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Baixar áudioO Brasil participa da World Travel Market (WTM) London 2026, no Reino Unido, com o objetivo de ampliar sua presença no mercado internacional e atrair mais turistas estrangeiros. Durante a abertura do estande brasileiro, nesta semana, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou o potencial dos destinos nacionais e a importância de converter os negócios firmados no exterior em oportunidades de renda para trabalhadores e pequenos empreendedores do setor.
O estande do Brasil reúne 54 coexpositores distribuídos entre destinos turísticos, companhias aéreas, empresas de hotelaria e agências de receptivo. A ideia é aproximar o setor de compradores internacionais.
Durante o evento, Feliciano ressaltou a diversidade de destinos brasileiros, que incluem praias, florestas e o Pantanal. Para ele, a hospitalidade da população é um dos principais diferenciais do país na disputa por visitantes estrangeiros.
“Nós temos o povo brasileiro como maior diferencial do nosso país. O povo que bem acolhe, que bem trata, que respeita os turistas, que, principalmente, se prepara para que o turista seja bem acolhido e possa retornar e voltar ao nosso país, fazendo com que essa indústria do turismo continue sempre aquecida”, afirmou o ministro.
O ministro destacou, ainda, que o turismo brasileiro vive um momento de crescimento, impulsionado pelos recordes de visitantes internacionais e pela movimentação do mercado doméstico.
Segundo ele, em 2025, o país registrou 9,2 milhões de turistas estrangeiros que visitaram o país, além de 130 milhões de passageiros domésticos.
A participação na feira também ocorre em um cenário de aumento da entrada de turistas europeus no Brasil. De janeiro a setembro de 2026, o país recebeu 148.429 visitantes do Reino Unido. O número representa um crescimento de 11,3% em relação ao mesmo período de 2025.
Portugal registrou 216.360 chegadas, alta de 21,3% em comparação ao mesmo período do ano passado. Já os Países Baixos contabilizaram 52.460 visitantes, avanço de 20,3%, enquanto a Espanha somou 130.488 entradas, aumento de 17,5%.
Segundo o ministro, a promoção internacional dos destinos brasileiros precisa gerar resultados para quem trabalha diretamente com o turismo, especialmente nos pequenos negócios.
“Cada negócio fechado aqui tem o potencial de gerar oportunidades a milhares de quilômetros de Londres: na pousada familiar, no restaurante, no trabalho do guia, na oficina do artesão. É para essas pessoas que o turismo precisa dar resultado”, ressaltou.
O estande brasileiro no evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a programação inclui apresentações da gastronomia brasileira, ações de promoção do Carnaval e atividades culturais.
Ainda nesta semana, foi lançada uma campanha voltada às cidades-sede da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027, além de apresentações da cultura afro-brasileira.
A WTM London 2026 é considerada uma das principais feiras internacionais de turismo e segue até quinta-feira (5), no centro de eventos ExCeL London, com a participação de representantes do setor turístico de diferentes países para a apresentação de destinos, realização de negócios e estabelecimento de parcerias internacionais.
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Baixar áudioA chuva foi a principal variável das lavouras brasileiras na primeira quinzena de outubro, com efeitos opostos em cada região. É o que mostra o Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em 23 de outubro, com dados de 1º a 21 de outubro. O documento foi elaborado em parceria com o Inmet, Inpe e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (GLAM).
No Centro-Oeste, a recuperação da umidade do solo favoreceu os cultivos de verão. Em Mato Grosso, a semeadura da soja avança em todas as macrorregiões e já ultrapassou 60% da área prevista, com os produtores aproveitando as condições favoráveis para acelerar o trabalho. Em Goiás, as condições variam: no sudoeste, o plantio avança e deve terminar em outubro; no sul, alguns municípios intensificaram os trabalhos, enquanto outros pararam porque o solo secou rápido após o preparo.
Em Mato Grosso do Sul, a situação foi diferente: a alta umidade do solo obrigou a paralisação temporária da semeadura da soja na maior parte das regiões produtoras. A exceção foi o norte e o nordeste do estado, onde a chuva mais esparsa permitiu a continuidade dos trabalhos.
Na Região Sul, o excesso de umidade teve efeito negativo sobre as lavouras de inverno. No Paraná, a colheita do trigo chegou a 75% da área plantada, mas a qualidade foi prejudicada pelo excesso de chuva, com peso hectolítrico (PH) abaixo do esperado.
A soja, já plantada, tem boa aparência na maior parte das lavouras, mas o excesso de umidade pode causar falhas de germinação, plantas daninhas, pragas e doenças. Em lavouras de milho primeira safra, granizo e ventos causaram desfolha em pontos específicos, e aumentou a presença de pragas como lagartas e tripes.
No Rio Grande do Sul, a colheita do trigo está lenta por causa da chuva intensa e da menor luminosidade, e a maior parte das lavouras está em enchimento de grãos e maturação, fase sensível a doenças da espiga. Os produtores de soja aguardam a redução do encharcamento e dias secos para acelerar o plantio.
O arroz tinha cerca de 40% da área prevista semeada na primeira quinzena de outubro, com chuva forte e solo saturado elevando custos e prejudicando o desenvolvimento inicial. Mais de 80% da área de milho primeira safra já foi plantada, mas a nebulosidade persistente, as temperaturas amenas e a alta umidade aumentam a pressão de doenças.
Em Santa Catarina, o segundo maior produtor nacional de arroz, a semeadura chegou a pouco mais da metade da área prevista, com o clima atrapalhando o plantio e o crescimento inicial. A chuva contínua também aumenta o risco de doenças fúngicas no trigo, como giberela, ferrugens, oídio e manchas foliares, principalmente nas lavouras mais adiantadas.
Em São Paulo, a qualidade do trigo colhido está abaixo do padrão da indústria moageira em boa parte do grão, e o excesso de umidade dificulta o acesso das máquinas às lavouras. Em Minas Gerais, a semeadura da soja avança em áreas de sequeiro. Em partes do Norte e do Nordeste, a chuva baixa atrasou o plantio da soja. Segundo a Conab, os índices de vegetação estão acima da média histórica em todas as regiões monitoradas.
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Baixar áudioO Brasil criou 121.305 empregos formais em setembro de 2026, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O resultado corresponde à diferença entre 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos registrados no período.
Apesar do saldo positivo, houve desaceleração na geração de empregos. Na comparação com setembro de 2025, quando foram criadas 214.609 vagas, o resultado representa uma queda de 43,5%. Em relação a agosto deste ano, que registrou 161.062 postos de trabalho, a retração foi de 24,7%.
No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o país contabilizou 1.248.914 novos empregos formais, uma redução de 27,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram abertas 1.731.398 vagas.
Nos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o saldo chegou a 787.073 postos de trabalho. Com isso, o estoque de empregos formais no Brasil alcançou 48.359.577 vínculos ativos.
Entre os cinco grandes grupos de atividades econômicas, quatro registraram saldo positivo em setembro. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 81.241 novas vagas, crescimento de 0,34% em relação ao mês anterior.
Dentro do segmento, as atividades administrativas e os serviços complementares responderam por 18.386 postos, enquanto as atividades de saúde humana e serviços sociais contribuíram com outras 15.403 vagas.
A indústria apresentou o segundo maior saldo positivo, com 19.285 empregos formais. Na sequência, aparecem o comércio, com 15.697 postos, e a construção civil, com 9.468 vagas. Nesse último setor, as obras de infraestrutura se destacaram, com 4.669 novos empregos.
A agropecuária foi o único grande grupo com resultado negativo, registrando o fechamento de 4.381 postos de trabalho. A redução foi influenciada principalmente pelo cultivo de café, com saldo negativo de 5.548 vagas, e de alho, com menos 1.396 postos.
No acumulado do ano, entretanto, todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentaram crescimento. Serviços também lideram o resultado, com 775.774 vagas, seguidos pela construção civil, com 207.434, e pela indústria, com 188.563 empregos.
Na divisão regional, o Nordeste apresentou o maior saldo de empregos formais em setembro, com 49.142 novas vagas.
O Sudeste aparece na segunda posição, com 39.404 postos de trabalho, seguido pelo Norte, que registrou 14.748 empregos. Já as regiões Sul e Centro-Oeste contabilizaram, respectivamente, 9.949 e 7.894 vagas.
Apesar do saldo positivo nas cinco regiões, o desempenho foi diferente entre as unidades da Federação.
Em números absolutos, São Paulo liderou o resultado nacional entre os estados, com 19.391 novas vagas. Pernambuco aparece na sequência, com 13.371 postos, seguido por Alagoas, com 11.110 empregos.
Considerando o crescimento proporcional, Alagoas apresentou o melhor desempenho, com alta de 2,47%. Amapá, com 1,35%, e Roraima, com 1,23%, completam os três primeiros lugares.
O Rio Grande do Sul foi o único estado a registrar saldo negativo em setembro, com o fechamento de 2.937 postos de trabalho, uma retração de 0,10%.
No acumulado de janeiro a setembro, todas as unidades federativas apresentaram saldo positivo. São Paulo também lidera nesse recorte, com 322.551 vagas, seguido por Minas Gerais, com 129.777, e Rio de Janeiro, com 86.489.
O salário médio real de admissão ficou em R$ 2.429,41 em setembro, uma redução de 0,05% em relação a agosto, quando a remuneração média foi de R$ 2.430,51.
Na comparação com setembro de 2025, quando o valor era de R$ 2.384,50, houve crescimento de 1,88%.
Do total de empregos criados em setembro, 94.729 correspondiam a vínculos típicos, o equivalente a 78,1% do saldo. Outros 26.576 postos, ou 21,9%, foram classificados como vínculos não típicos.
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Baixar áudioEntidades representativas dos setores jurídico, tributário e empresarial defendem, em carta aberta, o adiamento da implementação efetiva da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para, no mínimo, 2028. No documento, as signatárias (veja a lista abaixo) argumentam que a falta de definições normativas e as dificuldades operacionais dos sistemas públicos e privados comprometem a preparação das empresas para a mudança, prevista para 1º de janeiro de 2027.
Por isso, as entidades propõem que o próximo ano seja destinado à realização de testes e ajustes, com a adoção das alterações normativas necessárias. A carta também enfatiza a importância de preservar princípios como neutralidade tributária, segurança jurídica, livre iniciativa e proteção da confiança legítima durante o período de transição.
Segundo as signatárias, a ausência dessas condições pode elevar os custos das empresas, ampliar a insegurança jurídica e gerar impactos negativos sobre a atividade econômica.
O documento elenca quatro entraves principais à implementação da CBS:
Uma das principais preocupações das entidades é a definição da alíquota da CBS que será aplicada a partir de 2027. De acordo com a carta, a divulgação do percentual está prevista para 15 de dezembro de 2026, o que deixaria pouco mais de duas semanas para que os contribuintes avaliem os impactos econômicos da nova tributação.
As signatárias consideram o prazo insuficiente para renegociar contratos, revisar preços e reorganizar operações empresariais. A dificuldade é agravada pelas particularidades dos diferentes setores econômicos e pelas limitações à recuperação integral de créditos tributários em determinadas operações.
O Tribunal de Contas da União (TCU) já aprovou o cálculo da alíquota de referência da CBS. O percentual foi calculado em 11,3468%, arredondado para 11,3%. Agora, cabe ao Senado Federal definir a alíquota para 2027 até 15 de dezembro.
Outro entrave apontado pelas entidades é a ausência de pleno funcionamento do sistema de apuração assistida do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da CBS. Segundo a carta, essa limitação prejudica a realização dos testes necessários à adaptação dos contribuintes às novas obrigações tributárias.
As signatárias ressaltam que a implementação da reforma exige previsibilidade e condições operacionais adequadas, principalmente diante da complexidade das mudanças previstas no novo modelo de tributação.
A carta também destaca os desafios enfrentados pelas empresas para atualizar seus sistemas internos. A adaptação ao IBS e à CBS exige mudanças nos sistemas de gestão empresarial (ERPs), na emissão de documentos fiscais, na parametrização tributária, na integração de informações e nos controles de créditos e débitos.
De acordo com as entidades, a demora na definição de parâmetros normativos e na disponibilização de ferramentas operacionais pelo poder público dificulta essas adequações. O cenário também aumenta os riscos de inconsistências, erros de apuração e descumprimento involuntário de obrigações fiscais.
Além dos obstáculos tecnológicos, as signatárias manifestam preocupação com a resolução de conflitos judiciais decorrentes da reforma tributária. Embora a elevação gradual das alíquotas do IBS esteja prevista apenas a partir de 2029, o tributo já terá incidência em 2027, com alíquota de 0,1%.
Segundo as entidades, a cobrança poderá gerar disputas judiciais envolvendo questões que também se relacionam à CBS. Como os dois tributos estarão sujeitos a competências jurisdicionais distintas, a falta de mecanismos adequados de harmonização poderá levar a decisões contraditórias sobre uma mesma operação.
Contudo, as entidades ressaltam que o adiamento proposto não representa oposição à reforma tributária, mas uma medida para assegurar condições técnicas, operacionais e jurídicas adequadas à sua implementação.
A carta conclui que o sucesso da transformação do sistema tributário deve ser medido pela capacidade de estabelecer um modelo mais simples, eficiente e seguro, e não apenas pelo cumprimento de um cronograma.
Signatárias:
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Baixar áudioAs transferências obrigatórias para a saúde de média e alta complexidade nos municípios devem somar R$ 54,5 bilhões na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. O valor representa uma queda nominal de 3,8% — cerca de R$ 2,1 bilhões a menos — em relação aos R$ 56,6 bilhões da dotação atualizada de 2026, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
A rubrica voltada à média e alta complexidade é a maior entre os repasses federais analisados para os municípios. No total, o conjunto de transferências obrigatórias do Ministério da Saúde nesse recorte passa de R$ 107,9 bilhões para R$ 106,5 bilhões, uma redução de 1,3%. Vale ressaltar que os dados não abrangem a totalidade do orçamento federal do setor.
A proposta também prevê recuo em outras áreas estratégicas
Por outro lado, algumas ações tiveram acréscimo orçamentário. No caso de Agentes Comunitários de Saúde, o valor chega a R$ 12,4 bilhões, alta de 9%.
Quanto aos Agentes de Combate às Endemias, o montante é de R$ 3,1 bilhões, um salto de 8,7%. Em relação à Assistência Farmacêutica Básica, a quantia é de R$ 1,8 bilhão, que corresponde um aumento de 10,7%.
VEJA MAIS:
A CNM destaca que a comparação utiliza a dotação atualizada de 2026 e o texto inicial de 2027, sem considerar a inflação, o que significa que os valores finais ainda podem passar por reajustes ao longo da tramitação no Congresso Nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (5) com alta de 0,79%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.611,06 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 0,30%, sendo comercializado a R$ 975,32.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 1.600,77 | -0,64% | 0,15% | 293,50 |
| 03/11/2026 | 1.611,06 | 0,79% | 0,79% | 293,73 |
| 30/10/2026 | 1.598,37 | 0,48% | 1,36% | 293,12 |
| 29/10/2026 | 1.590,72 | -0,20% | 0,88% | 294,74 |
| 28/10/2026 | 1.593,89 | -1,01% | 1,08% | 297,92 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 972,99 | -0,24% | 0,06% | 178,40 |
| 03/11/2026 | 975,32 | 0,30% | 0,30% | 177,82 |
| 30/10/2026 | 972,44 | 0,72% | -1,32% | 178,33 |
| 29/10/2026 | 965,47 | 0,56% | -2,03% | 178,89 |
| 28/10/2026 | 960,10 | -0,81% | -2,57% | 179,46 |
O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 0,26% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 127,66.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 127,66 | 0,26% | -0,54% | 23,41 |
| 03/11/2026 | 127,33 | -0,79% | -0,79% | 23,21 |
| 30/10/2026 | 128,35 | -1,25% | 5,97% | 23,54 |
| 29/10/2026 | 129,97 | 0,96% | 7,31% | 24,08 |
| 28/10/2026 | 128,74 | 0,00% | 6,29% | 24,06 |
Em Santos (SP), houve alta de 0,26%, e a mercadoria é negociada a R$ 134,19 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 134,19 | 0,26% | -3,43% | 24,50 |
| 03/11/2026 | 133,84 | -3,68% | -3,68% | 24,36 |
| 30/10/2026 | 138,95 | -0,03% | 10,61% | 25,63 |
| 29/10/2026 | 138,99 | 1,76% | 10,64% | 25,86 |
| 28/10/2026 | 136,59 | 1,00% | 8,73% | 25,57 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,47, após uma alta de 0,42%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 66,47 | 0,42% | 1,26% | 12,19 |
| 03/11/2026 | 66,19 | 0,84% | 0,84% | 12,07 |
| 30/10/2026 | 65,64 | 0,08% | -4,41% | 12,04 |
| 29/10/2026 | 65,59 | 1,33% | -4,49% | 12,15 |
| 28/10/2026 | 64,73 | -0,22% | -5,74% | 12,10 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (5) com redução no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta baixa de 0,16%, com a saca negociada a R$ 152,21. Em Paranaguá, a alta foi de 0,70%, levando a cotação para R$ 158,17.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 152,21 | -0,16% | -0,01% | 27,91 |
| 03/11/2026 | 152,45 | 0,15% | 0,15% | 27,79 |
| 30/10/2026 | 152,22 | -0,16% | -1,74% | 27,92 |
| 29/10/2026 | 152,47 | 0,38% | -1,58% | 28,25 |
| 04/11/2026 | 152,21 | -0,16% | -0,01% | 27,91 |
| 03/11/2026 | 152,45 | 0,15% | 0,15% | 27,79 |
| 30/10/2026 | 152,22 | -0,16% | -1,74% | 27,92 |
| 29/10/2026 | 152,47 | 0,38% | -1,58% | 28,25 |
| 28/10/2026 | 151,89 | 0,34% | -1,95% | 28,39 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 158,17 | -0,70% | -0,45% | 29,00 |
| 03/11/2026 | 159,28 | 0,25% | 0,25% | 29,04 |
| 30/10/2026 | 158,88 | 0,38% | -1,66% | 29,14 |
| 29/10/2026 | 158,28 | 0,55% | -2,03% | 29,33 |
| 28/10/2026 | 157,42 | 0,01% | -2,56% | 29,42 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.566,88. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.484,33.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 1.484,33 | 0,00% | 0,15% | 272,15 |
| 03/11/2026 | 1.484,33 | 0,15% | 0,15% | 270,62 |
| 30/10/2026 | 1.482,17 | -0,75% | 2,18% | 271,81 |
| 29/10/2026 | 1.493,38 | -0,49% | 2,95% | 276,71 |
| 28/10/2026 | 1.500,74 | 0,08% | 3,46% | 280,51 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 1.566,88 | 0,09% | -0,19% | 287,29 |
| 03/11/2026 | 1.565,43 | -0,28% | -0,28% | 285,41 |
| 30/10/2026 | 1.569,82 | -0,53% | 1,65% | 287,88 |
| 29/10/2026 | 1.578,12 | 0,43% | 2,19% | 292,41 |
| 28/10/2026 | 1.571,30 | 0,11% | 1,75% | 293,70 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve aumento de 0,22% nesta quinta-feira (5). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 390,85.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 390,85 | 0,22% | 0,24% | 71,66 |
| 03/11/2026 | 390,00 | 0,03% | 0,03% | 71,10 |
| 30/10/2026 | 389,90 | 0,18% | 7,03% | 71,50 |
| 29/10/2026 | 389,20 | 0,04% | 6,84% | 72,11 |
| 28/10/2026 | 389,05 | 0,71% | 6,79% | 72,72 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,21, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,23.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 8,21 | 0,00% | -0,12% |
| 03/11/2026 | 8,21 | -0,12% | -0,12% |
| 30/10/2026 | 8,22 | -0,24% | -0,96% |
| 29/10/2026 | 8,24 | 0,00% | -0,72% |
| 28/10/2026 | 8,24 | 0,00% | -0,72% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 8,23 | 0,00% | -0,12% |
| 03/11/2026 | 8,23 | -0,12% | -0,12% |
| 30/10/2026 | 8,24 | -0,24% | -0,84% |
| 29/10/2026 | 8,26 | 0,00% | -0,60% |
| 28/10/2026 | 8,26 | 0,00% | -0,60% |
Já a carcaça suína especial teve aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,70.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,77.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | 9,70 | 0,62% | -5,18% |
| 03/11/2026 | 9,64 | -5,77% | -5,77% |
| 30/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
| 29/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
| 28/10/2026 | 10,23 | 0,00% | 20,35% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 04/11/2026 | MG - posto | 6,67 | -4,03% | -4,03% |
| 04/11/2026 | PR - a retirar | 5,56 | -1,94% | -4,14% |
| 04/11/2026 | RS - a retirar | 5,75 | -0,52% | -2,54% |
| 04/11/2026 | SC - a retirar | 5,77 | -1,54% | -3,51% |
| 04/11/2026 | SP - posto | 6,68 | -0,45% | -1,91% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta quarta-feira (4) em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no mercado internacional após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.
O resultado eleitoral provocou uma reação positiva entre investidores e contribuiu para a valorização de outras moedas frente ao dólar. O índice que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de divisas também registrou queda.
No mercado brasileiro, os investidores acompanharam a movimentação do câmbio e aguardaram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.
A expectativa em torno da política monetária e as preocupações com o cenário fiscal brasileiro continuaram entre os fatores observados pelo mercado.
Com o resultado, o dólar interrompeu o movimento de alta registrado nas sessões anteriores e encerrou o dia abaixo de R$ 5,46.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,12.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1830 | 0,1631 | 0,1360 | 28,9900 | 0,1495 | 0,2556 | 0,2614 |
| USD | 5,4595 | 1 | 0,8906 | 0,7423 | 158,43 | 0,8170 | 1,3971 | 1,4272 |
| EUR | 6,1290 | 1,1229 | 1 | 0,8336 | 177,90 | 0,9174 | 1,5688 | 1,6026 |
| GBP | 7,3545 | 1,3472 | 1,1997 | 1 | 213,42 | 1,1006 | 1,8821 | 1,9227 |
| JPY | 3,44932 | 0,631134 | 0,56207 | 0,468516 | 1 | 0,5156 | 0,88176 | 0,90078 |
| CHF | 6,6897 | 1,2240 | 1,0900 | 0,9086 | 193,92 | 1 | 1,7100 | 1,7468 |
| CAD | 3,9120 | 0,7157 | 0,6375 | 0,5313 | 113,40 | 0,5849 | 1 | 1,0215 |
| AUD | 3,8253 | 0,7007 | 0,6240 | 0,5201 | 111,01 | 0,5725 | 0,9789 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoBolsa brasileira encerra o dia aos 167.563,47 pontos
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou esta quarta-feira (4) em alta de 6,09 pontos, aos 167.563,47 pontos. Com a variação próxima de zero por cento, o índice interrompeu uma sequência de seis sessões consecutivas de queda.O movimento foi impulsionado pelo cenário internacional mais favorável após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos.
Os investidores também acompanharam os resultados corporativos, com destaque para o desempenho do Itaú, além da expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros, a Selic.
Entre os destaques do pregão, as ações de grandes bancos e da Vale contribuíram para a recuperação do índice. Por outro lado, os papéis da Petrobras recuaram, pressionados pela forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,64%, cotado a R$ 5,45. A moeda norte-americana perdeu força no exterior após o resultado das eleições nos Estados Unidos, enquanto investidores brasileiros aguardavam a decisão do Banco Central sobre os juros.
O cenário externo mais positivo ajudou a melhorar o desempenho dos ativos brasileiros, embora as incertezas fiscais e a expectativa pela decisão do Copom continuassem no radar do mercado.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 44.632.570.113, em meio a 5.916.217 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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