Clima

21/03/2026 04:05h

Previsão do Inmet para a estação iniciada nesta sexta-feira (20) mostra diminuição das temperaturas do ar, principalmente nas regiões Sul e Sudeste

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o boletim de previsão do tempo para o outono, que tem início no Hemisfério Sul nesta sexta-feira (20) e se estende até o dia 21 de junho. A previsão aponta a ocorrência de geadas na Região Sul e tempo seco no Brasil Central.

Considerado uma estação de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, o período do outono deverá ter chuvas mais escassas no interior do país, sobretudo no semiárido nordestino. Há registros de volumes importantes de chuva sobre as porções norte das regiões Norte e Nordeste, associados à atividade convectiva tropical e à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

O outono também é caracterizado pelas incursões de massas de ar frio oriundas do sul do continente — fenômenos que trazem ar seco e gelado do sul do continente para o Brasil —, que provocam a diminuição das temperaturas do ar, principalmente na Região Sul e parte da Região Sudeste.

O Inmet destaca a observação das primeiras formações de fenômenos adversos durante a estação, tais como nevoeiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; geadas nas regiões Sul e Sudeste e em Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e nos planaltos da Região Sul; e friagem no sul da Região Norte e nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e até mesmo no sul de Goiás.

Previsão de março a maio

Na última semana, o Inmet divulgou o prognóstico climático para o trimestre entre março e maio, com informações sobre o clima e o comportamento do campo. O documento — que retrata um cenário de transição climática e risco de estresse hídrico em culturas de segunda safra — traz importantes direcionamentos para produtores rurais das cinco regiões sobre potenciais desafios a serem enfrentados durante o período.

Confira aqui o prognóstico climático para o trimestre.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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02/03/2026 07:00h

Documento aprovado orienta políticas públicas de desenvolvimento urbano, com foco em habitação, mobilidade, saneamento, sustentabilidade e clima

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A 6ª Conferência Nacional das Cidades, realizada em Brasília (DF) entre 24 e 27 de fevereiro, aprovou o documento responsável por atualizar as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). O material servirá de guia para a formulação das políticas públicas voltadas à gestão urbana nos próximos anos.

Segundo o Ministério das Cidades (MCID), cerca de 2 mil delegados das cinco regiões do país participaram da homologação do caderno de propostas. Das 249 contribuições apresentadas, aproximadamente 90% foram aprovadas e passaram a integrar ou modificar as diretrizes da PNDU. 

Entre os eixos incorporados estão:

  • habitação;
  • saneamento;
  • mobilidade urbana;
  • regularização fundiária e periferias;
  • cooperação interfederativa;
  • regiões metropolitanas;
  • financiamento;
  • transformações digitais e acessibilidade tecnológica;
  • segurança cidadã e enfrentamento ao controle armado em territórios populares;
  • sustentabilidade e clima.

O texto final reúne sugestões das etapas municipais e estaduais, além das salas temáticas realizadas durante o evento. Nesses espaços, representantes do governo, da sociedade civil, de movimentos sociais e especialistas discutiram propostas setoriais para enfrentar os principais desafios das cidades brasileiras

Mudanças climáticas

Diante da tragédia climática em Minas Gerais, nos municípios de Juiz de Fora e Ubá, o ministro das Cidades, Jader Filho, ressaltou a urgência de ampliar os investimentos em prevenção

“Para tornar nossas cidades mais resilientes, adaptadas e preparadas para os eventos climáticos, temos que colocar recursos, e é o que o governo federal tem feito. O que está acontecendo agora em Juiz de Fora e Ubá mostra que precisamos ter pressa com prevenção”, afirmou.

Conselho das Cidades

Na ocasião, também foram anunciadas e homologadas as entidades que assumem a nova gestão do Conselho das Cidades (ConCidades).

Criado em 2004, o ConCidades funciona como órgão colegiado vinculado ao MCID, com caráter deliberativo e consultivo. Entre as atribuições estão propor diretrizes, programas, normas, instrumentos e prioridades, além de acompanhar e avaliar a execução da PNDU.

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19/02/2026 04:20h

Elevação das temperaturas e mudanças no regime de chuvas deve gerar mais doenças e perda de produtividade nas hortas

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A maior intensidade do El Niño deve prejudicar a horticultura brasileira em 2026. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), o novo cenário climático para este ano tende a ampliar riscos e exigir um nível ainda maior de planejamento técnico, leitura regional do clima e gestão de custos.

As projeções indicam temperaturas médias mais elevadas ao longo do ano e mudanças no regime de chuvas a partir do inverno, com efeitos diferenciados dentre as regiões do país. Como consequência, produtores devem perceber intensificação de problemas fitossanitários, aceleração de ciclos e comprometimento da qualidade, especialmente quando associadas ao excesso de umidade. Em áreas com menor disponibilidade hídrica, o custo e a viabilidade da irrigação tornam-se fatores centrais para a manutenção da produção.

Nem mesmo os ganhos de produtividade compensam as perdas. A experiência recente mostra que o aumento de oferta, a perda de qualidade e a maior pressão sobre os custos podem pressionar a rentabilidade do produtor, como evidenciado ao longo de 2025.

Prevenção

Com esse cenário, a prevenção e o planejamento são as estratégias mais eficazes. O monitoramento climático contínuo, o manejo mais preciso, o escalonamento de plantios e a avaliação criteriosa de riscos serão determinantes para preservar produtividade, qualidade e rentabilidade na horticultura brasileira em 2026.

Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há um efeito único sobre todas as frutas e hortaliças. Os impactos do El Niño variam conforme a cultura, a região e o sistema produtivo.

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17/02/2026 04:20h

Previsão da Climatempo é que fenômeno seja mais forte este ano; Mato Grosso do Sul começa prevenção

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Temporais severos e ondas de calor fortes e frequentes em diversas regiões do interior do Brasil. Esses são os efeitos do El Niño, fenômeno climático que deve atingir o país no meio do ano, segundo a Climatempo.

Decorrente do aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico equatorial, o El Niño deixa o ar mais quente e faz com que a chuva ocorra de forma irregular na maior parte do território nacional. Ao mesmo tempo, aumenta as chuvas no Rio Grande do Sul e reduz no extremo norte brasileiro, deixando a Amazônia e Nordeste mais propensos à seca severa.

Prevenção

Em Mato Grosso do Sul, a previsão é de intensificação de ocorrências de incêndios florestais nos biomas do estado, especialmente, no Pantanal. O El Niño interfere no regime de chuvas e no padrão de temperatura e de ventos, e é responsável pelas maiores temperaturas já registradas e elevando consideravelmente o risco de fogo na região. 

Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec), o fenômeno deve atingir o ápice entre o fim do outono e o início do inverno. Mas já nos próximos meses a situação deve se agravar, após período de chuvas abaixo do esperado até janeiro, mesmo com a melhora no registro de precipitação no início de fevereiro, quando alguns municípios já superaram a média de chuva esperada para todo o mês.

Diante desse panorama, o governo do estado tem preparado ações preventivas e de combate aos incêndios florestais. O objetivo é garantir resposta ágil e eficiente em todos os biomas por terra e ar, com utilização de aeronaves para combate às chamas em locais de difícil acesso e transporte de equipes.

A atuação também conta com uso de tecnologia, sendo os drones e as análises de satélites importantes aliados para tornar o trabalho de controle e extinção do fogo mais efetivo.

Operação 2025

Na Operação Pantanal 2025, houve registro de redução expressiva no número de focos de calor e área queimada pelo fogo. Foram queimados 202,6 mil hectares no ano passado, apenas 8,8% dos mais de 2,3 milhões de hectares consumidos pelo fogo em 2024 no estado.

A maior conscientização da população, o fortalecimento da atuação interinstitucional, condições climáticas mais favoráveis, além da qualificação técnica das equipes foram fundamentais para a contenção de danos. 

O Corpo de Bombeiros Militar é o maior responsável pelo resultado. A corporação atua tanto na preparação – com manejos preventivos do fogo, capacitações de bombeiros militares e formação de brigadistas, além do trabalho essencial realizado desde 2024 com a instalação de bases avançadas no Pantanal –, quanto na operação. No total, 1.298 militares foram mobilizados, com apoio de 60 viaturas para atender 4.391 ocorrências registradas, a maioria em regiões urbanas.

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10/02/2026 04:30h

Chamada pública do Fundo Amazônia vai selecionar organizações para atender cerca de 7 mil famílias em 48 municípios prioritários no combate ao desmatamento

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Organizações sociais interessadas em executar ações de regularização fundiária, ambiental e de assistência técnica na Amazônia já podem se inscrever, desde sábado (7), em uma iniciativa que integra o Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia (UcM). O projeto contará com investimento de R$ 131,9 milhões do Fundo Amazônia.

A chamada pública foi lançada pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), em parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O projeto tem potencial para beneficiar cerca de 7 mil famílias agricultoras em 48 municípios prioritários para o controle do desmatamento nos estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. O foco são agricultores familiares, assentados da reforma agrária e ocupantes de terras públicas federais ainda sem destinação.

As entidades interessadas devem estar credenciadas na Anater e apresentar suas propostas até o dia 2 de março, por meio do Sistema de Gestão de Ater (SGA). Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail [email protected].

A iniciativa busca garantir segurança jurídica sobre a terra e promover a inclusão produtiva, aliando regularização fundiária e ambiental à Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). O objetivo é ampliar a renda das famílias de forma sustentável, com práticas agroecológicas e sistemas agroflorestais, mantendo a floresta.

Este é o primeiro de três projetos previstos pelo Programa União com Municípios com recursos do Fundo Amazônia nos próximos cinco anos. A meta é alcançar cerca de 30 mil famílias, com investimento total estimado em R$ 600 milhões.

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13/01/2026 04:15h

La Niña, anomalias do Oceano Atlântico e projeções dos órgãos meteorológicos impactam no planejamento agrícola

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De altos volumes de chuva mais ao sul do país, com direito a tornado no Paraná, passando por calor de 40ºC no Rio de Janeiro, a seca intensa no Nordeste. As primeiras semanas de verão vêm confirmando a previsão de precipitação e temperaturas acima das médias dos últimos anos.

A previsão do clima para o trimestre de janeiro a março de 2026 é baseada na expectativa de um episódio fraco do fenômeno La Niña, nas anomalias observadas na temperatura da superfície do mar no Oceano Atlântico e nas projeções dos modelos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Em cada região do país, as consequências e impactos dessas condições climáticas são diferentes para a população e para os diversos setores produtivos que dependem do clima, como o turismo e o agronegócio.

Para os produtores rurais, saber lidar com esse cenário pode ser a diferença entre uma boa colheita e o prejuízo.

Norte

A previsão climática para a Região Norte indica condições favoráveis para o predomínio de chuvas acima da média histórica em grande parte do território. Nessas áreas, deve haver melhor reposição de umidade do solo, o que favorece o reforço da semeadura e o desenvolvimento das culturas de primeira safra, além de recuperar as pastagens.

A temperatura média do ar prevista indica valores acima da média climatológica no Amazonas, no centro-sul do Pará, no Acre e em Rondônia, com valores cerca de 0,5°C acima da média histórica do período. Já nos estados mais ao norte da região, como Amapá e Roraima, além do norte do Pará, as temperaturas devem ficar próximas ao habitual para o período.

A tendência, no entanto, é que as porções sudeste do Pará e todo o estado do Tocantins registrem volumes de chuva abaixo do padrão e temperaturas mais elevadas. Isso pode intensificar a evapotranspiração, o estresse térmico e a restrição hídrica.

Nordeste

A previsão climática indica predomínio de chuva abaixo da média em praticamente toda a região, principalmente na Bahia, centro-sul do Piauí, e na maior parte dos estados do Sergipe, Alagoas e Pernambuco, onde são previstos volumes até 100 mm abaixo da média histórica do trimestre. Essa combinação de déficit hídrico e temperaturas acima da média pode travar semeadura e desenvolvimento de lavouras sem irrigação mecanizada, como milho e feijão, com maior sensibilidade nas fases reprodutivas.

Por outro lado, são previstos volumes de chuva próximos ou acima da média no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará. Aqui, o ambiente tende a ser mais favorável ao desenvolvimento das culturas e da fruticultura irrigada.

Para a temperatura, são esperados valores acima da média histórica em toda a região nos próximos meses, principalmente na Bahia e no sul do Maranhão e do Piauí, onde os valores podem superar 1°C acima da climatologia. Nos demais estados, as temperaturas devem ficar até 0,5°C acima da média.

Centro-Oeste

As condições apontam para volumes de chuvas acima da média histórica no oeste de Mato Grosso, favorecendo cultivos de primeira safra em desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos. É o caso da soja, principal commodity agrícola brasileira da qual o estado é o maior estado produtor.

Para o Distrito Federal e o Mato Grosso do Sul, são previstos volumes próximos à média histórica. Já para o estado de Goiás, predominam volumes abaixo da média do período, prejudicando o desenvolvimento das lavouras.

A previsão indica temperaturas predominantemente acima do padrão nos próximos meses, com desvios de até 1°C acima da climatologia na faixa central da região.

Sudeste

Espera-se predomínio de chuvas abaixo da média, com volumes até 100 mm abaixo do normal para o trimestre. Os déficits mais expressivos são previstos para as mesorregiões de Minas Gerais, que incluem o centro do estado, a Zona da Mata, o Vale do Rio Doce e a Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

As previsões indicam temperatura acima da média em até 1°C . Essa combinação de menos chuva e mais calor deve atrasar o desenvolvimento das lavouras onde não há irrigação mecanizada.

São Paulo aparece como exceção a esse panorama. As chuvas devem ser acima da média, o que pode repor a umidade do solo, que ajuda o andamento de lavouras de grãos, cana-de-açúcar, laranja e café.

Sul

A previsão indica condições favoráveis de chuvas acima da média histórica em todos os estados da Região Sul, com os maiores volumes previstos para as mesorregiões do sudeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, com acumulados até 50 mm acima da média histórica do trimestre.

Para a temperatura, as previsões indicam valores predominantemente acima da média, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul, chegando até 1°C acima da climatologia.

Mais sol com menos chuva favorece a recuperação das pastagens e as culturas de verão, como o arroz irrigado, facilitando operações no campo e o crescimento da produção.

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04/01/2026 02:00h

Cenário indica volumes de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto partes do Nordeste e Sudeste terão precipitações abaixo do esperado para o período

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O mês de janeiro de 2026 deve ser marcado por irregularidade na distribuição das chuvas em todo o território brasileiro, segundo a previsão climática divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O cenário indica volumes de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto partes do Nordeste e Sudeste terão precipitações abaixo do esperado para o período.

Chuvas variam conforme a região

Na Região Norte, as chuvas devem superar em até 50 milímetros a média histórica em áreas do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e porções centrais e meridionais do Pará. Em contrapartida, centro-sul do Tocantins e sul de Roraima tendem a registrar volumes menores.

O Nordeste enfrenta um panorama mais desfavorável: precipitações abaixo da média são previstas para quase toda a Bahia, além do centro-sul do Piauí, áreas centrais do Maranhão e oeste de Pernambuco. Apenas pontos isolados da faixa litorânea e do norte da região — como Paraíba, Alagoas, Ceará e parte do Maranhão — devem registrar chuvas acima da média.

Na Região Centro-Oeste, a previsão é positiva para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que devem receber volumes de chuva acima da média, o que favorece o desenvolvimento das lavouras de primeira safra. No entanto, no leste de Goiás, as chuvas tendem a ficar abaixo da média.

O Sudeste terá um cenário contrastante: São Paulo e o sul de Minas Gerais devem registrar chuvas acima da média, enquanto o centro-norte mineiro, o sul do Espírito Santo e o centro-norte do Rio de Janeiro poderão enfrentar déficits hídricos, com volumes abaixo do esperado.

Na Região Sul, o INMET prevê acumulados de até 50 milímetros acima da média em praticamente todos os estados. As exceções ficam por conta do centro-oeste de Santa Catarina e do sul do Rio Grande do Sul, onde os índices devem ficar próximos ou abaixo da média histórica.

Temperaturas elevadas em quase todo o país

A temperatura média tende a ficar acima da climatologia de janeiro em quase todo o Brasil. No Norte, o aumento será de até 0,6 °C em áreas do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima — podendo chegar a um grau acima da média no Tocantins.

No Nordeste, o aquecimento deve ser mais forte na Bahia, Piauí e sul do Maranhão, especialmente no sul piauiense, onde o aumento pode ultrapassar 1 °C.

A Região Centro-Oeste também registrará temperaturas até 1 °C acima da média em Goiás, Distrito Federal e parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No Sudeste, o calor será mais intenso no norte de Minas Gerais e nas porções oeste e nordeste de São Paulo. Já o Sul deve ter temperaturas próximas da média, com leve aumento — até 0,6 °C — em áreas do Paraná, norte catarinense e centro do Rio Grande do Sul.

Impactos esperados na agricultura

O cenário climático previsto pelo INMET traz implicações diretas para o campo.

No Norte, as chuvas acima da média devem favorecer a semeadura e o desenvolvimento de cultivos e pastagens, mas o calor elevado, especialmente no Tocantins, pode aumentar o risco de estresse térmico e exigir manejo hídrico mais cuidadoso.

No Nordeste, a irregularidade das chuvas representa um desafio para a produção agrícola de sequeiro, com risco de prejuízo às lavouras de milho e feijão nas áreas mais secas. Por outro lado, o litoral e o norte da região devem apresentar boas condições para a fruticultura irrigada.

No Centro-Oeste, o excesso de chuva em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tende a beneficiar os cultivos de grãos, enquanto Goiás pode ter dificuldades devido à restrição hídrica.

Para o Sudeste, o excesso de umidade em São Paulo deve beneficiar cana, café e grãos, mas o déficit de chuva no restante da região pode limitar a umidade do solo e afetar lavouras em desenvolvimento.

Já no Sul, as chuvas acima da média e temperaturas equilibradas devem favorecer as culturas de verão e a recuperação das pastagens, enquanto o tempo mais seco no extremo sul do Rio Grande do Sul será vantajoso para o arroz irrigado e outras operações de campo.

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28/12/2025 18:00h

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Salvador e Maceió. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

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A previsão do tempo para a Região Nordeste, nesta segunda-feira (29), indica céu com poucas nuvens no centro-sul e extremo-sul da Bahia e muitas nuvens no centro-norte, leste e faixa litorânea baiana — com possibilidade de chuvas isoladas em todo o estado do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, além do norte e oeste da Bahia e do litoral do Maranhão e do Piauí. As chuvas devem ser mais intensas, ocorrendo na forma de pancadas acompanhadas de trovoadas isoladas, em praticamente todo o interior do Maranhão e do Piauí, bem como no extremo-oeste do Ceará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Salvador e Maceió. Já a máxima pode chegar até 36°C em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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26/12/2025 21:25h

Inmet alerta para grande perigo de onda de calor e tempestades na região; temperaturas variam entre 21°C e 33°C

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A previsão do tempo para a Região Sul do país, neste sábado (27), indica variações meteorológicas entre os estados, com destaque para o alerta de perigo potencial e perigo de tempestades, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As áreas do Noroeste, Nordeste, Centro Ocidental, Centro Oriental e Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul (RS), assim como as regiões Serrana, Sul e Oeste de Santa Catarina (SC), registram elevada cobertura de nuvens, com possibilidade de chuvas isoladas.

O restante do território do RS apresenta alta nebulosidade, com pancadas de chuva e trovoadas.

Em contraste, o estado do Paraná (PR) e as demais áreas de SC devem ter condições mais estáveis, com predominância de céu claro e presença de nuvens. Contudo, o Inmet aponta para grande perigo de onda de calor nas regiões.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 33°C em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

O que é onda de calor?

Período de cinco ou mais dias consecutivos em que a temperatura máxima diária supera, em pelo menos 5 °C, a média climatológica da temperatura máxima para aquele mês e local.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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26/12/2025 21:20h

Inmet alerta para onda de calor, chuvas intensas e tempestades em GO, MT e MS; temperaturas variam entre 17°C e 34°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste do país, neste sábado (27), indica céu claro com presença de nuvens na maioria dos estados. A exceção será Mato Grosso (MT) que registra alta nebulosidade com possibilidade de chuva isolada em grande parte do território.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial e grande perigo de onda de calor no Leste de Mato Grosso do Sul (MS) e nas regiões Centro, Sul e Leste de Goiás (GO)

Além disso, o órgão também informou sobre a ocorrência de chuvas intensas no Centro-Sul e Nordeste Mato-grossense, no Centro-Norte de Mato Grosso do Sul, e no Norte, Sudeste e Sudoeste Mato-grossense.

Há ainda previsão de tempestades no Sudoeste e Leste de Mato Grosso do Sul, nos Pantanais Sul-Mato-grossenses e no Centro-Norte de Mato Grosso do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

O que é onda de calor?

Período de cinco ou mais dias consecutivos em que a temperatura máxima diária supera, em pelo menos 5°C, a média climatológica da temperatura máxima para aquele mês e local.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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