20/06/2026 18:00h

O sorteio da Loteria Federal 6076 ocorre na noite deste sábado (20), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O sorteio da Loteria Federal concurso 6076 acontece neste sábado, 20 de junho de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.

O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação

Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.

Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:

  • Extração de quarta-feira: 1 em 92.000
  • Extração de sábado: 1 em 96.000
  • Milionária Federal: 1 em 84.000
  • Especial de Natal: 1 em 85.000 (por série)

Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

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Participação incluiu rodadas de negócios e atração de investimentos

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A agenda brasileira ligada à transição energética esteve presente em dois eventos internacionais realizados na mesma semana, com participação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que atuou na promoção de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono e combustíveis sustentáveis de aviação. 

Em São Paulo, a ApexBrasil participou do Hyvolution Brasil 2026, realizado nos dias 16 e 17 de junho, no Distrito Anhembi. O evento reuniu empresas, investidores, governos, universidades e centros de pesquisa. Foram cerca de 6 mil participantes, mais de 120 marcas, representantes de 14 países, cerca de 800 congressistas e mais de 70 palestrantes.

A agência participou como patrocinadora Diamond e manteve estande. Também organizou rodadas de negócios com empresas e investidores estrangeiros.

Segundo a analista da ApexBrasil, Camila Paschoal, as reuniões ocorreram em parceria com instituições nacionais e internacionais, com foco na ampliação de conexões entre o setor brasileiro de hidrogênio e investidores. “Nosso principal objetivo foi mostrar todo o potencial do setor de hidrogênio de baixa emissão de carbono para o mercado internacional. Realizamos uma rodada de negócios de matchmaking com cerca de 50 empresas, parceiros e investidores estrangeiros”, afirmou.

Durante o evento, a ApexBrasil apresentou o programa Invest in Brasil – Hydrogen e oportunidades de projetos no país. Também informou a preparação de uma chamada pública para compor o Portfólio Brasileiro de Projetos de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono.

Combustíveis sustentáveis de aviação

Em Amsterdã, o Brasil participou do Sustainable Aviation Futures Congress Global 2026, realizado entre 15 e 17 de junho, com foco em combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e descarbonização do transporte aéreo.

O evento reuniu mais de mil participantes dos setores de aviação, energia, finanças, tecnologia e governo. A participação brasileira foi liderada pela ApexBrasil por meio do programa Invest in Brasil – Biocombustíveis Avançados.

No setor de combustíveis sustentáveis, foram apresentados projetos no Brasil. Entre eles, o plano da JetBio para instalação de unidade de produção de SAF. No Mato Grosso do Sul, aportes superam R$ 1 bilhão, com foco na produção de biocombustíveis.

A Acelen informou aporte de R$ 7,5 bilhões na construção de biorrefinaria na Bahia, voltada à produção de diesel renovável e querosene sustentável de aviação.

A delegação incluiu representantes do Ministério de Minas e Energia, Ministério das Relações Exteriores, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), além de empresas do setor privado.

Na avaliação da ApexBrasil, a participação nos dois eventos ampliou o contato com investidores e reforçou o país como destino para investimentos ligados à transição energética.
 

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20/06/2026 03:00h

Padi Brasil vai ampliar o cuidado de pessoas idosas com limitações funcionais por meio de equipes multiprofissionais que atuarão diretamente nas residências dos pacientes.

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Mais de 2,7 mil municípios brasileiros já solicitaram adesão ao Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil), lançado pelo Ministério da Saúde para ampliar o atendimento de idosos com limitações funcionais diretamente em suas residências.

De acordo com a pasta, 2.733 municípios manifestaram interesse em participar da iniciativa, que representa a primeira estratégia nacional com cofinanciamento federal voltada exclusivamente ao cuidado domiciliar da população idosa no âmbito da Atenção Primária à Saúde.

O programa prevê investimento de aproximadamente R$ 500 milhões até 2027. Os recursos serão destinados à ampliação das Equipes Multiprofissionais (eMulti), compostas por profissionais de diferentes áreas da saúde, como fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais.

A proposta é garantir um acompanhamento mais próximo dos idosos que enfrentam dificuldades de locomoção ou dependem de cuidados contínuos, reduzindo a necessidade de deslocamentos frequentes para unidades de saúde e contribuindo para a prevenção de internações evitáveis.

Como funcionará o repasse financeiro para os municípios

Com o incremento financeiro do governo federal, as administrações municipais podem contratar mais profissionais, incluir médicos especialistas e aumentar a carga horária do atendimento local.

Os valores dos repasses mensais são distribuídos da seguinte forma:

  • Incremento mensal: até R$ 10 mil por equipe, a depender da modalidade (Ampliada, Complementar ou Estratégica);
  • Custeio total: o valor pode alcançar até R$ 57,5 mil por mês por equipe multiprofissional;
  • Parcela única: repasse inicial de implantação para a estruturação das ações no município, equivalente ao valor do incremento.
  • Impacto na Atenção Primária e envelhecimento saudável 


Segundo o Ministério da Saúde, o envelhecimento da população brasileira exige novas estratégias de cuidado. Atualmente, cerca de 80% dos idosos dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do atendimento aos pacientes, o Padi Brasil também prevê apoio e orientação a familiares e cuidadores.

A expectativa do governo federal é fortalecer a rede de atenção à saúde da pessoa idosa, promovendo mais qualidade de vida, autonomia e acesso aos serviços de saúde para essa parcela da população.
 

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20/06/2026 02:00h

Projetos de saúde, educação, inclusão, desenvolvimento rural e adaptação climática apresentados durante o Mineração & Comunidades revelam que a licença social para operar nasce da escuta ativa e da construção conjunta com os territórios.

Saúde na Roça (CMOC), AGP Clima (CBA), Desenvolvimento Rural (Lundin Mining), Projeto Raízes (Galvani) e Sala de Acomodação Sensorial (Mosaic), foram os projetos ganhadores do 2º. Prêmio Mineração & Comunidades, promovido por Brasil Mineral, que abrangeu cinco categorias e que tem como objetivo principal reconhecer as iniciativas desenvolvidas por empresas de mineração em apoio às comunidades dos territórios onde ocorre a atividade de extração mineral. O júri, formado por especialistas que compõem o Conselho Consultivo de Brasil Mineral, escolheu no total 15 trabalhos finalistas (3 em cada categoria), dentre os quais os listados acima foram os premiados.

Após a premiação, que integrou a programação do 11º. Mineração &/X Comunidades, foi realizada uma mesa-redonda reunindo os vencedores do 2º Prêmio Mineração & Comunidades, mediada pela professora Maria Amélia Enríquez, uma das juradas do prêmio, durante a qual ficou patente que projetos sociais estruturados, construídos a partir da escuta ativa e do relacionamento permanente com as comunidades, vêm se transformando em instrumentos capazes de fortalecer territórios, reduzir conflitos, criar valor compartilhado e consolidar a chamada licença social para operar.

Ao longo de mais de uma hora de conversa, representantes da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), CMOC Brasil, Lundin Mining, Galvani e Mosaic apresentaram iniciativas distintas em suas temáticas, mas surpreendentemente semelhantes em sua origem.

Em praticamente todos os casos, o ponto de partida foi o mesmo: ouvir. Ouvir os moradores que convivem diariamente com as operações minerais. Ouvir lideranças comunitárias. Ouvir professores, gestores públicos, agricultores, profissionais de saúde e famílias. Ouvir para compreender problemas que muitas vezes não aparecem nos indicadores tradicionais de desempenho empresarial.

A própria Maria Amélia destacou que essa característica chamou a atenção do júri durante o processo de avaliação: “consideramos muito a originalidade, o alcance social, a escalabilidade e a sustentabilidade dos projetos ao longo do tempo”, explicou. “Mas uma questão esteve presente em praticamente todas as análises: até onde vai a política corporativa e até onde vai a política pública?”, provocou a jurada.

A reflexão serviu de fio condutor para toda a discussão. Segundo Maria Amélia, muitos dos projetos apresentados ocupam justamente uma zona de convergência entre a atuação empresarial e as responsabilidades tradicionalmente atribuídas ao poder público – “não se trata de substituir governos, mas de criar mecanismos capazes de fortalecer capacidades locais, preencher lacunas e acelerar soluções para problemas que afetam diretamente a qualidade de vida da população”. Foi a partir dessa constatação que os vencedores passaram a compartilhar suas experiências.

Clima, governança e fortalecimento dos municípios

Primeira a falar, Lígia de Lima Carvalho, coordenadora de Sustentabilidade da CBA, não escondeu a satisfação pelo reconhecimento recebido. “Mais do que um prêmio, é uma afirmação de que estamos no caminho certo e de que o ESG não morreu; está mais vivo do que nunca”, afirmou. A executiva explicou que a companhia vem trabalhando há anos com uma estratégia estruturada de fortalecimento das políticas públicas municipais. A lógica é simples: municípios mais preparados significam comunidades mais resilientes e operações mais seguras.

Segundo Lígia, praticamente todo o portfólio social da empresa foi desenhado com esse objetivo: “entendemos que um município fortalecido, com políticas fortes, contribui para o desenvolvimento social da região e também para a nossa relação com o governo”. Essa visão ganhou forma concreta no AGP Mudanças Climáticas, iniciativa voltada à capacitação de gestores públicos para enfrentar um dos maiores desafios contemporâneos: a adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

Lígia explicou que o programa nasceu de uma reflexão interna. Depois de desenvolver ferramentas próprias para avaliar riscos climáticos em suas operações, a companhia percebeu que os mesmos conhecimentos poderiam ser compartilhados com os municípios onde atua. “Fortalecendo a resiliência do município, eu fortaleço a minha operação. Evito, por exemplo, interrupções logísticas provocadas por eventos climáticos extremos”, garantiu.

O programa envolve Defesas Civis, secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos em uma governança integrada que rompe estruturas tradicionalmente compartimentadas. “Assim como existem silos dentro das empresas, eles também existem dentro do poder público”, observou. “Conseguimos criar um espaço onde diferentes áreas passam a trabalhar juntas”, explicou a coordenadora de Sustentabilidade da CBA.

A iniciativa já alcança seis municípios brasileiros e integra uma plataforma mais ampla de ação climática da companhia, que inclui ferramentas públicas de avaliação de vulnerabilidade climática e mecanismos de financiamento vinculados a metas socioambientais.

Saúde como ferramenta de desenvolvimento territorial

Se a adaptação climática trouxe para o debate a relação entre empresas e gestão pública, o case apresentado pela CMOC Brasil evidenciou outro tema igualmente sensível: o acesso à saúde nas comunidades rurais.

Ao apresentar o projeto Saúde na Roça, Flávia de Paula Adorno, gerente sênior de ESG e Licenciamento da CMOC Brasil destacou que a iniciativa nasceu de um processo de diagnóstico social realizado junto às comunidades do entorno das operações da companhia em Catalão (GO). Embora o município apresente uma estrutura de atendimento relativamente consolidada em comparação com outras regiões do país, a escuta das comunidades revelou um problema pouco visível nas estatísticas oficiais: a dificuldade de acesso enfrentada pela população idosa residente em áreas rurais. “Hoje a CMOC está muito mais próxima das comunidades, e nas reuniões que realizamos ouvimos que um dos principais pontos era a saúde”, relatou.

O diagnóstico apontou que grande parte dos moradores das 15 comunidades atendidas era formada por idosos que encontravam obstáculos para se deslocar até unidades de saúde ou hospitais. O desafio não estava necessariamente na existência dos serviços, mas na capacidade de alcançá-los.

A partir dessa constatação, a empresa iniciou um diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde para identificar de que forma poderia contribuir sem sobrepor funções do poder público. A solução encontrada foi a criação de uma estrutura itinerante de atendimento médico e odontológico, responsável por realizar avaliações iniciais, exames básicos e encaminhamentos para tratamentos especializados.

Mais do que ampliar o acesso aos serviços, a iniciativa passou a funcionar como uma ponte entre a população rural e a rede pública de saúde. “Sentamos com o secretário municipal de Saúde para dialogar sobre onde a CMOC poderia contribuir. Entendemos que seria no atendimento básico, fazendo o mapeamento das necessidades e facilitando o acesso aos serviços especializados”, explicou Flávia.

Em sua análise, o principal aprendizado foi compreender que a geração de valor social não está necessariamente associada a grandes investimentos, mas à capacidade de construir soluções adequadas às necessidades reais das comunidades – “a comunidade só entende a presença da empresa se sentir, de fato, que a vida dela mudou”.

A fala sintetizou uma percepção compartilhada ao longo de todo o painel: a licença social para operar não é conquistada por campanhas institucionais, mas por transformações percebidas no cotidiano das pessoas.

Quando o desenvolvimento rural se transforma em legado

A discussão avançou então para um dos temas mais recorrentes nos debates sobre mineração e desenvolvimento regional: a diversificação econômica dos territórios. Representando a Lundin Mining, Josielle Padilha Silvestre, coordenadora de Performance Social apresentou o Programa de Desenvolvimento Rural, iniciativa que busca fortalecer atividades produtivas já existentes nas comunidades próximas às operações da empresa.

O projeto surgiu a partir de uma constatação simples. Durante os processos de relacionamento comunitário, agricultores e pecuaristas passaram a manifestar a necessidade de apoio técnico para aumentar a produtividade e melhorar as condições de trabalho nas propriedades rurais. “A escuta ativa é a base de todos os nossos processos. Foi assim que identificamos que a agricultura e a pecuária eram potencialidades importantes da região”, afirmou.

Em vez de criar uma atividade econômica paralela, a empresa optou por fortalecer aquilo que já fazia parte da identidade local. As propriedades participantes recebem acompanhamento técnico durante três anos consecutivos. Nesse período, especialistas realizam diagnósticos individualizados e identificam oportunidades de melhoria. O modelo adotado pela companhia prioriza a entrega de soluções concretas, evitando repasses financeiros diretos.

“Em hipótese nenhuma repassamos dinheiro. Entregamos sempre serviços e materiais”, frisou Josielle. Os investimentos variam conforme as necessidades de cada propriedade. Em alguns casos, incluem melhorias em currais e sistemas de ordenha. Em outros, recuperação de pastagens, acesso à água ou implantação de sistemas de energia solar. Com isso, o resultado vai muito além do aumento da produção: “os produtores relatam melhoria de renda e passam a ter condições de desenvolver outras atividades com mais qualidade de vida”.

A iniciativa despertou especial interesse da mediadora Maria Amélia Enríquez, que destacou a importância de construir economias capazes de sobreviver ao ciclo mineral: “a atividade mineral é temporária no território. A comunidade é permanente”. A observação trouxe para o centro do debate um dos principais desafios do setor: criar condições para que os territórios continuem prosperando mesmo após o encerramento das operações.

Embora a empresa ainda não tenha estruturado uma cadeia formal de compras junto aos produtores beneficiados, Josielle reconheceu que esse pode ser um caminho futuro: “estruturar uma cadeia para que produzam mais e gerem mais renda pode ser um próximo passo”.

Identidade, pertencimento e transformação social

Poucos projetos apresentados durante o painel ilustraram tão claramente a dimensão humana do ESG quanto o Raízes, desenvolvido pela Galvani em parceria com o Instituto Ser-Tão.

Ao apresentar a iniciativa, Arnobson dos Santos Costa, presidente da entidade, levou a discussão para além dos indicadores tradicionais de desenvolvimento, abordando questões relacionadas à identidade, autoestima e pertencimento. O projeto nasceu em uma escola quilombola localizada na zona rural de Irecê, na Bahia, em um contexto marcado por evasão escolar, baixa valorização cultural e falta de perspectivas para os jovens da comunidade – “aquela comunidade não se reconhecia, não enxergava valor nem potencialidades”, recordou.

Segundo ele, a situação era agravada pela ausência de referências positivas ligadas à história e à cultura negra no ambiente escolar: “temos uma lacuna enorme no ensino brasileiro. Falta literatura negra para falar sobre pessoas negras”.

Foi justamente para enfrentar essa realidade que surgiu o Raízes. A primeira etapa do projeto envolveu a aquisição de livros de literatura negra, instrumentos musicais, vestimentas de matriz africana e a realização de oficinas culturais para estudantes e professores. O objetivo era fortalecer a identidade cultural dos alunos e promover uma educação antirracista alinhada às especificidades do território. De acordo com Arnobson, “o projeto nasce para mostrar que a história daquele povo do campo e quilombola tem valor”.

Os resultados rapidamente ultrapassaram os limites da escola onde a iniciativa começou. O programa foi ampliado para outras unidades de ensino, incorporado às ações da Secretaria Municipal de Educação e passou a alcançar mais de 1.500 estudantes. Arnobson destacou que um dos maiores legados do projeto está justamente em sua capacidade de gerar transformações permanentes: “quando se promove o resgate da história, da memória e da identidade, ninguém mais tira”.

Ao comentar o case, Maria Amélia chamou atenção para outro aspecto relevante: a forma como a parceria entre empresa e poder público permitiu escalar a iniciativa sem descaracterizar sua essência. A experiência demonstrou que, quando bem estruturadas, as ações corporativas podem contribuir para o fortalecimento de políticas públicas em vez de substituí-las.

Inclusão construída a partir da realidade

A capacidade de ouvir necessidades específicas também foi o ponto de partida do projeto apresentado pela Mosaic. A Sala de Acomodação Sensorial Acessível surgiu durante o desenvolvimento de outra iniciativa social realizada em Uberaba (MG), quando gestores escolares relataram dificuldades para atender crianças neurodivergentes em momentos de crise emocional. Segundo a Especialista de Projetos Sociais da Mosaic, Thaís de Oliveira Alves González, a demanda não fazia parte das linhas tradicionais de investimento social da empresa: “somos uma empresa de fertilizantes, com projetos muito voltados à segurança alimentar”.

Ainda assim, a necessidade identificada durante as conversas com a comunidade levou a companhia a estudar o tema e buscar especialistas capazes de apoiar a construção da solução – “escuta ativa na prática exige flexibilidade”. A proposta foi desenvolvida em conjunto com educadores, profissionais especializados e representantes do poder público. O objetivo não era apenas criar um espaço físico diferenciado, mas oferecer condições para que as crianças pudessem permanecer integradas ao ambiente escolar.

“Não adiantava criar uma sala excludente. Precisávamos construir um espaço que ajudasse a criança a se regular e retornar ao convívio”, prosseguiu Thaís. Além da infraestrutura, o projeto envolveu capacitação de professores e equipes técnicas para garantir o uso adequado do ambiente.

A receptividade foi imediata. Hoje, a iniciativa já está sendo replicada em outras localidades onde a Mosaic atua. “Quando nossas equipes vão a campo, ouvimos frequentemente que outras comunidades também querem uma sala como essa”, afirma Thaís.

O caso mostrou que inovação social nem sempre significa desenvolver soluções complexas. Em muitos casos, ela surge simplesmente da disposição para ouvir demandas que normalmente passariam despercebidas.

Condicionante ou convicção? O que realmente impulsiona os projetos sociais

Após ouvir os relatos dos vencedores, Maria Amélia Enríquez trouxe para a mesa uma questão recorrente nos debates sobre responsabilidade social corporativa na mineração. Afinal, os projetos apresentados nasceram de exigências legais, de condicionantes ambientais e termos de ajustamento de conduta, ou resultaram de uma decisão estratégica das empresas de investir em desenvolvimento territorial?

A pergunta tocou em um dos temas mais sensíveis do setor. Durante muito tempo, parte significativa das ações sociais desenvolvidas pelas mineradoras esteve associada ao cumprimento de exigências regulatórias. Nos últimos anos, entretanto, cresce a percepção de que os projetos mais transformadores costumam surgir quando as empresas ultrapassam a lógica da obrigação e passam a atuar de forma mais integrada às demandas dos territórios.

“Vocês descreveram um processo muito semelhante em todos os casos”, observou a mediadora. “Tudo começa por uma escuta ativa e sensível, que leva a um diagnóstico social; isso exige uma articulação institucional importante; depois vêm a escalabilidade e a sustentabilidade do projeto. Qual foi o impulso para vocês entrarem nesse tipo de iniciativa?” As respostas mostraram que não existe um único caminho.

No caso da CMOC, Flávia de Paula Adorno reconheceu que o diagnóstico comunitário que deu origem ao Saúde na Roça estava relacionado a uma exigência do processo de licenciamento. O projeto, porém, foi muito além do atendimento formal dessa obrigação – “o diagnóstico era um condicionante, mas desenvolver o projeto na área da saúde foi um entendimento do que aquela comunidade realmente precisava”, explicou. A executiva destacou que o desafio foi justamente transformar uma obrigação regulatória em uma oportunidade de construção coletiva, envolvendo prefeitura, secretaria de saúde e moradores na definição da solução.

Na CBA, o percurso foi diferente. Lígia de Lima Carvalho explicou que o programa voltado às mudanças climáticas surgiu de uma reflexão estratégica da companhia sobre riscos futuros: “vínhamos passando por desastres climáticos e já tínhamos uma maturidade interna importante nesse tema. Então surgiu o questionamento: por que não compartilhar esse conhecimento com os municípios?”. A iniciativa acabou se tornando um dos principais exemplos apresentados durante o painel de como a inovação social pode nascer da convergência entre interesses empresariais e necessidades públicas.

Na Lundin Mining, segundo Josielle Padilha Silvestre, o programa de desenvolvimento rural surgiu antes mesmo de qualquer exigência regulatória – “nós criamos o programa em 2019 a partir da escuta das comunidades. Quando fomos renovar a licença, em 2022, veio um condicionante relacionado ao apoio à área rural. Como já realizávamos o trabalho, ele acabou sendo incorporado ao processo”.

A mesma lógica apareceu nos relatos da Galvani e da Mosaic. Em ambos os casos, os projetos nasceram do relacionamento cotidiano com as comunidades e somente depois passaram a dialogar com agendas mais amplas de sustentabilidade e desenvolvimento local. O conjunto das respostas reforçou uma percepção que atravessou todo o debate: independentemente da origem formal, os projetos que geram maior impacto são aqueles capazes de construir vínculos genuínos com as necessidades dos territórios.

As intervenções da plateia deram uma dimensão ainda mais rica ao debate ao trazer reflexões de profissionais que vivem os desafios da sustentabilidade em diferentes contextos. Representando a Galvani, Ariana Prado, coordenadora de relacionamento com comunidades da empresa, reforçou que o projeto Raízes não surgiu de uma obrigação regulatória, mas do contato direto com a realidade local – “hoje fomentamos as potencialidades de cada território. Quando chegamos à Escola Quilombola Municipal Anisio Teixeira vimos um trabalho maravilhoso que merecia continuidade”. A fala destacou um aspecto recorrente ao longo do painel: a importância de enxergar as comunidades não apenas por suas demandas, mas também por seus ativos, talentos e vocações.

Outro momento de destaque ocorreu quando uma participante do evento perguntou qual havia sido o principal diferencial corporativo que permitiu transformar iniciativas sociais em projetos reconhecidos nacionalmente. A questão levou os participantes a refletirem sobre o papel da cultura organizacional na construção do ESG.

Para Lígia, da CBA, a resposta está na integração entre sustentabilidade e estratégia empresarial – “não há como operar sem trabalhar projetos sociais estruturantes que gerem valor e impacto positivo para a sociedade”. Na Lundin, Josielle destacou que o conceito de comunidades prósperas faz parte da própria estratégia corporativa, “está na essência da empresa construir relações de confiança com as comunidades”. Ariana reforçou que, na Galvani, o relacionamento comunitário não é responsabilidade exclusiva de uma área específica – “todos os profissionais têm essa preocupação de ouvir e potencializar as comunidades do entorno”. Já Thaís apresentou uma prática que chamou a atenção dos participantes: a Social Experience, iniciativa da Mosaic que leva empregados e executivos para vivenciar a realidade das comunidades beneficiadas pelos projetos – “quando estamos nesses espaços com eles, fica muito mais fácil construir entendimento e alinhamento”. Flávia, da CMOC, apontou na mesma direção: “é fundamental trazer a alta liderança para entender a realidade das comunidades e o impacto que os investimentos podem gerar”.

ESG, resultado financeiro e a licença social para operar

Talvez a intervenção mais provocativa da tarde tenha vindo da jurada Vânia Andrade. Reconhecendo que a audiência do evento era formada majoritariamente por profissionais já convencidos da importância do ESG, ela lançou um desafio aos participantes: “estamos falando aqui para convertidos”, afirmou. “Mas como convencer os pragmáticos? Como demonstrar que tudo isso também é bom para o negócio?”

A pergunta trouxe para o centro da discussão um tema cada vez mais presente nos conselhos de administração e nos fóruns de investidores: a relação entre sustentabilidade e geração de valor. “Como economista, costumo dizer: em Deus eu acredito; o resto tem que mostrar números”, provocou Maria Amélia Enríquez.

As respostas evidenciaram que os benefícios do relacionamento comunitário nem sempre aparecem diretamente nos balanços financeiros, mas influenciam indicadores críticos para a continuidade dos negócios.

Josielle apresentou um exemplo emblemático. Em uma das áreas operacionais da Lundin, moradores reclamavam repetidamente das condições de uma estrada utilizada pela empresa. Embora as reclamações chegassem à equipe social, a liderança operacional ainda não compreendia plenamente a dimensão do problema. A solução foi simples: levar o gerente da operação para conversar diretamente com os moradores – “depois daquela visita, não tivemos mais nenhuma reclamação sobre o tema”.

O caso serviu para demonstrar como o relacionamento comunitário influencia indicadores relacionados à confiança, reputação e licença social para operar. Mais do que evitar conflitos, a aproximação permitiu resolver um problema operacional antes que ele se transformasse em uma crise.

Na Galvani, representantes da empresa destacaram que o principal desafio costuma ser sensibilizar o público interno: “o maior desafio não é a comunidade; é engajar os engenheiros”, comentou Ariana. A empresa passou então a ampliar programas de visitas e encontros entre profissionais das áreas técnicas e moradores das comunidades. Segundo ela, a diferença é perceptível quando engenheiros, gestores operacionais e profissionais ambientais participam diretamente das conversas. “Talvez ainda não tenhamos monetizado esse ganho, mas a construção da licença social certamente faz com que a operação não pare”.

A observação encontrou eco na fala de Lígia, que apresentou uma perspectiva complementar. Além de investidores e comunidades, os próprios clientes passaram a incorporar critérios sociais e ambientais em seus processos de avaliação. “Hoje temos clientes para os quais direitos humanos e relacionamento com comunidades fazem parte da nossa nota de performance como fornecedor”, disse a representante da CBA.

Em outras palavras, aquilo que antes era visto apenas como responsabilidade social passou a influenciar diretamente a competitividade empresarial.

Outro tema que ganhou força ao longo da conversa foi a necessidade de ampliar o envolvimento das áreas operacionais nas estratégias de sustentabilidade. Maria Amélia observou que muitas empresas já avançaram significativamente no diálogo com stakeholders externos, mas ainda enfrentam desafios para disseminar essa cultura internamente: “não basta convencer o público externo. Precisamos convencer também quem está dentro das operações”. A observação encontrou respaldo imediato entre os participantes.

Josielle destacou que, em operações localizadas muito próximas das comunidades rurais, a interação cotidiana entre trabalhadores e moradores torna inevitável a necessidade de preparar as equipes para esse relacionamento – “não podemos esperar que toda situação seja escalada para a alta direção. Precisamos dar autonomia para quem está na ponta agir e se conectar com as pessoas”.

A fala remeteu a uma reflexão recorrente durante o evento: a licença social para operar não é construída exclusivamente pelos departamentos de sustentabilidade ou relacionamento comunitário. Ela é construída diariamente por operadores, supervisores, técnicos, engenheiros e gestores que representam a empresa em suas interações com a população local. Nesse contexto, o ESG deixa de ser um tema corporativo e passa a fazer parte da cultura operacional.

Comunicação: da divulgação à construção de confiança

O último grande tema do painel surgiu a partir de uma pergunta de Mariana Cavalcante, da PLS. A profissional quis saber qual era o papel da comunicação tanto no engajamento das comunidades quanto na prestação de contas para investidores, imprensa e demais stakeholders. A questão revelou outro ponto de convergência entre os projetos.

Todos os participantes reconheceram que, durante muito tempo, muitas empresas realizaram ações relevantes sem comunicar adequadamente seus resultados. “Fazíamos muita coisa, mas não verbalizávamos”, admitiu Flávia. Na CMOC, a solução passou pela criação dos boletins comunitários Intervozes, que divulgam cronogramas, resultados e histórias das comunidades atendidas.

Josielle relatou transformação semelhante na Lundin. A chegada de profissionais especializados em comunicação ampliou significativamente a capacidade de divulgação das iniciativas. “A comunicação faz toda a diferença. Ela é essencial para o engajamento”.

Na Mosaic, Thaís chamou atenção para a necessidade de equilíbrio. Segundo ela, a visibilidade dos projetos deve estar subordinada ao propósito social da iniciativa – “não faz sentido realizar um evento maior do que o próprio investimento social”.

Já Lígia destacou que sustentabilidade e comunicação precisam atuar de forma integrada desde a concepção dos projetos – “somos quase um time só”.

A fala resume uma tendência crescente no setor mineral: a compreensão de que comunicação não é apenas divulgação, mas também ferramenta de relacionamento, transparência e construção de confiança.

Afinal, o ESG resolve o X da questão?

Ao final do debate, ficou evidente que a pergunta que deu nome ao painel não admite respostas simples. Nenhum dos participantes apresentou o ESG como solução definitiva para os desafios enfrentados pelos territórios mineradores. Tampouco houve a pretensão de substituir o papel do poder público ou de eliminar conflitos inerentes à atividade mineral.

O que os casos apresentados demonstraram foi algo talvez mais importante. Quando o ESG deixa de ser apenas uma sigla e se transforma em prática cotidiana, ele cria condições para que empresas, comunidades e governos construam soluções mais duradouras.

Os projetos apresentados tinham focos distintos — mudanças climáticas, saúde, desenvolvimento rural, educação antirracista e inclusão de crianças neurodivergentes —, mas compartilhavam elementos comuns: escuta ativa, diálogo permanente, construção coletiva, governança compartilhada e compromisso com resultados de longo prazo. Mais do que iniciativas sociais bem-sucedidas, os cases revelaram uma mudança de perspectiva sobre o papel das empresas nos territórios onde atuam.

Ao encerrar o painel, Maria Amélia Enríquez destacou que as boas práticas precisam ser multiplicadas e compartilhadas: “as externalidades negativas são amplamente conhecidas. As boas iniciativas também merecem ser publicizadas”.

A observação foi reforçada por Rolf Fuchs, presidente da Integratio e coordenador Técnico do Mineração &/X Comunidades, ao lembrar que a qualidade dos projetos apresentados não se restringia aos vencedores. Segundo ele, os 15 finalistas demonstraram que a mineração brasileira vem acumulando experiências valiosas na construção de uma agenda ESG cada vez mais conectada às necessidades reais das comunidades.

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20/06/2026 01:00h

Impacto é previsto pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que avalia reajuste salarial do magistério como fator de pressão sobre orçamento das cidades

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A lei (Lei n° 15.437/2026) que atualiza o piso salarial nacional dos professores da educação básica foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (19). A medida fixa o valor mínimo da categoria em R$ 5.130,63 para 2026, com reajuste de 5,4% em relação ao valor anterior.

De acordo com a Casa Civil, a nova legislação estabelece critérios para a atualização anual do piso salarial profissional nacional e determina que o valor não poderá ser corrigido abaixo da inflação acumulada no período anterior. 

A norma também prevê a divulgação, pelo Ministério da Educação, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso, ampliando a transparência do processo.

Outra mudança é a inclusão dos profissionais contratados por tempo determinado entre os beneficiários do piso salarial nacional. Isso, segundo o governo, garante a esses trabalhadores os mesmos direitos assegurados aos demais profissionais do magistério público da educação básica.

Reflexos nos orçamentos municipais 

Conforme previsão da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a mudança deve impactar os cofres municipais em R$ 8 bilhões apenas em 2026. Na avaliação da entidade, o reajuste do magistério amplia a pressão sobre uma situação orçamentária já desafiadora para muitos municípios brasileiros.

Em nota oficial, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, defende que haja respeito ao pacto federativo e à autonomia municipal, com a definição local de aumentos reais.

“O reajuste e a valorização dos profissionais de magistério é uma demanda legítima, mas que precisa ser  pactuada no âmbito local, por quem paga a conta, e não imposto pela União", afirma Ziulkoski. 

Segundo a CNM, a entidade apresentou cinco emendas à Medida Provisória (MP 1.334/2026)  que altera o critério de correção do piso salarial e que deu origem à lei sancionada. Além disso, a Confederação  enviou parecer técnico a parlamentares para alterações no texto. No entanto, as sugestões não foram acatadas no texto final.

Pelo novo cálculo, o reajuste anual será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) nos cinco anos anteriores. A CNM destaca que, pela fórmula anterior, a recomposição seria de apenas 0,37%, enquanto a nova regra garante reajuste de 5,4%.

A entidade também alerta que, além do impacto previsto para 2026, a mudança deve aumentar a pressão sobre os municípios nos próximos anos.

Para a CNM, o financiamento da educação tem sido marcado por forte pressão sobre as contas municipais nos últimos anos. Segundo a entidade, o reajuste do piso do magistério acumulou alta de 78% nos últimos cinco anos, com impacto estimado em R$ 85 bilhões no período.

“O novo modelo garante correção acima da inflação sem garantia de recursos adicionais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) ou compensação da União”, afirma a CNM, em nota.
 

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19/06/2026 20:00h

Deputados federais defendem mudanças na legislação, ampliação da cobertura e mais recursos para o seguro agrícola; Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) alerta que redução da proteção aumenta riscos e afeta toda a economia

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Aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, o Projeto de Lei 2951/24, que reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), aguarda nova análise do Senado Federal. Parlamentares das regiões Sul e Sudeste, como Paraná e Minas Gerais defendem a conclusão da análise da medida no Congresso Nacional para ampliar a proteção dos produtores diante de eventos climáticos, crises de mercado e dificuldades de acesso ao crédito.

Entre as mudanças previstas estão a redução das taxas de juros e a prioridade para operações de crédito rural cobertas por seguro. O prêmio será financiado pelo Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos para garantir a execução dos contratos. 

Seguro Rural dá segurança aos produtores

O deputado Zé Vitor (PL-MG) defendeu uma atualização das regras para acompanhar a realidade do agronegócio atual. Para ele, o produtor enfrenta uma combinação de riscos climáticos, econômicos e internacionais. “Temos uma série de incertezas e fatores que nos trouxeram até aqui. Primeiro, a falta de previsibilidade, que nos prejudica muito no planejamento. Também somos vítimas de muitas questões climáticas, avaliações no mercado, guerras e instabilidades geopolíticas que afetam o nosso negócio. São custos maiores, margens menores, já conhecidos por todos nós”, pontuou.

Para o parlamentar de Minas, a modernização do seguro rural deve integrar uma agenda mais ampla de fortalecimento da política agrícola brasileira. “Estamos tratando de seguro rural para aprimorarmos definitivamente essa legislação. Temos normas ainda da metade do século passado vigorando até hoje, que não nos conforta e não nos prepara para esse tempo, para esse agro moderno”, disse.

Proteção ineficiente no país

O deputado Nelson Padovani (PP-PR) também defendeu avanços no seguro agrícola e chamou atenção para o baixo alcance da proteção no país. “Hoje no Brasil, só 15% das lavouras têm seguro agrícola. Então é normal que a cada ciclo, a cada cinco, 10 anos, tenha essa quantidade enorme de agricultores endividados, uma quantidade enorme de agricultores passando dificuldade”, ressaltou Padovani.

Segundo Padovani, a falta de uma política robusta de seguro prejudica investimentos e aumenta os riscos para produtores de diferentes portes. “É uma vergonha, um país que vive essencialmente da agricultura não ter um seguro agrícola. Isso não acontece em lugar nenhum do mundo”, afirmou.

Impasse

Um dos principais pontos de divergência durante a tramitação da proposta foi a origem dos recursos para financiar a política. A responsabilidade permaneceu vinculada ao Ministério da Agricultura, contrariando parte dos parlamentares ligados ao agronegócio, que defendiam a transferência para o Ministério da Fazenda por considerarem menor o risco de bloqueios ou contingenciamentos.

Panorama

Os recursos destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural têm apresentado retração nos últimos anos. Segundo dados do Atlas do Seguro Rural, do Ministério da Agricultura, o valor executado caiu de R$ 1,15 bilhão em 2021 para R$ 565,3 milhões em 2025, o menor nível desde 2019.
Para este ano, o orçamento reservado ao programa é de R$ 1,01 bilhão, abaixo dos R$ 4 bilhões considerados necessários por entidades do setor agropecuário.

A redução dos recursos também se reflete na área segurada. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária indicam que 3,2 milhões de hectares estavam cobertos por seguro rural em 2025, o equivalente a 3,3% da área plantada. O resultado representa queda de 55% em relação ao ano anterior e o menor nível da última década.

Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), a redução dos recursos destinados ao seguro rural compromete toda a cadeia econômica. “Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros”, declarou.

O projeto foi apresentado inicialmente no Senado e aprovado em dezembro de 2025, quando seguiu para a Câmara. Como o texto de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS)  foi modificado, a matéria retornou para a Casa de origem – que deve votar se mantém as alterações ou se retoma o primeiro formato. 
 

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19/06/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3715 ocorre na noite deste sábado (20), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3715 da Lotofácil será realizado no domingo (14), em função da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo, que acontece neste sábado, às 8h.

Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento ocorre no Espaço da Sorte, em São Paulo, às 8h, com transmissão ao vivo pelas redes oficiais. As apostas individuais podem ser feitas até as 22h de sexta (19), no horário de Brasília.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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19/06/2026 18:20h

Instabilidades atingem São Paulo e o Rio de Janeiro; Minas Gerais terá predomínio de sol e Espírito Santo registra muitas nuvens ao longo do dia.

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A previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições distintas entre os estados da região. Enquanto áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro devem registrar chuva ao longo do dia, Minas Gerais terá tempo mais estável e o Espírito Santo segue com grande quantidade de nebulosidade.
Em São Paulo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já no Rio de Janeiro, o cenário é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em diferentes momentos do dia.
No Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens, com céu predominantemente encoberto em diversas localidades. Em Minas Gerais, o tempo permanece firme, com predomínio de poucas nuvens e baixa probabilidade de chuva significativa.
Entre as capitais, São Paulo registra mínima de 13°C e máxima de 23°C, com umidade relativa do ar variando entre 55% e 85%. No Rio de Janeiro, os termômetros devem oscilar entre 12°C e 27°C, enquanto a umidade varia entre 40% e 95%.
Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 10°C e a máxima de 25°C, com umidade entre 30% e 95%. Já em Vitória, a temperatura varia entre 16°C e 27°C, e a umidade relativa do ar fica entre 45% e 95%.
Na região, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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19/06/2026 18:10h

Amazonas, Roraima, Amapá e norte do Pará seguem com as condições mais favoráveis para pancadas de chuva; Tocantins permanece com tempo firme.

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A previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica a continuidade das instabilidades em grande parte da faixa norte da região. As condições mais favoráveis para chuva permanecem concentradas entre o Amazonas, Roraima, Amapá e o norte do Pará.
Nessas áreas, a combinação entre calor e elevada umidade favorece a formação de nuvens carregadas, com ocorrência de pancadas de chuva ao longo do dia e possibilidade de trovoadas isoladas. Os maiores acumulados previstos para o período seguem concentrados no centro-norte do Amazonas, em Roraima, no Amapá e em áreas do norte paraense.
No Acre, em Rondônia e no sul do Pará, também há previsão de chuva, porém de forma mais isolada e com menores volumes. Já no Tocantins, o tempo permanece mais estável, com predomínio de sol entre poucas nuvens e baixa probabilidade de precipitações significativas.
As temperaturas seguem elevadas em toda a região. Entre as capitais, as mínimas previstas são de 22°C em Rio Branco, 24°C em Manaus e 25°C em Boa Vista. Já as máximas podem alcançar os 34°C em Palmas e os 33°C em Belém
A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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19/06/2026 18:00h

Pancadas de chuva atingem áreas da faixa litorânea entre o Maranhão e a Bahia; interior da região segue com predomínio de sol e baixa umidade.

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A previsão do tempo para a Região Nordeste neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições de chuva em áreas da faixa litorânea da região, enquanto o interior permanece com tempo mais seco e estável.
As precipitações devem ocorrer principalmente em trechos do litoral do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Em alguns pontos da costa nordestina, a chuva pode ocorrer de forma passageira ao longo do dia, intercalada com períodos de muitas nuvens.
No interior da região, o cenário é diferente. Áreas do Piauí, oeste da Bahia e sertões de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará devem registrar predomínio de sol entre poucas nuvens e ausência de chuva significativa.
A atuação de uma massa de ar mais seco favorece a redução dos índices de umidade relativa do ar em parte do interior nordestino, especialmente entre o sul do Maranhão, o centro-sul do Piauí e o oeste baiano. 
Entre as capitais, as temperaturas seguem elevadas. As mínimas devem ficar em torno de 24°C em Aracaju e 23°C em Salvador. Já as máximas podem superar os 34°C em Teresina
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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19/06/2026 18:00h

Instabilidades avançam sobre o Paraná e parte de Santa Catarina; gaúchos terão amanhecer frio e possibilidade de geada em áreas de maior altitude.

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A previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições de instabilidade principalmente no Paraná e em áreas de Santa Catarina.
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diversas localidades. As instabilidades devem ocorrer ao longo do dia e podem ser acompanhadas por aumento da nebulosidade.
Em Santa Catarina, o cenário é de muitas nuvens com chuva isolada, especialmente em áreas do leste e do norte do estado. As precipitações devem ocorrer de forma passageira, intercaladas por períodos de melhora.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo permanece mais estável, com predomínio de poucas nuvens em grande parte do estado. O amanhecer deve ser mais frio, principalmente nas áreas de maior altitude.
As baixas temperaturas durante a madrugada e o início da manhã favorecem a formação de geada em áreas da Serra Gaúcha e em municípios das regiões mais elevadas do estado. A condição exige atenção, especialmente em áreas rurais.
Entre as capitais, Curitiba registra mínima de 13°C e máxima de 16°C, com umidade relativa do ar variando entre 75% e 95%. Em Florianópolis, os termômetros ficam entre 14°C e 16°C, enquanto a umidade varia de 85% a 95%.
Porto Alegre terá mínima de 5°C e máxima de 18°C. Na capital gaúcha, a umidade relativa do ar oscila entre 65% e 95%.
Na Região Sul, a umidade relativa do ar varia entre 65% e 95%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

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19/06/2026 16:52h

s recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta sexta-feira (19), o repasse de R$ 5,3 milhão para ações de resposta no estado de Roraima e em municípios afetados por desastres em Minas Gerais, Bahia, Amazonas e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Porteirinha (MG): R$ 527.184,00

Vicência (PE): R$ 306.472,20

Ubaíra (BA): R$ 258.451,26

Estado de Roraima (RR): R$ 2.453.500,00

Parintins (AM): R$ 1.431.000,00

Canudos do Vale (RS): R$ 347.053,85

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Com informações do MIDR

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19/06/2026 16:44h

Estão na lista municípios dos estados da Bahia, Amazonas, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Roraima e Rondônia

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (19), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Portaria nº 2.014 

Portaria nº 2.016 

Portaria nº 2.017 

Portaria nº2.019 

de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.

Como solicitar recursos

Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.

Com informações do MIDR

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19/06/2026 13:00h

Lista foi enviada para a Receita Federal e Comitê Gestor do IBS com sugestões para dar mais segurança jurídica na transição do novo sistema

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A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), que representa mais de 2 mil associações comerciais, encaminhou 25 sugestões para aprimorar a regulamentação da reforma tributária. O documento foi enviado à Receita Federal e ao Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS). As sugestões abrangem temas comuns aos dois tributos, pontos específicos do IBS e medidas exclusivas da CBS.  

Entre as propostas comuns, a CACB sugere que entidades sem fins lucrativos possam emitir documentos fiscais consolidados para contribuições associativas por período de apuração, em vez de realizar emissões individualizadas. 

No caso do IBS, as sugestões incluem a regulamentação do split payment – mecanismo que separa automaticamente a parcela destinada aos tributos em uma transação –, medidas para ampliar a segurança jurídica das empresas do Simples Nacional, orientações para operações na Zona Franca de Manaus e ajustes nas regras de ressarcimento de créditos. 

Em relação à CBS, cuja cobrança terá início em 2027, a entidade propõe incluir no regulamento dispositivos que esclareçam o aproveitamento de créditos tributários e de crédito presumido sobre estoques por empresas do Simples Nacional que optarem pelo regime híbrido, no qual o tributo é recolhido fora do regime simplificado.

Segundo o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman Cardoso, a proposta busca colaborar com a consolidação de um ambiente regulatório mais eficiente durante o período de transição.

“A sugestão da CACB, dentre diversas outras, é que a postura das fiscalizações seja meramente orientativa no primeiro ano de instituição dos novos tributos. Ou seja, em 2027, quando será cobrada a CBS, a fiscalização, tanto da Receita Federal do Brasil, quanto do Comitê Gestor que envolve estados e municípios, seja orientativa, contribuindo, inclusive, com os princípios, trazidos pela reforma, da simplicidade, da cooperação. Que todo o setor produtivo possa se compatibilizar com as novas regras devidamente orientado pelas fiscalizações”, pontuou o vice-presidente jurídico da Confederação.

Mudanças

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), criados pela Reforma Tributária sobre o Consumo, compõem o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA Dual). Desde 1º de janeiro de 2026, os dois tributos estão em fase de testes, dentro do período de transição previsto pela reforma. 

O IBS substitui dois tributos:

  • o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual; 
  • e o Imposto sobre Serviços (ISS), de âmbito municipal. 

A CBS substitui os seguintes impostos federais:

  • a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS);
  • a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Um dos últimos passos que faltam é em relação ao Imposto Seletivo (IS), que substituirá o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e que vai incidir sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A regulamentação está definida na Lei Complementar 214/25, mas as alíquotas, no entanto, dependem do envio de uma proposta pelo governo e aprovação pelo Congresso.

Parlamentares manifestaram preocupação com um possível aumento da carga tributária e com a demora na definição de regras que deem mais previsibilidade aos empreendedores. 

“As micro e pequenas empresas, que são as responsáveis pela maior parte dos empregos no nosso país, ainda enfrentam muitas dúvidas sobre os impactos dessas novas regras e também sobre os custos de adaptação durante esse período de transição. Quem empreende precisa de previsibilidade e não de mais incerteza que foi o que a reforma tributária acabou trazendo”, alertou a deputada federal Rosana Valle (PL-SP).

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19/06/2026 10:00h

Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ministro Waldez Góes detalhou as ações coordenadas pela Casa Civil, o plano de contingência e as medidas previstas para reduzir os efeitos do fenômeno climático

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O Governo Federal tem intensificado a preparação para enfrentar os impactos do El Niño, que deve ganhar força entre outubro e dezembro deste ano. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nesta quinta-feira (18), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou que 20 ministérios já estão mobilizados em uma sala de situação coordenada pela Casa Civil para monitorar o fenômeno e coordenar medidas preventivas. 

Segundo o ministro, a Defesa Civil Nacional, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realizam reuniões frequentes para subsidiar a sala de situação com informações atualizadas. "O Brasil está preparado permanentemente, está em vigilância e mobilizado para dar resposta à sociedade”, disse.

Segundo o ministro, as previsões indicam que o El Niño deve começar entre julho e setembro e se intensificar entre outubro e dezembro. Os principais impactos esperados incluem seca e estiagem no Norte e no Nordeste, aumento das chuvas e das cheias no Sul e inverno menos intenso, com forte aquecimento e risco de estiagem no Centro-Oeste e no Sudeste, especialmente no Pantanal. 

Plano de contingência

Perguntado por jornalistas de todo o Brasil sobre a preparação do governo para o fenômeno climático, o ministro Waldez Góes afirmou que uma Medida Provisória já foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para destinar recursos ao Ibama e ao ICMBio, reforçando as ações de prevenção a incêndios florestais. Segundo ele, o plano de contingência mobiliza diversos ministérios, cada um com responsabilidades específicas. "Para cada órgão tem uma tarefa sendo mobilizada, prevista e trabalhada enquanto contingência no plano", afirmou.

O ministro explicou ainda que a atuação do governo busca antecipar a resposta às regiões mais vulneráveis. No caso da Amazônia, por exemplo, a estratégia é enviar suprimentos antes que comunidades fiquem isoladas pela estiagem. "É importante a gente chegar com determinados produtos até mesmo antes de ter o isolamento, porque depois do isolamento acontecer, o custo é mais caro e o tempo para chegar com esse tipo de apoio é mais demorado", observou Góes.

Estiagem no Nordeste

Sobre o agravamento da seca e da estiagem previsto para o Norte e o Nordeste entre outubro e dezembro, Góes destacou que as obras de segurança hídrica do Novo PAC ampliam a capacidade de reserva de água e fortalecem o abastecimento durante os períodos de escassez. “Quando eu falo da Barragem de Oiticica, do sistema adutor do Seridó, do sistema adutor do Agreste Potiguar e do canal do Apodi, por si só já demonstra o compromisso do presidente Lula em, ao mesmo tempo, dar resposta de urgência e emergência numa situação de seca e investir em projetos estruturantes que, definitivamente, garantam segurança hídrica”, salientou.

Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil

Ainda sobre a prevenção de desastres, o ministro destacou o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDC) e o Defesa Civil Alerta (DCA), tecnologia que envia mensagens automáticas para celulares localizados em áreas de risco iminente. Segundo Góes, o sistema fortalece o monitoramento e amplia a capacidade de resposta dos entes federativos. "Com esse sistema, a gente pode, além do monitoramento, alertar, através das defesas civis estaduais e municipais, toda a possibilidade de um evento causar mais transtorno à sociedade. Isso permite ter plano de contingência a nível municipal, estadual e até nacional", observou o ministro.

Atuação no período eleitoral

O ministro afirmou que as ações de resposta aos desastres provocados pelo El Niño não serão prejudicadas pelo período eleitoral. Segundo Góes, a própria legislação eleitoral prevê exceções para situações de emergência e calamidade pública, permitindo que o atendimento à população seja mantido. "Muitas vedações que acontecem em período eleitoral, na situação de emergência e calamidade, isto não acontece. Então, não há nenhum problema em a gente atuar de forma urgente", completou. 

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19/06/2026 04:55h

IA Contra o Crime ajuda a elucidar mais de 1,4 mil ocorrências em Goiás no primeiro semestre

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Entre janeiro e junho de 2026, o programa IA Contra o Crime contribuiu para a elucidação de mais de 1,4 mil ocorrências em Goiás. O conjunto de casos inclui crimes violentos, como homicídios, estupros e roubos, além de ações relacionadas ao tráfico de drogas e a organizações criminosas. A tecnologia está em funcionamento em nove municípios, com 577 câmeras ativas.

O sistema opera como uma plataforma de inteligência que integra diferentes bases de dados, entre elas boletins de ocorrência, mandados de prisão, reconhecimento automático de placas de veículos e alertas emitidos em tempo real. A partir dessa integração, as forças de segurança conseguem reunir informações que apoiam o trabalho investigativo e operacional.

A previsão é que a estrutura seja ampliada para 5.012 câmeras e passe a abranger mais 194 municípios. Com a expansão, a estimativa é de que o número de ocorrências solucionadas com auxílio da plataforma ultrapasse 10 mil até o fim de 2026. O projeto coloca o estado entre os que mais avançam no uso de inteligência artificial aplicada à segurança pública no país.

O governador Daniel Vilela destaca que o programa atua como um “cinturão digital”, conectando câmeras e inteligência artificial para reforçar o combate ao crime, principalmente em áreas de maior circulação e nas divisas de Goiás. “A plataforma representa um grande salto tecnológico na forma como o governo de Goiás combate o crime”, afirma.

Elucidação de casos concretos

Casos recentes ajudam a ilustrar o funcionamento do sistema. Em maio, uma jovem autista foi baleada no rosto e o suspeito acabou localizado e preso poucas horas depois por equipes da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), com apoio da ferramenta no rastreamento da rota de fuga. No mesmo mês, 12 quilos de crack foram interceptados antes de entrar em território goiano durante uma operação de monitoramento em tempo real.

Em abril, o cruzamento de dados permitiu identificar padrões de deslocamento usados em um esquema de entrega de drogas em Goiânia, levando à desarticulação do grupo. No mesmo período, um motorista embriagado que atropelou e matou um ciclista na capital foi localizado rapidamente, o que ajudou a evitar a perda de provas.

A tecnologia também foi utilizada em uma operação que desarticulou uma associação criminosa especializada em roubos a residências de alto padrão, em ação conjunta entre forças de segurança de Goiás e do Distrito Federal. Em outra investigação, uma quadrilha responsável pelo golpe do falso bilhete premiado contra idosos foi identificada e presa a partir da análise integrada de dados da plataforma.

VEJA MAIS:

De acordo com o balanço do programa, mais de 300 suspeitos de crimes violentos — entre eles homicídios, feminicídios, roubos e estupros — foram presos com apoio das câmeras e dos sistemas de análise.

O secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, reforça que a iniciativa amplia a atuação do estado no combate ao crime. “Não estamos inertes. Vamos atuar de forma firme. É uma causa nacional”, pontua.

Investimento

O contrato de expansão e manutenção da tecnologia tem valor total de R$ 304,8 milhões e vigência até 2031. Considerando o período de 60 meses de execução, com início previsto em junho, o custo médio mensal fica em torno de R$ 5,08 milhões. O valor engloba ampliação da infraestrutura, operação, suporte, manutenção, processamento de dados, licenças, atualizações tecnológicas e integração dos sistemas.

Para o governo do estado, o investimento é tratado como uma política de longo prazo voltada ao reforço da segurança pública em Goiás. A estrutura tecnológica deve apoiar investigações, auxiliar na localização de foragidos, no enfrentamento ao crime organizado e no aumento da capacidade de resposta das forças policiais em Goiás.
 

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19/06/2026 04:50h

Empresários esperam recorrer mais ao financiamento para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa

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Cerca de 45% dos empresários industriais esperam aumento do endividamento bancário nos próximos três meses. É o que mostra uma pesquisa inédita da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, a tendência é de crescimento do passivo das empresas diante da maior necessidade de recorrer ao crédito para custear despesas operacionais e manter o fluxo de caixa

A analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virginia Colusso, explica que a demanda por financiamento reflete a pressão sobre o capital de giro em um ambiente de juros ainda elevados

“Mesmo com um corte da Selic (taxa básica de juros) para 14,25% ao ano, o juro real ainda está em torno de 10% ao ano. Então, isso ainda é uma política monetária bastante restritiva”, afirma.

Segundo a especialista, uma parcela significativa das empresas espera precisar de mais recursos para financiar o ciclo operacional, manter estoques e obter mais prazo junto aos fornecedores

“Isso indica que essas empresas precisam de mais recursos para sustentar o intervalo entre vender e receber. O problema é que essa necessidade de crédito vem acompanhada de uma expectativa de ter que tomar esse crédito a um custo mais caro”, destaca.

Para Colusso, a reversão desse cenário depende de uma redução sustentável do custo do crédito

“A principal medida para mudar esse quadro é uma redução sustentável do custo do crédito, e isso precisa vir acompanhado de uma condição de acesso ao crédito para capital de giro e investimentos, para que o financiamento volte a cumprir a sua função produtiva”, recomenda.

Financiamento de contas a receber

Mais da metade (51%) das empresas consultadas projeta aumento da necessidade de recorrer a financiamentos com contas a receber como garantia nos próximos três meses. Segundo a CNI, o movimento está associado, principalmente, ao risco de inadimplência ou de atrasos nos pagamentos por parte dos clientes. 

Além disso, 45% dos industriais esperam alta nos juros cobrados pelos bancos nessas operações

Financiamento de estoques

A pesquisa mostra ainda que 48% dos empresários preveem maior necessidade de financiamento para manter estoques de insumos e mercadorias nos próximos três meses, enquanto apenas 9% esperam redução

Para a CNI, fatores como aumento do tempo de venda e maiores custos de carregamento podem exigir mais recursos para sustentar os estoques no curto prazo. 

Ao todo, 45% dos respondentes acreditam que os juros cobrados nessas operações também vão subir

Financiamento das contas a pagar

Entre os industriais consultados, 59% esperam aumento da procura por crédito para financiar contas a pagar nos próximos três meses. Segundo a CNI, o resultado sinaliza uma maior necessidade de alongar prazos de pagamento de insumos e mercadorias, em razão das pressões sobre o fluxo de caixa e da dificuldade de compatibilizar os pagamentos aos fornecedores com o ritmo de recebimento pelas vendas

Mais da metade das empresas (52%) acredita que os juros dessas operações deverão subir

“O endividamento mais elevado e o encarecimento do crédito afetam a economia por diferentes canais. Para as empresas, isso aumenta as despesas financeiras, comprime a rentabilidade, reduz a capacidade de investir, inovar, ampliar a produção e modernizar o parque industrial”, afirma Colusso. 

Margens menores e repasse aos preços

O estudo também revela que 64% dos industriais esperam redução da margem líquida dos negócios — indicador que mede a relação entre lucro e faturamento.

Para compensar a perda de rentabilidade, 51% das empresas pretendem elevar os preços de venda nos próximos três meses, enquanto apenas 7% devem reduzi-los, indicando que parte das pressões de custos tende a ser repassada ao consumidor. Outros 43% dos industriais esperam manter os preços atuais.

“Quando a empresa não consegue repassar esse custo financeiro mais elevado para os preços de venda — seja pelo medo de perder mercado ou pela concorrência —, a consequência é a redução das margens, menos investimento e risco de perder competitividade”, explica.

Na avaliação da analista da CNI, a manutenção de juros elevados por um período prolongado reduz o dinamismo da indústria, enfraquece a geração de emprego e renda e limita o crescimento da economia

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19/06/2026 04:45h

Parlamentares defendem medidas para dar fôlego aos produtores; presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) alerta para os impactos do endividamento no comércio e no bolso dos consumidores

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O avanço do endividamento rural e a necessidade de criar mecanismos para renegociar dívidas de produtores estão no centro das discussões do Congresso Nacional e do setor produtivo. A proposta de uso do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), incluída pela vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), senadora Tereza Cristina (PP-MS), no Projeto de Lei 5.122/2023, pode alavancar até R$ 200 bilhões em crédito e é apontada como instrumento para preservar investimentos no campo e reduzir reflexos na economia.

O deputado federal Tião Medeiros (PP-PR) avaliou que o enfrentamento do endividamento rural exige mais do que medidas emergenciais. Segundo ele, os produtores precisam de uma política de longo prazo voltada à reorganização das dívidas e à recuperação da capacidade financeira.

“A solução precisa vir acompanhada de uma medida de longo prazo, porque não vai haver condições de todo mundo conseguir pagar suas dívidas no curto prazo. Por isso, os produtores que estão endividados, vão precisar de uma solução de 15 ou 20 anos para diluir essas contas. A provisão no orçamento tem que ser imediata, colocar o dinheiro já para que esse produtor consiga sair dessa dívida, aderir a essa solução que tem que ser ofertada pelo governo.”

O parlamentar defende ainda maior atenção à cadeia econômica do agronegócio brasileiro. “É preciso investir na galinha dos ovos de ouro da economia brasileira, que é o nosso agronegócio”, arrematou.

Conforme o projeto, o governo federal poderá utilizar parte dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal e de outras fontes autorizadas para viabilizar a renegociação das dívidas. O texto foi aprovado pelo Senado Federal e retorna à Câmara dos Deputados para análise das alterações feitas pelos senadores.

Reflexos no comércio e nos pequenos negócios

O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirmou que o debate sobre o endividamento rural vai além do setor agropecuário e afeta diferentes segmentos da economia. .

“Falar de endividamento rural é falar de alimentos, de comércio e da economia brasileira. Quando o produtor perde capacidade de investir na próxima safra, os impactos chegam à mesa das famílias e aos negócios em todo o país. Menor produção significa risco de alta nos preços, redução do consumo e mais pressão sobre a economia. Por isso, criar condições para a renegociação das dívidas rurais é proteger o consumidor, fortalecer os pequenos negócios e garantir segurança a quem produz.”

Seguro rural

Além das medidas para renegociar dívidas, parlamentares e representantes do setor produtivo defendem o fortalecimento do seguro rural como instrumento de proteção contra perdas financeiras no campo. A avaliação é que, diante do aumento dos eventos climáticos, garantir recursos para o programa é essencial para dar previsibilidade ao produtor.

O Projeto de Lei 2951/24, que reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), foi aprovado pela Câmara e aguarda nova análise do Senado Federal. 

O deputado federal Zé Silva (União-MG) afirmou que o seguro rural precisa proteger o produtor dos riscos da atividade e contar com recursos assegurados para funcionar como política permanente.

“Um ponto fundamental é que o seguro rural tem que ser para segurar os riscos que o produtor tem com atividade, que é o que tem mais risco na economia de um país. E principalmente garantir para que não haja contingenciamento. Contingenciamento é que nós aprovamos o orçamento, passa na Câmara, no Senado, chega para o governo federal e ele reduz os recursos”, explicou Zé Silva.
A proposta que reestrutura a política agrícola e o PSR prevê taxas de juros menores e prioridade em operações de crédito rural para produtores que contratarem seguro. O prêmio será financiado por um Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos, com o objetivo de garantir a execução dos contratos e ampliar a adesão ao seguro. 
 

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19/06/2026 04:40h

Medida é vista como correção de distorções tributárias e incentivo aos pequenos negócios

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O setor produtivo defende que a atualização dos limites de faturamento anual do microempreendedor individual (MEI), proposto pelo Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, seja estendida às demais faixas de enquadramento do Simples Nacional. Segundo representantes empresariais, a medida pode reduzir a informalidade e evitar o desenquadramento de empresas por efeitos da inflação. 

César Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) e pré-candidato a deputado federal pelo PSD de São Paulo, alertou para os impactos da defasagem do regime simplificado somada às novas regras da Reforma Tributária, que podem comprometer a atividade médica. “É fundamental que a reforma tributária não aumente a carga tributária da assistência médica privada, nem reduza a competitividade de consultórios e clínicas de pequeno e médio porte. A preocupação é que a combinação entre IBS, CBS, créditos tributários e futuras mudanças no Simples favoreçam grandes grupos empresariais em detrimento dos prestadores independentes”, pontou o médico.

Valmir Rodrigues, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), afirmou que a proposta pode corrigir uma distorção tributária ao permitir o reenquadramento de empresas que deixaram o regime sem aumento real de faturamento.  

“Corrigir os limites do Simples Nacional é corrigir uma injustiça, pois as empresas estão pagando impostos sobre índice inflacionário, o que não é correto, tornando as empresas menos competitivas no mercado. Por isso que, essa atualização, é fundamental para a sustentabilidade e crescimento das empresas do Simples Nacional”, afirmou o executivo.

Tramitação

Uma comissão especial da Câmara dos Deputados discute o tema com representantes do governo, especialistas e entidades do setor produtivo. O texto original prevê o aumento do limite de faturamento anual do MEI para R$ 130 mil e autoriza a contratação de até dois empregados.

Entidades empresariais defendem uma elevação maior do teto do MEI, para cerca de R$ 144,9 mil anuais. Também propõem a atualização dos limites para microempresas, para aproximadamente R$ 869,4 mil, e para empresas de pequeno porte, para R$ 8,69 milhões. O relator da proposta, deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC), sinalizou que pretende atender às reivindicações.

A deputada federal Greyce Elias, que participa das negociações, destaca que os MEIs representam mais de 60% dos negócios formais do país e que os limites de faturamento não são atualizados há oito anos.

“Essa reivindicação é feita há muitos anos e agora, com essa grande movimentação da reforma tributária, é um momento oportuno para fazermos o enfrentamento e aumentarmos o limite. E também é a oportunidade de ter mais colaboradores, para dar segurança jurídica e oportunidade para quem quer empreender”, disse a parlamentar.

O projeto tramita em caráter de urgência, o que significa que pode ser votado em plenário a qualquer momento. O presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a medida é uma das prioridades neste momento.

Defasagem

Na avaliação de entidades empresariais, a falta de atualização da tabela do Simples Nacional empurra empresas para a informalidade. Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), destaca que o modelo atual impede a permanência no regime de companhias que ainda não possuem faturamento condizente com o novo modelo tributário que passam a integrar.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, afirma. 

Criado para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo, o Simples Nacional reúne diversos impostos em uma única guia e é hoje o principal regime tributário para pequenos negócios no país.

Os limites de faturamento, em vigor desde 2018, são:

  • R$ 81 mil por ano para o Microempreendedor Individual (MEI)
  • R$ 360 mil para microempresas (ME)
  • R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte (EPP)
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19/06/2026 04:35h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta sexta-feira (19), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 3. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Chegou o novo aplicativo do Bolsa Família, mais completo e fácil de usar! Acompanhe a data do seu pagamento, consulte seus benefícios e fique por dentro de todas as novidades do programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

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19/06/2026 04:15h

Investimento superior a R$ 250 milhões beneficiará mais de 20 mil famílias em oito estados brasileiros e reforçará a segurança hídrica em regiões vulneráveis às mudanças climáticas.

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O acesso à água potável para milhares de famílias do Semiárido brasileiro será ampliado nos próximos meses. A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) autorizou a instalação de 20,9 mil cisternas em 498 municípios de oito estados, com investimento superior a R$ 250 milhões. O anúncio foi feito na quarta-feira (17), durante cerimônia da posse do novo presidente da Funasa, Lenildo Morais. 

As cisternas serão instaladas em municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A tecnologia permite captar e armazenar água da chuva para consumo humano, ampliando o acesso à água e reduzindo a dependência de outras formas de abastecimento

A seleção dos municípios contemplados foi realizada pela Funasa ao longo de 2025. Entre os critérios adotados, tiveram prioridade famílias em situação de vulnerabilidade social, incluindo lares chefiados por mulheres, pessoas com deficiência, beneficiários do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e comunidades quilombolas

Durante o evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o acesso à água de qualidade é um fator relevante para a promoção da saúde e para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas. Segundo o ministro, o aumento das temperaturas e a ocorrência de eventos climáticos extremos exigem ações voltadas ao saneamento e ao abastecimento de água para populações vulneráveis. 

Antes da autorização das obras, equipes técnicas da fundação realizaram vistorias e análises para verificar a viabilidade da implantação das estruturas e o cumprimento dos critérios estabelecidos.

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19/06/2026 04:10h

Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54

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O preço do boi gordo registra recuo nesta sexta-feira (19). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 347,15, após queda de 0,47%.

DATA Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
18/06/2026 347,15 -0,47% -0,73% 67,06
17/06/2026 348,80 -0,19% -0,26% 68,19
16/06/2026 349,45 -0,99% -0,07% 68,68
15/06/2026 352,95 -0,13% 0,93% 69,60
12/06/2026 353,40 -0,11% 1,06% 69,80

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,31.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
17/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
16/06/2026 7,29 -0,55% 3,70%
15/06/2026 7,33 0,69% 4,27%
12/06/2026 7,28 0,00% 3,56%

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 7,31 0,00% 3,69%
17/06/2026 7,31 0,00% 3,69%
16/06/2026 7,31 -0,41% 3,69%
15/06/2026 7,34 0,55% 4,11%
12/06/2026 7,30 0,00% 3,55%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,95% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,54.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra estabilidade na maioria das praças. No Rio Grande do Sul, por exemplo, o animal ainda é comercializado a R$ 4,97.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 8,54 0,95% -1,04%
17/06/2026 8,46 0,00% -1,97%
16/06/2026 8,46 -0,12% -1,97%
15/06/2026 8,47 0,12% -1,85%
12/06/2026 8,46 1,20% -1,97%

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$ Var./Dia Var./Mês
18/06/2026 MG - posto 5,95 0,00% 5,87%
18/06/2026 PR - a retirar 4,70 0,00% -0,42%
18/06/2026 RS - a retirar 4,97 0,00% -2,93%
18/06/2026 SC - a retirar 4,81 0,00% -1,64%
18/06/2026 SP - posto 5,27 -0,19% -0,57%

Os dados são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.     

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19/06/2026 04:05h

O café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24

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O preço do café arábica inicia esta sexta-feira (19) com recuo de 0,67%. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.495,05 na capital paulista.

Já o café robusta registra valorização de 1,30%, com a saca cotada a R$ 1.018,24.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 1.495,05 -0,67% -3,90% 288,79
17/06/2026 1.505,10 2,10% -3,25% 294,25
16/06/2026 1.474,18 3,26% -5,24% 289,74
15/06/2026 1.427,63 0,77% -8,23% 281,53
12/06/2026 1.416,69 0,32% -8,93% 279,81

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 1.018,24 1,30% 6,90% 196,68
17/06/2026 1.005,16 1,69% 5,52% 196,51
16/06/2026 988,50 1,48% 3,77% 194,28
15/06/2026 974,12 -0,10% 2,26% 192,10
12/06/2026 975,12 0,80% 2,37% 192,60

O açúcar cristal apresenta redução no mercado de São Paulo. A saca de 50 quilos está cotada a R$ 90,75, após queda de 0,80%.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 90,75 -0,80% -2,42% 17,53
17/06/2026 91,48 -0,67% -1,63% 17,88
16/06/2026 92,10 -1,63% -0,97% 18,10
15/06/2026 93,63 0,85% 0,68% 18,46
12/06/2026 92,84 0,72% -0,17% 18,34

Em Santos (SP), houve alta de 1,03%, com a mercadoria negociada a R$ 102,71, considerando a média de preços sem impostos.

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 102,71 1,03% -0,13% 19,90
17/06/2026 101,66 0,45% -1,15% 20,08
16/06/2026 101,20 1,12% -1,59% 19,93
15/06/2026 100,08 -0,73% -2,68% 19,85
12/06/2026 100,82 -1,59% -1,96% 19,83

O milho também registra leve desvalorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 62,89, após diminuição de 0,16%.

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 62,89 -0,16% -3,11% 12,15
17/06/2026 62,99 -0,10% -2,96% 12,31
16/06/2026 63,05 0,13% -2,87% 12,39
15/06/2026 62,97 -1,93% -2,99% 12,42
12/06/2026 64,21 0,28% -1,08% 12,68

Os valores são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.     
  

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19/06/2026 04:00h

O trigo registra alta de preços nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul.

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (19) em alta tanto no interior do Paraná quanto na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta valorização de 0,62%, com a saca negociada a R$ 124,68. Especificamente em Paranaguá, a elevação é de 1,77%, levando a cotação para R$ 133,39.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 124,68 0,62% 0,36% 24,08
17/06/2026 123,91 0,01% -0,26% 24,22
16/06/2026 123,90 0,99% -0,27% 24,35
15/06/2026 122,68 -1,61% -1,25% 24,19
12/06/2026 124,69 -0,83% 0,37% 24,63

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
18/06/2026 133,39 1,77% 2,51% 25,77
17/06/2026 131,07 -0,90% 0,73% 25,62
16/06/2026 132,26 2,34% 1,64% 25,99
15/06/2026 129,24 -0,47% -0,68% 25,49
12/06/2026 129,85 -1,46% -0,21% 25,65

Trigo

Já o trigo registra alta de preços nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.377,64. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.321,16.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
18/06/2026 1.321,16 0,35% -0,91% 255,20
17/06/2026 1.316,54 -0,30% -1,25% 257,39
16/06/2026 1.320,44 -0,37% -0,96% 259,52
15/06/2026 1.325,40 0,01% -0,59% 261,37
12/06/2026 1.325,29 0,00% -0,60% 261,76

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
18/06/2026 1.377,64 0,07% 1,33% 266,11
17/06/2026 1.376,72 0,54% 1,26% 269,15
16/06/2026 1.369,37 -0,34% 0,72% 269,14
15/06/2026 1.374,06 -0,21% 1,06% 270,96
12/06/2026 1.376,98 -0,07% 1,28% 271,97

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.        
 

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18/06/2026 22:00h

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94

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O dólar fechou o último pregão em alta de 1,32%, cotado a R$ 5,16. 

O resultado foi influenciado pelo fortalecimento global da divisa americana, depois de uma série de decisões de política monetária e pela assinatura do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.

No ambiente interno, os investidores levaram em conta a manutenção dos juros pelo Banco Central norte-americano e a decisão do Copom de reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Aqui está a tabela da imagem convertida para o formato HTML: HTML

Código 🇧🇷 BRL 🇺🇸 USD 🇪🇺 EUR 🇬🇧 GBP 🇯🇵 JPY 🇨🇭 CHF 🇨🇦 CAD 🇦🇺 AUD
BRL 1 0,1937 0,1683 0,1460 31,2712 0,1559 0,2739 0,2747
USD 5,1613 1 0,8724 0,7571 161,40 0,8045 1,4135 1,4243
EUR 5,9418 1,1462 1 0,8676 185,08 0,9222 1,6200 1,6330
GBP 6,8235 1,3208 1,1527 1 213,17 1,0626 1,8672 1,8814
JPY 0,0320 0,0062 0,0054 0,0047 1 0,0050 0,0088 0,0088
CHF 6,4155 1,2430 1,0841 0,9411 200,64 1 1,7566 1,7699
CAD 3,6514 0,7075 0,6171 0,5356 114,20 0,5693 1 1,0073
AUD 3,6389 0,7022 0,6125 0,5314 113,34 0,5646 0,9924 1

Os dados são da Investing.com.     
 

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18/06/2026 21:30h

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.363.176.341, em meio a 3.653.319 negócios

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O índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão em leve queda de 0,10%, aos 168.277 pontos. 

O resultado descolou o desempenho positivo de Wall Street na primeira sessão depois da decisão do Copom de cortar a taxa a Selic em 0,25 ponto percentual. 

Os investidores também ficaram atentos a intenção do mercado de manter aberta a possibilidade de novos cortes.

Maiores altas e quedas 

Ações em alta no Ibovespa

  • Azul S.A. (AZUL99) +16,67%
  • Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3) +11,58%

Ações em queda no Ibovespa

  • Contax Participacoes SA (CTAX3F) −20,69%
  • Paranapanema S.A.(PMAM3) −14,29%

O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.363.176.341, em meio a 3.653.319 negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.      
   
 

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18/06/2026 19:00h

Recursos serão utilizados em ações de resposta em municípios de Pernambuco, Bahia e Minas Gerais

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quinta-feira (18), o repasse de R$ 1,4 milhão para ações de resposta no estado de Pernambuco e em municípios afetados por desastres.

Receberão recursos cidades de Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo: 

Pernambuco

Bahia

Minas Gerais

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

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18/06/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta quinta-feira (18) no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 3029 da Mega-Sena foi realizado nesta quinta-feira (18/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para sábado (20), com prêmio estimado em R$ 42.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 3020

06 - 09 - 17 - 27 - 29 - 45

Prêmios do concurso 3020

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 59 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 26.657,14
  • Quadra (4 acertos): 4.314 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 600,94

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
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18/06/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3714 ocorre na noite desta quinta-feira (18), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

concurso 3714 da Lotofácil foi realizado nesta quinta-feira (16/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 6 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 1.590.500,99. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Aracate (CE), Imperatriz (MA), Belo Horizonte (MG), Maringá (PR), Bauru (SP) e São Bernardo dos Campos (SP).

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3715, que será realizado na sexta-feira, 19 de junho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3714

03 - 04 - 05 - 06 - 09 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 18 - 19 - 21

Resultado e premiação da Lotofácil 3714

  • 15 acertos - 6 apostas ganhadoras, R$ 1.590.500,99
  • 14 acertos - 546 apostas ganhadoras, R$ 1.760,61
  • 13 acertos - 18330 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 221991 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 1248486 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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18/06/2026 18:40h

Instabilidades provocam pancadas de chuva nos três estados. Volumes mais elevados são esperados no oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná.

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A sexta-feira (19) será marcada por tempo instável em toda a Região Sul do Brasil. A atuação de áreas de instabilidade favorece a formação de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em grande parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

No Rio Grande do Sul, a previsão aponta chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhada de trovoadas isoladas em todo o estado com ventos intensos de 40 a 60 km/h. As temperaturas permanecem baixas para a época do ano, com mínimas entre 5°C e 11°C e máximas variando de 14°C a 19°C. Em Porto Alegre, capital do estado, o dia também será de muitas nuvens e condições favoráveis para chuva com mínima de 10°C e máxima de 16°C.

Em Santa Catarina, a instabilidade atinge o Oeste, Sul e Norte Catarinense. A previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia com ventos intensos de 40 a 60 km/h. As temperaturas variam entre 7°C e 21°C. Os maiores volumes de precipitação são esperados no Oeste Catarinense, onde os acumulados podem ultrapassar 50 mm em pontos localizados. Em Florianópolis, a sexta-feira será de céu bastante nublado e ocorrência de chuva com trovoadas isoladas com mínima de 14°C e máxima de 21°C.

No Paraná, o tempo segue instável em regiões como o Sudoeste, Centro Ocidental, Oeste, Noroeste Paranaense e na Região Metropolitana de Curitiba. Há previsão de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas mínimas entre 8°C e 14°C e máximas de 16°C a 21°C. O destaque fica para o Sudoeste Paranaense, onde os volumes de chuva podem superar os 50 mm em áreas isoladas. Na capital Curitiba, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva ao longo do dia com mínima de 14°C e máxima de 21°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/06/2026 18:30h

Mato Grosso e Mato Grosso do Sul concentram as maiores chances de chuva. Tempo firme predomina em Goiás e no Distrito Federal.

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A sexta-feira (19) será marcada por condições típicas de transição para o período seco em Goiás e no Distrito Federal, enquanto áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ainda registram instabilidades capazes de provocar pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

No Distrito Federal, a previsão aponta céu com muitas nuvens ao longo do dia, mas com baixo potencial para chuva. As temperaturas permanecem amenas durante a madrugada e manhã, elevando-se gradualmente à tarde. Em Brasília, os termômetros devem variar entre 15°C e 25°C.

Em Goiás, o tempo firme predomina na maior parte das regiões, com exceção do Sul e Sudoeste Goiano, com previsão de possibilidade de chuva. As temperaturas seguem elevadas, com máximas que podem alcançar 35°C em áreas do Centro e Norte do estado. Na capital, Goiânia, a previsão é de muitas nuvens e calor, com temperaturas entre 19°C e 29°C.

Em Mato Grosso, as maiores condições para chuva concentram-se especialmente no Noroeste Mato-grossense. No Sudoeste, Leste e Pantanais Sul Mato-grossense, há previsão de muitas nuvens, possibilidade de chuva isolada e trovoadas. Já no Nordeste Mato-Grossense e em parte do Sudeste Mato-Grossense, o tempo permanece mais estável. As temperaturas continuam elevadas em praticamente todo o estado, com máximas variando entre 31°C e 37°C. Em Cuiabá, a capital mato-grossense, o dia será de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 24°C e 36°C.

Em Mato Grosso do Sul, a instabilidade ganha força principalmente nas regiões do Sul, Oeste e Noroeste de Mato Grosso do Sul. Nessas áreas, são esperadas pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Já no Nordeste do estado, o céu permanece com muitas nuvens e sem possibilidade de chuva. Os acumulados mais significativos da Região Centro-Oeste tendem a se concentrar justamente no Sudoeste e Sul Mato-grossense. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 15°C e 30°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/06/2026 18:25h

Edital do Ministério da Cultura busca ampliar a Rede Nacional de Escolas Livres e reconhecer iniciativas formativas desenvolvidas por organizações da sociedade civil em todo o país

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Organizações da Sociedade Civil (OSCs) interessadas em integrar a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura têm até o dia 5 de julho de 2026 para se inscrever no Edital de Chamamento Público MinC nº 2/2026. A iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) visa certificar instituições que desenvolvem ações de formação artística e cultural em diferentes territórios do Brasil.

A certificação integra o Programa Nacional de Escolas Livres, instituído pela Instrução Normativa MinC nº 24, de 30 de maio de 2025, e amplia o reconhecimento de iniciativas da sociedade civil que atuam na promoção do acesso à cultura e à formação artística.

Vinculado ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Programa Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura contribui para a democratização do acesso à formação cultural, valoriza metodologias desenvolvidas nos territórios e promove o desenvolvimento de competências técnicas e criativas.

Entre os objetivos do edital estão a ampliação da oferta formativa em diversas linguagens artísticas, o fortalecimento das redes de cooperação entre organizações culturais e a integração com políticas públicas culturais nas esferas federal, estadual e municipal.

Reconhecimento institucional

A certificação não prevê repasse de recursos financeiros. No entanto, garante a adesão da organização ao Programa Nacional de Escolas Livres, sua inclusão no Cadastro Nacional de Escolas Livres e a utilização do Selo de Reconhecimento.

Ao ser certificada, a instituição passa a compor a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura. A organização ingressa em uma instância colaborativa focada no compartilhamento de conhecimentos, recursos e experiências, fomentando a atuação conjunta e a troca de saberes por meio de reuniões regulares de integração.

Participação

Podem se inscrever Organizações da Sociedade Civil que atuem com formação em arte e cultura e atendam aos critérios previstos no edital.

O edital completo e seus anexos estão disponíveis no portal do Ministério da Cultura e na plataforma Mapa da Cultura.

Serviço

Edital de Chamamento Público MinC nº 2/2026 – Certificação de Organizações da Sociedade Civil como Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura

Inscrições: até 5 de julho de 2026

Plataforma Mapa da Cultura: Certificação de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura - Mapa da Cultura

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18/06/2026 18:20h

Frente fria se afasta da região e mantém apenas variação de nuvens. Possibilidade de chuva fica restrita a áreas isoladas do interior paulista.

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A sexta-feira (19) será marcada pelo enfraquecimento das instabilidades sobre a Região Sudeste do Brasil. O cenário predominante será de céu com poucas nuvens, nevoeiros e névoa úmida, especialmente nas áreas serranas e vales da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

No estado de São Paulo, o tempo permanece estável na maior parte das regiões, incluindo a Região Metropolitana de São Paulo, Vale do Paraíba Paulista, Litoral Sul Paulista, Macro Metropolitana Paulista, Campinas, Piracicaba e Sorocaba. Nessas áreas, a previsão indica poucas nuvens e formação de nevoeiro nas primeiras horas do dia. Na capital, São Paulo, os termômetros devem variar entre 9°C e 22°C.

No Rio de Janeiro, o tempo firme predomina em praticamente todas as regiões, como Metropolitana do Rio de Janeiro, Médio Paraíba, Centro Fluminense, Baixadas Litorâneas, Norte Fluminense, Noroeste Fluminense e Serrana. A previsão aponta poucas nuvens e formação de névoa úmida durante a manhã, favorecendo grande amplitude térmica ao longo do dia. Na capital, Rio de Janeiro, a temperatura varia entre 15°C e 27°C.

No Espírito Santo, a circulação de ventos úmidos mantém maior presença de nebulosidade sobre o Litoral Sul e o Noroeste Espírito-Santense. Já no Nordeste e Sudeste do estado, o sol aparece entre muitas nuvens. Em Vitória, capital capixaba, a previsão é de muitas nuvens, com temperaturas entre 16°C e 27°C.

Em Minas Gerais, regiões como Sul e Sudoeste de Minas terão possibilidade de geada. Centro-Oeste de Minas, Zona da Mata, Central, Rio Doce e Metropolitana de Belo Horizonte terão poucas nuvens e formação de névoa úmida nas primeiras horas do dia. Em Belo Horizonte, os termômetros devem oscilar entre 12°C e 26°C.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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18/06/2026 18:10h

Amazonas, Roraima, Amapá e centro-norte do Pará concentram as maiores instabilidades. Tocantins segue com predomínio de tempo firme.

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A sexta-feira (19) será marcada por calor, elevada umidade e formação de áreas de instabilidade em grande parte da Região Norte. A combinação entre altas temperaturas e disponibilidade de umidade favorece a ocorrência de pancadas de chuva em diversos estados da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

No Acre, a previsão aponta muitas nuvens e chuva sobre as regiões. As áreas mais ocidentais e centrais do estado apresentam condições para pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas, enquanto o Sudeste e Sul Acreano devem registrar precipitações mais fracas e localizadas. Em Rio Branco, a capital, os termômetros variam entre 23°C e 31°C.

Em Rondônia, a instabilidade atua principalmente sobre a região do Norte Rondoniense, com previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Em outras regiões do estado há possibilidade de chuva. Em Porto Velho, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 24°C e 34°C.

No Amazonas, as condições seguem favoráveis à ocorrência de chuva em praticamente todas as regiões do estado, incluindo o Norte Amazonense, Sudoeste Amazonense, Centro Amazonense e Sul Amazonense. São esperadas pancadas de chuva frequentes e trovoadas isoladas, especialmente no oeste e na porção central do estado. No Nordeste Amazonense possibilidade de chuva. Em Manaus, a sexta-feira será de muitas nuvens, chuva e temperaturas entre 25°C e 33°C.

Em Roraima, a atuação da umidade mantém o céu carregado em grande parte do estado. As regiões Norte e Centro de Roraima devem registrar pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. Nas outras regiões há possibilidade de chuva. Em Boa Vista, a capital, a temperatura varia entre 23°C e 31°C.

No Amapá, o tempo segue instável na maior parte da região. As regiões permanecem sob influência de áreas de instabilidade, favorecendo pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Há possibilidade de chuva no Oeste, Noroeste e Suoeste Amapaense. Em Macapá, a previsão indica temperaturas entre 25°C e 33°C, com pancadas de chuva e trovoadas.

No Pará, a chuva ocorre com maior frequência na maior parte do estado, onde há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já no Sudeste e Sudoeste Paraense, o tempo permanece com muitas nuvens e possibilidade de chuva fraca e passageira. Na região próxima a fronteira de Tocantins não há previsão de chuva. Em Belém, os termômetros devem variar entre 23°C e 33°C.

No Tocantins, o cenário continua com maior estabilidade atmosférica. O predomínio é de muitas nuvens e períodos de sol nas regiões Ocidental, Oriental e Central do estado. A possibilidade de chuva fica restrita ao extremo norte tocantinense, de forma isolada e sem volumes significativos. Em Palmas, a capital, a temperatura oscila entre 20°C e 36°C.

De maneira geral, os maiores acumulados de chuva da Região Norte continuam concentrados no Amazonas, Roraima, Amapá e no Pará. Apesar das precipitações frequentes, o calor permanece predominante em toda a região.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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18/06/2026 18:00h

Mato Grosso e Mato Grosso do Sul concentram as maiores condições para chuva; Goiás e Distrito Federal terão predomínio de muitas nuvens.

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica variação de nebulosidade em toda a região, com condições para chuva em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em Mato Grosso, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em diversas localidades, especialmente nas porções oeste, norte e sul do estado. As instabilidades devem ocorrer de forma passageira ao longo do dia.
Já em Mato Grosso do Sul, a presença de áreas de instabilidade favorece a ocorrência de pancadas de chuva em pontos do estado, inclusive na região de Campo Grande. As precipitações podem ocorrer acompanhadas de aumento da nebulosidade ao longo do período.
No Distrito Federal e em Goiás, o tempo segue com predomínio de muitas nuvens e períodos de sol. Há baixa probabilidade de chuva significativa na maior parte dessas áreas.
Entre as capitais, Brasília registra mínima de 11°C e máxima de 26°C, com umidade relativa do ar variando entre 40% e 80%. Em Goiânia, os termômetros devem oscilar entre 16°C e 29°C, enquanto a umidade varia de 30% a 75%.
Em Campo Grande, a temperatura fica entre 13°C e 21°C, com umidade relativa do ar entre 50% e 90%. Já em Cuiabá, a previsão é de mínima de 21°C e máxima de 29°C, com umidade variando entre 40% e 80%.
Na região, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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18/06/2026 18:00h

Instabilidades se concentram na faixa costeira da região, enquanto o interior segue com tempo mais firme e temperaturas elevadas

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A sexta-feira (19) será marcada pela influência da umidade transportada do Oceano Atlântico sobre a costa nordestina. Esse cenário favorece a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas fracas e passageiras ao longo do litoral, enquanto as áreas do interior permanecem sob condições mais estáveis, com predomínio de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)

Na Bahia, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada sobre o Litoral Norte, Região Metropolitana de Salvador, Recôncavo Baiano e parte do Sul Baiano. Já nas regiões do Vale São-Franciscano da Bahia, Extremo Oeste Baiano e Chapada Diamantina, o tempo segue mais firme, com predomínio de sol entre nuvens e temperaturas elevadas durante a tarde. Em Salvador, a temperatura varia entre 25°C e 27°C com possibilidade de chuva.

Em Sergipe, a maior presença de nebulosidade e as condições para chuva isolada concentram-se no Centro-Oeste e Leste Sergipano, incluindo a faixa litorânea. No Agreste e no Sertão Sergipano, o céu permanece com muitas nuvens, mas sem previsão de precipitações significativas. Em Aracaju, os termômetros oscilam entre 22°C e 27°C.

Em Alagoas, as instabilidades atuam principalmente no Nordeste, Sul e Leste Alagoano, incluindo as faixas litorâneas, onde podem ocorrer chuvas fracas e passageiras. No Agreste e no Sertão Alagoano, o tempo permanece estável com muitas nuvens. Em Maceió, a mínima é de 23°C e a máxima de 27°C.

Em Pernambuco, a faixa litorânea, a Zona da Mata e a Região Metropolitana do Recife apresentam possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. No Agreste Pernambucano, Sertão Pernambucano e Sertão do São Francisco, o tempo segue com muitas nuvens e predomínio de tempo seco. Em Recife, as temperaturas variam entre 23°C e 28°C.

Na Paraíba, a previsão aponta muitas nuvens e chuva isolada sobre a Mata Paraibana e o Litoral Paraibano. Já nas regiões da Borborema, Agreste, Sertão e Alto Sertão, o céu permanece com muitas nuvens, mas sem volumes expressivos de chuva. Em João Pessoa, os termômetros devem registrar mínima de 23°C e máxima de 29°C.

No Rio Grande do Norte, a influência da umidade marítima mantém a possibilidade de chuva fraca e passageira no Sudeste e Nordeste Potiguar, incluindo a faixa litorânea. Nas outras regiões o tempo permanece com muitas nuvens e calor durante a tarde. Em Natal, a temperatura varia entre 24°C e 30°C.

No Ceará, a previsão indica muitas nuvens em praticamente todo o estado. A possibilidade de chuva isolada fica restrita ao litoral do extremo norte cearense, enquanto as outras regiões permanecem sob tempo firme e temperaturas elevadas. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 25°C e 32°C.

No Piauí, o cenário é de estabilidade atmosférica na maior parte do estado. As regiões Norte Piauiense e Litoral Piauiense podem registrar aumento de nebulosidade e chuva isolada em pontos localizados, enquanto o Centro-Norte, Sudeste e Sudoeste Piauiense terão predomínio de sol entre nuvens e calor. Em Teresina, a temperatura oscila entre 23°C e 35°C.

No Maranhão, a maior concentração de nuvens e as melhores condições para chuva ocorrem no Norte Maranhense, Noroeste Maranhense e parte da região dos Lençóis Maranhenses. Nas demais áreas, incluindo o Leste, Sudeste e Sul Maranhense, o tempo segue com muitas nuvens e períodos de abertura de sol. Em São Luís, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C.
 

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


 

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18/06/2026 17:46h

Parlamentares e setor produtivo defendem ampliação da proteção ao produtor após perdas provocadas por eventos extremos; deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS) alerta que agricultores gaúchos ainda enfrentam consequências das enchentes e podem ficar sem garantias para novos ciclos

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Aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, o Projeto de Lei 2951/24, que reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), aguarda nova análise do Senado Federal. Diante dos riscos climáticos e do alerta sobre o novo El Niño, que deve persistir até o final do verão austral 2026/2027, parlamentares das regiões Sul e Centro-Oeste defendem a continuidade da tramitação da proposta no Congresso Nacional para ampliar a proteção ao setor agropecuário. 

A proposta prevê taxas de juros menores e prioridade no acesso ao crédito rural para produtores que contratarem seguro.

O deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS) destacou a necessidade de fortalecer mecanismos de proteção para agricultores atingidos por eventos extremos, como as chuvas que causaram as enchentes no Rio Grande Sul, em 2024. 

“Se nós vamos ter o El Niño, imagina. Não resolvemos os problemas da primeira enchente, nem da catástrofe. Temos crédito que exige garantia, o produtor gaúcho não tem mais garantia porque ele perdeu tudo”, frisou Alceu Moreira.

O texto aprovado pela Câmara e que também estabelece que o prêmio do seguro será financiado por um Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos, para garantir a execução dos contratos e ampliar a adesão ao seguro rural. 

Seguro promove segurança financeira

Para o deputado federal Rodrigo da Zaeli (PL-MT), o seguro rural é um instrumento para reduzir os impactos financeiros causados por fenômenos climáticos. “Essas catástrofes não são muito previsíveis. O que nós podemos fazer é tentar preparar o produtor, tendo melhores condições meteorológicas para avisá-lo e depois fazer com que essas catástrofes sejam ressarcidas, poder voltar novamente ativo cada produtor. Então a importância do seguro rural”, avaliou Rodrigo da Zaeli.

Segundo o parlamentar, o seguro contribui para garantir acesso ao crédito e reduzir a insegurança dos produtores após perdas na lavoura. “Porque o produtor perde o que plantou, perde o recurso que teria com a venda dessa colheita e fica sem norte para saber como vai ser o próximo plantio. Temos que dar essa previsibilidade, essa segurança financeira e o seguro rural vem a calhar nesse sentido”, completou.
Impasse

Um dos pontos de maior atrito entre deputados e equipe econômica do governo era a origem da despesa, que seguiu no Ministério da Agricultura, a contragosto dos parlamentares representantes do agro, que preferiam a transferência da responsabilidade para o Ministério da Fazenda, por entenderem que seria mais difícil de ser bloqueado ou contingenciado.

Panorama

Os últimos anos demonstram uma estagnação de contratação e recursos do PSR.  De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.

Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.

A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.

Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), a redução dos recursos destinados ao seguro rural compromete toda a cadeia econômica. “Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros”, declarou.

A escassez de recursos se reflete na baixa contratação do seguro rural. A plataforma do Ministério da Agricultura aponta para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.

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18/06/2026 11:00h

Iniciativa de Santa Catarina foi reconhecida em Brasília por fortalecer vínculos comunitários e promover ações inovadoras nas periferias

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Santa Catarina teve uma iniciativa reconhecida no Prêmio Boas Práticas dos CEUs das Artes, promovido pelo Ministério da Cultura, em Brasília.

O CEU Papa João Paulo Segundo, de Joinville, conquistou reconhecimento nacional na categoria Promoção da Intersetorialidade por meio de Ações Inovadoras e Parcerias, voltada a experiências que fortalecem vínculos comunitários e ampliam o acesso à cultura.

Durante a cerimônia, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, destacou a importância dos equipamentos culturais para a cidadania.

 "Oferecendo serviço público, garantindo direitos, garantindo cidadania, né? E demonstrando que aquele é um território que tem uma potência enorme para se desenvolver e que precisa, né? de que as políticas públicas sejam atentas para isso. Então, é um investimento importante e essa rede é uma rede estratégica. E ela é muito mais forte quando ela atua a partir da participação social"

Segundo ele, ampliar a infraestrutura cultural no país é um dos desafios centrais da política pública.

 "Um déficit gigantesco nas periferias e no interior do país de equipamentos culturais que precisa ser enfrentado superado. A gente nunca tinha conseguido desenvolver política de infraestrutura cultural para atender comunidades afastadas e rurais e que precisavam também de ser atendidas e pela primeira vez nós temos uma rede de equipamentos culturais pensadas pelo governo do Brasil e desenvolvidas em parceria federativa e com a sociedade que respondem a esses dilemas". 

 A programação do encontro nacional seguiu com oficinas e atividades de articulação entre gestores culturais de todo o país. Saiba mais sobre o evento e os equipamentos culturais premiados no site.
 

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18/06/2026 09:00h

Evento no Rio de Janeiro reuniu especialistas e autoridades de diversos países; MIDR destacou investimentos em segurança hídrica e assumiu a presidência da Rede Internacional de Organizações de Bacias (RIOB)

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A gestão das águas e a segurança hídrica marcaram a agenda internacional desta quarta-feira (17), no Rio de Janeiro. A Cúpula Mundial de Bacias Hidrográficas, evento que integra a programação da Rede Internacional de Organizações de Bacias (RIOB), reuniu, no Museu do Amanhã, representantes de governos, organismos multilaterais, especialistas e autoridades da área de recursos hídricos de diversos países para trocar experiências e fortalecer estratégias integradas de gestão das águas em nível de bacias hidrográficas. 

Representando o Brasil, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) participou dos debates, reforçando o papel do país na governança da água e na cooperação internacional frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas. “A água é um tema transversal, essencial para a vida, para a produção de alimentos, para a geração de energia e para a qualidade de vida das pessoas. Por isso, precisamos tratar as bacias hidrográficas como espaços de planejamento, cooperação e construção de soluções”, afirmou o ministro Waldez Góes em seu discurso. 

Góes aproveitou o momento para destacar, também, os investimentos do Governo Federal em infraestrutura hídrica e revitalização de bacias, no âmbito do Novo PAC e do eixo Água para Todos. “Estamos investindo bilhões de dólares para ampliar o acesso à água, fortalecer a governança e promover a segurança hídrica, especialmente no semiárido brasileiro. Essas ações contribuem para o desenvolvimento regional sustentável e para a adaptação às mudanças do clima”, concluiu. 

Também representando o MIDR, o secretário nacional de Segurança Hídrica , Giuseppe Vieira, participou de um painel voltado à adaptação climática e à governança das águas, apresentando as principais ações do Governo Federal para ampliar a resiliência hídrica do país. “Temos a responsabilidade de formular e implementar políticas públicas que garantam segurança hídrica tanto em regiões de escassez quanto em áreas sujeitas a cheias e inundações. Isso envolve grandes investimentos em infraestrutura, fortalecimento da governança e ações integradas de revitalização de bacias”, ressaltou. 

Entre os destaques apresentados pelo secretário está o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), a maior intervenção hídrica da América Latina, que beneficia cerca de 12 milhões de pessoas no semiárido nordestino e amplia o acesso à água para consumo humano e atividades produtivas. 

A diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Larissa Rêgo, pontuou a importância do momento para a integração das agendas nacionais e globais da água, especialmente em um cenário de intensificação dos eventos extremos. “Estamos vivendo um momento marcante para a gestão de recursos hídricos no Brasil e no mundo. A segurança hídrica passa necessariamente pela integração, pela cooperação internacional e por dados robustos que orientem decisões cada vez mais eficientes, sobretudo diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas”, afirmou. 

Planejamento integrado e desafios globais 

O objetivo do evento neste ano foi promover debates sobre temas como adaptação climática, segurança hídrica, governança, financiamento e uso sustentável dos recursos hídricos.

Diante disso, o presidente honorário do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, reforçou a necessidade de alinhar o planejamento hídrico às políticas de desenvolvimento econômico e social. “A água não respeita fronteiras políticas, mas sim hidrológicas. Os planos de bacia precisam dialogar com o uso do solo, a expansão urbana, a agricultura e a produção de energia. Quando isso não acontece, as crises se tornam inevitáveis”, alertou. 

Segundo Braga, além do planejamento, o financiamento sustentável é um dos grandes desafios para garantir a boa governança da água em escala global. 

Preparação para a Conferência da ONU 

Como parte da preparação para a Conferência da ONU sobre a Água, que será realizada entre 8 e 10 de dezembro de 2026, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, o secretário-executivo do MIDR, Valder Ribeiro, participou de uma sessão preparatória com representantes de países como Finlândia, Espanha, Peru, França e Gana. Coorganizada pelos Emirados Árabes Unidos e pelo Senegal, a conferência tem como objetivo acelerar as ações globais para o cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) da Agenda 2030, que prevê a garantia de água potável e saneamento para todos.

Durante a sessão preparatória, Ribeiro destacou os avanços do Brasil no acesso à água potável, especialmente no Nordeste, e o fortalecimento da cooperação internacional. “Entregamos mais de mil sistemas de dessalinização nos últimos anos, resultado de uma atuação conjunta com diversos parceiros. Também temos avançado na integração regional, com acordos e protocolos que fortalecem a governança hídrica e o enfrentamento das mudanças climáticas”, afirmou. 

Ele citou iniciativas como a cooperação com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), acordos bilaterais e ações voltadas à gestão integrada das bacias hidrográficas brasileiras, que abrangem mais de 200 mil microbacias. 

Transição de presidência da RIOB 

A programação da Cúpula também foi marcada pela transição da presidência da Rede Internacional de Organizações de Bacias (RIOB). Em cerimônia oficial, a embaixadora da França para o Meio Ambiente, Bárbara Pompili, realizou a passagem simbólica da presidência ao Brasil, representado pelo ministro Waldez Góes. A mudança consolida o país à frente da rede e reforça seu protagonismo na agenda internacional da governança da água.

A mudança consolida o Brasil à frente da principal rede internacional dedicada à gestão de bacias hidrográficas e reforça seu protagonismo na agenda global da água. Durante o mandato, o país terá a missão de coordenar a agenda da organização, fortalecer a cooperação entre seus membros e impulsionar o intercâmbio de experiências sobre governança da água.

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18/06/2026 06:00h

Programa Do Lado do Turismo Brasileiro levou informações sobre crédito e incentivos a profissionais e empresas da cadeia turística

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Microempreendedores e empresários do setor turístico receberam orientações nesta quarta-feira (17), em Natal (RN), sobre o acesso a financiamentos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur). A iniciativa fez parte de mais uma edição do programa Do Lado do Turismo Brasileiro, promovido pelo Ministério do Turismo, que disponibilizou, somente em 2026, mais de R$ 1 bilhão para operações de crédito com condições diferenciadas.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou da ação na capital potiguar. O programa já havia passado por Salvador (BA), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP) e Oiapoque (AP). Na avaliação do chefe da Pasta, ampliar o acesso ao crédito é uma das formas de fortalecer o turismo e apoiar os empreendedores do setor.

“O turismo é um dos setores mais potentes da economia do nosso país. Ele gera emprego na ponta, bota comida na mesa dos brasileiros que trabalham no setor e transforma realidades. Para que o turismo continue crescendo e se modernizando, o empreendedor precisa de apoio real. Precisamos dar condições para que o dono da pousada, o operador de passeios, o guia, o vendedor ambulante, o dono do restaurante, o comércio local ligado ao setor consigam investir, ampliar e melhorar seus negócios”, destacou.

“O turismo, além de ser uma ferramenta econômica, também é uma ferramenta de inclusão social. A gente vê o grande hoteleiro, o resort, o parque aquático também participando da cadeia produtiva do turismo, e a gente vê a camareira, o garçom, o dono do restaurante, o dono do bar, o microempreendedor individual, todos fazendo parte dessa cadeia do turismo. Essa roda só tem sentido se puder fazer a inclusão social de todos”, enfatizou o ministro.

VEJA MAIS:

O encontro ocorreu no Hotel-Escola Senac Barreira Roxa, localizado na Via Costeira de Natal. Durante o evento, empresários e microempreendedores puderam esclarecer dúvidas sobre as linhas de financiamento do Fungetur diretamente com representantes das instituições financeiras credenciadas pelo Ministério do Turismo. Também tiveram acesso a simulações de crédito.

O Fungetur oferece financiamento para capital de giro, obras, aquisição de equipamentos, modernização e ampliação de empreendimentos turísticos. A proposta é apoiar empresas do setor, estimular a geração de emprego e renda e contribuir para o desenvolvimento econômico das regiões atendidas.

A programação também incluiu orientações sobre uma linha de crédito voltada a microempreendedores individuais de baixa renda. De acordo com o ministério, os bancos estavam em processo de preparação para atender esse público.

Acesso amplo no setor de Turismo

Anunciada durante o Salão do Turismo, realizado em maio, em Fortaleza (CE), a iniciativa contemplou guias de turismo, motoristas, vendedores ambulantes de alimentos e bebidas, artesãos e outros profissionais ligados à atividade turística. O público-alvo é formado por MEIs inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), instrumento utilizado pelo governo federal para identificar famílias em situação de vulnerabilidade social.

A linha busca incentivar a transformação de atividades de subsistência em pequenos negócios, ampliando a autonomia econômica das famílias e reduzindo a dependência de programas de transferência de renda. Cada microempreendedor pode acessar até R$ 21 mil por operação.

O crédito conta com cobertura integral do Fundo de Garantia de Operações (FGO), por meio do Programa Acredita no Primeiro Passo, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A iniciativa foi criada para apoiar famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico por meio do trabalho e do empreendedorismo.

Fungetur

Entre 2023 e 2026, o Fungetur registrou a contratação de 6.129 financiamentos, que somaram R$ 2,73 bilhões. Somente até junho deste ano, foram realizadas 889 operações, totalizando R$ 327,4 milhões em crédito concedido.

As linhas de crédito disponibilizam financiamentos de até R$ 15 milhões, com taxas de juros de até 5% ao ano mais a correção pelo INPC, além de prazos ampliados e carência de até cinco anos, dependendo da modalidade.

A iniciativa também destacou a necessidade de manter o cadastro atualizado no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), ferramenta do Ministério do Turismo que reúne empresas e profissionais do setor e garante acesso a programas de incentivo e linhas de financiamento, como o Fungetur.

Atualmente, o Cadastur conta com 194.843 prestadores de serviços turísticos ativos no país. As agências de turismo concentram o maior número de registros, com 56.612 cadastros. Em seguida aparecem os guias de turismo, com 44.711 inscrições, e os restaurantes, bares e estabelecimentos similares, que somam 24.814 registros.
 

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