Bolsa Família

Brasil
18/01/2022 16:46h

Mais de 17,5 milhões de famílias serão contempladas, de acordo com o Ministério da Cidadania. Benefício mínimo será de R$ 400

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A Caixa Econômica Federal começou a pagar o Auxílio Brasil de 2022 aos beneficiários nesta terça-feira (18). O programa substituto do Bolsa Família deve atender 17,5 milhões de famílias, de acordo com o governo federal. Vão receber primeiro as pessoas inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) cujo Número de Identificação Social (NIS) tenha final 1. 

Na quarta-feira (19) será a vez dos beneficiários com NIS final 2 receberem o auxílio. A rodada de pagamentos referente ao mês de janeiro será paga até o dia 31. Cada família vai receber, no mínimo, R$ 400. Segundo o Ministério da Cidadania, o gasto para o pagamento dessa parcela supera os R$ 7,1 bilhões. 

O ministro da pasta, João Roma, destaca que o novo programa de transferência de renda já começa com reajuste de 17%, o que vai ajudar a minimizar o impacto da inflação sobre o bolso das famílias. Segundo o IBGE, a inflação acumulada nos últimos 12 meses é de 10,06%. 

“Um programa [Bolsa Família] que tinha um tíquete médio na casa de R$ 189, passa a ter um tíquete mínimo de R$ 400, ampliando a base de beneficiários. Tem todo um suporte a esses brasileiros que podem, sem dúvida nenhuma, através disso servir de sustentação para uma economia que precisa aquecer, retomar a estrutura para gerar emprego e fazer com que o Brasil avance cada vez mais”, afirma. 

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O programa

O Auxílio Brasil é dado às famílias que estão na extrema pobreza, ou seja, têm renda mensal de até R$ 100 por pessoa, e na pobreza, cuja renda per capita seja de até R$ 200 por mês. As famílias que estavam inscritas no antigo Bolsa Família migraram automaticamente para o novo programa em novembro do ano passado. Para sacar o benefício elas podem continuar usando o mesmo cartão e a mesma senha. 

Quem não recebia Bolsa Família, mas se encaixa nos critérios para receber o auxílio precisa se inscrever no CadÚnico. O ministro da Cidadania, João Roma, disse que o Auxílio Brasil interliga outros programas sociais ao principal, de transferência de renda. Saiba mais sobre cada benefício aqui. Além disso, ele acredita que o novo programa social corrige erros da iniciativa anterior. 

“Não se trata apenas do valor do tíquete médio, mas de uma outra ferramenta, que vai além da proteção social, mas também mostrando a possibilidade de transformação social. No Bolsa Família, quando o beneficiário assinava a carteira de trabalho, ele perdia o benefício. Já no Auxílio Brasil ele é estimulado a assinar a carteira e tem um mínimo de permanência de dois anos no programa, ou seja, perde o medo de ficar sem sua proteção social”, compara. 

Newton Marques, professor de economia na Universidade de Brasília (UnB), diz que apesar do aumento do benefício na comparação com o Bolsa Família, o valor mínimo de R$ 400 ainda é insuficiente para uma família se sustentar, principalmente por conta da inflação, mas ajuda. “Do ponto de vista de que como estava funcionando na pandemia, o auxílio com R$ 600 era mais interessante, porque isso daí ajudava a manter essa família. Agora fica mais difícil, mas é muito melhor do que nada”, avalia. 

Para Ana Noivá da Silva Soares, moradora de Quiterianópolis (CE), no entanto, o acesso ao novo programa social fez a renda da família aumentar consideravelmente. Antes, a dona de casa, que é casada e tem três filhas, recebia R$ 89 do Bolsa Família, Agora, ela conta, ganha R$ 400 por mês pelo Auxílio Brasil. 

“É muito bom. Graças a Deus que aumentou, porque como as coisas estão muito caras, R$ 89 não dava pra fazer nada, nem para pagar a energia. Agora está bem melhor. Dá para a gente se virar melhor. Dá uma ajudinha boa. Não dá para comprar tudo, mas com o que a gente colhe na roça de legumes, o que sobra dá para pagar as contas”, diz. 

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01/01/2022 14:00h

Estudo da Unicef mapeou hábitos e práticas, nível de acesso à informação e insegurança alimentar agravada pela pandemia de Covid-19 entre essas crianças

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Uma pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontou alto consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças de zero a 6 anos de famílias beneficiadas Bolsa Família. O estudo "Alimentação na Primeira Infância: conhecimentos, atitudes e práticas de beneficiários do Bolsa Família" analisou os hábitos alimentares de famílias com crianças menores de 6 anos apoiadas pelo programa social vivendo na Amazônia Legal, no Semiárido Brasileiro e em dez capitais (Manaus, Belém, São Luís, Fortaleza, Recife, Maceió, Salvador, Vitória, Rio de Janeiro e São Paulo). 

A amostra de entrevistados, composta principalmente por mães (79,5%), mostrou que a maioria dos domicílios tem a figura materna como a principal responsável pelo sustento da família (56%). Cerca de 80% das famílias relataram o consumo de alimentos ultraprocessados pelas crianças no dia anterior à entrevista. 

Alimentos ultraprocessados são formulações industriais prontas para consumo e feitas inteiramente ou majoritariamente de substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e outros aditivos usados para alterar propriedades sensoriais).

Os alimentos mais consumidos foram biscoitos salgados ou recheados e bebidas açucaradas, como bebidas lácteas e achocolatados. 

“O estudo aponta ainda que a baixa qualidade da alimentação faz com que os pequenos não recebam nutrientes suficientes para o desenvolvimento e crescimento adequado e insegurança alimentar”,  de acordo com  Stephanie Amaral, oficial de Saúde do UNICEF no Brasil.

Os motivos citados com maior frequência para a compra de alimentos e bebidas ultraprocessados foram sabor (46%), preço (24%) e praticidade (17%). Outro fator é a acessibilidade, uma vez que 64% das famílias afirmaram morar perto de estabelecimentos de refeições prontas e 54%, próximas de lojas de conveniência, enquanto o acesso a hortas perto da casa é menor, pois ocorre apenas em 15% dos casos.

A falta de informação adequada impacta de maneira preocupante os hábitos alimentares dessas famílias, que enfrentam barreiras para identificar o que é de fato um alimento saudável. Pouco menos da metade (48%) das famílias não se sente confiante para interpretar os rótulos dos alimentos. Soma-se a isso o fato de que apenas 34% afirmaram que costumam lê-los e entendê-los com frequência antes da compra. 

A moradora de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal, Cláudia Machado, tem uma filha de cinco anos e tem uma filha de 5 anos e costuma incluir alimentos ultraprocessados industrializados entre as receitas caseiras e saudáveis que oferece. 

“Aqui em casa eu recebo Bolsa Família,  eu tenho uma filha de cinco anos e costumo dar pra ela cuscuz, tapioca porque sustenta, sustenta mais, biscoitos e bolachas”.

O estudo demonstrou ainda que mais de um terço da amostra (35%) não ingere a quantidade necessária de ferro e quase metade (46%), de vitamina A.

Acesso a alimentos saudáveis

O acesso dificultado à alimentação saudável foi apontado por mais de 80% dos entrevistados, e a baixa diversidade na dieta por 25%. Crianças menores de 2 anos que vivem na Amazônia Legal, por exemplo, estão mais sujeitas à baixa diversidade na dieta do que no Semiárido ou nas capitais. A incidência de famílias em situação de insegurança alimentar também é maior em áreas rurais e na Amazônia Legal, antes e durante a pandemia.

Em três quartos das famílias entrevistadas há provável dificuldade na introdução de variedade na alimentação das crianças, o que pode influenciar a diversidade da alimentação e a ingestão de nutrientes. 

Os reflexos da crise sanitária global, causada pela pandemia de Covid- 19, recaíram sobre o acesso à renda e à alimentação adequada. Muitas pessoas perderam o apoio de espaços institucionais, como escolas que ofereciam merendas, e tiveram que centralizar a alimentação nos domicílios. Essa mudança ampliou a incidência de famílias em situação de insegurança alimentar.

Cerca de 72% das famílias entrevistadas afirmaram que alguma criança com idade até 5 anos e 11 meses que reside na casa deixou de fazer alguma refeição porque não havia dinheiro para comprá-la. Esse número era de 54% antes da pandemia.

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21/11/2021 17:02h

Câmara e Senado debatem temas ligados ao novo programa social e a forma como manter sua atividade

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A semana política começa concentrada sobre o Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família e que vai impactar grande parte dos brasileiros. Na segunda-feira (22), às 15h, o Senado promove sessão temática para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, chamada de PEC dos Precatórios. A proposta autoriza o parcelamento de débitos previdenciários dos Municípios e a discussão faz parte do esforço dos senadores para chegar a uma solução para realizar o pagamento do Auxílio Brasil.

Já na terça-feira (23) à tarde, a Câmara dos Deputados pode votar a medida provisória que criou o programa de renda Auxílio Brasil (MP 1061/21). A MP troca o programa de distribuição de renda Bolsa Família pelo Auxílio Brasil, mudando critérios para recebimento, além de elaborar formas de incentivar ações ligadas ao esporte e desempenho no estudo. 

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Na pauta da Câmara ainda consta a Medida Provisória 1063/21, que autoriza os postos de combustíveis a comprarem álcool combustível (etanol hidratado) diretamente de produtores e importadores. A proposta também permite a venda de combustíveis de outros fornecedores diferentes da bandeira do posto. 

No Senado, a Subcomissão Temporária para Acompanhamento da Educação na Pandemia vai realizar audiência pública na segunda-feira (22), às 10h e pretende avaliar os impactos da pandemia na educação básica, planejar novas ações quanto ao retorno das aulas presenciais nessa área, além de discutir estratégias educacional para os próximos anos, com vistas a recuperar as perdas acontecidas durante a pandemia. 

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19/08/2021 10:00h

Além desse critério, a família deve ter renda mensal de meio salário mínimo por pessoa. A renda mensal total, por sua vez, deve ser de até três salários mínimos

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O Auxílio Brasil, programa que pretende substituir o Bolsa Família, deve atender, a partir de novembro, até 16 milhões de famílias. Para recebimento do benefício será necessário fazer inscrição ou atualização no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) para os trabalhadores informais de baixa renda. A exigência consta na Medida Provisória 1061/2021.

Além desse critério, a família deve ter renda mensal de meio salário mínimo por pessoa, ou seja, R$ 550, atualmente. A renda mensal total, por sua vez, deve ser de até três salários mínimos, que pelos valores atuais corresponde a R$ 3,3 mil.

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Vale destacar que a exigência não se aplica a quem já recebe o Bolsa Família, pois a migração para o novo programa, nesse caso, será automática, de acordo com o Ministério da Cidadania. Os valores das parcelas ainda não foram definidos e só devem ser informados em outubro.

A melhor maneira de saber se a família está cadastrada e se precisa atualizar as informações é por meio do aplicativo Meu CadÚnico. Outra alternativa é procurar um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou um posto de atendimento do CadÚnico.

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10/08/2021 10:25h

Além de entregar o texto da MP ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), Bolsonaro também repassou uma PEC que trata do pagamento de precatórios

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentou nesta segunda-feira (9) a proposta que modifica programas sociais do governo. Entre as medidas alteradas está o Bolsa Família. A ideia é criar um novo programa, denominado Auxílio Brasil.

Além de entregar o texto de uma Medida Provisória (MP) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), Bolsonaro também repassou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata do pagamento de precatórios.

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O novo programa social deve pagar, no mínimo, 50% acima do valor médio pago pelo Bolsa Família, que atualmente é de R$ 189. Parte do dinheiro virá do parcelamento do pagamento de precatórios estabelecido na PEC e de um fundo que deverá ser criado com recursos de privatizações.

A apresentação das medidas foi feita na presença dos ministros da Economia, Paulo Guedes, do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, da Casa Civil, Ciro Nogueira, da Secretária de Governo da Presidência, Flávia Arruda, e da Cidadania, João Roma.

 

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02/08/2021 11:10h

Anteriormente, o saque estava previsto para ocorrer em 13 de agosto. No entanto, houve a antecipação em duas semanas por decisão da Caixa

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A partir desta segunda-feira (2), trabalhadores informais, inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), nascidos em janeiro, podem sacar a quarta parcela do auxílio emergencial 2021.

Os valores estão depositados nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal e podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até então, os recursos só podiam ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem.

Anteriormente, o saque estava previsto para ocorrer em 13 de agosto. No entanto, houve a antecipação em duas semanas por decisão da Caixa. O adiantamento foi possível graças à adaptação dos sistemas tecnológicos.

O auxílio deve ser pago a famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. Além disso, é exigido que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições.

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Para aqueles que recebem o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Para mais informações, ligue na central telefônica 111 da Caixa. O atendimento funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. O beneficiário também pode tirar dúvidas após consulta no site.

 

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21/06/2021 10:00h

O recebimento do benefício é realizado da mesma forma e nas mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família.

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A terceira parcela do auxílio emergencial 2021 será paga nesta segunda-feira (21) para os beneficiários que fazem parte do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) final 3. O recebimento do benefício é realizado da mesma forma e nas mesmas datas do benefício regular para quem recebe o Bolsa Família.

Para os que recebem os valores por meio da Poupança Social Digital, o dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todo o Brasil, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

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Criado em abril de 2021, o auxílio emergencial atende pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia. O benefício foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Já em 2021, ficou definido que a nova rodada de pagamentos seria feita durante quatro meses. Dessa vez, são previstas parcelas que variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil de cada família.

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18/06/2021 17:45h

Beneficiários do Bolsa Família com NIS final 2 também recebem hoje

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Nesta sexta-feira (18), a Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos da terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021. Os beneficiários nascidos em janeiro serão os primeiros a receber os recursos em suas contas digitais. Os valores do auxílio vão de R$ 150 a R$ 375, dependendo da composição de cada família.

No momento, o dinheiro pode ser movimentado apenas pelas redes lotéricas e pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais. O saque dos valores será liberado somente a partir do dia 1º de julho.

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Os beneficiários do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) de final 2 também recebem o pagamento da terceira parcela nesta sexta. O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de Covid-19.

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17/06/2021 17:15h

Ao todo, 14,69 milhões de famílias serão beneficiadas pelos recursos

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O calendário de pagamentos do Bolsa Família em junho de 2021 tem início nesta quinta-feira (17) para beneficiários de Número de Identificação Social (NIS) com final 1. O cronograma de repasses segue até 30 de junho. Ao todo, 14,69 milhões de famílias serão beneficiadas pelos recursos do Governo Federal neste mês.

Nesse grupo, cerca de 9 milhões de famílias receberão a terceira parcela do Auxílio Emergencial 2021. O valor total da folha de pagamentos será de R$ 2,92 bilhões, mais de 50% desse valor é destinado às mulheres chefes de famílias, que receberão R$ 375 cada. Em seguida vem os beneficiários que receberão o valor padrão de R$ 250 e representam 33,4% da folha. Os outros 15,7% das famílias são unipessoais, e cada uma receberá R$ 150.

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Além disso, cerca de 5 milhões de famílias não foram consideradas elegíveis ao Auxílio Emergencial e continuarão a receber o benefício usual do Bolsa Família. Nesse caso, o valor total da folha de pagamento é de R$ 1,2 bilhão.

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17/06/2021 11:20h

Parcela estava prevista para ser depositada em 8 de julho. Beneficiários do Bolsa Família com o NIS de final 1 também poderão sacar a terceira parcela

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A partir desta quinta-feira (17), os trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar a segunda parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro estava previsto para ser depositado nas contas poupança digitais da Caixa em 8 de julho.  

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas, de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Calendário 2° parcela - Auxílio Emergencial 2021:

Mês de nascimento | Data do crédito em conta | Data para saque em dinheiro

  • Janeiro: 16 de maio | 31 de maio (antes 08 de junho)
  • Fevereiro: 18 de maio (antes 19 de maio) | 01 de junho (antes 10 de junho)
  • Março: 19 de maio (antes 23 de maio) | 02 de junho (antes 15 de junho)
  • Abril: 20 de maio (antes 26 de maio) | 04 de junho (antes 17 de junho)
  • Maio: 21 de maio (antes 28 de maio) | 08 de junho (antes 18 de junho)
  • Junho: 22 de maio (antes 30 de maio) | 09 de junho (antes 22 de junho)
  • Julho: 23 de maio (antes 02 de junho) | 10 de junho (antes 24 de junho)
  • Agosto: 25 de maio (antes 06 de junho) | 11 de junho (antes 29 de junho)
  • Setembro: 26 de maio (antes 09 de junho) | 14 de junho (antes 01 de julho)
  • Outubro: 27 de maio (antes 11 de junho) | 15 de junho (antes 02 de julho)
  • Novembro: 28 de maio (antes 13 de junho) | 16 de junho (antes 05 de julho)
  • Dezembro: 30 de maio (antes 16 de junho) | 17 de junho (antes 08 de julho)

Também nesta quinta (17), beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de final 1 poderão sacar a terceira parcela do benefício.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

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