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Baixar áudioA capital Belém (PA) passa a contar com um novo espaço dedicado à leitura, à pesquisa e ao conhecimento sobre a Amazônia. A Biblioteca do Centro Cultural Banco da Amazônia inicia o atendimento regular ao público no dia 20 de outubro, com funcionamento de terça a sexta-feira, das 10h às 16h. O acervo reúne 12,5 mil obras, entre livros de literatura, meio ambiente e publicações relacionadas à história e às atividades do Banco da Amazônia.
O espaço foi inaugurado na quinta-feira (15), após a exibição do curta-metragem de animação O Menino Urubu. O evento contou com a presença do cineasta e diretor Fernando Alves, que lançou o livro infantil A Grande Fúria do Pequeno Duende, com sessão de autógrafos. O evento ocorreu a partir das 10h, na sede do Centro Cultural, localizada na Avenida Presidente Vargas, número 800, no bairro Campina, em Belém.
A iniciativa busca ampliar o acesso à leitura, à pesquisa e ao conhecimento, além de contribuir para a preservação da memória e da diversidade cultural da Região Amazônica.
Para a bibliotecária do Banco da Amazônia, Patrícia Cristina Corrêa Costa, a proposta também aproxima o banco da comunidade.
“Ao reunir essa literatura, as produções intelectuais e as obras raras, ela também contribui para preservar e compartilhar a memória da região. Então a iniciativa reforça o papel do Banco da Amazônia no desenvolvimento regional, aproximando a instituição da comunidade e valorizando a educação, a cultura e a produção de conhecimento sobre a Amazônia”, destaca.
O acervo da biblioteca contempla obras sobre a Amazônia, literatura, meio ambiente e produções intelectuais de empregados do Banco da Amazônia. O espaço também reúne parte da coleção particular de Afonso Vianna Netto, empregado da instituição que foi presidente do Banpará, doada pela família após seu falecimento.
Entre os destaques do acervo da biblioteca do Centro Cultural estão obras raras, incluindo livros do período da borracha.
Com 183,82 metros quadrados, a biblioteca dispõe de salão de leitura, salas para estudo individual e em grupo e área destinada ao acervo bibliográfico. O ambiente conta ainda com um espaço dedicado à literatura infantojuvenil e aos romances.
O espaço possui acesso por elevador para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e disponibiliza recursos de acessibilidade digital, como os programas DOSVOX e VLibras.
A biblioteca é aberta ao público, mediante cadastro na recepção do Centro Cultural. Neste primeiro momento, porém, o empréstimo de livros está disponível apenas para colaboradores do Banco da Amazônia, incluindo terceirizados, estagiários e aprendizes.
O prazo de devolução é de 15 dias. Os demais visitantes podem consultar as obras no próprio local.
Segundo a bibliotecária Patrícia Cristina Corrêa Costa, está em estudo uma proposta para ampliar a possibilidade de empréstimo aos demais usuários, mediante a entrega de um exemplar destinado à doação.
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Baixar áudioA Câmara dos Deputados aprovou, por 461 votos a 4, um projeto que aumenta o limite de faturamento anual do microempreendedor individual (MEI), prevê o perdão de dívidas e amplia a possibilidade de contratação de funcionários. A proposta segue para análise do Senado.
Em posicionamento oficial, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) declarou ser favorável às medidas, contudo, defende que a votação também deveria ter contemplado a atualização da tabela do Simples Nacional, outra pauta da entidade voltada às micro e pequenas empresas.
O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, que também comanda a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), comemorou o reajuste para os micro empreendedores, mas destacou a importância de se caminhar ainda mais para incluir todo o Simples. "Estamos desde 2018 com essa tabela sem nenhuma atualização e estamos pleiteando a correção pela inflação.”
Embora a matéria tenha sido aprovada por ampla maioria, a velocidade do rito de tramitação e a falta de estudos detalhados sobre as consequências orçamentárias e financeiras geraram críticas entre parlamentares de oposição durante a votação do texto substitutivo, como é o caso da deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP).
“Eu acho lamentável que um debate que deveria ser feito com toda a calma e de uma maneira estruturada, ouvindo a sociedade, ouvindo o setor produtivo, com respeito, com responsabilidade, tenha sido atropelado. Um desrespeito com a sociedade de uma maneira açodada e sem nenhuma noção de impacto o que isso vai gerar”, destacou a parlamentar.
Além da rapidez na votação, congressistas questionaram o tratamento diferenciado concedido aos microempreendedores em relação aos integrantes de outros regimes simplificados. A deputada federal Soraya Santos (PL-RJ) criticou a recusa em incluir o Simples Nacional nas negociações sob o argumento de restrições fiscais, argumentando contradição no embasamento técnico utilizado pelo governo.
“Qualquer país sério fortalece o pequeno. Agora, vem uma iniciativa do governo para separar o pequeno empresário, o Simples Nacional, aquele cara do armazém, a padaria, ou seja, o comerciante que sustenta os municípios todos. O que é que ele faz? Ele exclui. E mais, para o MEI, ele perdoa a dívida e diz que não aceita o Simples Nacional nem as pequenas empresas com base na falta de previsão orçamentária. Ora, como é que tem falta de previsão orçamentária se nós não votamos o orçamento?”, questiona.
O texto aprovado é um substitutivo do deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), relator da proposta, que reuniu medidas dos projetos de lei complementar (PLPs) 186/2026 e 267/2026.
O teto de receita bruta anual do MEI, que permanece em R$ 81 mil desde 2016, poderá subir para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Para quem iniciar as atividades durante esses anos, o limite mensal de faturamento será de R$ 9.166,67 em 2027 e R$ 11.666,67 em 2028.
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O projeto também prevê a remissão integral dos débitos de MEIs inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Para manter o benefício, o empreendedor deverá pagar em dia as contribuições com vencimento nos seis meses seguintes à entrada em vigor da futura lei. O descumprimento dessa condição poderá resultar no cancelamento da remissão.
O beneficiário também precisará desistir das ações judiciais em andamento na data em que a lei entrar em vigor. Nesses casos, não será necessário pagar honorários advocatícios em razão da extinção do processo.
O Poder Executivo estima que a medida terá impacto orçamentário de R$ 1,1 bilhão em 2027, R$ 1 bilhão em 2028 e R$ 909 milhões em 2029.
A proposta também permite que o MEI contrate até dois empregados, desde que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. Atualmente, a legislação autoriza a contratação de apenas um funcionário.
A mudança vale para atividades de industrialização, comercialização e prestação de serviços no âmbito rural.
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Baixar áudioO avanço da tecnologia, as oportunidades da transição energética e a busca por novos mercados abrem caminhos para ampliar a competitividade da indústria brasileira. Esses temas marcaram o Encontro Nacional dos Jovens Industriais (ENAJI) 2026, realizado no mês de outubro, em Natal, no Rio Grande do Norte.
Ao longo de três dias, empresários, sucessores, gestores e empreendedores de diferentes regiões do país trocaram experiências e discutiram estratégias relacionadas ao planejamento empresarial, à liderança feminina, à inteligência artificial, à descarbonização, às exportações e à Nova Indústria Brasil (NIB).
O estado potiguar serviu de cenário para as discussões por reunir oportunidades em áreas como energias renováveis e produção de sal marinho, setor responsável por cerca de 95% do volume nacional, segundo informações apresentadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A programação do evento contou com a palestra Planejamento estratégico, cultura e gestão, de Marcos Marques, fundador e CEO do Grupo Acelerador. Ao questionar o público com a frase “Você está planejando falhar?”, o executivo chamou a atenção para os riscos de conduzir uma empresa sem metas definidas, indicadores de desempenho e ações relacionadas às prioridades do negócio.
Na avaliação de Marques, estabelecer objetivos não basta, já que também é necessário envolver os profissionais e transformar as estratégias em ações concretas. “O grande desafio é mobilizar as pessoas”, afirmou.
A discussão também se dirigiu aos sucessores de empresas familiares, que precisam demonstrar capacidade de gestão e assumir responsabilidades com foco em resultados mensuráveis.
Os desafios enfrentados pelas mulheres na indústria foram tema de uma mesa-redonda mediada por Déborah Sayonara, gestora de Oportunidades e CEO da Matersol. O debate contou com Lua Andrade, CEO da Elas Vida Leve; Mônica Monteiro, presidente do Fórum da Mulher Empresária da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Polyanna Alves, superintendente da Neoenergia Cosern; e Conceição Praxedes, CEO da Refimosal e presidente do Simorsal.
As participantes discutiram a conciliação entre desempenho financeiro, inovação, propósito empresarial e gestão de equipes. Polyanna destacou a necessidade de integrar essas áreas, enquanto Lua Andrade defendeu que os valores de uma organização precisam estar acompanhados de resultados que garantam sua continuidade. “O propósito é importante, mas o propósito por si só não adianta”, disse.
Já Mônica Monteiro chamou a atenção para a importância de aproveitar oportunidades profissionais e assumir riscos. Ela também pontuou que a presença feminina em eventos e registros institucionais não significa, necessariamente, participação nas decisões. “Colocar a mulher em fotografias é uma coisa; ouvir a mulher e sentar à mesa é outra”, ressaltou.
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Conceição Praxedes destacou o conhecimento técnico como elemento fundamental para consolidar a autoridade das mulheres no ambiente industrial. “É preciso provar conhecimento com o dobro de precisão para impor autoridade”, enfatizou.
As discussões apontaram que a ampliação da liderança feminina depende de reconhecimento profissional, autonomia econômica e acesso efetivo aos espaços de decisão.
As possibilidades de aplicação da inteligência artificial e os cuidados necessários para sua adoção foram discutidos por Gustavo Sant’ana, engenheiro em Inteligência Artificial da Oracle, e Alberto Kastro, estrategista em Inteligência Artificial Aplicada, no painel “Inteligência Artificial e Novas Tendências”.
Sant’ana apresentou a evolução da tecnologia, desde os modelos preditivos até os agentes capazes de planejar ações e executar tarefas de forma automatizada.
No setor industrial, essas ferramentas podem ser utilizadas em inspeções visuais com drones, controle de qualidade, manutenção, gestão de suprimentos e planejamento logístico. “O ganho mesmo está quando você consegue colocar qualidade, diminuir o tempo e melhorar o custo do seu processo”, explicou Gustavo.
Os especialistas também alertaram para a necessidade de proteger informações e estabelecer regras para o uso das ferramentas. Entre os cuidados destacados estão a classificação dos dados, o controle de acessos, a soberania das informações e a rastreabilidade das operações.
A recomendação apresentada no painel foi integrar a inteligência artificial à rotina das empresas a partir de necessidades concretas, com participação das lideranças e dos profissionais de diferentes áreas. O objetivo é evitar a adoção da tecnologia sem uma finalidade definida e concentrar esforços em aplicações que gerem valor para o negócio.
O potencial brasileiro para desenvolver soluções de baixo carbono esteve no centro da mesa-redonda sobre descarbonização. O debate abordou oportunidades em eficiência energética, armazenamento de energia, biocombustíveis, economia circular e modernização dos processos industriais.
Mediada por Lorena Roosevelt, head do Polo Sebrae de Energias Renováveis, a discussão contou com a participação de Rodrigo Mello, diretor regional do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), e de Jansen Martins Lopes, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Energias da Petrobras.
Rodrigo Mello defendeu que a disponibilidade de recursos naturais precisa vir acompanhada de condições econômicas que permitam sua utilização. “Além de ser renovável, a energia precisa ser competitiva”, afirmou.
Jansen, por sua vez, apresentou iniciativas da Petrobras relacionadas a biocombustíveis, baterias, captura de carbono, geração renovável e eletrificação de operações. Para ele, a transição energética não dependerá de uma única solução, mas da combinação de diferentes tecnologias. “Não existe bala de prata. A gente pesquisa várias formas e entende quais vão se compor”, pontuou.
A discussão também destacou o papel da pesquisa, da qualificação profissional e da cooperação entre empresas, universidades e instituições de inovação. A expectativa é que a redução das emissões venha acompanhada de ganhos de eficiência, diminuição de custos, fortalecimento de fornecedores e acesso a novos mercados.
As estratégias para ampliar a presença do Rio Grande do Norte no mercado internacional foram discutidas no painel “Mercado externo: como RN atua e as tendências de crescimento”. O debate contou com a presença de Ulisses Medeiros, da ApexBrasil; Arimar França Filho, da Produmar e do SindiPesca RN; Luiz Eduardo Simas, da Sam’s; e Antônio Carlos Osório, da Salinor.
Entre os pontos abordados estiveram a preparação das empresas para exportar, a obtenção de certificações, a diversificação dos destinos e a adaptação às exigências comerciais de cada mercado.
Simas destacou a procura por novos destinos diante das mudanças tarifárias. Já Osório apresentou a trajetória de crescimento da Salinor: segundo ele, a empresa passou de aproximadamente 50 mil toneladas de sal exportadas no início dos anos 2000 para cerca de 1 milhão de toneladas por ano.
“Talento é importante, mas não é suficiente. Quem quer exportar ou ampliar os negócios no exterior precisa trabalhar duro, pensar grande e cuidar dos detalhes”, disse Osório.
A relação entre mudanças tecnológicas, cenário geopolítico e questões climáticas também esteve presente na palestra de encerramento, Liderança para os desafios inéditos da NIB, conduzida por Alex Marson, idealizador da Neolideranças.
O especialista defendeu mudanças nos modelos de gestão para acompanhar as transformações que afetam a indústria. Segundo ele, a neoindustrialização não se limita à retomada da produção, pois também envolve inovação, desenvolvimento de competências tecnológicas e cooperação entre empresas.
Marson ressaltou ainda o potencial brasileiro em energias renováveis e a necessidade de agregar conhecimento e tecnologia aos recursos naturais para gerar desenvolvimento. Nesse cenário, a preparação de lideranças capazes de conduzir mudanças é parte dos desafios do setor.
O encerramento do ENAJI 2026 reuniu representantes das entidades organizadoras e lideranças industriais para avaliar os resultados do encontro e anunciar os próximos passos do movimento.
O presidente do Sistema FIERN, Roberto Serquiz, destacou o papel da troca de experiências na preparação de empresários e sucessores para os desafios da indústria. “Essa ligação entre as lideranças fortalece a preparação de todos e aumenta a eficiência e a competitividade da indústria”, afirmou.
Djalma Júnior, presidente da FIERN Jovem e anfitrião do evento, atribuiu a realização da edição potiguar ao trabalho conjunto dos envolvidos. Ele também ressaltou a importância de compartilhar conhecimentos entre as lideranças estaduais. “Conhecimento tem que ser ensinado, conhecimento é para compartilhar. Talvez esse seja o maior propósito desse movimento nacional: a integração dos estados e a troca de experiências”, afirmou.
“O ENAJI é um momento de conexão, de buscar conhecimento e, naturalmente, disseminar o desenvolvimento da indústria brasileira. Evidentemente que nenhuma empresa se desenvolve se não tiver todo um trabalho desenvolvido pela formação da governança, mas também com novas tecnologias, com incremento do seu parque fabril e, naturalmente, com o desenvolvimento das pessoas”, complementou.
Apoiando a iniciativa e destacando a visão institucional do Sistema, Sarah Saldanha, superintendente nacional do IEL, afirmou que a indústria do futuro contará com novos líderes que pensam temas de fronteira, descarbonização, inovação, como transformar a inteligência artificial em um vetor para o crescimento da indústria.
“É por isso que eventos como o ENAJI contribuem para essa reflexão. Juntos, novos líderes de todos os estados brasileiros se reúnem para discutir experiências, ouvir casos, trocar conexões e experiências e, de fato, discutir como podem pensar a indústria de amanhã”, disse.
A presidente do Fórum Nacional dos Novos Líderes Industriais, Diana Castro, destacou as conexões estabelecidas durante a programação. O encontro reuniu representantes de 17 estados, enquanto o fórum conta com 50 membros e 25 federações das indústrias.
“O ENAJI é muito mais do que uma agenda de capacitação networking. É um momento de construção coletiva com novas lideranças de todo o Brasil, onde a gente tem muitos momentos de troca de experiências e de fortalecimento dessas novas lideranças que vão ser as responsáveis por desenvolver a indústria brasileira nas próximas décadas”, destacou.
A dirigente também anunciou que, a partir de 2027, o evento passará a se chamar Encontro Nacional das Novas Lideranças Industriais. A mudança acompanha a proposta de ampliar a participação de profissionais que assumem posições de liderança no setor. “Não estamos aqui apenas para observar as transformações acontecerem, estamos aqui para liderar as transformações”, enfatizou.
A próxima edição será realizada em Cuiabá, sob organização da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT). Thayla Trentin, representante do conselho de novas lideranças da federação, convidou os participantes a manter a articulação nacional.
Com o encerramento da edição de Natal, o movimento segue com a proposta de aproximar lideranças de diferentes estados, compartilhar experiências e preparar empresários e sucessores para os desafios da indústria brasileira.
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Baixar áudioA presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), Ana Cláudia Badra Cotait, entregou formalmente o Manifesto Nacional das Mulheres Empreendedoras ao senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro.
O documento — que conta com o apoio do Sistema do Associativismo, da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo — estabelece uma agenda voltada para a ampliação da autonomia econômica, proteção e participação das mulheres nos espaços de decisão.
As entidades consideram que, apesar de uma contribuição relevante para a economia do país e para a geração de empregos, as mulheres ainda enfrentam barreiras estruturais significativas, como dificuldades no acesso ao crédito, restrições à qualificação, sobrecarga de responsabilidades familiares e diferentes formas de violência, incluindo a patrimonial.
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Diante disso, o manifesto propõe enfrentar esses desafios com políticas públicas objetivas. Para Ana Cláudia Badra Cotait, o foco principal é assegurar que as demandas do setor deixem de ser apenas promessas e se convertam em entregas reais.
"É extremamente importante porque políticas públicas é uma coisa que é muito falada, mas não é executada. Nós temos vários projetos que estão parados no Congresso e que a gente precisa botar para andar, porque é desses projetos que nascem as leis e essas leis que protegem as pessoas", destacou a presidente do CMEC.
O documento está estruturado em alguns eixos principais:
O manifesto também destaca o apoio institucional a três propostas em tramitação no Congresso Nacional:
Por fim, o documento solicita que os compromissos sejam incorporados a uma futura agenda de governo, assegurando canais de diálogo contínuo com as entidades representativas.
Abordando o impacto social da autonomia financeira feminina, a porta-voz da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, destacou a importância de garantir a independência econômica das mulheres.
"Nós mulheres não estamos em competição com os homens. Nós queremos falar de prosperidade. Prosperidade não tem gênero. E o que faz a diferença não é só ela ter independência financeira, que é para isso que a gente trabalha", pontuou.
A entrega do manifesto a Flávio Bolsonaro ocorre em meio a uma ofensiva de mobilização do setor produtivo. Na terça-feira (13), o CMEC e a CACB lideraram em São Paulo o lançamento da Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, unindo lideranças empresariais, do comércio, da indústria e parlamentares federais.
O grupo tem como objetivo principal acompanhar de perto e destravar no Congresso Nacional pautas essenciais para o setor, como a expansão do crédito especializado para empresárias, o combate efetivo à violência patrimonial e a redução do impacto das taxas de juros sobre os negócios liderados por mulheres.
Ao reforçar os obstáculos estruturais que o manifesto busca combater — como a falta de formalização e de crédito —, a conselheira do CMEC - Ceará, Hortência Sucupira, destacou as dificuldades enfrentadas por grande parte das empresárias.
"A maioria delas não tem registro, não tem CNPJ, e isso prejudica muito o desenvolvimento da pessoa como empresária. Isso dificulta o acesso a recursos, à tentativa de negociação, de capital de giro, de compra de equipamentos. Elas não têm nem essa noção", enfatizou.
Com dados do Sebrae apontando mais de 10,4 milhões de empreendimentos comandados por mulheres no Brasil — que representaram mais de 40% das novas micro e pequenas empresas abertas —, a estratégia busca converter essa força econômica em incidência jurídica e institucional real.
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Baixar áudioO pacote Prospera MEI, lançado pelo governo federal, prevê medidas para facilitar a regularização de dívidas, ampliar o acesso a recursos para investimentos e reduzir a burocracia para microempreendedores individuais (MEIs). No setor de turismo, a expectativa é que as iniciativas ajudem guias de turismo, motoristas, artesãos e outros prestadores de serviços a investir nos negócios, ampliar a oferta de atividades e aumentar a renda. A guia de turismo Jéssica Mesquita, que atua com ecoturismo e astroturismo na Chapada dos Veadeiros (GO), afirma que a medida pode abrir novas possibilidades para os pequenos negócios.
O pacote inclui o perdão integral de débitos tributários inscritos na Dívida Ativa da União, medida que depende de aprovação pelo Congresso, e a compra de débitos bancários. Segundo o governo, a proposta de perdão tributário poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de MEIs, com débitos que somam R$ 12,6 bilhões. Entre as iniciativas está ainda a oferta de apoio financeiro de até R$ 5 mil, previstos para 2027, para investir no próprio negócio.
A microempreendedora Jéssica Mesquita é formalizada desde 2019, mas atua na área desde 2017. Ela conta que nunca acumulou grandes dívidas nem buscou crédito por meio do MEI, mas considera que as iniciativas anunciadas pelo governo federal podem ajudar profissionais a manter a formalização e investir em suas atividades.
“Eu acho que essa possibilidade de você renegociar as dívidas traz um novo fôlego para que o microempreendedor coloque energia no seu talento, no seu negócio, fomentando a pequena economia ali, uma rede local de serviços”, afirma.
O guia de turismo autônomo Júlio Sales, de Manaus (AM), também avalia que as medidas podem ajudar microempreendedores a retomar as atividades e manter os próprios negócios. Embora não tenha dívidas vinculadas ao MEI, Júlio destaca que a possibilidade de regularização pode beneficiar profissionais que interromperam o trabalho por dificuldades financeiras.
“Agora, podendo ter o perdão dessas dívidas, essas pessoas vão poder trabalhar novamente, empreender novamente e conseguir realizar seus sonhos, de conseguir um empreendimento próprio, um negócio próprio e continuar investindo nos seus trabalhos”, afirma. Para Júlio, a iniciativa também pode impulsionar o turismo, ampliando a oferta de atividades e serviços aos turistas.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, ressaltou que as medidas podem beneficiar diferentes profissionais que atuam no setor, incluindo guias de turismo, artesãos e outros microempreendedores.
“E você, que atua no turismo, que é guia de turismo, artesão, microempreendedor individual, vai ter muito benefício com essas medidas. O governo vai zerar todas as dívidas dos microempreendedores individuais com a União. Nós também vamos criar o PixMEI, serão R$ 5 mil para impulsionar o seu negócio”, destaca o ministro.
O ministro acrescentou que as medidas podem contribuir para manter o crescimento do setor e os recordes registrados pelo turismo nacional. Segundo ele, o fortalecimento dos microempreendedores individuais é importante para melhorar o atendimento aos visitantes e ampliar a capacidade do país de receber turistas estrangeiros e brasileiros que viajam pelo território nacional.
Jéssica destaca que o apoio financeiro de até R$ 5 mil pode viabilizar melhorias pontuais, sem que o profissional precise assumir uma dívida para investir. No caso dela, a expectativa é renovar equipamentos utilizados nas atividades turísticas na natureza e testar um novo produto turístico durante a baixa temporada.
“Às vezes, a gente não precisa de um grande investimento para comprar algum ativo que a gente precisaria de um valor muito grande ou tem medo de contrair uma dívida, mas às vezes um pequeno aporte já é suficiente para uma melhoria no próprio negócio”, avalia Jéssica.
A guia turística compartilha que os equipamentos utilizados para trabalhar com o seu tipo de turismo, como mochilas, tênis e vestuário específicos, têm valores elevados e sofrem desgaste com o uso frequente. Por isso, ela espera que a medida seja aprovada para renovar os itens de trabalho e ampliar as opções de serviços oferecidos aos visitantes.
“Eu já tô super animada, esperando que a medida seja aprovada o quanto antes para poder fazer investimentos nos meus equipamentos individuais e testar um novo produto durante a baixa temporada do turismo”, diz.
Além dos investimentos nos próprios negócios, Jéssica ressalta que a formalização dos profissionais do turismo pode contribuir para fortalecer a economia regional. Segundo ela, o setor movimenta uma cadeia de atividades que inclui alimentação, hospedagem e transporte, beneficiando outros pequenos empreendedores.
Já a proprietária de uma pousada em Rio da Conceição (TO), Fernanda Tainã Castro, avalia que as medidas podem ajudar pequenos negócios a se recuperar e investir na estrutura para atrair mais visitantes.
Segundo ela, o apoio de até R$ 5 mil permitiria realizar melhorias no estabelecimento, que conta com sete apartamentos, como renovar a iluminação, a decoração e o paisagismo.
“Essa é uma grande oportunidade, porque eu pessoalmente conheço vários negócios, agências de turismo, lanchonetes que fecharam depois da pandemia. E realmente essa oportunidade de renegociação de dívidas traz oportunidade de muita gente voltar a respirar e fazer aquilo que ama. Porque não é só trabalhar, é trabalhar naquilo que a gente ama. E o turismo é apaixonante ”, ressalta Fernanda.
Para Fernanda, os investimentos também podem incentivar a divulgação da pousada pelos próprios hóspedes e contribuir para aumentar a ocupação dos quartos.
O pacote Prospera MEI reúne cinco frentes de atuação. Além do perdão proposto para dívidas tributárias e da negociação de débitos bancários, o governo anunciou o PixMEI, iniciativa que prevê apoio não reembolsável de até R$ 5 mil para investimentos produtivos.
O conjunto inclui ainda propostas para elevar o limite de faturamento anual do MEI para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, permitir a contratação de um segundo funcionário e simplificar a emissão de notas fiscais nas vendas a pessoas físicas.
Além disso, desde maio deste ano, microempreendedores individuais (MEIs) do setor de turismo também podem acessar financiamentos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), com condições especiais para capital de giro, aquisição de equipamentos e realização de obras. O crédito pode chegar a R$ 21 mil.
O Sebrae oferece orientação técnica na preparação dos pedidos de financiamento, que devem ser apresentados a agentes financeiros credenciados para operar os recursos do Fungetur.
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Baixar áudioA iluminação pública representa entre 3% e 5% dos orçamentos municipais brasileiros, segundo estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), elaborado em parceria com o Ministério das Cidades. O levantamento analisa o consumo de eletricidade no setor e apresenta alternativas para ampliar a eficiência energética, reduzir gastos e modernizar os serviços oferecidos pelas cidades.
Intitulado Iluminação Pública como Vetor de Transformação Digital e Eficiência Energética nas Cidades, o documento aponta que o setor consumiu cerca de 13,3 mil gigawatts-hora (GWh) de eletricidade em 2024, o equivalente a aproximadamente 2,4% de todo o consumo nacional de energia elétrica. O serviço está presente em cerca de 94% das localidades brasileiras.
Entre as alternativas para melhorar a eficiência dos sistemas está a substituição de equipamentos antigos por luminárias com tecnologia LED. O estudo também destaca a importância de aprimorar a gestão da infraestrutura para reduzir o consumo de energia e melhorar o aproveitamento dos recursos públicos destinados à iluminação das cidades.
Além da economia de eletricidade, o estudo destaca o potencial da iluminação pública para apoiar a transformação digital dos municípios. Com a modernização das estruturas e a adoção de sistemas de telegestão, postes e redes podem receber sensores e equipamentos voltados à segurança viária, à mobilidade urbana e ao monitoramento de espaços públicos.
Para viabilizar essa integração, o documento aponta a necessidade de planejamento, interoperabilidade entre tecnologias, adoção de padrões abertos, segurança da informação e governança de dados.
O levantamento também apresenta mecanismos que podem financiar projetos de modernização da iluminação pública. Entre as alternativas estão recursos próprios municipais, parcerias público-privadas (PPPs), concessões, consórcios públicos e contratos com empresas de serviços de conservação de energia.
O estudo cita programas e linhas de crédito como o Procel Reluz, o Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Pró-Cidades, o Fundo Clima e instrumentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Outro instrumento mencionado é a Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP). Após uma mudança constitucional, a destinação dos recursos foi ampliada para permitir sua aplicação em sistemas de monitoramento voltados à segurança e à preservação de áreas públicas.
Entre as diretrizes apresentadas estão a criação de uma base nacional de dados consolidada e atualizada sobre os sistemas de iluminação pública, o desenvolvimento de uma metodologia para estimar o potencial de eficiência energética no país e a redução das desigualdades regionais no acesso às tecnologias de modernização.
O trabalho foi desenvolvido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério das Cidades, com a colaboração do Ministério de Minas e Energia (MME), da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar), do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética da Universidade Estadual de Campinas (CEPIL/Unicamp), do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil (PPI), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e da Associação Brasileira de Iluminação Pública (ABCIP).
As propostas buscam orientar a modernização dos sistemas de iluminação pública no Brasil, com foco na eficiência energética, na melhoria da gestão municipal e na integração de tecnologias ao planejamento urbano.
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Baixar áudioO Decreto nº 13.135/2026, publicado no Diário Oficial da União em 13 de outubro, muda as regras do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). A norma revoga o Decreto nº 11.034, de 2022 e entra em vigor 20 dias após a publicação, ou seja, no início de novembro.
O fornecedor passa a ser obrigado a oferecer atendimento por uma pessoa, por telefone e por canais eletrônicos, das 8h às 20h, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados. Além do telefone, deve haver pelo menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, como chats em sites e aplicativos ou mensagens instantâneas.
Sistemas automatizados e inteligência artificial continuam permitidos para triagem, distribuição e resolução de demandas, mas não podem impedir ou afastar a opção de falar em tempo real com um atendente. Para o secretário nacional do Consumidor, Ricardo Morishita, a questão não é ser contra o digital. "As máquinas podem ajudar, podem até resolver, mas nunca substituir, evitar ou afastar o atendimento feito por pessoas", afirmou.
No telefone, em pelo menos 80% das demandas, o contato com uma pessoa deve ocorrer em até 20 segundos. Nas demais, a espera máxima é de 5 minutos, respeitadas as regras específicas de agências reguladoras. Se a ligação cair, a empresa deve retornar em até 5 minutos, aproveitar as informações já dadas e informar o número de protocolo, quando houver. O consumidor não pode ser obrigado a reiniciar o atendimento.
O atendimento deve ser gratuito e não pode depender de número de contrato, CPF ou outros dados prévios para começar. O decreto também limita a cinco os níveis de atendimento, proíbe publicidade durante a conversa, inclusive na espera, e veda a exigência de que o consumidor repita uma demanda já registrada, salvo por razão técnica fundamentada.
Demandas que não sejam urgentes devem ser respondidas em até 7 dias corridos, com resposta clara, objetiva e conclusiva. Casos de risco relevante têm tratamento prioritário e atendimento imediato, a qualquer tempo. O consumidor pode pedir, gratuitamente, o histórico de suas demandas, que deve ser entregue em até 5 dias úteis, e as gravações de chamadas e mensagens do SAC devem ser guardadas por no mínimo 90 dias.
A opção de cancelamento deve estar disponível em todos os níveis do SAC, inclusive no primeiro. Além disso, nos canais de contratação, o cancelamento deve ser oferecido no mesmo menu eletrônico usado para contratar ou, havendo atendimento humano, pela mesma equipe que fez a contratação.
O consumidor não pode ser direcionado a outro menu, atendente ou canal. Os efeitos do cancelamento são imediatos, salvo necessidade técnica justificada, e o fornecedor deve informar eventuais multas ou outros custos.
As regras gerais valem para fornecedores de produtos e serviços regulados pelo Poder Executivo federal e para empresas que oferecem serviços financeiros, de pagamento ou de crédito por plataformas digitais sujeitas à supervisão do Banco Central.
Plataformas que intermediam produtos e serviços de terceiros (marketplaces), de transporte individual remunerado de passageiros e de entregas terão obrigações específicas: precisarão apresentar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informações sobre seus modelos de atendimento, como número de reclamações, taxa de resolução e grau de satisfação dos consumidores.
A Senacon avaliará esses modelos e poderá adotar medidas para garantir sua adequação. Segundo Morishita, a ideia é criar um diagnóstico do atendimento nesses setores.
A Senacon pode fiscalizar e aplicar sanções, sem prejuízo da atuação de outros órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e das agências reguladoras. As empresas também deverão manter um canal telefônico específico para demandas de Procons, Ministério Público e Defensoria Pública.
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Baixar áudioSeis anos depois de aprovada, a lei que restringe o fornecimento de produtos plásticos descartáveis de uso único em São Paulo (SP) continua sem o decreto necessário para regulamentar sua aplicação. A cidade é a maior do Brasil e da América do Sul, considerado o maior polo tecnológico e de inovação da região.
Diante da demora, a Oceana, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e o Instituto de Direito Coletivo (IDC) recorreram à Justiça contra a prefeitura. As entidades protocolaram, em 11 de agosto, um mandado de injunção no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) para cobrar a regulamentação da Lei Municipal nº 17.261/2020.
Sancionada em janeiro de 2020 e em vigor desde 1º de janeiro de 2021, a norma proíbe o fornecimento de copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões feitos de plástico descartável a clientes de hotéis, restaurantes, bares, padarias e outros estabelecimentos comerciais. A regra também alcança eventos culturais e esportivos realizados na capital paulista.
A ausência do decreto, segundo as organizações, dificulta a aplicação da lei porque ainda não estão definidos todos os procedimentos necessários para a fiscalização e a operacionalização das regras. A ação apresentada ao TJSP argumenta que a prefeitura permanece omissa e que a demora compromete a efetividade da norma.
Para Lara Iwanicki, diretora de estratégia e advocacy da Oceana, a falta de regulamentação mantém a legislação sem produzir os efeitos esperados na redução de plásticos descartáveis e no enfrentamento da poluição que causam.
“A ausência do decreto beneficia os interesses de um setor específico, que é justamente o setor que produz esses produtos que são objeto do escopo da lei. Ela não pegou porque não tem um decreto que a regulamente, e existe claramente uma omissão da prefeitura, que não cumpriu o seu papel. Se a gente tiver uma regulamentação que torne efetiva essa legislação, isso também acaba sendo um exemplo para outros municípios, outros estados, um precedente positivo”, destaca a diretora.
Segundo Lara, a judicialização ocorreu depois de tentativas anteriores de negociação com o poder público.
“A judicialização não foi a nossa primeira opção. A gente vinha já cobrando a prefeitura, tentando buscar uma solução mais institucional desde 2021. Então, em 2022, a Oceana juntamente com mais uma série de organizações, enviou cartas para a prefeitura reforçando a importância da lei e pedindo que ela fosse regulamentada. E não tivemos resposta”, complementa Lara Iwanicki.
A demora se estende desde antes da ação judicial. Em janeiro de 2022, 18 organizações socioambientais enviaram uma carta ao prefeito Ricardo Nunes — que segue no cargo — cobrando medidas para colocar a Lei 17.261/2020 em prática. No ano seguinte, a própria prefeitura criou um Grupo de Trabalho para elaborar uma proposta de decreto, incluindo critérios de aplicação e mecanismos de fiscalização. Mesmo assim, a regulamentação não foi publicada.
A coordenadora do Programa de Saúde do Idec, Marina Paullelli, afirma que o decreto deverá estabelecer os procedimentos necessários para que a lei possa ser fiscalizada.
“O decreto deve indicar qual vai ser o órgão responsável por fiscalizar o tema, quais serão os materiais substitutos do plástico de uso único e os respectivos critérios, mecanismos de controle social e de acompanhamento, dentre outros pontos. Caso o Tribunal de Justiça de São Paulo decida favoravelmente à ação, o efeito pode ser bastante forte e positivo: a Justiça pode determinar um prazo certo e delimitado para que a prefeitura publique o decreto que falta, por exemplo”, explica Marina.
A definição dessas regras também seria relevante para a atuação da sociedade civil, segundo Tatiana Bastos, presidente do IDC.
“Sem isso, é muito difícil para a sociedade civil conseguir fazer o seu papel. Saber o que cobrar, de quem cobrar, como cobrar. Sem esses parâmetros, a gente não tem como demonstrar, inclusive, o descumprimento. Isso certamente esvazia a nossa capacidade de controle social e, na prática, essa lei vira letra morta. Falta uma estrutura operacional para conseguirmos exigir o cumprimento e a mudança da atual situação de uso de plásticos na cidade de São Paulo”, afirma.
Tatiana também aponta dificuldades para consumidores e comerciantes diante da ausência de regulamentação.
“Uma lei sem regulamentação, sem formas de concretizar, não protege ninguém de fato. Os comerciantes continuam fornecendo plásticos de uso único sem qualquer risco real de punição, de autuação. O cidadão não tem como exigir o cumprimento da lei por falta de parâmetros, por falta de conhecimento, de identificação do órgão fiscalizador. A lei efetivamente existe no papel, mas a gente não consegue produzir o efeito pelo qual ela foi criada”, enfatiza Tatiana.
Para Marina, uma eventual decisão favorável do TJSP poderia produzir efeitos além da capital paulista.
“Esse impacto pode, inclusive, ir além do nível municipal. No âmbito local, uma decisão positiva pode estimular outros municípios a avançarem com regulamentações semelhantes, demonstrando que leis socioambientais aprovadas pelos legislativos locais precisam ser efetivamente implementadas e não podem permanecer sem eficácia por falta de regulamentação. Para o âmbito nacional, uma decisão nesse sentido também poderia estimular a atuação de outros atores e fortalecer iniciativas voltadas à regulamentação da matéria em nível federal”, acrescenta.
A discussão sobre a regulamentação ocorre depois de o próprio TJSP confirmar a validade da Lei 17.261/2020. Em fevereiro de 2020, poucas semanas após a promulgação da norma, o Sindicato da Indústria de Material Plástico, Transformação e Reciclagem de Material Plástico do Estado de São Paulo (Sindiplast) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a prefeitura.
A entidade questionava, entre outros pontos, a competência do município para legislar sobre a questão ambiental e alegava a ausência de estudo prévio de impacto ambiental. Em setembro de 2020, o Órgão Especial do TJSP julgou a ação improcedente e considerou constitucional a lei.
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Na avaliação do tribunal, os municípios podem adotar medidas de proteção ambiental dentro de sua competência, inclusive quando a questão também possui repercussão nacional ou global. A decisão reconheceu que a Lei 17.261/2020 trata de matéria de interesse local e de proteção ambiental.
Durante o processo, a Prefeitura também defendeu a constitucionalidade da norma e a relacionou à proteção do meio ambiente e da saúde, segundo a argumentação apresentada pelas organizações no mandado de injunção.
Com a constitucionalidade da lei confirmada pelo TJSP, o debate agora se concentra na ausência das regras necessárias para sua aplicação.
"A prefeitura defendeu com unhas e dentes a importância da lei, a competência da própria prefeitura para legislar sobre o tema, que foi um dos pontos que o SindiPlast levantou. Então, é uma contradição e é também uma omissão", considera Lara Iwanicki.
A cobrança pela regulamentação ocorre em um contexto de crescimento exponencial da produção e da poluição por plástico no país. Segundo dados divulgados pela Oceana, aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de resíduos plásticos descartados no Brasil chegam aos oceanos todos os anos. O país aparece como o oitavo maior poluidor plástico do mundo e como o maior produtor de plástico da América Latina.
Levantamento citado pela organização aponta uma produção de 6,67 milhões de toneladas de transformados plásticos a partir de resina virgem e indica que 44% desse volume corresponde a aplicações de uso único. A estimativa equivale a cerca de 500 bilhões de itens descartáveis produzidos por ano, o que corresponde a mais de 15 mil por segundo.
Segundo a Oceana, muitos desses produtos não apresentam viabilidade econômica para reutilização ou reciclagem. Com isso, parte significativa acaba como rejeito ou chega ao ambiente, enquanto os custos relacionados à gestão e destinação desses resíduos recaem principalmente sobre municípios e cooperativas de catadores de materiais recicláveis, e não sobre os fabricantes.
A exposição ao plástico também é objeto de estudos na área de saúde. Microplásticos já foram identificados em diferentes tecidos e órgãos humanos, e pesquisas também registram sua presença em alimentos e água.
Revisões científicas recentes apontam associações entre a exposição a microplásticos e alterações inflamatórias, respiratórias, reprodutivas e endócrinas, mas ressaltam que ainda existem lacunas importantes sobre os efeitos de longo prazo e sobre relações causais entre a exposição e doenças específicas.
Em São Paulo, a Lei 17.261/2020 prevê a restrição de produtos descartáveis como parte da resposta a esse problema. A Oceana estima que, se regulamentada, a norma poderá evitar o descarte de cerca de 7 bilhões de itens por ano na capital. A própria organização ressalta que essa estimativa considera o consumo per capita do município e não inclui a população da região metropolitana nem o fluxo de turistas.
Enquanto o decreto não é publicado, Oceana, Idec e IDC pedem ao TJSP que reconheça a omissão da prefeitura e estabeleça um prazo para que o município regulamente a lei.
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Baixar áudioAs emendas parlamentares têm maior impacto na votação de deputados federais em municípios com até 5 mil habitantes. É o que aponta um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou a relação entre a distribuição desses recursos e o desempenho dos parlamentares nas eleições de 2026. De acordo com a publicação, nessas cidades, o crescimento da participação dos parlamentares na votação entre as eleições de 2022 e 2026 foi de 1,3 ponto percentual. Nos municípios com mais de 500 mil habitantes, a vantagem foi de 0,2 ponto percentual.
Apesar de ajudar a conquistar votos, o dinheiro destinado às cidades não garante a permanência dos deputados no Congresso Nacional. Segundo a FGV, não foi encontrada uma relação direta entre o volume de emendas pagas e as chances de reeleição dos parlamentares.
O estudo mostra que as emendas têm maior peso político nas cidades pequenas, onde os recursos podem representar investimentos importantes para a população. Segundo a FGV, nessas localidades também é mais fácil para os eleitores identificar o deputado responsável pelo envio do dinheiro. Por outro lado, como esses municípios têm menos eleitores, os votos conquistados nem sempre são suficientes para garantir uma vitória nas urnas.
A pesquisa da FGV analisou emendas parlamentares pagas entre 2024 e 2026, segundo o Siop (Sistema Integrado de Orçamento e Planejamento), e comparou os resultados das eleições de 2022 e 2026, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ao todo, foram examinadas mais de 142 mil combinações de deputados e municípios, incluindo cidades que receberam recursos e outras que não foram beneficiadas.
Nas eleições de 2026, os deputados tiveram, em média, 6,7% dos votos nos municípios que receberam emendas. Nas cidades que não receberam recursos, o percentual foi de 1%.
No entanto, a FGV identificou que esses parlamentares já tinham uma votação maior nas cidades beneficiadas antes mesmo do envio das emendas. Em 2022, eles haviam recebido 5,9% dos votos nesses municípios, contra 1% nas demais localidades.
Segundo os pesquisadores, os números indicam que os deputados tendem a direcionar emendas para municípios onde já possuem maior força eleitoral.
Ao descontar a votação anterior em cada cidade, a vantagem estimada diminui de 5,7 para 2,3 pontos percentuais. Considerando especificamente o crescimento da participação eleitoral entre 2022 e 2026, a diferença associada às emendas fica em aproximadamente 0,7 ponto percentual.
A FGV considera esse resultado estatisticamente significativo, embora pequeno. Em um município com 10 mil votos para deputado federal, por exemplo, a diferença corresponde a cerca de 70 votos.
Entre os parlamentares reeleitos, o ganho associado às emendas foi de 0,9 ponto percentual. Já entre os derrotados, o resultado não apresentou diferença significativa em relação a zero.
O estudo também identificou diferenças conforme a modalidade de transferência dos recursos.
As chamadas emendas Pix, transferências especiais que chegam diretamente aos caixas das prefeituras, sem necessidade de convênio, apresentaram associação com ganho de aproximadamente 1 ponto percentual na votação dos deputados entre 2022 e 2026.
Nas demais modalidades de emendas individuais, a vantagem foi de 0,7 ponto percentual.
A FGV ressalta que os dados não permitem determinar a razão dessa diferença. Entre as hipóteses levantadas pelos pesquisadores estão a maior flexibilidade na utilização dos recursos pelas prefeituras e a possibilidade de essas transferências serem direcionadas a municípios onde os parlamentares já possuem aliados políticos.
Apesar da associação entre emendas e ganhos eleitorais locais, a FGV não encontrou evidências de que deputados que destinam mais recursos tenham necessariamente maiores chances de conquistar um novo mandato.
Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram 409 deputados federais que disputaram a reeleição em 2026. Eles foram divididos em cinco grupos, de acordo com o valor das emendas pagas.
As taxas de reeleição registradas nesses grupos foram de 71%, 67%, 75%, 71% e 78%. Os resultados não demonstraram uma relação clara entre o aumento dos recursos destinados e o sucesso nas urnas.
Segundo a FGV, metade dos deputados analisados teve entre R$ 87 milhões e R$ 105 milhões em emendas pagas, o que também evidencia a proximidade dos valores destinados pelos parlamentares.
Segundo a FGV, o desempenho dos candidatos nas eleições de 2022 foi mais importante para explicar as chances de reeleição em 2026 do que o volume de emendas destinado aos municípios.
No caso específico das emendas Pix, o estudo encontrou uma diferença: ao comparar deputados com volumes menores e maiores desses recursos, a chance estimada de reeleição passou de 69% para 76%. Ainda assim, a FGV classificou a relação como fraca e no limite da significância estatística.
Outro dado destacado pela FGV é que 72% dos deputados federais eleitos em 2022 que tentaram renovar seus mandatos em 2026 conseguiram se reeleger.
A taxa é praticamente igual à registrada nas eleições de 2002 e menor do que as observadas em 2010 e 2014.
Para os pesquisadores, o resultado contraria a expectativa de que o aumento dos recursos disponíveis por meio das emendas parlamentares produziria uma elevação expressiva nas taxas de reeleição.
A Fundação ressalta, entretanto, que o estudo identifica associações estatísticas, e não relações diretas de causa e efeito. Fatores como a presença de aliados políticos nos municípios, a força eleitoral anterior e as estratégias de campanha também podem influenciar o desempenho dos candidatos.
A conclusão da FGV é que as emendas podem ajudar a consolidar bases eleitorais e produzir ganhos localizados de votos, sobretudo em cidades pequenas, mas não são suficientes, isoladamente, para determinar a vitória de um deputado federal nas urnas.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (15) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,52%, com a saca negociada a R$ 148,75. Em Paranaguá, a alta foi de 0,09%, levando a cotação para R$ 154,29.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 148,75 | 0,52% | -3,98% | 29,54 |
| 13/10/2026 | 147,98 | -0,22% | -4,47% | 29,47 |
| 09/10/2026 | 148,31 | 0,11% | -4,26% | 29,75 |
| 08/10/2026 | 148,14 | 0,32% | -4,37% | 29,49 |
| 07/10/2026 | 147,67 | 0,32% | -4,67% | 29,47 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 154,29 | 0,09% | -4,50% | 30,64 |
| 13/10/2026 | 154,15 | -0,39% | -4,59% | 30,69 |
| 09/10/2026 | 154,75 | -0,10% | -4,22% | 31,04 |
| 08/10/2026 | 154,91 | 0,66% | -4,12% | 30,84 |
| 07/10/2026 | 153,90 | -1,14% | -4,74% | 30,72 |
O trigo teve aumento de preço no Paraná e redução no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.570,32. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.465,74.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 1.465,74 | -0,47% | 1,04% | 291,05 |
| 13/10/2026 | 1.472,69 | 0,31% | 1,52% | 293,25 |
| 09/10/2026 | 1.468,08 | 0,86% | 1,21% | 294,50 |
| 08/10/2026 | 1.455,60 | 0,07% | 0,34% | 289,79 |
| 07/10/2026 | 1.454,59 | -0,31% | 0,28% | 290,34 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 1.570,32 | 0,56% | 1,68% | 311,82 |
| 13/10/2026 | 1.561,58 | -0,07% | 1,12% | 310,95 |
| 09/10/2026 | 1.562,68 | 0,11% | 1,19% | 313,48 |
| 08/10/2026 | 1.560,92 | 1,46% | 1,07% | 310,76 |
| 07/10/2026 | 1.538,46 | 0,76% | -0,38% | 307,08 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (15) com alta de 1,55%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.571,19 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,15%, sendo comercializado a R$ 972,64.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 1.571,19 | 1,55% | -0,36% | 311,99 |
| 13/10/2026 | 1.547,28 | 1,01% | -1,88% | 308,10 |
| 09/10/2026 | 1.531,88 | -0,85% | -2,85% | 307,30 |
| 08/10/2026 | 1.544,99 | -1,38% | -2,02% | 307,58 |
| 07/10/2026 | 1.566,59 | -0,15% | -0,65% | 312,69 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 972,64 | 0,15% | -1,30% | 193,14 |
| 13/10/2026 | 971,18 | 1,03% | -1,45% | 193,38 |
| 09/10/2026 | 961,31 | 0,57% | -2,45% | 192,84 |
| 08/10/2026 | 955,89 | -1,46% | -3,00% | 190,30 |
| 07/10/2026 | 970,02 | -0,71% | -1,57% | 193,62 |
O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 0,13% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 123,94.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 123,94 | 0,13% | 2,33% | 24,61 |
| 13/10/2026 | 123,78 | 0,50% | 2,20% | 24,65 |
| 09/10/2026 | 123,16 | 0,46% | 1,68% | 24,71 |
| 08/10/2026 | 122,60 | 0,02% | 1,22% | 24,41 |
| 07/10/2026 | 122,58 | 0,00% | 1,21% | 24,47 |
Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,79%, e a mercadoria é negociada a R$ 137,42 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 137,42 | -0,79% | 9,39% | 27,24 |
| 13/10/2026 | 138,51 | 4,15% | 10,26% | 27,65 |
| 09/10/2026 | 132,99 | -0,20% | 5,87% | 26,66 |
| 08/10/2026 | 133,25 | -2,38% | 6,07% | 26,59 |
| 07/10/2026 | 136,50 | 1,10% | 8,66% | 27,34 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,43, após uma baixa de 0,24%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 65,43 | -0,24% | -4,72% | 12,99 |
| 13/10/2026 | 65,59 | -2,61% | -4,49% | 13,06 |
| 09/10/2026 | 67,35 | 0,25% | -1,92% | 13,51 |
| 08/10/2026 | 67,18 | -0,09% | -2,17% | 13,37 |
| 07/10/2026 | 67,24 | 0,01% | -2,08% | 13,42 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoArroba do boi é negociada a R$ 379,40, enquanto carcaça suína e suíno vivo registram queda
Baixar áudioO preço do boi gordo teve alta de 0,37% nesta quinta-feira (15). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 379,40.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 379,40 | 0,37% | 4,14% | 75,34 |
| 13/10/2026 | 378,00 | 0,05% | 3,76% | 75,27 |
| 09/10/2026 | 377,80 | 0,40% | 3,71% | 75,79 |
| 08/10/2026 | 376,30 | 0,05% | 3,29% | 74,92 |
| 07/10/2026 | 376,10 | 0,76% | 3,24% | 75,07 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,39, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,41.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 8,39 | 0,00% | 1,08% |
| 13/10/2026 | 8,39 | 0,12% | 1,08% |
| 09/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
| 08/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
| 07/10/2026 | 8,38 | 0,72% | 0,96% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 8,41 | 0,00% | 1,20% |
| 13/10/2026 | 8,41 | 0,24% | 1,20% |
| 09/10/2026 | 8,39 | -0,12% | 0,96% |
| 08/10/2026 | 8,40 | 0,00% | 1,08% |
| 07/10/2026 | 8,40 | 0,84% | 1,08% |
Já a carcaça suína especial teve uma baixa nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,97.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,82.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | 9,97 | -0,20% | 17,29% |
| 13/10/2026 | 9,99 | 5,60% | 17,53% |
| 09/10/2026 | 9,46 | 1,39% | 11,29% |
| 08/10/2026 | 9,33 | 0,86% | 9,76% |
| 07/10/2026 | 9,25 | 1,43% | 8,82% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 14/10/2026 | MG - posto | 6,95 | 0,00% | 13,19% |
| 14/10/2026 | PR - a retirar | 5,90 | 0,17% | 9,87% |
| 14/10/2026 | RS - a retirar | 5,77 | 0,35% | 9,49% |
| 14/10/2026 | SC - a retirar | 5,82 | 0,00% | 10,86% |
| 14/10/2026 | SP - posto | 6,63 | 0,00% | 14,71% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias
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Baixar áudioO dólar comercial fechou em alta nesta quarta-feira (14), cotado a R$ 5,03, com valorização de 0,18% em relação ao pregão anterior. O desempenho da moeda americana foi influenciado principalmente pelos dados de inflação dos Estados Unidos, que reforçaram a cautela dos investidores em relação à política monetária do país.
O índice de preços ao consumidor americano, conhecido como CPI, registrou alta de 0,6% em setembro. No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 3,7%, acima das expectativas do mercado. Os números aumentaram as preocupações de que o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, mantenha os juros elevados por mais tempo.
A perspectiva de juros americanos mais altos tende a favorecer a moeda dos Estados Unidos, já que pode tornar os investimentos no país mais atrativos e estimular a entrada de recursos no mercado americano.
No Brasil, os investidores também acompanharam indicadores econômicos e as movimentações do cenário político. A divulgação de dados sobre a atividade do setor de serviços reforçou a percepção de desaceleração da economia brasileira.
Com isso, o dólar encerrou o dia próximo de R$ 5,03, em um pregão marcado pela influência dos indicadores econômicos internacionais e pela cautela no mercado financeiro.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1988 | 0,1779 | 0,1504 | 31,4774 | 0,1661 | 0,2830 | 0,2846 |
| USD | 5,0386 | 1 | 0,8965 | 0,7580 | 158,32 | 0,8354 | 1,4235 | 1,4344 |
| EUR | 5,6210 | 1,1152 | 1 | 0,8454 | 176,60 | 0,9319 | 1,5876 | 1,6001 |
| GBP | 6,6455 | 1,3192 | 1,1829 | 1 | 208,88 | 1,1021 | 1,8776 | 1,8923 |
| JPY | 3,17698 | 0,631613 | 0,56627 | 0,478721 | 1 | 0,5277 | 0,89913 | 0,90596 |
| CHF | 6,0208 | 1,1970 | 1,0738 | 0,9074 | 189,51 | 1 | 1,7037 | 1,7174 |
| CAD | 3,5334 | 0,7025 | 0,6301 | 0,5326 | 111,25 | 0,5868 | 1 | 1,0079 |
| AUD | 3,5142 | 0,6970 | 0,6250 | 0,5283 | 110,38 | 0,5821 | 0,9922 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoPrincipal índice da Bolsa brasileira encerrou o pregão desta quarta-feira (14) aos 206.505,98 pontos
Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou em queda de zero vírgula dezoito por cento nesta quarta-feira (14), aos 206.505,98 pontos. O desempenho foi influenciado pelo cenário internacional e por indicadores econômicos brasileiros que aumentaram a cautela dos investidores.
Nos Estados Unidos, a inflação acima das expectativas elevou as preocupações sobre a trajetória dos juros. O índice de preços ao consumidor americano subiu 0,6% em setembro, enquanto a taxa acumulada em 12 meses chegou a 3,7%. Os dados reforçaram a possibilidade de que o Federal Reserve mantenha uma política monetária mais restritiva por mais tempo, cenário que tende a pressionar os mercados de ações.
No Brasil, outro fator acompanhado pelos investidores foi o desempenho do setor de serviços. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o volume de serviços recuou 0,1% em agosto, na comparação com julho. Apesar da queda mensal, houve crescimento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O resultado abaixo das expectativas reforçou a percepção de perda de ritmo da atividade econômica brasileira, contribuindo para a cautela no mercado.
Entre as ações negociadas na Bolsa, as empresas do setor de petróleo ajudaram a amenizar as perdas do índice, beneficiadas pela valorização da commodity no mercado internacional. Por outro lado, papéis de empresas ligadas ao consumo e outros setores mais sensíveis aos juros pressionaram o desempenho do pregão.
Com o resultado desta quarta-feira, o Ibovespa prolongou o movimento negativo observado na sessão anterior. O mercado segue atento aos indicadores de inflação, às decisões de política monetária nos Estados Unidos e aos dados da economia brasileira, fatores que podem influenciar o comportamento dos ativos nos próximos pregões.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 114.846.205.978, em meio a 5.591.117 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3804, de 14/10/2026, foram: 01 - 02 - 06 - 07 - 08 - 12 - 14 - 15 - 16 - 17 - 18 - 19 - 21 - 24 - 25.
01 - 02 - 06 - 07 - 08 - 12 - 14 - 15 - 16 - 17 - 18 - 19 - 21 - 24 - 25
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:44. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3804 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (14/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (15/10/2026), com prêmio estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 19.614.927,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3803.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3070, de 14/10/2026, foram: 19 - 27 - 29 - 43 - 54 - 60.
19 - 27 - 29 - 43 - 54 - 60
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:43. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3070 da Mega-Sena foi realizado nesta quarta-feira (14/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para domingo (18/10/2026), com prêmio estimado em R$ 170.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 120.502.302,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3069.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA quinta-feira (15) apresenta instabilidade em toda a Região Sul, com predomínio de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas em todas as regiões, incluindo o Norte, Noroeste, Oeste, Centro e a Região Metropolitana de Curitiba. Na capital Curitiba, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 21°C.
Em Santa Catarina, o tempo segue instável com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas espalhadas pelo Oeste, Serrana, Vale do Itajaí, Norte, Sul e na Grande Florianópolis. Em Florianópolis, a temperatura mínima fica em 19°C e a máxima alcança 23°C.
No Rio Grande do Sul, a faixa norte, centro, leste e a região metropolitana registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Já no sudoeste do estado, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto a área do extremo sudoeste e fronteira apresenta variação de muitas nuvens. Em Porto Alegre, a variação térmica fica com mínima de 16°C e máxima de 20°C.
O ingresso de uma massa de ar de origem polar dita o comportamento térmico na região, gerando um amanhecer de baixas temperaturas no interior do Rio Grande do Sul e no Planalto Sul Catarinense, com marcas que despencam abaixo dos 12°C. Durante a tarde, a circulação de ventos frios restringe a elevação térmica, estabilizando as máximas entre 20°C e 22°C.
Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
O alerta abrange as regiões Norte Pioneiro, Norte Central, Noroeste, Centro Oriental e Metropolitana de Curitiba, no Paraná.
Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica.
As áreas de abrangência incluem:
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quinta-feira (15) apresenta condições de instabilidade em toda a região Centro-Oeste, com presença de muitas nuvens e chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Goiás, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Na capital, Goiânia, a temperatura mínima fica em 21°C e a máxima alcança 30°C.
Em Mato Grosso, a previsão também indica muitas nuvens com chuva isolada. Em Cuiabá, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 29°C.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece com muitas nuvens com pancadas de chuva. A capital Campo Grande registra a menor máxima entre as capitais da região, variando entre 18°C e 23°C.
O Distrito Federal registra dia com muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Brasília, as temperaturas oscilam entre a mínima de 20°C e a máxima de 28°C.
O interior da região Centro-Oeste apresenta forte amplitude térmica. Enquanto as áreas ao norte de Mato Grosso e o nordeste de Goiás registram picos de até 38°C sob forte radiação solar, a cobertura de nuvens e a instabilidade provocam o declínio das temperaturas na metade sul mato-grossense, no sul de Goiás e no interior de Mato Grosso do Sul, onde as máximas oscilam de forma amena entre 24°C e 28°C.
Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica. As áreas de abrangência incluem:
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Fonte: Brasil 61
Copiar o textoInstabilidade avança pelos quatro estados da região, com avisos de chuvas intensas e ventos fortes
Baixar áudioA quinta-feira (15) será marcada por instabilidade e variação nas temperaturas em toda a Região Sudeste, com presença de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas espalhadas pelo estado, cobrindo regiões como a Capital, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Bauru e o Litoral Sul. Na capital paulista, a temperatura mínima fica em 17°C e a máxima alcança 24°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece instável com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas no Sul Fluminense, Sertão, Norte e na Região Metropolitana. Na cidade do Rio de Janeiro, os termômetros variam entre 23°C e 29°C.
Em Minas Gerais, há ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas no Triângulo Mineiro, Sul, Zona da Mata, Central e Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em Belo Horizonte, a mínima é de 18°C e a máxima atinge 28°C.
No Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Sul, Centro e no Litoral Norte. Em Vitória, a temperatura varia de 23°C a 29°C.
O avanço de um sistema frontal consolida um declínio térmico acentuado na maioria das áreas interioranas. As temperaturas máximas permanecem em patamares baixos, variando de 23°C a 26°C no interior de São Paulo, no Triângulo Mineiro e no sul de Minas Gerais. O extremo norte mineiro atua como exceção, sustentando marcas de até 34°C devido à resistência da massa de ar seco.
Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica.
As áreas de abrangência incluem:
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, válido das 9h às 23h59 de quinta-feira (15).
A umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e problemas de saúde relacionados à baixa umidade.
As áreas de abrangência incluem:
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para quinta-feira (15) indica instabilidade com pancadas de chuva e trovoadas em grande parte dos estados do setor sul e oeste da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Palmas, os termômetros variam entre mínima de 26°C e máxima de 35°C.
Em Rondônia, o tempo segue com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Na capital, Porto Velho, a menor temperatura registrada será de 25°C e a máxima chega a 32°C.
No Acre, o dia também será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Em Rio Branco, a mínima fica em 24°C e a máxima atinge 35°C.
No Amazonas, há divisão no comportamento do tempo: o sul e o oeste apresentam muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, enquanto a faixa central e norte registra muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Manaus, as temperaturas variam entre 26°C e 36°C.
Em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Boa Vista, a mínima é de 26°C e a máxima alcança 38°C.
No Pará, áreas do sul e oeste contam com muitas nuvens e pancadas de chuva, enquanto o nordeste e a região metropolitana registram apenas muitas nuvens. Em Belém, a mínima fica em 25°C e a máxima atinge 36°C.
No Amapá, o tempo permanece predominantemente com muitas nuvens. Em Macapá, a temperatura mínima prevista é de 25°C e a máxima atinge 34°C.
O interior da região segue sob o domínio de altas temperaturas associadas a elevados índices de umidade relativa do ar. Áreas do interior do Acre, de Rondônia e do sul do Amazonas registram tardes com máximas de 36°C a 38°C e períodos noturnos com marcas mínimas elevadas, na casa de 24°C. No interior do Tocantins e sul do Pará, a ausência de nuvens eleva os termômetros uniformemente para 38°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quinta-feira (15) indica variação na nebulosidade e alertas meteorológicos em diferentes áreas do Nordeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, o tempo varia entre muitas nuvens na faixa central e leste e áreas com chuvas no oeste e sul do estado. Em Salvador, a mínima fica em 23°C e a máxima alcança 31°C.
No Maranhão, áreas do oeste e sul contam com pancadas de chuva, enquanto o leste do estado registra muitas nuvens. Em São Luís, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 32°C.
No Piauí, o sudoeste e sul do estado têm previsão de chuvas, enquanto o norte apresenta muitas nuvens. A capital Teresina registra mínima de 26°C e máxima de 39°C.
No Ceará, a faixa norte e litoral registram muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, enquanto o centro e sul têm poucas nuvens. Em Fortaleza, a variação vai de 25°C a 31°C.
Nos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, o dia será predominantemente de muitas nuvens a poucas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em trechos litorâneos. As capitais Natal, João Pessoa, Recife, Maceió e Aracaju têm previsões semelhantes, com mínimas entre 22°C e 25°C e máximas atingindo 31°C.
O interior nordestino desponta como o principal núcleo de calor extremo do país em razão do bloqueio atmosférico. Termômetros podem ultrapassar a marca dos 40°C em pontos do Sertão Central do Ceará, no interior do Piauí e no Vale do São Francisco. Os índices térmicos sofrem atenuação apenas no extremo sul do Maranhão e da Bahia, onde a nebulosidade restringe as máximas a 33°C.
Está em vigor um aviso de tempestade classificado como perigo, válido durante toda a quinta-feira (15). A previsão é de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, ventos intensos de 60 a 100 quilômetros por hora e queda de granizo. Há risco de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
As áreas de abrangência na Bahia incluem o Extremo Oeste Baiano, o Vale São-Franciscano da Bahia e o Sul Baiano.
Também está em vigor um aviso de tempestade de perigo potencial, válido pelo mesmo período. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, ventos de 40 a 60 quilômetros por hora e queda de granizo. Nesse caso, há baixo risco de alagamentos e cortes de energia elétrica.
As áreas de abrangência incluem:
Também está em vigor um aviso de baixa umidade, classificado como perigo potencial, válido das 9h às 23h59 de quinta-feira (15).
A umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, com baixo risco de incêndios florestais e problemas de saúde relacionados à baixa umidade.
As áreas de abrangência incluem:
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO bilhete 087637 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6109, sorteada em 14/10/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 20:15. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 087637 | BIG LOTERIAS CALDENSE | POCOS DE CALDAS/MG | R$ 500.000,00 |
| 2º | 075621 | LOTERICA BOLAO DA SORTE | CAMPO GRANDE/MS | R$ 35.000,00 |
| 3º | 078748 | TUC COMERCIO E SERVICOS LOTERICOS LTDA | SALVADOR/BA | R$ 30.000,00 |
| 4º | 055165 | OSCAR FREIRE | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 075592 | LOTERICA CRUZEIRO | LAGES/SC | R$ 20.363,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6109, divulgado nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Big Loterias Caldense, de Poços de Caldas/MG, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Loterica Bolao da Sorte em Campo Grande/MS, enquanto a aposta feita na Tuc Comercio e Servicos Lotericos Ltda, em Salvador/BA, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Oscar Freire em São Paulo/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00 foi da Loterica Cruzeiro, em Lages/SC. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
O próximo sorteio está marcado para domingo (18/10/2026). Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6108.
Redação Brasil 61
Copiar o textoExpressão une música, dança e festa e tem raízes indígenas, africanas e ibéricas
Baixar áudioPatrimônio Cultural do Brasil desde 2014, o Carimbó é uma manifestação típica do Pará que compreende festa, música e dança. O reconhecimento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com registro no Livro das Formas de Expressão, valoriza a importância do carimbó para as comunidades que mantêm a tradição e para a cultura brasileira.
Ele combina ritmo, coreografia e modos de vestir em celebrações promovidas ao longo do ano, sobretudo nas comunidades da região nordeste do estado.
As origens da expressão cultural remontam ao século 17, a partir da combinação de influências indígenas, africanas e ibéricas.
O curimbó, tambor utilizado nas rodas, deu origem ao nome. Com o tempo, passou a designar também o conjunto da expressão cultural. Os tambores são o centro da celebração. Marcam o ritmo e convidam as pessoas a dançar. Muitos deles são feitos pelos próprios tocadores.
Dois ou três curimbós, além de instrumentos de sopro como flauta ou saxofone, banjo, maracas e milheiros ajudam a fazer a música do carimbó tradicional.
Em algumas rodas, aparecem ainda o triângulo, reco-reco, tambor de onça e outros instrumentos. Geralmente, as canções falam do lugar, da natureza, do trabalho e da vida de quem participa. Os versos são compostos por mestres e mestras que atuam como pescadores, agricultores, carpinteiros, pedreiros, entre outros ofícios.
Leve e pontuada por giros, a dança do Carimbó é executada por um casal de dançarinos. Eles realizam passos curtos, em movimentos circulares, sem se tocarem.
O modo de dançar, de se vestir e de organizar as festas varia a cada comunidade. A manifestação é realizada em festas entre amigos, encontros de bairro, celebrações religiosas e em festivais.
Em diversas localidades, o carimbó está ligado às festas de São Benedito, santo de grande devoção entre as comunidades negras da Amazônia. As celebrações são promovidas com frequência entre dezembro e janeiro e são momentos de fé, encontro e alegria.
O carimbó também está presente em festivais dedicados a ele, com participação de grupos de diversas regiões. Os eventos contam com as tradicionais apresentações, além trocas de saberes, oficinas e rodas de conversa.
Copiar o textoInscrições seguem até 30 de outubro de 2026
Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, publicou, nesta sexta-feira (2), o 2º Edital de Seleção para Fomento à Rede de Pontões Cultura Viva. Com investimento inicial de R$ 7,8 milhões, a iniciativa celebrará Termos de Compromisso Cultural com, no mínimo, 13 entidades da sociedade civil.
O objetivo é incentivar projetos de fortalecimento, formação, mobilização e sustentabilidade econômica de iniciativas culturais de base comunitária, além de conectar os Pontões de Cultura a outras ações e políticas públicas, principalmente nos campos da educação, saúde, direitos humanos, igualdade racial, mulheres, desenvolvimento social, meio ambiente, segurança alimentar, trabalho e renda.
Para viabilizar essa integração, o edital mobiliza o Sistema MinC e 21 órgãos públicos federais. Na perspectiva de ampliar os recursos destinados ao certame,
a SCDC já está em articulação com a Fundação Nacional de Artes (Funarte), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e os Ministérios das Mulheres (MM), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), da Saúde (MS) e da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
O aporte de recursos permitirá a convocação de entidades classificadas na Etapa de Seleção para as vagas do Cadastro de Reserva, o que poderá ocorrer ao longo da validade do edital (dois anos, prorrogável por igual período).
Além da destinação de recursos, os parceiros contribuem com a cooperação técnica, o intercâmbio de informações, a coordenação do processo seletivo junto à SCDC, contribuindo para o acompanhamento e o monitoramento dos projetos.
As parcerias contribuirão também para a implementação de Objetivos do Plano Plurianual (PPA) Participativo e alcance de resultados por meio dos planos, programas e políticas transversais dos parceiros com a da Política Nacional de Cultura Viva (PNCV), das Convenções da UNESCO e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Ao conectar as redes culturais com as redes de direitos e cidadania, a PNCV amplia as condições para o exercício dos direitos culturais e da cidadania cultural nos territórios, fortalecendo os Pontões de Cultura como espaços de participação, convivência, reconhecimento da diversidade e construção compartilhada da vida democrática.
O edital selecionará projetos em dois Eixos.:
O Eixo 1 é Regional/Territorial, que prevê sete categorias para seleção e realização dos projetos nas cinco regiões brasileiras e nos territórios do Arquipélago do Marajó (Pará) e da Bacia do Rio Doce (MG e ES).
Já o Eixo 2 é Nacional / Temático / Identitário e contempla 22 categorias para atuação em âmbito nacional em temas relacionados às ações estruturantes da Cultura Viva:
1. Culturas Tradicionais e Populares
2. Culturas dos Povos Indígenas
3. Culturas dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana
4. Culturas Urbanas e Periféricas
5. Territórios Rurais e Cultura Alimentar
6. Cultura Digital, Comunicação e Mídia Livre
7. Cultura Infância
8. Cultura e Linguagens Artísticas
9. Livro, Leitura e Literatura
10. Culturas das Águas, Campos e Florestas
11. Cultura, Meio Ambiente e Clima
12. Culturas Quilombolas
13. Cultura e Direito das Mulheres
14. Cultura, Memória e Patrimônio
15. Cultura e Economia Criativa, Solidária e Circular
16. Cultura e Saúde
17. Cultura e Direitos Humanos
18. Cultura, Adolescência e Juventude
19. Cultura e Audiovisual
20. Cultura e Sistema Prisional
21. Cultura, Juventude e Medidas Socioeducativas
22. Cultura e Direitos da População em Situação de Rua
Podem participar, as entidades que comprovem:
As iniciativas selecionadas deverão desenvolver seus projetos ao longo de 12 meses, com a realização de, no mínimo, quatro metas padronizadas. A primeira diz respeito à equipe central do projeto, com a participação de Agentes Jovens Cultura Viva e articulação com um Comitê Gestor composto por Pontos de Cultura da Rede.
As demais metas são: plano de comunicação, divulgação do projeto, e campanha educativa; formação e intercâmbio de conhecimentos; e mobilização da Rede, com o intuito de promover a troca de experiências e integrar Pontos e Pontões de Cultura, no âmbito nacional, regional, estadual e municipal junto a outras organizações interessadas.
As Inscrições serão abertas nesta sexta-feira (2), às 18h, e seguem até 30 de outubro de 2026, no Mapa da Cultura por meio do link:
https://mapa.cultura.gov.br/oportunidade/11685/#info
Antes de se inscrever, é importante verificar, principalmente, o Anexo 5, que é o guia com os regramentos para a elaboração do projeto.
Entidades interessadas no cadastro de reserva devem submeter suas propostas no prazo atual de inscrições para viabilizar a análise e eventual convocação futura, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira.
Atenção! Não haverá reabertura de prazos ao longo da vigência do edital.
O MinC promoverá duas reuniões virtuais para apresentar o edital e tirar dúvidas dos proponentes. Confira o cronograma:
Datas: 8 e 22 de outubro
Horário: 15h (horário de Brasília)
Onde assistir: Transmissão ao vivo pelo canal oficial do Ministério da Cultura no YouTube.
Sistema MinC
1. Gabinete da Ministra
2. Secretaria Executiva
3. Secretaria de Economia Criativa - SEC;
4. Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura - SEFLI;
5. Subsecretaria de Espaços e Equipamentos Culturais - SEEC;
6. Secretaria do Audiovisual - SAV;
7. Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM;
8. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN;
9. Fundação Cultural Palmares - FCP; e
10. Fundação Nacional de Artes - Funarte.
Órgãos federais:
1. Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República - SECOM/PR;
2. Ministério das Mulheres - MM;
3. Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar – MDA;
4. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA/MDA;
5. Ministério da Igualdade Racial - MIR;
6. Ministério da Ciência, tecnologia e Inovação - MCTI;
7. Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome - MDS;
8. Ministério dos Povos Indígenas - MPI;
9. Fundação Nacional dos Povos Indígenas - FUNAI/MPI;
10. Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima - MMA;
11. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio;
12. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania - MDHC;
13. Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;
14. Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte - MEMP;
15. Ministério das Cidades - MCIDADES;
16. Ministério da Educação - MEC;
17. Ministério da Justiça e Segurança Pública - MJSP;
18. Conselho Nacional de Justiça - CNJ/MJSP;
19. Ministério da Pesca e Aquicultura - MPA;
20. Ministério da Saúde - MS; e
21. Ministério do Esporte - ME
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Baixar áudioCom o objetivo de apresentar as demandas do empresariado nacional ao debate presidencial do segundo turno, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) promoveu, nesta terça-feira (13), em São Paulo, mais uma edição do Encontro do Associativismo, com a presença do senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro.
O evento reuniu 40 representantes de federações e associações comerciais de 17 estados para discutir propostas voltadas à melhoria do ambiente de negócios e à retomada econômica.
Na ocasião, Flávio Bolsonaro destacou a importância do associativismo para enfrentar os desafios da economia brasileira. O candidato defendeu a desburocratização, o incentivo aos empreendedores e às micro e pequenas empresas, o aumento da produtividade e a redução da estrutura do Estado.
"O centro do meu governo vai ser o cidadão e a cidadã brasileira. Eu vou investir neles, e eu aposto na economia da produtividade. Vou precisar de todas as federações aqui para investir na qualificação dos brasileiros", disse.
"Vamos fazer tesouraço em impostos, sim! Vamos fazer tesouraço nessa burocracia: no primeiro dia já está pronto o decreto para revogar mais de mil atos normativos desse governo que só criaram burocracia e serviram para achacar os empreendedores deste país", acrescentou o candidato do PL.
Durante o evento, o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, destacou a participação das entidades empresariais e a união das associações comerciais. Ele também citou um programa elaborado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do Instituto de Economia e da Fundação Internacional para a Liberdade, voltado aos micro e pequenos empreendedores do país. Entre as pautas defendidas estão a implantação do voto distrital, a defesa do Simples Nacional e a responsabilidade fiscal.
"Grande parte da nossa rede está aqui representada, mas junto conosco estão várias entidades empresariais depositando confiança que as mudanças virão. Fizemos um programa, um projeto do Brasil de amanhã. Um programa para que se possa examinar as pautas prioritárias dos empreendedores deste Brasil, dos micro e pequenos empreendedores que nós representamos", afirmou Cotait, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e a Associação Comercial de São Paulo.
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Presente no encontro, a porta-voz econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que "a economia é uma ciência, não é uma ideologia". Ela também criticou a carga tributária e a burocracia e declarou que o país aumentou ou criou mais de 30 impostos para cobrir despesas em Brasília. Segundo a economista, esses fatores prejudicam a atividade produtiva e contribuem para as dificuldades enfrentadas pelas empresas, incluindo os pedidos de recuperação judicial.
"Não há outro caminho que não seja expandir a produtividade, tirar do Estado o cabresto de quem produz riqueza, e o Brasil parar de sustentar Brasília. Ninguém aguenta mais sustentar Brasília, a burocracia, e os impostos que estão sufocando o Brasil", acrescentou.
Para o presidente da Associação Comercial do Pará, Izan Anijar, o setor produtivo tem enfrentado dificuldades nos últimos anos devido à piora do ambiente de negócios. Ele defendeu a participação ativa dos empresários na política para buscar soluções para os problemas do setor.
"O setor produtivo tem sofrido demais com tudo o que está acontecendo nos últimos três, quatro anos. A excessiva carga tributária, a possibilidade da colocação, a partir de janeiro, do split payment. Ou seja, vamos antecipar o imposto. São muitas coisas que têm acontecido nos últimos tempos que têm propiciado esse ambiente muito ruim", afirmou Izan Anijar.
A importância de mobilizar o setor produtivo para apresentar as demandas da agricultura, da indústria e dos serviços aos candidatos foi destacada por Márcio Bragança, presidente da Associação Comercial e Industrial do Amapá e da federação estadual.
"Achei a importância muito grande para o nosso Brasil, até porque para mostrar nossos interesses perante a agricultura, a indústria, serviços, e verificar qual é a proposta dele para nós, que somos da área empresarial", pontuou Márcio Bragança.
Ao defender avanços em pautas como logística, modais de transporte e reforma tributária, Maurício Cabral, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (RJ), ressaltou a importância da representação empresarial no debate eleitoral.
"A importância de estarmos representados é mostrar a força do empresariado nessa pauta tão importante, neste momento em que se está pleiteando a presidência deste país", afirmou Maurício Cabral. Ele também destacou a necessidade de investimentos em ferrovias, portos, rodovias e aeroportos para impulsionar o desenvolvimento econômico.
Já o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, Célio Bernardi, destacou a união do associativismo como instrumento de transformação e a importância da participação política para definir os rumos do país.
"Mostra o fortalecimento da nossa classe empresarial, união do associativismo como ferramenta de transformação. E, um momento como este nos dá a oportunidade de, unidos, mostrar o norte e a direção que nós queremos para o nosso país", afirmou Célio Bernardi, que também apontou a necessidade de priorizar pautas relacionadas à simplificação tributária e trabalhista.
Na avaliação de José Carlos Barbieri, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (PR), o momento exige participação ativa da sociedade nas discussões sobre o futuro do país.
"Nós estamos num momento extremamente importante do Brasil, que é o momento de termos uma ação de cidadão, um momento de cidadania. E nós do associativismo, as nossas associações comerciais, federações e a Confederação, não podemos ficar de fora de um momento como este, porque nós temos que discutir o futuro do Brasil", afirmou Barbieri, que destacou a importância da atuação conjunta das entidades empresariais para impulsionar o desenvolvimento nacional.
As edições anteriores do Encontro do Associativismo receberam Romeu Zema, Augusto Cury e Ronaldo Caiado. A participação de Flávio Bolsonaro dá continuidade à iniciativa, que abre espaço para a apresentação de propostas e a discussão das demandas de empresários e lideranças associativistas. A CACB convidou os dois candidatos que disputam a presidência neste segundo.
O encontro reuniu presidentes de federações estaduais de diversas regiões do país, incluindo Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. A mobilização contou ainda com lideranças de associações comerciais locais.
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Baixar áudioPrestes a completar 90 anos de história, celebrados em janeiro de 2027, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia vinculada Ministério da Cultura (MinC), é responsável pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. A entidade atua na proteção e promoção de bens culturais, contribuindo para que permaneçam acessíveis às gerações presentes e futuras.
O Iphan também é responsável pela conservação, salvaguarda e monitoramento dos bens culturais brasileiros reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A atuação está relacionada às convenções internacionais sobre o patrimônio mundial, de 1972, e sobre o patrimônio cultural imaterial, de 2003.
O Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, é o marco legal que organizou a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional e fundamentou a criação do Iphan. A autarquia foi instituída em 13 de janeiro do mesmo ano, por meio da Lei nº 378, e tem sua atuação orientada por leis e normas que foram ampliados e atualizadas ao longo de sua história. A Constituição Federal de 1988 é um dos principais referenciais para a política de preservação do patrimônio cultural no país.
Atualmente, o Brasil conta com 1.236 bens tombados, 602 bens ferroviários valorados, mais de 42 mil sítios arqueológicos cadastrados e 67 bens culturais imateriais registrados.
O Conselho Consultivo do Iphan define o que deve ser reconhecido como Patrimônio. Hoje conta com o maior número de representantes da sociedade civil de sua história, incluindo representantes de povos indígenas e quilombolas.
Em 23 de novembro de 2023, o Iphan publicou portaria que regulamenta o tombamento de territórios quilombolas e torna mais ágil e simplificado o processo de reconhecimento desses bens. Atualmente, mais de 30 comunidades quilombolas estão em processo de reconhecimento.
Até 2026, pelo Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o Instituto destinará R$ 771 milhões para a execução de 249 ações, entre projetos e obras de preservação do Patrimônio Cultural em todo o Brasil.
Já na área do patrimônio imaterial, o Iphan consolidou a retomada da Política de Salvaguarda dos bens registrados como Patrimônio Cultural do Brasil e retomou o Edital do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI). Foram R$ 44 milhões investidos entre 2023 e 2026 para fomentar e salvaguardar manifestações, saberes e referências culturais.
O Iphan também é atualmente uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), fortalecendo a pesquisa, a produção de conhecimento e a inovação.
A estrutura do Iphan está presente nas 27 Unidades da Federação, por meio de Superintendências estaduais. A autarquia conta ainda com 37 Escritórios Técnicos, a maioria instalada em cidades que possuem conjuntos urbanos tombados, conhecidas como Cidades Históricas.
Possui ainda seis Unidades Especiais. Quatro estão no Rio de Janeiro: Centro Lucio Costa, Sítio Roberto Burle Marx, Paço Imperial e Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. As outras duas ficam em Brasília: Centro Nacional de Arqueologia e Centro de Documentação do Patrimônio.
O artigo 216 da Constituição Federal define como patrimônio cultural brasileiro as formas de expressão e os modos de criar, fazer e viver. Também estão incluídas as criações científicas, artísticas e tecnológicas; obras, objetos, documentos, edificações e espaços destinados às manifestações artístico-culturais.
A definição constitucional abrange ainda conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
Os artigos 215 e 216 reconhecem bens culturais de natureza material e imaterial e estabelecem instrumentos para sua preservação, como o registro, o inventário e o tombamento.
Copiar o textoInflação acumula alta de 3,95% em 2026 e de 4,58% nos últimos 12 meses, segundo o IBGE
Baixar áudioO Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no Brasil, registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, após queda de 0,32% em agosto. A variação representa um avanço de 1,14 ponto percentual em relação ao mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação acumula alta de 3,95% no ano e de 4,58% nos últimos 12 meses, acima dos 4,22% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, o índice havia sido de 0,48%.
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE apresentaram alta de preços em setembro. O grupo Habitação registrou a maior variação, de 2,31%, e o maior impacto sobre o índice geral, com contribuição de 0,35 ponto percentual. Na sequência, apareceram Transportes, com alta de 0,89%, e Alimentação e bebidas, com avanço de 0,83%. Ambos contribuíram com 0,18 ponto percentual para o resultado do mês.
A energia elétrica residencial subiu 7,98% em setembro de 2026, tornando-se o item com maior impacto individual sobre o IPCA, com contribuição de 0,32 ponto percentual. O aumento ocorreu no contexto do fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas emitidas em agosto, e da continuidade da bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 à conta de luz a cada 100 kWh consumidos.
Também foram incorporados reajustes nas tarifas de energia elétrica em Belém (6,63%), São Luís (5,42%) e Vitória (6,89%). Em sentido contrário, houve redução nas tarifas em Rio Branco (-5,20%) e Fortaleza (-6,65%), a partir de 26 de agosto. Segundo o IBGE, as quedas estão relacionadas à incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP), aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Ainda no grupo Habitação, o gás encanado registrou alta de 0,05%, influenciado pelos reajustes de 10,21% em Curitiba e de 1,80% no Rio de Janeiro, ambos vigentes desde 1º de agosto. Já a taxa de água e esgoto subiu 0,13%, refletindo o reajuste de 6,94% em Vitória, em vigor desde 1º de setembro.
O grupo Alimentação e bebidas apresentou alta de 0,83% em setembro, após três meses consecutivos de recuo. A alimentação no domicílio subiu 0,96%, pressionada principalmente pelo aumento do tomate (37,76%), da batata-inglesa (24,07%), da cebola (10,14%), do arroz (4,56%) e das carnes (0,63%).
Entre os produtos que ficaram mais baratos, destacaram-se o frango inteiro (-1,96%), o frango em pedaços (-1,41%) e as frutas (-1,12%).
A alimentação fora do domicílio também apresentou aceleração, passando de 0,36% em agosto para 0,48% em setembro. O item refeição subiu de 0,18% para 0,49% no período. Já o lanche desacelerou, passando de 0,62% para 0,47%.
O grupo Transportes registrou alta de 0,89% em setembro, influenciado pelo aumento de 9,66% nas passagens aéreas e pela elevação de 1,41% nos combustíveis.
Entre os combustíveis, os maiores aumentos foram observados no etanol (3,16%), no óleo diesel (1,69%), na gasolina (1,21%) e no gás veicular (0,10%). O subitem táxi teve variação de 0,20%, considerando o reajuste de 8,42% nas tarifas em Belo Horizonte, vigente desde 8 de agosto.
Nos demais grupos pesquisados, Vestuário registrou alta de 0,71%; Comunicação, de 0,64%; Artigos de residência, de 0,27%; e Despesas pessoais, de 0,26%. As menores variações foram observadas em Saúde e cuidados pessoais (0,08%) e Educação (0,04%).
Entre as regiões pesquisadas, a cidade de Vitória apresentou a maior variação do IPCA em setembro, com alta de 1,08%. O resultado foi influenciado pelo aumento de 10,85% na energia elétrica residencial e de 43,19% no tomate.
A menor variação foi registrada em Rio Branco (0,53%), onde as quedas nas passagens aéreas (-14,13%) e nos ovos de galinha (-7,40%) contribuíram para conter o índice.
Nas demais regiões, as variações foram de 1,07% em Goiânia, 1,05% em Belo Horizonte, 0,96% em Porto Alegre, 0,89% em Brasília, 0,83% em São Paulo, 0,82% em São Luís, 0,77% no Rio de Janeiro, 0,74% em Salvador, 0,65% em Recife, 0,64% em Campo Grande, 0,63% em Curitiba, 0,62% em Belém, 0,57% em Fortaleza e 0,55% em Aracaju.
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e considera famílias com rendimentos monetários de um a 40 salários mínimos, independentemente da fonte de renda. A pesquisa abrange dez regiões metropolitanas, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.
Para o cálculo de setembro de 2026, foram comparados os preços coletados entre 1º e 29 de setembro de 2026 com os preços vigentes entre 31 de julho e 31 de agosto de 2026.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) também registrou alta de 0,82% em setembro de 2026, avanço de 1,14 ponto percentual em relação à queda de 0,32% observada em agosto. O indicador acumula alta de 4,01% no ano e de 4,29% nos últimos 12 meses, acima dos 3,98% registrados no período imediatamente anterior. Em setembro de 2025, a taxa havia sido de 0,52%.
Os produtos alimentícios passaram de uma queda de 0,34% em agosto para uma alta de 0,80% em setembro. Já os produtos não alimentícios saíram de -0,31% para 0,83% no mesmo período.
Regionalmente, a maior variação do INPC foi registrada em Belo Horizonte (1,09%), influenciada pelas altas da energia elétrica residencial (6,53%) e da gasolina (3,79%). A menor variação ocorreu em Fortaleza (0,59%), onde as quedas do frango inteiro (-6,44%) e da roupa feminina (-2,39%) contribuíram para o resultado.
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979 e considera famílias com rendimentos monetários de um a cinco salários mínimos, cujo responsável pelos rendimentos é assalariado. A coleta de preços para o índice de setembro ocorreu entre 1º e 29 de setembro de 2026.
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Baixar áudioO boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 8 de outubro, apontou Alagoas, Roraima e Sergipe como os três estados do país que reúnem, ao mesmo tempo, incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco e sinal de crescimento na tendência das últimas seis semanas, com dados até a Semana Epidemiológica 39.
Segundo a Fiocruz, o aumento de casos nesses estados é puxado principalmente pela faixa etária de crianças e adolescentes. Em Alagoas e em Sergipe, o crescimento está associado à circulação do metapneumovírus. Já em Roraima, o vírus responsável pela alta ainda não foi identificado com precisão pelos pesquisadores.
Além dos três estados com sinal de crescimento, o boletim também aponta Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina em nível de alerta ou risco para SRAG, mas sem a mesma tendência de alta sustentada ao longo de seis semanas identificada em Alagoas, Roraima e Sergipe.
Entre as capitais, Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória aparecem com incidência em nível de alerta, risco ou alto risco e sinal de crescimento.
No conjunto do país, o número de casos de SRAG está estável ou oscilando há seis semanas, mas com sinal de crescimento de curto prazo nas últimas três semanas. O Rinovírus, o metapneumovírus e o Sars-CoV-2 (causador da covid-19) estão em alta no país, embora os casos graves de covid-19 continuem em patamar baixo. Já influenza B e VSR (vírus sincicial respiratório) seguem em queda, e a influenza A permanece estável em nível baixo.
Olhando por faixa etária, o boletim identifica uma leve retomada de casos entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, enquanto os demais grupos etários seguem estáveis.
Desde o início de 2026, o país já notificou 161.053 casos de SRAG. Desses, 86.534 (53,7%) tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório, 58.143 (36,1%) tiveram resultado negativo e cerca de 7.270 (4,5%) ainda aguardavam resultado até a divulgação do boletim.
Entre os casos positivos no acumulado do ano, o VSR responde por 40%, o rinovírus por 32,5%, a influenza A por 16,2%, a influenza B por 5,5% e o Sars-CoV-2 por 3,8%.
Na média das últimas oito semanas, a incidência de SRAG é maior entre crianças menores de 2 anos, principalmente associada a rinovírus, VSR e metapneumovírus. Já a mortalidade é mais alta entre pessoas com 65 anos ou mais, puxada sobretudo por VSR, rinovírus e influenza A, vírus que também respondem pela maior parte das mortes em crianças pequenas.
A Fiocruz reforça a importância de grupos prioritários manterem a vacinação contra a Covid-19 em dia. Gestantes também devem tomar a vacina contra o VSR, disponível para esse público como forma de proteção tanto da mãe quanto do bebê.
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Baixar áudioO El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, deve afetar o Brasil de formas diferentes no período entre 2026/2027. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o fenômeno exige estratégias diferentes para a agropecuária nas cinco regiões do país. Para o Centro-Oeste, a orientação é antecipar medidas para reduzir os efeitos da seca.
Na região, os estados de Mato Grosso e Goiás apresentam o maior risco de seca, enquanto no sul de Mato Grosso do Sul a chuva deve ocorrer com maior intensidade.
Além da seca, Mato Grosso e Goiás, bem como o Distrito Federal, devem enfrentar atraso no início das chuvas e ondas de calor.
As informações fazem parte de uma das cinco notas técnicas lançadas pela Embrapa, com orientações para as diferentes regiões do país e recomendações para a gestão de riscos climáticos associados ao El Niño 2026/2027.
A nota técnica alerta que a região central do Brasil pode passar por um período crítico entre setembro e novembro e entre novembro de 2026 e janeiro de 2027 – sendo este último o período mais seco.
Conforme a empresa, o atraso das primeiras chuvas pode comprometer a condição para a semeadura da safra de verão.
Confira os detalhes de cada período:
Em Mato Grosso e Goiás, os riscos incluem atraso do plantio, déficit hídrico e impactos sobre a cultura em sucessão à soja, como o milho e o algodão safrinha. A Embapa informa que no Distrito Federal as orientações gerais devem ser aliadas às destinadas às culturas produzidas na região. Já o estado de Mato Grosso do Sul apresenta situação distinta das outras UFs. A parte sul-grossense tende a ter chuvas acima da média na primavera, no entanto, isso não exclui a possibilidade de veranicos durante a safra.
A Embrapa orienta que os agropecuaristas não esperem condições adversas para agir. Além do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), as medidas que podem ser tomadas de uma forma geral incluem aguardar condições adequadas de umidade antes da semeadura e manter o solo coberto. Outras orientações gerais abrangem recorrer à irrigação quando houver segurança hídrica e acompanhar as previsões climáticas de forma contínua.
Em nota, o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (MS) e líder da plataforma regional do Centro-Oeste, Rodrigo Garcia, mesmo com previsão de adversidades climáticas, o setor produtivo trabalha com a perspectiva de produtividades elevadas, considerando os investimentos em tecnologia.
Confira as orientações da Embrapa para cada tipo de cultivo na Região Centro-Oeste:
Soja e milho
Algodão
Arroz de terras altas
Feijão
Cana-de-açúcar
Em relação às pastagens e à pecuária, os agropecuaristas devem ajustar a lotação dos animais à capacidade de suporte das pastagens. Os produtores também devem manter reservas de forragem e garantir água e sombra.
Para o Pantanal, a recomendação é acompanhar conjuntamente as chuvas, os níveis dos rios e as condições hidrológicas, além da prevenção contra incêndios.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), disponibilizaram uma página online com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira.
A iniciativa busca apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do plantio ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
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Baixar áudioFlávio Bolsonaro (PL) inicia a disputa do segundo turno da eleição presidencial de 2026 à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 52,2% dos votos válidos, contra 47,8% do petista. Os números são resultado de uma média de seis pesquisas nacionais divulgadas após o primeiro turno, calculada pela Opinião Inteligência Política.
A análise, atualizada em 11 de outubro, indica que a vantagem do candidato também é sustentada por projeções feitas a partir do resultado das urnas e das tendências de transferência de votos dos candidatos eliminados.
O estudo reúne dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e levantamentos dos institutos AtlasIntel, Datafolha, PoderData, Vox Brasil, Ipespe e DataTrends, realizados entre 3 e 9 de outubro. A pesquisa também utilizou dados da Quaest, mas para medir a transferência de votos dos candidatos eliminados.
Segundo a análise, a projeção baseada no resultado do primeiro turno coloca Flávio Bolsonaro entre 51,5% e 52,1% dos votos válidos, dependendo da distribuição dos votos dos candidatos que ficaram fora da disputa. O resultado é próximo da média de 52,2% registrada pelas pesquisas mais recentes.
Apesar da convergência, a Opinião ressalta que as duas estimativas utilizam parte das mesmas pesquisas como referência e, portanto, não representam confirmações independentes, nem um piso garantido.
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, com 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47% dos válidos. Lula recebeu 53,9 milhões, ou 45,2%. Os demais candidatos somaram 9,3 milhões de votos, correspondentes a 7,8%.
Considerando apenas os votos recebidos pelos dois finalistas, Flávio já havia conquistado 51%, contra 49% de Lula. A diferença foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.
De acordo com a Opinião, essa vantagem inicial é determinante para compreender o cenário do segundo turno. Mesmo que os eleitores dos candidatos eliminados se dividissem igualmente entre os dois concorrentes, Flávio permaneceria com 51% dos votos válidos.
A avaliação é que a transferência dos votos dos candidatos derrotados pode ampliar ou reduzir a diferença, mas, nas hipóteses examinadas, não seria suficiente para inverter a liderança, desde que os eleitores dos dois finalistas mantenham suas escolhas.
A análise considera diferentes cenários de transferência dos 9,3 milhões de votos recebidos pelos candidatos eliminados.
No levantamento do Datafolha, realizado entre 6 e 8 de outubro, 46% dos eleitores de Ronaldo Caiado, Renan Santos, Romeu Zema e Augusto Cury declararam intenção de votar em Flávio Bolsonaro no segundo turno, enquanto 32% optaram por Lula. Outros 15% afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
Aplicada ao resultado do primeiro turno, essa distribuição levaria Flávio a 51,5% dos votos válidos.
Outras hipóteses analisadas pela Opinião também favorecem o candidato. Em um cenário no qual dois terços dos votos transferidos vão para Flávio e um quarto dos eleitores dos eliminados anula o voto, a projeção chega a 51,9%.
Na hipótese baseada em levantamento da Quaest, com 70% dos votos definidos destinados a Flávio e um terço dos eleitores anulando o voto, o candidato do PL alcançaria 52%.
Já a distribuição identificada pela AtlasIntel entre eleitores de Caiado, de 54,9% para Flávio e 26,9% para Lula, produziria uma estimativa de 52,1%, conforme o modelo do estudo.
Das seis pesquisas consideradas na análise, realizadas após o primeiro turno, cinco colocam Flávio Bolsonaro com pelo menos 52% dos votos válidos. A exceção é o levantamento da Vox Brasil, que indica 49,1% para o candidato e vantagem de Lula.
A média calculada pela Opinião considera o tamanho das amostras e a data de realização dos levantamentos, atribuindo pesos diferentes às pesquisas.
Na comparação com as últimas sondagens realizadas antes do primeiro turno, Flávio avançou 2,9 pontos percentuais na AtlasIntel, 2,5 pontos no Datafolha, 3 pontos no PoderData e 3,1 pontos no DataTrends.
Na Vox Brasil, por outro lado, o candidato recuou 2,5 pontos, passando de 51,6% para 49,1%. O Ipespe não apresentou uma rodada anterior comparável.
A principal conclusão estratégica da análise é que a transferência dos votos dos candidatos eliminados, isoladamente, não seria suficiente para garantir uma virada de Lula nos cenários considerados.
Para reverter a vantagem, o presidente precisaria mobilizar eleitores que não participaram do primeiro turno ou conquistar pessoas que votaram em Flávio Bolsonaro.
A Opinião Inteligência Política conclui que os dois caminhos utilizados no estudo — a projeção baseada nas urnas e a média das pesquisas — apontam para uma vantagem numérica de Flávio Bolsonaro no início do segundo turno.
A diferença está na intensidade dessa vantagem e nas condições necessárias para que cada resultado se concretize.
O levantamento ressalta que as projeções de transferência partem de duas premissas: os eleitores de Lula e Flávio manteriam seus votos do primeiro turno e o comparecimento às urnas permaneceria inalterado. Mudanças nessas condições podem modificar o resultado. Por isso, a consultoria classifica os cálculos como estimativas, e não como previsão eleitoral.
Copiar o textoCafé arábica e robusta registram alta, enquanto milho apresenta queda de 2,61%
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (14) em alta de 1,01%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.547,22 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve valorização de 1,03%, sendo comercializado a R$ 971,18.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 1.547,28 | 1,01% | -1,88% | 308,10 |
| 09/10/2026 | 1.531,88 | -0,85% | -2,85% | 307,30 |
| 08/10/2026 | 1.544,99 | -1,38% | -2,02% | 307,58 |
| 07/10/2026 | 1.566,59 | -0,15% | -0,65% | 312,69 |
| 06/10/2026 | 1.568,95 | 0,02% | -0,50% | 315,05 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 971,18 | 1,03% | -1,45% | 193,38 |
| 09/10/2026 | 961,31 | 0,57% | -2,45% | 192,84 |
| 08/10/2026 | 955,89 | -1,46% | -3,00% | 190,30 |
| 07/10/2026 | 970,02 | -0,71% | -1,57% | 193,62 |
| 06/10/2026 | 976,94 | 1,13% | -0,87% | 196,17 |
O preço do açúcar cristal apresenta valorização de 0,50% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 123,78.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 123,78 | 0,50% | 2,20% | 24,65 |
| 09/10/2026 | 123,16 | 0,46% | 1,68% | 24,71 |
| 08/10/2026 | 122,60 | 0,02% | 1,22% | 24,41 |
| 07/10/2026 | 122,58 | 0,00% | 1,21% | 24,47 |
| 06/10/2026 | 122,58 | -0,16% | 1,21% | 24,62 |
Em Santos (SP), houve aumento de 4,15%, e a mercadoria é negociada a R$ 138,51 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 138,51 | 4,15% | 10,26% | 27,65 |
| 09/10/2026 | 132,99 | -0,20% | 5,87% | 26,66 |
| 08/10/2026 | 133,25 | -2,38% | 6,07% | 26,59 |
| 07/10/2026 | 136,50 | 1,10% | 8,66% | 27,34 |
| 06/10/2026 | 135,02 | -0,54% | 7,48% | 27,17 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 65,59 após desvalorização de 2,61%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 65,59 | -2,61% | -4,49% | 13,06 |
| 09/10/2026 | 67,35 | 0,25% | -1,92% | 13,51 |
| 08/10/2026 | 67,18 | -0,09% | -2,17% | 13,37 |
| 07/10/2026 | 67,24 | 0,01% | -2,08% | 13,42 |
| 06/10/2026 | 67,23 | -0,04% | -2,10% | 13,50 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoBoi gordo registra leve alta, enquanto carcaça suína especial tem valorização de 5,60% em São Paulo
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,05% nesta quarta-feira (14). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 378,00.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 378,00 | 0,05% | 3,76% | 75,27 |
| 09/10/2026 | 377,80 | 0,40% | 3,71% | 75,79 |
| 08/10/2026 | 376,30 | 0,05% | 3,29% | 74,92 |
| 07/10/2026 | 376,10 | 0,76% | 3,24% | 75,07 |
| 06/10/2026 | 373,25 | 0,08% | 2,46% | 74,95 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,39 e o do resfriado a R$ 8,41.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 8,39 | 0,12% | 1,08% |
| 09/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
| 08/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
| 07/10/2026 | 8,38 | 0,72% | 0,96% |
| 06/10/2026 | 8,32 | 0,00% | 0,24% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 8,41 | 0,24% | 1,20% |
| 09/10/2026 | 8,39 | -0,12% | 0,96% |
| 08/10/2026 | 8,40 | 0,00% | 1,08% |
| 07/10/2026 | 8,40 | 0,84% | 1,08% |
| 06/10/2026 | 8,33 | 0,00% | 0,24% |
A carcaça suína especial apresenta valorização de 5,60% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,99.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Rio Grande do Sul, onde o animal é comercializado a R$ 5,75.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | MG - posto | 6,95 | 4,20% | 13,19% |
| 13/10/2026 | PR - a retirar | 5,89 | 1,90% | 9,68% |
| 13/10/2026 | RS - a retirar | 5,75 | 0,35% | 9,11% |
| 13/10/2026 | SC - a retirar | 5,82 | 1,75% | 10,86% |
| 13/10/2026 | SP - posto | 6,63 | 1,22% | 14,71% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | MG - posto | 6,95 | 4,20% | 13,19% |
| 13/10/2026 | PR - a retirar | 5,89 | 1,90% | 9,68% |
| 13/10/2026 | RS - a retirar | 5,75 | 0,35% | 9,11% |
| 13/10/2026 | SC - a retirar | 5,82 | 1,75% | 10,86% |
| 13/10/2026 | SP - posto | 6,63 | 1,22% | 14,71% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoA presidente do Conselho de Administração do Instituto Diálogos, a senadora Tereza Cristina, alertou para o risco de haver inconsistência e demora na regulamentação da lei 15.506/2026, que instituiu a política nacional de minerais críticos e estratégicos, na abertura do seminário “Minerais Críticos: da Nova Lei à Transformação Industrial”, em Brasília. “A lei é um avanço e seu processo de regulamentação uma oportunidade para o estabelecimento de um marco legal moderno e flexível”. A senadora avalia que a cadeia da indústria com base nos minerais críticos “identifica na regulamentação a base para integrar a política mineral e a política industrial”, com atenção aos instrumentos favoráveis ao investimento, ao estímulo à pesquisa, desenvolvimento de tecnologia e inserção internacional.
Organizado pelo Instituto Diálogos, o encontro aconteceu dia 8 de outubro e debateu a oportunidade de industrializar os minerais críticos em território brasileiro, colocando frente a frente setor público, empresários e especialistas do setor mineral. Tereza Cristina disse que o evento levará a outros seminários em torno do mesmo tema e, ao final, “pretendemos dispor de uma interpretação madura, nascida de consensos sobre como superar os desafios e construir projetos nacionais consistentes”.
Os painelistas e moderadores debateram os rumos para o Brasil se capacitar a industrializar minerais críticos e abordaram a necessidade de cooperação e acordos comerciais com outros países para desenvolver tecnologias e cadeias industriais, mas em um horizonte de competitividade global para as empresas produtoras. Países e blocos econômicos desenham seus próprios modelos para desenvolver cadeias industriais de minerais críticos e o Brasil precisa estabelecer o seu modelo, disseram. O avanço dos projetos de terras raras, sustentaram os participantes, depende de uma combinação entre segurança jurídica, financiamento, desenvolvimento tecnológico e uma política industrial capaz de criar demanda para os minerais produzidos no país.
Para o diretor-executivo da Associação de Minerais Críticos (AMC), Frederico Bedran, há a necessidade de conciliar o controle estatal sobre projetos considerados estratégicos com previsibilidade para investidores. “O Brasil tem diversos projetos em desenvolvimento e não pode criar um processo de análise que transforme o novo Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, vinculado à Presidência da República, em um gargalo, já que poderá interferir nos investimentos e negócios da iniciativa privada”. Sobre a regulamentação da política nacional, ele avaliou que “operacionalizar as novas regras não vai ocorrer em menos de um ano ou um ano e meio”, um prazo extenso para ele, e isso gera incertezas dos investidores para a tomada de decisão de fazer aportes no Brasil. Tanto Frederico Bedran quanto Pablo Cesário, diretor de Relações Institucionais e diretor-presidente interino do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), disseram que a regulamentação precisa considerar as particularidades de cada cadeia mineral. Para Pablo Cesário, “não é a mesma coisa falar de cobre, de lítio ou de terras raras. Há negócios diferentes dentro desse conjunto e vamos ter que ter ferramentas específicas para cada um dos minerais”.
A Aclara admite a possibilidade de realizar separação de terras raras no Brasil, mas, também, cobra agilidade para a regulamentação. O vice-presidente-executivo da Aclara Resources, José Augusto Palma, afirmou que a companhia poderá implantar no Brasil uma tecnologia de separação e refino de terras raras, ainda em fase de desenvolvimento. “Essa iniciativa depende da evolução dos projetos de mineração e, posteriormente, da formação de fornecedores, qualificação de mão de obra, desenvolvimento tecnológico e conexão com o mercado consumidor. Desenvolver a tecnologia e os processos para criar uma cadeia de suprimentos e ser competitivo (no mercado global) é um processo que não ocorre da noite para o dia”, afirmou. A Aclara projeta dar início à produção comercial de terras raras em Goiás, a partir de 2028.
Marisa Cesar, diretora de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da PLS Brasil e presidente do Conselho de Administração da AMC, ressaltou que antes de se falar em refinar a produção de minerais críticos no país, é preciso alcançar a produção mineral em escala. Sem uma escala mínima, não há como “justificar ter uma planta de midstream, porque a conta não fecha”. Midstream é a etapa da cadeia que transforma o mineral extraído em materiais processados, refinados ou separados, aptos a abastecer a indústria de produtos finais.
O governo federal foi representado por Anderson Barreto Arruda, diretor do Departamento de Transformação e Tecnologia Mineral e substituto do secretário nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia. Aos empresários que atuam com minerais críticos, Arruda disse que o governo pretende “olhar cada um dos projetos e verificar quais deles são estratégicos não só para os acionistas, mas para o país, e fazer com que esses projetos saiam do papel num prazo o mais rápido possível’. Arruda explicou que o interesse do governo federal é, de alguma forma, ter um olhar estratégico sobre os ativos minerários. “Hoje não há uma inteligência comercial do setor. O governo, o Estado brasileiro, não conhece, não detém informações sobre as transações comerciais (de minerais). Simplesmente, o governo, toma conhecimento das transações comerciais do setor mineral pela imprensa. E muitas vezes a gente perde a oportunidade, inclusive, de induzir um investimento para uma determinada cadeia que a gente gostaria”, disse.
Em resposta a Arruda, Frederico Bedran, da AMC, disse que o Estado brasileiro merece conhecer todas as transações e isso pode ser feito mediante a organização de um cadastro- base dos projetos minerários.
Para Marcos Berton, gerente de Tecnologia e Inovação e pesquisador-chefe do Instituto SENAI de Inovação em Eletroquímica, o desafio brasileiro é transformar o conhecimento e os recursos minerais em uma indústria capaz de competir em mercados específicos. Ele elogiou a programação do seminário organizado pelo Instituto Diálogos: “pela primeira vez, estamos falando de transformação industrial, de como saímos da produção mineral e transformamos esse movimento em uma indústria”. Berton destacou iniciativas para desenvolver no Brasil uma cadeia de produção de baterias de íons de lítio, mas defendeu maior coordenação dos esforços. “Falta uma coordenação nacional para conduzir isso, para direcionar. Temos que ter foco”, disse. O Brasil precisa transformar seus recursos em capacidade industrial e tecnológica.
Ao final dos debates, ficou o consenso de que o Brasil tem uma oportunidade estratégica para ampliar sua participação nas cadeias globais de minerais críticos, mas precisa transformar seus recursos em capacidade industrial e tecnológica. Para isso, são necessários investimentos de longo prazo em pesquisa, inovação e infraestrutura, além de maior coordenação entre governo, empresas e centros de pesquisa e de parcerias com países que já dominam tecnologias específicas. A criação de hubs de transformação mineral também foi apontada como uma alternativa para reunir empresas e tecnologia, ampliar a agregação de valor e acelerar o desenvolvimento dessas cadeias no país.
Também participaram do seminário Rafaela Guedes, economista, Senior Fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI); Larissa Wachholz, sócia da consultoria Vallya e Senior Fellow do CEBRI; Caique Souza, consultor da Vallya; Júlio Nery, diretor de Assuntos Minerários e Sustentabilidade do IBRAM; Rodrigo Toledo Cabral Cota, servidor público do Senado Federal especialista no setor mineral; Fernando Camargo, diretor-presidente do Instituto Diálogos e Inácio Muzzi, diretor do Instituto. Na plateia, que lotou o auditório, estavam personalidades e autoridades, como o deputado federal Arnaldo Jardim, que relatou o projeto de lei 2.780/2024 que deu origem à política pública de minerais críticos; o ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a ex-ministra Izabella Teixeira, entre outros. O seminário teve o patrocínio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) por meio do Sistema Senar CNA.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (14) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta recuo de 0,22%, com a saca negociada a R$ 147,98. Em Paranaguá, desvalorização de 0,39%, levando a cotação para R$ 154,15.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 147,98 | -0,22% | -4,47% | 29,47 |
| 09/10/2026 | 148,31 | 0,11% | -4,26% | 29,75 |
| 08/10/2026 | 148,14 | 0,32% | -4,37% | 29,49 |
| 07/10/2026 | 147,67 | 0,32% | -4,67% | 29,47 |
| 06/10/2026 | 147,20 | -1,79% | -4,98% | 29,56 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 154,15 | -0,39% | -4,59% | 30,69 |
| 09/10/2026 | 154,75 | -0,10% | -4,22% | 31,04 |
| 08/10/2026 | 154,91 | 0,66% | -4,12% | 30,84 |
| 07/10/2026 | 153,90 | -1,14% | -4,74% | 30,72 |
| 06/10/2026 | 155,67 | -1,53% | -3,65% | 31,26 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e declina no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.561,58. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.472,69.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 1.472,69 | 0,31% | 1,52% | 293,25 |
| 09/10/2026 | 1.468,08 | 0,86% | 1,21% | 294,50 |
| 08/10/2026 | 1.455,60 | 0,07% | 0,34% | 289,79 |
| 07/10/2026 | 1.454,59 | -0,31% | 0,28% | 290,34 |
| 06/10/2026 | 1.459,09 | 0,52% | 0,59% | 292,99 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/10/2026 | 1.561,58 | -0,07% | 1,12% | 310,95 |
| 09/10/2026 | 1.562,68 | 0,11% | 1,19% | 313,48 |
| 08/10/2026 | 1.560,92 | 1,46% | 1,07% | 310,76 |
| 07/10/2026 | 1.538,46 | 0,76% | -0,38% | 307,08 |
| 06/10/2026 | 1.526,89 | -1,57% | -1,13% | 306,61 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioParlamentares e representantes do setor produtivo lançaram nesta terça-feira (13), em São Paulo, a Rede Parlamentar Mista de Políticas Femininas, com o objetivo de articular o avanço de projetos sobre crédito para empresárias, incentivo ao empreendedorismo feminino e combate à violência patrimonial.
A iniciativa foi apresentada pelo Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), ligado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em conjunto com o Fórum Nacional da Mulher Empresária (FNME) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O grupo reúne congressistas e lideranças do comércio, da indústria e do agronegócio para acompanhar o trâmite de projetos no Congresso Nacional. Segundo a presidente do CMEC, Ana Cláudia Badra Cotait, a criação da rede é essencial para unir forças de diferentes setores produtivos e parlamentares em torno de um propósito comum, transformando demandas em políticas públicas efetivas.
"A criação dessa rede é extremamente importante para unir forças por um único propósito. Estamos juntando a classe empresarial de serviços, comércio e livre iniciativa com as parlamentares, para que possamos ter mais força no nosso propósito", destacou Ana Cláudia Badra Cotait, ressaltando que o objetivo é destravar projetos em andamento no Congresso.
A agenda prioritária do grupo abrange três projetos de lei em tramitação:
Para a deputada federal eleita Júlia Nunes (PSD-AL), a atuação do grupo é fundamental para garantir espaços de poder e converter pautas como o enfrentamento à violência patrimonial e o apoio ao empreendedorismo em realidade jurídica.
"Nós, mulheres, precisamos ocupar esses espaços de poder para fazer a diferença nas áreas em que sentimos falta", afirmou Júlia Nunes, reforçando a importância de fortalecer a legislação e dar suporte financeiro e institucional às empreendedoras. “Precisamos trazer uma penalidade efetiva e trazer políticas públicas que garantam também o acolhimento das mulheres”, disse.
Paula Belmonte, deputada distrital pelo DF, destacou a relevância do associativismo e da união entre o Legislativo e o setor produtivo para reorientar a lógica das leis voltadas às mulheres.
"É fundamental. Quando cheguei ao mandato como deputada federal, percebíamos que as leis não eram exatamente para valorizar os empreendedores e o setor produtivo; era o contrário, penalizar. Precisamos mudar a estrutura do pensamento para mostrar que o setor produtivo é o que gera tributos e leva a economia para a frente", afirmou Paula Belmonte, ressaltando a importância do acesso ao crédito.
A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) ressaltou que a ampliação da representação feminina no Congresso precisa resultar em pautas concretas de autonomia financeira.
"Temos uma bancada que aumentou, o que é muito ótimo, e vemos a força da mulher na política, em torno de 20%. Mas é importante que isso realmente se converta em pautas que deem autonomia e independência para as mulheres, porque muitas vezes a bancada feminina se ocupa de assuntos que não têm a ver com independência", destacou Adriana Ventura.
O evento contou com a participação de parlamentares e lideranças públicas, como a senadora eleita Gracinha Caiado (União-GO), as deputadas federais Marussa Boldrin (Republicanos-GO), Rosana Valle (PL-SP), Coronel Fernanda (PL-MT) e Priscila Costa (PL-CE), entre outras.
A senadora eleita Gracinha Caiado destacou a relevância histórica da bancada feminina e a união entre o Legislativo e as pautas de apoio às mulheres.
"Sem dúvida nenhuma, no Congresso Nacional temos uma representação histórica. São 109 mulheres eleitas na Câmara dos Deputados, representando 21% da Casa. No Senado, são 12 eleitas e agora somos 18 na bancada. A mulher, quando põe o pé em alguma coisa, faz diferente, porque coloca o coração e a família", frisou.
Paola Batistella, que é presidente da Faciap Mulher (Paraná), destacou a importância de debater o impacto das taxas de juros e o fomento aos negócios liderados por mulheres.
"É uma honra estarmos aqui representando o Paraná e o CMEC. Trazemos para este evento grandes pautas do empreendedorismo feminino, como a questão dos juros: por que a mulher paga mais juros hoje no Brasil? Há muitas coisas importantes para serem discutidas", enfatizou.
O lançamento da rede ocorre em um momento de expansão da presença feminina na política e na economia. Na Câmara dos Deputados, 109 parlamentares ocupam cadeiras (21,2% do total), enquanto o Senado conta com 12 senadoras, com estimativa de chegar a 18 integrantes em 2027.
No âmbito empresarial, dados do Sebrae apontam que o país registra 10,4 milhões de negócios liderados por mulheres. Em 2025, empreendedoras responderam por 41,7% das novas micro e pequenas empresas abertas no Brasil. A proposta da Rede Parlamentar Mista é manter um canal contínuo entre a classe empresarial e o Congresso para acompanhar e propor pautas ligadas ao setor.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,62
Baixar áudioO dólar comercial registrou valorização de 0,69% nesta terça-feira (13), fechando o dia vendido a R$ 5,02.
De acordo com o Investing.com, a moeda americana abriu a sessão em alta frente ao real, após uma pesquisa eleitoral indicar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.
Por volta das nove e meia da manhã, a moeda norte-americana registrava alta de 0,60%, cotada a R$ 5,02 para venda. No mercado futuro, o contrato com vencimento em novembro avançava 0,41%, negociado a R$ 5,03.
O levantamento do instituto Nexus, em parceria com o BTG Pactual, apontou Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Como a margem de erro era de dois pontos percentuais, os candidatos estavam tecnicamente empatados. A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 12 de outubro.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 102,32 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,62.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1990 | 0,1777 | 0,1501 | 31,5013 | 0,1657 | 0,2829 | 0,2850 |
| USD | 5,0263 | 1 | 0,8931 | 0,7545 | 158,33 | 0,8328 | 1,4219 | 1,4323 |
| EUR | 5,6282 | 1,1197 | 1 | 0,8448 | 177,29 | 0,9325 | 1,5921 | 1,6037 |
| GBP | 6,6616 | 1,3253 | 1,1837 | 1 | 209,85 | 1,1037 | 1,8845 | 1,8983 |
| JPY | 0,0317 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5260 | 0,0090 | 0,0090 |
| CHF | 6,0354 | 1,2008 | 1,0725 | 0,9060 | 190,13 | 1 | 1,7074 | 1,7198 |
| CAD | 3,5349 | 0,7033 | 0,6280 | 0,5306 | 111,35 | 0,5857 | 1 | 1,0072 |
| AUD | 3,5088 | 0,6982 | 0,6236 | 0,5268 | 110,55 | 0,5814 | 0,9928 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa fechou esta terça-feira (13) em queda de 1,07%, aos 206.825,31 pontos. O principal índice da Bolsa brasileira interrompeu a sequência após o recorde histórico de 209.066,90 pontos registrado na sexta-feira (9), em meio à cautela dos investidores com o cenário eleitoral brasileiro e às tensões geopolíticas no exterior.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 45.251.821.256, em meio a 5.761.022 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3803, de 13/10/2026, foram: 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23.
03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23
Resultado oficial conferido com a Caixa às 22:29. consulte o resultado oficial no site da Caixa
Concurso seguinte: Resultado da Lotofácil 3804 (14/10/2026): números sorteados
O concurso 3803 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (13/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 946.676,32. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Igarapé (MG) e Recife (PE).
O próximo sorteio está marcado para quarta-feira (14/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 22.238.793,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3802.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA Região Sul terá uma quarta-feira (14) de tempo instável, com muitas nuvens e pancadas de chuva em diferentes áreas do Paraná e de Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. As temperaturas ficam mais amenas em comparação com outras regiões do país.
No Paraná, há previsão de pancadas de chuva pela manhã, à tarde e à noite, com possibilidade de trovoadas durante a tarde e trovoadas isoladas à noite. Em Curitiba, a temperatura varia entre 16°C e 22°C. A instabilidade também deve ser acompanhada em municípios do interior paranaense, onde os períodos e a intensidade da chuva podem variar.
Em Santa Catarina, a previsão indica possibilidade de chuva isolada pela manhã, pancadas à tarde e chuva com trovoadas isoladas à noite. Florianópolis terá mínima de 17°C e máxima de 23°C. As condições também devem ser acompanhadas nos municípios do interior catarinense, além da faixa litorânea.
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre registra temperaturas entre 15°C e 20°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã, à tarde e à noite. O cenário pode variar entre a região metropolitana, o litoral e os municípios do interior gaúcho.
Com o tempo instável, motoristas devem redobrar a atenção em trechos com pista molhada. Quem trabalha ao ar livre também deve acompanhar as atualizações locais, principalmente onde houver previsão de chuva acompanhada de trovoadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma quarta-feira (14) marcada por muitas nuvens, pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas. A instabilidade pode atingir municípios do interior de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além do Distrito Federal. Apesar da chuva, as temperaturas permanecem elevadas em parte da região.
Em Mato Grosso, há possibilidade de chuva isolada pela manhã e à tarde, além de pancadas com trovoadas isoladas à noite. Em Cuiabá, os termômetros variam entre 25°C e 35°C. A previsão deve ser acompanhada também em municípios do interior mato-grossense, onde a chuva pode ocorrer de forma irregular.
Em Mato Grosso do Sul, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas pela manhã, à tarde e à noite. Em Campo Grande, a temperatura varia entre 19°C e 28°C. A instabilidade também pode afetar municípios do interior sul-mato-grossense, com mudanças na intensidade da chuva ao longo do dia.
Em Goiás, há previsão de pancadas de chuva pela manhã e à tarde, com possibilidade de trovoadas isoladas à noite. Goiânia terá mínima de 22°C e máxima de 36°C. Municípios do interior goiano também devem acompanhar a evolução das áreas de instabilidade.
No Distrito Federal, Brasília registra temperaturas entre 21°C e 33°C. A previsão indica possibilidade de chuva isolada pela manhã, pancadas à tarde e trovoadas isoladas à noite. A umidade relativa do ar pode chegar a 25%, exigindo atenção mesmo com a possibilidade de precipitação.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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