VoltarO sorteio da Lotofácil concurso 3709 acontece nesta sexta-feira, 12 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Copiar o textoInstabilidades e frente fria mantém o tempo chuvoso nos três estados da Região Sul neste sábado (13)
Baixar áudioA previsão do tempo para sábado (13) é de neblina em toda a Região Sul do Brasil, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A atuação de áreas de instabilidade associada à passagem de frentes frias mantém o tempo instável nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ao longo do dia.
Nas capitais da região, a previsão indica poucas nuvens com formação de nevoeiro durante parte do dia. Em Porto Alegre, a temperatura varia com mínima de 12°C e máxima de 18°C. Florianópolis registra mínima de 16°C e máxima de 21°C. Já Curitiba tem mínima de 10°C e máxima de 18°C, com condições favoráveis à formação de neblina.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para sábado (13) é de predomínio de tempo nublado em boa parte da Região Centro-Oeste, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As condições atmosféricas seguem características do período seco, favorecendo chuva na maior parte dos estados da região.
No Distrito Federal, a temperatura varia com mínima de 13°C e máxima de 26°C. Em Brasília, o céu deve permanecer com muitas nuvens, acompanhado de pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Em Goiânia, os termômetros devem marcar mínima de 16°C e máxima de 26°C, com previsão semelhante de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande registra temperaturas com mínima de 19°C e máxima de 28°C. A capital sul-mato-grossense também deve ter muitas nuvens, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já em Mato Grosso, Cuiabá terá mínima de 23°C e máxima de 32°C, sob muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
De acordo com o INMET, as precipitações previstas para a Região Centro-Oeste devem ocorrer de forma pontual e com baixos acumulados. As condições mais favoráveis para chuva concentram-se no noroeste de Mato Grosso, na região centro-sul de Mato Grosso do Sul, em Goiás e no Distrito Federal.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o textoFrente fria avança pelo Sudeste e provoca chuva em áreas de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro
Baixar áudioA previsão do tempo para sábado (13) é de céu nublado com pancadas de chuva em grande parte da Região Sudeste, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A atuação de uma frente fria sobre a região favorece a formação de áreas de instabilidade, principalmente em São Paulo, no sul de Minas Gerais e no estado do Rio de Janeiro.
Na capital paulista, os termômetros variam com mínima de 11°C e máxima de 24°C, com previsão de céu nublado e pancadas de chuva. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 15°C e a máxima de 25°C, com tempo nublado e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. Já no Rio de Janeiro, a temperatura varia com mínima de 16°C e máxima de 26°C, também com previsão de céu nublado e pancadas de chuva. Em Vitória, os termômetros devem marcar mínima de 18°C e máxima de 30°C, com tempo nublado, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
De acordo com o INMET, as demais áreas da Região Sudeste devem registrar tempo mais estável, com menor probabilidade de chuva. No entanto, permanece em vigor um aviso de perigo potencial para tempestades em diversas localidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O alerta prevê volumes de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50mm/dia, além de ventos intensos, com velocidades entre 40 e 60 km/h, e possibilidade de queda de granizo.
Entre as áreas sob alerta estão a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Sul e Sudoeste de Minas, Região Metropolitana de Belo Horizonte, Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Norte Fluminense, além de diversas regiões do Espírito Santo. A recomendação é que a população acompanhe as atualizações dos órgãos oficiais de meteorologia e defesa civil.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoInstabilidades seguem predominando em grande parte da Região Norte
Baixar áudioA previsão do tempo para sábado (13) é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte da Região Norte do país, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As condições atmosféricas favorecem a manutenção das instabilidades, especialmente sobre áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará, onde são esperados os maiores volumes de chuva.
De acordo com o INMET, os maiores acumulados de precipitação da semana devem se concentrar entre o Amazonas, Roraima, Amapá e o centro-norte do Pará. Em algumas localidades, os volumes podem ultrapassar 150 mm ao longo da semana, especialmente no noroeste paraense e no norte amapaense. No Amazonas e em Roraima, há previsão de acumulados próximos de 100 mm em áreas isoladas. No Acre, Rondônia e centro-norte do Pará, as chuvas tendem a ocorrer de forma mais irregular, com volumes de até 40 mm. No Tocantins, o tempo segue estável durante o período.
Em Rio Branco, no Acre, os termômetros devem variar entre mínima de 23°C e máxima de 32°C, com previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Macapá, a mínima é de 24°C e a máxima de 32°C, com céu nublado e ocorrência de pancadas de chuva. Em Manaus, a temperatura varia entre mínima de 23°C e máxima de 31°C, também sob condições de céu nublado e chuva acompanhada de trovoadas isoladas.
Na capital paraense, Belém, os termômetros devem marcar mínima de 24°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva. Em Porto Velho, Rondônia, a mínima é de 24°C e a máxima de 30°C, com chuva em pontos isolados. Já em Boa Vista, Roraima, as temperaturas ficam com mínima de 25°C e máxima de 31°C, com tempo nublado e pancadas de chuva ao longo do dia.
Palmas, no Tocantins, apresenta cenário diferente das demais capitais da região. A previsão indica muitas nuvens, mas sem expectativa de volumes significativos de chuva. As temperaturas devem variar com mínima de 20°C e máxima de 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para sexta-feira (13) é de muitas nuvens e chuva em grande parte da faixa litorânea da Região Nordeste, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As condições atmosféricas favorecem a ocorrência de precipitações ao longo de toda a costa da região, com registros de chuva isolada em diversas capitais. Nas demais áreas do Nordeste, predomínio de tempo ensolarado.
Em São Luís, a temperatura varia entre mínima de 25°C e máxima de 33°C, com previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Teresina, os termômetros devem marcar mínima de 25°C e máxima de 36°C, sob predomínio de muitas nuvens. Fortaleza terá temperaturas com mínima de 24°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens e chuva isolada. Em Natal, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 30°C, também com possibilidade de chuva isolada.
João Pessoa deve registrar temperaturas com mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e chuva isolada. Em Recife, a mínima será de 23°C e a máxima de 29°C, com possibilidade de chuva isolada. Maceió terá variação com a mínima de 23°C e máxima de 31°C, enquanto Aracaju registra mínima de 24°C e máxima de 29°C, ambas com muitas nuvens e possibilidade de chuva. Já em Salvador, os termômetros devem oscilar com mínima de 21°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
Segundo o INMET, a previsão aponta condições favoráveis para chuva ao longo de toda a faixa litorânea nordestina. No litoral da Bahia, a tendência é de ocorrência de chuva isolada durante todo o período. No interior da Bahia, as temperaturas mínimas podem chegar a até 16°C na região da Chapada da Diamantina.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult) alcançou a marca de 300 mil inscrições em cursos de formação desde sua criação. Há dois anos, a iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) vem ampliando o acesso à qualificação profissional para trabalhadores da cultura e da economia criativa em todo o país.
A plataforma já está presente em 3.958 municípios brasileiros, o equivalente a mais de 70% das cidades do país, além de atuar em todos os estados e no Distrito Federal. Desde o lançamento, em janeiro de 2024, a Escult também ultrapassou a marca de 4 milhões de acessos e visitas.
Para a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão, o crescimento da plataforma reforça o papel estratégico da formação profissional para o fortalecimento do setor cultural brasileiro.
“O crescimento exponencial das matrículas na Escult demonstra a importância estratégica, no MinC, da formação e capacitação dos trabalhadores da cultura e da economia criativa. O novo trabalho exige novas competências e a Escult tem avançado de forma competente na oferta de novos cursos, em diversos formatos, de forma cada vez mais sintonizada com as demandas regionais”, afirma.
A Escult é destinada à formação e qualificação para o mundo do trabalho em cultura, com oferta de cursos livres, de Formação Inicial e Continuada (FIC), cursos técnicos e pós-graduação. A iniciativa foi desenvolvida pela Diretoria de Políticas para os Trabalhadores da Cultura e da Economia Criativa (DTRAC), da Secretaria da Economia Criativa (SEC) do MinC, em parceria com o Instituto Federal de Goiás (IFG).
A proposta busca ampliar os processos formativos de profissionais de áreas técnicas e artísticas que dão suporte às atividades culturais, contribuindo para a geração de renda, profissionalização e fortalecimento da economia criativa nos territórios.
Os números da plataforma demonstram a dimensão da iniciativa:
A presença internacional da Escult também vem crescendo. Atualmente, a plataforma registra acessos em mais de 40 países e em mais de 100 cidades fora do Brasil.
Entre os cursos com maior número de matrículas estão:
Copiar o textoIntenção é que o novo mecanismo de política agrícola esteja disponível para o Plano Safra 2026-2027
Baixar áudioO Projeto de Lei 2951/24, aprovado há duas semanas pela Câmara dos Deputados, não deve demorar a ser votado pelo Senado Federal. Essa é a expectativa de integrantes da bancada agropecuária no Congresso Nacional, que defendem a aprovação das mudanças antes do lançamento do Plano Safra 2026-2027.
“Nós estamos exatamente com essa força tarefa de garantir que haja essa celeridade, que seja aprovado também no Senado Federal e, se sancionado, fazer valer aquilo que nós tanto esperamos para o nosso produtor rural, que é dar segurança jurídica, trazer o seguro rural para perto e principalmente com possibilidade de novos investimentos para que o setor continue continue contribuindo com o PIB brasileiro”, afirmou o deputado federal Henderson Pinto (União-PA).
A proposta reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Entre as mudanças estão a redução das taxas de juros e a prioridade em operações de crédito rural cobertas por seguro. O prêmio será financiado pelo chamado Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos, mecanismo que busca garantir a execução dos contratos e ampliar a atratividade do modelo.
Um dos pontos de maior atrito entre deputados e equipe econômica do governo era a origem da despesa, que seguiu no Ministério da Agricultura, a contragosto dos parlamentares representantes do agro, que preferiam a transferência da responsabilidade para o Ministério da Fazenda, por entenderem que seria mais difícil de ser bloqueado ou contingenciado.
“Ele ficou muito mais abrangente no texto da Câmara, a gente precisava disso, principalmente para ele ter uma eficácia mais rápida. A questão do fundo, acho que é o ponto principal e ele sim está sendo bem constituído ali pelo projeto. Agora, claro que a origem dos recursos que é a grande discussão”, avaliou o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR).
Originalmente, a proposta foi apresentada no Senado e aprovada em dezembro do ano passado, quando seguiu para a Câmara. Diante das mudanças no texto de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), a matéria retorna para a casa de origem, que decidirá se mantém as alterações ou retoma a versão aprovada anteriormente.
A expectativa de maior disponibilidade de recursos não está apenas no Congresso Nacional. Representantes do setor produtivo acreditam que a ampliação da subvenção ao seguro rural, com recursos de fundos públicos, poderá aumentar a segurança das operações e estimular a contratação de apólices.
“Alguns seguros são obrigatórios fazer por questão de adiantamento, de produção, alguma coisa assim, mas economicamente fica inviável para o produtor esse custo. Então, essa medida que só falta agora passar no Senado, vai ajudar muito os produtores a fazer pelo menos os seguros que são obrigatórios, porque o custo desse seguro, sem subsídio, aumenta muito”, explicou João Braga, vice-presidente de Serviços da Associação Comercial do Pará (ACP).
Braga afirma que o incentivo à securitização agrícola pode ampliar a adesão ao seguro rural e contribuir para uma mudança cultural entre os produtores. “Hoje, a cultura de seguro no Brasil é muito pequena. Então, quando você tem poucos seguros fechados, o custo fica muito elevado”, avaliou.
Os últimos anos demonstram uma estagnação de contratação e recursos do PSR. De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.
Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.
A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), a redução dos recursos destinados ao seguro rural compromete toda a cadeia econômica. “Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros”, declarou.
A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
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Baixar áudioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) instalou, na quarta-feira (10), em Brasília, a Câmara Temática das Mulheres Rurais. Vinculado ao Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA), o colegiado foi criado para ampliar a participação feminina no meio rural e contribuir para a formulação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas ao setor.
A iniciativa foi formalizada pela Portaria Mapa nº 892, publicada em março deste ano.
A Câmara funcionará como espaço de diálogo entre governo, produtores, universidades, cooperativas, organismos internacionais e movimentos sociais. Entre as atribuições estão discutir propostas, identificar desafios enfrentados pelas mulheres rurais e acompanhar ações voltadas à autonomia econômica, inclusão produtiva e valorização do trabalho feminino no campo.
Durante a cerimônia de instalação, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o aumento da participação feminina em cargos de liderança.
“Hoje, as mulheres ocupam espaços cada vez mais importantes de liderança e poder. Temos mulheres à frente dos ministérios do Planejamento, da Saúde e da Gestão. Elas vêm assumindo, de forma crescente e extremamente competente, funções estratégicas para o desenvolvimento do país”, destacou André de Paula.
“Foi mencionada aqui, e faço questão de repetir, a homenagem à grande pesquisadora da Embrapa, Mariangela Hungria, que recebeu uma premiação de relevância internacional comparável ao Prêmio Nobel. Esse reconhecimento nos enche de orgulho e demonstra o quanto o Brasil avançou em ciência, tecnologia e pesquisa agropecuária”, completou.
A presidente da Câmara e diretora de Promoção do Agronegócio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Ângela Peres, afirmou que a instituição do grupo representa o reconhecimento da contribuição das mulheres para a agropecuária e reforça o compromisso da Pasta com a ampliação de oportunidades no meio rural.
“Nossa Câmara nasce com a missão clara de contribuir para a formulação, o aprimoramento e o acompanhamento de políticas públicas voltadas às mulheres rurais brasileiras, assessorando o Ministério da Agricultura e Pecuária na construção de soluções que promovam desenvolvimento, inclusão produtiva, autonomia econômica e oportunidades para as mulheres do campo, das águas e das florestas”, enfatizou Peres.
Dados apresentados pelo governo mostram que o Brasil conta com cerca de 5,07 milhões de estabelecimentos agropecuários. Desse total, aproximadamente 947 mil são dirigidos por mulheres, o que corresponde a 19%.
Em comparação com o Censo Agropecuário de 2006, o número de mulheres à frente de propriedades rurais cresceu 44,2%. A participação feminina na direção dos estabelecimentos passou de 13% para 19% entre 2006 e 2017.
A maior concentração de propriedades comandadas por mulheres está no Nordeste, que reúne 57% dos estabelecimentos liderados por produtoras rurais. Na sequência aparecem Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste (6%).
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A consultora Vera Daller, coordenadora do primeiro programa de gênero do Mapa, o Coopergênero, destacou a retomada das políticas direcionadas às mulheres dentro da Pasta
“Muito me honra estar aqui neste momento, porque estamos resgatando a memória das políticas para as mulheres no Mapa. A Pasta foi pioneira, entre os órgãos da Esplanada dos Ministérios, na implementação de um programa voltado às mulheres da agricultura”, disse.
A presidente-executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, primeira mulher a ocupar o cargo, defendeu a ampliação de políticas voltadas ao público feminino.
“Nós já somos mais da metade da população brasileira. Dentro das cooperativas, inclusive, as mulheres já representam a maioria dos cooperados. Na produção agropecuária, a participação feminina também cresce a cada dia. Por isso, precisamos pensar e construir políticas públicas voltadas para esse protagonismo. E essa Câmara será essencial”, ressaltou.
Ao todo, a Câmara Temática das Mulheres Rurais reúne 23 instituições dos setores público e privado, além de entidades acadêmicas, cooperativistas, organismos internacionais e movimentos sociais.
De acordo com o regimento, o colegiado realizará reuniões ordinárias pelo menos uma vez por ano e poderá ser convocado extraordinariamente pela presidente.
Entre os objetivos da Câmara estão identificar obstáculos enfrentados pelas mulheres rurais, propor ações para ampliar oportunidades, incentivar o empreendedorismo feminino, ampliar o acesso a mercados nacionais e internacionais e fortalecer a participação em cooperativas, associações e cadeias produtivas.
O colegiado é composto pelas seguintes instituições:
As Câmaras Temáticas são fóruns de discussão que reúnem representantes de diferentes segmentos das cadeias produtivas do agronegócio. Participam desses espaços entidades de produtores, empresários, instituições financeiras, órgãos públicos e técnicos governamentais.
Nesses encontros são debatidos temas ligados à produção agropecuária, como manejo, uso de defensivos agrícolas, comercialização, tributação e processos produtivos. Também são avaliadas questões que podem impactar o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, com o objetivo de identificar gargalos e apontar soluções para toda a cadeia produtiva.
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Baixar áudioImpulsionada por setores como biocombustíveis, veículos e indústria farmacêutica, a produção industrial de Goiás cresceu acima da média nacional em abril e registrou um dos melhores desempenhos do país. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada na quarta-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com abril de 2025, a indústria goiana avançou 6,2%, resultado que colocou o estado na terceira posição entre as unidades da federação. No mesmo período, a produção industrial brasileira cresceu 2,7%.
O levantamento também aponta crescimento da atividade industrial em Goiás na comparação entre março e abril deste ano. Com ajuste sazonal, a alta foi de 1,7%, enquanto a média nacional ficou em 0,7%. O resultado levou o estado à quinta posição no ranking nacional e marcou o segundo mês consecutivo de expansão do setor.
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2026, a indústria goiana registra crescimento de 1,1%, ocupando a oitava posição entre os estados. Nos últimos 12 meses, a alta chega a 2,6%, quinto melhor resultado do país. No mesmo período, a média nacional foi de 0,7%.
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Para o secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás, Joel de Sant’Anna Braga Filho, os resultados atestam a expansão da atividade industrial no estado.
“Goiás tem ampliado sua capacidade produtiva em setores estratégicos e colhido os resultados de uma política voltada à atração de investimentos, geração de empregos e fortalecimento da indústria. Os números mostram que o estado segue crescendo de forma consistente e acima da média nacional”, destacou.
Na comparação anual, o maior avanço foi registrado na fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com alta de 77%.
Também tiveram crescimento a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias, com avanço de 74%; a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, com aumento de 28,4%; e a fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com crescimento de 25,3%.
A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física acompanha, todos os meses, o comportamento das indústrias extrativas e de transformação no Brasil, permitindo analisar a evolução da produção industrial nos estados e no país.
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