VoltarCerca de R$ 736 milhões serão direcionados a iniciativas de promoção comercial
Baixar áudioUm conjunto de R$ 813 milhões em convênios, com potencial de impulsionar até R$ 650 bilhões em exportações em até 24 meses, marcou a nova fase de atuação conjunta entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e entidades representativas de 38 setores da economia brasileira. Do total, R$ 404 milhões são provenientes da Agência e R$ 409 milhões correspondem a contrapartidas das instituições parceiras.
Os acordos, firmados em cerimônia realizada em Brasília, no início de abril, reúnem iniciativas voltadas à promoção comercial, qualificação de empresas e atração de investimentos estrangeiros, com foco no fortalecimento da presença internacional de produtos e serviços brasileiros.
Durante a cerimônia, Jorge Viana – que deixou recentemente o cargo de presidente da ApexBrasil – destacou a dimensão coletiva da iniciativa e o esforço conjunto das instituições envolvidas.
“Hoje é o que a gente chama de ‘assinaço’. É uma soma de R$ 800 milhões. Boa parte deles vem das entidades, ou pelo menos a gente trabalha metade e metade”, afirmou. Ele também reforçou o impacto esperado das ações: “R$ 650 bilhões devem ser a consequência desses convênios com esses diferentes setores de exportação do Brasil. Então, não é uma coisa pequena”, disse.
Na ocasião, Viana também ressaltou a importância do trabalho técnico e da articulação institucional para os resultados recentes. Ele mencionou a relevância das parcerias estratégicas construídas ao longo desse processo, que têm contribuído para ampliar a presença do país no mercado internacional.
“É uma maneira de a gente dizer muito obrigado aos colaboradores da ApexBrasil. Que eles sigam trabalhando. Eu estou hoje aqui acompanhado do presidente do Sebrae, o Rodrigo; e com uma pessoa que, sem ele, eu acho que nós não teríamos dado conta do recado, que é o ministro Carlos Favaro”, pontuou.
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Ao comentar os avanços na atuação conjunta com o setor privado, o novo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, enfatizou o modelo de cofinanciamento adotado pela Agência e o nível de confiança estabelecido com empresas parceiras. Segundo ele, essa colaboração tem sido fundamental para ampliar o alcance das iniciativas e sustentar metas ambiciosas de investimento e exportação:
“Hoje, nós somos reconhecidos. Olha todos os parceiros que estão aqui, que colocam recursos 50 a 50, que são nossos sócios. A gente coloca um real e as empresas colocam outro real numa conta que a gente administra junto. Olha a confiança que a ApexBrasil tem das 24 mil empresas que hoje estão atendidas. Desses R$ 800 milhões que nós vamos investir junto e que nós vamos chegar aos R$ 650 bilhões de exportação das empresas”, reforçou Müller.
Do montante global, a maior parte — cerca de R$ 736 milhões — será destinada a ações de promoção comercial, incluindo participação em feiras internacionais, missões com compradores estrangeiros, inteligência de mercado e capacitação empresarial. A expectativa é ampliar a competitividade das empresas brasileiras e estimular novos negócios no exterior.
Outro eixo da iniciativa envolve a qualificação de empresas para exportação. Ao todo, 17 parcerias concentram investimentos de R$ 69,6 milhões, com meta de apoiar 5.040 empresas brasileiras ao longo dos próximos dois anos, ampliando sua preparação para atuar no mercado internacional.
Na frente de atração de investimentos, os convênios somam R$ 7,5 milhões, com previsão de apoiar 70 investidores estrangeiros e viabilizar a divulgação de 10 anúncios de investimentos no país.
O ex-ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou do evento e ressaltou o papel da instituição na transformação de abertura de mercados em resultados concretos. “A ApexBrasil voltou com muita força”, afirmou.
Segundo ele, o processo se completa na conversão de oportunidades em negócios: “Abre o mercado, vira negócio, vira oportunidade. Aí vem a ApexBrasil, faz a promoção, isso vira negócio, vira oportunidade”, destacou.
A iniciativa reforça o modelo de atuação em parceria com entidades setoriais da indústria, serviços e agronegócio, com o objetivo de ampliar a presença brasileira no comércio internacional, estimular a competitividade e atrair investimentos para diferentes cadeias produtivas.
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Baixar áudioOs brasileiros em busca de emprego preferem vagas com carteira assinada. É o que revela a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
De acordo com o levantamento, apenas um em cada cinco trabalhadores procurou ativamente uma nova colocação nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os que buscaram oportunidades, mais de um terço (36,3%) apontou o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a opção mais atrativa.
Outras modalidades também foram citadas pelos trabalhadores como alternativas de interesse:
Segundo a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, apesar do crescimento de novas formas de trabalho, o emprego formal ainda é visto como sinônimo de estabilidade e segurança.
“A pesquisa revela que, apesar dessas novas modalidades de trabalho estarem surgindo e crescendo no país — como, por exemplo, os empregos autônomos vinculados a plataformas digitais — o trabalhador ainda pensa na estabilidade e nas condições vinculadas ao emprego formal, ao emprego CLT, justamente porque ele traz estabilidade e proteção social ao trabalhador”, afirma.
A preferência pelo emprego formal é ainda mais evidente entre os jovens. Entre brasileiros de 25 a 34 anos que estavam empregados e buscaram trabalho no mês anterior à pesquisa da CNI, 41,4% apontaram as vagas com carteira assinada como as mais atrativas.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse índice foi de 38,1%. Ambos os percentuais superam a média geral, de 36,6%.
Para Claudia Perdigão, essa tendência está relacionada ao início da trajetória profissional.
“Entre os mais jovens, existe uma clara preferência por empregos formais. Isso está vinculado à necessidade de estabilidade, principalmente no início da carreira, em que essa pessoa ainda está construindo o currículo”, ressalta.
O líder de logística Rafael Felipe Martins, de 33 anos, é um exemplo desse comportamento. Ele trabalhava com carteira assinada em uma empresa do setor hidrometalúrgico, em Santo André (SP), e decidiu buscar novas oportunidades para melhorar a remuneração.
“Eu buscava novas oportunidades no mercado de trabalho, nesse segmento da logística mesmo, com uma remuneração mais alta e um pacote de benefícios mais atrativo, priorizando o regime de CLT, que me oferece mais segurança e estabilidade. Depois de mais ou menos um mês procurando essa nova oportunidade, eu consegui”, relata.
A pesquisa também aponta que um em cada dez trabalhadores (10,3%) considerou atrativas as oportunidades de trabalho autônomo em plataformas digitais, como motorista ou entregador por aplicativo.
Apesar disso, para a maioria dos interessados, esse tipo de atividade é visto apenas como fonte complementar de renda. Somente 30% dos que demonstraram interesse nesse modelo consideram as plataformas digitais como principal meio de sustento.
Ainda de acordo com a pesquisa da CNI, 95% dos trabalhadores afirmaram estar satisfeitos com a ocupação atual, sendo 70% muito satisfeitos. A satisfação é observada entre empregados, empregadores e trabalhadores autônomos. Apenas 4,6% declararam insatisfação, dos quais 1,6% se disseram muito insatisfeitos.
Esse cenário ajuda a explicar a baixa mobilidade no mercado de trabalho. Entre os trabalhadores ocupados, apenas 20% buscaram uma nova colocação nos 30 dias anteriores à pesquisa.
“Essa satisfação elevada com a ocupação atual desestimula o trabalhador a buscar novas ou outras oportunidades. A busca por novas ocupações acabou sendo mais alta entre pessoas mais jovens que tendem, de fato, a apresentar uma maior inquietude dentro do mercado de trabalho, principalmente por estarem em uma fase de consolidação das suas carreiras”, explica Claudia Perdigão.
A pesquisa completa está disponível no site da CNI.
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Copiar o textoSegundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as vendas de cimento atingiram 15,9 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 1,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em março, a comercialização somou 5,8 milhões, um aumento de 9,1% frente ao mesmo mês de 2025. O resultado mostra um mercado de trabalho aquecido, com a menor taxa de desemprego para fevereiro na série histórica (5,8%) e 102,1 milhões de pessoas ocupadas, com rendimento médio de R$ 3.679. Esses fatores fortaleceram a massa salarial e sustentaram a confiança do consumidor, que teve alta em março.
O mercado imobiliário e o impacto do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que já responde por 52% do volume de novos empreendimentos imobiliários no país, também contribuíram para o bom desempenho do trimestre. Após um 2025 com expansão de 13,5% nos lançamentos, a meta governamental de atingir três milhões de unidades até 2026 tem potencial para gerar um incremento de aproximadamente cinco milhões de toneladas na demanda por cimento no período. No cenário externo, a guerra entre os Estados Unidos e o Irã tem gerado instabilidade nos mercados e na economia global, o que reflete diretamente nas cotações internacionais do petróleo, gás natural e subprodutos, impactando toda a cadeia produtiva.
Para a indústria do cimento, o conflito gera preocupação adicional no que diz respeito aos custos de produção e logística. Aproximadamente 90% das matérias-primas recebidas e o escoamento do produto acabado são transportados pela via rodoviária e o aumento do preço do diesel impacta diretamente o frete. Além disso, há reflexos importantes sobre os custos de produção, como aditivos, explosivos e coque de petróleo, principal combustível energético da fabricação do cimento.
Nesse contexto, o coprocessamento é uma alternativa para auxiliar na diversificação da matriz energética do setor, reduzindo a volatilidade do suprimento energético e a pegada de carbono. No Brasil, essa tecnologia implementada pela indústria do cimento, envolvendo desde biomassas, resíduos industriais e Combustível Derivado de Resíduos Urbanos (CDRU), já alcança cerca de 30% de substituição térmica, tendo evitado a emissão de aproximadamente 2,8 milhões de toneladas de CO₂ no último ano. O Roadmap Net Zero 2050 lançado na última COP30 segue avançando em pilares como matérias-primas e combustíveis alternativos, eficiência energética, Soluções baseadas na Natureza (SbN), captura e uso de carbono. Ao mesmo tempo, o setor vem trabalhando com o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono na estruturação e regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). “Apesar de um início de ano com indicadores resilientes, a projeção para 2026 é de crescimento moderado. O desempenho do setor dependerá de aspectos internos — como inflação, taxa de juros e atividade econômica — e de fatores externos, vinculados ao término do conflito e à durabilidade de seus reflexos. Se, por um lado, há um esforço na reindustrialização do país com programas governamentais em implantação, por outro, há iniciativas como a alteração da jornada de trabalho que, sem a necessária análise técnica, são agravadas por acontecerem em um período pré-eleitoral. Ademais, a regulamentação do tabelamento do frete sem aprofundamento técnico necessário afeta a estabilidade, a previsibilidade e a retomada do crescimento da indústria brasileira”, disse Paulo Camillo Penna – Presidente do SNIC.
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Baixar áudioMais da metade dos brasileiros sente que está difícil ou muito difícil conseguir trabalho no país. O número é resultado da 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, com dados do trimestre finalizado em fevereiro de 2026, que mostrou que 53,6% dos respondentes percebem a dificuldade em encontrar emprego.
O número mostra uma piora em relação ao trimestre finalizado em janeiro, mas o FGV IBRE explica que, devido à falta de ajuste por sazonalidade nas séries, é possível que isso se deva ao período do ano.
Em relação às perspectivas para o mercado de trabalho nos próximos meses, 34,3% dos respondentes acreditam que a tendência é que fique pior ou muito pior, enquanto 33% acreditam na tendência de que melhore ou melhore muito. Os 32,7% restantes acreditam na manutenção da estabilidade. O resultado majoritariamente negativo é o maior desde o trimestre móvel de outubro de 2025.
Segundo o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, enquanto os primeiros resultados da sondagem de 2026 indicavam uma continuidade do aquecimento da economia visto em 2025, mas com uma tendência de estabilidade, os resultados do último mês mostram uma maior parcela da população acreditando na desaceleração do ritmo do mercado de trabalho na primeira metade do ano. Ele espera que, dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, a tendência seja a de um número de vagas menor do que o de 2025, ainda que haja uma possibilidade de ajuste nos indicadores caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido.
“Os primeiros resultados do mercado de trabalho em 2026 indicam continuidade do aquecimento visto no ano passado, mas agora com uma tendência maior de estabilidade. O resultado desse mês, mesmo que com cautela pela ausência de ajuste sazonal, já indica um percentual mais elevado de pessoas acreditando que o ritmo do mercado de trabalho tende a diminuir nessa primeira metade do ano. Dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, é esperado que o número de vagas abertas seja inferior ao que foi observado ao longo de 2025. Caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido, os dados de mercado de trabalho tendem a se ajustar para cima também”, afirma.
Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os indicadores sobre a qualidade de emprego no país do FGV IBRE buscam complementar as informações existentes sobre o tema com dados exclusivos, derivados, principalmente, da percepção do trabalhador brasileiro sobre as condições de trabalho no momento. As pesquisas consultam pessoas em todo o território nacional, em idade para trabalhar, sobre os temas: satisfação com trabalho; chance de perder emprego e/ou fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral.
Com informações do FGV IBRE.
Copiar o textoConfira as cidades com maiores perdas, em valores absolutos e proporcionais à arrecadação
Baixar áudioNo fim da última semana, os municípios brasileiros partilharam cerca de R$ 6,4 bilhões, referentes ao primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Apesar de o valor representar uma alta de 13% frente ao mesmo período do ano passado, ainda há um cenário de incerteza quanto ao volume dos próximos repasses, tendo em vista as novas regras de isenção do Imposto de Renda.
Dados do Tesouro Nacional mostram que, levando em conta o que foi orçado ao longo de 2025, alguns municípios teriam uma perda significativa de recursos, caso as medidas de compensação anunciadas pelo governo não sejam efetivas.
O município de São João da Baliza (RR), por exemplo, arrecadou cerca de R$ 5,2 milhões em 2025 referente ao FPM. Caso não haja uma reparação, a cidade deixaria de receber R$ 210 mil apenas de valores do Fundo. A quantia representa cerca de 1% do que foi investido em Infraestrutura na cidade. Considerando o volume de receita da prefeitura, o município estaria entre os mais impactados.
Outro exemplo é a cidade amapaense de Cutias que, ao longo do ano passado, recebeu R$ 7,3 milhões relativos ao FPM. Sem compensação, a perda em relação ao Fundo seria de R$ 292 mil – cerca de 3% do que foi investido em saúde no município.
Assis Brasil, no Acre, também teria uma queda de receita significativa, de R$ 361 mil, diante de uma arrecadação de R$ 9 milhões no ano passado. O valor da perda corresponde a 1,3% do que foi investido na área da educação.
Sem levar em conta o montante da receita no ano passado, mas apenas o valor absoluto da perda, as capitais Fortaleza, Salvador e Manaus seriam as mais afetadas, pois deixariam de receber R$ 59 milhões; R$ 53 milhões; e R$ 41 milhões, respectivamente.
O especialista em orçamento público Cesar Lima afirma que o governo chegou a anunciar medidas de compensação com a intenção de assegurar que os valores retornem aos cofres das prefeituras, porém não há garantia de que isso realmente aconteça. Diante desse cenário, ele avalia que existe o risco de comprometimento na execução de serviços básicos oferecidos à população.
“De maneira geral, vai impactar em todos os serviços que o município presta, como nas áreas de saúde e educação. Alguns já prestam segurança pública através de suas guardas civis municipais. Então, isso, com certeza, vai fazer falta para os municípios, o que muito provavelmente pode preceder de bloqueios orçamentários nos municípios”, afirma.
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O governo federal, por sua vez, informou que, com o objetivo de conter a queda na arrecadação, voltou a cobrar em 2026 imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no país, será aplicada uma alíquota de 10% sobre os valores que ultrapassarem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil por ano — recebidos de cada empresa.
Um levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) indica que, se não houver compensação, a medida pode resultar em uma perda anual de pelo menos R$ 9,5 bilhões para os municípios.
Desse montante, cerca de R$ 5 bilhões correspondem à redução na arrecadação própria do Imposto de Renda, enquanto aproximadamente R$ 4,5 bilhões estão ligados à diminuição dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (13) em baixa de 0,37%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.814,56 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 1.814,56 | -0,37% | -3,88% | 362,26 |
| 09/04/2026 | 1.821,38 | -0,43% | -3,52% | 359,60 |
| 08/04/2026 | 1.829,20 | 0,41% | -3,10% | 357,90 |
| 07/04/2026 | 1.821,69 | -3,37% | -3,50% | 352,97 |
| 06/04/2026 | 1.885,21 | 0,78% | -0,14% | 366,20 |
O café robusta teve baixa de 2,29% no preço, sendo comercializado a R$ 879,03.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 879,03 | -2,29% | -8,98% | 175,49 |
| 09/04/2026 | 899,64 | 0,95% | -6,84% | 177,62 |
| 08/04/2026 | 891,15 | -1,13% | -7,72% | 174,36 |
| 07/04/2026 | 901,31 | -2,23% | -6,67% | 174,64 |
| 06/04/2026 | 921,86 | -1,63% | -4,54% | 179,07 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 1,56% e é cotada a R$ 105,78.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 105,78 | 1,56% | 0,30% | 21,12 |
| 09/04/2026 | 104,16 | 0,33% | -1,23% | 20,56 |
| 08/04/2026 | 103,82 | 0,43% | -1,56% | 20,31 |
| 07/04/2026 | 103,38 | -0,75% | -1,97% | 20,03 |
| 06/04/2026 | 104,16 | -0,86% | -1,23% | 20,23 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 1,78%, sendo negociada a R$ 100,45 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 100,45 | -1,78% | -11,96% | 20,00 |
| 09/04/2026 | 102,27 | -2,87% | -10,37% | 20,12 |
| 08/04/2026 | 105,29 | -1,71% | -7,72% | 20,69 |
| 07/04/2026 | 107,12 | -3,32% | -6,12% | 20,75 |
| 06/04/2026 | 110,80 | -0,85% | -2,89% | 21,50 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,07, após desvalorização de 0,75%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 69,07 | -0,75% | -1,85% | 13,79 |
| 09/04/2026 | 69,59 | -0,29% | -1,11% | 13,74 |
| 08/04/2026 | 69,79 | 0,30% | -0,82% | 13,65 |
| 07/04/2026 | 69,58 | -0,43% | -1,12% | 13,48 |
| 06/04/2026 | 69,88 | -0,11% | -0,70% | 13,57 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta segunda-feira (13) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,71% e é negociado a R$ 120,94; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,99% e é cotada a R$ 126,58.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 120,94 | -0,71% | -1,52% | 24,15 |
| 09/04/2026 | 121,81 | 0,28% | -0,81% | 24,05 |
| 08/04/2026 | 121,47 | -0,78% | -1,09% | 23,77 |
| 07/04/2026 | 122,42 | -0,51% | -0,32% | 23,72 |
| 06/04/2026 | 123,05 | 0,61% | 0,20% | 23,90 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 126,58 | -0,99% | -2,06% | 25,27 |
| 09/04/2026 | 127,84 | -0,22% | -1,08% | 25,24 |
| 08/04/2026 | 128,12 | -0,15% | -0,87% | 25,07 |
| 07/04/2026 | 128,31 | -0,39% | -0,72% | 24,86 |
| 06/04/2026 | 128,81 | 0,24% | -0,33% | 25,02 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,37% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.296,92, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.167,80.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 1.296,92 | 0,37% | 0,93% | 258,92 |
| 09/04/2026 | 1.292,20 | 0,08% | 0,57% | 255,12 |
| 08/04/2026 | 1.291,22 | 0,37% | 0,49% | 252,64 |
| 07/04/2026 | 1.286,52 | 0,12% | 0,12% | 249,28 |
| 06/04/2026 | 1.285,02 | -0,24% | 0,01% | 249,62 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 1.167,80 | 0,00% | 1,31% | 233,14 |
| 09/04/2026 | 1.167,76 | 0,94% | 1,31% | 230,55 |
| 08/04/2026 | 1.156,90 | 0,00% | 0,37% | 226,36 |
| 07/04/2026 | 1.156,90 | 0,03% | 0,37% | 224,16 |
| 06/04/2026 | 1.156,51 | -0,11% | 0,33% | 224,65 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta segunda-feira (13) em alta de 0,04%. A arroba é negociada a R$ 365,60, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 365,60 | 0,04% | 2,70% | 72,99 |
| 09/04/2026 | 365,45 | 0,12% | 2,65% | 72,15 |
| 08/04/2026 | 365,00 | 0,21% | 2,53% | 71,41 |
| 07/04/2026 | 364,25 | 0,89% | 2,32% | 70,58 |
| 06/04/2026 | 361,05 | 0,04% | 1,42% | 70,13 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,68%, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,55%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,27, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,29.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 7,27 | -0,68% | 0,41% |
| 09/04/2026 | 7,32 | 0,41% | 1,10% |
| 08/04/2026 | 7,29 | 0,28% | 0,69% |
| 07/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,41% |
| 06/04/2026 | 7,27 | 0,41% | 0,41% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 7,29 | -0,55% | 0,28% |
| 09/04/2026 | 7,33 | 0,41% | 0,83% |
| 08/04/2026 | 7,30 | 0,00% | 0,41% |
| 07/04/2026 | 7,30 | 0,00% | 0,41% |
| 06/04/2026 | 7,30 | 0,41% | 0,41% |
A carcaça suína especial também volta a apontar valorização de 0,74% no preço, sendo negociada a R$ 9,56 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | 9,56 | 0,74% | -0,83% |
| 09/04/2026 | 9,49 | 0,32% | -1,56% |
| 08/04/2026 | 9,46 | 0,00% | -1,87% |
| 07/04/2026 | 9,46 | -1,15% | -1,87% |
| 06/04/2026 | 9,57 | -0,73% | -0,73% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade em Santa Catarina e desvalorização de 4,27% em Minas Gerais, de 0,35% no Paraná, de 0,51% no Rio Grande do Sul e de 2,37% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,67 e R$ 6,17.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 10/04/2026 | MG - posto | 6,05 | -4,27% | -7,91% |
| 10/04/2026 | PR - a retirar | 5,67 | -0,35% | -7,80% |
| 10/04/2026 | RS - a retirar | 5,84 | -0,51% | -7,15% |
| 10/04/2026 | SC - a retirar | 5,77 | 0,00% | -6,33% |
| 10/04/2026 | SP - posto | 6,17 | -2,37% | -6,66% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta segunda-feira (13), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — exceto pelo nordeste do Paraná —, e sem chance de precipitações para a maior parte do território.
Somente o extremo-noroeste do Paraná tem previsão de pancadas de chuva isoladas, mas sem trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta segunda-feira (13), indica a presença de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do Distrito Federal, centro-norte de Goiás e porção central do extremo-leste de Mato Grosso, onde não deve chover.
As chuvas devem ser mais intensas e acompanhadas de trovoadas no noroeste de Mato Grosso e na coluna central de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta segunda-feira (13), é de céu aberto e de poucas nuvens para a maior parte da região, quase sem chuvas.
Há previsão de pancadas de chuva isoladas para os extremos-nordeste e oeste de Minas Gerais, nas tangentes com a Bahia e com Goiás, e para o extremo-oeste de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 29°C, também em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta segunda-feira (13), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas em algumas áreas.
Somente Roraima e o sudeste do Tocantins devem escapar às pancadas de chuva, as quais só não devem vir acompanhadas de trovoadas no norte do Amazonas, extremo-noroeste do Pará e faixa central do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta segunda-feira (13), indica céu de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para todo o interior oeste e litorais norte e sudeste da região.
As pancadas de chuva isoladas devem tomar todo o Maranhão, Rio Grande do Norte, centro-oeste e norte do Piauí, centro-norte do Ceará, sul do litoral de Sergipe e todo o leste da Bahia, acompanhadas de trovoadas no centro-norte maranhense, norte do Piauí e do Ceará e porção central do extremo-leste baiano.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAs mudanças geopolíticas e as transformações tecnológicas estão gerando um grande aumento na demanda por minerais, o que exigirá do setor empresarial esforços e investimentos para ampliar a produção de alguns desses minerais. Ao mesmo tempo, a sociedade continua vendo a mineração com uma certa reserva e classificando a atividade como danosa ao meio ambiente e às pessoas. Como compatibilizar essa necessidade de aumento rápido da produção com a sustentabilidade ambiental e social? Esta é uma das questões centrais abordadas pelo CEO do ICMM, em entrevista ao podcast do BMO, conduzida por Helen Amos, analista da instituição e que reproduzimos nesta edição de Brasil Mineral. Vale a pena conferir.
Helen Amos: A situação geopolítica está mudando rapidamente neste momento. Além disso, a mineração e os recursos naturais estão literalmente no centro das mudanças de poder que estão acontecendo bem diante dos nossos olhos. Então, temos muito o que abordar e estou especialmente animada para ouvir sobre todo o progresso que o ICMM e seus membros têm feito em desenvolvimento sustentável e todas as suas prioridades para o próximo ano. Mas, em primeiro lugar, você acabou de voltar de Davos. Uma semana repleta de manchetes importantes e eu adoraria ouvir suas impressões, em suas próprias palavras, sobre o clima por lá e como a posição da sustentabilidade em geral pode estar mudando nas conversas.
Rohitesh Dhawan: Sim, Davos, o lugar dos privilegiados e dos que têm iates. Digo isso em parte em tom de brincadeira, porque sejamos claros, certo? É um lugar onde a elite se reúne para discutir o estado do mundo. E como diz o velho ditado, qualquer coisa em que Davos concorde, pode apostar que acontecerá exatamente o oposto. Agora, neste caso, não tenho certeza se isso se aplica, porque acho que vários dos temas em Davos são coisas que estamos vendo se concretizar. Portanto, um grande foco na segurança nacional em todos os níveis. E, claro, tínhamos o presidente Volodymyr Zelensky, da Ucrânia, falando sobre porque a segurança da Ucrânia é a segurança europeia. Claro, tínhamos o governo dos EUA falando sobre a importância da segurança nacional em relação à Groenlândia e todos estavam preocupados com este mundo muito mais arriscado em que parecemos estar entrando, onde há potencial para alguns erros de cálculo graves. Nós simplesmente aumentamos a aposta em tudo e um movimento errado pode desencadear uma série de circunstâncias bastante infelizes.
E aqui está o ponto realmente interessante. O tema do diálogo esteve presente em Davos. A ideia era: podemos encontrar maneiras de conversar uns com os outros, mesmo quando discordamos veementemente? Não sei se, ao final da semana, diríamos que Davos alcançou esse objetivo, porque, na verdade, o que se viu foram visões muito diferentes apresentadas por pessoas diferentes. Claro, acho que o discurso mais marcante de Davos foi o de Mark Carney. Mas eu diria que, no que diz respeito a metais e minerais, houve um foco central nesse setor e em seu papel em todas as grandes temáticas – inteligência artificial, defesa. E sim, não houve muita menção à transição energética. Mas acho que, mesmo que não tenha sido dito explicitamente, todos entenderam que metais e minerais começam e terminam em cada ponto dessa cadeia de valor. Então, no geral, embora o mundo seja um lugar mais complexo e incerto, saí de Davos bastante convicto de que as perspectivas para metais e minerais são muito promissoras, porque agora estão profundamente conectadas às grandes temáticas globais.
Helen Amos: Sim, quero dizer, estamos vivendo tempos incríveis, mas também é incrível pensar que agora, finalmente, depois de muitas décadas, a mineração está entrando nas conversas convencionais. Então, sabe, finalmente somos uma indústria sobre a qual todos estão falando.
Obviamente, conheço o excelente trabalho do ICMM há muitos anos, especialmente quando eu mesma trabalhava na indústria, e como organização ela tem um enorme peso e respeito por parte das empresas de mineração, e eu vi isso em primeira mão. Então, talvez como um bom ponto de partida para nossos ouvintes, você poderia falar um pouco sobre quais foram as principais mudanças e áreas de progresso que o ICMM e seus membros promoveram nos últimos 5 a 10 anos?
Rohitesh Dhawan: Há mais de duas décadas, o ICMM existe com uma única missão: melhorar o nível de responsabilidade na indústria de mineração coletivamente, para que, no fim das contas, conquistemos a confiança e o apoio da sociedade e, assim, possamos expandir nossos negócios. Isso não é caridade. Não é porque somos uma ONG. É porque entendemos que o sucesso de nossos negócios está atrelado à forma como a sociedade nos vê como contribuintes positivos em termos ambientais e sociais. E, por isso, buscamos demonstrar liderança. E quando digo "nós", me refiro às 26 empresas representadas em nível de CEO no ICMM, que juntas possuem 650 minas em mais de 50 países. Representamos entre um terço e metade da produção do setor. Portanto, acreditamos que, ao demonstrarmos liderança nessas questões, podemos dar o exemplo para o restante da indústria, melhorar o desempenho e, assim, mudar a percepção que as pessoas têm do setor e do que sabem sobre mineração. Identificamos cinco tópicos específicos que consideramos vitais para demonstrarmos nossa liderança. Vou mencioná-los rapidamente agora.
A primeira questão é a segurança. Não há nada mais importante do que garantir que todos voltem para casa em segurança no final do seu turno de trabalho. Infelizmente, ainda não chegamos lá e, o que é mais preocupante, vimos uma reversão da tendência nos últimos dois anos, que vinha sendo de um número decrescente de fatalidades entre os membros do ICMM. Portanto, a segurança continua sendo nossa prioridade número um.
Em segundo lugar, vem a questão dos rejeitos. Em conferências anteriores do BMO, falamos muito sobre o trabalho com rejeitos para melhorar os padrões de gestão de rejeitos na indústria, após a tragédia de Brumadinho, no Brasil, em 2019, que custou 272 vidas. E muito trabalho tem sido feito para garantir que a indústria em geral esteja adotando o padrão de gestão de rejeitos e que nós, como indústria, estejamos inovando em como mineramos para que possamos minerar produzindo menos rocha estéril.
O terceiro tópico para nós, que é realmente importante, é o nosso trabalho de descarbonização e de tornar os veículos de mineração mais seguros, porque é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Então, enquanto inovamos na forma como esses grandes caminhões e equipamentos de mineração são operados e projetados, podemos reduzir a quantidade de combustível que consomem e, portanto, a quantidade de CO2 gerada, e podemos tornar esses caminhões mais seguros ao mesmo tempo. Portanto, há muito trabalho sendo feito nessa área.
O quarto tópico é sobre a questão da natureza. E aqui, somos uma indústria que tem impacto na natureza. Não há dúvida sobre isso. Temos uma pegada direta na terra e nas plantas e animais que vivem nela, nos corpos d'água e na qualidade do ar. Mas essa indústria tem o potencial de ser uma contribuinte líquida positiva ainda maior para a natureza do que já somos. Porque, embora sim, seja preciso perturbar a terra para extrair metais e minerais, o impacto desses metais e minerais, ao nos permitir viver verticalmente e permitir que a humanidade viva em cidades, significa que nosso impacto líquido na natureza é extremamente positivo. Dito isso, precisamos garantir que nossas operações sejam realizadas em locais onde tentamos minimizar ao máximo as consequências diretas e indiretas de nossas atividades.
E, por fim, nosso trabalho em desempenho social, porque sabemos que, não importa o quão valiosos sejam os minerais e o quanto digamos às pessoas que esses metais são essenciais para a vida moderna -- e de fato são -- para muitos países anfitriões o que realmente importa é garantir que os direitos humanos sejam protegidos, que não haja mineração contra a vontade das populações locais, que os benefícios retornem aos países e comunidades anfitriões, que os impostos sejam pagos de forma justa e que haja transparência. E isso é algo com que sempre estivemos comprometidos e queremos continuar garantindo que esse progresso prossiga.
Então, essas são as cinco áreas, que são uma grande prioridade para nós no momento. Falaremos um pouco mais adiante sobre o trabalho que estamos realizando para garantir que isso não permaneça apenas uma iniciativa liderada pelo ICMM, mas se expanda para toda a indústria, e que tudo isso contribua para o nosso trabalho de tentar mudar a compreensão e a percepção das pessoas sobre a indústria de mineração com base em nosso melhor desempenho, e não apenas em alguma campanha de relações públicas.
Leia a matéria completa na edição 455 da Brasil Mineral
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Baixar áudioO Governo Federal anunciou, na última terça-feira (7), a prorrogação do prazo para que a biometria da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) se torne obrigatória no acesso a benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outros programas sociais. Com a nova diretriz, a exigência passará a vigorar apenas a partir de 1º de janeiro de 2027.
A decisão, articulada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), visa garantir uma transição suave e assegurar que os cidadãos tenham tempo suficiente para emitir o novo documento sem o risco de suspensão de pagamentos. Até a nova data, os atuais métodos de identificação e prova de vida permanecem válidos.
A integração da biometria da CIN é vista como um passo fundamental para reforçar a segurança do sistema previdenciário, reduzindo as possibilidades de fraude e facilitando a vida do beneficiário, que passará a ter uma identificação digital unificada e mais robusta.
Com informações do Instituto Nacional do Seguro Social.
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Baixar áudioDos 195 municípios brasileiros com receita orçamentária bilionária, 169 são cidades do interior, conforme dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Nesse cenário, o principal destaque é Campinas (SP), que ocupa a décima posição nacional, com receita superior a R$ 9 bilhões em 2024. O município possui um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente R$ 73 bilhões, tendo o setor de Serviços como principal motor da economia.
Outros municípios do interior que também figuram entre os bilionários são Guarulhos (SP) e Maricá (RJ), com receitas acumuladas de R$ 7,4 bilhões e R$ 6,9 bilhões, respectivamente. Guarulhos apresenta PIB superior a R$ 77 bilhões, enquanto Maricá registra cerca de R$ 86 bilhões.
Enquanto Guarulhos se destaca pelas atividades ligadas ao setor de Serviços, o município fluminense tem a Indústria como principal setor econômico, impulsionada sobretudo pela cadeia de óleo e gás.
Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, assim como num cenário mais amplo, o setor de Serviços se destaca em meio às cidades do interior com maior arrecadação orçamentária. No entanto, ele aponta que a atividade industrial tem dado uma parcela importante de contribuição, apesar de uma arrecadação menos significativa.
“Podemos ver que Serviços tem mantido o PIB brasileiro no último ano e, apesar da queda da atividade industrial que nós acompanhamos no segundo semestre de 2025, o PIB não foi tão afetado. Nós temos Maricá e Niterói com alguns estaleiros por causa de petróleo”, afirma.
“O mercado espera uma ligeira queda para essa taxa de juros no decorrer de 2026. Vamos esperar que isso dê um fôlego para que a indústria tenha um papel mais relevante nesses dados de arrecadação, uma vez que ela gera uma receita mais perene. Serviços são muito sazonais, já a receita da indústria quando você mantém ali uma industrialização crescente, é possível atingir níveis de produção mais estáveis”, complementa Lima.
Veja mais:
Do total de municípios bilionários do país, apenas 30 têm a Indústria como principal atividade econômica. Com exceção de Manaus, capital do Amazonas, as outras 29 cidades com esse perfil são do interior. Entre elas estão Betim (MG), com receita orçamentária de R$ 3,3 bilhões, e Camaçari (BA), com R$ 2,5 bilhões.
De acordo com o Siconfi, os 195 municípios bilionários somaram, em 2024, mais de R$ 678 bilhões em receitas orçamentárias. Entre as unidades da federação, São Paulo concentra o maior volume arrecadado, com R$ 250,8 bilhões.
Na sequência aparecem o Rio de Janeiro, com arrecadação superior a R$ 92 bilhões, e Minas Gerais, cujos municípios bilionários somaram mais de R$ 53 bilhões.
O setor de Serviços se destaca como principal atividade econômica em 165 municípios brasileiros com arrecadação bilionária, como é o caso de Ribeirão Preto (SP), que registrou receita orçamentária superior a R$ 4,7 bilhões.
Copiar o textoEstado concentra 57,5% da área cultivada; estudo aponta espaço para expansão em outras regiões
Baixar áudioA área de cana-de-açúcar disponível para colheita no Centro-Sul do Brasil atingiu mais de 8,9 milhões de hectares na safra 2025/26, evidenciando a força e a concentração da cultura na principal região produtora do país. Os dados são de levantamento da Serasa Experian.
O estudo, baseado em imagens de satélite, revela que a produção está significativamente concentrada em São Paulo, responsável por 57,5% da área cultivada, enquanto os 42,5% restantes se distribuem entre Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
O mapeamento também aponta que apenas 12 municípios concentram cerca de 10% da área total cultivada, dentro de um universo de mais de 800 cidades produtoras. Ainda assim, aproximadamente 25% dos municípios do Centro-Sul cultivam cana-de-açúcar, o que demonstra a ampla presença da cultura na região.
No recorte do uso da terra, São Paulo apresenta maior intensidade produtiva, já que dos 14,1 milhões de hectares com aptidão agrícola, 36% estão ocupados pela cana. Já em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul — que, juntos, somam entre 13,6 milhões e 20 milhões de hectares aptos — a ocupação varia entre 5% e 6%.
VEJA MAIS:
“O cenário indica que, embora o Brasil seja o maior produtor e exportador mundial de cana-de-açúcar e um dos líderes em biocombustíveis, ainda existe espaço relevante para a expansão da cultura, especialmente com o aproveitamento de áreas com aptidão agrícola”, afirma o gerente executivo de soluções agro da Serasa Experian, Dyego Santos.
“Com os biocombustíveis voltando ao centro da agenda energética, historicamente impulsionados pela cana, a cultura volta a desempenhar um papel central, agora ao lado do avanço de lavouras como soja e milho”, complementa.
Na safra 2025/26, quatro estados concentram 91% da área de cana mapeada no Centro-Sul. São Paulo lidera com ampla vantagem, com mais de 5,1 milhões de hectares (57,5%). O estado também registrou crescimento expressivo ao longo das últimas décadas: a área disponível para colheita passou de 3,35 milhões de hectares em 2003 para mais de 5 milhões em 2025, alta de 52,8%.
Na sequência aparecem Goiás (12,3%), Minas Gerais (12,2%) e Mato Grosso do Sul (8,9%), consolidando o avanço da produção fora do eixo paulista. Apesar disso, essas unidades da federação ainda apresentam menor ocupação das áreas aptas — entre 5% e 6%, na comparação com os 36% de São Paulo —, indicando potencial de expansão, sobretudo no Centro-Oeste e no Triângulo Mineiro.
A concentração também se repete no nível municipal. Apenas 12 cidades, entre 842 mapeadas, concentram cerca de 10,4% da área de cana disponível para colheita. Entre os principais polos estão Uberaba, Quirinópolis, Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante, além dos municípios paulistas de Morro Agudo, Barretos e Guaíra.
Segundo o executivo, “apesar da concentração em alguns polos de grande escala, 90% da área cultivada de cana-de-acúcar a ser colhida está espalhada por mais de 800 municípios, muitos com participação individual menor, mas que, juntos, garantem a capilaridade da cultura no território.”
Os dados indicam que, embora existam grandes polos produtivos, a cultura permanece amplamente distribuída no território.
“O uso de geotecnologia e imagens de satélite permite um nível de precisão muito superior às estimativas tradicionais, ao mapear efetivamente o que está sendo plantado no campo”, pontua Santos.
“Esse tipo de monitoramento, que ganha ainda mais relevância com o avanço das exigências regulatórias no setor e mitigação de riscos na cadeia agroindustrial, amplia a capacidade de análise e tomada de decisão no agronegócio”, enfatiza.
O levantamento foi realizado com base em dados proprietários obtidos por imagens de satélite e geotecnologia, que permitem identificar e mensurar as áreas cultivadas com cana-de-açúcar no Brasil. A análise considera tanto áreas disponíveis para colheita quanto em reforma na safra 2025/26, abrangendo sete estados da região Centro-Sul.
Os dados de aptidão agrícola para concessão de crédito rural têm como base o Manual de Crédito Rural (MCR), e os municípios analisados são aqueles com áreas de cultivo identificadas no mapeamento. Neste estudo, a região Centro-Sul engloba áreas das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil.
Copiar o textoO concurso 2995 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (11/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para terça-feira (14), com prêmio estimado em R$ 45.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
08 - 29 - 42 - 49 - 50 - 58
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3659 ocorre na noite deste sábado (11), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3659 da Lotofácil foi realizado neste sábado (11/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.587.534,24. Os bilhetes premiados foram adquiridos em São Luís (MA). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital maranhense possui cerca de 1.037.775 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos logísticos, portuários e culturais do país, apresentando paisagens icônicas como o seu Centro Histórico (Patrimônio Mundial da UNESCO), o Palácio dos Leões e a Avenida Litorânea.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3660, que será realizado na segunda-feira, 13 de abril de 2026, está estimado em R$ 7.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
03 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 23 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, neste domingo (12), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com pancadas de chuva isoladas para todo o Rio Grande do Sul, centro-sul e oeste de Santa Catarina e extremo-sul do Paraná.
As pancadas de chuva devem vir acompanhadas de trovoadas em todo o estado gaúcho, no oeste do qual há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C, em Curitiba e Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, neste domingo (12), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a região ao longo do dia.
O Distrito Federal, extremo-leste de Goiás e sudeste de Mato Grosso do Sul devem escapar às precipitações, que devem ser mais intensas em todo o Mato Grosso e nas porções nordeste de Goiás e de Mato Grosso do Sul, acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste mato-grossense.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, neste domingo (12), é de céu aberto e de poucas nuvens para a maior parte da região, sem chuvas.
Há previsão de possibilidade de chuvas isoladas para os extremos-nordeste e oeste de Minas Gerais, nas tangentes com a Bahia e com o estado de Goiás.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 29°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, neste domingo (12), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região, acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Amapá, Amazonas, quase todo o Pará — à exceção do sudeste —, norte de Rondônia e sul de Roraima.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Belém e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6056, divulgado neste sábado, 11 de abril de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica da Ilha, de Florianópolis/SC, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Lotérica Assai em Assaí/PR, enquanto a aposta feita na Moraes e Omori Serviços Financeiros LTDA, em Mendonça/SP, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Flor do Campo Loterias em São Paulo/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.503,00 foi da Lotérica São Jorge, em Cárceres/MT. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 067001 | LOTERICA DA ILHA | FLORIANOPOLIS/SC | R$ 500.000,00 |
| 2º | 029390 | LOTERICA ASSAI | ASSAI/PR | R$ 35.000,00 |
| 3º | 015697 | MORAIS E OMORI SERVICOS FINANCEIROS LTDA | MENDONCA/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 095444 | FLOR DO CAMPO LOTERIAS | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 032892 | LOTERICA SAO JORGE | CACERES/MT | R$ 20.503,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, neste domingo (12), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para quase todo o território, acompanhadas de trovoadas no litoral norte.
Somente a coluna central da Bahia e o centro-sudoeste de Pernambuco devem escapar às precipitações, as quais devem ser mais intensas em todo o Maranhão, Piauí, Ceará e litoral do Rio Grande do Norte e da Paraíba e ser acompanhadas de trovoadas no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e centro-noroeste do Ceará.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em João Pessoa, São Luís e Teresina. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNo processo de ambientação ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o ministro André De Paula reuniu-se com o presidente da agência, Laudemir Müller. O encontro ocorreu nesta sexta-feira (10) e contou com a participação do ex-presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, do secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, e da chefe de gabinete, Adriana Toledo.
A agenda tratou do alinhamento de prioridades entre as instituições, que atuam na promoção do agronegócio brasileiro no exterior. Nos últimos anos, a ApexBrasil inaugurou escritórios no Brasil e no exterior e organizou fóruns internacionais voltados à geração de negócios para o setor produtivo.
De Paula aproveitou a ocasião para destacar a importância da cooperação entre o ministério e a agência na ampliação das exportações e abertura de novos mercados. Segundo o ministro, essa atuação conjunta tem sido fundamental para fortalecer a presença dos produtos agropecuários brasileiros no cenário internacional.
Müller reafirmou o compromisso da instituição em dar continuidade ao trabalho da gestão anterior e fortalecer ainda mais a parceria com o Mapa. Enquanto Viana, que deixou a presidência para concorrer a uma vaga no Senado pelo Acre, mencionou experiências exitosas na expansão das exportações agropecuárias, especialmente em cadeias produtivas que vêm ganhando espaço no mercado global.
O secretário-executivo Cleber Soares ressaltou os resultados expressivos obtidos pelo Brasil na abertura de novos mercados, destacando o papel da parceria institucional nesse processo.
Essa não foi a única visita que De Paula recebeu na semana. Na quinta-feira, o ministro recebeu a presidente do Instituto Pensar Agro (IPA) e presidente-executiva da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella.
No mesmo dia, visitou a sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), onde se reuniu com a diretoria, incluindo a presidente Silvia Massruhá, para tratar da estrutura, dos projetos e do papel da empresa no desenvolvimento do setor agropecuário.
Copiar o textoNova regra busca fortalecer o controle, a rastreabilidade e a segurança jurídica na cadeia produtiva
Baixar áudioNotas fiscais passam a valer como documento oficial para comprovação da origem de peixes e frutos do mar provenientes da pesca e da aquicultura. A mudança foi publicada nesta sexta-feira (10), em portaria conjunta entre os ministérios da Pesca e Aquicultura (MPA) e da Agricultura e Pecuária (Mapa).
A nova norma revoga a Instrução Normativa Interministerial MPA/MAPA nº 4/2014, e atualiza os mecanismos de controle. O objetivo é fortalecer a rastreabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva e conferir maior segurança jurídica e previsibilidade às atividades dos produtores, ao alinhar os procedimentos de comprovação de origem às práticas atuais da pesca e da aquicultura no país.
As pastas afirmam que a mudança reforça o compromisso do governo federal em modernizar o segmento e foi adotada com base em discussões técnicas junto ao setor produtivo. A avaliação é que a adoção da Nota Fiscal como documento oficial atende às necessidades operacionais, é eficientemente replicada em todo o território nacional, além de ampliar a transparência das operações comerciais, aprimorar os mecanismos de fiscalização, valorizar o pescado brasileiro e contribuir com o desenvolvimento sustentável da atividade.
Entre as novidades, a norma institui o anexo “Autodeclaração de Solicitação de Atualização de Dados junto ao MPA”. O instrumento visa resguardar o interessado que já protocolou pedido de atualização cadastral de embarcação no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), mas que ainda aguarda análise administrativa.
A autodeclaração permitirá que o proprietário comprove sua regularidade durante esse período, evitando prejuízos à atividade produtiva e conferindo maior previsibilidade ao processo. De acordo com os ministérios, a medida está alinhada à modernização administrativa, à inovação regulatória e à garantia de direitos dos usuários dos sistemas públicos.
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Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária segue empenhado em conhecer toda a estrutura do agronegócio brasileiro. Nesta quinta-feira (9), André De Paula recebeu em seu gabinete a presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA) e presidente-executiva da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella.
No encontro, foram tratadas as contribuições do IPA e do cooperativismo à agropecuária brasileira. O ministro destacou que o principal objetivo da agenda foi estabelecer um canal direto de diálogo com o setor e fortalecer parcerias institucionais.
O IPA é constituído por 57 entidades do setor e atua como o braço técnico e estratégico da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Congresso Nacional. Já a OCB, promove o cooperativismo junto aos poderes da República e representa o movimento dentro e fora do país. São mais de 4,3 mil cooperativas vinculadas ao sistema, sendo que o agronegócio é o ramo com a maior quantidade e com a maior movimentação de valores.
De Paula aproveitou a ocasião para reforçar o compromisso do ministério com a geração de renda, a inclusão produtiva e o fortalecimento da agropecuária nacional, em diálogo com as entidades representadas pelo IPA e o sistema cooperativista. O Mapa atua na abertura de novos mercados internacionais e no fomento à assistência técnica, assegurando que os produtores de todos os segmentos tenham acesso a práticas mais sustentáveis e maior competitividade.
No mesmo dia, mas pela manhã, De Paula foi à sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O ministro foi recebido pela diretoria da empresa, incluindo a presidente Silvia Massruhá, e pode aprofundar o conhecimento quanto à estrutura, os projetos e o papel estratégico da empresa para o desenvolvimento do agro nacional.
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Baixar áudioNa primeira semana como ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula fez questão de visitar uma das principais instituições do campo brasileiro: a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O intuito foi aprofundar o conhecimento quanto à estrutura, os projetos e o papel estratégico da empresa para o desenvolvimento do agro nacional.
Segundo de Paula, a agenda também teve o objetivo de sinalizar apoio e prioridade da atual gestão com o fortalecimento da instituição. “A Embrapa é motivo de orgulho para todos os brasileiros. Dirigir o ministério que é responsável por um dos setores mais importantes da economia do Brasil implica em fortalecer a Embrapa, porque a Embrapa transforma a vida das pessoas que estão espalhadas no campo pelo Brasil inteiro”, afirmou.
O ministro destacou também que a transformação e sucesso do agronegócio brasileiro nos últimos 50 anos passa pelo investimento em pesquisa e inovação, sob coordenação da empresa. “Estar aqui na Embrapa é um motivo de alegria e é também a renovação de um compromisso e do enorme respeito que tenho pelo trabalho que é feito aqui por pesquisadores, pela presidente Silvia e por todos que, juntos, são responsáveis por esse êxito”.
De Paula foi recebido pela presidente Silvia Massruhá e pela diretoria da empresa, que apresentaram um panorama geral das ações conduzidas pela instituição, que celebra 53 anos de atuação.
Após apresentar a estrutura da sede e de todas as 43 unidades de pesquisa espalhadas pelo Brasil, Massruhá fez um novo convite ao ministro: participar da inauguração da Embrapa Alimentos e Territórios, em Maceió (AL). “Ela traz a questão de como trabalhar com a gastronomia, identificação geográfica, com as comunidades locais e tradicionais. É uma oportunidade que está dentro do Novo PAC, nós vamos estar lançando agora em maio e é muito importante o senhor estar conosco nessa comemoração”, destacou a gestora, completando que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também deve participar do evento.
Ainda durante a visita, o ministro apresentou o nome de Guilherme Coelho como sua indicação para a presidência do Conselho de Administração da Embrapa (Consad).
Criada em 1973, a Embrapa nasceu a partir da estratégia de investimento em ciência e tecnologia para impulsionar um modelo de agricultura e pecuária genuinamente tropical. Nesse período, a empresa se consolidou como referência mundial ao desenvolver soluções inovadoras.
Vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a empresa pública tem o desafio constante de garantir ao Brasil segurança alimentar e posição de destaque no mercado internacional de alimentos, fibras e energia.
Copiar o textoA Comissão Organizadora informa que estão abertas as inscrições para participação no 11º. Mineração &/X Comunidades, principal fórum brasileiro dedicado ao diálogo entre a indústria mineral e as comunidades impactadas por seus projetos. Organizado por Brasil Mineral, com coordenação técnica da Integratio e apoio de entidades do setor, como a Fiemg/Sindiextra, o evento é realizado anualmente há mais de uma década, tendo se consolidado como espaço indispensável para discutir questões como ESG, sustentabilidade, licenciamento social, direitos de comunidades tradicionais e legados da atividade mineral.
A 11ª. edição acontecerá nos dias 16 e 17 de junho de 2026, em Belo Horizonte, tendo como tema central “O ESG Resolve o X da Questão?” e abordará tópicos como “O ESG acabou?”, “Casos práticos de ESG”, “Relacionamento com comunidades tradicionais”, “Projetos colaborativos entre empresas e entes públicos”, “Programas de Apoio e Fortalecimento dos Municípios”, “Institutos e Fundações como diferenciais para a prática do ESG”, além de outros
Um ponto alto da programação será o anúncio e premiação dos vencedores do II Prêmio Mineração & Comunidades, que reconhece as melhores práticas e projetos desenvolvidos junto a comunidades de territórios mineradores.
Outro destaque será o Fórum de Líderes, no qual executivos de mineradoras discutirão como estão aplicando as práticas de ESG nas organizações que dirigem.
As vagas para o evento são limitadas. Para mais informações, e inscrições, acesse www.mineracaoecomunidades.com.br
Copiar o textoDificuldade em engravidar? 1 em cada 6 homens tem VARICOCELE!
Baixar áudioVaricocele são varizes no cordão do testículo, e na maioria dos casos, não causam problemas. Mas, fique atento, pois elas podem:
“O diagnóstico é feito no exame físico e, quando necessário, confirmado com ultrassom”, explica o Dr. Fábio Ortega.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse: www.portaldoutorajuda.com.br.
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Baixar áudioA 18ª edição do Ranking do Saneamento, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostra que 28 municípios brasileiros atingiram a universalização no abastecimento de água. Desse total, 11 municípios têm cobertura de 100%, com concentração no estado de São Paulo. Já as outras 17 cidades apresentam índices iguais ou superiores a 99% de atendimento, localizadas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O foco do levantamento são os 100 municípios mais populosos do Brasil e o estudo considera os indicadores mais atuais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Confira a lista de municípios com 100% de universalização no abastecimento de água:
A lista de melhores municípios no indicador de atendimento total de água também considera as cidades que atingiram percentuais iguais ou superiores a 99% de atendimento. Veja alguns municípios:
Pelo estudo, o indicador médio de atendimento de água entre os 100 maiores municípios foi de 93,55%. O percentual representa uma queda em comparação aos 93,91% registrados em 2023.
Conforme o estudo, apesar da queda, a maioria dos municípios, sendo 87 dos 100, tem atendimento total de água maior que 80%. A publicação avalia que os dados evidenciam que a maioria dos municípios considerados no Ranking está próxima da universalização do serviço de abastecimento de água.
Os dados do Ranking mostram que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios para que o abastecimento de água seja universalizado de forma plena e equilibrada entre os municípios do país.
A capital pernambucana, Recife, atingiu 78,93% em relação ao abastecimento de água. Já Porto Velho (RO), registrou apenas 30,74 % e ocupa a 100ª posição no ranking.
Confira os municípios com os piores percentuais de atendimento:
A publicação afirma que, como ainda há cidades com índices precários, o cenário evidencia desigualdades no acesso aos serviços. Na avaliação do estudo, os índices reforçam a necessidade de ampliar os investimentos na área, de melhoria na gestão e de priorização do saneamento na agenda pública.
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Baixar áudioA Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL 4.705/2025) que atualiza critérios de acesso a políticas públicas voltadas ao pequeno produtor rural. Entre as medidas previstas está a exigência de comprovação da propriedade ou da posse legítima da terra para acesso a programas governamentais, além da inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
O texto estabelece, ainda, diretrizes para garantir maior regularidade no acesso aos benefícios, especialmente em casos envolvendo disputas fundiárias.
A proposta foi relatada pelo deputado José Medeiros (PL-MT), que integra a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).
Segundo a Agência FPA, após a aprovação, José Medeiros ressaltou o papel do aperfeiçoamento da legislação para fortalecer a efetividade das políticas públicas. “O que estamos fazendo é garantir critérios claros, mais transparência e segurança jurídica para que esses recursos cheguem a quem realmente trabalha no campo”, disse Medeiros, confirmou a Agência FPA.
O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara.
O parecer de Medeiros menciona que o aprimoramento dos critérios colabora para tornar as políticas públicas mais justas e eficientes.
“De uma forma geral, a proposição tem como objetivo evitar que invasores de propriedades sejam considerados “agricultores familiares” para fins de acesso a políticas públicas e de obtenção dos recursos públicos a elas destinados”, disse em um trecho do relatório.
O relator salientou, ainda, de acordo com a Agência FPA, que a medida beneficia o pequeno produtor rural ao valorizar quem atua de forma regular. “A medida reconhece e valoriza quem vive da atividade rural, produz alimentos, gera emprego e sustenta sua família, ao mesmo tempo que aprimora os instrumentos de gestão das políticas públicas”, disse.
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Baixar áudioO mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (9) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao vírus influenza A em grande parte da Região Centro-Sul do país.
Segundo o levantamento, o crescimento foi observado em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Nordeste, o avanço da doença também foi identificado em estados como Paraíba, Alagoas e Sergipe.
Por outro lado, algumas localidades já apresentam sinais de estabilização ou queda nos casos de influenza A. Esse cenário foi observado em estados do Norte — Amapá, Pará e Rondônia —, além de estados do Nordeste, como Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco, e também no Rio de Janeiro.
Apesar do subclado K do vírus Influenza A (H3N2), chamada de “supergripe”, estar em circulação no país e ser mais transmissível, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, afirma que a cepa não causa mais óbitos ou casos graves em relação aos outros vírus da gripe.
“O vírus da Influenza A do subclado K, que está circulando agora no Brasil, já circulou no Hemisfério Norte. O que sabemos desse vírus é que é mais transmissível, então causa mais casos de gripe, mas não é mais virulento. Ele não causa mais casos graves ou óbitos em relação aos outros vírus da influenza. O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso que a vacina contra o vírus é atualizada todo ano para proteger contra as subvariantes que mais circulam nos hemisférios Norte e Sul”, destaca Tatiana Portella.
O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso a vacina contra o vírus é atualizada todo ano. A atual vacina da influenza aqui do Brasil é a mais atualizada e protege contra o subclado K.
A pesquisadora da Fiocruz garante que a principal forma de prevenção é a vacinação e que o atual imunizante aplicado no Brasil protege contra a “supergripe”.
Além da influenza, o boletim destaca o aumento de casos de SRAG causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças de até dois anos.
O crescimento foi registrado em diversos estados do Nordeste — Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia —, além de estados do Centro-Oeste — Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal — e do Sudeste — São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Em algumas localidades do Norte — Acre, Roraima e Amazonas — já há indicação de queda nos casos associados ao VSR.
Já os casos graves provocados por rinovírus apresentam sinais de interrupção do crescimento ou queda na maior parte do país, mas ainda seguem em alta nos estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso e Alagoas.
Por outro lado, os casos graves por Covid-19 continuam em níveis baixos em todo o território nacional.
O boletim indica que 13 das 27 unidades federativas apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com tendência de crescimento no longo prazo. Entre elas estão:
Entre as capitais, 11 apresentam níveis elevados de atividade de SRAG, também com tendência de crescimento: Palmas (TO), Cuiabá (MT), São Luís (MA), Natal (RN), João Pessoa (PB), Recife (PE), Aracaju (SE), Maceió (AL), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 4 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 13. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em outra forte queda de 1,03% frente ao real, cotado a R$ 5,01, acumulando perda de 2,88% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,15%.
O desempenho do câmbio foi guiado, principalmente, pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O mercado reagiu com otimismo à confirmação de que representantes dos Estados Unidos e do Irã se encontrarão neste sábado (11) em Islamabad, no Paquistão, para avançar nas negociações de um acordo de paz definitivo. O clima de descompressão foi reforçado pelo Irã, que indicou estar disposto a negociar caso suas pré-condições sejam aceitas, além da expectativa de que Israel e Líbano iniciem diálogos diretos na próxima semana em solo estadunidense.
Apesar do alívio geopolítico, os investidores também repercutiram os novos dados de inflação nos EUA. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de março surpreendeu com alta de 0,9%, elevando o acumulado de 12 meses para 3,3% — patamar que segue acima da meta de 2% do Federal Reserve, o Banco Central do país. O avanço mais forte da inflação fez com que o mercado financeiro revisasse as apostas de um corte de juros pelo Fed, adiando a expectativa do início do ciclo de afrouxamento monetário de junho para setembro.
No cenário doméstico, os investidores também repercutiram a aceleração da inflação oficial do Brasil. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,88% em março, acima das expectativas do mercado. No acumulado em 12 meses, o IPCA mostrou alta de 4,14% — ainda dentro da meta do Banco Central, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos. Segundo analistas do setor, o resultado foi impulsionado, principalmente, pelos preços de combustíveis, alimentos e serviços.
Em resposta aos dados do IPCA, o mercado praticamente zerou as apostas em um corte de 0,50 ponto percentual na Selic para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no final de abril. As apostas de um corte mais conservador, de 0,25 ponto percentual, subiram para 90%, o que levaria a taxa básica de juros, no momento em 14,75% ao ano, para 14,50% ao ano.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em queda de 1,58%, cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1997 | 0,1704 | 0,1484 | 31,8189 | 0,1576 | 0,2765 | 0,2829 |
| USD | 5,0063 | 1 | 0,8529 | 0,7429 | 159,30 | 0,7891 | 1,3843 | 1,4158 |
| EUR | 5,8686 | 1,1725 | 1 | 0,8711 | 186,80 | 0,9254 | 1,6230 | 1,6600 |
| GBP | 6,7409 | 1,3461 | 1,1480 | 1 | 214,45 | 1,0624 | 1,8636 | 1,9058 |
| JPY | 0,0314 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4954 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,3444 | 1,2673 | 1,0806 | 0,9413 | 201,84 | 1 | 1,7539 | 1,7937 |
| CAD | 3,6165 | 0,7224 | 0,6161 | 0,5366 | 115,08 | 0,5701 | 1 | 1,0227 |
| AUD | 3,5371 | 0,7062 | 0,6024 | 0,5248 | 112,52 | 0,5575 | 0,9778 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoÍndice renovou os recordes intradia e de fechamento acima dos 197 mil pontos pela primeira vez
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,12% e no terceiro patamar recorde seguido, aos 197.323 pontos, após renovar a máxima histórica intradia de 197.553 pontos, e acumulando valorização de 4,95% na semana. O desempenho do índice foi impulsionado pela entrada de fluxo de capital estrangeiro e pelo otimismo com as tratativas diplomáticas no cenário internacional, apesar da pressão inflacionária interna.
No cenário global, as atenções se voltaram para a expectativa de negociações entre os Estados Unidos e o Irã, previstas para ocorrer neste sábado (11) em Islamabad, no Paquistão. O governo iraniano sinalizou que as conversas podem avançar caso "pré-condições sejam aceitas", o que trouxe um alívio momentâneo aos mercados. Em contrapartida, as bolsas de Wall Street fecharam sem direção única, enquanto, na Europa, o índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou com leve alta de 0,37%, refletindo a cautela dos investidores antes do desfecho diplomático.
No cenário doméstico, os investidores também repercutiram a aceleração da inflação oficial do Brasil. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,88% em março, acima das expectativas do mercado. No acumulado em 12 meses, o IPCA mostrou alta de 4,14% — ainda dentro da meta do Banco Central, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos. Segundo analistas do setor, o resultado foi impulsionado, principalmente, pelos preços de combustíveis, alimentos e serviços.
Em resposta aos dados do IPCA, o mercado praticamente zerou as apostas em um corte de 0,50 ponto percentual na Selic para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no final de abril. As apostas de um corte mais conservador, de 0,25 ponto percentual, subiram para 90%, o que levaria a taxa básica de juros para 14,50% ao ano.
Entre os destaques do Ibovespa, as ações da Petrobras foram as mais negociadas da sessão e registraram altas de 2,09% e 2,49%, acompanhando o fluxo de capital estrangeiro e apoiando o desempenho do índice.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Hoteis Othon SA Pfd (HOOT4): +19,12%
Paranapanema S.A. (PMAM3): +13,46%
Ações em queda no Ibovespa
MRS Logistica S.A. (MRSA3B): -13,00%
Inepar SA Industria e Construcoes (INEP3): -11,36%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 40.198.133.500, em meio a 4.146.631 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3658 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (10/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 786.443,96. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Igarapé (MG).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3659, que será realizado no sábado, 11 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
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Qual o valor das apostas da LotoFácil?
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Copiar o textoNo Paraná, há muitas nuvens em municípios do Norte e do Vale do Ivaí, como Londrina e Faxinal
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A previsão para este sábado (11) na Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica variação de nebulosidade.
No Paraná, há muitas nuvens em municípios do Norte e do Vale do Ivaí, como Londrina e Faxinal.
Em Santa Catarina, o céu fica com muitas nuvens na região litorânea.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável, com poucas nuvens em todo o estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 26°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para este sábado (11) na Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica variação de nuvens e chuva em pontos isolados.
Em Mato Grosso, há muitas nuvens com pancadas de chuva em municípios do Norte, como Nova Bandeirantes, Alta Floresta e Nova Guarita.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo segue estável, com poucas nuvens.
Em Goiás, o céu fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva em áreas do Centro-Norte, como Faina, Buriti de Goiás e Crixás.
No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEm São Paulo, há chuva isolada no Vale do Paraíba, em Pindamonhangaba e Cachoeira Paulista
Baixar áudioA previsão para este sábado (11) na Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica tempo instável.
Em São Paulo, há chuva isolada no Vale do Paraíba, em Pindamonhangaba e Cachoeira Paulista.
Em Minas Gerais, o tempo fica carregado no Leste e no Vale do Mucuri, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Governador Valadares, Teófilo Otoni e Mantena.
No Rio de Janeiro, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada em todo o estado.
Já no Espírito Santo, chove no Norte, em Vila Pavão e Pinheiros.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 28°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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