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Baixar áudioA quarta-feira será de muitas nuvens e chuva em áreas do Paraná e de Santa Catarina. No Paraná, Curitiba terá mínima de 12 e máxima de 22°C, com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas durante a tarde. À noite, há possibilidade de novas pancadas de chuva.
Em Florianópolis, a temperatura varia entre 15 e 20°C. A previsão indica muitas nuvens e chuva isolada pela manhã, céu nublado à tarde e possibilidade de chuva isolada à noite.
No Rio Grande do Sul, o tempo fica mais estável. Porto Alegre terá poucas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 11 e 23°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNo Centro-Oeste, a quarta-feira será marcada pelo calor. Em Mato Grosso do Sul, a previsão indica muitas nuvens, chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva com trovoadas à tarde e à noite.
Campo Grande terá mínima de 19°C e máxima de 33°C, enquanto Cuiabá pode registrar 25 a 38°C. Na capital mato-grossense, há previsão de muitas nuvens e chuva isolada durante a tarde e a noite.
Em Goiânia, a temperatura varia entre 24 e 34°C. O dia começa com poucas nuvens, mas o céu fica mais nublado à tarde, com possibilidade de chuva isolada durante a noite.
Brasília terá mínima de 19°C e máxima de 30°C. A previsão indica poucas nuvens pela manhã, muitas nuvens à tarde e possibilidade de chuva isolada à noite. A umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 60%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quarta-feira com muitas nuvens e ocorrência de chuva em diferentes áreas. Em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, há previsão de pancadas de chuva, inclusive com trovoadas.
Belo Horizonte terá mínima de 15°C e máxima de 30 °C, com muitas nuvens pela manhã e pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite. No Rio de Janeiro, a temperatura varia entre 17 e 26°C, com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas durante a tarde e a noite.
São Paulo terá mínima de 15°C e máxima de 22°C. A previsão indica muitas nuvens com chuva isolada pela manhã e pancadas de chuva e trovoadas à tarde e à noite.
Em Vitória, os termômetros ficam entre 20 e 26°C, com muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde e de chuva com trovoadas durante a noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma quarta-feira de muitas nuvens e ocorrência de chuva isolada em diferentes áreas. No Acre, Rondônia, Amazonas, Roraima, Amapá e Pará há previsão de períodos de instabilidade, principalmente durante a manhã, tarde e noite.
Em Boa Vista, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas ao longo do dia, com temperaturas entre 26 e 34°C. Em Manaus, a mínima será de 26°C e a máxima de 36°C, com chuva isolada pela manhã e possibilidade de chuva à noite.
Porto Velho terá temperaturas entre 25 e 38°C, com muitas nuvens e chuva isolada durante o dia. Em Rio Branco, os termômetros variam de 23 a 33°C, também com muitas nuvens e chuva isolada. Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C, com chuva isolada à tarde e à noite. Macapá terá entre 25 e 32°C, com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma quarta-feira com muitas nuvens principalmente no litoral. Há possibilidade de chuva isolada durante a manhã em pontos do litoral, enquanto em grande parte da tarde e da noite o tempo permanece com muitas nuvens.
Em Aracaju, a previsão é de 23 a 30°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Maceió terá mínima de 22°C e máxima de 31°C, também com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Recife varia entre 21 e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã e muitas nuvens nos demais períodos.
João Pessoa terá temperaturas entre 22 e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Natal também terá mínima de 22°C e máxima de 31°C. Em Fortaleza, os termômetros ficam entre 23 e 31°C, com muitas nuvens durante todo o dia.
No interior, o calor aumenta. Teresina terá mínima de 19°C e máxima de 37°C, com poucas nuvens durante todo o dia. Em São Luís, a temperatura varia entre 25 e 32°C, com muitas nuvens. Salvador terá mínima de 23 e máxima de 28°C, com muitas nuvens durante a manhã e a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Gasto Brasil, plataforma que monitora as despesas públicas da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, superou o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em R$ 1 trilhão na noite do último sábado (22). A diferença considera, de um lado, as despesas públicas primárias registradas pelo Gasto Brasil e, de outro, a arrecadação de impostos, taxas e contribuições acompanhada pelo Impostômetro.
A marca ocorre poucos dias depois do lançamento nacional do Gasto Brasil na Câmara dos Deputados, em Brasília, realizado em 11 de agosto pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A apresentação reuniu parlamentares, lideranças empresariais e representantes do associativismo de diferentes regiões do país.
Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, da ACSP e da Federação das Associações Comerciais paulistas (FACESP), acredita que uma das necessidades que o painel já indica é a revisão estrutural dos gastos públicos.
"O que nós queremos com essa iniciativa é alertar os parlamentares da importância de uma reforma administrativa urgente, principalmente considerando que em 2027 inicia-se uma nova gestão ou a continuação desta, mas de modo que a gente tem que iniciar a gestão com a reforma administrativa, senão vamos ter problemas na sequência do futuro do Brasil", declarou o dirigente.
A distância de R$ 1 trilhão ganha relevância também pelo ritmo de crescimento das despesas em 2026. O Gasto Brasil atingiu R$ 3 trilhões em 15 de julho, cerca de 20 dias antes do que havia ocorrido em relação à referência de 2025. Na ocasião, a plataforma apontava aceleração das despesas públicas em relação ao ano anterior.
No lançamento em Brasília, em 11 de agosto, o Gasto Brasil já registrava mais de R$ 3,4 trilhões em despesas públicas desde o início do ano. Desse total, quase R$ 1,6 trilhão (46,5%) correspondia à União, enquanto os estados somavam R$ 926,2 bilhões e os municípios, R$ 908,1 bilhões.
“Esta conta também não é nossa. Nós lançamos o Gasto Brasil, onde mostramos que o Governo está gastando mais do que arrecada. É o desequilíbrio das contas públicas. Nós temos que trabalhar para falar para o governo: corte de gastos já! Equilíbrio nas contas. É isso que o povo está pedindo”, alertou Cotait Neto.
Criado pela CACB em parceria com a ACSP, o Gasto Brasil foi lançado em 2025 como uma ferramenta complementar ao Impostômetro. Os dois painéis passaram a compartilhar a estrutura instalada na sede da ACSP, permitindo visualizar, lado a lado, a arrecadação tributária e o ritmo das despesas públicas.
A plataforma reúne dados oficiais e permite consultar as despesas por esfera de governo, além de recortes econômicos, valores por população e informações sobre a qualidade dos dados. A ferramenta foi desenvolvida para ampliar a transparência e facilitar o acompanhamento das contas públicas por cidadãos, empresários, jornalistas, parlamentares e entidades da sociedade civil.
“Qual é a nossa grande preocupação? Trazer uma ferramenta que qualquer um pode olhar e analisar, com o mesmo conceito. Não precisa ser economista, não precisa ser advogado, não precisa ser nada. Precisa simplesmente olhar não só para um número, olhar para um gráfico e dizer assim: ‘está subindo e algo está errado’. É a plataforma ser user friendly, no sentido que você possa mostrar e demonstrar isso para todos”, afirmou Cláudio Queiroz, coordenador do Gasto Brasil.
O lançamento em Brasília ampliou o alcance institucional da iniciativa. A exposição do Painel Gasto Brasil na Câmara dos Deputados levou a ferramenta para o centro do debate sobre orçamento e gestão pública no Congresso.
Já o Impostômetro foi criado pela ACSP em 2005 e registra, em tempo real, o total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes aos governos federal, estadual e municipal.
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Baixar áudioO texto da PEC do Fim da Escala 6x1 já está oficialmente com a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. O despacho da presidência da Casa foi publicado nesta sexta-feira (21) e marca o início da tramitação da matéria.
O texto propõe a diminuição da carga horária máxima de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial e foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio. No entanto, a relação entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deteriorou este ano, tendo como ápice a rejeição de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal articulada por Alcolumbre.
Nas últimas semanas, um jantar promovido pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, e um café da manhã no Palácio da Alvorada foram suficientes para a retomada das conversas entre os dois. Como parte do acordo, o presidente do Senado destravou as pautas de interesse do governo.
O Palácio do Planalto e a base governista no Congresso articulam para votar e aprovar a proposta durante o esforço concentrado na primeira semana de setembro. A intenção é usar a possível aprovação da matéria como trunfo político durante a campanha para as eleições de outubro, dada a popularidade do tema.
O mesmo contexto que faz os congressistas aliados ao governo terem pressa, causa receio no setor produtivo. Para os empresários, é necessário mais tempo e estudos para estimar o correto impacto da mudança na gestão das companhias, na economia do setor privado e na produtividade do país.
Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), defende o adiamento das discussões. “Vale a pena o debate, porém, vamos discutir isso em 2027, fora do período eleitoral, fora dessa eventual interferência eleitoreira. Eu acho que a sociedade civil está pronta para debater, tanto os trabalhadores, como os empresários, e encontrar a melhor solução, mas sem nunca esquecer que na reforma trabalhista já pode haver a negociação, porque o negociado prevalece sobre o legislado”, disse.
Fernando Queiroz Filho, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santo Antônio de Jesus (ACESAJ), na Bahia, alerta que a medida pode acrescentar ainda mais dificuldades para o empreendedorismo no país, já bastante prejudicado pelas altas taxas de juros e carga tributária. “É uma ingenuidade imaginar que a gente vai diminuir a carga de trabalho sem impactar na produção. Isso não existe em nenhum lugar do mundo. A produção, ela é diretamente determinada, é uma relação do período de trabalho com a mão de obra. Então, a gente não pode imaginar que isso não vai ter impacto”, considera.
Temores que se espalham pelo país. 2,5 mil quilômetros ao sul, no Paraná, Edmilson Iareski, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI), garante que não se trata de insensibilidade dos empresários quanto a melhores condições de vida dos funcionários. “Não somos contrários à modernização das relações de trabalho ou à busca por melhor qualidade de vida. A preocupação é que uma alteração definida por lei, sem considerar as diferenças entre setores e tamanhos de empresas, possa produzir efeitos contrários aos desejados, especialmente sobre emprego, renda e competitividade”, aponta.
Como ocorre com qualquer outra proposta de emenda constitucional, a CCJ do Senado terá até 30 dias para apresentar o relatório da PEC 221/2019. Para ser aprovada, a matéria precisa de maioria simples dos parlamentares presentes na sessão para votação.
Uma vez aprovada no colegiado, a proposição pode ser votada em Plenário. Nesse caso, são necessários três quintos dos votos da casa, ou seja, 49 senadores favoráveis ao texto em dois turnos. Se não houver alterações em relação ao conteúdo aprovado na Câmara, a matéria pode ser promulgada pelo Congresso Nacional. Caso contrário, retorna para nova análise dos deputados.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta terça-feira (25), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de agosto para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 6.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI) reforça a necessidade de regulamentar o Marco Legal dos Bioinsumos. Em carta enviada à Casa Civil da Presidência da República, a entidade pede celeridade na publicação do decreto que regulamentará a Lei nº 15.070/2024, produzindo efeitos práticos sobre produção, comercialização e uso de produtos biológicos.
O documento destaca que a definição de critérios claros, proporcionais e adequados às diferentes categorias de bioinsumos, que serão estabelecidas pelo decreto, “contribuirá para reduzir incertezas, estimular investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação e ampliar a oferta de produtos biológicos no mercado”.
O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mario Cardoso, afirma que a regulamentação do Marco Legal dos Bioinsumos é urgente para garantir segurança jurídica e previsibilidade à cadeia produtiva.
“Sem regras claras, empresas enfrentam barreiras para investir em pesquisa, inovação e escalonamento industrial. A indústria brasileira precisa dessa base legal para acelerar a produção de soluções sustentáveis, reduzir a dependência de insumos importados e ampliar a competitividade internacional”, enfatiza.
Mario Cardoso também destaca a importância de acelerar a regulamentação diante do crescimento do mercado global de bioinsumos.
“O Brasil não pode perder espaço em um setor estratégico que une agricultura, indústria e biotecnologias. Em outras palavras, regulamentar rapidamente significa garantir empregos, inovação e protagonismo mundial”, afirma.
Segundo a CNI, a regulamentação também será fundamental para estabelecer condições adequadas de coexistência entre a produção industrial e a produção para uso próprio — conhecida como on farm —, além de favorecer a escalabilidade das soluções desenvolvidas no país.
“A maior previsibilidade regulatória poderá favorecer novos investimentos, o desenvolvimento de tecnologias e o registro de produtos inovadores, contribuindo para o fortalecimento da indústria brasileira, para a competitividade do setor agropecuário e para uma produção mais eficiente e sustentável”, destaca a carta enviada à Casa Civil.
O Marco Legal dos Bioinsumos estabeleceu regras específicas para o setor e diferenciou sua regulamentação daquela aplicável aos defensivos agrícolas.
Na agricultura, produtos biológicos, como bactérias, leveduras e fungos, podem ser utilizados no controle de pragas, na fertilização do solo e no tratamento de doenças das plantas. A aplicação dessas soluções pode reduzir a dependência de defensivos químicos e contribuir para uma produção mais sustentável, além de agregar valor aos produtos brasileiros destinados à exportação.
Mas, para a CNI, os benefícios da regulamentação vão além do setor agropecuário e alcançam segmentos industriais, como os de produtos químicos e farmacêuticos.
“Microrganismos e derivados biológicos são usados para desenvolver medicamentos, cosméticos e materiais biodegradáveis. Além disso, os bioinsumos contribuem para a produção de biocombustíveis, ajudando a diversificar a matriz energética e diminuir as emissões de carbono. Para a indústria nacional como um todo, adotar bioinsumos significa reduzir custos, inovar em processos e conquistar mercados internacionais cada vez mais exigentes em sustentabilidade”, afirma Mario Cardoso.
Dados da CropLife Brasil — associação que reúne empresas especializadas em pesquisa e desenvolvimento de soluções para uma produção agrícola sustentável — mostram que o mercado de insumos biológicos movimentou R$ 1,3 bilhão no primeiro quadrimestre de 2026. No mesmo período, a área tratada com esses produtos chegou a 31 milhões de hectares no país, alta de 15% em relação aos quatro primeiros meses de 2025.
Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, o principal desafio é transformar o marco legal em um sistema regulatório funcional, capaz de favorecer a escalabilidade das soluções e ampliar a competitividade internacional do Brasil.
“É por isso que a CNI também se coloca à disposição para continuar contribuindo tecnicamente com os atores envolvidos, apoiando a construção de um marco regulatório que assegure segurança jurídica, incentive a inovação e possibilite o pleno aproveitamento do potencial dos bioinsumos para o desenvolvimento da indústria, da agropecuária e da bioeconomia brasileira”, pontua.
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Baixar áudioO Brasil e países do Sudeste Asiático discutiram novas oportunidades para ampliar o comércio, os investimentos e a atuação de empresas brasileiras na região. O tema esteve no centro de uma reunião realizada no dia 19 de agosto, em Brasília, entre o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir Muller, e o secretário-geral da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), Kao Kim Hourn.
O encontro ocorreu na sede da ApexBrasil e teve como foco novas oportunidades para empresas brasileiras nos países que integram o bloco, além de iniciativas para ampliar os negócios e os investimentos entre os dois mercados.
Segundo Laudemir Muller, a aproximação com a ASEAN pode contribuir para diversificar os destinos das exportações brasileiras. A ApexBrasil também pretende aproximar representantes do setor privado dos dois lados.
“Essa aproximação é muito interessante para a ApexBrasil, porque somos uma agência diretamente ligada ao setor privado. É uma forma do secretário-geral da ASEAN se conectar com o setor privado brasileiro”, disse.
“Para nós que estamos trabalhando para diversificar os mercados, a ASEAN é uma grande oportunidade e a gente vai, inclusive, ampliar a nossa atuação lá. O Brasil já está exportando 25 bilhões de dólares para eles. O Sudeste Asiático, aqueles países que têm bastante população, estão crescendo rápido e eu acho que a gente pode exportar ainda mais para eles”, complementa.
Muller informou que está previsto para novembro um evento em Singapura, que contará com a presença de entidades de setores brasileiros. O objetivo é ampliar as relações comerciais do Brasil. “Essa iniciativa também se encaixa na nossa estratégia de diversificação das exportações, porque temos muitas oportunidades identificadas naquela região”, afirmou o presidente.
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Kao Kim Hourn afirmou que o aumento das trocas comerciais entre o Brasil e a ASEAN cria condições para ampliar também os investimentos. O secretário-geral ressaltou que a agenda entre as partes envolve outras áreas além da economia.
“O comércio bilateral está crescendo, o que é muito promissor. Também estamos buscando ampliar os investimentos nos dois sentidos. E o ponto principal é que nossa relação não se resume ao comércio e aos investimentos. Estamos olhando para um espectro mais amplo de fortalecimento e aprofundamento das relações entre a ASEAN e o Brasil”, destacou.
A reunião ocorre no contexto da Parceria de Diálogo Setorial mantida pelo Brasil com a ASEAN desde 2023. A iniciativa reúne diferentes frentes de cooperação e tem acompanhado o aumento da presença brasileira nos mercados do Sudeste Asiático.
Durante a reunião, o secretário-geral da ASEAN também ressaltou o interesse em manter o processo de aproximação com o Brasil e ampliar a cooperação em diferentes áreas. Para a ApexBrasil, a região representa uma frente de diversificação dos mercados para empresas brasileiras e de busca por novas oportunidades comerciais.
O encontro também serviu para discutir formas de conectar empresas dos dois lados e ampliar a participação do setor privado na relação econômica entre o Brasil e os países da ASEAN.
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Baixar áudioPara pequenos empresários, o atraso na atualização dos limites do Simples Nacional já deixou de ser apenas uma discussão tributária e passou a representar uma ameaça à sobrevivência dos negócios. No Pará, por exemplo, cerca de 25% dos associados da Associação Comercial de Belém — aproximadamente 300 empresas — estariam enfrentando dificuldades para permanecer no regime simplificado, segundo o presidente da entidade, Isan Palmeira.
“25% dos nossos associados, que são mais ou menos 300 empresas, que são pequenas e micro, estão sofrendo, estão com a corda no pescoço, não estão aguentando essa falta de atualização desses valores, que sai do Simples e começa a pagar uma carga tributária maior ainda”, afirma o executivo.
A preocupação dos empresários aumentou depois que a votação do projeto que prevê a atualização dos limites de faturamento do MEI e das demais faixas do Simples Nacional perdeu força no Congresso e deve ficar para depois das eleições. A proposta enfrenta divergências entre parlamentares e o Ministério da Fazenda.
O projeto em discussão prevê elevar o limite anual de faturamento do Microempreendedor Individual, o MEI, dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2026 e para R$ 140 mil a partir de 2027. A proposta também é pressionada por entidades empresariais para incluir a atualização das demais faixas do Simples Nacional. Atualmente, o regime estabelece limite de R$ 360 mil por ano para microempresas e de R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte. Os valores estão defasados em relação à inflação e aos custos acumulados nos últimos anos.
A Câmara chegou a trabalhar com a previsão de votar a proposta até julho, mas as negociações não avançaram após o recesso parlamentar. O tema pode entrar no esforço concentrado de votações previsto entre 31 de agosto e 4 de setembro, mas ainda não há consenso para garantir a apreciação.
O principal ponto de conflito é a possibilidade de ampliar também o teto de faturamento das empresas que podem permanecer no Simples. Parte dos parlamentares defende elevar o limite de R$ 4,8 milhões para até R$ 8 milhões. O Ministério da Fazenda resiste à mudança e estima impacto de aproximadamente R$ 50 bilhões nas contas públicas.
Para o aumento específico do teto do MEI, a equipe econômica calcula um impacto fiscal acumulado de R$ 8,1 bilhões até 2029.
As entidades empresariais, por outro lado, defendem uma correção mais ampla. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a CACB, reivindica reajuste de aproximadamente 83% nos valores de enquadramento do Simples Nacional.
Pela proposta defendida pelo setor, o teto do MEI chegaria a cerca de R$ 144,9 mil por ano. Para as microempresas, o limite seria de aproximadamente R$ 869,4 mil, enquanto as empresas de pequeno porte poderiam ter faturamento de até R$ 8,69 milhões.
O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e da Associação Comercial de São Paulo, Alfredo Cotait Neto, alerta para o risco de empresas deixarem o regime simplificado ou voltarem à informalidade. “Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, destaca.
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, complementa Cotait Neto.
O argumento das associações comerciais é que o aumento nominal do faturamento não significa necessariamente crescimento real da empresa. Com a alta dos preços de produtos, insumos e demais custos, o empresário pode ultrapassar o limite do Simples mesmo sem ter aumentado proporcionalmente sua atividade.
Ao sair do regime ou passar para uma faixa mais elevada, o negócio pode enfrentar uma carga tributária maior, justamente em um momento de custos elevados e margens apertadas.
Em Belém, Isan Palmeira afirma que os limites estão sem atualização há mais de uma década e que, nesse período, muitos produtos tiveram aumentos expressivos. “Nós estamos há mais de 10 anos sem o reajuste do limite do Simples do faturamento de 4,8 milhões, o que é um absurdo, porque em 10 anos os produtos pelo menos dobraram de preço, em alguns casos até triplicaram”, pontua.
Para o presidente da Associação Comercial de Belém, a falta de correção prejudica principalmente os micro e pequenos empresários, que acabam sendo penalizados por um aumento de faturamento provocado, muitas vezes, pela própria inflação.
As entidades empresariais defendem que a atualização seja feita para todas as faixas do Simples e que os valores passem a ser corrigidos periodicamente, evitando uma nova defasagem.
Enquanto Congresso e governo não chegam a um acordo, os empresários continuam aguardando uma definição. Para o setor produtivo, a demora significa mais pressão sobre negócios que já operam com dificuldades e pode aumentar o risco de fechamento de empresas, perda de empregos e crescimento da informalidade.
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A CAIXA paga, nesta terça-feira, 25 de agosto, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de março e abril. Além da parcela mensal, estudantes da modalidade EJA aprovados no primeiro semestre de 2026 também recebem a parcela do Incentivo Conclusão.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
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Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a ‘taxa das blusinhas’ vai ser extinta nesta semana. A afirmação foi feita em entrevista na TV Record, transmitida no domingo (23), após um acordo firmado com o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP).
A Medida Provisória 1.357/26, editada pelo governo em 12 de maio, suspendeu a cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (R$ 257,53 no cotação desta segunda-feira, 24) feitas por pessoas físicas. Caso não seja votada pelo Congresso Nacional, a MP perde a validade no dia 8 de setembro e a tarifa volta a incidir sobre as mercadorias.
A expectativa é que a matéria seja analisada durante o esforço concentrado da próxima semana, entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro. A comissão mista que vai discutir o texto, no entanto, ainda não tem presidência ou relator.
Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que o Programa Remessa Conforme – iniciativa da Receita Federal que regulamenta compras realizadas em plataformas de varejo internacional onde incide a taxa das blusinhas –, contribuiu para preservar mais de 135 mil empregos. Além disso, a tarifa fez com que quase R$ 20 bilhões ficassem na economia nacional e ainda reduziu em R$ 4,5 bilhões a importação de produtos ao Brasil.
Sem esse mecanismo, Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), teme que o setor produtivo nacional não seja capaz de enfrentar a concorrência internacional e pede por uma contramedida que reequilibre o mercado.
“A longo prazo, se você não restabelece a isonomia, você prejudica a indústria nacional, prejudica as empresas brasileiras e prejudica a geração de emprego e renda, que está problemática no nosso país. Portanto, é fundamental a volta da cobrança. Porém, se o governo não quer que volte a cobrança para atender o seu público, eventualmente o seu eleitorado, então dê o mesmo direito para as empresas brasileiras também poderem vender os seus produtos de 50 dólares para baixo, ou seja, 250 reais, com a mesma isenção de impostos. O que nós pedimos é isonomia”, afirma o executivo.
Presidente da Associação Comercial e Industrial do Estado do Rio de Janeiro (ACIERJ), Igor Baldez também defende que sejam dados meios para a indústria e o varejo nacionais competirem. “Os altos impostos pagos pela indústria nacional e as altas cargas cobradas na contratação dos colaboradores aqui no nosso país já tornam isso uma dificuldade real. Então, acho que, nesse caso, ou se cobra a taxa de importação sobre os produtos internacionais ou o governo dá uma isenção sobre os produtos nacionais para que ocorra a concorrência leal”, sugere o empresário.
Cotait Neto também critica o momento em que a discussão é feita. Para o representante empresarial, o período eleitoral dificulta a análise racional e de impactos que a volta da isenção do imposto pode ter por toda a cadeia produtiva brasileira.
“Tudo que é no momento eleitoral tem vários significados. Por isso é que eu acho que é inadequado, e foi inadequado, o governo ter retirado a taxa. Mandaram uma Medida Provisória para o Congresso que está vencendo exatamente por causa do momento eleitoral. Então, a volta, se houver, é mais uma uma questão de justiça, de você voltar a tentar blindar e defender um pouco as empresas brasileiras”, conclui.
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Baixar áudioO Brasil poderá enfrentar, em média, 12 dias de racionamento de água por ano até 2050, cenário que pode ultrapassar 30 dias em regiões do Nordeste e do Centro-Oeste. A projeção faz parte de um estudo do Instituto Trata Brasil que analisa os efeitos das mudanças climáticas sobre a disponibilidade e a demanda por água no país.
O levantamento Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas, realizado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a consultoria EX Ante, estima uma redução de 3,4% na disponibilidade hídrica até 2050. As projeções ganham relevância diante de fenômenos climáticos como o El Niño, que podem intensificar períodos de calor, estiagens e chuvas extremas.
O estudo estima que, na comparação com 2023, a temperatura máxima poderá aumentar aproximadamente 1°C até 2050, enquanto a mínima deverá subir 0,47°C. O cenário projetado também inclui redução dos dias de chuva e maior ocorrência de eventos extremos, com impactos sobre os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
O aumento das temperaturas também tende a pressionar o consumo. Segundo o levantamento, somente o efeito do calor poderá elevar a demanda por água em 12,4%, além do crescimento já esperado em razão de fatores econômicos e populacionais.
Isso representaria uma demanda adicional de 2,113 bilhões de metros cúbicos de água por ano. Caso o país mantenha os níveis de perdas registrados em 2023, seria necessário produzir outros 3,515 bilhões de metros cúbicos anualmente para atender ao aumento do consumo.
Além da maior demanda, períodos prolongados de escassez podem aprofundar desigualdades no acesso à água, especialmente em áreas periféricas e rurais com infraestrutura mais limitada. Entre os riscos estão dificuldades para atender necessidades básicas de higiene e alimentação e maior exposição ao consumo de água proveniente de fontes alternativas sem segurança sanitária.
Nesse cenário, a adaptação dos sistemas de saneamento às mudanças climáticas envolve medidas como redução de perdas na distribuição, ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, planejamento do abastecimento e expansão da infraestrutura para áreas ainda não atendidas.
A ampliação da cobertura também integra o desafio de preparar o saneamento brasileiro para um cenário de maior pressão sobre os recursos hídricos. O Marco Legal do Saneamento estabelece como metas para 2033 o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgoto.
Nos últimos anos, novos projetos foram contratados para ampliar os serviços, mas ainda existem regiões que precisam ser incorporadas ao processo de universalização. Para Carlos Lebelein, da LMDM Consultoria, alcançar essas áreas deverá estar entre os desafios do setor nos próximos anos. “A gente tem projetos já contratados de muita qualidade e que vão ajudar uma parcela muito grande da população, mas ainda tem regiões que ainda estão à margem e que precisam, sim, numa segunda leva de projetos, ter maior atenção. E esse, sem dúvida, vai ser o desafio que a gente tem pela frente na próxima década”, frisou.
Além de expandir a cobertura, a redução das perdas de água ganha peso diante das projeções climáticas. Quanto menor o desperdício nos sistemas de distribuição, menor é o volume adicional que precisa ser captado e produzido para atender ao crescimento da demanda.
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Baixar áudioNas eleições gerais de 2026, o Senado Federal renovará dois terços de suas 81 cadeiras. Ao todo, 54 vagas serão definidas em outubro. Entre os atuais ocupantes dessas cadeiras, 13 não concorrem a nenhum cargo nas eleições e, portanto, não estarão entre os titulares do Senado a partir de janeiro de 2027. As informações são da Agência Senado.
São eles:
Dos 13 senadores que têm a saída definida, nove são titulares e quatro exercem atualmente o mandato como suplentes.
Além dos senadores que não disputam nenhum cargo, cinco atuais integrantes da Casa participam das eleições, mas concorrem a outros postos.
Outros quatro senadores concorrem como primeiros suplentes em chapas para o Senado. Dra. Eudocia (PSDB-AL), que já exerce o atual mandato como primeira suplente, disputa novamente nessa condição, desta vez na chapa de Marina JHC (PSDB-AL).
Também são candidatos a primeiro suplente três atuais titulares: Nelsinho Trad (PSD-MS), na chapa de Reinaldo Azambuja; Jader Barbalho (MDB-PA), na chapa de seu filho, Helder Barbalho; e Daniella Ribeiro (PP-PB), na chapa de Nabor Wanderley.
Entre os atuais ocupantes das 54 cadeiras em disputa neste ano, sete são suplentes. Além de Dra. Eudocia, estão nessa situação:
Dentre eles, quatro não concorrem a nenhum cargo, dois disputam outros postos nas eleições e Carlos Portinho tenta a reeleição para o Senado.
São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul terão novos titulares nas duas cadeiras em disputa em 2026. Nenhum dos atuais ocupantes permanecerá como titular dessas vagas a partir de 2027.
No Paraná e no Rio Grande do Sul, os quatro senadores em exercício não são candidatos à reeleição. Em São Paulo, Giordano também não participa da disputa, enquanto Mara Gabrilli concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa do estado. Com isso, os três estados terão novos ocupantes nas duas cadeiras que serão renovadas.
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Baixar áudioA Receita Federal liberou nesta segunda-feira (24) a consulta ao quarto e último lote regular de restituição do Imposto de Renda 2026. Neste lote, 521.935 contribuintes serão contemplados, com um total de R$ 1,24 bilhão em pagamentos. O crédito será realizado no dia 31 de agosto, na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração.
Do total, R$ 704,12 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal. Entre os beneficiados estão 86.873 pessoas com idade entre 60 e 79 anos, 26.769 contribuintes cuja principal fonte de renda é o magistério, 16.850 pessoas com mais de 80 anos e 9.029 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
O lote também contempla 338.912 contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou escolheram receber a restituição por Pix, além de 43.502 contribuintes sem prioridade específica.
A consulta pode ser feita pela página da Receita Federal na internet. O contribuinte deve acessar a opção “Meu Imposto de Renda” e, depois, clicar em “Consultar a Restituição”. A verificação também está disponível pelo aplicativo da Receita Federal para celulares e tablets.
Neste ano, a Receita reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituição. Os pagamentos foram concentrados entre o fim de maio e o fim de agosto. Segundo o Fisco, a medida foi possível devido à maior agilidade no processamento das declarações e ao avanço de ferramentas de automação.
Quem não estiver incluído neste lote deve consultar o extrato da declaração no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, o e-CAC, para verificar se há alguma pendência. Caso seja identificado algum erro, o contribuinte poderá enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (25) com alta de 1,27%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.826,58 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,64%, sendo comercializado a R$ 1.058,71.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 1.826,58 | 1,27% | 4,72% | 354,40 |
| 21/08/2026 | 1.803,76 | -0,98% | 3,42% | 350,79 |
| 20/08/2026 | 1.821,66 | 0,94% | 4,44% | 350,72 |
| 19/08/2026 | 1.804,65 | -0,59% | 3,47% | 348,99 |
| 18/08/2026 | 1.815,45 | 1,72% | 4,09% | 347,85 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 1.058,71 | 0,64% | -3,10% | 205,41 |
| 21/08/2026 | 1.051,93 | -1,33% | -3,72% | 204,58 |
| 20/08/2026 | 1.066,15 | 0,33% | -2,42% | 205,27 |
| 19/08/2026 | 1.062,69 | -1,16% | -2,73% | 205,51 |
| 18/08/2026 | 1.075,11 | 2,10% | -1,60% | 206,00 |
O preço do açúcar cristal apresentou alta de 1,09% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 105,51.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 105,51 | 1,09% | 15,31% | 20,47 |
| 21/08/2026 | 104,37 | 0,00% | 14,07% | 20,10 |
| 20/08/2026 | 104,37 | 1,83% | 14,07% | 20,10 |
| 19/08/2026 | 102,49 | 0,22% | 12,01% | 19,82 |
| 18/08/2026 | 102,27 | 2,33% | 11,77% | 19,59 |
Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,64%, e a mercadoria é negociada a R$ 125,87 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 125,87 | -0,50% | 18,42% | 24,44 |
| 21/08/2026 | 126,50 | 0,39% | 19,01% | 24,50 |
| 20/08/2026 | 126,01 | 0,64% | 18,55% | 24,30 |
| 19/08/2026 | 125,21 | -0,82% | 17,80% | 24,21 |
| 18/08/2026 | 126,24 | 3,37% | 18,77% | 24,26 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,19, após uma alta de 0,43%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 68,19 | 0,43% | 4,51% | 13,23 |
| 21/08/2026 | 67,90 | 0,24% | 4,06% | 13,20 |
| 20/08/2026 | 67,74 | 0,52% | 3,82% | 13,04 |
| 19/08/2026 | 67,39 | 0,28% | 3,28% | 13,03 |
| 18/08/2026 | 67,20 | 0,73% | 2,99% | 12,88 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (25) com baixa no interior do Paraná e aumento na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,27%, com a saca negociada a R$ 146,31. Em Paranaguá, a alta foi de 0,12%, levando a cotação para R$ 153,86.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 146,31 | -0,27% | 6,59% | 28,39 |
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
| 20/08/2026 | 146,24 | 1,53% | 6,53% | 28,16 |
| 19/08/2026 | 144,03 | 0,57% | 4,92% | 27,85 |
| 18/08/2026 | 143,21 | 1,07% | 4,33% | 27,44 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 153,86 | 0,12% | 6,18% | 29,85 |
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
| 20/08/2026 | 154,63 | 1,97% | 6,71% | 29,77 |
| 19/08/2026 | 151,65 | 0,19% | 4,65% | 29,33 |
| 18/08/2026 | 151,36 | 0,81% | 4,45% | 29,00 |
O trigo teve uma redução de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.438,99. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.323,93.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 153,86 | 0,12% | 6,18% | 29,85 |
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
| 20/08/2026 | 154,63 | 1,97% | 6,71% | 29,77 |
| 19/08/2026 | 151,65 | 0,19% | 4,65% | 29,33 |
| 18/08/2026 | 151,36 | 0,81% | 4,45% | 29,00 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 146,31 | -0,27% | 6,59% | 28,39 |
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
| 20/08/2026 | 146,24 | 1,53% | 6,53% | 28,16 |
| 19/08/2026 | 144,03 | 0,57% | 4,92% | 27,85 |
| 18/08/2026 | 143,21 | 1,07% | 4,33% | 27,44 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoMercado de frango registra alta, enquanto carcaça suína e suíno vivo apresentam queda
Baixar áudioO preço do boi gordo teve uma estabilidade nesta terça-feira (25). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 343,20.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 343,20 | 0,00% | -0,97% | 66,74 |
| 21/08/2026 | 343,20 | -0,72% | -0,97% | 66,74 |
| 20/08/2026 | 345,70 | 0,25% | -0,25% | 66,56 |
| 19/08/2026 | 344,85 | 0,01% | -0,49% | 66,69 |
| 18/08/2026 | 344,80 | -0,07% | -0,50% | 66,07 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,26.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 7,29 | 0,97% | 2,10% |
| 21/08/2026 | 7,22 | 0,70% | 1,12% |
| 20/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 18/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 7,26 | 0,28% | 1,54% |
| 21/08/2026 | 7,24 | 0,84% | 1,26% |
| 20/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 18/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
Já a carcaça suína especial teve uma baixa nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,27.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,69.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | 7,27 | -1,49% | -11,56% |
| 21/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 20/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 19/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 18/08/2026 | 7,38 | 0,68% | -10,22% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 24/08/2026 | MG - posto | 5,02 | -0,59% | -4,74% |
| 24/08/2026 | PR - a retirar | 4,60 | -1,50% | -1,08% |
| 24/08/2026 | RS - a retirar | 4,70 | 0,00% | -1,26% |
| 24/08/2026 | SC - a retirar | 4,69 | 0,86% | -3,30% |
| 24/08/2026 | SP - posto | 4,90 | -0,81% | -3,92% |
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira (24) em alta de 0,51%, aos 171.906,72 pontos.
O principal índice da Bolsa brasileira inverteu o sinal no fim da manhã e passou a subir, puxado principalmente pela valorização das ações da Vale. Por volta das 14h30, o Ibovespa avançava 0,62%, aos 172.093 pontos.
As ações da Vale chegaram a subir 3,28%, enquanto os papéis da Petrobras recuavam cerca de 3%.
A valorização da mineradora ocorreu em meio ao movimento de investidores de voltar a concentrar recursos em empresas mais maduras e ligadas à economia real.
O desempenho da Vale ajudou a sustentar o índice, mesmo com os juros e o câmbio operando próximos da estabilidade.
Os investidores também acompanham a expectativa pelo anúncio das sanções econômicas prometidas pelos Estados Unidos contra o Irã.
Entre os destaques positivos do pregão, as ações da Yduqs (YDUQ3) avançaram 12,83%, após a empresa confirmar tratativas com a Afya. A Usiminas (USIM5) subiu 6,41%, enquanto a CSN (CSNA3) teve alta de 6,05%.
Ações em alta no Ibovespa
Wetzel S.A. Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (MWET4F) +64,08%
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 25.333.014.530, em meio a 3.949.366 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar à vista abriu os negócios desta segunda-feira (24) em leve alta, devolvendo parte da queda registrada no fim da semana passada.
Às 10h45, no horário de Brasília, a moeda norte-americana era cotada a R$ 5,15, com avanço de 0,15%, após chegar a tocar R$ 5,16 no início dos negócios.
No cenário internacional, os investidores acompanham a expectativa pelo anúncio de um novo conjunto de sanções econômicas dos Estados Unidos contra o Irã.
No mercado doméstico, a atenção permanece voltada para as pesquisas eleitorais divulgadas na sexta-feira, após o fechamento dos mercados. Os levantamentos Datafolha e BTG/Nexus apontaram redução da diferença nas intenções de voto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.
O cenário político e as movimentações internacionais seguem entre os principais fatores observados pelos investidores para a definição do comportamento do câmbio.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 6,00.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1941 | 0,1665 | 0,1425 | 30,8981 | 0,1558 | 0,2688 | 0,2716 |
| USD | 5,1508 | 1 | 0,8574 | 0,7336 | 159,15 | 0,8025 | 1,3845 | 1,3987 |
| EUR | 6,0060 | 1,1664 | 1 | 0,8557 | 185,62 | 0,9360 | 1,6147 | 1,6313 |
| GBP | 7,0170 | 1,3631 | 1,1687 | 1 | 216,93 | 1,0939 | 1,8871 | 1,9066 |
| JPY | 3,23641 | 0,628339 | 0,53875 | 0,460979 | 1 | 0,5043 | 0,86990 | 0,87885 |
| CHF | 6,4176 | 1,2460 | 1,0683 | 0,9142 | 198,31 | 1 | 1,7250 | 1,7429 |
| CAD | 3,7203 | 0,7223 | 0,6193 | 0,5299 | 114,96 | 0,5797 | 1 | 1,0104 |
| AUD | 3,6815 | 0,7149 | 0,6130 | 0,5245 | 113,78 | 0,5738 | 0,9898 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO concurso 3770 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (24/08/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 6 pessoas acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 1.963.414,63. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Belém (PA), Teresina (PI), Macaé (RS), Bento Gonçalves (RS), Pinhalzinho (SC) e Osasco (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3771, que será realizado na terça-feira, 25 de agosto de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Copiar o textoÁreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem registrar geada
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica frio e possibilidade de geada em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No Paraná, o dia terá maior presença de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, há previsão de tempo claro com geada em grande parte do estado, enquanto áreas do norte gaúcho terão poucas nuvens. Em Porto Alegre, a previsão é de poucas nuvens com possibilidade de geada, e os termômetros variam entre 5°C e 16°C.
Em Santa Catarina, há previsão de geada em áreas do interior. Em Florianópolis, a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 13°C e máxima de 17°C.
No Paraná, haverá predomínio de muitas nuvens, com períodos de menor nebulosidade em algumas áreas do estado. Em Curitiba, os termômetros ficam entre 10°C e 20°C.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá registra a maior máxima entre as capitais
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica predomínio de muitas nuvens nos quatro estados do Centro-Oeste. As temperaturas mais altas são esperadas em Mato Grosso e Goiás, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 18°C e máxima de 32°C, com céu encoberto por boa parte do dia.
Em Goiás, os termômetros também sobem. Goiânia registra mínima de 22°C e máxima de 35°C.
O maior valor da região é esperado em Mato Grosso. Em Cuiabá, a temperatura varia entre 22°C e 39°C.
Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 18°C e máxima de 31°C, a menor máxima entre as quatro capitais.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada fica concentrada em áreas do Espírito Santo
Baixar áudioA previsão do tempo para esta terça-feira (25) indica predomínio de muitas nuvens na Região Sudeste. A possibilidade de chuva isolada aparece principalmente no Espírito Santo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, muitas nuvens predominam em grande parte do estado. Na capital paulista, a temperatura varia entre 14°C e 20°C.
No Rio de Janeiro, o céu também permanece com muitas nuvens na maior parte do estado. Na capital, os termômetros marcam mínima de 16°C e máxima de 25°C.
Em Minas Gerais, a previsão indica muitas nuvens em grande parte do estado, com redução da nebulosidade em áreas do norte mineiro. Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 15°C, e a máxima chega aos 31°C.
No Espírito Santo, há possibilidade de chuva isolada principalmente em áreas do litoral e do sul do estado, enquanto outras regiões terão muitas nuvens. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 20°C e 27°C, com possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas pode registrar 37°C, enquanto Rio Branco tem previsão de chuva isolada
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica muitas nuvens em boa parte da Região Norte, com possibilidade de chuva isolada no Acre. No Tocantins, o tempo terá menor cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão é de poucas nuvens. Em Palmas, os termômetros variam entre 23°C e 37°C, maior máxima prevista entre as capitais nortistas.
No Pará, muitas nuvens predominam, condição também prevista para Belém, onde as temperaturas ficam entre 24°C e 34°C.
O Amapá terá muitas nuvens ao longo do dia. Em Macapá, a mínima é de 25°C e a máxima chega a 33°C.
Em Roraima, a previsão aponta muitas nuvens. Boa Vista registra temperaturas entre 26°C e 35°C.
No Amazonas, muitas nuvens também predominam. Em Manaus, os termômetros variam de 25°C a 34°C.
Em Rondônia, o cenário se mantém com muitas nuvens. Porto Velho terá mínima de 25°C e máxima de 36°C.
Já no Acre, aumenta a possibilidade de chuva isolada em parte do estado. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 22°C e 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPossibilidade de chuva isolada atinge áreas da Bahia e do Maranhão
Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (25) indica variação de nebulosidade na Região Nordeste. Há possibilidade de chuva isolada em áreas da Bahia e do Maranhão, enquanto o tempo permanece mais aberto em parte do interior da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, a possibilidade de chuva isolada se concentra principalmente no litoral, enquanto áreas do interior terão menor cobertura de nuvens. Em Salvador, o dia será de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros variam entre 22°C e 30°C.
Em Sergipe, muitas nuvens predominam ao longo do dia. Na capital, Aracaju, a temperatura mínima será de 24°C, com máxima de 30°C.
Em Alagoas, o tempo fica com poucas nuvens em boa parte do estado. Em Maceió, as temperaturas variam entre 20°C e 31°C.
Em Pernambuco, a nebulosidade será maior no litoral, enquanto áreas do interior terão períodos com menor nebulosidade. Em Recife, a previsão indica muitas nuvens e temperaturas entre 22°C e 31°C.
Na Paraíba, muitas nuvens predominam no litoral, com redução da nebulosidade em direção ao interior. Em João Pessoa, os termômetros ficam entre 23°C e 32°C.
No Rio Grande do Norte, o tempo fica com poucas nuvens em grande parte do estado. Em Natal, a mínima prevista é de 22°C, e a máxima chega a 30°C.
No Ceará, também há predomínio de poucas nuvens. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 23°C e 31°C.
No Piauí, poucas nuvens predominam e as temperaturas ficam mais elevadas no interior. Em Teresina, a mínima será de 20°C, e a máxima pode chegar a 37°C, a maior entre as capitais nordestinas.
No Maranhão, há possibilidade de chuva isolada no norte do estado, enquanto as demais áreas apresentam menor nebulosidade. Em São Luís, a previsão é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada e temperaturas entre 26°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSondagem da CNI também mostra piora das expectativas dos empresários para os próximos seis meses
Baixar áudioO índice que mede a intenção de investimento da indústria brasileira recuou 0,6 ponto em agosto e atingiu 52,6 pontos, o menor nível registrado em 2026. Esta foi a terceira queda consecutiva do indicador. Os dados são da mais recente Sondagem Industrial divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, afirma que a redução da intenção de investimento é resultado da continuidade de um ambiente macroeconômico desfavorável ao setor. Segundo ela, três fatores explicam esse cenário:
“O primeiro deles é o patamar elevado das taxas de juros. Em segundo lugar, o forte aumento dos custos de produção que a indústria vem sofrendo desde o início da guerra do Oriente Médio. Em terceiro lugar, a forte entrada de produtos importados no mercado doméstico, que acabam capturando uma parte importante do mercado que seria das indústrias domésticas”, explica.
De acordo com a CNI, a menor disposição dos empresários industriais para investir foi acompanhada por uma piora das expectativas para os próximos seis meses.
Em agosto, o índice de expectativa de quantidade exportada caiu 1,5 ponto e atingiu 49,5 pontos. Já a expectativa em relação ao número de empregados recuou 0,7 ponto, para 49,4 pontos. Como ambos ficaram abaixo da linha de 50 pontos, passaram a indicar perspectiva de queda tanto das exportações quanto do emprego industrial.
O otimismo também diminuiu em relação à compra de insumos e matérias-primas e à demanda dos consumidores. O índice de expectativa de compra de matérias-primas caiu 1,2 ponto, para 51,2 pontos, enquanto o indicador de expectativa de demanda recuou 0,7 ponto, para 52,6 pontos.
Apesar das quedas, os dois índices permanecem acima dos 50 pontos, sinalizando expectativas positivas, embora menos intensas do que as registradas em julho.
“Particularmente no que diz respeito à queda da expectativa de quantidade exportada, isso pode ser atribuído, em alguma medida, à imposição de tarifas adicionais pelo mercado americano aos produtos brasileiros”, afirma Nocko.
O índice de evolução do nível de estoques aumentou 1,7 ponto na passagem de junho para julho e chegou a 51 pontos. Foi a primeira vez, em 2026, que o indicador superou a linha de 50 pontos, sinalizando aumento dos estoques de produtos finais após oito meses de queda.
Ao mesmo tempo, o índice que compara o estoque efetivo ao planejado pelos empresários avançou 0,2 ponto, e marcou 50,2 pontos. O resultado indica que, apesar do crescimento, o nível de estoques permanece próximo do planejado pelas empresas.
Para a especialista da CNI, o aumento pode refletir uma maior dificuldade para escoar os produtos no mercado doméstico.
“O nível de estoques vinha mostrando queda nos últimos meses. E agora, no mês de julho, mostrou um crescimento. Isso indica uma certa dificuldade de escoamento dos produtos para o mercado doméstico. Mas isso foi acompanhado pelo nível de estoques em relação ao planejado — que permaneceu ali na linha de 50 pontos — mostrando que, apesar desse aumento do nível de estoques, isso foi planejado pelos empresários industriais”, comenta.
A sondagem também mostra que a produção industrial cresceu em julho. O índice avançou 2,6 pontos e alcançou 51 pontos. Ao ultrapassar a linha de 50 pontos, o indicador sinaliza crescimento da atividade em relação a junho. Foi apenas o segundo mês de 2026 em que o índice apontou expansão da produção. O outro resultado positivo havia sido registrado em março.
O índice de evolução do número de empregados também apresentou alta, de 0,4 ponto, e chegou a 48,6 pontos. Apesar do avanço, o indicador permaneceu abaixo da linha de 50 pontos, o que aponta retração do emprego industrial em comparação com junho.
Já a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) permaneceu estável em 70%. O percentual está um ponto abaixo do registrado em julho de 2024 e de 2025.
Segundo a economista da CNI, embora o crescimento da produção em julho represente um sinal positivo, os demais indicadores recomendam cautela na avaliação do cenário.
“O emprego mostrou uma continuidade desse processo de retração ao longo dos últimos meses. O nível de Utilização da Capacidade Instalada permaneceu estável nessa passagem de junho para julho, mas ainda assim se mostrou um ponto percentual abaixo do mesmo patamar em que estava no mês de julho de 2025 e no mês de julho de 2024”, conclui.
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A CAIXA paga, nesta segunda-feira, 24 de agosto, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. Além da parcela mensal, estudantes da modalidade EJA aprovados no primeiro semestre de 2026 também recebem a parcela do Incentivo Conclusão.
O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem.
O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.
Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.
Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.
O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (24), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de agosto para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 5.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.
Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.
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Baixar áudioO programa Inova Talentos, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), está com 312 bolsas de até R$ 12 mil para pesquisadores interessados em desenvolver projetos estratégicos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em empresas e indústrias nacionais e multinacionais.
As oportunidades são destinadas a profissionais com diferentes níveis de formação, de graduandos a doutores, e abrangem diversas áreas do conhecimento. As bolsas têm duração de até 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período, e contemplam vagas nos formatos presencial, híbrido e remoto, em diferentes estados do país.
Entre as áreas com oportunidades estão engenharias, desenvolvimento de inteligência artificial (IA), farmácia, química, tecnologia da informação, ciência da computação, análise de sistemas, administração, cosmetologia, agronomia e estatística, entre outras.
Os interessados devem entrar em contato com o IEL do próprio estado para verificar as etapas dos processos seletivos e as vagas disponíveis na região. Todas as informações e outras oportunidades podem ser consultadas no site de vagas do IEL – Inova Talentos.
O instituto oferece mais de 50 oportunidades para pesquisadores com graduação, mestrado ou doutorado, em andamento ou concluídos. As vagas são remotas e oferecem bolsas entre R$ 7 mil e R$ 12 mil.
As oportunidades abrangem áreas como ciências exatas, engenharias, ciência da computação, sistemas de informação, ciência de dados, estatística, matemática aplicada, tecnologia da informação e inteligência artificial.
A empresa busca pesquisadores das áreas de engenharia de minas, de materiais, metalúrgica, química, e áreas correlatas para atuação híbrida no Rio de Janeiro. Há oportunidades para especialista 2, com bolsa de R$ 10 mil; especialista 3, de R$ 12 mil; e mestre, de R$ 5,6 mil. Todas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
Também estão disponíveis seis vagas para automação de testes de controles SOX — quatro destinadas a mestres, com bolsas de R$ 9 mil, e duas para doutores, com bolsas de R$ 11 mil.
Outra oportunidade é o Projeto Cora, voltado ao desenvolvimento de um agente de IA generativa, com uma vaga para graduado, com bolsa de R$ 7 mil, e outra para mestre, com bolsa de R$ 9 mil. As vagas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
A empresa procura pesquisadores graduados em ciência da computação, engenharia da computação, sistemas de informação, engenharia de software, engenharia elétrica e áreas correlatas para atuar em um projeto de inteligência artificial aplicada a transformadores.
A vaga é híbrida, em Jundiaí (SP), e oferece bolsa de R$ 7 mil, com carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
A empresa busca pesquisadores graduados em administração, logística, engenharia e áreas correlatas para atuação presencial ou híbrida. São duas oportunidades: uma voltada ao uso de machine learning para a predição de emissões gasosas e particuladas, com bolsa de R$ 4 mil, e outra para o desenvolvimento de uma control tower logística, com bolsa de R$ 3,5 mil.
Ambas têm carga horária de 40 horas semanais e duração de 12 meses.
O Inova Talentos é uma iniciativa do IEL em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que auxiliam na seleção e capacitação dos profissionais.
A superintendente do IEL, Sarah Saldanha, explica que o objetivo do Inova Talentos é fazer a ponte entre a academia e o setor produtivo.
“Se há um desafio de inovação de um lado, e de outro, um profissional capacitado, nós do IEL somos a ponte que conecta a indústria a esses talentos. Sua empresa recebe talentos preparados com formação adequada para desenvolver projetos de inovação dentro da sua empresa. É o IEL trabalhando na aproximação do conhecimento que está na academia, nas universidades, nos centros de conhecimento da própria indústria brasileira”, afirma.
Segundo o gerente de Inovação do Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), Enzo Scivittaro, o programa aproxima os bolsistas aos desafios reais das empresas.
“Iniciativas como o Inova Talentos contribuem para fortalecer a capacidade de inovação nacional ao criar oportunidades para pesquisadores atuarem em projetos de alto impacto no setor produtivo. E é uma forma de transformar conhecimento científico em resultados concretos para a sociedade e para a competitividade nas empresas brasileiras”, destaca.
Scivittaro ressalta que, embora a bolsa não tenha vínculo empregatício, o programa permite que os participantes demonstrem suas competências e construam relações profissionais com equipes altamente especializadas. “Na prática, muitos bolsistas passam a ser reconhecidos pelo valor que geram ao longo do programa e podem, posteriormente, ser considerados para futuras oportunidades profissionais”, pontua.
O diretor de Operações do Ceará Tech Park SENAI/CE e bolsista expert do IEL, Rodrigo Pastl Pontes, destaca que a atuação dos pesquisadores também envolve conectar diferentes atores do ecossistema de inovação — como empresas, universidades, institutos de pesquisa, governo e ambientes de inovação — e transformar essas conexões em projetos, parcerias e oportunidades concretas.
“Muitas vezes, inovar não significa apenas desenvolver uma nova tecnologia, mas saber onde está o conhecimento, quem possui determinada competência e como transformar essas capacidades em soluções para o mercado”, enfatiza.
Para Rodrigo Pastl Pontes, o Inova Talentos está alinhado às tendências globais da inovação industrial ao promover uma conexão direta entre conhecimento científico, desenvolvimento tecnológico e demandas do mercado.
“Na minha atuação, vejo justamente o papel de ajudar a construir essas conexões. Em um ecossistema de alta tecnologia, não basta ter boas universidades, bons institutos de pesquisa ou boas empresas de forma isolada. É preciso criar os mecanismos para que esses atores trabalhem juntos e consigam transformar ciência e tecnologia em novos produtos, empresas e oportunidades para o Brasil”, afirma.
Enzo Scivittaro afirma que, no ICTi, os bolsistas atuam em frentes relacionadas à inteligência artificial, à computação quântica, à experiência do usuário, à prevenção a fraudes e a outras tecnologias emergentes — áreas que ocupam posição central nas agendas globais de inovação e competitividade.
Segundo ele, além de acelerar o desenvolvimento de projetos estratégicos, o Inova Talentos também contribui para o fortalecimento da soberania tecnológica brasileira ao formar profissionais qualificados, estimular a retenção de conhecimento no país e ampliar a capacidade nacional de desenvolver soluções próprias para desafios complexos.
“Quanto mais fortalecemos esse elo entre ciência e mercado, maior a capacidade do Brasil de gerar inovação, propriedade intelectual e vantagens competitivas sustentáveis”, conclui.
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Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação Instituto de Administração, da Universidade de São Paulo (USP), lançaram nesta semana os Cadernos Prospectivos da Base Industrial de Defesa (BID).
A publicação reúne oito estudos que mapeiam as principais transformações tecnológicas, organizacionais e ocupacionais que devem impactar segmentos estratégicos da indústria de defesa nos próximos anos.
O material também identifica as competências que serão exigidas dos profissionais nesse novo cenário e apresenta recomendações para aproximar a formação profissional das demandas da indústria.
Segundo a CNI, os cadernos devem servir de referência para empresas, instituições de ensino, formuladores de políticas públicas e outros integrantes do ecossistema de defesa na preparação para as transformações previstas para a próxima década.
O gerente do Observatório Nacional da Indústria, Rafael Sousa, destaca que a indústria de defesa vai muito além da fabricação de armas.
“Estamos nos referindo a um amplo ecossistema formado por empresas, universidades, centros de pesquisa, órgãos públicos e profissionais que desenvolvem equipamentos, tecnologias e serviços voltados para a proteção e segurança de um país. Os produtos desenvolvidos por essa indústria envolvem aeronaves, navios, veículos, satélites, radares, drones e uma série de equipamentos de proteção e soluções de segurança digital”, afirma.
Segundo ele, muitas das tecnologias desenvolvidas para o setor também têm aplicações civis e estão presentes no cotidiano da população.
“Os satélites, por exemplo, podem apoiar na agricultura e no monitoramento de queimadas. Os drones podem ser usados na logística. Sistemas de comunicação e radares podem contribuir para a prevenção de desastres. E a própria inteligência artificial, que está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, também é uma iniciativa desenvolvida a partir do setor de defesa”, destaca.
Ao todo, os estudos identificaram mais de 120 tecnologias emergentes, além dos novos perfis profissionais que devem ganhar protagonismo nos próximos anos para acompanhar sua incorporação à indústria.
Para Rafael Sousa, o desafio não está apenas em acompanhar a evolução tecnológica, mas em transformar esse conhecimento em capacidade profissional e industrial.
“Para que o Brasil consiga ter profissionais preparados para essa mudança, é necessário traduzir essas tecnologias em competências e perfis profissionais, identificando quais ocupações serão transformadas e quais conhecimentos vão precisar ser desenvolvidos para a absorção dessas tecnologias”, aponta.
A partir disso, ele defende a atualização dos currículos, a criação de novos cursos e programas de especialização e requalificação, além do fortalecimento da formação prática em ambientes tecnológicos.
“Isso vai demandar uma grande articulação entre as Forças Armadas, a indústria de defesa e instituições como o SENAI, universidades e centros de pesquisa. Todo esse processo precisa ser contínuo e manter sempre esse olhar prospectivo”, afirma.
Os estudos mostram que a transformação da Base Industrial de Defesa é impulsionada por um conjunto de tecnologias que atravessa praticamente todos os segmentos analisados, entre eles:
| Tecnologias transversais | Presença nos segmentos analisados |
| Inteligência artificial | 100% |
| Cibersegurança | 100% |
| Engenharia digital | 87,5% |
| Integração digital do ciclo de vida | 87,5% |
| Sensores inteligentes | 87,5% |
| Gêmeos digitais | 87,5% |
| Sistemas autônomos | 75% |
| Arquiteturas abertas | 75% |
| Manufatura aditiva | 75% |
| Novos materiais | 75% |
Segundo as pesquisas, a disseminação de tecnologias emergentes e os eventos de impacto previstos para os próximos anos devem provocar uma reconfiguração na organização do trabalho.
Dessa forma, atividades tradicionalmente concentradas em processos operacionais tendem a evoluir para funções mais voltadas à integração de sistemas, à análise de dados, à tomada de decisões e à gestão de ambientes cada vez mais complexos e conectados.
Essa transformação deve ampliar a demanda por profissionais com visão sistêmica, competências digitais e capacidade de integrar diferentes conhecimentos e áreas de atuação.
Confira alguns conhecimentos, habilidades e aptidões que devem ganhar importância nos próximos anos:
Conhecimentos:
Habilidades:
Aptidões:
A publicação também chama atenção para os desafios que o país deverá enfrentar diante dessa nova realidade. Entre eles estão a dependência tecnológica externa, o financiamento insuficiente e irregular, a fragmentação da cadeia produtiva, a escassez de competências profissionais e as vulnerabilidades cibernéticas.
Por outro lado, os estudos apontam oportunidades para o país. O acompanhamento dessas tendências pode impulsionar a inovação tecnológica, fortalecer a soberania nacional em áreas estratégicas, ampliar a cooperação entre empresas, governo e instituições de ensino, desenvolver talentos e reforçar a defesa cibernética.
Dados do Ministério da Defesa compilados pela CNI apontam que as exportações da Base Industrial de Defesa cresceram 29% no primeiro semestre deste ano, alcançando US$ 1,8 bilhão em autorizações para exportação. Produtos brasileiros do setor já chegaram a 150 países por meio de 130 empresas exportadoras.
Entre os principais itens vendidos ao exterior estão aeronaves e componentes, explosivos, bombas, armamentos leves, munições e serviços de engenharia relacionados a produtos de defesa de alto valor agregado.
A Base Industrial de Defesa e Segurança representa atualmente 3,41% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Mineração (ANM) concluiu a Avaliação de Resultados Regulatórios (ARR) da Resolução ANM nº 143/2023 sobre as regras de distribuição da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) aos municípios afetados pela atividade minerária. O levantamento aponta avanços em segurança jurídica e transparência. No entanto, a publicação indica a necessidade de aperfeiçoar os critérios de distribuição e integrar dados para tornar a identificação dos impactos da mineração e os repasses mais ágeis e precisos.
A avaliação aponta problemas no modelo atual de distribuição da CFEM. Conforme relatório, a complexidade dos cálculos e as dificuldades com bases de dados e infraestrutura tecnológica podem atrasar a definição dos municípios beneficiários.
Pelo documento, distorções causadas pelo uso da “área imobilizada” podem manter estruturas ociosas ou desativadas na base de cálculo.
Em nota publicada pela ANM, o diretor da agência, José Fernando de Mendonça Gomes Júnior, pontua que a expectativa é que o aperfeiçoamento do sistema contribua para tornar a gestão da CFEM mais eficiente e os repasses justos.
“Estamos cada vez mais avançando para um modelo mais moderno, transparente e preciso de gestão da CFEM. A integração de dados permitirá identificar com maior segurança os impactos da atividade mineral e fazer com que os recursos cheguem aos municípios afetados de forma mais ágil e justa. É uma mudança importante não apenas do ponto de vista tecnológico, mas também para fortalecer a capacidade da Agência de transformar a arrecadação mineral em benefícios concretos para a sociedade”, destaca o diretor.
Após cerca de três anos de vigência da resolução 143, a ARR analisou se os resultados esperados foram alcançados e quais aspectos da regulamentação precisam ser revistos. O estudo também mapeou os efeitos das regras sobre a atuação da ANM, os entes federativos e as empresas mineradoras, além dos riscos de judicialização e das dificuldades operacionais identificadas durante a implementação.
O material mostra, ainda, as fragilidades nos dados autodeclarados pelas empresas, além de dificuldades para municípios pequenos contestarem os resultados.
Segundo a ANM, entre os problemas estão o prazo de 15 dias para apresentação de documentos técnicos e falhas na rastreabilidade de recursos destinados a ferrovias, dutos e portos.
O relatório da ANM traz recomendações estratégicas, como propostas de mudança normativa para uma nova metodologia de cálculo da distribuição da CFEM. De acordo com a agência, a proposta adota critérios menos complexos e permite uma vinculação direta entre a produção mineral declarada em cada jazida, representada pela CFEM recolhida, e os valores destinados aos municípios conforme o grau e o tipo de afetação.
A modernização acontece por meio do projeto CFEM Conecta e o desenvolvimento da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM).
A ideia é obter uma apuração mais dinâmica, com cruzamento automático de dados de notas fiscais eletrônicas e sistemas logísticos com as estruturas mapeadas.
O cronograma, as atas e os próximos passos podem ser acompanhados pela sociedade e pelos gestores municipais no espaço do CFEM Conecta no site da ANM.
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Baixar áudioNas eleições gerais de 2022, quatro estados registraram viradas de voto no segundo turno da disputa pelo cargo de governador. Neles, o candidato que terminou o primeiro turno na liderança foi derrotado na etapa final. O cenário ocorreu em Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Sergipe.
Segundo levantamento do Brasil 61, com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Mato Grosso do Sul, o Capitão Contar (PRTB) liderou o primeiro turno com 384.275 votos. No entanto, no segundo turno, Eduardo Riedel (PSDB) venceu a disputa, com 808.210 votos, contra 612.113 de Contar.
Em Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade) foi a candidata mais votada no primeiro turno, com 1.175.651 votos. Na segunda etapa, Raquel Lyra (PSDB) virou o resultado e foi eleita com 3.113.415 votos, contra 2.190.264 de Marília.
No Rio Grande do Sul, Onyx Lorenzoni (PL) liderou o primeiro turno, com 2.382.026 votos, mas Eduardo Leite (PSDB) venceu no segundo, ao receber 3.687.126 votos, contra 2.767.786 de Onyx.
Em Sergipe, Rogério Carvalho (PT) terminou o primeiro turno na frente, com 338.796 votos. No segundo turno, Fábio Mitidieri (PSD) conseguiu reverter a vantagem e venceu com 623.851 votos, contra 582.940 de Carvalho.
Nos outros oito estados que tiveram segundo turno — Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo —, o candidato que liderou a primeira etapa confirmou a vitória no segundo turno.
A diferença entre os dois turnos está, em parte, na redistribuição dos votos dos candidatos eliminados na primeira etapa. Com apenas dois concorrentes na disputa, os candidatos que avançam precisam ampliar suas alianças e conquistar parte do eleitorado que havia votado em outras candidaturas.
Foi o que ocorreu nos quatro estados em que houve virada em 2022: os candidatos que terminaram o primeiro turno em segundo lugar conseguiram ampliar sua votação e superar os líderes da primeira etapa.
Para 2026, o histórico pode ajudar a contextualizar as disputas, mas não permite antecipar o resultado. Governadores que já exerceram um mandato podem disputar a reeleição, enquanto adversários que participaram das eleições anteriores também podem voltar ao cenário eleitoral. O resultado dependerá, entre outros fatores, das candidaturas confirmadas, das alianças e da dinâmica de cada disputa.
Assim, as viradas registradas em 2022 servem como referência para entender o comportamento eleitoral nesses estados, mas não determinam o que ocorrerá nas eleições de 2026.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (24) com recuo de 0,98%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.803,73 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve recuo de 1,33%, sendo comercializado a R$ 1.051,93.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 1.803,76 | -0,98% | 3,42% | 350,79 |
| 20/08/2026 | 1.821,66 | 0,94% | 4,44% | 350,72 |
| 19/08/2026 | 1.804,65 | -0,59% | 3,47% | 348,99 |
| 18/08/2026 | 1.815,45 | 1,72% | 4,09% | 347,85 |
| 17/08/2026 | 1.784,82 | -0,52% | 2,33% | 343,37 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 1.051,93 | -1,33% | -3,72% | 204,58 |
| 20/08/2026 | 1.066,15 | 0,33% | -2,42% | 205,27 |
| 19/08/2026 | 1.062,69 | -1,16% | -2,73% | 205,51 |
| 18/08/2026 | 1.075,11 | 2,10% | -1,60% | 206,00 |
| 17/08/2026 | 1.052,95 | 0,36% | -3,63% | 202,57 |
O preço do açúcar cristal apresenta estabilidade na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 104,37.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 104,37 | 0,00% | 14,07% | 20,10 |
| 20/08/2026 | 104,37 | 1,83% | 14,07% | 20,10 |
| 19/08/2026 | 102,49 | 0,22% | 12,01% | 19,82 |
| 18/08/2026 | 102,27 | 2,33% | 11,77% | 19,59 |
| 17/08/2026 | 99,94 | 2,08% | 9,22% | 19,23 |
Em Santos (SP), houve alta de 0,39%, e a mercadoria é negociada a R$ 126,50 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 126,50 | 0,39% | 19,01% | 24,50 |
| 20/08/2026 | 126,01 | 0,64% | 18,55% | 24,30 |
| 19/08/2026 | 125,21 | -0,82% | 17,80% | 24,21 |
| 18/08/2026 | 126,24 | 3,37% | 18,77% | 24,26 |
| 17/08/2026 | 122,13 | 1,55% | 14,90% | 23,48 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,90 após alta de 0,24%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 67,90 | 0,24% | 4,06% | 13,20 |
| 20/08/2026 | 67,74 | 0,52% | 3,82% | 13,04 |
| 19/08/2026 | 67,39 | 0,28% | 3,28% | 13,03 |
| 18/08/2026 | 67,20 | 0,73% | 2,99% | 12,88 |
| 17/08/2026 | 66,71 | 0,54% | 2,24% | 12,83 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioA Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 0,6% em agosto, na comparação com o mês anterior e considerando o ajuste sazonal. Com o resultado, o índice atingiu 104,9 pontos, o menor nível desde março deste ano. Na comparação anual, porém, houve crescimento de 2,3%.
De acordo com a pesquisa da CNC, a redução mensal ocorreu na maioria dos componentes analisados. A Perspectiva Profissional apresentou queda de 1,9%, completando três meses consecutivos de retração. O indicador relacionado ao Emprego Atual, por outro lado, avançou 0,1% no mês e acumula crescimento de 1,9% em 12 meses.
Mesmo com condições consideradas favoráveis no mercado de trabalho, a percepção das famílias sobre os próximos meses perdeu força. A parcela que avalia o emprego atual de forma positiva chegou a 42,9%, enquanto a avaliação favorável sobre a perspectiva profissional ficou em 48%, o menor percentual desde setembro de 2022.
O levantamento também mostra perda de força na disposição para consumir. O Nível de Consumo Atual caiu 0,5% em agosto e ficou em 92,3 pontos, ainda abaixo da faixa de 100 pontos, considerada pela pesquisa como referência entre percepção positiva e negativa. Já a Perspectiva de Consumo recuou 0,2% no mês, embora permaneça 3% acima do resultado de agosto do ano passado.
Entre os componentes pesquisados, o Momento para Compra de Duráveis registrou queda mensal de 1,3%, mas apresentou o maior avanço na comparação anual, de 17,5%. Segundo a análise da CNC, a inflação mais baixa dos bens duráveis contribuiu para a melhora em relação a 2025, mas as condições atuais de consumo começaram a limitar esse movimento.
A redução da intenção de consumo atingiu as duas faixas de renda analisadas. Entre as famílias com renda de até dez salários mínimos, o indicador ficou em 102,5 pontos, com queda mensal de 0,6%. Para aquelas com renda acima de dez salários mínimos, o índice chegou a 117,4 pontos, também com retração de 0,6%.
Na comparação com agosto de 2025, as famílias de menor renda apresentaram o maior crescimento da ICF, de 2,5%, ante avanço de 1,6% entre as famílias com rendimento superior a dez salários mínimos. A Perspectiva Profissional foi o principal destaque negativo nos dois grupos, com quedas anuais de 10,6% e 7,3%, respectivamente.
Os resultados indicam que, apesar de a intenção de consumo permanecer acima do nível observado no ano passado, a maior cautela em relação à estabilidade do emprego passou a pesar nas decisões das famílias. O cenário também interrompeu parte do avanço observado nos últimos meses na disposição para compras, especialmente de bens de maior valor.
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Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta recuo de 0,72% nesta segunda-feira (24). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 343,20.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 343,20 | -0,72% | -0,97% | 66,74 |
| 20/08/2026 | 345,70 | 0,25% | -0,25% | 66,56 |
| 19/08/2026 | 344,85 | 0,01% | -0,49% | 66,69 |
| 18/08/2026 | 344,80 | -0,07% | -0,50% | 66,07 |
| 17/08/2026 | 345,05 | -0,49% | -0,43% | 66,38 |
No mercado de frango, os preços apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado é vendido a R$ 7,22, enquanto o frango resfriado custa R$ 7,24.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 7,22 | 0,70% | 1,12% |
| 20/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 18/08/2026 | 7,17 | 0,00% | 0,42% |
| 17/08/2026 | 7,17 | -0,28% | 0,42% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 7,24 | 0,84% | 1,26% |
| 20/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 19/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 18/08/2026 | 7,18 | 0,00% | 0,42% |
| 17/08/2026 | 7,18 | -0,28% | 0,42% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,38.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,65.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 20/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 19/08/2026 | 7,38 | 0,00% | -10,22% |
| 18/08/2026 | 7,38 | 0,68% | -10,22% |
| 17/08/2026 | 7,33 | 0,00% | -10,83% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | MG - posto | 5,05 | 0,00% | -4,17% |
| 21/08/2026 | PR - a retirar | 4,67 | 0,00% | 0,43% |
| 21/08/2026 | RS - a retirar | 4,70 | 0,00% | -1,26% |
| 21/08/2026 | SC - a retirar | 4,65 | 0,00% | -4,12% |
| 21/08/2026 | SP - posto | 4,94 | -0,20% | -3,14% |
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO trigo tem estabilidade de preço no Rio Grande do Sul e aumento no Paraná
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia segunda-feira (24) em alta no interior do Paraná e em baixa na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,31%, com a saca negociada a R$ 146,70. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,61%, levando a cotação para R$ 153,68.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 146,70 | 0,31% | 6,87% | 28,53 |
| 20/08/2026 | 146,24 | 1,53% | 6,53% | 28,16 |
| 19/08/2026 | 144,03 | 0,57% | 4,92% | 27,85 |
| 18/08/2026 | 143,21 | 1,07% | 4,33% | 27,44 |
| 17/08/2026 | 141,69 | 0,38% | 3,22% | 27,26 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 153,68 | -0,61% | 6,05% | 29,89 |
| 20/08/2026 | 154,63 | 1,97% | 6,71% | 29,77 |
| 19/08/2026 | 151,65 | 0,19% | 4,65% | 29,33 |
| 18/08/2026 | 151,36 | 0,81% | 4,45% | 29,00 |
| 17/08/2026 | 150,14 | 0,80% | 3,61% | 28,88 |
O trigo tem estabilidade de preço no Rio Grande do Sul e aumento no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.446,76. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.326,73.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 1.326,73 | 0,00% | 0,37% | 258,02 |
| 20/08/2026 | 1.326,73 | 0,38% | 0,37% | 255,44 |
| 19/08/2026 | 1.321,69 | 0,12% | -0,01% | 255,60 |
| 18/08/2026 | 1.320,04 | 0,15% | -0,14% | 252,93 |
| 17/08/2026 | 1.318,09 | -0,13% | -0,29% | 253,58 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 21/08/2026 | 1.446,76 | 0,19% | 2,90% | 281,36 |
| 20/08/2026 | 1.444,03 | 0,00% | 2,71% | 278,02 |
| 19/08/2026 | 1.444,01 | 1,75% | 2,71% | 279,25 |
| 18/08/2026 | 1.419,12 | 0,00% | 0,94% | 271,91 |
| 17/08/2026 | 1.419,11 | -0,18% | 0,94% | 273,01 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoCuritiba terá máxima de 15°C, enquanto Florianópolis chega a 16°C e Porto Alegre a 14°C
Baixar áudioA segunda-feira será de muitas nuvens nas capitais da Região Sul. Em Curitiba, os termômetros variam entre 9°C e 15°C, com tendência de declínio na temperatura máxima.
Florianópolis terá mínima de 11°C e máxima de 16°C. Em Porto Alegre, a temperatura fica entre 8°C e 14°C.
A umidade máxima chega a 90% em Curitiba, 75% em Florianópolis e 85% em Porto Alegre.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoGoiânia e Cuiabá registram as maiores temperaturas, enquanto Campo Grande terá muitas nuvens
Baixar áudioA segunda-feira será de poucas nuvens em Brasília, Goiânia e Cuiabá. Brasília terá mínima de 20°C e máxima de 31°C.
Em Goiânia, a temperatura varia entre 21°C e 35°C, com umidade mínima de 15%. Cuiabá também terá máxima de 35°C, com mínima de 20°C.
Campo Grande terá muitas nuvens e temperaturas entre 15°C e 30°C. A umidade mínima será de 20% na capital sul-mato-grossense.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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