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Baixar áudioO número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 9,3 milhões em agosto, o maior patamar da série histórica da Serasa Experian. O total é 14,3% maior do que o registrado em agosto de 2025. As dívidas negativadas somam R$ 244,4 bilhões, divididas em 68,2 milhões de operações.
Cada empresa inadimplente tem, em média, 7,4 contas negativadas, com passivo médio de R$ 26.355,13 por CNPJ. O valor médio de cada dívida é de R$ 3.583,96.
O Sudeste concentra o maior número de empresas inadimplentes do país. São Paulo lidera, com 3.173.156 CNPJs negativados, número que equivale a cerca de um terço do total nacional. Na sequência vêm Minas Gerais, com 927.374, e Rio de Janeiro, com 879.915.
No Sul, os maiores volumes estão no Paraná, com 613.012 empresas inadimplentes, e no Rio Grande do Sul, com 539.319. Os cinco estados citados reúnem, juntos, cerca de dois terços das empresas inadimplentes do país.
As micro e pequenas empresas respondem por 8,8 milhões dos CNPJs inadimplentes. Esse grupo acumula 61,4 milhões de dívidas, que somam R$ 211 bilhões, com média de 7 contas negativadas por empresa e dívida média de R$ 23.902,98.
Por setor, serviços respondem por 56% das empresas negativadas, seguidos por comércio (32%), indústria (8%) e setor primário (0,9%). Outros segmentos somam 3,1%.
Em relação à origem das dívidas, serviços lideram, com 31,7% do total negativado, seguidos por bancos e cartões (19,7%), cooperativas (8,5%), serviços básicos como energia e água (6,7%) e telefonia (6,2%). Os setores não financeiros respondem por 75,6% do passivo negativado.
Segundo a Serasa Experian, a demanda das empresas por crédito subiu 11,2% no acumulado de 12 meses. A alta da inadimplência ocorre mesmo com a redução da taxa Selic ao longo do ano, que ainda não alterou a dinâmica financeira das empresas.
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Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quinta-feira (22) em queda de 1,15%, aos 204.120,12 pontos. O resultado foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações da Vale e pelo cenário internacional, marcado pelo aumento da aversão ao risco.
No mercado brasileiro, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa pela Presidência da República. A proximidade do segundo turno contribuiu para um ambiente de cautela no penúltimo pregão antes da votação.
Entre os destaques negativos, as ações da Vale recuaram 3,97%, acompanhando a queda do minério de ferro. A baixa da commodity também pressionou outras empresas do setor de mineração e siderurgia. Os papéis da Companhia Siderúrgica Nacional caíram 5,43%, enquanto os da Usiminas recuaram 4,81%.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e aumentou a preocupação dos investidores. Em Nova York, o índice Dow Jones registrou alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 caiu 1,21% e o Nasdaq recuou 2,60%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia.
Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre 203.051,87 pontos, na mínima, e 206.493,11 pontos, na máxima. O volume financeiro negociado na B3 foi de R$ 39,5 bilhões.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
TAXI AEREO KPNB (T8KC6L) -90,00%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.551.542.520, em meio a 4.801.633 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quinta-feira (22) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,04. A valorização da moeda norte-americana diante do real ocorreu em um dia marcado pela cautela dos investidores com o cenário político brasileiro e pela preocupação com os acontecimentos no mercado internacional.
No Brasil, o mercado financeiro acompanha as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa presidencial. Com a proximidade do segundo turno das eleições, os investidores avaliam os possíveis impactos do resultado da votação sobre a economia, a condução da política fiscal e as perspectivas para os próximos meses. Esse cenário contribui para a busca por posições mais defensivas nas negociações.
No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio aumentou a preocupação dos mercados e contribuiu para a elevação dos preços do petróleo. Em momentos de maior incerteza internacional, o dólar costuma ganhar atenção dos investidores por ser considerado uma moeda de referência para operações financeiras globais.
As bolsas de Nova York também apresentaram desempenho desigual. Enquanto o índice Dow Jones registrou leve alta de 0,02%, o S&P 500 recuou 1,21% e o Nasdaq caiu 2,60%. A pressão sobre as ações de tecnologia e a repercussão dos resultados de grandes empresas contribuíram para o ambiente negativo nos mercados.
A combinação entre as incertezas políticas no Brasil e a cautela no cenário internacional influenciou as negociações da moeda norte-americana ao longo do dia. Com o avanço registrado no fechamento, o dólar terminou o pregão cotado a R$ 5,04.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,66.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1983 | 0,1767 | 0,1479 | 31,0849 | 0,1628 | 0,2777 | 0,2823 |
| USD | 5,0436 | 1 | 0,8915 | 0,7465 | 156,78 | 0,8211 | 1,4008 | 1,4249 |
| EUR | 5,6626 | 1,1216 | 1 | 0,8374 | 175,83 | 0,9207 | 1,5711 | 1,5982 |
| GBP | 6,7608 | 1,3396 | 1,1940 | 1 | 209,98 | 1,0994 | 1,8764 | 1,9092 |
| JPY | 0,0322 | 0,0064 | 0,0057 | 0,0048 | 1 | 0,5239 | 0,0089 | 0,0091 |
| CHF | 6,1403 | 1,2175 | 1,0858 | 0,9091 | 190,93 | 1 | 1,7052 | 1,7354 |
| CAD | 3,6005 | 0,7139 | 0,6365 | 0,5329 | 111,93 | 0,5861 | 1 | 1,0169 |
| AUD | 3,5422 | 0,7018 | 0,6257 | 0,5240 | 110,02 | 0,5764 | 0,9834 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioDez obras rodoviárias em diferentes regiões do país precisam de recursos adicionais para serem concluídas até o fim de 2027. É o que revela levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU). O estudo estima que o valor necessário para finalizar os empreendimentos é de R$ 524,8 milhões.
A relação foi apresentada na sessão plenária do dia 21 de outubro e encaminhada às presidência do Congresso Nacional e à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), para auxiliar na definição das prioridades de investimento.
A seleção integra o Fiscobras 2026, plano anual de fiscalização de obras públicas do TCU. Nesta edição, o Tribunal examinou 24 empreendimentos nas cinco regiões brasileiras, que envolvem R$ 6,1 bilhões em recursos. Entre as obras fiscalizadas, 15 apresentaram indícios de irregularidades graves. Uma delas recebeu recomendação de paralisação.
A relação das dez obras foi elaborada a partir de uma metodologia desenvolvida pelo TCU para complementar a fiscalização tradicional. Foram selecionados empreendimentos que precisam de recursos para avançar e que apresentam condições concretas de conclusão até o fim de 2027.
A análise levou em conta fatores como os obstáculos à retomada dos trabalhos, a qualidade dos projetos e o estágio de maturidade de cada empreendimento.
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Com a mudança, o Tribunal passa a apontar não apenas problemas e possíveis irregularidades na aplicação do dinheiro público, mas também obras que podem receber prioridade na distribuição dos recursos orçamentários.
O ministro-relator do processo, Jhonatan de Jesus, destacou relevância na mudança de abordagem.
"Agora o TCU passa a informar também onde o dinheiro precisa ser aplicado. Indica obras importantes para a população e que já começaram, mas que andam devagar porque faltam recursos para concluí-las. Onde o dinheiro precisa ser aplicado? Identificar essas obras foi o que o Tribunal fez", explicou.
Os dez empreendimentos selecionados são de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O acesso rodoviário a Porto Murtinho, na BR-267, em Mato Grosso do Sul, lidera a lista, com necessidade estimada em quase R$ 280 milhões para a conclusão dos serviços.
Outra obra que aparece entre as prioridades é a Ponte do Xingu, na BR-230, no Pará, que precisa de R$ 67,9 milhões. Já o trecho remanescente do Lote 1C da BR-319, no Amazonas, demanda mais R$ 43,9 milhões.
A proposta do TCU prevê divulgar e acompanhar as prioridades, incorporando a metodologia aos ciclos anuais de planejamento. O Tribunal também pretende avaliar a aplicação dos critérios em outros setores, como saneamento, saúde, educação, recursos hídricos e mobilidade.
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Baixar áudioDiante das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos, empresas brasileiras do setor de alimentos buscam ampliar a presença no mercado europeu. Na SIAL Paris 2026, 156 companhias nacionais apresentaram seus produtos a compradores internacionais, sendo que 74 delas foram afetadas pelas medidas comerciais norte-americanas. Iniciada em 17 de outubro, a feira de alimentos ocorre nos arredores de Paris, na França, e terminou na quarta-feira (21).
A participação brasileira no evento também fez parte da estratégia da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para ajudar companhias nacionais a diversificar os destinos de suas exportações. Na abertura do Pavilhão Brasil, o presidente da Agência, Laudemir Müller, destacou a importância dessa tendência.
“Do total das empresas que estão aqui, 74 foram afetadas, de alguma forma, pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos (EUA). A ApexBrasil tem ajudado esses empreendedores na busca de outros mercados, com condições diferenciadas de apoio”, disse.
Müller também relacionou o desempenho das exportações à participação do agronegócio na economia brasileira e às perspectivas de crescimento do país.
“Apesar desse contexto de grandes desafios globais, o Brasil tem resultados muito positivos nas exportações e deve se tornar a oitava maior economia do mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), além de avançar para se consolidar como o maior exportador de alimentos do mundo”, pontuou.
“O fato de o Brasil poder se tornar a oitava maior economia do mundo no próximo ano tem muito a ver com as exportações, que contribuem diretamente para a nossa política monetária e estão fortemente ligadas à participação expressiva do agronegócio na economia e no comércio exterior brasileiro”, complementou Müller.
A participação brasileira na feira ocorreu após um ano de crescimento nas vendas externas do setor. Em 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 169,2 bilhões. O valor representa uma alta de 3% em relação a 2024 e corresponde a 48,5% de todas as exportações brasileiras, conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A edição de 2026 também ocorreu após o início da aplicação provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que está em vigor desde 1º de maio de 2026. A delegação brasileira foi composta por empresas de diferentes portes, grandes cadeias exportadoras e cooperativas da agricultura familiar. A variedade de produtos incluiu proteínas animais e alimentos ligados à sociobiodiversidade brasileira.
“O legal dessa feira é que temos muitos setores diferentes. Estamos com o pessoal de biscoito, uma empresa do lado dela de fécula de mandioca, depois uma de balas e doces, e em seguida uma com geleia, com mel. Então, é um pouco realmente de tudo o que o nosso agro tem a oferecer, é uma forma de mostrar para a Europa que o acordo traz oportunidade para empresas pequenas brasileiras, para cooperativas da agricultura familiar, e que o Brasil é um parceiro para o que o consumidor europeu queira consumir", afirmou o gerente de Agronegócio da ApexBrasil, Pedro Netto.
No evento, o Brasil ocupou mais de dois mil metros quadrados de área em quatro pavilhões, localizados nos halls 4, 5, 6 e 8 do centro de exposições Paris Nord Villepinte.
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A organização estima que a SIAL Paris reuniu cerca de 8 mil expositores de 130 países, 650 startups e mais de 400 mil produtos. A expectativa era receber 295 mil profissionais de aproximadamente 194 países. O evento ocupou 280 mil metros quadrados de área de exposição e reuniu compradores, importadores, distribuidores, redes de supermercados e representantes da indústria mundial de alimentos.
Entre os participantes estiveram 5 mil grandes compradores que somam um poder de compra estimado em € 60 bilhões. De acordo com a organização, em média, 83% dos compradores realizam negócios durante a feira ou nos meses seguintes.
Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Augusto Billi, a feira ocorreu em um momento de expansão do acesso dos produtos agropecuários brasileiros ao mercado internacional. Billi destacou a relevância do trabalho em conjunto entre governo e iniciativa privada no sentido de expandir as vendas para o exterior e superar barreiras comerciais.
“Temos conseguido alcançar cada vez mais aumento das exportações com base nesse trabalho conjunto entre ApexBrasil, Ministério da Agricultura, Ministério das Relações Exteriores e iniciativa privada”, afirmou.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, destacou a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional e a parceria da entidade com a ApexBrasil. Ele também mencionou as restrições enfrentadas pelo setor no mercado europeu e a busca por oportunidades em outros destinos.
“A carne bovina brasileira tem uma presença muito importante no mercado internacional. A parceria entre a ABIEC e a ApexBrasil, com mais de 20 anos, tem contribuído para a promoção da carne bovina brasileira em diferentes países. Durante a feira, representantes do setor têm mantido diálogo e encontrado alternativas para superar as restrições comerciais impostas à proteína animal brasileira na Europa e buscar oportunidades em outros destinos”, enfatizou.
O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, também enalteceu os resultados da parceria com a ApexBrasil na promoção dos produtos brasileiros no exterior e se mostrou otimista com o desempenho das empresas nacionais.
“Esta parceria de anos tem sido fundamental para levar os produtos brasileiros a mercados internacionais. Esse trabalho fortaleceu a promoção de marcas como Brazilian Chicken, Brazilian Egg e Brazilian Breeds, projetos setoriais em conjunto com a ApexBrasl, e contribuiu para divulgar a qualidade sanitária e a capacidade produtiva do setor, além de apoiar a busca por soluções para a retomada de fluxos comerciais afetados por restrições sanitárias”, considerou.
A participação de 14 cooperativas da agricultura familiar com estandes próprios foi uma das iniciativas brasileiras na SIAL Paris 2026. A ação integra o programa Cooperar para Exportar, da ApexBrasil, e busca aproximar pequenos produtores de compradores internacionais.
Os representantes das cooperativas apresentaram produtos de diferentes biomas brasileiros, como castanhas-do-brasil, castanhas de caju, baru, derivados do Cerrado, mel e outros alimentos associados à biodiversidade e à bioeconomia.
A presidente da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), Fátima Torres, destacou os possíveis efeitos econômicos e sociais da participação na feira.
“O mundo quer consumir os produtos da sociobiodiversidade. Cada contrato que nossas cooperativas firmam com um país da União Europeia significa mais renda e mais segurança alimentar no campo brasileiro”, afirmou.
Durante o evento, a empresa brasileira AMZ Tropical conquistou o Beverages Award, na categoria Bebidas, do SIAL Innovation Awards. Fundada na Amazônia, a companhia foi a única brasileira entre as 28 vencedoras da premiação, que avaliou mais de 2,7 mil produtos.
O CEO da empresa, Leandro Daher, recebeu o prêmio pelas quatro bebidas prontas inspiradas na biodiversidade amazônica: Amazônico Negroni, Limoncello Amazônico, Fitzgerald Amazônico e gin de jambu em versão associada à COP30.
“Estamos muito orgulhosos de poder ganhar este prêmio com estas bebidas que representam muito a Amazônia e nossas raízes. Trazer este prêmio para o Brasil e para a Amazônia tem um sabor incrível. Obrigada à ApexBrasil por sempre apoiar a nossa empresa e nossos projetos”, agradeceu Daher.
A inauguração do Pavilhão Brasil contou ainda com a presença do chefe do Setor de Promoção Comercial e Investimentos (Secom) da Embaixada do Brasil na França, ministro Caio Renault; do vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza; do diretor global da ABPA, Luis Rua; e da presidente da Unicafes, Fátima Torres.
Também participaram os gerentes da ApexBrasil Carla Duarte, de Relações Institucionais e Governamentais; e Pablo Lira, de Eventos, além de compradores e visitantes.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3811 acontece nesta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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Redação Brasil 61
Copiar o textoO sorteio da Mega-Sena concurso 3073 acontece nesta quinta-feira, 22 de outubro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
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| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
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| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3072.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta sexta-feira (23) aponta predomínio de tempo instável, queda nas temperaturas e avisos meteorológicos em toda a região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o dia fica encoberto com chuvisco. Em Porto Alegre, a temperatura mínima é de 15°C e a máxima não passa dos 24°C.
No interior do Rio Grande do Sul, a frente fria começa a se afastar em direção ao norte, mas o dia ainda terá muita nebulosidade. Enquanto a metade sul gaúcha experimenta declínio das temperaturas e ventos frios, as áreas do norte e noroeste do estado ainda registram chuvas isoladas e sensação de abafamento pela manhã, com o tempo melhorando gradativamente ao longo do dia.
Em Santa Catarina, o tempo permanece encoberto com chuvisco. Na capital Florianópolis, os termômetros variam de 16°C na mínima até 23°C na máxima.
Para o interior de Santa Catarina, o cenário é de alerta máximo para temporais. A chegada da frente fria combinada com o calor acumulado provoca chuvas fortes acompanhadas de muitos raios, rajadas de vento intensas e potencial para queda de granizo em municípios do Grande Oeste, Planalto Sul e Meio-Oeste catarinense.
No Paraná, a previsão é de dia encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Curitiba, o destaque é o frio acentuado para a época, com mínima de 15°C e máxima de apenas 16°C.
No interior do Paraná, o dia começa abafado e com temperaturas máximas elevadas, perto dos 32°C no norte paranaense, mas a aproximação das instabilidades muda o tempo drasticamente a partir da tarde, trazendo pancadas de chuva fortes, trovoadas e temporais isolados nas regiões oeste, sudoeste e central do estado.
Um aviso de tempestade classificado como perigo está ativo durante toda a sexta-feira (23). O alerta engloba:
Estão previstas chuvas entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 km/h e queda de granizo, com risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Outro aviso de tempestade, com severidade de perigo potencial, vigora ao longo do dia para:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de danos.
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta sexta-feira (23) aponta variação na nebulosidade e instabilidades concentradas em áreas específicas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Mato Grosso do Sul, o dia fica encoberto com chuvisco. A capital Campo Grande registra mínima de 22°C e máxima de 32°C.
No interior o tempo fica ainda mais instável devido ao avanço de uma frente fria e áreas de baixa pressão. O estado está sob alerta para temporais severos, que podem vir acompanhados de raios, rajadas de vento intensas e eventual queda de granizo, com acumulados de chuva significativos principalmente na porção centro-sul.
Em Mato Grosso, a condição também é de tempo encoberto com chuvisco. Em Cuiabá, os termômetros variam entre 26°C e 36°C.
Para o interior, a previsão indica um dia de calor muito forte, com temperaturas máximas atingindo marcas entre 36°C e 38°C. O sol predomina pela manhã, mas o aquecimento associado à umidade favorece o desenvolvimento de nuvens carregadas, provocando pancadas de chuva e trovoadas isoladas a partir da tarde na maioria dos municípios.
Em Goiás, o tempo permanece encoberto. Em Goiânia, a temperatura mínima é de 23°C e a máxima alcança 35°C.
Já no interior de Goiás, o comportamento do tempo varia bastante entre as regiões. Enquanto os municípios do sul e leste goiano registram aumento de nebulosidade e pancadas de chuva isoladas no fim do dia, o norte do estado segue sob o domínio de uma massa de ar seco, garantindo um dia de céu aberto, calor e baixa umidade do ar à tarde.
No Distrito Federal, o dia segue encoberto. Em Brasília, a mínima prevista é de 20°C e a máxima atinge 33°C.
Outras áreas registram forte abafamento, com máximas encostando nos 31°C a 32°C e índices de umidade em elevação. Já nas cidades do Entorno, o calor também é intenso, mas a aproximação de nuvens carregadas reforça o alerta para pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas e rajadas de vento isoladas a partir da tarde.
Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido ao longo desta sexta-feira (23). A área de abrangência inclui o leste e sudoeste de Mato Grosso do Sul. A previsão indica chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 km/h e queda de granizo, com risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo potencial. A área de abrangência inclui:
Estão previstas chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta sexta-feira (23) aponta instabilidade generalizada, com céu variando entre encoberto e nublado, além de chuva em todas as capitais, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o dia fica encoberto com pancadas de chuva isoladas. Os termômetros variam entre mínima de 17°C e máxima de 24°C.
No interior de São Paulo, o dia começa com sol e rápido aumento das temperaturas, mas a aproximação de uma frente fria muda o tempo a partir da tarde. Há previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas em praticamente todo o interior paulista, com risco de temporais e rajadas de vento na faixa oeste e no centro-sul do estado.
No Rio de Janeiro, a previsão indica tempo encoberto com chuvisco. A temperatura mínima fica em 19°C e a máxima chega a 27°C.
No interior do Rio de Janeiro, o sol brilha forte pela manhã e garante uma tarde quente. No entanto, a aproximação de áreas de instabilidade provoca um aumento de nebulosidade no fim do dia, com chance de pancadas de chuva rápidas e isoladas nas regiões serrana e sul fluminense entre a tarde e à noite.
Em Minas Gerais, a capital Belo Horizonte registra dia encoberto com chuvisco, com variação térmica entre 17°C e 26°C.
Para o interior de Minas Gerais, o cenário se divide. No Triângulo Mineiro e no sul do estado, o calor favorece o desenvolvimento de nuvens e ocorrem pancadas de chuva isoladas entre a tarde e à noite. Já no Norte de Minas e no Vale do Jequitinhonha, o tempo seco e o calor extremo continuam predominando, com máximas que podem atingir 37°C e umidade do ar em níveis críticos.
No Espírito Santo, o tempo em Vitória permanece nublado com chuvisco, apresentando mínima de 21°C e máxima de 27°C.
Por fim, no interior do Espírito Santo, o tempo firme e seco predomina na maior parte dos municípios. O sol aparece entre poucas nuvens e as temperaturas continuam elevadas, com chance de chuva rápida e estritamente passageira apenas no litoral, sem atingir o interior capixaba.
Um aviso de tempestade classificado com grau de severidade de perigo está ativo durante toda a sexta-feira (23) para a região de Itapetininga, em São Paulo. Estão previstas chuvas de 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia, ventos intensos de 60 a 100 km/h e queda de granizo, com risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial. A área de abrangência inclui:
O aviso indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de danos.
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
Precipitação uniforme, composta exclusivamente por gotículas de água muito pequenas (diâmetro inferior a 0,5 mm), próximas entre si e que dão a impressão de quase flutuar no ar
Céu totalmente encoberto por oito oitavos na camada de nuvens. A cobertura de nuvens é estimada em oitavos (oktas) da abóbada celeste, somando-se todas as nuvens presentes naquela camada específica.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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