05/06/2026 04:20h

Auditoria identificou dificuldades para localizar famílias, cadastros desatualizados e diferenças regionais no acompanhamento das condicionalidades

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Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas no acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família e apontou diferenças entre regiões e municípios na execução da política pública. Entre os principais problemas estão a dificuldade de localizar beneficiários, a desatualização de cadastros, a demora na aplicação de sanções e limitações na atuação da rede de assistência social.

Relançado em 2023, o Bolsa Família atende famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa inscritas no Cadastro Único. Em 2024, o programa movimentou mais de R$ 170 bilhões e beneficiou 20,8 milhões de famílias. Além da transferência de renda, a iniciativa envolve o acompanhamento de 19,2 milhões de crianças e adolescentes na educação e de 25,1 milhões de mulheres na área da saúde.

Ao analisar a execução do programa, o TCU constatou diferenças expressivas entre municípios e regiões no monitoramento das exigências relacionadas à frequência escolar e ao acompanhamento de saúde. 

Segundo a auditoria, parte dos beneficiários deixa de ser acompanhada em razão da falta de atualização cadastral, da dificuldade dos municípios em localizar as famílias e da ausência de ações voltadas à conscientização sobre a importância dessas obrigações. O cenário compromete a efetividade da política pública e contribui para a manutenção de desigualdades territoriais.

Beneficiários fora do radar dificultam fiscalização

A fiscalização também verificou que um número significativo de beneficiários não é localizado pelos sistemas de controle, dificultando tanto a verificação do cumprimento das regras quanto o acesso dessas famílias aos serviços públicos. Entre os fatores apontados estão a alta mobilidade das famílias, informações desatualizadas no Cadastro Único e falhas na integração entre bases de dados.

O relatório ainda destaca problemas de coordenação entre diferentes áreas e esferas de governo. De acordo com o TCU, poucos municípios mantêm comissões formais para acompanhar a execução do programa. Atualmente, 35,8% das crianças monitoradas na área da saúde e 13,7% dos beneficiários acompanhados na educação permanecem invisíveis aos sistemas de controle. Mesmo assim, as famílias continuam recebendo os benefícios, já que não é possível verificar se as condicionalidades estão sendo cumpridas.

As desigualdades regionais também aparecem nos índices de acompanhamento. A auditoria aponta que não existem metas específicas para diferentes contextos regionais nem estratégias direcionadas aos municípios com desempenho mais baixo. Para o tribunal, a adoção dessas medidas poderia contribuir para melhores resultados.

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Outro ponto identificado foi a demora na aplicação das consequências previstas para casos de descumprimento das regras, especialmente na área da saúde. Segundo o TCU, essa lentidão reduz o efeito pedagógico das medidas e pode comprometer o acesso de crianças beneficiárias aos serviços de saúde e educação.

O trabalho social voltado às famílias que descumprem as exigências do programa também foi considerado insuficiente. O tribunal verificou sobrecarga nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), escassez de profissionais qualificados e subnotificação dos atendimentos realizados. Na avaliação da auditoria, esses fatores limitam a capacidade do programa de promover inclusão social e contribuir para a superação da pobreza entre gerações.

TCU cobra medidas para corrigir falhas

Diante dos resultados, o TCU determinou que o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) apresente, em até 90 dias, um plano de ação para enfrentar o problema dos beneficiários não localizados, incentivar a atualização cadastral e acelerar a aplicação das medidas previstas nos casos de descumprimento das condicionalidades.

O tribunal também recomendou que o MDS atue em conjunto com os Ministérios da Educação e da Saúde na implementação das melhorias apontadas pela auditoria.

Segundo o TCU, a adoção dessas medidas pode fortalecer a gestão do Bolsa Família, ampliar a integração entre os órgãos envolvidos, reforçar a capacidade técnica dos municípios e melhorar o acesso das famílias vulneráveis aos serviços de saúde e educação. O objetivo é aumentar a efetividade do programa e ampliar sua contribuição para a interrupção do ciclo de pobreza.
 

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05/06/2026 04:20h

Desse total, R$ 976,2 milhões foram destinados a três estados e R$ 1,29 bilhão a 534 municípios

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A distribuição dos royalties referentes à produção de petróleo e gás natural de março de 2026 alcançou R$ 8,2 bilhões destinados à União, estados e municípios. O montante reúne os repasses realizados nos regimes de concessão, cessão onerosa e partilha de produção.

Desse total, R$ 976,2 milhões foram destinados a três estados e R$ 1,29 bilhão a 534 municípios. Com a conclusão dessa etapa, foram encerrados os repasses relativos à produção de março de 2026 em todos os regimes de exploração. 

A distribuição referente aos contratos de concessão e cessão onerosa havia sido finalizada anteriormente.

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Os valores detalhados por beneficiário, assim como as séries históricas de distribuição, podem ser consultados na página de Royalties da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os dados do mês corrente são publicados após o processo de consolidação das informações.

Como os recursos são distribuídos

A ANP é responsável pelo cálculo, pela apuração e pela distribuição dos royalties arrecadados com a produção de petróleo e gás natural. A divisão dos recursos segue critérios definidos em legislação específica, entre elas a Lei nº 7.990/1989, o Decreto nº 1/1991, a Lei nº 9.478/1997 e o Decreto nº 2.705/1998.

As regras variam conforme a parcela dos royalties distribuída e estabelecem os percentuais destinados à União, aos estados e aos municípios beneficiados pela atividade de exploração e produção.

A legislação não fixa uma data específica para o pagamento dos royalties. Ainda assim, a ANP realiza os procedimentos necessários para que os recursos sejam transferidos aos beneficiários o mais rapidamente possível após a arrecadação.

Os valores depositados, as datas de repasse e a identificação dos beneficiários também podem ser consultados no portal do Banco do Brasil, na opção “ANP – Royalties da ANP”.

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05/06/2026 04:10h

Cepea aponta alta no boi e no frango nesta quarta-feira (3), com carcaça suína estável e suíno vivo em queda

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O preço do boi gordo nesta quarta-feira (3) apresenta alta 0,34%; a arroba está sendo negociada a R$ 353,50 no estado de São Paulo

 

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/06/2026 353,50 0,34% 1,09% 69,66
02/06/2026 352,30 0,60% 0,74% 70,28
01/06/2026 350,20 0,14% 0,14% 69,84
29/05/2026 349,70 0,13% -1,34% 69,30
28/05/2026 349,25 0,27% -1,47% 69,43

 

Fonte: CEPEA

 

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam alta de 1,42%. O frango congelado segue negociado a R$ 7,13, e o frango resfriado ainda é vendido a R$ 7,14.

 

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês
03/06/2026 7,13 1,42% 1,42%
02/06/2026 7,03 -2,09% 0,00%
01/06/2026 7,18 2,13% 2,13%
29/05/2026 7,03 -4,87% -1,82%
28/05/2026 7,39 -0,27% 3,21%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês
03/06/2026 7,14 1,42% 1,28%
02/06/2026 7,04 -2,22% -0,14%
01/06/2026 7,20 2,13% 2,13%
29/05/2026 7,05 -4,73% -1,67%
28/05/2026 7,40 -0,27% 3,21%

 

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial também apresenta estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,71, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra queda em todos os estados analisados.

 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA Média Var./Dia Var./Mês
03/06/2026 8,71 0,00% 0,93%
02/06/2026 8,71 0,93% 0,93%
01/06/2026 8,63 0,00% 0,00%
29/05/2026 8,63 0,70% 2,49%
28/05/2026 8,57 0,00% 1,78%

Os dados são do Cepea.

 

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

 

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.       

#Agronegócios#Boi Gordo#Frango#Suíno

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05/06/2026 04:05h

O café abriu em queda nesta sexta-feira (5), com recuo no arábica e no robusta, segundo o Cepea. Já o açúcar apresentou comportamento misto entre São Paulo e Santos, enquanto o milho registrou leve baixa no mercado interno.

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O preço do café arábica abre esta sexta-feira (5) em baixa de 2,12%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.489,38 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve desvalorização 0,97%, sendo comercializado a R$ 932,97.

 

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
03/06/2026 1.489,38 -2,12% -4,26% 293,47
02/06/2026 1.521,66 -0,79% -2,19% 303,54
01/06/2026 1.533,85 -1,40% -1,40% 305,91
29/05/2026 1.555,67 -2,85% -11,69% 308,30
28/05/2026 1.601,33 -0,66% -9,10% 318,36

 

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
03/06/2026 932,97 -0,97% -2,06% 183,84
02/06/2026 942,13 0,30% -1,09% 187,94
01/06/2026 939,28 -1,39% -1,39% 187,33
29/05/2026 952,56 -1,81% 2,95% 188,78
28/05/2026 970,14 1,09% 4,85% 192,87


O preço do açúcar cristal apresenta alta na capital de São Paulo, a saca de 50 kg aumentou 0,24%, e é cotada a R$ 93,24.

Em Santos (SP), houve desvalorização de 0,25%, e a mercadoria é negociada a R$ 103,08 na média de preços sem impostos.

 

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/06/2026 93,24 0,24% 0,26% 18,37
02/06/2026 93,02 -1,33% 0,02% 18,56
01/06/2026 94,27 1,37% 1,37% 18,80
29/05/2026 93,00 -0,90% -5,01% 18,43
28/05/2026 93,84 -0,40% -4,16% 18,66

 

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/06/2026 103,08 -0,25% 0,23% 20,45
02/06/2026 103,34 -0,44% 0,49% 20,60
01/06/2026 103,80 0,93% 0,93% 20,64
29/05/2026 102,84 1,38% -3,03% 20,34
28/05/2026 101,44 -1,09% -4,35% 20,08

 

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,51, após queda de 0,05%. 

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.      

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05/06/2026 04:00h

Gustavo Lanna, Presidente do Sindiextra, defende associativismo, modernização e visão de longo prazo para um segmento que movimenta 706 milhões de toneladas por ano e ainda opera abaixo do pico histórico de 2013.

O Brasil é o maior país minerador da América Latina, mas há um segmento da cadeia mineral que, apesar de ser o maior em volume de extração no planeta, ainda luta para ter voz, visibilidade e reconhecimento: a indústria de agregados. Foi com esse diagnóstico na mesa — e com uma mistura de autocrítica, dados e provocação — que Gustavo Lanna, presidente do Sindiextra, o sindicato minerador do estado de Minas Gerais, abriu sua apresentação no evento *O Futuro da Mineração*, promovido pela Abimex no final de maio, em Belo Horizonte.

A palestra, que mesclou trajetória pessoal, números do setor e comparações internacionais, foi um retrato fiel das contradições de um segmento essencial e ao mesmo tempo invisível: o agregado move obras, estradas, metrôs e casas populares, mas ainda enfrenta marginalização política, ciclos econômicos cardíacos e uma distância abissal em relação aos padrões de automação da China e dos Estados Unidos.

Ganhando visibilidade

Lanna começou pelo começo. Há cerca de 12 a 15 anos, o setor de agregados em Minas Gerais era disperso, desunido e invisível dentro da própria cadeia mineral. Quando representantes do segmento tentavam se sentar com legisladores ou o Executivo, a resposta era sempre a mesma.

"Vim falar de agregado. 'Não, quero falar de minério de ferro.' 'Quero falar de ouro.' 'Quero falar de outra coisa.' Então a gente se sentia bem excluído da cadeia da mineração", relatou Lanna.

A virada veio com uma decisão estratégica: buscar abrigo institucional no Sindiextra, que já representava grandes nomes como a Vale, além de produtores de ouro, nióbio, bauxita e calcário. O interlocutor foi Fernando Coura, então presidente executivo da entidade, hoje conselheiro da Petrobras.

"Falei: 'Coura, a gente precisa de representatividade. Eu preciso falar, ter uma voz mais forte para o setor de agregado'", recordou Lanna. A aposta deu resultado. Hoje, das 140 empresas associadas ao Sindiextra, 60 pertencem ao setor de agregados. E Lanna ocupa a presidência da entidade, acumulando também a presidência do conselho.

A trajetória não parou aí. O setor passou a ter representação na ANEPAC em âmbito federal, cadeira no IBRAM, participação no COMIN e vice-presidência na FIEMG, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais. "A gente tem que ter o mesmo discurso perante o Executivo e o Legislativo, independente do estado em que estivermos ", defendeu.

Um setor enorme, que poucos enxergam

Os números apresentados por Lanna ajudam a entender a dimensão do problema — e da oportunidade. O agregado é o bem mineral com maior volume extraído no planeta. No Brasil, a projeção para 2025 é de 706 milhões de toneladas. O país conta com cerca de 2.500 empresas no setor, que geram aproximadamente 75 mil empregos diretos e têm capacidade instalada de 900 milhões de toneladas por ano.

Apesar disso, o consumo per capita brasileiro é de apenas 3,3 a 3,5 toneladas por habitante — número que Lanna usou como termômetro da demanda reprimida e do potencial de crescimento.

"Eu prefiro olhar o copo meio cheio, para entendermos que tem uma demanda reprimida enorme para o setor", disse. A comparação com outros países de território continental e população expressiva é reveladora: enquanto os Estados Unidos consomem muito mais por habitante e a China liderou décadas de expansão infraestrutural, o Brasil ainda está atrás da Índia nesse indicador. "Todo mundo escuta que Índia é um problema, que não está pronto, como quiser, mas estamos piores do que a Índia nesse ponto", afirmou.

Para dar concretude ao que essa defasagem significa, Lanna listou os consumos estimados por tipo de obra: um quilômetro de metrô consome cerca de 50 mil toneladas de agregado; um quilômetro de pavimentação nova, cerca de 10 mil; manutenção de estrada, 3 mil; um edifício, mil e poucas toneladas; e uma casa popular, aproximadamente 68 toneladas. "Quando a gente fala que tá tudo por ser feito, a gente entende qual é o potencial real de demanda do nosso mercado", sintetizou.

Se os números de demanda são alvissareiros no longo prazo, o histórico recente é para fazer qualquer empresário do setor perder o sono. O gráfico de produção que Lanna apresentou — por ele mesmo chamado de "cardíaco" — mostra picos e quedas abruptas que refletem a dependência do setor em relação a políticas públicas de infraestrutura.

O Brasil chegou a 745 e 750 milhões de toneladas de agregados em 2013 e 2014, impulsionado pelos investimentos da Copa do Mundo e do PAC. Em seguida, veio a recessão: uma queda de quase 30% em um único ano. Em 2017, o país havia recuado para níveis de produção equivalentes aos de 2004.

"O setor investiu, preparou a casa, se estruturou para atender uma demanda que é crescente. Mas em vez de crescer, ela despencou", disse Lanna, que trabalha na empresa da família há quase 30 anos. "Eu já vi esse ciclo três vezes aqui na minha região. É uma loucura, isso."

Para ele, o problema central é que o Brasil vive de projetos de governo, não de projetos de Estado. "Se a gente tivesse um projeto de estado, teríamos um gráfico mais contínuo, que seria o ideal para todos os segmentos do país." A retomada existe — o país caminha de volta para a faixa de 706 a 714 milhões de toneladas — mas ainda não recuperou o pico de uma década atrás.

Em Minas Gerais, há um fator adicional que distorceu os números recentes para cima: a demanda por agregados para reposição e reconstituição de barragens após os acidentes de Mariana e Brumadinho. "Minas Gerais, nos últimos cinco anos, teve uma demanda muito grande de agregados para reposição e reconstituição das barragens. É uma característica de Minas."

Minas: exigência alta, reconhecimento baixo

Lanna fez questão de destacar uma peculiaridade do mercado mineiro que passa desapercebida na maioria dos debates setoriais: em Minas Gerais, os produtores de agregado são fiscalizados pelos mesmos órgãos e com os mesmos critérios aplicados à Vale e às grandes mineradoras.

"Quem fiscaliza a nossa empresa é o mesmo que fiscaliza a Vale, o mesmo fiscal", afirmou. "O nível de referência, o nível de exigência e o nível de comparação que o agregado em Minas Gerais sofre em relação a outros minerais, é muito grande."

Esse rigor, segundo ele, força uma evolução tecnológica e ambiental, mas aumenta os custos e piora a competitividade de quem quer fazer certo — especialmente frente a concorrentes informais ou de outros estados com legislação menos exigente. "As maiores empresas fora de Minas Gerais do setor de agregado teriam dificuldade de operar aqui em Minas Gerais", afirmou.

No mercado da Grande Belo Horizonte, o processo de consolidação já é visível: de 24 grupos mineradores de agregados, restam hoje nove. Para Lanna, isso é um sinal positivo. "Nós temos grupos hoje saudáveis economicamente e financeiramente, com capacidade produtiva, grupos que querem fazer o correto, que não querem ter problema ambiental, que não querem ter problema tributário." A redução no número de players, segundo ele, facilitou o diálogo setorial e permitiu uma maior coesão institucional.

Associativismo: a lição da planilha de custos

Um dos momentos mais didáticos da palestra foi quando Lanna descreveu a iniciativa da planilha de custos, desenvolvida em parceria com a ANEPAC e distribuída para produtores de todo o Brasil.

O problema era simples e revelador: produtores do mesmo segmento apresentavam custos completamente diferentes — R$ 15 a tonelada em um caso, R$ 30 em outro — sem entender por quê. A resposta, ao distribuir a planilha, veio das lacunas: campos em branco, porque o produtor simplesmente não media, não controlava, não computava determinados itens. "Então nós fomos para um lado de tentar ensinar esse produtor, ensinar o setor realmente a fazer conta para que ele precifique certo."

A filosofia que sustenta essa postura é, nas palavras do dirigente, a de "nivelar por cima". "A gente não tem que ter medo de concorrente. Temos que ensinar o concorrente o que sabemos de bom, porque na hora que ele fizer certo, vai ter uma legislação maior e ele vai ter um custo parecido com o nosso. E aí é questão de competência, de mercado, de atuação, atendimento, qualidade."

Na própria empresa, a Martins Lanna, essa filosofia se traduz no programa Empresa Aberta, em funcionamento há mais de 15 anos. "Eu recebo 2.500 pessoas por ano na empresa — concorrentes, produtores, legisladores, escolas. Para quê? Para que a gente nivele por cima."

Outro ponto reforçado por Lanna foi a necessidade de separar as disputas comerciais das pautas institucionais — conselho que ele dirigiu também aos participantes do setor de explosivos presentes no evento. "Tentem separar um pouco a questão comercial do setor institucional. O setor de vocês é fundamental para toda a cadeia mineral. Se a gente se sentar numa mesa para discutir comercialmente, isso vai ter desgaste. Comercial a gente não conversa na mesa."

A distância tecnológica e o caminho da automação

A parte final da apresentação de Lanna foi talvez a mais impactante — e a mais desconfortável. Ao comparar os indicadores operacionais do Brasil com os de China, Estados Unidos e Europa, o diagnóstico foi claro: o país está muito atrás em automação, produtividade por trabalhador e modernização de plantas.

Enquanto nos Estados Unidos cada trabalhador do setor produz mais de 1.000 toneladas por ano, e na China o número se aproxima de 700, no Brasil essa produção ainda fica abaixo de 600 toneladas por trabalhador. A taxa de automação brasileira, estimada entre 30% e 40%, é muito inferior à da China (45% a 55%) e à dos Estados Unidos e Europa.

A discrepância em escala de produção é ainda mais gritante. As maiores unidades produtoras de agregados no Brasil operam na faixa de 2.000 a 3.000 toneladas por hora. Na China, há plantas com capacidade de 14.000 toneladas por hora. "É equivalente ao Brasil inteiro produzindo em poucos meses", disse Lanna.

Como exemplo do que é possível, ele descreveu uma visita realizada dias antes a uma operação da Vale (Brucutu) em São Gonçalo do Rio Abaixo: "Fui ver um processo de caminhões autônomos de 260 toneladas, rodando com minério de ferro. Fantástico." E completou: "A tecnologia é acessível. Os caminhões rodando de maneira autônoma é fantástico, 60 km/h para um lado, caminhão parando certinho, manobrando."

Para Lanna, a automação deixou de ser apenas uma escolha estratégica de redução de custos para se tornar uma necessidade imposta pela escassez de mão de obra qualificada. "As empresas que não automatizarem vão estar fora do mercado. E não é porque elas querem não, é porque não vai ter mão de obra."

Rejeitos, drones e o papel dos fornecedores

Lanna também abordou a questão dos rejeitos — um campo em franca transformação no setor. A Martins Lanna foi pioneira ao transformar o pó de pedra, antes descartado como rejeito, em areia comercializável, há mais de 25 anos. Hoje, mineradoras de ferro e ouro começam a percorrer caminho semelhante, reaproveitando rejeitos e, em alguns casos, concorrendo com produtos que o setor de agregados já consolidou no mercado.

"Hoje nós temos areia proveniente de rejeitos de mineração de ferro competindo com uma areia que é produto nosso, que era um rejeito nosso também", disse. O problema, apontou, é que a legislação ainda trata de forma assimétrica os rejeitos de diferentes origens minerais — cabendo ao setor buscar o nivelamento regulatório.

Ao se dirigir diretamente aos participantes do setor de explosivos presentes no evento, Lanna fez um apelo direto à inovação: "É fundamental que o setor de explosivos busque melhorias de processo, de produto, de eficiência e ofereça isso no mercado de outras maneiras." E citou como exemplo o uso de drones para topografia, que reduz desvios de perfuração e o risco de ultralançamento. "O setor de vocês pode e deve contribuir."

O copo meio cheio de quem já viu o pior

Ao encerrar sua participação, Gustavo Lanna voltou ao tema que permeou toda a apresentação: a escolha entre o pessimismo justificado e o otimismo estratégico. Com um setor que ainda consome menos agregado por habitante do que a Índia, que opera abaixo do pico histórico de uma década atrás, que enfrenta informalidade, ciclos imprevisíveis e uma lacuna tecnológica expressiva em relação à China e aos Estados Unidos, seria fácil — e talvez compreensível — ceder ao desânimo.

Lanna recusou essa opção. "A gente tem uma trajetória de muitos anos de setor com evolução. Quando olhamos para trás, vemos que andamos muito, mas quando a gente olha para frente, está muito longe do que precisamos e de onde queremos chegar. Então, não podemos desanimar."

Em um setor acostumado a ser ignorado nas mesas importantes, a mensagem de Lanna foi ao mesmo tempo um balanço e um manifesto: o agregado é a base de tudo que se constrói — e está na hora de construir também a sua própria representatividade. (Por: Brasil Mineral)

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05/06/2026 04:00h

Soja avança no Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo recua nos principais estados produtores

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (5) em alta no interior do Paraná e no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão registra valorização de 0,02% e é negociado a R$ 123,97; na segunda, a mercadoria tem alta de 0,99% e é cotada a R$ 130,02.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/06/2026 123,97 0,02% -0,21% 24,43
02/06/2026 123,94 -0,47% -0,23% 24,72
01/06/2026 124,53 0,24% 0,24% 24,84
29/05/2026 124,23 -0,29% 1,43% 24,62
28/05/2026 124,59 0,26% 1,72% 24,77

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
03/06/2026 130,02 0,99% -0,08% 25,62
02/06/2026 128,74 -1,16% -1,06% 25,68
01/06/2026 130,25 0,10% 0,10% 25,98
29/05/2026 130,12 -0,60% 0,96% 25,79
28/05/2026 130,90 0,78% 1,57% 26,02

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização no Paraná e no Rio Grande do Sul.

No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.367,51, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.320,99.

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
03/06/2026 1.320,99 -0,05% -0,92% 260,29
02/06/2026 1.321,60 -0,62% -0,87% 263,64
01/06/2026 1.329,79 -0,26% -0,26% 265,22
29/05/2026 1.333,23 0,94% 5,73% 264,22
28/05/2026 1.320,75 0,00% 4,74% 262,58

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
03/06/2026 1.367,51 -0,20% 0,58% 269,46
02/06/2026 1.370,28 0,70% 0,78% 273,35
01/06/2026 1.360,73 0,08% 0,08% 271,39
29/05/2026 1.359,61 0,06% 1,26% 269,44
28/05/2026 1.358,79 -0,19% 1,20% 270,14

 

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.   
 

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Tempo
04/06/2026 18:40h

Massa de ar frio e seco mantém o tempo estável e favorece a formação de nevoeiros e geadas isoladas nas áreas mais altas.

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A Região Sul terá uma sexta-feira (5) com predomínio de uma massa de ar frio e seco na tempo firme e com baixa probabilidade de chuva na maior parte dos estadoso, segundo as informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 A combinação de céu limpo durante a noite com ventos fracos favorece o forte declínio das temperaturas durante as formação de nevoeiros em diversos pontos da região, enquanto as tardes seguem com temperaturas mais amenas e ensolaradas. Há possibilidade de geada fraca e isolada nas áreas mais altas das Serras Gaúcha e Catarinense

Nas capitais da região, o destaque é o frio. A temperatura mínima prevista é de 9°C em Curitiba, enquanto Porto Alegre terá tempo firme e máxima em torno de 23°C. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

#Previsão do tempo

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04/06/2026 18:30h

Massa de ar quente mantém o sol predominante e derruba a umidade do ar em boa parte da região.

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A Região Centro-Oeste terá predominância de uma massa de ar seco  e quente na sexta-feira (5), de acordo com informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal ficam com a umidade relativa do ar deve ficar baixa, podendo atingir níveis críticos abaixo de 30% durante a tarde.

Apenas no extremo sul de Mato Grosso do Sul há possibilidade de aumento de nebulosidade e leve queda nas temperaturas devido à aproximação de uma frente fria, ainda com baixa chance de chuva.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 11°C em Brasília. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 82%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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04/06/2026 18:20h

Massa de ar seco mantém o predomínio do sol no interior, enquanto áreas litorâneas podem registrar chuva isolada.

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Segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Região Sudeste terá uma sexta-feira (5) com tempo seco e estável na maior parte do território.

Em grande parte de São Paulo, do centro-oeste de Minas Gerais e do Triângulo Mineiro segue sob a influência de uma massa de ar seco, o que inibe a formação de nuvens e garante um dia ensolarado, com chuvas abaixo ou próximas da média histórica.

Em contrapartida, as áreas litorâneas e a faixa leste da região, que incluem o Rio de Janeiro, Espírito Santo e o leste mineiro, podem registrar maior variação de nebulosidade e pancadas ocasionais de chuva isolada devido à umidade vinda do oceano.

Entre as capitais, mínima de 10ºC em São Paulo. A máxima deve chegar a 25ºC em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.
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Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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04/06/2026 18:10h

Canal de umidade favorece temporais em áreas do Amazonas, Roraima e Pará.

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A Região Norte terá a sexta-feira (5) marcada por tempo instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte dos estados.

Os maiores volumes de chuva são esperados para o noroeste do Amazonas, Roraima e grande parte do Pará, favorecidos por um canal de umidade que atua sobre a região.

Nas capitais, Manaus, Belém e Boa Vista devem registrar céu nublado e temporais isolados, principalmente entre a tarde e a noite. Em Macapá, Rio Branco e Porto Velho também há previsão de chuva, enquanto Palmas terá períodos de sol entre nuvens e menor chance de precipitações.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

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