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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Desenvolvimento sustentável

08/01/2021 00:00h

Ao todo, 316 cidades foram contempladas com repasse total de R$ 13,6 milhões, para investimento no campo

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Municípios paulistas são premiados pelo Programa “Cidadania no Campo – Município Agro”, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Segundo a coordenadora de Abastecimento da pasta, Juliana Cardoso, o objetivo do programa é promover melhoria de produtos e serviços e qualidade de vida, para moradores do campo. Ela detalha os processos do programa.

“A gente lança uma agenda de ações e atividades. Essa agenda chega aos interlocutores. Os prefeitos e secretários criam seu planejamento para o ano; realizam as ações e mandam a comprovação dessas ações que foram realizadas. Fazemos a análise, chega na pontuação final e gera um ranking de municípios paulistas, quanto à gestão desse território rural”, explica.

Ela explica que o programa nada mais é do que uma grande agenda de 50 ações, divididas em 10 diretivas, dentre elas estrutura institucional; infraestrutura rural; produção e consumo sustentável; defesa agropecuária; abastecimento e segurança alimentar; fortalecimento social do campo; solo e água; biodiversidade; resiliência e adaptação às mudanças climáticas; e interação campo-cidade. Segundo a coordenadora Juliana Cardoso, essas diretivas são acessíveis aos gestores públicos municipais, para que possam enxergar o potencial de atuação do estado, dentro do território rural das cidades. 

“A promoção do desenvolvimento rural, de forma sustentável, passa por todos os entes federativos, começando pelo estado, como direcionador das ações, e pelos os municípios, como grandes operadores, aqueles que convivem diretamente com os produtores rurais e todo o sistema de produção de alimentos das cidades”, comenta.

A coordenadora de Abastecimento da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Juliana Cardoso, afirma que toda a população sai ganhando com a iniciativa. “Quem ganha é toda a população, não só do campo, mas também da cidade, que consegue interagir melhor com essas pessoas, e ter acesso a alimentos muito mais saudáveis, seguros, de forma mais eficiente e eficaz.”

 

Municípios

Ao todo, 400 cidades se inscreveram, mas somente 316 atenderam aos requisitos do programa e serão contempladas com recursos financeiros, de acordo com a faixa de pontuação. Serão distribuídos R$ 13,6 milhões, para serem aplicados no desenvolvimento rural e sustentável da região.  

Arte - Brasil 61

Os primeiros 24 colocados no ranking vão receber, além dos recursos, uma Certificação de Cidadania no Campo. Esses municípios obtiveram desempenho igual ou superior a 50 pontos e não deixaram de pontuar em nenhuma das diretivas do programa. 

Um destes municípios é Jundiaí, que ficou em 6º lugar no ranking. O gestor de Agronegócio, Abastecimento e Turismo, Eduardo Alvarez, celebra a classificação da cidade, que – segundo ele – é resultado do empenho da unidade municipal de agronegócio, em atender as diretrizes do programa. Ele cita as ações realizadas na área rural de Jundiaí.

“Nós já temos instalado o Programa por Serviços Ambientais, através de uma política pública consolidada, com recursos orçamentários próprios para isso. Temos o Programa Nascente, que contribui muito com o reflorestamento das nascentes do município e a preservação do recurso hídrico. E o Programa Campo Limpo, que recolhe toda embalagem de defensivos agrícolas da área rural”, aponta.

Segundo o gestor Eduardo Alvarez, o dinheiro do prêmio já vem com a orientação do Estado de São Paulo, para ser usado na manutenção das estradas rurais, o que garante o escoamento da produção e maior qualidade dos frutos. No entanto, o município conseguiu que o recurso da infraestrutura seja usado na compra de equipamentos, para instalação de uma futura patrulha agrícola, que vai atender a agricultura familiar de Jundiaí.

Arte - Brasil 61

Lodo de esgoto é transformado em adubo na produção agrícola do Paraná

Governo quer ampliar tecnologia na agricultura com incentivos fiscais

Lei Kandir: prazo para declarar e receber recursos da Lei Complementar vai até 13 de janeiro

Araçatuba também ficou entre os primeiros 24 colocados e recebeu a Certificação de Cidadania no Campo. O secretário de Desenvolvimento Agroindustrial do município, Marcelo Astolphi Mazzei, cita algumas das ações executadas para atender os requisitos do programa, dentre elas a manutenção de estradas rurais; compra de produtos da agricultura familiar, destinados à Secretaria de Educação; serviço de inspeção dos produtos de origem animal; capacitação e cadastramento de organizações rurais; tradicional feira de produtos rurais orgânicos; cursos de artesanato; parceria com a Polícia Militar, na busca pela segurança das propriedades rurais; além de projetos que favoreceram o turismo rural no município. 

Segundo o secretário Marcelo Astolphi Mazzei, o município de Araçatuba também vai empregar o valor do prêmio na melhoria das estradas rurais. “Cem mil reais serão para custeio, ou seja, aquisição de brita, para melhoria de 4 quilômetros de uma estrada rural. E cinquenta mil, vamos usar na compra de um tanque, para a montagem de um caminhão pipa, que nós necessitamos, justamente, para a melhoria das estradas rurais”, explica.

A coordenadora Juliana Cardoso destaca a participação de municípios pequenos. “Para nós foi uma grande alegria a participação dos municípios pequenos. E é um grande convite para a próxima gestão, para que possam aderir ao nosso sistema e construir as políticas públicas de forma efetiva”, comenta.

O próximo ciclo do programa, correspondente ao período 2020/2021, deve ser lançado entre final de janeiro e início de fevereiro, e vai contar com a participação de 460 municípios paulistas. Para mais informações, acesse o link.

Confira a seguir o vídeo com a fala da coordenadora de Abastecimento da Secretaria de Agricultura de São Paulo, Juliana Cardoso.

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Meio Ambiente
10/12/2020 14:00h

Pesquisa conseguiu produzir bioplástico a partir da palma forrageira. Ideia é minimizar impacto do plástico no meio ambiente e melhorar renda de produtores do sertão nordestino

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Um projeto desenvolvido por alunos da escola Dionísio Marques de Almeida, do Sesi, na cidade de Patos (PB), vai concorrer na 35ª Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec). A equipe formada por Rauanny Silva Alves, Andressa Onassis e Bruno Cézar, sob orientação do professor Rafael Sales Brito, desenvolveu um bioplástico a partir da palma forrageira — planta usada no Sertão Nordestino para alimentar os ruminantes.
 
O projeto de iniciação científica dos estudantes do 3º ano já ganhou repercussão local, porque foi o vencedor da Mostra de Iniciação Científica (MIC) e o escolhido para representar o estado a nível internacional. O objetivo da pesquisa é contribuir com o meio ambiente e ajudar os produtores do semiárido nordestino a obterem mais renda a partir da transformação da fibra da planta em um tipo de plástico. É o que explica Rauanny Silva, 16 anos, uma das integrantes do projeto.
 
“A ideia é produzir o bioplástico, que vai super rentável ao produtor, que vai passar a produzir, além da alimentação do seu gado, o plástico, ou seja, vai aumentar a sua rentabilidade. E é uma planta bastante sustentável, porque a degradação do plástico biodegradável leva meses ou poucos anos, é mínima em comparação com o plástico normal, que leva mais de 400 anos para se degradar”.
 
A estudante diz que a iniciação científica logo no ensino médio foi o que proporcionou o desenvolvimento do projeto, algo que não está ao alcance de boa parte dos estudantes brasileiros. Ela conta que está surpresa com o sucesso da pesquisa e confiante na disputa internacional. “O nosso projeto foi criado no interior da Paraíba. É uma coisa que a gente não esperava. A gente está muito feliz e eufórico confiantes com o nosso projeto, que já passou da fase de testes, o plástico foi produzido”, comemora. 

Orgulho

O professor de Física do Sesi e orientador do projeto, Rafael Sales Brito, se diz muito orgulhoso do trabalho que conseguiu desenvolver junto aos três alunos. Ele lembra que, até conseguirem produzir o plástico a partir da palma forrageira, houve estudo sobre o tema, desenvolvimento de plano de pesquisa, metodologia, entre outras etapas.  Segundo ele, a alegria dos alunos com a participação na Mostratec se explica pelo objetivo da própria pesquisa. “Eles têm o interesse não só da produção de um bioplástico a partir da palma, como também de incentivar os produtores locais a plantarem a planta e conseguirem um pouco mais de renda para as suas famílias”, afirma. 
 
A produção de bioplástico a partir da planta seria um avanço considerável para o meio ambiente. Isso porque o plástico comum é resistente e dura mais tempo antes de se decompor. Além disso, o plástico se fragmenta em pedaços bastante pequenos, o que compromete a vida dos animais, sobretudo aqueles que vivem nos oceanos. Dados divulgados pela ONU apontam que 80% de todo o lixo marinho é composto por plástico. A estimativa é de que até 2050 a quantidade do material supere a de peixes.
 
Rafael destaca que ele e os alunos estão “eufóricos” com os resultados do projeto. “É um evento de importância internacional e um projeto que foi desenvolvido aqui na cidade de Patos, no Sertão da Paraíba, aceito para representar o estado e a nossa cidade nesta feira virtual, promovendo a pesquisa e a iniciação científica. Ver o sucesso dos seus orientandos é algo ímpar, uma sensação incrível. Acompanhar todo esse processo e vê-los desenvolvendo-se e amadurecendo dentro da pesquisa é algo substancial”, celebra.

Mostratec

Realizada anualmente em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, a Mostratec é uma feira de ciência e tecnologia internacional. O principal objetivo do evento é estimular estudantes na atividade de iniciação científica e tecnológica, de forma a acelerar o processo de expansão e renovação no quadro de pesquisadores. Este ano, a Mostratec vai ocorrer virtualmente, devido à pandemia da Covid-19, entre os dias 9 e 11 de dezembro. Esta edição vai contar com 229 trabalhos e a participação de estudantes de doze países.

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09/12/2020 11:55h

Documento visa orientar a agenda de Cidades Inteligentes para os próximos anos, servindo de alicerce também para que estados e municípios formulem políticas relativas ao tema

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O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) lançou, nesta terça-feira (8), a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes. O documento tem como base as premissas da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU) e visa orientar a agenda de Cidades Inteligentes para os próximos anos, servindo de alicerce também para que estados e municípios formulem políticas relativas ao tema.

A iniciativa deve promover padrões de desenvolvimento urbano sustentável, que levem em conta o contexto brasileiro da transformação digital de “Cidades Inteligentes”. O documento estava sendo elaborado desde agosto de 2019, com participação integrada do Governo Federal, da sociedade civil, da academia e do setor privado. 

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A Carta conta com o apoio do Projeto Apoio à Agenda Nacional de Desenvolvimento Urbano Sustentável (Andus), que da suporte a governos, instituições e entidades nas esferas federal, estadual e municipal na implementação de estratégias de planejamento e gestão urbana sustentável, com foco na mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

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20/11/2020 07:00h

Interessados no projeto InovaJuntos podem se inscrever até 31 de janeiro

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) lançou o projeto InovaJuntos, iniciativa que tem o objetivo de fomentar princípios do desenvolvimento sustentável. Gestores municipais interessados em participar do projeto já podem se inscrever. O projeto é feito em parceria com a União Europeia e o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal. 

Os interessados podem se inscrever até 31 de janeiro. Os contemplados serão capacitados para a implementação do que está previsto no projeto e definirão qual será o foco de atuação e vão elaborar um plano de trabalho que estará diretamente relacionado à agenda da iniciativa. 

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Na primeira etapa, serão selecionadas 16 localidades, sendo quatro cidades brasileiras e 12 portuguesas, que vão trabalhar em conjunto para o desenvolvimento de ações de integração entre seus membros e para a implementação de agendas bilaterais. Na segunda fase, serão selecionadas mais 24 localidades, sendo 16 brasileiras e 8 latino-americanas. 

Para mais informações e para visualizar o edital do projeto, acesse inovajuntos.cnm.org.br

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06/11/2020 11:25h

Na nova etapa, 346 Municípios serão contemplados, com a previsão de mais 176.550 famílias beneficiadas

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) iniciou a segunda fase do projeto Municípios Prato Cheio para o Desenvolvimento – que é uma iniciativa com a proposta de - no contexto de crise com a pandemia da Covid-19 - auxiliar os moradores de pequenos Municípios com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Na nova etapa, 346 Municípios serão contemplados, com a previsão de mais 176.550 famílias beneficiadas. O investimento para a fase soma R$ 8.827.500.

Necessidade estimula empreendedorismo para geração de renda e emprego no pós-pandemia

A lista dos primeiros contemplados na segunda fase do Prato Cheio está disponível no site da iniciativa. Por isso, é recomendado que os gestores municipais confiram o documento e, se o Município estiver listado, entrem em contato com a entidade municipalista para mais informações, por meio do telefone (61) 2101-6000. Caso ainda não tenham recebido orientações por e-mail para cadastro das famílias.

Como Ajudar

Pessoa jurídica ou física pode contribuir com a iniciativa e doar qualquer valor. As compras serão feitas no comércio local, pois o objetivo, além de mitigar os efeitos sociais da pandemia, é fortalecer a cultura de solidariedade e da compra local. Para doar ou conhecer mais sobre o projeto basta acessar o site do projeto.

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01/11/2020 01:00h

O documento contempla 110 metas com diversas abordagens, além de ações em dez áreas de concentração temática para esse período de atuação

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Há poucos dias foi lançado o Programa Mineração e Desenvolvimento (PMD), uma iniciativa que define a agenda do Governo Federal para a mineração brasileira no período entre 2020 e 2023, com objetivo de atrair novos investimentos e promover o crescimento e desenvolvimento sustentável da mineração por todo o país.

O programa vem sendo trabalhado por diversas frentes desde 2019, e foi debatido conjuntamente com os diversos agentes, tanto do setor público como do setor privado que atuam ou têm interesse pela mineração. Como resultado desse intenso debate sobre os rumos da mineração no Brasil, foi elaborado um texto que contempla 110 metas com diversas abordagens, além de ações em dez áreas de concentração temática para esse período de atuação do programa.

Outro ponto importante é que o documento inclui assuntos relacionados à governança, gestão e eficiência, enfrentamento à mineração ilícita e imagem da mineração, expansão de áreas sujeitas à atividade mineral, ao aumento da produção e às receitas provenientes dessa atividade, à elevação do grau de sustentabilidade do setor, além de estruturar os mais variados e diversos dados oficiais sobre a mineração brasileira.



Durante o lançamento do programa, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que a proposta é importante para a forma como o Brasil vai orientar o setor da mineração nos próximos anos e a forma como os resultados vão refletir na vida da população.

“A mineração é uma das grandes forças da economia brasileira, importante vetor do progresso e sinônimo do seu desenvolvimento para a promoção do bem-estar de todos. O estilo de vida que a sociedade moderna adotou, com uma infinidade de bens, produtos, equipamentos e recursos tecnológicos, torna indispensável a utilização dos bens minerais.”, disse o ministro.

O setor tem apelo econômico importante para o país, mas há possibilidades de crescer mais, pois a mineração industrial legalizada ocupa apenas uma área de 0,6% do território nacional. Com o incentivo à pesquisa geológica, exposta no programa, o país vai poder conhecer bem mais do que os 30% de seu potencial geológico.

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De acordo com o Ministério de Minas e Energia, em julho, o Brasil extraiu 88 tipos de minérios do subsolo brasileiro e esses minérios contribuem com cerca de 2,5% do PIB, gerando mais de R$ 50 bilhões em tributos e royalties ao ano, com aproximadamente três milhões de empregos diretos e indiretos. Além disso, se observarmos que apenas em 2019, os municípios brasileiros tiveram mais 4,5 bilhões de reais em arrecadação por Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), é de se pensar no tamanho do impacto desse setor na economia nacional.

De acordo com o diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Flávio Ottoni Penido, com os estudos feitos pelo programa, o período de 2020-2023 deve projetar investimentos para todo o país em valores gigantes para a mineração.

“O setor da mineração passa por um processo que começa na pesquisa geológica. Dando bons resultados, uma série de outras ações são necessárias para especificar o tipo de produto que você vai ter. O planejamento de investimento é feito em um tempo maior e temos projetos no valor de US$ 37 bilhões de dólares na mineração”, explicou.

Até julho esta projeção era de US$ 32,5 bilhões. Nesse sentido, o programa aborda questões fundamentais que podem expandir a capacidade do Brasil atrair capital, como o fomento aos mecanismos de financiamento; o uso do título minerário como garantia a operações financeiras; a emissão de debêntures para apoio financeiro ao setor, entre outros.

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01/11/2020 01:00h

Documento contém metas de sustentabilidade e de redução da pobreza a serem seguidas

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O Programa Cidades Sustentáveis (PCS) lançou uma iniciativa para auxiliar pré-candidatos nas eleições municipais deste ano com temas relacionados ao desenvolvimento sustentável. A entidade está disponibilizando em seu site três cartas de compromisso, uma para pré-candidatos à prefeitura, outra a ser assinada por pré-candidatos à Câmara Municipal e a terceira destinada aos partidos políticos.

Ao assinar os documentos, os postulantes aos cargos públicos e as siglas se comprometem a seguirem uma série de ações relacionadas ao Meio Ambiente. Cada carta possui uma quantidade de indicadores. Segundo Zuleide Goulart, coordenadora do Programa Cidades Sustentáveis, além de firmarem compromisso com a sustentabilidade a assinatura do documento possibilita que a entidade trace um perfil dos municípios brasileiros. 

“O objetivo é identificar as reais necessidades, quais são as áreas mais vulneráveis, quais políticas públicas devem ser implementadas e quais investimentos devem ser feitos. A partir desse diagnóstico, será possível realizar um plano de metas para os quatros anos de gestão.”

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Parceria

A carta-compromisso a ser assinada pelos pré-candidatos também engloba ações de combate à desigualdade social. Além disso, o documento está alinhado com a Agenda 2030, plano de ações da Organização das Nações Unidas (ONU) que contém 169 metas a serem alcançadas em até 10 anos, entre elas a erradicação da pobreza, promoção da igualdade de gênero, fornecimento de energia limpa, entre outras. 

Zuleide Goulart diz que, ao firmarem compromisso com essas metas, os gestores públicos se responsabilizam a seguirem esses propósitos de forma colaborativa com a sociedade civil. “Esse é um dos compromissos: fazer [essa parceria] de forma participativa, com a realização de audiências públicas e colher as propostas da sociedade.”

A campanha ocorre em parceria com o Projeto CITinova e apoio do Instituto Arapyaú. O Programa Cidades Sustentáveis afirma que a carta-compromisso vem apresentando resultados desde a sua implementação, em 2016, e que mais de 60 municípios brasileiros, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, criaram leis que torna obrigatória a assinatura do documento por candidatos. 

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Brasil
22/10/2020 17:00h

Comitê Gestor vai ser responsável pela estratégia para melhorar a qualidade de vida das mais de 385 mil pessoas que vivem nos 10 municípios da região

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O governo federal recriou nesta quarta-feira (21) o Comitê Gestor do Plano Sub-Regional de Desenvolvimento Sustentável do Xingu. Trata-se de um órgão colegiado que vai definir os programas, projetos e ações a serem executados para melhorar a qualidade de vida da população da região, que fica no estado do Pará. 
 
A região do Xingu abrange Altamira e outros nove municípios (Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu). A população estimada dessas cidades ultrapassa as 385 mil pessoas. 

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O Comitê Gestor é de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Outros quatro ministérios compõem o colegiado: Justiça e Segurança Pública, Infraestrutura, Cidadania e Minas e Energia. Além disso, fazem parte a Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), o governo do Pará, a Associação de Municípios do Consórcio Belo Monte, a Norte Energia S.A e quatro representantes da sociedade civil. 
 
Em setembro de 2019, o MDR anunciou investimentos na ordem de R$ 270 milhões em implementação de programas para o desenvolvimento e a sustentabilidade na região. 

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21/10/2020 16:00h

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola

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Cerca de 1200 toneladas de lodo de esgoto, 180 toneladas de poda de árvores e 500 toneladas de grama cortada poderão agora se transformar em um composto orgânico para a agricultura em Piracicaba, no interior paulista. Os resíduos que seriam descartados em aterro sanitário terão um uso sustentável. 

A estratégia dos especialistas é utilizar a técnica de compostagem para viabilizar o uso desses resíduos na produção agrícola. O método permite o pós-tratamento do lodo de esgoto sem que haja mau cheiro e moscas e o processo de decomposição leva cerca de 60 dias.

Acordos entre Pará e Aneel vão mudar processo de licenciamento ambiental

“Municípios estão se recusando a testar população contra a Covid-19 com medo do impacto eleitoral”, diz secretário de Saúde da Bahia

O projeto é uma parceria entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Esalq/USP) e a concessionária Mirante do grupo AEGEA. O acordo assinado em 21 de setembro prevê vigência até julho de 2021. 

A implementação em Piracicaba faz parte de um plano maior enviado para aprovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), que busca dar um destino sustentável para todo o resíduo do tratamento de esgoto das cidades do Estado.

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Gestores locais e instituições estudam fórum permanente de diálogo entre as cidades pan-amazônicas para troca de conhecimento e experiências

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Promovido na última quarta-feira (14), o último painel de debates que antecedem o Fórum Amazônia+21 abordou a importância das cidades na promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia. Especialistas, organizações internacionais e prefeitos tentam encontrar o equilíbrio entre crescimento econômico que gere retorno para os mais de 20 milhões de habitantes da região e a preservação do bioma. 
 
Para Henrique Pereira, CEO da WayCarbon – empresa brasileira que desenvolve soluções de tecnologia e inovação voltadas para a sustentabilidade – aproximar a agenda de desenvolvimento sustentável da esfera municipal é fundamental para a realização de ações efetivas, que não ficam só no discurso.  “Quando a gente traz a agenda de desenvolvimento para um contexto municipal, [essa] é a grande oportunidade de implementar ações”, afirma. 

Presente no painel, a prefeita de Boa Vista (RR), Teresa Surita, detalhou o processo de transformação pelo qual a cidade passou nos últimos anos até se tornar uma das que mais investe em energia limpa e renovável no País. Aproveitando-se da grande disponibilidade de sol na região, a prefeitura passou a investir em energia solar, que já supre a necessidade do Teatro e do Mercado Municipal, de prédios da administração pública e de 72 pontos de ônibus climatizados.
 
Com a instalação do sétimo painel solar na capital roraimense, a expectativa é de uma economia anual de R$ 5 milhões, menos 7,5 milhões de toneladas de CO2 lançadas na atmosfera, entre outros ganhos. “Foi uma mudança de qualidade de vida para as pessoas incrível. Com bom planejamento conseguimos fazer todo esse trabalho e, inclusive, fazendo com que as pessoas na sua vida privada começassem a se interessar pelo investimento em energia solar”, conta Surita.
 
Com o intuito de compartilhar experiências como essa, diversas instituições e autoridades locais da Amazônia pretendem implantar um Fórum de Cidades Pan-Amazônicas. Anuska Soares, coordenadora do projeto Segurança Energética e Mudança Climática para a América Latina (EKLA), da Fundação Konrad Adenauer, explica que a ideia é trabalhar em uma rede de cidades multilateral, que busque o desenvolvimento “mantendo a floresta em pé”.
 
“As cidades precisam se falar, as secretarias precisam se falar, porque temos o objetivo de manter a floresta em pé, fazer um desenvolvimento sustentável através de uma bioeconomia, de uma economia circular inovando sempre, de uma forma que todos ganhem” destacou.
 
O diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e o Caribe, Elkin Velásquez, destacou a Amazônia tem, normalmente, sobre si, um olhar para as questões ambientais, mas que há um grande contingente populacional na região que não pode ser esquecido. Segundo ele, cerca de 63% da população do bioma mora em cidades, das quais 42 têm mais de 100 mil habitantes.
 
Elkin disse que há uma concentração significativa de famílias pobres e que os mais vulneráveis devem ter participação no crescimento a partir da exploração consciente da biodiversidade local. “É fundamental dar visibilidade às sociedades amazônicas e a todos os envolvidos. As comunidades precisam ser protagonistas de um processo de desenvolvimento”, ressaltou. 

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Último encontro preparatório para Fórum Mundial Amazônia+21 ocorre nesta quarta-feira (14)

Preservação e Desenvolvimento

Durante boa parte do painel, os gestores locais e especialistas bateram na mesma tecla: é necessário encontrar equilíbrio entre preservação ambiental e o desenvolvimento econômico. Clécio Vieira, prefeito de Macapá (AP), afirmou que a defesa das duas posições ao extremo é perigosa.
 
“Dois discursos me preocupam. Um discurso que prega preservação, mas sem apontar caminhos para o desenvolvimento local. E ele dá margem para um outro discurso, de que nós estamos pobres, sentados em cima da riqueza, contemplando a natureza. Precisamos encontrar os pontos convergentes”, aponta.
 
Já o prefeito de Porto Velho (RO), Hildon Chaves, acredita que um dos caminhos para a preservação do bioma é o fomento em pesquisa que gere retorno econômico. “A preservação pura e simples não vai dar certo. Se preserva com o fomento da economia, pesquisa, abertura de mercados internacionais para produtos amazônicos”, indica.
 
Representante do ICLEI, uma organização internacional que reúne mais de 1,7 mil governos locais comprometidos com o desenvolvimento sustentável, ressaltou a melhoria do bem-estar da sociedade da região deve vir sem prejudicar a natureza, que seria aliada nesse objetivo. “É possível utilizar esse momento para repensar a nossa economia, e o tipo de desenvolvimento que queremos. É a oportunidade para construir uma economia mais eficiente, resiliente, justa e sustentável, que seja baseada na biodiversidade que nós temos”, concluiu.

Fórum Amazônia+21

Programado para os dias 4, 5 e 6 de novembro, o Fórum Amazônia+21 é uma iniciativa que visa mapear perspectivas e buscar soluções para temas relacionados ao desenvolvimento da região e melhoria da qualidade de vida dos mais de 20 milhões de cidadãos que vivem na Amazônia Legal, composta pelos sete estados da região Norte, mais Maranhão e Mato Grosso.

O fórum é promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), Agência de Desenvolvimento de Porto Velho e Prefeitura de Porto Velho. A Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e o governo do estado apoiam o programa. Por conta da pandemia da Covid-19, este ano o evento vai ocorrer virtualmente. 

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