VoltarOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quinta-feira (17), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de setembro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoQuais são as perspectivas para os projetos de produção de ouro no Brasil? Este é tema central do seminário “Além das onças: presente e futuro dos projetos de ouro no Brasil”, organizado por Brasil Mineral (com apoio do Mattos Filho, AP Consultoria e Frederico Bedran Advogados), a ser realizado na tarde do dia 22 de setembro, no auditório Faria Lima do Mattos Filho, em São Paulo (SP), e que reunirá os principais players do setor aurífero brasileiro para debater viabilização de projetos, novos entrantes no mercado, produção responsável de ouro e capitalização para financiamento de projetos.
O evento será aberto com uma palestra de Gilberto Azevedo (da Kinross Brasil), que falará sobre Mercado de Ouro Global e Brasil.
Em seguida, o Painel 1 discutirá o tema “Da prospecção à mina: viabilidade técnica e investimento”, reunindo João Luiz de Nogueira de Carvalho (grupo Geopar e Geosol), Ediney Drummond (Hochschild Mining Brasil), Wallace Monteiro (MID Infraestrutura) e Fernando Zonatto (XP Investimentos), que atuarão sob a moderação de Hélcio Guerra (Biz Invest Fusões e Aquisições).
“Novos players em ouro no Brasil” será o tema do Painel 2, que contará com a participação de Leonardo Guimarães Oliveira (da PA Gold), Eduardo De Come (Ero Nova Xavantina) e Edvaldo Amaral (da Pan American Silver - Jacobina Mineração), sendo o debate moderado por Camilo Farace (Consultor e Conselho Brasil Mineral).
O terceiro painel abordará o tema “Ouro Responsável e Tendências para os Próximos Anos” e terá como debatedores Othon de Villefort Maia (AngloGold Ashanti), Isadora Machado e Castro (Integratio), Filipe Coelho (Brinks) e Eduardo Leão (GMining), tendo como moderador Adriano Trindade (Mattos Filho).
Fechando o evento, haverá uma “roda de conversa” com o experiente empresário Antenor Firmino Silva Júnior, um pioneiro na listagem de empresa brasileira na bolsa de Toronto, que liderou o crescimento da Yamana no Brasil e que hoje está conduzindo um projeto pioneiro de potássio no Brasil. Também participa da conversa Ivan Truzzi, CEO da Amapá Minerals, que recentemente fez IPO bem sucedido na bolsa de Toronto, que abordarão os caminhos para o financiamento de projetos de mineração de ouro.
O seminário, exclusivo para convidados, conta com o patrocínio MID, SBF Engenharia, Core Case (Categoria Master), AngloGold Ashanti, PA Gold, Ero Brasil Xavantina, Geosol, GMining Ventures, Kinross (Ouro), Brinks, Tracbel, Metso e Fagundes Construção e Mineração (Prata). Para informações, acesse seminarioouro.brasilmineral.com.br
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Baixar áudioO fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho podem aumentar os custos e exigir mudanças na organização das empresas. É o que aponta pesquisa da Carreira Muller com 486 companhias. Dessas, 90,13% esperam impactos da PEC 221/2019 e 82,96% citam o aumento dos custos trabalhistas como principal preocupação.
Diante da possível redução da jornada de trabalho e o fim da escala de trabalho 6x1, para 72,83% das empresas participantes do estudo o impacto da medida é considerado alto ou muito alto, sendo que 49,09% classificam como alto e 23,74%, como muito alto. Os dados mostram que 90,13% esperam ser impactadas pela PEC, enquanto 72,43% possuem atualmente funcionários submetidos à escala 6x1.
A PEC reduz gradualmente a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, além de estabelecer dois dias de repouso remunerado. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou o texto no início de setembro. Agora, a proposta aguarda votação em plenário.
A pesquisa identificou que a principal preocupação das empresas é financeira. O aumento dos custos trabalhistas foi apontado por 82,96% das companhias, seguido pela necessidade de adequação de escalas e turnos, citada por 77,63%. Também aparecem entre as preocupações a dificuldade para manter o nível operacional, mencionada por 44,75% das empresas, a possibilidade de queda de produtividade, por 38,36%, e a necessidade de novas contratações, por 33,30%.
O levantamento também mostra que os impactos da implementação das mudanças devem abranger desde a gestão de turnos até a produtividade, bem como a contratação de novos trabalhadores.
Em relação à gestão de turnos e escalas, quase metade das empresas avalia o impacto como alto (49,40%), enquanto outros 33,09% o classificam como médio. Em custos com folha de pagamento, 43,65% apontam o impacto como alto e 38,57%, como médio. Já a gestão de horas extras e banco de horas aparece com 42,65% de impacto alto e 38,86% médio, entre os entrevistados para o levantamento.
Na produtividade e no desempenho operacional, 38,85% avaliam o impacto como alto e 40,53% como médio. A necessidade de novas contratações também aparece como uma questão relevante, considerando que 29,79% esperam impacto alto e 43,74%, médio.
O estudo identificou, ainda, as áreas mais afetadas. Confira quais são e os respectivos percentuais:
As pequenas e médias empresas estão entre as mais pressionadas pela possível mudança na jornada de trabalho. Segundo a pesquisa da Carreira Muller, muitas ainda não têm estruturas de Recursos Humanos preparadas para reorganizar jornadas, escalas e equipes caso a PEC 221/2019 seja aprovada.
O levantamento mostra que apenas 3,42% dessas empresas se consideram totalmente preparadas para a mudança. Outros 21,23% deram nota 4, em uma escala de 1 a 5, enquanto 50,23% se classificaram no nível intermediário, com nota 3. Já 15,52% deram nota 2 e 9,59% afirmaram não estar preparadas.
A definição de prazos também é um desafio. Entre as 486 empresas ouvidas, 43,84% ainda não sabem quando começariam a implementar mudanças. Outros 28,77% pretendem iniciar as adequações imediatamente após a aprovação da proposta e 18,64% estimam começar em até três meses. Apenas 6,16% indicaram um prazo entre três e seis meses.
Segundo Marco Schanoski, CEO da Carreira Muller, a consultoria tem recebido contatos de pequenas e médias empresas de diferentes regiões do país em busca de orientação para avaliar os efeitos da possível mudança. Para ele, as empresas terão de analisar aspectos como escalas, equipes, custos e produtividade para manter as operações.
A revisão dos turnos para otimização da jornada está entre as principais alternativas consideradas pelas empresas, citada por 37,67%. Na sequência aparecem a contratação de novos colaboradores, com 35,16%, e a saída antecipada, com 34,70%.
Os dados mostram, ainda, que entre as que estudam alterações, 32,88% avaliam redesenhar processos e 32,65% consideram automação e aumento de produtividade.
O estudo também aponta um impacto potencial de 10% sobre os custos de pessoal em empresas prestadoras de serviços terceirizados. Conforme a Carreira Muller, o cenário pode provocar risco para o equilíbrio econômico de contratos já existentes.
Em relação à preparação para as mudanças, em 56,62% das empresas a área de Recursos Humanos lidera internamente a discussão sobre a adequação à PEC.
Na avaliação da Carreira Muller, os dados evidenciam que a discussão deixou de ser uma “hipótese distante para se transformar em um problema de planejamento empresarial”, aponta a consultoria especializada.
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Baixar áudioNesta quinta-feira (17), 71 jovens brasileiros, com idades entre 18 e 24 anos, embarcam para a China para representar o país na WorldSkills Shanghai 2026, considerada a maior competição de educação profissional do mundo. O evento será realizado de 22 a 27 de setembro e reunirá mais de 1.400 competidores de 70 países, em 64 ocupações oficiais.
Preparados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), esses jovens integram a maior delegação brasileira da história da competição, com representantes em todas as 64 ocupações disputadas.
Ao todo, a comitiva brasileira é composta por 209 pessoas: 71 competidores — 62 do SENAI e nove do Senac —, 64 experts (profissionais responsáveis pela orientação técnica e pela arbitragem das provas), seis team leaders, que coordenam os grupos e os processos burocráticos, 46 intérpretes e tradutores, além de equipes de apoio técnico e comunicação.
O gerente de Soluções Educacionais do SENAI, Luiz Eduardo Leão, afirma que a delegação está preparada para representar o Brasil em Xangai.
“Investimos muito forte para que o Brasil tivesse essa representação massiva mesmo. Estamos muito motivados e esperançosos de alcançar excelentes resultados em Xangai. Eu acho que levamos uma delegação grande e que representa a grandiosidade do nosso país. É representar a indústria, o comércio, a área de serviços também. Então eu entendo que o SENAI e o SENAC vão fazer um excelente trabalho em Xangai”, destaca.
A viagem para Xangai é resultado de um longo processo seletivo, com provas baseadas em desafios semelhantes aos enfrentados no mercado de trabalho. A seleção é dividida em quatro etapas: escolar, estadual, nacional e internacional.
Cerca de 66% dos competidores são beneficiários da gratuidade regimental, que garante vagas gratuitas em cursos de educação profissional financiados pelo SENAI. Além disso, 76% vieram da rede pública de ensino e 18% são mulheres.
Segundo o SENAI, os números reforçam o papel do ensino técnico como instrumento de inclusão e de mobilidade social no Brasil.
Brasil e China são os únicos países com delegações completas, com representantes nas 64 ocupações da WorldSkills Shanghai 2026. Para o SENAI, a participação em todas as modalidades evidencia a abrangência da formação profissional brasileira e sua conexão com as demandas da indústria.
As provas da competição simulam situações reais do ambiente de trabalho e demonstram o alinhamento da formação profissional do SENAI com as ocupações do futuro, como Energia Renovável, Indústria 4.0, Cibersegurança e Robótica Móvel Autônoma.
O superintendente de Educação Profissional e Superior do SENAI, Carlos Braguini, destaca que a preparação dos competidores começou muito antes da competição.
“A presença do Brasil entre as maiores delegações reforça a força da educação profissional brasileira e o potencial desses estudantes para transformar conhecimento em oportunidades e soluções para o futuro”, afirma.
O competidor Lucas Eduardo Mortari, de Bauru (SP), foi aluno de um curso técnico do SENAI e recebeu dos professores de funilaria o convite para participar da WorldSkills. Depois de seis meses de treinamento, ele se destacou na etapa nacional e garantiu a vaga na equipe brasileira.
“A expectativa para Xangai está bem alta. Os treinamentos foram bem intensos, os simulados também foram bem intensos para a gente conseguir atingir o maior nível de perfeição dentro da nossa modalidade. Então, a nota já está bem boa e acho que o pensamento positivo é para trazer o ouro para o Brasil”, afirma.
De Minas Gerais, Gabrielle dos Santos compete na ocupação de Jardinagem e Paisagismo. Ela entrou no SENAI por meio do projeto Trilhas de Futuro, quando recebeu o convite para participar das primeiras etapas da competição.
“O processo é difícil, mas tudo vai valer a pena. Eu sempre levo isso para mim: o que é difícil é porque tem algo bom esperando no final. E hoje eu sou a primeira mulher a representar o Brasil em Jardinagem e Paisagismo. Eu já sou funcionária do sistema FIEMG, então já tenho uma trilha de carreira dentro do sistema do SENAI. Pretendo atender naquilo que a minha escola precisar e no que vier pela frente”, destaca.
De Jaboatão dos Guararapes (PE), o competidor Luiz Fernando Barbosa disputa na ocupação de Infraestrutura de Redes. Ele cursou técnico de Desenvolvimento de Sistemas integrado ao ensino médio e foi durante a formação que conheceu a WorldSkills.
“Eu sempre gostei muito da parte de tecnologia, então sempre tive essa pretensão de ir para uma área mais voltada para TI. E foi um presente muito grande, tanto ter participado da WorldSkills quanto ter vindo para a minha modalidade”, afirma.
Esta será a 48ª edição da WorldSkills. O Brasil participou de 20 edições da competição e já conquistou 130 medalhas e 187 certificados de reconhecimento.
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Baixar áudioEntre 2010 e agosto de 2026, apenas 29,3% dos R$ 38,7 bilhões prometidos pela União para ações municipais de defesa civil foram efetivamente repassados às prefeituras dentro do exercício orçamentário. Ao todo, os municípios receberam R$ 10,6 bilhões. Os dados estão no Boletim El Niño 2026/2027, elaborado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Para 2027, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê R$ 1,8 bilhão para o programa Gestão de Riscos e de Desastres. O montante é superior aos R$ 645 milhões previstos inicialmente no PLOA de 2026.
A CNM também aponta que, apesar do anúncio federal de R$ 1,3 bilhão para ações relacionadas ao El Niño 2026/2027, não foi estabelecida uma parcela específica desse valor para transferência direta aos municípios. Os recursos municipais destinados à resposta e à recuperação após desastres continuam dependendo dos mecanismos próprios da Proteção e Defesa Civil.
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O levantamento também apresenta um cenário dos impactos registrados entre 1º de julho e 31 de agosto de 2026. Conforme o estudo, mais de 4,7 milhões de pessoas em 641 Municípios foram afetadas por desastres que levaram à decretação de situação de emergência e/ou estado de calamidade pública.
Os prejuízos econômicos ultrapassaram R$ 8,2 bilhões. Desse total, R$ 6,5 bilhões correspondem a prejuízos privados, R$ 1,6 bilhão a prejuízos públicos e R$ 182,8 milhões a danos em unidades habitacionais.
A agricultura concentrou a maior parcela dos prejuízos entre os setores econômicos analisados. Os valores levantados pela CNM são:
Na divisão por regiões, o Nordeste registrou o maior volume de prejuízos, com R$ 3,9 bilhões. O Sudeste aparece em seguida, com R$ 2,2 bilhões. O Sul vem na sequência, com R$ 1,2 bilhão. Centro-Oeste e Norte registraram R$ 176 milhões e R$ 772,8 milhões, respectivamente.
O El Niño está se intensificando. Em julho, as temperaturas da superfície do Oceano Pacífico Equatorial ficaram acima da média, indicando o fortalecimento do fenômeno. De acordo como estudo, há mais de 90% de chance de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027.
Segundo a NOAA, o El Niño deve continuar ganhando força até o fim de 2026, com 69% de probabilidade de que, entre outubro e dezembro de 2026, supere eventos registrados desde 1950.
Quanto maior a intensidade do El Niño, maior a possibilidade de ocorrência dos impactos associados ao fenômeno. Esses efeitos, no entanto, podem variar de acordo com cada região.
Copiar o textoConfira lista dos 24 municípios que estão com bloqueio nos recursos
Baixar áudioOs municípios brasileiros recebem, nesta sexta-feira (18), R$ 2,8 bilhões referentes ao segundo decêndio de setembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). No ano passado, a trasnferência do mesmo período totalizou R$ 1,5 bilhão.
O especialista em orçamento público Cesar Lima ressalta que, por ser uma parcela intermediária, o segundo decêndio costuma ter valores menores. Neste mês, porém, o repasse está muito acima do registrado no mesmo período de 2025.
Segundo ele, o resultado é influenciado principalmente pela base de comparação, já que 2025 teve um desempenho considerado atípico e negativo para o FPM, e pelo aumento do preço do petróleo, que contribuiu para elevar a arrecadação federal.
“Temos alguns fatores que podem explicar essa diferenciação. Primeiro, o ano passado foi um ano bem atípico, com um péssimo resultado para o FPM, o que levou até a algumas medidas legislativas para compensação desse resultado tão ruim quanto foi ano passado. E um outro [fator] é a alta do preço do petróleo, que tem aumentado a arrecadação do governo federal, com um impacto direto no imposto de renda das pessoas jurídicas desse segmento”, destaca.
Na avaliação dele, os repasses têm mantido uma trajetória de crescimento ao longo de 2026. “Até o momento, temos um bom resultado para este ano, que vem se confirmando novamente com esse decêndio”, completa Lima.
O FPM é composto por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão dos recursos entre os municípios acompanha coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados especialmente baseados na população de cada cidade, conforme dados oficiais.
São Paulo concentra o maior volume de recursos neste primeiro decêndio de julho, com quase R$ 352,6 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Itu, Cotia e Taubaté, cada um com valores superiores a R$ 1,5 milhão.
Na sequência aparece Minas Gerais, com mais de R$ 350,7 milhões. No estado, Governador Valadares, Juiz de Fora e Pouso Alegre estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 1,6 milhão.
Até o dia 15 de setembro de 2026, 24 municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista:
Riachão do Jacuípe (BA)
De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diversas razões, como a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a ausência de envio de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).
A suspensão dos repasses é temporária e, depois da regularização da pendência pelo município, a transferência dos recursos é restabelecida. O dinheiro do FPM costuma ser aplicado no financiamento de áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios são realizados a cada dez dias. Nos meses em que a data prevista coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91
Baixar áudioO dólar comercial fechou o pregão desta quarta-feira (16) estável, cotado a R$ 5,15. Mais cedo, por volta das 10h05, a moeda norte-americana cedia 0,55%, negociada a R$ 5,07 no mercado à vista, em movimento de ajuste puxado pelo alívio momentâneo dos investidores globais.
O Banco Central dos Estados Unidos Federal Reserve (Fed) elevou a taxa básica de juros do país em 0,25%, fixando o intervalo entre 3,75% e 4% ao ano. Trata-se do primeiro aperto monetário desde julho de 2023, aprovado por unanimidade pelos doze membros do comitê.
Na nota oficial, os dirigentes destacaram que, apesar das tensões geopolíticas, o consumo das famílias continua aquecido, acompanhado por ganhos consistentes de produtividade e ritmo sólido nos investimentos corporativos.
A autoridade monetária reforçou o compromisso com a estabilidade de preços, afirmando que o ajuste busca acelerar o retorno da inflação à meta de 2%.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 100,26 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1940 | 0,1692 | 0,1450 | 30,3428 | 0,1602 | 0,2715 | 0,2737 |
| USD | 5,1541 | 1 | 0,8724 | 0,7476 | 156,40 | 0,8260 | 1,3992 | 1,4113 |
| EUR | 5,9100 | 1,1463 | 1 | 0,8570 | 179,27 | 0,9468 | 1,6038 | 1,6178 |
| GBP | 6,8960 | 1,3377 | 1,1669 | 1 | 209,20 | 1,1048 | 1,8716 | 1,8878 |
| JPY | 0,0330 | 0,0064 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5281 | 0,0089 | 0,0090 |
| CHF | 6,2406 | 1,2108 | 1,0563 | 0,9051 | 189,36 | 1 | 1,6942 | 1,7088 |
| CAD | 3,6836 | 0,7147 | 0,6235 | 0,5343 | 111,78 | 0,5903 | 1 | 1,0086 |
| AUD | 3,6538 | 0,7086 | 0,6181 | 0,5297 | 110,81 | 0,5852 | 0,9914 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO bilhete 047125 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6101, sorteada em 16/09/2026.
Resultado corrigido às 20:24 conforme a apuração oficial da Caixa. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 047125 | CHAMA DA SORTE | VARGINHA/MG | R$ 500.000,00 |
| 2º | 003456 | MEGA MANIA | NITEROI/RJ | R$ 35.000,00 |
| 3º | 011411 | PIMENTEL LOTERIAS | BRAGANCA PAULISTA/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 029144 | RIO DE CONTAS LOTERIAS | IPIAU/BA | R$ 25.000,00 |
| 5º | 026469 | DESTERRO LOTERIAS | FLORIANOPOLIS/SC | R$ 20.363,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6101, divulgado nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2026, premiou apostadores de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, da Bahia e de Santa Catarina. O sorteio foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo/SP. O bilhete vendido na Chama da Sorte, em Varginha/MG, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Mega Mania, em Niterói/RJ, enquanto a aposta feita na Pimentel Loterias, em Bragança Paulista/SP, faturou R$ 30.000,00.
Entre os demais sortudos, o quarto prêmio, de R$ 25.000,00, saiu para o bilhete da Rio de Contas Loterias, em Ipiaú/BA, e o quinto prêmio, de R$ 20.363,00, saiu para o bilhete da Desterro Loterias, em Florianópolis/SC. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Assista ao sorteio da Loteria Federal 6101 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6100.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 29.401.192.254, em meio a 3.768.496 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da B3, fechou o pregão desta quarta-feira (16) aos 185.394 pontos, registrando uma queda de 0,59%. O recuo acelerou o ritmo de perdas cerca de uma hora após a confirmação da alta na taxa de juros dos Estados Unidos.
Por volta das 16h, o indicador já registrava recuo de 0,79%, cotado aos 185.030 pontos, pressionado pela cautela dos investidores globais diante do aperto monetário norte-americano.
O movimento negativo refletiu o desempenho das bolsas de Nova York, que também viraram para o vermelho no período da tarde, com o Dow Jones cedendo 1,00% (aos 51.564 pontos) e o S&P 500 recuando 0,30% (aos 7.561 pontos).
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.401.192.254, em meio a 3.768.496 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoCuritiba e Florianópolis começam o dia com neblina; Porto Alegre também
Baixar áudioO Sul do Brasil tem quinta-feira (17) com um começo de dia bastante característico do inverno tardio: nevoeiro pela manhã nas três capitais da região, um fenômeno comum nesta época do ano devido à combinação de ar frio e umidade elevada.
Curitiba (PR) amanhece com poucas nuvens e neblina, evoluindo para tempo mais aberto tanto à tarde quanto à noite, quando o céu fica com poucas nuvens e os ventos ganham rajadas; a mínima na capital paranaense é a mais baixa entre as três capitais do Sul, com 10°C, e a máxima chega a 17°C.
Florianópolis (SC) segue um padrão bastante parecido, com nevoeiro logo pela manhã e melhora significativa ao longo do dia, fechando com poucas nuvens tanto à tarde quanto à noite, também com rajadas de vento durante a tarde; a máxima na capital catarinense chega a 20°C, a mais alta entre as capitais do Sul neste dia.
Porto Alegre (RS) também amanhece com neblina, mas o tempo abre rapidamente, com poucas nuvens predominando durante toda a tarde e a noite, e ventos ganhando rajadas nesses dois períodos; a mínima na capital gaúcha empata com a de Curitiba, em 10°C, e a máxima sobe para 21°C.
Os ventos na região variam entre fracos e moderados ao longo do dia, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais do Sul, mas sem qualquer previsão de chuva significativa em nenhuma delas. Um dia que marca uma transição clara para um padrão de tempo mais estável em toda a região, segundo indicam os dados mais recentes do INMET.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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