13/07/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3734 ocorre na noite desta segunda-feira (13), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotofácil concurso 3734 acontece nesta segunda-feira, 13 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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13/07/2026 18:40h

Tempo firme predomina na região, com possibilidade de geada em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná

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A atuação de uma massa de ar frio mantém o tempo firme em toda a Região Sul nesta terça-feira (14). O predomínio é de poucas nuvens, sem previsão de chuva, e as condições atmosféricas favorecem a ocorrência de geada em áreas do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 10°C e máxima de 17°C, com poucas nuvens. Nas demais regiões do estado, o tempo permanece estável, com possibilidade de geada em áreas do Norte, da Serra Gaúcha e dos Campos de Cima da Serra.

Em Santa Catarina, Florianópolis registra mínima de 12°C e máxima de 18°C, com poucas nuvens. No interior do estado, especialmente entre o Planalto Sul, o Planalto Norte e parte do Meio-Oeste, há condições favoráveis para a formação de geada.

No Paraná, Curitiba terá mínima de 5°C e máxima de 15°C, também com poucas nuvens. A possibilidade de geada se concentra em áreas do Centro-Sul, dos Campos Gerais, do Sudeste e do Sul do estado, enquanto as demais regiões seguem com tempo firme e poucas nuvens ao longo do dia.

O QUE É GEADA?

Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/07/2026 18:30h

Massa de ar seco mantém predomínio de poucas nuvens na maior parte da região

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A Região Centro-Oeste terá uma terça-feira (14) marcada pelo predomínio de tempo firme. A circulação de ar seco mantém poucas nuvens sobre grande parte da região, enquanto Mato Grosso apresenta maior cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 13°C e máxima de 27°C, com previsão de poucas nuvens ao longo do dia.

Em Goiás, Goiânia registra mínima de 17°C e máxima de 31°C, também com poucas nuvens. A mesma condição predomina nas regiões Norte Goiano, Noroeste, Oeste, Leste, Sul e Centro Goiano.

Em Mato Grosso, Cuiabá terá mínima de 20°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens. A maior nebulosidade também se estende por áreas das regiões Norte, Nordeste, Centro-Sul e parte do Sudeste, enquanto o Sudoeste Mato-grossense apresenta períodos de menor cobertura de nuvens.

Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 10°C e máxima de 29°C, com poucas nuvens. O tempo permanece estável nas regiões Pantanais, Centro-Norte, Leste e Sudoeste de Mato Grosso do Sul, favorecendo o predomínio de céu com pouca nebulosidade.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/07/2026 18:20h

Possibilidade de geada em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, enquanto o Espírito Santo deve registrar maior nebulosidade e possibilidade de chuva isolada em parte do estado

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A previsão do tempo para esta terça-feira (14) indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Sudeste. A atuação de uma massa de ar mais seco mantém o céu com poucas nuvens em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de favorecer a possibilidade de geada em áreas isoladas do sul mineiro, do leste paulista e da Região Serrana fluminense. No Espírito Santo, há condição para chuva em parte do estado, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Em São Paulo, a previsão é de poucas nuvens em praticamente todo o estado. O tempo permanece estável tanto na Região Metropolitana quanto no interior, incluindo as regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba. Há possibilidade de geada em áreas do leste paulista. Na capital, os termômetros variam entre 9°C e 17°C.

Em Minas Gerais, a previsão aponta poucas nuvens na maior parte do estado. No Sul e Sudoeste de Minas, há possibilidade de geada. Em Belo Horizonte, os termômetros devem marcar mínima de 12°C e máxima de 24°C.

No Rio de Janeiro, o dia também será de poucas nuvens, com tempo firme predominando na capital e nas regiões Metropolitana, Serrana, dos Lagos, Norte Fluminense, Noroeste Fluminense, Centro-Sul e Costa Verde. Há possibilidade de geada em pontos isolados da Região Serrana, especialmente nas áreas mais elevadas. Na cidade do Rio de Janeiro, a temperatura mínima será de 14°C, com máxima de 24°C.

No Espírito Santo, a capital Vitória terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 17°C e 24°C. A condição também deve ocorrer em áreas do litoral, do nordeste e do noroeste capixaba, enquanto o sul do estado apresenta variação de nebulosidade.

O QUE É GEADA?

Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/07/2026 18:10h

Áreas de instabilidade mantém condições para chuva em parte da Amazônia, enquanto Tocantins, Acre e Rondônia seguem com tempo mais firme e predomínio de muitas nuvens

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A Região Norte terá uma terça-feira (14) marcada pelo predomínio de muitas nuvens, com chuva concentrada principalmente sobre a faixa mais ao norte da região. As temperaturas seguem elevadas na maior parte dos estados, com máximas que chegam aos 36°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Tocantins, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia em Palmas, onde os termômetros variam entre 23°C e 36°C. Nas demais áreas do estado, especialmente nas regiões Ocidental, Oriental e Central do Tocantins, o tempo permanece estável, sem indicativo de chuva significativa.

No Pará, Belém terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e temperaturas entre 24°C e 33°C. A condição também se estende ao Nordeste Paraense, à Região Metropolitana de Belém, ao Marajó e a áreas do Baixo Amazonas, enquanto o Sudeste, o Sudoeste Paraense e parte do Centro do estado devem registrar apenas muitas nuvens.

No Amapá, Macapá terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. A previsão é semelhante para grande parte do estado, incluindo o Sul e o Norte do Amapá, onde há condições para precipitações rápidas ao longo do dia.

Em Roraima, o tempo permanece mais instável. Boa Vista terá muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 24°C e 31°C. O mesmo cenário deve ocorrer no Norte de Roraima, enquanto áreas do Sul do estado podem registrar pancadas de chuva isoladas.

No Amazonas, Manaus terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. A previsão também indica chuva isolada em parte do Centro Amazonense, enquanto o Norte, o Sudoeste e o Sul Amazonense apresentam condições para pancadas de chuva com trovoadas isoladas em alguns pontos.

Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 23°C e 33°C. Nas regiões Leste e Madeira-Guaporé, o céu permanece com bastante nebulosidade, mas sem previsão de chuva significativa.

No Acre, Rio Branco registra muitas nuvens, com mínima de 22°C e máxima de 29°C. A mesma condição predomina no Vale do Acre e no Vale do Juruá, onde o tempo segue estável ao longo desta terça-feira.

 

O QUE É PRECIPITAÇÃO?

A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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13/07/2026 18:00h

Litoral segue com possibilidade de chuva isolada, enquanto o interior da região terá maior cobertura de nuvens e temperaturas elevadas

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A Região Nordeste terá uma terça-feira (14) com predomínio de nebulosidade. A possibilidade de chuva isolada se concentra em áreas da faixa litorânea, enquanto o interior da região permanece com tempo estável e temperaturas elevadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 28°C. A mesma condição é prevista para o litoral baiano. Já no centro, oeste, Vale do São Francisco e Chapada Diamantina, o céu permanece com maior cobertura de nuvens.

Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 20°C e máxima de 29°C. A previsão também se estende ao leste sergipano. No agreste e no sertão, o dia será de céu encoberto, sem expectativa de chuva significativa.

Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, e temperaturas entre 22°C e 30°C. A instabilidade também alcança a Zona da Mata. No agreste e no sertão alagoano, predomina a nebulosidade ao longo do dia.

Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 29°C. A mesma condição é esperada para a Zona da Mata. Já no agreste e no sertão pernambucanos, o tempo segue com maior cobertura de nuvens.

Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 29°C. A previsão também vale para o litoral paraibano. No agreste, Borborema e no sertão, o céu permanece com bastante nebulosidade.

No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 28°C. A condição também ocorre no litoral potiguar. No agreste, na região Central e no Oeste Potiguar, o tempo permanece com predomínio de nuvens.

No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 26°C e 29°C. A instabilidade também alcança o litoral cearense. Já no sertão, Inhamuns, Jaguaribe e no Cariri, a previsão é de maior cobertura de nuvens.

No Piauí, Teresina terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 34°C. Nas regiões Centro-Norte, Norte, Sudeste e Sudoeste do estado, o tempo permanece estável, com predomínio de nebulosidade.

No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C. A previsão também se estende ao norte maranhense. No centro, leste, oeste e sul do estado, o dia será de maior cobertura de nuvens.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/07/2026 04:55h

Estudo da ApexBrasil aponta setores estratégicos para negócios entre Brasil e o país africano, impulsionados pela proximidade linguística, facilidades comerciais e projetos de investimento previstos até 2030

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Moçambique reúne 144 oportunidades comerciais para empresas brasileiras interessadas em ampliar sua atuação no mercado africano. Levantamento da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) aponta que a proximidade cultural e linguística entre os dois países, aliada a avanços na facilitação do comércio, cria um ambiente favorável para a expansão das relações econômicas bilaterais.

Apesar de o comércio entre Brasil e Moçambique ainda representar uma parcela reduzida das relações internacionais brasileiras, os dados indicam crescimento das exportações nacionais para o país africano. Em 2025, as vendas brasileiras para Moçambique alcançaram cerca de US$ 42,6 milhões, com destaque para produtos ligados ao agronegócio, indústria e bens de maior valor agregado.

Atualmente, a pauta exportadora brasileira para Moçambique é liderada pelas carnes de aves, que representam 51,3% do total comercializado. Ao mesmo tempo, produtos industriais como máquinas e equipamentos, medicamentos, caldeiras, produtos de perfumaria e outros bens manufaturados vêm ampliando participação, indicando potencial de diversificação das exportações brasileiras.

De acordo com o estudo da ApexBrasil, as oportunidades identificadas estão concentradas principalmente nos setores de máquinas e equipamentos, produtos alimentícios, insumos industriais e bens de consumo. O levantamento também aponta áreas estratégicas para investimentos, como energia, agricultura, recursos minerais, turismo e infraestrutura.

 

Economia Bilateral

A relação comercial entre os dois países também ganhou novas possibilidades com a abertura do mercado moçambicano para produtos do setor agropecuário brasileiro, incluindo material genético avícola. A medida amplia oportunidades para cadeias produtivas relacionadas ao agronegócio e fortalece a cooperação econômica bilateral.

“Essa reaproximação entre Brasil e a África já acontece na prática. A gente importa fertilizantes essenciais de lá e exporta bastante tecnologia e inovação. Sabia que a nossa genética bovina é um sucesso no mercado africano? O setor de animais vivos teve um salto de 353% de crescimento recente. Até 2050 é esperado que o continente chegue a 2,5 bilhões de habitantes e o mapa dessa nova Pangeia moderna já está desenhado. São mais de 5 mil oportunidades mapeadas de exportação. 

Temos espaço de sobra para nossos grãos, proteínas, frutas, castanhas, ração em tecnologia de produção”, frisou o especialista de agronegócio da ApexBrasil, Alberto Carlos Bicca.

No campo dos investimentos, o país tem atraído capital internacional principalmente em áreas relacionadas a recursos naturais e projetos energéticos. Em 2024, o estoque acumulado de investimento estrangeiro direto em Moçambique chegou a US$ 60,8 bilhões. A participação brasileira soma aproximadamente US$ 62,6 milhões, com presença em setores como energia, infraestrutura, agricultura e mineração.

 

Missão Empresarial

Empresas brasileiras interessadas em ampliar sua atuação no mercado africano podem se inscrever para integrar a delegação da ApexBrasil na Missão Empresarial Moçambique/FACIM 2026, que será realizada entre 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo, durante a Feira Internacional de Maputo (FACIM), principal evento multissetorial do país.

As inscrições seguem abertas até 13 de julho, e a missão será realizada entre 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo, durante a Feira Internacional de Maputo (FACIM), principal evento multissetorial do país.

Nesta edição, o Brasil será o país homenageado da feira, o que amplia a visibilidade das empresas brasileiras e fortalece as oportunidades de negócios na África Austral. Serão selecionadas até 20 empresas de diferentes níveis de maturidade exportadora, com atuação em setores como agronegócio, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, materiais de construção, eletroeletrônicos, equipamentos médicos, softwares, franquias, higiene e cosméticos, entre outros segmentos industriais e de serviços.

As empresas interessadas devem acessar o site da ApexBrasil para consultar o regulamento e realizar a inscrição na Missão Empresarial Moçambique/FACIM 2026 – Inscrições.

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13/07/2026 04:55h

Guia orienta empresas a adaptar operações aos eventos climáticos extremos e às novas regras da economia de baixo carbono

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O aumento de cada 0,1°C na temperatura média global pode provocar prejuízos de até R$ 5,6 bilhões para a economia brasileira em razão dos desastres naturais. A estimativa consta no Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quinta-feira (9), durante o evento Indústria Resiliente: Estratégias de Adaptação à Mudança do Clima

A publicação analisa os impactos da crise climática sobre as cadeias produtivas e apresenta estratégias para reduzir os riscos físicos e os desafios da transição para uma economia de baixo carbono, considerados fatores que podem comprometer a competitividade da indústria

Dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), reunidos pela CNI, mostram que o Brasil registrou mais de 16 mil eventos extremos entre 2020 e 2023 — uma média de 4 mil ocorrências por ano. As secas responderam por metade dos registros (50%), enquanto inundações, enxurradas e enchentes representaram 27%, e tempestades, 19%.

O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mario Augusto Cardoso, afirma que a crescente frequência dos eventos climáticos extremos exige que as empresas incorporem a adaptação às mudanças do clima às suas estratégias de negócio. Segundo ele, a gestão dos riscos climáticos deve fazer parte do planejamento corporativo para reduzir impactos sobre a produção e a competitividade

“Como a empresa vai lidar, por exemplo, com o corte na cadeia de suprimentos? Como ela vai lidar com o corte no fornecimento de água causado por um evento extremo? E quando há pouca água, há muitas vezes problema de fornecimento de energia. Como a empresa lida com isso? É preciso analisar cada uma das possibilidades de eventos, pensar se a empresa está preparada e ver qual seria o impacto para a atividade”, avalia. 

Adaptação dos setores mais expostos

Considerando a exposição geográfica e a dependência de recursos naturais, o guia dedica recomendações específicas aos setores de óleo e gás, alimentos e têxtil.

Óleo e gás

O setor concentra ativos de alto valor em áreas costeiras e marítimas, como plataformas offshore, refinarias, dutos e terminais portuários. Segundo o estudo, tempestades, ressacas e a elevação do nível do mar podem comprometer estruturas, interromper operações e aumentar os custos de manutenção, seguros e adaptação

Entre as principais recomendações estão: 

  • reforço da infraestrutura;
  • revisão dos critérios de engenharia para eventos climáticos extremos; 
  • reúso e dessalinização de água nas operações marítimas e de refino;
  • diversificação dos investimentos em fontes renováveis, como a energia eólica offshore.

Alimentos

A indústria de alimentos está entre as mais vulneráveis às mudanças climáticas por depender diretamente do regime de chuvas, da disponibilidade hídrica, da temperatura e da estabilidade da produção agropecuária. Secas prolongadas, enchentes, ondas de calor e geadas fora de época podem reduzir as safras, elevar o custo de insumos, comprometer o transporte de perecíveis e afetar tanto o abastecimento interno quanto as exportações

O guia recomenda ampliar práticas de:

  • agricultura regenerativa;
  • conservação do solo e da água; 
  • adoção de tecnologias capazes de aumentar a previsibilidade da produção e apoiar decisões sobre plantio, irrigação, colheita e logística. 

A publicação também defende a modernização da infraestrutura de armazenagem e distribuição, como silos, armazéns e centros logísticos mais preparados para enfrentar variações de temperatura e interrupções no transporte

Na pecuária, medidas como sombreamento, manejo do estresse térmico e garantia de acesso à água limpa contribuem para preservar a produtividade em um cenário climático mais instável. 

Têxtil

Na indústria têxtil e de confecção, os riscos climáticos afetam diferentes etapas da cadeia produtiva. A produção de fibras naturais, como o algodão, depende de condições climáticas favoráveis e da disponibilidade de água, enquanto os processos de beneficiamento, tingimento, lavagem e acabamento exigem elevado consumo de recursos hídricos e energia

Entre as recomendações estão: 

  • adoção de sistemas de reúso de água e tratamento de efluentes; 
  • modernização de equipamentos para aumentar a eficiência energética; 
  • ampliação do uso de fontes renováveis, como energia solar e biomassa; 
  • digitalização dos processos para monitorar, em tempo real, o consumo de recursos e antecipar riscos operacionais. 

O documento também destaca a economia circular como estratégia para aumentar a competitividade do setor. A reutilização de resíduos têxteis, a reciclagem de peças pós-consumo, a rastreabilidade das fibras e a certificação ambiental de fornecedores reduzem a dependência de matérias-primas e atendem às exigências de consumidores e mercados internacionais.

Mario Augusto Cardoso explica que a indústria precisa atuar em duas frentes complementares para enfrentar os impactos das mudanças climáticas: reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fortalecer a adaptação aos eventos extremos. 

“Os eventos climáticos vão continuar acontecendo. O que queremos é reduzir sua frequência e intensidade. Por isso, temos que estar preparados para garantir a manutenção da atividade produtiva, dos empregos, da arrecadação e das vidas que estão em risco diante desses eventos climáticos”, ressalta. 

Desafios da transição regulatória

Além dos impactos físicos da mudança do clima, o guia alerta para os riscos da transição regulatória e comercial. Um dos principais marcos desse processo é a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela  Lei nº 15.042/24

A norma estabelece diretrizes para a entrada de instalações produtivas no mercado regulado de carbono. Na prática, empresas que ultrapassarem os limites de emissões a serem definidos pelo governo terão de adquirir créditos de compensação, enquanto aquelas que emitirem menos do que o permitido poderão comercializar créditos excedentes.

Diante desse cenário, a CNI recomenda que as empresas antecipem a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa e incorporem estratégias de mitigação e adaptação ao planejamento dos negócios

Competitividade dependerá da adaptação

O estudo também destaca que consumidores, investidores e cadeias globais de suprimentos exigem cada vez mais transparência ambiental ao longo do ciclo de vida dos produtos

Empresas incapazes de demonstrar práticas sustentáveis poderão perder mercado, enfrentar restrições ao acesso a financiamentos e encontrar barreiras comerciais em economias com legislação ambiental mais rigorosa, como a União Europeia. 

A publicação também identifica oportunidades competitivas para o país, como o powershoring — estratégia de atração de investimentos industriais baseada na ampla oferta de energia limpa no Brasil — e incentiva o uso de instrumentos financeiros verdes, como títulos vinculados a metas de sustentabilidade, para apoiar a modernização tecnológica do parque industrial nacional. 

A íntegra do Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima está disponível no portal da CNI.

Encontro reúne governo e indústria para discutir adaptação climática

Na última quinta-feira (9), a CNI promoveu o evento Indústria Resiliente: Estratégias de Adaptação à Mudança do Clima. O encontro reuniu representantes do governo, da indústria, de associações setoriais, empresas e instituições parceiras para debater como incorporar a adaptação climática às estratégias de negócios. A iniciativa contou com o apoio do Ministério do Meio Ambiente da Alemanha e da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).

Ao longo dos debates, especialistas destacaram que o custo da inação tende a superar os investimentos necessários para adaptação e mitigação dos impactos climáticos. Segundo o coordenador-geral de Ciência do Clima do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Márcio Rojas, a falta de medidas para enfrentar os efeitos das mudanças no clima pode provocar, até 2050, perdas de R$ 17,1 trilhões no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e a eliminação de cerca de 4,4 milhões de empregos

Os participantes também ressaltaram que a cooperação entre o setor produtivo e o poder público é essencial para ampliar a capacidade de resposta do país aos eventos climáticos extremos. Entre os instrumentos apresentados está o Plano Clima Adaptação, estratégia nacional que estabelece diretrizes e ações para preparar setores econômicos, cidades e territórios para enfrentar secas, enchentes, ondas de calor e episódios de escassez hídrica

VEJA MAIS:

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13/07/2026 04:35h

Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033

A menos de uma década do prazo estabelecido pelo marco legal do saneamento, a universalização dos serviços de água e esgoto ainda está distante para a maior parte dos municípios brasileiros. Levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) mostra que apenas 94 das 2.558 cidades avaliadas apresentam indicadores compatíveis com esse objetivo.

O estudo analisou cinco aspectos relacionados ao saneamento e à gestão de resíduos: cobertura de abastecimento de água, atendimento por rede coletora de esgoto, volume de esgoto tratado em relação à água consumida, coleta de lixo domiciliar e destinação final adequada dos resíduos sólidos urbanos.

Com base nesses critérios, somente 3,67% dos municípios pesquisados alcançaram a classificação mais elevada do ranking, denominada "rumo à universalização".

Capitais e cidades mais bem colocadas

Entre as capitais, Curitiba lidera o levantamento e é a única a atingir pontuação suficiente para integrar a categoria máxima. No grupo dos municípios de grande porte, os melhores desempenhos foram registrados em Leme (SP), Balneário Camboriú (SC) e Santa Bárbara d'Oeste (SP).

O cenário é diferente em parte da região Norte. Belém (PA), Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO) aparecem entre as capitais com pior desempenho no ranking, evidenciando que os avanços desde a aprovação do marco legal ainda foram limitados.

VEJA MAIS:

A Lei nº 14.026, sancionada em junho de 2020, estabeleceu metas de atendimento de 99% da população com abastecimento de água e de 90% com coleta e tratamento de esgoto até 2033.

Para o presidente nacional da Abes, Marcel Sanches, o cumprimento dessas metas exige uma visão mais ampla dos desafios do setor. "A universalização não será alcançada se o país olhar apenas para uma parte do problema", afirma.
 

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13/07/2026 04:30h

Alíquota teste de 1% será informada nos documentos, mas sem aumento da carga tributária para as empresas

A partir de 3 de agosto de 2026, empresas enquadradas no regime regular não terão mais permissão para emitir documentos fiscais eletrônicos sem o preenchimento dos campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Todas as notas fiscais deverão conter as novas informações, incluindo a alíquota de teste de 1% — sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS

As novas regras da reforma tributária sobre o consumo ainda não estão sendo aplicadas devido à flexibilização concedida pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) por meio do Ato Conjunto nº 01/2025

A norma adia o início da aplicação de penalidades para empresas e profissionais autônomos que deixarem de destacar IBS e CBS nos documentos fiscais até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos do IBS e da CBS. A medida busca permitir que contribuintes e administrações tributárias testem e validem os novos procedimentos de apuração, reduzindo riscos operacionais e inconsistências no sistema.

Apesar da dispensa temporária de multas, a obrigatoriedade de preenchimento dos campos passa a ter caráter operacional. A partir de agosto, documentos fiscais emitidos sem as informações de IBS e CBS serão automaticamente rejeitados pelos sistemas, impedindo a emissão da nota. 

Alíquota teste

A reforma tributária sobre o consumo prevê a substituição gradual de cinco tributos — IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS — pelo modelo de IVA dual, composto pelo IBS, de competência de estados e municípios, e pela CBS, administrada pela União

No entanto, os tributos antigos não serão extintos de imediato e a cobrança da alíquota de teste de 1% não representa aumento da carga tributária. De acordo com a legislação, os valores recolhidos a título de IBS e CBS poderão ser integralmente compensados com os montantes pagos de PIS e Cofins

Na prática, o contribuinte recolhe os novos tributos, mas desconta esse valor das contribuições federais já devidas, mantendo inalterado o desembolso total. 

O objetivo dessa fase é testar, em ambiente real, o funcionamento do novo sistema de arrecadação e repartição de receitas entre União, estados e municípios, sem gerar impacto financeiro relevante para os contribuintes. 

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