VoltarA Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) comemorou, em 28 de outubro, o Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio, data instituída pela entidade há 23 anos para reconhecer uma das cadeias mais bem estruturadas do país. Segundo o International Aluminum Institute (IAI), a demanda global por alumínio deve crescer 40% até 2030, impulsionada pela transição energética em setores como transporte, construção civil e geração de energia, todos fortemente dependentes do metal e engajados na redução de emissões.
Para atender a esse aumento, a reciclagem será fundamental pelo fato do alumínio ser um material que pode ser reciclado infinitas vezes sem perder suas propriedades, permitindo ampliar a oferta sem depender exclusivamente da produção primária. Atualmente, o mercado global do alumínio vive momento de forte tensão entre oferta e demanda, e a reciclagem surge como uma das respostas mais eficientes para enfrentá-la. A guerra no Golfo Pérsico, região que responde por cerca de 10% da produção mundial, e a escalada tarifária promovida pelos Estados Unidos desorganizaram rotas e fluxos comerciais, pressionando ainda mais a oferta. Segundo a CRU, consultoria global de inteligência de mercado focada em commodities como mineração e metais, o déficit global de alumínio estimado alcançou 647 mil toneladas no segundo trimestre de 2026.
Nesse contexto, o Brasil ganha destaque com a reciclagem das latinhas de alumínio, que já batem recordes há mais de 15 anos, com índices de reciclagem acima de 96%, o que mantém o Brasil entre os líderes mundiais e o consolida como referência em economia circular. Em 2025, 54% de todo o alumínio consumido no país vieram da reciclagem. Além das latinhas, entram nessa conta resíduos de diferentes produtos, dos segmentos de construção civil, transporte e bens duráveis, incluindo as aparas da indústria. Essa estrutura diversificada garante segurança de suprimento como fonte complementar ao alumínio primário, no momento em que a oferta internacional está sob pressão.
Cada tonelada de alumínio reciclado economiza cerca de 95% da energia utilizada na produção primária, o que contribui diretamente para a redução de emissões de carbono e para a descarbonização das cadeias que utilizam o metal. “Em um cenário de demanda crescente, déficit de oferta e instabilidade geopolítica, a sucata de alumínio deixa de ser apenas um resíduo e se consolida como insumo estratégico. O Brasil tem uma cadeia de reciclagem eficiente e consolidada, e nosso desafio é garantir que esse diferencial continue sendo competitivo e atenda em primeiro lugar a economia nacional”, afirma Janaina Donas, presidente-executiva da ABAL.
Copiar o textoINCC-M acelera em relação a setembro, quando avançou 0,25%, e acumula alta de 6,75% em 12 meses
Baixar áudioO custo da construção no país subiu 0,35% em outubro, mais do que os 0,25% de setembro, de acordo com o INCC-M, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em 27 de outubro. O índice acumula alta de 6,75% em 12 meses e de 6,23% no ano.
O avanço do índice veio dos materiais, equipamentos e serviços, grupo que subiu 0,40% em outubro, ante 0,17% em setembro. Dentro dele, materiais e equipamentos passaram de 0,17% para 0,41%, com destaque para os materiais para estrutura, que saltaram de 0,07% para 0,72%. Os serviços também aceleraram, de 0,15% para 0,31%, com o item projetos subindo de 0,10% para 0,44%.
A mão de obra seguiu caminho contrário e perdeu força: o grupo avançou 0,27% em outubro, depois de 0,37% em setembro.
Entre os itens de maior impacto de alta no mês estão vidros (2,96%), massa de concreto (2,16%), salário de engenheiro (0,73%), bloco de concreto (0,54%) e salário de pedreiro (0,31%).
Das sete capitais pesquisadas, cinco registraram aumento no custo da construção em outubro: Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo. Recife desacelerou, e o Rio de Janeiro repetiu a taxa do mês anterior, de 0,20%.
Em São Paulo, o custo da construção subiu 0,34% em outubro. A capital paulista acumula alta de 6,88% no ano e de 7,60% em 12 meses, acima da média nacional no período.
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Baixar áudioAs transferências destinadas aos municípios por conta da produção de petróleo e gás natural têm previsão de R$ 19,7 bilhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. O montante representa uma queda nominal de 24,5% em relação aos R$ 26,1 bilhões da dotação atualizada de 2026 — uma diferença aproximada de R$ 6,4 bilhões.
A estimativa consta em levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que identifica os recursos na ação orçamentária 0A53 (vinculada à Lei 9.478/1997). Essa redução na área de petróleo e gás responde por cerca de 80% de toda a queda prevista no grupo de transferências federais analisado pela entidade.
O estudo da CNM também aponta oscilações nas demais transferências vinculadas à exploração de recursos naturais:
A CNM ressalta que essas projeções não equivalem a perdas ou ganhos já consolidados. A análise confronta a dotação atualizada de 2026 (que reflete modificações feitas ao longo do ano) com a proposta inicial para 2027, sem descontar a inflação.
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Como receitas de royalties e compensações variam diretamente conforme preços internacionais, câmbio e volume de produção, os repasses efetivos dependerão da arrecadação real ao longo do exercício.
O levantamento da CNM não discrimina os valores por estado nem identifica os municípios beneficiários. A tramitação do PLOA 2027 pode ser acompanhada pelo portal do Orçamento no Congresso Nacional.
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Baixar áudioA distribuição dos royalties do petróleo referentes à produção de agosto de 2026 movimentou R$ 7,32 bilhões entre municípios, estados e União. Desse total, R$ 2,48 bilhões foram destinados diretamente às prefeituras e R$ 1,93 bilhão aos governos estaduais. Os repasses, operacionalizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram concluídos no fim de outubro e contemplaram 978 municípios e 11 estados.
Além dos valores transferidos diretamente aos governos estaduais e municipais, parte dos recursos foi destinada à União e ao Fundo Especial, conforme os critérios previstos na legislação vigente. A forma de distribuição dessas receitas, no entanto, continua em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF).
O julgamento sobre a repartição dos royalties estava previsto para 4 de novembro, mas foi retirado de pauta pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Até o fechamento desta matéria, não havia uma nova data definida para a retomada da análise.
A discussão envolve a aplicação da Lei 12.734/2012, que prevê mudanças na divisão dos recursos entre estados e municípios. A norma está suspensa por decisão cautelar desde 2013. De acordo com cálculos da Confederação Nacional de Municípios (CNM), as prefeituras acumularam perdas superiores a R$ 128 bilhões entre aquele ano e 2025.
Em abril, a CNM participou de uma reunião no STF com representantes do Distrito Federal e de outros 20 estados para apresentar uma proposta de redistribuição das receitas. O modelo prevê uma transição gradual e a renúncia à cobrança retroativa dos valores que deixaram de ser repassados durante o período de suspensão da lei.
Um dos principais pontos da proposta é a aplicação da Lei 12.734/2012 sobre toda a produção de petróleo, sem restrições relacionadas ao chamado "excedente de produção" ou a outros marcos temporais. O texto também estabelece uma transição de sete anos, entre 2026 e 2032, conforme previsto originalmente na legislação. A medida busca dar previsibilidade orçamentária tanto aos estados produtores quanto aos beneficiários do Fundo Especial.
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Como parte da negociação, a CNM propõe que os estados e os demais entes federativos abram mão de cobrar os valores que deixaram de receber entre 2013 e 2025, em razão da decisão cautelar. Outro ponto é a exclusão da chamada "margem equatorial" do acordo, sob o argumento de que ainda não há base empírica suficiente e de que existem incertezas regulatórias e ambientais relacionadas à região.
Os 19 estados que firmaram o acordo com a CNM são: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
Um estudo técnico da CNM aponta que a arrecadação dos royalties e das participações especiais está concentrada em um grupo restrito de municípios. Em 2025, os dez maiores beneficiários reuniram 48,6% de todos os recursos destinados às prefeituras.
Maricá, no Rio de Janeiro, recebeu sozinho mais de R$ 4 bilhões, o equivalente a 14,3% do total distribuído aos municípios naquele ano.
A discussão no STF ocorre no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4.916 e de outros cinco processos relacionados: ADIs 4.917, 4.918, 4.920, 5.038 e 5.621.
O julgamento começou em maio, depois que os estados confrontantes rejeitaram a proposta de acordo. Na ocasião, a relatora, ministra Cármen Lúcia, apresentou seu voto. A análise foi interrompida em seguida, após um pedido de vista do ministro Flávio Dino.
Com a retomada do julgamento, Dino deverá apresentar seu voto. Caso não haja uma nova suspensão, os demais ministros também poderão se manifestar.
Do outro lado da disputa, entidades do Rio de Janeiro defendem a manutenção da liminar que suspendeu a Lei 12.734/2012. A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) divulgou um manifesto no qual afirma que a decisão é necessária para “garantir estabilidade institucional, previsibilidade jurídica e respeito ao pacto federativo consagrado pela Constituição”.
O documento também destaca os impactos financeiros que uma eventual mudança na distribuição poderia provocar para o estado.
“É o tema mais urgente para o nosso estado e tem causado muita preocupação a todos. Temos que nos unir para defender o que é nosso por direito. Só em 2025 deixamos de ganhar R$ 25 bilhões, e em troca disso recebemos uma compensação financeira de R$ 11 bilhões. E isso provoca um problema em uma escala econômica”, diz trecho do manifesto.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também cobrou uma solução definitiva após a suspensão do julgamento. Segundo a entidade, a indefinição prolonga a insegurança jurídica para o governo estadual, os municípios fluminenses e as empresas da cadeia produtiva de petróleo e gás.
A federação afirma ainda que o Rio de Janeiro deixou de arrecadar cerca de R$ 64 bilhões em ICMS, repassados a outros estados ao longo do último ano.
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Baixar áudioA Medida Provisória (MP 1.376/2026), que trata da renegociação de dívidas rurais, perde a validade em 11 de novembro se não for votada pelo Congresso Nacional. Em reunião na terça-feira (27), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) manifestou preocupação com o prazo e afirmou que articula para acelerar a análise do texto na comissão mista, que ainda aguarda a realização de uma sessão para discutir a proposta.
A entidade informou que dados do Banco Central apontam que cerca de R$ 14,3 bilhões foram contratados até a última segunda-feira (26). A avaliação da FPA é de que o volume ainda é pequeno diante das previsões do Ministério da Fazenda, que indicavam uma renegociação de em torno de R$ 100 bilhões.
A Medida Provisória contempla produtores rurais que tiveram perdas provocadas por eventos climáticos ou queda nos preços de comercialização. Pela MP, fica autorizada a criação de linhas de crédito rural para composição de dívidas.
O relator, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), apresentou uma primeira versão do relatório. No entanto, a FPA afirma, em nota, que as alterações não atendem às necessidades do setor. Além disso, a entidade destaca que a bancada busca uma posição do presidente da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), sobre a votação.
A bancada também analisa uma alternativa à votação, no caso, apresentar voto em separado ao relatório, ainda na Comissão Mista.
Segundo a Frente, um dos fatores apontados para a baixa adesão às condições da MP 1.376/26 é a exigência de garantias. A FPM menciona que há relatos de produtores sobre exigências como o pagamento de uma entrada equivalente a 15% da dívida e a apresentação de novas garantias, não exigidas nas operações anteriores. Conforme a entidade, esse é um dos dispositivos da medida que a FPA pretende alterar.
O presidente da bancada, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), explicou que é possível facilitar a renegociação sem comprometer a segurança das operações. “As garantias oferecidas nas operações anteriores poderiam ser aproveitadas na renegociação, tanto para dívidas vencidas quanto para aquelas ainda a vencer. Caso o produtor não cumpra o novo acordo, o banco poderia executar essas garantias”, afirmou Lupion.
A linha de crédito pode ser solicitada por produtores rurais e pelas cooperativas de produção agropecuária que tenham registrado, entre 2019 e 2025, perdas em duas ou mais safras com redução de, no mínimo, 30% da renda bruta esperada para a respectiva safra ou atividade financiada.
O assunto foi discutido durante a primeira reunião-almoço após as Eleições 2026, para discutir os próximos passos da bancada – que projeta cerca de 330 deputados e 49 senadores na próxima legislatura.
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Baixar áudioA segunda-feira (2) será de tempo instável em toda a Região Sul, com predomínio de muitas nuvens e ocorrência de pancadas de chuva com trovoadas isoladas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a condição de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas atinge a maior parte do estado, cobrindo o interior, o norte e o oeste paranaense. No leste do estado e na Grande Curitiba, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 15°C e máxima de 25°C. O risco de tempo severo é elevado em polos como Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá e Londrina. O deslocamento de uma frente fria pela região desencadeia temporais com chuva forte a partir do período da manhã.
Em Santa Catarina, o tempo permanece instável com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no oeste, centro e planaltos. No litoral catarinense e na capital Florianópolis, o céu varia com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. Os termômetros em Florianópolis registram variação entre 20°C e 26°C. Cidades do Grande Oeste, Meio-Oeste e do Planalto Serrano alternam curtos períodos de sol com rápido aumento de nebulosidade. As instabilidades ganham força no decorrer do dia, provocando pancadas de chuva fortes seguidas de um declínio acentuado nas temperaturas.
No Rio Grande do Sul, o panorama é semelhante, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas predominando sobre o interior gaúcho, incluindo a metade sul, oeste e a serra. A faixa leste e a região metropolitana de Porto Alegre apresentam muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, registrando mínima de 18°C e máxima de 30°C. O tempo firme e ensolarado predomina na maioria das regiões gaúchas, incluindo a Campanha, o Sul e a Fronteira Oeste. A possibilidade de pancadas isoladas de chuva com trovoadas fica restrita estritamente às cidades do Norte e Noroeste do estado.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta segunda-feira (2). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Também vigora um aviso de tempestade, classificado como perigo, com validade até 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 30 e 60 mm/h ou até 50 e 100 mm/dia e ventos intensos de 60 a 100 km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (2) terá predomínio de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada na maior parte da Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na capital Campo Grande, os termômetros registram mínima de 22°C e máxima de 31°C. A instabilidade ganha contornos mais severos no interior sul-mato-grossense, impactando municípios como Dourados, Corumbá e Bonito. O avanço de áreas de instabilidade atmosférica provoca chuvas generalizadas e risco de tempestades desde as primeiras horas do dia, contendo a elevação das temperaturas.
Em Mato Grosso, o tempo permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 25°C e 36°C. O sol forte e o calor intenso ditam o ritmo do feriado em localidades como Rondonópolis, Sinop e Sorriso, onde as máximas disparam rapidamente. Apesar do predomínio do tempo firme, o calor extremo associado à umidade residual da Amazônia pode provocar pancadas de chuva rápidas e isoladas no final da tarde.
Em Goiás, a condição prevista também é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na maior parte do estado. Em Goiânia, a mínima fica em 21°C e a máxima alcança 30°C. O calor e o abafamento predominam nos principais pólos econômicos e turísticos goianos, a exemplo de Pirenópolis, Caldas Novas e Rio Verde. O fluxo de umidade vindo da Região Norte organiza pancadas de chuva irregulares no encerramento do dia, que ocorrem de forma pontual, mas com potencial para acumulados rápidos.
No Distrito Federal, a capital Brasília registra muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 20°C e máxima de 29°C. O feriado de Finados nas regiões administrativas será marcado por clima abafado, com os termômetros oscilando em torno dos 29°C. A combinação entre o aquecimento diurno e a alta umidade típica da primavera favorece a formação de nuvens carregadas, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento isoladas entre a tarde e à noite.
Os municípios goianos que integram a periferia da capital federal devem seguir o mesmo padrão de instabilidade. Cidades como Águas Lindas de Goiás, Formosa e Luziânia registram aberturas de sol pela manhã, mas entram em alerta para temporais localizados e forte atividade elétrica a partir do meio da tarde.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta segunda-feira (2). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Também vigora um aviso de tempestade, classificado como perigo, com validade até 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 30 e 60 mm/h ou até 50 e 100 mm/dia e ventos intensos de 60 a 100 km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (2) será marcada por tempo instável na Região Sudeste, com pancadas de chuva concentradas em trechos paulistas e mineiros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na capital, no litoral e nas regiões central, oeste e sul do estado. Em São Paulo, os termômetros registram mínima de 18°C e máxima de 29°C. Regiões como Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba e Bauru ficam sob alerta para temporais. O dia começa abafado e com aberturas de sol, mas a aproximação de um sistema de baixa pressão espalha áreas de chuva forte a partir da tarde.
Em Minas Gerais, a faixa sul, o Triângulo Mineiro e a região central apresentam pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já no norte e noroeste mineiro, a condição prevista é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Belo Horizonte, a variação térmica fica entre 17°C e 28°C. No Triângulo Mineiro e no Sul de Minas o dia será de céu encoberto e chuva frequente ao longo do dia. Por outro lado, nas cidades do Norte mineiro e do Vale do Jequitinhonha, as instabilidades começam a perder força, alternando céu nublado e chuvas fracas.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada ao longo do dia no território fluminense. Na capital Rio de Janeiro, a mínima prevista é de 18°C e a máxima de 27°C. O feriado será de clima ameno e muita nebulosidade em municípios da Região Serrana e do Sul Fluminense. Embora o sol apareça entre nuvens, o transporte de umidade do oceano favorece pancadas de chuva que ganham intensidade entre o fim da tarde e à noite.
No Espírito Santo, o panorama é semelhante, com predomínio de muitas nuvens e chance de chuva isolada no estado. Em Vitória, as temperaturas oscilam entre 20°C e 29°C. Municípios do interior capixaba, como Cachoeiro de Itapemirim e Colatina, enfrentam um dia de tempo fechado e instável. A persistência da umidade mantém o céu carregado, com condições favoráveis para chuva com volumes expressivos, especialmente na metade sul do estado.
Está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, com validade até 23h59 desta segunda-feira (2). A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Também vigora um aviso de tempestade, classificado como perigo, com validade até 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão aponta chuva entre 30 e 60 mm/h ou até 50 e 100 mm/dia e ventos intensos de 60 a 100 km/h, com risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (2) será de tempo instável em parte da Região Norte, com ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Rondônia, o estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o território. Na capital Porto Velho, os termômetros variam entre 25°C e 34°C. Polos do interior rondoniense, como Ji-Paraná e Cacoal, terão um feriado com bastante nebulosidade. O clima abafado favorece o surgimento de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
No Amazonas, as pancadas de chuva e trovoadas concentram-se principalmente nas porções oeste e centro-sul do estado. Na faixa leste e em Manaus, a condição é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 26°C e máxima de 36°C. O cenário é de forte instabilidade em cidades como Tabatinga, Tefé e Coari. A grande quantidade de nuvens associada ao clima tropical úmido provoca pancadas de chuva a qualquer hora do dia.
No Acre, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em todo o estado. Em Rio Branco, a temperatura varia de 24°C a 35°C. Municípios do interior acreano passarão o feriado sob o efeito de uma atmosfera abafada. A combinação de altas temperaturas com a umidade da floresta gera pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas no decorrer do dia.
Em Roraima, o céu permanece com muitas nuvens. Em Boa Vista, as temperaturas ficam entre 27°C e 38°C. O interior do estado segue sob a influência de uma intensa massa de ar seco. O feriado prolongado será de céu aberto, sol forte e calor intenso, sem previsão de chuva para a região.
No Tocantins, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em grande parte do estado. Em Palmas, a mínima prevista é de 25°C e a máxima de 33°C. O sol predomina fortemente na maior parte do estado, elevando as temperaturas em cidades como Araguaína e Gurupi. O risco de pancadas isoladas de chuva rápida fica restrito às divisas ao sul e oeste do estado no final do dia.
No Pará, o tempo fica predominantemente aberto com poucas nuvens no centro, leste e norte paraense. Em Belém, a variação térmica fica entre 25°C e 36°C. O tempo se apresenta dividido no estado: enquanto as cidades do sul paraense registram pancadas de chuva isoladas, o centro-norte e o Baixo Amazonas enfrentam tempo seco, muito sol e calor forte com máximas elevadas.
No Amapá, a condição também é de poucas nuvens ao longo do dia. A capital Macapá registra mínima de 25°C e máxima de 35°C. Municípios do interior amapaense terão condições de tempo firme e muito calor.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (2) será marcada por tempo predominantemente firme e variação de nebulosidade na Região Nordeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, a previsão é de poucas nuvens na maior parte do estado, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada no sul maranhense. Na capital São Luís, o dia fica com poucas nuvens, registrando mínima de 27°C e máxima de 33°C. O sol forte e o calor intenso predominam na maior parte do estado, especialmente no centro-norte. Apenas as cidades localizadas no extremo sul maranhense podem registrar pancadas isoladas de chuva no fim do dia.
No Piauí, o tempo segue com poucas nuvens no centro e norte, e variação para muitas nuvens com chuva isolada no sul do estado. Em Teresina, os termômetros marcam entre 26°C e 38°C. O feriado será de calor extremo no interior piauiense, com máximas elevadas em municípios como Picos e Floriano. O ar seco inibe a formação de nuvens na maior parte do território, abrindo margem para pancadas de chuva isoladas apenas no extremo sul do estado.
No Ceará, a condição prevista é de muitas nuvens em todo o território, mas sem chuva expressiva no mapa meteorológico. Em Fortaleza, a mínima é de 26°C e a máxima de 32°C. Municípios do Sertão Central, Cariri e Zona Norte enfrentarão um feriado de sol escaldante, céu limpo e calor muito intenso.
No Rio Grande do Norte, o céu fica com muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, principalmente no litoral. Em Natal, a temperatura varia de 26°C a 31°C. O interior potiguar terá um dia marcado por tempo firme, céu aberto e temperaturas elevadas. Não há qualquer indicativo de chuva para a região, recomendando-se atenção extra com a hidratação devido aos baixos índices de umidade relativa do ar.
Na Paraíba, o panorama é semelhante, com predomínio de muitas nuvens e chance de chuva isolada no leste paraibano. Em João Pessoa, a mínima registrada é de 24°C e a máxima de 30°C. O sol brilha forte e sem restrições em cidades como Campina Grande, Patos e Sousa. O tempo seco e abafado predomina em todo o interior paraibano.
Em Pernambuco, a previsão indica muitas nuvens ao longo do dia. Na capital Recife, as temperaturas oscilam entre 25°C e 32°C. O Sertão pernambucano terá um feriado típico de calor extremo e sol forte, sem nuvens de chuva no horizonte. O Agreste segue o mesmo padrão de tempo firme, embora com temperaturas ligeiramente mais amenas no início da manhã.
Em Alagoas, o tempo se mantém com muitas nuvens. Em Maceió, os termômetros registram mínima de 24°C e máxima de 32°C. Cidades do interior alagoano terão um dia com predomínio de tempo estável, céu com poucas nuvens e muito calor.
Em Sergipe, o estado apresenta variação de muitas nuvens. A capital Aracaju tem mínima de 25°C e máxima de 30°C. Municípios do agreste e sertão sergipano enfrentarão um dia de sol forte e temperaturas elevadas. A estabilidade atmosférica garante que o feriado transcorra sem episódios de chuva, mantendo o tempo seco.
Na Bahia, a faixa central e o litoral, incluindo a Região Metropolitana, permanecem com muitas nuvens. Já no extremo oeste e no sul baiano, há registro de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Salvador, o dia fica com muitas nuvens, com variação térmica entre 23°C e 32°C. Uma intensa massa de ar seco bloqueia a formação de nuvens e provoca calor extremo com máximas elevadas no Vale do São Francisco e na Chapada Diamantina. Condições para pancadas de chuva isoladas ficam restritas apenas aos municípios do extremo sul baiano.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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