17/04/2026 04:55h

Líder do sistema associativo, Alfredo Cotait Neto defende adiamento da votação para 2027 e maior participação do setor nas discussões legislativas

Baixar áudio

O setor produtivo manifestou preocupação com o projeto de lei (nº 1838/26) enviado pelo governo federal na última terça-feira (14), em regime de urgência, que trata da redução da escala de trabalho 6x1.

O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que o tema é complexo e necessita de mais tempo para discussão, sugerindo que a votação seja adiada para 2027.

"Trata-se de matéria extremamente sensível para ser diluída e contaminada por um período eleitoral. Como liderança do sistema associativo, reitero minha preocupação com o envio de um PL com urgência, em detrimento das discussões em torno de uma proposta de emenda legislativa (PEC), que exige quórum mais alto de votos e debate mais longo”, afirmou.

Ao Brasil61.com, o vice-presidente da CACB, Valmir Rodrigues da Silva, defende que o debate sobre a redução da jornada de trabalho seja feito com mais profundidade e critérios técnicos.

“A jornada reduzida vai gerar mais custo, principalmente para as micro e pequenas empresas, que terão que repassar esse custo aos seus produtos e serviços. Se fosse dialogado com mais profundidade, encontraríamos o melhor caminho, dando sempre a melhor condição para que as pessoas possam ter vida próspera. E infelizmente, com um projeto com cunho de populismo e eleitoral, nós não vamos realmente avançar com qualidade sobre o tema”, avalia.

Diferentemente de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) — como a PEC 8/2025 e a PEC 221/2019, que já tramitam na Câmara dos Deputados —, o regime de urgência obriga deputados e senadores a votarem o texto em até 45 dias em cada Casa, sob risco de paralisação da pauta legislativa. 

Participação do setor produtivo no debate

Na última quarta-feira (15), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, deputado federal Leur Lomanto Júnior (União-BA), adiou a votação das PECs e concedeu vista coletiva às propostas.

Durante reunião da comissão, o relator das duas PECs, deputado federal Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável e incluiu ponderações relacionadas às preocupações do setor produtivo.

Para Cotait, a ampliação do prazo para análise do tema é indispensável para garantir a participação do setor produtivo no debate.

“O sistema produtivo precisa participar. Esse espaço de argumentações é inegociável. O que está em jogo é a geração de empregos e o crescimento da economia do Brasil”, reforça.

Fernando Moraes, empresário do setor de telefonia e presidente do Conselho Superior da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), avalia que a possível extinção da escala 6x1 deve ser analisada com cautela.

“O comércio e os serviços dependem fortemente de mão de obra e operam com margens apertadas. Uma mudança desse porte, sem transição e sem contrapartidas como desoneração da folha e ganhos de produtividade, pode elevar custos, reduzir competitividade e afetar a geração de empregos. Defendemos diálogo e equilíbrio para que o avanço nas relações de trabalho não resulte em efeitos negativos para a economia”, ressalta. 

A CACB protocolou um manifesto no parlamento e no governo federal, assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo, alertando para os impactos da redução da jornada sem um debate aprofundado. No documento, as organizações afirmam que o governo não tem considerado as “graves consequências” econômicas da mudança.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:50h

A ideia é incluir ao PLP 108/21, que atualiza limites do MEI, a correção para os demais limites de faturamento e atualização anual da tabela

Baixar áudio

A atualização dos limites do Simples Nacional segue como prioridade para parlamentares e representantes do setor produtivo. Recentemente, o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108 de 2021, que eleva para R$ 130 mil o faturamento máximo anual de Microempreendedores Individuais (MEI) e permite a contratação de até dois funcionários, teve o regime de urgência aprovado, o que agiliza o processo de análise e aumenta a expectativa para aprovação antes das eleições.

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) ainda atua para elevar o teto anual do MEI para R$ 144,9 mil, além de corrigir as demais faixas de enquadramento do Simples Nacional: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil; e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.

Segundo estimativas da CACB, a medida proposta pela entidade vai corrigir o valor do teto em 83% e pode gerar 869 mil empregos. Além disso, o impacto deve ser sentido, com R$ 81,2 bilhões a mais na economia. 

Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), destaca que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade.”

Congresso Nacional

A modificação dos limites de receita para o MEI foi apresentada e aprovada no Senado Federal em 2021. Há quase 5 anos indo e voltando de comissões na Câmara dos Deputados, a aceleração da tramitação representa uma chance de acabar com esse vai e vem.

As regras atuais, fixadas em 2018, prevêem faturamento máximo para micro e pequenas empresas de R$ 81 mil e a possibilidade de contratação de apenas um empregado. Além de modificar esses pontos, os deputados analisam a possibilidade de incluírem no texto um mecanismo de atualização anual da tabela.

Segundo o deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL-MT), há discussões em andamento para que todas as faixas de faturamento do Simples Nacional sejam reajustadas. “Nós estamos defendendo isso aqui na comissão [de Desenvolvimento Econômico] e vamos defender no Plenário, junto com o relator, para que possamos ampliar esses valores. Para que a gente possa deixar um valor mais alto, para que as empresas não tenham que criar dois, três CNPJs para não poder desenquadrar. Isso é muito ruim”, alertou.

Simples Nacional

O Simples Nacional foi desenvolvido para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo. O regime reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, é o principal regime tributário aplicado aos pequenos negócios no país.

Para Jonas Alves, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso, a desatualização da tabela prejudica o empreendedorismo, ao passo que o teto estrangula a renda do empreendedor. “Me parece até uma política errada, porque o que a gente tem que buscar é o favorecimento para que as pessoas consigam iniciar os seus negócios e ter prosperidade. Então, a correção é uma coisa natural, ela é necessária, a menos que a gente queira, por exemplo, acabar com o Simples Nacional”

Com a defasagem dos limites somada a uma inflação acumulada de 46,6% desde 2019, representantes do setor produtivo alertam que a falta de correção dos valores pressiona a renda dos empreendedores e desincentiva a atividade.

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:45h

Iniciativa da Petrobras, em parceria com SESI e SENAI, oferece bolsa-auxílio e oportunidades em seis estados, com foco no setor industrial

Baixar áudio

O Programa Autonomia e Renda Petrobras está com novo edital aberto com oferta de 1.540 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional. As oportunidades são destinadas aos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco. As inscrições seguem abertas até 23 de abril.

A iniciativa é realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI) e tem como objetivo ampliar as oportunidades de capacitação e inserção no mercado de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O foco principal é atender às demandas do setor industrial, especialmente em áreas ligadas ao segmento de óleo e gás.

Entre os cursos disponíveis estão:

  • Caldeiraria
  • Montador de andaimes
  • Formas e escoramento
  • Operador de hidrojato
  • Pintor industrial 
  • Sinaleiro amarrador, entre outros

A gerente de Projetos Sociais da Petrobras, Marcela Levigard, afirma que a companhia possui projetos de investimento no segmento de óleo e gás, mas enfrenta a falta de mão de obra qualificada nas regiões onde atua.

“É um segmento que frequentemente traz para a companhia e para sua cadeia de fornecedores projetos de investimento ambiciosos para os próximos anos. No entanto, não há, nesses territórios, mão de obra qualificada em quantidade para atender a essa demanda. O programa surge nesse sentido, promovendo qualificação, melhorando a renda dessas comunidades e a qualidade de vida nesses territórios”, destaca.

Os interessados devem consultar o edital específico de cada estado para verificar os cursos ofertados, a carga horária, a localidade e os pré-requisitos exigidos.

Bolsa-auxílio e inclusão social

Os estudantes selecionados receberão uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 660. No caso de mulheres com filhos de até 11 anos completos, o valor sobe para R$ 858, como forma de incentivar a permanência e a conclusão dos estudos.

Além da formação técnica, o programa inclui uma carga horária dedicada às oficinas de Desenvolvimento Humano, metodologia aplicada pelo SESI voltada ao fortalecimento de competências socioemocionais. Essas habilidades são consideradas fundamentais para o aumento da empregabilidade e para o desenvolvimento pessoal dos participantes.

As vagas do Programa Autonomia e Renda estão distribuídas em diversos municípios localizados em regiões próximas às operações da Petrobras em todo o país. Um dos critérios estabelecidos em edital é que o candidato resida nas áreas de abrangência do programa.

Além disso, a iniciativa prioriza a participação de públicos historicamente sub-representados, como mulheres, pessoas trans, indígenas, quilombolas, pretos e pardos, migrantes, refugiados e pessoas com deficiência.

Formação abre novos caminhos

O caldeireiro Luis Fernando Barbosa, de 43 anos, morador da comunidade Mangueirinha, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, concluiu recentemente o curso de Caldeiraria oferecido pelo programa. Ele conta que encontrou a oportunidade enquanto buscava recomeçar a vida.

“Eu saí do sistema penitenciário há dois anos, onde eu fiquei sete anos. Eu não tinha perspectiva nenhuma. Um dia, eu estava navegando na internet e vi o programa Autonomia e Renda que oferecia uma bolsa. Falei: ‘vou fazer’”, relata. 

Agora formado, Luis aguarda a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. “O trabalho vem. E vai vir. Eu tenho certeza que vai vir. Mas isso aqui, me trazer para a sociedade de novo, alguém me ver, ter um olhar de admiração, isso não tem preço”, relata.

Para se inscrever gratuitamente, os interessados devem acessar os editais disponíveis no site oficial do Programa Autonomia e Renda Petrobras.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:40h

Aliada ao Instituto Amazon People, o objetivo da instituição financeira é ampliar acesso ao crédito rural e à assistência técnica para cadeias produtivas sustentáveis, impulsionando agricultura familiar regional

Baixar áudio

No início de abril, o Banco da Amazônia e o Instituto Amazon People firmaram acordo de cooperação técnica voltado à ampliação do crédito rural e da assistência técnica para atividades sustentáveis na Amazônia. A iniciativa tem como foco empreendimentos da agricultura familiar e a expansão de cadeias produtivas ligadas à bioeconomia.

A parceria prevê a oferta integrada de assistência técnica e financiamento a empreendimentos rurais. A medida tem como foco o PRONAF Bioeconomia – uma linha de crédito do Banco da Amazônia voltada a apoiar atividades produtivas sustentáveis que valorizam a sociobiodiversidade e geram renda para comunidades locais da Amazônia, além de outras linhas de crédito do Banco.

Entre as atividades priorizadas pela parceria estão sistemas agroflorestais, dendecultura e projetos de restauração florestal, considerados estratégicos pelo Banco da Amazônia para conciliar produção e conservação ambiental.

O presidente do Banco da Amazônia,  Luiz Lessa, destaca que a iniciativa busca fomentar a bioeconomia amazônica.

“Este acordo reforça o compromisso do Banco da Amazônia com soluções que unem crédito, assistência técnica e desenvolvimento sustentável. Ao lado do Instituto Amazon People, ampliamos oportunidades para agricultores familiares, fortalecemos cadeias produtivas estratégicas da bioeconomia e contribuímos para uma Amazônia mais próspera, inclusiva e sustentável”, aponta Lessa.

Apoio à agricultura familiar

A agricultura familiar é uma das prioridades dos investimentos do Banco da Amazônia com oferta de crédito, especialmente por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar(Pronaf). As linhas de crédito são voltadas à ampliação, diversificação e comercialização de produtos oriundos de agricultores familiares.

O acordo tem como foco o desenvolvimento sustentável e a inclusão produtiva. Além do financiamento e da assistência técnica, a cooperação prevê a construção de diretrizes técnicas e socioambientais, a elaboração de estudos de suporte e o acompanhamento contínuo dos projetos. 

Conforme o Banco da Amazônia, as ações integradas devem garantir a efetividade e o impacto positivo da parceria, a partir da conexão entre soluções financeiras e socioambientais para o futuro da Amazônia.

Para conhecer mais sobre as linhas de financiamento do Banco da Amazônia acesse: www.bancoamazonia.com.br.

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:30h

Novos trechos somam R$ 72,4 milhões e ampliam sistema que vai atender mais de 1,3 milhão de pessoas; estado também recebeu 48 novos sistemas de dessalinização pelo Programa Água Doce

Baixar áudio

Uma das maiores obras hídricas do Nordeste avança em Pernambuco com novos trechos da Adutora do Agreste. O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, assinou, nesta quinta-feira (16), as ordens de serviço para o início das obras nos trechos Buíque–Iati e São Caetano–Cachoeirinha, correspondentes aos lotes 3B e 5E. A cerimônia ocorreu no Palácio do Governo, no Recife. Juntas, as intervenções integram a primeira etapa da Adutora do Agreste, sistema responsável por fornecer cerca de 4 metros cúbicos por segundo de água tratada para a região.

“Sempre foi uma prioridade do Governo Federal avançar na estrutura hídrica do Nordeste. No caso da Adutora do Agreste, além do impacto social, ela tem um impacto econômico muito forte. Ano passado, estive aqui com o presidente Lula cumprindo a agenda do Caminho das Águas, e demos a ordem de serviço para duplicar o bombeamento de todo o Eixo Norte do Projeto da Transposição do Rio São Francisco, dobrando a quantidade de água para o povo nordestino, especialmente os pernambucanos”, afirmou Waldez Góes. 

Com investimento total superior a R$ 1,7 bilhão, a Adutora do Agreste Pernambucano é estruturada para beneficiar mais de 2 milhões de habitantes. Nesta primeira etapa, pactuada com o MIDR, a expectativa é alcançar 23 municípios e mais de 1,3 milhão de pessoas, ampliando o acesso à água potável e fortalecendo o desenvolvimento regional.  “Nós estamos transformando projetos em realidade para garantir que a água chegue a quem nunca teve, porque o compromisso é claro: não deixar ninguém para trás”, salientou o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, José Almir Cirilo. 

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra,  agradeceu o olhar cuidadoso para com seu estado. “Grande parte do que conseguimos entregar hoje é resultado dessa determinação conjunta, com apoio do presidente Lula, que conhece a realidade e sempre acreditou nesses projetos”, reforçou a gestora.  “O maior desafio não é apenas executar as obras, mas garantir que seus resultados cheguem de fato à população, e isso exige decisão, inovação e união de esforços”, completou Lyra. 

O Lote 3B prevê o assentamento de 11,7 quilômetros de tubulações, além da execução da Estação Elevatória de Água Tratada de Iati, com investimento estimado em R$ 27,1 milhões. A obra beneficiará diretamente mais de 174 mil habitantes dos municípios de Buíque, Tupanatinga, Itaíba, Águas Belas e Iati. Já o Lote 5E contempla a implantação de 21,8 quilômetros de tubulação, com aporte de R$ 45,3 milhões, atendendo cerca de 20,6 mil pessoas em Cachoeirinha. “A mudança é visível: quando a gente olha nos olhos das pessoas, vê dignidade, esperança e a certeza de que vale a pena continuar trabalhando para transformar realidades”, comemorou o prefeito de Cachoeirinha, André Raimundo. 

Novo PAC e o eixo Água para Todos

As obras integram o Novo PAC e o eixo Água para Todos, que concentra investimentos estratégicos em infraestrutura hídrica. Em Pernambuco, os recursos destinados a esse conjunto de ações somam mais de R$ 2,6 bilhões, abrangendo abastecimento de água, revitalização de bacias hidrográficas e iniciativas voltadas a atender populações em situação de maior vulnerabilidade hídrica. “Estamos falando de investimentos que vão muito além dos números: são obras que levam água de qualidade, dignidade e oportunidade para quem mais precisa, transformando a vida da população e promovendo desenvolvimento em toda a região”, pontuou Giuseppe Vieira, secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR

Programa Água Doce 

No âmbito do Programa Água Doce, a agenda em Pernambuco também destacou os avanços na ampliação do acesso à água de qualidade em comunidades rurais do semiárido e oficializou a entrega de mais 48 sistemas no estado. Em Pernambuco, já foram implantados 92 sistemas de dessalinização, beneficiando cerca de 17 mil pessoas.

As ações contemplam municípios como Alagoinha, Caetés, Capoeiras, Frei Miguelinho, Paranatama, Riacho das Almas, Pedras, Iati, Águas Belas e Manari, com investimento global de R$ 53 milhões, reforçando a estratégia do Governo Federal de garantir água potável a populações em situação de maior vulnerabilidade hídrica. “Para nós, esse projeto é uma bênção. Hoje temos água limpa para todas as famílias da comunidade, algo que antes dependia de carro-pipa e muito sacrifício”, compartilhou Josefa Carmosina, representante da Associação do Assentamento Manumi (ASSIM)

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:30h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

Baixar áudio

A CAIXA inicia nesta sexta-feira (17), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 2. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

 

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:25h

Alta no faturamento, explosão no ouro e avanço das exportações reforçam o peso do setor na economia, enquanto importações estratégicas e concentração geográfica expõem desafios estruturais.

A mineração brasileira iniciou 2026 com expansão no valor da produção, que alcançou R$ 77,9 bilhões, um crescimento de 6% em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com números do IBRAM.

De acordo com a análise do Instituto, o dado, por si só positivo, revela uma dinâmica mais complexa quando analisado em profundidade: o avanço foi sustentado por um conjunto restrito de commodities — com destaque para o ouro e o cobre — enquanto o minério de ferro, principal produto do setor, apresentou retração. Essa dualidade ajuda a explicar o momento atual da mineração brasileira: expansão consistente, porém cada vez mais dependente de ciclos de preços e de uma pauta concentrada.

O principal vetor de crescimento no trimestre foi o ouro, já que o faturamento saltou 45%, alcançando R$ 13,5 bilhões, impulsionado por aumento de volume e, sobretudo, forte valorização internacional — com o preço médio subindo mais de 70%.

O cobre também apresentou desempenho expressivo, com alta de 28% no faturamento, refletindo tanto a demanda global quanto o papel crescente do metal na transição energética.

Em contrapartida, o minério de ferro — responsável por 48% do faturamento total — registrou queda de 3%, mesmo com preços relativamente estáveis. O dado indica uma possível desaceleração na demanda ou ajustes de produção. Essa mudança relativa de protagonismo sugere que a diversificação da pauta mineral brasileira, ainda que gradual, começa a ganhar tração.

Exportações disparam em valor, mas não em volume

As exportações minerais, por sua vez, totalizaram US$ 11,4 bilhões, com avanço expressivo de 21,5%, enquanto o volume cresceu apenas 0,9%, alcançando 87,9 milhões de toneladas. O descolamento entre valor e volume evidencia o papel determinante dos preços internacionais, especialmente no caso do ouro e do cobre, cujas exportações em dólares cresceram 89,3% e 65,7%, respectivamente. Mesmo assim o minério de ferro segue dominante, respondendo por 53,9% das exportações, embora com crescimento modesto.

Outro ponto crítico é a forte concentração de destinos: a China absorveu cerca de 66% das exportações em toneladas, mantendo-se como eixo central da demanda mineral brasileira.

O saldo da balança comercial mineral alcançou US$ 9,29 bilhões, crescimento de 20%, representando 66% de todo o superávit brasileiro no período. O dado reforça o papel estratégico da mineração na estabilidade macroeconômica do país — especialmente em um cenário global volátil. No entanto, essa relevância também amplia a exposição a riscos externos, como desaceleração chinesa, tensões geopolíticas ou mudanças estruturais na demanda por commodities.

Mas o Brasil segue altamente dependente da importação de insumos minerais estratégicos. As importações cresceram 29% em valor (US$ 2,1 bilhões) e 15,1% em volume, com destaque para: potássio (50% das importações); carvão (29%); e Enxofre (7%). A forte dependência de potássio — essencial para fertilizantes — evidencia um gargalo crítico, especialmente para o agronegócio.

Além disso, a origem dessas importações revela riscos geopolíticos: Estados Unidos, Colômbia, Canadá e Rússia estão entre os principais fornecedores.

Outros números

O setor alcançou 230.011 empregos diretos em fevereiro de 2026, com geração de 9.029 novas vagas desde janeiro de 2025. Embora positivo, o crescimento do emprego é relativamente modesto frente à expansão do faturamento, indicando ganhos de produtividade, automação e maior intensidade de capital.

A concentração geográfica reforça assimetrias: a atividade mineral segue altamente concentrada em Minas Gerais (38% do faturamento), Pará (35%) e Bahia (6%). Juntos, esses três estados respondem por quase 80% da produção mineral.

Essa concentração também se reflete na arrecadação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral), com Minas Gerais (44%) e Pará (40%) dominando a distribuição. O dado reforça desigualdades regionais e levanta questionamentos sobre a interiorização do desenvolvimento mineral.

A arrecadação total de impostos e tributos atingiu R$ 26,9 bilhões, alta de 5,5%, enquanto a CFEM somou R$ 1,98 bilhão. O minério de ferro segue como principal fonte de arrecadação, respondendo por 65,8% da CFEM, o que reforça, mais uma vez, a dependência estrutural do setor em relação a essa commodity.

Investimentos avançam

A previsão de investimentos no setor entre 2026 e 2030 alcança US$ 76,9 bilhões, crescimento de 12,5% em relação ao ciclo anterior. Os destaques incluem: Projetos socioambientais (forte crescimento); Logística (infraestrutura como gargalo histórico); Cobre, níquel e fertilizantes (alinhados à transição energética e segurança alimentar). Os chamados minerais críticos devem receber US$ 21,3 bilhões até 2030, indicando uma mudança estratégica relevante. Ainda assim, o minério de ferro permanece com a maior fatia dos investimentos (25,8%), mostrando que a transformação do setor será gradual.

De acordo com os dados apresentados pelo IBRAM, o cenário de preços no primeiro rimestre foi decisivo para a performance dos três primeiros meses de 2026: Ouro: +70%, Cobre: +37,5%, Estanho: +52,9%, Alumínio: +20,5%. O minério de ferro manteve relativa estabilidade (+0,7%), o que ajuda a explicar seu desempenho mais modesto no faturamento.

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta estabilidade em SP, RS e MG; o frango resfriado e o congelado apresentam estabilidade

Baixar áudio

O preço do boi gordo abre esta sexta-feira (17) em baixa de 0,49%. A arroba é negociada a R$ 365,50, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 365,50 -0,49% 2,67% 73,20
15/04/2026 367,30 0,07% 3,17% 73,58
14/04/2026 367,05 0,23% 3,10% 73,56
13/04/2026 366,20 0,16% 2,87% 73,28
10/04/2026 365,60 0,04% 2,70% 72,99

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
16/04/2026 7,34 0,00% 1,38%
15/04/2026 7,34 0,00% 1,38%
14/04/2026 7,34 0,00% 1,38%
13/04/2026 7,34 0,96% 1,38%
10/04/2026 7,27 -0,68% 0,41%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
16/04/2026 7,36 0,00% 1,24%
15/04/2026 7,36 0,00% 1,24%
14/04/2026 7,36 0,00% 1,24%
13/04/2026 7,36 0,96% 1,24%
10/04/2026 7,29 -0,55% 0,28%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
16/04/2026 8,90 0,00% -7,68%
15/04/2026 8,90 0,00% -7,68%
14/04/2026 8,90 -2,73% -7,68%
13/04/2026 9,15 -4,29% -5,08%
10/04/2026 9,56 0,74% -0,83%

 

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em São Paulo desvalorização de 1,47% no Paraná e de 3,35% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 5,19 e R$ 5,81.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
16/04/2026 MG - posto 5,66 0,00% -13,85%
16/04/2026 PR - a retirar 5,36 -1,47% -12,85%
16/04/2026 RS - a retirar 5,57 0,00% -11,45%
16/04/2026 SC - a retirar 5,19 -3,35% -15,75%
16/04/2026 SP - posto 5,81 0,00% -12,10%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta sexta-feira (17) em baixa de 1,22%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.800,72 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
16/04/2026 1.800,72 -1,22% -4,61% 360,65
15/04/2026 1.822,96 0,46% -3,43% 365,18
14/04/2026 1.814,65 -0,36% -3,87% 363,66
13/04/2026 1.821,25 0,37% -3,52% 364,47
10/04/2026 1.814,56 -0,37% -3,88% 362,26

 

O café robusta teve baixa de 0,59% no preço, sendo comercializado a R$ 896,31.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
16/04/2026 896,31 -0,59% -7,19% 179,51
15/04/2026 901,64 0,22% -6,64% 180,62
14/04/2026 899,64 2,37% -6,84% 180,29
13/04/2026 878,82 -0,02% -9,00% 175,87
10/04/2026 879,03 -2,29% -8,98% 175,49

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,23% e é cotada a R$ 99,14.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 99,14 -0,23% -5,99% 19,86
15/04/2026 99,37 -2,10% -5,77% 19,91
14/04/2026 101,50 -1,90% -3,75% 20,34
13/04/2026 103,47 -2,18% -1,89% 20,71
10/04/2026 105,78 1,56% 0,30% 21,12

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 0,70%, sendo negociada a R$ 99,30 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 99,30 -0,70% -12,97% 19,86
15/04/2026 100,00 -1,71% -12,36% 20,03
14/04/2026 101,74 3,42% -10,83% 20,43
13/04/2026 98,38 -2,06% -13,78% 19,58
10/04/2026 100,45 -1,78% -11,96% 20,00

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,48, após desvalorização de 0,70%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 67,01 -0,70% -4,77% 13,42
15/04/2026 67,48 -0,37% -4,11% 13,52
14/04/2026 67,73 -1,53% -3,75% 13,57
13/04/2026 68,78 -0,42% -2,26% 13,76
10/04/2026 69,07 -0,75% -1,85% 13,79

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

Copiar textoCopiar o texto
17/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

Baixar áudio

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta sexta-feira (17) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,38% e é negociado a R$ 120,31; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,14% e é cotada a R$ 126,67.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 120,31 -0,38% -2,04% 24,10
15/04/2026 120,77 0,40% -1,66% 24,19
14/04/2026 120,29 -0,23% -2,05% 24,11
13/04/2026 120,57 -0,31% -1,82% 24,13
10/04/2026 120,94 -0,71% -1,52% 24,15

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
16/04/2026 126,67 -0,14% -1,99% 25,37
15/04/2026 126,85 0,51% -1,85% 25,41
14/04/2026 126,21 -0,39% -2,34% 25,29
13/04/2026 126,70 0,09% -1,97% 25,35
10/04/2026 126,58 -0,99% -2,06% 25,27

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,61% no Paraná e de 2,12% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.329,31, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.221,85.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
16/04/2026 1.329,31 0,61% 3,45% 266,24
15/04/2026 1.321,27 0,56% 2,83% 264,68
14/04/2026 1.313,87 -0,09% 2,25% 263,30
13/04/2026 1.315,01 1,39% 2,34% 263,16
10/04/2026 1.296,92 0,37% 0,93% 258,92

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
16/04/2026 1.221,85 2,12% 6,00% 244,71
15/04/2026 1.196,51 1,87% 3,80% 239,69
14/04/2026 1.174,53 0,00% 1,90% 235,38
13/04/2026 1.174,53 0,58% 1,90% 235,05
10/04/2026 1.167,80 0,00% 1,31% 233,14

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

Copiar textoCopiar o texto