21/06/2026 21:00h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91

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O dólar fechou o último pregão em queda de 0,17%, cotado aos R$ 5,15.

A sessão foi marcada pela baixa liquidez mundial devido ao fechamento dos mercados acionário e de Títulos nos Estados Unidos, já que país contou com feriado.

Contudo, a informação sobre o acordo entre Israel e Hezbollah mexeu com os preços no mercado. 

Para analistas do mercado financeiro, o resultado obtido embute a projeção de que os juros do país norte-americano oscilem no atual patamar por mais tempo, inclusive com chances de alta. 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1942 0,1692 0,1467 31,3217 0,1567 0,2748 0,2768
USD 5,1518 1 0,8719 0,7557 161,31 0,8072 1,4154 1,4265
EUR 5,9102 1,1469 1 0,8668 185,02 0,9259 1,6233 1,6351
GBP 6,8148 1,3233 1,1534 1 213,55 1,0683 1,8737 1,8875
JPY 3,19267 0,619925 0,54061 0,468494 1 0,5004 0,87741 0,88398
CHF 6,3802 1,2389 1,0802 0,9364 199,86 1 1,7538 1,7671
CAD 3,6386 0,7065 0,6159 0,5340 113,98 0,5703 1 1,0077
AUD 3,6124 0,7011 0,6112 0,5300 113,12 0,5659 0,9925 1

Os dados são da Investing.com.      
 

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21/06/2026 18:00h

Massa de ar polar provoca declínio térmico, aumento da nebulosidade e chuva em áreas dos três estados da região

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A Região Sul inicia a semana sob influência de uma frente fria associada ao avanço de uma massa de ar polar. O sistema provoca aumento da nebulosidade, ocorrência de chuva em diferentes áreas e queda das temperaturas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
No Rio Grande do Sul, a entrada do ar frio favorece o declínio das temperaturas ao longo do dia. Em Porto Alegre, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros devem variar entre 13°C e 18°C. No estado, as temperaturas ficam entre 2°C e 19°C. A chuva ocorre de forma fraca e isolada em diversas áreas, especialmente nas regiões sul e leste, alternando períodos de maior nebulosidade com aberturas de sol.
Em Santa Catarina, o tempo permanece instável durante a segunda-feira. Em Florianópolis, são esperadas muitas nuvens e pancadas de chuva, com temperaturas entre 15°C e 19°C. No estado, os valores variam de 4°C a 26°C. A nebulosidade aumenta no decorrer do dia e as temperaturas entram em declínio gradativo à medida que a massa de ar polar avança sobre a região.
No Paraná, a frente fria mantém condições para chuva em grande parte do estado. Em Curitiba, a previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As temperaturas variam entre 8°C e 19°C. Em todo o estado, os termômetros devem registrar valores entre 6°C e 29°C. As áreas do norte e do leste paranaense ainda podem apresentar temperaturas mais elevadas no início do dia, mas a tendência é de queda ao longo do avanço do ar frio.
A atuação da massa de ar polar deve manter as temperaturas mais baixas nos dias seguintes, especialmente nas áreas de maior altitude da Região Sul.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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21/06/2026 18:00h

Massa de ar polar provoca resfriamento gradual na região, com maior impacto em São Paulo e áreas de maior altitude de Minas Gerais

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O avanço de uma massa de ar polar começa a influenciar as condições do tempo na Região Sudeste a partir de segunda-feira (22). A atuação do sistema favorece a queda das temperaturas, especialmente durante as madrugadas e primeiras horas da manhã, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens ao longo do dia, com temperaturas variando entre 12°C e 24°C na capital. O resfriamento será um dos primeiros a ser observado no Sudeste, com redução das temperaturas em relação aos dias anteriores. Nas áreas de maior altitude do estado, as madrugadas devem registrar os menores valores térmicos.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com poucas nuvens e temperaturas entre 14°C e 27°C. A influência da massa de ar polar será mais moderada, contribuindo para noites e madrugadas mais amenas, enquanto as tardes continuam com temperaturas mais elevadas.
No Espírito Santo, a capital Vitória terá muitas nuvens e temperaturas variando de 18°C a 28°C. A entrada do ar mais frio ocorre de forma gradual, sem mudanças expressivas nas condições do tempo, mas com redução das temperaturas noturnas em comparação aos dias anteriores.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte deve registrar mínima de 13°C e máxima de 28°C, sob predomínio de poucas nuvens. O avanço do ar polar terá maior influência no Sul de Minas e na Serra da Mantiqueira, onde as temperaturas serão mais baixas. No Triângulo Mineiro, Zona da Mata e demais áreas do interior, o tempo segue estável, com temperaturas amenas e variação de nebulosidade.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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21/06/2026 18:00h

Instabilidades seguem concentradas sobre Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará. Tocantins mantém predomínio de tempo firme e temperaturas elevadas.

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A segunda-feira (22) será marcada por calor e elevada umidade em toda a Região Norte. A combinação entre altas temperaturas e grande disponibilidade de umidade favorece a formação de áreas de instabilidade, mantendo condições para pancadas de chuva em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
No Tocantins, o tempo segue firme e seco na maior parte do estado. O predomínio do sol favorece a elevação das temperaturas, especialmente nas áreas central, sul e sudeste tocantinense. Em Palmas, a previsão é de céu claro, com mínima de 22°C e máxima de 35°C.
No Pará, a chuva deve ocorrer principalmente na faixa litorânea, nordeste paraense, região do Marajó e Baixo Amazonas. Já no sul e sudeste do estado, o tempo tende a permanecer mais aberto, com períodos prolongados de sol e temperaturas elevadas. Em Belém, são esperadas muitas nuvens e pancadas de chuva, com mínima de 24°C e máxima de 33°C.
O Amapá permanece sob influência da umidade vinda do Atlântico Equatorial. A previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva em praticamente todo o estado, incluindo áreas do litoral e do interior. Em Macapá, os termômetros variam entre 24°C e 31°C.
Em Roraima, a instabilidade atmosférica favorece a ocorrência de chuva, principalmente nas porções norte, nordeste e leste do estado. Em Boa Vista, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 25°C e máxima de 32°C.
No Amazonas, as pancadas de chuva devem ocorrer em diferentes momentos do dia, abrangendo áreas do norte, centro e oeste do estado. As regiões próximas às fronteiras com Colômbia e Venezuela também permanecem sob influência da elevada umidade. Em Manaus, a temperatura varia entre 23°C e 33°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
Em Rondônia, o tempo segue abafado, com aumento da nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de chuva, principalmente nas áreas do norte do estado e no vale do rio Madeira. Em Porto Velho, a previsão indica mínima de 24°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
No Acre, a presença de umidade favorece a formação de áreas de instabilidade, especialmente no oeste e noroeste acreano. Em Rio Branco, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva, e temperaturas entre 21°C e 30°C.
De forma geral, Tocantins e áreas do sul do Pará devem registrar os períodos mais prolongados de tempo firme, enquanto Amazonas, Roraima, Amapá e o norte paraense concentram as condições mais favoráveis para precipitações ao longo do dia.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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21/06/2026 18:00h

Precipitações devem se concentrar na faixa costeira da região, enquanto áreas do interior mantêm predomínio de tempo seco e temperaturas elevadas.

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A circulação de umidade sobre o litoral da Região Nordeste mantém as condições favoráveis para chuva nesta segunda-feira (22). As precipitações devem ocorrer de forma fraca e isolada desde o litoral do Ceará até o litoral da Bahia, com períodos de muitas nuvens ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Na Bahia, as instabilidades se concentram principalmente no litoral e no Recôncavo Baiano. Salvador deve registrar muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas variando entre 21°C e 26°C. No oeste baiano e em grande parte do interior do estado, o tempo segue estável, favorecendo temperaturas acima da média para o período.
O mesmo padrão atmosférico é esperado para Sergipe. Em Aracaju, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 28°C. No agreste e no sertão sergipano, o predomínio será de tempo firme.
Em Alagoas, a circulação marítima mantém a condição de chuva fraca e passageira no litoral. Maceió terá temperaturas entre 23°C e 28°C. Nas áreas do interior alagoano, o tempo permanece seco.
Em Pernambuco, a instabilidade também se concentra na faixa litorânea. Recife deve registrar muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 30°C. No Agreste e no Sertão, a previsão é de tempo firme e temperaturas elevadas durante a tarde.
Na Paraíba, as precipitações devem se concentrar no litoral e na Zona da Mata. João Pessoa terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 29°C. Já no Agreste e no Sertão paraibano, o tempo permanece estável.
O Rio Grande do Norte terá muitas nuvens e chuva isolada, especialmente entre o litoral oriental e a região metropolitana de Natal. A capital potiguar deve registrar temperaturas entre 24°C e 29°C. Nas áreas do interior, a tendência é de menor nebulosidade e ausência de chuva significativa.
No Ceará, a faixa litorânea permanece sob influência da umidade vinda do oceano, favorecendo chuva isolada e períodos de céu encoberto. Em Fortaleza, a mínima prevista é de 22°C e a máxima de 30°C. No interior cearense, incluindo áreas dos sertões e da região do Cariri, o tempo segue firme.
No Piauí, o predomínio será de sol entre poucas nuvens. A atmosfera mais seca favorece temperaturas elevadas em grande parte do estado. Em Teresina, os termômetros devem variar entre 25°C e 34°C.
No Maranhão, a chuva tende a se concentrar principalmente no noroeste do estado, incluindo áreas próximas ao litoral e à Baixada Maranhense. Em São Luís, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva, com temperaturas variando entre 24°C e 31°C. Nas demais áreas maranhenses, especialmente no centro-sul do estado, o tempo permanece mais estável.
Em toda a região do MATOPIBA, que engloba áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia, a tendência é de tempo seco e temperaturas até 1°C acima da média histórica para esta época do ano. O mesmo cenário é observado em áreas do interior de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, onde a chuva perde intensidade e a estabilidade atmosférica predomina ao longo do dia.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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21/06/2026 18:00h

Temperaturas seguem elevadas em grande parte da região nesta segunda-feira (22), enquanto áreas do sul de Mato Grosso do Sul registram aumento de nebulosidade e condições para chuva

A segunda-feira (22) será de tempo estável em grande parte da Região Centro-Oeste. O predomínio de uma massa de ar mais seco favorece a presença de sol entre poucas nuvens e mantém as temperaturas elevadas em áreas de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Em Brasília, a previsão indica poucas nuvens, com mínima de 17°C e máxima de 28°C. O tempo permanece firme ao longo do dia, e a umidade relativa do ar tende a diminuir durante a tarde.
Em Goiás, Goiânia também terá poucas nuvens, com temperaturas entre 18°C e 28°C. Nas demais áreas do estado, o cenário é semelhante, com predomínio de tempo seco.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra mínima de 23°C e máxima de 33°C, sob condição de muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva. No estado, o calor continua predominando, especialmente nas regiões norte, nordeste e centro, onde as máximas podem ultrapassar os 34°C. No extremo oeste mato-grossense, próximo à fronteira com a Bolívia, há previsão de chuva passageira.
Já em Mato Grosso do Sul, a aproximação de uma frente fria começa a alterar as condições atmosféricas. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 17°C e 26°C. Nas regiões centro-sul e sul do estado, o aumento da nebulosidade favorece a ocorrência de chuva ao longo do dia. Além disso, a entrada de uma massa de ar mais frio contribui para a redução das temperaturas.
No conjunto da região, o destaque permanece para o contraste entre o calor e o tempo seco observados em grande parte do Centro-Oeste e a mudança gradual nas condições do tempo em Mato Grosso do Sul, onde os efeitos da frente fria começam a ser sentidos.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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21/06/2026 16:17h

Enquanto as internações avançam nas faixas etárias mais elevadas, os casos de SRAG desaceleram em crianças pequenas e adolescentes de até 14 anos

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltaram a crescer entre jovens, adultos e idosos. É o que aponta a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o informe, o avanço é impulsionado pelo aumento das hospitalizações provocadas pelos vírus influenza A e B nessas faixas etárias

Embora as internações por vírus sincicial respiratório (VSR) ainda estejam em alta entre crianças pequenas, o boletim identificou desaceleração no crescimento dos casos de SRAG em crianças de até quatro anos e redução das ocorrências graves entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos

A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação contra a influenza. Segundo ela, é fundamental que os grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades, mantenham a imunização em dia. 

A cientista destaca ainda a necessidade de vacinação contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, o que contribui para proteger os bebês contra o vírus responsável pela bronquiolite

Além disso, diante do leve aumento dos casos de Covid-19 em alguns estados, Portella recomenda que idosos e pessoas imunocomprometidas estejam com as doses de reforço da vacina atualizadas

“No mais, recomendamos alguns cuidados adicionais, como usar máscaras em locais fechados, com maior aglomeração de pessoas e dentro de unidades de saúde; fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado; ou, quando o isolamento não for possível, sair de casa usando uma boa máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”, orienta.

Estados em alerta para SRAG

O boletim mostra que 14 das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. 

Os casos de SRAG associados ao VSR continuam aumentando na maioria dos estados das regiões Nordeste — Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte — e Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, além de Amapá e Roraima, no Norte, e Rio de Janeiro e São Paulo, no Sudeste

Em toda a Região Centro-Oeste, bem como nos estados do Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, os casos de SRAG relacionados ao VSR permanecem em patamares elevados, mas já apresentam sinais de estabilização ou queda

Entre as capitais brasileiras, 11 apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.

Entre elas estão Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES).

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 19,1% de influenza A
  • 7,1% de influenza B
  • 51,4% de VSR
  • 23,9% de rinovírus
  • 2,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 43,7% de influenza A
  • 10,5% de influenza B
  • 16,9% de VSR
  • 20,4% de rinovírus
  • 7,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 13 de junho, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 23. Confira outros detalhes no link.

VEJA MAIS:

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21/06/2026 04:00h

Segundo o Inmet, a nova estação começa às 5h24 e será marcada por temperaturas baixas, geadas em áreas do Sul e mudanças no regime de chuvas em diferentes regiões brasileiras.

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O inverno no Hemisfério Sul começa neste domingo, 21 de junho, às 5h24, horário de Brasília, e se estende até 22 de setembro. A estação é caracterizada pela redução das temperaturas e pela diminuição das chuvas em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.

De acordo com o prognóstico climático divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno de 2026 deverá apresentar características típicas da estação, mas também será influenciado pelas condições oceânicas e atmosféricas observadas neste ano. O instituto destaca a possibilidade de atuação do fenômeno El Niño ao longo do período, o que pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do país.

Na Região Sul, a previsão indica chuvas próximas ou acima da média histórica em diversos locais. As temperaturas devem permanecer baixas durante a passagem de massas de ar frio, favorecendo a ocorrência de geadas, principalmente nas áreas serranas e de maior altitude do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Já no Sudeste e no Centro-Oeste, o período tende a ser mais seco, com baixos índices de umidade do ar e maior amplitude térmica, quando as manhãs são frias e as tardes mais quentes. Em algumas áreas, a estiagem pode favorecer queimadas e incêndios florestais.

No Norte do país, as chuvas seguem mais frequentes em áreas próximas à faixa norte da Amazônia, enquanto o restante da região deve registrar redução gradual dos volumes. No Nordeste, a tendência é de continuidade das chuvas no litoral leste durante parte da estação, influenciadas pelos ventos úmidos vindos do oceano.

Segundo o Inmet, o inverno também é conhecido pela ocorrência de fenômenos como nevoeiros, geadas e, eventualmente, episódios de neve nas áreas mais elevadas da Região Sul quando há condições atmosféricas favoráveis.

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21/06/2026 02:00h

Levantamento revela que cada R$ 1 investido em prevenção climática pode evitar até R$ 7 em perdas decorrentes de desastres ambientais

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Um estudo divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) defende a adoção de “orçamentos verdes” no Brasil para fortalecer a capacidade de estados e municípios de responder aos impactos das mudanças climáticas. A proposta é substituir a lógica predominantemente reativa da gestão pública por uma estratégia baseada em prevenção, adaptação e resiliência climática. 

O levantamento, elaborado com apoio do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (CICEF), aponta que os entes subnacionais ainda concentram grande parte dos recursos em ações emergenciais, como reconstrução após enchentes, secas e queimadas, ao invés de priorizar investimentos preventivos

A ferramenta sugerida pelo estudo, inspirada em metodologia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), permite identificar, classificar e monitorar os gastos públicos relacionados ao meio ambiente, possibilitando medir de forma mais precisa o esforço fiscal dos governos na agenda climática.

Entre os objetivos dos chamados “orçamentos verdes” estão:

  • incorporação de riscos climáticos ao planejamento fiscal;
  • priorização de investimentos em prevenção e adaptação;
  • fortalecimento da capacidade de resposta a desastres;
  • promoção da sustentabilidade fiscal de longo prazo.

Investir em prevenção reduz perdas

Estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), citadas no estudo, indicam que cada R$ 1 investido em prevenção climática pode evitar até R$ 7 em perdas decorrentes de desastres ambientais. Apesar disso, os recursos públicos continuam concentrados em ações de reparação e reconstrução.

O relatório cita o caso do Rio Grande do Sul como exemplo. Após as enchentes de 2024, o estado precisou suplementar mais de R$ 3 bilhões para ações emergenciais, comprometendo recursos que poderiam ser destinados a outras áreas. 

Segundo os pesquisadores, embora a Constituição Federal atribua responsabilidades ambientais à União, aos estados e aos municípios, são os entes subnacionais que absorvem diretamente os impactos econômicos e sociais de eventos extremos. Ainda assim, essas administrações enfrentam limitações técnicas e financeiras para implementar políticas climáticas

Falta rastreamento dos gastos ambientais

Um dos principais desafios apontados pelo estudo é a dificuldade de identificar quanto os governos efetivamente investem em ações relacionadas ao clima

Despesas com drenagem urbana, contenção de encostas, recuperação ambiental e prevenção de desastres costumam estar distribuídas entre diferentes áreas do orçamento, como infraestrutura, urbanismo e defesa civil, o que dificulta mensurar o volume de recursos destinado à agenda climática

O levantamento cita Pernambuco como exemplo. Entre 2008 e 2019, o estado destinou cerca de 0,16% do PIB estadual a políticas climáticas. Apesar disso, as emissões de gases de efeito estufa cresceram, em média, 25% no período, evidenciando a dificuldade de avaliar a efetividade das políticas sem métricas padronizadas

Desafios para implementar os orçamentos verdes

O estudo aponta obstáculos para a adoção do “orçamento verde” no país. Entre eles estão:

  • falta de padronização contábil entre estados e municípios;
  • baixa integração entre planos climáticos e instrumentos tradicionais de planejamento — como Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA);
  • desafios técnico-operacionais das equipes fazendárias locais;
  • entraves políticos, como a descontinuidade administrativa entre governos e a preferência por gastos com retorno eleitoral mais imediato em detrimento de investimentos preventivos de longo prazo.

Marcadores climáticos

Como solução técnica, o estudo propõe a adoção dos chamados “marcadores orçamentários climáticos”, uma espécie de etiqueta aplicada às despesas públicas para identificar seu impacto sobre o clima. 

Esses mecanismos funcionam como classificadores contábeis capazes de indicar se determinado gasto tem impacto positivo, neutro ou negativo para a agenda climática. Os marcadores também permitem distinguir ações de mitigação — voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa — de medidas de adaptação — destinadas a aumentar a resiliência a eventos extremos. 

Segundo os pesquisadores, a adoção dessas métricas tornaria os gastos climáticos mais visíveis, comparáveis e auditáveis, ampliando a transparência fiscal e fortalecendo a coordenação das políticas públicas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas. 

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20/06/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3716 ocorre na noite deste sábado (20), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotofácil concurso 3716 acontece neste sábado, 20 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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