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Baixar áudioPalmas recebeu cerca de R$ 4,7 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026, montante que corresponde à cota do município na distribuição do fundo no período.
No recorte estadual, Palmas aparece na 1ª posição entre os 139 municípios do Tocantins nesse repasse, à frente das demais cidades do estado na distribuição do decêndio.
Considerando os repasses já creditados em outubro, o município soma aproximadamente R$ 16 milhões. No intervalo dos últimos doze meses, encerrado na data deste crédito, o total transferido pelo fundo chega a cerca de R$ 457 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até a data do repasse está 7,41% acima do registrado no mesmo período de 2025: foram aproximadamente R$ 350 milhões neste ano, ante cerca de R$ 326 milhões no intervalo equivalente do ano passado.
Os recursos do FPM têm origem na arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre os municípios segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada cidade, e o dinheiro é liberado em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
O calendário de créditos é divulgado previamente pelo governo federal. Quando a data prevista para o depósito cai em fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioA capital sergipana recebeu cerca de R$ 7,8 milhões do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, na distribuição referente ao segundo decêndio de outubro de 2026. O recurso é transferido pela União diretamente ao caixa municipal e pode ser aplicado em áreas como saúde, educação, infraestrutura e custeio da máquina administrativa.
No repasse desse decêndio, Aracaju ficou na 1ª posição entre os 75 municípios de Sergipe. A distribuição do fundo é definida por coeficientes populacionais, o que explica a diferença de valores entre as cidades do mesmo estado.
Considerando todas as parcelas já creditadas em outubro, o município soma aproximadamente R$ 26,6 milhões em recursos do fundo no mês. Nos últimos doze meses, até a data desse crédito, o total transferido a Aracaju chegou a cerca de R$ 722 milhões.
No acumulado de 2026, até 20 de outubro, os repasses do FPM à capital somaram perto de R$ 565 milhões, contra cerca de R$ 514 milhões no mesmo período de 2025, variação de 9,78%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Os coeficientes de cada município são fixados pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em dados populacionais. O dinheiro é liberado em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioFlorianópolis contabilizou cerca de R$ 3,1 milhões em recursos do FPM nesta segunda remessa do mês de outubro de 2026, a segunda das três transferências previstas no calendário do período. O montante entra no caixa municipal sem destinação prévia e pode ser aplicado conforme as prioridades definidas pela administração local, respeitados os percentuais constitucionais mínimos de saúde e educação.
No comparativo estadual, Florianópolis ficou na 1ª posição entre os 295 municípios de Santa Catarina neste decêndio, ou seja, recebeu o maior valor do estado na transferência. A ordem de classificação acompanha os coeficientes populacionais aplicados a cada cidade, o que explica a presença das maiores populações catarinenses no topo da lista.
Somadas as transferências já creditadas em outubro, o município acumula aproximadamente R$ 10,6 milhões no mês. Na janela dos últimos doze meses, encerrada na data deste crédito, o total transferido pelo fundo a Florianópolis chega a cerca de R$ 288 milhões.
No recorte anual, de 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026, o município soma perto de R$ 229 milhões em repasses do FPM, contra algo próximo de R$ 204 milhões no mesmo intervalo de 2025. A variação entre os dois períodos é de 11,88%, segundo os dados oficiais da distribuição.
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União. A divisão entre as cidades segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada município e nas faixas definidas em lei. As transferências ocorrem em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil imediatamente anterior, prática adotada para não interromper o fluxo de caixa das prefeituras.
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Baixar áudioBoa Vista recebeu quase R$ 9,8 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026. O montante integra as transferências constitucionais que a União faz aos municípios brasileiros a cada dez dias e entra diretamente no caixa da administração municipal, sem destinação previamente vinculada a uma área específica.
No comparativo estadual, Boa Vista ficou na 1ª posição entre os 15 municípios de Roraima que receberam o repasse neste decêndio. O cálculo é proporcional à população de cada cidade, o que coloca a capital à frente das demais localidades do estado na divisão dos recursos do fundo.
Considerando todos os créditos já efetuados em outubro, o município soma cerca de R$ 33,3 milhões em recursos do fundo. Nos últimos doze meses, contados até a data deste crédito, o total transferido a Boa Vista chega a cerca de R$ 914 milhões.
No recorte anual, o município acumulou cerca de R$ 714 milhões entre 1º de janeiro e 20 de outubro de 2026, ante cerca de R$ 650 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 9,85% na comparação entre os dois intervalos.
O FPM é formado por parte do que a União arrecada com o Imposto de Renda, o IR, e com o Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Os coeficientes de cada município são definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em estimativas populacionais do IBGE. Os valores são liberados em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, a transferência é antecipada para o dia útil anterior.
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Baixar áudioPorto Velho recebeu cerca de R$ 4,7 milhões na segunda transferência de outubro de 2026 do Fundo de Participação dos Municípios. O montante integra o calendário de repasses que a União faz aos municípios ao longo do mês e entrou na conta da prefeitura como receita corrente.
Entre os 52 municípios de Rondônia, Porto Velho ficou na 1ª posição no repasse do decêndio. Nenhuma outra cidade do estado recebeu valor maior nesta rodada de pagamentos.
No acumulado de outubro, somadas as transferências já creditadas no mês até o dia 20, a capital rondoniense reuniu cerca de R$ 16 milhões em recursos do FPM. Já nos últimos doze meses encerrados na mesma data, o montante repassado ao município chegou a cerca de R$ 457 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até 20 de outubro somou cerca de R$ 350 milhões, ante cerca de R$ 326 milhões no mesmo intervalo de 2025. A variação entre os dois períodos é de 7,41%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A divisão entre as cidades segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. O dinheiro é distribuído em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioNatal recebeu pouco mais de R$ 7 milhões no segundo decêndio de outubro, referente ao FPM. O dinheiro já está na conta da prefeitura e pode ser utilizado no pagamento de despesas correntes e em investimentos previstos no orçamento municipal.
No recorte estadual, Natal ocupa a 1ª posição entre os 167 municípios do Rio Grande do Norte neste decêndio, o maior valor individual creditado no estado na data.
Considerando todos os créditos já realizados em outubro, o município soma cerca de R$ 24 milhões em FPM no mês. Nos últimos doze meses, até a data deste repasse, o total transferido ao caixa municipal pelo fundo é de aproximadamente R$ 658 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de janeiro a 20 de outubro deste ano é de cerca de R$ 514 milhões, ante aproximadamente R$ 468 milhões no mesmo período de 2025, variação de 9,85%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. Os repasses são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este crédito corresponde ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, prática adotada em todas as transferências do fundo.
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Baixar áudioPorto Alegre recebeu cerca de R$ 5,3 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026. O crédito chegou ao caixa municipal em parcela única, sem complemento de reserva, e integra o calendário de transferências da União aos municípios brasileiros.
No recorte estadual, a capital ficou na 1ª posição entre os 497 municípios do Rio Grande do Sul neste decêndio, ou seja, com o maior valor creditado no estado na data.
Considerando todos os créditos já efetuados em outubro, o município soma cerca de R$ 18 milhões em recursos do fundo. Já nos últimos doze meses, até a data deste repasse, o total transferido chega a cerca de R$ 497 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até 20 de outubro ficou em cerca de R$ 393 milhões, contra cerca de R$ 352 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 11,73%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre os municípios segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada cidade. Os valores são distribuídos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o repasse referente ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioTeresina recebeu cerca de R$ 12,2 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026, recurso que integra as transferências da União aos municípios brasileiros e que passa a compor o caixa da administração municipal neste mês.
No comparativo com as demais cidades piauienses, Teresina aparece em 1º lugar entre os 224 municípios do Piauí que recebem o fundo neste decêndio. Trata-se, portanto, do maior repasse do estado no período, posição ligada ao critério populacional que orienta a distribuição dos recursos.
Considerando todos os créditos já efetuados em outubro, o município soma aproximadamente R$ 41,6 milhões em transferências do fundo. Já no intervalo dos últimos doze meses, encerrado na data deste crédito, o total chega a cerca de R$ 1,14 bilhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até a data do repasse é de aproximadamente R$ 893 milhões, ante cerca de R$ 813 milhões no mesmo intervalo de 2025, o que representa variação de 9,85%.
Os recursos do FPM são formados por parcelas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União. A divisão entre os municípios segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada cidade. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o depósito cai em fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o dia útil anterior, o que pode alterar o calendário efetivo de cada decêndio.
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Baixar áudioRecife recebeu cerca de R$ 12,3 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026, em repasse creditado pela União às contas do município.
Na distribuição do FPM em Pernambuco, Recife aparece na 1ª posição entre os 184 municípios do estado que recebem o recurso. A ordenação considera os valores creditados no decêndio.
No mês de outubro, somados os repasses já creditados, o município acumula quase R$ 42 milhões em transferências do fundo. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total chega a cerca de R$ 1,13 bilhões.
De 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026, o repasse acumulado do FPM para Recife soma cerca de R$ 888 milhões, ante cerca de R$ 809 milhões no mesmo período de 2025. A variação entre os dois períodos é de 9,78%.
O FPM é formado por parte da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada município, e os valores são transferidos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este crédito corresponde ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioCuritiba recebeu cerca de R$ 7 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026. O montante corresponde à cota do município na distribuição do fundo no período e reforça o caixa municipal no último trimestre do ano.
No recorte do Paraná, Curitiba aparece na 1ª posição entre os 399 municípios do estado no repasse deste decêndio, ou seja, é a cidade paranaense que recebeu o maior valor nesta distribuição.
No mês de outubro, somando os repasses já creditados até agora, o município acumula cerca de R$ 24 milhões em recursos do FPM. Já no intervalo dos últimos doze meses encerrado na data deste crédito, o total transferido chega a cerca de R$ 658 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026 soma cerca de R$ 514 milhões, ante cerca de R$ 468 milhões no mesmo período de 2025, variação de 9,85%.
Os recursos do FPM têm origem na arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada município, e o dinheiro é transferido em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o repasse referente ao segundo decêndio.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, a transferência é antecipada para o dia útil anterior.
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