VoltarSão Paulo tem o dia mais frio da região, com máxima de apenas 23°C
Baixar áudioO Sudeste tem quinta-feira (10) de tempo instável, especialmente no litoral fluminense e paulista.
O Rio de Janeiro (RJ) tem previsão de chuvisco ao longo de todo o dia pela manhã, tarde e noite, mantendo o céu encoberto praticamente o tempo todo, com máxima de 31°C e umidade podendo chegar a 95%. É um dia para carregar guarda-chuva mesmo com temperaturas relativamente altas.
São Paulo (SP) é a capital mais fria da região nesta quinta, com mínima de 16°C e máxima de apenas 23°C. O dia começa com pancadas de chuva isoladas pela manhã, que se repetem à tarde, e o período da noite chega com chuvisco mais fraco, porém constante. A umidade na capital paulista fica bem elevada, podendo atingir 100% pela manhã.
Já Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES) têm um comportamento mais estável, com céu encoberto durante boa parte do dia, mas sem chuva significativa prevista; as máximas nas duas cidades ficam em torno de 30°C.
Os ventos no Sudeste variam entre fracos e moderados ao longo do dia, com direções bastante diversas dependendo da cidade e do período.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá tem máxima de 37°C; Campo Grande registra chuvisco ao longo do dia
Baixar áudioO Centro-Oeste tem quinta-feira (10) de calor acentuado e tempo instável em parte da região.
Cuiabá (MT) começa o dia com céu claro pela manhã, mas o tempo muda à tarde, com chuvisco chegando junto de nuvens carregadas, voltando a fechar o céu à noite.
A máxima na capital mato-grossense chega a 37°C, uma das mais altas do país nesta quinta. Campo Grande (MS) também amanhece com chuvisco, que se estende pela manhã e pela tarde, com o tempo fechando totalmente à noite, mas sem chuva; a máxima na cidade fica em 34°C.
Já Brasília (DF) e Goiânia (GO) seguem um padrão mais seco, com céu encoberto ao longo do dia, sem previsão de chuva significativa.
Em Brasília, a noite promete abrir, com previsão de céu claro após um dia nublado. As máximas nas duas capitais ficam em 31°C e 33°C, respectivamente.
Um ponto de atenção é a umidade relativa do ar, que pode cair para até 30% durante a tarde em toda a região, reforçando o tempo seco típico da época no Centro-Oeste.
Os ventos seguem fracos, com direção predominante entre norte e nordeste, sem previsão de rajadas fortes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAracaju, Salvador e Natal têm chuvisco pela manhã; Recife tem dia de céu claro
Baixar áudioO litoral do Nordeste tem quinta-feira (10) de sol entre nuvens, com possibilidade de chuvisco isolado pela manhã em Aracaju (SE), Salvador (BA), João Pessoa (PB) e Natal (RN).
Em Aracaju, o período da manhã começa encoberto, evoluindo para muitas nuvens com chuvisco à tarde e à noite, com máxima de 31°C.
Salvador segue padrão parecido, com nublado e chuvisco pela manhã, melhora com poucas nuvens à tarde, e retorno do chuvisco à noite, mantendo a máxima em 30°C.
Recife (PE) é a exceção do dia, com previsão de céu claro em todos os períodos manhã, tarde e noite e máxima de 31°C, sem qualquer sinal de chuva.
Fortaleza (CE) começa nublada pela manhã, mas o tempo abre com poucas nuvens à tarde, voltando a fechar um pouco à noite.
No interior nordestino, o calor é bem mais intenso: Teresina (PI) e São Luís (MA) registram máximas de 37°C e 35°C, respectivamente, com predomínio de céu claro na maior parte do dia.
As temperaturas no litoral variam entre 23°C e 31°C, com umidade máxima chegando a 90% em algumas capitais.
Os ventos sopram fracos a moderados, principalmente de leste e sudeste, sem grandes variações ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoManaus pode chegar aos 39°C; tempo segue encoberto na maior parte da região
Baixar áudioNesta quinta-feira (10), o Norte do Brasil segue sob forte calor, com temperaturas elevadas em praticamente todas as capitais da região.
Manaus (AM) deve ser a cidade mais quente do país, com a máxima chegando aos 39°C, enquanto a mínima fica em 26°C, mantendo o ar abafado mesmo no início do dia. Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) também têm previsão de calor intenso, com máximas de 38°C, e o céu varia entre claro e encoberto ao longo do dia, sem chuva prevista.
Em Belém (PA), o tempo permanece encoberto do amanhecer até a noite, com umidade podendo atingir 100%, típico do clima úmido da região amazônica, ainda que sem previsão de precipitação.
Já Rio Branco (AC) e Palmas (TO) têm dia mais estável, com céu claro predominando em todos os períodos em Palmas, onde a máxima chega a 37°C, com umidade mínima caindo para apenas 20% durante a tarde, o que reforça o tempo seco no Tocantins.
Os ventos seguem fracos em toda a região, soprando principalmente de leste a nordeste, sem previsão de rajadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Meta apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um plano de conformidade para as Eleições 2026, com medidas destinadas à moderação de conteúdos durante o período eleitoral. A estratégia concentra ações em áreas como desinformação, riscos cívicos, ameaças, discurso hostil e violência.
Segundo o documento, a empresa pretende adotar mecanismos para remover conteúdos considerados nocivos, ampliar a transparência relacionada à publicidade política e estabelecer regras para o uso de inteligência artificial generativa. O plano também prevê proteção de dados pessoais utilizados em anúncios eleitorais, canais para denúncias e cumprimento de decisões judiciais.
Entre as medidas contra a circulação de informações falsas, estão a inclusão de rótulos e informações de contexto e a redução do alcance de determinados conteúdos. A empresa também prevê restringir anúncios que busquem desencorajar a participação dos eleitores. No WhatsApp, metadados poderão ser utilizados para identificar e sinalizar materiais produzidos ou editados por inteligência artificial.
As políticas apresentadas também abrangem conteúdos relacionados a ameaças e incitação à violência. Entre as publicações sujeitas às regras estão ameaças graves contra pessoas ou instituições, apelos à violência eleitoral e conteúdos que incentivem ações violentas destinadas a restringir o exercício dos poderes constitucionais ou o Estado de Direito.
O plano ainda trata de bullying e assédio, incluindo ameaças, exposição de informações pessoais, mensagens intimidatórias e contatos maliciosos indesejados.
Durante o período eleitoral, as plataformas também estarão submetidas às obrigações previstas nas normas do TSE. Os provedores poderão ser responsabilizados civil e administrativamente, de forma solidária, caso não tornem indisponíveis determinados conteúdos e contas nas situações previstas pela regulamentação eleitoral. Entre os casos mencionados estão condutas antidemocráticas e informações notoriamente falsas capazes de atingir a integridade do processo eleitoral.
As regras alcançam ainda conteúdos produzidos ou modificados por inteligência artificial quando publicados em desacordo com as determinações da Justiça Eleitoral. Também estão previstas medidas para publicações idênticas ou substancialmente equivalentes a materiais que já tenham sido alvo de ordem de indisponibilidade.
De acordo com a Meta, a elaboração das medidas considera experiências acumuladas em mais de 200 eleições realizadas em diferentes países desde 2016. A empresa afirma que também avalia os riscos específicos de cada eleição para definir eventuais ações adicionais de mitigação.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), começou a operar um modelo computacional próprio de previsão do tempo. O Modelo para Previsões de Oceano, Terra e Atmosfera (Monan), desenvolvido nos últimos três anos, está rodando no supercomputador Jaci, instalado no centro de dados do Inpe em Cachoeira Paulista (SP).
Segundo o ministério, a acuidade das previsões meteorológicas brasileiras passa agora a estar no mesmo patamar de precisão de órgãos de referência dos Estados Unidos e da Europa. O Monan opera com cobertura global, resolução de 10 quilômetros e atualização duas vezes ao dia, gerando previsões com até 11 dias de antecedência.
Um modelo de previsão do tempo é um programa computacional que simula o comportamento futuro da atmosfera a partir de equações físicas, alimentado por dados coletados em tempo real por satélites, radares e estações meteorológicas. Quanto mais moderno o modelo e mais potente a estrutura de processamento, mais refinados são os resultados.
O Jaci substitui o antigo supercomputador Tupã e tem capacidade de processamento 24 vezes superior ao equipamento anterior. Instalado na unidade do Inpe em Cachoeira Paulista, o novo sistema transforma dados como vento, umidade, temperatura e pressão em cálculos complexos processados em poucos minutos, permitindo gerar a previsão do dia seguinte com mais agilidade.
Além de ganhos de precisão, o Monan deve ajudar a antecipar alertas de tempestades, frentes frias e secas severas, contribuindo para respostas mais rápidas da proteção civil. A ferramenta também deve auxiliar o planejamento de plantios e colheitas, mitigando prejuízos causados pelas oscilações do clima tropical, e gerar estimativas mais detalhadas sobre o volume de chuvas nas bacias hidrográficas do país.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que a iniciativa garante ao Brasil soberania sobre os próprios dados climáticos, com um modelo pensado para as especificidades tropicais da América do Sul o que, segundo ela, se traduz em decisões públicas mais rápidas e em apoio ao desenvolvimento econômico.
O Inpe já planeja as próximas fases do projeto: um modelo regional para a América do Sul, com resolução de 5 quilômetros, capaz de captar variações climáticas em recortes menores, além de ferramentas de nowcasting, previsões de curtíssimo prazo, válidas por até seis horas.
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Baixar áudioApesar de ganharem mais espaço no debate público, o fim da escala 6x1 e da “taxa das blusinhas” não foram as únicas discussões relevantes no Congresso Nacional na última semana de esforço concentrado antes da eleição. Na quinta-feira passada (3), o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 2.951/2024, que cria um novo marco para o Seguro Rural no Brasil.
A tramitação foi acelerada nesta semana para que as modificações passem a valer neste ano agrícola. Em Mato Grosso, principal estado produtor de grãos, por exemplo, o plantio da safra de verão de soja começa em meados de setembro e o produtor precisa contratar a apólice antes do plantio para ter direito à cobertura. Sem a aprovação nesta janela, a nova legislação só valeria a partir da safrinha de 2027.
De autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), o texto retornou à casa em maio deste ano após mudanças feitas pela Câmara dos Deputados. A votação nesta reta final do esforço concentrado contou com relatoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que manteve a maior parte do texto aprovado na Câmara. Com a aprovação, o projeto segue agora para sanção presidencial.
Entre as principais mudanças, o projeto aperfeiçoa o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), reduz taxas de juros e amplia a prioridade em operações de crédito rural amparadas pelo seguro. O texto também passa a permitir que o contrato de seguro rural componha as garantias de operações de crédito, com cláusulas específicas como cessão fiduciária e definição da instituição financeira como primeira beneficiária da indenização em caso de sinistro.
Outro eixo central da proposta é a operacionalização do chamado Fundo Catástrofe, previsto em lei desde 2010 mas nunca implementado por falta de regulamentação e de aportes contínuos. O texto autoriza que seguradoras, resseguradoras, cooperativas e empresas do agronegócio participem como cotistas do fundo, que poderá ser composto por ações de estatais, imóveis e outros ativos da União, além de instrumentos como resseguro e Letras de Risco de Seguros.
O projeto também fixa prazos para o processo de indenização: até 15 dias para o processamento do pedido, quando não houver necessidade de vistoria técnica presencial, e até 30 dias para o pagamento, contados da entrega dos documentos ou da vistoria. Além disso, proíbe o contingenciamento de despesas ligadas à subvenção do seguro rural e torna obrigatória a execução orçamentária dessas verbas, ainda que restrita ao montante previsto na Lei Orçamentária Anual.
Das mudanças feitas pela Câmara, o Senado manteve o detalhamento das cláusulas que permitem usar o seguro como garantia em empréstimos rurais, mas retirou o dispositivo que autorizava remanejar sobras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para a subvenção do seguro. O relator também incluiu a exigência de que as despesas com subvenção sejam condicionadas a medidas de compensação orçamentária, com compromisso do governo de enviar Medida Provisória ou projeto de lei específico para regulamentar o tema.
A aprovação ocorre em um cenário de baixa adesão ao seguro rural no país: dados do Ministério da Agricultura apontam para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
A falta de recursos empenhados é vista como a principal causa da baixa adesão. De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.
Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.
Copiar o textoO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 77,5 milhões, com recursos do BNDES Mais Inovação, para a Viridis Mineração Ltda para a implantação do Centro de Pesquisa e Processamento de Terras Raras (CPTR), que vai produzir Carbonato Misto de Terras Raras em escala piloto e realizar pesquisas para o desenvolvimento de técnicas metalúrgicas específicas e otimização de rotas de processamento de argilas iônicas encontradas na região de Poços de Caldas (MG).
O Carbonato Misto de Terras Raras é um produto intermediário obtido no processamento de minérios que contêm elementos de terras raras. Argilas iônicas são depósitos geológicos nos quais elementos de terras raras ficam retidos na forma de íons adsorvidos (depósitos que são uma importante fonte de terras raras para aplicações tecnológicas).
O CPTR é a primeira etapa do Projeto Colossus da Viridis Mineração, que compreende a planta-piloto da companhia e suas atividades subsequentes voltadas para o desenvolvimento tecnológico e validação de técnicas e da rota de processamento de terras raras.
A planta piloto tem como objetivo simular as condições da planta industrial do Projeto Colossus, cuja implantação está prevista para iniciar no primeiro trimestre de 2027 e deverá entrar em operação ao final de 2028.
“É um investimento voltado para o fomento da produção nacional de terras raras, que contribui para posicionar o Brasil como fornecedor estratégico global de minerais críticos para a transição energética. O projeto envolve o apoio ao ecossistema de inovação na região de Poços de Caldas e à cadeia nacional de fornecedores, com geração de empregos qualificados”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Para Rafael Moreno, diretor-geral da Viridis, a linha de financiamento com prazo de 16 meses e custo indicativo atual de aproximadamente 4,8% representa uma condição de captação extremamente atrativa e demonstra o apoio disponível no Brasil para projetos estratégicos como o Colossus.
“Quando a Viridis foi selecionada na chamada lançada pelo BNDES e pela Finep no ano passado, nosso objetivo era transformar esse apoio em recursos concretos para o desenvolvimento de nossas atividades relacionadas a terras raras no Brasil. A aprovação deste financiamento de R$ 77,5 milhões representa uma importante entrega em relação a esse objetivo e, juntamente com os US$ 154 milhões em recursos de capital próprio já captados, fortalece ainda mais nossa posição financeira à medida que avançamos na obtenção do restante do financiamento sênior necessário para viabilizar o projeto Colossus”, disse Moreno.
A Viridis Mineração teve o projeto selecionado na chamada pública do BNDES e da Finep, lançada em 2025 para financiar projetos relacionados à cadeia de valor de minerais estratégicos para a transição energética e a descarbonização da economia. O resultado com a lista dos projetos contemplados está disponível no portal do Banco.
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Baixar áudioO dólar fechou o pregão aos R$ 5,08, após iniciar a semana em queda e romper o piso dos R$ 5,10. Durante a sessão, a moeda americana chegou a ser negociada abaixo desse patamar, acompanhando também a movimentação no exterior.
O desempenho foi influenciado principalmente pelo cenário eleitoral brasileiro. Novas pesquisas mostraram uma disputa mais acirrada em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, movimento que manteve vivo o chamado “trade eleitoral” e favoreceu os ativos brasileiros.
Segundo analistas, o câmbio deve continuar equilibrando diferentes fatores. De um lado, a percepção de maior competitividade eleitoral favorece o real. De outro, a valorização do petróleo, os juros americanos elevados e a maior aversão ao risco no mercado internacional podem limitar novas quedas da moeda americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1966 | 0,1691 | 0,1452 | 30,2689 | 0,1592 | 0,2709 | 0,2725 |
| USD | 5,0869 | 1 | 0,8603 | 0,7386 | 153,96 | 0,8096 | 1,3780 | 1,3856 |
| EUR | 5,9125 | 1,1624 | 1 | 0,8585 | 178,97 | 0,9411 | 1,6018 | 1,6107 |
| GBP | 6,8851 | 1,3540 | 1,1648 | 1 | 208,46 | 1,0962 | 1,8658 | 1,8761 |
| JPY | 3,30379 | 0,649456 | 0,55872 | 0,479674 | 1 | 0,5258 | 0,89501 | 0,89989 |
| CHF | 6,2832 | 1,2352 | 1,0626 | 0,9123 | 190,17 | 1 | 1,7020 | 1,7113 |
| CAD | 3,6912 | 0,7257 | 0,6243 | 0,5360 | 111,73 | 0,5876 | 1 | 1,0055 |
| AUD | 3,6715 | 0,7217 | 0,6209 | 0,5330 | 111,12 | 0,5843 | 0,9945 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão aos 187.366,84 pontos, mantendo a trajetória de valorização após uma alta de 5,4% na semana passada. O movimento foi influenciado pelo cenário eleitoral e pela valorização das commodities no mercado internacional.
O mercado acompanha novas pesquisas eleitorais que apontam uma disputa mais acirrada para a eleição presidencial. A leitura dos investidores sobre o cenário político continua favorecendo os ativos brasileiros, em meio à expectativa de mudanças na condução da política fiscal.
Entre as ações, a Petrobras (PETR4) avançou durante a sessão, acompanhando a alta do petróleo no exterior. A Prio (PRIO3) também teve valorização.
As empresas voltadas ao consumo interno estiveram entre os destaques positivos. As ações do Magazine Luiza (MGLU3) chegaram a subir 5%, enquanto os papéis da Renner (LREN3) avançaram 3,7%. O setor financeiro também registrou ganhos de forma generalizada.
O mercado segue atento ainda ao comportamento dos juros futuros, ao fluxo de capital estrangeiro e à evolução das commodities, fatores que podem influenciar a continuidade da alta da Bolsa.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) -18,75%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.759.063.680, em meio a 4.213.283 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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