Consumo

17/09/2021 22:05h

O reajuste negativo é de 8,19% e todas as empresas de plano de saúde são obrigadas a aderir à determinação da ANS

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Na contramão de outros serviços básicos que tiveram aumento recentemente, os planos de saúde individuais e familiares ficaram mais baratos. O reajuste negativo de 8,19%, anunciado pela Agência de Saúde Suplementar (ANS), começou a valer em junho deste ano e vai até abril de 2022. 

Pagando R$ 400,00 no plano de saúde que usa desde janeiro, o jornalista Victor Henrique ainda não teve redução no valor da sua mensalidade, mas avalia de forma positiva a ação da ANS. “Eu acho muito importante diminuir os valores dos planos de saúde nessa época de pandemia, mesmo tendo muitas pessoas vacinadas. A inflação fez com que os preços das coisas ficassem mais caros e têm muitas pessoas fazendo sacrifício para poder manter o plano, mesmo tendo gastos com gás, gasolina e outras coisas”, opina.

Assim como Victor, outros consumidores ainda não tiveram redução no valor que estão pagando, mesmo com o reajuste já em vigência. De acordo com a ANS, o desconto nos valores de planos de saúde é aplicado no aniversário de cada contrato, e não após a determinação do órgão. Ou seja: quem tem direito ao reajuste só vai notá-lo após um ano ou mais de contrato. Sendo assim, Victor terá o desconto apenas em janeiro de 2022. 

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Paulo Rebello, diretor-presidente da ANS, explica que a queda no número de demandas foi o que motivou o reajuste. “A metodologia de cálculos de reajustes dos planos individuais ou familiares utilizada pela ANS desde 2019 tem como um dos fatores a frequência de utilização dos planos de saúde no ano anterior. O percentual negativo definido este ano reflete a queda de 17% do número de consultas, terapias exames e cirurgias no ano passado em relação a 2019, em decorrência ao isolamento social causado pela pandemia do coronavírus”, esclarece. 

Evolução do valor comercial médio

A queda no número de consultas preocupa o diretor. Na cardiologia, por exemplo, os números mostram que as consultas caíram 23,4% e as internações por infarto agudo de miocárdio custeadas pelos planos de saúde privados subiram 14%. “A queda na realização de consultas de rotinas, de exames preventivos e de tratamentos de doenças crônicas é bastante preocupante porque pode agravar problemas já existentes ou deixar doenças que poderiam ser identificadas e tratadas em fase inicial”, alerta. 

Direito

O especialista em direito constitucional Ariel Sangaletti diz que todas as operadoras de planos de saúde são obrigadas a aplicar o desconto dado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pede que os consumidores informem ao órgão caso o reajuste não tenha sido feito. “É importante esclarecer que o reajuste negativo definido pela ANS é obrigatório para todas as empresas de planos de saúde, pois a ANS entende que o consumidor, de forma isolada, é a parte mais frágil da relação contratual. Caso a empresa não oferte a redução da mensalidade, é preciso reclamar na ouvidoria da ANS e no PROCON.”

Visão geral de planos ativos

Onde reclamar: Disque ANS, 0800 701 9656; Fale Conosco, em gov.br/ans; ou para deficiente auditivo, 0800 021 2105.

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13/08/2021 03:00h

De acordo com dados do Índice Nacional de Consumo, alta é de 22,1%, na comparação com o mesmo período do ano passado, acumulando aumento de 4,28% no primeiro semestre deste ano

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Os preços da cesta básica tiveram alta de 1,34% em junho deste ano, com valor médio de R$ 662,17. De acordo com dados do Índice Nacional de Consumo (INC Abras) nos lares, calculados pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) na comparação com o mesmo período do ano passado, a alta é de 22,1%, acumulando aumento de 4,28% no primeiro semestre deste ano.
 
O indicador tem como base 35 itens, entre eles os produtos cujos preços mais aumentaram de janeiro a junho: açúcar (15,9%), carne dianteiro (13,2%), ovo (12,9%) e café (8,5%). De acordo com o vice-presidente da associação, Marcio Milan, além do clima seco, as altas temperaturas também estão sendo influenciadas pelo cenário externo.
 
“O dólar favorável para exportação, o câmbio favorável para exportação. O mercado exportador está extremamente aquecido, então, isso tem feito com que esses produtos passem a ter essa variedade. Do outro lado, a gente tem também o aumento nos principais insumos desses produtos”, afirmou o especialista.

Registraram as maiores quedas pernil (-6,6%), arroz (-4,7%) e óleo de soja (-0,02%). No entanto, apenas em junho, na comparação com o mesmo mês de 2020, óleo de soja (91,8%) e arroz (50,1%) são os produtos da cesta cujo preço mais subiu.
 
Quem mais sofre a alta é o trabalhador. A auxiliar de limpeza Helia Maria Silva, 38 anos, moradora da na zona leste da capital paulista, tem percebido, cada vez que vai ao supermercado, que os alimentos estão mais caros. A chefe de família tem substituído produtos para não deixar faltar comida na mesa.
 
“Quem está trabalhando está trabalhando só para comer. Ultimamente eu tenho trocado a carne pelo ovo e quando vejo um produto muito caro eu troco e substituo por um mais barato”, contou.

Valor da cesta básica deve seguir ‘pressionando’ as famílias, prevê economista

Comércio varejista teve alta de 1,8% de março para abril

Em 2020, setor de supermercados faturou R$ 554 bilhões
 
As cinco regiões do País tiveram alta nos preços da cesta Abrasmercado. A maior oscilação foi no Sul (2,10%), onde a cesta passou de R$ 694,99 para R$ 709,59. O Nordeste veio em segundo lugar, com (2,01%), a cesta subiu de R$ 569,78 para R$ 581,26. 
 

São Paulo é um dos estados brasileiros com a cesta básica mais cara do país, com valor médio de R$ 640,51, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Helia Maria, que se mudou do Rio Grande do Norte para a capital paulista, sentiu a diferença de preços de itens essenciais entre as regiões e viu o cenário piorar diante da pandemia. 

Queda no consumo

Apesar da alta acumulada no primeiro semestre deste ano, as vendas reais dos supermercados brasileiros desaceleraram 0,68% em junho em relação a maio de 2021. De janeiro a maio, o setor de supermercados acumula alta real de 5,32%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o resultado também é positivo em 2,88%. Contra abril, a alta foi de 1,98%.

Perspectivas

As expectativas para o segundo semestre do ano são otimistas para o setor. Entre as justificativas está o recebimento da segunda parcela do 13º aos beneficiários do INSS, além do auxílio emergencial prorrogado até outubro e o 2º lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física, onde serão pagos mais R$ 6 bilhões pagos aos contribuintes.

Segundo o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, o avanço da vacinação também vai reverter em maior e melhor funcionamento da economia, com reflexo sobre o movimento nos supermercados.

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12/07/2021 09:45h

A projeção é de que o Sudeste e o Centro-Oeste brasileiros terminem o mês de julho com os reservatórios com apenas 26% da capacidade

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Relatório elaborado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aponta que todas as regiões do Brasil estão com os níveis dos reservatórios abaixo da média histórica. De acordo com a instituição, as regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste se encontram em situação mais crítica.

A projeção é de que o Sudeste e o Centro-Oeste brasileiros terminem o mês de julho com os reservatórios apenas 26% da capacidade. Para a região Sul, a previsão é de que reservatórios fiquem com 45% da capacidade. O Nordeste, por sua vez, deve terminar o mês com 53% da capacidade, enquanto o Norte com 80%.

Lei aumenta proteção para consumidores superendividados

Valor da cesta básica deve seguir ‘pressionando’ as famílias, prevê economista

Segundo o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a crise hídrica não ocorre somente no Brasil, e que se trata de um processo de mudança climática. Ele pontuou, ainda, que o quadro não ocorre em todo o país, mas concentrada particularmente na região Centro-Oeste e no Sudeste.

A estimativa é de que o volume de chuvas do Brasil, em 2021, seja o menor dos últimos 90 anos. Inclusive, o governo iniciou uma campanha para o consumo consciente de água e luz. No entanto, a possibilidade de racionamento foi descartada.

 

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Desenvolvimento Regional
01/07/2021 17:30h

Recurso hídrico virá do reservatório de Muquém, localizado na cidade de Floresta.

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As águas do Rio Francisco vão chegar à Barra do Juá, em Pernambuco, onde vão viabilizar o consumo e a irrigação em cerca de 800 propriedades. O recurso hídrico virá do reservatório de Muquém, localizado na cidade de Floresta.

Francisco Igor Nunes, secretário Nacional de Segurança Hídrica substituto, destaca a importância da liberação das águas.

"Demos início à liberação das águas da Barragem de Muquém para Barra do Juá. A Barragem de Muquém, que faz parte do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. As águas liberadas serão utilizadas no uso difuso e irrigação, contribuindo para a geração de renda e emprego na bacia hidrográfica beneficiada."

Esta é mais uma etapa concluída do Projeto de Integração do Rio São Francisco, que conta com mais de 97% de avanço operacional nos eixos norte e leste. 

Desde 2017, o Eixo Leste fornece água em quantidade e qualidade para mais de 1 milhão e 400 mil pessoas em 57 municípios, sendo 21 em Pernambuco e 36 na Paraíba.

Para saber mais sobre o projeto e outras ações de segurança hídrica do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br

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21/06/2021 18:05h

Apesar do aumento, este foi o pior junho desde o início da série histórica

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Nesta segunda-feira (21) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou que o indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF) ficou em 67,5 pontos, revelando alta de 2,1% em junho, considerando o ajuste sazonal. De acordo com a CNC, apesar do aumento, esse foi o menor nível desde agosto de 2020 e o pior junho da série histórica iniciada em 2010. Em comparação ao mesmo mês do ano passado, o ICF desceu 2,6%.

Já o indicador de renda atual cresceu 1,5% no mês, mesmo tendo atingido seu menor nível histórico. Enquanto isso, o indicador de emprego atual permaneceu com o maior índice do mês com 86,4 pontos, tendo a perspectiva profissional com 76,3 pontos.

Consumo mundial de café cresce em 1,9%

Empregadores podem ser isentos de pagar depósito recursal trabalhista

O total de 18 mil famílias foram consultadas na pesquisa. Deste número, 43,2% apontou que a renda familiar piorou em relação ao ano passado. No entanto, com o ajuste de sazonalidade, o índice apresentou crescimento de 1,5%. Em relação à segurança, 35,5% dos entrevistados responderam que se sentem seguros com os seus empregos em relação ao ano passado.

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11/06/2021 04:30h

Europa aparece em primeiro lugar na previsão de sacas a ainda serem consumidas

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Segundo previsão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o consumo mundial de café no ano-cafeeiro 2020-2021 deverá atingir o volume físico equivalente a 167,58 milhões de sacas de 60kg, representando um acréscimo de 1,9% em comparação com o ano anterior.

No contexto global do consumo de café, a Europa aparece em primeiro lugar na previsão de consumo, responsável por 32,5% e cerca de 54 milhões de sacas a serem consumidas. Na segunda posição vem a Ásia e Oceania com 21,9%, logo em seguida a América do Norte com 18,9% e em quarto lugar fica a América do Sul com 16,2%. Por último, o continente africano e a região que contempla o México e a América Central, com 7,3% e 3,2% respectivamente.

Exportação de carne bovina brasileira cai 2,9%

Comércio varejista teve alta de 1,8% de março para abril

Os números e dados globais são da Organização Internacional do Café (OIC), que atribui o aumento do consumo mundial de café às perspectivas de recuperação econômica pós Covid-19, além da confiança dos consumidores. Conforme a organização, este consumo ainda deve crescer 2,3% nos países importadores e 1% nos países exportadores.

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30/04/2021 16:00h

Com o aumento, foi recuperado 44% da queda sofrida no mês anterior. Dados foram divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV)

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) subiu 4,3 pontos em abril. Agora com 72,5 pontos no total, o índice recuperou 44% da queda sofrida no mês anterior.

Segundo Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens da FGV, a confiança dos consumidores ainda precisa ser avaliada com cautela e pode ser justificada por fatores econômicos e psicológicos, como a incerteza em relação à saúde por conta do momento atual. Apesar disso, o indicador mostra expectativas com a economia para os próximos meses, subindo 8,6 pontos.

Índice de Confiança do Empresário do Comércio atinge menor nível desde setembro

Intenção de consumo dos brasileiros volta a cair em abril

Já o indicador que mede o ímpeto para compras subiu 6,5 pontos, para o total de 53,1 pontos. Apesar do resultado positivo, o patamar ainda é baixo quando comparado aos níveis pré-pandemia. Entre janeiro de 2018 e fevereiro de 2020, esse mesmo valor médio para compras foi de 82,7 pontos.

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21/04/2021 10:45h

Número registra o pior mês de abril da série histórica. Redução é atribuída ao agravamento da pandemia

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A intenção de consumo dos brasileiros voltou a cair em abril. Apurado mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) alcançou o patamar de 70,7 pontos no mês, o menor nível desde novembro de 2020. Além disso, foi o pior mês de abril da série histórica, tendo retração de -26,1% em relação ao mesmo período em 2020.

Para José Roberto Tadros, presidente da CNC, essa redução no mês de abril é resultado do agravamento da pandemia no país, com medidas mais restritivas de circulação, fechamentos de comércios e lockdown.

Na pesquisa, o maior número de entrevistados respondeu se sentirem seguros em seus empregos, mas também indicou que a renda está pior do que no ano passado. O número de pesquisados que acredita que comprar a prazo está mais difícil, também aumentou.

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12/03/2021 00:00h

Apenas em fevereiro, 4,7 milhões de toneladas foram compradas. Crescimento é de 14% em relação ao mesmo mês de 2020

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Apesar da pandemia da Covid-19 estar afetando diversos negócios, o comércio de cimento vai muito bem. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC), apenas no mês de fevereiro de 2021, as vendas no setor cresceram 14% em relação ao mesmo mês de 2020, totalizando 4,7 milhões de toneladas vendidas.

As vendas por dia útil - indicador que considera os dias trabalhados como forte influência no consumo de cimento -, também foi um fator importante analisado. Neste ano, a maioria dos estados não teve feriado de Carnaval, aumentando assim, o número de dias úteis. Com isso, a comercialização do produto foi de 234,1 mil toneladas, resultando em um aumento de 5,4% comparado ao mês anterior e de 16,4% em relação a fevereiro de 2020. 

Vale ressaltar que os estados que aderiram ao feriado de carnaval suspenderam as atividades nos dias de festas, não sendo, portanto, contabilizados como abertura de comercialização.

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A alta no número de vendas foi possível graças às favoráveis condições climáticas, as manutenções de obras imobiliárias e a autoconstrução. O economista do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (CNC), Flávio Guimarães, esclarece que os meses seguintes ainda estarão em aquecimento, mas que a desvalorização da moeda brasileira pode reverter tudo. “Para piorar a situação, o mundo enfrenta uma forte pressão nos preços das commodities, que no Brasil se agrava devido à forte desvalorização do real, impactando diretamente na indústria do cimento”, esclarece.

O economista enfatiza ainda que o fim do auxílio emergencial e novas medidas de circulação podem tornar o cenário desfavorável. “É fundamental acelerar a vacinação da população e aprovar as reformas estruturantes para que haja retomada no crescimento econômico do País”. 



No acumulado de doze meses, a região Centro-Oeste apresentou o maior crescimento em vendas de cimento, totalizando 17,2%. Com a população passando mais tempo dentro de casa, alguns decidiram aproveitar para fazer autoconstrução. Foi o caso do estudante de medicina veterinária Samuel Lucas. O morador da Cidade Ocidental (GO) relata que a pandemia possibilitou ajustes dentro do lar. 

“Nós já tínhamos um projeto para fazer uma varanda e rebocar toda a casa. Nos primeiros meses da pandemia meu pai ficou em casa e pôde fiscalizar toda a reforma. No fim, fizemos até mais que o necessário, trocamos as janelas, portas e colocamos piso na área externa”, afirma.

O setor de varejo de material de construção foi considerado serviço essencial por lei Federal. O decreto foi publicado no dia 28 de abril de 2020 no Diário Oficial da União. 

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03/03/2021 00:00h

Foram adotadas estratégias para evitar a descapitalização desse segmento e garantir o abastecimento do mercado

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou a contratação, até o dia 30 de junho deste ano e com recursos obrigatórios, de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para beneficiamento ou industrialização de leite.

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Covid-19: estados e municípios poderão assumir a responsabilidade civil por efeitos adversos provocados pela vacina

O limite de crédito é de até R$ 65 milhões, com taxa de juros de 6% ao ano e prazo de reembolso de até 240 dias. Além disso, foi ampliado para dois anos o prazo de reembolso para contratação de crédito de custeio pecuário para retenção de matrizes bovinas de leite.

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