23/10/2026 04:55h

Índice recuou para 42,2 pontos, enquanto estoques elevados e demanda interna insuficiente reforçam sinais de enfraquecimento da atividade, aponta CNI

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A insatisfação dos empresários industriais com a lucratividade dos negócios atingiu o pior nível desde a pandemia. Segundo a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de satisfação com a margem de lucro recuou 1,3 ponto no terceiro trimestre de 2026, para 42,2 pontos. É o menor patamar desde o segundo trimestre de 2020.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, atribui o resultado à pressão dos custos de produção e à redução da demanda, que compromete o faturamento das empresas.

“Isso é o resultado do acúmulo de uma pressão de custos, entre algumas razões está a guerra no Oriente Médio. E, adicionalmente, há uma redução da demanda e, naturalmente, uma redução do faturamento das empresas, o que afeta a saúde financeira e a lucratividade”, afirma.

A insatisfação também aumentou em relação ao acesso ao crédito e à situação financeira das empresas. Os respectivos índices recuaram 0,5 e 0,2 ponto no terceiro trimestre, para 39,4 e 47,4 pontos.

Já o índice de evolução do preço médio dos insumos e das matérias-primas utilizados pela indústria caiu 3,6 pontos, para 60,5 pontos, ficando abaixo da média histórica para o terceiro trimestre. Apesar da desaceleração, o indicador permanece acima da linha divisória de 50 pontos, o que sinaliza aumento dos preços, ainda que em ritmo menor.

Estoques elevados refletem frustração da demanda

Pelo terceiro mês consecutivo, o índice que compara o nível efetivo dos estoques ao planejado pelos empresários avançou. Em setembro, o indicador subiu 0,4 ponto, para 50,8 pontos, alcançando o maior patamar em quase três anos.

Segundo Azevedo, o resultado reflete a frustração dos industriais com a demanda. As empresas esperavam manter ou reduzir a produção, mas as vendas ficaram abaixo do previsto, dificultando o escoamento dos produtos armazenados.

“O problema é que normalmente, para se ter um avanço ou retomada da produção, primeiramente o empresário vai precisar queimar esses estoques. E é custoso manter os estoques, para que, até lá, haja uma melhora eventual da demanda e comece a refletir de fato em aumento da atividade industrial”, pontua.

Outros indicadores também apontam para o enfraquecimento da atividade industrial. O índice de evolução da produção ficou em 46,7 pontos em setembro. Abaixo da linha divisória de 50 pontos, o resultado indica retração da produção em relação a agosto.

O indicador de evolução do número de empregados também permaneceu abaixo desse patamar, ao fechar o mês em 48 pontos, sinalizando percepção de redução do emprego industrial.

“A produção costuma apresentar um índice bem mais próximo da linha de 50 pontos em meses de setembro. E o índice do número de empregados varia muito pouco, mas também continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, mostrando uma percepção de queda do número de empregados da indústria a partir da visão dos empresários”, avalia Azevedo.

Na contramão dos demais indicadores, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) aumentou 1 ponto percentual, para 70%, igualando o resultado registrado no mesmo período de 2025.

Carga tributária e demanda insuficiente lideram preocupações

A elevada carga tributária permaneceu na primeira posição do ranking de principais problemas enfrentados pela indústria. No terceiro trimestre de 2026, 37,2% dos empresários apontaram o peso dos impostos entre os maiores entraves ao setor, alta de 3,9 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

A demanda interna insuficiente subiu da quarta para a segunda colocação no ranking, após ser mencionada por 29,6% dos empresários. O percentual representa um avanço de 3 pontos percentuais na comparação trimestral.

Para Azevedo, o aumento da preocupação com a demanda interna está alinhado aos sinais de enfraquecimento da atividade e ao acúmulo de estoques nas empresas.

“Desde o terceiro trimestre de 2025 a demanda interna insuficiente não ficava na vice-liderança do ranking de principais problemas enfrentados pela indústria. E esse percentual registrado agora no terceiro trimestre de 2026 é o maior percentual de assinalação desde o primeiro trimestre de 2024”, destaca.

As taxas de juros elevadas ocuparam a terceira posição, citadas por 24,3% dos empresários, um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Expectativas seguem abaixo das médias históricas

Os índices de expectativas dos industriais apresentaram poucas mudanças na passagem de setembro para outubro. Apesar das pequenas variações, todos permaneceram abaixo das respectivas médias históricas.

  • Índice de expectativa de demanda: subiu 0,3 ponto, para 51,5 pontos;
  • Índice de expectativa de compras de insumos e matérias-primas: continuou em 50,4 pontos;
  • Índice de expectativa de evolução do número de empregados: caiu 0,5 ponto, para 48,7 pontos;
  • Índice de expectativa de quantidade exportada: avançou 0,3 ponto, para 49,2 pontos. 

Os resultados apontam perspectivas de crescimento da demanda por produtos industriais e das compras de insumos e matérias-primas nos próximos seis meses. Em contrapartida, os indicadores sinalizam expectativa de redução do número de empregados e do volume exportado.

Após quatro quedas consecutivas e de atingir o pior nível desde a pandemia, a intenção de investimento dos empresários industriais apresentou recuperação em outubro. O indicador subiu 1,3 ponto, para 52,6 pontos. Apesar da alta, acumula queda de 3,3 pontos em 2026.

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23/10/2026 04:25h

Leandro Grass aparece com 40,7%, segundo a última rodada da pesquisa Correio-Opinião antes do segundo turno

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A última rodada da pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política, divulgada antes do segundo turno das eleições no Distrito Federal, aponta a vitória da candidata Celina Leão (PP) na disputa pelo Palácio do Buriti. No levantamento de votos válidos, a governadora, que concorre à reeleição, aparece com 59,3% das intenções de voto, contra 40,7% de Leandro Grass (PT).

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Celina registra 50,1% das intenções de voto, enquanto Grass tem 34%. Outros 0,4% mencionaram outro candidato, 7,1% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos concorrentes, e 8,5% não souberam responder.

Os dados também indicam que a maioria dos eleitores já definiu seu voto. Entre os que apoiam Celina, 89,2% disseram que a decisão é definitiva. Outros 10,1% admitiram a possibilidade de mudar de candidato, enquanto 0,7% não souberam dizer se poderiam rever a escolha.

Entre os eleitores de Leandro Grass, o índice de convicção é ainda maior: 94,2% afirmaram que não pretendem mudar de voto, enquanto 5,8% disseram que ainda podem reconsiderar a decisão.

Eleitores ainda têm dúvidas sobre números dos candidatos

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o número dos candidatos na urna eletrônica. Entre os eleitores de Celina Leão, 80% souberam identificar o número 11, pelo qual a candidata concorre. Outros 17,1% não souberam informar o número, enquanto 2,1% mencionaram outro algarismo. Desse último grupo, 1,7% apontaram o número 22.

No caso de Leandro Grass, 83,7% dos eleitores identificaram corretamente o número 13, do candidato petista. Outros 15,3% não souberam informar o número, enquanto 0,7% mencionaram o 11 e 0,3%, o 22.

A identificação correta dos números ganha relevância diante do resultado do primeiro turno, quando mais de 26 mil eleitores digitaram o número 22, em vez do 11 de Celina Leão, e acabaram anulando o voto.

Maioria aprova gestão de Celina Leão

O levantamento também avaliou a percepção dos eleitores sobre a administração de Celina Leão à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo a pesquisa, 51,9% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 37,5% desaprovam. Outros 9,6% não souberam avaliar, e 0,9% preferiram não responder.

Na avaliação qualitativa da administração, 29,8% classificaram a gestão como ótima ou boa. Para 35,5%, o governo é regular, enquanto 28,4% consideram a administração ruim ou péssima.

A pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política ouviu presencialmente 1.006 pessoas em 31 regiões administrativas no Distrito Federal, entre os dias 16 e 19 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-08851/2026.

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23/10/2026 04:20h

Redução das exportações do município fluminense foi de US$ 590,6 milhões entre agosto de 2025 e julho de 2026, em comparação com os 12 meses anteriores; cidade é seguida pela capital do estado e por Santos (SP)

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São João da Barra, no Rio de Janeiro, lidera o ranking de municípios brasileiros com as maiores perdas nas exportações para os Estados Unidos após o tarifaço norte-americano. A redução foi de US$ 590,6 milhões entre agosto de 2025 e julho de 2026, em comparação com os 12 meses anteriores. Os dados são de levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que aponta impactos da medida sobre as economias locais.

A confederação listou as 16 cidades com as maiores perdas nas exportações e os principais setores impactados nessas localidades.  Em segundo lugar aparece a cidade do Rio de Janeiro, com retração de US$ 561,7 milhões. Na sequência aparece Santos (SP), com queda de US$ 444,2 milhões.

Nos três municípios, o grupo de produtos mais afetado foi o mesmo. Confira os setores mais impactados em São João da Barra (RJ), Rio de Janeiro (RJ) e Santos (SP):

  • Combustíveis minerais;
  • Óleos minerais;
  • Produtos da sua destilação;
  • Matérias betuminosas;
  • Ceras minerais.

No estudo, a entidade mostrou que os impactos da medida sobre os municípios brasileiros chegam a R$ 66,8 bilhões, com reflexos em 1.135 localidades.

Os resultados do levantamento permitem identificar os municípios mais afetados pela redução das vendas externas e os setores produtivos com maior exposição às mudanças no comércio com os Estados Unidos.

Ranking de nas exportações

O levantamento mostra que as perdas nas exportações se distribuem por diferentes estados brasileiros, com destaque para municípios da Região Sudeste. A região totalizou 71% das perdas, com destaque para São Paulo e Minas Gerais, enquanto a Região Sul teve a maior queda percentual (32,3%).

O ranking reúne seis cidades paulistas, quatro mineiras, duas fluminenses, duas capixabas, uma paraense e uma maranhense. Os 16 municípios listados pela CNM como os mais impactados respondem por mais da metade de todas as perdas, sendo US$ 3,4 bilhões, equivalente a R$ 24,3 bilhões em prejuízos, nas exportações para os EUA.

Confira o ranking com os municípios mais afetados pelo tarifaço dos EUA e o valor recuado:

  • São João da Barra (RJ): US$ 590.612.177
  • Rio de Janeiro (RJ): US$ 561.720.005
  • Santos (SP): US$ 444.240.591
  • Guaxupé (MG): US$ 222.847.028
  • Barcarena (PA): US$ 193.479.967
  • Araraquara (SP): US$ 189.841.131
  • São Bernardo do Campo (SP): US$ 153.929.899
  • Sete Lagoas (MG): US$ 140.787.579
  • Anchieta (ES): US$ 129.449.994
  • Imperatriz (MA): US$ 126.038.076
  • Matão (SP): US$ 125.077.464
  • Belo Horizonte (MG): US$ 123.502.989
  • Ouro Branco (MG): US$ 116.411.564
  • Serra (ES): US$ 113.121.228
  • Ilhabela (SP): US$ 107.210.890
  • Colina (SP): US$ 106.904.917

Diante do cenário, a CNM alerta que o protecionismo, as barreiras sanitárias e as tensões geopolíticas podem gerar efeitos duradouros nas economias locais. Para proteger a arrecadação e preservar empregos, a entidade defende a diversificação da produção e dos parceiros comerciais, com fortalecimento do mercado interno e busca por novos mercados internacionais, reduzindo a dependência de um único comprador.
 

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23/10/2026 04:15h

Diferença das médias de intenção do senador em relação a Lula cai para 2,4 pontos, menor patamar desde o primeiro turno

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A média das pesquisas de segundo turno reunidas pelo Opinião Inteligência Política dá a Flávio Bolsonaro (PL) 51,2% de intenção dos votos válidos, contra 48,8% de Lula (PT). O agregador soma 26 pesquisas de 14 institutos registradas desde o primeiro turno, e Flávio aparece à frente em 23 delas. É, no entanto, a menor distância entre os candidatos da série, iniciada em 8 de outubro, e corresponde a uma diferença de cerca de 2,8 milhões de votos, segundo o instituto.

As pesquisas mostram uma aproximação entre os adversários às vésperas do segundo turno, que será realizado no dia 25 de outubro. No primeiro turno, em 4 de outubro, Flávio terminou com 47% dos votos válidos e Lula com 45%, diferença de 1,9 ponto percentual e 2,2 milhões de votos. Na véspera, o Datafolha havia dado vantagem a Lula, e a virada ocorreu nas urnas.

Estabilidade

Para Alexandre Garcia, CEO do Opinião, o cenário é de poucas mudanças: "O eleitor já chegou para o segundo turno com o voto praticamente definido. São dois nomes muito conhecidos, dois projetos que o país já experimentou nos últimos anos e a maioria já decidiu faz tempo de que lado estaria. É uma faixa estreita. Tivemos fatos novos, debate, propaganda, propostas, apoios, mas isso só reforçou os argumentos de quem já escolheu." 

As 15 pesquisas divulgadas entre 15 e 19 de outubro deram a Flávio de 49% a 52%, e a média oscilou, em 12 dias, entre 51,2% e 52,5%.

Fatores desequilibrantes

O título do novo estudo do instituto resume o momento: voto estável, rejeição em movimento. A variável foi a única que se moveu na semana, mas apesar das oscilações negativas, a queda da rejeição a Lula não é geral. Na Quaest, ela passou de 53% para 47%, ficando abaixo da rejeição a Flávio; em outros institutos caiu menos, e em dois ficou estável.

Garcia observa que esse movimento ainda não chegou ao voto: "A rejeição caiu, mas a intenção de voto em Lula não subiu. Ou seja, quem deixou de rejeitar ainda não passou a votar nele." A nova rodada do Datafolha, prevista para ser divulgada na noite desta quinta-feira (22), deve mostrar se a Quaest está sozinha ou se há uma queda real.

Para o analista, a rejeição é um dos três fatores que podem alterar as tendências, junto com o debate da Globo na sexta-feira (22), a última oportunidade de grande audiência para os candidatos, e o comparecimento dos eleitores às urnas, uma vez que mais de 33 milhões de pessoas deixaram de votar no primeiro turno. "Com uma diferença tão pequena, a eleição pode ser decidida por quem sai de casa no domingo, mais do que quem muda de voto nessa reta final", avalia Garcia.

Probabilidade

O histórico pesa na estimativa. Garcia afirma que o desvio a favor dos adversários do PT, com as pesquisas abaixo do resultado das urnas, ocorre há seis eleições. Na comparação divulgada pelo instituto, a última pesquisa do Datafolha antes do pleito ficou de 0,1 a 1,1 ponto abaixo do adversário do PT nos segundos turnos de 2014, 2018 e 2022, e a Opinião soma 0,5 ponto à média das pesquisas, o que leva a estimativa de Flávio a 51,7%. O estudo ressalva que são poucas eleições e que o desvio pode não se repetir.

Com isso, a estimativa da Opinião dá a Flávio de 71% a 79% de probabilidade de vitória, sem e com o ajuste histórico, e a Lula de 21% a 29%. Mesmo que as pesquisas superestimem Flávio em 1 ponto, ele teria 53% de chance. Garcia resume: "Neste momento, quem precisa dar essa virada é o Lula. E ele já começa atrás com esse histórico contra. Não é impossível. A diferença é pequena", pondera.

O estudo registra que uma pesquisa isolada mexe pouco e que o sinal a observar é uma sequência de institutos na mesma direção. O documento também lembra que alguns analistas apontam para uma sub-representação do eleitor de direita nas pesquisas, projetando um resultado que seria de 53% a 47% favorável ao candidato do PL. O Opinião considera esse um resultado possível, mas não uma correção demonstrada.

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22/10/2026 21:30h

Levantamento da Serasa Experian mostra alta de 14,3% em um ano; São Paulo tem 3,2 milhões de empresas negativadas, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul

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O número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 9,3 milhões em agosto, o maior patamar da série histórica da Serasa Experian. O total é 14,3% maior do que o registrado em agosto de 2025. As dívidas negativadas somam R$ 244,4 bilhões, divididas em 68,2 milhões de operações.

Cada empresa inadimplente tem, em média, 7,4 contas negativadas, com passivo médio de R$ 26.355,13 por CNPJ. O valor médio de cada dívida é de R$ 3.583,96.

Sul e Sudeste lideram

O Sudeste concentra o maior número de empresas inadimplentes do país. São Paulo lidera, com 3.173.156 CNPJs negativados, número que equivale a cerca de um terço do total nacional. Na sequência vêm Minas Gerais, com 927.374, e Rio de Janeiro, com 879.915.

No Sul, os maiores volumes estão no Paraná, com 613.012 empresas inadimplentes, e no Rio Grande do Sul, com 539.319. Os cinco estados citados reúnem, juntos, cerca de dois terços das empresas inadimplentes do país.

Quem mais deve

As micro e pequenas empresas respondem por 8,8 milhões dos CNPJs inadimplentes. Esse grupo acumula 61,4 milhões de dívidas, que somam R$ 211 bilhões, com média de 7 contas negativadas por empresa e dívida média de R$ 23.902,98.

Por setor, serviços respondem por 56% das empresas negativadas, seguidos por comércio (32%), indústria (8%) e setor primário (0,9%). Outros segmentos somam 3,1%.

Em relação à origem das dívidas, serviços lideram, com 31,7% do total negativado, seguidos por bancos e cartões (19,7%), cooperativas (8,5%), serviços básicos como energia e água (6,7%) e telefonia (6,2%). Os setores não financeiros respondem por 75,6% do passivo negativado.

Crédito em alta

Segundo a Serasa Experian, a demanda das empresas por crédito subiu 11,2% no acumulado de 12 meses. A alta da inadimplência ocorre mesmo com a redução da taxa Selic ao longo do ano, que ainda não alterou a dinâmica financeira das empresas.

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22/10/2026 21:00h

Principal índice da Bolsa brasileira fecha aos 204.120 pontos, pressionado pelo minério de ferro, pelas tensões no Oriente Médio e pela cautela eleitoral

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quinta-feira (22) em queda de 1,15%, aos 204.120,12 pontos. O resultado foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo das ações da Vale e pelo cenário internacional, marcado pelo aumento da aversão ao risco.

No mercado brasileiro, os investidores acompanharam as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa pela Presidência da República. A proximidade do segundo turno contribuiu para um ambiente de cautela no penúltimo pregão antes da votação.

Entre os destaques negativos, as ações da Vale recuaram 3,97%, acompanhando a queda do minério de ferro. A baixa da commodity também pressionou outras empresas do setor de mineração e siderurgia. Os papéis da Companhia Siderúrgica Nacional caíram 5,43%, enquanto os da Usiminas recuaram 4,81%.

No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e aumentou a preocupação dos investidores. Em Nova York, o índice Dow Jones registrou alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 caiu 1,21% e o Nasdaq recuou 2,60%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia.

Durante o pregão, o Ibovespa oscilou entre 203.051,87 pontos, na mínima, e 206.493,11 pontos, na máxima. O volume financeiro negociado na B3 foi de R$ 39,5 bilhões.
 

Maiores altas e quedas

Ações em alta no Ibovespa

  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3F) +40,00%
  • OSX Brasil S.A. (OSXB3) +11,41%

Ações em queda no Ibovespa

  • AMAZON GOLF PNA (AZGT5L) -99,00%
  • TAXI AEREO KPNB (T8KC6L) -90,00%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 39.551.542.520, em meio a 4.801.633 de negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado. 

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22/10/2026 20:30h

Moeda norte-americana avança em meio à cautela dos investidores com as eleições brasileiras e ao cenário internacional negativo

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O dólar comercial fechou esta quinta-feira (22) em alta de 0,23%, cotado a R$ 5,04. A valorização da moeda norte-americana diante do real ocorreu em um dia marcado pela cautela dos investidores com o cenário político brasileiro e pela preocupação com os acontecimentos no mercado internacional.

No Brasil, o mercado financeiro acompanha as pesquisas eleitorais e as notícias relacionadas à disputa presidencial. Com a proximidade do segundo turno das eleições, os investidores avaliam os possíveis impactos do resultado da votação sobre a economia, a condução da política fiscal e as perspectivas para os próximos meses. Esse cenário contribui para a busca por posições mais defensivas nas negociações.

No exterior, a escalada das tensões no Oriente Médio aumentou a preocupação dos mercados e contribuiu para a elevação dos preços do petróleo. Em momentos de maior incerteza internacional, o dólar costuma ganhar atenção dos investidores por ser considerado uma moeda de referência para operações financeiras globais.

As bolsas de Nova York também apresentaram desempenho desigual. Enquanto o índice Dow Jones registrou leve alta de 0,02%, o S&P 500 recuou 1,21% e o Nasdaq caiu 2,60%. A pressão sobre as ações de tecnologia e a repercussão dos resultados de grandes empresas contribuíram para o ambiente negativo nos mercados.

A combinação entre as incertezas políticas no Brasil e a cautela no cenário internacional influenciou as negociações da moeda norte-americana ao longo do dia. Com o avanço registrado no fechamento, o dólar terminou o pregão cotado a R$ 5,04.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,66.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1983 0,1767 0,1479 31,0849 0,1628 0,2777 0,2823
USD 5,0436 1 0,8915 0,7465 156,78 0,8211 1,4008 1,4249
EUR 5,6626 1,1216 1 0,8374 175,83 0,9207 1,5711 1,5982
GBP 6,7608 1,3396 1,1940 1 209,98 1,0994 1,8764 1,9092
JPY 0,0322 0,0064 0,0057 0,0048 1 0,5239 0,0089 0,0091
CHF 6,1403 1,2175 1,0858 0,9091 190,93 1 1,7052 1,7354
CAD 3,6005 0,7139 0,6365 0,5329 111,93 0,5861 1 1,0169
AUD 3,5422 0,7018 0,6257 0,5240 110,02 0,5764 0,9834 1

Os dados são da Investing.com.  

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22/10/2026 20:00h

Levantamento indica necessidade de cerca de R$ 525 milhões para finalizar empreendimentos; acesso a Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, concentra a maior parcela

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Dez obras rodoviárias em diferentes regiões do país precisam de recursos adicionais para serem concluídas até o fim de 2027. É o que revela levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU). O estudo estima que o valor necessário para finalizar os empreendimentos é de R$ 524,8 milhões. 

A relação foi apresentada na sessão plenária do dia 21 de outubro e encaminhada às presidência do Congresso Nacional e à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), para auxiliar na definição das prioridades de investimento.

A seleção integra o Fiscobras 2026, plano anual de fiscalização de obras públicas do TCU. Nesta edição, o Tribunal examinou 24 empreendimentos nas cinco regiões brasileiras, que envolvem R$ 6,1 bilhões em recursos. Entre as obras fiscalizadas, 15 apresentaram indícios de irregularidades graves. Uma delas recebeu recomendação de paralisação.

Critérios para definir as prioridades

A relação das dez obras foi elaborada a partir de uma metodologia desenvolvida pelo TCU para complementar a fiscalização tradicional. Foram selecionados empreendimentos que precisam de recursos para avançar e que apresentam condições concretas de conclusão até o fim de 2027.

A análise levou em conta fatores como os obstáculos à retomada dos trabalhos, a qualidade dos projetos e o estágio de maturidade de cada empreendimento.

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Com a mudança, o Tribunal passa a apontar não apenas problemas e possíveis irregularidades na aplicação do dinheiro público, mas também obras que podem receber prioridade na distribuição dos recursos orçamentários.

O ministro-relator do processo, Jhonatan de Jesus, destacou relevância na mudança de abordagem.

"Agora o TCU passa a informar também onde o dinheiro precisa ser aplicado. Indica obras importantes para a população e que já começaram, mas que andam devagar porque faltam recursos para concluí-las. Onde o dinheiro precisa ser aplicado? Identificar essas obras foi o que o Tribunal fez", explicou.

Acesso a Porto Murtinho concentra a maior necessidade de recursos

Os dez empreendimentos selecionados são de responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O acesso rodoviário a Porto Murtinho, na BR-267, em Mato Grosso do Sul, lidera a lista, com necessidade estimada em quase R$ 280 milhões para a conclusão dos serviços.

Outra obra que aparece entre as prioridades é a Ponte do Xingu, na BR-230, no Pará, que precisa de R$ 67,9 milhões. Já o trecho remanescente do Lote 1C da BR-319, no Amazonas, demanda mais R$ 43,9 milhões.

A proposta do TCU prevê divulgar e acompanhar as prioridades, incorporando a metodologia aos ciclos anuais de planejamento. O Tribunal também pretende avaliar a aplicação dos critérios em outros setores, como saneamento, saúde, educação, recursos hídricos e mobilidade.

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22/10/2026 19:30h

Das 156 companhias brasileiras presentes na feira, 74 foram afetadas pelas medidas comerciais norte-americanas; ApexBrasil atua na promoção dos produtos nacionais e na diversificação dos destinos das exportações

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Diante das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos, empresas brasileiras do setor de alimentos buscam ampliar a presença no mercado europeu. Na SIAL Paris 2026, 156 companhias nacionais apresentaram seus produtos a compradores internacionais, sendo que 74 delas foram afetadas pelas medidas comerciais norte-americanas. Iniciada em 17 de outubro, a feira de alimentos ocorre nos arredores de Paris, na França, e terminou na quarta-feira (21).

A participação brasileira no evento também fez parte da estratégia da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para ajudar companhias nacionais a diversificar os destinos de suas exportações. Na abertura do Pavilhão Brasil, o presidente da Agência, Laudemir Müller, destacou a importância dessa tendência.

“Do total das empresas que estão aqui, 74 foram afetadas, de alguma forma, pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos (EUA). A ApexBrasil tem ajudado esses empreendedores na busca de outros mercados, com condições diferenciadas de apoio”, disse.

Müller também relacionou o desempenho das exportações à participação do agronegócio na economia brasileira e às perspectivas de crescimento do país.

“Apesar desse contexto de grandes desafios globais, o Brasil tem resultados muito positivos nas exportações e deve se tornar a oitava maior economia do mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), além de avançar para se consolidar como o maior exportador de alimentos do mundo”, pontuou.  

“O fato de o Brasil poder se tornar a oitava maior economia do mundo no próximo ano tem muito a ver com as exportações, que contribuem diretamente para a nossa política monetária e estão fortemente ligadas à participação expressiva do agronegócio na economia e no comércio exterior brasileiro”, complementou Müller.

Exportações do agronegócio somaram US$ 169,2 bilhões em 2025

A participação brasileira na feira ocorreu após um ano de crescimento nas vendas externas do setor. Em 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 169,2 bilhões. O valor representa uma alta de 3% em relação a 2024 e corresponde a 48,5% de todas as exportações brasileiras, conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A edição de 2026 também ocorreu após o início da aplicação provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que está em vigor desde 1º de maio de 2026. A delegação brasileira foi composta por empresas de diferentes portes, grandes cadeias exportadoras e cooperativas da agricultura familiar. A variedade de produtos incluiu proteínas animais e alimentos ligados à sociobiodiversidade brasileira.

“O legal dessa feira é que temos muitos setores diferentes. Estamos com o pessoal de biscoito, uma empresa do lado dela de fécula de mandioca, depois uma de balas e doces, e em seguida uma com geleia, com mel. Então, é um pouco realmente de tudo o que o nosso agro tem a oferecer, é uma forma de mostrar para a Europa que o acordo traz oportunidade para empresas pequenas brasileiras, para cooperativas da agricultura familiar, e que o Brasil é um parceiro para o que o consumidor europeu queira consumir", afirmou o gerente de Agronegócio da ApexBrasil, Pedro Netto.

No evento, o Brasil ocupou mais de dois mil metros quadrados de área em quatro pavilhões, localizados nos halls 4, 5, 6 e 8 do centro de exposições Paris Nord Villepinte.

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A organização estima que a SIAL Paris reuniu cerca de 8 mil expositores de 130 países, 650 startups e mais de 400 mil produtos. A expectativa era receber 295 mil profissionais de aproximadamente 194 países. O evento ocupou 280 mil metros quadrados de área de exposição e reuniu compradores, importadores, distribuidores, redes de supermercados e representantes da indústria mundial de alimentos.

Entre os participantes estiveram 5 mil grandes compradores que somam um poder de compra estimado em € 60 bilhões. De acordo com a organização, em média, 83% dos compradores realizam negócios durante a feira ou nos meses seguintes.

Oportunidades para exportadores

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Augusto Billi, a feira ocorreu em um momento de expansão do acesso dos produtos agropecuários brasileiros ao mercado internacional. Billi destacou a relevância do trabalho em conjunto entre governo e iniciativa privada no sentido de expandir as vendas para o exterior e superar barreiras comerciais.

“Temos conseguido alcançar cada vez mais aumento das exportações com base nesse trabalho conjunto entre ApexBrasil, Ministério da Agricultura, Ministério das Relações Exteriores e iniciativa privada”, afirmou.

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, destacou a presença da carne bovina brasileira no comércio internacional e a parceria da entidade com a ApexBrasil. Ele também mencionou as restrições enfrentadas pelo setor no mercado europeu e a busca por oportunidades em outros destinos.

“A carne bovina brasileira tem uma presença muito importante no mercado internacional. A parceria entre a ABIEC e a ApexBrasil, com mais de 20 anos, tem contribuído para a promoção da carne bovina brasileira em diferentes países. Durante a feira, representantes do setor têm mantido diálogo e encontrado alternativas para superar as restrições comerciais impostas à proteína animal brasileira na Europa e buscar oportunidades em outros destinos”, enfatizou.

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, também enalteceu os resultados da parceria com a ApexBrasil na promoção dos produtos brasileiros no exterior e se mostrou otimista com o desempenho das empresas nacionais.

“Esta parceria de anos tem sido fundamental para levar os produtos brasileiros a mercados internacionais. Esse trabalho fortaleceu a promoção de marcas como Brazilian Chicken, Brazilian Egg e Brazilian Breeds, projetos setoriais em conjunto com a ApexBrasl, e contribuiu para divulgar a qualidade sanitária e a capacidade produtiva do setor, além de apoiar a busca por soluções para a retomada de fluxos comerciais afetados por restrições sanitárias”, considerou.

Atuação das cooperativas da agricultura familiar

A participação de 14 cooperativas da agricultura familiar com estandes próprios foi uma das iniciativas brasileiras na SIAL Paris 2026. A ação integra o programa Cooperar para Exportar, da ApexBrasil, e busca aproximar pequenos produtores de compradores internacionais.

Os representantes das cooperativas apresentaram produtos de diferentes biomas brasileiros, como castanhas-do-brasil, castanhas de caju, baru, derivados do Cerrado, mel e outros alimentos associados à biodiversidade e à bioeconomia.

A presidente da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), Fátima Torres, destacou os possíveis efeitos econômicos e sociais da participação na feira.

“O mundo quer consumir os produtos da sociobiodiversidade. Cada contrato que nossas cooperativas firmam com um país da União Europeia significa mais renda e mais segurança alimentar no campo brasileiro”, afirmou.

Bebidas inspiradas na Amazônia recebem prêmio internacional

Durante o evento, a empresa brasileira AMZ Tropical conquistou o Beverages Award, na categoria Bebidas, do SIAL Innovation Awards. Fundada na Amazônia, a companhia foi a única brasileira entre as 28 vencedoras da premiação, que avaliou mais de 2,7 mil produtos.

O CEO da empresa, Leandro Daher, recebeu o prêmio pelas quatro bebidas prontas inspiradas na biodiversidade amazônica: Amazônico Negroni, Limoncello Amazônico, Fitzgerald Amazônico e gin de jambu em versão associada à COP30.

“Estamos muito orgulhosos de poder ganhar este prêmio com estas bebidas que representam muito a Amazônia e nossas raízes. Trazer este prêmio para o Brasil e para a Amazônia tem um sabor incrível. Obrigada à ApexBrasil por sempre apoiar a nossa empresa e nossos projetos”, agradeceu Daher.

A inauguração do Pavilhão Brasil contou ainda com a presença do chefe do Setor de Promoção Comercial e Investimentos (Secom) da Embaixada do Brasil na França, ministro Caio Renault; do vice-governador do Rio Grande do Sul, Gabriel Souza; do diretor global da ABPA, Luis Rua; e da presidente da Unicafes, Fátima Torres.

Também participaram os gerentes da ApexBrasil Carla Duarte, de Relações Institucionais e Governamentais; e Pablo Lira, de Eventos, além de compradores e visitantes.
 
 

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22/10/2026 19:00h

Resultado da Lotofácil 3811 (22/10/2026): confira as 15 dezenas sorteadas e a premiação por faixa do sorteio desta quinta-feira.

Os números sorteados da Lotofácil 3811, de 22/10/2026, foram: 01 - 03 - 05 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 12 - 15 - 16 - 18 - 19 - 23 - 25.

Números sorteados da Lotofácil 3811 (22/10/2026)

01 - 03 - 05 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 12 - 15 - 16 - 18 - 19 - 23 - 25

Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:34. consulte o resultado oficial no site da Caixa

O concurso 3811 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (22/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 3.832.338,98. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Santa Maria do Oeste (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Indaiatuba (SP).

O próximo sorteio está marcado para sexta-feira (23/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Resultado e premiação da Lotofácil 3811

  • 15 acertos - 3 apostas ganhadoras, R$ 3.832.338,98
  • 14 acertos - 871 apostas ganhadoras, R$ 1.160,69
  • 13 acertos - 25.662 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 291.344 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 1.416.005 apostas ganhadoras, R$ 7,00

A arrecadação total do concurso foi de R$ 51.759.984,50.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Último resultado da Lotofácil (concurso 3810)

Veja o resultado da Lotofácil 3810.

Redação Brasil 61

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