Mercado Financeiro

Economia
07/12/2021 03:00h

Enquanto os maiores bancos do país já fecharam cerca de duas mil unidades desde o início da pandemia, as cooperativas financeiras pretendem expandir o atendimento presencial. Para moradores de quase 600 municípios do país, elas serão única forma de inclusão bancária

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Na contramão dos maiores bancos do país — que já fecharam 2.080 agências desde o início da pandemia —, as cooperativas de crédito pretendem expandir o atendimento à população. Pesquisa do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) aponta que o segmento deve abrir 1,3 mil novas agências de assistência aos brasileiros até o final de 2022, o que deve consolidar as cooperativas como a maior rede de atendimento do Sistema Financeiro Nacional (SFN). 

A projeção é de que a rede de cooperativas de crédito chegue a 8.800 pontos de atendimento em todo o Brasil. Em 600 municípios, o segmento será a única forma de inclusão e acesso dos moradores aos serviços bancários. Segundo João Carlos Spenthof, presidente do FGCoop, a expansão das cooperativas é importante para a retomada da economia no período de pós-pandemia da Covid-19. 

"Há grandes oportunidades detectadas. Existe um plano de expansão de todas as cooperativas. Queremos mostrar à sociedade o quanto as cooperativas pretendem contribuir para o desenvolvimento econômico e social, e estar presentes em todas as regiões do Brasil”, destaca. 

Emprego

Cada unidade aberta gera, em média, dez empregos diretos, entre atendentes, caixas e gerentes. Isso significa que a inauguração de 1,3 mil agências deve gerar cerca de 13 mil postos de trabalho. Atualmente, as cooperativas de crédito são responsáveis por 71,7 mil empregos diretos. No entanto, Spenthof ressalta que o impacto gerado pela expansão do cooperativismo de crédito será ainda maior. 

“O mais importante não são nem os empregos diretos gerados pelas cooperativas de crédito. São os empregos que elas geram frutos dos empréstimos ou financiamentos que concedem aos seus associados e à comunidade. Com esses empréstimos se gera produção, produção gera riqueza, e a riqueza gera empregos. Todas essas ações levam a um desenvolvimento maior das regiões onde as cooperativas estão presentes”, afirma. 

Levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostra que a cada R$ 35,8 mil emprestados por essas instituições, uma vaga de emprego é criada. Além disso, cada R$ 1 de crédito concedido gera R$ 2,45 na economia. 

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Expansão

De acordo com o Banco Central, 2.427 cidades brasileiras não tinham agência bancária em agosto deste ano, o que representa 43,4% dos municípios. Desde o início da pandemia da Covid-19, o número de municípios desassistidos pelos bancos cresceu. Diante deste cenário, as cooperativas de crédito ganham destaque, pois permitem que a população dessas cidades tenha acesso aos seus produtos e serviços financeiros, como conta corrente, poupança, cartão de crédito e financiamentos. 

A presença dessas instituições se faz ainda mais importante nas regiões mais pobres do país, como o Norte e o Nordeste. De acordo com o FGCoop, essas regiões vão presenciar a expansão das cooperativas em 2022. No Norte, o estudo aponta uma intenção de abertura de 349 unidades. No Nordeste, esse número deve chegar a 240 pontos de atendimento. 

O Sicoob Pernambuco é um dos sistemas cooperativos que pretende aumentar a rede de atendimento. Segundo Aline Robéria, gerente da regional do Sertão, a projeção é que 12 novas unidades sejam abertas nos municípios que estão sob sua área de atuação. 

O município de Prata, no Cariri Ocidental da Paraíba, é uma das cidades atendidas pelo Sicoob Pernambuco. É por meio da cooperativa que os moradores locais têm acesso aos serviços financeiros, já que não há agências bancárias na cidade, explica Aline. “A gente tem um fator que eu considero muito relevante: a nossa forma de atuação. Por sermos a única instituição financeira, por ser uma cidade pequena e por ter o que a gente tanto preza, que é a questão do relacionamento, eu diria que a população tem uma certa afeição pela cooperativa”, avalia. 

Embora Prata tenha menos de 4,3 mil habitantes, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a assistência à população é ampla, garante a gerente. O público-alvo do serviço inclui os funcionários públicos, os comerciantes e, também, os pequenos produtores rurais do município. A presença da cooperativa, diz Aline, movimenta a economia local. “A gente aplica, hoje, na cidade de Prata, quase R$ 3,5 milhões em operações de crédito”, diz. 

Dados da própria instituição apontam que são 1.115 associados, o que significa 26% da população da cidade. Quando se leva em conta a população economicamente ativa, o percentual chega a 63%. Para ter acesso a essa carteira de serviços e produtos, é necessário ser sócio da cooperativa, o que é possível com apenas R$ 1. 

José Damião é um dos associados da cooperativa. Com a crise econômica, o pequeno produtor rural precisou recorrer a uma linha de crédito junto à instituição. “Foi essencial, o melhor pra mim. Se não fosse esse financiamento, eu não teria escapado, estava morto. A crise é pesada. Foi uma mão na roda”, conta. 

Com o financiamento, José Damião compra bois e, depois do tempo de engorda, vende o gado para abate. É daí que ele tira o dinheiro para manter os três filhos e pagar as parcelas do empréstimo. “Não sei nem como agradecer. Uso para sustento próprio e da minha família. Compro o gado e do lucro vou sobrevivendo. Eu pago e ainda sobra uma coisinha”, diz. 

Digitalização

O maior número de unidades nos municípios é um alento para parte da população que ainda prefere o atendimento presencial ou que, pela baixa instrução educacional, tenha dificuldade para lidar com as soluções digitais, diz Aline. “Quando a gente chega em uma cidade que fica no interior, existe toda uma questão cultural. A gente não tem como direcionar um aposentado para que ele seja atendido através de um aplicativo. Então, a gente tem um público específico para ser atendido neste município. É toda uma questão cultural, que demanda a questão do relacionamento”, acredita. 

O olhar especial para o atendimento olho no olho, porém, não deixará a oferta tecnológica dos produtos e serviços em segundo plano, garante Spenthof. O segredo é equilíbrio. “Apostamos em um crescimento “fisital” (físico + digital) da estrutura de atendimento ao cooperado. Uma estratégia benéfica tanto para as pessoas que buscam a comodidade de resolver seus problemas financeiros em qualquer hora e lugar, com total autonomia, quanto quem gosta de contar com uma opinião especializada na hora de tomar decisões que envolvam dinheiro”, conclui. 

Sobre o FGCOOP

O FGCoop é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, de direito privado, de abrangência nacional, tendo como associadas todas as cooperativas singulares de crédito captadoras de depósitos e os dois bancos cooperativos: Bancoob e Banco Sicredi.

O fundo garantidor foi criado para proteger os depositantes e investidores das cooperativas associadas, com as mesmas garantias de depósitos dadas aos clientes de bancos comerciais (até R$ 250 mil por CNPJ ou CPF). Desta maneira, o FGCoop  contribui com a manutenção da estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), ampliando a credibilidade do sistema.

Sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) 

O SNCC é composto por dois  bancos cooperativos, quatro confederações, 34 centrais, 663 cooperativas singulares de crédito captadoras de depósitos e 170 cooperativas singulares de capital e empréstimo. Também fazem parte do setor outras empresas controladas por cooperativas que atuam majoritariamente na prestação de serviços para o cooperativismo financeiro, como a Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa (CNAC) e a Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras). 

Em junho de 2021, o SNCC contava com 7,5 mil unidades de atendimento em funcionamento (sedes + postos de atendimento), que hoje representam a maior rede de atendimento financeiro do Brasil.

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21/06/2021 17:55h

Em contrapartida, previsão para inflação subiu de 5,82% para 5,90%

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De acordo com o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (21) pelo Banco Central, com base em consultas a instituições financeiras, a projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi elevada de 4,85% para 5% em 2021. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

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Para 2022, houve um recuo na expectativa, a projeção caiu de 2,2% para 2,1%. Para 2023 e 2024, no mercado financeiro a projeção é de expansão do PIB em 2,50%. Em relação à inflação, a previsão deste ano subiu de 5,82% para 5,90%. Para 2022, a estimativa de inflação se manteve em 3,78%. Tanto para 2023 como para 2024, a previsão para o índice se mantém em 3,25%.

A estimativa para 2021 supera o limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%,

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18/05/2021 18:00h

Projeção para 2022 até 2025 é de 2,5%. Expectativa é que avanço da vacinação no País volte a acelerar as atividades econômicas

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Segundo dados do Boletim Macrofiscal de Maio, divulgado pelo Ministério da Economia nesta terça-feira (18), a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2021 aumentou de 3,2% para 3,5%, ficando em R$ 8,42 trilhões. Além disso, os números também mostram a previsão de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano de 5,05%.

A projeção do PIB, que representa a soma de todas as riquezas produzidas no país, para 2022 até 2025 é de 2,5%. De acordo com o boletim, o aumento da estimativa do PIB deste ano se deve a uma melhora da expectativa do resultado econômico do primeiro trimestre de 2021. Além disso, há também uma expectativa para a aceleração e retomada das atividades econômicas para o segundo semestre deste ano devido ao avanço da vacinação contra a Covid-19.

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Ainda segundo a publicação, diferentes setores da economia registraram alta performance, como o setor de serviços, que tem apresentado recuperação em 2021, e a produção agrícola, que espera obter um novo recorde na safra de grãos.

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17/05/2021 17:50h

Estimativa passou de 3,21% para 3,45%. Previsão do IPCA também subiu

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Segundo estimativas publicadas no boletim Focus desta segunda-feira (17), instituições financeiras elevaram a projeção do crescimento da economia brasileira deste ano de 3,21% para 3,45%. A pesquisa, divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), indica uma expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2,38%. Em 2023 e 2024, a projeção é que o PIB seja expandido em 2,5%.

Já a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,06% para 5,15%. A estimativa de 2021 está próxima do limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, estabelecido em 5,25%.

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Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é de que a Selic encerre 2021 em 5,5% ao ano.

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13/04/2021 11:45h

Estimativa foi divulgada por boletim do Banco Central. Principais impactos vêm dos aumentos nos preços de combustíveis e gás de botijão

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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 4,81% para 4,85%. A estimativa foi divulgada no boletim Focus desta segunda-feira (12), pesquisa semanal do Banco Central, onde são projetados os principais indicadores econômicos do país.

A projeção para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou que, em março, o IPCA ficou em 0,93%, a taxa mais alta para o mês desde 2015. De janeiro a março, a inflação já acumula cerca de 2% e, nos últimos 12 meses, chega a 6,10%.

Os principais impactos vêm dos aumentos nos preços de combustíveis e do gás de botijão. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,53%. Já para os anos de 2023 e 2024, ambas previsões são de 3,25%.

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01/04/2021 11:10h

BC também autorizou dois arranjos de pagamentos da Visa e da Mastercard

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O Banco Central do Brasil (BC) concedeu autorização para WhatsApp realizar transferência financeira entre seus usuários. A solicitação foi feita pela Facebook Pagamentos do Brasil Ltda, que vai operacionalizar o programa de pagamentos vinculado ao aplicativo.

O BC também autorizou dois arranjos de pagamentos solicitados pela Visa do Brasil Empreendimentos Ltda. (Visa) e pela Mastercard Brasil Soluções de Pagamento Ltda. (Mastercad), classificados como abertos de transferência domésticos, de depósito e pré-pago.

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Segundo o BC, essas licenças poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários desses serviços de pagamentos.

As autorizações ainda não incluem os pedidos da Visa e da Mastercard para funcionamento dos arranjos de compra vinculados ao Programa Facebook Pay, que seguem em análise no BC.

Os arranjos do Sistema de Pagamentos Brasileiro autorizados pelo Banco Central podem ser conferidos no link.

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Economia
02/03/2021 11:45h

Petrobras anunciou o aumento na última segunda-feira (1º) e afirma que preços são baseados no mercado internacional

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A partir desta terça-feira (2), o óleo diesel, a gasolina e o gás de cozinha vendidos nas refinarias estão mais caros. O anúncio foi feito pela Petrobras na segunda-feira (1º).

O óleo diesel está 5% mais caro, o que corresponde a R$ 0,13 por litro e a gasolina teve um aumento de 4,8%, acréscimo de R$ 0,12 por litro. Já o gás de cozinha vendido às distribuidoras teve um acréscimo de 5,2% e o quilo do produto fica R$ 0,15 mais caro.

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A Petrobras afirma que os seus preços são baseados no mercado internacional e na taxa de câmbio. A mudança faz com que o litro da gasolina vendido às distribuidoras fique em R$ 2,60.

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04/02/2021 14:45h

As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de fevereiro no portal Defesa do Consumidor

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Estão abertas as inscrições para cursos à distância sobre Educação Financeira, que será realizado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), por meio da Escola Nacional de Defesa do Consumidor. Serão oferecidos os cursos: Planejar para realizar Sonhos; Dominando emoções e criando novos hábitos e Inteligência financeira; Saia do Sufoco; Práticas Abusivas; e Vício do Produto e do Serviço.

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Podem se inscrever nos cursos os membros do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor ou qualquer pessoa maior de 16 anos. Os participantes receberão certificado de extensão pela Universidade de Brasília (UnB). Todos os cursos terão carga horária de 20 horas semanais, com duração de quatro semanas. Além disso, todos ocorrerão na modalidade a distância e são divididos por módulos. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de fevereiro no portal Defesa do Consumidor

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Economia
29/01/2021 15:30h

Segundo a instituição financeira, o destaque para o último mês de 2020 foi a diminuição de 5,8 pontos percentuais no crédito pessoal não consignado, atingindo 74,5% ao ano

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Tanto as famílias quanto as empresas brasileiras pagaram taxas de juros mais baixas em 2020, de acordo com o Banco Central.  No levantamento Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgado nesta quinta-feira (28), a informação é de que no crédito às famílias, a taxa média chegou a 37% ao ano no mês de dezembro. Trata-se do menor índice da série histórica iniciada em 2011.

Ainda segundo a instituição financeira, o destaque para o último mês de 2020 foi a diminuição de 5,8 pontos percentuais no crédito pessoal não consignado, atingindo 74,5% ao ano.

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Os juros do crédito consignado, por sua vez, sofreram queda de 1,9 ponto percentual no ano e permaneceram estáveis entre novembro e dezembro em 18,6% ao ano. Já a taxa do cheque especial chegou a 115,6% ao ano, ou seja, um salto de 2,1 pontos percentuais na comparação com novembro.  

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Economia
18/11/2020 10:30h

Os custos mensais para produção de suínos e de frangos tiveram mais um aumento este mês

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Os custos mensais para produção de suínos e de frangos tiveram mais um aumento este mês. Isso significa que, em breve, esse aumento será repassado para o consumidor pelos mercados e açougues. Em outubro, o ICPSuíno chegou aos 352,95 pontos, +14,98% em relação a setembro, superando o então recorde nominal do índice, de 306,95 pontos, que também era do nono mês de 2020. Já o ICPFrango fechou o outubro nos 328,76 pontos, +8,89% em comparação a setembro. Esse também é um novo recorde nominal do índice criado em 2011 pela Embrapa e Conab para medir a variação mensal dos custos de produção.

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O Brasil é o maior exportador de frango no mundo, com mais de quatro milhões de toneladas vendidas em 2019; enquanto segue como o quarto maior exportador de carne suína do mundo, vendendo 750 mil toneladas a outros países. Esses também são dados de 2019, apresentados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária que é uma Empresa Pública de pesquisa vinculada ao Ministério da Agricultura. Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

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