Voltar
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em leve alta de 0,08% frente ao real, cotado a R$5,37, acumulando alta de 0,13% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,06%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da prévia do PIB (IBC-Br) de novembro maior do que o esperado e pelas expectativas quanto à sucessão de comando do Federal Reserve (Fed).
O Banco Central divulgou, nesta sexta-feira (16), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de novembro — tido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado mostrou alta de 0,70% no mês, acima das expectativas do mercado. Segundo pesquisa da Reuters, era esperado um avanço de 0,30% do índice em novembro.
Em solo estadunidense, as atenções se voltaram para as possibilidades de sucessão do atual presidente do Fed, Jerome Powell, que deixa o cargo em maio. Um dos principais nomes para assumir a presidência do Banco Central do país é o conselheiro econômico Kevin Hasset, que foi elogiado por Trump nesta sexta, durante um discurso na Casa Branca. O presidente disse que Hasset é “muito bom” e questionou a possibilidade de mudá-lo de cargo, dizendo que perder o conselheiro “seria uma preocupação muito séria”.
Segundo a plataforma Polymarket, o conselheiro aparece como tendo cerca de 17% de chance na corrida sucessória, atrás do ex-membro do Conselho de Administração do Fed, Kevin Warsh, alvo de 61% das apostas.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em estabilidade, cotado a R$6,24.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1861 | 0,1604 | 0,1391 | 29,4193 | 0,1494 | 0,2590 | 0,2784 |
| USD | 5,3730 | 1 | 0,8621 | 0,7472 | 158,07 | 0,8030 | 1,3915 | 1,4962 |
| EUR | 6,2344 | 1,1600 | 1 | 0,8668 | 183,36 | 0,9315 | 1,6142 | 1,7355 |
| GBP | 7,1892 | 1,3384 | 1,1536 | 1 | 211,54 | 1,0746 | 1,8623 | 2,0023 |
| JPY | 0,0340 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,5080 | 0,0088 | 0,0095 |
| CHF | 6,6912 | 1,2454 | 1,0736 | 0,9306 | 196,85 | 1 | 1,7330 | 1,8632 |
| CAD | 3,8610 | 0,7186 | 0,6195 | 0,5370 | 113,59 | 0,5771 | 1 | 1,0751 |
| AUD | 3,5923 | 0,6685 | 0,5762 | 0,4995 | 105,65 | 0,5367 | 0,9301 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o texto
Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o trecho da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 que garantia previsibilidade orçamentária a políticas públicas estruturantes para o setor agropecuário. Com isso, a blindagem contra cortes, bloqueios e condicionamentos nas despesas de subvenção do seguro rural foi removida.
Representantes do setor produtivo, seguradoras e parlamentares intensificaram a articulação junto ao Congresso Nacional para tentar derrubar o veto. A avaliação é de que a retirada da proteção orçamentária aumenta a incerteza sobre o financiamento dessas políticas, especialmente em um contexto de maior exposição do produtor rural a riscos climáticos e econômicos e de baixa cobertura do seguro rural no país.
No ano passado, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) teve R$1,06 bilhão aprovado na Lei Orçamentária Anual, apesar do pleito de R$4,0 bilhões feito pelo setor. Efetivamente, o montante realizado caiu para R$615 milhões, ampliando o risco financeiro enfrentado pelos produtores.
Os vetos devem ser analisados em sessão conjunta do Congresso Nacional, em data ainda a ser marcada. Para a derrubada, é necessário maioria simples de votos, tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado Federal. Ou seja, 257 deputados e 41 senadores favoráveis à reversão da decisão do Executivo.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3589 acontece nesta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
01 - 02 - 03 - 04 - 08 - 10 - 11 - 12 - 15 - 18 - 19 - 21 - 22 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o texto
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os três estados da Região Sul neste sábado (17). A previsão indica chuva forte, acompanhada de trovoadas e rajadas de vento em diversas áreas.
No Rio Grande do Sul, as chuvas mais intensas devem se concentrar na região nordeste do estado, especialmente nos municípios de Lagoa Vermelha, Campestre da Serra e Antônio Prado, com risco de pancadas fortes ao longo do dia.
Em Santa Catarina, o tempo permanece instável em todo o estado. A maior intensidade das chuvas é esperada na região litorânea, atingindo municípios como Laguna e Jaguaruna, onde podem ocorrer pancadas acompanhadas de trovoadas.
No Paraná, a instabilidade será sentida em todas as regiões do estado. A previsão é de muitas nuvens, com chance de chuva e trovoadas ao longo do dia, tanto no interior quanto no litoral.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul neste sábado (17). O aviso indica risco de pancadas de chuva fortes, acompanhadas de rajadas de vento e trovoadas.
Em Mato Grosso, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do sudeste mato-grossense, como Paranatinga e Primavera do Leste. Já no norte e noroeste do estado, cidades como Nova Bandeirantes e Aripuanã também podem registrar chuva forte ao longo do dia.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva em grande parte do estado. Os maiores acumulados são esperados em municípios do norte sul-mato-grossense, como Pedro Gomes e Sonora.
Em Goiás, o tempo varia entre as regiões. No norte goiano, municípios como Formoso e Bonópolis devem registrar poucas nuvens e tempo mais aberto. Já no sudoeste do estado, cidades como Jataí e Rio Verde têm previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
No Distrito Federal, o sábado será de tempo claro e estável, sem previsão de chuva ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 36°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para os quatro estados da Região Sudeste neste sábado (17).
Em São Paulo, a previsão é de chuva intensa em grande parte do estado. Os maiores volumes devem atingir municípios do sul paulista, como Capão Bonito, Buri e Itapeva, com possibilidade de pancadas fortes acompanhadas de trovoadas.
Em Minas Gerais, o tempo apresenta variação entre as regiões. No Norte de Minas, municípios como Rio Pardo de Minas, Monte Azul e Porteirinha devem registrar tempo mais estável, com poucas nuvens ao longo do dia. Já no Sul de Minas, cidades como Santa Rita de Caldas e Pouso Alegre podem ter muitas nuvens, além de pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Espírito Santo e no Rio de Janeiro, a expectativa é de muitas nuvens com chuva isolada ao longo do dia, especialmente em áreas do litoral e do interior, devido à atuação de áreas de instabilidade.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 36°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para os estados da Região Norte neste sábado (17), com exceção de Roraima.
No Acre, em Rondônia e no Amazonas, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia, devido à atuação de áreas de instabilidade que se espalham pela região.
No Pará, as precipitações mais intensas devem se concentrar em municípios do sudeste e sudoeste paraense, como Novo Repartimento, Brasil Novo e Anapu, com possibilidade de chuva forte em alguns períodos.
No Amapá, há previsão de pancadas de chuva em áreas do centro e sul do estado, atingindo municípios como Tartarugalzinho, Ferreira Gomes e Calçoene.
Em Roraima, que não está incluído no alerta de tempestade, o tempo segue com variação de nebulosidade e chuva isolada, especialmente na capital Boa Vista.
Já no Tocantins, a instabilidade mais intensa se concentra no norte do estado, com destaque para os municípios de Goiatins, Palmeirante e Itaporã do Tocantins, onde podem ocorrer pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de baixa umidade para todos os estados da Região Nordeste neste sábado (17), com exceção do Maranhão, que permanece sob alerta de chuvas intensas.
No Maranhão, a instabilidade mais forte se concentra em áreas do centro e oeste do estado. Municípios como Santa Luzia, Marajá do Sena e João Lisboa devem registrar muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia.
No Piauí, as precipitações atingem principalmente o sul do estado, com destaque para os municípios de Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro e Santa Filomena, onde pode chover em forma de pancadas isoladas.
No Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, apesar do alerta de baixa umidade em áreas do interior, há previsão de chuva no litoral, influenciada pela umidade vinda do oceano.
Em Alagoas, o tempo varia conforme a região. No sertão alagoano, municípios como Dois Riachos, Santana do Ipanema e Maravilha devem registrar tempo estável, com poucas nuvens. Já na Zona da Mata, cidades como União dos Palmares e Capela podem ter muitas nuvens e chuva isolada.
Em Sergipe, a instabilidade atinge áreas do centro-sul do estado, com previsão de nuvens e pancadas de chuva isoladas em municípios como Lagarto, Tobias Barreto e Riachão do Dantas.
Na Bahia, o tempo permanece claro e estável em grande parte do estado. A exceção é a região litorânea, onde há previsão de aumento de nebulosidade e ocorrência de chuvas isoladas ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEntidade aponta perda de créditos tributários e aumento dos impostos para setor de serviços
Baixar áudioEmpresas optantes do Simples Nacional podem perder competitividade com a Reforma Tributária, avalia o vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman. Em entrevista ao Brasil 61, ele explica que, atualmente, quando uma pequena empresa do Simples vende um produto ou serviço para uma grande companhia, essa compradora consegue abater integralmente do imposto devido o valor de PIS e Cofins pago na operação — os chamados créditos tributários.
Com as novas regras da Reforma Tributária, esse mecanismo muda. A empresa compradora passará a aproveitar apenas parte desse crédito, que será proporcional ao porte da empresa do Simples e à faixa em que ela estiver enquadrada.
Como o Simples Nacional é um regime diferenciado e com carga tributária menor, o crédito gerado por essas empresas tende a ser inferior ao das companhias enquadradas no regime geral. Na prática, isso pode fazer com que grandes empresas prefiram adquirir produtos e serviços de fornecedores fora do Simples, reduzindo a competitividade das pequenas.
“Se tivermos duas empresas vendendo um produto pelo mesmo valor, a optante pelo Simples Nacional terá uma perda de competitividade, porque dará um crédito menor ao seu cliente”, explica Trautman.
Segundo ele, a solução prevista na própria reforma é permitir que a empresa saia do Simples apenas em relação aos tributos sobre consumo — IBS e CBS — e passe a recolhê-los pelo regime geral, como fazem as empresas maiores.
“O Simples não se torna o melhor regime a priori. Depende da posição que a empresa está. Se ela está vendendo para consumidor final, pessoas físicas, não há necessidade dessa tributação separada. No entanto, se ela estiver no meio da cadeia produtiva, será importante ela gerar crédito para os seus clientes”, recomenda.
Outro ponto de atenção para as empresas do Simples é a tributação de lucros e dividendos. Desde 1º de janeiro de 2026, os valores distribuídos voltaram a ser tributados pelo Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Para pessoas físicas residentes no Brasil, a alíquota é de 10% sobre os valores que ultrapassarem R$ 50 mil por mês — ou R$ 600 mil por ano — por empresa. Para beneficiários no exterior, a alíquota de 10% incide independentemente do valor.
“Se o optante pelo Simples Nacional superar, na distribuição de lucros e dividendos, os R$ 600 mil, ele passa a ser tributado, o que lhe traz mais um ônus. Isso tende a fazer com que muitas empresas migrem do Simples Nacional para o regime do lucro presumido, ou mesmo o lucro real, aumentando a carga tributária”, ressalta Trautman.
O vice-presidente jurídico da CACB também demonstra preocupação com os efeitos da Reforma Tributária sobre o setor de serviços, que deve enfrentar um aumento significativo da carga tributária. Atualmente, uma empresa prestadora de serviços recolhe ISS com alíquota máxima de 5% e, mesmo quando enquadrada no regime geral, paga PIS e Cofins à alíquota de 9,25%, totalizando cerca de 14,25%.
Com a entrada em vigor da nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), no entanto, a tributação projetada pode alcançar aproximadamente 26,28%, quase o dobro do patamar atual, o que acende um alerta para o setor.
“Nós teremos, ao longo dos próximos anos, um incremento de preços no setor de serviços, por conta justamente dessa tributação”, alerta.
VEJA MAIS:
Copiar o texto
Baixar áudioA Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) teve atuação de destaque ao longo de toda a tramitação da Reforma Tributária, embora reconheça que o modelo aprovado ainda não representa o cenário ideal para o setor produtivo brasileiro.
Na última terça-feira (13) foi sancionada a Lei Complementar (nº 227/2026), que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O órgão será responsável por gerir e coordenar o novo tributo instituído pela Reforma Tributária, que substituirá o principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e o principal imposto municipal, o Imposto Sobre Serviços (ISS).
Segundo o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman, a entidade acompanhou de forma ativa todas as etapas da reforma no Congresso Nacional, desde a promulgação da Emenda Constitucional 132/2023, passando pela Lei Complementar nº 214/2024, até a recente Lei Complementar nº 227/2026.
“Ainda que não seja a reforma tributária ideal, a CACB tem papel fundamental em debates sobre alterações legislativas que impactem o setor produtivo, na medida em que representa não um, mas todos os setores de nossa economia”, avalia.
Entre as principais conquistas na Lei Complementar nº 227/2026, a CACB atuou para que as contribuições associativas não fossem submetidas à incidência dos novos tributos, beneficiando o sistema associativo de todo o país. Já na Lei Complementar nº 214/2024, a atuação da entidade foi decisiva para a inclusão do artigo 48, que afasta o requisito da extinção do débito para fins de apropriação de crédito do IBS e da CBS.
Além disso, a CACB contribuiu com uma alteração na Emenda Constitucional 132/23, que levou a possibilidade do crédito para clientes de empresas optantes pelo Simples Nacional.
“Mais um legado da nossa CACB, que seguirá atenta ao tema e à regulamentação da Reforma Tributária e à sua implementação para o incremento do desenvolvimento econômico e social do nosso país”, ressalta.
O vice-presidente jurídico também destacou outras pautas defendidas pela entidade durante a reforma, como a redução da carga tributária sobre alimentos, a criação da cesta básica nacional, o estabelecimento de um limite para a carga tributária global no novo sistema e a vedação da incidência do Imposto Seletivo sobre energia elétrica e telecomunicações.
VEJA MAIS:
Copiar o texto