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Baixar áudioNesta segunda-feira (22), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou aos pré-candidatos à Presidência da República e aos representantes do setor produtivo uma agenda de propostas voltadas à melhoria do ambiente econômico e ao fortalecimento da competitividade do país. Realizado desde 1994, o encontro já é uma tradição da entidade às vésperas das eleições gerais e se consolidou como um dos principais espaços de diálogo entre a indústria e os presidenciáveis.
Em 2026, a CNI lançou o documento "Construindo o Brasil 2050: a indústria na agenda dos presidenciáveis", entregue durante evento realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Participaram do encontro os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), além de mais de mil representantes da indústria brasileira.
Na ocasião, os presidenciáveis apresentaram suas visões para o país e dialogaram com o setor produtivo temas considerados prioritários para impulsionar o crescimento sustentável, a inovação e a competitividade nacional.
Durante a abertura do evento, o presidente da CNI, Ricardo Alban, disse que o próximo chefe do Executivo terá a missão de liderar um projeto de desenvolvimento de longo prazo para o país, e não apenas atender aos interesses de um segmento específico da economia.
“Nessa jornada, a adoção de medidas em favor do desenvolvimento econômico e social será tão importante quanto as ações destinadas a evitar retrocessos. A indústria está pronta para fazer a sua parte. Esperamos que o poder público também escolha planejar e executar, em vez de apenas improvisar”, afirmou.
Elaborado com a contribuição de lideranças empresariais e especialistas, o documento reúne propostas para ampliar a competitividade do país. As recomendações estão organizadas em 18 temas estratégicos, distribuídos em três premissas principais.
1- Macroeconomia para o crescimento sustentado
Para Alban, o principal desafio do Brasil não é apenas crescer, mas sustentar um ritmo mais elevado de expansão econômica.
“Isso exige a ampliação da capacidade de produção por meio do aumento dos investimentos privados, da eficiência na alocação dos recursos produtivos e do avanço consistente da produtividade”, avaliou.
2- Políticas fundamentais para garantir o desenvolvimento produtivo
3- Agenda microeconômica
“Devemos enfrentar as amarras estruturais que encarecem a produção no país. O Custo Brasil drena a capacidade de investimento das empresas, afasta o capital produtivo e aumenta os preços dos produtos e serviços consumidos pelos brasileiros”, ressaltou.
O presidente da CNI também ressaltou que em nenhum momento das últimas três décadas, o país conseguiu tratar de forma adequada essas três premissas.
“Não por acaso, nesse período, houve uma contínua redução da participação da indústria na economia, e os brasileiros deixaram de experimentar avanços significativos na renda e nas condições de vida”, afirmou. Para ele, “a revitalização da indústria é o caminho para que o Brasil crie empregos que proporcionem uma renda mais elevada para a população”.
Alban também enfatizou que o documento não representa uma pauta corporativa ou setorial. Mas “trata-se de uma proposta técnica e política baseada em três pilares capazes de promover o desenvolvimento do país”.
O documento completo está disponível no portal da CNI.
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Baixar áudioÀs vésperas da corrida presidencial, a redução dos impostos e a consolidação da reforma tributária despontam como as principais demandas da indústria para o próximo presidente eleito. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta segunda-feira (22), mostra que 29% dos empresários apontam essa agenda como prioridade para os próximos quatro anos.
Na sequência, aparecem o equilíbrio fiscal e a melhoria da gestão pública, apontados por 22% dos entrevistados. Medidas de incentivo à indústria e à produção ocupam a terceira posição, sendo consideradas prioritárias por 21% dos empresários.
Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, o desenvolvimento produtivo depende de maior alinhamento entre as políticas fiscal e monetária.
“A indústria está pronta para fazer sua parte, mas precisamos de um Estado que escolha induzir o investimento produtivo, planeje o desenvolvimento, fortaleça a produção e abra caminho para um Brasil mais próspero, inovador e de renda mais alta”, afirma.
A pesquisa também investigou quais devem ser as principais prioridades do poder público em diferentes áreas de atuação. Considerando a soma da primeira e da segunda opção dos entrevistados, os resultados foram:
O superintendente de Economia da CNI, Márcio Guerra, destaca que, entre as prioridades para a melhoria do ambiente de negócios e para as próprias empresas, predominam fatores associados ao chamado Custo Brasil — conjunto de entraves estruturais, burocráticos e econômicos que elevam os custos de produção no país.
“Há preocupações relacionadas a emprego, segurança, gastos públicos, juros, crédito, e como isso tem impactado a dinâmica dos negócios. Em outras palavras, trata-se do Custo Brasil e de fatores relacionados ao ambiente de negócios”, afirma.
Nesse contexto, a redução dos impostos e a consolidação da reforma tributária aparecem no topo das demandas do setor empresarial para o próximo presidente. O ranking elaborado pela CNI mostra ainda a preocupação dos industriais com o custo do crédito, os estímulos à produção e a disponibilidade de mão de obra:
Ao avaliarem os últimos 12 meses, os empresários apontaram a elevada carga tributária, a escassez de mão de obra, os juros altos e a instabilidade política como os fatores que mais impactaram negativamente seus negócios.
Em uma escala de 1 a 5, em que 1 significa “não afetou” e 5 “afetou muito”, os fatores receberam as seguintes notas médias:
A pesquisa também revela a preocupação do setor com a taxa de juros. Para 72% dos industriais, a principal medida para permitir uma redução sustentável das taxas de juros no país é o corte de gastos para reduzir a dívida pública. A autonomia do Banco Central foi apontada por 11% dos entrevistados, enquanto 6% defenderam maior concorrência entre as instituições financeiras.
“A sociedade brasileira espera respostas para termos um país mais justo, com mais oportunidades e menos desigualdade, mas, ao mesmo tempo, não pode conviver com riscos de manutenção de juros estratosféricos e excessos de gastos públicos. Se não houver correção de rumo, cada vez mais vai aumentar a distância do país rumo ao desenvolvimento sustentável, resultando em perdas para o empresariado, para a economia brasileira e para a população”, destaca Ricardo Alban.
Em relação aos investimentos nos próximos quatro anos, 41% dos empresários pretendem manter o nível atual de aportes, enquanto 28% afirmam que pretendem ampliar os investimentos. Outros 9% projetam redução, e 20% disseram que não pretendem investir no período.
Os resultados da pesquisa reforçam as propostas que a CNI apresentou nesta segunda-feira (22) a pré-candidatos à Presidência da República e lideranças empresariais durante o evento A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.
Segundo Márcio Guerra, o encontro permite aproximar os pré-candidatos das demandas do setor industrial e apresentar as prioridades consideradas fundamentais para a construção de um país mais competitivo e desenvolvido nas próximas décadas.
“Essa pesquisa tem como objetivo dar voz ao empresário industrial. Ali tem uma fotografia muito importante para que os pré-candidatos leiam o que o empresário industrial espera deles nesse próximo mandato”, ressalta.
As sugestões integram o documento Construindo o Brasil 2050, que reúne recomendações para áreas estratégicas, como agenda macroeconômica, política industrial, inovação, cooperação internacional, energia, infraestrutura de transportes, sustentabilidade, sistema tributário, segurança jurídica, entre outros temas essenciais para o fortalecimento da economia e a competitividade do Brasil.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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Baixar áudioA terça-feira (23) será marcada pela permanência da massa de ar polar sobre a Região Sul do Brasil, onde as temperaturas estarão baixas desde as primeiras horas do dia. Apesar da presença do sol em parte da região, o aquecimento diurno será limitado, especialmente nas áreas de maior altitude, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o frio será mais intenso na Campanha, na Fronteira Oeste, na Região Central, na Zona Sul e nos Campos de Cima da Serra. Nessas áreas, o amanhecer terá temperaturas muito baixas. Ao longo do dia, o tempo permanece estável na maior parte do estado, com variação de nebulosidade e temperaturas que seguem abaixo da média para o período.
Porto Alegre terá poucas nuvens, com temperatura mínima de 5°C e máxima de 12°C.
Em Santa Catarina, as menores temperaturas são esperadas no Planalto Sul, na Serra Catarinense, no Meio-Oeste e em áreas do Planalto Norte. Já no Vale do Itajaí, na Grande Florianópolis e em setores do Litoral Norte e Sul, a circulação marítima mantém muitas nuvens e favorece a ocorrência de chuva fraca e isolada.
Florianópolis terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. A mínima será de 11°C e a máxima de 16°C.
No Paraná, a influência do ar polar será mais perceptível no Centro-Sul, nos Campos Gerais, na Região Metropolitana de Curitiba e no Centro Oriental do estado, onde o amanhecer será frio. No Oeste, Noroeste e Norte paranaense, o tempo segue estável, com predomínio de nuvens e temperaturas mais amenas durante a tarde.
Curitiba terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperatura mínima de 6°C e máxima de 14°C.
Há alerta de perigo potencial para ventos costeiros entre áreas do litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A condição favorece maior agitação marítima e reforça a presença de nebulosidade sobre os setores litorâneos ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA terça-feira (23) será marcada por muitas nuvens em toda a Região Centro-Oeste. A massa de ar frio mantém temperaturas mais baixas em Mato Grosso do Sul e favorece condições para pancadas isoladas de chuva em setores do sul da região. Em Goiás, Distrito Federal e parte de Mato Grosso, o dia terá muitas nuvens e possibilidade de chuva fraca e isolada, enquanto áreas do norte goiano e do nordeste mato-grossense seguem sob atenção para baixos índices de umidade relativa do ar durante a tarde, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
O Distrito Federal terá predomínio de muitas nuvens ao longo do dia, com possibilidade de chuva isolada em alguns momentos. Em Brasília, os termômetros variam entre 16°C e 27°C. Apesar da maior presença de nebulosidade, os períodos de abertura de sol devem ocorrer entre a manhã e à tarde.
Em Goiás, o cenário será semelhante, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em diversas áreas do estado. Na capital, Goiânia, a temperatura varia entre 16°C e 29°C. As condições mais favoráveis para aumento da nebulosidade se concentram sobre o centro-sul, sul e sudoeste goiano. Já no norte, nordeste e leste do estado, a umidade relativa do ar pode atingir níveis mais baixos durante as horas mais quentes do dia, mantendo o alerta para baixa umidade.
Em Mato Grosso, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em grande parte do território. Cuiabá terá mínima de 22°C e máxima de 25°C. As instabilidades devem ocorrer principalmente sobre o centro-sul, sudeste e faixa pantaneira do estado. Nas áreas do nordeste mato-grossense, o tempo permanece mais seco, com redução dos índices de umidade relativa do ar no período da tarde.
No Mato Grosso do Sul, a influência da massa de ar frio será mais evidente. O estado terá muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, especialmente sobre os pantanais, leste, centro-norte e sul sul-mato-grossense. Em Campo Grande, a temperatura varia entre 12°C e 20°C. Ao longo do dia, o avanço do ar mais frio contribui para a manutenção de temperaturas amenas em comparação aos últimos dias.
Existe perigo potencial para chuvas intensas em áreas do leste, centro-norte, sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul, além do sudeste, centro-sul e pantanal de Mato Grosso. O alerta indica possibilidade de chuva localizada acompanhada por rajadas de vento.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá um dia de céu predominantemente nublado, com variações nas condições do tempo entre os estados. A circulação de umidade associada ao avanço de uma massa de ar frio mantém a instabilidade principalmente sobre São Paulo e parte do Rio de Janeiro, enquanto o interior da região apresenta menor potencial para chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens e ocorrência de pancadas de chuva ao longo do dia. Na capital paulista, os termômetros variam entre 12°C e 18°C. As instabilidades se espalham por diferentes áreas do estado, alcançando o Oeste Paulista, a Região de Campinas, a Região de Sorocaba, a Região de Bauru, a Região de Marília, a Região de Ribeirão Preto, a Região de São José do Rio Preto, o Vale do Paraíba, o Litoral Sul e a Região Metropolitana de São Paulo. Nessas localidades, há aviso de perigo potencial para chuvas intensas, com possibilidade de acumulados significativos em pontos isolados.
No Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, principalmente entre a tarde e à noite. Na capital fluminense, a temperatura mínima prevista é de 15°C e a máxima de 25°C. A instabilidade também alcança o Sul Fluminense e áreas próximas à divisa com São Paulo, enquanto as demais regiões do estado permanecem com predomínio de nebulosidade e chuva localizada.
Em Minas Gerais, o céu permanece com muitas nuvens durante grande parte do dia, com possibilidade de chuva isolada em setores do Sul de Minas, Campo das Vertentes, Zona da Mata e Triângulo Mineiro. Em Belo Horizonte, a temperatura varia entre 14°C e 28°C. Já o Norte de Minas, o Noroeste Mineiro e o Vale do Jequitinhonha seguem sob aviso de baixa umidade relativa do ar, exigindo atenção para os índices mais baixos durante as horas mais quentes do dia.
No Espírito Santo, o tempo permanece estável, com muitas nuvens e períodos de abertura ao longo do dia. Em Vitória, os termômetros devem oscilar entre 18°C e 30°C. Tanto o litoral quanto o interior capixaba terão predomínio de nebulosidade, sem expectativa de volumes expressivos de chuva.
Os avisos meteorológicos em vigor indicam perigo potencial para chuvas intensas em áreas de São Paulo, do Sul Fluminense e do Sul de Minas Gerais. Também permanece o alerta para baixa umidade relativa do ar no Norte de Minas, Noroeste Mineiro e Vale do Jequitinhonha, onde os índices podem atingir níveis inferiores aos recomendados para a saúde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá nesta terça-feira, 23 de junho, condições típicas de instabilidade sobre a faixa mais ao norte do país. Amazonas, Roraima, Amapá e áreas do norte paraense seguem com pancadas de chuva ao longo do dia, enquanto Acre e Rondônia registram precipitações mais isoladas. No Tocantins, o tempo permanece firme, com predomínio de nebulosidade e baixos índices de umidade relativa do ar em parte do estado. As temperaturas seguem elevadas em praticamente toda a região, embora o sul amazônico apresenta leve declínio térmico em razão da influência de uma massa de ar mais frio, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, a terça-feira será marcada por muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, principalmente nas regiões do Vale do Juruá e do Vale do Acre. As precipitações tendem a ocorrer de forma irregular, alternando períodos de nebulosidade com aberturas de sol. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 21°C e 32°C.
Em Rondônia, o tempo permanece com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, especialmente no norte do estado e em áreas próximas à divisa com o Amazonas. Nas regiões da Zona da Mata, Vale do Guaporé e Cone Sul, a influência de uma massa de ar frio favorece uma leve redução das temperaturas em comparação aos dias anteriores. Em Porto Velho, os termômetros oscilam entre 22°C e 32°C.
No Amazonas, a combinação de calor e elevada disponibilidade de umidade mantém as condições favoráveis para pancadas de chuva em grande parte do território. Os maiores acumulados são esperados no norte amazonense, abrangendo áreas do Alto Rio Negro, enquanto as demais regiões, incluindo o Médio Amazonas e o Baixo Amazonas, também poderão registrar precipitações ao longo do dia. Em Manaus, a mínima prevista é de 25°C e a máxima de 32°C.
Em Roraima, a instabilidade atmosférica continua predominando. Há previsão de pancadas de chuva em todas as regiões do estado, com maior frequência no norte e no centro roraimense. As precipitações podem ocorrer acompanhadas por trovoadas isoladas. Em Boa Vista, a temperatura varia entre 26°C e 33°C.
No Pará, o cenário será distinto entre as regiões. O norte do estado, incluindo o Marajó, o Baixo Amazonas e áreas do nordeste paraense, terá muitas nuvens e possibilidade de chuva ao longo do dia. Já nas regiões sul e sudeste, o tempo permanece mais seco, com predomínio de nebulosidade variável e baixos índices de umidade durante a tarde. Em Belém, os termômetros variam entre 24°C e 33°C.
No Amapá, a previsão indica muitas nuvens e ocorrência de pancadas de chuva em praticamente todas as regiões, especialmente no litoral e no centro do estado. A elevada umidade favorece a formação de instabilidades ao longo do dia. Em Macapá, a temperatura mínima será de 25°C e a máxima de 32°C.
No Tocantins, o tempo segue estável. A presença de ar seco reduz significativamente as condições para chuva em todo o estado. A nebulosidade permanece variável, mas sem previsão de precipitações expressivas. Os menores índices de umidade relativa do ar são esperados nas regiões Ocidental e Oriental do Tocantins, onde vigora um aviso de perigo potencial para baixa umidade. Em Palmas, a temperatura varia entre 21°C e 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (23) indica manutenção da umidade ao longo do litoral do Nordeste, favorecendo a ocorrência de chuvas fracas e isoladas entre o Rio Grande do Norte e a Bahia. No interior da região, o tempo permanece estável, com predomínio de nebulosidade variável e ausência de precipitações significativas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém aviso de baixa umidade para áreas do Maranhão, Piauí e Bahia.
A Bahia terá um dia de muitas nuvens em grande parte do estado. No litoral, incluindo a Região Metropolitana de Salvador e o litoral sul, a nebulosidade permanece mais presente ao longo do dia, sem expectativa de volumes expressivos de chuva. Já no oeste, no Vale do São Francisco, no centro-sul e em áreas do norte baiano, o tempo segue estável, com índices de umidade mais baixos durante a tarde. Salvador registra mínima de 20°C e máxima de 28°C.
Em Sergipe, a circulação de umidade vinda do oceano mantém o céu com muitas nuvens em praticamente todo o território. Há possibilidade de chuvas rápidas e isoladas principalmente na faixa leste do estado. Em Aracaju, os termômetros variam entre 23°C e 28°C.
Alagoas terá predomínio de muitas nuvens, com condições favoráveis para chuvas isoladas no litoral e na Zona da Mata. No Agreste e no Sertão, o tempo permanece estável, sem previsão de acumulados significativos. Maceió terá mínima de 23°C e máxima de 28°C.
Em Pernambuco, a maior cobertura de nuvens se concentra sobre o litoral, a Zona da Mata e parte do Agreste, onde podem ocorrer chuvas fracas e passageiras. No Sertão e no São Francisco pernambucano, o tempo segue firme ao longo do dia. Recife registra temperaturas entre 24°C e 29°C.
Na Paraíba, a umidade marítima favorece a formação de nuvens e a ocorrência de chuva isolada principalmente no litoral e na Zona da Mata. Nas regiões do Agreste, Borborema e Sertão, o predomínio é de tempo estável. Em João Pessoa, a temperatura varia de 23°C a 29°C.
O Rio Grande do Norte terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada na faixa leste, incluindo o litoral e áreas próximas ao agreste potiguar. No interior do estado, abrangendo as regiões Central e Oeste, o tempo permanece firme. Em Natal, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 29°C.
No Ceará, a nebulosidade aumenta principalmente no litoral e no norte do estado, onde não se descartam chuvas rápidas e localizadas. Nas regiões dos Sertões Cearenses, Cariri, Centro-Sul e Jaguaribana, o tempo permanece estável. Fortaleza terá temperaturas entre 25°C e 29°C.
O Piauí apresenta predomínio de muitas nuvens, mas com baixa probabilidade de chuva na maior parte do território. As regiões sudoeste e sudeste do estado permanecem sob influência do ar seco, com redução dos índices de umidade relativa do ar durante a tarde. Em Teresina, os termômetros variam entre 24°C e 35°C.
No Maranhão, as instabilidades seguem mais presentes sobre o norte do estado, incluindo a faixa litorânea e áreas da Baixada Maranhense, onde podem ocorrer pancadas de chuva isoladas. No centro e no sul maranhense, o tempo permanece seco, especialmente durante as horas mais quentes do dia. São Luís registra mínima de 24°C e máxima de 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAtenção dos parlamentares passa para o São João e o jogo do Brasil na Copa do Mundo de futebol
Baixar áudio“Feriado duplo”. Foi assim que um parlamentar descreveu para a reportagem do Brasil 61 a coincidência desta quarta-feira (24), que reúne o dia de São João e o jogo do Brasil contra a Escócia, pela terceira rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Por causa desses eventos, com destaque para os festejos juninos, período em que políticos costumam viajar para seus redutos eleitorais, deputados e senadores terão folga nos próximos dias. Dependendo do desempenho da seleção brasileira no Mundial, outras datas podem ser afetadas.
Com isso, os plenários da Câmara e do Senado não devem abrir. A agenda oficial do Senado prevê sessões de terça (23) a quinta-feira (25), mas não há previsão de deliberações.
Na Câmara, há acordo para a realização de esforço concentrado na semana seguinte para votação de matérias. O planejamento prevê sessões plenárias diárias para compensar o período sem votações. O recesso legislativo começa no dia 17 do próximo mês.
O esvaziamento também afeta as comissões. Na Câmara, a Comissão Especial que analisa o Projeto de Lei Complementar 108/2012, que atualiza os limites de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e as faixas de enquadramento do Simples Nacional, realiza seminários em Belo Horizonte (MG), na terça-feira, e em Fortaleza (CE), na sexta-feira (26), com parlamentares, empresários, especialistas e representantes de entidades para discutir a proposta.
Entre as audiências públicas previstas por comissões, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática do Senado marcou deliberação. Os integrantes devem votar o relatório do Projeto de Lei 2.032/2020, que garante gratuidade nas ligações para serviços de atendimento ao público, inclusive a partir de celulares.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (22), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 4.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
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Baixar áudioA Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) contesta os valores divulgados pelo governo federal para a renegociação das dívidas de produtores rurais. Segundo cálculos da entidade, o custo para a União seria de até R$ 5 bilhões por ano, totalizando R$ 65 bilhões ao longo de 13 anos.
O valor corresponde a menos da metade da estimativa do Ministério da Fazenda, que projeta gasto de cerca de R$ 140 bilhões no mesmo período. De acordo com técnicos e parlamentares da FPA, os cálculos do Executivo não consideram critérios previstos no PL 5.122/2023, aprovado pelo Senado e em análise na Câmara dos Deputados.
Entre os requisitos estão a apresentação de laudo que comprove perda de pelo menos 30% da renda em razão de eventos climáticos extremos em duas ou mais safras e a limitação do benefício a operações contratadas até 2025.
O deputado federal Luiz Nishimori (PSD-PR), segundo vice-presidente da FPA na Câmara, afirmou que a proposta não prevê perdão das dívidas e lembra que mecanismos semelhantes já foram adotados no país. “Nesse momento difícil, temos que tentar prorrogar essa dívida, como foi feito nos anos de 1977, 1978, adquirindo o título do governo e colocando juros mais acessíveis. Hoje, não tem como pagar esses juros de quase 20%. É um suicídio e nós temos que procurar uns juros mais adequados”, alertou Nishimori.
Já o deputado General Girão (PL-RN) avaliou que as medidas adotadas pelo governo até o momento, como a ampliação do crédito subsidiado, não resolveram o problema do endividamento rural. “Temos um endividamento rural que não está sendo tratado da maneira correta pelo atual governo. Ele está oferecendo mais dinheiro para endividar mais ainda o produtor. Precisamos fazer um trabalho de financiamento para que esse produtor possa ter oxigênio, musculatura para voltar a produzir”, afirmou Girão.
Além da renegociação das dívidas, parlamentares e representantes do setor defendem mudanças na política de seguro rural como forma de reduzir riscos e ampliar o acesso ao crédito.
O Projeto de Lei 2.951/24, aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio e em análise no Senado Federal, prevê redução das taxas de juros e prioriza operações de crédito rural cobertas por mecanismos de garantia vinculados ao Fundo Catástrofe, destinado a assegurar a execução dos contratos e dar sustentação ao sistema.
Para o deputado federal Rafael Pezenti (MDB-SC), representante da FPA na Comissão de Meio Ambiente, a proposta pode reduzir a insegurança dos produtores diante das perdas causadas por eventos climáticos. “Com esse projeto, teremos mais segurança para os produtores façam investimentos, aperfeiçoem sua produção, com a garantia de que poderão permanecer na atividade ao final de um ano de trabalho”, avaliou.
A expectativa de ampliação dos recursos também é compartilhada por representantes do setor produtivo. Eles argumentam que o fortalecimento do seguro rural pode aumentar a estabilidade da atividade agropecuária e reduzir a necessidade de medidas emergenciais em situações de desastre climático.
Segundo Antônio Wiggers, presidente da Associação Empresarial de Lages (Acil), em Santa Catarina, a integração entre crédito e seguro contribui para a sustentabilidade financeira das propriedades rurais. “Reduz a dependência das medidas emergenciais do governo em qualquer momento de crise e também contribui para aumentar a resiliência de toda a cadeia produtiva do agronegócio brasileiro”, completou Wiggers.
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Baixar áudioO preço do boi gordo registra recuo nesta segunda-feira (22). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 345,50, após queda de 0,48%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 345,50 | -0,48% | -1,20% | 67,04 |
| 18/06/2026 | 347,15 | -0,47% | -0,73% | 67,06 |
| 17/06/2026 | 348,80 | -0,19% | -0,26% | 68,19 |
| 16/06/2026 | 349,45 | -0,99% | -0,07% | 68,68 |
| 15/06/2026 | 352,95 | -0,13% | 0,93% | 69,60 |
No mercado de frango, os valores apresentam redução na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,27, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,28.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 7,27 | -0,27% | 3,41% |
| 18/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 17/06/2026 | 7,29 | 0,00% | 3,70% |
| 16/06/2026 | 7,29 | -0,55% | 3,70% |
| 15/06/2026 | 7,33 | 0,69% | 4,27% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 7,28 | -0,41% | 3,26% |
| 18/06/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
| 17/06/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
| 16/06/2026 | 7,31 | -0,41% | 3,69% |
| 15/06/2026 | 7,34 | 0,55% | 4,11% |
Já a carcaça suína especial teve valorização de 0,59% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo passou a custar R$ 8,59.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra alta na maioria das praças. Em Santa Catarina, por exemplo, o animal ainda é comercializado a R$ 4,86.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 8,59 | 0,59% | -0,46% |
| 18/06/2026 | 8,54 | 0,95% | -1,04% |
| 17/06/2026 | 8,46 | 0,00% | -1,97% |
| 16/06/2026 | 8,46 | -0,12% | -1,97% |
| 15/06/2026 | 8,47 | 0,12% | -1,85% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | MG - posto | 5,95 | 0,00% | 5,87% |
| 19/06/2026 | PR - a retirar | 4,70 | 0,00% | -0,42% |
| 19/06/2026 | RS - a retirar | 5,03 | 1,21% | -1,76% |
| 19/06/2026 | SC - a retirar | 4,86 | 1,04% | -0,61% |
| 19/06/2026 | SP - posto | 5,28 | 0,19% | -0,38% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioA edição mais recente do Mapa da Fraude da Serasa Experian identificou 1.495.696 tentativas de fraude de identidade para acesso a serviços digitais no primeiro trimestre de 2026 — uma alta de 36,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O número equivale a uma tentativa de golpe a cada 5 segundos, o que poderia ter causado prejuízos de até R$ 1,98 bilhão para consumidores e empresas, caso as ações criminosas não fossem barradas.
O setor financeiro concentrou a maioria das ocorrências. Seis em cada dez tentativas de fraude foram registradas em bancos, emissores de cartão, meios de pagamento e empresas de serviços financeiros e de crédito.
Entre os segmentos analisados, “Meios de Pagamento” liderou em número de ocorrências, com 644.586 tentativas, cerca de 43% do total. Na sequência aparecem:
No recorte regional, o Sudeste lidera com 38,5% das tentativas de fraude registradas no primeiro trimestre. Somente São Paulo concentrou mais de 230 mil ocorrências, o equivalente a 15,8% do total nacional.
Em números absolutos, a distribuição das tentativas entre as regiões foi a seguinte:
Apesar da liderança do Sudeste em volume, as regiões Norte e Centro-Oeste dobraram o número de ocorrências em relação ao ano anterior, indicando a expansão da atuação dos fraudadores para diferentes partes do país.
Segundo a Serasa Experian, quase uma em cada 100 transações realizadas no comércio eletrônico foi classificada como tentativa de fraude no primeiro trimestre deste ano. Ao todo, foram registradas mais de 368 mil ocorrências no período, o equivalente a uma tentativa a cada 21 segundos. As soluções antifraude permitiram preservar R$ 337,9 milhões em potenciais prejuízos.
Os dados indicam ainda que os criminosos costumam direcionar suas ações para compras de maior valor. No período, o ticket médio das tentativas de fraude foi de R$ 917,52.
O Mapa da Fraude também identificou quase 2 mil grupos dedicados à circulação e troca de conteúdos fraudulentos nos três primeiros meses de 2026, o número foi 139% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.
Além disso, foram detectados 10.053 anúncios, perfis, páginas e aplicativos falsos, alta de 8,3% na comparação anual, bem como 19,7 milhões de mensagens relacionadas a golpes — uma média de 152 mensagens por minuto.
Para a Serasa Experian, os dados indicam que a fraude digital deixou de se apoiar apenas em ações isoladas contra consumidores e passou a contar com uma estrutura mais organizada, baseada em comunidades voltadas à disseminação, compartilhamento e replicação de conteúdos fraudulentos.
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Copiar o textoImpostos passarão a ser recolhidos onde os serviços são consumidos, fortalecendo destinos turísticos
Baixar áudioA Reforma Tributária deve ampliar a arrecadação de cidades que têm no turismo uma de suas principais atividades econômicas. Com a adoção do modelo de tributação no destino, os impostos passarão a ser recolhidos no local onde bens e serviços são consumidos, o que tende a beneficiar municípios que recebem grande fluxo de visitantes.
De acordo com a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a mudança reforça a importância econômica dos destinos turísticos dentro do novo sistema tributário.
Para as administrações municipais, o principal impacto será a substituição gradual do Imposto Sobre Serviços (ISS) pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
Pelas novas regras, a arrecadação será destinada ao município onde o serviço é consumido, e não mais à cidade onde a empresa está sediada. A alteração busca corrigir uma distorção histórica do sistema tributário brasileiro, que frequentemente fazia com que municípios com forte atividade turística recebessem menos do que o volume de tributos gerados em seus territórios.
Na prática, a expectativa é que localidades que concentram visitantes passem a se beneficiar mais diretamente da movimentação econômica do turismo. Gastos com hospedagem, alimentação, transporte, eventos, meios de pagamento e outros serviços ligados ao setor deverão ter maior peso na composição das receitas municipais.
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A área técnica de Turismo da CNM destaca que o setor movimenta uma ampla cadeia de serviços e tem participação relevante na economia local. Com a aplicação do princípio da tributação no destino, previsto na Reforma Tributária, a expectativa é de que os municípios turísticos ampliem gradualmente sua participação na arrecadação durante a transição para o novo modelo.
A transição para o novo modelo será feita gradualmente, e a repartição das receitas passará por uma fase de ajustes. Durante esse período, mecanismos de compensação e indicadores baseados no histórico de arrecadação serão adotados para evitar perdas significativas aos entes federativos.
Além das oportunidades de aumento de arrecadação, a reforma exigirá adaptações por parte das administrações municipais. A qualidade dos dados fiscais e o acompanhamento das atividades econômicas locais terão papel fundamental para assegurar uma participação adequada na distribuição das receitas.
Diante desse cenário, municípios com vocação turística precisarão atualizar seus cadastros, fortalecer a fiscalização e ampliar o controle sobre os serviços oferecidos em seus territórios. Recursos como a emissão eletrônica de notas fiscais e sistemas de monitoramento da movimentação econômica local devem se tornar ainda mais estratégicos.
As regras que regulamentam a reforma também incluem medidas para estimular o turismo internacional. Entre elas está a devolução de tributos incidentes sobre determinadas compras realizadas por visitantes estrangeiros, mecanismo que busca aumentar a competitividade do Brasil frente a países que já adotam modelos semelhantes.
Embora os impactos mais expressivos devam ser percebidos apenas ao longo da transição prevista para as próximas décadas, a recomendação é que os gestores municipais comecem desde já a se preparar para as mudanças. A orientação da CNM é que as administrações promovam os ajustes internos necessários para aproveitar o potencial de crescimento das receitas ligadas ao turismo e transformá-lo em benefícios para a população.
Copiar o textoO açúcar cristal apresenta aumento no mercado de São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica inicia esta segunda-feira (22) com alta de 0,59%. A saca de 60 quilos é negociada a R$ 1.503,88 na capital paulista.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 1.503,88 | 0,59% | -3,33% | 291,79 |
| 18/06/2026 | 1.495,05 | -0,67% | -3,90% | 288,79 |
| 17/06/2026 | 1.505,10 | 2,10% | -3,25% | 294,25 |
| 16/06/2026 | 1.474,18 | 3,26% | -5,24% | 289,74 |
| 15/06/2026 | 1.427,63 | 0,77% | -8,23% | 281,53 |
O açúcar cristal apresenta aumento no mercado de São Paulo. A saca de 50 quilos está cotada a R$ 91,46, após alta de 0,78%.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 91,46 | 0,78% | -1,66% | 17,74 |
| 18/06/2026 | 90,75 | -0,80% | -2,42% | 17,53 |
| 17/06/2026 | 91,48 | -0,67% | -1,63% | 17,88 |
| 16/06/2026 | 92,10 | -1,63% | -0,97% | 18,10 |
| 15/06/2026 | 93,63 | 0,85% | 0,68% | 18,46 |
Em Santos (SP), houve recuo de 0,39%, com a mercadoria negociada a R$ 102,31, considerando a média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 102,31 | -0,39% | -0,52% | 19,89 |
| 18/06/2026 | 102,71 | 1,03% | -0,13% | 19,90 |
| 17/06/2026 | 101,66 | 0,45% | -1,15% | 20,08 |
| 16/06/2026 | 101,20 | 1,12% | -1,59% | 19,93 |
| 15/06/2026 | 100,08 | -0,73% | -2,68% | 19,85 |
O milho também registra leve valorização. A saca de 60 quilos é comercializada a R$ 62,97, após elevação de 0,13%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 62,97 | 0,13% | -2,99% | 12,22 |
| 18/06/2026 | 62,89 | -0,16% | -3,11% | 12,15 |
| 17/06/2026 | 62,99 | -0,10% | -2,96% | 12,31 |
| 16/06/2026 | 63,05 | 0,13% | -2,87% | 12,39 |
| 15/06/2026 | 62,97 | -1,93% | -2,99% | 12,42 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO trigo registra queda de preço no estado do Paraná e elevação no Rio Grande do Sul.
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (22) em queda tanto no interior do Paraná quanto na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta desvalorização de 0,02%, com a saca negociada a R$ 124,65. Especificamente em Paranaguá, a redução é de 0,41%, levando a cotação para R$ 132,84.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 124,65 | -0,02% | 0,34% | 24,19 |
| 18/06/2026 | 124,68 | 0,62% | 0,36% | 24,08 |
| 17/06/2026 | 123,91 | 0,01% | -0,26% | 24,22 |
| 16/06/2026 | 123,90 | 0,99% | -0,27% | 24,35 |
| 15/06/2026 | 122,68 | -1,61% | -1,25% | 24,19 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 132,84 | -0,41% | 2,09% | 25,77 |
| 18/06/2026 | 133,39 | 1,77% | 2,51% | 25,77 |
| 17/06/2026 | 131,07 | -0,90% | 0,73% | 25,62 |
| 16/06/2026 | 132,26 | 2,34% | 1,64% | 25,99 |
| 15/06/2026 | 129,24 | -0,47% | -0,68% | 25,49 |
Já o trigo registra queda de preço no estado do Paraná e elevação no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.377,38. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.333,74.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 1.333,74 | 0,95% | 0,04% | 258,78 |
| 18/06/2026 | 1.321,16 | 0,35% | -0,91% | 255,20 |
| 17/06/2026 | 1.316,54 | -0,30% | -1,25% | 257,39 |
| 16/06/2026 | 1.320,44 | -0,37% | -0,96% | 259,52 |
| 15/06/2026 | 1.325,40 | 0,01% | -0,59% | 261,37 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 19/06/2026 | 1.377,38 | -0,02% | 1,31% | 267,25 |
| 18/06/2026 | 1.377,64 | 0,07% | 1,33% | 266,11 |
| 17/06/2026 | 1.376,72 | 0,54% | 1,26% | 269,15 |
| 16/06/2026 | 1.369,37 | -0,34% | 0,72% | 269,14 |
| 15/06/2026 | 1.374,06 | -0,21% | 1,06% | 270,96 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 27.715.830.731, em meio a 2.790.810 negócios
Baixar áudioO índice da bolsa de valores brasileira (Ibovespa) fechou o último pregão em alta de 0,03%, aos 168.333 pontos.
A sessão contou com uma agenda esvaziada devido ao feriado nos Estados Unidos, que fechou os mercados americanos. Ao longo da última semana, o índice registrou queda de 1,6%.
Mesmo com o acordo entre EUA e Irã, os preços ainda sentem os reflexos do conflito.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.715.830.731, em meio a 2.790.810 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91
Baixar áudioO dólar fechou o último pregão em queda de 0,17%, cotado aos R$ 5,15.
A sessão foi marcada pela baixa liquidez mundial devido ao fechamento dos mercados acionário e de Títulos nos Estados Unidos, já que país contou com feriado.
Contudo, a informação sobre o acordo entre Israel e Hezbollah mexeu com os preços no mercado.
Para analistas do mercado financeiro, o resultado obtido embute a projeção de que os juros do país norte-americano oscilem no atual patamar por mais tempo, inclusive com chances de alta.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1942 | 0,1692 | 0,1467 | 31,3217 | 0,1567 | 0,2748 | 0,2768 |
| USD | 5,1518 | 1 | 0,8719 | 0,7557 | 161,31 | 0,8072 | 1,4154 | 1,4265 |
| EUR | 5,9102 | 1,1469 | 1 | 0,8668 | 185,02 | 0,9259 | 1,6233 | 1,6351 |
| GBP | 6,8148 | 1,3233 | 1,1534 | 1 | 213,55 | 1,0683 | 1,8737 | 1,8875 |
| JPY | 3,19267 | 0,619925 | 0,54061 | 0,468494 | 1 | 0,5004 | 0,87741 | 0,88398 |
| CHF | 6,3802 | 1,2389 | 1,0802 | 0,9364 | 199,86 | 1 | 1,7538 | 1,7671 |
| CAD | 3,6386 | 0,7065 | 0,6159 | 0,5340 | 113,98 | 0,5703 | 1 | 1,0077 |
| AUD | 3,6124 | 0,7011 | 0,6112 | 0,5300 | 113,12 | 0,5659 | 0,9925 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioA Região Sul inicia a semana sob influência de uma frente fria associada ao avanço de uma massa de ar polar. O sistema provoca aumento da nebulosidade, ocorrência de chuva em diferentes áreas e queda das temperaturas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, a entrada do ar frio favorece o declínio das temperaturas ao longo do dia. Em Porto Alegre, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Os termômetros devem variar entre 13°C e 18°C. No estado, as temperaturas ficam entre 2°C e 19°C. A chuva ocorre de forma fraca e isolada em diversas áreas, especialmente nas regiões sul e leste, alternando períodos de maior nebulosidade com aberturas de sol.
Em Santa Catarina, o tempo permanece instável durante a segunda-feira. Em Florianópolis, são esperadas muitas nuvens e pancadas de chuva, com temperaturas entre 15°C e 19°C. No estado, os valores variam de 4°C a 26°C. A nebulosidade aumenta no decorrer do dia e as temperaturas entram em declínio gradativo à medida que a massa de ar polar avança sobre a região.
No Paraná, a frente fria mantém condições para chuva em grande parte do estado. Em Curitiba, a previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As temperaturas variam entre 8°C e 19°C. Em todo o estado, os termômetros devem registrar valores entre 6°C e 29°C. As áreas do norte e do leste paranaense ainda podem apresentar temperaturas mais elevadas no início do dia, mas a tendência é de queda ao longo do avanço do ar frio.
A atuação da massa de ar polar deve manter as temperaturas mais baixas nos dias seguintes, especialmente nas áreas de maior altitude da Região Sul.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO avanço de uma massa de ar polar começa a influenciar as condições do tempo na Região Sudeste a partir de segunda-feira (22). A atuação do sistema favorece a queda das temperaturas, especialmente durante as madrugadas e primeiras horas da manhã, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica muitas nuvens ao longo do dia, com temperaturas variando entre 12°C e 24°C na capital. O resfriamento será um dos primeiros a ser observado no Sudeste, com redução das temperaturas em relação aos dias anteriores. Nas áreas de maior altitude do estado, as madrugadas devem registrar os menores valores térmicos.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com poucas nuvens e temperaturas entre 14°C e 27°C. A influência da massa de ar polar será mais moderada, contribuindo para noites e madrugadas mais amenas, enquanto as tardes continuam com temperaturas mais elevadas.
No Espírito Santo, a capital Vitória terá muitas nuvens e temperaturas variando de 18°C a 28°C. A entrada do ar mais frio ocorre de forma gradual, sem mudanças expressivas nas condições do tempo, mas com redução das temperaturas noturnas em comparação aos dias anteriores.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte deve registrar mínima de 13°C e máxima de 28°C, sob predomínio de poucas nuvens. O avanço do ar polar terá maior influência no Sul de Minas e na Serra da Mantiqueira, onde as temperaturas serão mais baixas. No Triângulo Mineiro, Zona da Mata e demais áreas do interior, o tempo segue estável, com temperaturas amenas e variação de nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (22) será marcada por calor e elevada umidade em toda a Região Norte. A combinação entre altas temperaturas e grande disponibilidade de umidade favorece a formação de áreas de instabilidade, mantendo condições para pancadas de chuva em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o tempo segue firme e seco na maior parte do estado. O predomínio do sol favorece a elevação das temperaturas, especialmente nas áreas central, sul e sudeste tocantinense. Em Palmas, a previsão é de céu claro, com mínima de 22°C e máxima de 35°C.
No Pará, a chuva deve ocorrer principalmente na faixa litorânea, nordeste paraense, região do Marajó e Baixo Amazonas. Já no sul e sudeste do estado, o tempo tende a permanecer mais aberto, com períodos prolongados de sol e temperaturas elevadas. Em Belém, são esperadas muitas nuvens e pancadas de chuva, com mínima de 24°C e máxima de 33°C.
O Amapá permanece sob influência da umidade vinda do Atlântico Equatorial. A previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva em praticamente todo o estado, incluindo áreas do litoral e do interior. Em Macapá, os termômetros variam entre 24°C e 31°C.
Em Roraima, a instabilidade atmosférica favorece a ocorrência de chuva, principalmente nas porções norte, nordeste e leste do estado. Em Boa Vista, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 25°C e máxima de 32°C.
No Amazonas, as pancadas de chuva devem ocorrer em diferentes momentos do dia, abrangendo áreas do norte, centro e oeste do estado. As regiões próximas às fronteiras com Colômbia e Venezuela também permanecem sob influência da elevada umidade. Em Manaus, a temperatura varia entre 23°C e 33°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
Em Rondônia, o tempo segue abafado, com aumento da nebulosidade ao longo do dia e possibilidade de chuva, principalmente nas áreas do norte do estado e no vale do rio Madeira. Em Porto Velho, a previsão indica mínima de 24°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva.
No Acre, a presença de umidade favorece a formação de áreas de instabilidade, especialmente no oeste e noroeste acreano. Em Rio Branco, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva, e temperaturas entre 21°C e 30°C.
De forma geral, Tocantins e áreas do sul do Pará devem registrar os períodos mais prolongados de tempo firme, enquanto Amazonas, Roraima, Amapá e o norte paraense concentram as condições mais favoráveis para precipitações ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA circulação de umidade sobre o litoral da Região Nordeste mantém as condições favoráveis para chuva nesta segunda-feira (22). As precipitações devem ocorrer de forma fraca e isolada desde o litoral do Ceará até o litoral da Bahia, com períodos de muitas nuvens ao longo do dia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, as instabilidades se concentram principalmente no litoral e no Recôncavo Baiano. Salvador deve registrar muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas variando entre 21°C e 26°C. No oeste baiano e em grande parte do interior do estado, o tempo segue estável, favorecendo temperaturas acima da média para o período.
O mesmo padrão atmosférico é esperado para Sergipe. Em Aracaju, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 28°C. No agreste e no sertão sergipano, o predomínio será de tempo firme.
Em Alagoas, a circulação marítima mantém a condição de chuva fraca e passageira no litoral. Maceió terá temperaturas entre 23°C e 28°C. Nas áreas do interior alagoano, o tempo permanece seco.
Em Pernambuco, a instabilidade também se concentra na faixa litorânea. Recife deve registrar muitas nuvens e chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 30°C. No Agreste e no Sertão, a previsão é de tempo firme e temperaturas elevadas durante a tarde.
Na Paraíba, as precipitações devem se concentrar no litoral e na Zona da Mata. João Pessoa terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 22°C e máxima de 29°C. Já no Agreste e no Sertão paraibano, o tempo permanece estável.
O Rio Grande do Norte terá muitas nuvens e chuva isolada, especialmente entre o litoral oriental e a região metropolitana de Natal. A capital potiguar deve registrar temperaturas entre 24°C e 29°C. Nas áreas do interior, a tendência é de menor nebulosidade e ausência de chuva significativa.
No Ceará, a faixa litorânea permanece sob influência da umidade vinda do oceano, favorecendo chuva isolada e períodos de céu encoberto. Em Fortaleza, a mínima prevista é de 22°C e a máxima de 30°C. No interior cearense, incluindo áreas dos sertões e da região do Cariri, o tempo segue firme.
No Piauí, o predomínio será de sol entre poucas nuvens. A atmosfera mais seca favorece temperaturas elevadas em grande parte do estado. Em Teresina, os termômetros devem variar entre 25°C e 34°C.
No Maranhão, a chuva tende a se concentrar principalmente no noroeste do estado, incluindo áreas próximas ao litoral e à Baixada Maranhense. Em São Luís, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva, com temperaturas variando entre 24°C e 31°C. Nas demais áreas maranhenses, especialmente no centro-sul do estado, o tempo permanece mais estável.
Em toda a região do MATOPIBA, que engloba áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia, a tendência é de tempo seco e temperaturas até 1°C acima da média histórica para esta época do ano. O mesmo cenário é observado em áreas do interior de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, onde a chuva perde intensidade e a estabilidade atmosférica predomina ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoA segunda-feira (22) será de tempo estável em grande parte da Região Centro-Oeste. O predomínio de uma massa de ar mais seco favorece a presença de sol entre poucas nuvens e mantém as temperaturas elevadas em áreas de Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Brasília, a previsão indica poucas nuvens, com mínima de 17°C e máxima de 28°C. O tempo permanece firme ao longo do dia, e a umidade relativa do ar tende a diminuir durante a tarde.
Em Goiás, Goiânia também terá poucas nuvens, com temperaturas entre 18°C e 28°C. Nas demais áreas do estado, o cenário é semelhante, com predomínio de tempo seco.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra mínima de 23°C e máxima de 33°C, sob condição de muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva. No estado, o calor continua predominando, especialmente nas regiões norte, nordeste e centro, onde as máximas podem ultrapassar os 34°C. No extremo oeste mato-grossense, próximo à fronteira com a Bolívia, há previsão de chuva passageira.
Já em Mato Grosso do Sul, a aproximação de uma frente fria começa a alterar as condições atmosféricas. Em Campo Grande, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 17°C e 26°C. Nas regiões centro-sul e sul do estado, o aumento da nebulosidade favorece a ocorrência de chuva ao longo do dia. Além disso, a entrada de uma massa de ar mais frio contribui para a redução das temperaturas.
No conjunto da região, o destaque permanece para o contraste entre o calor e o tempo seco observados em grande parte do Centro-Oeste e a mudança gradual nas condições do tempo em Mato Grosso do Sul, onde os efeitos da frente fria começam a ser sentidos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltaram a crescer entre jovens, adultos e idosos. É o que aponta a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o informe, o avanço é impulsionado pelo aumento das hospitalizações provocadas pelos vírus influenza A e B nessas faixas etárias.
Embora as internações por vírus sincicial respiratório (VSR) ainda estejam em alta entre crianças pequenas, o boletim identificou desaceleração no crescimento dos casos de SRAG em crianças de até quatro anos e redução das ocorrências graves entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação contra a influenza. Segundo ela, é fundamental que os grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades, mantenham a imunização em dia.
A cientista destaca ainda a necessidade de vacinação contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, o que contribui para proteger os bebês contra o vírus responsável pela bronquiolite.
Além disso, diante do leve aumento dos casos de Covid-19 em alguns estados, Portella recomenda que idosos e pessoas imunocomprometidas estejam com as doses de reforço da vacina atualizadas.
“No mais, recomendamos alguns cuidados adicionais, como usar máscaras em locais fechados, com maior aglomeração de pessoas e dentro de unidades de saúde; fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado; ou, quando o isolamento não for possível, sair de casa usando uma boa máscara para evitar transmitir o vírus para outras pessoas”, orienta.
O boletim mostra que 14 das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.
Os casos de SRAG associados ao VSR continuam aumentando na maioria dos estados das regiões Nordeste — Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte — e Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, além de Amapá e Roraima, no Norte, e Rio de Janeiro e São Paulo, no Sudeste.
Em toda a Região Centro-Oeste, bem como nos estados do Acre, Pará, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Minas Gerais, os casos de SRAG relacionados ao VSR permanecem em patamares elevados, mas já apresentam sinais de estabilização ou queda.
Entre as capitais brasileiras, 11 apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.
Entre elas estão Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), São Luís (MA) e Vitória (ES).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 13 de junho, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 23. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioO inverno no Hemisfério Sul começa neste domingo, 21 de junho, às 5h24, horário de Brasília, e se estende até 22 de setembro. A estação é caracterizada pela redução das temperaturas e pela diminuição das chuvas em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste.
De acordo com o prognóstico climático divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o inverno de 2026 deverá apresentar características típicas da estação, mas também será influenciado pelas condições oceânicas e atmosféricas observadas neste ano. O instituto destaca a possibilidade de atuação do fenômeno El Niño ao longo do período, o que pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do país.
Na Região Sul, a previsão indica chuvas próximas ou acima da média histórica em diversos locais. As temperaturas devem permanecer baixas durante a passagem de massas de ar frio, favorecendo a ocorrência de geadas, principalmente nas áreas serranas e de maior altitude do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Já no Sudeste e no Centro-Oeste, o período tende a ser mais seco, com baixos índices de umidade do ar e maior amplitude térmica, quando as manhãs são frias e as tardes mais quentes. Em algumas áreas, a estiagem pode favorecer queimadas e incêndios florestais.
No Norte do país, as chuvas seguem mais frequentes em áreas próximas à faixa norte da Amazônia, enquanto o restante da região deve registrar redução gradual dos volumes. No Nordeste, a tendência é de continuidade das chuvas no litoral leste durante parte da estação, influenciadas pelos ventos úmidos vindos do oceano.
Segundo o Inmet, o inverno também é conhecido pela ocorrência de fenômenos como nevoeiros, geadas e, eventualmente, episódios de neve nas áreas mais elevadas da Região Sul quando há condições atmosféricas favoráveis.
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Baixar áudioUm estudo divulgado pelo Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) defende a adoção de “orçamentos verdes” no Brasil para fortalecer a capacidade de estados e municípios de responder aos impactos das mudanças climáticas. A proposta é substituir a lógica predominantemente reativa da gestão pública por uma estratégia baseada em prevenção, adaptação e resiliência climática.
O levantamento, elaborado com apoio do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento (CICEF), aponta que os entes subnacionais ainda concentram grande parte dos recursos em ações emergenciais, como reconstrução após enchentes, secas e queimadas, ao invés de priorizar investimentos preventivos.
A ferramenta sugerida pelo estudo, inspirada em metodologia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), permite identificar, classificar e monitorar os gastos públicos relacionados ao meio ambiente, possibilitando medir de forma mais precisa o esforço fiscal dos governos na agenda climática.
Entre os objetivos dos chamados “orçamentos verdes” estão:
Estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), citadas no estudo, indicam que cada R$ 1 investido em prevenção climática pode evitar até R$ 7 em perdas decorrentes de desastres ambientais. Apesar disso, os recursos públicos continuam concentrados em ações de reparação e reconstrução.
O relatório cita o caso do Rio Grande do Sul como exemplo. Após as enchentes de 2024, o estado precisou suplementar mais de R$ 3 bilhões para ações emergenciais, comprometendo recursos que poderiam ser destinados a outras áreas.
Segundo os pesquisadores, embora a Constituição Federal atribua responsabilidades ambientais à União, aos estados e aos municípios, são os entes subnacionais que absorvem diretamente os impactos econômicos e sociais de eventos extremos. Ainda assim, essas administrações enfrentam limitações técnicas e financeiras para implementar políticas climáticas.
Um dos principais desafios apontados pelo estudo é a dificuldade de identificar quanto os governos efetivamente investem em ações relacionadas ao clima.
Despesas com drenagem urbana, contenção de encostas, recuperação ambiental e prevenção de desastres costumam estar distribuídas entre diferentes áreas do orçamento, como infraestrutura, urbanismo e defesa civil, o que dificulta mensurar o volume de recursos destinado à agenda climática.
O levantamento cita Pernambuco como exemplo. Entre 2008 e 2019, o estado destinou cerca de 0,16% do PIB estadual a políticas climáticas. Apesar disso, as emissões de gases de efeito estufa cresceram, em média, 25% no período, evidenciando a dificuldade de avaliar a efetividade das políticas sem métricas padronizadas.
O estudo aponta obstáculos para a adoção do “orçamento verde” no país. Entre eles estão:
Como solução técnica, o estudo propõe a adoção dos chamados “marcadores orçamentários climáticos”, uma espécie de etiqueta aplicada às despesas públicas para identificar seu impacto sobre o clima.
Esses mecanismos funcionam como classificadores contábeis capazes de indicar se determinado gasto tem impacto positivo, neutro ou negativo para a agenda climática. Os marcadores também permitem distinguir ações de mitigação — voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa — de medidas de adaptação — destinadas a aumentar a resiliência a eventos extremos.
Segundo os pesquisadores, a adoção dessas métricas tornaria os gastos climáticos mais visíveis, comparáveis e auditáveis, ampliando a transparência fiscal e fortalecendo a coordenação das políticas públicas voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3716 ocorre na noite deste sábado (20), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O sorteio da Lotofácil concurso 3716 acontece neste sábado, 20 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Copiar o textoO sorteio da Mega-Sena concurso 3020 acontece neste sábado, 20 de junho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6076, divulgado nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O bilhete vendido na Jardim São João, em Guarulhos/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Lotérica Avenida Londrina, em Sarandi/PR, enquanto a aposta feita na Avenida da Sorte, em Belo Horizonte/MG, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem o bilhete vendido na Lotérica Pinheiros da Sorte, em São Paulo/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O quinto prêmio, de R$ 20.503,00, saiu para a Moeda da Sorte, em Morro da Fumaça/SC. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
1ª Série
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 050673 | JARDIM SAO JOAO | GUARULHOS/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 074810 | LOTERICA AVENIDA LONDRINA | SARANDI/PR | R$ 35.000,00 |
| 3º | 092832 | AVENIDA DA SORTE | BELO HORIZONTE/MG | R$ 30.000,00 |
| 4º | 062925 | LOTERICA PINHEIROS DA SORTE | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 043988 | MOEDA DA SORTE | MORRO DA FUMACA/SC | R$ 20.503,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Copiar o textoParticipação incluiu rodadas de negócios e atração de investimentos
Baixar áudioA agenda brasileira ligada à transição energética esteve presente em dois eventos internacionais realizados na mesma semana, com participação da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que atuou na promoção de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono e combustíveis sustentáveis de aviação.
Em São Paulo, a ApexBrasil participou do Hyvolution Brasil 2026, realizado nos dias 16 e 17 de junho, no Distrito Anhembi. O evento reuniu empresas, investidores, governos, universidades e centros de pesquisa. Foram cerca de 6 mil participantes, mais de 120 marcas, representantes de 14 países, cerca de 800 congressistas e mais de 70 palestrantes.
A agência participou como patrocinadora Diamond e manteve estande. Também organizou rodadas de negócios com empresas e investidores estrangeiros.
Segundo a analista da ApexBrasil, Camila Paschoal, as reuniões ocorreram em parceria com instituições nacionais e internacionais, com foco na ampliação de conexões entre o setor brasileiro de hidrogênio e investidores. “Nosso principal objetivo foi mostrar todo o potencial do setor de hidrogênio de baixa emissão de carbono para o mercado internacional. Realizamos uma rodada de negócios de matchmaking com cerca de 50 empresas, parceiros e investidores estrangeiros”, afirmou.
Durante o evento, a ApexBrasil apresentou o programa Invest in Brasil – Hydrogen e oportunidades de projetos no país. Também informou a preparação de uma chamada pública para compor o Portfólio Brasileiro de Projetos de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono.
Em Amsterdã, o Brasil participou do Sustainable Aviation Futures Congress Global 2026, realizado entre 15 e 17 de junho, com foco em combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e descarbonização do transporte aéreo.
O evento reuniu mais de mil participantes dos setores de aviação, energia, finanças, tecnologia e governo. A participação brasileira foi liderada pela ApexBrasil por meio do programa Invest in Brasil – Biocombustíveis Avançados.
No setor de combustíveis sustentáveis, foram apresentados projetos no Brasil. Entre eles, o plano da JetBio para instalação de unidade de produção de SAF. No Mato Grosso do Sul, aportes superam R$ 1 bilhão, com foco na produção de biocombustíveis.
A Acelen informou aporte de R$ 7,5 bilhões na construção de biorrefinaria na Bahia, voltada à produção de diesel renovável e querosene sustentável de aviação.
A delegação incluiu representantes do Ministério de Minas e Energia, Ministério das Relações Exteriores, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), além de empresas do setor privado.
Na avaliação da ApexBrasil, a participação nos dois eventos ampliou o contato com investidores e reforçou o país como destino para investimentos ligados à transição energética.
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Baixar áudioMais de 2,7 mil municípios brasileiros já solicitaram adesão ao Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil), lançado pelo Ministério da Saúde para ampliar o atendimento de idosos com limitações funcionais diretamente em suas residências.
De acordo com a pasta, 2.733 municípios manifestaram interesse em participar da iniciativa, que representa a primeira estratégia nacional com cofinanciamento federal voltada exclusivamente ao cuidado domiciliar da população idosa no âmbito da Atenção Primária à Saúde.
O programa prevê investimento de aproximadamente R$ 500 milhões até 2027. Os recursos serão destinados à ampliação das Equipes Multiprofissionais (eMulti), compostas por profissionais de diferentes áreas da saúde, como fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais.
A proposta é garantir um acompanhamento mais próximo dos idosos que enfrentam dificuldades de locomoção ou dependem de cuidados contínuos, reduzindo a necessidade de deslocamentos frequentes para unidades de saúde e contribuindo para a prevenção de internações evitáveis.
Com o incremento financeiro do governo federal, as administrações municipais podem contratar mais profissionais, incluir médicos especialistas e aumentar a carga horária do atendimento local.
Os valores dos repasses mensais são distribuídos da seguinte forma:
Segundo o Ministério da Saúde, o envelhecimento da população brasileira exige novas estratégias de cuidado. Atualmente, cerca de 80% dos idosos dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do atendimento aos pacientes, o Padi Brasil também prevê apoio e orientação a familiares e cuidadores.
A expectativa do governo federal é fortalecer a rede de atenção à saúde da pessoa idosa, promovendo mais qualidade de vida, autonomia e acesso aos serviços de saúde para essa parcela da população.
Copiar o textoSaúde na Roça (CMOC), AGP Clima (CBA), Desenvolvimento Rural (Lundin Mining), Projeto Raízes (Galvani) e Sala de Acomodação Sensorial (Mosaic), foram os projetos ganhadores do 2º. Prêmio Mineração & Comunidades, promovido por Brasil Mineral, que abrangeu cinco categorias e que tem como objetivo principal reconhecer as iniciativas desenvolvidas por empresas de mineração em apoio às comunidades dos territórios onde ocorre a atividade de extração mineral. O júri, formado por especialistas que compõem o Conselho Consultivo de Brasil Mineral, escolheu no total 15 trabalhos finalistas (3 em cada categoria), dentre os quais os listados acima foram os premiados.
Após a premiação, que integrou a programação do 11º. Mineração &/X Comunidades, foi realizada uma mesa-redonda reunindo os vencedores do 2º Prêmio Mineração & Comunidades, mediada pela professora Maria Amélia Enríquez, uma das juradas do prêmio, durante a qual ficou patente que projetos sociais estruturados, construídos a partir da escuta ativa e do relacionamento permanente com as comunidades, vêm se transformando em instrumentos capazes de fortalecer territórios, reduzir conflitos, criar valor compartilhado e consolidar a chamada licença social para operar.
Ao longo de mais de uma hora de conversa, representantes da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), CMOC Brasil, Lundin Mining, Galvani e Mosaic apresentaram iniciativas distintas em suas temáticas, mas surpreendentemente semelhantes em sua origem.
Em praticamente todos os casos, o ponto de partida foi o mesmo: ouvir. Ouvir os moradores que convivem diariamente com as operações minerais. Ouvir lideranças comunitárias. Ouvir professores, gestores públicos, agricultores, profissionais de saúde e famílias. Ouvir para compreender problemas que muitas vezes não aparecem nos indicadores tradicionais de desempenho empresarial.
A própria Maria Amélia destacou que essa característica chamou a atenção do júri durante o processo de avaliação: “consideramos muito a originalidade, o alcance social, a escalabilidade e a sustentabilidade dos projetos ao longo do tempo”, explicou. “Mas uma questão esteve presente em praticamente todas as análises: até onde vai a política corporativa e até onde vai a política pública?”, provocou a jurada.
A reflexão serviu de fio condutor para toda a discussão. Segundo Maria Amélia, muitos dos projetos apresentados ocupam justamente uma zona de convergência entre a atuação empresarial e as responsabilidades tradicionalmente atribuídas ao poder público – “não se trata de substituir governos, mas de criar mecanismos capazes de fortalecer capacidades locais, preencher lacunas e acelerar soluções para problemas que afetam diretamente a qualidade de vida da população”. Foi a partir dessa constatação que os vencedores passaram a compartilhar suas experiências.
Primeira a falar, Lígia de Lima Carvalho, coordenadora de Sustentabilidade da CBA, não escondeu a satisfação pelo reconhecimento recebido. “Mais do que um prêmio, é uma afirmação de que estamos no caminho certo e de que o ESG não morreu; está mais vivo do que nunca”, afirmou. A executiva explicou que a companhia vem trabalhando há anos com uma estratégia estruturada de fortalecimento das políticas públicas municipais. A lógica é simples: municípios mais preparados significam comunidades mais resilientes e operações mais seguras.
Segundo Lígia, praticamente todo o portfólio social da empresa foi desenhado com esse objetivo: “entendemos que um município fortalecido, com políticas fortes, contribui para o desenvolvimento social da região e também para a nossa relação com o governo”. Essa visão ganhou forma concreta no AGP Mudanças Climáticas, iniciativa voltada à capacitação de gestores públicos para enfrentar um dos maiores desafios contemporâneos: a adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.
Lígia explicou que o programa nasceu de uma reflexão interna. Depois de desenvolver ferramentas próprias para avaliar riscos climáticos em suas operações, a companhia percebeu que os mesmos conhecimentos poderiam ser compartilhados com os municípios onde atua. “Fortalecendo a resiliência do município, eu fortaleço a minha operação. Evito, por exemplo, interrupções logísticas provocadas por eventos climáticos extremos”, garantiu.
O programa envolve Defesas Civis, secretarias de Meio Ambiente, Saúde, Assistência Social e Direitos Humanos em uma governança integrada que rompe estruturas tradicionalmente compartimentadas. “Assim como existem silos dentro das empresas, eles também existem dentro do poder público”, observou. “Conseguimos criar um espaço onde diferentes áreas passam a trabalhar juntas”, explicou a coordenadora de Sustentabilidade da CBA.
A iniciativa já alcança seis municípios brasileiros e integra uma plataforma mais ampla de ação climática da companhia, que inclui ferramentas públicas de avaliação de vulnerabilidade climática e mecanismos de financiamento vinculados a metas socioambientais.
Se a adaptação climática trouxe para o debate a relação entre empresas e gestão pública, o case apresentado pela CMOC Brasil evidenciou outro tema igualmente sensível: o acesso à saúde nas comunidades rurais.
Ao apresentar o projeto Saúde na Roça, Flávia de Paula Adorno, gerente sênior de ESG e Licenciamento da CMOC Brasil destacou que a iniciativa nasceu de um processo de diagnóstico social realizado junto às comunidades do entorno das operações da companhia em Catalão (GO). Embora o município apresente uma estrutura de atendimento relativamente consolidada em comparação com outras regiões do país, a escuta das comunidades revelou um problema pouco visível nas estatísticas oficiais: a dificuldade de acesso enfrentada pela população idosa residente em áreas rurais. “Hoje a CMOC está muito mais próxima das comunidades, e nas reuniões que realizamos ouvimos que um dos principais pontos era a saúde”, relatou.
O diagnóstico apontou que grande parte dos moradores das 15 comunidades atendidas era formada por idosos que encontravam obstáculos para se deslocar até unidades de saúde ou hospitais. O desafio não estava necessariamente na existência dos serviços, mas na capacidade de alcançá-los.
A partir dessa constatação, a empresa iniciou um diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde para identificar de que forma poderia contribuir sem sobrepor funções do poder público. A solução encontrada foi a criação de uma estrutura itinerante de atendimento médico e odontológico, responsável por realizar avaliações iniciais, exames básicos e encaminhamentos para tratamentos especializados.
Mais do que ampliar o acesso aos serviços, a iniciativa passou a funcionar como uma ponte entre a população rural e a rede pública de saúde. “Sentamos com o secretário municipal de Saúde para dialogar sobre onde a CMOC poderia contribuir. Entendemos que seria no atendimento básico, fazendo o mapeamento das necessidades e facilitando o acesso aos serviços especializados”, explicou Flávia.
Em sua análise, o principal aprendizado foi compreender que a geração de valor social não está necessariamente associada a grandes investimentos, mas à capacidade de construir soluções adequadas às necessidades reais das comunidades – “a comunidade só entende a presença da empresa se sentir, de fato, que a vida dela mudou”.
A fala sintetizou uma percepção compartilhada ao longo de todo o painel: a licença social para operar não é conquistada por campanhas institucionais, mas por transformações percebidas no cotidiano das pessoas.
A discussão avançou então para um dos temas mais recorrentes nos debates sobre mineração e desenvolvimento regional: a diversificação econômica dos territórios. Representando a Lundin Mining, Josielle Padilha Silvestre, coordenadora de Performance Social apresentou o Programa de Desenvolvimento Rural, iniciativa que busca fortalecer atividades produtivas já existentes nas comunidades próximas às operações da empresa.
O projeto surgiu a partir de uma constatação simples. Durante os processos de relacionamento comunitário, agricultores e pecuaristas passaram a manifestar a necessidade de apoio técnico para aumentar a produtividade e melhorar as condições de trabalho nas propriedades rurais. “A escuta ativa é a base de todos os nossos processos. Foi assim que identificamos que a agricultura e a pecuária eram potencialidades importantes da região”, afirmou.
Em vez de criar uma atividade econômica paralela, a empresa optou por fortalecer aquilo que já fazia parte da identidade local. As propriedades participantes recebem acompanhamento técnico durante três anos consecutivos. Nesse período, especialistas realizam diagnósticos individualizados e identificam oportunidades de melhoria. O modelo adotado pela companhia prioriza a entrega de soluções concretas, evitando repasses financeiros diretos.
“Em hipótese nenhuma repassamos dinheiro. Entregamos sempre serviços e materiais”, frisou Josielle. Os investimentos variam conforme as necessidades de cada propriedade. Em alguns casos, incluem melhorias em currais e sistemas de ordenha. Em outros, recuperação de pastagens, acesso à água ou implantação de sistemas de energia solar. Com isso, o resultado vai muito além do aumento da produção: “os produtores relatam melhoria de renda e passam a ter condições de desenvolver outras atividades com mais qualidade de vida”.
A iniciativa despertou especial interesse da mediadora Maria Amélia Enríquez, que destacou a importância de construir economias capazes de sobreviver ao ciclo mineral: “a atividade mineral é temporária no território. A comunidade é permanente”. A observação trouxe para o centro do debate um dos principais desafios do setor: criar condições para que os territórios continuem prosperando mesmo após o encerramento das operações.
Embora a empresa ainda não tenha estruturado uma cadeia formal de compras junto aos produtores beneficiados, Josielle reconheceu que esse pode ser um caminho futuro: “estruturar uma cadeia para que produzam mais e gerem mais renda pode ser um próximo passo”.
Poucos projetos apresentados durante o painel ilustraram tão claramente a dimensão humana do ESG quanto o Raízes, desenvolvido pela Galvani em parceria com o Instituto Ser-Tão.
Ao apresentar a iniciativa, Arnobson dos Santos Costa, presidente da entidade, levou a discussão para além dos indicadores tradicionais de desenvolvimento, abordando questões relacionadas à identidade, autoestima e pertencimento. O projeto nasceu em uma escola quilombola localizada na zona rural de Irecê, na Bahia, em um contexto marcado por evasão escolar, baixa valorização cultural e falta de perspectivas para os jovens da comunidade – “aquela comunidade não se reconhecia, não enxergava valor nem potencialidades”, recordou.
Segundo ele, a situação era agravada pela ausência de referências positivas ligadas à história e à cultura negra no ambiente escolar: “temos uma lacuna enorme no ensino brasileiro. Falta literatura negra para falar sobre pessoas negras”.
Foi justamente para enfrentar essa realidade que surgiu o Raízes. A primeira etapa do projeto envolveu a aquisição de livros de literatura negra, instrumentos musicais, vestimentas de matriz africana e a realização de oficinas culturais para estudantes e professores. O objetivo era fortalecer a identidade cultural dos alunos e promover uma educação antirracista alinhada às especificidades do território. De acordo com Arnobson, “o projeto nasce para mostrar que a história daquele povo do campo e quilombola tem valor”.
Os resultados rapidamente ultrapassaram os limites da escola onde a iniciativa começou. O programa foi ampliado para outras unidades de ensino, incorporado às ações da Secretaria Municipal de Educação e passou a alcançar mais de 1.500 estudantes. Arnobson destacou que um dos maiores legados do projeto está justamente em sua capacidade de gerar transformações permanentes: “quando se promove o resgate da história, da memória e da identidade, ninguém mais tira”.
Ao comentar o case, Maria Amélia chamou atenção para outro aspecto relevante: a forma como a parceria entre empresa e poder público permitiu escalar a iniciativa sem descaracterizar sua essência. A experiência demonstrou que, quando bem estruturadas, as ações corporativas podem contribuir para o fortalecimento de políticas públicas em vez de substituí-las.
A capacidade de ouvir necessidades específicas também foi o ponto de partida do projeto apresentado pela Mosaic. A Sala de Acomodação Sensorial Acessível surgiu durante o desenvolvimento de outra iniciativa social realizada em Uberaba (MG), quando gestores escolares relataram dificuldades para atender crianças neurodivergentes em momentos de crise emocional. Segundo a Especialista de Projetos Sociais da Mosaic, Thaís de Oliveira Alves González, a demanda não fazia parte das linhas tradicionais de investimento social da empresa: “somos uma empresa de fertilizantes, com projetos muito voltados à segurança alimentar”.
Ainda assim, a necessidade identificada durante as conversas com a comunidade levou a companhia a estudar o tema e buscar especialistas capazes de apoiar a construção da solução – “escuta ativa na prática exige flexibilidade”. A proposta foi desenvolvida em conjunto com educadores, profissionais especializados e representantes do poder público. O objetivo não era apenas criar um espaço físico diferenciado, mas oferecer condições para que as crianças pudessem permanecer integradas ao ambiente escolar.
“Não adiantava criar uma sala excludente. Precisávamos construir um espaço que ajudasse a criança a se regular e retornar ao convívio”, prosseguiu Thaís. Além da infraestrutura, o projeto envolveu capacitação de professores e equipes técnicas para garantir o uso adequado do ambiente.
A receptividade foi imediata. Hoje, a iniciativa já está sendo replicada em outras localidades onde a Mosaic atua. “Quando nossas equipes vão a campo, ouvimos frequentemente que outras comunidades também querem uma sala como essa”, afirma Thaís.
O caso mostrou que inovação social nem sempre significa desenvolver soluções complexas. Em muitos casos, ela surge simplesmente da disposição para ouvir demandas que normalmente passariam despercebidas.
Após ouvir os relatos dos vencedores, Maria Amélia Enríquez trouxe para a mesa uma questão recorrente nos debates sobre responsabilidade social corporativa na mineração. Afinal, os projetos apresentados nasceram de exigências legais, de condicionantes ambientais e termos de ajustamento de conduta, ou resultaram de uma decisão estratégica das empresas de investir em desenvolvimento territorial?
A pergunta tocou em um dos temas mais sensíveis do setor. Durante muito tempo, parte significativa das ações sociais desenvolvidas pelas mineradoras esteve associada ao cumprimento de exigências regulatórias. Nos últimos anos, entretanto, cresce a percepção de que os projetos mais transformadores costumam surgir quando as empresas ultrapassam a lógica da obrigação e passam a atuar de forma mais integrada às demandas dos territórios.
“Vocês descreveram um processo muito semelhante em todos os casos”, observou a mediadora. “Tudo começa por uma escuta ativa e sensível, que leva a um diagnóstico social; isso exige uma articulação institucional importante; depois vêm a escalabilidade e a sustentabilidade do projeto. Qual foi o impulso para vocês entrarem nesse tipo de iniciativa?” As respostas mostraram que não existe um único caminho.
No caso da CMOC, Flávia de Paula Adorno reconheceu que o diagnóstico comunitário que deu origem ao Saúde na Roça estava relacionado a uma exigência do processo de licenciamento. O projeto, porém, foi muito além do atendimento formal dessa obrigação – “o diagnóstico era um condicionante, mas desenvolver o projeto na área da saúde foi um entendimento do que aquela comunidade realmente precisava”, explicou. A executiva destacou que o desafio foi justamente transformar uma obrigação regulatória em uma oportunidade de construção coletiva, envolvendo prefeitura, secretaria de saúde e moradores na definição da solução.
Na CBA, o percurso foi diferente. Lígia de Lima Carvalho explicou que o programa voltado às mudanças climáticas surgiu de uma reflexão estratégica da companhia sobre riscos futuros: “vínhamos passando por desastres climáticos e já tínhamos uma maturidade interna importante nesse tema. Então surgiu o questionamento: por que não compartilhar esse conhecimento com os municípios?”. A iniciativa acabou se tornando um dos principais exemplos apresentados durante o painel de como a inovação social pode nascer da convergência entre interesses empresariais e necessidades públicas.
Na Lundin Mining, segundo Josielle Padilha Silvestre, o programa de desenvolvimento rural surgiu antes mesmo de qualquer exigência regulatória – “nós criamos o programa em 2019 a partir da escuta das comunidades. Quando fomos renovar a licença, em 2022, veio um condicionante relacionado ao apoio à área rural. Como já realizávamos o trabalho, ele acabou sendo incorporado ao processo”.
A mesma lógica apareceu nos relatos da Galvani e da Mosaic. Em ambos os casos, os projetos nasceram do relacionamento cotidiano com as comunidades e somente depois passaram a dialogar com agendas mais amplas de sustentabilidade e desenvolvimento local. O conjunto das respostas reforçou uma percepção que atravessou todo o debate: independentemente da origem formal, os projetos que geram maior impacto são aqueles capazes de construir vínculos genuínos com as necessidades dos territórios.
As intervenções da plateia deram uma dimensão ainda mais rica ao debate ao trazer reflexões de profissionais que vivem os desafios da sustentabilidade em diferentes contextos. Representando a Galvani, Ariana Prado, coordenadora de relacionamento com comunidades da empresa, reforçou que o projeto Raízes não surgiu de uma obrigação regulatória, mas do contato direto com a realidade local – “hoje fomentamos as potencialidades de cada território. Quando chegamos à Escola Quilombola Municipal Anisio Teixeira vimos um trabalho maravilhoso que merecia continuidade”. A fala destacou um aspecto recorrente ao longo do painel: a importância de enxergar as comunidades não apenas por suas demandas, mas também por seus ativos, talentos e vocações.
Outro momento de destaque ocorreu quando uma participante do evento perguntou qual havia sido o principal diferencial corporativo que permitiu transformar iniciativas sociais em projetos reconhecidos nacionalmente. A questão levou os participantes a refletirem sobre o papel da cultura organizacional na construção do ESG.
Para Lígia, da CBA, a resposta está na integração entre sustentabilidade e estratégia empresarial – “não há como operar sem trabalhar projetos sociais estruturantes que gerem valor e impacto positivo para a sociedade”. Na Lundin, Josielle destacou que o conceito de comunidades prósperas faz parte da própria estratégia corporativa, “está na essência da empresa construir relações de confiança com as comunidades”. Ariana reforçou que, na Galvani, o relacionamento comunitário não é responsabilidade exclusiva de uma área específica – “todos os profissionais têm essa preocupação de ouvir e potencializar as comunidades do entorno”. Já Thaís apresentou uma prática que chamou a atenção dos participantes: a Social Experience, iniciativa da Mosaic que leva empregados e executivos para vivenciar a realidade das comunidades beneficiadas pelos projetos – “quando estamos nesses espaços com eles, fica muito mais fácil construir entendimento e alinhamento”. Flávia, da CMOC, apontou na mesma direção: “é fundamental trazer a alta liderança para entender a realidade das comunidades e o impacto que os investimentos podem gerar”.
Talvez a intervenção mais provocativa da tarde tenha vindo da jurada Vânia Andrade. Reconhecendo que a audiência do evento era formada majoritariamente por profissionais já convencidos da importância do ESG, ela lançou um desafio aos participantes: “estamos falando aqui para convertidos”, afirmou. “Mas como convencer os pragmáticos? Como demonstrar que tudo isso também é bom para o negócio?”
A pergunta trouxe para o centro da discussão um tema cada vez mais presente nos conselhos de administração e nos fóruns de investidores: a relação entre sustentabilidade e geração de valor. “Como economista, costumo dizer: em Deus eu acredito; o resto tem que mostrar números”, provocou Maria Amélia Enríquez.
As respostas evidenciaram que os benefícios do relacionamento comunitário nem sempre aparecem diretamente nos balanços financeiros, mas influenciam indicadores críticos para a continuidade dos negócios.
Josielle apresentou um exemplo emblemático. Em uma das áreas operacionais da Lundin, moradores reclamavam repetidamente das condições de uma estrada utilizada pela empresa. Embora as reclamações chegassem à equipe social, a liderança operacional ainda não compreendia plenamente a dimensão do problema. A solução foi simples: levar o gerente da operação para conversar diretamente com os moradores – “depois daquela visita, não tivemos mais nenhuma reclamação sobre o tema”.
O caso serviu para demonstrar como o relacionamento comunitário influencia indicadores relacionados à confiança, reputação e licença social para operar. Mais do que evitar conflitos, a aproximação permitiu resolver um problema operacional antes que ele se transformasse em uma crise.
Na Galvani, representantes da empresa destacaram que o principal desafio costuma ser sensibilizar o público interno: “o maior desafio não é a comunidade; é engajar os engenheiros”, comentou Ariana. A empresa passou então a ampliar programas de visitas e encontros entre profissionais das áreas técnicas e moradores das comunidades. Segundo ela, a diferença é perceptível quando engenheiros, gestores operacionais e profissionais ambientais participam diretamente das conversas. “Talvez ainda não tenhamos monetizado esse ganho, mas a construção da licença social certamente faz com que a operação não pare”.
A observação encontrou eco na fala de Lígia, que apresentou uma perspectiva complementar. Além de investidores e comunidades, os próprios clientes passaram a incorporar critérios sociais e ambientais em seus processos de avaliação. “Hoje temos clientes para os quais direitos humanos e relacionamento com comunidades fazem parte da nossa nota de performance como fornecedor”, disse a representante da CBA.
Em outras palavras, aquilo que antes era visto apenas como responsabilidade social passou a influenciar diretamente a competitividade empresarial.
Outro tema que ganhou força ao longo da conversa foi a necessidade de ampliar o envolvimento das áreas operacionais nas estratégias de sustentabilidade. Maria Amélia observou que muitas empresas já avançaram significativamente no diálogo com stakeholders externos, mas ainda enfrentam desafios para disseminar essa cultura internamente: “não basta convencer o público externo. Precisamos convencer também quem está dentro das operações”. A observação encontrou respaldo imediato entre os participantes.
Josielle destacou que, em operações localizadas muito próximas das comunidades rurais, a interação cotidiana entre trabalhadores e moradores torna inevitável a necessidade de preparar as equipes para esse relacionamento – “não podemos esperar que toda situação seja escalada para a alta direção. Precisamos dar autonomia para quem está na ponta agir e se conectar com as pessoas”.
A fala remeteu a uma reflexão recorrente durante o evento: a licença social para operar não é construída exclusivamente pelos departamentos de sustentabilidade ou relacionamento comunitário. Ela é construída diariamente por operadores, supervisores, técnicos, engenheiros e gestores que representam a empresa em suas interações com a população local. Nesse contexto, o ESG deixa de ser um tema corporativo e passa a fazer parte da cultura operacional.
O último grande tema do painel surgiu a partir de uma pergunta de Mariana Cavalcante, da PLS. A profissional quis saber qual era o papel da comunicação tanto no engajamento das comunidades quanto na prestação de contas para investidores, imprensa e demais stakeholders. A questão revelou outro ponto de convergência entre os projetos.
Todos os participantes reconheceram que, durante muito tempo, muitas empresas realizaram ações relevantes sem comunicar adequadamente seus resultados. “Fazíamos muita coisa, mas não verbalizávamos”, admitiu Flávia. Na CMOC, a solução passou pela criação dos boletins comunitários Intervozes, que divulgam cronogramas, resultados e histórias das comunidades atendidas.
Josielle relatou transformação semelhante na Lundin. A chegada de profissionais especializados em comunicação ampliou significativamente a capacidade de divulgação das iniciativas. “A comunicação faz toda a diferença. Ela é essencial para o engajamento”.
Na Mosaic, Thaís chamou atenção para a necessidade de equilíbrio. Segundo ela, a visibilidade dos projetos deve estar subordinada ao propósito social da iniciativa – “não faz sentido realizar um evento maior do que o próprio investimento social”.
Já Lígia destacou que sustentabilidade e comunicação precisam atuar de forma integrada desde a concepção dos projetos – “somos quase um time só”.
A fala resume uma tendência crescente no setor mineral: a compreensão de que comunicação não é apenas divulgação, mas também ferramenta de relacionamento, transparência e construção de confiança.
Ao final do debate, ficou evidente que a pergunta que deu nome ao painel não admite respostas simples. Nenhum dos participantes apresentou o ESG como solução definitiva para os desafios enfrentados pelos territórios mineradores. Tampouco houve a pretensão de substituir o papel do poder público ou de eliminar conflitos inerentes à atividade mineral.
O que os casos apresentados demonstraram foi algo talvez mais importante. Quando o ESG deixa de ser apenas uma sigla e se transforma em prática cotidiana, ele cria condições para que empresas, comunidades e governos construam soluções mais duradouras.
Os projetos apresentados tinham focos distintos — mudanças climáticas, saúde, desenvolvimento rural, educação antirracista e inclusão de crianças neurodivergentes —, mas compartilhavam elementos comuns: escuta ativa, diálogo permanente, construção coletiva, governança compartilhada e compromisso com resultados de longo prazo. Mais do que iniciativas sociais bem-sucedidas, os cases revelaram uma mudança de perspectiva sobre o papel das empresas nos territórios onde atuam.
Ao encerrar o painel, Maria Amélia Enríquez destacou que as boas práticas precisam ser multiplicadas e compartilhadas: “as externalidades negativas são amplamente conhecidas. As boas iniciativas também merecem ser publicizadas”.
A observação foi reforçada por Rolf Fuchs, presidente da Integratio e coordenador Técnico do Mineração &/X Comunidades, ao lembrar que a qualidade dos projetos apresentados não se restringia aos vencedores. Segundo ele, os 15 finalistas demonstraram que a mineração brasileira vem acumulando experiências valiosas na construção de uma agenda ESG cada vez mais conectada às necessidades reais das comunidades.
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Baixar áudioA lei (Lei n° 15.437/2026) que atualiza o piso salarial nacional dos professores da educação básica foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira (19). A medida fixa o valor mínimo da categoria em R$ 5.130,63 para 2026, com reajuste de 5,4% em relação ao valor anterior.
De acordo com a Casa Civil, a nova legislação estabelece critérios para a atualização anual do piso salarial profissional nacional e determina que o valor não poderá ser corrigido abaixo da inflação acumulada no período anterior.
A norma também prevê a divulgação, pelo Ministério da Educação, da memória de cálculo utilizada para a atualização do piso, ampliando a transparência do processo.
Outra mudança é a inclusão dos profissionais contratados por tempo determinado entre os beneficiários do piso salarial nacional. Isso, segundo o governo, garante a esses trabalhadores os mesmos direitos assegurados aos demais profissionais do magistério público da educação básica.
Conforme previsão da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a mudança deve impactar os cofres municipais em R$ 8 bilhões apenas em 2026. Na avaliação da entidade, o reajuste do magistério amplia a pressão sobre uma situação orçamentária já desafiadora para muitos municípios brasileiros.
Em nota oficial, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, defende que haja respeito ao pacto federativo e à autonomia municipal, com a definição local de aumentos reais.
“O reajuste e a valorização dos profissionais de magistério é uma demanda legítima, mas que precisa ser pactuada no âmbito local, por quem paga a conta, e não imposto pela União", afirma Ziulkoski.
Segundo a CNM, a entidade apresentou cinco emendas à Medida Provisória (MP 1.334/2026) que altera o critério de correção do piso salarial e que deu origem à lei sancionada. Além disso, a Confederação enviou parecer técnico a parlamentares para alterações no texto. No entanto, as sugestões não foram acatadas no texto final.
Pelo novo cálculo, o reajuste anual será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) nos cinco anos anteriores. A CNM destaca que, pela fórmula anterior, a recomposição seria de apenas 0,37%, enquanto a nova regra garante reajuste de 5,4%.
A entidade também alerta que, além do impacto previsto para 2026, a mudança deve aumentar a pressão sobre os municípios nos próximos anos.
Para a CNM, o financiamento da educação tem sido marcado por forte pressão sobre as contas municipais nos últimos anos. Segundo a entidade, o reajuste do piso do magistério acumulou alta de 78% nos últimos cinco anos, com impacto estimado em R$ 85 bilhões no período.
“O novo modelo garante correção acima da inflação sem garantia de recursos adicionais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) ou compensação da União”, afirma a CNM, em nota.
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Baixar áudioAprovado pela Câmara dos Deputados no fim de maio, o Projeto de Lei 2951/24, que reformula a política agrícola e o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), aguarda nova análise do Senado Federal. Parlamentares das regiões Sul e Sudeste, como Paraná e Minas Gerais defendem a conclusão da análise da medida no Congresso Nacional para ampliar a proteção dos produtores diante de eventos climáticos, crises de mercado e dificuldades de acesso ao crédito.
Entre as mudanças previstas estão a redução das taxas de juros e a prioridade para operações de crédito rural cobertas por seguro. O prêmio será financiado pelo Fundo Catástrofe, abastecido com recursos públicos para garantir a execução dos contratos.
O deputado Zé Vitor (PL-MG) defendeu uma atualização das regras para acompanhar a realidade do agronegócio atual. Para ele, o produtor enfrenta uma combinação de riscos climáticos, econômicos e internacionais. “Temos uma série de incertezas e fatores que nos trouxeram até aqui. Primeiro, a falta de previsibilidade, que nos prejudica muito no planejamento. Também somos vítimas de muitas questões climáticas, avaliações no mercado, guerras e instabilidades geopolíticas que afetam o nosso negócio. São custos maiores, margens menores, já conhecidos por todos nós”, pontuou.
Para o parlamentar de Minas, a modernização do seguro rural deve integrar uma agenda mais ampla de fortalecimento da política agrícola brasileira. “Estamos tratando de seguro rural para aprimorarmos definitivamente essa legislação. Temos normas ainda da metade do século passado vigorando até hoje, que não nos conforta e não nos prepara para esse tempo, para esse agro moderno”, disse.
O deputado Nelson Padovani (PP-PR) também defendeu avanços no seguro agrícola e chamou atenção para o baixo alcance da proteção no país. “Hoje no Brasil, só 15% das lavouras têm seguro agrícola. Então é normal que a cada ciclo, a cada cinco, 10 anos, tenha essa quantidade enorme de agricultores endividados, uma quantidade enorme de agricultores passando dificuldade”, ressaltou Padovani.
Segundo Padovani, a falta de uma política robusta de seguro prejudica investimentos e aumenta os riscos para produtores de diferentes portes. “É uma vergonha, um país que vive essencialmente da agricultura não ter um seguro agrícola. Isso não acontece em lugar nenhum do mundo”, afirmou.
Um dos principais pontos de divergência durante a tramitação da proposta foi a origem dos recursos para financiar a política. A responsabilidade permaneceu vinculada ao Ministério da Agricultura, contrariando parte dos parlamentares ligados ao agronegócio, que defendiam a transferência para o Ministério da Fazenda por considerarem menor o risco de bloqueios ou contingenciamentos.
Os recursos destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural têm apresentado retração nos últimos anos. Segundo dados do Atlas do Seguro Rural, do Ministério da Agricultura, o valor executado caiu de R$ 1,15 bilhão em 2021 para R$ 565,3 milhões em 2025, o menor nível desde 2019.
Para este ano, o orçamento reservado ao programa é de R$ 1,01 bilhão, abaixo dos R$ 4 bilhões considerados necessários por entidades do setor agropecuário.
A redução dos recursos também se reflete na área segurada. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária indicam que 3,2 milhões de hectares estavam cobertos por seguro rural em 2025, o equivalente a 3,3% da área plantada. O resultado representa queda de 55% em relação ao ano anterior e o menor nível da última década.
Para Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), a redução dos recursos destinados ao seguro rural compromete toda a cadeia econômica. “Quando a safra quebra, os impactos chegam ao comércio e ao bolso das famílias. Por isso, reduzir recursos para o seguro rural é um erro. Sem a proteção, o crédito fica mais caro, o risco aumenta e toda a economia sente os efeitos. Defender o seguro rural é defender estabilidade, previsibilidade e alimentos a preços mais acessíveis para os brasileiros”, declarou.
O projeto foi apresentado inicialmente no Senado e aprovado em dezembro de 2025, quando seguiu para a Câmara. Como o texto de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS) foi modificado, a matéria retornou para a Casa de origem – que deve votar se mantém as alterações ou se retoma o primeiro formato.
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3715 ocorre na noite deste sábado (20), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3715 da Lotofácil será realizado no domingo (14), em função da partida entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo, que acontece neste sábado, às 8h.
Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento ocorre no Espaço da Sorte, em São Paulo, às 8h, com transmissão ao vivo pelas redes oficiais. As apostas individuais podem ser feitas até as 22h de sexta (19), no horário de Brasília.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições distintas entre os estados da região. Enquanto áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro devem registrar chuva ao longo do dia, Minas Gerais terá tempo mais estável e o Espírito Santo segue com grande quantidade de nebulosidade.
Em São Paulo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já no Rio de Janeiro, o cenário é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em diferentes momentos do dia.
No Espírito Santo, a previsão indica muitas nuvens, com céu predominantemente encoberto em diversas localidades. Em Minas Gerais, o tempo permanece firme, com predomínio de poucas nuvens e baixa probabilidade de chuva significativa.
Entre as capitais, São Paulo registra mínima de 13°C e máxima de 23°C, com umidade relativa do ar variando entre 55% e 85%. No Rio de Janeiro, os termômetros devem oscilar entre 12°C e 27°C, enquanto a umidade varia entre 40% e 95%.
Em Belo Horizonte, a mínima prevista é de 10°C e a máxima de 25°C, com umidade entre 30% e 95%. Já em Vitória, a temperatura varia entre 16°C e 27°C, e a umidade relativa do ar fica entre 45% e 95%.
Na região, a umidade relativa do ar varia entre 30% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica a continuidade das instabilidades em grande parte da faixa norte da região. As condições mais favoráveis para chuva permanecem concentradas entre o Amazonas, Roraima, Amapá e o norte do Pará.
Nessas áreas, a combinação entre calor e elevada umidade favorece a formação de nuvens carregadas, com ocorrência de pancadas de chuva ao longo do dia e possibilidade de trovoadas isoladas. Os maiores acumulados previstos para o período seguem concentrados no centro-norte do Amazonas, em Roraima, no Amapá e em áreas do norte paraense.
No Acre, em Rondônia e no sul do Pará, também há previsão de chuva, porém de forma mais isolada e com menores volumes. Já no Tocantins, o tempo permanece mais estável, com predomínio de sol entre poucas nuvens e baixa probabilidade de precipitações significativas.
As temperaturas seguem elevadas em toda a região. Entre as capitais, as mínimas previstas são de 22°C em Rio Branco, 24°C em Manaus e 25°C em Boa Vista. Já as máximas podem alcançar os 34°C em Palmas e os 33°C em Belém.
A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições de chuva em áreas da faixa litorânea da região, enquanto o interior permanece com tempo mais seco e estável.
As precipitações devem ocorrer principalmente em trechos do litoral do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Em alguns pontos da costa nordestina, a chuva pode ocorrer de forma passageira ao longo do dia, intercalada com períodos de muitas nuvens.
No interior da região, o cenário é diferente. Áreas do Piauí, oeste da Bahia e sertões de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará devem registrar predomínio de sol entre poucas nuvens e ausência de chuva significativa.
A atuação de uma massa de ar mais seco favorece a redução dos índices de umidade relativa do ar em parte do interior nordestino, especialmente entre o sul do Maranhão, o centro-sul do Piauí e o oeste baiano.
Entre as capitais, as temperaturas seguem elevadas. As mínimas devem ficar em torno de 24°C em Aracaju e 23°C em Salvador. Já as máximas podem superar os 34°C em Teresina.
A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste sábado (20), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições de instabilidade principalmente no Paraná e em áreas de Santa Catarina.
No Paraná, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diversas localidades. As instabilidades devem ocorrer ao longo do dia e podem ser acompanhadas por aumento da nebulosidade.
Em Santa Catarina, o cenário é de muitas nuvens com chuva isolada, especialmente em áreas do leste e do norte do estado. As precipitações devem ocorrer de forma passageira, intercaladas por períodos de melhora.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo permanece mais estável, com predomínio de poucas nuvens em grande parte do estado. O amanhecer deve ser mais frio, principalmente nas áreas de maior altitude.
As baixas temperaturas durante a madrugada e o início da manhã favorecem a formação de geada em áreas da Serra Gaúcha e em municípios das regiões mais elevadas do estado. A condição exige atenção, especialmente em áreas rurais.
Entre as capitais, Curitiba registra mínima de 13°C e máxima de 16°C, com umidade relativa do ar variando entre 75% e 95%. Em Florianópolis, os termômetros ficam entre 14°C e 16°C, enquanto a umidade varia de 85% a 95%.
Já Porto Alegre terá mínima de 5°C e máxima de 18°C. Na capital gaúcha, a umidade relativa do ar oscila entre 65% e 95%.
Na Região Sul, a umidade relativa do ar varia entre 65% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta sexta-feira (19), o repasse de R$ 5,3 milhão para ações de resposta no estado de Roraima e em municípios afetados por desastres em Minas Gerais, Bahia, Amazonas e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Porteirinha (MG): R$ 527.184,00
Estado de Roraima (RR): R$ 2.453.500,00
Parintins (AM): R$ 1.431.000,00
Canudos do Vale (RS): R$ 347.053,85
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelos estados e municípios.
Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.
Com informações do MIDR
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