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Baixar áudioO teste molecular DNA-HPV para detecção precoce do câncer do colo do útero já está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) em 26 estados e no Distrito Federal, conforme informações divulgadas pelo Ministério da Saúde na quarta-feira (28). A implementação ocorre de forma gradual, e a tecnologia permite identificar infecções pelo papilomavírus humano (HPV) associadas à doença antes do surgimento de lesões.
De acordo com o Ministério da Saúde, a estratégia já contabiliza 153 mil amostras coletadas entre 2025 e 2026. Desse total, 93 mil foram processadas em 2026, das quais 9.904 apresentaram resultado positivo para HPV de alto risco, associado ao desenvolvimento do câncer do colo do útero.
O exame molecular identifica a presença do vírus, incluindo os tipos 16 e 18 do HPV, associados a um risco maior de desenvolvimento da doença. A detecção permite o acompanhamento das pacientes e o encaminhamento para investigação e cuidados de saúde, quando necessário.
A coleta do teste DNA-HPV é realizada por profissionais de saúde nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em situações previstas pelo protocolo, também pode ser feita por autocoleta, após orientação de um profissional de saúde.
Para saber se o exame já está disponível no município, a orientação é procurar a UBS de referência e consultar a equipe de saúde sobre a oferta do teste e os critérios para realização.
Todas as unidades da Federação, com exceção do Espírito Santo, já receberam os materiais necessários e iniciaram a realização dos exames em pelo menos um município. No estado capixaba, o início da estratégia depende da conclusão das etapas de organização local, com previsão de envio dos materiais ainda em 2026.
O teste molecular DNA-HPV identifica a presença do vírus associado ao câncer do colo do útero. Após um resultado negativo, o intervalo previsto até a próxima coleta é de cinco anos, conforme as informações divulgadas pelo Ministério da Saúde.
O exame preventivo Papanicolau continua disponível no SUS e permanece como uma ferramenta segura e eficaz de prevenção enquanto a nova tecnologia é incorporada gradualmente à rede pública de saúde.
A ampliação do rastreamento também conta com ações do programa Agora Tem Especialistas, que busca contribuir para aumentar a oferta de consultas, exames e procedimentos especializados necessários ao diagnóstico e acompanhamento das pacientes.
A vacinação contra o HPV também integra as estratégias de prevenção do câncer do colo do útero. Em 2025, o Brasil alcançou 87% de cobertura vacinal entre meninas e 74% entre meninos de 9 a 14 anos, segundo o Ministério da Saúde.
Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam que o país poderá registrar cerca de 19,3 mil novos casos de câncer do colo do útero por ano entre 2026 e 2028.
A recomendação é manter o acompanhamento de saúde e procurar atendimento diante de sinais suspeitos. A vacinação contra o HPV e a realização dos exames de rastreamento conforme as orientações de saúde são medidas importantes para prevenir a doença e favorecer o diagnóstico precoce.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Mineração (ANM) publicou, em 28 de setembro de 2026, a lista provisória de municípios afetados pela atividade de mineração para o período de 2026/2027. A relação reúne 2.474 municípios considerados para a divisão dos 15% da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A partir da publicação da lista, disponível para consulta no Observatório dos Municípios Afetados, os interessados têm o prazo de 15 dias corridos para apresentar recurso.
Confira alguns municípios que integram a lista:
Entre as capitais aparecem Belém (PA), São Luís (MA) e São Paulo (SP).
O estado de Minas Gerais tem o maior número de municípios listados, sendo 501. Em seguida aparece São Paulo, com 342. Já Rio Grande do Sul ficou com o terceiro maior número de municípios listados, somando 211.
Confira a lista com o números de municípios por UF:
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A lista para o ciclo 2026/2027 pode ser acessada no Observatório dos Municípios Afetados. Lançado pela Superintendência de Arrecadação e Fiscalização de Receitas (SAR), o portal foi criado para promover maior transparência na distribuição dos royalties da mineração aos entes impactados pela atividade. Além disso, a ferramenta amplia o controle social dos valores relativos à CFEM.
A plataforma detalha as regras para a divisão dos recursos e mostra o passo a passo para entender os cálculos e contestar os percentuais em caso de divergências.
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Baixar áudioCom o encerramento do prazo para que as empresas do Simples Nacional escolham a forma de recolhimento do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), finalizado nesta sexta-feira (30), o setor produtivo passa a focar na gestão de impactos financeiros e operacionais.
Dentro do novo modelo tributário, os negócios enquadrados no Simples Nacional passam a contar com duas alternativas de apuração: manter o recolhimento unificado do IBS e da CBS por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou migrar para o regime regular (não cumulativo).
A opção pelo regime regular implica a apuração desses impostos fora da guia única, permitindo a transferência de créditos tributários integrais em operações comerciais entre empresas (B2B), fator que pode alterar a competitividade no mercado.
Além dos desafios operacionais nas empresas, entidades do setor produtivo e o Congresso Nacional acompanham de perto os desdobramentos da implementação do novo sistema tributário.
O vice-presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e monitor da Reforma Tributária, Anderson Trautman, ressaltou a relevância de uma união de forças para que a medida avance com prudência.
"Talvez são objeções muito mais de um caminho de implementação com a urgência que nós temos em relação ao tema do que propriamente rechaçar a proposta. E apresenta um encaminhamento, uma forma de irmos adiante e encontrarmos uma solução num curto espaço de tempo", disse.
A transição entre o formato atual e as novas regras estabelecidas pela Receita Federal segue o seguinte calendário oficial:
Para o deputado Arnaldo Jardim (CIDADANIA-SP), a participação ativa do Congresso e a criação de instâncias de monitoramento têm sido fundamentais para debater os entraves do novo sistema.
"O debate de hoje ajuda, o debate lança preocupações sobre se esse esclarecimento está pleno. Nós vimos, inclusive, que no Judiciário há muitas dúvidas sobre a questão. Então, é assim mesmo. Eu fico feliz em ver que o Parlamento não só estabeleceu a lei, mas está acompanhando a sua implementação.
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Para o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), o foco principal das discussões está em encontrar uma definição clara que proteja as garantias do contribuinte e evite a sobreposição de instâncias no Judiciário:
"A ideia é que a gente possa qualificar a justiça e que a gente possa defender e, principalmente, dar direito ao contribuinte para que ele escolha qual é o fórum. A partir da hora em que o contribuinte escolher o fórum que ele vai discutir, a partir daí os outros fóruns não podem se intrometer. É a gente sair para uma definição clara de não haver dualidade entre quais são as instâncias que possam ter recurso, porque senão nós já temos problema no Judiciário e vamos aumentar eles ainda", pontuou.
A advogada Carolina Brasil, representante do coletivo Mulheres no Tributário, destacou o risco trazido pela dualidade de instâncias e defendeu uma solução especializada para o setor
"A base da reforma tributária e a grande promessa é a simplificação. E aí nós pensamos na simplificação dos tributos, mas não na simplificação da Justiça, de quem vai julgar esses tributos. Então, o contencioso hoje tem um grande problema, e é essa questão da dualidade, porque nós teríamos a CBS sendo julgada pela Justiça Federal e o IBS sendo julgado pela Justiça Estadual, o que traz um grande problema porque são tributos gêmeos que teriam julgamentos e decisões diferentes”, enfatizou.
O Sebrae alerta que a opção pelo modelo híbrido do Simples Nacional não deve se limitar a uma simples comparação de alíquotas, tratando-se de uma decisão estratégica de gestão empresarial.
Diante desse cenário, a recomendação é avaliar o impacto nos negócios com base no perfil da carteira de clientes, analisando qual fatia do faturamento vem de vendas para pessoas jurídicas (B2B) em relação a consumidores finais (B2C).
Além disso, é necessário calcular como a nova sistemática altera o custo final dos produtos e serviços e reavaliar a margem de lucro, levando em conta o segmento de atuação, já que setores como saúde, educação, cultura e itens da cesta básica contam com alíquotas zeradas ou reduzidas.
Por fim, a gestão do fluxo de caixa exige um controle rigoroso sobre os créditos gerados nas aquisições de insumos e mercadorias para abater do imposto devido.
Caso essa análise estratégica mostre desvantagem para a empresa, o contribuinte poderá utilizar a janela de retratação da Receita Federal, entre 3 de novembro e 20 de dezembro de 2026, para cancelar a escolha sem penalidades.
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Baixar áudioA participação de produtos estrangeiros no mercado brasileiro bateu recorde e atingiu o maior nível da série histórica avaliada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada no estudo Coeficientes de Abertura Comercial (CAC).
O coeficiente de penetração das importações chegou a 28,3% em 2025, alta de 1,6 ponto percentual (p.p.) em relação a 2024. O indicador mede a participação dos produtos importados no consumo brasileiro.
De acordo com a CNI, o avanço dos importados ocorreu em um cenário de estabilidade da produção industrial nacional e de menor dinamismo da demanda interna. A valorização do real ao longo do ano também contribuiu para aumentar a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro.
Além disso, a participação dos produtos chineses no consumo aparente da indústria de transformação também bateu recorde, alcançando 10,3%. O avanço foi impulsionado, sobretudo, pelos segmentos de equipamentos de informática e eletrônicos e de produtos têxteis.
Para a superintendente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, os resultados reforçam a necessidade de uma agenda estratégica internacional que combine o fortalecimento da competitividade da indústria nacional com instrumentos de política comercial e de defesa comercial alinhados à política externa.
“É preciso trabalhar em uma agenda de mão dupla. Por um lado, monitora e acompanha o avanço das importações e fortalece a defesa comercial para garantir uma concorrência justa para as empresas brasileiras. Por outro lado, trabalha na abertura e na diversificação desses mercados, agregando maior valor nas exportações brasileiras”, avalia.
A participação de insumos industriais importados na produção das fábricas brasileiras também atingiu o maior nível da série histórica em 2025. O coeficiente de insumos industriais importados chegou a 25,8%, estabelecendo um novo recorde pelo segundo ano consecutivo, após também registrar o maior patamar da série em 2024.
No ano passado, o consumo de insumos importados cresceu 4,6%, enquanto o de insumos industriais nacionais avançou apenas 0,4%. A diferença evidencia o maior uso de componentes e matérias-primas estrangeiros pela indústria brasileira.
O coeficiente de exportação da indústria de transformação voltou a crescer em 2025, passando de 18,9% para 20%. O indicador mede a parcela da produção industrial destinada ao mercado externo. Na prática, isso significa que R$ 1 de cada R$ 5 produzidos pelo setor foi destinado às exportações.
O avanço refletiu o crescimento de 5,9% nas exportações em um cenário de estabilidade da produção industrial, ampliando a parcela da fabricação nacional direcionada ao mercado externo.
Os Estados Unidos permaneceram como principal destino das exportações da indústria de transformação brasileira, com participação equivalente a 3,3% do valor da produção do setor. Na sequência, aparecem:
Apesar do aumento no uso de insumos importados, o coeficiente de exportações líquidas permaneceu positivo e estável em 9,6%. O indicador mostra que, em relação ao valor da produção industrial, as receitas obtidas com as exportações continuaram superiores aos gastos com a importação de insumos industriais.
Dos 20 setores analisados pela CNI, 11 apresentaram saldo positivo nesse indicador, com destaque para celulose e papel, metalurgia e madeira. Os outros nove registraram resultados negativos, entre eles os segmentos de equipamentos de informática e eletrônicos, produtos químicos e têxteis.
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Copiar o textoPrimeiro dia do mês traz aberturas de sol no RS, mas tempo segue nublado em SC e Paraná
Baixar áudioO domingo, 1º de novembro, marca o início de uma lenta mudança na circulação dos ventos sobre a Região Sul. A massa de ar frio e seco perde força gradativamente sobre o Rio Grande do Sul, permitindo o retorno do sol entre nuvens na maior parte dos municípios gaúchos. Entretanto, na faixa leste e norte da região cobrindo o estado do Paraná e Santa Catarina, a umidade vinda do oceano continua represada contra a Serra do Mar, mantendo o tempo feio e com garoa passageira.
Em Porto Alegre (RS) e no interior gaúcho (Uruguaiana, Bagé, Passo Fundo), o sol volta a aparecer entre nuvens, amenizando o frio e elevando as temperaturas: a mínima fica em 17°C e a máxima atinge agradáveis 26°C. Em Florianópolis (SC), o dia prossegue encoberto com chance de chuva fraca isolada, com termômetros oscilando entre 19°C e 23°C.
Em Curitiba (PR), o frio ameniza apenas um pouco, mantendo a máxima em 19°C, mínima de 14°C e umidade relativa do ar ainda em 100%. Em municípios do interior paranaense (Ponta Grossa, União da Vitória), o domingo registra garoa constante e névoa úmida ao amanhecer, exigindo luzes baixas acesas e velocidade reduzida de quem trafega pelas rodovias estaduais e federais da região.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Litoral e Vale do Itajaí (SC), Leste e Centro do Paranaense.
Validade: Domingo, 01/11/2026.
Principais riscos: Pistas escorregadias, névoa úmida matinal afetando o tráfego e retenção temporária de umidade nas lavouras.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO primeiro dia do mês de novembro, domingo (01), inicia confirmando a consolidação da estação chuvosa no Brasil Central. O ciclo diário de chuvas típicas de primavera se repete com precisão em quase todos os municípios do Centro-Oeste: manhãs abafadas, com aberturas de sol que elevam rapidamente as temperaturas, seguidas pelo surgimento de nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva com trovoadas e ventos moderados a partir do início da tarde.
Em Campo Grande (MS) e na região sul de Mato Grosso do Sul, o domingo registrará pancadas de chuva e trovoadas, mas com ligeira elevação nas temperaturas máximas, que atingem 31°C, com mínima de 21°C e umidade em 95%. Em Cuiabá (MT) e em importantes polos do agronegócio mato-grossense, o abafamento continua forte: a mínima fica em 25°C e a máxima encosta nos 34°C, sob umidade entre 45% e 90%.
Em Brasília (DF) e Goiânia (GO), os boletins meteorológicos do INMET indicam tempo instável, com pancadas de chuva que se estendem do meio da tarde até a noite. A capital federal terá mínima de 20°C e máxima de 29°C, enquanto a capital goiana oscila entre 21°C e 30°C. Cidades do interior, como Anápolis (GO), Cristalina (GO), Barra do Garças (MT) e Três Lagoas (MS), também devem registrar pancadas isoladas de chuva com descargas elétricas.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Todo o território do DF, GO, MT e MS.
Validade: Domingo, 01/11/2026.
Principais riscos: Descargas elétricas em áreas abertas e rurais, rajadas pontuais de vento forte e acúmulo de água em trechos urbanos de baixa drenagem.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO domingo (01), primeiro dia de novembro, começa com a manutenção do tempo instável e fechado na Região Sudeste. Embora o centro da frente fria comece a se afastar lentamente para o oceano, a umidade residual combinada com o aquecimento diurno no interior dos estados sustenta a formação de pancadas de chuva fortes a partir da tarde, mantendo o índice de umidade relativa próximo dos 100% nas primeiras horas da manhã em todas as quatro capitais.
Em Belo Horizonte (MG) e em polos urbanos e rurais do interior mineiro (como Governador Valadares, Montes Claros e Varginha), o boletim meteorológico oficial do INMET alerta para muitas nuvens, pancadas de chuva forte e possível queda de granizo, com temperaturas variando entre 16°C e 28°C. Em São Paulo (SP), o domingo terá ligeira recuperação térmica, mas segue sob risco de pancadas de chuva com trovoadas isoladas, com mínima de 18°C e máxima subindo para 24°C.
No Rio de Janeiro (RJ), a nebulosidade varia de encoberta a pancadas isoladas no final do dia, mantendo a temperatura máxima em 27°C. Em Vitória (ES) e nas praias do litoral norte capixaba, ocorrem pancadas de chuva isoladas com vento moderado e máxima de 27°C. A população das áreas serranas de SP, RJ e MG deve permanecer vigilante quanto ao encharcamento do solo e riscos de pequenos deslizamentos.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Zona da Mata, Centro e Norte Mineiro, Norte Fluminense e Vale do Rio Doce (ES/MG).
Validade: Domingo, 01/11/2026.
Principais riscos: Enxurradas nas cidades, pequenos deslizamentos de encostas e descargas elétricas em áreas abertas do interior
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO mês de novembro se inicia neste domingo (01) reforçando a divisão no padrão meteorológico que atua sobre a Região Norte. No extremo norte da região, englobando todo o estado de Roraima, o norte do Amapá e a calha norte do Pará, uma massa de ar mais quente e relativamente seca inibe a formação de grandes nuvens de tempestade, favorecendo dias de sol forte e calor intenso. Em contrapartida, na faixa centro-sul da região nas divisas com o Mato Grosso, Goiás e Bolívia, as convergências de umidade mantêm o ar bastante instável.
Em Boa Vista (RR) e no interior roraimense, o domingo será ensolarado com muitas nuvens ao longo do dia, mas sem expectativa de chuva volumosa. As temperaturas sobem rapidamente, variando de uma mínima de 27°C até a máxima de 37°C, com umidade do ar na casa dos 40%. Em Macapá (AP), os termômetros encostam nos 34°C, acompanhados de sensação de abafamento pela elevada umidade máxima, que atinge 96%.
Já no setor oeste e sul, a situação é mais chuvosa. Em Rio Branco (AC) e em municípios como Sena Madureira e Tarauacá, a nebulosidade se intensifica a partir do meio-dia, com pancadas de chuva isoladas, mínima de 23°C e máxima de 35°C. Em Porto Velho (RO), o domingo começa com abafamento e evolui para chuvas acompanhadas de trovoadas à tarde, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. Em Palmas (TO), o sol aparece forte pela manhã, mas a máxima salta para 35°C e a umidade do ar cai para 40% no horário de pico do calor. Em Manaus (AM) e Belém (PA), o tempo continua com variação de nuvens e possibilidades de chuva rápida, mantendo máximas de 35°C e 34°C.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Centro e Sul do Acre, Bacia do Guaporé (RO), Vale do Solimões (AM) e Região das Mangabeiras (TO).
Validade: Domingo, 01/11/2026.
Principais riscos: Oscilações na rede elétrica rural devido a descargas elétricas, pancadas intensas de curta duração e altos índices de radiação UV nas áreas de menor nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoVendas ao mercado espanhol somaram US$ 7,5 bilhões entre janeiro e setembro
Baixar áudioAs exportações brasileiras para a Espanha somaram US$ 7,5 bilhões de janeiro a setembro de 2026, alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total foi de US$ 6,8 bilhões. O avanço corresponde a US$ 688,3 milhões, segundo dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
Em 2025, o comércio bilateral entre os dois países movimentou US$ 12,6 bilhões. Considerada a quarta maior economia da União Europeia, a Espanha tem Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 1,9 trilhão e projeção de crescimento de 2,6% em 2026, acima da média prevista para o bloco europeu.
As informações constam no perfil de comércio e investimentos da Espanha elaborado pela ApexBrasil. Clique aqui para ter acesso ao estudo.
A aplicação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, iniciada em maio de 2026, acrescenta novas possibilidades para as relações comerciais. Em 2025, cerca de 69% das importações espanholas provenientes do mundo tiveram origem em países com os quais a Espanha mantém acordos comerciais.
“Esse é o nosso papel. Nós queremos cada vez mais facilitar e acelerar os investimentos exteriores aqui no Brasil, destacadamente os investimentos europeus”, destacou o do presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.
Entre maio e setembro de 2026, as exportações brasileiras para a União Europeia cresceram US$ 6,4 bilhões em comparação com o mesmo intervalo de 2025. No mercado espanhol, os destaques foram os aumentos nas vendas de suco de laranja congelado, abacates frescos, carnes bovinas desossadas, miudezas de aves, motores, componentes industriais e madeiras processadas.
O desempenho dos últimos anos também mostra a ampliação das relações comerciais entre os dois países. Em 2025, as exportações brasileiras para a Espanha totalizaram US$ 8,8 bilhões, mais de três vezes o valor registrado em 2015.
A pauta exportadora brasileira é concentrada em petróleo bruto, soja, farelo de soja, minério de cobre e café verde. Juntos, esses produtos representam mais de dois terços das vendas brasileiras ao mercado espanhol.
O Brasil responde por 61% da soja importada pela Espanha e é o principal fornecedor de farelo de soja do país. As vendas de minério de cobre também cresceram em 2026: entre janeiro e setembro, o volume exportado já havia superado o total registrado durante todo o ano de 2025.
A Espanha ocupa a 16ª posição entre os maiores importadores mundiais, com US$ 502,2 bilhões em compras externas. O levantamento da ApexBrasil identifica 498 oportunidades comerciais para produtos brasileiros no país.
Entre os segmentos com potencial de expansão estão alimentos processados, máquinas e equipamentos de transporte, combustíveis refinados, móveis, papel e produtos químicos especializados.
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O setor aeronáutico também apresenta oportunidades. A ampliação das parcerias estratégicas entre a Embraer e a companhia aérea espanhola Binter vem abrindo possibilidades para a exportação de aeronaves e componentes de alta tecnologia.
Além do comércio de bens, a Espanha tem participação relevante nos investimentos estrangeiros no Brasil. Em 2025, o estoque de investimento estrangeiro direto (IED) espanhol no país alcançou US$ 81,3 bilhões, aumento de 43,8% em relação ao ano anterior. Com esse resultado, a Espanha ocupou a quinta posição entre as origens de capital estrangeiro no Brasil e a terceira entre os países europeus.
Empresas espanholas como Telefônica Brasil, Neoenergia, Repsol, Acciona e Arteris atuam em setores como telecomunicações, energia, logística e infraestrutura.
Nos últimos dez anos, foram registrados 206 projetos espanhóis de investimento greenfield no Brasil, que somaram US$ 9,2 bilhões, além de 30 operações de fusões e aquisições, no valor de US$ 4,6 bilhões.
Entre as áreas que têm concentrado investimentos mais recentes estão energia renovável, hidrogênio verde, gestão aeroportuária e infraestrutura hoteleira.
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Baixar áudioO primeiro dia do mês de novembro, domingo (01), chega à Região Nordeste consolidando o padrão típico de primavera: temperaturas escaldantes no interior e ventos alísios soprando com intensidade moderada ao longo do litoral. Não há previsão de frentes frias ou sistemas severos atingindo a região, mantendo o tempo firme para o turismo de praias e atividades ao ar livre.
Em Teresina (PI), a previsão do tempo aponta um domingo de céu parcialmente nublado a claro, com temperatura mínima de 25°C e máxima que atinge pico de até 38°C. A umidade relativa do ar se mantém baixa, caindo para 30% nas horas mais quentes do dia, exigindo cuidados acrescidos da população urbana e rural. Em Fortaleza (CE), o domingo será de muitas nuvens, rajadas de vento de até 50 km/h na orla e máxima de 32°C. Em São Luís (MA), os termômetros variam entre 26°C e 32°C.
Nas capitais litorâneas do leste, como Salvador (BA), Maceió (AL), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Natal (RN), o domingo terá nebulosidade variável com máximas entre 31°C e 33°C. Já em municípios do interior nordestino, como Juazeiro do Norte (CE), Mossoró (RN), Caicó (RN) e Vitória da Conquista (BA), o tempo firme prevalece, com máximas superando os 34°C no sertão e clima ameno à noite nas regiões de planalto baiano.
Alertas e Riscos do INMET:
Áreas afetadas: Sertão Pernambucano, Paraibano, Cearense, Baiano e Sul do Piauí.
Validade: Domingo, 01/11/2026.
Principais riscos: Desidratação, insolação, estresse térmico na criação de gado e caprinos, e risco de queimadas acidentais na Caatinga.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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