18/03/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3639 ocorre na noite desta quarta-feira (18), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O sorteio da Lotofácil concurso 3639 acontece nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48

17

R$ 408

18

R$ 2.448

19

R$ 11.628

20

R$ 46.512

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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18/03/2026 18:00h

O sorteio da Loteria Federal 6050 ocorre na noite desta quarta-feira (18), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O sorteio da Loteria Federal concurso 6050 acontece nesta quarta-feira, 18 de março de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente. 

O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete que custam R$ 4,00 cada com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: Sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação 

Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como as dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio. 

Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a ​R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em Agência da CAIXA.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades :

 

  • Extração de quarta-feira: 1 em 92.000
  • Extração de sábado: 1 em 96.000
  • Milionária Federal: 1 em 84.000
  • Especial de Natal: 1 em 85.000 (por série)

Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

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18/03/2026 15:00h

Estão na lista os municípios de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quatta-feira (18), a situação de emergência em 28 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Cravolândia, Igaporã e Juazeiro, na Bahia; Tuntum, no Maranhão; Araçuaí, Ataléia, Pompéu, Rio Pomba, Rio Preto, Santa Bárbara do Tugúrio, Serranópolis de Minas, Setubinha, Teófilo Otoni e Umburatiba, em Minas Gerais; Novo Progresso e Xinguara, no Pará; Araripina, Bezerros e Garanhuns, em Pernambuco; Gilbués, no Piauí, e Campos dos Goytacazes e Três Rio, no Rio de Janeiro. Já Delmiro Gouveia, em Alagoas, foi atingido por enxurradas.

Por outro lado, passam por um período de estiagem as cidades de Belo Monte e Olho D'Água das Flores, em Alagoas; Santa Brígida, na Bahia; Catunda, no Ceará, e Borrazópolis, no Paraná.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

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18/03/2026 04:55h

Projeto amplia limite do MEI para R$ 145 mil e corrige tabela congelada desde 2018

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Parlamentares e representantes do setor produtivo se reuniram nesta terça-feira (17), em Brasília (DF), com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, para discutir as pautas prioritárias da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) para 2026. 

Durante o encontro, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) solicitou que fosse colocada em votação a urgência do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, já aprovado pelo Senado, que trata da atualização do Simples Nacional.

Atualização: 
Ainda na noite de terça-feira, horas após a reunião, a Câmara aprovou, por unanimidade, o requerimento de urgência para votação do PLP. O regime de urgência dará celeridade à apreciação, que passa a ser direto pelo Plenário, reduzindo o tempo de tramitação.

Segundo Alfredo Cotait Neto, presidente da CACB, o projeto é urgente para aliviar a pressão sobre micro e pequenos negócios. “Precisamos avançar com o Simples. Somos mais de 2 milhões de micro e pequenas empresas pedindo que o senhor paute e aprove a atualização do Simples. Isso dará um grande alívio para quem enfrenta tantas dificuldades. Estamos falando de 27% do PIB nacional e 55% dos empregos formais”, afirmou.

No encontro, Motta reconheceu a defasagem nos valores do regime e afirmou que a urgência seria pautada, ao destacar o amplo apoio parlamentar para avançar com a proposta. “Nós entendemos que o valor do Simples está, sim, defasado. Essa foi uma pauta trazida por vários parlamentares e as frentes que estão ligadas ao empreendedorismo têm defendido esse reajuste do valor. E nós vamos hoje votar a urgência”, disse.

“Nós sabemos que são 12 milhões de Microempreendedores Individuais (MEIs), alguns levantamentos já apontam 14 milhões. É uma quantidade muito considerável de cidadãos que serão beneficiados com esse reajuste”, complementou o presidente da Câmara.

Atualização do Simples: o que muda?

O Simples Nacional, regime tributário criado para simplificar a burocracia e reduzir custos das micro e pequenas empresas, está com a tabela congelada desde 2018. O PLP 108/2021, de autoria do senador Jayme Campos (DEM-MT), propõe corrigir os limites de enquadramento pela inflação acumulada, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e prevê atualização automática anual.

O texto amplia o teto de faturamento do MEI para R$ 145 mil por ano, além de permitir a contratação de até dois empregados. Atualmente, esse limite é de R$ 81 mil e só é possível ter um funcionário.

De acordo com o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente da FPE, a atualização do Simples não deve ser vista como um aumento de benefícios, mas como uma correção necessária diante da defasagem acumulada. “O que nós pedimos não é aumento, nós pedimos realinhamento. Queremos recuperar as mesmas condições que tínhamos há oito anos, para continuar desenvolvendo esse setor que mais emprega no Brasil”, ressaltou.

Representantes da CACB pressionam pela aprovação

Na ocasião, participaram do encontro André Amaral Filho, presidente da Associação Comercial da Paraíba (ACPB); Roberto Mateus Ordine, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP); e Ricardo Anderson, vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

A CACB tem se mobilizado para pressionar pela aprovação da medida, ao argumentar que a atualização do Simples Nacional é essencial para recuperar a competitividade e reduzir distorções no regime.

VEJA MAIS:

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18/03/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta quarta-feira (18), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

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18/03/2026 04:50h

Maioria dos aportes será para projetos em andamento, mas juros altos limitam novos investimentos

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Mais da metade dos empresários da indústria brasileira pretende investir em 2026. É o que aponta a pesquisa Investimentos na Indústria 2025-2026, divulgada nesta terça-feira (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo o levantamento, 56% dos industriais planejam realizar aportes este ano. Desse total, 62% correspondem à continuidade de projetos em andamento, enquanto 31% representam novos planos de investimento.

Por outro lado, 23% dos empresários da indústria afirmam que não pretendem investir em 2026. Entre eles, 38% adiaram ou cancelaram projetos que estavam em curso. Outros 21% dos industriais ainda não sabem se vão investir.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, avalia que o nível de investimentos no setor segue abaixo do necessário.

“O país precisa de mais investimento. O percentual ainda elevado de empresas que não pretendem investir ou têm incertezas com relação a isso — reflexo do cenário mais difícil da indústria no ano passado — mostra que ainda há espaço para maior investimento”, afirma.

Desempenho em 2025

Em 2025, 72% das empresas da indústria de transformação realizaram investimentos. Mesmo assim, parte delas não conseguiu executar os planos conforme o previsto. Segundo o levantamento:

  • 36% investiram conforme o planejamento inicial;
  • 29% investiram parcialmente;
  • 4% adiaram os aportes para o ano seguinte;
  • 3% adiaram sem previsão de retomada;
  • 2% postergaram para o ano subsequente;
  • 2% cancelaram os investimentos.

“No início de 2025, a indústria vinha de um bom momento, com bastante atividade no ano anterior. No entanto, a elevação da taxa de juros e toda a mudança que houve no cenário externo foram prejudicando bastante a visão dos empresários sobre o cenário econômico”, explica Azevedo.

Fontes de financiamento

A pesquisa também mostra que, em 2026, a maioria das empresas deve continuar financiando seus investimentos com recursos próprios: 62% pretendem recorrer exclusivamente ou majoritariamente a essa fonte. Outros 28% planejam buscar recursos de terceiros, como crédito em bancos e instituições financeiras, enquanto 11% não souberam informar.

Em 2025, o padrão foi semelhante: 62% utilizaram capital próprio, enquanto outras fontes tiveram participação menor, como bancos comerciais privados (9%) e bancos de desenvolvimento (5%).

Para Azevedo, o alto custo do crédito explica esse comportamento.

“Com uma taxa de juros tão elevada como nesse ano, fica muito custoso para as empresas buscarem recursos em outras fontes, como bancos comerciais, por exemplo. Há uma intenção, mas é reduzida por conta desses custos e muitas vezes por dificuldades inerentes à busca de crédito, como exigências de garantias”, diz.

Objetivos dos investimentos

Os principais objetivos dos investimentos previstos para 2026 são:

  • melhoria do processo produtivo (48%);
  • ampliação da capacidade produtiva (34%);
  • lançamento de novos produtos (8%);
  • adoção de novos processos produtivos (5%).

A pesquisa também indica que a demanda nacional continuará sendo o principal foco das empresas: 67% pretendem direcionar seus investimentos prioritariamente ao Brasil. Outros 24% miram tanto o mercado interno quanto o externo, enquanto apenas 4% têm o mercado internacional como foco principal.

Clique no link para acessar a pesquisa na íntegra.

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18/03/2026 04:45h

Tecnologia 5G Broadcast não usa dados móveis nem precisa de conexão com a internet e pode transformar a TV aberta no Brasil

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Uma nova tecnologia promete revolucionar e democratizar o acesso à TV aberta no Brasil. Diferentemente do streaming tradicional – em que cada usuário consome dados individualmente pela internet –, o sistema 5G Broadcast distribui conteúdo audiovisual diretamente para celulares e outros dispositivos móveis por um único sinal de TV, que pode ser recebido simultaneamente por milhões de aparelhos sem sobrecarregar a rede móvel, com maior estabilidade do sinal.

O ministro das Comunicações, Frederico Siqueira Filho, que participou dos testes da ferramenta inovadora em Curitiba, no Paraná, exaltou a capacidade revolucionária do dispositivo. “A gente pensa grande com relação a isso. A gente espera que essa tecnologia implementada pelo Brasil, pelos senhores que fazem acontecer o mercado de radiodifusão no Brasil, consiga extrapolar as fronteiras para ser a tecnologia da América Latina”, comentou.

Os experimentos para avaliar o potencial da tecnologia no país são coordenados pela empresa Rohde & Schwarz, com uma estação de transmissão implantada nas instalações da Rede CNT. Todo o processo tem acompanhamento técnico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e de uma operadora de telefonia móvel, que monitora possíveis impactos na rede.

A tecnologia já vem sendo testada em diversos países e é considerada uma das principais apostas para integrar o futuro da televisão aberta com o ecossistema digital. A fase inicial dos experimentos no Brasil começou nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2026, quando foram realizadas medições de campo sem transmissão, com o objetivo de estabelecer uma referência para o nível de sinal e as condições da rede antes do início das transmissões.

O principal objetivo dos estudos é verificar se a tecnologia 5G Broadcast pode operar sem causar interferências nas redes móveis já em funcionamento. As medições realizadas até o momento não identificaram qualquer indicação de interferência relevante.

“O objetivo desses testes é justamente verificar se o sinal do 5G Broadcast pode operar sem causar interferências nos sistemas atuais. Se tudo avançar como esperado, a população brasileira poderá, em breve, receber o sinal da TV aberta e gratuita diretamente no smartphone, de forma simples e acessível”, destacou o superintendente de Outorga e Recursos à Prestação da Anatel, Vinícius Caram.

Também foram conduzidos procedimentos de desligamento e religamento do transmissor para avaliar possíveis variações nos indicadores das redes móveis durante a operação da tecnologia. A análise completa dos dados coletados ainda está em andamento.

TV 3.0

Considerada a maior evolução da televisão aberta desde a digitalização, a TV 3.0 une radiodifusão e internet em um espaço de entretenimento e de serviços digitais. Os aplicativos substituem os canais e ampliam o acesso da população a informações, educação e políticas públicas.

A implantação será gradual, deve durar até 15 anos para ser totalmente concluída, e terá início pelas grandes capitais. A expectativa é que as primeiras transmissões no formato aconteçam até a Copa do Mundo deste ano, ou seja, em junho. 

Entre as principais inovações estão: conteúdo ao vivo e sob demanda, de forma integrada; experiência interativa e personalizada; acesso a serviços públicos digitais pela TV; imagem em 4K e 8K, HDR e cores mais vivas; som imersivo e recursos avançados de acessibilidade.

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18/03/2026 04:25h

Indicador apresentou segunda baixa seguida e acumula recuo de 0,36% em 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses

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A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta terça-feira (17), que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 0,24% em março, após baixa de 0,46% em fevereiro. O resultado implica em retração acumulada de 0,36% no ano de 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses. Segundo economistas do FGV IBRE, a apuração de março mostrou continuidade da queda nas commodities de maior peso, especialmente o minério de ferro, soja e milho.

Os dados mostram uma situação de melhora econômica frente a março de 2025, quando o IGP-10 teve alta mensal de 0,04% e acumulou alta de 8,59% em 12 meses.

O indicador avalia a inflação entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Segundo a FGV, ele surgiu como uma forma de oferecer um indicador adicional, divulgado no início da segunda quinzena do mês, que permite um acompanhamento mais próximo das oscilações de preços em períodos intermediários ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

Composição do IGP-10

O IGP-10 é calculado por meio de outros três subíndices, em média ponderada:

  • Índice de Preços ao Produtor Amplo - 10 (IPA-10);
  • Índice de Preços ao Consumidor - 10 (IPC-10);
  • Índice Nacional de Custo da Construção - 10 (INCC-10).
     

Em março, o IPA-10 caiu 0,39%, suavizando o comportamento observado em fevereiro, quando caiu 0,80%. O grupo de Bens Finais apresentou aceleração, passando de -0,05% em fevereiro para 0,59% em março, assim como o de Bens Finais (ex) — que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para o consumo —, que subiu de 0,06% em fevereiro para 0,16% em março. Já as taxas dos grupos de Bens Intermediários, Bens Intermediários (ex) — que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção — e Matérias-Primas Brutas tiveram quedas de 0,33%, 0,03% e 1,11%, respectivamente.

Segundo o economista do FGV IBRE André Braz, o IGP-10 de março segue registrando queda nas commodities de maior peso, especialmente minério de ferro, soja e milho. Ele reforça que o recuo do IPA não foi mais intenso devido à elevação dos preços dos produtos pecuários como bovinos, carne e leite.

Já o IPC-10 apresentou alta de 0,03% em março, inferior à de 0,50% observada em fevereiro. Entre as oito classes de despesas que compõem o índice, Educação, Leitura e Recreação (1,51% para -2,16%), Transportes (0,93% para 0,06%), Alimentação (0,44% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,24% para 0,18%) e Habitação (0,34% para 0,31%) tiveram recuo em suas taxas. Em contrapartida, os grupos Vestuário (-1,10% para 0,07%), Despesas Diversas (0,33% para 0,88%) e Comunicação (0,00% para 0,11%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.

“No âmbito do consumidor, cuja taxa apresentou desaceleração expressiva, destacam-se os movimentos de cursos formais e passagens aéreas, ambos registrando retração em suas taxas de variação”, complementa o economista.

Por sua vez, o INCC-10 registrou alta de 0,29% em março, abaixo da taxa de 0,47% observada em fevereiro. Dentre os três grupos que constituem o índice, todos tiveram movimentações idênticas em suas taxas de variação entre fevereiro e março: o grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,32% para 0,28%; o grupo Serviços desacelerou de 0,53% para 0,25%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 0,66% para 0,31%.

“Já na construção civil, altas menos intensas nos custos de mão de obra contribuíram para a desaceleração da inflação nesse segmento”, finaliza André Braz.

 

As informações são do FGV IBRE.

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18/03/2026 04:20h

Contribuintes que lucraram com apostas esportivas em 2025 terão de informar rendimentos e saldos à Receita Federal

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Os contribuintes que obtiveram ganhos com apostas esportivas e jogos online, as chamadas “bets”, em 2025 deverão informar esses valores na declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2026. A exigência inclui tanto os prêmios recebidos quanto os saldos mantidos nas contas das plataformas no fim do ano.

A obrigatoriedade vale para quem recebeu mais de R$ 28.467,20 em prêmios ao longo de 2025, considerando apostas de quota fixa, modalidade que engloba plataformas digitais e algumas loterias.

Segundo a Receita Federal, os rendimentos com apostas são considerados ganhos tributáveis e devem ser informados na declaração anual. Para isso, o sistema contará com campos específicos: os ganhos deverão ser declarados como rendimento tributável, enquanto os valores mantidos nas contas das plataformas devem constar na ficha de “Bens e Direitos”, quando ultrapassarem R$ 5 mil em 31 de dezembro de 2025.

Para facilitar o preenchimento, as plataformas deverão disponibilizar ao usuário o documento “ComprovaBet”, com o histórico de movimentações e prêmios ao longo do ano.

Pelas regras atuais, o imposto incide sobre o ganho líquido anual, ou seja, a diferença entre os valores recebidos e os gastos com apostas. Caso o lucro ultrapasse R$ 28.467,20, o excedente será tributado com alíquota de 15%.

A inclusão dos ganhos com bets está entre as principais novidades da declaração deste ano, que também contará com ampliação da declaração pré-preenchida, pagamento de restituições em quatro lotes e possibilidade de restituição automática para pequenos contribuintes.

O prazo de envio da declaração vai de 23 de março a 29 de maio de 2026. O programa para preenchimento será liberado a partir de 20 de março, com transmissão disponível a partir do dia 23, às 8h.

Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. A Receita Federal estima receber cerca de 44 milhões de declarações em 2026.

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18/03/2026 04:15h

A maioria dos entes bloqueados está localizada na Região Nordeste, que concentra 13 cidades nessa condição; repasses estão previstos para esta sexta-feira (20)

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A segunda parcela de março do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será paga pela União nesta sexta-feira (20). No entanto, nem todas as cidades estão habilitadas a receber o repasse.

De acordo com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), até a terça-feira (17), 26 municípios estavam impedidos de receber essa transferência.

A maioria dos entes bloqueados está localizada na Região Nordeste, que concentra 13 cidades nessa condição. Entre elas estão Messias (AL), Mulungu (CE), Guimarães (MA) e Seridó (PB).

Entre os estados, o destaque é o Rio de Janeiro, com quatro municípios impossibilitados de receber recursos do FPM: Resende, Rio das Flores, Seropédica e Silva Jardim.

Confira a lista completa dos municípios bloqueados:

  1. Messias (AL)
  2. Coração de Maria (BA)
  3. Manoel Vitorino (BA)
  4. Ubatã (BA)
  5. Mulungu (CE)
  6. Guarapari (ES)
  7. Anicuns (GO)
  8. Bacabeira (MA)
  9. Guimarães (MA)
  10. Igarapé Grande (MA)
  11. Alfenas (MG)
  12. Nova Lima (MG)
  13. Cacimbas (PB)
  14. Juarez Távora (PB)
  15. Seridó (PB)
  16. São Braz do Piauí (PI)
  17. Resende (RJ)
  18. Rio das Flores (RJ)
  19. Seropédica (RJ)
  20. Silva Jardim (RJ)
  21. Jaguarão (RS)
  22. Pelotas (RS)
  23. São Francisco de Paula (RS)
  24. Brusque (SC)
  25. Santo Amaro da Imperatriz (SC)
  26. Pacatuba (SE)

Vale destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.

O especialista em orçamento público Cesar Lima orienta os gestores locais a regularizarem a situação o quanto antes, para garantir o recebimento desses valores.

“Eles [os municípios] têm que, inicialmente, saber o motivo do bloqueio, que pode ser pendências previdenciárias, por não honrar dívidas das quais a União é fiadora, por assim dizer, ou mesmo por não ter entregue um dos relatórios exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, como o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, o Relatório de Gestão Fiscal e os comprovantes de aplicação dos mínimos constitucionais em saúde e educação”, destaca.

FPM: motivos dos bloqueios

De acordo com o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diferentes razões, como a ausência de pagamento da contribuição ao Pasep, dívidas com o INSS, débitos inscritos na dívida ativa pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou falta de prestação de contas no SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamento Público em Saúde).

VEJA MAIS:

O Siafi, sistema que consolida informações orçamentárias e financeiras da União, registra essas pendências e impede o recebimento de transferências até que o município regularize sua situação.

FPM: segundo decêndio de março

Ao todo, os municípios partilharão R$ 1,3 bilhão neste segundo decêndio. No mesmo período do ano passado, o repasse foi de aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

 

 

Neste ciclo, os municípios do estado de São Paulo receberão cerca de R$ 169 milhões. Na outra ponta, os municípios de Roraima receberão o menor montante, de aproximadamente R$ 1 milhão.


 

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18/03/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta estabilidade em MG; o frango resfriado e o congelado apresentam desvalorização

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O preço do boi gordo abre esta quarta-feira (18) em alta de 0,36%. A arroba é negociada a R$ 347,70, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 347,70 0,36% -1,54% 66,79
16/03/2026 346,45 -0,04% -1,90% 66,24
13/03/2026 346,60 -0,26% -1,85% 65,24
12/03/2026 347,50 0,07% -1,60% 66,35
11/03/2026 347,25 0,13% -1,67% 67,24

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,43%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,00, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,01.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
17/03/2026 7,00 -0,43% -3,58%
16/03/2026 7,03 0,00% -3,17%
13/03/2026 7,03 -0,28% -3,17%
12/03/2026 7,05 0,00% -2,89%
11/03/2026 7,05 0,00% -2,89%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
17/03/2026 7,01 -0,43% -4,10%
16/03/2026 7,04 -0,42% -3,69%
13/03/2026 7,07 -0,28% -3,28%
12/03/2026 7,09 0,00% -3,01%
11/03/2026 7,09 0,00% -3,01%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,17 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
17/03/2026 10,17 0,00% 0,69%
16/03/2026 10,17 -0,39% 0,69%
13/03/2026 10,21 0,89% 1,09%
12/03/2026 10,12 0,00% 0,20%
11/03/2026 10,12 0,00% 0,20%

 

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, desvalorização de 0,45% no Paraná e de 0,15% em Santa Catarina, valorização de 0,15% no Rio Grande do Sul de 0,14% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,65 e R$ 6,97.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
17/03/2026 MG - posto 6,76 0,00% 0,00%
17/03/2026 PR - a retirar 6,65 -0,45% 0,91%
17/03/2026 RS - a retirar 6,81 0,15% 1,19%
17/03/2026 SC - a retirar 6,65 -0,15% 2,15%
17/03/2026 SP - posto 6,97 0,14% 1,01%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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18/03/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes

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O preço do café arábica abre esta quarta-feira (18) em alta de 1,00%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.927,15 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
17/03/2026 1.927,15 1,00% 7,21% 370,18
16/03/2026 1.908,03 1,57% 6,14% 364,82
13/03/2026 1.878,47 -1,19% 4,50% 353,56
12/03/2026 1.901,07 1,51% 5,76% 363,01
11/03/2026 1.872,75 -2,39% 4,18% 362,66

 

O café robusta teve baixa de 0,45% no preço, sendo comercializado a R$ 989,60.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
17/03/2026 989,60 -0,45% -4,18% 190,09
16/03/2026 994,04 -0,60% -3,75% 190,07
13/03/2026 1.000,05 -1,12% -3,17% 188,23
12/03/2026 1.011,41 1,25% -2,07% 193,13
11/03/2026 998,97 -3,67% -3,27% 193,45

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,52% e é cotada a R$ 97,11.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 97,11 -0,52% -1,50% 18,65
16/03/2026 97,62 0,39% -0,98% 18,67
13/03/2026 97,24 1,51% -1,37% 18,30
12/03/2026 95,79 -1,53% -2,84% 18,29
11/03/2026 97,28 -1,26% -1,33% 18,84

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 0,59%, sendo negociada a R$ 109,31 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 109,31 0,59% 2,05% 21,01
16/03/2026 108,67 -0,76% 1,46% 20,64
13/03/2026 109,50 0,17% 2,23% 20,84
12/03/2026 109,31 1,57% 2,05% 21,00
11/03/2026 107,62 0,71% 0,48% 20,86

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 72,02, após desvalorização de 0,11%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 72,02 -0,11% 3,58% 13,83
16/03/2026 72,10 0,17% 3,70% 13,79
13/03/2026 71,98 0,59% 3,52% 13,55
12/03/2026 71,56 0,34% 2,92% 13,66
11/03/2026 71,32 0,32% 2,57% 13,81

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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18/03/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e baixa em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (18) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 1,23% e é negociado a R$ 120,77; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 1,73% e é cotada a R$ 127,12.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 120,77 -1,23% 0,06% 23,20
16/03/2026 122,28 -0,78% 1,31% 23,38
13/03/2026 123,24 0,26% 2,10% 23,20
12/03/2026 122,92 0,50% 1,84% 23,47
11/03/2026 122,31 0,25% 1,33% 23,69

 

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
17/03/2026 127,12 -1,73% 0,23% 24,42
16/03/2026 129,36 -0,65% 1,99% 24,73
13/03/2026 130,20 -0,51% 2,66% 24,51
12/03/2026 130,87 1,22% 3,19% 24,99
11/03/2026 129,29 0,38% 1,94% 25,04

 

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,07% no Paraná e desvalorização de 0,05% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.224,33, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.090,60.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
17/03/2026 1.224,33 0,07% 3,93% 235,18
16/03/2026 1.223,46 0,29% 3,85% 233,93
13/03/2026 1.219,92 0,22% 3,55% 229,61
12/03/2026 1.217,19 0,59% 3,32% 232,42
11/03/2026 1.210,08 -0,10% 2,72% 234,33

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
17/03/2026 1.090,60 -0,05% -0,74% 209,49
16/03/2026 1.091,17 -0,17% -0,69% 208,64
13/03/2026 1.093,06 0,00% -0,52% 205,73
12/03/2026 1.093,06 0,00% -0,52% 208,72
11/03/2026 1.093,06 0,13% -0,52% 211,67

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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17/03/2026 21:30h

Investidores aguardam decisões sobre a política monetária dos EUA e do Brasil nesta quarta; taxas de juros devem ser impactadas pelo conflito

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O dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,57% frente ao real, cotado a R$ 5,20. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,12%.

O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18) — e pela atenção a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

Nesta terça-feira (17), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que os EUA foram informados pela maioria dos seus aliados da Otan de que eles não querem se envolver no conflito militar no Irã. Trump taxou a medida de “erro muito tolo” e disse que os EUA não precisam da ajuda de ninguém.

Os investidores acompanharam o primeiro dia de decisões do Federal Reserve — o Banco Central do país —, pressionado pelo conflito no Irã. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.

No cenário doméstico, o mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.

Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.

Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,99.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1925 0,1669 0,1442 30,6064 0,1511 0,2636 0,2711
USD 5,1945 1 0,8668 0,7486 158,97 0,7848 1,3693 1,4080
EUR 5,9909 1,1538 1 0,8638 183,40 0,9053 1,5794 1,6242
GBP 6,9358 1,3359 1,1576 1 212,35 1,0484 1,8291 1,8808
JPY 0,0327 0,0063 0,0055 0,0047 1 0,4936 0,0086 0,0089
CHF 6,6189 1,2743 1,1041 0,9538 202,66 1 1,7449 1,7943
CAD 3,7941 0,7304 0,6330 0,5467 116,12 0,5732 1 1,0284
AUD 3,6901 0,7104 0,6156 0,5318 112,92 0,5575 0,9724 1

 

Os dados são da Investing.com

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17/03/2026 21:00h

Índice avança apoiado por ações da Petrobras e expectativa por decisões sobre política monetária nos EUA e no Brasil

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,30%, aos 180.409 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo desempenho da Petrobras e à espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18).

O mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.

Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.

Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.

Dentre os principais desempenhos no Ibovespa, a Petrobras teve alta de 1,22% na ação ordinária e 1,76% na preferencial, devido à entrada de fluxo de capital estrangeiro e à alta do petróleo. O Brent teve alta de 3,20% durante a sessão, com o barril sendo cotado a US$103,42.

No exterior, os índices de Wall Street fecharam a segunda sessão seguida em alta, na expectativa da decisão do Federal Reserve — o Banco Central do país — sobre o seguimento da taxa de juros. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +22,00%

  • Natura Cosmeticos SA (NATU3): +8,46%

Ações em queda no Ibovespa

  • Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4): -11,34%

  • Magazine Luiza S.A. (MGLU3): -8,13%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.134.000.085, em meio a 3.729.267 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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17/03/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta terça-feira (17), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 2985 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (17/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram os 6 números e levaram para casa o premio de R$ 34.856.052,53. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Camocim (CE), Catalão (GO) e Presidente Castelo Branco (PR).

O prêmio para o próximo sorteio está marcado para quints-feira (19), está estimado em R$ 3.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 2985

06 - 08 - 21 - 32 - 41 - 60

Prêmios do concurso 2985

  • Sena (6 acertos): 5 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 34.856.052,53
  • Quina (5 acertos): 96 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 34.815,62
  • Quadra (4 acertos): 4.494 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 1.225,92

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

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Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
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17/03/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3638 ocorre na noite desta terça-feira (17), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3638 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (17/03/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.468.952,88. O bilhete premiado foi adquirido em Castanhal (PA). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, o município possui cerca de 192.262 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos agroindustriais, comerciais e educacionais do Nordeste Paraense, apresentando marcos icônicos como a Catedral Santa Maria Mãe de Deus, a Praça da Matriz e o Monumento à Maria Fumaça.

O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3639, que será realizado na quarta-feira, 18 de março de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3638

02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 15 - 18 - 19 - 20 - 22 - 24 - 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3638

  • 15 acertos - 1 aposta ganhadora, R$ 1.468.952,88
  • 14 acertos - 276 apostas ganhadoras, R$ 1.594,23
  • 13 acertos - 9165 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos -  104791 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos -  531745 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48

17

R$ 408

18

R$ 2.448

19

R$ 11.628

20

R$ 46.512

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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17/03/2026 19:00h

No Paraná, a instabilidade atinge municípios da região dos Campos Gerais, como Fernandes Pinheiro, Ipiranga e Ponta Grossa

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a Região Sul nesta quarta-feira (18).

No Paraná, a instabilidade atinge municípios da região dos Campos Gerais, como Fernandes Pinheiro, Ipiranga e Ponta Grossa. 

Em Santa Catarina, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia em todo o estado.

No Rio Grande do Sul, a instabilidade vai do norte ao sul do estado, com chuva em cidades como Bom Progresso e Jabuticaba, no norte gaúcho, até Herval e Candiota, no sul do estado.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;

  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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17/03/2026 18:55h

Em Mato Grosso, as precipitações atingem municípios do norte do estado, como Nova Monte Verde, Juara e Nova Canaã do Norte

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a Região Centro-Oeste nesta quarta-feira (18).

Em Mato Grosso, as precipitações atingem municípios do norte do estado, como Nova Monte Verde, Juara e Nova Canaã do Norte.

Já em Mato Grosso do Sul, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas no Pantanal e no norte sul-mato-grossense, em cidades como Corumbá, Coxim e Figueirão.

No Distrito Federal e em Goiás, a previsão é de fortes chuvas acompanhadas de trovoadas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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17/03/2026 18:50h

Em São Paulo, a instabilidade atinge municípios do noroeste paulista, como Clementina, Guararapes e Getulina

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a Região Sudeste nesta quarta-feira (18).

Em São Paulo, a instabilidade atinge municípios do noroeste paulista, como Clementina, Guararapes e Getulina. 

Em Minas Gerais, o Alto Paranaíba registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em Serra do Salitre, Rio Paranaíba e Pratinha.

No Rio de Janeiro, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em áreas do estado. 

Já no Espírito Santo, as precipitações mais intensas ocorrem no noroeste capixaba e na região central, em Nova Venécia, São Domingos do Norte e Pancas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro. A  umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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17/03/2026 18:40h

Acre, Rondônia e Amazonas registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para toda a Região Norte nesta quarta-feira (18).

Acre, Rondônia e Amazonas registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Roraima, a previsão é de chuva isolada no sul e centro do estado, em municípios como Rorainópolis, Caracaraí e Caroebe.

No Amapá, fortes pancadas de chuva atingem o litoral do estado, em cidades como Calçoene e Oiapoque. No Pará, a instabilidade atinge o arquipélago do Marajó e o nordeste paraense, em Curralinho, Breves e Oeiras do Pará.

No Tocantins, muitas nuvens com chuva são esperadas no sul do estado, em Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia e Sandolândia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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17/03/2026 18:35h

No Maranhão, chove com intensidade no oeste e centro do estado, em Bom Jesus das Selvas e Amarante do Maranhão

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para o Nordeste nesta quarta-feira (18).

No Maranhão, chove com intensidade no oeste e centro do estado, em Bom Jesus das Selvas e Amarante do Maranhão. No Piauí, a instabilidade atinge o norte do estado, em Cocal e São João do Arraial.

No Ceará, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia em todo o estado. O Rio Grande do Norte registra fortes chuvas em Serra do Mel e Itajá.

Na Paraíba, há muitas nuvens com pancadas de chuva em Pombal e São Bentinho, no sertão paraibano. Em Pernambuco, pode chover forte em Serrita e Parnamirim, no sertão do estado.

Em Alagoas, a previsão é de chuva isolada no sertão, em Mata Grande e Maravilha. Sergipe registra um dia de muitas nuvens.

Na Bahia, há chance de chuva isolada no norte do estado, em Campo Alegre de Lourdes e Pilão Arcado.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar a 33°C, em Aracaju. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 96%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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17/03/2026 17:30h

Pagamentos a estados e municípios somam mais de R$ 2,5 bilhões

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O Ministério da Cultura concluiu os pagamentos do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura

Os repasses somam mais de dois bilhões e meio de reais destinados a estados e municípios para o fortalecimento das atividades culturais em todo o país. 

Com a liberação dos pagamentos, artistas, produtores, coletivos e espaços culturais passam a contar com mais investimento para desenvolver projetos. 

Os recursos também ajudam a movimentar a economia criativa e gerar emprego e renda no setor cultural brasileiro. 

Alguns estados e municípios ainda precisam realizar ajustes cadastrais e adequações nos Planos de Aplicação dos Recursos

O cumprimento de todas as etapas é necessário para garantir o alinhamento das propostas com os objetivos da Política Aldir Blanc. 

O Ministério da Cultura trabalha para que os repasses dos estados e municípios que ainda necessitam fazer ajustes sejam concluídos o mais rápido possível. 

A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é considerada um marco nas políticas públicas de incentivo ao setor cultural. 

Implementado pelo MinC em 2023, a política segue ampliando o acesso aos recursos de fomento e fortalecendo a produção criativa em todas as regiões do Brasil. 

A Política Nacional Aldir Blanc prevê recurso anual máximo de R$ 3 bilhões para estados e municípios. 

Para mais informações, acesse o site do MinC.

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17/03/2026 17:00h

Diálogos SNIIC detalha peso econômico do setor, avanço das mídias digitais e desafio da informalidade no Brasil

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A cultura brasileira é gigante e os números comprovam a força e a potencialidade do setor.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que o setor cultural reúne cerca de 5,9 milhões de trabalhadores no país. Isso representa 5,8% de toda a força de trabalho nacional.
Somente em 2023, as atividades culturais somaram R$ 910,6 bilhões em receita líquida, e geraram R$ 387,9 bilhões em valor adicionado à economia. 

E se você já ouviu falar do Produto Interno Bruto brasileiro, o principal indicador que mede a atividade econômica do país, saiba que a cultura representa o equivalente a 3% do PIB do Brasil. 

Os dados comprovam o esforço do Ministério da Cultura em mostrar para a população a importância do fazer cultural de cada trabalhador do setor. Comenta a ministra da Cultura, Margareth Menezes. 

“Nós estamos apostando muito nisso, nessa compreensão. Cultura para além de todas as simbologias que ela tem, ela tem também a economia. E é disso que a gente precisa também ascender mais essa visão, essa percepção de que o Brasil tem esse grande tesouro, essa grande máquina de gerar também a economia.”

Os números foram apresentados durante evento do Ministério da Cultura, com base no Sistema de Informações e Indicadores Culturais, produzido pelo IBGE. 

O levantamento mostra ainda que o Brasil possui 644 mil empresas culturais formalizadas, responsáveis por 2,6 milhões de empregos com carteira assinada. A remuneração média no setor é de R$ 4.658, acima da média nacional. 

Os resultados confirmam a potência do setor cultural na economia e ampliam as formas de atuação do Ministério da Cultura, destaca a secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão. 

“Ao termos esses números, passamos a ter cada vez mais capacidade de formular políticas para formar os criativos. Nós sabemos a dificuldade desses criativos no que diz respeito à formalização e a criação de negócios.”

Outro dado importante chama a atenção. Os profissionais da cultura têm maior escolaridade que a média da economia. Mais de 30% possuem ensino superior completo. 

O estudo também aponta transformações significativas, como o crescimento das atividades culturais ligadas à internet, às mídias digitais e à publicidade. 

Cerca de 90% da população com mais de 10 anos utiliza a internet, principalmente pelo celular, para assistir a vídeos, ouvir música e podcasts e ler conteúdos digitais. 

Os números reforçam o que o dia a dia já mostra. Em todas as partes do Brasil, a cultura também é economia, identidade e futuro, afirma a secretária Cláudia Leitão. 

“A economia criativa enquanto possibilidade de desenvolvimento, ela se dá em todas as regiões brasileiras.”

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17/03/2026 16:30h

Alteração foi anunciada nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Cultura e a Comissão Organizadora

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O maior encontro dos Pontos de Cultura do Brasil já tem nova data para acontecer. 

A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura será realizada de 19 a 24 de maio de 2026, no município de Aracruz, no Espírito Santo. 

Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, a Teia reúne agentes culturais, povos tradicionais, sociedade civil e gestores públicos de todas as regiões do país. 

O principal objetivo da 6ª Teia Nacional é fortalecer a participação social e a articulação da Política Nacional de Cultura Viva. 

A mudança da data anunciada pelo Ministério da Cultura e pela Comissão Organizadora visa garantir melhores condições para a realização de toda a programação. 

A Teia Nacional conta com articulação entre União, estados, municípios e sociedade civil na organização do evento.

O MinC reforça que a etapa de mobilização já foi concluída e segue com os prazos mantidos para o envio dos relatórios. 

Os 26 estados do Brasil e o DF realizaram seus fóruns e Teias estaduais ao longo dos últimos meses em preparação para a edição nacional. 

A Teia 2026 também marca um momento histórico: A retomada do evento após 12 anos, e a realização, primeira vez, em território indígena capixaba. 

A programação prevê interação direta com 12 aldeias das etnias Tupiniquim e Guarani, comunidades quilombolas da região e a rede local de Pontos e Pontões de Cultura. 

Em breve, o MinC vai abrir o credenciamento para os participantes do evento. 

A 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura vai acontecer de 19 a 24 de maio de 2026. E é uma realização do Ministério da Cultura, em parceria com o Governo do Espírito Santo, a Prefeitura de Aracruz e a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura. 

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail: [email protected] ou acesse o site e clique no banner da 6ª Teia.  
 

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17/03/2026 16:00h

Apoio às delegações dos dez filmes que representaram o país foi realizado conjuntamente pela SAV, representada por Joelma Gonzaga, Embaixada do Brasil em Berlim e Instituto Guimarães Rosa

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O cinema brasileiro conquistou três prêmios no Festival Internacional de Cinema de Berlim, na Alemanha. A Berlinale é um dos principais eventos do audiovisual mundial. 

O filme ‘Feito Pipa’, de Allan Deberton, venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri Internacional. ‘Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha’, de Janaína Marques, recebeu o prêmio do júri de leitores. E ‘Narciso’, de Marcelo Martinessi, foi eleito Melhor Filme pela Federação Internacional de Críticos de Cinema. 

Dez filmes brasileiros foram exibidos no Festival de Cinema de Berlim. / E nove receberam investimentos de políticas públicas federais. Como a Lei Paulo Gustavo e a Política Nacional Aldir Blanc. 

Os investimentos somam cerca de 12 milhões e 900 mil reais via Fundo Setorial do Audiovisual e 7 milhões e 600 mil reais por meio da Lei do Audiovisual. 

A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, destacou a recepção do público internacional. 

“Esses dias aqui eu tenho visto a sala cheia para ver o cinema brasileiro e as pessoas saindo emocionadas e essas três dimensões estão muito contentes com o bom momento do cinema brasileiro, com o bom momento do audiovisual brasileiro. Mas eu preciso dizer que isso não é por acaso. Isso é fruto de continuidade, de capacidade instalada.”

Durante o festival, a secretária do MinC também cumpriu agenda institucional. / Joelma Gonzaga participou de encontros com delegações, de eventos estratégicos e estreias que contaram com profissionais brasileiros. 

O apoio às delegações dos dez filmes brasileiros presentes no festival foi realizado de forma conjunta pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, pela Embaixada do Brasil em Berlim e pelo Instituto Guimarães Rosa, do Ministério das Relações Exteriores. 

A participação brasileira durante o Festival Internacional de Cinema de Berlim reforça a atuação integrada do Governo do Brasil na promoção internacional do país e o audiovisual como vetor cultural e econômico do Brasil. 
 

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17/03/2026 15:30h

Pela primeira vez, o Brasil tem um plano nacional que une Estado e sociedade civil na salvaguarda e preservação da cultura brasileira

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O Brasil acaba de dar um passo histórico para proteger sua cultura.

Pela primeira vez, o país terá um Plano Nacional de Patrimônio Cultural (PNPC).

O documento foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, entidade vinculada ao Ministério da Cultura.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes destaca a importância em valorizar o patrimônio cultural do Brasil.

“Patrimônio cultural, material e imaterial é um dos maiores bens que o país pode ter. Guardar a memória, a identidade, a diversidade e os saberes dos múltiplos grupos formadores do povo brasileiro é a gente ter um norte, é a gente ter uma cara, é a gente ter uma representação, é a gente ter uma alma.”

O Plano define objetivos e estratégias para orientar, pelos próximos 10 anos, as políticas de preservação do patrimônio cultural brasileiro. 

A expectativa é criar mecanismos de reconhecimento e remuneração para aqueles que são detentores do patrimônio cultural, como os mestres e mestras de saberes tradicionais. 

Entre as medidas estão bolsas, prêmios, vínculos formais de trabalho e ações que incentivem a transmissão desses saberes para as novas gerações. 

O documento também prevê a proteção para povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. 

Além do apoio à preservação de centros históricos e ampliação da participação social nas políticas de patrimônio.

O MinC defende que o patrimônio brasileiro possui imenso valor simbólico e é também elemento estratégico de progresso. Afirma a ministra Margareth.

“É com essa visão que trabalhamos no Ministério da Cultura, que o patrimônio também é direito e desenvolvimento, gera trabalho, renda, movimenta a economia e impulsiona o turismo e contribui para redução de desigualdades.”

Com participação do poder público e da sociedade civil, o Plano Nacional de Patrimônio Cultural busca valorizar quem mantém viva a cultura do país. 

Depois de ser publicado oficialmente, MinC e Iphan começam a implementação das ações que devem orientar a preservação da cultura brasileira na próxima década. 

Para mais informações, acesse o site.

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17/03/2026 09:00h

Estão na lista os municípios de Alagoas, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e Piauí

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (16), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Minas Gerais, Pará, Pernambuco e Piauí. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Machado, Mendes Pimentel e São João do Paraíso, em Minas Gerais; Palestina do Pará, São Geraldo do Araguaia e Trairão, no Pará; Palmeirina, em Pernambuco, e Corrente e Riacho Frio, no Piauí. A cidade pernambucana de Cabrobó foi atingida por vendaval.

Por outro lado, os municípios de Cacimbinhas e Dois Riachos, em Alagoas, e Fartura do Piauí, no Piauí, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de estiagem.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

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17/03/2026 04:55h

Hugo Leal (PSD-RJ) defende debate mais amplo sobre relações trabalhistas e novos contratos; para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), é preciso ampliar análise antes de qualquer alteração

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O debate sobre o fim da escala 6x1 – modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um – voltou à pauta do Congresso Nacional e mobiliza parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. Defendida por parte dos parlamentares como forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, a proposta também levanta questionamentos sobre possíveis impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.

Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e de escalas mais extensas.

O tema também mobiliza representantes do estado do Rio de Janeiro no Congresso. Para o deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ), o debate precisa considerar as mudanças recentes no mercado de trabalho e defende que a discussão seja ampliada para além de uma proposta legislativa específica.

“O grande debate aqui é sobre o novo mercado de trabalho e tudo que tem acontecido e que tem se apresentado na modernização do sistema dos contratos de trabalho e das relações trabalhistas. Isso é o mais importante. Várias categorias já discutem jornadas diferenciadas e é isso que nós temos que fazer aqui. Não é uma PEC que vai definir como vai ser a jornada de trabalho. O que tem que ser definido é um diálogo permanente com as instituições e com as entidades para discutir as relações trabalhistas, os novos mercados de trabalho e as novas formas de contrato. Essa formatação é muito mais crível, inteligente e dá muito mais resultado”, avaliou Leal.

Impactos da mudança para o mercado

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha com cautela o avanço do debate e defende uma análise mais ampla antes de qualquer alteração no atual modelo de jornada de trabalho.

A entidade alerta que uma mudança abrupta pode gerar impactos significativos para o mercado, como aumento de custos operacionais, necessidade de novas contratações e redução da margem de lucro das empresas. Em alguns casos, também há o risco de fechamento de vagas ou aumento da informalidade.

A preocupação é ainda maior entre micro, pequenas e médias empresas, que possuem menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.

O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, afirmou que qualquer decisão precisa envolver diferentes setores da sociedade. “É importante chamar todos os setores da sociedade: empreendedores, trabalhadores, representantes dos trabalhadores e a sociedade civil organizada. Assim, podemos discutir uma mudança possível, que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos, nem os empresários com aumento de custos”.

A entidade também destaca que setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais podem ser diretamente afetados, já que funcionam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.

Qualidade de vida e reflexos na economia

Defensores do fim da escala 6x1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal.

Por outro lado, especialistas apontam que os impactos sobre produtividade e economia podem variar de acordo com o setor, o porte das empresas e o modelo adotado para implementar eventuais mudanças.

Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer alteração na legislação trabalhista precisa ser construída com base em dados técnicos e diálogo entre governo, parlamentares, trabalhadores e empresários, buscando avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.

 

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17/03/2026 04:50h

Quatro novos consórcios municipais passam a integrar o Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal e ampliam mercado para agroindústrias

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O estado de Mato Grosso registrou um novo avanço na ampliação de sua participação no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). Quatro consórcios públicos municipais passaram a integrar o sistema: Vale do Rio Cuiabá, Região Sul, Vale do Guaporé e Médio Araguaia. A iniciativa contribui para fortalecer a estrutura regional de inspeção sanitária e amplia as oportunidades de comercialização das agroindústrias locais em todo o país.

Com a entrada desses novos consórcios, o estado passa a ter seis consórcios vinculados ao Sisbi, reunindo 72 municípios. Como Mato Grosso possui 142 municípios, aproximadamente 51% das cidades do estado já estão inseridas no sistema por meio dessa modalidade de cooperação regional.

“O Sisbi é uma política pública fundamental porque permite que os produtos das agroindústrias sejam comercializados em todo o território nacional, abrindo oportunidades para produtores e gerando renda no interior do país. Quando assumimos, apenas 331 municípios brasileiros tinham adesão ao sistema e Mato Grosso não tinha nenhum”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

"Nós entendemos então que a oportunidade, a queda de paradigma, foi chamar os consórcios para isso. É a união de todos, as pessoas irem participar. Vários municípios juntos conseguem, e as coisas vão acontecer", complementou o ministro.

De acordo com o secretário-adjunto de Defesa Agropecuária, Alan Alvarenga, o avanço observado no estado integra uma estratégia nacional para consolidar a inspeção sanitária e ampliar o acesso de produtores ao mercado formal.

“Esse é um avanço concreto dentro de uma agenda estratégica conduzida pelo ministro Carlos Fávaro para fortalecer a inspeção sanitária no país e ampliar oportunidades, especialmente para pequenos e médios produtores. Na prática, isso significa criar condições para que eles possam formalizar a produção, agregar valor aos produtos e acessar novos mercados com garantia sanitária. É exatamente esse movimento que estamos vendo acontecer em Mato Grosso, que se torna o primeiro estado do país a conduzir uma versão estadual do projeto”, destacou.

No estado, a ampliação da adesão ao sistema tem contado com o trabalho conjunto da Superintendência de Agricultura e Pecuária, dos consórcios intermunicipais e das administrações municipais.

“Quando assumi a superintendência, o ministro me deu uma missão clara de fazer o Sisbi avançar em Mato Grosso. Com o apoio dos consórcios, prefeitos, do Tribunal de Contas e das associações municipais, e o trabalho de uma equipe técnica qualificada, conseguimos transformar esse objetivo em realidade. Agora nossa responsabilidade aumenta, e a superintendência segue de portas abertas para trabalhar junto com os municípios e ampliar ainda mais esse avanço no estado”, relatou o superintendente no estado, Edson Paulino.

A produtora de queijos Larissa Berté, de Nossa Senhora do Livramento, município que passou a integrar o sistema na sexta-feira (13), comentou sobre o potencial de expansão proporcionado pela iniciativa para produtores artesanais.

“Nossa expectativa com o Sisbi é ampliar a presença dos nossos produtos em nível nacional, levando o sabor de Mato Grosso para outros estados e outras localidades. Isso também incentiva pequenos produtores, como nós, a crescer e aumentar a produção, impactando diretamente a economia local”, disse.

Protocolos de intenção

Além da integração dos novos consórcios, foram firmados protocolos de intenção com outros oito consórcios: Araguaia, Norte Araguaia, Pontal do Araguaia, Portal da Amazônia, Vale do Juruena, Vale do Teles Pires, Vale do Rio Arinos e Alto do Rio Paraguai. Esses consórcios vão agora dar início ao processo de qualificação necessário para futura adesão ao Sisbi-POA.

Essa nova fase poderá incluir aproximadamente 62 municípios adicionais. Caso todos avancem até a etapa final de integração, Mato Grosso poderá chegar a 134 cidades vinculadas ao sistema, o equivalente a cerca de 95% dos entes locais da unidade da federação.
Impactos positivos

Os efeitos da adesão ao sistema já começam a ser percebidos por produtores que passaram a operar dentro desse modelo de inspeção sanitária. O proprietário da agroindústria Pavin Sertanejo, Aparecido Pavin, afirma que a formalização da atividade trouxe novas oportunidades de negócio.

“Para nós, abriu mais possibilidades de portas para trabalhar e vender. Temos muita procura pelos nossos produtos e dobramos nossas vendas”, relata.
Segundo ele, o aumento da demanda já exige melhorias na estrutura da agroindústria. “Estamos até pensando em instalar uma câmara fria, porque hoje armazenamos o produto final no freezer e já está ficando apertado. Produzimos linguiça, salame, bacon e vários produtos defumados”, relatou.

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Outro exemplo é o produtor Jeferson Gonçalves Silva, da Granja Alvorada da Serra, localizada em Cáceres. Ele afirma que a entrada no sistema representou um marco na organização da propriedade.

“Foi um divisor de águas para a nossa propriedade. Trouxe mais organização, padronização dos processos e maior controle sanitário. Passamos a comercializar nossos produtos em outros municípios, em outras regiões, e até em outros estados do Brasil. Isso ampliou nossas oportunidades com novos parceiros comerciais e teve impacto direto no crescimento da produção e na valorização da marca”, afirmou.

Contexto nacional do sistema

Criado em 2006, o Sisbi-POA tem como objetivo integrar os serviços de inspeção de produtos de origem animal em todo o Brasil, permitindo que agroindústrias com inspeção local possam comercializar seus produtos em escala nacional.

Nos primeiros 16 anos de funcionamento, entre 2006 e 2022, o sistema contabilizou 331 municípios integrados. A partir de 2023 até março de 2026, houve uma aceleração no processo, com a adesão de 1.184 novos municípios, elevando o total para 1.515 municípios em todo o Brasil.

Esse crescimento tem sido impulsionado principalmente pelo fortalecimento dos consórcios públicos municipais, modelo que possibilita o compartilhamento de estrutura técnica, otimização de recursos e a implementação de serviços de inspeção mais robustos.
 

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17/03/2026 04:45h

Recursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades do Acre, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pará e Piauí

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (16), o repasse de R$ 11.575.974,80 para ações de resposta em 15 municípios afetados por desastres. Receberão recursos os municípios dos estados do Acre, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pará e Piauí. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Como solicitar recursos

Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).

As informações são do MIDR

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17/03/2026 04:45h

Liberações fazem parte do Programa Brasil Digital, que expande a oferta de canais digitais para localidades que não dispunham do serviço

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O Ministério das Comunicações autorizou, na última quarta-feira (11), novas retransmissões de canais exibidos pela Rede Legislativa. Com isso, o sinal agora está liberado para 22 municípios de nove estados diferentes:

  • Ceará: Crateús
  • Goiás: Anápolis
  • Minas Gerais: Araxá e Itajubá
  • Mato Grosso do Sul: Chapadão do Sul
  • Pará: Altamira
  • Pernambuco: Floresta, Limoeiro, Pesqueira e Timbaúba
  • Piauí: Água Branca, Bom Jesus, Corrente, Esperantina, Oeiras e Piracuruca
  • Rio Grande do Norte: Açu, Caicó, Currais Novos, Pau dos Ferros e Santa Cruz
  • Tocantins: Lagoa da Confusão

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que a ampliação do acesso à TV pública digital reforça o compromisso do Governo Federal em garantir comunicação de qualidade e dignidade para todos os brasileiros. “Muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo sim que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna. E é nesse papel que a gente está liderando o Ministério de Comunicações, com o propósito que garanta a política pública na ponta, para que as pessoas possam se inserir e se sentir valorizadas”, afirmou o ministro.

As autorizações fazem parte do Programa Brasil Digital para expansão da oferta de canais públicos de TV. O programa, coordenado pelo Ministério das Comunicações, viabiliza estações para a transmissão dos sinais de instituições e emissoras públicas. Além de promover a ampliação do acesso aos canais públicos, o programa também permite o compartilhamento da infraestrutura implantada por companhias privadas, ampliando a diversidade da programação da televisão aberta e gratuita oferecida à população brasileira.

“O Brasil Digital leva informação, notícia, prestação de serviços, cultura e entretenimento, de forma gratuita, a todos os cantos do país, oferecendo mais opções para os brasileiros se informarem e se divertirem por meio da TV aberta. Essa é a nossa missão. É a missão do governo do presidente Lula: difundir e ampliar o acesso à radiodifusão brasileira”, concluiu Siqueira Filho.

Brasil Digital

O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. A iniciativa prevê a instalação e a doação de equipamentos transmissores e estações de televisão digital, em parceria com instituições públicas, como universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas.

A ação leva sinais digitais da Rede Legislativa (TV Câmara, TV Senado e emissoras das assembleias legislativas e câmaras municipais) e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (TV Brasil, Canal Educação, Canal Saúde e Canal Gov, incluindo conteúdos locais dos parceiros da Rede Nacional de Comunicação Pública) para cidades que ainda não contavam com o serviço. Além de ampliar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.

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17/03/2026 04:45h

Brasil Digital, do Ministério das Comunicações, amplia acesso à TV pública digital gratuita e beneficia sergipanos com novos canais de informação, educação e cidadania

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Os mais de 160 mil habitantes do município de Lagarto (SE) contam, a partir de agora, com mais opções de informação, prestação de serviços, cultura e entretenimento pela televisão. Nesta nesta segunda-feira (16), 9 novos novos canais públicos de TV digital foram disponibilizados por meio do programa Brasil Digital:

2.1 – TV Brasil / TV UFS (programação compartilhada)
2.2 – Canal Gov
2.3 – Canal Educação
2.4 – Canal Saúde
9.1 – TV Câmara
9.2 – TV Assembleia
9.3 – TV Câmara Municipal
9.4 – TV Senado
9.5 – Rádio Câmara

A transmissão faz parte da estratégia do Ministério das Comunicações para ampliar o alcance da comunicação pública em todo o país. A iniciativa fortalece a democratização da informação e amplia o acesso da população aos conteúdos produzidos por instituições públicas. O projeto contou com investimento federal de R$ 672 mil.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que a expansão da TV pública digital reforça o compromisso do Governo Federal em garantir comunicação de qualidade e dignidade para todos os brasileiros. “Muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo sim que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna. E é nesse papel que a gente está liderando o Ministério de Comunicações, com o propósito que garanta a política pública na ponta, para que as pessoas possam se inserir e se sentir valorizadas”, afirmou o ministro.

Através do Brasil Digital, instituições públicas disponibilizam espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o Ministério das Comunicações é responsável por viabilizar a infraestrutura necessária para o funcionamento dos canais. A iniciativa contribui para ampliar o acesso da população a conteúdos educativos, prestação de serviços públicos, cobertura legislativa e programação cultural gratuita.

Brasil Digital

O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. A iniciativa prevê a instalação e a doação de equipamentos transmissores e estações de televisão digital, em parceria com instituições públicas, como universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas.

A ação leva sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para cidades que ainda não contavam com o serviço. Além de ampliar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.

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17/03/2026 04:45h

Programa Brasil Digital, do MCom, amplia o acesso à informação por meio dos sinais da Rede Legislativa e dos canais da EBC

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O Programa Brasil Digital, coordenado pelo Ministério das Comunicações (MCom), contemplará os municípios de Francisco Beltrão (PR) e Penápolis (SP). A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à TV pública digital gratuita em diferentes regiões do país.

Com a expansão, os moradores passam a contar, por meio dos sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), com mais opções de:

  • informação;
  • cultura;
  • lazer;
  • entretenimento; e 
  • prestação de serviços.

A medida prevê a instalação e doação de equipamentos transmissores em parceria com universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas. Além de ampliar o acesso à informação, abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, “o Programa Brasil Digital fortalece a cidadania e aproxima a comunicação pública das famílias em todo o país”.

Parcerias locais

Para executar o programa no Paraná, a pasta firmou contrato com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Já no estado de São Paulo, a parceria foi formalizada com a Câmara Municipal de Penápolis.

De acordo com o Brasil Digital, as instituições devem disponibilizar espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o MCom será responsável pela infraestrutura.

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17/03/2026 04:45h

Nova emissora pública, parceria entre EBC e IFCE, leva programação educativa e cultural a mais de 3 milhões de pessoas na Região Metropolitana de Fortaleza

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O estado do Ceará conta com um novo canal de comunicação. A Educativa FM 86.7 — emissora criada em parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) — será um espaço destinado ao diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade

Com programação voltada para educação, ciência, cultura, cidadania e valorização da produção local, a grade da estação reúne:

  • programas educativos e jornalísticos;
  • debates e ações de divulgação científica;
  • espaços dedicados à música brasileira; e
  • parte dos conteúdos da Rádio MEC.

Segundo o Ministério das Comunicações (MCom), o sinal FM deve alcançar cerca de 3,1 milhões de habitantes em Fortaleza (CE) e em municípios da Região Metropolitana, entre eles:

  • Aquiraz;
  • Caucaia;
  • Eusébio; 
  • Itaitinga;
  • Maracanaú;
  • Maranguape; e 
  • Pacatuba.

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida democratiza a comunicação, “para que todo mundo possa ter acesso à informação correta, fidedigna.”

Iniciativa

A iniciativa integra a expansão da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP) no estado, e reforça a atuação da EBC no fortalecimento de rádios educativas em parceria com instituições federais de ensino.

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17/03/2026 04:45h

Joaquim Passarinho (PL-PA) defende diálogo com setor produtivo; para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), é preciso ampliar análise antes de qualquer alteração

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O debate sobre o fim da escala 6x1 – modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa um – voltou à pauta do Congresso Nacional e mobiliza parlamentares, entidades empresariais e representantes do mercado de trabalho. Defendida por parte dos parlamentares como forma de ampliar a qualidade de vida dos trabalhadores, a proposta também levanta questionamentos sobre possíveis impactos econômicos e operacionais para empresas de diferentes setores.

Nos últimos meses, projetos de lei, declarações públicas e discussões em comissões parlamentares intensificaram o embate entre a busca por melhores condições de trabalho e a preocupação com a sustentabilidade das empresas, especialmente no comércio e no setor de serviços, que dependem de funcionamento contínuo e de escalas mais extensas.

O tema também mobiliza representantes do estado do Pará no Congresso. O deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) avalia que o debate e a compreensão dos impactos do projeto são fundamentais para que se chegue a um consenso sobre o assunto. 

O parlamentar, que também preside a Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo, organizou um evento no último dia 10 de março para discutir o tema com representantes do setor produtivo. “Precisamos entender, com essas pessoas que empregam 80% da população brasileira, o que elas pensam, como desejam essa modernização e como podemos realizá-la sem um impacto muito grande, principalmente no custo de vida, na inflação e no bolso do trabalhador”, afirmou Passarinho.

Impactos da mudança para o mercado

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) acompanha com cautela o avanço do debate e defende uma análise mais ampla antes de qualquer alteração no atual modelo de jornada de trabalho.

A entidade alerta que uma mudança abrupta pode gerar impactos significativos para o mercado, como aumento de custos operacionais, necessidade de novas contratações e redução da margem de lucro das empresas. Em alguns casos, também há o risco de fechamento de vagas ou aumento da informalidade.

A preocupação é ainda maior entre micro, pequenas e médias empresas, que possuem menor capacidade de absorver mudanças repentinas na legislação trabalhista.

O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, afirmou que qualquer decisão precisa envolver diferentes setores da sociedade. “É importante chamar todos os setores da sociedade: empreendedores, trabalhadores, representantes dos trabalhadores e a sociedade civil organizada. Assim, podemos discutir uma mudança possível, que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos, nem os empresários com aumento de custos”.

A entidade também destaca que setores como comércio, turismo, alimentação e serviços essenciais podem ser diretamente afetados, já que funcionam com horários estendidos e dependem de escalas para manter o atendimento ao público.

Qualidade de vida e reflexos na economia

Defensores do fim da escala 6x1 argumentam que a mudança pode trazer ganhos à saúde física e mental dos trabalhadores, além de melhorar o equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal.

Por outro lado, especialistas apontam que os impactos sobre produtividade e economia podem variar de acordo com o setor, o porte das empresas e o modelo adotado para implementar eventuais mudanças.

Enquanto o tema segue em discussão no Congresso Nacional, a CACB reforça que qualquer alteração na legislação trabalhista precisa ser construída com base em dados técnicos e diálogo entre governo, parlamentares, trabalhadores e empresários, buscando avanços sociais sem comprometer a geração de empregos e a competitividade das empresas brasileiras.

 

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17/03/2026 04:45h

Iniciativa do MCom e do Ministério das Mulheres prevê doação de máquinas recondicionadas e cursos de capacitação tecnológica

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Mulheres brasileiras em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas pelo Programa Computadores para Inclusão, fruto de uma parceria entre os ministérios das Comunicações (MCom) e das Mulheres. A iniciativa, firmada por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT), prevê a doação de computadores recondicionados e a oferta de cursos de capacitação em tecnologia da informação.

O projeto busca levar tecnologia a aldeias indígenas, territórios quilombolas, comunidades rurais e regiões ribeirinhas, com o objetivo de ampliar o acesso feminino às ferramentas e oportunidades da economia digital.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, “esse é mais um passo para acelerar a inclusão digital. O acordo vai contribuir para que a tecnologia chegue a quem mais precisa, transformando vidas e otimizando recursos públicos”.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que a parceria “é um passo importante para reduzir desigualdades. A inclusão digital é uma ferramenta estratégica para fortalecer a autonomia das mulheres”.

Responsabilidade dos ministérios

A pasta das Mulheres ficará encarregada de mapear e indicar as áreas prioritárias para a execução do programa. Também atuará na produção de indicadores voltados à inclusão digital e à formação profissional de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Já o MCom será responsável pelo recondicionamento dos equipamentos e pela logística de entrega. Além disso, em parceria com os Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) espalhados pelo país, oferecerá cursos de informática e capacitação digital às comunidades contempladas.

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17/03/2026 04:35h

Estudo aponta que 25 estados e o Distrito Federal registram aumento nas notificações; cenário está associado, principalmente, à alta de internações por rinovírus

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O mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na sexta-feira (13), aponta crescimento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 25 estados e no Distrito Federal (DF). Apenas Tocantins não registra aumento nas notificações. Os dados se referem à Semana Epidemiológica 9, entre 1 e 7 de março.

Segundo o levantamento epidemiológico, o cenário está associado ao aumento do número de hospitalizações por:

  • rinovírus em crianças e adolescentes de 2 a 14 anos;
  • vírus sincicial respiratório (VSR) nas crianças menores de 2 anos; e 
  • influenza A na população de jovens, adultos e idosos.

A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, destaca que “o aumento do VSR já era esperado nesta época do ano. No entanto, o crescimento da influenza A está ocorrendo de forma bastante antecipada em muitos estados, já que o esperado seria verificar um aumento mais expressivo do vírus na maioria dos estados por volta de abril”.

O estudo enfatiza que a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos causados por esses vírus é a vacinação. Segundo Portella, “já está disponível no SUS a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana, que protege o recém-nascido contra o vírus”.

Regiões em alerta

UFs

Doze unidades da Federação (UFs) apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco: 

  • Acre;
  • Amapá;
  • Amazonas;
  • Ceará;
  • Distrito Federal;
  • Goiás;
  • Mato Grosso;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Pará;
  • Rondônia;
  • Roraima; e
  • Sergipe.

Na maioria das UFs, o rinovírus segue como principal responsável pelo aumento dos casos de SRAG. Já a influenza A tem contribuído para a elevação dos registros em estados da Região Norte (Amapá, Pará e Rondônia) e também no Nordeste (com exceção de Alagoas e Sergipe), além do Rio de Janeiro e de Mato Grosso.

O VSR tem impulsionado o crescimento dos casos em crianças menores de 2 anos, especialmente em estados do Norte (Acre, Amazonas, Pará e Rondônia), do Centro-Oeste (Mato Grosso e Goiás) e do Nordeste (Paraíba e Sergipe).

A análise aponta ainda um leve aumento dos casos de SRAG associados à covid-19 em São Paulo e Rio de Janeiro, sem impacto relevante nas hospitalizações.

Para a população dos estados que estão em alerta, Portella reforça a importância do uso de máscaras em locais fechados e com aglomeração. “Também é importante que todos fiquem em isolamento em caso de aparecimento de sintomas gripais. Caso não seja possível manter o isolamento, é fundamental usar uma boa máscara ao sair de casa”, afirma.

Capitais

Entre as capitais, 15 das 27 registram nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.

  • Aracaju (SE);
  • Belém (PA);
  • Belo Horizonte (MG);
  • Brasília (DF);
  • Boa Vista (RR);
  • Campo Grande (MS);
  • Cuiabá (MT);
  • Fortaleza (CE);
  • Goiânia (GO);
  • João Pessoa (PB);
  • Macapá (AP);
  • Manaus (AM);
  • Porto Velho (RO); 
  • Recife (PE); e 
  • São Luís (MA).

Prevalência dos vírus

Ao longo do ano epidemiológico de 2026, foram notificados mais de 16,8 mil casos de SRAG, sendo 35,9% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os casos positivos, o rinovírus é o agente mais detectado, seguido pela influenza A e covid-19.

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17/03/2026 04:30h

Em relação aos próximos meses, mais de um terço acredita que a situação do mercado de trabalho deve piorar

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Mais da metade dos brasileiros sente que está difícil ou muito difícil conseguir trabalho no país. O número é resultado da 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, com dados do trimestre finalizado em fevereiro de 2026, que mostrou que 53,6% dos respondentes percebem a dificuldade em encontrar emprego.

O número mostra uma piora em relação ao trimestre finalizado em janeiro, mas o FGV IBRE explica que, devido à falta de ajuste por sazonalidade nas séries, é possível que isso se deva ao período do ano

Em relação às perspectivas para o mercado de trabalho nos próximos meses, 34,3% dos respondentes acreditam que a tendência é que fique pior ou muito pior, enquanto 33% acreditam na tendência de que melhore ou melhore muito. Os 32,7% restantes acreditam na manutenção da estabilidade. O resultado majoritariamente negativo é o maior desde o trimestre móvel de outubro de 2025.

Segundo o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, enquanto os primeiros resultados da sondagem de 2026 indicavam uma continuidade do aquecimento da economia visto em 2025, mas com uma tendência de estabilidade, os resultados do último mês mostram uma maior parcela da população acreditando na desaceleração do ritmo do mercado de trabalho na primeira metade do ano. Ele espera que, dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, a tendência seja a de um número de vagas menor do que o de 2025, ainda que haja uma possibilidade de ajuste nos indicadores caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido.

“Os primeiros resultados do mercado de trabalho em 2026 indicam continuidade do aquecimento visto no ano passado, mas agora com uma tendência maior de estabilidade. O resultado desse mês, mesmo que com cautela pela ausência de ajuste sazonal, já indica um percentual mais elevado de pessoas acreditando que o ritmo do mercado de trabalho tende a diminuir nessa primeira metade do ano. Dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, é esperado que o número de vagas abertas seja inferior ao que foi observado ao longo de 2025. Caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido, os dados de mercado de trabalho tendem a se ajustar para cima também”, afirma.

Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os indicadores sobre a qualidade de emprego no país do FGV IBRE buscam complementar as informações existentes sobre o tema com dados exclusivos, derivados, principalmente, da percepção do trabalhador brasileiro sobre as condições de trabalho no momento. As pesquisas consultam pessoas em todo o território nacional, em idade para trabalhar, sobre os temas: satisfação com trabalho; chance de perder emprego e/ou fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral.

 

Com informações do FGV IBRE.

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17/03/2026 04:25h

Envio da declaração vai até 29 de maio e expectativa é receber cerca de 44 milhões de documentos

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A Receita Federal do Brasil apresentou, nesta segunda-feira (16), as regras para a entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026, referente ao ano-calendário 2025. O prazo para envio da declaração começa em 23 de março e vai até 29 de maio.

O programa para preenchimento da declaração estará disponível a partir desta sexta-feira (20). Já a transmissão das informações só poderá ser feita a partir do início do prazo oficial de entrega.

A expectativa da Receita é receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano. A orientação é que os contribuintes organizem os documentos com antecedência para evitar erros ou atrasos.

Entre as novidades, está a ampliação da declaração pré-preenchida, que já estará disponível desde o início do prazo. O sistema passará a incluir novos dados, como informações do eSocial de empregados domésticos, dados do imposto retido sobre renda variável e recibos médicos digitais do sistema Receita Saúde.

Quem precisa declarar

Devem apresentar a declaração em 2026 os contribuintes que, em 2025:

  • Receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584;
  • Obtiveram receita bruta da atividade rural superior a R$ 177.920;
  • Receberam rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;
  • Realizaram operações em bolsa de valores acima de R$ 40 mil ou com ganho tributável;
  • Possuíam, em 31 de dezembro de 2025, bens ou direitos acima de R$ 800 mil;
  • Passaram à condição de residentes no Brasil durante 2025.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo está sujeito a multa mínima de R$ 165,74, que pode chegar a 20% do imposto devido, além de ficar com o CPF pendente de regularização.

Restituições

A Receita informou que pretende agilizar o pagamento das restituições em 2026. A previsão é que 80% dos contribuintes com direito ao valor recebam até 30 de junho.

Os pagamentos serão feitos em quatro lotes:

  • 29 de maio
  • 30 de junho
  • 31 de julho
  • 31 de agosto

Terão prioridade no recebimento idosos, pessoas com deficiência ou doença grave, contribuintes cuja principal renda seja do magistério e aqueles que utilizarem declaração pré-preenchida com restituição via Pix.
 

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