaquim Passarinho (PSD-PA) acredita que acabar com o monopólio da Petrobras no setor, como propõe o projeto, é a principal medida para eliminar os entraves que impedem a expansão da comercialização do produto no Brasil.

“O Brasil possui dimensões continentais e um enorme potencial de ser desenvolvido. E, apesar de produzir boa parte do que consome, tem seu gás natural entre os mais caros do mundo. Isso de vede a um conjunto de fatores. Mas, talvez o principal deles seja a inexistência da concorrência no setor”, defende o parlamentar.

Pelos termos do PL 6407/2013, toda a cadeia de produção de gás natural no Brasil seria aberta à concorrência do mercado. Com isso, o transporte desse produto também entraria no processo, o que, segundo o deputado Joaquim Passarinho, abriria uma grande margem de redução no valor das negociações.

“A formação de sistema de transporte de gás promove a concorrência e operação independente e integrada do sistema, com atração de investimentos, sem formação de monopólio de mercado. O aumento da competição e o acesso não discriminatório às infraestruturas essenciais seriam uns dos benefícios para o nosso estado”, pontuou Passarinho.

O último boletim sobre a produção de petróleo e gás natural divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) comprovam que a Petrobras é responsável pela operação de mais de 90% de toda a produção de gás natural, além de administrar a maioria dos campos de gás, gasodutos, termelétricas, transportadoras, distribuidoras e revendedoras.

Benefício da lei

O consumo de gás natural reúne alguns benefícios ao consumidor – entre eles, o de ser uma energia mais limpa, com fornecimento contínuo e diminuição nos custos de operação e manutenção. O problema é que a baixa oferta não permite ao usuário utilizar esse tipo de combustível.

A Nova Lei do Gás poderá ainda reduzir a burocracia para construção de gasodutos, tubulações utilizadas para transportar gás natural. Segundo redação votada na Câmara dos Deputados, em 2019, o processo de concessão de gasodutos atualmente é “muito burocrático”, o que impediu a ampliação dessa infraestrutura desde 2009, quando o sistema de concessão de gasodutos foi regulamentado por lei.

Com abertura do mercado e ampliação da concorrência, preço do gás pode ficar mais barato em Minas Gerais

Aprovada na Câmara, Nova Lei do Gás pode beneficiar indústria paulista

DF: Hoje restrito ao setor automotivo, gás natural pode beneficiar mais segmentos da economia local com a Nova Lei do Gás

A norma propõe também que as companhias precisem apenas de autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em vez de passar por licitação pública, como é exigido hoje. O diretor de Eletricidade e Gás da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Bernardo Sicsú, espera que o projeto seja aprovado no Senado sem alterações. Ele destaca, também, pontos que considera cruciais no sucesso da Nova Lei do Gás. 

“A partir de estímulo à livre iniciativa, de redução das barreiras para entrada de agentes, você cria um cenário para melhor utilização das infraestruturas existentes e também [dá] segurança jurídica para novos investimentos, que são fundamentais para a retomada do crescimento. O PL solidifica as bases para o aumento da produção e do número de vendedores e é isso o que vai fazer com que o preço do gás caia”, destaca.

O Ministério da Economia estima que o marco regulatório deve trazer investimentos da ordem de R$ 60 bilhões por ano para o Brasil. Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a Nova Lei do Gás tem potencial para gerar mais de quatro milhões de empregos em todo o país nos próximos anos.

Copiar o texto
22/09/2020 15:30h

A companhia atuará, ainda, no desenvolvimento, modernização, expansão, eficiência energética e operação

Baixar áudio

A prefeitura de Belém (PA) publicou um edital de leilão internacional da Parceria Público-Privada (PPP) de Iluminação Pública para selecionar uma empresa ou consórcio que será responsável pela manutenção do parque, por um período de 13 anos.

A companhia atuará, ainda, no desenvolvimento, modernização, expansão, eficiência energética e operação do local. O projeto foi selecionado pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), por meio do Fundo de Apoio à Estruturação e ao Desenvolvimento de Projetos de Concessão e PPP (FEP). 

Guia destinado ao setor público orienta sobre projetos de Parcerias Público-Privadas

Empresas apresentam propostas de investimentos em novos projetos de iluminação pública em Aracaju (SE) e Franco da Rocha (SP). Saiba Mais

A iniciativa conta com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A estruturação da PPP é realizada pela Caixa, com parceria técnica e cofinanciamento do Banco Mundial.

A capital é o quinto município apoiado pelo FEP a publicar edital de leilão de Iluminação Pública. A PPP abrange a modernização de mais de 90 mil pontos de iluminação, representando um valor de investimento estimado em R$ 161 milhões e recursos para operação de cerca de R$ 107 milhões.


 

Copiar o texto
21/09/2020 13:00h

Com decisão, cidades passam para o penúltimo estágio de flexibilização de atividades

Baixar áudio

O governo do Pará flexibilizou as medidas de isolamento social em 32 municípios do estado que integram a região metropolitana de Belém, do Marajó Oriental e do Baixo Tocantins. Com a decisão, essas cidades passam para o penúltimo estágio da flexibilização das atividades, a chamada bandeira verde, que é definida pelo risco baixo de contágio do novo coronavírus.

Com isso, instituições religiosas desses municípios podem funcionar com uma taxa de ocupação de até 50%. Porém, cabe a cada prefeitura  definir a retomada das atividades econômicas.

Atenção Primária à Saúde vai ser reforçada por todo o país pelos próximos três anos

Até o último domingo (20), o Pará possuía 220.775 casos e 6.460 óbitos da Covid-19, segundo a Secretaria estadual de Saúde (Sespa). Ao todo, 205.271 pacientes se recuperaram da doença no estado. 
 

Copiar o texto

Use dados tenha mais votos nas eleições 2020