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A segunda-feira (2) será marcada por tempo instável em toda a Região Centro-Oeste do país.
Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo de todo o dia, atingindo todas as regiões do estado, do norte mato-grossense ao sudeste.
Já em Mato Grosso do Sul, a chuva ocorre de forma mais intensa em municípios como Rio Verde de Mato Grosso, localizado na região norte sul-mato-grossense, além de Corumbá, no Pantanal, e São Gabriel do Oeste, na região centro-norte do estado.
Em Goiás, há previsão de chuva acompanhada de risco de queda de granizo, especialmente em Cristalina, no Entorno do Distrito Federal, Campo Alegre de Goiás, no leste goiano, e Luziânia, também no Entorno do DF.
No Distrito Federal, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva ao longo do dia e possibilidade de granizo, principalmente entre a tarde e a noite.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 21°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por instabilidade em toda a Região Sudeste do país.
Em São Paulo, a chuva atinge todo o estado, com possibilidade de precipitações fortes. O risco de queda de granizo é maior nos municípios de Casa Branca, Mococa e São José do Rio Pardo, localizados na região nordeste paulista.
Em Minas Gerais, a instabilidade também predomina. Há previsão de pancadas de chuva e possibilidade de granizo de forma generalizada, atingindo diferentes regiões do estado, desde o Triângulo Mineiro até a Zona da Mata.
No Rio de Janeiro, chove ao longo de todo o dia em todas as regiões. O risco de granizo é maior em Valença, no Centro-Sul Fluminense, e em Resende e Quatis, municípios do Sul Fluminense.
Já no Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, especialmente em Aracruz e Linhares, cidades localizadas no litoral norte capixaba.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por contraste nas condições do tempo na região Nordeste do país. Enquanto áreas do interior registram instabilidade, outros estados mantêm tempo firme ao longo do dia.
No Maranhão, a previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Bom Jesus das Selvas, no oeste maranhense, além de Grajaú, na região central do estado, São José de Ribamar, no litoral norte, e Fiquene, localizada no sul maranhense.
No Piauí, a chuva ocorre com maior intensidade em Baixa Grande do Ribeiro, Monte Alegre do Piauí e Riacho Frio, municípios situados no sul piauiense, área com maior potencial para volumes elevados de precipitação.
Na Bahia, a expectativa é de fortes precipitações em São Desidério, no oeste baiano, além de Rio do Pires, na Chapada Diamantina, e Angical, também no oeste do estado.
Já no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a previsão indica tempo claro, estável e com poucas nuvens ao longo do dia, sem expectativa de chuva significativa.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Recife. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A segunda-feira (2) será marcada por instabilidade em grande parte da Região Norte, com previsão de chuvas fortes em alguns estados, enquanto outras áreas registram tempo mais estável ao longo do dia.
No Acre e em Rondônia, a expectativa é de fortes precipitações ao longo do dia, atingindo todas as regiões dos estados, desde o vale do Juruá até o leste rondoniense.
No Amazonas, as chuvas mais intensas se concentram em Manicoré, Tapauá e Novo Aripuanã, municípios localizados no sul amazonense, região que deve registrar pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Em Roraima, há previsão de chuva em Caracaraí e Rorainópolis, municípios do sul roraimense, com pancadas isoladas ao longo do dia.
No Amapá, a instabilidade é mais significativa, com expectativa de fortes pancadas de chuva em Serra do Navio, no centro do estado, além de Calçoene, no litoral norte, e Pedra Branca do Amapari, localizada na região central amapaense.
Já no Pará e no Tocantins, o tempo segue instável ao longo do dia, com predomínio de muitas nuvens.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA mais recente atualização do Monitor de Secas, referente à comparação entre os meses de novembro e dezembro, revela um cenário de contrastes no Brasil. No período, nove estados apresentaram abrandamento da severidade da seca: Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
Em sentido oposto, 12 unidades da Federação registraram intensificação do fenômeno, com avanço da seca: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe. Já em cinco estados, a condição permaneceu estável: Amapá, Distrito Federal, Pará, Roraima e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a seca deixou de ser registrada em dezembro, fazendo com que o estado não apresentasse nenhuma área afetada.
Ao analisar as cinco regiões geopolíticas, o Sul apresentou o quadro mais brando no mês de dezembro. O Nordeste, apesar de manter a situação mais crítica do país, mostrou sinais de melhora. A região ainda concentrou seca extrema em 21% do território, o pior nível desde março de 2019, mas houve redução significativa da seca grave, que caiu de 43% para 25%.
Por outro lado, o Sudeste e o Centro-Oeste registraram intensificação da seca, marcada pelo avanço das áreas classificadas como seca grave. Nas regiões Norte e Sul, houve um abrandamento do fenômeno, com leve redução das áreas com seca moderada.
Em relação à extensão territorial afetada, houve diminuição da área com seca no Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto Nordeste e Sudeste apresentaram aumento. O Sudeste foi a única região do país com 100% do território sob influência da seca em dezembro.
Na comparação entre novembro e dezembro, 11 estados tiveram aumento da área com seca: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Já a redução da área afetada foi observada em sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia. Em outras oito unidades da Federação, a área permaneceu estável: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.
Em dezembro, 14 estados registraram seca em 100% do território: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Nos demais estados com ocorrência do fenômeno, os percentuais variaram entre 5% e 95%.
Considerando a área total afetada, Mato Grosso liderou a extensão sob seca, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Goiás. No total, a área atingida pelo fenômeno manteve-se em torno de 5,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 63% do território nacional.
Situação por UF
| UF | Área | Severidade da seca |
|---|---|---|
| Acre | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Acre diminuiu de 88% para 5% do território. É o menor percentual observado desde o início da série histórica, em novembro de 2022. | No Acre, a seca se abrandou, já que a seca moderada deixou de ser registrada em dezembro. Trata-se da melhor condição observada desde o início do monitoramento no estado. |
| Alagoas | Entre novembro e dezembro, a área com seca em Alagoas aumentou de 40% para 100% do território. É a maior área desde abril de 2025. | O fenômeno se intensificou em dezembro, com registro de seca grave em 15% do estado. É a pior condição desde maio de 2025. |
| Amapá | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amapá diminuiu de 62% para 55% do estado. | A severidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| Amazonas | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amazonas passou de 39% para 38% do território, a menor desde maio de 2023. | Houve redução da seca moderada, de 9% para 7% do território. |
| Bahia | Entre novembro e dezembro, a área com seca aumentou de 91% para 95% do território, o maior percentual desde setembro de 2025. | O fenômeno se intensificou levemente, com avanço da seca extrema de 28% para 29%. |
| Ceará | A área com seca manteve-se em 100% do território. | Houve avanço da seca grave de 26% para 42%, a pior condição desde dezembro de 2018. |
| Distrito Federal | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo 20º mês consecutivo. | A severidade segue estável, com 100% do território em seca moderada. |
| Espírito Santo | A área com seca aumentou de 84% para 100% do território, a maior desde março de 2025. | Houve aumento da seca moderada, de 24% para 72%. |
| Goiás | A área com seca manteve-se em 100% do território, o maior percentual desde fevereiro de 2025. | A seca grave avançou de 7% para 35%, a pior condição desde outubro de 2024. |
| Maranhão | A área com seca aumentou de 92% para 100% do território. | Houve redução significativa da seca grave, configurando a melhor condição desde agosto de 2024. |
| Mato Grosso | A área com seca diminuiu de 93% para 86% do território. | Houve leve melhora, com recuo da seca moderada de 8% para 7%. |
| Mato Grosso do Sul | A área com seca diminuiu de 91% para 66% do território. | A seca grave voltou a ser registrada em 2% do território. |
| Minas Gerais | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca grave avançou de 45% para 53%, a pior condição desde setembro de 2024. |
| Pará | A área com seca diminuiu de 31% para 19% do estado. | A severidade manteve-se estável, com apenas 1% do território em seca moderada. |
| Paraíba | A área com seca aumentou de 87% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 38% para 67%, a pior condição desde fevereiro de 2018. |
| Paraná | A área com seca aumentou de 45% para 47% do estado. | Houve leve redução da seca grave, de 3% para 2%. |
| Pernambuco | A área com seca aumentou de 88% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 26% para 42%, a pior condição desde março de 2019. |
| Piauí | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo 9º mês consecutivo. | Houve redução da seca extrema de 43% para 21%. |
| Rio de Janeiro | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca moderada avançou de 22% para 60%, com registro de seca grave. |
| Rio Grande do Norte | A área com seca aumentou de 94% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 19% para 47%, a pior condição desde 2018. |
| Rio Grande do Sul | A área com seca diminuiu de 34% para 0%, deixando o estado livre do fenômeno. | O estado ficou 100% sem registro de seca em dezembro. |
| Rondônia | A área com seca diminuiu de 60% para 56% do território. | Houve redução da seca moderada de 18% para 6%. |
| Roraima | A área com seca aumentou de 27% para 59% do território. | A severidade manteve-se estável, com 4% do território em seca moderada. |
| Santa Catarina | A área com seca aumentou levemente de 29% para 30%. | A intensidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| São Paulo | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve leve atenuação, com redução da seca moderada de 55% para 45%. |
| Sergipe | A área com seca aumentou de 45% para 90% do território. | A seca moderada avançou de 14% para 42%. |
| Tocantins | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve redução da seca grave de 45% para 37%. |
O Monitor de Secas acompanha continuamente a intensidade do fenômeno no Brasil com base em indicadores climáticos e nos impactos observados em curto e longo prazos. A ferramenta auxilia o planejamento e a execução de políticas públicas de enfrentamento da seca e pode ser acessada pelo site monitordesecas.ana.gov.br e pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para Android e iOS.
Copiar o textoFiocruz reforça importância da vacinação para grupos prioritários na Região Norte
Baixar áudioOs estados do Acre e do Amazonas seguem em alerta devido ao aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao vírus influenza A. De acordo com o Boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a doença tem atingido principalmente jovens, adultos e idosos.
Nessas duas unidades da federação, também foi observado crescimento de casos de SRAG provocados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que atinge sobretudo as crianças pequenas.
Em Roraima, o avanço da SRAG se concentra na população idosa, mas ainda não há dados laboratoriais suficientes para identificar o vírus responsável pelos casos registrados no estado.
O boletim também aponta início ou manutenção do aumento das hospitalizações por VSR na Paraíba, por influenza A no Pará e por Covid-19 no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Apesar disso, os níveis permanecem baixos e ainda não impactam significativamente os indicadores de SRAG nesses estados.
A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação entre os grupos prioritários da Região Norte. “Diante dessa alta de influenza A em alguns estados do Norte, é essencial que a população prioritária da região — como indígenas, idosos e pessoas com comorbidades — se vacine o quanto antes. A vacina contra a influenza é bastante segura e é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos”, afirma.
Em âmbito nacional, o boletim indica queda nos casos de SRAG, reflexo da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios na maior parte do país. Ainda assim, a incidência da síndrome segue mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade permanece concentrada, principalmente, entre os idosos.
Nas capitais, Boa Vista (RR), João Pessoa (PB), Manaus (AM) e Rio Branco (AC) registram níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 24 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 3. Confira outros detalhes no link.
VEJA MAIS:
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, na última quinta-feira (29), o prognóstico climático para o mês de fevereiro de 2026, indicando um cenário de contrastes que deve impactar diretamente a produção agrícola nacional. Enquanto algumas regiões terão excesso de umidade, outras sofrerão com o estresse hídrico e calor intenso.
Na Região Norte, a previsão aponta para chuvas acima da média histórica em grande parte do Pará, Tocantins e em áreas específicas do Amazonas e Roraima, com volumes que podem superar a média em até 50 mm. As temperaturas devem permanecer elevadas, típicas da estação, mas a manutenção da umidade no solo é vista como um fator positivo para o desenvolvimento das lavouras de subsistência e pastagens. Contudo, em áreas do Acre e Amapá, onde o volume pode ser ligeiramente inferior ao normal, o produtor deve ficar atento à regularidade das águas.
No Nordeste, o cenário é de irregularidade espacial. O Inmet prevê chuvas acima da média no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Paraíba, o que favorece o plantio de grãos na região do Matopiba. Por outro lado, o norte da Bahia e o interior de Pernambuco e Ceará devem registrar precipitações abaixo da média, acompanhadas de temperaturas que podem atingir picos de 38 °C. Esse calor excessivo, somado à falta de chuva, eleva o risco de estresse térmico para as colônias agrícolas que não possuem sistemas de irrigação robustos.
A Região Centro-Oeste enfrentará um mês de fevereiro com chuvas predominantemente abaixo da média, especialmente em Goiás e Mato Grosso, onde o déficit pode chegar a 150 mm em algumas localidades. As temperaturas tendem a subir, ficando até 1°C acima do normal. Para a agricultura, esse cenário é uma "faca de dois gumes": se por um lado a redução das chuvas acelera a colheita da soja e o plantio do milho safrinha, por outro, a baixa umidade do solo pode comprometer o estabelecimento inicial das culturas que acabaram de ser semeadas.
Na Região Sudeste, o prognóstico indica um mês mais úmido, com chuvas acima da média em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e sul de Minas Gerais. As temperaturas devem seguir o padrão climatológico, sem grandes desvios. Para as colônias agrícolas mineiras e paulistas, o excesso de chuva pode dificultar os tratos culturais e a colheita do café e da cana-de-açúcar, mas garante bons níveis de reservatórios para as lavouras irrigadas e mantém o vigor das pastagens.
Por fim, na Região Sul, a tendência é de tempo predominantemente seco, com chuvas abaixo da média na maior parte do Paraná, oeste de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As temperaturas devem ficar próximas à média, com ligeira elevação no norte paranaense. Este cenário acende um alerta para o estresse hídrico nas lavouras de milho e soja que ainda estão em fase de enchimento de grãos, embora o tempo firme favoreça a qualidade final dos produtos já prontos para a colheita.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO concurso 2967 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (31/01/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo sorteio está marcado para terça-feira (03), está estimado em R$ 130.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
56 - 06 - 01 - 38 - 60 - 47
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3602 ocorre na noite deste sábado (31), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3602 da Lotofácil foi realizado neste sábado (31/01/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 2.615.283,59. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Boqueirão (PB) e São Paulo (SP)
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3602, que será realizado na segunda-feira, 02 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - 06 - 08 - 09 - 15 - 18 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Copiar o textoNo Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável em todo o estado, com poucas nuvens ao longo do dia
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O domingo (1) será de condições distintas na Região Sul do país.
No Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável em todo o estado, com poucas nuvens ao longo do dia.
Em Santa Catarina, a instabilidade ganha força, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As precipitações atingem áreas do litoral e do norte catarinense, com destaque para São Francisco do Sul, Joinville e Corupá.
No Paraná, a chuva ocorre com maior intensidade no oeste do estado, em municípios como Francisco Alves e Maripá. Já no litoral paranaense, há possibilidade de queda de granizo, afetando Paranaguá e Guaraqueçaba.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEm Mato Grosso, a instabilidade atua em todo o estado
Baixar áudioO domingo (1) será de tempo instável em toda a Região Centro-Oeste, com previsão de chuva ao longo do dia e risco de granizo em algumas áreas.
Em Mato Grosso, a instabilidade atua em todo o estado. Há possibilidade de queda de granizo em municípios do sudeste mato-grossense, como Araguainha e Alto Araguaia, onde podem ocorrer pancadas de chuva mais intensas.
Em Mato Grosso do Sul, o risco de granizo atinge áreas do norte do estado, com destaque para Figueirão e Paraíso das Águas. Já em Corumbá, no oeste sul-mato-grossense, a previsão é de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Goiás, há expectativa de queda de granizo no sudoeste goiano, principalmente em Santa Helena de Goiás, Jataí e Cachoeira Alta.
No Distrito Federal, o dia será instável, com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do domingo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
]As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O domingo (1) será marcado por tempo instável nos quatro estados da Região Sudeste, com previsão de chuva ao longo do dia e risco de granizo em algumas áreas.
Em São Paulo, a instabilidade persiste durante todo o dia. Há possibilidade de queda de granizo em municípios do interior paulista, como Planalto, Glicério e José Bonifácio, onde podem ocorrer pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Em Minas Gerais, o cenário será semelhante, com muitas nuvens, chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. O risco de granizo se concentra no Triângulo Mineiro, especialmente em Uberlândia e Prata.
No Espírito Santo, a previsão indica possibilidade de queda de granizo em áreas do norte e noroeste capixaba, atingindo municípios como São Mateus, Vila Pavão e Pancas.
Já no Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do domingo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O domingo (1) será de tempo instável em grande parte da Região Norte, com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia.
No Acre, em Rondônia e no Amapá, a previsão indica muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas distribuídas ao longo do domingo.
No Amazonas, a chuva ocorre com mais intensidade em áreas do sul e centro-sul do estado, atingindo Manaus, além de municípios como Borba, Novo Aripuanã e Manicoré.
Em Roraima, não há expectativa de chuva significativa, mas o céu permanece encoberto, com predomínio de muitas nuvens em todo o estado.
No Pará, as precipitações mais intensas se concentram no sudeste paraense, alcançando Novo Repartimento, São Félix do Xingu e Altamira.
Já no Tocantins, há previsão de chuvas intensas com trovoadas no sudeste e sul do estado, especialmente em Dianópolis, São Valério e Formoso do Araguaia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Belém. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6038, divulgado neste sábado, 31 de janeiro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica Terminal, de Florianópolis/SC, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Lotéria Merlin em Nhadeara/SP, enquanto a aposta feita na Koto Loterias em São Paulo/SP, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Sorte Loterias, no Campinas/MS, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.503,00 foi da Loteria Ipiranga Três Pontas LTDA, em Três Pontas/MG. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
Resultado da lotofácil 3602 de sábado (31/01/2026)
Mega-Sena 2967 hoje (31/01): resultado e números!
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 035319 | LOTERICA TERMINAL | FLORIANOPOLIS/SC | R$ 500.000,00 |
| 2º | 040500 | LOTERICA MERLIN | NHANDEARA/SP | R$ 35.000,00 |
| 3º | 008580 | KOTO LOTERIAS | SAO PAULO/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 042984 | SORTE LOTERIAS | CAMPINAS/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 048393 | LOTERIA IPIRANGA TRES PONTAS LTDA | TRES PONTAS/MG | R$ 20.503,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete que custam R$ 4,00 cada com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como as dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em Agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades :
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioO domingo (1) será de tempo variado na Região Nordeste, com chuva concentrada em áreas específicas e tempo firme na maior parte da região.
No Maranhão, há possibilidade de chuva isolada em municípios do norte e da Baixada Maranhense, como Nova Olinda do Maranhão, São João do Carú e Viana.
No Piauí, o dia será de muitas nuvens em todo o estado, mas sem previsão de chuva.
Na Bahia, a instabilidade ganha força no oeste baiano, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em São Desidério, Santa Maria da Vitória e Correntina.
Já no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a expectativa é de tempo estável, com poucas nuvens e sem previsão de chuva ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em São Luís e em João Pessoa. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioApós mais de 50 anos de espera, a nova ponte da Barragem do Passo Fundo, em Campinas do Sul (RS), começa a transformar a mobilidade e a logística da região. A estrutura elimina a dependência da balsa, reduz custos no deslocamento diário e fortalece o escoamento da produção agropecuária, beneficiando diretamente 34 municípios e cerca de 300 mil pessoas. O empreendimento recebeu cerca de R$ 14,9 milhões em investimentos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). Em contrapartida, o estado pagou R$ 7,7 milhões, totalizando um investimento de mais de R$ 22,9 milhões.
Com a entrega da ponte, moradores da região deixaram de depender da balsa para a travessia, que cobrava valores elevados, assegurando mais agilidade, segurança e redução de custos no deslocamento diário. A nova ligação também reaproxima regiões e melhora o escoamento da produção agropecuária, especialmente no transporte de aves e suínos.
“Ver os resultados dessas obras e os depoimentos da população beneficiada aumenta a satisfação e a motivação de toda a equipe. A construção dessa ponte impacta diretamente a vida das pessoas, melhora a logística, amplia a renda e facilita o acesso a serviços essenciais. Resultados como esse, em Campinas do Sul, mostram como a dedicação técnica dos servidores se transforma em benefícios concretos para a população”, afirmou o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Daniel Fortunato.
O Governo do Estado do Rio Grande do Sul foi responsável pela contrapartida de R$ 7,7 milhões, necessária para a conclusão do empreendimento, que já está 100% operacional. A obra fortalece a logística regional e contribui para o crescimento da atividade econômica local, com destaque para a cadeia produtiva avícola, que apresenta crescimento anual médio de 20% — o equivalente a cerca de 4 milhões de frangos por ano — gerando renda e oportunidades de trabalho.
Para quem utiliza o trajeto diariamente, os benefícios são imediatos. O caminhoneiro César Antônio Carbolim, que atua no escoamento da produção, relata a mudança na rotina. “Essa ponte foi um sonho que se tornou realidade. Eu gastava cerca de R$ 220 com balsa para ir e voltar. Agora não pago mais nada. Para nós, isso é sucesso”, afirmou.
O prefeito de Campinas do Sul, Paulo Battisti, destacou a importância da parceria com o Governo Federal, por meio do MIDR, para a viabilização da obra. Segundo ele, a ponte encurtou distâncias, eliminou a dependência da balsa, aumentou a trafegabilidade e gerou economia para o município. “Temos cooperativas do agronegócio, especialmente na área de suínos, que chegam a economizar mais de R$ 300 mil por ano apenas com o fim do uso da balsa. Quando fazemos um balanço geral, percebemos o quanto essa obra representa em economia e desenvolvimento para Campinas do Sul e para toda a nossa comunidade, que aguardava por essa ponte há muitos anos. Hoje, essa realização se tornou possível graças aos investimentos do Governo Federal, por meio do MIDR”, afirmou Paulo Battisti.
A Ponte da Barragem do Passo Fundo possui 247,55 metros de comprimento e 10 metros de largura, com nove apoios e oito vãos. Cada vão conta com quatro vigas, totalizando 32, além de trechos de asfaltamento que garantem melhores condições de trafegabilidade nos acessos e sobre a ponte.
Com investimento conjunto do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a ponte da Barragem do Passo Fundo consolida-se como uma obra estruturante para o desenvolvimento regional. Além de melhorar a mobilidade e reduzir custos logísticos, a nova ligação impulsiona a economia local, fortalece cadeias produtivas estratégicas e responde a uma demanda histórica da população, traduzindo investimento público em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável.
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Baixar áudioA primeira edição de 2026 do Bate-Papo com a Defesa Civil abordou como a Defesa Civil identifica riscos e se prepara antes que o desastre aconteça. Nesta edição, o tema foi discutido por especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). O debate girou em torno dos produtos climáticos integrados utilizados em ações de Proteção e Defesa Civil - ferramentas fundamentais para antecipar riscos, apoiar a tomada de decisões e proteger vidas, especialmente em um cenário de eventos climáticos cada vez mais frequentes.
O objetivo da iniciativa foi apresentar os produtos desenvolvidos por cada instituição, demonstrar como esses dados são gerados e, principalmente, mostrar como podem ser utilizados na prática pelas defesas civis em todo o Brasil. O encontro virtual foi transmitido pelo canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no YouTube e reuniu especialistas que explicaram como a elaboração de materiais e estudos sobre o clima contribui para a prevenção de desastres e para o planejamento de ações que fortalecem a gestão de riscos em nível nacional.
Com mediação da meteorologista Maytê Coutinho, do Departamento de Preparação e Resposta da Defesa Civil Nacional, o evento contou com a participação do pesquisador do Inpe, Fábio Rocha; da coordenadora de Articulação para Gestão de Eventos Climáticos Críticos da ANA, Andressa Daibert; e do diretor técnico da Funceme, Francisco Chagas Vasconcelos.
Fábio Rocha explicou que o Inpe oferece diversos produtos climáticos e meteorológicos à sociedade, como previsões numéricas em várias escalas: do curtíssimo prazo (nowcasting) às previsões sazonais e de mudanças climáticas, além de monitoramentos oceânicos. Segundo ele, o Inpe também atua com produtos voltados ao monitoramento e combate de focos de incêndio. Entre os destaques, está o desenvolvimento do Modelo para Previsão dos Oceanos, Superfícies Terrestres e Atmosfera (MONAN), que busca integrar todas as escalas de previsão. “É um projeto ambicioso que conta com a participação de diversos institutos nacionais, colaborações internacionais, universidades e parceiros. É uma construção conjunta para gerar produtos cada vez melhores para a sociedade”, afirmou.
Representando a ANA, Andressa Daibert falou sobre a atuação da Agência no monitoramento de eventos hidrológicos críticos, como secas e inundações. Ela explicou que, nesse contexto, a ANA tem a atribuição de prevenir e mitigar os efeitos desses eventos, em articulação com o sistema nacional de Proteção e Defesa Civil. “Temos uma Sala de Situação para monitoramento de crises, onde são produzidos boletins e sistemas de informação como o Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos, a Hidrotelemetria, o Sistema de Acompanhamento de Reservatórios (SAR) e o Monitor de Secas”, detalhou. Andressa também destacou a coordenação de salas de crise específicas para bacias e sistemas hídricos, reunindo diferentes setores para apoiar a tomada de decisões em momentos críticos.
Francisco Chagas Vasconcelos destacou a forte interação da Funceme com a Defesa Civil estadual e com diversas defesas civis municipais do Ceará. A fundação fornece informações em escalas de nowcasting, previsões numéricas de tempo e climáticas, que auxiliam na tomada de decisões, principalmente em relação a déficits hídricos, tanto para ações emergenciais quanto para o planejamento estratégico do estado. “Estamos avançando em ações voltadas às áreas queimadas, em parceria com a Defesa Civil estadual e a Secretaria de Meio Ambiente e Mudanças do Clima do Ceará. Também desenvolvemos painéis interativos com monitoramento das condições oceânicas, especialmente do Pacífico e do Atlântico, que apresentam índices sobre o aquecimento ou resfriamento anômalo das águas, traduzidos em imagens e gráficos de fácil compreensão”, explicou.
O Bate-Papo com a Defesa Civil é uma série de encontros virtuais e mensais promovida pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e transmitida ao vivo pelo canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no YouTube. Cada edição traz especialistas para explicar temas ligados à gestão de riscos e desastres, com o objetivo de fortalecer a prevenção, a preparação e a resposta em todo o país.
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Baixar áudioAs contribuições associativas ficaram de fora da incidência do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) instituído pela Reforma Tributária sobre o Consumo. Com a substituição do ICMS e do ISS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e do PIS e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), praticamente toda operação onerosa com bens ou serviços passará a ser tributada.
Mas, durante a tramitação legislativa, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) atuou para garantir que as contribuições pagas pelos associados não fossem alcançadas pelos novos tributos, beneficiando o sistema associativo de todo o país.
O presidente da Associação Comercial do Amazonas (ACA), Bruno Loureiro Pinheiro, comemora o pleito acatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei convertido na Lei Complementar nº 227/2026.
“O senador Eduardo Braga acatou o pleito, viu que ele era justo e que é uma doação que o empresário faz para as entidades de classe, que têm um trabalho voluntário e que trabalham como órgão técnico. São instituições de utilidade pública, e não seria justo que essa doação fosse tributada”, afirma.
Apesar dessa conquista, o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman Cardoso, alerta que o terceiro setor será impactado pela Reforma Tributária. Isso porque muitas entidades hoje contam com isenções e benefícios vinculados ao PIS, à Cofins, ao ISS e ao ICMS, que deixarão de existir com a adoção do IBS e da CBS.
Cardoso explica que a mudança decorre da própria lógica do IVA. Enquanto hoje o ICMS incide apenas sobre circulação de mercadorias, transporte interestadual e intermunicipal e comunicação, e o ISS se restringe à lista de serviços da Lei Complementar nº 116/2003, o novo modelo abandona esses conceitos fechados.
Com o IBS e a CBS, toda operação onerosa com bens ou serviços passa a integrar a base de incidência. “Aquelas operações praticadas por associações comerciais como locação de salas, equipamentos, realização de eventos, entre outras, passam a ser tributadas também pelo IBS e pela CBS”, exemplifica.
Ele ressalta que, embora a Lei Complementar nº 227/2026 tenha afastado a incidência sobre as contribuições associativas, essas outras receitas das entidades — hoje muitas vezes desoneradas — serão alcançadas pelo novo sistema.
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Copiar o textoSaiba os sintomas do câncer de laringe
Baixar áudioVocê sabia que o câncer de cabeça e pescoço pode evoluir de forma silenciosa? Os tipos mais comuns atingem a tireoide, boca e laringe, e os sintomas podem passar despercebidos.
“Fique atento a nódulos no pescoço, manchas brancas ou vermelhas na boca, feridas que não cicatrizam, dor de garganta persistente, dificuldade para engolir e rouquidão por mais de 15 dias,” alerta o cirurgião de cabeça e pescoço Dr. Murilo Neves.
Cigarro, álcool em excesso e exposição ao sol são fatores de risco. Use protetor solar e mantenha hábitos saudáveis.
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Baixar áudioA reforma do Terminal Praça A, em Goiânia (GO), foi entregue nesta sexta-feira (30). Com o novo empreendimento, a população da capital goiana passou a contar também com 21 ônibus elétricos, que agora integram o sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana.
A frota é composta por 16 veículos articulados, com 21 metros de comprimento e capacidade para até 180 passageiros, e cinco ônibus biarticulados, de 28 metros, com capacidade para 250 pessoas. Os veículos serão destinados ao BRT Leste-Oeste Anhanguera.
Com a incorporação dos novos ônibus, a Região Metropolitana de Goiânia torna-se a primeira do mundo a operar, em linhas regulares de transporte público urbano, veículos elétricos com essa capacidade de passageiros. Na mesma ocasião, foi inaugurada uma estação de recarga, considerada a maior do país.
A entrega do terminal reformado, dos ônibus elétricos e da estação de recarga representa mais um avanço no processo de modernização do transporte coletivo da Grande Goiânia. As ações integram o Projeto Nova RMTC, que prevê investimentos de R$2 bilhões para melhorar a qualidade do serviço prestado a cerca de 530 mil usuários diários, em 19 municípios.
Segundo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, os avanços não geram custo adicional para os usuários, uma vez que a tarifa do transporte coletivo permanece em R$4,30, sem reajuste desde 2019.
“É uma parceria que deu certo entre o Estado, as prefeituras e o empresariado. Esse foi o tripé que tornou nossa frota a mais verde do país. Temos a menor produção de CO₂ no transporte público do Brasil e somos comparados a países altamente desenvolvidos em tecnologia, como China e Noruega”, afirmou.
As inaugurações ocorreram em etapas. Inicialmente, houve um ato na garagem da Metrobus, onde foram entregues os ônibus elétricos e a estação de recarga. O eletroposto conta com 23 carregadores de 240 kW, capacidade para atender 46 ônibus simultaneamente e potência total de 6 MVA.
Em seguida, as autoridades embarcaram em um dos ônibus biarticulados com destino ao Terminal Praça A. A cerimônia reuniu representantes do poder público e do setor privado, entre eles o prefeito de Trindade, Marden Júnior; a primeira-dama de Senador Canedo, Simone Assis; o diretor da HP Transportes Coletivos, Edmundo de Carvalho Pinheiro; o CMO da Nansen, Ciro Lima; o presidente da Volvo Buses na América Latina, André Marques; e o diretor-executivo do Consórcio BRT, Laércio Ávila.
Localizado na região de Campinas, o Terminal Praça A é um dos mais movimentados do sistema de transporte público de Goiânia. O espaço não passava por uma reforma estrutural há cerca de 26 anos e apresentava problemas como infiltrações, falhas de iluminação e deficiência de acessibilidade.
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Na atual gestão, o terminal foi totalmente reconstruído, com ampliação da área de 1.941,60 m² para 5.541,76 m². O investimento total foi de R$29 milhões, e as obras foram concluídas em nove meses. De acordo com o governo estadual, aproximadamente 50 mil passageiros circulam pelo local diariamente.
O novo terminal passou a contar com instalações modernas, tecnologias de operação e segurança, incluindo a instalação de 74 câmeras, além de atender integralmente às normas de acessibilidade.
O comerciante Eudes Ferreira da Silva, que trabalha há 28 anos no local, afirmou que a mudança foi significativa. “Antes, bastava chover para tudo alagar. Hoje, parece até um sonho. Ficou excelente. Acho que muita gente vai deixar o carro em casa para andar de ônibus”, relatou.
O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, ressaltou que o objetivo do projeto é resgatar e modernizar o transporte coletivo.
“Hoje temos o melhor transporte coletivo do Brasil. Empresários, gestores e especialistas de várias regiões do país estão vindo conhecer essa transformação”, afirmou.
Além do Terminal Praça A, outros quatro terminais já foram reconstruídos ao longo da Avenida Anhanguera: Dergo, Novo Mundo, Praça da Bíblia e Senador Canedo.
Segundo o governo estadual, a unidade Padre Pelágio será entregue em breve, concluindo o processo de requalificação dos terminais do BRT Leste-Oeste. As 19 estações do corredor também já foram reformadas.
Copiar o textoPrazo para distribuidoras instalarem os dispositivos será de 24 meses, contados a partir de março
Baixar áudioAs distribuidoras de energia elétrica deverão instalar medidores inteligentes para os consumidores no prazo de 24 meses, contados a partir de março de 2026. A determinação consta na Portaria Normativa MME nº 126, de 28 de janeiro de 2026, publicada pelo Ministério de Minas e Energia (MME).
Inicialmente, a instalação deverá contemplar 2% dos consumidores atendidos nas áreas de concessão das empresas até março de 2028.
Os medidores inteligentes são dispositivos digitais avançados que permitem a medição do consumo de energia elétrica em tempo real, sem a necessidade de leitura manual. Esses equipamentos podem ser conectados à internet e possuem comunicação direta com as distribuidoras, diferentemente dos medidores eletrônicos atualmente instalados.
De acordo com o MME, os consumidores que tiverem o medidor substituído passarão a receber, de forma prioritária, a conta de luz em formato digital, permanecendo a opção de recebimento da fatura física.
A medida está alinhada ao decreto que trata da renovação das concessões das distribuidoras de energia elétrica, o qual estabelece diretrizes voltadas à digitalização e modernização do segmento.
Em casos excepcionais, as concessionárias poderão implementar soluções alternativas caso não consigam cumprir a meta estabelecida. O entendimento do governo é de que há maiores dificuldades de implementação em algumas regiões, especialmente no Norte do país, em razão da ausência de infraestrutura adequada de telecomunicações em determinadas localidades.
Nessas situações, as empresas deverão assegurar benefícios superiores aos consumidores, além de direcionar os investimentos à digitalização da rede ou dos serviços de distribuição.
O ministério definiu requisitos técnicos mínimos para os novos dispositivos, que deverão contemplar:
As distribuidoras poderão definir seus próprios critérios e especificações técnicas no momento da contratação dos equipamentos, não sendo exigida padronização entre as empresas.
A seleção das unidades consumidoras que receberão os medidores deverá considerar critérios de eficiência, como a infraestrutura existente, a redução de perdas não técnicas e a diminuição de custos operacionais.
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Os investimentos necessários para a instalação dos dispositivos ou das soluções alternativas deverão ser incorporados à base regulatória das empresas, conforme previsto na regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
As distribuidoras também deverão apresentar à Aneel, até 29 de fevereiro de 2028, uma análise de custo-benefício referente à implementação dos sistemas de medição inteligente em suas áreas de concessão, observando as diretrizes estabelecidas na portaria do MME.
A publicação da portaria ocorre paralelamente a um debate semelhante conduzido pela Aneel. Em 27 de janeiro de 2026, a diretoria da agência aprovou a abertura de consulta pública para discutir a digitalização do segmento de distribuição, com foco em eventuais entraves regulatórios à instalação dos dispositivos.
A Aneel poderá estabelecer diretrizes adicionais e disponibilizar documentos de apoio à elaboração das análises de custo-benefício. A partir de março de 2028, a implantação dos sistemas deverá observar os resultados dessas análises, sem necessidade de aprovação prévia por parte do regulador.
Por fim, o MME determinou que, em janeiro de cada ano, as distribuidoras apresentem um Plano de Investimentos com horizonte de cinco anos. O documento deverá contemplar investimentos em digitalização, expansão, renovação e modernização das redes e serviços, além de ações voltadas à inclusão energética e à prestação de serviços em áreas de vulnerabilidade socioeconômica. O plano deverá ser atualizado anualmente ou sempre que solicitado pelo governo.
Copiar o textoVariante da influenza A (H3N2) não é um vírus novo e está coberta pelas vacinas oferecidas pelo SUS
Baixar áudioDados mais recentes da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES) confirmam 17 casos da chamada “gripe K” em seis municípios do estado. De acordo com a pasta, os pacientes — de diferentes faixas etárias — não apresentaram reações graves ao vírus.
Os casos foram identificados em:
Segundo a SES, os municípios seguem com a investigação epidemiológica dos casos, tanto no âmbito da vigilância da síndrome gripal quanto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
Segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, além de Santa Catarina, foram confirmados quatro casos de gripe K em outros estados: um no Pará e três em Mato Grosso do Sul. A pasta foi procurada para atualização dos dados, mas não obteve retorno até o fechamento da reportagem.
O subclado K é uma variante do vírus influenza A (H3N2) que tem apresentado aumento de circulação, principalmente em países do Hemisfério Norte, desde o fim do ano passado. Diante desse cenário, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) emitiram um alerta para a temporada de gripes de 2026.
Embora ainda não haja evidências de que a variante cause formas mais graves da doença em comparação a outras formas da influenza, autoridades de saúde destacam que a disseminação tem ocorrido de forma mais acelerada em regiões da Europa, Ásia e América do Norte. O comportamento do vírus levanta a preocupação sobre uma possível antecipação e maior intensidade da temporada de gripes em 2026.
O Ministério da Saúde ressalta que o subclado K não se trata de um vírus novo. Por isso, as vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) seguem eficazes na proteção contra formas graves da doença, inclusive aquelas causadas pela gripe K. Os grupos mais vulneráveis permanecem os mesmos já contemplados como prioritários na campanha de vacinação.
Além da vacinação, o SUS também oferece gratuitamente antivirais específicos para o tratamento da gripe, indicados principalmente para os públicos prioritários, como estratégia complementar para reduzir o risco de agravamento dos casos.
Além da vacinação — especialmente entre idosos, gestantes, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas — as autoridades de saúde reforçam a adoção de medidas individuais de prevenção, como:
Os sintomas associados à gripe K são semelhantes aos da gripe sazonal tradicional, como febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo, mal-estar e fadiga, características típicas da infecção por influenza.
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Baixar áudioA partir deste domingo, 1º de fevereiro, moradores do Amazonas (AM), Amapá (AP), Maranhão (MA), Pará (PA) e Roraima (RR) contarão com tarifas de chamada local para ligações de telefonia fixa entre cidades com o mesmo código DDD. A mudança foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) por meio da Resolução nº 768/2024.
A alteração contempla os seguintes DDDs: 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99.
Com a mudança, as ligações nessas localidades que usam o mesmo DDD deixarão de ser consideradas chamadas de longa distância. Na prática, as áreas locais da telefonia fixa serão ampliadas, contemplando todos os municípios com o mesmo código nacional (CN). O número de áreas locais da telefonia fixa será reduzido de 4.118 para 67 áreas.
A medida tem potencial para reduzir os custos das chamadas de telefonia fixa, já que contará com tarifas de chamada local.
Os usuários do serviço de telefonia fixa terão a discagem simplificada. Para telefones fixos com o mesmo código DDD será necessário apenas ligar para o número do usuário de destino, sem precisar discar o código de operadora de longa distância e o DDD.
Segundo a Anatel, a modernização deve simplificar as regras do setor, além de estimular a harmonização e convergência de serviços de telecomunicações. A Agência também avalia que a mudança também deve estimular a competição e ampliar a transparência para o consumidor.
A Anatel alerta que a mudança das áreas locais não implica em alteração do número telefônico do usuário.
O objetivo é implementar a mudança em todo o país até junho de 2026. Para a transição, a Anatel definiu a implantação das novas Áreas Locais do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) em nove etapas sucessivas, estabelecidas em cronograma, com base nos Códigos DDD.
Confira o cronograma de implementação das Novas Áreas Locais do STFC:
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,97% aos 181.363 pontos, acumulando alta de 1,40% na semana e 12,56% em janeiro — maior ganho mensal desde novembro de 2020. O desempenho do índice foi influenciado pelos índices em queda das bolsas de Nova York após o aumento da aversão a risco causado pelos dados inflacionários dos EUA e pela indicação de Kevin Warsh para o Fed, além do enfraquecimento das commodities, que também pressionou as perdas dos “pesos pesados”.
Cumprindo a promessa feita na última quinta-feira (29), o presidente Donald Trump indicou, nesta sexta (30), o sucessor de Jerome Powell para a presidência do Banco Central dos EUA. O indicado foi o ex-membro do Fed, Kevin Warsh, contrariando o favoritismo do assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett.
Warsh é considerado um economista conservador e que tende a favorecer taxas de juros mais altas no controle da inflação. A indicação frustrou as expectativas de investidores, que esperavam um retorno ao ciclo de cortes na taxa de juros depois da manutenção, na última quarta-feira (28).
Além disso, a inflação ao produtor americano subiu 0,5%, acima das previsões, que eram de 0,2%, outro fator que reforçou a quebra de expectativas sobre um possível retorno ao ciclo de cortes da taxa de juros. Junto à indicação de Warsh, os dados de inflação ao produtor e as tensões geopolíticas no exterior relacionadas às ameaças ao Irã resultaram em uma maior aversão a risco dos investidores estadunidenses durante a sessão, o que impactou os índices das bolsas de Wall Street.
No cenário doméstico, o enfraquecimento das commodities resultou no recuo de mais de 3% das ações da Vale, ainda as mais negociadas durante a sessão, assim como no recuo das ações da Petrobras após dez sessões seguidas em alta.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
CVC Brasil Operadora e Agencia de Viagens SA (CVCB3): +15,25%
Westwing Comercio Varejista SA (WEST3): +11,11%
Ações em queda no Ibovespa
Fictor Alimentos SA (FICT3): -19,72%
Paranapanema S.A. (PMAM3): -14,12%
O volume total negociado na B3 foi de R$33.853.774.226, em meio a 4.551.772 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO dólar interrompe a sequência de quedas mas fecha o mês de janeiro em baixa acumulada de 4,40%
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,04% frente ao real, cotado a R$5,25, com queda acumulada de 0,73% na semana e de 4,40% em janeiro. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,73%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve (Fed) e pelo índice de inflação ao consumidor dos EUA, que estão relacionados ao aumento de aversão ao risco dos investidores, além da queda das commodities.
Cumprindo a promessa feita na última quinta-feira (29), o presidente Donald Trump indicou, nesta sexta (30), o sucessor de Jerome Powell para a presidência do Banco Central dos EUA. O indicado foi o ex-membro do Fed, Kevin Warsh, contrariando o favoritismo do assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett.
Warsh é considerado um economista conservador e que tende a favorecer taxas de juros mais altas no controle da inflação. A indicação frustrou as expectativas de investidores, que esperavam um retorno ao ciclo de cortes na taxa de juros depois da manutenção, na última quarta-feira (28).
Além disso, a inflação ao produtor americano subiu 0,5% acima das previsões, que eram de 0,2%, outro fator que reforçou a quebra de expectativas sobre um possível retorno ao ciclo de cortes da taxa de juros. Junto à indicação de Warsh, os dados de inflação ao produtor e as tensões geopolíticas no exterior relacionadas às ameaças ao Irã resultaram em uma maior aversão a risco dos investidores estadunidenses durante a sessão.
No cenário doméstico, o enfraquecimento das commodities prejudicou o real ante o dólar, mesmo com a divulgação de novos dados considerados satisfatórios sobre desemprego e dívida pública.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,37%, cotado a R$6,24.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1903 | 0,1604 | 0,1389 | 29,4234 | 0,1470 | 0,2588 | 0,2730 |
| USD | 5,2575 | 1 | 0,8432 | 0,7305 | 154,63 | 0,7723 | 1,3602 | 1,4354 |
| EUR | 6,2383 | 1,1859 | 1 | 0,8663 | 183,38 | 0,9160 | 1,6130 | 1,7024 |
| GBP | 7,1976 | 1,3688 | 1,1543 | 1 | 211,66 | 1,0572 | 1,8618 | 1,9650 |
| JPY | 0,0340 | 0,0065 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4995 | 0,0088 | 0,0093 |
| CHF | 6,8037 | 1,2948 | 1,0917 | 0,9458 | 200,21 | 1 | 1,7610 | 1,8584 |
| CAD | 3,8633 | 0,7352 | 0,6200 | 0,5371 | 113,69 | 0,5679 | 1 | 1,0553 |
| AUD | 3,6644 | 0,6968 | 0,5874 | 0,5089 | 107,72 | 0,5380 | 0,9475 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 3601 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (30/01/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve ganhadores na faixa principal.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3602, que será realizado no sábado, 31 de janeiro de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
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20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a região Sul do país neste sábado (31).
No Rio Grande do Sul, há possibilidade de queda de granizo em municípios da Campanha Gaúcha e Sul do estado, como Caçapava do Sul, Pinheiro Machado e Bagé, onde a instabilidade pode provocar pancadas de chuva mais intensas ao longo do dia.
Em Santa Catarina e no Paraná, o tempo segue instável durante todo o sábado, com muitas pancadas de chuva. O destaque fica para as regiões litorâneas dos dois estados, que podem registrar chuva forte em alguns momentos, acompanhada de possível queda de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 29°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a região Centro-Oeste neste sábado (31).
Em Mato Grosso, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em áreas do noroeste e nordeste do estado. Municípios como Colniza e Rondolândia, no noroeste mato-grossense, devem registrar chuva ao longo do dia. Já em Gaúcha do Norte e Canarana, localizados no nordeste do estado, há possibilidade de pancadas mais intensas com queda de granizo.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece mais estável em áreas do sul e sudeste do estado, com poucas nuvens em Mambaí e Vicentina. Por outro lado, no norte sul-mato-grossense, municípios como Rio Verde de Mato Grosso e Figueirão podem registrar pancadas de chuva acompanhadas de granizo.
Em Goiás e no Distrito Federal, a previsão indica instabilidade principalmente no período da tarde, com risco de queda de granizo em diferentes áreas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 32°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para os quatro estados da Região Sudeste neste sábado (31).
Em São Paulo, a previsão é de tempo instável ao longo de todo o dia, com pancadas de chuva e risco de granizo em áreas do interior paulista. Os municípios de Fernando Prestes, Dois Córregos e Morro Agudo, localizados no interior do estado, podem registrar precipitações mais intensas acompanhadas de granizo.
Em Minas Gerais, a expectativa é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no Norte do estado, especialmente em Salinas e Santa Cruz de Salinas. Já no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, municípios como Presidente Olegário e Perdizes também podem ter pancadas de chuva com queda de granizo.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a previsão indica instabilidade ao longo do dia, com destaque para o período da tarde, quando há possibilidade de pancadas de chuva mais fortes e queda de granizo em diferentes áreas dos dois estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A expectativa é de chuvas intensas em todos os estados da Região Norte neste sábado (31), com instabilidade persistente ao longo do dia.
No Acre e no Amapá, o tempo segue instável, com muitas nuvens e pancadas de chuva distribuídas ao longo do dia nos dois estados.
No Amazonas, as chuvas mais intensas se concentram no sudoeste do estado, especialmente nos municípios de Fonte Boa, Alvarães e Juruá, onde podem ocorrer pancadas fortes em alguns momentos.
Em Rondônia, há previsão de muitas nuvens com trovoadas isoladas em áreas do centro-leste do estado, como Nova União e Alvorada do Oeste.
Em Roraima, a chuva alcança municípios do centro-norte do estado, com destaque para Alto Alegre e Mucajaí.
No Pará, as precipitações mais intensas são esperadas no sudoeste paraense, atingindo Itaituba e Trairão.
Já no Tocantins, há possibilidade de queda de granizo em áreas do sul do estado, especialmente em Formoso do Araguaia e São Salvador do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia neste sábado (31).
No Maranhão, as precipitações mais intensas atingem o litoral norte e a região oeste do estado, com destaque para Luís Domingues, Cândido Mendes e Governador Nunes Freire, onde pode chover forte ao longo do dia.
No Piauí, a previsão indica muitas nuvens com chuva isolada no sul do estado, especialmente em Bom Jesus, Riacho Frio e Ribeiro Gonçalves.
No Ceará, há possibilidade de chuva em áreas do norte e noroeste cearense, alcançando municípios como Itapajé, Sobral e Trairi.
Já no Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o tempo permanece estável, com poucas nuvens ao longo do dia.
Na Bahia, há risco de queda de granizo no oeste baiano, principalmente em Correntina, Jaborandi e Cocos.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Teresina e em João Pessoa. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO aroma do angu de milho com galinha caipira exalava da cozinha enquanto Maria do Socorro Conceição Silva, de 50 anos, preparava quiabo e arroz com pequi. Morando com três filhos na comunidade rural Renascer Palmares, em Sobradinho, no Distrito Federal, Maria começou a se dedicar ao cultivo de frutas e legumes. Ela passou a vender pratos típicos da culinária goiana enquanto sonhava em se tornar uma produtora de orgânicos certificada. “Eu plantava e via que o que eu produzia dava muito. Por exemplo, eu não consumia a mandioca toda, acabava estragando. Foi quando percebi que dava para comercializar a minha produção, só que eu tinha que investir um pouco e me aperfeiçoar”, relata.
Ao longo dos anos, a agricultora criou estratégias para vender o excedente de frutos e legumes, com promoções nas redes sociais, entregas de carro pela comunidade e encomendas por telefone. O trabalho era ainda mais intenso porque Maria Conceição tinha que regar toda a horta carregando baldes pela chácara de um hectare, o equivalente a 10 mil metros quadrados.
O cenário começou a mudar em 2025, por meio do Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). A oportunidade veio em março, em uma reunião organizada pela Associação dos Produtores Agroecológicos da Comunidade que Sustenta o Extrativismo Renascer Palmares (CSE Repal). Na ocasião, estavam reunidos representantes da Caixa Econômica Federal, da agência de microfinanças Cactvs e da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).
Após as articulações iniciais, os agentes de microfinanças realizaram reuniões gerais com as famílias, seguidas de atendimentos individualizados para avaliação de cada projeto produtivo. Maria Conceição viu seu sonho ganhar fôlego: “Quando apareceu o empréstimo, eu falei: ‘vou investir!’”.
Com a aprovação de seu cadastro, a produtora rural decidiu que usaria o recurso de R$ 12 mil do microcrédito na construção de um sistema de irrigação. Com esse objetivo, ela adquiriu conexões, canos, bombas, telas e insumos para adubação. Também interligou a um poço artesiano duas caixas d'água, garantindo maior vazão nos sistemas de gotejamento e nos aspersores.
Cerca de dois meses após a liberação do financiamento de Maria Conceição, o projeto ganhou uma nova escala com a adesão de seu filho Yan Lemos Silva, 25, que também contratou um microcrédito no valor de R$ 12 mil. O recurso adicional possibilitou a instalação de um painel para automatizar o sistema de irrigação, que passou a funcionar com horário e volume de água programados. “Nós fizemos orçamentos com três empresas. Uma delas, que vendeu o material, incluía a mão de obra”, explica a agricultora.
O sistema de irrigação ficou pronto no mês passado e deixou Maria Conceição mais otimista. “O difícil é começar. Depois que você começa, você consegue. O empréstimo não é um bicho de sete cabeças, é uma luzinha que vem lá do fundo do poço”, ilustra. “Eu sou a chefe da família, e esse dinheiro veio para ajudar a investir naquele sonho que eu tinha de fazer acontecer”, completa.
Dos agricultores familiares que acessaram o programa de microcrédito do MIDR, em parceria com a Caixa, 58% são mulheres. Desde março de 2025, foram assinados 2.722 contratos de financiamento, o que representa a mobilização de R$ 35,45 milhões em recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Dos contratos firmados, 79% se referem a operações de crédito no setor da pecuária, e 21% à agricultura.
A chegada do microcrédito à comunidade Renascer Palmares contou com a articulação da secretária-geral da CSE Repal, Rita de Cássia Borges Corrêa. Liderança comunitária com atuação em diversas frentes no DF, Rita é também vice-coordenadora do Polo de Agricultura Irrigada do DF, espaço no qual teve contato com os agentes de microfinanças da Cactvs. Ela mobilizou a agenda dos agentes e viabilizou reuniões não apenas no Renascer Palmares, mas também nos assentamentos Três Conquistas e Roseli Nunes.
Atualmente, 102 famílias vivem na comunidade Renascer Palmares. Segundo Rita, o programa de microcrédito já causou impacto no cotidiano dos moradores. “Você vê mudanças acontecendo dentro da comunidade. O pessoal está produzindo, está mais seguro, mais confiante. Principalmente as mulheres, que foram a maioria que acessaram. É um recurso que veio para elas”, afirma.
Para além do incremento da renda, a líder comunitária avalia que o microcrédito tem um papel estruturante para territórios em processo de regularização fundiária. A comunidade Renascer Palmares ainda aguarda o reconhecimento formal como assentamento pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o que exige comprovação de produção rural.
“Uma das coisas que o Incra cobra é a produção. E como você vai produzir se não tem dinheiro, se não tem insumo, se não tem acesso ao crédito?”, questiona. Com os contratos firmados, os agricultores passaram a ter documentação bancária, notas fiscais e registros que comprovam a atividade produtiva.
Sensível à realidade dos assentamentos, Rita ressalta que o MPO vai além do financiamento de insumos ou infraestrutura. “No meu caso e no de outras pessoas da comunidade, ele é muito mais do que geração de renda. Ele é identidade”, resume. Para a secretária-geral da CSE Repal, o modelo diferenciado voltado à agricultura familiar garante autonomia para investir de acordo com as necessidades de cada produção e oferece condições compatíveis com a realidade do campo. “Se eu tivesse que definir o microcrédito em uma palavra, seria autonomia financeira e liberdade”, conclui.
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados do Ceará, Piauí e Tocantins
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (30), a situação de emergência em quatro cidades afetadas por desastres nos estados do Ceará, Piauí e Tocantins. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Araripe e Pereiro, no Ceará. Por outro lado, a cidade de Bom Jesus, no Piauí, foi castigada por fortes chuvas, enquanto Palmas, capital de Tocantins, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de vendaval.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab), localizado no Centro Histórico de Salvador, anunciou a maior repatriação de obras de arte já realizada no Brasil. Ao todo, 666 peças de 135 artistas afro-brasileiros passaram a compor o acervo da instituição. A ação contou com o apoio do Ministério da Cultura.
As obras chegaram a Salvador em janeiro, após um processo de transporte internacional com apoio da Alfândega da Receita Federal.
Segundo a ministra da Cultura, Margareth Menezes, que participou do anúncio, a repatriação representa um reencontro do Brasil com sua própria história, reforçando a dignidade, a identidade e o pertencimento cultural do povo afro-brasileiro.
Receber esse acervo reforça a missão do museu de contar a história do Brasil a partir da perspectiva democrática, inclusiva e plural. O governo federal, com a arte afro-brasileira e sua imensa contribuição para a arte do nosso país reconhece e esse é um gesto também de preservação e manutenção do legado criativo, artístico da arte negra para o presente para as futuras gerações.
Com a incorporação das obras, o MUNCAB passa a abrigar uma das maiores coleções de arte afro-brasileira do país, ampliando o acesso do público a obras que narram trajetórias, estéticas e imaginários historicamente marginalizados e reafirmando a cultura como instrumento de reparação, pertencimento e construção de futuro.
Acho que isso é uma coisa que a gente precisa, cada vez mais, trabalhar com o cidadão e a cidadã do Brasil, em todos os estados, em todos os aspectos, da gente entender que esse valor é uma coisa que pertence a todas as gerações e que é bom, beneficia a gente chegar em museus como esse, contemplar a arte e a cultura, que trazem para nós o fortalecimento da nossa identidade. //
À frente do museu, a diretora Jamile Coelho ressaltou o caráter histórico da ação.
As obras faziam parte de uma coleção privada de duas estadunidenses ao longo de mais de 30 anos. A coleção deixou o Brasil legalmente e retorna por decisão consciente das colecionadoras, que reconheceram a importância de seu retorno à origem.
Repatriar vem da pátria em latim, que significa voltar ao lugar de pertencimento. E hoje a gente anuncia a maior repatriação de obras de arte da história do Brasil. Trata-se de uma devolução com um forte valor simbólico histórico.
O acervo reúne obras como pinturas, esculturas, fotografias, gravuras, xilogravuras, arte sacra, objetos rituais, estampas e outras tipologias, com obras de artistas brasileiros.
A abertura da exposição está prevista para o início de março.
Copiar o textoApós dezembro sem variação, índice volta a subir apoiado pelas expectativas para os próximos meses
Baixar áudioDivulgado nesta quinta-feira (28) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE subiu 3,0 pontos em janeiro, alcançando 91,3 pontos, registrando alta em quatro dos cinco últimos meses — dezembro não apresentou variação. Em médias móveis trimestrais, o avanço foi de 1,5 ponto, para 89,3 pontos.
A pesquisa mostrou que houve alta da confiança em cinco dos seis principais segmentos do setor analisados, influenciada, principalmente, pelas expectativas para os próximos três meses.
Em sua quinta alta consecutiva, o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 4,6 pontos, atingindo o patamar de 93,7. Contudo, dentre os quesitos que compõem o índice, enquanto o resultado do indicador que mede as perspectivas de vendas nos próximos três meses mostrou aumento de 9,3 pontos, para 97,9 pontos — maior nível desde fevereiro de 2020, quando foi de 107,5 pontos —, o que avalia as expectativas sobre a tendência dos negócios nos próximos seis meses recuou em 0,3 ponto, para 89,6.
Já o Índice de Situação Atual (ISA-COM) mostrou avanço de 1,3 ponto em janeiro, para 89,5 pontos. O indicador que mede a avaliação sobre a situação atual dos negócios atingiu 89,1 pontos ao subir 1,6, enquanto o que avalia o volume de demanda atual avançou 0,9 ponto, para 90,2 pontos.
Segundo a economista do FGV IBRE Geórgia Veloso, a confiança do comércio subiu em janeiro apoiada, principalmente, nas expectativas puxadas pelo avanço expressivo nas projeções de vendas para os próximos meses, o que mostra otimismo para o início do ano. “Apesar de ainda não estarem em zona de neutralidade, as avaliações sobre a demanda atual mostraram uma pequena recuperação, com alta pelo terceiro mês consecutivo”, comentou.
A economista explicou que os empresários se mostram otimistas diante de um mercado de trabalho que segue sustentando a renda, a despeito de um início de ano sem expectativas de um afrouxamento monetário a curto prazo e que repete o cenário enfrentado pelo varejo em 2025: morno, marcado por taxas de juros elevadas e alto endividamento das famílias.
Confira aqui os resultados completos da sondagem.
Com informações do FGV IBRE.
Copiar o textoCom o IVA, compras ligadas à atividade empresarial passam a gerar créditos, mas há exceções
Baixar áudio“O coração da Reforma Tributária é a não cumulatividade”, afirma o vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman Cardoso, em entrevista ao Brasil61.com. O novo modelo de tributação sobre Valor Agregado aplicado ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) garante às empresas o direito de compensar os tributos pagos em praticamente todas as aquisições ligadas à sua atividade, eliminando a cobrança em cascata e aproximando o Brasil do padrão internacional de tributação sobre o valor agregado.
Os créditos tributários funcionam reduzindo os tributos que a empresa paga em suas operações, permitindo que ela recupere o tributo já pago na aquisição de insumos, matéria-prima ou serviços. A novidade da reforma é a ampliação e a simplificação desse mecanismo.
Atualmente, cada imposto sobre o consumo — como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — possui regras próprias para a geração e o aproveitamento de créditos. O resultado é um sistema fragmentado e heterogêneo, marcado por exceções, restrições e particularidades, que dificultam o cálculo e a recuperação desses valores pelos contribuintes.
O Imposto sobre Serviços (ISS), por exemplo, é cumulativo. Isso significa que prestadores de serviços — como escritórios de advocacia, contabilidade, publicidade, clínicas e escolas — não geram crédito do ISS pago por seus clientes na contratação de seus serviços. Da mesma forma, eles também pagam o ISS sobre a receita inteira, sem descontar o ISSQN incidente sobre os serviços que contrataram.
Com a substituição do ICMS e do ISS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e do PIS e da Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a lógica passa a ser a da não cumulatividade plena. Na prática, as empresas poderão se creditar dos tributos pagos em quase todas as compras de mercadorias ou contratação de serviços vinculados à sua atividade econômica.
“Tudo aquilo que gera recolhimento de IBS e CBS na operação antecedente — compra de insumos, aquisição de energia elétrica, etc. — é será deduzido do valor devido a título desses tributos nas etapas subsequentes de uma cadeia de circulação em consumo”, explica o advogado especialista em Direito Tributário, Guilherme Dolabella.
Segundo Anderson Trautman, a mudança tende a encerrar disputas históricas sobre o que pode ou não gerar crédito. “Hoje se discute se despesas com propaganda, combustível ou outros insumos são essenciais à atividade e, portanto, devem permitir a compensação. Isso tudo acaba, porque migramos para o sistema utilizado por mais de 170 países no mundo: o IVA, que assegura um regime de crédito amplo, salvo para aquilo que for de uso pessoal”, esclarece.
O advogado tributarista e mestre em Direito pela PUC-SP, Thulio Carvalho, destaca que os maiores beneficiados tendem a ser os setores com grande volume de insumos tributados. “Quem mais ganha com a não cumulatividade plena são as empresas que dependem de muitos produtos e serviços para operar, especialmente as indústrias e, em geral, o comércio”, observa.
Ele pondera, no entanto, que a redução de custos ao longo da cadeia produtiva ainda é uma expectativa teórica. “É preciso verificar se a plenitude da não cumulatividade será levada a cabo de maneira séria ou se ocorrerá — como aconteceu com o ICMS, o IPI e o PIS/Cofins, ao longo dos anos — restrições ao direito de apropriação de créditos tributários, gerando aumento de custos, repasse de preços e impactos macroeconômicos”, alerta.
Segundo Trautman, nessa sistemática de aproveitamento de crédito nas compras de insumos, matéria-prima ou serviços, os optantes pelo Simples Nacional podem perder competitividade. Como o regime possui uma carga tributária reduzida, o crédito gerado será menor do que o gerado em compras feitas de empresas do regime geral, o que pode levar grandes companhias a priorizarem fornecedores fora do Simples.
“Se o valor da venda for o mesmo, haverá uma perda de competitividade para empresas optantes pelo Simples Nacional, ou seja, um desinteresse desse cliente de continuar adquirindo dessas empresas, na medida em que o crédito será menor”, explica Trautman.
Segundo ele, a solução prevista na própria reforma é permitir que a empresa saia do Simples apenas em relação aos tributos sobre consumo — IBS e CBS — e passe a recolhê-los pelo regime geral (com crédito e débito).
“O Simples não se torna o melhor regime a priori. Depende da posição que a empresa está. Se ela está vendendo para consumidor final, pessoas físicas, não haverá interesse na tributação geral do regime híbrido. No entanto, se ela estiver no meio da cadeia produtiva, será importante ela gerar crédito para os seus clientes”, aponta.
A regra geral do novo sistema é o creditamento amplo, mas há duas exceções constitucionais. A primeira é o chamado split payment, mecanismo pelo qual a instituição financeira separa, no momento da liquidação (pagamento), a parcela do imposto (IBS e CBS) e a transfere diretamente ao fisco. Nessa hipótese, o crédito só surge quando a operação é efetivamente paga.
A segunda ocorre quando o próprio comprador opta por recolher o IBS e a CBS, pagando ao fornecedor apenas o valor líquido. Também nesse caso, o direito ao crédito fica condicionado ao pagamento do tributo.
Trautman destaca que uma terceira hipótese de condicionamento do crédito, somente após o efetivo recolhimento do imposto pelo fornecedor, não é permitida pela Constituição Federal.
“Isso não é permitido pela Constituição. Nós da CACB brigamos para colocar um dispositivo para que esse condicionamento só fosse aplicado quando houvesse o pagamento do tributo nas situações em que a Constituição prevê. Só pode ser condicionado o pagamento do tributo no split payment ou quando o adquirente pedir para ser o recolhedor do tributo. Fora essas duas situações, não pode ser condicionado o pagamento”, conclui.
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Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA finaliza nesta sexta-feira (30), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de janeiro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 0.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
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Baixar áudioO presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, avaliou como positiva a perspectiva de implementação do Acordo Mercosul–União Europeia e seus impactos para a inserção do Brasil no mercado internacional.
A União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Brasil, com estoque superior a US$ 464 bilhões em Investimento Direto Estrangeiro (IED), o equivalente a mais de 40% do total recebido pelo país. Diante desse cenário, Viana destacou que o acordo amplia a previsibilidade econômica e favorece novos fluxos de investimento.
“O acordo não trata apenas de comércio. Estamos falando da retomada de um ambiente de previsibilidade capaz de atrair mais investimentos, melhorar a inserção estratégica do Brasil em cadeias globais de valor e incentivar fluxos de investimento”, afirmou Viana durante entrevista coletiva realizada na sede da agência, em Brasília.
O tratado foi politicamente concluído em 2024 e assinado em 17 de janeiro de 2026. Segundo Viana, o acordo amplia as oportunidades para empresas brasileiras interessadas em acessar mercados internacionais.
“O Brasil voltou a ter um protagonismo muito forte e embasado para fazer a coisa certa. O agro do brasileiro está cada vez mais sustentado, a agricultura brasileira. Estamos, de fato, com a nova indústria, que está voltando com muita força", considerou.
Apesar da apreensão momentânea causada pela judicialização do texto no Parlamento Europeu, o clima geral é de confiança em sua futura ratificação. “Foi uma manobra política dos que eram contra, e isso faz parte do jogo da política”, disse ele aos jornalistas.
No contexto do avanço do acordo, a ApexBrasil tem intensificado esforços junto ao Congresso Nacional para fortalecer o diálogo diplomático entre os blocos. Nesse esforço, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, Nelsinho Trad, passaram a integrar uma comitiva que ampliará as conversas com o Parlamento Europeu sobre a matéria.
“A missão agora é também do Congresso Nacional ajudar na interlocução com os outros parlamentos aqui do Mercosul para aprovar o quanto antes o acordo”, destacou Viana.
Segundo o presidente da ApexBrasil, a agência também planeja reforçar sua estratégia de comunicação no continente europeu para melhorar a percepção sobre o Brasil, especialmente junto à iniciativa privada. “Vamos mostrar que o Brasil não é um bicho-papão.” Estão previstos ainda encontros, missões e reuniões com empresários e parlamentares europeus.
Levantamento da ApexBrasil aponta que o acordo cria um mercado integrado de cerca de 720 milhões de consumidores. O estudo identificou 543 oportunidades imediatas de exportação em quatro regiões da Europa.
Esses produtos representam um mercado potencial de US$ 43,9 bilhões em importações anuais da União Europeia. Atualmente, o Brasil exporta cerca de US$ 1,1 bilhão desses itens ao bloco.
ApexBrasil registra recorde de participação em exportações em 2025
As oportunidades estão distribuídas em 25 dos 27 países da União Europeia, com maior concentração na Europa Ocidental. O acordo permitirá a criação de um PIB agregado estimado em US$ 22 trilhões, reposicionando o Brasil no maior mercado importador do mundo e promovendo a eliminação tarifária imediata para muitos setores, além de maior segurança jurídica para investimentos.
Para apoiar a adaptação das empresas aos padrões técnicos e de sustentabilidade exigidos pela UE, a ApexBrasil mapeou oportunidades estratégicas em todo o bloco, com o objetivo de aumentar a competitividade e diversificar a pauta exportadora nacional.
Entre os setores com maior potencial estão máquinas e equipamentos de transporte, artigos manufaturados, produtos químicos, materiais em bruto e alimentos. Também se destacam motores, geradores elétricos, aeronaves, peças automotivas e produtos de base agrícola.
No agronegócio, Viana afirmou que a redução de tarifas e a ampliação de cotas tendem a favorecer a complementaridade entre os blocos. “Será um fluxo complementar e não concorrencial entre os blocos”, pontuou.
Por fim, Viana reforçou que a ApexBrasil trabalhará para garantir que as empresas brasileiras estejam preparadas para atuar com eficiência nesta nova fase de negócios.
“O que a gente faz aqui, pode ser complementar àquilo que eles têm no ambiente temperado, de clima temperado, que também tem limitações, e tem vantagens para a produção. Eles estão do lado do consumidor. Essa vantagem deles é uma logística extraordinária”, disse.
“Temos condições concretas de transformar o potencial mapeado em resultados reais. O Brasil está diante de uma das maiores janelas estratégicas para ampliar exportações das últimas décadas, e o cenário, embora às vezes turbulento, segue favorável para o avanço das negociações”, concluiu.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para o mês de fevereiro.
Ao todo, a embarcação vai atender seis localidades neste período, com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma e anote a data em que a CAIXA vai estar mais perto de você.
Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Fonte Boa, entre os dias 2 e 4 de fevereiro.
Na sequência, a Agência-Barco Chico Mendes segue para Jutaí, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 5 ao dia 6.
Já no dia 9 de fevereiro, será a vez da população de Tonantins receber os atendimentos.
Nos dias 10 e 11, os serviços serão oferecidos aos moradores de Santo Antônio do Içá.
A população de Amaturá contará com os atendimentos entre os dias 12 e 13 de fevereiro.
Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Barcelos, do dia 23 ao dia 27.
O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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Baixar áudioAtenção, você que está esperando os atendimentos da CAIXA no seu município. A Agência-Barco Ilha do Marajó já tem data para chegar! E, neste mês de fevereiro, a região receberá os serviços em duas embarcações, já que os moradores também terão acesso aos atendimentos no PrevBarco, em uma parceria da CAIXA com o INSS.
As embarcações oferecem os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma e anote a data e o local em que os atendimentos estarão disponíveis.
A Agência-Barco Ilha do Marajó inicia o mês em Gurupá. A população do município terá acesso aos serviços na embarcação de 2 a 5 de fevereiro.
Entre os dias 9 e 10, os atendimentos serão realizados no município de Bagre. No dia 11, a embarcação chega a Curralinho, onde permanece até o dia 13.
Já do dia 18 ao dia 27 de fevereiro, o PrevBarco atenderá os moradores de Soure.
Entre os dias 23 e 24, será a vez da população de Limoeiro do Ajuru ser atendida com os serviços da Agência-Barco Ilha do Marajó.
A última parada do mês para a Agência-Barco da CAIXA será no município de São Sebastião da Boa Vista, com atendimentos dos dias 25 a 27 de fevereiro.
O horário de atendimento é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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