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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,80%, aos 186.241 pontos, novo valor nominal recorde para o fechamento. O desempenho do índice foi influenciado pela reação de investidores à divulgação do Boletim Focus — que melhorou as projeções para a inflação de 2026 —, e pela continuidade do fluxo de capital estrangeiro para países emergentes como o Brasil.
Em solo estadunidense, os principais índices das bolsas de Nova York reverteram a movimentação do início da sessão e fecharam em alta, com a recuperação do setor de tecnologia. Além disso, investidores esperam pela divulgação dos dados de comércio, inflação e emprego nos EUA (payroll), que deveria ter sido feita na última semana mas foi atrasada pela paralisação parcial do governo, que já se encerrou.
No cenário doméstico, o desempenho do Ibovespa foi empurrado pela continuidade de fluxo de capital estrangeiro para países emergentes e produtores de commodities, o que também favoreceu o desempenho dos “pesos pesados”. As ações da Petrobras fecharam em alta de 1,83%, na contramão do petróleo, assim como as da Vale, que subiram 1,96%, e as do Itaú Unibanco, que tiveram alta de 3,34%, em linha com o avanço das blue chips.
Segundo analistas do setor, no Brasil, o movimento foi reforçado pela leitura de que a inflação tem se comportado melhor, abrindo espaço para o início do afrouxamento monetário.
De acordo com os dados do Boletim Focus, economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) voltaram a reduzir a projeção para a inflação de 2026, de 3,99% para 3,97%. Nesta terça-feira (10), o mercado espera a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro.
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou, em discurso na manhã desta segunda (9), haver necessidade de reconhecer a melhora na situação econômica entre o período da conclusão da alta de juros e o atual. Ele reforçou que o BC segue atuando de forma “dependente de dados” e disse que “calibragem” é a palavra-chave que define o atual estágio da política monetária.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Oi S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (OIBR4): +26,15%
Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +24,47%
Ações em queda no Ibovespa
Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3): -25,22%
Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): -18,18%
O volume total negociado na B3 foi de R$27.832.240.971, em meio a 4.065.467 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,62% frente ao real, cotado a R$5,18, no menor patamar em 21 meses, desde maio de 2024. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,83%.
A moeda estadunidense sofreu uma nova rodada de desvalorização durante a sessão, após publicação da agência de notícias Bloomberg que afirma que a China encorajou uma menor exposição dos bancos do país a títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries). Além disso, o desempenho da moeda foi influenciado pela entrada de capital internacional em países emergentes como o Brasil e pela melhora nas expectativas de inflação.
Além da desvalorização relacionada aos bancos chineses, o dólar cedeu ante o euro e a libra devido às expectativas de investidores pela divulgação dos dados de comércio, inflação e emprego nos EUA (payroll). A divulgação, que deveria ter sido feita na última semana, foi atrasada pela paralisação (shutdown) parcial do governo, que já se encerrou.
No cenário doméstico, o real ganhou força frente ao dólar com a continuidade do movimento de rotação global, que destinou mais capital internacional para os países emergentes. Segundo analistas do setor, no Brasil, o movimento foi reforçado pela entrada de capital financeiro e pela leitura de que a inflação tem se comportado melhor, abrindo espaço para o início do afrouxamento monetário.
Segundo dados do Boletim Focus, economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) voltaram a reduzir a projeção para a inflação de 2026, de 3,99% para 3,97%. Nesta terça-feira (10), o mercado espera a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro.
O presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou, em discurso na manhã desta segunda (9), haver necessidade de reconhecer a melhora na situação econômica entre o período da conclusão da alta de juros e o atual. Ele reforçou que o BC segue atuando de forma “dependente de dados” e disse que “calibragem” é a palavra-chave que define o atual estágio da política monetária.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,31%, cotado a R$6,18.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1928 | 0,1617 | 0,1407 | 30,0347 | 0,1477 | 0,2614 | 0,2716 |
| USD | 5,1870 | 1 | 0,8391 | 0,7302 | 155,78 | 0,7661 | 1,3561 | 1,4095 |
| EUR | 6,1841 | 1,1918 | 1 | 0,8703 | 185,67 | 0,9130 | 1,6162 | 1,6799 |
| GBP | 7,1060 | 1,3695 | 1,1491 | 1 | 213,33 | 1,0490 | 1,8571 | 1,9303 |
| JPY | 3,32938 | 0,641952 | 0,53862 | 0,468768 | 1 | 0,4918 | 0,87046 | 0,90481 |
| CHF | 6,7700 | 1,3054 | 1,0951 | 0,9533 | 203,38 | 1 | 1,7705 | 1,8399 |
| CAD | 3,8249 | 0,7375 | 0,6186 | 0,5385 | 114,88 | 0,5649 | 1 | 1,0391 |
| AUD | 3,6812 | 0,7095 | 0,5953 | 0,5181 | 110,52 | 0,5435 | 0,9621 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados de Alagoas, Bahia e Ceará
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (9), a situação de emergência em quatro cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Bahia e Ceará. A portaria com os reconhecimentos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Olho D'Água do Casado e Senador Rui Palmeira, em Alagoas, e Ichu, na Bahia. Já Solonópole, no Ceará, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil concurso 3609 acontece nesta segunda-feira, 09 de fevereiro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
02 - 05 - 06 - 08 - 09 - 10 - 11 - 12 - 13 - 17 - 19 - 20 - 22 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de ventos costeiros para os três estados da região Sul do país e de tempestade para o Rio Grande do Sul nesta terça-feira (10). A instabilidade atua com maior intensidade em áreas do litoral e do norte da região.
No Rio Grande do Sul, o alerta de tempestade se concentra no litoral norte gaúcho, onde os municípios de Itati, Dom Pedro de Alcântara e Osório devem registrar muitas nuvens, pancadas de chuva e risco de temporais ao longo do dia.
No Paraná, a instabilidade ganha força no norte do estado. Os municípios de Jacarezinho, Santa Mariana e Cornélio Procópio devem ter um dia de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Santa Catarina, as chuvas atingem principalmente a região litorânea catarinense, com previsão de aumento da nebulosidade e ocorrência de pancadas de chuva ao longo do dia, influenciadas pelos ventos costeiros.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 34°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para os estados do Centro-Oeste e o Distrito Federal nesta terça-feira (10). A instabilidade ganha força em grande parte da região, com previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Em Mato Grosso, as chuvas mais intensas se concentram no norte do estado, atingindo os municípios de Sorriso, Sinop e União do Sul, onde o dia será marcado por muitas nuvens, pancadas de chuva e risco de trovoadas.
Já em Mato Grosso do Sul, o tempo fica instável no Pantanal sul-mato-grossense e na região central do estado. Os municípios de Corumbá e Figueirão devem registrar muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia. Em contrapartida, no sudoeste e sul do estado, cidades como Porto Murtinho e Jardim terão um dia mais estável, com poucas nuvens e sem previsão de chuva significativa.
Em Goiás e no Distrito Federal, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, mantendo o tempo instável em praticamente todo o território goiano e na capital federal.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para os quatro estados da Região Sudeste nesta terça-feira (10).
Em São Paulo, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do norte paulista, como Colômbia, Morro Agudo e Fernando Prestes, com risco de pancadas fortes acompanhadas de rajadas de vento.
Em Minas Gerais, a instabilidade se concentra em áreas do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A previsão indica pancadas fortes de chuva nos municípios de Patrocínio, Nova Ponte e Perdizes.
Já no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o dia será marcado por muitas nuvens, com pancadas de chuva isoladas ao longo do dia, principalmente durante a tarde e a noite.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo e Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Norte do país nesta terça-feira (10). A instabilidade atua em praticamente todos os estados, com destaque para pancadas de chuva ao longo do dia.
No Acre e em Rondônia, a previsão é de muita chuva durante todo o dia, com céu carregado e risco de volumes elevados.
No Amazonas, a instabilidade será mais intensa no sul do estado, atingindo os municípios de Novo Aripuanã e Manicoré, onde são esperadas pancadas de chuva e trovoadas.
Em Roraima, o dia deve ser de céu nublado, com menor potencial para chuva significativa.
Já no Amapá, há chance de chuva isolada no norte e centro do estado, especialmente nos municípios de Calçoene, Amapá e Tartarugalzinho.
No Pará, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva no sudoeste e sudeste do estado, alcançando Altamira, São Félix do Xingu e Novo Progresso.
No Tocantins, o tempo segue instável, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia em diversas regiões do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Palmas. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de acumulado de chuva para a Região Nordeste nesta terça-feira (10). A instabilidade se espalha por diversos estados, com maior intensidade em áreas específicas.
No Maranhão, as chuvas mais fortes se concentram no centro-oeste do estado, atingindo os municípios de Centro Novo do Maranhão, Bom Jardim e Santa Luzia.
No Piauí, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no sul do estado, especialmente em Uruçuí e Ribeiro Gonçalves.
No Ceará e no Rio Grande do Norte, a chuva se concentra principalmente na região litorânea, com aumento da nebulosidade e possibilidade de precipitações ao longo do dia.
Na Paraíba, chove no Agreste paraibano, atingindo os municípios de Barra de Santa Rosa, Pocinhos e Solânea.
Em Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o dia será de muitas nuvens, sem previsão de chuva significativa em grande parte dos estados.
Já na Bahia, há chance de chuva no oeste do estado, nos municípios de Correntina, São Félix do Coribe e Jaborandi.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar a 32°C, em João Pessoa. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Vitória é de R$ 6,02. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,33% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,04.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 6,05, um aumento de 0,33% frente aos R$ 6,03 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Teresina é de R$ 5,92. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,93.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,01, uma redução de 3,38% frente aos R$ 6,22 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum na cidade de São Paulo é de R$ 6,22. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa um aumento de 0,48% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,19.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,11, um aumento de 0,66% frente aos R$ 6,07 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em São Luís é de R$ 5,63. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,18% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,64.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,75, um aumento de 0,35% frente aos R$ 5,73 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Salvador é de R$ 6,11. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 3,63% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,34.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 6,34, um aumento de 0,16% frente aos R$ 6,33 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum na cidade do Rio de Janeiro é de R$ 6,13. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,33% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,15.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,07, um aumento de 0,17% frente aos R$ 6,06 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Rio Branco é de R$ 7,27. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa um aumento de 0,69% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 7,22.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 7,32, um aumento de 0,27% frente aos R$ 7,30 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum no Recife é de R$ 6,67. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,89% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,73.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 5,79, uma redução de 1,19% frente aos R$ 5,86 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum em Porto Velho é de R$ 6,99. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,57% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 7,03.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,31, uma redução de 1,71% frente aos R$ 6,42 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum em Porto Alegre é de R$ 6,23. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,32% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,25.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,96, uma redução de 0,67% frente aos R$ 6,00 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Natal é de R$ 6,55. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,15% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,56.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,34, uma redução de 0,16% frente aos R$ 6,35 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Manaus é de R$ 6,98. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,98.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,49, mantendo estabilidade frente à semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Maceió é de R$ 5,93. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,50% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,96.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 5,96, mantendo estabilidade frente à semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Macapá é de R$ 6,09. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 1,77% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,20.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,46, uma redução de 4,01% frente aos R$ 6,73 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Campo Grande é de R$ 5,90. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,17% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,91.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,98, um aumento de 1,36% frente aos R$ 5,90 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em João Pessoa é de R$ 5,88. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 1,18% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 5,95.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,75, mantendo estabilidade frente à semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Goiânia é de R$ 6,48. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,46% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,51.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,88, uma redução de 0,17% frente aos R$ 5,89 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Florianópolis é de R$ 6,76. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,76.
O óleo diesel S10 foi comercializado a R$ 6,19, uma redução de 0,48% frente aos R$ 6,22 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Brasília é de R$ 6,20. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 1,59% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,30.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,96, mantendo estabilidade frente aos R$ 5,96 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Curitiba é de R$ 6,92. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 0,14% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,93.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 5,78, um aumento de 1,40% frente aos R$ 5,70 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Cuiabá é de R$ 6,34. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa uma redução de 1,25% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,42.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,20, uma redução de 1,59% frente aos R$ 6,30 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum em Boa Vista é de R$ 6,95. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,95.
O óleo diesel foi comercializado a R$ 6,82, uma redução de 0,44% frente aos R$ 6,85 da semana anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
Copiar o textoLevantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital
O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Aracaju, é de R$ 6,55. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026. O valor representa estabilidade em relação ao preço médio da semana anterior, que também foi de R$ 6,55.
Ainda de acordo com o último levantamento, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 5,76 o litro. Esse preço registrou queda de 2,8% em comparação aos R$ 5,93 registrados no período anterior.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
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O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belo Horizonte, é de R$ 6,14. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 01/02/2026 a 07/02/2026.
O valor representa uma redução de 0,65% em comparação aos R$ 6,18 registrados na semana anterior. A queda de R$ 0,04 no preço médio indica uma leve trajetória de baixa no custo do combustível para o consumidor belo-horizontino, em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,18.
Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,89 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,34% superior ao valor de R$ 5,87 registrado no período de 25/01/2026 a 31/01/2026.
Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.
Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.
A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).
A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.
Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.
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Baixar áudioO molusco contagioso é uma infecção dermatológica viral consideravelmente comum e altamente contagiosa. A doença é causada por um vírus da família poxvírus e se caracteriza por aparecimento de pequenas lesões elevadas e arredondadas, que podem ser da cor da pele, rosadas ou esbranquiçadas. Têm aparência de pequenas “pérolas” ou “bolinhas” e possuem depressão central ou “umbilicação” no meio da lesão. Geralmente não coçam e não causam dor.
“Apesar de poder desaparecer espontaneamente em alguns meses a anos, costumamos indicar tratamento, pois se trata de uma condição contagiosa. O tratamento pode incluir curetagem, que é a remoção mecânica das lesões, crioterapia com nitrogênio líquido e pomadas específicas. Mais de uma sessão pode ser necessária, dependendo do número de lesões. Nunca esprema ou cutuque as lesões. Isso espalha o vírus e pode causar infecção. Tratamentos caseiros geralmente não funcionam”, comenta Dra. Vivian Loureiro, dermatologista.
Para prevenir, evite contato direto com pessoas infectadas, não compartilhe toalhas ou roupas, mantenha boa higiene após piscina e academias. Evite coçar e procure um dermatologista ou pediatra para confirmação do diagnóstico e orientação adequada. Lembre-se, é uma condição benigna com excelente prognóstico.
Para mais informações acesse o site | @doutor.ajuda, nas redes sociais | Acompanhe os conteúdos semanais no canal do Dr. Ajuda, no Youtube
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Baixar áudioO Tribunal de Contas da União (TCU) estabeleceu prazo de 180 dias para que o Executivo apresente um plano financeiro destinado a fortalecer a autonomia de quatro agências reguladoras estratégicas:
A decisão, registrada no Acórdão 280/2026-Plenário, foi deliberada após auditoria revelar que cortes e bloqueios orçamentários têm comprometido a atuação das autarquias.
Segundo o relator, ministro Jorge Oliveira, “a insuficiência de recursos alocados a essas agências é uma das principais causas para a limitação do exercício pleno de suas competências institucionais”. Ele explica que essa carência orçamentária decorre de medidas necessárias para manter o equilíbrio fiscal da União.
Realizada entre outubro de 2024 e abril de 2025, a inspeção analisou dados de gestão, orçamento, governança e transparência referentes ao período de 2015 a 2024.
O levantamento apontou que a falta de recursos impactou diretamente setores como fiscalização, administração, investimentos em tecnologia e inovação, além do atendimento ao público — especialmente na ANP, ANM e Aneel. A Anatel, por sua vez, apresenta situação distinta, com maior autonomia financeira desde a auditoria realizada em 2017.
Com o objetivo de “fortalecer a autonomia, a capacidade, a governança e a transparência institucional [das autarquias] para enfrentar os novos desafios de setores estratégicos”, o TCU determinou que, caso o orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) seja inferior ao solicitado pelas agências, o Executivo deverá comprovar que o valor cobre as despesas de custeio e fiscalização.
A decisão também traz recomendações à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e às agências para que aprimorem a definição do referencial monetário, tendo como referência a experiência da Anatel, que apresentou melhor situação orçamentária após o Acórdão 749/2017-Plenário.
Oliveira destacou ainda que, segundo a SOF, a autonomia administrativa e financeira das agências permite que elas próprias definam prioridades quando o orçamento previsto no PLOA não é suficiente. No entanto, avaliou que essa prerrogativa tem se mostrado insuficiente diante das restrições impostas.
“Como demonstrado nesta fiscalização, essas competências não são bastantes para garantir a esperada autonomia financeira das agências, que, na prática, tem sido mitigada de diversas formas nas etapas orçamentárias, prejudicando a sua capacidade fiscalizatória e regulatória”, afirmou.
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Baixar áudioNo ano passado, 774 casos da doença de Chagas foram notificados no Brasil. Só no município de Ananindeua (PA), até o momento, foram confirmados 42 casos e quatro óbitos. Apesar de o Ministério da Saúde decretar surto no município, especialistas da Fiocruz descartam o risco de epidemia no país e alertam que a doença permanece ativa no Brasil, sendo impulsionada, principalmente, pela transmissão oral.
Os dados de 2025 são preliminares e foram enviados ao Brasil 61 pelo Ministério da Saúde. Segundo o órgão, as informações sobre os óbitos em 2025 no país ainda estão em consolidação – já que as secretarias têm até o final do ano para enviar as informações à pasta.
Conforme a Agência Brasil, o número de casos em Ananindeua (PA) supera em 30% os notificados no município no mesmo período do ano passado.
O médico infectologista e pesquisador do Laboratório de Pesquisa Clínica em doença de Chagas (LapClin Chagas) do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Roberto Saraiva, explica a classificação de surto:
“Foi classificado como um surto porque houve um aumento dos números de casos em relação ao que costuma acontecer no município, mas não há riscos de epidemia no Brasil”, diz Saraiva.
Já o farmacêutico bioquímico e pesquisador do Instituto Gonçalo Muniz (Fiocruz Bahia), Fred Luciano Santos, destaca que o Brasil tem registrado diversos surtos esporádicos, com maior frequência na Região Metropolitana de Belém “devido ao consumo artesanal de açaí e outros produtos locais”, menciona.
Como a doença segue ativa no país, Fred avalia que há um risco de ocorrência de novos surtos. “Especialmente em áreas com condições sanitárias mais precárias, com produção artesanal de alimentos e sem fiscalização adequada”, completa.
A situação no Pará conta com a investigação de vários órgãos, como a Secretaria Estadual de Saúde do Pará, a Anvisa e o os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde.
A transmissão da doença de Chagas por via oral possui relação direta com o consumo de alimentos contaminados pelo protozoário trypanosoma cruzi – causador da doença. O fruto pode ser contaminado com as fezes do chamado “barbeiro” ou durante a manipulação do açaí – que pode esmagar o inseto.
O pesquisador da Fiocruz Bahia, Fred Luciano Santos, destaca que a principal preocupação hoje é a transmissão oral.
“Essa via de transmissão tem sido apontada como a principal causa de surtos recentes no Brasil, especialmente relacionada ao consumo de alimentos preparados e consumidos in natura ou preparados de forma artesanal, como açaí, caldo de cana, suco de frutas ou água contaminada”, pontua Fred.
Para evitar esse tipo de transmissão, a população deve consumir produtos de origem confiável. É indicado observar a adoção de boas práticas de higiene, como pontua Saraiva.
“Para frear a transmissão oral da doença de Chagas é necessário que a população procure comprar seu alimento de quem o prepara adequadamente. Com isso, você pode reduzir a forma de transmissão da doença de Chagas através da colheita adequada, do transporte adequado, do preparo adequado do alimento, para que não haja contaminação em nenhuma das etapas do ciclo do açaí”, salienta Saraiva.
O Setor Casa do Açaí, do Departamento de Vigilância Sanitária de Belém (PA), vinculado à Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Devisa/Sesma), capacita os batedores de açaí profissionais na região. Em Ananindeua (PA), o projeto Casa do Açaí capacitou 840 pessoas em 2025 e outras 130 em 2026.
Outra medida voltada a garantir boas práticas práticas de manipulação do açaí é o decreto estadual (n° 326/2012), cujo cumprimento é fiscalizado pelas autoridades competentes.
A doença de Chagas também pode ser transmitida por transfusão de sangue, doação de órgãos ou de forma congênita – de mãe para filho, durante a gestação. No entanto, Fred ressalta que o rastreio sorológico e o exame pré-natal têm combatido essas vias de transmissão de forma eficiente no Brasil.
Os pesquisadores destacam que os casos da doença de Chagas têm diminuído ao longo dos anos em função das campanhas de combate e da melhoria das condições de vida da população.
Em contrapartida, os casos ainda ocorrem com maior frequência em áreas rurais, remotas e de preparação artesanal de alimentos.
A permanência da contaminação ocorre em locais com pouco acesso a saneamento básico e serviço de saúde. Nesse cenário, a população fica vulnerável tanto ao inseto quanto à dificuldade de diagnóstico.
“É uma doença que está intrinsecamente relacionada com condições sociais, ambientais e de moradia da população. Em muitas regiões do Brasil ainda existem casas fabricadas com parede de barro, com frestas, telhados improvisados e pouca infraestrutura – o que facilita com que o barbeiro se esconda e se reproduza nesses ambientes”, explica Fred.
O pesquisador da FioCruz Bahia avalia que a doença de Chagas é uma “doença negligenciada que nunca deixou de existir”. Para ele, o enfrentamento à enfermidade deve ser priorizado com políticas públicas eficientes e voltadas a:
A vigilância epidemiológica reúne um conjunto de ações do SUS que investiga os focos de doenças para planejar e adotar medidas de prevenção e controle.
“A vigilância epidemiológica precisa ser contínua. E é de extrema importância que a população fique atenta, que avise a equipe de saúde se encontrar barbeiros em suas residências e que os municípios também executem atividades, ações regulares de monitoramento, controle e também de melhoria das condições de moradia”, pondera Fred.
A doença de Chagas apresenta uma fase aguda, que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar de maneira assintomática, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.
Entre as consequências da doença estão a insuficiência cardíaca, dificuldade de engolir e prisão de ventre. Na fase crônica, os problemas cardíacos ou digestivos podem permanecer pelo resto da vida.
Confira os principais sintomas na fase aguda:
O tratamento deve ser indicado por um médico. O SUS fornece o medicamento benzonidazol gratuitamente.
Conforme os especialistas, o diagnóstico e o tratamento precoce evitam a evolução para formas graves da doença e até mesmo o óbito.
Confira o mapa da Incidência da doença de Chagas (aguda) no Brasil
Em 2006, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) uma certificação internacional pela interrupção da transmissão da doença de Chagas pelo Triatoma infestans – popularmente chamado de barbeiro.
Porém, dois focos permanecem no país no estado da Bahia – em Tremedal e Novo Horizonte. Nos municípios, o Projeto Oxente Chagas da Fiocruz tem atuado com o rastreamento sorológico em toda a população urbana e rural com vistas a combater e controlar a doença.
A expectativa é de que cerca de 30 mil habitantes sejam testados nas duas cidades até 2027.
Já no Rio de Janeiro, o LaPClin Chagas acompanha cerca de 800 pacientes com doença de Chagas crônica, com a oferta de diagnóstico, tratamento e suporte.
Copiar o textoSem sessões plenárias marcadas, principais compromissos ficam por conta de comissões
Baixar áudioA uma semana do Carnaval, o Congresso Nacional já está em clima de feriado. Após os inícios dos trabalhos na semana passada, com votações importantes, como a Medida Provisória que instituiu o programa Gás do Povo e o reajuste com penduricalhos para servidores do legislativo, as casas legislativas devem ter pouca movimentação nos próximos dias.
Sem nenhuma sessão plenária, tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal, os principais compromissos ficam por conta das comissões parlamentares de inquérito em andamento.
A CPMI que apura as fraudes bilionárias em benefícios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ouve, nesta segunda-feira (9), o empresário Paulo Camisotti e o deputado maranhense Edson Araújo (PSB), investigados por suposta participação nos golpes contra aposentados.
Já senadores seguem com as apurações sobre a atuação e a expansão de organizações criminosas no território brasileiro. Na terça-feira (10), estão previstas as participações da governadora pernambucana Raquel Lyra e do secretário de Defesa Social do estado, Alessandro Carvalho de Mattos. Já na quarta (11), devem comparecer o governador fluminense, Cláudio Castro, ao lado do secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos.
A semana começa com uma atípica reunião de líderes nesta segunda-feira (9), na residência oficial da presidência da Câmara. Normalmente, esse encontro é realizado às quintas-feiras, no gabinete da casa no Congresso Nacional.
Apesar de não constar no site oficial da Câmara, a reportagem do portal Brasil 61 apurou que a Secretaria-geral da Mesa convocou três sessões plenárias, mas em formato semipresencial, sem obrigação de participação.
As únicas agendas que constam são de algumas comissões. O Conselho de Ética da Casa dá continuidade aos depoimentos de testemunhas sobre a ocupação da cadeira da presidência por deputados bolsonaristas, em agosto do ano passado, que impediram que o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) assumisse o comando da sessão. Já a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) inicia a análise do acordo provisório de comércio entre o grupo sul-americano e a União Europeia, assinado em janeiro deste ano.
Com exceção das comissões, não há qualquer movimentação entre senadores. Para esta reportagem, lideranças afirmam que a tendência é que a casa retome os trabalhos de vez após o Carnaval.
Além das CPIs, os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos devem se reunir. Na pauta estão a análise do relatório de projetos e a primeira reunião para acompanhar as investigações sobre o Banco Master, que causou prejuízo bilionário ao sistema financeiro nacional com a venda de investimentos falsos.
Há ainda a recém instalada Comissão Mista para análise da medida provisória (MPV 1.323/2025) que muda as regras do seguro-defeso. O governo federal determinou mudanças no rigor da análise para liberação do benefício, concedido a pescadores artesanais durante o período em que a pesca é suspensa para proteger a reprodução das espécies. A comissão pode definir o plano de trabalho.
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Baixar áudioO valor referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será repassado aos cofres municipais nesta terça-feira (10). Ao todo, a União vai transferir R$ 13,4 bilhões às prefeituras de todo o país.
No mesmo período do ano passado, os municípios receberam R$ 13 bilhões, o que representa um aumento de aproximadamente 3% neste decêndio.
São Paulo permanece como o estado que recebe o maior volume de recursos, com repasses superiores a R$ 1,6 bilhão. Entre os municípios paulistas, destacam-se Sumaré, Taboão da Serra e São Bernardo do Campo, cada um com cerca de R$ 7,2 milhões, além de outras cidades que também figuram entre as que receberam os maiores valores.
Em Minas Gerais, outro estado com repasse expressivo — também em torno de R$ 1,6 bilhão — as maiores quantias serão destinadas a municípios como Contagem, Divinópolis e Ibirité, que devem receber mais de R$ 7,6 milhões cada.
O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que a tendência de alta no FPM tem sido mantida. Segundo ele, o cenário relacionado à empregabilidade tem contribuído com o resultado.
“Nós temos um resultado 3% melhor do que o mesmo período no ano passado, o que condiz com a trajetória positiva que o Fundo de Participação dos Municípios vem apresentando desde o início desse ano. É um resultado que vamos acompanhar. Temos uma condição de empregabilidade muito boa que contribui para o crescimento do imposto sobre a renda, que é o principal componente hoje do FPM”, pontua.
Até o último dia 6 de fevereiro, cinco municípios estavam impossibilitados de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. O impedimento pode ocorrer em razão da existência de débitos ou da falta de regularização documental. Confira a lista das cidades:
Vale destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
O Fundo de Participação dos Municípios é uma das principais fontes de receita das prefeituras brasileiras, especialmente nos municípios de pequeno e médio porte.
Formado por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o fundo tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e assegurar recursos mínimos para a manutenção dos serviços públicos essenciais.
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A divisão dos valores é realizada com base em critérios populacionais e técnicos, definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Na prática, os recursos do FPM são utilizados para custear áreas como saúde, educação, assistência social e infraestrutura, além de contribuir para o pagamento de salários e outras despesas administrativas nos municípios.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta baixa
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (9) em alta no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 120,86, com elevação de 0,84%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta valorização de 0,65%, sendo negociada a R$ 126,43.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 120,86 | 0,84% | 1,26% | 23,15 |
| 05/02/2026 | 119,85 | 0,98% | 0,41% | 22,82 |
| 04/02/2026 | 118,69 | -0,03% | -0,56% | 22,56 |
| 03/02/2026 | 118,73 | -0,68% | -0,53% | 22,66 |
| 02/02/2026 | 119,54 | 0,15% | 0,15% | 22,74 |
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 126,43 | 0,65% | 1,22% | 24,22 |
| 05/02/2026 | 125,61 | 1,02% | 0,56% | 23,91 |
| 04/02/2026 | 124,34 | -0,17% | -0,46% | 23,63 |
| 03/02/2026 | 124,55 | -0,26% | -0,29% | 23,77 |
| 02/02/2026 | 124,88 | -0,02% | -0,02% | 23,75 |
O preço do trigo apresenta baixa no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.171,18. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra desvalorização de 0,32%, sendo cotada a R$ 1.066,46.
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 1.171,18 | -0,29% | -0,15% | 224,36 |
| 05/02/2026 | 1.174,56 | -0,17% | 0,13% | 223,60 |
| 04/02/2026 | 1.176,58 | 0,12% | 0,31% | 223,64 |
| 03/02/2026 | 1.175,13 | 0,61% | 0,18% | 224,30 |
| 02/02/2026 | 1.168,03 | -0,42% | -0,42% | 222,19 |
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 1.066,46 | -0,32% | 0,74% | 204,30 |
| 05/02/2026 | 1.069,92 | 1,23% | 1,07% | 203,68 |
| 04/02/2026 | 1.056,90 | 0,00% | -0,16% | 200,89 |
| 03/02/2026 | 1.056,90 | -0,13% | -0,16% | 201,74 |
| 02/02/2026 | 1.058,24 | -0,03% | -0,03% | 201,30 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado e do frango resfriado apresentam alta; carcaça suína registra baixa
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta segunda-feira (9) apresenta valorização; a arroba está sendo negociada a R$ 336,95, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 336,95 | 0,24% | 3,07% | 64,55 |
| 05/02/2026 | 336,15 | 0,87% | 2,83% | 63,99 |
| 04/02/2026 | 333,25 | 1,32% | 1,94% | 63,34 |
| 03/02/2026 | 328,90 | 0,52% | 0,61% | 62,78 |
| 02/02/2026 | 327,20 | 0,09% | 0,09% | 62,24 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 6,97, com alta de 0,14%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,03, também com elevação de 0,14%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 6,97 | 0,14% | -0,29% |
| 05/02/2026 | 6,96 | 0,00% | -0,43% |
| 04/02/2026 | 6,96 | 0,87% | -0,43% |
| 03/02/2026 | 6,90 | -0,29% | -1,29% |
| 02/02/2026 | 6,92 | -1,00% | -1,00% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 7,03 | 0,14% | -0,28% |
| 05/02/2026 | 7,02 | 0,00% | -0,43% |
| 04/02/2026 | 7,02 | 0,86% | -0,43% |
| 03/02/2026 | 6,96 | -0,29% | -1,28% |
| 02/02/2026 | 6,98 | -0,99% | -0,99% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 1,40%, sendo negociada a R$ 10,54, por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra baixa em alguns estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,91.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | 10,54 | -1,40% | -5,30% |
| 05/02/2026 | 10,69 | -1,11% | -3,95% |
| 04/02/2026 | 10,81 | 0,00% | -2,88% |
| 03/02/2026 | 10,81 | -2,61% | -2,88% |
| 02/02/2026 | 11,10 | -0,27% | -0,27% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 06/02/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | -4,52% |
| 06/02/2026 | PR - a retirar | 6,69 | -0,15% | -1,47% |
| 06/02/2026 | RS - a retirar | 6,81 | 0,74% | 0,74% |
| 06/02/2026 | SC - a retirar | 6,61 | 0,00% | -1,49% |
| 06/02/2026 | SP - posto | 6,91 | -0,43% | -2,54% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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