Habitação

14/01/2022 18:29h

Foram investidos R$ 10,6 bilhões, que permitiram a concretização de projetos históricos, como a conclusão das obras físicas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, após 13 anos de espera

Baixar áudio

Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) segue firme na missão de corrigir as desigualdades regionais para garantir aos mais necessitados oportunidades para melhorar suas vidas e promover o desenvolvimento regional e produtivo. O MDR finalizou o ano de 2021 com 5,5 mil obras e projetos entregues à população em todas as regiões do país, envolvendo ações de pequeno, médio e grande porte. Com investimento federal de R$ 10,6 bilhões, incluindo Orçamento Geral da União e financiamentos, as ações da Pasta geraram 700 mil empregos diretos e indiretos e permitiram a concretização de intervenções históricas, como a conclusão das obras físicas do Projeto de Integração do Rio São Francisco, após 13 anos de espera.

Confira imagens de algumas das entregas do MDR que marcaram o ano de 2021 

De janeiro a novembro, o MDR também entregou as chaves de mais de 345,6 mil moradias, beneficiando 1,4 milhão de pessoas em todo o país. Neste período, ainda foram concluídas 3,5 mil obras e projetos de mobilidade, irrigação, desenvolvimento regional e urbano, como corredores de ônibus, acessibilidade, ciclovias, pavimentação, recapeamentos, bueiros e construção ou recuperação de pontes e praças. No saneamento, foram 138 obras e projetos concluídos nas áreas de abastecimento de água, tratamento de esgoto, saneamento integrado, urbanização e drenagem de águas pluviais, beneficiando 753 mil famílias em 23 estados. Em 2021, também foram pagos R$ 333 milhões para apoiar cerca de 500 municípios afetados por desastres naturais, com ações de socorro, assistência, restabelecimento e reconstrução de infraestruturas danificadas. Já na área de segurança hídrica, a Pasta finalizou o ano com 61 obras e projetos entregues, que garantirão segurança hídrica a 14,5 milhões de cidadãos.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, reforçou o trabalho do Governo Federal e o papel do MDR em reduzir as desigualdades regionais. "Esse é o trabalho que estamos fazendo aqui no Ministério do Desenvolvimento Regional, enfrentando as dificuldades que existem no nosso Brasil, apresentando soluções para problemas complexos e buscando uma parceria permanente com a sociedade brasileira para interpretar o sentimento de todos aqueles que fazem esse enorme território chamado Brasil", avalia Marinho. 

Compromisso na garantia de água

A partir do compromisso federal de levar segurança hídrica à população mais vulnerável, o Governo Federal inaugurou, durante a Jornada das Águas, o último trecho do canal do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. Com isso, após 13 anos desde o início do empreendimento, as obras físicas necessárias para garantir o caminho das águas dos dois eixos (Leste e Norte) estão concluídas, restando apenas obras complementares.

“Foram várias promessas de conclusão da transposição em governos anteriores, mas essa obra era prioridade deste governo e isso possibilitou a finalização do último trecho do Eixo Norte, que entregamos em outubro do ano passado”, defende Marinho. “Levamos a água do Eixo Norte ao Ceará, Paraíba e ela chegará em breve no Rio Grande do Norte”, completa o ministro

Mais moradia e dignidade

Empenhado em combater o déficit habitacional, o MDR fechou o ano de 2021 com mais de 345 mil moradias aos brasileiros e ultrapassou a marca de mais de 1,2 milhão de moradias entregues desde 2019, beneficiando mais de 4 milhões de pessoas, que passaram a ter acesso à casa própria. “Em 2021, participei de centenas de entregas de moradias. É um momento especial, porque dá significado a nossa missão neste ministério, que é de melhorar a vida do brasileiro. Sabemos que entregamos muito mais do que uma casa. Estamos entregando dignidade, cidadania e respeito”, avalia Marinho.

Marco do Saneamento 

Os leilões da Cedae (blocos 1, 2 e 4)AmapáCedae (bloco 3) e Alagoas (blocos B e C) foram responsáveis pela contratação de R$ 37,6  bilhões de investimentos para o setor, com potencial de atender mais de 15 milhões de pessoas com água e esgoto tratados. “Nosso maior volume de investimentos ao longo do ano veio dos resultados obtidos com os quatro leilões realizados. E esses recursos só estão disponíveis para os estados graças ao novo Marco Legal do Saneamento que é a maior conquista para o setor”, indica o ministro. O Marco Legal do Saneamento completou um ano de sanção em 15 de julho de 2021.

Além disso, com os investimentos de R$ 2,1 bilhões promovidos pelo MDR no setor de saneamento, foram realizadas ações de abastecimento de água, tratamento de esgoto, saneamento integrado, urbanização e drenagem de águas pluviais que totalizam 138 obras e projetos concluídos em 2021. “Esse é nosso compromisso: atacar a pior e a mais evidente tragédia ambiental que nosso país enfrenta, que é a falta do tratamento de esgoto e a falta de água tratada para milhões de brasileiros. Vamos levar dignidade, cidadania, esperança e saúde para uma grande parte dos brasileiros que estão à margem dessa situação”, garante Marinho.

Apoio nos desastres naturais 

Ao longo do ano, o MDR, por meio da Defesa Civil Nacional, promoveu uma série de ações nos estados afetados por desastres naturais, como chuvas intensas ou estiagem. Foram quase R$ 333 milhões destinados ao apoio de aproximadamente 500 municípios para ações de resposta e restabelecimento e reconstrução das cidades.

Desde o fim de novembro, por exemplo, principalmente nos estados da Bahia e Minas Gerais, o MDR tem trabalhado no reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública, liberação de recursos emergenciais, apoio técnico e articulação com outros órgãos federais para apoiar as localidades. Além disso, o ministro Rogério Marinho esteve duas vezes na Bahia e uma em Minas Gerais para sobrevoar as áreas afetadas e se reunir com gestores locais para tratar das demandas de apoio. “Estamos levando todo o suporte às regiões atingidas pelas fortes chuvas, orientando prefeitos a enviarem as solicitações de recursos e oferecendo apoio técnico para o levantamento dos estragos. Queremos agilizar a liberação do dinheiro para restabelecimento de serviços e, posteriormente, para reconstrução da infraestrutura afetada”, afirma o ministro.

Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano

Uma das principais entregas neste setor foi a inauguração parcial do Bus Rapid Transit (BRT) de Campinas (SP), que deve beneficiar, no total, 425 mil pessoas, o equivalente a 40% da população da cidade. Ao todo, a elaboração dos projetos e a construção dos Corredores Ouro Verde, Campo Grande e de Interligação Perimetral contaram com investimentos de R$ 458 milhões, sendo R$ 98,8 milhões da União, R$ 197 milhões correspondem a financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 162,3 milhões são da Prefeitura.

Também foi realizada a entrega da Estação Bruno Covas, que faz parte da linha 9- Esmeralda. A estação beneficia, principalmente, os moradores dos bairros de Grajaú, Estrada dos Mendes, Varginha, Vila Natal, Jardim Icaraí, Jardim São Bernardo e Conjunto Residencial Palmares.

Além disso, foram entregues 3,5 mil obras de infraestrutura urbana e mobilidade em todo o País, investidos cerca de R$ 3,5 bilhões, instituído o Fórum Consultivo de Mobilidade Urbana e iniciadas as obras da 2ª etapa para o trecho Garibaldi - Cidade Jardim do BRT de Salvador.

Ampliação de parceria com o setor privado

Para adequar a estrutura do MDR à mudança da lógica da carteira de projetos que tem sido implementada pelo Ministério, foi criada, em agosto do ano passado, a Secretaria de Fomento e Parcerias com o Setor Privado. O objetivo é a atração de investimentos do setor privado para viabilizar que as políticas públicas atinjam a população e, também, modernizar as ações da Pasta por meio da captação de recursos de novas fontes para a implementação de políticas públicas.

Além disso, foi criado o Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável para auxiliar na estruturação de projetos de concessão e de parcerias público-privadas (PPPs) para as áreas consideradas prioritárias, como saneamento básico, mobilidade urbana, iluminação pública e gestão de resíduos.

O Fundo foi criado a partir da reestruturação do Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), permitindo a utilização do saldo atualmente disponível, que é de R$ 750 milhões. “Esse é um valor expressivo, porque o projeto, geralmente, representa 2% a 5% do valor do investimento total. A cada R$ 1 milhão investidos pelo poder público em projetos, nós temos a expectativa de retorno da ordem de R$ 100 milhões em investimentos”, explica Marinho. “Por isso é tão importante termos um banco de projetos qualificado. O novo Fundo virá contribuir com apoio financeiro e técnico para que projetos de qualidade possam chegar ao mercado, potencializando, cada vez mais, a estruturação de concessões e parcerias com o setor privado, tanto da União quanto dos estados e dos municípios”, finaliza.

Projetos com foco no ambiental 

Também em 2021 ocorreu pelo ministério a implementação da Estratégia Investimento Verde para o Desenvolvimento Regional, que passará a permitir que agentes públicos e privados alinhem novos projetos de infraestrutura do MDR com foco ambiental, social e de governança (ASG).

Neste primeiro momento, as ações estão focadas nos setores de saneamento básico e segurança hídrica. A medida vai incentivar a proposição de projetos de acordo com as melhores práticas internacionais, de forma que seja possível trazer investimentos estrangeiros e captar recursos, inclusive no mercado financeiro, via emissão de títulos verdes.

Ainda em novembro, em uma série de agendas na Europa, o MDR assinou acordos de cooperação com Portugal para aperfeiçoar a estruturação de projetos de infraestrutura e a aplicação de critérios ASG, garantindo sustentabilidade aos projetos da Pasta e, principalmente, a indução de novos investimentos privados nos setores de água, esgoto e resíduos sólidos.

Copiar o texto
12/01/2022 18:42h

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, entregou as últimas unidades do Residencial Parque dos Girassóis 4, que contou com investimentos federais de mais de 41 milhões de reais

Baixar áudio

Quase 270 famílias de baixa renda da cidade de Uberaba, em Minas Gerais, realizaram o sonho da casa própria nesta quarta-feira, 12 de janeiro. Isso porque o Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, entregou as últimas unidades do Residencial Parque dos Girassóis 4, que contou com investimentos federais de mais de 41 milhões de reais. 

O aposentado Rosimar Faltz, de 53 anos, foi um dos beneficiados com a nova casa. Ele contou que esperava por isso há 12 anos. “É um sonho que não tem nem como explicar. É uma grande emoção, porque esperava essa casa há muito tempo. Essa casa vai mudar tudo na minha vida. Até hoje eu pagava aluguel e agora não terei mais essa despesa”, comemorou.

Ao todo, o empreendimento conta com 490 casas, das quais 222 haviam sido entregues em outubro do ano passado. Desta forma, quase 2 mil pessoas foram beneficiadas com a casa própria. 

Alfredo Eduardo dos Santos, secretário nacional de Habitação do MDR, destaca a importância de o Governo Federal facilitar o acesso à moradia digna aos brasileiros mais vulneráveis. 

"A partir do momento que uma família tem um teto digno, adequado, com parcelas adequadas à capacidade de pagamento, há uma transformação dessa família que tem muito mais tranquilidade para se desenvolver, cuidar bem dos seus filhos".

Apenas no ano passado, foram mais de 345 mil moradias entregues pelo MDR, realizando o sonho da casa própria para quase 1,4 milhão de pessoas. 

Casa Verde e Amarela

Empenhado em reduzir o déficit habitacional, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de Habitação – o Casa Verde e Amarela – e ultrapassou, em outubro do ano passado, a marca de 1,2 milhão de unidades entregues à população, desde 2019. Apenas no ano passado, foram mais de 345,6 mil moradias, que realizaram o sonho da casa própria para quase 1,4 milhão de pessoas.

Copiar o texto
22/12/2021 20:37h

Quase 90 famílias de baixa renda da cidade de São Gonçalo do Rio Abaixo, em Minas Gerais, agora vão viver com mais dignidade e qualidade de vida

Baixar áudio

Quase 90 famílias de baixa renda da cidade de São Gonçalo do Rio Abaixo, em Minas Gerais, agora vão viver com mais dignidade e qualidade de vida. Isso porque o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, entregou nesta quarta-feira, 22 de dezembro, as chaves dos residenciais São Gonçalo I e São Gonçalo do Rio Abaixo, que integram o Programa Casa Verde e Amarela.

Os dois empreendimentos receberam seis milhões e setecentos mil reais de investimento federal, além de mais de dois milhões de reais de contrapartida municipal.

Presente à entrega das chaves, Maick Cariri, chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Habitação do MDR, destacou o esforço que vem sendo feito pelo Governo Federal para concluir e entregar as obras em andamento.

"É o Governo Federal, que não mede esforços para que nenhuma unidade fique paralisada e conclua todas as obras em andamento. Isso é comprometimento com toda a população brasileira".

A aposentada Vera Lucia Capucho Pereira, de 67 anos, foi uma das beneficiadas com a nova moradia. Ela comemorou a conquista da casa própria.

“Nossa, estou muito feliz. Venho nessa luta desde a inscrição, de tudo. Nós vamos correndo atrás e sempre confiando que ia dar tudo certo. Demorou um pouquinho, mas graças a Deus saiu e estamos todos felizes. É um grande presente de Natal que Deus mandou para nós”.

Os residenciais são compostos por 86 casas sobrepostas, distribuídas em 21 blocos de dois andares, cada um com quatro casas por andar. As moradias contam com infraestrutura completa de água, esgoto, energia elétrica, pavimentação, iluminação pública e drenagem.

Para saber mais sobre o Programa Casa Verde e Amarela e outras ações de habitação do Governo Federal, acesse mdr.gov.br.

Copiar o texto
22/12/2021 19:30h

O Governo Federal entregou nesta quarta-feira (22), 272 moradias para famílias da região

Baixar áudio

Mais de mil pessoas de baixa renda da cidade de São Sebastião, no Distrito Federal, serão beneficiadas com a casa própria. O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, entregou, nesta quarta-feira (22), 272 moradias para famílias da região. 

O ministro Rogério Marinho esteve presente à cerimônia. Ele reforçou a importância do trabalho do governo para garantir moradia a quem mais precisa. "Para nós, é sempre um momento importante, para vocês com certeza é de uma importância que transcende o que vamos falar aqui. Quem vai ter uma residência para chamar de sua, o seu lar, o seu ponto de partida, o seu porto seguro, certamente sabe a importância do que estamos fazendo aqui"

A ambulante Andreia Lima da Costa, de 48 anos, foi uma das beneficiadas com a nova moradia. Ela comemorou a realização do sonho de ter a casa própria após 25 anos de espera. "O que eu pagava de aluguel agora vou colocar numa poupança e investir, deixar mais para frente e para o futuro. É muita alegria, muita alegria. É um sonho que está se realizando, tem 25 anos que eu estou esperando".

O empreendimento Crixá conta, no total, com sete etapas, totalizando 1.904 moradias. Com esta entrega, já foram repassadas 1.603 unidades em seis etapas. 

Casa Verde e Amarela

Empenhado em reduzir o déficit habitacional, o Governo Federal retomou obras, ampliou o programa nacional de Habitação – o Casa Verde e Amarela – e ultrapassou, em outubro deste ano, a marca de 1,2 milhão de unidades entregues à população desde 2019. Apenas este ano, foram mais de 345,6 mil moradias, que realizaram o sonho da casa própria para mais de 1 milhão de pessoas.

Copiar o texto
22/12/2021 19:15h

Nesta quarta-feira (22), o Ministério do Desenvolvimento Regional lançou o primeiro edital do Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional, que integra as ações do Programa Casa Verde e Amarela

Baixar áudio

O Governo Federal deve regularizar, até 2023, 44 mil imóveis de famílias de baixa renda em todo o País. Nesta quarta-feira (22), o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, lançou o primeiro edital do Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional, que integra as ações do Programa Casa Verde e Amarela. 

A regularização fundiária combate um problema histórico no Brasil, ao possibilitar o acesso ao título que garante o direito real sobre o lote das famílias, oferecendo segurança jurídica, redução dos conflitos fundiários, ampliação do acesso ao crédito, estímulo à formalização de empresas e o aumento do patrimônio imobiliário do País.

Já a melhoria habitacional consiste na reforma e ampliação do imóvel, enfrentando problemas como deterioração, falta de banheiro, cobertura ou piso, instalações elétricas ou hidráulicas inadequadas e adensamento excessivo de moradores.

O ministro Rogério Marinho destaca a importância do Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional.

"Nós temos milhões de moradias no Brasil que são irregulares, que precisam ter a escritura pública, que precisam ter, em muitos casos, uma intervenção mínima de melhoria habitacional. O que pretendemos, na verdade, é fazer um processo catalizador, jogar pedra no meio do lago e permitir que aquela comoção da chegada da pedra no lago transforme isso numa grande maré, numa grande corrente, e o legislativo se sensibilize por ocasião da aprovação do orçamento para acarrear recursos". 

A partir do lançamento do edital nesta quarta-feira, as empresas já podem apresentar propostas para o núcleo urbano informal, com a estratégia de regularização fundiária, que deverá receber anuência do poder público local.

No momento, mais de 2 mil e trezentos entes públicos já iniciaram o cadastramento ao Programa, dos quais mais de mil e duzentos já concluíram o processo. A adesão dos municípios continua em aberto e pode ser feita por meio de um sistema no portal do MDR.

Para saber mais informações sobre o Programa de Regularização Fundiária e Melhoria Habitacional e ver o calendário completo estabelecido no edital, acesse mdr.gov.br.

 

Copiar o texto
22/12/2021 18:26h

Cerca de 12 mil pessoas de baixa renda da cidade de São Luís, no Maranhão, serão beneficiadas, em breve, com a casa própria

Baixar áudio

Cerca de 12 mil pessoas de baixa renda da cidade de São Luís, no Maranhão, serão beneficiadas, em breve, com a casa própria. Nesta quarta-feira (22), o Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR, assinou termo para retomada das obras dos residenciais Mato Grosso I, II e III, que contam com 3 mil moradias. O investimento do Governo Federal para a retomada é de mais de 90 milhões de reais.

Presente à cerimônia de assinatura, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, destacou o compromisso do Governo Federal em retomar obras paradas e garantir mais qualidade de vida para a população. 

"O presidente, no dia 23 de novembro, recebeu uma cobrança, me ligou e nós estamos aqui para fazer o desejo e a vontade do povo brasileiro. Esta retomada significa muito para nós, porque eram 185 mil unidades como essas que estavam paradas, entregues ao mato, ao relento, ao desprezo pelo dinheiro público e por quem paga impostos. Então nós viemos aqui, não só para retomar as obras que vão atender tantas famílias do Maranhão, mas para reafirmar o compromisso deste governo em servir o povo brasileiro".

Para o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, a retomada das obras do residencial Mato Grosso é um momento especial para a capital maranhense.

"Assinamos hoje junto com o ministro Rogério Marinho o termo de retomada das obras de 3 mil casas. São mais de 10 famílias que serão beneficiadas com essas casas. O sonho da casa própria está de volta aqui em São Luís. Que a gente possa, já em dezembro do ano que vem, fazer a entrega das chaves desse sonho para mais de 10 mil pessoas aqui de São Luís".

O empreendimento foi contratado em 2013 e sofreu cinco reprogramações entre 2014 e 2019. O investimento total para construção do residencial é de cerca de 255 milhões de reais.

Para saber mais sobre as ações do Governo Federal na área habitacional, acesse mdr.gov.br.

Copiar o texto
22/12/2021 13:30h

Mais de setecentas pessoas de baixa renda serão beneficiadas com a casa própria em João Pessoa, na Paraíba

Baixar áudio

Mais de setecentas pessoas de baixa renda serão beneficiadas com a casa própria em João Pessoa, na Paraíba. Com investimentos de mais de 16 milhões de reais, 192 moradias foram entregues nesta terça-feira (21), pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

O ministro Rogério Marinho esteve presente à cerimônia de entrega das chaves. Ele reforçou a importância do trabalho do Governo Federal para garantir mais moradias para os brasileiros. 

"E para nós é uma alegria muito grande compartilhar com as pessoas que estão recebendo o seu lar nesse momento. Mas, sobretudo, a responsabilidade de sabermos que há um enorme déficit habitacional. Esse é um esforço que o Governo Federal vem fazendo com as prefeituras e com os governos estaduais para enfrentar um problema que é de todo o Brasil”.

A auxiliar de cozinha Joseane Bezerra da Silva foi uma das beneficiadas com a casa própria. Ela vem de uma família muito humilde e sempre sonhou em ter sua residência fixa. 

"Nunca esperei por isso, né? A gente se inscreve achando que não vai conseguir, mas consegue sim. Nunca perdi a esperança. E não digo só por mim, porque devido ao tempo, a gente acha que não vai receber e Deus sempre olha para aquele que crê nele".

Um dos diferenciais do Residencial Vista Alegre 5, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, é a proximidade com serviços públicos. Nos arredores, há creche, escola, posto de saúde e de segurança. 

Para saber mais sobre as ações de habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

Copiar o texto
Desenvolvimento Regional
21/12/2021 16:30h

A previsão inicial é que sejam disponibilizadas 450 moradias no centro da cidade do Recife

Baixar áudio

O Governo Federal, a Prefeitura do Recife e a Caixa Econômica Federal assinaram, nesta terça-feira (21), o primeiro projeto de locação social de moradia no Brasil no âmbito do Programa Casa Verde e Amarela. 

A previsão inicial é que sejam disponibilizadas 450 moradias no centro da cidade do Recife. O foco são famílias com renda mensal de até três salários-mínimos. 

Presente à cerimônia de assinatura da parceria, o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, ressaltou a importância do programa de locação social. Ele disse esperar que o projeto possa ser repetido em outros estados brasileiros. 

"O projeto apresentado pela Prefeitura é bem consistente e nós esperamos que, brevemente, Recife possa traduzir essa nossa disposição em um modelo que possa ser replicado em outras capitais e outras cidades do País".

A modalidade de locação social consiste na oferta de moradias para aluguel, por parte do Poder Público, com valores subsidiados para a população de baixa renda. A ideia é minimizar o comprometimento de mais de 30% da renda familiar para evitar o gasto excessivo com aluguel.

Os imóveis que serão objeto dos estudos no Recife estão localizados nos bairros de Santo Antônio, São José, Boa Vista e Cabanga. A ideia é definir a vocação de cada um e apontar a melhor forma de atrair a iniciativa privada para o processo.

O modelo de contrato no Recife será de estruturação de Parceria Público-Privada, com prazo estimado de 35 anos. O estudo deverá considerar a utilização de imóveis ociosos da União e da Prefeitura do Recife para reforma, requalificação e construção de novas moradias destinadas exclusivamente à política de locação social.

Para saber mais sobre a política de locação social e outras ações de habitação do Governo Federal, acesse mdr.gov.br.

Copiar o texto
17/12/2021 20:14h

O empreendimento, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, recebeu quase 19 milhões de reais de investimento

Baixar áudio

O Governo Federal entregou, nesta sexta-feira (17), 208 moradias a famílias de baixa renda da cidade de Aparecida de Goiânia, em Goiás. 

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho participou da cerimônia de repasse das chaves do Residencial Agenor Modesto, que vai beneficiar cerca de 800 pessoas.

O empreendimento, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, recebeu quase 19 milhões de reais de investimento.

Presente à entrega das chaves, o ministro Rogério Marinho destacou o papel que o programa habitacional exerce na vida da população mais vulnerável. 

Um momento como esse é especial para nós, porque dá significado a tudo o que fazemos. Quando a gente vem entregar uma moradia, nós sabemos que muto mais do que pedra, cal, tijolo, vidro, cimento, a gente está entregando dignidade, cidadania, respeito 

O residencial Agenor Modesto conta com 208 apartamentos distribuídos em 13 blocos, com térreo e três pavimentos. O espaço tem infraestrutura completa de água, esgoto, energia elétrica, pavimentação, iluminação pública e drenagem.

Eliza Souza, uma das beneficiárias, comemorou a conquista e disse que o imóvel é a realização de um sonho. 

“Isso aqui para mim é um sonho, é maravilhoso. Desde sempre morei de aluguel e é triste para o trabalhador de ganha pouco e vive mal. Agora, acredito que as coisas vão melhorar, sem dúvida alguma” 

Para saber mais sobre o Programa Casa Verde e Amarela e outras ações de habitação do Governo Federal, acesse mdr.gov.br.

Copiar o texto
15/12/2021 19:45h

Ministro Rogério Marinho também acompanhou o andamento das obras de urbanização do Jardim Rochdale, em Osasco

Baixar áudio

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, nesta quarta-feira (15), 300 moradias a famílias de baixa renda da cidade de São Paulo. O ministro Rogério Marinho participou da cerimônia de repasse das chaves das últimas unidades do Conjunto Habitacional Guido Caloi, localizado no bairro Jardim São Luís.

"O sentimento que eu tenho toda vez que eu entrego uma casa própria para quem mais precisa é de gratidão. Todo brasileiro precisa ter a dignidade de ter onde morar, de garantir a segurança dos seus filhos e parentes, e é isso que estamos levando para essas pessoas", destacou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O residencial, que integra o Programa Casa Verde e Amarela, conta com 1 mil apartamentos.

As demais 700 unidades foram entregues em 2020. O empreendimento recebeu investimento de R$ 124,6 milhões, dos quais R$ 96 milhões foram por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), com contrapartida de R$ 18,7 milhões do governo estadual e de R$ 9,9 milhões da prefeitura municipal.

Maria Gracieti Barbosa, mãe de dois filhos, foi uma das beneficiadas com a nova moradia. Ela morava de aluguel e se emocionou ao falar sobre a conquista da casa própria. "Eu estou muito alegre de receber essa casa, orei muito e depois
de dez anos essa vitória chegou. Agora estou aqui com a minha chave", comemorou.

O Conjunto Habitacional abriga pessoas removidas durante a execução das obras de canalização do córrego Ponte Baixa, na zona sul da capital. Ele é composto por quatro módulos, sendo três com 300 unidades e um com 100.

Cada condomínio é independente, com guarita, entradas de água, energia e gás e equipamentos de lazer próprios, como quadra, churrasqueira, playground e salão comunitário.

Outro diferencial é que os prédios contam com elevadores antivandalismo. Os apartamentos medem 48,32 m², com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.

Visita à obra

Em Osasco, o ministro Rogério Marinho acompanhou o andamento das obras de urbanização do Jardim Rochdale. Além da construção de 2 mil unidades habitacionais, já concluídas e entregues, as ações no município preveem obras de infraestrutura, como rede de coleta de esgoto sanitário, pavimentação, rede de drenagem de águas pluviais, contenção e estabilização do solo e ligações domiciliares de energia elétrica.

O prefeito de Osasco, Rogério Lins, reforçou que a visita do ministro Rogério Marinho na maior obra de canalização de infraestrutura da região é de extrema importância para a população. "Nos últimos dois anos, com a ajuda do Governo Federal, ela teve uma execução de mais de 70%. E, com isso, trouxe dignidade e qualidade de vida para as famílias que moram na região", comentou.

O investimento total nesse empreendimento é de R$ 114,1 milhões, dos quais R$ 88,7 milhões são provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 25,3 milhões, de contrapartida do governo municipal. Ao todo, mais de 9,3 mil famílias serão beneficiadas com as intervenções.

O contrato de urbanização contempla ainda a construção de um Centro Cultural, com obras físicas concluídas e à espera de instalação de móveis e equipamentos a cargo do município, além da recuperação de área degradada e regularização fundiária e trabalho social.

"Nós estamos mudando a qualidade de vida das pessoas desta região. Em apenas dois anos, fizemos mais do que foi feito em dez. Essa parceria com o governo estadual foi essencial para que pudéssemos fornecer o tratamento diferenciado a essas casas", observou o ministro Rogério Marinho.

Condomínio Cedro Rosa

Em São Bernardo do Campo, o ministro entregou 12 unidades habitacionais do Condomínio Cedro Rosa, que fica no assentamento Capelinha. O empreendimento faz parte de ações de urbanização do local, que preveem, no total, a construção de 194 moradias – 122 já foram entregues. As últimas 60 estão em construção.

A operadora de caixa Jéssica Fernandes, uma das beneficiárias com a casa própria, comentou sobre o sentimento de realizar esse sonho. "Eu estou muito feliz. Depois de cinco anos esperando, eu consegui ter a minha casa própria. Vou me mudar com a minha família e ter o espaço seguro para que meus filhos brinquem", reforçou.

As obras de urbanização, que também envolvem ações no assentamento Cocaia, onde 52 moradias já foram entregues, contempla obras de infraestrutura (pavimentação, drenagem, redes de abastecimento de água e esgotamento sanitário, iluminação, proteção, contenção e estabilização de solos), 157 melhorias habitacionais, recuperação de área degradada, construção de dois centros comerciais com 17 boxes, regularização fundiária e trabalho social em benefício de 914 famílias.

O investimento federal no empreendimento é de R$ 32,3 milhões e contrapartida municipal, de R$ 26,2 milhões.

Copiar o texto
Brasil 61