04/04/2026 04:55h

Além das perdas humanas causadas pelo conflito, ativistas afirmam que a crise reforça os efeitos da dependência global de combustíveis fósseis, que tende a beneficiar grandes empresas enquanto amplia os custos para a população.

Um mês após o início da guerra com o Irã, uma análise da 350.org aponta que mais de US$ 100 bilhões foram transferidos de consumidores e empresas para companhias de petróleo e gás, impulsionados pela disparada nos preços da energia.

Além das perdas humanas causadas pelo conflito, ativistas afirmam que a crise reforça os efeitos da dependência global de combustíveis fósseis, que tende a beneficiar grandes empresas enquanto amplia os custos para a população.

Segundo o levantamento, o aumento nos preços do petróleo e do gás gerou um impacto adicional estimado entre US$ 104,2 bilhões e US$ 111,6 bilhões. Esses efeitos já são sentidos em diversas regiões do mundo, como demissões no setor têxtil em países como Bangladesh, racionamento de combustível no Quênia e sinais de desaceleração econômica nos Estados Unidos.

A metodologia da análise considera médias ponderadas dos preços do petróleo e do gás no primeiro mês do conflito, combinadas com dados de consumo global e ajustes relacionados a fatores como queda na demanda e racionamento.

O estudo ainda não incorpora impactos indiretos mais amplos, como o aumento nos custos de alimentos e fertilizantes, a redução da atividade econômica e do emprego, além da inflação generalizada. Com isso, especialistas alertam que o prejuízo real pode ser significativamente maior.

De acordo com a 350.org, os US$ 111 bilhões gastos apenas com o aumento dos combustíveis fósseis poderiam ser direcionados para geração de energia solar capaz de abastecer cerca de 40 milhões de residências em países de alto consumo, ou até 150 milhões em regiões de menor demanda energética. O montante também se aproxima do volume anual de financiamento climático internacional destinado por países desenvolvidos a nações em desenvolvimento no âmbito de acordos globais.

A diretora executiva da organização, Anne Jellema, afirmou que a população mundial está pagando um alto preço pela volatilidade dos combustíveis fósseis.

Segundo ela, enquanto famílias enfrentam dificuldades para arcar com custos básicos, grandes empresas do setor acumulam lucros expressivos. A executiva defende a implementação de impostos sobre lucros extraordinários como forma de reduzir os impactos sociais.

A organização alerta que, sem medidas urgentes, os efeitos da crise energética tendem a se agravar, especialmente entre populações de baixa renda e países economicamente vulneráveis.

Representantes governamentais devem se reunir na Colômbia nas próximas semanas para discutir estratégias de transição energética. A 350.org defende a adoção de metas vinculantes para a eliminação gradual do uso de petróleo, gás e carvão, além da ampliação de investimentos em energia limpa.

Entre as propostas está a taxação dos lucros extraordinários da indústria de combustíveis fósseis, com recursos direcionados para ampliar o acesso a soluções renováveis, como energia solar distribuída e veículos elétricos.

Para a organização, acelerar a transição para fontes renováveis é essencial para estabilizar preços, fortalecer a segurança energética e reduzir a vulnerabilidade das economias diante de futuras crises globais.

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04/04/2026 04:45h

Websérie “V de Verdade – Em terra de fatos, fake não tem vez” apresenta cinco passos para identificar conteúdos falsos e combater a desinformação no processo eleitoral

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Diante do avanço das “fake news” nas redes sociais e da proximidade das eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a campanha “V de Verdade – Em terra de fatos, fake não tem vez, voltada a auxiliar os eleitores na identificação de conteúdos falsos que circulam na internet. 

A iniciativa consiste em uma websérie de seis vídeos, cada um com duração de um minuto. O primeiro episódio é introdutório e os demais apresentam, de forma didática, cinco passos para diferenciar notícias falsas de informações verídicas.

Os episódios serão publicados semanalmente, às quartas-feiras, nas redes sociais e no canal da Justiça Eleitoral no YouTube. O material também será disponibilizado para emissoras de televisão e parceiros institucionais do TSE.

Durante o Seminário da Justiça Eleitoral sobre segurança, comunicação e desinformação, realizado em janeiro, a presidente do órgão, ministra Cármen Lúcia, destacou a importância de garantir a liberdade de escolha dos eleitores

“Nós temos que assegurar que a eleição seja um processo pelo qual cada eleitora e cada eleitor escolhe livremente o seu representante, sem se submeter a pressões internas nem à captura da sua liberdade de escolha, que é o que enfrentamos com as novas tecnologias”, disse.

Segundo a ministra, a desinformação representa um dos maiores desafios contemporâneos: “Temos desafios novos, inéditos, questões que nunca existiram. Uma delas é a chamada ‘desinformação’”.

5Vs

Cada episódio da websérie aborda um dos chamados “5 Vs da Desinformação”, que explicam como conteúdos falsos se propagam e se tornam críveis. De acordo com a Justiça Eleitoral, são eles:

  • Volume: explica a imensa quantidade de informações e conteúdos que circulam diariamente na internet, dificultando a distinção entre o que é verdadeiro e o que não é.
  • Variedade: a variedade de temas e assuntos a que estamos expostos nas redes é imensa. Além disso, a informação pode chegar em diferentes formatos e telas, o que dificulta identificar mentiras ou falsas informações.
  • Velocidade: aborda a rapidez com que a desinformação é produzida, publicada e compartilhada, muitas vezes superando a velocidade da checagem de fatos ou do cérebro de raciocinar sobre as notícias falsas ou verdadeiras.
  • Viralidade: foca na capacidade de certos conteúdos fabricados de se espalharem rapidamente, atingindo um grande contingente de pessoas em pouco tempo.
  • Verossimilhança: trata da forma como a informação produzida com conteúdo artificial — ou cortes inadequados — é criada para parecer verdadeira. É a capacidade de um conteúdo falso ou sintético de imitar algo real, com elementos que o tornam crível para quem o consome, com o uso crescente da inteligência artificial.

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

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04/04/2026 04:30h

53% dos entrevistados afirmam possuir dívidas em atraso, enquanto apenas 14% avaliam sua situação financeira como boa ou ótima

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Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC) em parceria com a Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados indica que 56% dos beneficiários do INSS recorreram ao empréstimo consignado por necessidade financeira imediata, reforçando a relevância dessa modalidade de crédito para aposentados e pensionistas.

De acordo com o levantamento, os recursos obtidos são direcionados principalmente para quitar dívidas em atraso (35%), pagar despesas do cotidiano (34%) e custear gastos médicos (28%). Como os entrevistados puderam indicar mais de uma resposta, os percentuais podem ultrapassar 100%.

Orçamento doméstico pressionado

Os dados revelam um cenário de pressão sobre o orçamento doméstico desse público. Atualmente, 53% dos entrevistados afirmam possuir dívidas em atraso, enquanto apenas 14% avaliam sua situação financeira como boa ou ótima. As maiores preocupações estão relacionadas ao pagamento de contas da casa (51%) e à quitação de dívidas ou empréstimos (32%).

Modalidade considerada importante pelos beneficiários

Quando questionados sobre a possibilidade de não ter acesso ao consignado, 70% disseram que a ausência da modalidade poderia prejudicar sua organização financeira. Entre aqueles que ainda têm margem para contratar crédito, 73% afirmaram que provavelmente recorreriam novamente ao consignado.

O levantamento também traçou o perfil de quem contrata esse tipo de crédito. 88% dos entrevistados são responsáveis pelo sustento da família, sendo que 59% atuam como os únicos provedores do domicílio. Em muitos casos, o empréstimo é utilizado para cobrir despesas essenciais em períodos de maior fragilidade econômica.

Facilidade na contratação e canais utilizados

Em relação ao processo de contratação, 84% consideraram a operação fácil ou muito fácil. O atendimento presencial em agências bancárias aparece como o canal individual mais utilizado, com 30% das contratações, associado principalmente à sensação de segurança. Já canais digitais — como aplicativos, sites de bancos e WhatsApp — somados representam 53% das operações, destacando-se pela rapidez e conveniência.

Entre os entrevistados que relataram dificuldades no processo, os principais obstáculos mencionados foram os bloqueios mensais do benefício para contratação de crédito realizados pelo INSS e a restrição para novos empréstimos nos primeiros 90 dias após a concessão do benefício.

Para Leandro Vilain, CEO da ABBC, os dados mostram que o consignado faz parte da dinâmica financeira de uma parcela significativa dos beneficiários. 

“O empréstimo consignado é uma alternativa segura e acessível para aposentados e pensionistas do INSS, atendendo majoritariamente um público de baixa renda, muitas vezes com restrições cadastrais, com uma das menores taxas do mercado, contribuindo para a inclusão financeira e previsibilidade orçamentária”, destaca.

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Vilain também ressalta que o debate sobre crédito precisa considerar tanto o acesso quanto o uso responsável. De acordo com ele, o crédito formal desempenha um papel relevante no sistema financeiro ao oferecer opções estruturadas e regulamentadas, e a atuação das instituições deve priorizar transparência, responsabilidade institucional e sustentabilidade das operações.

Já Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, afirma que o estudo apresenta um retrato descritivo do perfil dos consumidores que recorrem ao consignado. Segundo ele, os resultados indicam que a modalidade é utilizada sobretudo para cobrir despesas correntes e compromissos financeiros já existentes, ajudando a compreender como esse tipo de crédito se insere no orçamento doméstico desse público.

A pesquisa foi realizada por entrevistas telefônicas, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre 10 e 22 de fevereiro de 2026, com 1.200 aposentados e pensionistas que contrataram empréstimo consignado vinculado ao INSS, abrangendo todas as regiões do país
 

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04/04/2026 04:25h

Mesmo com alta nos preços — especialmente do chocolate — produtos nacionais ganham espaço; levantamento aponta que 1 em cada 3 pequenas e médias empresas aposta na data para impulsionar vendas

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As vendas no varejo para a Páscoa devem movimentar R$ 3,57 bilhões em 2026, segundo projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Caso o número se confirme, o volume representa crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação, além de ser o maior da série histórica iniciada em 2005.

Mesmo com o avanço nas vendas, o cenário deste ano é marcado por preços mais elevados, especialmente de itens tradicionais como o chocolate. A valorização do cacau no mercado internacional fez com que produtos importados ficassem até 37% mais caros, reduzindo as importações e abrindo espaço para itens nacionais.

A cesta de produtos típicos da data deve registrar aumento médio de 6,2%, acima da inflação pelo terceiro ano consecutivo. O chocolate lidera a alta, com aumento estimado em 14,9%, seguido pelo bacalhau, com 7,7%, e pela alimentação fora do domicílio, com 6,9%.

Apesar da pressão nos preços, fatores como o mercado de trabalho aquecido e a melhora nas condições de consumo devem sustentar o crescimento. A Páscoa já é considerada a sexta data comemorativa mais importante para o comércio brasileiro.

Além do impacto no varejo, a data também ganha relevância entre os pequenos negócios. Levantamento da Serasa Experian aponta que 32% das pequenas e médias empresas utilizam a Páscoa como estratégia para impulsionar as vendas, sendo metade com ações estruturadas e metade com iniciativas pontuais.

O estudo mostra ainda que empresas com maior risco de crédito tendem a recorrer mais às datas sazonais para reforçar o caixa. Regionalmente, o Nordeste lidera a adesão, com 45% das empresas utilizando a data, seguido pelo Norte, com 38%.

A projeção para este ano mantém a tendência de recuperação iniciada após a pandemia de Covid-19, quando o setor registrou forte retração em 2020.

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04/04/2026 04:15h

Prazo foi prorrogado pelo Ministério do Trabalho após instabilidades técnicas; exigência vale para empresas com 100 ou mais empregados

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 O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) prorrogou para o dia 6 de abril de 2026 o prazo para que empresas com 100 ou mais funcionários publiquem o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios. Inicialmente, o limite era 31 de março.

O documento está disponível para download desde o dia 20 de março, por meio do portal Emprega Brasil. Após o acesso, os empregadores devem divulgar o relatório em seus canais institucionais, como sites e redes sociais, garantindo visibilidade e fácil acesso ao público e aos trabalhadores.

A publicação é obrigatória, e o descumprimento pode resultar em multa, conforme previsto na legislação. O MTE já realiza o monitoramento e a fiscalização das empresas.

Segundo a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, a prorrogação ocorreu devido a problemas técnicos no acesso aos dados. A expectativa é que o relatório seja disponibilizado com informações completas e consolidadas no início de abril.

Esta é a quinta edição do relatório, previsto na Lei nº 14.611, de 2023, conhecida como Lei da Igualdade Salarial. O objetivo é dar transparência às diferenças de remuneração entre homens e mulheres que exercem a mesma função.

O levantamento reúne dados fornecidos pelas empresas, informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), referentes ao período de janeiro a dezembro de 2025, além de dados complementares enviados pelos empregadores.

A legislação determina que empresas com 100 ou mais empregados adotem medidas para garantir igualdade salarial, incluindo transparência, fiscalização e canais seguros para denúncias de discriminação.

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04/04/2026 04:05h

Agentes das cinco regiões do Brasil reforçam o policiamento preventivo até domingo (5), com foco na conscientização dos motoristas

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início à Operação Semana Santa 2026 na madrugada do dia 2 de abril. Os agentes vão intensificar a fiscalização para garantir a segurança nas rodovias federais ao longo do feriado prolongado. A operação vai até às 23h59 do próximo domingo (5) e tem como foco a conscientização dos motoristas, especialmente em relação às ultrapassagens proibidas.

Segundo a PRF, nos últimos anos, as estatísticas de acidentes de trânsito ocasionados por ultrapassagens indevidas aumentaram, bem como os índices de mortes e feridos.

Aumento de acidentes ocasionados por ultrapassagens proibidas

Em 2025, a PRF registrou 1.770 acidentes nas rodovias provocados por ultrapassagem proibida –  número é 9% maior do que o registrado em 2023, quando houve 1.620 ocorrências. Já as mortes aumentaram 15% em comparação ao mesmo período.

Entre os estados, Minas Gerais, Bahia e Paraná se destacam com os maiores índices de acidentes de trânsito causados por ultrapassagens irregulares. Confira o ranking:

  • Minas Gerais: 204 registros;
  • Bahia: 197;
  • Paraná: 172. 

Os três estados também ocupam as primeiras posições dos índices de mortes e feridos, mas a letalidade na Bahia é maior – com 64 óbitos. Em seguida estão Paraná e Minas Gerais.

Em nota, a PRF destaca que ao ultrapassar em local proibido, os condutores colocam a vida de todos em risco. A infração é gravíssima e, além da possibilidade de provocar colisões frontais, também podem ocorrer acidentes com veículos parados nos acostamentos.

Dicas para viajar em segurança

Em nota, a coorporação listou uma série de orientações para garantir uma viagem segura nas rodovias federais. Confira:

  • Revise o veículo;
  • Dirija descansado;
  • Pesquise as condições da rodovia;
  • Acompanhe a previsão do tempo para a região da rodovia;
  • Não consuma bebidas alcoólicas antes de dirigir;
  • Use o cinto de segurança;
  • Respeite a velocidade da via;
  • Não use o celular ao volante;
  • Ultrapasse em local permitido.
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04/04/2026 04:00h

Notificação em mulher de 22 anos é o segundo registro de sarampo no Brasil neste ano; paciente não estava vacinada, segundo o Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde (MS) confirmou, na quarta-feira (1º), um caso de sarampo no Rio de Janeiro. Esta é a segunda notificação da doença no Brasil em 2026

A paciente é uma mulher de 22 anos, sem registro de vacinação, que trabalha em um hotel na capital fluminense.

Em nota, a pasta informou que o protocolo de resposta foi iniciado logo após a notificação. “Foram adotadas medidas imediatas de investigação, vacinação de bloqueio na residência, no local de trabalho e no serviço de saúde, além da realização de varredura na área próxima à residência para identificação de possíveis outros casos e ampliação da vacinação”, afirmou.

Situação epidemiológica

Em fevereiro deste ano, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), emitiu alerta para o aumento expressivo de casos de sarampo nas Américas.

Apesar do cenário regional, o Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus, conforme reconhecimento da OPAS. Em 2025, foram confirmados 38 casos no país, distribuídos entre o Distrito Federal (1) e em seis estados: 

  • Maranhão (1);
  • Mato Grosso (6);
  • Rio de Janeiro (2);
  • São Paulo (2);
  • Rio Grande do Sul (1); e 
  • Tocantins (25). 

Do total, dez foram importados, 25 relacionados à importação e três de origem indefinida. Em relação ao histórico vacinal, a maioria (94,7%) ocorreu em pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.

Quais os sintomas e como se proteger do sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa altamente transmissível. Os principais sintomas incluem febre alta (acima de 38,5 °C) e manchas vermelhas na pele, acompanhadas de tosse seca, conjuntivite, coriza e mal-estar intenso.

Segundo a OMS, a vacinação é a medida mais eficaz para prevenir o sarampo. No Brasil, a população de 12 meses a 59 anos têm indicação para se vacinar. Adolescentes e adultos não vacinados ou com esquema incompleto devem iniciar ou completar a proteção conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente duas vacinas: a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, e a tetraviral, que inclui também a varicela.

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03/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3653 ocorre na noite desta sexta-feira (03), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

Atenção, apostadores! Nesta sexta-feira, 03 de abril de 2026, não haverá sorteio da Lotofácil devido ao feriado da Sexta Feira Santa.

Com isso, o próximo concurso da Lotofácil, de número 3653, será realizado apenas no sábado (04).

O sorteio será realizado a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Caixa Econômica Federal.

Acesse o resultado do último sorteio da Lotofácil clicando aqui.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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03/04/2026 18:40h

A previsão é de possibilidade de chuvas isoladas para o sul do RS; temperaturas variam entre 17°C e 32°C

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A previsão do tempo para o Sul do país, neste sábado (4), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com possibilidade de chuvas isoladas somente para o centro-sul do Rio Grande do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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03/04/2026 18:30h

Chuvas e trovoadas cobrem quase toda a região durante o dia; temperaturas variam entre 18°C e 35°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, neste sábado (4), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do Distrito Federal, sul de Mato Grosso do Sul e leste de Goiás, onde não deve chover —, acompanhadas de trovoadas em parte do território.

As chuvas devem ser mais intensas em todo o Mato Grosso, norte de Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás, acompanhadas de trovoadas no centro-norte de Mato Grosso.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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