VoltarBoi gordo, frango e suíno registram alta e sustentam preços firmes no mercado carnes
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,32% nesta terça-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 359,95.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,31 e o do resfriado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 2,79% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,47.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,09.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | MG - posto | 5,82 | 4,68% | 15,94% |
| 28/09/2026 | PR - a retirar | 5,21 | 3,99% | 16,04% |
| 28/09/2026 | RS - a retirar | 5,18 | 3,39% | 14,10% |
| 28/09/2026 | SC - a retirar | 5,09 | 2,00% | 11,38% |
| 28/09/2026 | SP - posto | 5,68 | 2,71% | 17,60% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioPresidentes de entidades empresariais do Sul do país reforçaram a cobrança à atualização dos limites do Simples Nacional e do Microempreendedor Individual (MEI). A Associação Empresarial de Lages (ACIL), de Santa Catarina, e a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), no Paraná, fazem parte das mais de 1,5 mil federações e associações em todo o país que assinaram o manifesto "Um Brasil que não pode ser esquecido", liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).
Para Antonio Wiggers, presidente da ACIL, o prejuízo de não corrigir os limites de faturamento vai além da arrecadação. "Não existe nenhum benefício social mais importante e mais duradouro do que o emprego. Os pequenos negócios são o motor de qualquer comunidade, sua expansão está diretamente ligada a esse aumento de limites do MEI e do Simples. Todos no Brasil inteiro aguardam por esta decisão há muito tempo", afirmou.
Já José Carlos Barbieri, da ACIM, destaca que os limites estão sem correção desde 2018, período em que preços, salários e custos subiram, fazendo empresas mudarem de faixa e pagarem mais tributos sem terem crescido de fato. "Reconhecemos a preocupação fiscal do governo, mas os pequenos negócios são 24 milhões de empresas, 95% do total, 26,5% do PIB e 80% dos empregos gerados em 2025. Corrigir a tabela não é privilégio, é preservar o critério original do regime", pontuou.
A carta foi formalmente encaminhada aos candidatos à Presidência da República — Augusto Cury, Flávio Bolsonaro, Lula, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado — e a ministérios responsáveis pelo tema, como o da Fazenda e o do Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa, além do Sebrae Nacional e dos órgãos estaduais,
O Simples Nacional é o regime tributário simplificado destinado a microempresas e empresas de pequeno porte, unificando o pagamento de tributos e reduzindo a burocracia para quem empreende. A última atualização das faixas foi aprovada em 2016 pelo Congresso Nacional, mas só passou a valer dois anos depois. Os limites vigentes são de R$ 81 mil para o MEI, R$ 360 mil para a microempresa e R$ 4,8 milhões para a empresa de pequeno porte.
Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 discute hoje o reajuste do teto do MEI para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027 — valores mais baixos do que os defendidos pelas entidades. As entidades patronais pressionam para que a atualização das demais faixas do Simples Nacional seja incluída, e o relatório do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC) deve atender ao pedido.
A CACB defende a atualização imediata dos tetos em cerca de 83%: o do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa iria para R$ 869,4 mil, e o da empresa de pequeno porte subiria para R$ 8,69 milhões, além de uma regra permanente de correção automática pela inflação, prevista em lei.
"No Brasil, tudo muda, tudo corrige, mas a tabela do Simples não. Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação", destacou Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
O impasse tem raiz fiscal: o Ministério da Fazenda estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas caso todas as faixas de enquadramento do Simples sejam contempladas, e a equipe econômica calcula custos de R$ 8,1 bilhões aos cofres públicos até 2029 apenas com o aumento do teto do MEI. Diante da falta de acordo, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar a votação do PLP 108/2021 para depois das eleições.
A tramitação já teve o regime de urgência aprovado pela Câmara, o que permitiria votação direta em plenário, mas os parlamentares optaram por instalar uma comissão especial para aprofundar o debate antes da decisão final. Depois de eventual aprovação na Câmara, o projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal.
Enquanto o Congresso não define o texto final, associações como a ACIL e a ACIM seguem reforçando, junto à CACB, que corrigir o Simples Nacional não é conceder privilégio, mas reparar uma defasagem que penaliza quem gera trabalho e renda — e que o pequeno empreendedor precisa estar no centro da agenda econômica do país, não apenas lembrado em ano eleitoral.
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Baixar áudioFaltando poucos dias para o primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um novo Manual do Eleitor, com orientações práticas para os quase 160 milhões de brasileiros aptos a votar. A publicação reúne recomendações como documentação, uso do e-Título e a ordem de votação na urna eletrônica.
Para ser identificado na seção eleitoral, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. Serão aceitos: carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física ou digital, carteira profissional emitida por conselho de classe e o próprio e-Título, desde que tenha foto. A Justiça Eleitoral aceita documentos mesmo vencidos, desde que a fotografia ainda permita identificar o eleitor.
O aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celular, pode ser usado para consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral e, em determinadas condições, também para identificação no momento de votar. A recomendação do TSE é baixar o aplicativo com antecedência e evitar deixar essa etapa para a última hora.
Nas Eleições 2026, o eleitor vota seis vezes na urna, na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República. Diferentemente de 2022, quando havia apenas uma vaga em disputa para o Senado, neste ano são duas vagas, por isso, o eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes para o cargo, sem repetir o mesmo número.
Cada cargo tem uma quantidade própria de dígitos: quatro números para deputado federal, cinco para deputado estadual ou distrital, três para senador e dois para governador e presidente. Antes de confirmar o voto, a urna mostra a foto, o nome, o cargo e a sigla partidária do candidato. Por isso, o TSE recomenda conferir essas informações na tela antes de apertar a tecla "Confirma". Caso perceba um erro, o eleitor pode usar a tecla "Corrige" e digitar novamente o número correspondente àquele cargo.
O eleitor pode levar o celular ao local de votação, mas não pode entrar com o aparelho na cabine, já que a legislação eleitoral proíbe qualquer equipamento capaz de fotografar, filmar ou fazer radiocomunicação durante o voto, para preservar o sigilo. Já a chamada "colinha", anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos, é permitida e recomendada pelo TSE para agilizar a votação e evitar erros na hora de digitar os números na urna.
As seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, no horário de Brasília. No Acre, por exemplo, a votação ocorre das 6h às 15h, conforme o fuso local. Os portões são fechados às 17h, mas quem já estiver na fila até esse horário poderá votar normalmente. Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia da votação podem justificar a ausência no próprio dia, seja pelo aplicativo e-Título, seja nos locais destinados a receber as justificativas.
Caso nenhum candidato a presidente ou a governador atinja o número de votos necessário para vencer no primeiro turno, ou seja, mais de 50% dos votos válidos (maioria absoluta), o segundo turno para essas disputas ocorrerá em 25 de outubro, seguindo as mesmas regras de documentação e funcionamento das seções eleitorais.
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Baixar áudioQuem ainda tem dinheiro em plataformas de apostas esportivas e jogos online deverá receber os valores de volta. A Medida Provisória nº 1.394/2026 estabelece regras para a devolução dos recursos durante o encerramento das atividades das bets no país.
As autorizações para exploração das apostas de quota fixa serão extintas 30 dias após a publicação da MP. Já os sites e aplicativos deverão ficar indisponíveis dez dias após a publicação. Desde a entrada em vigor da medida, também fica proibido o ingresso de novos recursos nas contas dos apostadores, ressalvadas as situações previstas no texto.
As apostas que permanecerem abertas e cujo resultado não tenha sido apurado dentro desse período serão consideradas sem efeito. Nesse caso, o apostador terá direito à devolução integral do valor apostado, sem descontos. Os prêmios referentes a apostas com resultado apurado dentro do prazo também deverão ser pagos.
Após a retirada dos sites e aplicativos do ar, as empresas terão dois dias para garantir os recursos necessários à restituição. A devolução inclui saldos disponíveis, valores de apostas consideradas sem efeito e prêmios devidos.
As operadoras também deverão encaminhar às instituições financeiras e de pagamento uma relação com o CPF do apostador, o valor a ser devolvido e a conta de origem dos recursos. As mesmas informações deverão ser enviadas à Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda.
Depois de receberem esses dados, as instituições financeiras terão sete dias para realizar a restituição integral. O dinheiro deverá ser transferido para uma conta ativa de titularidade do apostador, preferencialmente aquela de onde os recursos foram enviados originalmente. Também será possível receber em outra conta do mesmo titular.
Caso a transferência não seja possível, o apostador não perde o direito ao dinheiro. Os recursos deverão ser enviados para uma conta específica na Caixa Econômica Federal, com identificação individual dos valores devidos, para posterior restituição aos titulares sob supervisão do Ministério da Fazenda.
As empresas também deverão manter o dinheiro destinado às restituições separados de seu próprio patrimônio. O descumprimento das obrigações poderá resultar em multa diária de R$ 200 mil, além de outras sanções.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém o monitoramento da primeira onda de calor da primavera, que segue até quarta-feira (30) e pode levar os termômetros a mais de 40°C em localidades de oito estados. O alerta vermelho, nível mais alto da escala do instituto, indicando grande perigo, começou às 12h do último sábado (26) e vale até as 18h de quarta-feira.
Segundo o Inmet, o aviso abrange áreas de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, embora nem todo o território desses estados esteja incluído. Entre sábado e terça-feira (29), o calor ganha força e a área com temperaturas superiores a 40°C aumenta gradualmente.
As áreas mais afetadas estão no centro-sul de Mato Grosso e em todo o Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, além de partes dos demais estados. As máximas podem chegar a 41°C em Cuiabá (MT) e a 40°C em Campo Grande (MS). No sábado, os maiores valores se concentraram no Pantanal, com Corumbá, Porto Murtinho (MS) e Poconé (MT) entre os destaques.
Outras regiões do país também registram temperaturas muito elevadas, mas não fazem parte do aviso porque a previsão não atende, ao mesmo tempo, aos critérios de intensidade e duração que caracterizam uma onda de calor. É o caso do Tocantins, onde algumas áreas podem superar os 40°C sem a persistência necessária, e do Distrito Federal, onde as máximas devem chegar a 34°C entre segunda e quarta-feira.
De acordo com o Inmet, uma onda de calor é um período prolongado de temperaturas significativamente acima da média da máxima histórica de determinada região. Na prática, o fenômeno é caracterizado quando as máximas ficam pelo menos 5°C acima da média por cinco dias seguidos ou mais.
Por isso, uma cidade pode registrar mais de 40°C sem que isso configure, necessariamente, uma onda de calor: na quinta-feira (24), por exemplo, 16 localidades monitoradas pelo instituto atingiram ou superaram essa marca.
A previsão é de que o tempo comece a mudar já nesta segunda-feira (28) no Sul do país, com a chegada de uma frente fria que traz chuva e trovoadas ao Rio Grande do Sul e a parte de Santa Catarina; no Paraná, o calor persiste apenas no norte e no noroeste do estado.
A partir de quarta-feira (30), o avanço da frente fria deve reduzir as temperaturas em parte das áreas afetadas, principalmente no Sul e em áreas de Mato Grosso do Sul. As áreas de calor intenso devem ficar concentradas mais ao norte, entre Pará, Mato Grosso, Goiás e Tocantins.
Em períodos de calor extremo, a orientação geral de especialistas em saúde é manter boa hidratação ao longo do dia, evitar a exposição direta ao sol nos horários mais quentes, entre 10h e 16h, usar roupas leves e redobrar a atenção com crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O Inmet recomenda acompanhar os canais oficiais para atualizações sobre o aviso.
Segundo a Climatempo, a previsão é de que a primavera tenha temperaturas acima da média. Com a expectativa de um El Niño forte, a tendência é de condições mais favoráveis a ondas de calor e à irregularidade de chuvas nos próximos meses.
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Baixar áudioMicroempresas e empresas de pequeno porte, que atualmente não são optantes pelo Simples Nacional e pretendem aderir ao regime no próximo ano, têm até a próxima quarta-feira (30) para formalizar a solicitação. Se o pedido for deferido, a opção produzirá efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.
Na mesma data, as empresas que já estão no Simples Nacional também deverão definir como pretendem recolher o IBS e a CBS a partir de 2027. Há duas possibilidades:
De acordo com as regras estabelecidas, o contribuinte que se arrepender de uma ou das duas opções poderá cancelar a escolha até 30 de novembro.
A Receita Federal registrou 328.432 solicitações de opção pelo Simples Nacional e 447.716 pedidos de adesão ao regime regular do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Os números são os mais recentes divulgados no site do órgão.
Do total de solicitações pelo Simples Nacional, 114.981 foram deferidas e 213.451, indeferidas. No entanto, segundo a Receita Federal, os pedidos indeferidos ainda estão dentro do prazo legal de 30 dias para a regularização de pendências que impedem a adesão ao regime.
Para empresas que tiverem o CNPJ criado entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026, a opção pelo Simples Nacional terá efeitos tanto sobre o período restante de 2026 quanto sobre todo o ano de 2027.
No caso do microempreendedor individual (MEI), o prazo para solicitar a opção pelo Simples Nacional continua sendo em janeiro. O MEI também não poderá optar pelo regime regular ou híbrido para o IBS e a CBS.
O IBS e a CBS fazem parte do IVA dual criado pela Reforma Tributária sobre o consumo. Os dois tributos começaram a ser implementados em 2026, em uma fase de teste.
O IBS substituirá gradualmente o ICMS, de competência estadual, e o ISS, de competência municipal. A transição ocorrerá até 2033. Até 2028, a alíquota de teste do IBS é de 0,1%.
Já a partir de 1º de janeiro de 2027, a CBS substituirá o PIS e a Cofins, que serão extintos. A alíquota de referência da CBS para 2027 foi estimada em 9,21%, conforme proposta divulgada pelo Comitê Gestor do IBS.
Os contribuintes podem consultar informações sobre os procedimentos de opção e as regras do Simples Nacional e do IBS e da CBS na página da Reforma Tributária do Consumo da Receita Federal.
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Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 24.973.151.083, em meio a 3.279.220 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (28) em leve queda de 0,16%, aos 183.173,96 pontos.
A sessão iniciou em tom defensivo, registrando recuo de 0,8% por volta das 10h25, aos 182.049 pontos. O movimento acompanhou a cautela dos mercados internacionais diante do impasse nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e do aumento do conflito no Oriente Médio.
Segundo analistas, as tensões geopolíticas voltam a pressionar o humor dos investidores globais. O avanço nas cotações do petróleo reacende preocupações com a inflação mundial e impulsiona a curva de juros futuros no mercado doméstico, reduzindo a atratividade das ações na B3.
Em contrapartida ao cenário negativo, apenas três ativos do índice operavam em terreno positivo nas primeiras horas de negócios, impulsionados pela valorização da commodity: Petrobras ON (PETR3), em alta de 1,09%; Petrobras PN (PETR4), subindo 1,1%; e Prio (PRIO3), com avanço de 1,94%.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 24.973.151.083, em meio a 3.279.220 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a terça-feira (29) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta recuo de 0,58%, com a saca negociada a R$ 153,49. Em Paranaguá, baixa de 0,35%, levando a cotação para R$ 160,43.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 153,49 | -0,58% | 1,44% | 29,41 |
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
| 22/09/2026 | 155,50 | 0,15% | 2,77% | 30,47 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 160,43 | -0,35% | 0,62% | 30,74 |
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
| 22/09/2026 | 161,93 | 0,25% | 1,56% | 31,73 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e recua no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.529,62. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.447,18.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 1.447,18 | 0,71% | 7,27% | 277,29 |
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
| 22/09/2026 | 1.419,47 | -0,03% | 5,22% | 278,16 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 1.529,62 | -0,57% | 5,03% | 293,09 |
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
| 22/09/2026 | 1.535,23 | 0,20% | 5,41% | 300,85 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO agronegócio brasileiro enfrenta um aumento dos casos de recuperação judicial e de um quadro preocupante em relação ao crédito rural. Em 2025, foram registrados 1.990 pedidos de recuperação judicial no setor, alta de 56,4% em relação ao ano anterior e recorde da série histórica. Os dados são da Serasa Experian. No primeiro trimestre de 2026, o número já estava 21,9% acima do registrado no mesmo período de 2025.
A situação em relação ao crédito rural também aponta pressão sobre os produtores. Levantamento do BTG Pactual, com base em informações do Banco Central, mostra que R$ 207,4 bilhões estavam em cenário desfavorável em julho — considerando operações em atraso, inadimplência, prorrogação ou renegociação. O valor corresponde a 23,5% de uma carteira nacional de R$ 881,6 bilhões.
A conjuntura foi discutida pelo secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Geraldo Melo Filho, durante reunião do Conselho do Agronegócio (AC/Agro) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (28). Na avaliação dele, o problema não está na capacidade produtiva do campo, mas no custo para financiar a atividade.
“O juro que o produtor paga não se decide na lavoura. É o preço de um país que gasta mais do que arrecada e que cobra essa conta de quem está tentando produzir”, afirmou.
Na avaliação do secretário, o agronegócio paulista tem conseguido enfrentar esse cenário por conta da diversificação de suas cadeias produtivas. Segundo Melo Filho, o setor registrou PIB de R$ 657,6 bilhões em 2024. Esse resultado colocaria o agro de São Paulo, isoladamente, entre a quarta e a quinta maior economia do país.
O valor corresponde a 18,9% do PIB paulista, 24% do PIB do agronegócio brasileiro e 40% das exportações totais do estado.
“O que a gente precisa é regra clara, segurança jurídica, segurança institucional, e que a tenhamos o mínimo de previsibilidade, que a gente não durma com uma regra e acorde com outra. Por exemplo, a questão do seguro rural, que é uma política pública essencial para que tenhamos garantia e previsibilidade para frente na nossa produção, mas que basicamente nos últimos anos foi praticamente reduzida a zero”, enfatizou Melo Filho.
O coordenador do Conselho do Agro da ACSP, Cesário Ramalho, defendeu a necessidade de fortalecer os mecanismos de proteção financeira para o produtor rural.
"Não pode o agronegócio brasileiro não ter seguro. Aqui nós estamos para resolver a dívida. O país não pode isso. O agricultor não pode sofrer essa humilhação. Tem que recorrer a renegociação de dívida, o juro é elevado, o governo não tem dinheiro e vai tirar dinheiro da saúde ou da escola. Tá errado", considerou.
Atualmente, São Paulo é considerado o segundo maior exportador do agronegócio brasileiro, atrás de Mato Grosso. Entre janeiro e agosto de 2026, o estado paulista vendeu US$ 17,79 bilhões em produtos do setor para o exterior.
A diferença entre as duas unidades federativas é menor quando se observa o valor da produção. Para 2026, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) projeta em cerca de R$ 199 bilhões o valor bruto da produção agropecuária de Mato Grosso. Já São Paulo registrou R$ 174,6 bilhões em 2025, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA/APTA).
O ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Roberto Rodrigues defendeu uma atuação do governo que reúna diferentes frentes para dar mais segurança e condições de desenvolvimento ao setor.
"É uma estratégia integrada, que contemple temas como logística e estrutura, o pedido de renda para o campo, cujo fator central é o seguro rural, acordos comerciais que gerem mercados, tecnologia e, sobretudo, sustentabilidade", pontuou.
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O estado paulista reúne mais de 20 cadeias do agronegócio com movimentação superior a R$ 1 bilhão por ano. Entre elas estão cana-de-açúcar, com R$ 55,2 bilhões; carne bovina, com R$ 22,7 bilhões; laranja, R$ 19,7 bilhões; frango, R$ 13,7 bilhões; café, R$ 9,6 bilhões; e soja, R$ 8,9 bilhões.
Para o secretário, essa composição reduz a dependência de uma única atividade. “Essa diversificação é o seguro do estado: quando uma cadeia entra em crise, São Paulo não para. Conseguimos operar com mais resiliência diante de pressões setoriais”, disse.
Ele também reforçou que São Paulo concentra 32,7% de toda a agroindústria brasileira, embora não seja o maior produtor primário do país.
Durante a reunião, Melo Filho também comparou as políticas agrícolas dos governos federal e paulista. Segundo ele, a União deixou de repassar parte dos recursos já previstos para o pagamento do seguro rural e aumentou a tributação sobre insumos agrícolas, como fertilizantes e defensivos.
No estado, os programas próprios de apoio ao setor somaram R$ 1,4 bilhão até 2025, de acordo com o secretário. Desse total, R$ 1,2 bilhão foram destinados ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), que atendeu cerca de 33 mil produtores; R$ 390 milhões foram aplicados na subvenção ao seguro rural, com 52.641 apólices; e R$ 180 milhões foram destinados ao programa Pró-Trator.
São Paulo também reduziu a carga tributária de 17 cadeias do agronegócio. Melo Filho apresentou essas medidas como uma diferença em relação à política federal, que, na avaliação dele, reduziu subvenções previstas no orçamento.
O secretário ainda citou a medida provisória que trata da renegociação de dívidas rurais. Para ele, os critérios estabelecidos pela União, baseados em problemas climáticos ou de preços, não contemplam parte das dificuldades enfrentadas pelos produtores paulistas.
“O endividamento da citricultura no estado está mais ligado a um problema sanitário, o greening, do que a fatores climáticos cobertos pela norma”, destacou.
A reunião ocorreu na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), entidade fundada em 1894 e que reúne mais de 15 mil associados. A entidade é presidida por Alfredo Cotait Neto.
A ACSP participou da criação ou da articulação de medidas como o Estatuto da Micro e Pequena Empresa, o Simples Nacional, o Microempreendedor Individual (MEI) e a Lei da Liberdade Econômica.
Também estão entre suas iniciativas o Impostômetro e, em parceria com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o Gasto Brasil.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3791, de 28/09/2026, foram: 01 - 02 - 04 - 06 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 19 - 24 - 25.
01 - 02 - 04 - 06 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 19 - 24 - 25
Resultado corrigido às 21:35 conforme a apuração oficial da Caixa. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3791 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (28/09/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Uma aposta acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.612.688,47. O bilhete premiado foi registrado em Natal/RN.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3792, que será realizado na terça-feira, 29 de setembro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 18.481.452,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Assista ao sorteio da Lotofácil 3791 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Lotofácil 3790.
Redação Brasil 61
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