27/10/2026 04:35h

Produtividade deve crescer 5,8%, enquanto área cultivada tem expansão estimada em 1,9%

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A produção de grãos em Goiás deve alcançar 35,9 milhões de toneladas na safra 2026/27, um crescimento de 7,8% em relação ao ciclo anterior, quando foram colhidas 33,3 milhões de toneladas. Os dados são do primeiro levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em publicação da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), atualizada em 22 de outubro.

A área destinada ao cultivo de grãos deve passar de 7,9 milhões para 8,1 milhões de hectares, aumento de 1,9%. Já a produtividade média está estimada em 4,4 toneladas por hectare, ante 4,2 toneladas registradas na safra anterior, o que representa avanço de 5,8%.

Com os resultados projetados, Goiás deve permanecer como o quarto maior produtor de grãos do Brasil, com participação estimada em 9,8% da produção nacional. Entre os cinco maiores produtores do país, o estado apresenta a maior taxa de crescimento prevista para o ciclo.

A produção brasileira de grãos, por sua vez, deve atingir 367,1 milhões de toneladas, crescimento de 1,4% em comparação com a safra anterior. Dessa forma, a expansão estimada para Goiás supera a projeção nacional.

 

Sorgo, girassol e milho se destacam

Entre as principais culturas do estado, o sorgo deve apresentar crescimento de 19,9% na produção, passando de 2 milhões para 2,4 milhões de toneladas. A produtividade está estimada em 3,8 toneladas por hectare, alta de 17,5%. A área cultivada também deve crescer 2%, chegando a 643,7 mil hectares.

No caso do girassol, Goiás concentra 81,2% da área cultivada e 74,2% da produção nacional da oleaginosa. Para a safra 2026/27, a estimativa é de 71,6 mil toneladas, aumento de 1,7% em relação ao ciclo anterior. A produtividade deve passar de 1.117 para 1.136 quilos por hectare.

O milho também tem previsão de crescimento. Na primeira safra, a produção deve aumentar 27,3%, passando de 1,5 milhão para 1,9 milhão de toneladas. Na segunda safra, a estimativa é de 10,4 milhões de toneladas, alta de 18,4%.

Considerando as duas safras, a produção total de milho em Goiás deve alcançar 12,3 milhões de toneladas, crescimento de 19,7% em relação ao ciclo anterior.

Os dados reforçam a participação de Goiás na produção nacional de grãos, com estimativas de crescimento tanto na área cultivada quanto na produtividade e no volume colhido.
 

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27/10/2026 04:25h

Secretaria estadual da Saúde reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce; desde 2007, estado acumula 199 casos confirmados e 101 óbitos

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O estado de São Paulo registrou quatro casos confirmados de hantavirose e uma morte pela doença até setembro de 2026. O alerta foi divulgado nesta segunda-feira (26) pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Desde 2007, o estado contabiliza 199 casos e 101 óbitos, com letalidade de aproximadamente 51% no período.

A hantavirose é uma doença infecciosa grave, transmitida principalmente pela inalação de partículas de urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. Os sintomas iniciais podem incluir febre, dores no corpo, dor de cabeça, náuseas e vômitos. A doença pode evoluir rapidamente para quadros respiratórios graves.

Por conta da rápida evolução da doença, a secretaria de saúde do estado reforçou, em nota, que é importante a identificação precoce dos casos suspeitos e começar a investigação epidemiológica de forma imediata.

Segundo a instituição, no Brasil, a doença geralmente se manifesta como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), que pode provocar comprometimento respiratório e cardíaco e evoluir para quadros graves.

Prevenção

Para prevenir a infecção, o Ministério da Saúde recomenda evitar o contato com roedores e suas secreções, manter ambientes limpos e ventilados e armazenar alimentos em recipientes fechados. Locais fechados que possam estar contaminados devem ser ventilados e higienizados adequadamente antes da entrada e da limpeza.

Ao apresentar sintomas após possível exposição a ambientes com presença de roedores silvestres, a orientação é procurar atendimento médico e informar sobre o contato. 

O período que os primeiros sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é, em média, de 1 a 5 semanas, com variação de 3 a 60 dias.

Diagnóstico

O diagnóstico precoce é fundamental para o início rápido do atendimento, já que não há tratamento antiviral específico para a hantavirose.

Hoje, os exames laboratoriais para diagnóstico específico da hantavirose são realizados em laboratórios de referência e disponibilizados na rede pública. O diagnóstico é feito sorologia, com disponibilização de kits pelo Ministério da Saúde.
 

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27/10/2026 04:25h

Bahia, Pernambuco e São Paulo lideram a diminuição no número de eleitores ausentes. Em todo o país, a abstenção recuou 1,9 ponto percentual em relação ao primeiro turno

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O segundo turno das eleições de 2026 registrou uma redução na abstenção eleitoral em relação ao primeiro turno. O percentual de eleitores que não compareceram às urnas caiu 1,9 ponto percentual, o que representa aproximadamente 3 milhões de eleitores a mais participando da votação. A queda foi registrada em 18 das 27 unidades da Federação, enquanto outras nove apresentaram aumento no índice de ausências.

Bahia, Pernambuco e São Paulo lideraram a queda da abstenção no país. A maior redução foi registrada na Bahia, com 3,26 pontos percentuais, seguida por Pernambuco, com 2,99 pontos, e São Paulo, com 2,73 pontos percentuais.

Além desses três estados, a abstenção também diminuiu em Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Por outro lado, nove estados tiveram aumento no percentual de eleitores que deixaram de votar: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Queda histórica supera resultado de 2022

A redução da abstenção em 2026 superou o recorde registrado nas eleições presidenciais de 2022. Naquele ano, o percentual de eleitores ausentes foi menor no segundo turno do que no primeiro, com queda de 0,5 ponto percentual.

Até então, em todas as eleições presidenciais que tiveram segundo turno, a abstenção havia aumentado na votação decisiva.

Em 2026, a queda de 1,9 ponto percentual foi quase quatro vezes maior que a registrada quatro anos antes, consolidando um novo recorde de redução das ausências entre os dois turnos.

Nordeste concentra as maiores quedas de abstenção

O Nordeste se destacou na redução da abstenção eleitoral. Além de Bahia e Pernambuco, que lideraram o ranking nacional, outros cinco estados da região tiveram maior comparecimento às urnas no segundo turno.

As quedas foram registradas no Rio Grande do Norte (2,32 pontos percentuais), na Paraíba (1,84), no Ceará (1,63), em Sergipe (1,59) e em Alagoas (0,55). Maranhão e Piauí foram as únicas exceções na região, com aumento da abstenção de 0,63 e 0,04 ponto percentual, respectivamente.

No Sudeste, os quatro estados registraram queda. São Paulo apresentou a maior redução, de 2,73 pontos percentuais, seguido por Minas Gerais (2,48), Espírito Santo (1,9) e Rio de Janeiro (1,7).

O mesmo ocorreu no Sul, onde todos os estados tiveram maior participação dos eleitores. O Paraná liderou a queda na região, com 2,53 pontos percentuais, seguido pelo Rio Grande do Sul (2,19) e por Santa Catarina (1,99).

No Centro-Oeste, a abstenção também diminuiu em todas as unidades da Federação. Mato Grosso do Sul registrou a maior redução, de 2,63 pontos percentuais. Na sequência aparecem o Distrito Federal (1,6), Goiás (1,49) e Mato Grosso (1,25).

Norte registra aumento da abstenção em todos os estados

Na contramão das demais regiões, o Norte registrou aumento da abstenção em todos os sete estados.

O Amapá apresentou a maior alta do país, de 8,06 pontos percentuais, seguido por Roraima (6,03) e Acre (5,65). Também houve crescimento das ausências no Amazonas (1,51), Pará (1,22), Tocantins (0,89) e Rondônia (0,21).

Apesar das diferenças regionais, o resultado nacional mostra que mais brasileiros compareceram às urnas no segundo turno de 2026, em um movimento que contrariou o padrão histórico de aumento da abstenção na votação decisiva.
 

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27/10/2026 04:20h

Receita Federal registrou mais de 917 mil solicitações em balanço divulgado em outubro; escolha afeta o recolhimento dos tributos no primeiro semestre de 2027

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Empresas do Simples Nacional têm até esta sexta-feira (30) para optar pelo recolhimento do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular. Em comunicado divulgado em 16 de outubro, a Receita Federal confirmou que o prazo termina em 30 de outubro de 2026.

A opção permite recolher IBS e CBS fora do Simples Nacional entre janeiro e junho de 2027, enquanto os demais tributos permanecem no regime simplificado. O procedimento deve ser realizado no Portal do Simples Nacional, conforme as regras do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).

Mais de 900 mil empresas já solicitaram a opção

Segundo balanço divulgado pela Receita Federal em 16 de outubro, foram registradas 917.331 solicitações de opção pelo regime regular. O comunicado não especifica a data de referência dos dados, por isso não é possível determinar o total atualizado de pedidos.

Prazo para ingresso no Simples Nacional

O prazo para solicitar ingresso no Simples Nacional em 2027 terminou em 15 de outubro. Até a divulgação do balanço, foram registradas 657.753 solicitações, das quais 256.607 haviam sido deferidas e 401.146, indeferidas.

Empresas que tiveram o pedido negado por pendências impeditivas podem regularizar a situação até 30 de outubro de 2026.

Cancelamento e orientação

A opção pelo regime regular exige avaliação do perfil de cada negócio. Antes de decidir, especialistas recomendam simular os efeitos tributários dos dois modelos com o contador, considerando as operações realizadas e as possibilidades de aproveitamento de créditos de IBS e CBS.

O impacto pode variar conforme o perfil dos clientes e dos fornecedores. Empresas que vendem para outras pessoas jurídicas podem ter vantagens com o aproveitamento de créditos tributários, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Já nas vendas ao consumidor final, os efeitos da mudança dependem da estrutura de custos e da carga tributária de cada negócio.

As regras e os procedimentos para a opção estão disponíveis nos canais oficiais da Receita Federal e do Simples Nacional.

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27/10/2026 04:15h

O montante a ser partilhado entre as prefeituras é 1,9% maior que o repassado no mesmo decêndio do ano passado

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As prefeituras brasileiras recebem o terceiro repasse de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) na sexta-feira (30). A transferência será distribuída entre as administrações municipais de todo o país. O valor da partilha chega a R$ 4,8 bilhões – montante 1,9% maior que o repassado no mesmo decêndio do ano passado. A terceira parcela de outubro de 2025 somou R$ 4,7 bilhões. 

O especialista em orçamento público César Lima explica que o resultado indica uma perspectiva favorável para as receitas municipais, mas ressalta que é preciso aguardar para a conferência do verdadeiro impacto do fundo em 2026. Ele também pede atenção para os entes que se encontram impedidos de receber valores do FPM.  

"Reflete um exercício com resultados positivos em quase todos os decêndios. Contudo, temos que aguardar o fechamento do exercício para podermos calcular a inflação do período e saber o crescimento real do fundo em relação a 2025. Para aqueles entes que não receberem agora, indico que procurem saber os motivos do bloqueio, que pode ser desde o não pagamento de um empréstimo com aval da União, até mesmo, o não envio dos relatórios obrigatórios pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, destaca.

 

Distribuição regional do FPM

No Sudeste, São Paulo aparece com o maior volume de recursos entre os estados da região, com R$ 602 milhões destinados às prefeituras. Americana e Araçatuba estão entre os municípios paulistas contemplados com as maiores cotas, em torno de R$ 2,6 milhões, cada.

No Sul, o Rio Grande do Sul lidera em volume de recursos, com mais de R$ 308 milhões previstos para distribuição entre os municípios. Alvorada e Canoas estão entre as cidades gaúchas com maiores repasses. Cada uma recebe mais de R$ 2 milhões.

Em Goiás, no Centro-Oeste, o montante chega a R$ 157 milhões. Aparecida de Goiânia e Catalão também figuram entre os municípios goianos contemplados com mais de R$ 2 milhões neste decêndio.

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No Nordeste, a Bahia concentra mais de R$ 391 milhões. Alagoinhas e Barreiras estão entre as cidades baianas que recebem os maiores valores, cada uma com quase R$ 3 milhões.

No Norte, o Pará reúne R$ 3,5 milhões. Entre os municípios paraenses com os maiores repasses estão Santarém e Castanhal, com cerca de R$ 2 milhões, cada.

Municípios bloqueados no FPM

Nesta segunda-feira (26), 18 municípios estavam impedidos de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. A relação inclui as seguintes cidades:

  • Vitória do Jari (AP)
  • Nova Viçosa (BA)
  • Prado (BA)
  • Vila Valério (ES)
  • Bonópolis (GO)
  • Santa Helena de Goiás (GO)
  • Loreto (MA)
  • Apiacás (MT)
  • Novo São Joaquim (MT)
  • Armação dos Búzios (RJ)
  • Petrópolis (RJ)
  • Saquarema (RJ)
  • Mucajaí (RR)
  • Constantina (RS)
  • Triunfo (RS)
  • Uruguaiana (RS)
  • Jacinto Machado (SC)
  • Divinópolis do Tocantins (TO)

Para regularizar o recebimento, o gestor municipal precisa identificar qual órgão determinou o bloqueio, consultar a razão da restrição e resolver a pendência apontada.

Entenda como funciona o FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência prevista na Constituição Federal e representa a principal fonte de receita para cerca de 80% das cidades brasileiras.

A composição do fundo corresponde a 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O valor destinado a cada prefeitura varia conforme critérios de distribuição que consideram o número de habitantes. Os coeficientes são atualizados anualmente com base em dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 

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27/10/2026 04:10h

Café robusta e açúcar cristal também registram alta, enquanto o milho apresenta leve recuo no mercado.

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (27) com alta de 1,59%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.627,46 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve uma alta de 1,91%, sendo comercializado a R$ 954,64.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
26/10/2026 1.627,46 1,59% 3,21% 301,77
23/10/2026 1.601,95 -1,11% 1,59% 320,90
22/10/2026 1.619,85 -0,07% 2,73% 321,72
21/10/2026 1.620,92 0,67% 2,79% 322,38
20/10/2026 1.610,14 0,20% 2,11% 320,68


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
26/10/2026 954,64 1,91% -3,13% 177,02
23/10/2026 936,73 -0,58% -4,95% 187,65
22/10/2026 942,15 -2,76% -4,40% 187,12
21/10/2026 968,87 0,09% -1,68% 192,69
20/10/2026 967,97 -0,54% -1,78% 192,78


O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 1,28% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 127,05.


INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 127,05 1,28% 4,90% 23,56
23/10/2026 125,44 -0,43% 3,57% 25,13
22/10/2026 125,98 0,31% 4,01% 25,02
21/10/2026 125,59 0,06% 3,69% 24,98
20/10/2026 125,52 -0,08% 3,63% 25,00


Em Santos (SP), houve uma alta de 3,50 %, e a mercadoria é negociada a R$ 138,92 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 138,92 3,50% 10,59% 25,25
23/10/2026 134,22 0,25% 6,85% 26,64
22/10/2026 133,88 -1,10% 6,58% 26,57
21/10/2026 135,37 -0,30% 7,76% 26,93
20/10/2026 135,78 -1,11% 8,09% 27,08


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,24, após uma baixa de 0,05%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 64,24 -0,05% -6,45% 11,91
23/10/2026 64,27 0,05% -6,41% 12,87
22/10/2026 64,24 -0,09% -6,45% 12,76
21/10/2026 64,30 -0,06% -6,36% 12,79
20/10/2026 64,34 -0,62% -6,31% 12,81


Os dados são do Cepea.


Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

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27/10/2026 04:05h

Saca de soja chega a R$ 149,18 no interior do Paraná e a R$ 155,55 em Paranaguá; trigo permanece estável no Rio Grande do Sul.

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (27) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

No interior paranaense, o grão apresenta alta de 1,70%, com a saca negociada a R$ 149,18. Em Paranaguá, a alta foi de 2,06%, levando a cotação para R$ 155,55.


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 149,18 1,70% -3,70% 27,66
23/10/2026 146,69 -0,37% -5,31% 29,38
22/10/2026 147,24 0,73% -4,95% 29,24
21/10/2026 146,18 -1,46% -5,64% 29,07
20/10/2026 148,34 0,20% -4,24% 29,54


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 155,55 2,06% -3,72% 28,84
23/10/2026 152,41 0,32% -5,66% 30,53
22/10/2026 151,92 -0,14% -5,97% 30,17
21/10/2026 152,13 -0,83% -5,84% 30,26
20/10/2026 153,40 -0,54% -5,05% 30,55

Trigo

 O trigo teve aumento de preço no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.563,58. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.503,06.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
26/10/2026 1.503,06 2,01% 3,62% 278,70
23/10/2026 1.473,40 0,00% 1,57% 295,15
22/10/2026 1.473,40 0,00% 1,57% 292,63
21/10/2026 1.473,40 -0,12% 1,57% 293,04
20/10/2026 1.475,23 0,00% 1,70% 293,81


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
26/10/2026 1.563,58 0,21% 1,25% 289,93
23/10/2026 1.560,32 -0,02% 1,04% 312,56
22/10/2026 1.560,67 0,04% 1,06% 309,96
21/10/2026 1.560,04 -0,21% 1,02% 310,27
20/10/2026 1.563,34 -0,12% 1,23% 311,36


Os dados são do Cepea.


O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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27/10/2026 04:00h

Decreto leva 23 cargos para o MDIC, que vai analisar mudanças de controle de mineradoras e projetos estratégicos, mas não define quais operações passam pelo conselho

O Governo Federal criou três subsecretarias e remanejou 23 cargos e funções para estruturar o funcionamento do CIMCE (Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos), criado em setembro para coordenar a política brasileira para o setor. A medida consta de decreto assinado pelo presidente Lula em 16 de outubro e publicado no Diário Oficial da União, no dia 19 de outubro.

A nova estrutura terá como base o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), responsável pela secretaria-executiva do conselho. O colegiado, vinculado à Presidência da República, foi instituído pela Lei nº 15.506, sancionada em 16 de setembro, com o objetivo de ampliar a participação brasileira nas cadeias globais de minerais críticos, como terras raras, lítio e níquel, e estimular o processamento desses recursos no país. Entre suas atribuições estão a aprovação de projetos considerados estratégicos e a análise de determinadas operações empresariais, incluindo mudanças de controle de mineradoras, transferências de direitos minerários e acordos internacionais de fornecimento.

Uma das três novas estruturas será a Subsecretaria de Análise de Operações, responsável por receber e examinar requerimentos, elaborar relatórios técnicos e preparar propostas de decisão sobre negócios submetidos ao conselho. A área também poderá instruir a abertura de procedimentos por iniciativa do próprio governo, além de preparar propostas de medidas cautelares e acompanhar o cumprimento das condições impostas às empresas. Já a Subsecretaria de Projetos ficará encarregada de analisar pedidos de enquadramento de empreendimentos nos instrumentos da política mineral, organizar o cadastro de projetos estratégicos e monitorar sua execução. A terceira área, de Gestão e Assessoramento ao Pleno, será responsável pela organização das reuniões, preparação de documentos e acompanhamento da PNMCE (Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos).

Ao todo, o decreto remaneja 23 cargos comissionados e funções de confiança do Ministério da Gestão para o MDIC, incluindo os postos de secretário-executivo, três subsecretários, coordenadores e assessores. A medida não representa, necessariamente, a contratação de novos servidores. Pelas regras estabelecidas o conselho poderá homologar operações sem restrições, impor condições ou impedir determinados negócios envolvendo minerais críticos e estratégicos. A decisão caberá ao Comitê Executivo do CIMCE, formado por representantes de nove ministérios e presidido pelo MDIC.

O novo decreto não amplia esses poderes, mas estabelece a estrutura técnica responsável pela análise dos processos que serão submetidos ao colegiado. Apesar do avanço administrativo, a norma não apresenta novos critérios para determinar quais operações deverão passar pela análise do conselho, nem detalha as condições que poderão ser exigidas das empresas. O decreto também prevê que o regimento interno do CIMCE, responsável por disciplinar seu funcionamento, será proposto pelo Comitê Executivo. (CNN)

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27/10/2026 04:00h

Frango congelado e resfriado também apresentam estabilidade, enquanto a carcaça suína especial e o suíno vivo registram queda.

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O preço do boi gordo teve estabilidade nesta terça-feira (27). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 381,40.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/10/2026 381,40 0,00% 4,69% 70,72
23/10/2026 381,40 0,22% 4,69% 76,40
22/10/2026 380,55 0,04% 4,46% 75,58
21/10/2026 380,40 -0,01% 4,42% 75,66
20/10/2026 380,45 -0,07% 4,43% 75,77

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,27, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,29.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
26/10/2026 8,27 0,00% -0,36%
23/10/2026 8,27 -2,59% -0,36%
22/10/2026 8,49 0,00% 2,29%
21/10/2026 8,49 0,00% 2,29%
20/10/2026 8,49 0,00% 2,29%


PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
26/10/2026 8,29 0,00% -0,24%
23/10/2026 8,29 -2,47% -0,24%
22/10/2026 8,50 0,00% 2,29%
21/10/2026 8,50 0,00% 2,29%
20/10/2026 8,50 -0,12% 2,29%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

 Já a carcaça suína especial teve uma redução nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 10,33.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 6,01. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg) 

Data Média Var./Dia Var./Mês
26/10/2026 10,33 -1,43% 21,53%
23/10/2026 10,48 0,87% 23,29%
22/10/2026 10,39 0,10% 22,24%
21/10/2026 10,38 0,00% 22,12%
20/10/2026 10,38 1,96% 22,12%


INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
26/10/2026 MG - posto 6,96 0,00% 13,36%
26/10/2026 PR - a retirar 6,00 -0,33% 11,73%
26/10/2026 RS - a retirar 5,92 0,00% 12,33%
26/10/2026 SC - a retirar 6,01 0,33% 14,48%
26/10/2026 SP - posto 6,92 -0,14% 19,72%


Os dados são do Cepea.


O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores

 

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26/10/2026 21:40h

Bolsa brasileira fecha aos 176.357 pontos, em uma das maiores quedas da história, após a vitória de Lula no segundo turno.

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta segunda-feira (26) em queda de 14,01%, aos 176.357 pontos. O resultado ocorreu no primeiro pregão após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25), e está entre as maiores perdas diárias da história do mercado acionário brasileiro. 

A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva provocou uma forte reação dos investidores, já que o resultado contrariou as expectativas que vinham sendo consideradas por parte do mercado nas semanas anteriores. Com isso, houve uma reavaliação das posições em ações brasileiras e um aumento da preocupação com as perspectivas econômicas e fiscais do país.

A intensidade da queda levou a B3 a acionar o circuit breaker, mecanismo que suspende temporariamente as negociações quando o índice atinge determinado patamar de desvalorização. A medida busca reduzir a volatilidade e permitir que o mercado assimile movimentos extremos de preços.

As perdas atingiram diferentes setores da Bolsa, incluindo instituições financeiras e empresas ligadas ao consumo. Entre os bancos, as ações do Banco do Brasil chegaram a registrar queda superior a 30% durante o pregão, enquanto os papéis do Bradesco também apresentaram forte desvalorização. 

O desempenho da Bolsa brasileira contrastou com o mercado norte-americano. Em Nova York, os principais índices fecharam em alta, impulsionados pela recuperação das ações de tecnologia e pelo anúncio do pedido de abertura de capital da Anthropic. O Dow Jones avançou 0,28%, o S&P 500 subiu 0,70% e o Nasdaq ganhou 0,83%. 

O pregão evidencia como o cenário político nacional pode influenciar diretamente os ativos brasileiros, mesmo diante de um ambiente mais favorável nas principais bolsas internacionais.
 

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Fiset Pesca FISET FSPE Pfd (FSPE11F) +20,00%
  • Suzano S.A. (SUZB3F) +10,75%

Ações em queda no Ibovespa

  • Lojas Quero-Quero SA (LJQQ3F) -65,93%
  • Simpar SA (SIMH3) -64,86%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 115.193.939.197, em meio a 14.423.107 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

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