VoltarOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (20), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 2.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoMinistério do Trabalho e Emprego libera pagamento para mais de 1 milhão de trabalhadores
Baixar áudioO abono salarial referente ao ano-base 2024 tem um lote complementar de pagamentos desde quinta-feira (15). O Ministério do Trabalho e Emprego destinou R$ 804,2 milhões a 1.030.899 trabalhadores.
Quem não recebeu o benefício no pagamento inicial pode consultar se foi contemplado pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal gov.br. Os canais permitem verificar o valor do benefício e o banco responsável pelo pagamento.
O lote complementar foi definido após o reprocessamento das informações do abono salarial PIS/Pasep. A medida considera dados transmitidos ou retificados pelos empregadores entre 1º de setembro de 2025 e 20 de junho de 2026. O procedimento permitiu identificar trabalhadores que não haviam sido habilitados nas etapas anteriores e revisar valores de beneficiários já incluídos no programa.
Para receber o abono salarial 2026, referente ao ano-base 2024, o trabalhador precisa atender aos seguintes critérios:
O lote complementar contempla trabalhadores cujas informações foram transmitidas ou retificadas pelos empregadores dentro do período definido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
A consulta do abono salarial pode ser feita pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal gov.br. O trabalhador deve acessar um dos canais e verificar se há valores disponíveis e qual instituição financeira é responsável pelo pagamento.
Também é possível obter informações pelo telefone 158, canal de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, ou nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego.
O valor do abono salarial varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O cálculo considera o salário mínimo de 2026, dividido por 12 e multiplicado pelo número de meses trabalhados no ano-base.
Do total de beneficiários do lote complementar, 704.398 são trabalhadores da iniciativa privada vinculados ao PIS, com pagamentos pela Caixa Econômica Federal. Outros 326.501 são servidores públicos vinculados ao Pasep, com pagamentos pelo Banco do Brasil.
Na Caixa, o pagamento é feito por crédito em conta ou pelo aplicativo Caixa Tem. Quem não possui conta na instituição pode receber em agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.
No Banco do Brasil, o pagamento ocorre por crédito em conta, TED, Pix ou atendimento presencial nas agências, conforme as condições de recebimento.
Os valores do abono salarial 2026 ficam disponíveis até 30 de dezembro de 2026.
Confira o calendário de pagamento do abono salarial no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.
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Baixar áudioCom a aproximação do segundo turno das Eleições 2026, marcado para domingo, 25 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta eleitoras e eleitores a consultar antecipadamente o local onde deverão votar. A recomendação é importante mesmo para quem compareceu às urnas no primeiro turno e pretende utilizar o mesmo endereço.
De acordo com a Justiça Eleitoral, até 16 de outubro, foi necessária a alteração do local de votação de 4.352 seções eleitorais em todo o país, o equivalente a 0,87% do total. As mudanças podem afetar cerca de 590 mil eleitores e ocorreram por motivos como reformas, problemas de infraestrutura, danos provocados por chuvas e ventos e necessidade de adequações de acessibilidade.
Diante desse cenário, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, solicitou aos tribunais regionais eleitorais (TREs) ampla divulgação das possíveis alterações. A medida busca manter a população informada e evitar que eleitores se dirijam a endereços que não correspondam ao local atualizado de votação.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, também orientou que eventuais mudanças sejam avaliadas criteriosamente. Entre os fatores que devem ser considerados estão as condições de funcionamento dos espaços, a segurança, a acessibilidade e os impactos no deslocamento dos eleitores. A orientação é evitar alterações desnecessárias em um período próximo à votação.
A consulta pode ser realizada gratuitamente por três canais oficiais. Pelo aplicativo e-Título, disponível para celulares Android e iOS, basta acessar a ferramenta e selecionar a opção “Onde votar” para conferir o endereço, a zona e a seção eleitoral.
Outra alternativa é o Autoatendimento Eleitoral, disponível nos portais da Justiça Eleitoral. Nesse serviço, o eleitor pode consultar as informações de sua seção e confirmar o endereço onde deverá comparecer.
Também é possível utilizar o ChatVote, assistente virtual do TSE, acessível pelo portal do tribunal e, conforme a disponibilidade da ferramenta, pelo aplicativo e-Título.
A recomendação é verificar os dados antes de sair de casa no dia da eleição, planejar o deslocamento e utilizar somente os canais oficiais para esclarecer dúvidas. A conferência antecipada é especialmente importante para quem solicitou transferência temporária do local de votação.
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Baixar áudioAprovado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT), o Projeto de Lei 1559/21 que fixa o piso salarial de R$ 6.500 para os farmacêuticos pode impactar os municípios em R$ 309 milhões por ano. O alerta é da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A entidade aponta que a proposta não apresenta fonte de custeio adequada para financiar o piso salarial da categoria.
A confederação pondera que a ausência de fonte de custeio da medida contraria o disposto na Emenda Constitucional nº 128/2022, que veda a transferência de despesas relacionadas à prestação de serviços públicos aos entes federativos sem a correspondente previsão de recursos.
Segundo a entidade, cerca de oito a cada dez ocupações (82%) serão afetadas pela proposta. “A medida é especialmente grave diante de um cenário de aprovação de diversas pautas-bomba que têm asfixiado os entes locais”, avalia a confederação, em nota.
Após aprovação da CFT da Câmara, o texto seguiu para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Casa.
A CNM destaca que os Farmacêuticos integram equipes em todos os níveis de atenção à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A categoria realiza ações de assistência farmacêutica e dispensação de medicamentos, como nas farmácias básicas e de medicamentos especializados.
O texto garante adicional de 10% sobre o piso para quem atua como responsável técnico e estabelece o reajuste anual do valor com base na inflação (INPC). A CFT acolheu a versão aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família, que estendeu o benefício ao serviço público.
A CNM afirma que tem se mobilizado e alertado os parlamentares sobre o risco de aprovação do projeto para os cofres públicos municipais.
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Baixar áudioO candidato Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no segundo turno das eleições de 2026, com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta terça-feira (13). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais. Os candidatos, portanto, estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro.
Na intenção de voto estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro aparece com 48% e Lula com 45%. Outros 5% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, em que os entrevistados indicam sua preferência sem a apresentação dos nomes, Flávio Bolsonaro registra 46%, ante 44% de Lula. Os votos brancos, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, e 4% não sabem ou não responderam.
Flávio lidera em três regiões; Lula tem vantagem no Nordeste
O recorte regional da intenção de voto estimulada mostra Flávio Bolsonaro à frente no Norte/Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Lula lidera no Nordeste, onde registra sua maior vantagem.
No Sul, Flávio Bolsonaro tem 57% das intenções de voto, contra 36% de Lula. No Norte/Centro-Oeste, o candidato registra 56%, ante 41% do presidente.
Já no Sudeste, Flávio aparece com 51%, enquanto Lula soma 41%.
O Nordeste apresenta cenário inverso: Lula lidera com 61% das intenções de voto, contra 32% de Flávio Bolsonaro.
Os percentuais consideram todos os entrevistados de cada região, e não apenas os votos válidos. A pesquisa apresenta Norte e Centro-Oeste de forma agrupada.
Interesse no segundo turno chega a 85%
O levantamento aponta que 85% dos brasileiros demonstram interesse no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Desse total, 67% afirmam ter muito interesse e 18% dizem ter interesse razoável.
Outros 7% declaram pouco interesse e 7% não têm nenhum interesse. Os que não sabem ou não responderam representam 2%.
Regionalmente, o Norte/Centro-Oeste registra o maior percentual de eleitores interessados, com 91%, considerando a soma de muito interesse e interesse razoável. O Sul aparece com 88%, seguido pelo Nordeste, com 86%, e pelo Sudeste, com 81%.
O Sul apresenta o maior percentual de eleitores com muito interesse, 70%. Já o Sudeste registra o maior índice de pessoas sem nenhum interesse, 11%.
Decisão de voto está consolidada para 92% dos eleitores
A pesquisa revela que 92% dos brasileiros afirmam que sua decisão de voto para o segundo turno já está tomada e não vai mais mudar. Apenas 7% admitem a possibilidade de alterar a escolha até a votação, enquanto 1% não sabe ou não respondeu.
Entre os eleitores que declaram voto em Flávio Bolsonaro e em Lula, 95% de cada grupo afirmam que não pretendem mudar de candidato. A possibilidade de mudança é mencionada por 4% dos eleitores de Flávio e 5% dos eleitores de Lula.
O levantamento também mostra que, entre os entrevistados com voto consolidado, 90% decidiram antes do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.
Outros 9% definiram sua escolha depois da primeira votação, e 1% não soube ou não respondeu.
O Norte/Centro-Oeste apresenta o maior percentual de decisões tomadas antes do primeiro turno, com 92%. No Nordeste e no Sul, o índice é de 90%, enquanto no Sudeste chega a 89%.
Intenção de comparecimento às urnas chega a 95%
A disposição declarada para participar do segundo turno também é elevada. Segundo a Nexus, 89% dos eleitores já decidiram comparecer às urnas, enquanto outros 6% afirmam que provavelmente votarão, totalizando 95%.
Na outra ponta, 3% já decidiram não comparecer ou justificar a ausência, e 1% provavelmente não votará ou justificará. Outro 1% não soube responder.
O Norte/Centro-Oeste registra 97% de intenção de comparecimento, somando respostas definitivas e prováveis. No Sul, o percentual também chega a 97%. No Nordeste e no Sudeste, é de 95%.
Rejeição a Lula é maior no Sul; Flávio enfrenta maior resistência no Nordeste
A pesquisa também mediu o potencial de voto e a rejeição dos dois candidatos. Nacionalmente, 51% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 47% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro.
Entre os entrevistados, 42% afirmaram que Lula é o único candidato em quem votariam e 7% consideraram votar nele, mas ainda não estão totalmente certos. Para Flávio Bolsonaro, os percentuais são de 43% e 7%, respectivamente.
Regionalmente, a rejeição a Lula é maior no Sul, com 60%, seguido pelo Norte/Centro-Oeste e pelo Sudeste, ambos com 55%. No Nordeste, 35% afirmam que não votariam no presidente.
Flávio Bolsonaro registra sua maior rejeição no Nordeste, com 62%. No Sudeste, o índice é de 44%, no Norte/Centro-Oeste, 39%, e no Sul, 35%.
O Nordeste também concentra o maior percentual de eleitores que consideram Lula sua única opção de voto, com 56%. Para Flávio Bolsonaro, esse indicador é mais elevado no Sul, com 53%.
Desaprovação ao governo Lula chega a 50%
A pesquisa mostra que 50% dos brasileiros desaprovam o trabalho do presidente Lula, enquanto 45% aprovam. Outros 5% não sabem ou não responderam.
Na avaliação qualitativa, 34% classificam o governo como ótimo (15%) ou bom (19%). Outros 20% consideram a administração regular. Já a avaliação negativa soma 45%, resultado dos 7% que avaliam o governo como ruim e dos 38% que o classificam como péssimo.
O Nordeste é a única região em que a aprovação supera a desaprovação: 61% aprovam o governo e 34% desaprovam.
No Sul, a desaprovação chega a 59%, contra 36% de aprovação. No Norte/Centro-Oeste, 57% desaprovam e 39% aprovam. Já no Sudeste, a desaprovação é de 54%, ante 42% de aprovação.
A pesquisa
O levantamento ouviu 2.002 eleitores entre os dias 10 e 12 de outubro, por telefone, em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07997/2026.
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Baixar áudioAs atividades relacionadas a Minerais Críticos e Estratégicos (MCE) somam 129.423 empregos no Brasil, o equivalente a 57% dos 226.634 postos da indústria extrativa mineral. Os dados, referentes a 2025, estão no Portal de Minerais Críticos e Estratégicos da Agência Nacional de Mineração (ANM), lançado na última quarta-feira (14).
O mercado de trabalho ligado aos MCE cresceu 8,6% entre 2023 e 2025. Do total de empregos do segmento, 51.714 são de mão de obra qualificada, o que representa 23% de todos os postos da indústria extrativa mineral do país. Os trabalhadores com ensino superior somam 30.707, ou 14% do total da indústria extrativa.
Entre os trabalhadores do segmento, as mulheres ocupam 28.658 postos, o equivalente a 22% dos empregos relacionados aos MCE. Os homens respondem por 100.765 postos, ou 78%.
Em 2025, as remunerações medianas dos trabalhadores com ensino fundamental, médio e superior foram, respectivamente, de R$ 3.218,08, R$ 4.142,24 e R$ 11.856,16.
Os empregos estão distribuídos por diferentes estados e municípios. Entre as cidades com mais trabalhadores em atividades relacionadas aos MCE estão Parauapebas (PA), com 8.234 empregos; Nova Lima (MG), com 8.218; e Congonhas (MG), com 7.114.
Em Parauapebas, 71,4% dos trabalhadores são homens e 28,6% mulheres, e 1.851 têm nível superior. Em Nova Lima, a divisão é de 63,3% de homens e 36,7% de mulheres, e 4.776 dos 8.218 empregados possuem ensino superior. Em Congonhas, 73,2% são homens e 26,8% mulheres, e 1.234 trabalhadores têm nível superior.
Dentro da categoria de minerais críticos estão as terras raras. Com cerca de 21 milhões de toneladas passíveis de extração, segundo o Serviço Geológico Braileiro (SGB), o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, atrás apenas da China. Esses minérios são bastante demandados especialmente pelas indústrias de defesa e de alta tecnologia, para produção de semicondutores e baterias de última geração.
A maior parte das reservas brasileiras de terras raras, nióbio, lítio e outros minerais estratégicos, se concentra nos estados de Goiás e Minas Gerais.
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Baixar áudioO boletim de setembro de 2026 da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) projeta um crescimento de 34% nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) em novembro, na comparação com outubro.
Em setembro, as transferências somaram R$ 34,3 bilhões, já descontada a parcela destinada ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor representa um aumento de 13,4% em relação a agosto, quando os repasses totalizaram R$ 30,3 bilhões.
Para outubro, a STN estima uma alta de 4,8% em relação a setembro. Já para dezembro, a projeção é de crescimento de 11% na comparação com novembro.
Os percentuais referentes a outubro, novembro e dezembro são estimativas, e não valores já transferidos ou garantidos. As variações comparam cada mês ao imediatamente anterior, sem considerar o desempenho no mesmo período de 2025.
O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que parte do crescimento dos repasses do FPM e do FPE em 2026 está associada à inflação. Segundo ele, além das incertezas relacionadas ao processo eleitoral brasileiro, o cenário internacional tem pressionado os preços dos combustíveis.
“Isso acaba ecoando por toda a cadeia produtiva, desde o preço do frete até o preço final do que chega ao consumidor, desde uma blusa até o alimento que vai à mesa todos os dias”, afirma.
Nesse contexto, segundo o economista, a elevação dos preços pode contribuir para o aumento da arrecadação tributária e, consequentemente, dos valores distribuídos aos estados e municípios. Isso significa que parte do crescimento nominal dos repasses pode refletir a inflação, sem representar, necessariamente, uma expansão real da economia na mesma proporção.
Outro fator que contribui para as perspectivas de crescimento dos fundos, segundo o especialista, é o desempenho favorável do mercado de trabalho brasileiro.
“Nós temos uma situação de empregabilidade no Brasil muito favorável, o que aumenta, por conseguinte, a arrecadação do imposto de renda, que é um dos principais componentes do FPE e do FPM”, explica.
Como os fundos são abastecidos, entre outras fontes, por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o aumento das receitas desses tributos pode ampliar os recursos destinados aos governos estaduais e municipais.
Cesar Lima também destaca a influência da sazonalidade sobre a arrecadação tributária. Segundo ele, o comportamento das receitas varia ao longo do ano, conforme a atividade econômica e o calendário de consumo.
A proximidade da Black Friday, das compras de Natal e do período de férias tende a estimular as vendas em diferentes setores. Esse movimento pode contribuir para elevar a arrecadação de tributos e, consequentemente, influenciar os valores distribuídos pelo FPM e pelo FPE.
No primeiro decêndio de dezembro, os municípios recebem um repasse adicional de 1% do FPM. O recurso pode reforçar o caixa das prefeituras no encerramento do exercício financeiro, período marcado por compromissos como o pagamento do 13º salário dos servidores e o cumprimento de outras obrigações da administração municipal.
Para 2027, Cesar Lima projeta um início de ano mais lento do que o observado em 2026.
“Nós temos uma projeção de um início de ano mais lento do que aconteceu nesse ano de 2026. Talvez muito em decorrência das incertezas internas e externas no Brasil. Contudo, o crescimento real aconteceu em 2026, e isso para os municípios é de grande valia”, conclui.
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Copiar o textoCafé arábica e robusta registram alta enquanto açúcar e milho apresentam queda
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (20) em alta de 0,36%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.606,94 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve valorização de 1,04%, sendo comercializado a R$ 973,27.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 1.606,94 | 0,36% | 1,91% | 318,39 |
| 16/10/2026 | 1.601,25 | 1,52% | 1,55% | 315,52 |
| 15/10/2026 | 1.577,21 | 0,38% | 0,02% | 309,38 |
| 14/10/2026 | 1.571,19 | 1,55% | -0,36% | 311,99 |
| 13/10/2026 | 1.547,28 | 1,01% | -1,88% | 308,10 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 973,27 | 1,04% | -1,24% | 192,84 |
| 16/10/2026 | 963,28 | -0,50% | -2,25% | 189,81 |
| 15/10/2026 | 968,10 | -0,47% | -1,76% | 189,90 |
| 14/10/2026 | 972,64 | 0,15% | -1,30% | 193,14 |
| 13/10/2026 | 971,18 | 1,03% | -1,45% | 193,38 |
O preço do açúcar cristal apresenta leve baixa de 0,10% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 125,62.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 125,62 | -0,10% | 3,72% | 24,89 |
| 16/10/2026 | 125,74 | 0,85% | 3,81% | 24,78 |
| 15/10/2026 | 124,68 | 0,60% | 2,94% | 24,46 |
| 14/10/2026 | 123,94 | 0,13% | 2,33% | 24,61 |
| 13/10/2026 | 123,78 | 0,50% | 2,20% | 24,65 |
Em Santos (SP), houve desvalorização de 0,87%, e a mercadoria é negociada a R$ 137,30 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 137,30 | -0,87% | 9,30% | 27,15 |
| 16/10/2026 | 138,50 | -0,10% | 10,25% | 27,25 |
| 15/10/2026 | 138,64 | 0,89% | 10,36% | 27,44 |
| 14/10/2026 | 137,42 | -0,79% | 9,39% | 27,24 |
| 13/10/2026 | 138,51 | 4,15% | 10,26% | 27,65 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,74 após desvalorização de 0,17%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 64,74 | -0,17% | -5,72% | 12,83 |
| 16/10/2026 | 64,85 | 0,06% | -5,56% | 12,78 |
| 15/10/2026 | 64,81 | -0,95% | -5,62% | 12,71 |
| 14/10/2026 | 65,43 | -0,24% | -4,72% | 12,99 |
| 13/10/2026 | 65,59 | -2,61% | -4,49% | 13,06 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoBoi gordo mantém preço estável enquanto frango e suíno têm cotações definidas
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta estabilidade nesta terça-feira (20). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 380,70.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 380,70 | 0,00% | 4,50% | 75,01 |
| 16/10/2026 | 380,70 | 0,13% | 4,50% | 75,01 |
| 15/10/2026 | 380,20 | 0,21% | 4,36% | 74,58 |
| 14/10/2026 | 379,40 | 0,37% | 4,14% | 75,34 |
| 13/10/2026 | 378,00 | 0,05% | 3,76% | 75,27 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,49 e o do resfriado a R$ 8,51.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 8,49 | 0,00% | 2,29% |
| 16/10/2026 | 8,49 | 0,00% | 2,29% |
| 15/10/2026 | 8,49 | 1,19% | 2,29% |
| 14/10/2026 | 8,39 | 0,00% | 1,08% |
| 13/10/2026 | 8,39 | 0,12% | 1,08% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 8,51 | 0,00% | 2,41% |
| 16/10/2026 | 8,51 | 0,00% | 2,41% |
| 15/10/2026 | 8,51 | 1,19% | 2,41% |
| 14/10/2026 | 8,41 | 0,00% | 1,20% |
| 13/10/2026 | 8,41 | 0,24% | 1,20% |
A carcaça suína especial mantém valorização nos preços praticados nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 10,18.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,88.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 10,18 | 1,29% | 19,76% |
| 16/10/2026 | 10,05 | 0,80% | 18,24% |
| 15/10/2026 | 9,97 | 0,00% | 17,29% |
| 14/10/2026 | 9,97 | -0,20% | 17,29% |
| 13/10/2026 | 9,99 | 5,60% | 17,53% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | MG - posto | 6,96 | 0,14% | 13,36% |
| 19/10/2026 | PR - a retirar | 5,93 | 0,34% | 10,43% |
| 19/10/2026 | RS - a retirar | 5,92 | 1,89% | 12,33% |
| 19/10/2026 | SC - a retirar | 5,88 | 0,86% | 12,00% |
| 19/10/2026 | SP - posto | 6,82 | 0,74% | 17,99% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoSoja registra queda no Paraná enquanto trigo tem variação nos preços entre estados
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a terça-feira (20) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta recuo de 0,49%, com a saca negociada a R$ 148,04. Em Paranaguá, desvalorização de 0,24%, levando a cotação para R$ 154,24.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 148,04 | -0,49% | -4,43% | 29,33 |
| 16/10/2026 | 148,77 | 0,04% | -3,96% | 29,31 |
| 15/10/2026 | 148,71 | -0,03% | -4,00% | 29,17 |
| 14/10/2026 | 148,75 | 0,52% | -3,98% | 29,54 |
| 13/10/2026 | 147,98 | -0,22% | -4,47% | 29,47 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 154,24 | -0,24% | -4,53% | 30,56 |
| 16/10/2026 | 154,61 | -0,06% | -4,30% | 30,47 |
| 15/10/2026 | 154,70 | 0,27% | -4,25% | 30,35 |
| 14/10/2026 | 154,29 | 0,09% | -4,50% | 30,64 |
| 13/10/2026 | 154,15 | -0,39% | -4,59% | 30,69 |
Preço do trigo recua no Rio Grande do Sul e avança no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.565,19. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.475,23.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 1.475,23 | -0,51% | 1,70% | 292,30 |
| 16/10/2026 | 1.482,72 | 1,56% | 2,21% | 292,16 |
| 15/10/2026 | 1.459,99 | -0,39% | 0,65% | 286,38 |
| 14/10/2026 | 1.465,74 | -0,47% | 1,04% | 291,05 |
| 13/10/2026 | 1.472,69 | 0,31% | 1,52% | 293,25 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 19/10/2026 | 1.565,19 | -0,38% | 1,35% | 310,12 |
| 16/10/2026 | 1.571,18 | -0,19% | 1,74% | 309,59 |
| 15/10/2026 | 1.574,15 | 0,24% | 1,93% | 308,78 |
| 14/10/2026 | 1.570,32 | 0,56% | 1,68% | 311,82 |
| 13/10/2026 | 1.561,58 | -0,07% | 1,12% | 310,95 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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