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LOC.: Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (5), mostra que Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, lidera as intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, do PL, no cenário nacional e também entre os eleitores do Nordeste.
De acordo com o recorte regional do levantamento, 64% dos entrevistados no Nordeste afirmam que votariam em Lula, contra 25% em Flávio Bolsonaro, em eventual segundo turno entre os dois candidatos.
No resultado geral do país, o petista aparece com 44% das intenções de voto, enquanto o candidato do PL tem 39%.
Nas demais regiões, Flávio Bolsonaro aparece à frente. No Norte/Centro-Oeste, o senador soma 44%, contra 40% de Lula. No Sudeste, a diferença é menor: 40% para Flávio Bolsonaro e 38% para o petista. A maior vantagem regional de Flávio está no Sul, onde alcança 56%, ante 29% de Lula.
A pesquisa também testou outros cenários de segundo turno. No balanço nacional, contra Ronaldo Caiado, do PSD, Lula lidera com 45% das intenções de voto, contra 37% do adversário. No recorte regional, o presidente tem vantagem no Nordeste, com 64%, e no Sudeste, onde aparece com 40%. O candidato do PSD lidera no Norte/Centro-Oeste e no Sul, com 46% das intenções de voto dos respondentes da pesquisa.
Contra Romeu Zema, do Novo, Lula também aparece na frente no cenário nacional, com 46%, contra 34% de Zema. Regionalmente, o petista lidera no Nordeste, com 65%, e no Norte/Centro-Oeste, com 43%. No Sudeste, há empate em 39%. No Sul, Zema aparece à frente, com 43%, contra 35% de Lula.
Já contra Renan Santos, do Missão, Lula tem 45% das intenções de voto, contra 35% do adversário. No recorte regional, o petista lidera no Nordeste, com 65%, e no Sudeste, com 39%, contra 35%. Renan Santos aparece à frente no Norte/Centro-Oeste, com 43%, e no Sul, com 45%.
A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores presencialmente em todo o país entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06591/2026.
A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
Reportagem, Bianca Mingote