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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Estados Unidos

07/11/2020 16:18h

No começo da tarde deste sábado, Joe Biden foi eleito como o novo presidente dos Estados Unidos, vencendo o atual ocupante da cadeira na Casa Branca

No começo da tarde deste sábado (7), Joe Biden foi eleito como o novo presidente do Estados Unidos, vencendo o atual ocupante da cadeira na Casa Branca, Donald Trump, que não acredita na derrota e diz que vai recorrer à Justiça. É importante destacar que esse resultado está baseado nas  projeções dos maiores veículos de imprensa, como Associated Press, 'New York Times', NBC e CNN, uma vez que o país não possui um órgão de instância jurídica como a Justiça Eleitoral brasileira. Esses dados são apurados junto aos Colégios Eleitorais que, de forma simplificada, é responsável por oficializar a contagem de votos.

Após três dias de contagem manual das cédulas, essas projeções revelaram que Joe Biden conquistou 270  delegados,  número necessário para garantir a vitória na 46° eleição americana. Essa disputa conquistou algumas marcas na história do País por Joe Biden ser o mais velho a exercer esse cargo — ele terá 78 anos na data da posse. Outro detalhe é que Donald Trump acaba de se tornar o primeiro presidente nos últimos 25 anos a perder a reeleição. Além disso, sua vice na chapa é Kamala Harris, senadora democrata e mulher negra, filha de imigrantes. Será a primeira vez que os Estados Unidos terá uma mulher neste cargo.

Eleitores vão poder justificar ausência por meio do aplicativo e-Título

Eleição 2020: indícios de irregularidades em doações de campanhas já ultrapassam R$ 35 milhões

Joe Biden tem longa carreira política, com algumas passagens marcantes como a eleição como senador pela primeira vez em 1972, aos 29 anos; em 1987, lançou sua primeira candidatura à Casa Branca; por fim, foi vice-presidente de Barack Obama durante seus dois mandatos. As diferenças no discurso entre Biden e Trump estão cercadas de expectativas por todo o mundo, no que diz respeito à condução das políticas sociais e no comércio exterior.
 

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23/10/2020 00:00h

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, Priscila Linck fala sobre como o mercado de calçados tem reagido à pandemia e a expectativa de retomada do crescimento do segmento no cenário pós-crise

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A crise causada pela pandemia da Covid-19 teve impacto significativo no mercado calçadista brasileiro. O Brasil é o quarto maior produtor mundial de calçados, o maior fora da Ásia. O mercado doméstico é diversificado e há uma série de polos produtivos espalhados pelas cinco regiões do país. Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçado (Abicalçados) apontam que a produção do produto teve queda de quase 35% entre janeiro e agosto de 2020. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, a coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, explicou os desafios que o mercado calçadista tem enfrentado desde o início da crise sanitária no país. Segundo Linck, em números gerais, o segmento continua acumulando quedas no segundo semestre, mas em menor escalda quando comparados os números com os seis primeiros meses de 2020.

“Se pegarmos o acumulado desde junho, é melhor do que o primeiro semestre. Claro que continuamos com as quedas, mas não tão significativas quanto nos seis primeiros meses. A partir do final do ano, diria os dois últimos meses, esperamos que essa evolução se acelere um pouco, mas de fato uma recuperação é esperada a partir do ano que vem”, diz. 

Em relação aos empregos, segundo a Abicalçados, foram cerca de 60 mil postos de trabalho perdidos entre março e junho. Priscila chama atenção para um princípio de reação do mercado em julho e para as medidas do governo federal de socorro às empresas, mas destaca que a retomada será gradual.

“Se olharmos para os dados de emprego mais precisamente, o estado de São Paulo teve impacto bem significativo, seguido de Nova Serrana (MG) e do Rio Grande do Sul. O Nordeste teve impacto também, mas não foi tão grande quanto nos estados mais ao Sul. No mês de julho houve geração de postos de trabalho.

Foram pouco mais de mil postos. Claro que não é suficiente de reverter o quadro de queda, mas é um indicativo de virada. Naturalmente, essas medidas de manutenção de empego e renda, como a redução da jornada de trabalho e suspensão de contratos de trabalho, ajudaram bastante o setor ter uma intensidade significativa de mão-de-obra”, destaca. 



Quanto ao cenário do mercado calçadista após a pandemia, Priscila explica que a retomada do crescimento do setor está diretamente ligada à recuperação econômica do Brasil, já que 85% da produção brasileira fica em território nacional. 

“É um setor dependente de demanda. Está atrelado a questões de emprego e renda. Claro que, no mercado doméstico, a abertura gradual do comércio teve impacto positivo na retomada de pedidos que a indústria vem recebendo. É difícil prever o cenário porque é um setor que vai depender da retomada macroeconômica do país. Nossa retomada vai depender da retomada do consumo no Brasil”, ressalta. 

“É um processo gradual para se reconstituir essa parcela da produção que foi perdida, mas esperamos conseguir iniciar esse processo a partir do ano que vem”, completa. 

Quanto ao cenário do mercado externo, Priscila ressalta que o Brasil já vinha observando instabilidade nas exportações desde o começo do ano. Entre janeiro e agosto, em comparação com o mesmo período do ano passado, houve redução de cerca de 33% nas exportações de calçados. Os principais destinos dos produtos brasileiros são os Estados Unidos, a Argentina e a França. 

“Já vínhamos acumulando queda nas exportações desde janeiro. Diferente do mercado doméstico, que a gente só teve essa reversão a partir de março, sendo que a produção de calçados vinha crescendo. Nos meses de junho, julho e agosto, observamos quedas menos intensas, mas ainda assim quedas. Um aspecto positivo é que, ainda que continuemos acumulando sucessivas quedas nas exportações, se olharmos para o mês de agosto, em comparação com o mesmo mês de 2019, conseguimos aumentar as exportações para os Estados Unidos, que é nosso principal mercado”, pontua. 


Veja a entrevista completa: 

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Internacional
21/09/2020 10:50h

Governador de Roraima comemora repasse e afirma que ajuda é fundamental

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Em visita a Boa Vista, capital de Roraima, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, anunciou que os Estados Unidos vão investir mais de US$ 30 milhões no gerenciamento da crise migratória de venezuelanos no Brasil. Pompeo compareceu na última sexta-feira (18) às instalações da Operação Acolhida, na capital de Roraima.

O objetivo da visita do secretário de Estado, que também foi a outros países da região amazônica, foi de pressionar de pressionar o regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro e expressar o alinhamento norte-americano com essas nações. Em Boa Vista, Pompeo chegou a dizer que Maduro era “traficante de drogas”.

Municípios brasileiros tentam driblar a crise econômica e mantêm empregos com iniciativas locais

O governador de Roraima,  Antonio Denarium, acompanhou a visita da autoridade americano em Boa Vista e disse que a ajuda dos Estados Unidos é fundamental. Segundo ele, atualmente Roraima abriga 100 mil venezuelanos. Ele afirmou que o estado não tem como gerenciar a crise migratória sozinho.

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21/08/2020 07:00h

País norte-americano já tem mais de cinco milhões de casos confirmados da doença e tem facilitado a entrada de médicos e médicas estrangeiros para ajudar no combate à doença

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Com a pandemia do novo coronavírus, a demanda por profissionais de saúde cresceu em todo o mundo. Nos Estados Unidos, que já contabilizam mais de cinco milhões de infectados e 173 mil mortos, a entrada de médicos e médicas estrangeiros cresceu e o país se viu obrigado a manter os imigrantes na linha de frente. 

A ideia é recuperar 40 mil vistos americanos não utilizados e dar celeridade ao processo de imigração de médicos e enfermeiros. O objetivo é garantir o atendimento em meio à pandemia. 

Em 2019, a Associação de Colégios Médicos Americanos estimou que, até o ano de 2030, haverá uma defasagem de mais de 120 mil médicos nos EUA. Em março deste ano, o Departamento de Estado local publicou em seu site um comunicado em que incentiva médicos e enfermeiros estrangeiros a trabalharem no país em troca de um visto de permanência, que pode se estender por até sete anos.

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07/08/2020 20:30h

País acumula 2.962.442 casos confirmados

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O Brasil tem 99.572 mortes confirmadas por Covid-19 até a noite desta sexta-feira (07), segundo dados do Ministério da Saúde. Sobre os infectados, foram 50.230 novos diagnósticos nas últimas 24 horas e o acumulado é de 2.962.442.

Subfinanciamento do SUS pressiona municípios

Ao reduzir burocracia, novo marco legal pode acelerar liberação de testes clínicos em humanos

CNS aponta para dificuldades de financiamento da Atenção Básica em Saúde

Neste início de mês, os três estados do Sul, além de Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte, apresentaram alta no número de mortes. No cenário mundial, o Brasil fica atrás apenas dos Estados Unidos no total de óbitos e casos confirmados. 
 

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29/07/2020 00:00h

Vendas ao mercado externo, segundo Cepea, somaram US$ 52 bilhões

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Exportações do agronegócio brasileiro cresceram 16,5% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2019, segundo estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (USP). Os dados contrastam com os resultados negativos da economia que vêm sendo divulgados durante a pandemia da Covid-19. 

De acordo com a pesquisa do Cepea, nos seis primeiros meses deste ano, o faturamento com as vendas externas do agronegócio totalizaram US$ 52 bilhões. A instituição afirma que o quantitativo representa um recorde para o período e se deu principalmente devido à desvalorização do Real frente ao Dólar. Nesta mesma comparação, mas utilizando o Real como moeda, o crescimento no faturamento foi de 32%. 

Sueme Mori Andrade, coordenadora de Inteligência Comercial da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), diz que o resultado positivo nas exportações ocorreu sobretudo por conta do maior estreitamento das relações comerciais do setor com a China. “Até houve o crescimento para outros mercados, mas sem grande representatividade. A China ampliou a sua participação nas exportações brasileiras, passando de 33,4% para aproximadamente 40%.”

Após a China, os países da zona do euro e os Estados Unidos aparecem logo em seguida no percentual total de exportações brasileiras entre janeiro e junho deste ano, com 14,5% e 5,9% de participação, respectivamente. Segundo os pesquisadores do Cepea, o aumento na venda de produtos agrícolas brasileiros ao mercado externo ocorreu por conta do crescimento na exportação dos produtos do complexo da soja (grão, óleo e farelo), carnes (suína, bovina e de aves), de algodão, açúcar, etanol e celulose. 

A pesquisadora do Cepea Andreia Adami diz que a soja é o principal produto agrícola exportado pelo Brasil e que, como a colheita da commodity ocorreu nos seis primeiros meses desse ano, o volume de exportações do produto deverá reduzir no segundo semestre. Mesmo assim, segundo ela, as vendas externas do produto ainda terão um importante papel no setor do agronegócio. Andreia alega que as exportações de milho, açúcar e café devem ter destaque ainda este ano.

“Em termos de volume, o primeiro semestre acaba sendo melhor. No segundo semestre, provavelmente, teremos exportações em menores quantidades, mas tem tudo para ocorrer um crescimento comparado a 2019”, afirma.

Plataforma virtual promete agilizar Cadastro Ambiental Rural

Movimento de municipalização do ITR pode gerar mais arrecadação aos entes federados

Entre janeiro e abril, o Produto Interno Produto (PIB) do agronegócio, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), cresceu 3,78%. Além disso, de acordo com a pesquisa Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada nesta terça-feira (28), o agronegócio foi o segmento que mais abriu postos de trabalho, 36.836 novas vagas, seguido pelo setor de construção, com 17.270 novas vagas. 

Desempenho

Em junho, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, afirmou que mesmo em meio à pandemia o Brasil tem conseguido promover o abastecimento interno e tem tido também importante papel nas exportações. “A agricultura brasileira mostrou mais uma vez a sua importância para o desenvolvimento do país, pois, mesmo em situação adversa, cumpriu seu papel de guardiã da segurança alimentar com sanidade e sustentabilidade”, defendeu a titular da pasta. 
 

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Economia
19/06/2020 00:00h

Em entrevista exclusiva ao Brasil 61, Clythio Backx van Buggenhout diz que relações entre governos e iniciativa privada sejam mais comuns para tornar o setor de logística cada vez mais eficiente

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Em entrevista exclusiva ao Brasil 61, o presidente do Instituto Brasil Logística, Clythio Backx van Buggenhout, afirmou que, apesar do caos que a pandemia do novo coronavírus causou em boa parte dos países do mundo, a relação comercial do Brasil com dois fortes parceiros, Estados Unidos e China, não foi afetada. De acordo com ele, ao adotarem medidas de segurança e saúde recomendadas pelos órgãos responsáveis, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas nações mantiveram os trâmites e processos no setor sem comprometimentos significativos.

“Os setores produtivos de insumos nos EUA e na China continuam operando. Assim como no Brasil, os principais segmentos da indústria foram considerados atividades essenciais e mantidos, desde que aplicadas as precauções sanitárias e os cuidados necessários. A maioria das empresas se adaptou muito rápido, botando seu administrativo em home office e tomando precauções, segregando tudo, medindo temperatura. Não vemos um apagão em nada no mundo que tenha afetado a logística para o país. Pelo menos eu não tenho conhecimento e não tenho ouvido falar sobre”, pontuou.

Outro tema comentado por Buggenhout foi o que trata das parcerias público-privadas. O presidente do IBL acredita que a expansão do setor dificulta a aplicação de dinheiro público em obras e projetos necessários, mas com grandes custos. Por esse motivo, ele defende que as relações entre governos e iniciativa privada sejam mais comuns para tornar o setor de logística cada vez mais eficiente.

“A demanda por infraestrutura portuária cresceu de 10 a 12 vezes mais do que o PIB de países desenvolvidos. Qual é o país que dá conta de aplicar dinheiro público em um segmento que cresce 10 vezes mais do que sua própria economia? Não dá conta. Ninguém vai tirar dinheiro de setores como Saúde e Educação, Segurança, por exemplo, para construir terminal. Mas, se você não constrói, você perde o trem da globalização, perde competitividade e não tem equipamentos modernos e adequados para ter custos baixos. Então, todos os países, no final dos anos 80, ao longo dos 90, modernizaram seu marco legal para permitir parcerias público-privadas mediante concessão de áreas e grandes investimentos particulares nos portos”, salienta.

Outro ponto defendido por Clythio van Buggenhout é a manutenção de isenções fiscais para o setor, quando esses instrumentos forem oportunos para garantir qualidade das atividades, sem comprometer a arrecadação estatal.

“Vários equipamentos tecnológicos que manobram ou transportam carga, são importados, pois não temos similar nacional. Se eu retiro uma isenção fiscal nesse momento, visando compensar uma perda de caixa de governo, eu vou reduzir a atratividade ou viabilidade daquele investimento. Essa é uma decisão entre órgão de governo, o que administra o caixa e o que tem que simular investimento, e esperamos que haja uma lucidez quando for discutida a prorrogação de um benefício fiscal, alguma isenção fiscal para as obras de infraestrutura”, comenta.

Em relação à área mais afetada pela pandemia, o presidente do IBL arriscou dizer que o setor aéreo sentiu com mais força os impactos do isolamento social. Apensar desse lado da balança não ter sido favorável, Buggenhout afirma outras áreas seguiram com as atividades quase que em sua normalidade.

“Não sou especialista, mas sabemos que o setor aéreo foi o mais atingido. Talvez seja o mais lento a se recuperar, porque o fluxo de turismo depende do poder aquisitivo, e o fluxo de viagens executivas dependem da necessidade do trabalho. Por outro lado, a logística de exportação de grãos ou outras commodities não foi tão afetada. A demanda internacional permanece e estamos rodando bem e sem descontinuidades”, explica.

Com base em informações da Agência de Notícias Reuters, o IBL estima que as importações de soja, pela China, por exemplo, são estimadas em 92,48 milhões de toneladas neste ano. Com isso, segundo o instituto, é seguido o ritmo de trabalho na logística de transportes e de portos, no Brasil.
 

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Internacional
07/12/2019 13:09h

Relatório divulgado pela companhia aponta que o número de denúncias cresceu de 2.936 (2017) para 3.045 (2018)

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Relatório divulgado pela Uber, companhia que opera mundialmente um aplicativo de transportes, registrou quase 6 mil denúncias de abuso sexual nos Estados Unidos entre 2017 e 2018. No primeiro ano, foram notificados 2.936 casos, enquanto no ano seguinte o número subiu para 3.045. Dados estão disponíveis no U.S Safety Report. 

De acordo com a companhia, 54% dos acusados de abuso são motoristas do aplicativo, e 45% eram passageiros. Já no enquadramento de denúncias que envolviam penetração sexual sem consentimento, 99,4% das vítimas eram passageiros. No relatório, o chefe de departamento jurídico da Uber, Tony West, afirmou que “não é fácil publicar voluntariamente um relatório que discute essas difíceis questões de segurança”. 

Além dos dados de abuso, sexual, o relatório da empresa divulgou também o número de mortes envolvendo pelo menos uma pessoa ligada a uma viagem de Uber. Foram 19 vítimas, sendo oito delas passageiros e sete motoristas. A companhia registrou ainda 107 mortes em 97 acidentes. 

Não foram divulgados dados sobre outros países. A Uber Brasil renovou, em novembro, a parceria com o Instituto Igarapé como programa de enfrentamento à violência contra a mulher. A empresa sinalizou que investirá mais de R$ 5 milhões até 2022 na plataforma EVA (Evidências sobre Violências e Alternativas para Mulheres e Meninas), que reunirá dados sobre qualquer tipo de violência contra o gênero no Brasil, Colômbia e México. 

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Ciência & Tecnologia
05/12/2019 15:36h

Além do aspecto financeiro, Eliziane Gama (Cidadania-MA) ressalta ainda que parceria com os americanos representa um recomeço para a exploração espacial brasileira

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Promulgado no Diário Oficial da União no último dia 20 de novembro, o decreto legislativo (PDL 523/2019) que ratifica o acordo para uso comercial da Base de Alcântara representa um recomeço para a exploração espacial brasileira. A avaliação é da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), que espera ainda crescimento da economia do estado e do município maranhense. A expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) é que os lançamentos tenham início em 2021, após a elaboração do plano de operações comerciais.

“O acordo abre novos horizontes para a juventude brasileira, especialmente os pesquisadores que têm interesse na tecnologia aeroespacial. Esse é um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas e, por isso, há vários critérios que precisam ser levados em consideração. Ao mesmo tempo, o acordo traz consigo um incentivo, empenho e resultados econômicos importantes, já que haverá uma movimentação bilionária para o Brasil”, afirmou a parlamentar.

Entre outros pontos, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) firmado entre Brasil e Estados Unidos assegura a proteção, contra cópia ou roubo, de tecnologias americanas - desde um simples chip até um sistema complexo - utilizadas em componentes embarcados em foguetes ou satélites lançados do Centro Espacial de Alcântara. Com a operação do local e a estimativa de que o Brasil participe de, no mínimo, 1% do mercado mundial, o cálculo é que o país arrecade US$ 3,5 bilhões por ano, chegando, em 2040, a US$ 10 bilhões anuais.

Na visão do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Moura, o acordo abre perspectiva de inserção do Brasil no mercado internacional de lançamento. O que, segundo ele, retoma a ideia original da década de 1980, quando Alcântara foi escolhida para ser o principal centro de lançamento brasileiro. “O plano diretor já previa que nós teríamos espaço para o nosso programa espacial interno autônomo e para outras aplicações que poderiam ser utilizadas por programas mais avançados”, lembrou.

Aval do Parlamento

O PDL 523/2019, que ratifica o acordo da Base de Alcântara, chegou ao Congresso Nacional após os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump assinarem um tratado em março deste ano, na capital norte-americana. Para passar a valer, o tratado precisava do aval da Câmara dos Deputados e do Senado.

O governo federal estima que o país já perdeu aproximadamente R$ 15 bilhões, nos últimos 20 anos, por não fechar acordos comerciais deste tipo com outros países. Segundo o MCTIC, a parceria entre brasileiros e americanos pode aumentar a atração de investimentos no Brasil, induzir atividades econômicas em apoio aos serviços de lançamento, melhorar a formação de mão de obra especializada e alavancar o setor de serviços, incluindo o turismo.

O acordo comercial com os Estados Unidos dispõe, ainda, sobre dados técnicos autorizados para divulgação. Com o tratado, por exemplo, não será permitido o compartilhamento de informações sobre veículos lançadores, espaçonaves e equipamentos dos Estados Unidos. O governo norte-americano, no entanto, deverá fornecer informações ao governo brasileiro sobre a presença de material radioativo ou de substâncias que possam causar danos ao meio ambiente ou à saúde humana.

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Brasil
26/10/2019 12:02h

Para Carlos Moura, parceria com os EUA faz com que o Brasil “tenha presença internacional no setor”, assim como ocorre na indústria aeronáutica

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Aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados nesta semana, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicos (AST) que permite o uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão, abre perspectiva de inserção do Brasil no mercado internacional de lançamento de foguetes. A avaliação é do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Carlos Moura.

Segundo ele, a proposta retoma a ideia original da década de 1980, quando Alcântara foi escolhida para ser o principal centro de lançamento brasileiro. “O plano diretor já previa que nós teríamos espaço para o nosso programa espacial interno autônomo e para outras aplicações que poderiam ser utilizadas por programas mais avançados”, lembrou.

O acordo de cooperação entre Brasil e EUA prevê que a base espacial seja explorada pelo país norte-americano e países que utilizem tecnologia americana. Com isso, o Brasil receberá uma compensação financeira pelo uso do espaço. O interesse americano se dá por conta da localização privilegiada, na Linha do Equador, que reduz o consumo de combustível e tornando os lançamentos de foguetes mais baratos. 

“Se o país tem um espaço tão importante quanto Alcântara, temos que fazer o melhor uso possível daquilo e aproveitar todos os recursos que já investimos naquela região”, completou Moura. Estimativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MTIC) indica que, nos últimos 20 anos, o Brasil perdeu aproximadamente R$ 15 bilhões por não ter fechado acordo comercial da Base de Alcântara. O valor se refere aos lançamentos que não foram realizados pelo país, levando em conta apenas 5% dos eventos ocorridos no mundo todo neste período.
Arte: Italo Novais/Agência do Rádio Mais Para Carlos Moura, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), a expertise dos norte-americanos pode render bons frutos ao setor aeroespacial brasileiro. “É uma vantagem para nós que vai nos permitir fazer negócios externamente e favorecer todo o desenvolvimento de um mercado espacial no Brasil, mas que também tenha presença internacionalmente, como é o caso da nossa indústria aeronáutica”, comparou.

Apoio da bancada maranhense

Dos 18 parlamentares que representam o Maranhão na Câmara Federal, 16 disseram à reportagem da Agência do Rádio Mais que o projeto é positivo para a economia do estado. Na visão do deputado federal Gastão Vieira (PROS-MA), o acordo é uma oportunidade, inclusive, para que o Brasil saia da crise. “É algo que pode dar sustentação ao nosso desenvolvimento científico e tecnológico não apenas na área espacial no Maranhão, mas para todas as áreas do país”, declarou.

Para o deputado André Fufuca (PP-MA), os moradores da Baixada Maranhense serão os principais beneficiados, caso o acordo também tenha o aval dos senadores. “A partir desse momento, há também melhoria na qualidade de vida da população de todos os moradores ao redor. Torço para que a partir do momento que houver essa evolução tecnológica na região, haja também equilíbrio no que diz respeito às desigualdades sociais, que são pujantes e visíveis”, defendeu Fufuca.

Em 2002, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez uma proposta de acordo para exploração do centro espacial. Uma das principais críticas feitas à época e que ainda reverbera no projeto atual é que isso retiraria a soberania brasileira sobre o local. O que, segundo o deputado Aluísio Mendes (PODE-MA), é uma interpretação equivocada e que já foi corrigida no texto aprovado no Plenário da Câmara.

“Quem fala isso, não conhece e não leu o acordo. Não fere em nada a soberania do país, o acordo é muito claro ao dizer que o Brasil tem total autonomia e soberania por todo o território da base onde será instalado o projeto. Quem diz o contrário está contra o Brasil e contra o Maranhão”, enfatizou Mendes.

Arte: Italo Novais/Agência do Rádio Mais

Aprovado na última terça-feira (22) por 329 votos favoráveis e 86 contrários, o acordo previsto no PDL 523/2019 passará por análise dos senadores. A expectativa é que o texto seja votado ainda este ano.

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