VoltarTSE avalia primeiro turno positivamente, apesar de ocorrências e urnas substituídas
Baixar áudioAté às 15h10 deste domingo (4), a Polícia Federal informou que 129 pessoas haviam sido conduzidas por crimes eleitorais, das quais 34 foram em flagrante. Também foram apreendidos R$ 789.828,50 em bens e valores, sendo R$ 383.627,50 em dinheiro em espécie.
Ao todo, foram instaurados seis inquéritos policiais e lavrados 18 termos circunstanciados de ocorrência para apurar práticas ilegais. Entre os principais crimes investigados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.
As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Pará, Santa Catarina e Piauí, além do Distrito Federal.
“Eu reafirmo aqui o nosso compromisso com a democracia, com o processo eleitoral e o papel que a Polícia Judiciária da União e a Polícia Judiciária Eleitoral estão cumprindo junto com os nossos parceiros”, destacou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em coletiva de imprensa.
O efetivo mobilizado para a segurança das eleições é de aproximadamente 35 mil policiais, considerando agentes das forças estaduais e federais. O monitoramento é realizado com o apoio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, destacou o trabalho conjunto das forças de segurança e avaliou positivamente o andamento do primeiro turno.
“Até o momento, o que podemos repassar é que o ritmo da votação está indo muito bem, as eleições estão indo muito bem, com pouquíssimos incidentes”, afirmou.
Segundo o ministro, não foram registrados problemas significativos nas estradas, e as operações realizadas pela Polícia Federal transcorreram normalmente.
As ações da Polícia Federal podem ser acompanhadas em tempo real pelo painel de acompanhamento dos casos de combate a crimes eleitorais.
Segundo atualizações do TSE, às 15h30, 1.543 urnas precisaram ser substituídas, o equivalente a 0,28% do total de equipamentos disponibilizados.
“Nas urnas que eventualmente tiveram problema, os eleitores continuaram a votar em outra urna substituída. Todos os votos inseridos vão ser apurados da mesma forma que a urna nova”, destacou o ministro Nunes.
No Paraná, cerca de 140 cidades registraram falta de energia em razão das fortes chuvas que atingiram o estado na manhã deste domingo. Apesar disso, o presidente do TSE informou que a votação continuou normalmente.
“Em relação às seções eleitorais, tudo está funcionando normalmente. Todas as urnas estão funcionando. Nós temos geradores de baterias suficientes para concluir todo o processo de votação e de transmissão”, informou o presidente do TSE.
O ministro também informou que não houve registro de problemas significativos no deslocamento de eleitores, inclusive em regiões onde o TSE esperava dificuldades em razão das chuvas, como na Região Norte.
O ministro Kassio Nunes Marques destacou que há uma tradição na Justiça brasileira de judicialização, ou seja, de candidatos e partidos levarem à Justiça Eleitoral questionamentos relacionados ao processo eleitoral ou ao resultado das eleições, por meio de ações e recursos.
“Mas é bom que se diga que, em relação ao sistema eletrônico de votação e à condução da Justiça Eleitoral, o TSE convidou a sociedade civil, órgãos governamentais, desde agências como o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Federal e inúmeras outras instituições, que não só acompanham, mas participam de todo o processo eleitoral.”
Outras informações sobre o processo eleitoral podem ser conferidas no portal do TSE.
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Baixar áudioO rebanho bovino brasileiro encerrou 2025 com 234,3 milhões de cabeças, uma queda de 1,7% em relação a 2024. É a segunda retração anual consecutiva e o menor efetivo desde 2022, quando o país tinha 234,9 milhões de animais, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (30).
A trajetória recente mostra uma clara mudança de ciclo. Depois de quatro anos seguidos de crescimento, o rebanho bateu recorde em 2023, com 238,6 milhões de cabeças. A partir daí, a curva se inverteu: em 2024, houve uma leve retração de 0,2%, para 238,2 milhões, seguida da queda mais acentuada registrada no ano passado.
O movimento marca o fim do ciclo de retenção de matrizes que havia sustentado a expansão do rebanho entre 2019 e 2023 e dá lugar a uma fase de reorganização da produção, puxada pela demanda aquecida por carne bovina no mercado interno e, principalmente, externo.
Os frigoríficos brasileiros nunca tiveram um ano tão bom comercialmente quanto 2025. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o setor fechou o último ano com embarques que somaram 3,853 milhões de toneladas, alta de 20,7% em relação ao ano anterior, enquanto a receita avançou quase 40%, alcançando US$ 18,365 bilhões, apesar da sobretaxa imposta pelos Estados Unidos a produtos nacionais.
Mesmo com a queda no número de animais, o valor da produção pecuária brasileira bateu recorde em 2025, somando R$ 141,2 bilhões, alta de 6,2% em relação a 2024 — resultado puxado principalmente pela produção de leite de vaca, que respondeu por 63,4% do total. O mercado lácteo bateu recorde pelo terceiro ano consecutivo, com 36,7 bilhões de litros em 2025, mesmo com o menor número de vacas ordenhadas desde o início da série histórica do IBGE, em 1974, resultado do aumento de produtividade, investimento em genética, manejo e reorganização da base produtiva.
Segundo o IBGE, a redução do efetivo está diretamente ligada ao aumento do abate nos últimos quatro anos, sobretudo de fêmeas que, pela primeira vez desde 1997, superou o de machos no país. A prática visa manter os estoques para atender as demandas dos mercados interno e externo no curto prazo, mas reduz a base de matrizes disponíveis para reposição e tende a diminuir a oferta de bezerros nos próximos anos — um movimento que especialistas do setor já apontam como fator de pressão para a valorização da arroba do boi e do preço do bezerro em 2026.
Para o instituto, o movimento de queda do rebanho bovino reflete um processo mais amplo de otimização da pecuária brasileira, no qual o aumento do abate reduz o número total de animais, mas é compensado por ganhos de produtividade e por preços mais firmes no mercado interno e externo — uma dinâmica que, segundo analistas do setor, deve continuar influenciando os preços da arroba e da carne bovina ao consumidor nos próximos anos.
A retração não ocorreu de forma uniforme entre as regiões. O Centro-Oeste, que concentra o maior rebanho do país (72,2 milhões de cabeças, ou 30,8% do total), teve o terceiro recuo anual seguido, de 3,7%. O Norte caiu 1,8%, para 63,4 milhões de cabeças, enquanto Sudeste e Sul também registraram o terceiro ano consecutivo de queda, de 1,0% e 1,7%, respectivamente, somando 37,3 milhões e 24,1 milhões de animais. O Nordeste foi a única região a ampliar o efetivo, com alta de 2,2%, para 37,3 milhões de cabeças.
No ranking municipal, São Félix do Xingu (PA) manteve a liderança nacional, com 2,7 milhões de bovinos, o equivalente a 1,2% do rebanho do país. Em seguida aparecem Corumbá (MS), com 2,2 milhões de cabeças; Porto Velho (RO), com 1,7 milhão; Cáceres (MT), com 1,4 milhão; e Marabá (PA), com 1,3 milhão.
O cenário do bovino contrasta com o de outros rebanhos do país, que renovaram recordes em 2025: o efetivo de galináceos chegou a 1,6 bilhão de cabeças, o de caprinos a 13,5 milhões e o de ovinos a 22,3 milhões de animais, todos com alta em relação ao ano anterior. Já o rebanho suíno permaneceu estável, em 44 milhões de cabeças.
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Baixar áudioEmpresas brasileiras que querem começar a exportar ou ampliar a presença no mercado internacional terão acesso, a partir deste mês de outubro, a uma consultoria individual e gratuita da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
O serviço, chamado Apex Mais Perto, oferece até três horas de orientação online com especialistas em comércio exterior credenciados pela agência. Entre os temas abordados estão escolha e diversificação de mercados, formação de preços para exportação, logística, procedimentos aduaneiros e contratos internacionais.
Além disso, a consultoria poderá abordar oportunidades decorrentes de acordos comerciais, estratégias de acesso a mercados estrangeiros, riscos, garantias e marketing internacional.
Segundo a gerente de Competitividade da ApexBrasil, Clarissa Furtado, o serviço surgiu a partir da identificação de dúvidas que ainda dificultam o avanço de empresas com potencial para atuar no exterior.
“Muitas empresas sabem que têm potencial para vender para outros países, mas ainda têm dúvidas sobre como avançar. O Apex Mais Perto foi criado para aproximar essas empresas de especialistas, com uma orientação personalizada e voltada aos desafios reais de cada negócio”, destaca.
"Você poderá escolher o tema da consultoria e conversar sobre os desafios mais importantes para sua empresa. Você escolhe o tema, escolhe o consultor e a gente cuida do resto”, complementa Clarissa.
A empresa pode indicar o assunto sobre o qual precisa de orientação e consultar os perfis dos especialistas disponíveis antes de marcar a sessão. O formato permite que o atendimento seja concentrado em uma questão específica, de acordo com o estágio e os objetivos de cada negócio.
Uma empresa que esteja analisando novos destinos para seus produtos, por exemplo, poderá buscar orientação sobre diversificação de mercados. Já outra que tenha dificuldades relacionadas à precificação poderá direcionar a consultoria para formação de preços. Logística e contratos internacionais também estão entre os assuntos disponíveis.
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De acordo com a ApexBrasil, o atendimento poderá ocorrer em uma ou mais sessões, desde que o total não ultrapasse as três horas previstas. Cada empresa poderá receber até três horas de consultoria gratuita a cada período de seis meses.
O Apex Mais Perto é voltado a empresas brasileiras produtoras de bens que tenham CNPJ ativo e estrutura suficiente para iniciar ou ampliar as atividades de exportação.
O serviço contempla tanto negócios que ainda estão começando a atuar no comércio exterior quanto empresas que já exportam e precisam esclarecer questões específicas para avançar ou diversificar sua presença em outros países.
A consultoria terá caráter orientativo. O especialista fornecerá informações e boas práticas de mercado para ajudar a empresa a compreender aspectos relacionados à internacionalização e a elaborar sua própria estratégia. As decisões e a execução das medidas recomendadas continuam sob responsabilidade da empresa.
Para acessar o Apex Mais Perto, a empresa deverá entrar no portal da ApexBrasil, fazer o cadastro e preencher um diagnóstico com informações sobre seu perfil e suas necessidades.
Depois, a ApexBrasil avaliará se a empresa se enquadra no público elegível. Com a adesão ao serviço, será liberado o acesso ao sistema de agendamento.
A iniciativa amplia as opções de atendimento oferecidas pela ApexBrasil a empresas brasileiras que buscam informações para avançar no processo de internacionalização. A proposta é atender desde dúvidas sobre os primeiros passos no comércio exterior até questões específicas enfrentadas por empresas que já exportam.
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Baixar áudioO transporte coletivo urbano, intermunicipal e metropolitano será gratuito nos dias de votação das Eleições 2026. O benefício deverá ser garantido pelo poder público a todos os usuários, sem distinção.
A medida será aplicada no primeiro turno e em eventual segundo turno. Nos dias de eleição, a oferta de transporte deverá manter frequência compatível com a praticada em dias úteis, facilitando o deslocamento até os locais de votação.
A redução injustificada da oferta habitual de transporte poderá configurar crime eleitoral, conforme previsto no Código Eleitoral.
Os itinerários, horários e modalidades de transporte gratuito deverão ser informados pelo poder público à Justiça Eleitoral.
A oferta de transporte público gratuito nas eleições não altera as regras que proíbem candidatos e grupos políticos de transportar eleitores.
Candidatos, partidos, federações e coligações não podem fornecer transporte ou alimentação aos eleitores no dia da votação. Também é proibido fretar veículos especificamente para levar pessoas aos locais de votação.
Além disso, veículos disponibilizados pelo poder público não poderão ser utilizados para propaganda eleitoral ou partidária nem para promoção pessoal de agentes públicos. As restrições buscam impedir o uso do serviço para influenciar o exercício do voto.
A Justiça Eleitoral poderá organizar linhas especiais de transporte para eleitores que vivem em áreas distantes dos locais de votação.
O serviço deverá ocorrer, em regra, dentro dos limites do município e poderá atender localidades rurais situadas a pelo menos dois quilômetros dos locais de votação, conforme as regras estabelecidas para o transporte de eleitores.
A medida permite atender regiões onde a oferta regular de transporte coletivo é limitada ou inexistente.
Para garantir o transporte dos eleitores, o poder público poderá utilizar veículos públicos disponíveis e requisitar outros meios destinados ao transporte coletivo, inclusive ônibus escolares.
Sempre que possível, deverão ser priorizados veículos adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
A gratuidade no transporte coletivo não impede outras formas de deslocamento. O eleitor poderá utilizar veículo particular para o próprio transporte e o de familiares, além de táxis, aplicativos de transporte e serviços semelhantes.
Comunidades indígenas e quilombolas terão transporte garantido
A Justiça Eleitoral deverá garantir condições de deslocamento para eleitores que vivem em territórios indígenas, comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais.
Nesses casos, o transporte poderá ser organizado inclusive fora dos limites territoriais do município, quando necessário para garantir o acesso ao local de votação e desde que sejam respeitadas as regras estabelecidas para as eleições.
Copiar o textoO Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um novo Manual do Eleitor, com orientações práticas para os quase 160 milhões de brasileiros aptos a votar. A publicação reúne recomendações como documentação, uso do e-Título e a ordem de votação na urna eletrônica.
Para ser identificado na seção eleitoral, o eleitor deve apresentar um documento oficial com foto. Serão aceitos: carteira de identidade, Carteira de Identidade Nacional (CIN), identidade social, passaporte, Carteira Nacional de Habilitação (CNH), carteira de trabalho física ou digital, carteira profissional emitida por conselho de classe e o próprio e-Título, desde que tenha foto. A Justiça Eleitoral aceita documentos mesmo vencidos, desde que a fotografia ainda permita identificar o eleitor.
O aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celular, pode ser usado para consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral e, em determinadas condições, também para identificação no momento de votar. A recomendação do TSE é baixar o aplicativo com antecedência e evitar deixar essa etapa para a última hora.
Nas Eleições 2026, o eleitor vota seis vezes na urna, na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República. Diferentemente de 2022, quando havia apenas uma vaga em disputa para o Senado, neste ano são duas vagas, por isso, o eleitor precisa escolher dois candidatos diferentes para o cargo, sem repetir o mesmo número.
Cada cargo tem uma quantidade própria de dígitos: quatro números para deputado federal, cinco para deputado estadual ou distrital, três para senador e dois para governador e presidente. Antes de confirmar o voto, a urna mostra a foto, o nome, o cargo e a sigla partidária do candidato. Por isso, o TSE recomenda conferir essas informações na tela antes de apertar a tecla "Confirma". Caso perceba um erro, o eleitor pode usar a tecla "Corrige" e digitar novamente o número correspondente àquele cargo.
O eleitor pode levar o celular ao local de votação, mas não pode entrar com o aparelho na cabine, já que a legislação eleitoral proíbe qualquer equipamento capaz de fotografar, filmar ou fazer radiocomunicação durante o voto, para preservar o sigilo. Já a chamada "colinha", anotação em papel com os números dos candidatos escolhidos, é permitida e recomendada pelo TSE para agilizar a votação e evitar erros na hora de digitar os números na urna.
As seções eleitorais funcionarão das 8h às 17h, no horário de Brasília. No Acre, por exemplo, a votação ocorre das 6h às 15h, conforme o fuso local. Os portões são fechados às 17h, mas quem já estiver na fila até esse horário poderá votar normalmente. Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia da votação podem justificar a ausência no próprio dia, seja pelo aplicativo e-Título, seja nos locais destinados a receber as justificativas.
Caso nenhum candidato a presidente ou a governador atinja o número de votos necessário para vencer no primeiro turno, ou seja, mais de 50% dos votos válidos (maioria absoluta), o segundo turno para essas disputas ocorrerá em 25 de outubro, seguindo as mesmas regras de documentação e funcionamento das seções eleitorais.
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Baixar áudioMais de 158,7 milhões de brasileiras e brasileiros estão aptos a votar neste domingo (4), no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são exatamente 158.745.463 eleitoras e eleitores — 2,29 milhões a mais do que em 2022, crescimento de 1,46%. O eleitorado está distribuído por 5.571 municípios brasileiros e 186 cidades no exterior.
A dimensão do pleito também se reflete na estrutura preparada pela Justiça Eleitoral. Ao todo, serão 517.206 seções eleitorais, organizadas em 2.641 zonas eleitorais, com 563.910 urnas eletrônicas disponíveis para a votação.
Em 2026, estão em disputa os cargos de presidente e vice-presidente da República; governador e vice-governador; senador; deputado federal; e deputado estadual ou distrital. Serão escolhidos 27 governadores e vice-governadores, 54 senadores e 513 deputados federais, além dos deputados estaduais e distritais, cujo número varia conforme cada unidade da Federação. Eventual segundo turno para presidente e governador está marcado para 25 de outubro.
O Sudeste continua sendo a região com a maior concentração de eleitoras e eleitores do país. São 66,3 milhões de pessoas aptas a votar, o equivalente a 41,78% do eleitorado nacional.
Apesar da liderança, a região foi a única entre as cinco regiões brasileiras a registrar redução no número de eleitores em relação a 2022. Naquele ano, eram 66,7 milhões, ou 42,64% do eleitorado. A queda foi de cerca de 378 mil pessoas, uma redução proporcional de 0,56%.
O Nordeste aparece em segundo lugar, com 43,5 milhões de eleitores e 27,42% do total nacional. Na sequência estão Sul, com 22 milhões (14,40%); Norte, com 13,1 milhões (8,26%); e Centro-Oeste, com quase 12 milhões (7,56%).
São Paulo permanece como o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34,1 milhões de eleitoras e eleitores, seguido por Minas Gerais, com 16,4 milhões, e Rio de Janeiro, com 12,9 milhões. Bahia e Paraná completam a lista dos cinco maiores eleitorados estaduais. Juntos, os cinco estados concentram 83,3 milhões de pessoas, 52,45% do eleitorado nacional.
Embora concentre uma parcela menor do eleitorado, o Norte foi a região que mais cresceu proporcionalmente desde 2022. O número de eleitores passou de 12,56 milhões para 13,11 milhões, aumento de 548,9 mil pessoas, ou 4,37%.
O avanço regional é puxado por estados que apresentaram algumas das maiores taxas de crescimento do país. Roraima teve alta de 9,63%, seguido por Tocantins, com 8,07%.
Também chama atenção o crescimento do eleitorado brasileiro no exterior. São 918.876 pessoas habilitadas a votar fora do país, 221.798 a mais do que em 2022, quando eram 697.078. O aumento foi de 31,82%.
As mulheres continuam sendo maioria entre os eleitores. Em 2026, são 83,8 milhões, ou 52,84% do eleitorado, enquanto os homens somam 74,8 milhões. Em 2022, as mulheres representavam 52,65% dos aptos a votar.
Outro movimento observado pelo TSE é o aumento da participação das faixas etárias mais velhas. O número de pessoas com 60 anos ou mais passou de 32,8 milhões, em 2022, para 37,4 milhões em 2026. A participação desse grupo subiu de 21,02% para 23,60% do eleitorado.
Entre as faixas etárias, o maior contingente está entre 40 e 44 anos, com quase 16 milhões de eleitores. Já os jovens de até 18 anos somam 3,57 milhões, ante 4,17 milhões em 2022.
A biometria também avançou. O cadastro alcança 141,3 milhões de eleitoras e eleitores, ou 89,01% do total. Em 2022, o índice era de 75,51%.
Para atender ao eleitorado, a Justiça Eleitoral colocará em funcionamento 563.910 urnas eletrônicas. Serão utilizados quatro modelos: UE2022, UE2020, UE2015 e UE2013.
As versões mais recentes — UE2022 e UE2020 — representam 77% dos equipamentos. Segundo o TSE, apesar das diferenças de design, os recursos são os mesmos em todas as versões.
A votação ocorre das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, em todos os estados e no Distrito Federal. Neste primeiro turno, o eleitorado escolherá candidatos para seis cargos. A sequência começa pelo deputado federal, passa pelo deputado estadual ou distrital, pelas duas vagas de senador, governador e, por último, presidente da República.
Às vésperas da votação, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou uma nota sobre as eleições. No documento, ele destacou a participação dos mais de 158 milhões de eleitores e o papel da Justiça Eleitoral na organização do pleito.
“Convocamos os mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores a exercer o direito ao voto com serenidade, consciência e confiança nas instituições”, afirmou Fachin.
O ministro também ressaltou que o voto é, em sua avaliação, “a expressão máxima da cidadania” e reconheceu o trabalho dos tribunais eleitorais e dos mais de 1,9 milhão de mesárias e mesários envolvidos na eleição.
Com eleitorado maior que o registrado em 2022, mudanças na distribuição regional e uma estrutura de votação que mobiliza centenas de milhares de urnas e seções eleitorais, o Brasil chega ao primeiro turno de 2026 com um dos maiores processos de mobilização eleitoral do mundo.
Copiar o textoO bilhete 017469 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6106, sorteada em 03/10/2026.
Resultado corrigido às 21:58 conforme a apuração oficial da Caixa. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 017469 | NINHO DA SORTE | INDAIAL/SC | R$ 500.000,00 |
| 2º | 081210 | ENCONTRO DA SORTE LOTERIAS | FLORIANOPOLIS/SC | R$ 35.000,00 |
| 3º | 007767 | LOTERICA NOVE DE JULHO | MARILIA/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 041317 | JOVINO RUBIM DE TOLEDO | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 079412 | CENTRAL LOTERICA | ITAJUBA/MG | R$ 20.503,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6106, divulgado neste sábado, 3 de outubro de 2026, premiou apostadores de Santa Catarina, de São Paulo e de Minas Gerais. O sorteio foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo/SP. O bilhete vendido na Ninho da Sorte, em Indaial/SC, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Encontro da Sorte Loterias, em Florianópolis/SC, enquanto a aposta feita na Loterica Nove de Julho, em Marília/SP, faturou R$ 30.000,00.
Entre os demais sortudos, o quarto prêmio, de R$ 25.000,00, saiu para o bilhete da Jovino Rubim de Toledo, em São Paulo/SP, e o quinto prêmio, de R$ 20.503,00, saiu para o bilhete da Central Loterica, em Itajubá/MG. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6105.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3066, de 03/10/2026, foram: 04 - 06 - 09 - 13 - 28 - 48.
04 - 06 - 09 - 13 - 28 - 48
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:32. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3066 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (03/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para terça-feira (06/10/2026), com prêmio estimado em R$ 92.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 74.694.060,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3065.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3796, de 03/10/2026, foram: 03 - 04 - 05 - 06 - 07 - 09 - 10 - 11 - 12 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 24.
03 - 04 - 05 - 06 - 07 - 09 - 10 - 11 - 12 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 24
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:33. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3796 da Lotofácil foi realizado neste sábado (03/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Uma aposta acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.831.968,18. O bilhete premiado foi registrado em São Paulo/SP.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3797, que será realizado na segunda-feira, 5 de outubro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 20.752.623,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3795.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA Região Sul terá um domingo de tempo fechado, muita umidade e chuva, com previsão de pancadas e trovoadas nas três capitais. As temperaturas permanecem baixas, principalmente no Paraná e no Rio Grande do Sul.
Em Curitiba, os termômetros variam entre 14°C e 19°C. A capital paranaense terá muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas. A umidade relativa do ar permanece bastante elevada, entre 85% e 95%.
Florianópolis terá mínima de 17°C e máxima de 22°C. A previsão também indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, com umidade máxima de 95%.
Em Porto Alegre, a temperatura fica entre 15°C e 20°C. A capital gaúcha terá muitas nuvens, pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas isoladas. A umidade pode chegar a 95%.
Os ventos devem ser fracos a moderados, com rajadas. A combinação de temperaturas baixas, alta umidade e instabilidade deixa o domingo com características típicas de tempo chuvoso em boa parte da região.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCapitais da região terão temperaturas mais amenas, com máximas entre 26°C e 30°C
Baixar áudioA Região Sudeste terá um domingo de tempo instável, muitas nuvens e pancadas de chuva nas quatro capitais. As temperaturas ficam mais amenas, principalmente em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o Rio de Janeiro terá máxima de 30°C.
Em Belo Horizonte, a temperatura varia entre 18°C e 26°C. A previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva, com umidade máxima de 100%. O vento deve ser fraco a moderado, com rajadas.
São Paulo terá mínima de 15°C e máxima de 27°C. A capital paulista também terá muitas nuvens e pancadas de chuva. A temperatura apresenta tendência de ligeira elevação ao longo do dia.
No Rio de Janeiro, os termômetros ficam entre 20°C e 30°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva. A umidade relativa do ar pode chegar a 100%.
Já Vitória terá mínima de 22°C e máxima de 28°C, com muitas nuvens e previsão de pancadas de chuva. A umidade também fica elevada, chegando a 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCapitais da região terão muitas nuvens, possibilidade de chuva e trovoadas; Cuiabá chega aos 34°C
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá um domingo de muitas nuvens, pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas em diferentes áreas. As temperaturas permanecem elevadas durante a tarde, mas a presença de instabilidades aumenta a possibilidade de chuva nas capitais.
Em Campo Grande, os termômetros variam entre 22°C e 33°C. A previsão aponta muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas. A temperatura mínima e a máxima apresentam tendência de elevação.
Cuiabá terá mínima de 27°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Em Goiânia, a temperatura fica entre 20°C e 31°C, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Já Brasília terá um domingo mais ameno, com mínima de 19°C e máxima de 26°C. A capital federal terá muitas nuvens, pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas isoladas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO domingo será de calor e muitas nuvens na Região Nordeste, com condições para chuva isolada principalmente nas áreas próximas ao litoral. No interior, o tempo permanece mais quente e seco, com destaque para Teresina, que pode registrar máxima de 39°C.
Em Teresina, a temperatura varia entre 25°C e 39°C, com poucas nuvens e umidade mínima de 25%. A capital piauiense terá uma das maiores temperaturas entre as capitais brasileiras neste domingo. Em São Luís, os termômetros ficam entre 26°C e 32°C, com muitas nuvens.
No litoral, Fortaleza terá mínima de 25°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens. Natal fica entre 25°C e 30°C, com previsão de chuva isolada. Em João Pessoa, a temperatura varia de 24°C a 31°C, também com muitas nuvens e chuva isolada.
Recife terá temperaturas entre 23°C e 30°C, com possibilidade de chuva. Maceió terá temperaturas entre 22°C e 30°C, enquanto Aracaju terá mínima de 26°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e chuva isolada.
Em Salvador, os termômetros variam de 24°C a 30°C, com previsão de muitas nuvens e chuva isolada. Os ventos devem ser fracos a moderados, com rajadas em algumas capitais.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá um domingo de tempo quente, muitas nuvens e possibilidade de chuva em diferentes áreas. As temperaturas seguem elevadas em praticamente todas as capitais, mas o tempo fica mais instável em algumas localidades, principalmente com previsão de pancadas de chuva.
Em Boa Vista, os termômetros variam entre 27°C e 37°C. A previsão indica poucas nuvens durante o dia, com umidade máxima de 90%. Já Porto Velho também pode registrar máxima de 37°C. A capital de Rondônia terá muitas nuvens e previsão de pancadas de chuva, com umidade podendo chegar a 100%.
Em Manaus, a temperatura fica entre 26°C e 36°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva. Rio Branco terá mínima de 23°C e máxima de 33°C, com previsão de muitas nuvens e chuva ao longo do dia.
No Pará, Belém terá temperaturas entre 26°C e 35°C, com muitas nuvens. Macapá terá temperaturas entre 25°C e 34°C, com possibilidade de chuva isolada. Já Palmas terá mínima de 25°C e máxima de 34°C, com muitas nuvens e previsão de pancadas de chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioAs obras previstas para ampliar a capacidade da BR-020 entre Goiás e a Bahia ainda dependem de novas etapas antes de saírem do papel. Após as audiências públicas sobre o empreendimento, o próximo passo é o envio dos registros e das respostas aos questionamentos das comunidades ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que dará continuidade à análise do licenciamento ambiental.
O projeto prevê duplicação, adequação da rodovia, restauração, implantação de faixas adicionais, travessias, vias marginais, contornos e outras intervenções de segurança. O trecho estudado tem aproximadamente 570 quilômetros, entre Formosa (GO) e Barreiras (BA), e abrange 11 municípios.
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) já foram elaborados e aceitos pelo Ibama para apresentação nas audiências públicas. Ao Brasil 61, o DNIT informou que, depois dessa etapa, vai encaminhar ao órgão ambiental os registros dos encontros e as respostas aos questionamentos feitos pelas comunidades.
Na sequência, o Ibama fará a análise formal do EIA, considerando também as manifestações apresentadas durante as audiências. O órgão ambiental poderá emitir a Licença Prévia (LP), documento que atesta a viabilidade ambiental do empreendimento e permite o avanço dos estudos necessários às próximas fases do licenciamento.
O prazo para apresentação de contribuições é de aproximadamente 15 dias após as audiências. Segundo o DNIT, manifestações protocoladas posteriormente também podem ser incorporadas ao processo de licenciamento.
A Instrução Normativa nº 184/2008 estabelece prazo de 180 dias para a análise do EIA pelo Ibama. Como o estudo foi protocolado pelo DNIT em 30 de abril de 2026, esse período pode levar a análise até 30 de outubro. Vale destacar que, dentro desse período, o Ibama pode solicitar complementações e realizar vistoria técnica.
Com apoio do comunicador Jota Anjos, da rádio web de Luís Eduardo Magalhães, o Brasil 61 ouviu o morador de Barreiras, Celito Breda, de 64 anos. Ele relata que a situação da rodovia também tem impacto direto na rotina de quem vive e trabalha na região.
Engenheiro civil, Breda acompanha os efeitos do movimento crescente na BR-020 e defende que as intervenções podem trazer reflexos para a circulação e para a atividade econômica local.
“Primeiro lugar, salvar vidas. Está muito perigoso. Nossa produção agrícola triplicou nos últimos 15 anos. Entre outros fatores, aumentou muito o trânsito de caminhões pesados, que são lentos. As pessoas tentam ultrapassar, e aí o perigo aumenta. Então, a duplicação se torna mais importante para salvar vidas. E, logicamente, vai aumentar o fluxo, vai fluir melhor o trânsito”, relata.
“Isso melhora toda a condição de logística agrícola, de outras logísticas também que são necessárias, que se utilizam desse trecho”, complementa Breda.
Mesmo com a eventual emissão da LP, as obras ainda não poderão começar imediatamente. O DNIT terá de realizar campanhas complementares de fauna, cumprir as condicionantes ambientais definidas pelo Ibama e elaborar o Plano Básico Ambiental (PBA). O documento vai detalhar medidas para eliminar, reduzir ou compensar os impactos identificados no estudo ambiental.
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As condicionantes também podem provocar alterações no Projeto Executivo de Engenharia. Segundo o DNIT, já foram identificadas geometricamente possíveis interferências no traçado e nas intervenções previstas. Com a definição das exigências ambientais, serão detalhadas essas interferências e as desapropriações necessárias.
“Os estudos envolvem a determinação do tráfego previsto para os próximos dez anos e, diante desses estudos, são indicadas necessidades de ampliação de capacidade, que pode ser uma terceira faixa ou mesmo de duplicação. Isso vai permitir dar mais segurança ao usuário”, explica Alberto Maeda, coordenador dos Estudos Ambientais da BR 020/242.
O projeto de engenharia ainda está em desenvolvimento. Por isso, a estimativa de investimento poderá ser atualizada quando o trabalho for concluído. O cálculo atual considera os custos de obras civis, terraplenagem, pavimentação, desapropriações e medidas ambientais.
A definição de quais trechos serão executados primeiro e o cronograma de obras também dependem do avanço dessas etapas. O DNIT informa que, neste momento, não é possível prever o início das obras, porque as etapas restantes para obtenção da viabilidade ambiental ainda estão sob responsabilidade do Ibama.
O trecho da BR-020 incluído no estudo tem aproximadamente 570 quilômetros, entre Formosa, em Goiás, e Barreiras, na Bahia.
Em Goiás, estão incluídos os municípios de Formosa, Vila Boa, Flores de Goiás, Alvorada do Norte, Simolândia, Posse e Guarani de Goiás. Na Bahia, o empreendimento passa por Correntina, São Desidério, Luís Eduardo Magalhães e Barreiras.
O pedido de licenciamento considera obras de duplicação, adequação, implantação de faixas adicionais, travessias, contornos e vias marginais, definidas a partir dos estudos de tráfego e da projeção da demanda futura para a BR-020.
A intenção do órgão é obter primeiro a Licença Prévia e, posteriormente, avançar para a Licença de Instalação. Enquanto a LP atesta a viabilidade ambiental do empreendimento e permite o prosseguimento dos estudos, a Licença de Instalação é a autorização necessária para a execução das obras.
A história da produção agrícola no Oeste da Bahia também aparece ligada à própria BR-020. O Projeto de Lei 3006/2025, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe dar ao trecho da rodovia entre Luís Eduardo Magalhães e Barreiras o nome do engenheiro agrônomo Luiz Antônio Quintella Cansanção, que morreu em 2019.
Morador de Barreiras e amigo de Cansanção, Celito Breda destacou a atuação do engenheiro no desenvolvimento da agricultura e da cotonicultura na região. “Foi o pioneiro da cultura do algodão moderno aqui na região, que hoje é considerada a região mais tecnológica do mundo de algodão sequeiro”, disse Breda. Atualmente, o projeto de lei aguarda parecer da relatoria na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados.
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Baixar áudioO consumo nacional de energia elétrica totalizou 47.856 GWh em agosto de 2026, alta de 4,3% em relação a agosto de 2025, segundo a Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Esse foi o quinto mês consecutivo de crescimento na comparação interanual, com avanço em todas as classes de consumo: residencial (+6,9%), comercial (+9,4%), industrial (+0,2%) e outros (+3,0%). No acumulado dos últimos 12 meses, o consumo nacional chegou a 574.174 GWh, alta de 1,4% sobre igual período anterior.
A classe residencial alcançou 14.953 GWh em agosto, com o Consumo Residencial Médio (CRM) batendo recorde histórico da série da EPE, iniciada em 2004, ao atingir 181,8 kWh por mês. Temperaturas mais elevadas que as do mesmo mês do ano anterior, favorecidas pelo fortalecimento do El Niño no período, motivou o uso de equipamentos de climatização, como ares-condicionados e ventiladores, resultado que ainda foi impulsionado pela melhora dos indicadores de emprego e renda da população e a menor pressão tarifária, uma vez que em agosto do ano passado vigorava a bandeira vermelha patamar 2, a mais alta, ante a bandeira amarela no mesmo mês deste ano.
Já o consumo comercial somou 8.717 GWh, maior taxa de crescimento desde fevereiro de 2024, em um contexto de expansão da atividade econômica refletido nos dados do varejo e dos serviços divulgados pelo IBGE, além do mesmo efeito de temperaturas mais altas e bandeira tarifária mais branda observado nas demais classes.
O setor industrial, por sua vez, manteve patamar elevado, com 17.164 GWh em agosto — o segundo maior consumo mensal da série histórica, atrás apenas de agosto de 2024, mesmo com alta discreta de 0,2% sobre o ano anterior. Produtos alimentícios e extração de minerais metálicos lideraram o crescimento entre os segmentos mais eletrointensivos, enquanto têxtil, borracha e material plástico e minerais não metálicos registraram queda no consumo.
Para outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determinou o retorno da bandeira tarifária verde, que não aplica nenhum acréscimo à conta de luz, encerrando um período de cinco meses seguidos sob a bandeira amarela — que tinha custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Segundo a Aneel, a mudança se deve ao aumento no volume de chuvas, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste, que estabiliza o armazenamento nos reservatórios das hidrelétricas e permite reduzir o uso de fontes de geração mais caras, como as termelétricas.
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras reflete, por meio de cores, os custos variáveis de geração de energia no país: quando a bandeira é verde, não há acréscimo na conta; já as bandeiras amarela e vermelha, nos patamares 1 e 2, aplicam valores adicionais a cada 100 kWh consumidos, de acordo com o custo de geração projetado para o mês.
Além da bandeira, o valor final pago pelo consumidor depende da tarifa de energia cobrada por cada distribuidora. A Aneel disponibiliza um ranking nacional de tarifas, que aponta o custo médio do quilowatt-hora (kWh) cobrado por cada concessionária ou permissionária do país, atualmente em 0,839 R$/kWh (não inclui tributos, taxas ou adicionais).
Na comparação regional, todas as áreas do país registraram expansão no consumo total em agosto, com destaque para o Centro-Oeste (+8,8%), seguido por Sul (+4,9%), Nordeste (+4,8%), Norte (+3,8%) e Sudeste (+3,1%). O comportamento, no entanto, varia conforme a classe de consumo observada em cada região.
No consumo residencial, o Centro-Oeste (+17,2%) e o Norte (+12,4%) puxaram a alta nacional, seguidos por Sudeste (+5,4%) e Nordeste e Sul (+5,0%, empatados). Entre os estados, treze registraram crescimento de dois dígitos nesta classe, com destaque para Mato Grosso do Sul (+26,0%), Mato Grosso (+25,3%), Acre (+20,5%), Espírito Santo (+18,3%) e Amazonas (+16,7%). Na direção oposta, apenas Rio Grande do Sul (-4,0%), Distrito Federal (-1,5%) e Pernambuco (-0,5%) tiveram retração no consumo residencial do mês.
No consumo comercial, as maiores altas regionais ficaram com Sul (+14,2%) e Centro-Oeste (+10,9%), seguidos por Sudeste (+9,2%), Norte (+8,9%) e Nordeste (+4,1%). Entre os estados, os maiores avanços couberam a Mato Grosso do Sul (+25,1%), Santa Catarina (+20,3%), Paraná (+15,1%), Mato Grosso (+14,8%) e Espírito Santo (+13,1%), enquanto o Rio Grande do Norte (-1,4%) foi o único a apresentar queda na classe.
Já no consumo industrial, apenas a Região Norte (-4,8%) reduziu o uso de eletricidade em agosto, enquanto Sul (+2,2%), Nordeste (+1,4%), Centro-Oeste (+0,2%) e Sudeste (+0,1%) consumiram mais que no mesmo mês de 2025. No recorte estadual, o Amapá (+58,7%) teve a maior alta do país na classe industrial, e Alagoas (-25,3%) a maior retração, nesse caso influenciada pela paralisação de uma unidade de cloro-álcalis no Nordeste desde outubro de 2025.
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Baixar áudioOs beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estão recebendo, ao longo desta semana, informações sobre como realizar a atualização da Prova de Vida. O informe é encaminhado pela caixa postal do gov.br e pelo WhatsApp do Governo do Brasil a todos os beneficiários que estão com a comprovação vencida ou com prazo próximo do vencimento.
Segundo o INSS, a mensagem enviada por meio do canal Gov.BR comunica o beneficiário sobre as formas de realização da prova de vida. Inclusive, o voto no nas eleições – cujo 1° turno será realizado neste domingo (4) – vale como prova de comprovação para o Instituto.
Confira as opções:
O Instituto reiterou, em nota, que o voto eleitoral é computado por meio da integração dos sistemas da Previdência Social e da Justiça Eleitoral – dispositivo aceito desde 2022, com a Portaria INSS nº 1.408. E os dados dos votos passaram a ser computados nos sistemas do INSS na eleição de 2024.
Aqueles que recebem benefícios do INSS devem ficar atentos à autenticidade da informação. A veracidade do recebimento da mensagem é garantida pelo selo azul de conta verificada da conta do Governo do Brasil no WhatsApp. Além disso, a autenticidade também é garantida por meio do recebimento da mesma mensagem direto na caixa postal do aplicativo gov.br.
O INSS destacou, ainda, que os dados dos beneficiários não serão solicitados. A mensagem também não possui um link direcionando o usuário para uma suposta regularização da Prova de Vida.
A orientação é desconfiar de qualquer mensagem recebida fora dos canais oficiais do Governo ou do INSS que solicite acesso para verificar saldos ou atualizar dados, por exemplo.
O Governo do Brasil também não realiza atendimentos, nem solicita dados pessoais, como CPF e endereço. Além disso, o governo federal não realiza cobranças ou pedidos de pagamento via WhatsApp.
O procedimento Prova de Vida é anual e serve para comprovar que a pessoa que recebe algum benefício de longa duração do INSS está viva.
O INSS faz uma busca ativa e envia comunicados e alertas ao segurado que precisa realizar esse processo.
Como verificar se a comprovação de vida está atualizada:
A data da última prova de vida aparecerá se a situação estiver regularizada. A verificação também pode ser realizada pela Central de Teleatendimento, a partir da ligação pelo 135, de segunda à sábado, das 7h às 22h.
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Baixar áudioO mais recente Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta que o número de casos de Síndrome Respiratória Grave (SRAG) aumentou entre crianças no Rio de Janeiro e em Sergipe. A publicação também identificou que, em relação às ocorrências de SRAG, apenas o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 (Covid-19) apresentam tendência de crescimento no país. A análise é referente à semana epidemiológica 38, de 20 a 26 de setembro.
Segundo o Boletim, o aumento de SRAG no Rio de Janeiro e em Sergipe ocorre especialmente nas crianças de até 4 anos e está associado ao metapneumovírus e ao rinovírus.
Pelo estudo, há indícios de avanço dos casos graves de Covid-19 no Acre e em São Paulo. No entanto, essas localidades apresentam níveis ainda baixos de incidência.
A publicação identificou, ainda, que nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste houve incremento das ocorrências de SRAG por metapneumovírus nos seguintes estados:
Além dessas UFs, a atualização verificou incremento das ocorrências de SRAG por metapneumovírus em outros cinco estados com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco e alto risco, mas sem sinal de crescimento a longo prazo, sendo: Maranhão, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina.
Em relação às capitais, três das 27 indicam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG nas últimas 6 semanas até a SE 38: Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC) e Rio de Janeiro (RJ).
Em 2026, já foram notificados 157.908 casos de SRAG, 53,9% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Entre os casos positivos, 16,4% foram de influenza A e apenas 5,5% de influenza B. Por outro lado, 40,4% foram de vírus sincicial respiratório, 32,1% de rinovírus e 3,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
Conforme a FioCruz,os casos de SRAG apresentam sinais de queda nas últimas seis semanas e de crescimento nas últimas três semanas. Já nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os casos positivos foram: 52,4% para rinovírus; 18,1% para VSR; 6,7% para influenza B; 4% para Sars-CoV-2 (Covid-19); e 3,2% de influenza A.
Copiar o textoNa região onde tem a maior vantagem, presidente lidera com 61% contra 28% de Bolsonaro
Baixar áudioNo Nordeste, o presidente Lula (PT) mantém a liderança folgada sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em todos os recortes da pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados citam o nome do candidato sem que lhes sejam apresentadas opções, Lula aparece com 54% das menções na região, contra 22% de Flávio — uma vantagem de 32 pontos percentuais.
Mesmo na pesquisa estimulada, em que o eleitor escolhe entre os nomes apresentados em uma lista, a distância se mantém: Lula tem 56% do total de votos no Nordeste, ante 26% de Flávio. Quando são descontados os votos em branco, nulos e indecisos — o chamado recorte de votos válidos —, a vantagem do petista cresce ainda mais, com 61% das intenções de voto na região, contra 28% do candidato do PL.
No cenário de segundo turno simulado entre os dois principais nomes, Lula também amplia sua margem no Nordeste em relação ao primeiro turno, somando 62% das intenções de voto regionais, ante 31% de Flávio Bolsonaro — uma vantagem de 31 pontos, a maior registrada entre as quatro regiões pesquisadas nesse cenário.
A força eleitoral de Lula na região é um padrão observado ao longo de toda a pesquisa: o levantamento também mostra que o petista tem desempenho mais forte entre eleitores de menor renda e menor escolaridade, perfil socioeconômico com peso proporcionalmente maior no Nordeste em relação a outras regiões do país, o que ajuda a explicar a disparidade regional nas intenções de voto.
Para o cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, o cenário que se desenha não é de tranquilidade na região para o petista. “O Nordeste ainda aparece como uma dificuldade, por incrível que pareça, para Lula. Lula tem uma vantagem muito expressiva na região e ainda segue com essa vantagem Porém, a Bahia é um dos estados que Lula ainda não conseguiu repetir sua performance em 2026 nas pesquisas, perante o que teve nas urnas em 2022”, alerta.
Os 9 estados formam a segunda região mais populosa do país com 43.529.845 eleitores aptos a votarem neste domingo (4), 27% do total de brasileiros nessa condição (158,7 milhões).
Em todo o país, Lula lidera o primeiro turno com 45% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro, seguidos por Augusto Cury (4%), Ronaldo Caiado (3%) e Renan Santos (3%). Na pesquisa espontânea, Lula passou de 20% das menções em abril de 2025 para 39% na pesquisa atual, enquanto Flávio Bolsonaro saiu de 12%, quando entrou na disputa em março deste ano, para 31%. O índice de indecisos na pesquisa espontânea caiu de 53% para 13% no mesmo período, refletindo o amadurecimento da disputa às vésperas do primeiro turno.
No cenário de segundo turno, Lula tem 48% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro, distância de três pontos que configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Na semana anterior, o petista tinha 47% ante 45% do adversário. Lula também venceria no segundo turno simulado contra Ronaldo Caiado (48% a 42%), Romeu Zema (49% a 40%), Renan Santos (48% a 39%) e Augusto Cury (47% a 42%). Sobre a gestão do presidente, 48% aprovam o trabalho de Lula e 49% desaprovam, com o governo avaliado como ótimo ou bom por 35% dos entrevistados, regular por 23% e ruim ou péssimo por 41%.
Segundo Rizzi, o grande grupo que decidirá o pleito é aquele formado por eleitoras independentes, que decidem seus votos para além da ideologia política, e que tem ressalvas e apreços por ambos candidatos líderes na pesquisa. “Ela ficou muito sentida com a taxa das blusinhas imposta por Lula, depois retirada, mas que durante esses anos prejudicou o seu bico através da compra e venda de produtos da China, por exemplo. Por outro lado, grande parte delas se mostrava e sempre se mostrou favorável ao fim das bets, pois sentem que seus orçamentos dos lares vinham sendo drenados por filhos, maridos ou por elas próprias através das casas de apostas”, aponta.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2.506 entrevistas presenciais em 152 municípios de todas as regiões do país, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, e está registrado no TSE sob o número BR-08039/2026.
Copiar o textoPresidente aparece com 43% das intenções de votos válidos contra 41% do senador carioca
Baixar áudioNa Região Sudeste, a mais populosa do país, a disputa presidencial aparece tecnicamente empatada entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Na pesquisa espontânea, Lula tem 36% das menções na região, contra 31% de Flávio — distância de cinco pontos, dentro da margem de erro regional.
Na pesquisa estimulada, em que o eleitor escolhe entre os nomes apresentados em uma lista, a proximidade se mantém: Lula soma 40% do total de votos no Sudeste, ante 39% de Flávio, uma diferença de apenas um ponto percentual. Entre os votos válidos, Lula amplia ligeiramente a distância, com 43% das intenções de voto na região, contra 41% do candidato do PL — ainda assim, um empate técnico considerando a margem de erro de 3 pontos para o recorte regional.
É no cenário de segundo turno simulado que o quadro se inverte: Flávio Bolsonaro passa à frente de Lula no Sudeste, com 48% das intenções de voto regionais, contra 45% do petista — a única região, além do Sul, em que o candidato do PL supera Lula nesse cenário, ainda que dentro da margem de erro.
O equilíbrio no Sudeste reflete o próprio resultado nacional da pesquisa: no recorte por religião, por exemplo, Lula e Flávio aparecem com desempenhos mais próximos entre católicos e evangélicos nessa região do que em outras partes do país, e a renda familiar intermediária, mais presente no Sudeste urbano, tende a dividir o eleitorado entre os dois principais candidatos.
Para o cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, o cenário se mostra preocupante para a campanha do candidato do PL. “Hoje, se analisarmos a candidatura de Flávio Bolsonaro, ainda segue a tendência de vantagem para o candidato bolsonarista, porém, ainda aquém da vantagem de quase nove pontos que seu pai obteve. O mesmo vale para o estado de São Paulo. O maior colégio eleitoral do país também aparece como um estado de vantagem de Flávio, mas ainda abaixo dos 10,5 pontos percentuais que Jair obteve em 2022”, alerta.
Região mais populosa do país, o Sudeste concentra os três maiores colégios eleitorais do país (SP, RJ e MG) e possui também o maior peso eleitoral: são 43.529.845 pessoas aptas a votarem neste domingo (4), 42% do total de brasileiros nessa condição (158,7 milhões).
Em todo o país, Lula lidera o primeiro turno com 45% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro, seguidos por Augusto Cury (4%), Ronaldo Caiado (3%) e Renan Santos (3%). Na pesquisa espontânea, Lula passou de 20% das menções em abril de 2025 para 39% na pesquisa atual, enquanto Flávio Bolsonaro saiu de 12%, quando entrou na disputa em março deste ano, para 31%. O índice de indecisos na pesquisa espontânea caiu de 53% para 13% no mesmo período, refletindo o amadurecimento da disputa às vésperas do primeiro turno.
No cenário de segundo turno, Lula tem 48% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro, distância de três pontos que configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Na semana anterior, o petista tinha 47% ante 45% do adversário. Lula também venceria no segundo turno simulado contra Ronaldo Caiado (48% a 42%), Romeu Zema (49% a 40%), Renan Santos (48% a 39%) e Augusto Cury (47% a 42%). Sobre a gestão do presidente, 48% aprovam o trabalho de Lula e 49% desaprovam, com o governo avaliado como ótimo ou bom por 35% dos entrevistados, regular por 23% e ruim ou péssimo por 41%.
Segundo Rizzi, o grande grupo que decidirá o pleito é aquele formado por eleitoras independentes, que decidem seus votos para além da ideologia política, e que tem ressalvas e apreços por ambos candidatos líderes na pesquisa. “Ela ficou muito sentida com a taxa das blusinhas imposta por Lula, depois retirada, mas que durante esses anos prejudicou o seu bico através da compra e venda de produtos da China, por exemplo. Por outro lado, grande parte delas se mostrava e sempre se mostrou favorável ao fim das bets, pois sentem que seus orçamentos dos lares vinham sendo drenados por filhos, maridos ou por elas próprias através das casas de apostas”, aponta.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2.506 entrevistas presenciais em 152 municípios de todas as regiões do país, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, e está registrado no TSE sob o número BR-08039/2026.
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Baixar áudioNa Região Sul, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com folga as intenções de voto para presidente, segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º). Na pesquisa espontânea, Flávio soma 40% das menções na região, contra 24% de Lula (PT) — vantagem de 16 pontos para o candidato do PL.
Na pesquisa estimulada, em que o eleitor escolhe entre os nomes apresentados em uma lista, a distância se mantém: Flávio tem 50% do total de votos no Sul, ante 30% de Lula. Entre os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, a vantagem do candidato do PL cresce ainda mais, somando 55% das intenções de voto na região, contra 32% do petista.
No cenário de segundo turno simulado, a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula no Sul também se amplia: são 59% das intenções de voto regionais para o candidato do PL, contra 34% para o atual presidente — a maior margem registrada entre as quatro regiões nesse cenário, de 25 pontos percentuais.
A pesquisa mostra que esse padrão regional está associado a características sociodemográficas que têm peso proporcionalmente maior no Sul, como a presença de eleitores evangélicos e de renda familiar mais alta — segmentos em que Flávio Bolsonaro também lidera no recorte nacional, com 52% e 47% das intenções de voto, respectivamente, ante 26% e 34% de Lula nesses mesmos grupos.
Apesar da grande desvantagem, o cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, percebe um ganho de desempenho do petista em relação às últimas eleições na região, o que não quer dizer que o pleito está decidido. “A, digamos, polarização geográfica, ela tem sido mais achatada. No geral, o presidente Lula aparece melhor do que em 2022 em alguns estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e até mesmo em Santa Catarina, reduzindo um pouco a vantagem. Mas, por outro lado, o nordeste ainda aparece como uma dificuldade: por incrível que pareça Lula ainda não conseguiu repetir sua performance em 2026 nas pesquisas, perante o que teve nas urnas em 2022”, avalia.
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul somam 22.861.012 eleitores aptos a votarem neste domingo (4), 14% do total de brasileiros nessa condição (158,7 milhões).
Em todo o país, Lula lidera o primeiro turno com 45% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro, seguidos por Augusto Cury (4%), Ronaldo Caiado (3%) e Renan Santos (3%). Na pesquisa espontânea, Lula passou de 20% das menções em abril de 2025 para 39% na pesquisa atual, enquanto Flávio Bolsonaro saiu de 12%, quando entrou na disputa em março deste ano, para 31%. O índice de indecisos na pesquisa espontânea caiu de 53% para 13% no mesmo período, refletindo o amadurecimento da disputa às vésperas do primeiro turno.
No cenário de segundo turno, Lula tem 48% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro, distância de três pontos que configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Na semana anterior, o petista tinha 47% ante 45% do adversário. Lula também venceria no segundo turno simulado contra Ronaldo Caiado (48% a 42%), Romeu Zema (49% a 40%), Renan Santos (48% a 39%) e Augusto Cury (47% a 42%). Sobre a gestão do presidente, 48% aprovam o trabalho de Lula e 49% desaprovam, com o governo avaliado como ótimo ou bom por 35% dos entrevistados, regular por 23% e ruim ou péssimo por 41%.
Segundo Rizzi, o grande grupo que decidirá o pleito é aquele formado por eleitoras independentes, que decidem seus votos para além da ideologia política, e que tem ressalvas e apreços por ambos candidatos líderes na pesquisa. “Ela ficou muito sentida com a taxa das blusinhas imposta por Lula, depois retirada, mas que durante esses anos prejudicou o seu bico através da compra e venda de produtos da China, por exemplo. Por outro lado, grande parte delas se mostrava e sempre se mostrou favorável ao fim das bets, pois sentem que seus orçamentos dos lares vinham sendo drenados por filhos, maridos ou por elas próprias através das casas de apostas”, aponta.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2.506 entrevistas presenciais em 152 municípios de todas as regiões do país, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, e está registrado no TSE sob o número BR-08039/2026.
Copiar o textoSenador carioca atinge 45% das intenções de votos válidos, contra 37% do presidente
Baixar áudioNo agrupamento das regiões Centro-Oeste e Norte da pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Lula (PT) na disputa pela presidência da República. Na pesquisa espontânea, os dois aparecem tecnicamente empatados, com Flávio somando 36% das menções, contra 35% de Lula.
Já na pesquisa estimulada, em que o eleitor escolhe entre os nomes apresentados em uma lista, Flávio assume a liderança: são 43% do total de votos na região para o candidato do PL, contra 35% de Lula — distância de 8 pontos percentuais. Entre os votos válidos, a vantagem do candidato do PL se mantém, com 45% das intenções de voto na região, contra 37% do petista.
No cenário de segundo turno simulado, Flávio Bolsonaro amplia sua vantagem sobre Lula na região, somando 50% das intenções de voto, contra 44% do atual presidente — um dos cenários mais favoráveis ao candidato do PL entre as quatro regiões pesquisadas, atrás apenas do Sul.
O cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, percebe um ganho de desempenho do petista em relação às últimas eleições na região, o que não quer dizer que o pleito está decidido. “A, digamos, polarização geográfica, ela tem sido mais achatada. No geral, o presidente Lula aparece melhor do que em 2022 em alguns estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e até mesmo em Santa Catarina, reduzindo um pouco a vantagem. Mas, por outro lado, o nordeste ainda aparece como uma dificuldade: por incrível que pareça Lula ainda não conseguiu repetir sua performance em 2026 nas pesquisas, perante o que teve nas urnas em 2022”, avalia.
A pesquisa tem margem de erro de 5 pontos percentuais para esse recorte regional — a maior entre as quatro regiões identificadas pelo levantamento —, o que reflete o tamanho menor da amostra na região em comparação a Sudeste e Nordeste, e reforça a necessidade de cautela na leitura de variações pontuais nesse recorte específico.
Os 11 estados das duas regiões somam 25.106.355 eleitores aptos a votarem neste domingo (4), 16% do total de brasileiro nessa condição (158,7 milhões).
Em todo o país, Lula lidera o primeiro turno com 45% dos votos válidos, contra 40% de Flávio Bolsonaro, seguidos por Augusto Cury (4%), Ronaldo Caiado (3%) e Renan Santos (3%). Na pesquisa espontânea, Lula passou de 20% das menções em abril de 2025 para 39% na pesquisa atual, enquanto Flávio Bolsonaro saiu de 12%, quando entrou na disputa em março deste ano, para 31%. O índice de indecisos na pesquisa espontânea caiu de 53% para 13% no mesmo período, refletindo o amadurecimento da disputa às vésperas do primeiro turno.
No cenário de segundo turno, Lula tem 48% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro, distância de três pontos que configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa. Na semana anterior, o petista tinha 47% ante 45% do adversário. Lula também venceria no segundo turno simulado contra Ronaldo Caiado (48% a 42%), Romeu Zema (49% a 40%), Renan Santos (48% a 39%) e Augusto Cury (47% a 42%). Sobre a gestão do presidente, 48% aprovam o trabalho de Lula e 49% desaprovam, com o governo avaliado como ótimo ou bom por 35% dos entrevistados, regular por 23% e ruim ou péssimo por 41%.
Segundo Rizzi, o grande grupo que decidirá o pleito é aquele formado por eleitoras independentes, que decidem seus votos para além da ideologia política, e que tem ressalvas e apreços por ambos candidatos líderes na pesquisa. “Ela ficou muito sentida com a taxa das blusinhas imposta por Lula, depois retirada, mas que durante esses anos prejudicou o seu bico através da compra e venda de produtos da China, por exemplo. Por outro lado, grande parte delas se mostrava e sempre se mostrou favorável ao fim das bets, pois sentem que seus orçamentos dos lares vinham sendo drenados por filhos, maridos ou por elas próprias através das casas de apostas”, aponta.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Datafolha entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro de 2026, com 2.506 entrevistas presenciais em 152 municípios de todas as regiões do país, com eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, e está registrado no TSE sob o número BR-08039/2026.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3795, de 02/10/2026, foram: 01 - 03 - 04 - 05 - 06 - 08 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14 - 18 - 19 - 22 - 24.
01 - 03 - 04 - 05 - 06 - 08 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14 - 18 - 19 - 22 - 24
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:35. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3795 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (02/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Uma aposta acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.452.755,06. O prêmio saiu para uma aposta feita pelo canal eletrônico.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3796, que será realizado no sábado, 3 de outubro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 20.667.944,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3794.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,86
Baixar áudioO dólar comercial fechou em leve baixa de 0,13% nesta sexta-feira (2), cotado a R$ 5,20.
O mercado de câmbio operou sem grandes variações na reta final antes do primeiro turno das eleições presidenciais. Por volta das 12h37, a moeda norte-americana transitava perto de R$ 5,22, refletindo a postura de cautela dos investidores diante do quadro político local e das sinalizações macroeconômicas de Washington.
Essa desaceleração no exterior decorre das projeções de cortes nas taxas de juros dos EUA. O movimento tende a reduzir a rentabilidade dos títulos do Tesouro americano (Treasuries), desestimulando a procura pela divisa globalmente e favorecendo a valorização do real.
Segundo analistas do setor, o clima de ansiedade reflete a tentativa do mercado de reorganizar projeções para o cenário pós-eleitoral, já que as expectativas apontam para uma definição da disputa apenas em um eventual segundo turno.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,73 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1920 | 0,1706 | 0,1450 | 30,3097 | 0,1591 | 0,2736 | 0,2760 |
| USD | 5,2084 | 1 | 0,8888 | 0,7552 | 157,86 | 0,8287 | 1,4251 | 1,4376 |
| EUR | 5,8597 | 1,1252 | 1 | 0,8497 | 177,62 | 0,9325 | 1,6034 | 1,6175 |
| GBP | 6,8980 | 1,3242 | 1,1770 | 1 | 209,04 | 1,0974 | 1,8871 | 1,9036 |
| JPY | 0,0330 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5250 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 6,2835 | 1,2065 | 1,0724 | 0,9112 | 190,48 | 1 | 1,7194 | 1,7347 |
| CAD | 3,6548 | 0,7017 | 0,6236 | 0,5299 | 110,78 | 0,5816 | 1 | 1,0088 |
| AUD | 3,6231 | 0,6957 | 0,6183 | 0,5253 | 109,81 | 0,5765 | 0,9913 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoPrecipitações atingem os três estados, com previsão de trovoadas no Rio Grande do Sul
Baixar áudioO sábado (3) terá muitas nuvens e chuva nos três estados da Região Sul, com ocorrência de trovoadas em parte do Rio Grande do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, são previstas pancadas de chuva, com possibilidade de trovoadas principalmente entre o centro e o sul do estado. Em Porto Alegre, a mínima será de 11°C e a máxima de 28°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas.
Em Santa Catarina, a chuva alcança principalmente áreas do centro e leste do estado. Em Florianópolis, o dia terá muitas nuvens e chuva, com temperaturas entre 14°C e 22°C.
No Paraná, a previsão também indica chuva, sobretudo no centro e leste do estado. Em Curitiba, os termômetros variam de 12°C a 18°C, com muitas nuvens e chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO sábado (3) terá muitas nuvens e ocorrência de chuva em toda a Região Sudeste, com possibilidade de trovoadas em áreas de Minas Gerais e do Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica pancadas de chuva em diferentes áreas do estado. Na capital paulista, os termômetros variam entre 14°C e 21°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva ao longo do dia.
No Rio de Janeiro, o cenário também será de muitas nuvens com pancadas de chuva, condição que alcança diferentes pontos do território. Na capital, a mínima prevista é de 18°C e a máxima de 23°C.
Em Minas Gerais, as pancadas de chuva podem vir acompanhadas de trovoadas isoladas, inclusive em áreas do centro do estado. Em Belo Horizonte, as temperaturas ficam entre 18°C e 25°C.
No Espírito Santo, também há previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diferentes áreas. Em Vitória, a mínima será de 21°C, enquanto a máxima chega a 26°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrevisão indica pancadas em parte da região, enquanto Belém e Macapá terão maior presença de nuvens
Baixar áudioO sábado (3) terá chuva em diferentes pontos da Região Norte, com pancadas previstas principalmente em áreas do Amazonas, Roraima, Rondônia e Acre. No Pará e no Amapá, há setores com menor condição de precipitação, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão indica muitas nuvens com chuva. Em Palmas, os termômetros variam entre 25°C e 34°C.
No Pará, o tempo varia entre maior nebulosidade e ocorrência de chuva. Em Belém, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 35°C. A condição para precipitação aumenta em áreas do oeste e sul do estado.
No Amapá, predominam muitas nuvens. Em Macapá, as temperaturas ficam entre 25°C e 35°C.
Em Roraima, há pancadas de chuva em diferentes pontos do estado. Em Boa Vista, a mínima prevista é de 27°C, enquanto a máxima chega a 37°C, a maior entre as capitais da região.
No Amazonas, a previsão aponta pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com ocorrência em diferentes áreas do estado. Em Manaus, os termômetros variam entre 26°C e 34°C.
Em Rondônia, o sábado terá pancadas de chuva, incluindo áreas do norte e oeste do estado. Em Porto Velho, a temperatura varia de 23°C a 31°C.
No Acre, também há previsão de pancadas de chuva, com ocorrência em diferentes áreas do estado. Em Rio Branco, a mínima será de 24°C e a máxima pode alcançar 35°C.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO sábado (3) terá muitas nuvens em grande parte da Região Nordeste, com ocorrência de chuva principalmente na Bahia e em áreas do interior da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, há previsão de chuva em parte do estado, com maior presença de instabilidades no oeste, centro e sul baianos. Em Salvador, o dia terá muitas nuvens com chuva, e os termômetros variam entre 25°C e 30°C.
Em Sergipe, a nebulosidade predomina ao longo do dia. Em Aracaju, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 30°C.
Em Alagoas, o sábado também será marcado pela presença de nuvens. Em Maceió, as temperaturas ficam entre 24°C e 31°C, com previsão de muitas nuvens.
Em Pernambuco, o tempo permanece com muitas nuvens na capital e há possibilidade de chuva em áreas do oeste do estado. Em Recife, a mínima prevista é de 23°C e a máxima de 31°C.
Na Paraíba, a nebulosidade predomina, enquanto áreas do oeste do estado podem registrar chuva. Em João Pessoa, os termômetros variam entre 25°C e 31°C, com muitas nuvens.
No Rio Grande do Norte, a previsão indica muitas nuvens em Natal, onde as temperaturas ficam entre 25°C e 30°C. No interior potiguar, não há mudança significativa nas condições de tempo.
No Ceará, o sábado terá muitas nuvens em Fortaleza, com mínima de 25°C e máxima de 31°C. Áreas do sul do estado podem registrar pancadas de chuva.
No Piauí, há diferença nas condições entre o norte e o sul do estado, com possibilidade de chuva principalmente em áreas do sul. Em Teresina, predominam muitas nuvens, e a temperatura varia de 25°C a 38°C, a maior máxima prevista entre as capitais nordestinas.
No Maranhão, o tempo fica mais instável no sul do estado, onde há previsão de pancadas de chuva. Em São Luís, o sábado terá muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO sábado (3) terá muitas nuvens e ocorrência de chuva em grande parte da Região Centro-Oeste, com possibilidade de trovoadas em algumas áreas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Brasília, a temperatura varia entre 19°C e 26°C.
Em Goiás, as pancadas de chuva atingem diferentes áreas do estado, com possibilidade de trovoadas isoladas, principalmente entre o centro e o leste goiano. Em Goiânia, os termômetros ficam entre 20°C e 27°C, também com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Mato Grosso, há chuva em diferentes pontos, com maior presença de nuvens no centro e sul do estado. Em Cuiabá, a mínima prevista é de 22°C e a máxima chega a 32°C, com muitas nuvens e chuva.
Em Mato Grosso do Sul, o sábado também terá muitas nuvens e chuva, com a instabilidade alcançando principalmente o centro e leste do estado. Em Campo Grande, as temperaturas variam de 19°C a 28°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 43.489.516.434, em meio a 4.840.643 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão desta sexta-feira (2) em forte alta de 2,63%, atingindo os 192.114,55 pontos. A valorização no fechamento veio após uma jornada marcada por oscilações e intensa volatilidade na reta final antes do primeiro turno das eleições presidenciais.
Ao longo do dia, o indicador alternou momentos de ganho e perda. Após iniciar a manhã em terreno positivo, chegando a subir 0,87% e bater a máxima de 188.820 pontos, o mercado perdeu fôlego. Por volta das 12h50, o índice da B3 operava em leve queda de 0,11%, aos 186.999 pontos, antes de engrenar o movimento de recuperação na reta final dos negócios.
No exterior, o apetite por risco foi impulsionado pela divulgação do payroll de setembro nos Estados Unidos. O relatório mostrou criação de empregos abaixo das estimativas e alta no desemprego, cenário que enfraqueceu as apostas de novas elevações de juros pelo Federal Reserve (Fed) no curto prazo.
Já no cenário doméstico, a proximidade da votação de domingo manteve os ativos brasileiros sensíveis ao noticiário político. Entre os fatores monitorados pelos investidores esteve o cancelamento do debate entre os candidatos à Presidência, que alterou a dinâmica da véspera do pleito.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 43.489.516.434, em meio a 4.840.643 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioDo financiamento de R$ 274 mil para a compra de um veículo comercial a contratos de cerca de R$ 20 mil para microempreendedores e operações voltadas à agricultura familiar, o crédito atendeu diferentes perfis de negócios durante duas exposições agropecuárias no Norte e Nordeste. Os atendimentos foram realizados pelo Banco da Amazônia na 66ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), em São Luís (MA), e na 38ª Exposição Agropecuária de Marabá (Expoama), em Marabá (PA).
Nas duas feiras, produtores rurais, agricultores familiares, trabalhadores autônomos, microempreendedores e empresas buscaram informações sobre financiamento e formalizaram operações de crédito. Na Expoema, o atendimento esteve concentrado em linhas para o agronegócio, o varejo e o microcrédito produtivo orientado.
Em São Luís, um dos momentos de atendimento foi o “Dia D”, realizado em 10 de setembro. Clientes que já haviam passado pela análise de crédito foram à feira para formalizar os contratos.
“A gente tira dúvidas das pessoas interessadas em soluções financeiras, bem como daquelas interessadas em adquirir algum produto do banco”, destacou o superintendente de Rede, Varejo e Microcrédito do Banco da Amazônia, André Vargas.
Segundo o gerente-geral do Banco da Amazônia em São Luís, Jorgeanor Reis, a procura esteve concentrada principalmente em financiamento e informações sobre as modalidades disponíveis. Na avaliação dele, trata-se de uma ação que promove mais conexão entre a instituição e o produtor.
"A participação em eventos como esse, como a Expoema, permite ao Banco estar mais perto da realidade do setor, conhecer as necessidades e também conhecer as demandas que o setor possui. A gente acaba ficando mais perto da realidade", pontuou.
Entre as opções destinadas aos produtores, o financiamento pode ser usado no custeio da produção, na compra de máquinas e equipamentos, na melhoria da estrutura da propriedade ou na ampliação da atividade.
Para Jorgeanor Reis, o custo da operação também precisa ser compatível com a capacidade de geração de renda do produtor.
“Quando o produtor toma um crédito muito caro, muitas vezes acaba comprometendo a própria rentabilidade da atividade. Por isso, é importante que ele tenha acesso a linhas que estejam adequadas à realidade da produção e ao investimento que pretende fazer. O crédito precisa ajudar o produtor a crescer e não se transformar em um peso para a atividade”, orientou.
Parte dos recursos tem como fonte o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). Para o Plano Safra 2026/2027, o Banco da Amazônia prevê R$ 13 bilhões em crédito rural. São R$ 6,2 bilhões para custeio e comercialização e R$ 6,8 bilhões para investimentos.
VEJA MAIS:
Do total, R$ 3 bilhões estão previstos para a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); R$ 5,1 bilhões para pequenos e médios produtores; e R$ 4,9 bilhões para a agricultura empresarial. A feira foi realizada entre os dias 6 e 13 de setembro, em São Luís.
Segundo o gerente, os financiamentos destinados à agricultura familiar cresceram mais de 50% no Maranhão em 2026, na comparação com o ano anterior. Na área atendida pela agência de São Luís, mais de 2 mil famílias tiveram acesso a essas operações neste ano.
O crédito também alcança trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores. No microcrédito produtivo orientado, o atendimento considera a realidade da atividade e pode incluir pessoas que ainda não têm uma empresa formalizada.
“Uma pessoa que vende churrasco, trabalha com artesanato ou possui uma pequena venda, por exemplo, mesmo sem ter uma empresa formalizada, pode ter acesso ao crédito do Banco da Amazônia”, afirmou Reis.
Um exemplo é o de Josielson Teixeira Silva, proprietário de um depósito de água. Ele chegou ao banco por indicação de um amigo e realizou a primeira operação por meio de um grupo solidário formado por cinco pessoas de atividades diferentes. Há três anos, mantém operações de crédito com a instituição.
Segundo Josielson, novos financiamentos foram contratados à medida que as operações anteriores eram quitadas. “Sempre que precisamos, renovamos o crédito, mantendo nosso compromisso em dia. Isso nos permite não apenas manter, mas ampliar nossa capacidade de investimento”, disse.
Em Marabá (PA), a 38ª Exposição Agropecuária também reuniu diferentes perfis de clientes, entre produtores rurais, microempreendedores e empresas.
Na quarta noite de evento, foram formalizados 28 contratos. Houve operações com valores médios na faixa de R$ 20 mil para pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, além de financiamentos de maior porte. Entre eles, um crédito de R$ 274 mil para a aquisição de um veículo comercial destinado à estruturação operacional de uma empresa local.
O empresário Cleomir Petri, morador de Itupiranga, procurou o estande para formalizar uma operação de capital de giro para seus empreendimentos.
Também foi atendido Francisco Freitas, proprietário da Agro Carajás, empresa de assistência técnica e elaboração de projetos agropecuários. Segundo ele, a relação com o Banco da Amazônia começou há cerca de 15 anos e acompanhou a expansão da empresa, que atualmente possui sete unidades.
Para a gerente-geral do Banco da Amazônia, Josélia Cardoso, as operações atendem diferentes perfis de público.
“Temos linhas de crédito destinadas a micro e pequenas empresas, pequenos produtores rurais, agricultores familiares e outros segmentos. Durante o evento, nossa equipe esteve disponível para prestar orientações sobre as modalidades de financiamento”, destacou.
A Expoama foi realizada de 15 a 20 de setembro, no Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá.
Copiar o textoApexBrasil destaca potencial de novos negócios com países que importaram US$ 471,8 bilhões em 2023
Baixar áudioO acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) começou a entrar em vigor nesta quinta-feira (1º) para as relações entre Brasil e Islândia. A medida reduz tarifas e estabelece novas condições de acesso para produtos brasileiros em um mercado que, formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça, movimentou US$ 471,8 bilhões em importações em 2023.
A implementação será gradual entre os países. Entre Brasil e Noruega, as regras passam a valer a partir de 1º de novembro. Já a aplicação do acordo entre Brasil, Suíça e Liechtenstein ainda depende da conclusão dos procedimentos internos desses países.
O tratado foi promulgado pelo Brasil em 23 de setembro, por meio de decreto publicado em edição extra do Diário Oficial da União. As negociações começaram em 2017 e chegaram a um acordo político em 2019. O processo foi retomado em abril de 2024 e finalizado em junho de 2025, depois de reuniões técnicas virtuais e quatro rodadas presenciais na capital da Argentina.
A EFTA reúne quatro países europeus que não fazem parte da União Europeia: Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Juntos, eles têm cerca de 15 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 1,4 trilhão.
Segundo dados divulgados pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o PIB per capita médio dessas nações é de aproximadamente US$ 98 mil. Em Liechtenstein, chega a US$ 219,8 mil."
Apesar de reunirem cerca de 15 milhões de habitantes, os quatro países têm expressiva participação no comércio internacional. Em 2023, importaram US$ 471,8 bilhões, o que colocou a EFTA na 14ª posição entre os maiores mercados importadores do mundo.
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Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, a expectativa é que a redução de tarifas e as novas condições de acesso ampliem as possibilidades de negócios para empresas brasileiras.
“Agora estamos dentro, agora temos acesso diferenciado. Isso pode mudar o seu negócio, pode mudar a sua empresa, pode mudar a sua cooperativa, a sua propriedade rural. Isso vai gerar mais exportação, mais negócios e gerar emprego e renda”, destaca.
Considerados em conjunto, Mercosul e EFTA formam um mercado de aproximadamente 290 milhões de consumidores e somam um PIB de cerca de US$ 4,39 trilhões, com base em dados de 2024.
A redução ou eliminação de tarifas prevista no acordo não garante, por si só, a realização de novos negócios. Para aproveitar as condições comerciais, as empresas precisam identificar a demanda nos países de destino, cumprir as regras estabelecidas no tratado e encontrar compradores.
A ApexBrasil oferece serviços de inteligência de mercado e promoção comercial, além de promover a aproximação entre empresas brasileiras e importadores estrangeiros. Entre as iniciativas estão missões empresariais, participação em feiras internacionais e rodadas de negócios
A ApexBrasil também acompanha oportunidades específicas nos quatro países da EFTA para orientar empresas interessadas em ampliar ou iniciar suas exportações para a região.
O acordo com a EFTA amplia a rede de preferências comerciais do Mercosul na Europa e se soma ao entendimento firmado entre o bloco sul-americano e a União Europeia.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! Em outubro, a região também vai receber os serviços pelo PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Não há movimentação de dinheiro em espécie.
Os atendimentos com a Agência-Barco Ilha do Marajó começam por São Sebastião da Boa Vista. A embarcação fica no município do dia 1° ao dia 2.
Já no dia 5 de outubro, os serviços serão oferecidos à população de Ponta de Pedras.
Os serviços no PrevBarco, por sua vez, começam em São Domingos do Capim nos dias 01 e 02. Depois a embarcação vai para Mocajuba no dia 12, com atendimento até o dia 16. Já do dia 19 ao dia 23, a embarcação estará em Baião.
A Agência-Barco Ilha do Marajó estará em Limoeiro do Ajuru, do dia 19 ao dia 20.
Nos dias 21 e 23, a população de Ponta de Padras volta a receber os serviços da CAIXA.
Entre 26 e 27 de outubro, a embarcação estará novamente em São Sebastião da Boa Vista.
Os moradores de Limoeiro do Ajuru também terão mais uma rodada de atendimentos, mas pelo PrevBarco, do dia 26 ao dia 30.
A Agência-Barco Ilha do Marajó encerra os atendimentos do mês em Oeiras do Pará, onde estará entre os dias 28 e 30 de outubro.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
Copiar o textoEstados ficam com cerca de R$ 212 milhões e municípios recebem R$ 612,5 milhões
Baixar áudioMais de R$ 825 milhões serão destinados a estados e municípios brasileiros para o complemento do pagamento do piso nacional da enfermagem referente ao mês de setembro. Os valores estão detalhados na Portaria GM/MS nº 12.207, de 23 de setembro de 2026, publicada pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União (DOU).
Do total, cerca de R$ 612,5 milhões correspondem à execução municipal, enquanto aproximadamente R$ 212 milhões são destinados à execução estadual. Os repasses são feitos mensalmente pela União para ajudar estados e municípios a custear o pagamento do piso salarial dos profissionais da enfermagem.
Os recursos, porém, precisam ser acompanhados para verificar se chegam aos trabalhadores. O advogado especialista em direito médico Josenir Teixeira chama atenção para a fiscalização da aplicação das verbas.
“Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos ao acompanhamento dos repasses que os municípios irão receber, para que esses recursos sejam efetivamente transferidos às empregadoras e, por fim, pagos na folha salarial. Resta verificar se os valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que determina a lei”, avalia.
| Região | UF | Valor Referência para Estado | Valor Referência para Município | Valor Referência em setembro/2026 - Total |
|---|---|---|---|---|
| Centro-Oeste | GO | R$ 5.122.829,83 | R$ 14.317.573,46 | R$ 19.440.403,29 |
| Centro-Oeste | MS | R$ 746.439,69 | R$ 9.564.288,31 | R$ 10.310.728,00 |
| Centro-Oeste | MT | R$ 1.536.511,74 | R$ 8.388.999,80 | R$ 9.925.511,54 |
| Centro-Oeste | DF | R$ 552.444,15 | - | R$ 552.444,15 |
| Nordeste | BA | R$ 30.675.639,01 | R$ 59.419.618,99 | R$ 90.095.258,00 |
| Nordeste | PE | R$ 37.726.983,46 | R$ 34.319.971,67 | R$ 72.046.955,13 |
| Nordeste | MA | R$ 15.497.806,67 | R$ 50.427.489,93 | R$ 65.925.296,60 |
| Nordeste | CE | R$ 6.146.264,77 | R$ 44.208.804,12 | R$ 50.355.068,89 |
| Nordeste | PB | R$ 6.263.081,57 | R$ 28.428.768,99 | R$ 34.691.850,56 |
| Nordeste | RN | R$ 2.907.746,08 | R$ 19.089.932,20 | R$ 21.997.678,28 |
| Nordeste | PI | R$ 3.815.395,20 | R$ 17.951.149,87 | R$ 21.766.545,07 |
| Nordeste | AL | R$ 2.096.699,23 | R$ 17.370.300,72 | R$ 19.466.999,95 |
| Nordeste | SE | R$ 3.993.801,68 | R$ 6.304.228,76 | R$ 10.298.030,44 |
| Norte | PA | R$ 13.172.073,84 | R$ 39.814.903,65 | R$ 52.986.977,49 |
| Norte | AM | R$ 10.497.930,06 | R$ 13.999.411,04 | R$ 24.497.341,10 |
| Norte | TO | R$ 5.157.124,18 | R$ 6.721.938,09 | R$ 11.879.062,27 |
| Norte | RO | R$ 1.616.017,38 | R$ 6.186.205,37 | R$ 7.802.222,75 |
| Norte | AP | R$ 460.962,21 | R$ 4.956.768,07 | R$ 5.417.730,28 |
| Norte | AC | R$ 2.116.991,45 | R$ 1.456.861,11 | R$ 3.573.852,56 |
| Norte | RR | R$ 15.385,46 | R$ 1.017.375,58 | R$ 1.032.761,04 |
| Sudeste | MG | R$ 3.965.653,12 | R$ 108.278.544,02 | R$ 112.244.197,14 |
| Sudeste | RJ | R$ 5.128.392,85 | R$ 48.708.106,50 | R$ 53.836.499,35 |
| Sudeste | SP | R$ 11.906.071,04 | R$ 28.348.561,78 | R$ 40.254.632,82 |
| Sudeste | ES | R$ 9.034.570,51 | R$ 7.534.743,80 | R$ 16.569.314,31 |
| Sul | PR | R$ 16.249.845,43 | R$ 15.485.631,40 | R$ 31.735.476,83 |
| Sul | RS | R$ 8.817.429,27 | R$ 14.221.816,88 | R$ 23.039.246,15 |
| Sul | SC | R$ 7.657.089,52 | R$ 5.988.354,99 | R$ 13.645.444,51 |
| TOTAL | R$ 212.877.179,40 | R$ 612.510.349,10 | R$ 825.387.528,50 |
Entre os municípios, Nova Cruz (RN), Juína (MT) e Cruzeiro do Sul (AC) receberão mais de R$ 200 mil cada. Alfenas (MG), Pelotas (RS) e Dourados (MS) também aparecem entre as cidades com repasses próximos de R$ 2 milhões.
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Considerando o total destinado a cada estado nas diferentes execuções, Minas Gerais concentra o maior volume, com R$ 112,2 milhões. Bahia aparece em seguida, com R$ 90,1 milhões, enquanto Pernambuco recebe aproximadamente R$ 72 milhões.
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Baixar áudioMicroempreendedores individuais (MEIs) com débitos inscritos na dívida ativa da União ganharam uma nova opção para renegociar as contas. Começou nesta quinta-feira (1º) a adesão ao Desenrola MEI Pequeno Valor, modalidade que contempla dívidas de até cinco salários mínimos, o equivalente a R$ 8.105 em 2026. O programa é conduzido de forma conjunta pela Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério do Empreendedorismo (MEMP) e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).
Para aderir, o MEI precisa pagar uma entrada equivalente a 5% do valor total da dívida, sem desconto. O saldo restante tem abatimento de 50% e pode ser parcelado em até 55 vezes, até a quitação integral do débito. O prazo para adesão ao Desenrola MEI Pequeno Valor vai até 31 de janeiro de 2027.
Segundo o governo, a dívida média dos microempreendedores individuais gira em torno de R$ 3 mil, valor abaixo do novo limite de R$ 8.105 estabelecido para essa modalidade. Por isso, a expectativa é que o programa consiga atender à maior parte dos mais de 3 milhões de MEIs que atualmente têm débitos inscritos na dívida ativa da União.
Além da nova modalidade, o governo também prorrogou até 29 de janeiro de 2027 o prazo do Desenrola MEI já existente, que trata de dívidas maiores, de até R$ 20 mil, inscritas na dívida ativa da União. Nessa modalidade, os descontos podem chegar a 100% sobre juros, multas e encargos legais, sem redução do valor principal da dívida. O abatimento total, porém, está limitado a 70% do débito.
O pacote anunciado pelo governo também prevê uma negociação específica para MEIs com dívidas junto a autarquias e fundações públicas federais, como ANTT, DNIT, Incra, Anatel, ANP, FNDE e Icmbio, além de medidas voltadas a produtores rurais, pessoas físicas, empregadores e ex-bolsistas da Capes e do CNPq.
Os microempreendedores interessados devem acessar o portal Regularize, da PGFN, informar os dados da empresa e consultar os débitos inscritos em dívida ativa para iniciar a negociação.
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Baixar áudioO Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), em parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), lançou uma nova chamada do Smart Factory. A iniciativa oferece apoio técnico e financeiro para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) voltados ao aumento da produtividade e da eficiência de micro, pequenas e médias indústrias (MPMEs).
Ao todo, serão disponibilizados mais de R$ 47,5 milhões em recursos não reembolsáveis para o desenvolvimento de tecnologias destinadas à indústria. O edital poderá financiar até 70% do valor dos projetos. Os 30% restantes deverão ser investidos pelas empresas participantes como contrapartida, conforme as regras estabelecidas no regulamento.
Segundo o especialista em Desenvolvimento Industrial do SENAI Inovação, Gabriel Bertholdo Vargas, os recursos poderão ser utilizados para custear horas de desenvolvimento, máquinas, softwares e equipamentos.
“Muitas empresas têm dificuldade de encontrar especialistas nas áreas de automação e robótica para apoiá-las até formar sua equipe. E o SENAI disponibiliza especialistas de seus Institutos de Tecnologia e Inovação para atuarem no desenvolvimento desses projetos em conjunto com essas empresas”, afirma.
Esta é a 11ª chamada do Smart Factory, iniciativa que integra o programa Brasil Mais Produtivo (B+P), na modalidade de transformação digital. A principal novidade desta edição é a divisão dos projetos em três categorias: software, hardware e soluções integradas.
Entre as tecnologias que poderão ser contempladas estão:
Segundo Vargas, a expectativa é que a chamada resulte na estruturação de mais de 90 projetos de soluções de transformação digital.
As inscrições podem ser feitas pela Plataforma Inovação para a Indústria. Pela primeira vez, a chamada poderá contar com quatro janelas de avaliação de propostas, previstas até março de 2027, condicionadas à disponibilidade de recursos. A primeira janela está aberta e recebe inscrições até 16 de outubro.
As propostas devem apresentar soluções em estágio avançado de maturidade tecnológica e demonstrar potencial para aprimorar processos produtivos. Além disso, cada projeto deverá ser apresentado em parceria com um Instituto SENAI coordenador.
Os projetos também deverão passar por uma etapa de validação da solução em desenvolvimento em pelo menos oito micro, pequenas e médias indústrias.
“A empresa poderá levar essa solução, instalar em um chão de fábrica real, testar, medir indicadores e, a partir disso, eventualmente gerar negócios, tanto para essas empresas que estão validando, quanto para essa empresa que detém a solução e que agora está levando ela para o mercado”, explica Vargas.
O Smart Factory conecta empresas fornecedoras de tecnologia aos Institutos SENAI de Inovação e Institutos SENAI de Tecnologia para desenvolver soluções voltadas às necessidades da indústria.
Na prática, o programa apoia empresas de tecnologia no desenvolvimento e na validação de soluções, com acesso a especialistas e à infraestrutura dos laboratórios do SENAI, com o objetivo de levá-las ao mercado.
Entre as tecnologias que já integram o portfólio do Smart Factory estão sistemas de monitoramento de máquinas, soluções de inteligência artificial para controle de qualidade, ferramentas para segurança do trabalho e equipamentos destinados à automação de processos industriais.
O programa tem como meta desenvolver 360 novos fornecedores de tecnologia e alcançar 8.400 indústrias até o fim de 2027. Atualmente, contabiliza 279 projetos, dos quais mais de 80 já foram concluídos. A expectativa é que as iniciativas desenvolvidas alcancem 7.098 indústrias.
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Baixar áudioNeste domingo (4), cerca de 158 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos a votar nas Eleições Gerais de 2026, segundo dados disponíveis na página de estatísticas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com a proximidade das eleições, é necessário observar as regras que valem no dia da votação, entre elas as relacionadas ao consumo e à venda de bebidas alcoólicas, que variam entre estados e municípios.
Conforme a Agência Brasil, ao menos 12 estados devem ter restrição de venda de bebida alcoólica no primeiro turno do pleito. Alguns também já estenderam a proibição para um possível segundo turno.
Entre os 12 estados que terão algum tipo de restrição, a decisão vale para todo o território de sete estados. Nos outros cinco, a proibição vale apenas para algumas zonas eleitorais, por decisão dos juízos locais. Além disso, as proibições também abrangem horários diferenciados.
Terão restrição em todo território:
Estados com restrições em zonas específicas:
A Região Norte concentra o maior número de estados com restrições à venda de bebidas alcoólicas: Amazonas, Amapá, Acre, Pará e Roraima.
Amazonas
No Amazonas, a proibição do consumo de bebidas alcoólicas em estabelecimentos e locais abertos ao público vale para todo o estado, das 2h às 17h do dia 4 de outubro. A regra também será aplicada em um possível segundo turno, previsto para o dia 25 de outubro. A restrição foi estabelecida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas, por meio da Portaria Conjunta nº 959/2026.
Amapá
Em todo o Amapá, há restrição à venda, fornecimento e consumo de bebidas alcoólicas das 22h de sábado (3) até às 18h de domingo (4). A regra foi regulamentada por meio de Portaria Conjunta entre o Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP) e a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A restrição abrange estabelecimentos comerciais e espaços públicos ou de livre acesso ao público.
A portaria inclui bares, restaurantes, distribuidoras de bebidas, hotéis, pousadas, supermercados, entre outros.
Em caso de segundo turno, a mesma restrição será aplicada das 22h do dia 24 de outubro às 18h do dia 25 de outubro.
Acre
Já no Acre, o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) proibiu a venda, fornecimento gratuito e consumo em estabelecimentos ou locais públicos deste tipo de produto. A restrição é a partir das 0h do dia do pleito até às 16h do mesmo dia. A proibição inclui bares, restaurantes, supermercados, comércio ambulante e locais públicos, além de entregas de bebidas em domicílio. As informações estão na Portaria Conjunta Nº 12/2026 PRESI/1ª ZE, publicada na edição de quarta-feira (30), do Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).
Pará
De acordo com a Agência Brasil, no Pará, a Polícia Civil decidiu que a venda, distribuição e fornecimento, ainda que gratuito, de bebidas estão proibidos a partir do primeiro minuto dos dias de votação – tanto no 1° quanto em eventual 2° turno – até as 18h do mesmo dia.
Roraima
Em Roraima, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) proibiu a venda, o fornecimento e consumo de bebidas alcoólicas das 23h de sábado (3) às 17h de domingo (4). A decisão foi oficializada pela Portaria nº 195 da Sesp.
Tocantins
A proibição à comercialização, a distribuição e o consumo de bebidas alcoólicas no estado do Tocantins será aplicada apenas à 7ª Zona Eleitoral, que compreende os municípios de: Abreulândia, Divinópolis do Tocantins, Marianópolis do Tocantins, Monte Santo do Tocantins, Paraíso do Tocantins e Pugmil.
A restrição vai das 22h de sábado às 18h de domingo, no 1° turno. O mesmo documento, a Portaria nº 700/2026, prevê que a proibição também deve ser aplicada em um eventual 2° turno. Nesse caso, entre às 22h do dia 24 de outubro até às 18h do dia 25 de outubro de 2026.
Piauí
No Piauí, uma portaria proibia a compra e venda de bebidas alcoólicas por 24 horas, com início às 18h de sábado e término às 18h de domingo. No entanto, uma nova portaria foi publicada na segunda-feira (28) no Diário Oficial do Estado nº 186/2026 para proibir a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas das 0h às 18h do domingo de votação. A restrição vale para bares, restaurantes, supermercados, mercearias e estabelecimentos similares, além de locais públicos.
Maranhão
Já a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) publicou a Portaria nº 417/2026 que estabelece que a proibição da venda, fornecimento e consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica ou de substâncias de efeitos semelhantes, em locais públicos ou de acesso público, de 0h até as 22h de domingo (4).
Bahia
Na Bahia, a proibição ocorrerá apenas em zonas específicas, que seguem decisões dos juízes de algumas seções eleitorais. O portal bahia.ba elenca que alguns juízes do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) publicaram portarias para decretar lei seca em mais de 20 municípios do interior da Bahia ao longo da semana pré-eleição, como Bom Jesus da Serra, Mirante, Miguel Calmon e Amargosa. As portarias referentes à aplicação da Lei Seca nesses e em municípios da Bahia foram publicadas no Diário Oficial do TRE-BA, nº 214, do dia 1° de outubro.
Os estados de Sergipe, Mato Grosso e Goiás adotaram uma proibição que considera apenas algumas zonas eleitorais, cujos juízes estabeleceram restrições.
Por exemplo, no município goiano de Valparaíso de Goiás a restrição vai das 19h de sábado às 18h de domingo, para a venda, a distribuição e o fornecimento de bebidas com qualquer teor alcoólico.
Já para Pirenópolis, Corumbá e Cocalzinho de Goiás a proibição será a partir das 0 h de domingo até às 18h do mesmo dia – a regra também será aplicada em eventual segundo turno.
As respectivas portarias são Portaria 033ZGO nº 8, de 01 de setembro de 2026 e Portaria nº 026ZGO Nº 6/2026.
Onze estados não devem ter nenhum tipo de aplicação da Lei Seca:
Alagoas
Em relação ao Ceará e ao Rio Grande do Norte, a Agência Brasil destacou que são UFs com locais indefinidos ou ainda sem resposta em relação à lei seca nas Eleições Gerais de 2026. Em Rondônia e no Rio Grande do Sul restrições relativas à Lei Seca serão aplicadas conforme definição de cada juiz.
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Baixar áudioOs municípios e estados brasileiros podem receber menos recursos da União em 2027, levando-se em conta previsão inicial do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). A previsão do Orçamento para o próximo ano reduz o valor destinado às transferências constitucionais e legais, com impacto estimado de R$ 15,6 bilhões no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de cerca de R$ 13 bilhões no Fundo de Participação dos Estados (FPE).
De acordo com o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF), publicado em setembro pelo Instituto Fiscal Independente (IFI), o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 prevê R$ 610,6 bilhões em transferências para estados e municípios, o equivalente a 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB).
A previsão é menor que a apresentada no PLDO de 2027, enviado em abril, que estimava essas transferências em 4,4% do PIB. Também fica abaixo da projeção feita pela própria IFI no RAF nº 113, de junho, quando os repasses eram calculados em R$ 674,3 bilhões, ou 4,6% do PIB.
Nas transferências constitucionais por repartição de receitas, o FPM representa 53,11% e o FPE, 43,97%. Os valores ainda podem mudar durante a tramitação do Orçamento. Caso as cifras previstas na PLOA sejam mantidas na Lei Orçamentária Anual, estados e municípios terão de considerar uma parcela menor de transferências da União no planejamento financeiro de 2027.
"Nessa dotação, estão contidas todas as transferências dos fundos de participação, tanto dos municípios quanto dos estados, e também outras transferências legais e constitucionais. É uma coisa bem preocupante, uma vez que este ano, apesar de um resultado ligeiramente positivo em relação ao ano passado, o FPM vem se mantendo em níveis muito baixos quando descontada a inflação”, avalia Cesar Lima, especialista em orçamento público.
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A projeção menor de transferências ainda tem efeito sobre as contas da União. Isso porque, quanto menor o valor destinado a estados e municípios, maior é a parcela da arrecadação que permanece como receita primária líquida do governo central. A IFI aponta, nesse cenário, risco de frustração financeira durante a execução do Orçamento de 2027.
A IFI também projeta um déficit primário de R$ 86,1 bilhões em 2027 e estima que será necessário contingenciar R$ 35,7 bilhões em despesas para o cumprimento da meta fiscal. A previsão contrasta com o PLOA, que considera um superávit de R$ 18,6 bilhões no próximo ano. A diferença entre as duas estimativas chega a R$ 104,8 bilhões.
A inflação é outra variável que interfere nas estimativas de arrecadação. Para 2027, o governo considera um IPCA de 3,6%, enquanto a IFI projeta 4,0% e o Boletim Focus, 4,3%.
Copiar o textoA Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Mineração (ANM) aprovou, por unanimidade, revisão extraordinária da Agenda Regulatória 2025-2026. Dentre as principais mudanças está a prorrogação da sua vigência para o exercício 2027 e a inclusão e retirada de projetos.
A decisão foi proferida durante a 89ª Reunião Ordinária Pública da autarquia, realizada dia 30 de setembro. “Salienta-se que a prorrogação da vigência para o exercício de 2027 visa sincronizar o prazo da Agenda com o Plano Estratégico 2024-2027 da ANM, sem que sejam admitidas novas prorrogações com o objetivo de evitar desalinhamento entre o Plano Estratégico e os ciclos regulatórios”, disse o relator Fábio Borges.
As adaptações se justificam em face de novos requisitos institucionais e de mudanças no contexto regulatório. Além disso, a revisão atende a recomendações de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU). A revisão reestrutura os eixos temáticos da Agenda Regulatória, reduzindo os projetos prioritários do portfólio da Superintendência de Outorga e Títulos Minerários (SOT) de 11 para seis.
Além disso, a atualização e aperfeiçoamento das Normas Reguladoras da Mineração (NRM) foi desdobrada em nove novos projetos, e houve a inclusão de uma nova iniciativa em razão de decisão judicial. “A medida reforça o compromisso institucional permanente da ANM com o mercado, o setor e a sociedade para revisar a Agenda sempre que pertinente. É muito importante que isso seja deliberado em uma reunião pública e que o processo esteja sempre aberto a consultas para que o cidadão tome conhecimento e participe das alterações”, encerra o diretor-geral, Mauro Sousa.
Copiar o textoArroba é negociada a R$ 366,50; preços do frango e da carcaça suína permanecem estáveis
Baixar áudioO preço do boi gordo teve aumento nesta sexta-feira (2). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 366,50.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 01/10/2026 | 366,50 | 0,60% | 0,60% | 70,24 |
| 30/09/2026 | 364,30 | 0,34% | 5,78% | 70,42 |
| 29/09/2026 | 363,05 | 0,86% | 5,42% | 69,60 |
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,30 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,31.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/10/2026 | 8,30 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,30 | -0,12% | 13,39% |
| 29/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/10/2026 | 8,31 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,31 | 0,36% | 13,99% |
| 29/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
Já a carcaça suína especial teve estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,50.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,33.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 01/10/2026 | 8,50 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,50 | 0,00% | 16,28% |
| 29/09/2026 | 8,50 | 0,35% | 16,28% |
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 01/10/2026 | MG - posto | 6,18 | 0,65% | 0,65% |
| 01/10/2026 | PR - a retirar | 5,44 | 1,30% | 1,30% |
| 01/10/2026 | RS - a retirar | 5,28 | 0,19% | 0,19% |
| 01/10/2026 | SC - a retirar | 5,33 | 1,52% | 1,52% |
| 01/10/2026 | SP - posto | 5,84 | 1,04% | 1,04% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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