VoltarO sorteio da Mega-Sena concurso 3056 acontece nesta quinta-feira, 10 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3056.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3054.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioAté o dia 14 de setembro, a Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba realiza atendimentos na região do Rio Maúba, entre os municípios de Abaetetuba e Igarapé-Miri, no nordeste do Pará. A iniciativa leva serviços de atenção primária à saúde a comunidades ribeirinhas que vivem em áreas de difícil acesso e distantes dos centros urbanos.
Com estrutura adaptada à navegação pelos rios e equipamentos de conectividade que permitem a realização de consultas por telemedicina, a embarcação amplia o acesso à assistência médica e aproxima os serviços de saúde dos moradores da região.
O superintendente de Saúde da Indústria, Emmanuel Lacerda, afirma que a embarcação conta com uma estrutura completa com apoio de tecnologias de saúde.
“Temos toda uma estrutura de equipamentos de telemedicina para apoiar as empresas no cuidado remoto de profissionais de saúde. Aqui pode-se fazer testes e exames básicos, teleconsultas médicas e outros profissionais de saúde, fazendo com que — em um processo de linhas de cuidado, onde se tem as condições mais prevalentes de doenças da população — possamos ter todo um sistema montado para prestar o melhor serviço”, destaca.
O atendimento começa com o acolhimento e a triagem realizados pela equipe de enfermagem. Após a avaliação inicial, o paciente pode ser encaminhado para uma consulta médica por telemedicina. Conforme a necessidade identificada, a equipe pode solicitar exames, emitir prescrições e orientações e realizar os encaminhamentos necessários para garantir a continuidade do cuidado na rede municipal de saúde.
O acesso aos serviços é orientado por técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde que atuam nas próprias comunidades.
“Ao adentrar nessas estações, temos todos os recursos de tecnologias para testes, teleatendimento de profissionais de saúde, médicos e outros, para que façam a melhor jornada, a melhor experiência de atendimento para a população, agregando tecnologia e resultados em saúde para as pessoas”, afirma Lacerda.
A ação faz parte do trabalho desenvolvido pelo SESI Pará em parceria com a Hidrovias do Brasil para ampliar o acesso aos serviços de saúde em comunidades ribeirinhas.
Nesta etapa, a iniciativa também conta com a participação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (SEMAS), que acompanha a ação no território. A expectativa é atender cerca de 200 pessoas na região do Rio Maúba, até o fim da ação, que teve início em 2 de agosto.
O secretário adjunto de Gestão e Regularidade Ambiental da SEMAS, Rodolpho Zahluth Bastos, afirma que o serviço demonstra a importância de adaptar as políticas públicas às características e às necessidades do território amazônico.
“A realidade amazônica é marcada por grandes distâncias e por comunidades ribeirinhas e pesqueiras afastadas dos centros urbanos. Por isso é muito importante levar a política pública para perto de onde essas pessoas vivem. A expedição traz o serviço de saúde até a comunidade, adaptando a prestação do serviço à realidade local”, destaca.
A articulação com as secretarias municipais de Saúde de Abaetetuba e Igarapé-Miri também integra o fluxo de atendimento. A medida permite que pacientes que necessitem de exames, consultas especializadas ou acompanhamento continuado sejam encaminhados às unidades de referência dos municípios.
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Baixar áudioA Região Sul terá chuva em áreas de Santa Catarina e do Paraná nesta sexta-feira (11), enquanto o Rio Grande do Sul terá predomínio de muitas nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a previsão indica pancadas de chuva em grande parte do estado, com possibilidade de trovoadas em áreas do norte e do leste. No oeste e no sudoeste paranaense, o tempo terá variação de nebulosidade. Em Curitiba, o dia será encoberto, com pancadas de chuva isoladas, e os termômetros ficam entre 15°C e 23°C.
Em Santa Catarina, as pancadas de chuva atingem principalmente o norte, o Vale do Itajaí e o litoral, com possibilidade de trovoadas em algumas áreas. No oeste e no sul catarinense, a previsão indica maior variação de nebulosidade. Em Florianópolis, o tempo fica encoberto, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 16°C e máxima de 19°C.
No Rio Grande do Sul, a maior parte do estado terá muitas nuvens, enquanto áreas do norte podem registrar chuva. Em Porto Alegre, o céu permanece encoberto, com temperaturas entre 15°C e 22°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá chuva em parte do território nesta sexta-feira (11), com maior concentração de instabilidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá mínima de 16° e máxima de 26°, com tempo encoberto e pancadas de chuva isoladas. As precipitações também atingem principalmente o sul, o leste e o litoral do estado, com possibilidade de chuva em outras áreas paulistas.
No Rio de Janeiro, a capital registra temperaturas entre 18° e 31°, com céu encoberto e chuvisco. A chuva se concentra principalmente no sul e na faixa litorânea do estado, enquanto outras áreas permanecem com muitas nuvens.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 13° e máxima de 30°, com tempo encoberto. A maior parte do estado terá predomínio de muitas nuvens, enquanto áreas do sul e da Zona da Mata podem registrar chuva.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 18° e máxima de 31°, também com tempo encoberto. No restante do estado, a previsão indica predomínio de muitas nuvens, com possibilidade de chuva em áreas próximas ao litoral.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPancadas de chuva atingem áreas do Amazonas e do Pará, enquanto capitais podem chegar aos 36°
Baixar áudioA sexta-feira (11) será de condições variadas na Região Norte, com chuva em parte dos estados e predomínio de tempo firme em outras áreas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o tempo fica claro em Palmas, com temperaturas entre 21° e 35°. No restante do estado, há muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada principalmente no norte, enquanto o centro-sul terá períodos de menor nebulosidade.
No Pará, Belém terá céu encoberto, com mínima de 24° e máxima de 35°. Há previsão de pancadas de chuva em áreas do centro, sul e oeste do estado, enquanto o norte paraense terá maior presença de nuvens.
No Amapá, Macapá terá céu encoberto com chuvisco, e os termômetros variam entre 25° e 34°. No interior, predomina a presença de nuvens, com possibilidade de chuva em áreas próximas ao litoral.
Em Roraima, a previsão para Boa Vista é de céu encoberto, com mínima de 27° e máxima de 36°. O estado terá predomínio de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada no sul.
No Amazonas, Manaus terá céu encoberto, com temperaturas entre 27° e 36°. As pancadas de chuva se concentram principalmente no oeste e em parte do centro do estado, enquanto outras áreas terão muitas nuvens.
Em Rondônia, Porto Velho terá tempo claro, com mínima de 26° e máxima de 36°. No estado, a nebulosidade aumenta principalmente no norte e leste, onde há possibilidade de chuva isolada.
No Acre, o tempo fica claro em Rio Branco, com mínima de 23° e máxima de 34°. A condição de tempo firme e pouca nebulosidade predomina no estado ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Acordo Mercosul-União Europeia foi tema de uma discussão em Brasília (DF) sobre as oportunidades para micro, pequenas e médias empresas no comércio exterior. Durante o evento “MPMEs no Acordo Mercosul-União Europeia: da Norma à Implementação”, autoridades brasileiras e da Europa trataram da aplicação prática das novas regras comerciais e de como os pequenos negócios podem acessar o mercado europeu.
O evento, realizado no último dia 3 de setembro, foi promovido pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP). Entre os temas discutidos, foram abordadas as exigências regulatórias, o acesso a informações e as ferramentas de apoio à exportação.
Na abertura, a diretora de Negócios da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Maria Paula Velloso, afirmou que o acordo pode ampliar a presença das empresas brasileiras no mercado internacional.
“O acordo tem uma dimensão que não pode ser vista apenas como um conjunto de regras comerciais; ele precisa ser entendido como uma oportunidade concreta de desenvolvimento produtivo, internacionalização, inclusão e aproximação entre os dois blocos”, pontuou.
Na ocasião, Maria Paula citou como exemplo o primeiro embarque de uvas brasileiras realizado sob as novas regras de desgravação tarifária. “O primeiro embarque já saiu com tarifa zero. Isso mostra as oportunidades concretas se firmando”, disse. “É aí que as MPMEs ganham um papel estratégico. A grande maioria das empresas brasileiras são micro, pequenas e médias empresas. Existem muitas oportunidades”, destacou.
As micro e pequenas empresas representam a maior parcela do público atendido pela ApexBrasil. Até junho de 2026, a Agência havia apoiado 8.372 MPEs. O número corresponde a 55,8% do total de empresas atendidas no período.
No Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), a participação também foi majoritária. Em 2025, 2.250 negócios atendidos pelo programa eram micro e pequenas empresas, o equivalente a 65% do total.
O Acordo Provisório de Comércio inclui uma parte para pequenas e médias empresas. O Capítulo 14 trata do segmento e prevê mecanismos relacionados à disseminação de informações e à redução das dificuldades que podem limitar a participação desses negócios no comércio entre os dois blocos.
“Vai ser possível demonstrar todas as oportunidades voltadas também para micro e pequenas empresas. O próprio acordo tem um capítulo dedicado às MPEs, que é o capítulo 14, e é fundamental um trabalho coordenado de governo entre as instituições e todos os parceiros, para que possamos apresentar para as empresas as oportunidades de negócio. As MPEs são fundamentais nesse processo. Então, precisamos trazer informações e capacitar essas empresas para aumentar cada vez mais a participação delas no comércio internacional”, disse Maria Paulo Vellozo.
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Na avaliação do chefe da Seção de Comércio da Delegação da União Europeia no Brasil, Maurizio Cellini, a existência de um acordo, por si só, não garante que as empresas consigam aproveitar as oportunidades abertas.
“Um acordo comercial abre um mercado no plano jurídico, mas só produz desenvolvimento quando uma empresa identifica a oportunidade, compreende as regras, prepara seus produtos ou serviços, encontra um parceiro e conclui uma venda”, explicou.
Ainda segundo Cellini, a falta de conhecimento sobre procedimentos e exigências pode impactar de maneira mais significativa as empresas menores.
“Para uma micro ou pequena empresa, o custo de cada dúvida, formulário ou exigência desconhecida pesa muito mais. A principal barreira muitas vezes é não saber qual tarifa se aplica ou ter dificuldade para localizar um regulamento técnico”, afirmou.
A gerente de Competitividade da ApexBrasil, Clarissa Furtado, destacou que as estratégias de apoio precisam levar em conta os diferentes estágios em que as empresas se encontram no processo de internacionalização.
“Não existe um único perfil de MPME, e também não existe um único caminho para a internacionalização. Temos empresas que já exportam, mesmo sendo pequenas, e que já atuam no mercado internacional, muitas vezes por meio do comércio eletrônico, mas que precisam de apoio especializado”, avaliou.
Diante disso, para atender empresas com diferentes níveis de experiência no comércio exterior, a ApexBrasil mantém um Acordo de Cooperação Técnica com o Sebrae Nacional e promove os eventos “Conexões Produtivas”. As iniciativas apresentam aos empresários informações sobre o novo marco comercial e ferramentas voltadas à exportação.
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), revelam que 1.503 microempresas e MEIs exportaram para a União Europeia em 2025. Juntas, essas empresas movimentaram US$ 107,5 milhões em vendas ao bloco.
O ministro do MEMP, Paulo Henrique Rodrigues Pereira, afirmou que um dos desafios é fazer com que as normas e procedimentos do comércio internacional sejam compreendidos pelos pequenos empreendedores.
“Os desafios são grandes. Temos um país que é um continente. Quando pensamos no Mercosul, isso é ainda maior, com línguas diferentes, tradições diferentes, culturas diferentes”, observou o ministro. “Precisamos conseguir fazer a difícil transposição dos aparelhos normativos, institucionais e estruturais, que operam em nossas vidas burocráticas, para a realidade dos pequenos e médios empreendedores”, enfatizou.
Já Maurizio Cellini, da União Europeia, destacou que reduzir a complexidade e os custos envolvidos na entrada no mercado europeu é parte fundamental da aplicação do acordo.
“Se conseguirmos tornar essas escolhas menos arriscadas, menos caras e menos complexas, o acordo deixará de ser apenas uma arquitetura comercial. Ele se tornará uma plataforma de oportunidades mais distribuídas, capaz de aproximar pessoas, empresas e regiões dos dois lados do Atlântico”, concluiu.
A ApexBrasil oferece às micro e pequenas empresas serviços distribuídos em quatro frentes: Qualificação Empresarial, Promoção Comercial, Inteligência de Mercado e Expansão Internacional.
A preparação para exportar pode começar pelo PEIEX, que orienta os empresários sobre exigências técnicas, adequação de produtos e barreiras regulatórias.
Em parceria com o Sebrae, a Agência também atua na competitividade dos pequenos negócios e participa de fóruns voltados à política de comércio exterior.
Entre eles estão o Comitê de Acesso a Mercados do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e o Comitê Nacional da Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE).
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quinta-feira (10) em alta de 0,72%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.647,29 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve aumento de 1,64%, sendo comercializado a R$ 996,90.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 1.647,29 | 0,72% | -5,79% | 322,43 |
| 08/09/2026 | 1.635,57 | -1,47% | -6,46% | 321,20 |
| 04/09/2026 | 1.659,93 | -0,74% | -5,06% | 323,57 |
| 03/09/2026 | 1.672,25 | -1,44% | -4,36% | 327,63 |
| 02/09/2026 | 1.696,62 | -1,96% | -2,96% | 332,15 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 996,90 | 1,64% | -2,47% | 195,13 |
| 08/09/2026 | 980,78 | 0,42% | -4,05% | 192,61 |
| 04/09/2026 | 976,71 | -0,34% | -4,44% | 190,39 |
| 03/09/2026 | 980,05 | -1,18% | -4,12% | 192,02 |
| 02/09/2026 | 991,71 | -1,55% | -2,98% | 194,15 |
O preço do açúcar cristal apresenta aumento na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 118,28.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 118,28 | 0,80% | 3,98% | 23,15 |
| 08/09/2026 | 117,34 | 0,47% | 3,16% | 23,04 |
| 04/09/2026 | 116,79 | 0,59% | 2,67% | 22,77 |
| 03/09/2026 | 116,11 | 0,61% | 2,07% | 22,75 |
| 02/09/2026 | 115,41 | 0,79% | 1,46% | 22,59 |
Em Santos (SP), houve aumento de 1,71%, e a mercadoria é negociada a R$ 131,07 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 128,72 | 0,93% | 0,65% | 25,25 |
| 08/09/2026 | 127,53 | 0,77% | -0,28% | 25,08 |
| 04/09/2026 | 126,56 | 0,26% | -1,04% | 24,69 |
| 03/09/2026 | 126,23 | -3,69% | -1,30% | 24,77 |
| 02/09/2026 | 131,07 | 1,71% | 2,49% | 25,56 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,52 após recuo de 0,54%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 70,52 | -0,54% | 0,41% | 13,80 |
| 08/09/2026 | 70,90 | -0,04% | 0,95% | 13,92 |
| 04/09/2026 | 70,93 | -0,18% | 1,00% | 13,83 |
| 03/09/2026 | 71,06 | 0,17% | 1,18% | 13,92 |
| 02/09/2026 | 70,94 | -0,03% | 1,01% | 13,89 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoBoi gordo e frango registram alta, enquanto carcaça suína mantém estabilidade na Grande São Paulo
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O preço do boi gordo apresenta alta de 0,33% nesta quinta-feira (10). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 349,50.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 349,50 | 0,33% | 1,48% | 68,41 |
| 08/09/2026 | 348,35 | 0,19% | 1,15% | 68,41 |
| 04/09/2026 | 347,70 | 0,03% | 0,96% | 67,78 |
| 03/09/2026 | 347,60 | 0,06% | 0,93% | 68,10 |
| 02/09/2026 | 347,40 | 0,40% | 0,87% | 68,01 |
No mercado de frango, os preços apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O frango congelado e o frango resfriado custam R$ 7,69.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,79% | 5,05% |
| 08/09/2026 | 7,63 | 0,26% | 4,23% |
| 04/09/2026 | 7,61 | 1,20% | 3,96% |
| 03/09/2026 | 7,52 | 2,45% | 2,73% |
| 02/09/2026 | 7,34 | -1,08% | 0,27% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 7,69 | 0,65% | 5,49% |
| 08/09/2026 | 7,64 | 0,39% | 4,80% |
| 04/09/2026 | 7,61 | 0,93% | 4,39% |
| 03/09/2026 | 7,54 | 2,59% | 3,43% |
| 02/09/2026 | 7,35 | -0,54% | 0,82% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade de preço nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,27.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Paraná, onde o animal é comercializado a R$ 4,43.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 7,27 | 0,00% | -0,55% |
| 08/09/2026 | 7,27 | 0,97% | -0,55% |
| 04/09/2026 | 7,20 | 0,56% | -1,50% |
| 03/09/2026 | 7,16 | 0,00% | -2,05% |
| 02/09/2026 | 7,16 | 0,00% | -2,05% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | MG - posto | 5,04 | 0,00% | 0,40% |
| 09/09/2026 | PR - a retirar | 4,43 | 0,00% | -1,34% |
| 09/09/2026 | RS - a retirar | 4,52 | 0,00% | -0,44% |
| 09/09/2026 | SC - a retirar | 4,52 | 0,00% | -1,09% |
| 09/09/2026 | SP - posto | 4,83 | 0,00% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, até o momento, pedidos de requisição de força federal para oito estados, com o objetivo de assegurar a Garantia da Votação e da Apuração (GVA) no 1º turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro.
A medida permite a atuação das Forças Armadas Exército, Marinha e Aeronáutica em localidades indicadas pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), com o objetivo de reforçar a segurança e garantir o funcionamento regular das atividades eleitorais.
Na sessão administrativa desta terça-feira (8), o Plenário aprovou por unanimidade os pedidos de envio de tropas federais para o Maranhão e para a 37ª Zona Eleitoral do Piauí. Segundo o TSE, a atuação das Forças Armadas nessas localidades busca assegurar o cumprimento das etapas de votação e apuração, além de contribuir para a manutenção da ordem e da normalidade do pleito.
Os primeiros pedidos de força federal para as Eleições 2026 foram aprovados pelo TSE em 27 de agosto, quando os ministros autorizaram, por unanimidade, o envio de tropas para mais de uma centena de municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. Entre as localidades contempladas estão as capitais Rio de Janeiro, Fortaleza, Teresina e Rio Branco, além de aldeias indígenas, municípios de difícil acesso, regiões de fronteira e áreas ribeirinhas.
Já em 1º de setembro, o Plenário havia aprovado pedidos para 30 municípios de Mato Grosso e 10 municípios de Mato Grosso do Sul.
Cabe aos tribunais regionais eleitorais de cada estado indicar as localidades onde entendem ser necessária a atuação das forças federais. Os pedidos são analisados e votados pelo Plenário do TSE e, uma vez aprovados, encaminhados ao Ministério da Defesa, responsável pelo planejamento e pela execução das ações em conjunto com as Forças Armadas.
O TSE informa que novas solicitações ainda podem ser apresentadas pelos TREs caso sejam identificadas situações que demandem reforço adicional das forças federais até o dia da votação.
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Baixar áudioEstá aberta na página da Agência Nacional de Mineração (ANM) a consulta pública para envio de contribuições sobre critérios de gestão de segurança de pilhas de mineração. A proposta em discussão estabelece obrigações relacionadas à gestão da segurança e à preparação para emergências dessas estruturas, e é aberta a empreendedores, sociedade civil, academia, especialistas e imprensa.
Pela minuta em consulta, a nova norma deve valer para pilhas que atendam a pelo menos um destes critérios:
O calendário do processo prevê duas frentes de participação. As contribuições por escrito podem ser enviadas pela plataforma Brasil Participativo até 14 de outubro de 2026, mediante login na conta gov.br. Já a sessão pública virtual está marcada para 11 de setembro, às 9h30 (horário de Brasília), com acesso pelo Microsoft Teams e transmissão ao vivo pelo canal da ANM no YouTube.
Segundo a própria agência, a expectativa inicial é que a resolução final seja publicada até abril de 2027. O tema é considerado estratégico pelo setor mineral, já que a nova regulamentação deve exigir novos estudos, projetos, monitoramentos e profissionais especializados, com potencial de atrair investimentos relevantes em segurança geotécnica nos próximos anos.
As pilhas de mineração são estruturas formadas pelo depósito de materiais provenientes da atividade de mineração sobre o terreno, construídas acima do nível original do solo e sem formação de reservatórios. Elas podem armazenar estéril — material rochoso sem valor econômico retirado para acesso ao minério —, rejeitos, minérios, produtos ou subprodutos, de forma temporária ou definitiva, e também podem ser usadas no processamento de minérios por lixiviação — extração de minérios a partir do uso de líquidos. Ao contrário das barragens, as pilhas não retém grandes volumes de água, o que reduz o risco de rompimento por liquefação.
O tema ganhou força no setor após uma série de acidentes envolvendo barragens de rejeito no Brasil — como as de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), que levou a legislação a restringir progressivamente o uso do modelo de barragens a montante — mais vulnerável — e a incentivar alternativas de disposição a seco. A ANM já possui regulamentação consolidada para barragens de mineração, mas ainda não tinha um marco específico para pilhas, que têm características construtivas, materiais e riscos distintos.
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Baixar áudioAs exportações do agronegócio brasileiro movimentaram US$ 15,1 bilhões em 1.453 municípios em agosto. O valor corresponde a 45,8% do total das vendas do país no mês e registrou um crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou a importância do resultado positivo para a geração de emprego e renda nas economias locais.
A entidade defende que é relevante acompanhar o comportamento do setor para melhorar o planejamento público, direcionar ações estratégicas e fortalecer as políticas de incentivo aos setores produtivos prioritários. Segundo a Confederação, os dados do levantamento foram fornecidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), já a lista de produtos foi disponibilizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Entre os estados exportadores, Mato Grosso totalizou US$ 2,2 bilhões em exportações no mês de agosto. O montante equivale a 14,6% de participação em todo o total exportado pelo agro brasileiro no período.
O resultado mato-grossense foi influenciado por uma concentração em 78 municípios exportadores, que participaram do envio de 49 produtos agropecuários distintos.
Em seguida aparece São Paulo, com US$ 2,03 bilhões em exportações no mês que equivalem a 13,4% do total nacional. A diversificação do agronegócio paulista contou com 334 municípios que registraram embarques em agosto, que comercializaram 334 produtos agropecuários diferentes.
No acumulado de 2026 também houve alta nas exportações, com crescimento de 6,1% em relação ao ano passado.
O principal produto exportado foi a soja, que movimentou US$ 4,4 bilhões. O valor representa uma alta de 14% em relação a 2025. O produto respondeu por 29,1% da participação de toda produção do agronegócio no período.
A soja foi, ainda, a principal exportação de 126 municípios brasileiros. Em segundo lugar aparece a carne bovina in natura, qie gerou recursos de US$ 1,2 bilhão. Já o café verde, em terceiro lugar, somou US$ 1,1 bilhão – valor que traduz uma alta de 24,1% comparado ao ano anterior.
O maior parceiro comercial do Brasil foi a China, com US$ 4,2 bilhões das vendas de agosto, com a soja como principal produto. Em seguida, estão os Estados Unidos, que movimentaram US$ 905,58 milhões. Para o mercado estadunidense, a carne bovina in natura teve destaque, com aumento de 16,5% em comparação com o mesmo período de 2025.
O país foi o principal comprador em 208 municípios exportadores. Outras nações parceiras são as que integram a União Europeia, e que responderam por US$ 2,4 bilhões. O total equivale a uma alta de 31,5%, percentual influenciado pela compra do café verde.
As importações de produtos agropecuários também avançaram, 5%, frente ao mesmo mês do ano anterior, e alcançaram US$ 1,6 bilhão.
Nas importações, o trigo liderou movimentando US$ 126 milhões.
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Baixar áudioOs municípios brasileiros recebem nesta quinta-feira (10) os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor inclui o repasse de R$ 4,9 bilhões referente ao primeiro decêndio de setembro e mais de R$ 9,7 bilhões da parcela adicional de 1% do FPM, implementado pela Emenda Constitucional 112/2021. Neste decêndio, a parcela é 4% superior ao repassado no mesmo período de 2025.
O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que o primeiro decêndio confirma o cenário de um ano positivo para o FPM. Ele ressalta, ainda, que os recursos podem ser usados livremente pelas prefeituras, sem vinculação específica em áreas como saúde e educação.
“Esperamos que os gestores possam fazer um bom uso desses recursos. Ambos os recursos não têm nenhuma vinculação. Então, eles podem ser aplicados em qualquer um dos serviços públicos mantidos pelos municípios. O que representa um grande ganho para as populações”, afirma Lima.
São Paulo concentra o maior volume de recursos neste primeiro decêndio de setembro, com quase R$ 610 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Franca, Itu e Pindamonhangaba, cada um com valores superiores a R$ 2,6 milhões.
Na sequência aparece Minas Gerais, com mais de R$ 606 milhões. No estado, Betim, Contagem e Ibirité estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 2,8 milhões.
O valor extra é garantido por meio da Emenda Constitucional 112/2021 e os recursos já eram esperados pelas prefeituras. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), este ano marca o fim da regra de transição estabelecida pela emenda.
Em relação ao repasse extra, São Paulo também recebe o maior volume de recursos, somando quase R$ 1,2 bilhão. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses extras estão Mogi das Cruzes, Bragança Paulista e Taboão da Serra, cada um com valores superiores a R$ 5,2 milhões.
Já Minas Gerais aparece logo em seguida, com repasse de mais de R$ 1,1 bilhão. Entre as cidades mineiras que recebem os maiores montantes estão Betim, Contagem e Divinópolis, cada uma recebendo mais de R$ 5,6 milhões.
Em 2026, o repasse chega ao primeiro ano de aplicação integral do percentual de 1% sobre os 12 meses de arrecadação considerados no cálculo. A regra foi implantada de forma gradual: começou em 0,25% em 2022, passou para 0,5% em 2024 e alcançou 1% em 2025.
Na avaliação da Confederação, o volume de recursos representa reforço relevante para o caixa das prefeituras. A entidade destacou, em nota, que o repasse garante maior estabilidade fiscal e a continuidade dos serviços essenciais à população no segundo semestre.
Em nota, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destacou a importância do valor para os municípios. “É um valor importante para os prefeitos tentarem suportar a difícil realidade financeira, especialmente em um ano em que mais de 54% dos municípios estão no vermelho”, disse.
O recurso extra não sofre retenção do Fundeb e integra a Receita Corrente Líquida (RCL) dos municípios. A CNM destaca que os gestores devem considerar o valor nas obrigações fiscais e ficar atentos às regras de aplicação dos recursos. Por exemplo, ao cumprimento da aplicação obrigatória do percentual constitucional em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE).
Até o dia 8 de setembro de 2026, nove municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista:
Boa Esperança (ES)
Conforme o Tesouro Nacional, os bloqueios estão atrelados a diversas razões, como a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a ausência de envio de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).
Os repasses ficam suspensos de forma temporária e a transferência dos recursos é restabelecida após regularização da pendência pelo município. O dinheiro do FPM costuma ser aplicado no financiamento de áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios são feitos a cada dez dias. Nos meses em que a data prevista coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.
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Baixar áudioEmpreendedoras brasileiras participaram, na última quarta-feira (9), de um encontro internacional em Nova Délhi, na Índia, para discutir temas como tecnologia, acesso a investimentos e desenvolvimento de negócios inovadores. O BRICS WBA Women-Led Development Summit reuniu lideranças empresariais e empreendedoras dos países que integram o bloco, entre eles Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
A programação ocorre às vésperas da 18ª Cúpula do BRICS, marcada para os dias 12 e 13 de setembro, e teve entre os principais temas a participação feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês), além de tecnologias digitais, inovação, startups e acesso a capital.
O Brasil foi representado por uma delegação empresarial formada por 19 integrantes. Entre elas está Ana Claudia Badra Cotait, presidente do Conselho Nacional da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Ana Claudia participou do painel “Advancing Women in STEM, Digital Technologies and Innovation: From Classroom to Frontier”, que debateu estratégias para ampliar a presença feminina nas áreas de tecnologia e inovação, desde a formação profissional até o desenvolvimento de novas soluções.
Para a empresária, o desafio vai além de ampliar o número de mulheres que trabalham com tecnologia. Também é preciso garantir que elas ocupem posições de liderança como proprietárias de empresas, criadoras de produtos e protagonistas de negócios com potencial de crescimento.
“Nosso papel aqui é abrir caminhos para que essas mulheres não sejam apenas participantes, mas líderes e agentes de mudança. Não tenhamos medo de abrir novas fronteiras, compartilhar novos palcos e destacar novas líderes. Porque, quando uma mulher avança, ela não ocupa apenas o seu lugar, mas abre caminho para muitas outras”, disse.
A missão empresarial brasileira permanecerá em Nova Délhi entre os dias 8 e 12 de setembro. Além do BRICS WBA Women-Led Development Summit, a agenda inclui o Women’s Business Alliance Annual Meeting, o BRICS Business Council Annual Meeting e o Fórum Empresarial do BRICS 2026.
O Women’s Business Alliance Annual Meeting acontece de 9 a 11 de setembro, também em Nova Délhi. Um dos principais temas da programação é o acesso a investimentos para negócios liderados por mulheres.
Além dos debates, o evento conta com uma exposição de startups comandadas por empreendedoras. A delegação brasileira pretende apresentar a experiência da UpStarts, iniciativa do CMEC voltada à identificação e ao desenvolvimento de negócios liderados por mulheres com potencial de inovação e crescimento.
Em sua terceira edição, realizada em maio deste ano, o programa recebeu mais de 700 pré-inscrições e selecionou 230 participantes. A expectativa é aproveitar o encontro na Índia para aproximar essas empreendedoras de investidores e parceiros internacionais.
“Queremos apresentar startups lideradas por mulheres e identificar investidores-anjos, fundos e apoiadores que possam se aproximar desse universo de empresas. O objetivo é fazer com que essas conexões continuem depois do Summit e possam gerar negócios”, afirmou Beatriz Guimarães, vice-presidente do CMEC Nacional e presidente do CMEC-DF, que também integra a missão brasileira.
A missão empresarial brasileira também pretende conhecer a experiência da Índia no setor de games, mercado diretamente relacionado à programação, ao desenvolvimento de software, à criatividade e à economia digital.
A delegação busca conhecer iniciativas indianas de formação profissional e desenvolvimento de empresas de tecnologia, além de identificar práticas que possam contribuir para o crescimento do ecossistema de games no Brasil.
“Queremos conhecer as boas práticas da Índia e entender como elas podem contribuir para o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de games, especialmente para ampliar a participação das mulheres”, acrescentou Beatriz Guimarães.
No Brasil, o CMEC apoia a participação feminina nesse setor por meio do Brasília Game Hub (BGH), polo de desenvolvimento, incubação e investimento em jogos eletrônicos do Distrito Federal.
Além dos games, a agenda da missão inclui temas como STEM, design autoral, inovação e internacionalização de empresas lideradas por mulheres.
Para Ana Claudia Cotait, a expectativa da missão é estabelecer relações com empreendedoras, empresas, investidores e organizações dos demais países do BRICS, ampliando as possibilidades de parcerias, rodadas de negócios, intercâmbio de conhecimento e acesso a novos mercados.
“Uma participação internacional só faz sentido quando conseguimos transformar relacionamento em oportunidade. Queremos voltar com conexões que possam gerar parcerias, investimentos, intercâmbio de conhecimento e novos caminhos para que empresas brasileiras possam acessar outros mercados”, afirmou.
Segundo ela, a participação no encontro também permite às empreendedoras brasileiras conhecer as experiências de outros países na criação de ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento de negócios de base tecnológica liderados por mulheres e à expansão dessas empresas.
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Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94
Baixar áudioO dólar fechou esta quarta-feira (9) em alta de 0,38%, negociado a R$ 5,10. A moeda americana registrou leve valorização frente ao real nesta manhã, acompanhando o fortalecimento da moeda americana no exterior. O movimento ocorre em um cenário de maior cautela nos mercados, com o petróleo negociado acima dos US$ 100 por barril.
A alta da commodity ocorre em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e amplia as preocupações dos investidores com os efeitos sobre a inflação mundial. O encarecimento da energia pode pressionar preços e influenciar as decisões dos principais bancos centrais.
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, avançaram ao longo da curva. Juros mais elevados no país tendem a aumentar a procura por ativos denominados em dólar e exercem pressão sobre moedas de mercados emergentes.
Às 10h10, o dólar avançava 0,16% no mercado brasileiro, negociado a R$ 5,09. O cenário internacional contribuiu para o aumento da aversão ao risco, diante da combinação entre tensões geopolíticas, petróleo mais caro e juros elevados nos Estados Unidos.
Apesar da pressão externa, a valorização do dólar frente ao real permanece limitada. O Brasil é exportador de petróleo e pode se beneficiar do aumento das cotações da commodity, com melhora das receitas provenientes das vendas ao exterior. Esse efeito pode favorecer o fluxo de recursos para o país e reduzir parte da pressão sobre o câmbio.
O mercado também acompanha os próximos indicadores de inflação dos Estados Unidos, que podem trazer novas sinalizações sobre a trajetória dos juros americanos e influenciar o comportamento do dólar nos próximos pregões.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 98,78 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | 🇧🇷 BRL | 🇺🇸 USD | 🇪🇺 EUR | 🇬🇧 GBP | 🇯🇵 JPY | 🇨🇭 CHF | 🇨🇦 CAD | 🇦🇺 AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 🇧🇷 BRL | 1 | 0,1957 | 0,1683 | 0,1445 | 30,0620 | 0,1586 | 0,2702 | 0,2713 |
| 🇺🇸 USD | 5,1091 | 1 | 0,8598 | 0,7382 | 153,59 | 0,8103 | 1,3807 | 1,3857 |
| 🇪🇺 EUR | 5,9419 | 1,1631 | 1 | 0,8586 | 178,65 | 0,9425 | 1,6059 | 1,6117 |
| 🇬🇧 GBP | 6,9185 | 1,3547 | 1,1647 | 1 | 208,06 | 1,0976 | 1,8704 | 1,8770 |
| 🇯🇵 JPY | 3,32642 | 0,651084 | 0,55977 | 0,480631 | 1 | 0,5276 | 0,89895 | 0,90220 |
| 🇨🇭 CHF | 6,3051 | 1,2341 | 1,0610 | 0,9111 | 189,56 | 1 | 1,7039 | 1,7101 |
| 🇨🇦 CAD | 3,7003 | 0,7243 | 0,6227 | 0,5347 | 111,24 | 0,5869 | 1 | 1,0036 |
| 🇦🇺 AUD | 3,6869 | 0,7217 | 0,6205 | 0,5327 | 110,84 | 0,5848 | 0,9964 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoO volume total negociado na B3 foi de R$ 26.504.386.582, em meio a 3.711.972 de negócios
Baixar áudioO Ibovespa operou em queda na manhã desta quarta-feira (9), encerrando o pregão aos 185.608 pontos, pressionado pelo cenário externo e pelo avanço dos juros futuros. Às 10h30, o principal índice da bolsa brasileira recuava 0,41%, aos 186.594 pontos.
O mercado acompanha os efeitos da alta do petróleo, negociado acima dos US$ 100 por barril. A valorização da commodity aumenta as preocupações com a inflação, já que preços mais elevados de energia podem pressionar custos de produção e transporte e influenciar a trajetória dos juros em diferentes economias.
No mercado brasileiro, o movimento favorece as empresas do setor de petróleo. A combinação entre petróleo mais caro, preocupação com a inflação e avanço dos juros mantém os investidores atentos ao cenário internacional e influencia o desempenho das ações ao longo do pregão.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 26.504.386.582, em meio a 3.711.972 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quinta-feira (10) em alta no interior do Paraná e com recuo na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,13%, com a saca negociada a R$ 152,43. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,21%, levando a cotação para R$ 160,12.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 152,43 | 0,13% | 0,74% | 29,84 |
| 08/09/2026 | 152,23 | 0,09% | 0,61% | 29,90 |
| 04/09/2026 | 152,10 | 0,28% | 0,52% | 29,65 |
| 03/09/2026 | 151,68 | -0,61% | 0,24% | 29,72 |
| 02/09/2026 | 152,61 | -0,29% | 0,86% | 29,88 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 160,12 | -0,21% | 0,43% | 31,34 |
| 08/09/2026 | 160,46 | -0,25% | 0,64% | 31,51 |
| 04/09/2026 | 160,87 | 0,46% | 0,90% | 31,36 |
| 03/09/2026 | 160,14 | -0,53% | 0,44% | 31,38 |
| 02/09/2026 | 160,99 | -0,09% | 0,97% | 31,52 |
O trigo tem aumento de preço no Rio Grande do Sul e no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.462,05. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.361,39.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 1.361,39 | 0,47% | 0,92% | 266,47 |
| 08/09/2026 | 1.355,06 | 0,00% | 0,45% | 266,11 |
| 04/09/2026 | 1.355,06 | -0,32% | 0,45% | 264,14 |
| 03/09/2026 | 1.359,38 | 0,26% | 0,77% | 266,34 |
| 02/09/2026 | 1.355,88 | 0,56% | 0,51% | 265,44 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 09/09/2026 | 1.462,05 | 0,04% | 0,39% | 286,17 |
| 08/09/2026 | 1.461,42 | 0,27% | 0,34% | 287,00 |
| 04/09/2026 | 1.457,55 | 0,07% | 0,08% | 284,12 |
| 03/09/2026 | 1.456,52 | 0,20% | 0,01% | 285,37 |
| 02/09/2026 | 1.453,63 | -0,29% | -0,19% | 284,58 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioUm grupo de 2.757 entidades empresariais divulgou nesta quarta-feira (9) um manifesto em que pedem ao Supremo Tribunal Federal (STF) que examine, em sessão pública, fatos que, segundo o documento, estão relacionados à crise institucional enfrentada pelo país. A mobilização foi articulada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que reuniu representantes de diferentes setores da economia.
O texto, denominado “Manifesto à Nação Brasileira”, também é assinado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP), Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio SP).
Presidente da CACB, da FACESP e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto afirmou que o manifesto representa uma cobrança da sociedade civil por transparência e esclarecimentos do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, a intenção é que os fatos sejam discutidos pelo Plenário e apresentados de forma clara à população.
“Estamos surpresos e indignados com a situação que o país está nesse momento. O STF é o órgão que tem como função defender a Constituição e ela precisa ter, nesta sua prerrogativa, uma condição de isenção, de transparência, de equilíbrio. Nós fazemos parte da sociedade civil e a sociedade civil quer respostas. A assinatura do manifesto vai muito nesta linha, exigindo que o STF cumpra o seu papel, que se leve para o plenário a discussão e que possa haver transparência e se levante os dados para que a sociedade tenha conhecimento”, destacou.
“Segurança jurídica e confiança são os fatores preponderantes para você ter segurança nos investimentos, para você ter uma economia mais pujante, para você ter o setor produtivo atuante, para você ter os investimentos desenvolvendo a economia e desenvolvendo o Brasil. Quando você perde essa confiança, os investidores se retraem. Provavelmente o Brasil vai cada vez mais entrar em uma espiral de dificuldade”, complementou Cotait.
As entidades afirmam que o país atravessa uma crise institucional e apontam o próprio STF como centro das preocupações apresentadas no manifesto. “O Brasil, como é notório, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de ruído passageiro”, pontuou o documento.
Em outro trecho, o manifesto relacionou a legitimidade do Judiciário à confiança nas instituições.
“Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social”, destaca o texto.
As entidades reconheceram o papel do STF como “guardião da Constituição”, mas defenderam que a Corte também deve prestar contas à sociedade.
“Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas”, disse o grupo.
O manifesto pediu ainda que o Plenário do Supremo analise os fatos em uma sessão pública.
“A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo! Cada dia é um dia a mais de descrédito. O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar. Ninguém, ninguém está acima da LEI”, enfatizou o documento.
Na avaliação do cientista político da Universidade de Brasília (UnB), Murilo Medeiros, a crise institucional ultrapassou os limites da política e, conforme o conteúdo do manifesto, também passa a preocupar quem “produz, investe e gera empregos no país”.
“O investidor procura estabilidade, previsibilidade e instituições que funcionem normalmente. O mercado financeiro e o setor produtivo olham para vários indicadores antes de colocar o dinheiro no Brasil. Não observa apenas os indicadores macroeconômicos como inflação, juros, câmbio, crescimento do PIB. Também olha para a qualidade das instituições, o respeito aos contratos e a previsibilidade das eleições”, analisou.
“Caso a crise persista, pode haver aumento da percepção de risco, maior cautela nas decisões de investimento e também uma cobrança de um custo financeiro maior para aplicar investimentos no país. A transparência e a rapidez na resposta institucional são valiosas do ponto de vista econômico”, reforçou Medeiros.
A manifestação ocorre depois de a Polícia Federal revelar, na semana passada, 52 mensagens enviadas pelo banqueiro Daniel Vorcaro a um número que, segundo a investigação, pertenceria ao ministro Alexandre de Moraes. Nas mensagens, há referências ao uso de aeronaves e a contratos envolvendo o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes.
A situação ganhou novo episódio na terça-feira (8), após decisão do ministro André Mendonça que afastou Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal. Entre as justificativas, o ministro citou o uso de um relatório da PF em um pedido de Moraes para investigar o colega. A solicitação havia sido apresentada no inquérito das fake news, relatado pelo próprio Moraes.
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No último dia 4 de setembro, o presidente do STF, Edson Fachin, retirou o pedido do inquérito e determinou que os envolvidos prestassem esclarecimentos. Nesta quarta-feira (9), Flávio Dino decidiu reintegrar Rodrigues ao comando da PF.
“O que o STF tem que fazer para recuperar essa confiança da sociedade? Tem que cumprir o seu papel, tem que, nesse caso, mandar ao Plenário a discussão do caso para que todos possam colocar a sua opinião, fazer as suas defesas, explicar o que aconteceu, para que se possa ter esclarecimento e não ficar com dúvidas. Os membros do STF não podem ter esse tipo de indefinição e de dúvidas, porque eles são os grandes julgadores e precisam estar isentos de qualquer interferência”, finalizou Cotait Neto.
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Para ampliar o apoio ao manifesto, foram procuradas entidades ligadas a diversos segmentos, entre eles automóveis, indústria têxtil, construção, mercado imobiliário, setor financeiro, agronegócio, comércio, cooperativas e advocacia.
Para o cientista político e diretor da Dominlum Consultoria, Leandro Gabiati, a crise também pode gerar impactos sobre a confiança nas instituições e sobre a percepção de investidores estrangeiros em relação ao Brasil. Ele avalia que a segurança jurídica deve ser uma das prioridades na busca por uma saída para o impasse.
“Temos um poder muito relevante na República, cuja reputação não está sólida como deveria estar. Isso aí afeta a democracia e, obviamente, afeta a reputação do Brasil, principalmente no exterior. O que o manifesto traz à tona e que, logicamente, tem a ver também com o humor do investidor estrangeiro, a percepção do investidor estrangeiro, é justamente a questão da segurança jurídica. Então, é urgente que o Supremo encaminhe uma solução institucional e política o quanto antes”, considerou.
“Outra particularidade do momento é que temos uma eleição presidencial muito disputada acontecendo. Estamos há três semanas do primeiro turno. Então, isso acaba dando ainda mais uma particularidade especial ao momento político pelo qual o Brasil passa”, acrescentou Gabiati.
Antes da versão divulgada nesta quarta-feira, uma proposta preliminar circulou em grupos de entidades empresariais. O primeiro documento recebeu o nome de “Manifesto pela Justiça Brasileira” e defendia o afastamento de autoridades suspeitas ou acusadas da análise de processos relacionados a elas.
A versão inicial estabelecia como solução que o Plenário do Supremo, “em discussão livre, pública e presencial”, se manifestasse sobre autoridades suspeitas ou acusadas. O texto também dizia que a República passava por um “teste de integridade inédito”, diante de sucessivas crises em Brasília que colocariam as instituições em risco.
Ao mesmo tempo, o documento defendia o fortalecimento do STF e a preservação de sua autoridade. Segundo interlocutores envolvidos na articulação, a intenção não é ampliar o conflito político nem avançar sobre as prerrogativas do setor empresarial.
Manifesto à Nação Brasileira
O Brasil, como é notório, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de ruído passageiro.
Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas.
A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!
Cada dia é um dia a mais de descrédito.
O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.
Ninguém, ninguém está acima da LEI!
Copiar o textoO bilhete 064423 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6099, sorteada em 09/09/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 20:15. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 064423 | LOTERICA ITUANA | ITU/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 083481 | CLIQUE DA SORTE LOTERIAS LTDA | SAO PAULO/SP | R$ 35.000,00 |
| 3º | 037422 | IBELLI LOTERIAS | SAO PAULO/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 027068 | LOTERICA PREDILETA DE PIRACICABA LTDA | PIRACICABA/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 057566 | PRUDENTE LOTERIAS | PIRACICABA/SP | R$ 20.363,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6099, divulgado nesta quarta-feira, 9 de setembro de 2026, premiou apostadores de São Paulo. O sorteio foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo/SP. O bilhete vendido na Loterica Ituana, em Itu/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Clique da Sorte Loterias Ltda, em São Paulo/SP, enquanto a aposta feita na Ibelli Loterias, em São Paulo/SP, faturou R$ 30.000,00.
Entre os demais sortudos, o quarto prêmio, de R$ 25.000,00, saiu para o bilhete da Loterica Predileta de Piracicaba Ltda, em Piracicaba/SP, e o quinto prêmio, de R$ 20.363,00, saiu para o bilhete da Prudente Loterias, em Piracicaba/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Assista ao sorteio da Loteria Federal 6099 na transmissão oficial da Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6098.
Redação Brasil 61
Copiar o textoCuritiba tem mínima de 13°C e risco de trovoadas à noite
Baixar áudioO Sul do Brasil vive a quinta-feira (10) mais fria e instável do país, com influência de uma área de baixa pressão que mantém o tempo fechado em toda a região.
Curitiba (PR) tem mínima de 13°C e máxima de apenas 17°C, os menores valores entre todas as capitais brasileiras nesta data. O dia é marcado por pancadas de chuva isoladas pela manhã e pela tarde, com agravamento à noite, quando há risco de trovoadas isoladas somado à chuva, um cenário que pede atenção redobrada de quem estiver na rua no período noturno.
Florianópolis (SC) segue trajetória parecida, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas logo pela manhã, dando lugar a chuvisco mais fraco, porém constante, durante a tarde e a noite. A máxima na capital catarinense fica em 22°C.
Já Porto Alegre (RS) tem um comportamento um pouco diferente: o céu permanece encoberto ao longo de todo o dia, mas sem previsão de chuva, com temperatura máxima chegando a 23°C.
A umidade relativa do ar é alta em toda a região, podendo atingir 100% em Curitiba e Florianópolis. Os ventos seguem fracos, soprando predominantemente de leste a sudeste, sem grandes variações entre os períodos do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSão Paulo tem o dia mais frio da região, com máxima de apenas 23°C
Baixar áudioO Sudeste tem quinta-feira (10) de tempo instável, especialmente no litoral fluminense e paulista.
O Rio de Janeiro (RJ) tem previsão de chuvisco ao longo de todo o dia pela manhã, tarde e noite, mantendo o céu encoberto praticamente o tempo todo, com máxima de 31°C e umidade podendo chegar a 95%. É um dia para carregar guarda-chuva mesmo com temperaturas relativamente altas.
São Paulo (SP) é a capital mais fria da região nesta quinta, com mínima de 16°C e máxima de apenas 23°C. O dia começa com pancadas de chuva isoladas pela manhã, que se repetem à tarde, e o período da noite chega com chuvisco mais fraco, porém constante. A umidade na capital paulista fica bem elevada, podendo atingir 100% pela manhã.
Já Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES) têm um comportamento mais estável, com céu encoberto durante boa parte do dia, mas sem chuva significativa prevista; as máximas nas duas cidades ficam em torno de 30°C.
Os ventos no Sudeste variam entre fracos e moderados ao longo do dia, com direções bastante diversas dependendo da cidade e do período.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoCuiabá tem máxima de 37°C; Campo Grande registra chuvisco ao longo do dia
Baixar áudioO Centro-Oeste tem quinta-feira (10) de calor acentuado e tempo instável em parte da região.
Cuiabá (MT) começa o dia com céu claro pela manhã, mas o tempo muda à tarde, com chuvisco chegando junto de nuvens carregadas, voltando a fechar o céu à noite.
A máxima na capital mato-grossense chega a 37°C, uma das mais altas do país nesta quinta. Campo Grande (MS) também amanhece com chuvisco, que se estende pela manhã e pela tarde, com o tempo fechando totalmente à noite, mas sem chuva; a máxima na cidade fica em 34°C.
Já Brasília (DF) e Goiânia (GO) seguem um padrão mais seco, com céu encoberto ao longo do dia, sem previsão de chuva significativa.
Em Brasília, a noite promete abrir, com previsão de céu claro após um dia nublado. As máximas nas duas capitais ficam em 31°C e 33°C, respectivamente.
Um ponto de atenção é a umidade relativa do ar, que pode cair para até 30% durante a tarde em toda a região, reforçando o tempo seco típico da época no Centro-Oeste.
Os ventos seguem fracos, com direção predominante entre norte e nordeste, sem previsão de rajadas fortes.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAracaju, Salvador e Natal têm chuvisco pela manhã; Recife tem dia de céu claro
Baixar áudioO litoral do Nordeste tem quinta-feira (10) de sol entre nuvens, com possibilidade de chuvisco isolado pela manhã em Aracaju (SE), Salvador (BA), João Pessoa (PB) e Natal (RN).
Em Aracaju, o período da manhã começa encoberto, evoluindo para muitas nuvens com chuvisco à tarde e à noite, com máxima de 31°C.
Salvador segue padrão parecido, com nublado e chuvisco pela manhã, melhora com poucas nuvens à tarde, e retorno do chuvisco à noite, mantendo a máxima em 30°C.
Recife (PE) é a exceção do dia, com previsão de céu claro em todos os períodos manhã, tarde e noite e máxima de 31°C, sem qualquer sinal de chuva.
Fortaleza (CE) começa nublada pela manhã, mas o tempo abre com poucas nuvens à tarde, voltando a fechar um pouco à noite.
No interior nordestino, o calor é bem mais intenso: Teresina (PI) e São Luís (MA) registram máximas de 37°C e 35°C, respectivamente, com predomínio de céu claro na maior parte do dia.
As temperaturas no litoral variam entre 23°C e 31°C, com umidade máxima chegando a 90% em algumas capitais.
Os ventos sopram fracos a moderados, principalmente de leste e sudeste, sem grandes variações ao longo do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoManaus pode chegar aos 39°C; tempo segue encoberto na maior parte da região
Baixar áudioNesta quinta-feira (10), o Norte do Brasil segue sob forte calor, com temperaturas elevadas em praticamente todas as capitais da região.
Manaus (AM) deve ser a cidade mais quente do país, com a máxima chegando aos 39°C, enquanto a mínima fica em 26°C, mantendo o ar abafado mesmo no início do dia. Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) também têm previsão de calor intenso, com máximas de 38°C, e o céu varia entre claro e encoberto ao longo do dia, sem chuva prevista.
Em Belém (PA), o tempo permanece encoberto do amanhecer até a noite, com umidade podendo atingir 100%, típico do clima úmido da região amazônica, ainda que sem previsão de precipitação.
Já Rio Branco (AC) e Palmas (TO) têm dia mais estável, com céu claro predominando em todos os períodos em Palmas, onde a máxima chega a 37°C, com umidade mínima caindo para apenas 20% durante a tarde, o que reforça o tempo seco no Tocantins.
Os ventos seguem fracos em toda a região, soprando principalmente de leste a nordeste, sem previsão de rajadas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Meta apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um plano de conformidade para as Eleições 2026, com medidas destinadas à moderação de conteúdos durante o período eleitoral. A estratégia concentra ações em áreas como desinformação, riscos cívicos, ameaças, discurso hostil e violência.
Segundo o documento, a empresa pretende adotar mecanismos para remover conteúdos considerados nocivos, ampliar a transparência relacionada à publicidade política e estabelecer regras para o uso de inteligência artificial generativa. O plano também prevê proteção de dados pessoais utilizados em anúncios eleitorais, canais para denúncias e cumprimento de decisões judiciais.
Entre as medidas contra a circulação de informações falsas, estão a inclusão de rótulos e informações de contexto e a redução do alcance de determinados conteúdos. A empresa também prevê restringir anúncios que busquem desencorajar a participação dos eleitores. No WhatsApp, metadados poderão ser utilizados para identificar e sinalizar materiais produzidos ou editados por inteligência artificial.
As políticas apresentadas também abrangem conteúdos relacionados a ameaças e incitação à violência. Entre as publicações sujeitas às regras estão ameaças graves contra pessoas ou instituições, apelos à violência eleitoral e conteúdos que incentivem ações violentas destinadas a restringir o exercício dos poderes constitucionais ou o Estado de Direito.
O plano ainda trata de bullying e assédio, incluindo ameaças, exposição de informações pessoais, mensagens intimidatórias e contatos maliciosos indesejados.
Durante o período eleitoral, as plataformas também estarão submetidas às obrigações previstas nas normas do TSE. Os provedores poderão ser responsabilizados civil e administrativamente, de forma solidária, caso não tornem indisponíveis determinados conteúdos e contas nas situações previstas pela regulamentação eleitoral. Entre os casos mencionados estão condutas antidemocráticas e informações notoriamente falsas capazes de atingir a integridade do processo eleitoral.
As regras alcançam ainda conteúdos produzidos ou modificados por inteligência artificial quando publicados em desacordo com as determinações da Justiça Eleitoral. Também estão previstas medidas para publicações idênticas ou substancialmente equivalentes a materiais que já tenham sido alvo de ordem de indisponibilidade.
De acordo com a Meta, a elaboração das medidas considera experiências acumuladas em mais de 200 eleições realizadas em diferentes países desde 2016. A empresa afirma que também avalia os riscos específicos de cada eleição para definir eventuais ações adicionais de mitigação.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), começou a operar um modelo computacional próprio de previsão do tempo. O Modelo para Previsões de Oceano, Terra e Atmosfera (Monan), desenvolvido nos últimos três anos, está rodando no supercomputador Jaci, instalado no centro de dados do Inpe em Cachoeira Paulista (SP).
Segundo o ministério, a acuidade das previsões meteorológicas brasileiras passa agora a estar no mesmo patamar de precisão de órgãos de referência dos Estados Unidos e da Europa. O Monan opera com cobertura global, resolução de 10 quilômetros e atualização duas vezes ao dia, gerando previsões com até 11 dias de antecedência.
Um modelo de previsão do tempo é um programa computacional que simula o comportamento futuro da atmosfera a partir de equações físicas, alimentado por dados coletados em tempo real por satélites, radares e estações meteorológicas. Quanto mais moderno o modelo e mais potente a estrutura de processamento, mais refinados são os resultados.
O Jaci substitui o antigo supercomputador Tupã e tem capacidade de processamento 24 vezes superior ao equipamento anterior. Instalado na unidade do Inpe em Cachoeira Paulista, o novo sistema transforma dados como vento, umidade, temperatura e pressão em cálculos complexos processados em poucos minutos, permitindo gerar a previsão do dia seguinte com mais agilidade.
Além de ganhos de precisão, o Monan deve ajudar a antecipar alertas de tempestades, frentes frias e secas severas, contribuindo para respostas mais rápidas da proteção civil. A ferramenta também deve auxiliar o planejamento de plantios e colheitas, mitigando prejuízos causados pelas oscilações do clima tropical, e gerar estimativas mais detalhadas sobre o volume de chuvas nas bacias hidrográficas do país.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que a iniciativa garante ao Brasil soberania sobre os próprios dados climáticos, com um modelo pensado para as especificidades tropicais da América do Sul o que, segundo ela, se traduz em decisões públicas mais rápidas e em apoio ao desenvolvimento econômico.
O Inpe já planeja as próximas fases do projeto: um modelo regional para a América do Sul, com resolução de 5 quilômetros, capaz de captar variações climáticas em recortes menores, além de ferramentas de nowcasting, previsões de curtíssimo prazo, válidas por até seis horas.
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Baixar áudioApesar de ganharem mais espaço no debate público, o fim da escala 6x1 e da “taxa das blusinhas” não foram as únicas discussões relevantes no Congresso Nacional na última semana de esforço concentrado antes da eleição. Na quinta-feira passada (3), o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 2.951/2024, que cria um novo marco para o Seguro Rural no Brasil.
A tramitação foi acelerada nesta semana para que as modificações passem a valer neste ano agrícola. Em Mato Grosso, principal estado produtor de grãos, por exemplo, o plantio da safra de verão de soja começa em meados de setembro e o produtor precisa contratar a apólice antes do plantio para ter direito à cobertura. Sem a aprovação nesta janela, a nova legislação só valeria a partir da safrinha de 2027.
De autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), o texto retornou à casa em maio deste ano após mudanças feitas pela Câmara dos Deputados. A votação nesta reta final do esforço concentrado contou com relatoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que manteve a maior parte do texto aprovado na Câmara. Com a aprovação, o projeto segue agora para sanção presidencial.
Entre as principais mudanças, o projeto aperfeiçoa o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), reduz taxas de juros e amplia a prioridade em operações de crédito rural amparadas pelo seguro. O texto também passa a permitir que o contrato de seguro rural componha as garantias de operações de crédito, com cláusulas específicas como cessão fiduciária e definição da instituição financeira como primeira beneficiária da indenização em caso de sinistro.
Outro eixo central da proposta é a operacionalização do chamado Fundo Catástrofe, previsto em lei desde 2010 mas nunca implementado por falta de regulamentação e de aportes contínuos. O texto autoriza que seguradoras, resseguradoras, cooperativas e empresas do agronegócio participem como cotistas do fundo, que poderá ser composto por ações de estatais, imóveis e outros ativos da União, além de instrumentos como resseguro e Letras de Risco de Seguros.
O projeto também fixa prazos para o processo de indenização: até 15 dias para o processamento do pedido, quando não houver necessidade de vistoria técnica presencial, e até 30 dias para o pagamento, contados da entrega dos documentos ou da vistoria. Além disso, proíbe o contingenciamento de despesas ligadas à subvenção do seguro rural e torna obrigatória a execução orçamentária dessas verbas, ainda que restrita ao montante previsto na Lei Orçamentária Anual.
Das mudanças feitas pela Câmara, o Senado manteve o detalhamento das cláusulas que permitem usar o seguro como garantia em empréstimos rurais, mas retirou o dispositivo que autorizava remanejar sobras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para a subvenção do seguro. O relator também incluiu a exigência de que as despesas com subvenção sejam condicionadas a medidas de compensação orçamentária, com compromisso do governo de enviar Medida Provisória ou projeto de lei específico para regulamentar o tema.
A aprovação ocorre em um cenário de baixa adesão ao seguro rural no país: dados do Ministério da Agricultura apontam para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
A falta de recursos empenhados é vista como a principal causa da baixa adesão. De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.
Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.
Copiar o textoO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 77,5 milhões, com recursos do BNDES Mais Inovação, para a Viridis Mineração Ltda para a implantação do Centro de Pesquisa e Processamento de Terras Raras (CPTR), que vai produzir Carbonato Misto de Terras Raras em escala piloto e realizar pesquisas para o desenvolvimento de técnicas metalúrgicas específicas e otimização de rotas de processamento de argilas iônicas encontradas na região de Poços de Caldas (MG).
O Carbonato Misto de Terras Raras é um produto intermediário obtido no processamento de minérios que contêm elementos de terras raras. Argilas iônicas são depósitos geológicos nos quais elementos de terras raras ficam retidos na forma de íons adsorvidos (depósitos que são uma importante fonte de terras raras para aplicações tecnológicas).
O CPTR é a primeira etapa do Projeto Colossus da Viridis Mineração, que compreende a planta-piloto da companhia e suas atividades subsequentes voltadas para o desenvolvimento tecnológico e validação de técnicas e da rota de processamento de terras raras.
A planta piloto tem como objetivo simular as condições da planta industrial do Projeto Colossus, cuja implantação está prevista para iniciar no primeiro trimestre de 2027 e deverá entrar em operação ao final de 2028.
“É um investimento voltado para o fomento da produção nacional de terras raras, que contribui para posicionar o Brasil como fornecedor estratégico global de minerais críticos para a transição energética. O projeto envolve o apoio ao ecossistema de inovação na região de Poços de Caldas e à cadeia nacional de fornecedores, com geração de empregos qualificados”, explica o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Para Rafael Moreno, diretor-geral da Viridis, a linha de financiamento com prazo de 16 meses e custo indicativo atual de aproximadamente 4,8% representa uma condição de captação extremamente atrativa e demonstra o apoio disponível no Brasil para projetos estratégicos como o Colossus.
“Quando a Viridis foi selecionada na chamada lançada pelo BNDES e pela Finep no ano passado, nosso objetivo era transformar esse apoio em recursos concretos para o desenvolvimento de nossas atividades relacionadas a terras raras no Brasil. A aprovação deste financiamento de R$ 77,5 milhões representa uma importante entrega em relação a esse objetivo e, juntamente com os US$ 154 milhões em recursos de capital próprio já captados, fortalece ainda mais nossa posição financeira à medida que avançamos na obtenção do restante do financiamento sênior necessário para viabilizar o projeto Colossus”, disse Moreno.
A Viridis Mineração teve o projeto selecionado na chamada pública do BNDES e da Finep, lançada em 2025 para financiar projetos relacionados à cadeia de valor de minerais estratégicos para a transição energética e a descarbonização da economia. O resultado com a lista dos projetos contemplados está disponível no portal do Banco.
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Baixar áudioO dólar fechou o pregão aos R$ 5,08, após iniciar a semana em queda e romper o piso dos R$ 5,10. Durante a sessão, a moeda americana chegou a ser negociada abaixo desse patamar, acompanhando também a movimentação no exterior.
O desempenho foi influenciado principalmente pelo cenário eleitoral brasileiro. Novas pesquisas mostraram uma disputa mais acirrada em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, movimento que manteve vivo o chamado “trade eleitoral” e favoreceu os ativos brasileiros.
Segundo analistas, o câmbio deve continuar equilibrando diferentes fatores. De um lado, a percepção de maior competitividade eleitoral favorece o real. De outro, a valorização do petróleo, os juros americanos elevados e a maior aversão ao risco no mercado internacional podem limitar novas quedas da moeda americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,91.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1966 | 0,1691 | 0,1452 | 30,2689 | 0,1592 | 0,2709 | 0,2725 |
| USD | 5,0869 | 1 | 0,8603 | 0,7386 | 153,96 | 0,8096 | 1,3780 | 1,3856 |
| EUR | 5,9125 | 1,1624 | 1 | 0,8585 | 178,97 | 0,9411 | 1,6018 | 1,6107 |
| GBP | 6,8851 | 1,3540 | 1,1648 | 1 | 208,46 | 1,0962 | 1,8658 | 1,8761 |
| JPY | 3,30379 | 0,649456 | 0,55872 | 0,479674 | 1 | 0,5258 | 0,89501 | 0,89989 |
| CHF | 6,2832 | 1,2352 | 1,0626 | 0,9123 | 190,17 | 1 | 1,7020 | 1,7113 |
| CAD | 3,6912 | 0,7257 | 0,6243 | 0,5360 | 111,73 | 0,5876 | 1 | 1,0055 |
| AUD | 3,6715 | 0,7217 | 0,6209 | 0,5330 | 111,12 | 0,5843 | 0,9945 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o pregão aos 187.366,84 pontos, mantendo a trajetória de valorização após uma alta de 5,4% na semana passada. O movimento foi influenciado pelo cenário eleitoral e pela valorização das commodities no mercado internacional.
O mercado acompanha novas pesquisas eleitorais que apontam uma disputa mais acirrada para a eleição presidencial. A leitura dos investidores sobre o cenário político continua favorecendo os ativos brasileiros, em meio à expectativa de mudanças na condução da política fiscal.
Entre as ações, a Petrobras (PETR4) avançou durante a sessão, acompanhando a alta do petróleo no exterior. A Prio (PRIO3) também teve valorização.
As empresas voltadas ao consumo interno estiveram entre os destaques positivos. As ações do Magazine Luiza (MGLU3) chegaram a subir 5%, enquanto os papéis da Renner (LREN3) avançaram 3,7%. O setor financeiro também registrou ganhos de forma generalizada.
O mercado segue atento ainda ao comportamento dos juros futuros, ao fluxo de capital estrangeiro e à evolução das commodities, fatores que podem influenciar a continuidade da alta da Bolsa.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11F) -18,75%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 29.759.063.680, em meio a 4.213.283 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoPreços de frango e carcaça suína também sobem
Baixar áudioO preço do boi gordo teve um aumento nesta quarta-feira (9). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 348,35.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 348,35 | 0,19% | 1,15% | 68,41 |
| 04/09/2026 | 347,70 | 0,03% | 0,96% | 67,78 |
| 03/09/2026 | 347,60 | 0,06% | 0,93% | 68,10 |
| 02/09/2026 | 347,40 | 0,40% | 0,87% | 68,01 |
| 01/09/2026 | 346,00 | 0,46% | 0,46% | 67,18 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,63 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,64.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 7,63 | 0,26% | 4,23% |
| 04/09/2026 | 7,61 | 1,20% | 3,96% |
| 03/09/2026 | 7,52 | 2,45% | 2,73% |
| 02/09/2026 | 7,34 | -1,08% | 0,27% |
| 01/09/2026 | 7,42 | 1,37% | 1,37% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 7,64 | 0,39% | 4,80% |
| 04/09/2026 | 7,61 | 0,93% | 4,39% |
| 03/09/2026 | 7,54 | 2,59% | 3,43% |
| 02/09/2026 | 7,35 | -0,54% | 0,82% |
| 01/09/2026 | 7,39 | 1,37% | 1,37% |
Já a carcaça suína especial teve um aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,27.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,52.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 7,27 | 0,97% | -0,55% |
| 04/09/2026 | 7,20 | 0,56% | -1,50% |
| 03/09/2026 | 7,16 | 0,00% | -2,05% |
| 02/09/2026 | 7,16 | 0,00% | -2,05% |
| 01/09/2026 | 7,16 | -2,05% | -2,05% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | MG - posto | 5,04 | 0,60% | 0,40% |
| 08/09/2026 | PR - a retirar | 4,43 | 0,23% | -1,34% |
| 08/09/2026 | RS - a retirar | 4,52 | -0,22% | -0,44% |
| 08/09/2026 | SC - a retirar | 4,52 | 0,89% | -1,09% |
| 08/09/2026 | SP - posto | 4,83 | 0,00% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoSaca de 60 quilos é negociada a R$ 152,23 no interior do Paraná e a R$ 160,46 na região de Paranaguá
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quarta-feira (09) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,09%, com a saca negociada a R$152,23. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,25%, levando a cotação para R$160,46.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 152,23 | 0,09% | 0,61% | 29,90 |
| 04/09/2026 | 152,10 | 0,28% | 0,52% | 29,65 |
| 03/09/2026 | 151,68 | -0,61% | 0,24% | 29,72 |
| 02/09/2026 | 152,61 | -0,29% | 0,86% | 29,88 |
| 01/09/2026 | 153,06 | 1,16% | 1,16% | 29,72 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 160,46 | -0,25% | 0,64% | 31,51 |
| 04/09/2026 | 160,87 | 0,46% | 0,90% | 31,36 |
| 03/09/2026 | 160,14 | -0,53% | 0,44% | 31,38 |
| 02/09/2026 | 160,99 | -0,09% | 0,97% | 31,52 |
| 01/09/2026 | 161,14 | 1,07% | 1,07% | 31,29 |
O trigo teve um aumento de preço no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.461,42. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.355,06.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 1.355,06 | 0,00% | 0,45% | 266,11 |
| 04/09/2026 | 1.355,06 | -0,32% | 0,45% | 264,14 |
| 03/09/2026 | 1.359,38 | 0,26% | 0,77% | 266,34 |
| 02/09/2026 | 1.355,88 | 0,56% | 0,51% | 265,44 |
| 01/09/2026 | 1.348,29 | -0,06% | -0,06% | 261,80 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 1.461,42 | 0,27% | 0,34% | 287,00 |
| 04/09/2026 | 1.457,55 | 0,07% | 0,08% | 284,12 |
| 03/09/2026 | 1.456,52 | 0,20% | 0,01% | 285,37 |
| 02/09/2026 | 1.453,63 | -0,29% | -0,19% | 284,58 |
| 01/09/2026 | 1.457,92 | 0,10% | 0,10% | 283,09 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (9) com baixa de 1,47%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.635,57 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve uma alta de 0,42%, sendo comercializado a R$ 980,78.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 1.635,57 | -1,47% | -6,46% | 321,20 |
| 04/09/2026 | 1.659,93 | -0,74% | -5,06% | 323,57 |
| 03/09/2026 | 1.672,25 | -1,44% | -4,36% | 327,63 |
| 02/09/2026 | 1.696,62 | -1,96% | -2,96% | 332,15 |
| 01/09/2026 | 1.730,56 | -1,02% | -1,02% | 336,03 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 980,78 | 0,42% | -4,05% | 192,61 |
| 04/09/2026 | 976,71 | -0,34% | -4,44% | 190,39 |
| 03/09/2026 | 980,05 | -1,18% | -4,12% | 192,02 |
| 02/09/2026 | 991,71 | -1,55% | -2,98% | 194,15 |
| 01/09/2026 | 1.007,35 | -1,45% | -1,45% | 195,60 |
O preço do açúcar cristal apresentou alta de 0,47% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 117,34.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 117,34 | 0,47% | 3,16% | 23,04 |
| 04/09/2026 | 116,79 | 0,59% | 2,67% | 22,77 |
| 03/09/2026 | 116,11 | 0,61% | 2,07% | 22,75 |
| 02/09/2026 | 115,41 | 0,79% | 1,46% | 22,59 |
| 01/09/2026 | 114,51 | 0,67% | 0,67% | 22,23 |
Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,77%, e a mercadoria é negociada a R$ 127,53 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 127,53 | 0,77% | -0,28% | 25,08 |
| 04/09/2026 | 126,56 | 0,26% | -1,04% | 24,69 |
| 03/09/2026 | 126,23 | -3,69% | -1,30% | 24,77 |
| 02/09/2026 | 131,07 | 1,71% | 2,49% | 25,56 |
| 01/09/2026 | 128,87 | 0,77% | 0,77% | 24,99 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 70,90, após uma baixa de 0,04%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/09/2026 | 70,90 | -0,04% | 0,95% | 13,92 |
| 04/09/2026 | 70,93 | -0,18% | 1,00% | 13,83 |
| 03/09/2026 | 71,06 | 0,17% | 1,18% | 13,92 |
| 02/09/2026 | 70,94 | -0,03% | 1,01% | 13,89 |
| 01/09/2026 | 70,96 | 1,04% | 1,04% | 13,78 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoPancadas de chuva atingem Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Baixar áudioA Região Sul terá uma quarta-feira (9) de muitas nuvens e pancadas de chuva nos três estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a chuva alcança grande parte do território, com condição mais intensa no norte e no leste do estado, onde também podem ocorrer trovoadas. Em Curitiba, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 12°C e 16°C.
Em Santa Catarina, predominam muitas nuvens com pancadas de chuva. No oeste e no norte catarinense, há condições para chuva acompanhada de trovoadas. Em Florianópolis, os termômetros variam de 16°C a 24°C.
No Rio Grande do Sul, as pancadas de chuva atingem principalmente o norte e o leste, enquanto no oeste e no sul a possibilidade de chuva ocorre de forma mais isolada. Em Porto Alegre, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva, com mínima de 12°C e máxima de 19°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioNesta quarta-feira (9), o tempo permanece com muitas nuvens e chuva em grande parte da Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá muitas nuvens com pancadas de chuva, com temperaturas entre 14°C e 23°C. A condição de instabilidade também alcança principalmente o oeste e o sul do estado, enquanto áreas do norte paulista apresentam maior variação de nebulosidade.
No Rio de Janeiro, a previsão também é de muitas nuvens com pancadas de chuva. Na capital, os termômetros ficam entre 16°C e 27°C. A chuva se distribui por grande parte do território, incluindo áreas do interior e do litoral.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte registra mínima de 16°C e máxima de 26°C, com muitas nuvens e chuva. No estado, a instabilidade se concentra principalmente no sul, oeste e leste mineiro, enquanto o norte de Minas tem predomínio de muitas nuvens.
No Espírito Santo, Vitória terá temperaturas entre 18°C e 27°C, também com muitas nuvens e chuva. A condição se estende por grande parte do estado, incluindo o litoral e o interior capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá variação nas condições do tempo nesta quarta-feira (9), com muitas nuvens em grande parte do território e ocorrência de chuva principalmente no oeste e no norte da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o céu permanece com muitas nuvens na maior parte do estado. Em Palmas, os termômetros variam entre 24°C e 36°C.
No Pará, também há predomínio de muitas nuvens, especialmente nas áreas norte, nordeste e leste do estado. No sudoeste e oeste paraense, aumenta a possibilidade de chuva isolada. Em Belém, a mínima prevista é de 24°C, e a máxima chega a 33°C.
No Amapá, a previsão indica muitas nuvens em grande parte do território. Macapá registra temperaturas entre 25°C e 34°C.
Em Roraima, há chuva principalmente no centro, oeste e sul do estado, enquanto outras áreas permanecem com maior presença de nuvens. Em Boa Vista, a temperatura varia de 26°C a 36°C, com muitas nuvens e chuva.
No Amazonas, a instabilidade se espalha por grande parte do estado. Áreas do centro, sul e oeste amazonense têm pancadas de chuva, com possibilidade de trovoadas isoladas em alguns pontos. Em Manaus, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva, e os termômetros ficam entre 26°C e 36°C.
Em Rondônia, há chuva em diferentes áreas, com maior instabilidade no centro e norte do estado. Em Porto Velho, a mínima é de 24°C e a máxima de 35°C, com muitas nuvens e chuva.
No Acre, o tempo fica com muitas nuvens em grande parte do estado, enquanto áreas do norte e leste acreano podem registrar possibilidade de chuva isolada. Em Rio Branco, as temperaturas variam entre 22°C e 36°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoSalvador tem previsão de chuva, enquanto demais capitais nordestinas devem registrar muitas nuvens
Baixar áudioA Região Nordeste terá predomínio de muitas nuvens nesta quarta-feira (9), com chuva concentrada principalmente em áreas da Bahia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva. A instabilidade também alcança principalmente o leste e o sul do estado, enquanto no oeste baiano o tempo permanece com menor presença de nuvens.
Em Sergipe, Aracaju registra temperaturas entre 24°C e 30°C, com muitas nuvens. A mesma condição predomina no restante do estado.
Em Alagoas, Maceió terá mínima de 22°C e máxima de 30°C, também com muitas nuvens. Não há mudança significativa na condição do tempo entre as principais regiões do estado.
Em Pernambuco, Recife terá mínima de 23°C e máxima de 30°C, com muitas nuvens. No Sertão pernambucano, a nebulosidade diminui em relação ao litoral e ao Agreste.
Na Paraíba, João Pessoa terá temperaturas entre 23°C e 29°C, com muitas nuvens. A condição se mantém em grande parte do estado, com menor nebulosidade em áreas do Sertão.
No Rio Grande do Norte, Natal terá mínima de 24°C e máxima de 29°C, com muitas nuvens. No oeste do estado, a quantidade de nuvens diminui.
No Ceará, Fortaleza registra mínima de 25°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens. A condição também predomina nas demais regiões cearenses.
No Piauí, Teresina terá mínima de 23°C e máxima de 39°C, a maior temperatura prevista entre as capitais nordestinas, com muitas nuvens. No sul do estado, há redução da nebulosidade.
No Maranhão, São Luís terá mínima de 25°C e máxima de 33°C, com muitas nuvens. A condição predomina em grande parte do território maranhense.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPancadas de chuva e trovoadas atingem áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
Baixar áudioA quarta-feira (9) terá chuva em grande parte da Região Centro-Oeste, com ocorrência de trovoadas principalmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia. Em Brasília, os termômetros variam entre 18°C e 29°C.
Em Goiás, há previsão de chuva em diferentes áreas do estado, principalmente no centro, sul e oeste goiano. No norte e nordeste, o tempo apresenta períodos de menor nebulosidade. Em Goiânia, a temperatura fica entre 21°C e 32°C, com muitas nuvens e chuva.
Em Mato Grosso, pancadas de chuva e trovoadas atingem principalmente o centro, norte e oeste do estado. No leste mato-grossense, a previsão indica menor ocorrência de chuva. Em Cuiabá, a mínima será de 24°C e a máxima de 35°C.
Em Mato Grosso do Sul, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas alcançam principalmente o centro, norte e oeste do estado. No leste e nordeste, há possibilidade de chuva mais isolada. Em Campo Grande, os termômetros ficam entre 19°C e 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPesquisa BTG/Nexus mostra ampla vantagem de Lula no Nordeste e de Flávio no Sul
Baixar áudioAs regiões Nordeste e Sul apresentam cenários opostos na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026, segundo a edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta terça-feira (8). Enquanto Lula (PT) lidera com ampla vantagem no Nordeste, Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente no Sul. No Sudeste, o pleito está mais equilibrado.
No Nordeste, Lula mantém a liderança no primeiro turno, com 54% das intenções de voto, ante 23% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 11%, enquanto os demais candidatos não ultrapassam 4%.
Em um eventual segundo turno, Lula também vence na região, com 59% das intenções de voto, contra 32% de Flávio.
O Nordeste concentra os indicadores mais favoráveis ao governo federal. De acordo com a pesquisa, 60% dos entrevistados aprovam a gestão de Lula. Na avaliação do governo, 49% consideram a administração ótima ou boa, 18% a classificam como regular e 33% como ruim ou péssima.
A região também registra a maior proporção de eleitores que se declaram “lulistas convictos”, com 35%, e a menor taxa de rejeição ao atual presidente, de 31%.
Em sentido oposto ao Nordeste, o Sul é a região onde Flávio Bolsonaro apresenta a maior vantagem sobre Lula no primeiro turno. O candidato do PL reúne 50% das intenções de voto, contra 22% do petista. Os demais candidatos não ultrapassam 8%.
No segundo turno, Flávio amplia a vantagem e alcança 65% das intenções de voto, enquanto Lula registra 26%.
O Sul também concentra os indicadores mais negativos para o governo federal. A desaprovação à gestão chega a 72%, e 68% dos entrevistados classificam o governo como ruim ou péssimo.
A região apresenta ainda a maior proporção de eleitores que se declaram “bolsonaristas convictos”, com 34%, além da menor taxa de rejeição ao bolsonarismo, de 30%.
No Sudeste, a disputa aparece mais equilibrada. No primeiro turno, Lula registra 39% das intenções de voto, quatro pontos percentuais à frente de Flávio Bolsonaro, que soma 35%. Augusto Cury aparece em terceiro, com 9%, enquanto os demais candidatos não ultrapassam 4%.
Em um eventual segundo turno, a diferença entre os dois é ainda menor. Lula tem 45% das intenções de voto, contra 44% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Na avaliação do governo federal, a desaprovação supera a aprovação na região: 43% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 52% a desaprovam. Na avaliação qualitativa, 33% consideram o governo ótimo ou bom, e 47%, ruim ou péssimo.
O Sudeste também reflete a polarização do cenário nacional. Entre os entrevistados, 25% se declaram “lulistas convictos”, enquanto 27% se identificam como “bolsonaristas convictos”.
No bloco formado por Norte e Centro-Oeste, Flávio Bolsonaro lidera o primeiro turno, com 42% das intenções de voto, contra 31% de Lula.
É também a única região em que Ronaldo Caiado (PSD) aparece na terceira posição, com 9%, à frente de Augusto Cury, que registra 7%.
Em um eventual segundo turno, Flávio amplia a vantagem para 53%, enquanto Lula chega a 38%.
Na avaliação do governo, 45% dos entrevistados aprovam a gestão, contra 51% que a desaprovam. Além disso, 33% classificam o governo Lula como ótimo ou bom, enquanto 46% o consideram ruim ou péssimo.
No cenário nacional para o primeiro turno, Lula lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35%. Em comparação com a rodada anterior, Lula manteve o mesmo percentual, enquanto Flávio avançou dois pontos.
Augusto Cury aparece em terceiro lugar, com 9%, seguido por Ronaldo Caiado e Renan Santos (Missão), ambos com 4%. Romeu Zema (NOVO) registra 1%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário permanece tecnicamente empatado, mas com inversão na liderança. Flávio aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula.
Em relação à rodada anterior, Flávio Bolsonaro avançou um ponto percentual, enquanto Lula recuou de 46% para 45%.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores entre os dias 4 e 7 de setembro de 2026. A amostra foi composta por 42% de entrevistados do Sudeste, 28% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 14% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06790/2026.
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Baixar áudioMais de 58 mil casos de dengue foram registrados em São Paulo desde o início de 2026. Dados das autoridades de saúde apontam que 42 pessoas morreram em decorrência da doença. E, no momento, há 30 óbitos sob investigação.
O município paulista de Taubaté (SP) tem o maior número de mortes pela doença até agora. A cidade registrou 11 óbitos, sendo sete pacientes com idade entre 10 anos e 79 anos e quatro com mais de 80 anos.
Segundo matéria da Agência Brasil, publicada no último domingo (6), a Secretaria da Saúde aponta que dos 58.683 registros de dengue em todo o estado de São Paulo, 57.402 foram classificados como casos de dengue, 1.180 como de dengue com sinais de alarme e 101 de dengue grave.
Confira os sintomas do quadro com sinais de alarme:
Já o paciente com dengue grave apresenta choque ou desconforto respiratório, sangramento grave ou comprometimento severo de órgãos.
A matéria da Agência Brasil destacou que a Secretaria da Saúde disse que mantém medidas de controle da arbovirose no estado. Entre as ações estão acompanhamento ininterrupto e atenção especial no intervalo de outubro a maio, quando as transmissões registram aumento.
A pasta destacou, ainda, o lançamento do Plano Estadual de Preparação e Resposta em Saúde para o Fenômeno El Niño, que adapta ações diante do provável aumento no número de casos de dengue.
Segundo o plano, as mudanças de temperatura, chuva e umidade provocadas pelo fenômeno podem alterar a distribuição de arboviroses, que são as doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, chikungunya, zika e febre amarela.
Entre as providências estão a identificação de regiões prioritárias, o fortalecimento das salas de situação e o apoio aos municípios na organização da vigilância e da rede de atendimento.
O plano também destaca as principais ameaças relacionadas aos efeitos do El Niño e os impactos disso para a população entre os Departamentos Regionais de Saúde (DRS) de São Paulo.
De acordo com o plano, as regiões de Araçatuba, Araraquara, São José do Rio Preto, Barretos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Marília, Bauru, Franca, São João da Boa Vista e Piracicaba estão entre as áreas de maior prioridade.
O alerta é para o aumento da transmissão dessas doenças, o que pode provocar sobrecarga nos serviços de saúde, além de mais internações e mortes por formas graves, principalmente entre grupos vulneráveis.
Com informações da Agência Brasil.
Copiar o textoEntre as empresas que registraram redução, 42,9% tiveram queda acima de 25% no volume de encomendas
Baixar áudioO aumento das tarifas dos Estados Unidos já afetou os pedidos recebidos por 69% das indústrias paulistas que exportam para o país. É o que releva uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Entre as empresas que registraram redução, 42,9% tiveram queda acima de 25% no volume de encomendas.
Os dados fazem parte da nova edição da pesquisa Rumos da Indústria Paulista, que ouviu 174 indústrias de transformação exportadoras de São Paulo entre 10 e 28 de agosto de 2026.
As sobretaxas impostas pelo país norte-americano podem chegar a 37,5% para produtos que estão sujeitos simultaneamente às duas medidas: uma tarifa adicional de 25%, que entrou em vigor em 22 de julho, e outra de 12,5%, aplicada a partir de 24 de julho.
Diante do problema, que pode aumentar os custos de exportação, 28,6% das indústrias reduziram as próprias margens para absorver parte do impacto das tarifas. Outras 26,2% mantiveram os preços dos produtos e repassaram o custo adicional aos compradores nos Estados Unidos.
Já em relação à produção, 41,4% das empresas reduziram o uso da capacidade instalada. O mesmo percentual informou ter renegociado preços com clientes afetados pelas novas tarifas.
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Ainda segundo o levantamento, apesar da queda nos pedidos, a maior parte das empresas pesquisadas ainda não alterou o número de funcionários. Esse foi o caso de 55,2% das indústrias.
A preservação dos empregos pode estar relacionada ao mercado de trabalho aquecido e à dificuldade de contratação de profissionais qualificados. A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,3% no trimestre encerrado em julho, segundo a Pnad Contínua do IBGE. O período também registrou recorde de 103,3 milhões de pessoas ocupadas.
O levantamento também mostra que encontrar outros destinos para os produtos tem sido um ponto de dificuldade. Entre os principais mercados atendidos pelas empresas, além dos Estados Unidos, estão o Mercosul, citado por 66,7% das indústrias, a América Latina e o Caribe, com 50%, e a União Europeia, também com 50%.
Mesmo com a queda dos pedidos norte-americanos, 45,2% das empresas não cogitam buscar novos mercados. Entre as que consideram essa alternativa, 57,1% não têm prazo definido para fazer essa substituição totalmente.
Parte das indústrias tenta compensar a redução das vendas aos Estados Unidos com o mercado brasileiro. Cerca de 40% já redirecionaram produtos para o mercado nacional. Contudo, essa estratégia também encontra obstáculos, já que 36% das empresas afirmaram não ter compradores no Brasil para esses produtos.
Entre as que conseguiram transferir parte das vendas, o nível de absorção varia. Para 28% delas, o mercado interno recebeu até 5% do volume que seria destinado aos Estados Unidos. Em 24% dos casos, a absorção foi total.
Outra possibilidade seria fabricar os produtos fora do Brasil para continuar atendendo aos compradores norte-americanos. Essa alternativa, no entanto, não é considerada pela maioria.
Seis em cada dez empresas disseram não cogitar a produção no exterior. Por outro lado, 21,4% afirmaram já ter unidades produtivas em outros países capazes de realizar esse movimento.
Entre as medidas apontadas como prioritárias para enfrentar os efeitos das tarifas, quase 70% das empresas citaram o diálogo e a negociação entre Brasil e Estados Unidos. A busca por novos acordos comerciais foi mencionada por 40,8% das indústrias. Outras 38,2% defenderam medidas de desoneração tributária e drawback.
A pesquisa da Fiesp ouviu 174 indústrias de transformação exportadoras do estado de São Paulo. Do total, 1,7% são microempresas, 55,2% pequenas, 33,3% médias e 9,8% grandes. Nas questões que permitiam mais de uma resposta, a soma dos percentuais pode ultrapassar 100%.
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