05/11/2026 04:45h

Estande brasileiro reúne 54 coexpositores; chegada de visitantes do Reino Unido cresceu 11,3% entre janeiro e setembro deste ano

Baixar áudio

O Brasil participa da World Travel Market (WTM) London 2026, no Reino Unido, com o objetivo de ampliar sua presença no mercado internacional e atrair mais turistas estrangeiros. Durante a abertura do estande brasileiro, nesta semana, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou o potencial dos destinos nacionais e a importância de converter os negócios firmados no exterior em oportunidades de renda para trabalhadores e pequenos empreendedores do setor.

O estande do Brasil reúne 54 coexpositores distribuídos entre destinos turísticos, companhias aéreas, empresas de hotelaria e agências de receptivo. A ideia é aproximar o setor de compradores internacionais. 

Durante o evento, Feliciano ressaltou a diversidade de destinos brasileiros, que incluem praias, florestas e o Pantanal. Para ele, a hospitalidade da população é um dos principais diferenciais do país na disputa por visitantes estrangeiros.

“Nós temos o povo brasileiro como maior diferencial do nosso país. O povo que bem acolhe, que bem trata, que respeita os turistas, que, principalmente, se prepara para que o turista seja bem acolhido e possa retornar e voltar ao nosso país, fazendo com que essa indústria do turismo continue sempre aquecida”, afirmou o ministro.

Recordes de movimentação

O ministro destacou, ainda, que o turismo brasileiro vive um momento de crescimento, impulsionado pelos recordes de visitantes internacionais e pela movimentação do mercado doméstico.

Segundo ele, em 2025, o país registrou 9,2 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o país, além de 130 milhões de passageiros domésticos.

Crescimento do mercado europeu

A participação na feira também ocorre em um cenário de aumento da entrada de turistas europeus no Brasil. De janeiro a setembro de 2026, o país recebeu 148.429 visitantes do Reino Unido. O número representa um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo período de 2025.

Portugal registrou 216.360 chegadas, alta de 21,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. Já os Países Baixos contabilizaram 52.460 visitantes, avanço de 20,3%, enquanto a Espanha somou 130.488 entradas, aumento de 17,5%.

Segundo o ministro, a promoção internacional dos destinos brasileiros precisa gerar resultados para quem trabalha diretamente com o turismo, especialmente nos pequenos negócios.

“Cada negócio fechado aqui tem o potencial de gerar oportunidades a milhares de quilômetros de Londres: na pousada familiar, no restaurante, no trabalho do guia, na oficina do artesão. É para essas pessoas que o turismo precisa dar resultado”, ressaltou.

Promoção dos destinos brasileiros

O estande brasileiro no evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a programação inclui apresentações da gastronomia brasileira, ações de promoção do Carnaval e atividades culturais.

Ainda nesta semana, foi lançada uma campanha voltada às cidades-sede da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, além de apresentações da cultura afro-brasileira.

A WTM London 2026 é considerada uma das principais feiras internacionais de turismo e segue até quinta-feira (5), no centro de eventos ExCeL London, com a participação de representantes do setor turístico de diferentes países para a apresentação de destinos, realização de negócios e estabelecimento de parcerias internacionais. 
 

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:30h

Boletim de monitoramento divulgado no último dia 23 mostra condições favoráveis às lavouras de verão no Centro-Oeste e efeitos negativos do excesso de umidade nas culturas de inverno da Região Sul

Baixar áudio

A chuva foi a principal variável das lavouras brasileiras na primeira quinzena de outubro, com efeitos opostos em cada região. É o que mostra o Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em 23 de outubro, com dados de 1º a 21 de outubro. O documento foi elaborado em parceria com o Inmet, Inpe e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (GLAM).

Centro-Oeste: umidade acelera a semeadura

No Centro-Oeste, a recuperação da umidade do solo favoreceu os cultivos de verão. Em Mato Grosso, a semeadura da soja avança em todas as macrorregiões e já ultrapassou 60% da área prevista, com os produtores aproveitando as condições favoráveis para acelerar o trabalho. Em Goiás, as condições variam: no sudoeste, o plantio avança e deve terminar em outubro; no sul, alguns municípios intensificaram os trabalhos, enquanto outros pararam porque o solo secou rápido após o preparo.

Em Mato Grosso do Sul, a situação foi diferente: a alta umidade do solo obrigou a paralisação temporária da semeadura da soja na maior parte das regiões produtoras. A exceção foi o norte e o nordeste do estado, onde a chuva mais esparsa permitiu a continuidade dos trabalhos.

Sul: excesso de chuva prejudica trigo e atrasa outras lavouras

Na Região Sul, o excesso de umidade teve efeito negativo sobre as lavouras de inverno. No Paraná, a colheita do trigo chegou a 75% da área plantada, mas a qualidade foi prejudicada pelo excesso de chuva, com peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado.

A soja, já plantada, tem boa aparência na maior parte das lavouras, mas o excesso de umidade pode causar falhas de germinação, plantas daninhas, pragas e doenças. Em lavouras de milho primeira safra, granizo e ventos causaram desfolha em pontos específicos, e aumentou a presença de pragas como lagartas e tripes.

No Rio Grande do Sul, a colheita do trigo está lenta por causa da chuva intensa e da menor luminosidade, e a maior parte das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fase sensível a doenças da espiga. Os produtores de soja aguardam a redução do encharcamento e dias secos para acelerar o plantio.

O arroz tinha cerca de 40% da área prevista semeada na primeira quinzena de outubro, com chuva forte e solo saturado elevando custos e prejudicando o desenvolvimento inicial. Mais de 80% da área de milho primeira safra já foi plantada, mas a nebulosidade persistente, as temperaturas amenas e a alta umidade aumentam a pressão de doenças.

Em Santa Catarina, o segundo maior produtor nacional de arroz, a semeadura chegou a pouco mais da metade da área prevista, com o clima atrapalhando o plantio e o crescimento inicial. A chuva contínua também aumenta o risco de doenças fúngicas no trigo, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, principalmente nas lavouras mais adiantadas.

Outras regiões

Em São Paulo, a qualidade do trigo colhido está abaixo do padrão da indústria moageira em boa parte do grão, e o excesso de umidade dificulta o acesso das máquinas às lavouras. Em Minas Gerais, a semeadura da soja avança em áreas de sequeiro. Em partes do Norte e do Nordeste, a chuva baixa atrasou o plantio da soja. Segundo a Conab, os índices de vegetação estão acima da média histórica em todas as regiões monitoradas.

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:25h

Saldo nacional apresenta queda de 43,5% em relação ao mesmo mês de 2025; serviços foram responsáveis pelo maior número de contratações líquidas

Baixar áudio

O Brasil criou 121.305 empregos formais em setembro de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O resultado corresponde à diferença entre 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos registrados no período.

Apesar do saldo positivo, houve desaceleração na geração de empregos. Na comparação com setembro de 2025, quando foram criadas 214.609 vagas, o resultado representa uma queda de 43,5%. Em relação a agosto deste ano, que registrou 161.062 postos de trabalho, a retração foi de 24,7%.

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o país contabilizou 1.248.914 novos empregos formais, uma redução de 27,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 1.731.398 vagas.

Nos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o saldo chegou a 787.073 postos de trabalho. Com isso, o estoque de empregos formais no Brasil alcançou 48.359.577 vínculos ativos.

 

Serviços lideram geração de empregos

Entre os cinco grandes grupos de atividades econômicas, quatro registraram saldo positivo em setembro. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 81.241 novas vagas, crescimento de 0,34% em relação ao mês anterior.

Dentro do segmento, as atividades administrativas e os serviços complementares responderam por 18.386 postos, enquanto as atividades de saúde humana e serviços sociais contribuíram com outras 15.403 vagas.

A indústria apresentou o segundo maior saldo positivo, com 19.285 empregos formais. Na sequência, aparecem o comércio, com 15.697 postos, e a construção civil, com 9.468 vagas. Nesse último setor, as obras de infraestrutura se destacaram, com 4.669 novos empregos.

A agropecuária foi o único grande grupo com resultado negativo, registrando o fechamento de 4.381 postos de trabalho. A redução foi influenciada principalmente pelo cultivo de café, com saldo negativo de 5.548 vagas, e de alho, com menos 1.396 postos.

No acumulado do ano, entretanto, todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentaram crescimento. Serviços também lideram o resultado, com 775.774 vagas, seguidos pela construção civil, com 207.434, e pela indústria, com 188.563 empregos.

 

Nordeste lidera geração de empregos entre as regiões

Na divisão regional, o Nordeste apresentou o maior saldo de empregos formais em setembro, com 49.142 novas vagas.

O Sudeste aparece na segunda posição, com 39.404 postos de trabalho, seguido pelo Norte, que registrou 14.748 empregos. Já as regiões Sul e Centro-Oeste contabilizaram, respectivamente, 9.949 e 7.894 vagas.

Apesar do saldo positivo nas cinco regiões, o desempenho foi diferente entre as unidades da Federação.

Em números absolutos, São Paulo liderou o resultado nacional entre os estados, com 19.391 novas vagas. Pernambuco aparece na sequência, com 13.371 postos, seguido por Alagoas, com 11.110 empregos.

Considerando o crescimento proporcional, Alagoas apresentou o melhor desempenho, com alta de 2,47%. Amapá, com 1,35%, e Roraima, com 1,23%, completam os três primeiros lugares.

O Rio Grande do Sul foi o único estado a registrar saldo negativo em setembro, com o fechamento de 2.937 postos de trabalho, uma retração de 0,10%.

No acumulado de janeiro a setembro, todas as unidades federativas apresentaram saldo positivo. São Paulo também lidera nesse recorte, com 322.551 vagas, seguido por Minas Gerais, com 129.777, e Rio de Janeiro, com 86.489.

 

Salário médio de admissão

O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.429,41 em setembro, uma redução de 0,05% em relação a agosto, quando a remuneração média foi de R$ 2.430,51.

Na comparação com setembro de 2025, quando o valor era de R$ 2.384,50, houve crescimento de 1,88%.

Do total de empregos criados em setembro, 94.729 correspondiam a vínculos típicos, o equivalente a 78,1% do saldo. Outros 26.576 postos, ou 21,9%, foram classificados como vínculos não típicos.

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:20h

Setores jurídico, tributário e empresarial apontam riscos de insegurança jurídica, aumento de custos e falhas operacionais na implementação do novo tributo

Baixar áudio

Entidades representativas dos setores jurídico, tributário e empresarial defendem, em carta aberta, o adiamento da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para, no mínimo, 2028. No documento, as signatárias (veja a lista abaixo) argumentam que a falta de definições normativas e as dificuldades operacionais dos sistemas públicos e privados comprometem a preparação das empresas para a mudança, prevista para 1º de janeiro de 2027.

Por isso, as entidades propõem que o próximo ano seja destinado à realização de testes e ajustes, com a adoção das alterações normativas necessárias. A carta também enfatiza a importância de preservar princípios como neutralidade tributária, segurança jurídica, livre iniciativa e proteção da confiança legítima durante o período de transição.

Segundo as signatárias, a ausência dessas condições pode elevar os custos das empresas, ampliar a insegurança jurídica e gerar impactos negativos sobre a atividade econômica.

O documento elenca quatro entraves principais à implementação da CBS:

  • indefinição da alíquota do tributo;
  • falta de pleno funcionamento do sistema de apuração assistida;
  • necessidade de adaptação dos sistemas internos das empresas;
  • ausência de uma estrutura processual adequada para a resolução de disputas judiciais relacionadas aos novos tributos.

Indefinição da alíquota da CBS

Uma das principais preocupações das entidades é a definição da alíquota da CBS que será aplicada a partir de 2027. De acordo com a carta, a divulgação do percentual está prevista para 15 de dezembro de 2026, o que deixaria pouco mais de duas semanas para que os contribuintes avaliem os impactos econômicos da nova tributação.

As signatárias consideram o prazo insuficiente para renegociar contratos, revisar preços e reorganizar operações empresariais. A dificuldade é agravada pelas particularidades dos diferentes setores econômicos e pelas limitações à recuperação integral de créditos tributários em determinadas operações.

O Tribunal de Contas da União (TCU) já aprovou o cálculo da alíquota de referência da CBS. O percentual foi calculado em 11,3468%, arredondado para 11,3%. Agora, cabe ao Senado Federal definir a alíquota para 2027 até 15 de dezembro. 

Falta de pleno funcionamento do sistema de apuração assistida

Outro entrave apontado pelas entidades é a ausência de pleno funcionamento do sistema de apuração assistida do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da CBS. Segundo a carta, essa limitação prejudica a realização dos testes necessários à adaptação dos contribuintes às novas obrigações tributárias.

As signatárias ressaltam que a implementação da reforma exige previsibilidade e condições operacionais adequadas, principalmente diante da complexidade das mudanças previstas no novo modelo de tributação.

Adaptação dos sistemas internos das empresas

A carta também destaca os desafios enfrentados pelas empresas para atualizar seus sistemas internos. A adaptação ao IBS e à CBS exige mudanças nos sistemas de gestão empresarial (ERPs), na emissão de documentos fiscais, na parametrização tributária, na integração de informações e nos controles de créditos e débitos.

De acordo com as entidades, a demora na definição de parâmetros normativos e na disponibilização de ferramentas operacionais pelo poder público dificulta essas adequações. O cenário também aumenta os riscos de inconsistências, erros de apuração e descumprimento involuntário de obrigações fiscais.

Resolução de conflitos judiciais

Além dos obstáculos tecnológicos, as signatárias manifestam preocupação com a resolução de conflitos judiciais decorrentes da reforma tributária. Embora a elevação gradual das alíquotas do IBS esteja prevista apenas a partir de 2029, o tributo já terá incidência em 2027, com alíquota de 0,1%.

Segundo as entidades, a cobrança poderá gerar disputas judiciais envolvendo questões que também se relacionam à CBS. Como os dois tributos estarão sujeitos a competências jurisdicionais distintas, a falta de mecanismos adequados de harmonização poderá levar a decisões contraditórias sobre uma mesma operação.

Contudo, as entidades ressaltam que o adiamento proposto não representa oposição à reforma tributária, mas uma medida para assegurar condições técnicas, operacionais e jurídicas adequadas à sua implementação.

A carta conclui que o sucesso da transformação do sistema tributário deve ser medido pela capacidade de estabelecer um modelo mais simples, eficiente e seguro, e não apenas pelo cumprimento de um cronograma.

Signatárias:

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:15h

Estudo da CNM aponta redução no apoio ao piso da enfermagem, mas indica alta nas verbas para agentes de saúde e medicamentos básicos

Baixar áudio

As transferências obrigatórias para a saúde de média e alta complexidade nos municípios devem somar R$ 54,5 bilhões na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. O valor representa uma queda nominal de 3,8% — cerca de R$ 2,1 bilhões a menos — em relação aos R$ 56,6 bilhões da dotação atualizada de 2026, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

A rubrica voltada à média e alta complexidade é a maior entre os repasses federais analisados para os municípios. No total, o conjunto de transferências obrigatórias do Ministério da Saúde nesse recorte passa de R$ 107,9 bilhões para R$ 106,5 bilhões, uma redução de 1,3%. Vale ressaltar que os dados não abrangem a totalidade do orçamento federal do setor.

Piso da Enfermagem e Atenção Primária

A proposta também prevê recuo em outras áreas estratégicas

  • Atenção Primária: passa de R$ 29 bilhões para R$ 28,8 bilhões (queda de 0,8%).
  • Piso da Enfermagem: repasse cai de R$ 4,5 bilhões para R$ 4,3 bilhões (-4,8%). A variação no repasse, contudo, não altera o valor legal do piso salarial da categoria.

Por outro lado, algumas ações tiveram acréscimo orçamentário. No caso de Agentes Comunitários de Saúde, o valor chega a R$ 12,4 bilhões, alta de 9%.

Quanto aos Agentes de Combate às Endemias, o montante é de R$ 3,1 bilhões, um salto de 8,7%. Em relação à Assistência Farmacêutica Básica, a quantia é de R$ 1,8 bilhão, que corresponde um aumento de 10,7%.

VEJA MAIS:

A CNM destaca que a comparação utiliza a dotação atualizada de 2026 e o texto inicial de 2027, sem considerar a inflação, o que significa que os valores finais ainda podem passar por reajustes ao longo da tramitação no Congresso Nacional.
 

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:10h

Café robusta também registra alta; açúcar cristal avança nos mercados paulista e santista, enquanto milho sobe 0,42%

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta quinta-feira (5) com alta de 0,79%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.611,06 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve alta de 0,30%, sendo comercializado a R$ 975,32.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
04/11/2026 1.600,77 -0,64% 0,15% 293,50
03/11/2026 1.611,06 0,79% 0,79% 293,73
30/10/2026 1.598,37 0,48% 1,36% 293,12
29/10/2026 1.590,72 -0,20% 0,88% 294,74
28/10/2026 1.593,89 -1,01% 1,08% 297,92


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
04/11/2026 972,99 -0,24% 0,06% 178,40
03/11/2026 975,32 0,30% 0,30% 177,82
30/10/2026 972,44 0,72% -1,32% 178,33
29/10/2026 965,47 0,56% -2,03% 178,89
28/10/2026 960,10 -0,81% -2,57% 179,46


O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 0,26% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 127,66.


INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 127,66 0,26% -0,54% 23,41
03/11/2026 127,33 -0,79% -0,79% 23,21
30/10/2026 128,35 -1,25% 5,97% 23,54
29/10/2026 129,97 0,96% 7,31% 24,08
28/10/2026 128,74 0,00% 6,29% 24,06


Em Santos (SP), houve alta de 0,26%, e a mercadoria é negociada a R$ 134,19 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 134,19 0,26% -3,43% 24,50
03/11/2026 133,84 -3,68% -3,68% 24,36
30/10/2026 138,95 -0,03% 10,61% 25,63
29/10/2026 138,99 1,76% 10,64% 25,86
28/10/2026 136,59 1,00% 8,73% 25,57


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,47, após uma alta de 0,42%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 66,47 0,42% 1,26% 12,19
03/11/2026 66,19 0,84% 0,84% 12,07
30/10/2026 65,64 0,08% -4,41% 12,04
29/10/2026 65,59 1,33% -4,49% 12,15
28/10/2026 64,73 -0,22% -5,74% 12,10


Os dados são do Cepea.


Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

 

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:05h

Saca de 60 quilos é negociada a R$ 152,21 no interior paranaense e chega a R$ 158,17 no litoral; trigo apresenta alta no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul

Baixar áudio

A saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (5) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.

No interior paranaense, o grão apresenta baixa de 0,16%, com a saca negociada a R$ 152,21. Em Paranaguá, a alta foi de 0,70%, levando a cotação para R$ 158,17.


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 152,21 -0,16% -0,01% 27,91
03/11/2026 152,45 0,15% 0,15% 27,79
30/10/2026 152,22 -0,16% -1,74% 27,92
29/10/2026 152,47 0,38% -1,58% 28,25
04/11/2026 152,21 -0,16% -0,01% 27,91
03/11/2026 152,45 0,15% 0,15% 27,79
30/10/2026 152,22 -0,16% -1,74% 27,92
29/10/2026 152,47 0,38% -1,58% 28,25
28/10/2026 151,89 0,34% -1,95% 28,39


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 158,17 -0,70% -0,45% 29,00
03/11/2026 159,28 0,25% 0,25% 29,04
30/10/2026 158,88 0,38% -1,66% 29,14
29/10/2026 158,28 0,55% -2,03% 29,33
28/10/2026 157,42 0,01% -2,56% 29,42

Trigo

 

O trigo teve aumento de preço no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.566,88. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.484,33.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
04/11/2026 1.484,33 0,00% 0,15% 272,15
03/11/2026 1.484,33 0,15% 0,15% 270,62
30/10/2026 1.482,17 -0,75% 2,18% 271,81
29/10/2026 1.493,38 -0,49% 2,95% 276,71
28/10/2026 1.500,74 0,08% 3,46% 280,51


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
04/11/2026 1.566,88 0,09% -0,19% 287,29
03/11/2026 1.565,43 -0,28% -0,28% 285,41
30/10/2026 1.569,82 -0,53% 1,65% 287,88
29/10/2026 1.578,12 0,43% 2,19% 292,41
28/10/2026 1.571,30 0,11% 1,75% 293,70


Os dados são do Cepea.


O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

Copiar textoCopiar o texto
05/11/2026 04:00h

Frango congelado e resfriado permanecem estáveis; carcaça suína especial registra alta e suíno vivo apresenta queda em Santa Catarina

Baixar áudio

O preço do boi gordo teve aumento de 0,22% nesta quinta-feira (5). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 390,85.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
04/11/2026 390,85 0,22% 0,24% 71,66
03/11/2026 390,00 0,03% 0,03% 71,10
30/10/2026 389,90 0,18% 7,03% 71,50
29/10/2026 389,20 0,04% 6,84% 72,11
28/10/2026 389,05 0,71% 6,79% 72,72

Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,21, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,23.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
04/11/2026 8,21 0,00% -0,12%
03/11/2026 8,21 -0,12% -0,12%
30/10/2026 8,22 -0,24% -0,96%
29/10/2026 8,24 0,00% -0,72%
28/10/2026 8,24 0,00% -0,72%


PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
04/11/2026 8,23 0,00% -0,12%
03/11/2026 8,23 -0,12% -0,12%
30/10/2026 8,24 -0,24% -0,84%
29/10/2026 8,26 0,00% -0,60%
28/10/2026 8,26 0,00% -0,60%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

 

Já a carcaça suína especial teve aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,70.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,77. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg) 

Data Média Var./Dia Var./Mês
04/11/2026 9,70 0,62% -5,18%
03/11/2026 9,64 -5,77% -5,77%
30/10/2026 10,23 0,00% 20,35%
29/10/2026 10,23 0,00% 20,35%
28/10/2026 10,23 0,00% 20,35%


INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
04/11/2026 MG - posto 6,67 -4,03% -4,03%
04/11/2026 PR - a retirar 5,56 -1,94% -4,14%
04/11/2026 RS - a retirar 5,75 -0,52% -2,54%
04/11/2026 SC - a retirar 5,77 -1,54% -3,51%
04/11/2026 SP - posto 6,68 -0,45% -1,91%


Os dados são do Cepea.


O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores

Copiar textoCopiar o texto
04/11/2026 21:00h

Moeda norte-americana perde força após resultado das eleições nos Estados Unidos; mercado brasileiro aguarda decisão do Copom

Baixar áudio

O dólar comercial fechou esta quarta-feira (4) em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no mercado internacional após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.

O resultado eleitoral provocou uma reação positiva entre investidores e contribuiu para a valorização de outras moedas frente ao dólar. O índice que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de divisas também registrou queda.

No mercado brasileiro, os investidores acompanharam a movimentação do câmbio e aguardaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.

A expectativa em torno da política monetária e as preocupações com o cenário fiscal brasileiro continuaram entre os fatores observados pelo mercado.

Com o resultado, o dólar interrompeu o movimento de alta registrado nas sessões anteriores e encerrou o dia abaixo de R$ 5,46.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,12.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1830 0,1631 0,1360 28,9900 0,1495 0,2556 0,2614
USD 5,4595 1 0,8906 0,7423 158,43 0,8170 1,3971 1,4272
EUR 6,1290 1,1229 1 0,8336 177,90 0,9174 1,5688 1,6026
GBP 7,3545 1,3472 1,1997 1 213,42 1,1006 1,8821 1,9227
JPY 3,44932 0,631134 0,56207 0,468516 1 0,5156 0,88176 0,90078
CHF 6,6897 1,2240 1,0900 0,9086 193,92 1 1,7100 1,7468
CAD 3,9120 0,7157 0,6375 0,5313 113,40 0,5849 1 1,0215
AUD 3,8253 0,7007 0,6240 0,5201 111,01 0,5725 0,9789 1


Os dados são da Investing.com.  

Copiar textoCopiar o texto
04/11/2026 20:20h

Bolsa brasileira encerra o dia aos 167.563,47 pontos

Baixar áudio

O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou esta quarta-feira (4) em alta de 6,09 pontos, aos 167.563,47 pontos. Com a variação próxima de zero por cento, o índice interrompeu uma sequência de seis sessões consecutivas de queda.O movimento foi impulsionado pelo cenário internacional mais favorável após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.

Os investidores também acompanharam os resultados corporativos, com destaque para o desempenho do Itaú, além da expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.

Entre os destaques do pregão, as ações de grandes bancos e da Vale contribuíram para a recuperação do índice. Por outro lado, os papéis da Petrobras recuaram, pressionados pela forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional.

No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no exterior após o resultado das eleições nos Estados Unidos, enquanto investidores brasileiros aguardavam a decisão do Banco Central sobre os juros.

O cenário externo mais positivo ajudou a melhorar o desempenho dos ativos brasileiros, embora as incertezas fiscais e a expectativa pela decisão do Copom continuassem no radar do mercado.
 

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Haga SA Industria e Comercio Pfd (HAGA4F) +68,00%
  • PDG Realty SA Empreendimentos e Participacoes (PDGR3F) +35,29%

Ações em queda no Ibovespa

  • Agrogalaxy Participacoes SA (AGXY3F) -17,78%
  • Recrusul SA Pfd (RCSL4F) -16,67%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 44.632.570.113, em meio a 5.916.217 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

Copiar textoCopiar o texto