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Baixar áudioO Hemocentro de Goiás recebeu, nesta quarta-feira (11), o Selo ONA 3 – uma certificação de qualidade concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O banco de sangue público é o primeiro do Brasil a obter a certificação de excelência, que contempla instituições de saúde que alcançam uma série de padrões em relação à atuação e gestão.
Entre os padrões considerados para conceder o Selo ONA a instituições de saúde estão:
Presente ao evento, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, celebrou a conquista pioneira do hemocentro goiano. Segundo ele, a atuação da unidade é referência em todos os serviços e no atendimento prestado à sociedade.
“O acolhimento às pessoas, o atendimento na nossa transfusão, em todos os derivados, o hemocentro é uma referência em tudo. É um agrupamento de critérios que o ONA avalia para dar esse nível de reconhecimento. Muito bem estampado ali, o ONA 3. Goiás é mais uma vez primeiro lugar no Brasil”, destacou Caiado.
Na avaliação do governador, a certificação reconhece o esforço da atual gestão em reestruturar a rede desde 2019. Nos últimos anos, o Hemocentro de Goiás passou por avaliações criteriosas que analisaram desde a assistência prestada até os resultados alcançados, além da governança dos processos internos.
A diretora executiva do Instituto Brasileiro de Excelência em Saúde (IBES), instituição acreditadora da metodologia ONA, Vivíam Giudíce, entregou o selo ONA 3 e elogiou o sistema goiano.
"Essa certificação representa não só a qualidade e segurança do paciente, mas a eficiência dos processos de gestão, a inovação e a tecnologia empregada para que ciclos de melhoria sejam implementados e gerem cada vez mais resultados para o hemocentro e para a saúde pública aqui de Goiânia”, disse Giudíce.
O secretário de Estado da Saúde, Rasível dos Santos, também esteve no evento e destacou o trabalho das unidades de saúde regionais que focam na centralidade do paciente e na oferta de qualidade no serviço prestado.
“Nós temos 17 unidades de saúde, dos nossos 25 hospitais, que são acreditados. Isso significa que a gente tem padrões de cuidado, processos bem desenhados, seguros, colocando foco no paciente e uma questão com compromisso inadiável, com a melhoria contínua. Então temos esse compromisso pela melhoria contínua, o foco no paciente, a centralidade do paciente e a segurança e a qualidade como elementos intrínsecos da prática assistencial”, pontuou Rasível.
Além da entrega da certificação, o dia foi marcado pela exposição de resultados de uma pesquisa sobre a percepção dos usuários em relação aos serviços prestados pela Rede Hemo. Os dados apontam 95,17% de satisfação.
Em relação ao serviço ambulatorial, que reúne as consultas aos pacientes com hemofilias, coagulopatias e hemoglobinopatias, houve aprovação de 91,05%.
Já a avaliação do atendimento no Ciclo do Doador registrou aumento em relação ao último estudo – subindo de 96,23% para 96,86%.
O levantamento foi realizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e ouviu 478 pessoas nas nove unidades da Rede Hemo em novembro de 2025.
O Hemocentro de Goiás fica localizado em Goiânia e integra a Rede Estadual de Serviços Hemoterápicos (Rede Hemo). Entre 2019 e 2021, a unidade passou por reforma, o que triplicou sua área. O investimento foi de R$ 9,3 milhões.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quinta-feira (12), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de fevereiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioAs exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% na comparação entre 2025 e 2024, com resultado de US$ 448,1 milhões. Levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostra que os feijões secos lideraram a pauta exportadora, ao responderem por mais de 98% do valor total no ano. Na sequência, destacaram-se as ervilhas preparadas ou conservadas, com US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil.
O comparativo da safra 2025/26 reafirma o feijão como a principal pulse produzida no Brasil, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A empresa estima que a produção total deve superar 3 milhões de toneladas, alta de 0,5% em relação à colheita anterior. O resultado indica estabilidade, mas com leve tendência de crescimento na oferta nacional.
Ao destacar a relevância nutricional das pulses e a presença diária na mesa dos brasileiros, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ressaltou as medidas de apoio aos produtores rurais para ampliar a oferta desses alimentos. “Trabalhamos para incentivar cada vez mais a produção desses alimentos por meio de políticas e incentivos aos produtores rurais”, disse.
Segundo a Pasta, para serem habilitados à exportação, os estabelecimentos que atuam na cadeia de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico destinados ao consumo humano devem:
Em protocolos específicos, o Mapa fiscaliza o cumprimento das exigências sanitárias dos países de destino. A atuação é realizada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), que acompanha inspeções e certificações de produtos vegetais destinados à exportação.
A SDA também executa ações de fiscalização em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com a coleta de amostras para classificação fiscal, a fim de verificar a conformidade dos produtos com os padrões oficiais. Dados do ministério apontam que os feijões são os produtos mais inspecionados, com destaque para o feijão-de-corda e o feijão-comum.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (IBRAFE), pulses são leguminosas secas comestíveis, ricas em proteínas, fibras, vitaminas e aminoácidos, como:
O termo vem do latim puls, que significa “sopa grossa”, em referência ao caldo espesso produzido quando esses grãos são cozidos. O IBRAFE foi pioneiro na adoção da palavra no Brasil.
Em 2016, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial das Pulses, celebrado em 10 de fevereiro, para incentivar a produção e o consumo desses alimentos essenciais para a nutrição e a segurança alimentar global.
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Baixar áudioMais de R$ 2,9 bilhões em prejuízos já foram contabilizados em razão da seca e da estiagem que atingem dezenas de municípios do Nordeste desde dezembro. No período, a região registrou 204 decretos de situação de emergência, com impactos principalmente sobre propriedades rurais, produção agropecuária, abastecimento de água e serviços essenciais.
De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de 2,2 milhões de nordestinos foram afetados pela crise hídrica. Do total estimado em perdas, R$ 2,2 bilhões recaem sobre o setor privado, incluindo agricultura, pecuária, indústria e comércio local.
Outros R$ 682,8 milhões estão relacionados a prejuízos no abastecimento de água potável. Já os serviços essenciais, como assistência médica e ações emergenciais, a exemplo da contratação de carros-pipa, somam cerca de R$ 100 milhões em danos.
Diante do cenário, a CNM se solidarizou com os municípios atingidos e reforçou que, conforme a Lei 12.608/2012, que institui o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), cabe à União e aos estados apoiar os entes municipais em ações de socorro, assistência humanitária, prevenção, recuperação e reconstrução em casos de desastres naturais.
A entidade orienta que os gestores acionem as defesas civis estaduais e federais, decretem situação de emergência e realizem a avaliação de danos. Também recomenda o registro das informações no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), com envio de plano de trabalho para viabilizar o reconhecimento federal e a liberação de recursos para medidas como distribuição de água, cestas básicas e inclusão na Operação Carro-Pipa.
Apesar da previsão de atuação articulada entre os entes federativos, a CNM destaca que os municípios enfrentam dificuldades práticas, como escassez de apoio técnico e financeiro para mapeamento de áreas de risco e elaboração de alertas antecipados, etapas fundamentais para os Planos de Contingência.
Como resposta, a Confederação lidera a criação do Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres (Conclima). A iniciativa pretende fortalecer a atuação municipal na prevenção e resposta a desastres, além de apoiar a adaptação às mudanças climáticas, com suporte técnico para elaboração de planos e projetos voltados à captação de recursos e à promoção da sustentabilidade e resiliência local.
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Baixar áudioA Advocacia Geral da União (AGU) lançou, no fim de janeiro, o Programa Pactua Mais, que traz condições mais flexíveis de pagamento para devedores de créditos não tributários da União. A partir de agora, o desconto máximo deixa de ser de 10% e passa a 50%, sendo concedido até em casos de parcelamentos em prazos mais longos, de até 60 vezes, caso haja o pagamento de uma entrada.
O programa é uma iniciativa da Procuradoria Geral da União (PGU), braço operacional da AGU. Segundo o advogado-geral da União, Jorge Messias, o Pactua Mais vai reduzir a judicialização e aumentar a arrecadação em casos de devedores. “O programa expressa uma nova metodologia para negociar acordos com devedores. Estamos oferecendo mais opções para que os devedores da União quitem suas dívidas, com descontos e parcelamentos”, explica.
O programa prevê descontos regressivos de acordo com o saldo devedor. Para pagamentos à vista, uma primeira faixa prevê a oferta de descontos de até 50% para dívidas de até R$ 20 mil, seguido de uma faixa de R$ 20 mil a R$ 60 mil com percentual máximo de 35%, outra entre R$ 60 mil e R$ 100 mil com percentual máximo de 30% e uma última, acima de R$100 mil, que pode ser descontada em até 25%.
Há, também, previsão de descontos para pagamentos parcelados. Em casos de negociações sem entrada, o parcelamento máximo é de 24 vezes, com desconto de até 20%. Em casos de negociações que envolvam uma entrada mínima de 20%, o parcelamento pode ser feito em até 60 vezes, com descontos relativos — 25% (duas a 12 parcelas); 20% (13 a 24 parcelas); 10% (25 a 36 parcelas); e 5% (37 a 60 parcelas).
Dentre as faixas, tanto de pagamentos à vista quanto parcelados, a PGU não deu detalhes sobre os possíveis fatores que definirão as taxas exatas de desconto de cada pagamento, dado que as faixas de desconto foram definidas como sendo de “até X%”.
O Pactua Mais também permite que acordos mais simples sejam resolvidos pelo sistema automatizado da AGU, o que dispensa a aprovação prévia por advogados e possibilita a revisão de taxas de juros. As negociações são individuais, contemplam pessoas jurídica e física e devem ser solicitadas pelos devedores nas unidades estaduais da PGU.
Em 2025, pelas regras antigas, a PGU celebrou mais de 1,8 mil acordos para pagamento voluntário de dívidas — a maioria referente a condenações no Tribunal de Contas da União (TCU) por mau uso de verbas federais. Outra parte expressiva dos créditos provém de processos da Justiça Eleitoral. Os acordos arrecadaram R$ 263 milhões. Com o Pactua Mais, a expectativa é de aumento em torno de 20%, que representaria um montante de R$ 315 milhões.
A procuradora-geral da União, Clarice Calixto, explica que esse tipo de solução extrajudicial costuma ser procurada pelos devedores quando há bloqueio de bens ou negativação em cadastros de crédito. Ela reforça a aposta do programa na desjudicialização. “Com os novos descontos e opções de parcelamento, espera-se que mais pessoas busquem regularizar suas dívidas. Ao aumentar o número de pagamentos voluntários, a demanda nas varas judiciais deve diminuir, já que esses acordos podem suspender e até encerrar ações de execução”, destaca.
Com dados da AGU.
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Baixar áudioA nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR), que entrou em vigor em 2026, beneficia contribuintes com rendimentos de até R$ 5 mil mensais. A medida também prevê redução gradual do imposto para rendas de até R$ 7.350. Contudo, ainda não há definição sobre como o ajuste não comprometerá as finanças municipais.
A preocupação é manifestada por entidades como a Confederaçãco Nacional de Municípios (CNM), que estima perdas anuais de pelo menos R$ 5,1 bilhões para os entes locais, caso não haja compensação.
Segundo a CNM, a isenção impacta os municípios por dois canais. O primeiro é a redução imediata do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), estimada em R$ 4,6 bilhões, com possibilidade de compensação parcial ou integral por meio da tributação mínima do IR. O segundo refere-se à perda de arrecadação própria, estimada em R$ 5,1 bilhões. Diferentemente do FPM, essa perda não deverá ser integralmente compensada pela nova tributação.
A Federação Goiana de Municípios (FGM) também demonstrou preocupação. De acordo com a entidade, sem uma compensação eficiente, apenas em Goiás a perda anual pode chegar a aproximadamente R$ 387,7 milhões, sendo R$ 153,5 milhões referentes à arrecadação própria e R$ 234,2 milhões decorrentes da redução dos repasses do FPM.
“A medida, embora traga alívio para milhões de trabalhadores, deve gerar impactos expressivos nas finanças locais, reduzindo significativamente as receitas municipais. Esse impacto tende a agravar o cenário fiscal dos municípios, que já enfrentam limitações orçamentárias para manter serviços básicos. Sem compensações adequadas, os efeitos da renúncia fiscal poderão comprometer políticas públicas essenciais”, afirma a FGM.
Para mitigar a perda de arrecadação, o governo retomou a tributação sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, a alíquota será de 10% sobre valores que ultrapassarem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil anuais — por empresa. Para beneficiários domiciliados no exterior, a mesma alíquota incidirá sobre os dividendos pagos ou remetidos, independentemente do valor.
O especialista em orçamento público Cesar Lima considera a preocupação legítima, pois não há indícios concretos de que as perdas serão integralmente compensadas, sobretudo no caso do FPM.
“Não existe na legislação atual um mecanismo que obrigue a União a fazer uma complementação direta no FPM para cobrir perdas decorrentes de mudanças em alíquotas ou faixas de isenção. Também não há comprovação de que a tributação adicional de 10% sobre rendas acima de R$ 50 mil mensais será suficiente, especialmente considerando a possibilidade de planejamento tributário para reduzir essa incidência”, afirma.
O tema também é debatido no Congresso Nacional. O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) afirma que, além das alterações no IR, a reforma tributária deixou lacunas quanto aos recursos destinados aos municípios.
“Havia um acordo com o ministro da Fazenda para que, após a votação da reforma tributária, fosse encaminhado um projeto de lei tratando da questão dos fundos. A informação é que isso virá do Imposto Seletivo. No entanto, quando discutimos e aprovamos a reforma, o Imposto Seletivo não tinha função arrecadatória relevante. É preciso esclarecer como o governo pretende repor e garantir o financiamento desses fundos”, afirma.
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Atualmente, o FPM é composto por 22,5% da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Conforme a reforma tributária, o IPI sofrerá alterações significativas.
“A questão do IPI ainda é uma grande incógnita. O ano de 2026 será um período de teste para avaliar quanto o IBS e a CBS arrecadarão e se será possível projetar o impacto da redução do IPI sobre os municípios e o FPM”, avalia Cesar Lima.
O especialista acrescenta que ainda é incerto se o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais criado pela reforma tributária garantirá a manutenção dos recursos municipais, uma vez que depende de regulamentação para produzir efeitos concretos.
A partir de 2027, o IPI terá alíquota reduzida a zero para quase todos os produtos, permanecendo apenas para itens que concorram com a Zona Franca de Manaus (ZFM), com o objetivo de preservar sua competitividade.
Copiar o textoO preço do suíno vivo está estável no RS; o frango resfriado e o congelado apresentam alta
Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quinta-feira (12) em alta de 1,36%. A arroba é negociada a R$ 341,90, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 341,90 | 1,36% | 4,59% | 65,93 |
| 10/02/2026 | 337,30 | 0,03% | 3,18% | 64,85 |
| 09/02/2026 | 337,20 | 0,07% | 3,15% | 65,00 |
| 06/02/2026 | 336,95 | 0,24% | 3,07% | 64,55 |
| 05/02/2026 | 336,15 | 0,87% | 2,83% | 63,99 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 2,69%, enquanto os do frango resfriado apresentaram valorização de 2,24%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,26, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,29.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 7,26 | 2,69% | 3,86% |
| 10/02/2026 | 7,07 | 1,43% | 1,14% |
| 09/02/2026 | 6,97 | 0,00% | -0,29% |
| 06/02/2026 | 6,97 | 0,14% | -0,29% |
| 05/02/2026 | 6,96 | 0,00% | -0,43% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 7,29 | 2,24% | 3,40% |
| 10/02/2026 | 7,13 | 1,42% | 1,13% |
| 09/02/2026 | 7,03 | 0,00% | -0,28% |
| 06/02/2026 | 7,03 | 0,14% | -0,28% |
| 05/02/2026 | 7,02 | 0,00% | -0,43% |
A carcaça suína especial também volta a apontar queda de 2,76% no preço, sendo negociada a R$ 10,21 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 10,21 | -2,76% | -8,27% |
| 10/02/2026 | 10,50 | -0,10% | -5,66% |
| 09/02/2026 | 10,51 | -0,28% | -5,57% |
| 06/02/2026 | 10,54 | -1,40% | -5,30% |
| 05/02/2026 | 10,69 | -1,11% | -3,95% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade no Rio Grande do Sul e desvalorização de 0,15% em Minas Gerais e no Paraná, de 0,30% em Santa Catarina e de 0,14% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,59 e R$ 6,81.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | MG - posto | 6,78 | -0,15% | -4,24% |
| 11/02/2026 | PR - a retirar | 6,66 | -0,15% | -1,91% |
| 11/02/2026 | RS - a retirar | 6,81 | 0,00% | 0,74% |
| 11/02/2026 | SC - a retirar | 6,59 | -0,30% | -1,79% |
| 11/02/2026 | SP - posto | 6,96 | -0,14% | -1,83% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (12) em alta de 0,12%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.863,80 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.863,80 | 0,12% | -11,02% | 359,39 |
| 10/02/2026 | 1.861,64 | -0,00% | -11,12% | 357,94 |
| 09/02/2026 | 1.861,69 | -1,22% | -11,12% | 358,85 |
| 06/02/2026 | 1.884,66 | -1,65% | -10,02% | 361,05 |
| 05/02/2026 | 1.916,31 | -0,79% | -8,51% | 364,80 |
O café robusta teve baixa de 1,02% no preço, sendo comercializado a R$ 1.058,11.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.058,11 | -1,02% | -12,70% | 204,03 |
| 10/02/2026 | 1.069,05 | 0,52% | -11,80% | 205,55 |
| 09/02/2026 | 1.063,50 | -0,49% | -12,25% | 204,99 |
| 06/02/2026 | 1.068,70 | -0,43% | -11,82% | 204,73 |
| 05/02/2026 | 1.073,36 | -0,53% | -11,44% | 204,33 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,95% e é cotada a R$ 99,67.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 99,67 | -1,95% | -4,98% | 19,22 |
| 10/02/2026 | 101,65 | 1,55% | -3,09% | 19,54 |
| 09/02/2026 | 100,10 | -0,53% | -4,57% | 19,29 |
| 06/02/2026 | 100,63 | -1,11% | -4,06% | 19,28 |
| 05/02/2026 | 101,76 | -1,03% | -2,98% | 19,37 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 1,35%, sendo negociada a R$ 103,48 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 103,48 | -1,35% | -3,55% | 19,96 |
| 10/02/2026 | 104,90 | -1,49% | -2,23% | 20,16 |
| 09/02/2026 | 106,49 | -0,53% | -0,75% | 20,50 |
| 06/02/2026 | 107,06 | -0,58% | -0,21% | 20,45 |
| 05/02/2026 | 107,68 | -0,66% | 0,36% | 20,48 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,21, após alta de 0,22%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 67,21 | 0,22% | 1,68% | 12,96 |
| 10/02/2026 | 67,06 | -0,04% | 1,45% | 12,89 |
| 09/02/2026 | 67,09 | 0,46% | 1,50% | 12,93 |
| 06/02/2026 | 66,78 | 0,44% | 1,03% | 12,79 |
| 05/02/2026 | 66,49 | 0,08% | 0,59% | 12,66 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quinta-feira (12) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,20% e é negociado a R$ 119,46; na segunda, a mercadoria teve valorização de 1,18% e é cotada a R$ 126,95.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 119,46 | 0,20% | 0,08% | 23,04 |
| 10/02/2026 | 119,22 | -0,07% | -0,12% | 22,92 |
| 09/02/2026 | 119,30 | -1,29% | -0,05% | 22,99 |
| 06/02/2026 | 120,86 | 0,84% | 1,26% | 23,15 |
| 05/02/2026 | 119,85 | 0,98% | 0,41% | 22,82 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 126,95 | 1,18% | 1,63% | 24,48 |
| 10/02/2026 | 125,47 | 0,59% | 0,45% | 24,12 |
| 09/02/2026 | 124,73 | -1,34% | -0,14% | 24,04 |
| 06/02/2026 | 126,43 | 0,65% | 1,22% | 24,22 |
| 05/02/2026 | 125,61 | 1,02% | 0,56% | 23,91 |
O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,16% no Paraná e valorização de 0,05% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.166,91, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.066,54.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.166,91 | -0,16% | -0,52% | 225,01 |
| 10/02/2026 | 1.168,75 | 0,20% | -0,36% | 224,72 |
| 09/02/2026 | 1.166,42 | -0,41% | -0,56% | 224,83 |
| 06/02/2026 | 1.171,18 | -0,29% | -0,15% | 224,36 |
| 05/02/2026 | 1.174,56 | -0,17% | 0,13% | 223,60 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 11/02/2026 | 1.066,54 | 0,05% | 0,75% | 205,66 |
| 10/02/2026 | 1.066,05 | 0,00% | 0,70% | 204,97 |
| 09/02/2026 | 1.066,05 | -0,04% | 0,70% | 205,48 |
| 06/02/2026 | 1.066,46 | -0,32% | 0,74% | 204,30 |
| 05/02/2026 | 1.069,92 | 1,23% | 1,07% | 203,68 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 2,03%, aos 189.699 pontos, novo valor nominal recorde para o fechamento, após renovar a máxima histórica intradia aos 190.047 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela continuidade do fluxo de capital estrangeiro para países emergentes, pelas falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelos resultados da pesquisa eleitoral da Genial/Quaest.
No exterior, os principais índices das Bolsas de Nova York fecharam em tom misto após a divulgação do Payroll, o principal dado do mercado de trabalho dos EUA. O resultado indicou a criação de 130 mil vagas de emprego em janeiro, acima do esperado pelo mercado, enquanto a taxa de desemprego caiu a 4,3%. Segundo a agência Reuters, o cenário fez com que as apostas pela manutenção da taxa de juros na próxima reunião do FOMC — o Copom do país — subissem para 95% na manhã desta quarta-feira (11).
De acordo com analistas do setor, o ambiente externo segue favorável aos países emergentes, com a continuidade de um relevante fluxo de capitais em direção a ativos de maior retorno — movimento que segue beneficiando o Brasil devido ao diferencial de juros da Selic, mesmo com o Payroll mais forte nos EUA.
No cenário doméstico, o desempenho do Ibovespa foi empurrado pela continuidade de fluxo de capital estrangeiro para países emergentes, o que também favoreceu o desempenho dos “pesos pesados”. As ações da Petrobras, assim como as da Vale, fecharam em alta de mais de 3%, na contramão do petróleo e da estabilidade do minério de ferro.
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, reforçou, em discurso na manhã desta quarta (11), a intenção da autarquia de iniciar o afrouxamento monetário em março, e explicou que a decisão de esperar os 45 dias teve o objetivo claro de reunir mais confiança antes de iniciar o ciclo de cortes. A aposta majoritária do mercado é a de um corte inicial de 0,50% na Selic em março, na próxima reunião do Copom.
Outro fator que influenciou o índice durante a sessão foi a divulgação da pesquisa Genial/Quaest, a primeira rodada sem a inclusão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O resultado mostrou a manutenção da liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ante o senador Flávio Bolsonaro em todos os sete cenários abordados, tanto em primeiro quanto em segundo turno. O petista mantém vantagem de 4 a 8 pontos, a depender do cenário.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Suzano S.A. (SUZB3): +13,32%
MPM Corporeos SA (ESPA3): +12,50%
Ações em queda no Ibovespa
Agrogalaxy Participacoes SA (AGXY3): -8,49%
Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): -8,16%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 38.569.041.343, em meio a 4.786.215 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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