Voltar
Baixar áudioOs agropecuaristas já podem acessar uma página na internet criada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira. O objetivo é apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do plantio ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
Os produtores podem acessar dados climáticos, orientações técnicas e informações sobre instrumentos de gestão de riscos, como crédito rural, seguro rural, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e assistência técnica, além de Plano Safra e Caminho Verde.
Também estão disponíveis avisos meteorológicos de eventos severos, previsão do tempo para as capitais brasileiras, notas técnicas, o Painel El Niño e informações técnicas voltadas à agricultura, incluindo tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Segundo o Mapa, os impactos do El Niño podem variar conforme a região do país. Para o Sul, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, a previsão é de excesso de chuvas. Já algumas áreas do Centro-Sul podem enfrentar períodos de seca moderada e temperaturas elevadas. No norte do Sudeste, há risco de seca. Já no Nordeste e no Norte, a expectativa é de períodos de estiagem, bem como na Amazônia.
Entre as orientações, a página lista uma série de medidas que os produtores devem considerar para planejar o plantio para o período entre 2026/2027.
O Mapa destaca que a estratégia de enfrentamento alia três eixos:
Confira as orientações gerais para os produtores:
Além das orientações gerais aos agropecuaristas, o Mapa e o Inmet também listaram indicações relevantes para cada região do país.
Sul (RS, SC, PR): previsão de excesso de chuvas
Em relação ao arroz irrigado, o Mapa orienta o uso do PlanejArroz e a sincronização da fase reprodutiva com períodos de maior radiação. Já na pecuária, é indicada a drenagem de piquetes, bem como a elevação de cochos, monitoramento sanitário e a proteção de silagem.
Norte e Nordeste: previsão de estiagem e risco de incêndios
Entre as orientações estão a reserva estratégica de forragem. Em relação à prevenção de incêndio, a orientação é realizar o monitoramento por satélite e restringir o uso de fogo.
Centro-Oeste: gestão de janela e estresse térmico
Sudeste: variação climática
Para o Sudeste do país, a previsão é de um padrão variável. O Mapa e o Inmet ressaltam a necessidade de atenção aos cultivos de café e cana, por conta do estresse térmico/hídrico. Na pecuária, a indicação é de sombra, água, ventilação e suplementação.
Os produtores do Sudeste também devem monitorar previsões de curto prazo, além de contratar seguro com cláusulas de seca e excesso de chuva.
A plataforma também reúne informações sobre as ações do Grupo de Trabalho El Niño, criado pelo Mapa para avaliar vulnerabilidades e propor medidas de prevenção e mitigação dos possíveis impactos sobre a produção agropecuária.
El Niño Agro
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
Copiar o texto
Baixar áudioO rebanho bovino brasileiro encerrou 2025 com 234,3 milhões de cabeças, uma queda de 1,7% em relação a 2024. É a segunda retração anual consecutiva e o menor efetivo desde 2022, quando o país tinha 234,9 milhões de animais, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (30).
A trajetória recente mostra uma clara mudança de ciclo. Depois de quatro anos seguidos de crescimento, o rebanho bateu recorde em 2023, com 238,6 milhões de cabeças. A partir daí, a curva se inverteu: em 2024, houve uma leve retração de 0,2%, para 238,2 milhões, seguida da queda mais acentuada registrada no ano passado.
O movimento marca o fim do ciclo de retenção de matrizes que havia sustentado a expansão do rebanho entre 2019 e 2023 e dá lugar a uma fase de reorganização da produção, puxada pela demanda aquecida por carne bovina no mercado interno e, principalmente, externo.
Os frigoríficos brasileiros nunca tiveram um ano tão bom comercialmente quanto 2025. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o setor fechou o último ano com embarques que somaram 3,853 milhões de toneladas, alta de 20,7% em relação ao ano anterior, enquanto a receita avançou quase 40%, alcançando US$ 18,365 bilhões, apesar da sobretaxa imposta pelos Estados Unidos a produtos nacionais.
Mesmo com a queda no número de animais, o valor da produção pecuária brasileira bateu recorde em 2025, somando R$ 141,2 bilhões, alta de 6,2% em relação a 2024 — resultado puxado principalmente pela produção de leite de vaca, que respondeu por 63,4% do total. O mercado lácteo bateu recorde pelo terceiro ano consecutivo, com 36,7 bilhões de litros em 2025, mesmo com o menor número de vacas ordenhadas desde o início da série histórica do IBGE, em 1974, resultado do aumento de produtividade, investimento em genética, manejo e reorganização da base produtiva.
Segundo o IBGE, a redução do efetivo está diretamente ligada ao aumento do abate nos últimos quatro anos, sobretudo de fêmeas que, pela primeira vez desde 1997, superou o de machos no país. A prática visa manter os estoques para atender as demandas dos mercados interno e externo no curto prazo, mas reduz a base de matrizes disponíveis para reposição e tende a diminuir a oferta de bezerros nos próximos anos — um movimento que especialistas do setor já apontam como fator de pressão para a valorização da arroba do boi e do preço do bezerro em 2026.
Para o instituto, o movimento de queda do rebanho bovino reflete um processo mais amplo de otimização da pecuária brasileira, no qual o aumento do abate reduz o número total de animais, mas é compensado por ganhos de produtividade e por preços mais firmes no mercado interno e externo — uma dinâmica que, segundo analistas do setor, deve continuar influenciando os preços da arroba e da carne bovina ao consumidor nos próximos anos.
A retração não ocorreu de forma uniforme entre as regiões. O Centro-Oeste, que concentra o maior rebanho do país (72,2 milhões de cabeças, ou 30,8% do total), teve o terceiro recuo anual seguido, de 3,7%. O Norte caiu 1,8%, para 63,4 milhões de cabeças, enquanto Sudeste e Sul também registraram o terceiro ano consecutivo de queda, de 1,0% e 1,7%, respectivamente, somando 37,3 milhões e 24,1 milhões de animais. O Nordeste foi a única região a ampliar o efetivo, com alta de 2,2%, para 37,3 milhões de cabeças.
No ranking municipal, São Félix do Xingu (PA) manteve a liderança nacional, com 2,7 milhões de bovinos, o equivalente a 1,2% do rebanho do país. Em seguida aparecem Corumbá (MS), com 2,2 milhões de cabeças; Porto Velho (RO), com 1,7 milhão; Cáceres (MT), com 1,4 milhão; e Marabá (PA), com 1,3 milhão.
O cenário do bovino contrasta com o de outros rebanhos do país, que renovaram recordes em 2025: o efetivo de galináceos chegou a 1,6 bilhão de cabeças, o de caprinos a 13,5 milhões e o de ovinos a 22,3 milhões de animais, todos com alta em relação ao ano anterior. Já o rebanho suíno permaneceu estável, em 44 milhões de cabeças.
Copiar o texto
Baixar áudioO governo federal sancionou, nesta quarta-feira (30), o novo marco legal do Seguro Rural no Brasil. A Lei nº 15.526/2026, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, moderniza o programa agrícola brasileiro e, entre as principais novidades, estabelece a operacionalização do Fundo de Estabilidade do Seguro Rural, o chamado Fundo Catástrofe, previsto em lei desde 2010 mas nunca implementado por falta de aportes contínuos.
A inovação trazida pela nova legislação é ampliar as fontes de recursos do fundo, com participação do setor privado, e permitir a criação de subfundos setoriais para atender cadeias produtivas específicas. A lei também passa a permitir que a apólice do seguro rural integre as garantias de operações de crédito agrícola, com a instituição financeira como primeira beneficiária em caso de sinistro, e fixa prazos de até 15 dias para o processamento do pedido de indenização sem perícia presencial e de até 30 dias para o pagamento após a vistoria ou entrega da documentação.
A principal mudança em relação ao modelo anterior está no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR): os recursos destinados ao programa passam a ter caráter obrigatório, sem possibilidade de contingenciamento ou bloqueio, dentro dos limites do Orçamento Federal. A contrapartida é que o Projeto de Lei Orçamentária Anual deverá indicar medidas de compensação para essa blindagem. A lei ainda determina a criação de um banco de dados público com o histórico das contratações, para dar mais transparência ao mercado.
O novo marco é originário do Projeto de Lei 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), com relatoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO) no Senado e do deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR) na Câmara.
A sanção presidencial não foi integral: três dispositivos foram vetados pelo presidente da República. Um dos trechos vetado permitiria ao Fundo Catástrofe adquirir Letras de Risco de Seguro como cobertura suplementar, mecanismo que, segundo o Planalto, exporia o patrimônio do fundo a riscos de terceiros, e os outros dois tratavam de isenções tributárias, vetados sob a justificativa de ampliação de benefícios sem estimativa de impacto orçamentário e medidas de compensação.
Os vetos podem ser derrubados pelo Congresso Nacional, mas ainda não há sessão agendada para a análise. Além disso, pontos como o Comitê de Participação do Fundo e o Estatuto do Fundo Catástrofe ainda dependem de regulamentação por decretos, resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e atos da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que havia apontado o projeto como prioridade para o ano, a nova lei traz mais previsibilidade regulatória e segurança jurídica ao setor, além de reduzir o risco de que o poder público "pague duas vezes": quando o produtor perde a safra sem seguro e depois recorre à renegociação de dívidas, como ocorre atualmente com a carteira problemática do crédito rural, que chegou a 23,5% do total e a R$ 45,8 bilhões em julho, segundo o Banco Central. A entidade também destaca que o seguro pode, no médio prazo, reduzir os juros do crédito agrícola, já que bancos passam a correr menos risco.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por sua vez, avalia que a regulamentação do Fundo Catástrofe funcionará como um amortecedor para seguradoras em regiões de maior risco climático e que o fim do contingenciamento do PSR trará mais previsibilidade para produtores e seguradoras se organizarem. A confederação lamenta, no entanto, a perda do veto à isenção tributária, que ajudaria a baratear o preço do seguro ao produtor, e sinaliza que deve discutir com a FPA a possibilidade de derrubada desse veto.
O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural é a política do Ministério da Agricultura que arca com parte do prêmio do seguro agrícola contratado pelo produtor, reduzindo o custo de adesão à proteção contra perdas climáticas. Nos últimos anos, porém, o programa vinha perdendo força: segundo o Atlas do Seguro Rural, do próprio Ministério, os recursos executados caíram de R$ 1,15 bilhão em 2021, o maior valor da série, para R$ 565,3 milhões em 2025, o menor nível desde 2019. Para 2026, o orçamento disponibilizado foi de R$ 1,01 bilhão, bem abaixo dos R$ 4 bilhões que entidades do setor apontam como necessários para sustentar o mercado, e que ainda foi reduzido em R$ 536,2 milhões ao longo do ano após cortes no orçamento para cumprimento da meta fiscal.
Como reflexo direto da falta de recursos, a área apoiada pelo programa despencou de 14,01 milhões de hectares em 2021 para 3,2 milhões em 2025, apenas 3,3% da área plantada do país e o pior desempenho da série em dez anos. As principais críticas ao modelo anterior giravam em torno do contingenciamento recorrente das verbas, que impedia produtores e seguradoras de planejar contratações com antecedência, e da insuficiência crônica de recursos frente à demanda do setor.
Os dados do Ministério da Agricultura confirmam a retração acentuada do mercado de Seguro Rural entre 2024 e 2025. O número de beneficiários caiu de 86.072 para 42.016 (-51,2%) e a quantidade de apólices contratadas despencou de 135.329 para 61.239 (-54,7%). A área total segurada recuou de 7,08 milhões de hectares para 3,18 milhões, uma retração de 55,1%, enquanto o valor subvencionado pelo governo caiu de R$ 1,049 bilhão para R$ 559,8 milhões, queda de 46,7%.
A composição das culturas mais protegidas também mudou. Em 2024, a soja liderava isoladamente o ranking por área segurada, com 4,7 milhões de hectares, seguida por milho 2ª safra (1,2 milhão de hectares), arroz (198,8 mil hectares), milho 1ª safra (195,5 mil hectares) e trigo (172,7 mil hectares). Já em 2025, a soja sofreu a maior retração entre as grandes culturas e caiu para 914,6 mil hectares segurados, perdendo a liderança para o milho 2ª safra (1,4 milhão de hectares); completam a lista trigo (341,2 mil hectares), produtos florestais (92 mil hectares) e sorgo 1ª safra (70,5 mil hectares), que substituíram arroz e milho 1ª safra entre os cinco primeiros.
O ranking de estados com maior área segurada também foi reconfigurado. Em 2024, os três líderes eram Paraná (2,11 milhões de hectares), Rio Grande do Sul (1,10 milhão de hectares) e Goiás (903,2 mil hectares). No ano seguinte, o Paraná manteve a liderança, mas com recuo de 40,9%, para 1,25 milhão de hectares. Já o Rio Grande do Sul teve a retração mais severa do grupo: 68,3%, caindo para 349,2 mil hectares e perdendo a segunda posição para Mato Grosso do Sul, cuja área segurada encolheu apenas 37,4%, para 481,3 mil hectares. Goiás ficou em terceiro lugar no ranking de 2025, com queda de 59,1%, para 369,2 mil hectares segurados.
Copiar o textoAçúcar e milho recuam no estado de SP
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (1º) em alta de 0,82%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.576,85 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 1,90%, sendo comercializado a R$ 985,47.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 1.576,85 | 0,82% | -9,81% | 304,82 |
| 29/09/2026 | 1.564,02 | 0,48% | -10,55% | 299,85 |
| 28/09/2026 | 1.556,57 | 1,19% | -10,97% | 298,25 |
| 25/09/2026 | 1.538,29 | 1,42% | -12,02% | 296,40 |
| 24/09/2026 | 1.516,81 | 0,25% | -13,25% | 292,14 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 985,47 | 1,90% | -3,59% | 190,50 |
| 29/09/2026 | 967,14 | 0,39% | -5,38% | 185,42 |
| 28/09/2026 | 963,39 | 1,12% | -5,75% | 184,59 |
| 25/09/2026 | 952,72 | 1,18% | -6,79% | 183,57 |
| 24/09/2026 | 941,57 | 0,34% | -7,88% | 181,35 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,12% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 121,12.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 121,12 | -0,12% | 6,48% | 23,41 |
| 29/09/2026 | 121,27 | 0,86% | 6,61% | 23,25 |
| 28/09/2026 | 120,24 | -0,32% | 5,71% | 23,04 |
| 25/09/2026 | 120,62 | -0,42% | 6,04% | 23,24 |
| 24/09/2026 | 121,13 | 0,87% | 6,49% | 23,33 |
Em Santos (SP), declínio de 1,29%, e a mercadoria é negociada a R$ 125,62 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 125,62 | -1,29% | -1,77% | 24,25 |
| 29/09/2026 | 127,26 | 0,55% | -0,49% | 24,38 |
| 28/09/2026 | 126,56 | 0,27% | -1,04% | 24,28 |
| 25/09/2026 | 126,22 | -0,25% | -1,31% | 24,28 |
| 24/09/2026 | 126,53 | -0,23% | -1,06% | 24,43 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,67 após baixa de 0,77%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 68,67 | -0,77% | -2,22% | 13,28 |
| 29/09/2026 | 69,20 | -0,40% | -1,47% | 13,27 |
| 28/09/2026 | 69,48 | -0,24% | -1,07% | 13,31 |
| 25/09/2026 | 69,65 | -0,23% | -0,83% | 13,42 |
| 24/09/2026 | 69,81 | -0,01% | -0,60% | 13,45 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoBoi gordo avança em SP enquanto frango e suíno mantém estabilidade de preços
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,34% nesta quinta-feira (1º). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 364,30.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 364,30 | 0,34% | 5,78% | 70,42 |
| 29/09/2026 | 363,05 | 0,86% | 5,42% | 69,60 |
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,30 e o do resfriado a R$ 8,31.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 8,30 | -0,12% | 13,39% |
| 29/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 8,31 | 0,36% | 13,99% |
| 29/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,50.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,25.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 8,50 | 0,00% | 16,28% |
| 29/09/2026 | 8,50 | 0,35% | 16,28% |
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | MG - posto | 6,14 | 0,16% | 22,31% |
| 30/09/2026 | PR - a retirar | 5,37 | 0,00% | 19,60% |
| 30/09/2026 | RS - a retirar | 5,27 | 0,57% | 16,08% |
| 30/09/2026 | SC - a retirar | 5,25 | 0,77% | 14,88% |
| 30/09/2026 | SP - posto | 5,78 | 0,00% | 19,67% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoSoja e trigo abrem em alta no Sul do país
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quinta-feira (1º) em alta no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,66%, com a saca negociada a R$ 154,91. Em Paranaguá, alta de 0,18%, levando a cotação para R$ 161,56.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 154,91 | 0,66% | 2,38% | 29,95 |
| 29/09/2026 | 153,90 | 0,27% | 1,71% | 29,51 |
| 28/09/2026 | 153,49 | -0,58% | 1,44% | 29,41 |
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 161,56 | 0,18% | 1,33% | 31,23 |
| 29/09/2026 | 161,27 | 0,52% | 1,15% | 30,92 |
| 28/09/2026 | 160,43 | -0,35% | 0,62% | 30,74 |
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.544,33. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.450,60.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 1.450,60 | 0,21% | 7,53% | 280,42 |
| 29/09/2026 | 1.447,51 | 0,02% | 7,30% | 277,51 |
| 28/09/2026 | 1.447,18 | 0,71% | 7,27% | 277,29 |
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 30/09/2026 | 1.544,33 | 0,49% | 6,04% | 298,54 |
| 29/09/2026 | 1.536,73 | 0,46% | 5,51% | 294,62 |
| 28/09/2026 | 1.529,62 | -0,57% | 5,03% | 293,09 |
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoCafé arábica é negociado a R$ 1.564,02, enquanto milho recua para R$ 69,20 a saca
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (30) com alta de 0,48%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.564,02 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,39%, sendo comercializado a R$ 967,14.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 1.564,02 | 0,48% | -10,55% | 299,85 |
| 28/09/2026 | 1.556,57 | 1,19% | -10,97% | 298,25 |
| 25/09/2026 | 1.538,29 | 1,42% | -12,02% | 296,40 |
| 24/09/2026 | 1.516,81 | 0,25% | -13,25% | 292,14 |
| 23/09/2026 | 1.513,01 | 0,11% | -13,47% | 292,82 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 967,14 | 0,39% | -5,38% | 185,42 |
| 28/09/2026 | 963,39 | 1,12% | -5,75% | 184,59 |
| 25/09/2026 | 952,72 | 1,18% | -6,79% | 183,57 |
| 24/09/2026 | 941,57 | 0,34% | -7,88% | 181,35 |
| 23/09/2026 | 938,40 | 0,15% | -8,19% | 181,61 |
O preço do açúcar cristal apresentou alta de 0,86% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 121,27.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 121,27 | 0,86% | 6,61% | 23,25 |
| 28/09/2026 | 120,24 | -0,32% | 5,71% | 23,04 |
| 25/09/2026 | 120,62 | -0,42% | 6,04% | 23,24 |
| 24/09/2026 | 121,13 | 0,87% | 6,49% | 23,33 |
| 23/09/2026 | 120,08 | -0,59% | 5,56% | 23,24 |
Em Santos (SP), houve uma alta de 0,55%, e a mercadoria é negociada a R$ 127,26 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 127,26 | 0,55% | -0,49% | 24,38 |
| 28/09/2026 | 126,56 | 0,27% | -1,04% | 24,28 |
| 25/09/2026 | 126,22 | -0,25% | -1,31% | 24,28 |
| 24/09/2026 | 126,53 | -0,23% | -1,06% | 24,43 |
| 23/09/2026 | 126,82 | 0,91% | -0,84% | 24,67 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,20, após uma baixa de 0,40%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 69,20 | -0,40% | -1,47% | 13,27 |
| 28/09/2026 | 69,48 | -0,24% | -1,07% | 13,31 |
| 25/09/2026 | 69,65 | -0,23% | -0,83% | 13,42 |
| 24/09/2026 | 69,81 | -0,01% | -0,60% | 13,45 |
| 23/09/2026 | 69,82 | 0,11% | -0,58% | 13,51 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o texto
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira (30) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta baixa de 0,27%, com a saca negociada a R$ 153,90. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,52%, levando a cotação para R$ 161,27.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 153,90 | 0,27% | 1,71% | 29,51 |
| 28/09/2026 | 153,49 | -0,58% | 1,44% | 29,41 |
| 25/09/2026 | 154,38 | -0,47% | 2,03% | 29,75 |
| 24/09/2026 | 155,11 | 0,03% | 2,51% | 29,87 |
| 23/09/2026 | 155,07 | -0,28% | 2,48% | 30,01 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 161,27 | 0,52% | 1,15% | 30,92 |
| 28/09/2026 | 160,43 | -0,35% | 0,62% | 30,74 |
| 25/09/2026 | 161,00 | -0,52% | 0,98% | 31,02 |
| 24/09/2026 | 161,84 | 0,12% | 1,51% | 31,17 |
| 23/09/2026 | 161,65 | -0,17% | 1,39% | 31,28 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.536,73. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.447,51.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 1.447,51 | 0,02% | 7,30% | 277,51 |
| 28/09/2026 | 1.447,18 | 0,71% | 7,27% | 277,29 |
| 25/09/2026 | 1.437,03 | 0,31% | 6,52% | 276,88 |
| 24/09/2026 | 1.432,54 | 1,00% | 6,19% | 275,91 |
| 23/09/2026 | 1.418,34 | -0,08% | 5,14% | 274,50 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 1.536,73 | 0,46% | 5,51% | 294,62 |
| 28/09/2026 | 1.529,62 | -0,57% | 5,03% | 293,09 |
| 25/09/2026 | 1.538,40 | -0,07% | 5,63% | 296,42 |
| 24/09/2026 | 1.539,43 | 0,38% | 5,70% | 296,50 |
| 23/09/2026 | 1.533,55 | -0,11% | 5,30% | 296,80 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o texto
Baixar áudioO preço do boi gordo apresentou aumento nesta quarta-feira (30). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 363,05.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 363,05 | 0,86% | 5,42% | 69,60 |
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,31 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,50.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,21.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | 8,50 | 0,35% | 16,28% |
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 29/09/2026 | MG - posto | 6,13 | 5,33% | 22,11% |
| 29/09/2026 | PR - a retirar | 5,37 | 3,07% | 19,60% |
| 29/09/2026 | RS - a retirar | 5,24 | 1,16% | 15,42% |
| 29/09/2026 | SC - a retirar | 5,21 | 2,36% | 14,00% |
| 29/09/2026 | SP - posto | 5,78 | 1,76% | 19,67% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoBoi gordo, frango e suíno registram alta e sustentam preços firmes no mercado carnes
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,32% nesta terça-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 359,95.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
| 25/09/2026 | 358,80 | 0,17% | 4,18% | 69,13 |
| 24/09/2026 | 358,20 | 0,22% | 4,01% | 68,99 |
| 23/09/2026 | 357,40 | 0,37% | 3,77% | 69,17 |
| 22/09/2026 | 356,10 | 0,41% | 3,40% | 69,78 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,31 e o do resfriado a R$ 8,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 25/09/2026 | 8,31 | -0,12% | 13,52% |
| 24/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 23/09/2026 | 8,32 | 0,00% | 13,66% |
| 22/09/2026 | 8,32 | 0,12% | 13,66% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 25/09/2026 | 8,28 | -0,24% | 13,58% |
| 24/09/2026 | 8,30 | -0,60% | 13,85% |
| 23/09/2026 | 8,35 | 0,00% | 14,54% |
| 22/09/2026 | 8,35 | 0,12% | 14,54% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 2,79% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,47.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,09.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
| 25/09/2026 | 8,24 | 1,48% | 12,72% |
| 24/09/2026 | 8,12 | 0,00% | 11,08% |
| 23/09/2026 | 8,12 | 0,87% | 11,08% |
| 22/09/2026 | 8,05 | 1,39% | 10,12% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 28/09/2026 | MG - posto | 5,82 | 4,68% | 15,94% |
| 28/09/2026 | PR - a retirar | 5,21 | 3,99% | 16,04% |
| 28/09/2026 | RS - a retirar | 5,18 | 3,39% | 14,10% |
| 28/09/2026 | SC - a retirar | 5,09 | 2,00% | 11,38% |
| 28/09/2026 | SP - posto | 5,68 | 2,71% | 17,60% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o texto