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Baixar áudioO aumento do consumo de combustíveis de baixo carbono no Brasil exigirá investimentos para ampliar a capacidade de produção e evitar problemas de abastecimento. Embora os biocombustíveis já tenham participação relevante na matriz energética do país, o ritmo de expansão da oferta será determinante para acompanhar as metas de descarbonização nos próximos anos. O alerta consta em um estudo divulgado recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Denominado “Combustíveis no Brasil: análise do mercado e perspectivas para a descarbonização”, o levantamento aponta que aproximadamente 25% da energia utilizada no transporte brasileiro em 2025 teve origem em biocombustíveis. O resultado está relacionado às políticas de diversificação da matriz energética e ao desenvolvimento da produção nacional.
De acordo com a CNI, para manter esse patamar e ampliar a participação dos combustíveis renováveis, será necessário garantir que a indústria tenha condições de atender ao crescimento da demanda. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Alban, a transição energética precisa considerar não apenas as metas ambientais, mas também a segurança do abastecimento e o desenvolvimento das cadeias produtivas.
“A expansão dos biocombustíveis representa uma oportunidade estratégica para o país, mas sua consolidação dependerá da capacidade de coordenar políticas de demanda e oferta, investimentos produtivos, infraestrutura, financiamento e desenvolvimento tecnológico”, destacou.
Na avaliação da especialista em Infraestrutura da CNI, Rennaly Sousa, o Brasil tem uma vantagem importante nessa área, que é a experiência de décadas na produção e no uso de biocombustíveis.
“Esses fatores contribuíram para diversificar a matriz energética. E é também uma vantagem importante, que demonstra a capacidade brasileira de desenvolver soluções para a descarbonização. E mostra ainda que o país pode assumir uma posição ainda mais relevante no mercado global. Então o desafio agora é ampliar essa estrutura e atrair investimentos para avançar também em novas alternativas”, enfatizou.
Entre os segmentos já consolidados, o biodiesel e o etanol precisarão ampliar a capacidade produtiva para acompanhar o avanço do consumo. No caso do biodiesel, o aumento gradual da mistura obrigatória ao diesel tende a impulsionar a demanda nos próximos anos.
A projeção da CNI é que o consumo do combustível alcance 18 bilhões de litros em 2035. Para atender a esse volume, os investimentos em novas unidades e na ampliação das plantas existentes precisarão acompanhar o crescimento do mercado. O estudo também alerta que misturas acima de 20% podem exigir aportes adicionais e elevar o risco de restrições no abastecimento caso a produção não avance no mesmo ritmo.
Para o etanol, a estimativa é de uma demanda de 46 bilhões de litros em 2035. O crescimento deverá ser impulsionado tanto pela elevação do percentual de etanol anidro misturado à gasolina quanto pelo consumo de etanol hidratado.
Apesar da capacidade industrial instalada no país, a oferta enfrenta limitações relacionadas à sazonalidade da produção, à disponibilidade de matéria-prima e à concorrência entre a fabricação de açúcar e a de etanol. Esses fatores podem dificultar o atendimento contínuo do mercado, mesmo diante da expansão da demanda.
Nos segmentos de diesel verde e Combustível Sustentável de Aviação (SAF, na sigla em inglês), o desafio é maior porque as cadeias produtivas ainda estão em fase inicial de desenvolvimento no Brasil.
Para o diesel verde, a possibilidade de adoção de uma mistura de até 3% representa uma demanda potencial de aproximadamente 2,5 bilhões de litros em 2035. O país, porém, ainda não dispõe de uma estrutura comercial de produção em escala suficiente para atender a esse volume.
A expansão do mercado dependerá da construção de novas unidades industriais, da disponibilidade de matérias-primas e de infraestrutura, além do acesso a hidrogênio de baixo carbono.
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No setor aéreo, a necessidade de ampliar a produção de SAF está relacionada à entrada em vigor de novas exigências regulatórias. O Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV) começa a estabelecer obrigações a partir de 2027. No mesmo ano, terá início a segunda fase do CORSIA, mecanismo internacional de compensação e redução das emissões da aviação.
Diante desse cenário, o estudo defende medidas que reduzam os riscos dos investimentos, ofereçam condições de financiamento de longo prazo e incentivem a formação de fornecedores e o desenvolvimento de tecnologia no Brasil.
Para evitar que o crescimento das metas de descarbonização provoque dificuldades no abastecimento, a CNI recomenda medidas para dar mais previsibilidade aos investimentos e aproximar a expansão da demanda da capacidade efetiva de produção.
Uma das propostas é alinhar as políticas de preços dos combustíveis aos objetivos de descarbonização. A entidade também sugere a criação de um Comitê Permanente de Monitoramento de Biocombustíveis, com representantes do poder público e dos setores envolvidos.
O grupo seria responsável por acompanhar os projetos industriais, a capacidade real de produção, a disponibilidade de matérias-primas e os possíveis riscos de desabastecimento. As informações também serviriam de base para eventuais ajustes graduais nas metas e nos percentuais obrigatórios de mistura, de acordo com a evolução da oferta.
Outra recomendação é estabelecer uma política de comércio exterior específica para os biocombustíveis. A proposta prevê facilitar as importações quando a produção nacional não for suficiente e permitir medidas excepcionais e temporárias de controle das exportações em situações de pressão sobre a oferta ou os preços.
“Isso representa oportunidades de geração de emprego, inovação e o desenvolvimento para a indústria brasileira. Aumentar a participação de combustíveis produzidos internamente no país fortalece a segurança do abastecimento e pode diminuir essa necessidade de importação. Isso faz com que a gente diversifique as nossas fontes de energia e reduza oscilações internacionais, principalmente por conflitos geopolíticos”, complementou Rennaly Sousa.
Para estimular a produção de diesel verde e SAF, a CNI defende instrumentos específicos de apoio aos investimentos. Entre eles estão contratos de fornecimento de longo prazo, mecanismos competitivos de financiamento, garantias, compartilhamento de riscos tecnológicos e incentivo à formação de uma cadeia nacional de fornecedores.
Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, a política de biocombustíveis precisa avançar além dos estímulos ao consumo e criar condições para ampliar a produção nacional.
“A próxima etapa da política brasileira de biocombustíveis exige, portanto, ir além da criação de demanda e assegurar as condições para que a oferta cresça de forma competitiva, sustentável e suficiente”, pontuou.
O estudo avalia que o Brasil tem condições de ampliar sua presença no mercado de combustíveis de baixo carbono, mas destaca que esse avanço dependerá da transformação do potencial produtivo em investimentos, novas unidades industriais e desenvolvimento tecnológico.
A capacidade de conciliar a expansão dos biocombustíveis com a segurança do abastecimento será fundamental para avançar na descarbonização sem comprometer a competitividade da indústria e a previsibilidade para os agentes econômicos.
A discussão sobre o futuro do mercado brasileiro de combustíveis também foi tema de um workshop promovido pela CNI no dia 28 de outubro. O encontro reuniu especialistas e representantes dos setores público e produtivo para discutir os desafios e as oportunidades relacionados à transição energética no país.
Participaram do debate Roberto Muniz, diretor de Relações Institucionais da CNI; Rennaly Sousa, especialista em Infraestrutura da entidade; Edmar de Almeida, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); Carlos Orlando, diretor executivo de Downstream do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
Também estiverem presentes Edie Andreeto Junior, diretor do Departamento de Combustíveis Derivados do Petróleo do Ministério de Minas e Energia; Mario Campos, presidente da Bioenergia Brasil; e Mozart Rodrigues, diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
Durante o encontro, Edmar de Almeida destacou que a produção de petróleo e o desenvolvimento de combustíveis renováveis podem avançar simultaneamente no Brasil. Para ele, a diversidade da matriz energética nacional representa uma oportunidade para o setor.
"O Brasil pode ser uma potência petroleira e também uma potência de combustível renovável. O desafio é colocado para o setor e para todos nós. Não é uma contradição. É uma oportunidade. Ninguém tem uma matriz tão diversificada como a nossa no setor de transportes", analisou.
Já Edie Andreeto Junior abordou a relação entre os biocombustíveis e a segurança energética. Segundo ele, a ampliação da produção nacional de fontes renováveis pode reduzir a dependência brasileira da importação de derivados de petróleo.
"O Brasil é exportador de petróleo bruto e importador dos principais derivados de petróleo. O maior volume importado é de óleo diesel, com cerca de 1/4 da demanda nacional atendida por importação, em maior parte da Rússia e dos Estados Unidos. Já a participação dos biocombustíveis na matriz energética é relevante, com menos necessidade de importar", destacou.
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Baixar áudioEsta quarta-feira (4) deve ser o único dia sem chuva prevista no horizonte do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/INPE), para Ouro Preto. A variação de nuvens marca a condição do dia, enquanto as temperaturas previstas permanecem elevadas e abaixo dos valores máximos previstos para quinta e sexta-feira.
Para a madrugada e a manhã, já encerradas, a previsão indicava nebulosidade variável, com os menores valores de temperatura do dia, em torno da mínima prevista de 23°C. Para esta tarde, a previsão aponta a mesma condição de céu parcialmente nublado, período em que as temperaturas se aproximam da máxima estimada de 32°C.
À noite, o tempo deve seguir com nuvens alternadas a períodos de céu mais aberto, com as temperaturas em queda gradual depois do pôr do sol.
A tendência para os próximos dias é de retorno da chuva. Na quinta-feira (5), a previsão é de chuva, com mínima de 26°C e máxima de 33°C. Na sexta-feira (6), a chuva deve continuar, com temperaturas entre 23°C e 34°C — o maior valor máximo do horizonte de previsão.
No sábado (7), a previsão também é de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 30°C, em um dia de temperaturas um pouco mais amenas que as da véspera. Assim, o horizonte de previsão fecha com três dias seguidos de chuva no município.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioQuarta-feira, 4 de novembro, de tempo instável e calor em elevação em São Paulo. Segundo o Inmet, a temperatura máxima tem tendência de alta e pode alcançar 34°C, patamar que só volta a se repetir no sábado dentro do horizonte de previsão — acima dos 31°C projetados para quinta-feira e bem distante dos 21°C esperados na sexta. Já a mínima, de 18°C, aparece com tendência de estabilidade.
Para esta manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Para esta tarde, o Inmet projeta nebulosidade elevada, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, período em que também é esperada a menor umidade do dia. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas.
A umidade relativa do ar tem máxima prevista de 95% durante a madrugada e mínima de 35% à tarde. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante entre noroeste e oeste, sem indicação de rajadas mais intensas no município.
O sol nasceu às 05h20 e se põe às 18h22, em um dia típico da primavera, estação marcada pela combinação de calor e instabilidade atmosférica, que favorece a formação de pancadas de chuva no fim da tarde e à noite.
Para os próximos dias, a quinta-feira, 5 de novembro, deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 18°C e máxima de 31°C. Na sexta-feira, 6, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e queda nas temperaturas, entre 16°C e 21°C. No sábado, 7, o calor retorna, com mínima de 17°C e máxima de 34°C, em um dia de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA instabilidade prevista para esta quarta-feira (4) em Palmas se distribui por todos os períodos do dia, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas desde a manhã e chance de chuva também no fim do dia. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas seguem com tendência de estabilidade, tanto nos valores mínimos quanto nos máximos, em um cenário que deve se repetir e ganhar trovoadas no decorrer da semana.
Para a manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o cenário previsto é semelhante, também com nebulosidade elevada e possibilidade de pancadas de chuva isoladas, período em que as temperaturas devem se aproximar da máxima prevista, de 33°C. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com os termômetros caminhando na direção da mínima prevista, de 23°C.
A umidade relativa do ar tem amplitude acentuada ao longo do dia. A previsão indicava índice máximo de 98% na madrugada, enquanto para esta tarde a mínima prevista é de 50%. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante de noroeste (NW).
O sol nasceu às 05h42 e se põe às 18h12 nesta quarta-feira, conforme os horários astronômicos para a cidade. Este é um período típico da primavera, estação marcada pelo aumento da nebulosidade e das pancadas de chuva no decorrer da tarde e da noite.
Nos próximos dias, a tendência é de continuidade do tempo instável em Palmas. Na quinta-feira (5), a previsão aponta muitas nuvens com chuva isolada, mínima de 24°C e máxima de 33°C. Na sexta-feira (6) e no sábado (7), o Inmet prevê muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 25°C e máxima de 35°C em ambos os dias.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA quarta-feira, 4 de novembro, deve ser o dia de céu mais aberto dentro do horizonte de previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para Aracaju: da quinta-feira ao sábado, o instituto projeta muitas nuvens sobre a cidade. Para hoje, a tendência é de ligeira elevação da temperatura máxima, enquanto a mínima permanece estável em relação aos dias anteriores.
Para a manhã, a previsão indicava muitas nuvens no céu da cidade. Para esta tarde, o Inmet projeta redução da nebulosidade, com poucas nuvens, cenário que deve se manter à noite. Os termômetros devem variar entre a mínima de 23°C e a máxima de 29°C, sem indicação de chuva ao longo do dia.
A umidade relativa do ar deve oscilar bastante no período. A previsão indicava índice máximo de 85% na madrugada, enquanto para esta tarde o valor mínimo esperado é de 65%, patamar considerado confortável e sem alerta para ressecamento. A previsão indica vento fraco a moderado, com rajadas, na direção de leste para oeste.
O sol nasceu às 4h57 e se põe às 17h28, com cerca de doze horas e meia de claridade nesta fase da primavera. Com a nebulosidade reduzida à tarde, a exposição direta ao sol tende a ser mais intensa nos horários centrais do dia.
Para os próximos dias, o Inmet prevê tempo com muitas nuvens em Aracaju. Na quinta-feira, 5, as temperaturas devem ficar entre 24°C e 30°C. Na sexta-feira, 6, a máxima pode chegar a 31°C, com mínima de 24°C. No sábado, 7, a previsão é de mínima de 24°C e máxima de 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioAs temperaturas desta quarta-feira, 4 de novembro, em Florianópolis devem variar entre a mínima de 19°C e a máxima de 24°C, segundo o Inmet. A tendência é de declínio para a máxima e de estabilidade para a mínima, o que aponta para uma tarde menos aquecida nesta fase da primavera.
Para esta manhã, a previsão indica tempo nublado com pancadas de chuva e trovoadas. Para esta tarde, o cenário previsto é o mesmo, com nebulosidade elevada e possibilidade de pancadas acompanhadas de trovoadas. À noite, o tempo deve seguir nublado, ainda com pancadas de chuva e trovoadas.
A umidade relativa do ar prevista alcançava o índice máximo de 95% na madrugada. Para esta tarde, a mínima prevista é de 70%.
A previsão indica vento fraco a moderado, com rajadas, predominando a direção norte/nordeste. O sol nasceu às 05h22 e se põe às 18h35.
Nos próximos dias, a tendência é de redução da chuva no curto prazo. A quinta-feira, 5, deve ter muitas nuvens, com mínima de 18°C e máxima de 24°C. Na sexta-feira, 6, a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, entre 17°C e 26°C. Já no sábado, 7, o tempo volta a ficar mais instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, mínima de 15°C e máxima de 22°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioO cenário desta quarta-feira (4) em Porto Velho é típico da primavera, estação em que o calor e a umidade elevada favorecem a formação de nuvens carregadas ao longo do dia e deixam as pancadas de chuva concentradas em áreas isoladas, com intensidade variável de um ponto a outro da cidade.
A previsão para a manhã indicava muitas nuvens com pancadas de chuva. Para esta tarde, a previsão aponta a continuidade das muitas nuvens, com pancadas de chuva isoladas. À noite, o tempo deve seguir com nebulosidade elevada e possibilidade de chuva isolada, sem mudança significativa no padrão do dia.
As temperaturas previstas variam entre a mínima de 23°C e a máxima de 34°C, com tendência de estabilidade tanto na máxima quanto na mínima em relação aos dias anteriores. A umidade relativa do ar prevista para a madrugada chegava ao índice máximo de 95%, enquanto o menor percentual do dia, de 60%, é esperado para o período da tarde — sem indicativo de umidade abaixo dos níveis de atenção.
Os ventos previstos são fracos, com direção predominante entre norte e nordeste. O sol nasceu às 05h48 e se põe às 18h15, o que resulta em pouco mais de doze horas de claridade nesta quarta-feira.
Para os próximos dias, o Inmet mantém a previsão de tempo instável na cidade. A quinta-feira (5) terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, mínima de 24°C e máxima de 35°C. Na sexta-feira (6) e no sábado (7), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 35°C em ambos os dias.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA quarta-feira (4) em Boa Vista deve combinar calor forte e nebulosidade, com as pancadas de chuva concentradas no período da tarde. A tendência apontada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima, patamares que, pela previsão, se repetem ao longo dos próximos dias.
Para a manhã, que está em andamento, a previsão indica céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Para esta tarde, o cenário previsto é de nebulosidade elevada com pancadas de chuva, período em que as temperaturas se aproximam dos valores mais altos do dia. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, sem indicação de chuva nesse período.
A umidade relativa do ar deve oscilar bastante ao longo das próximas horas. Segundo a previsão, o índice máximo, de 85%, estava associado à madrugada, já encerrada. Para esta tarde, a mínima prevista é de 40%, patamar que reforça a necessidade de ingestão de líquidos nas horas mais quentes. A previsão indica ainda vento fraco a moderado, com direção predominante de leste para nordeste.
O sol nasceu às 05h47 e se põe às 17h47, resultando em cerca de doze horas de claridade nesta quarta-feira de primavera. Com pancadas de chuva previstas para a tarde, é possível que haja mudanças rápidas nas condições do céu entre uma hora e outra, além de redução momentânea da visibilidade durante os episódios mais intensos.
Nos próximos dias, o padrão de nebulosidade se mantém. A quinta-feira (5) e a sexta-feira (6) devem ter muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, ambas com mínima de 27°C e máxima de 37°C. No sábado (7), a previsão é de muitas nuvens, sem indicação de chuva, também com mínima de 27°C e máxima de 37°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioPorto Alegre tem previsão de tempo instável nesta quarta-feira, 4 de novembro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a máxima de 23°C vem acompanhada de tendência de declínio, enquanto a mínima de 19°C deve ficar estável — o valor mais alto para a madrugada em todo o horizonte de previsão, que vai até sábado. O ar bastante carregado de umidade é o ingrediente que sustenta o risco de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário que tende a perder força já a partir de quinta-feira.
A previsão para a manhã indicava céu nublado, com pancadas de chuva e trovoadas. Para esta tarde, a previsão aponta muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva isoladas.
A previsão indica ar bastante úmido ao longo do dia. A umidade relativa máxima prevista era de 100% na madrugada, enquanto para esta tarde a mínima prevista é de 80% — patamar elevado, que favorece a sensação de abafamento e a formação de nuvens carregadas. Os ventos devem soprar com intensidade moderada, na direção sul/sudeste.
O sol nasceu às 05h29 e se põe às 18h49, conforme os horários astronômicos para a cidade nesta quarta-feira. Com a nebulosidade elevada prevista, a luminosidade tende a ficar reduzida durante boa parte do período diurno. Em dias de trovoadas isoladas, a orientação é evitar áreas abertas e abrigos improvisados durante as pancadas.
Para os próximos dias, a tendência é de redução da instabilidade. A quinta-feira, 5, deve ter muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 25°C. Na sexta-feira, 6, o céu também fica com muitas nuvens, e as temperaturas variam entre 14°C e 26°C.
No sábado, 7, a previsão volta a indicar muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em Porto Alegre, acompanhadas de queda mais acentuada da temperatura mínima, prevista em 8°C, com máxima de 23°C — amplitude típica desta fase da primavera na cidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioEsta quarta-feira, 4 de novembro, deve ser o único dia de pouca nebulosidade em Natal dentro do horizonte de previsão: a partir de quinta-feira, o cenário previsto é de aumento da cobertura de nuvens. Para hoje, não há indicação de chuva, e as tendências apontadas são de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima.
Para a manhã, a previsão indicava céu com poucas nuvens, cenário que deve se manter nas próximas horas. Para esta tarde, o Inmet também prevê pouca nebulosidade, período em que a temperatura se aproxima do valor máximo previsto para o dia. À noite, o tempo deve seguir no mesmo padrão, com poucas nuvens e sem mudança significativa na condição do céu. As temperaturas devem variar entre a mínima de 26°C e a máxima de 31°C.
A umidade relativa do ar acompanha a variação típica do dia: a previsão indicava índice máximo de 85% durante a madrugada, enquanto para a tarde o valor mínimo previsto é de 60%. São percentuais dentro da faixa considerada confortável, sem o ressecamento acentuado observado em períodos de baixa umidade.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre leste e sudeste, contribuindo para amenizar a sensação de calor nas horas mais quentes. Nesta quarta-feira, o sol nasceu às 4h56 e se põe às 17h15, totalizando pouco mais de doze horas de claridade nesta fase da primavera.
Nos próximos dias, a tendência é de aumento da nebulosidade. A quinta-feira, 5, deve ter muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. Na sexta-feira, 6, a previsão também indica muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 31°C. No sábado, 7, o céu deve seguir com muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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