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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

EXPLORAÇÃO MINERAL

18/06/2021 19:00h

Webinars debate papel de pequenas e médias mineradoras

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Um webinar promovido pela Metso Outotec e pela Revista Brasil Mineral reuniu especialistas para comentar o cenário da mineração, nesta sexta-feira (18). O evento aconteceu de forma virtual e debateu o papel de pequenas e médias mineradoras.
 
O debate faz parte da programação da iniciativa ‘Desafios do Norte’, que acontece entre 15 e 24 de junho. Na programação de hoje, Francisco Alves, editor da Brasil Mineral, levantou reflexões sobre a atuação de empresas de mineração em processo de crescimento.

 

“As empresas de mineração de médio e de pequeno porte são a grande maioria. E é importante lembrar também que as gigantes da mineração de hoje começaram pequenas. A Vale começou na década de 1940, minerando minério de ferro com picareta e transportando com muita dificuldade, em uma escala infinitamente menor do que hoje. Isso é importante, porque as empresas de mineração de médio e pequeno porte de hoje podem ser as grandes mineradoras do futuro.”

Francisco ainda ressaltou o papel dessas organizações quanto ao desenvolvimento sustentável, pontuando que há grandes diferenças entre os serviços delas com aqueles feitos de formas irregulares, que acabam trazendo uma percepção distorcida do que é a mineração. 

“A mineração está sendo hoje, de certa forma, vilanizada no Norte por conta de atividades de extração que são confundidas, atividades de extração que são irracionais, que não têm qualquer traço de sustentabilidade e que passa para população uma imagem bastante negativa. Então, a questão da sustentabilidade acho que é extremamente importante.”

Licenças

O debate também contou com a participação de Luis Azevedo, presidente e fundador da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM). Ele levantou o ponto das necessidades de licenças obtidas pelas empresas, que dão a regularidade necessária para as atividades, mas que envolvem processos burocráticos diferentes das operações de outros países desenvolvidos.
 
“O minerador precisa de um leque de licenças. A licença de energia que já é difícil, começa por aí, licença de pesquisa é difícil. Depois, você tem que ter licença de barragem, você tem que ter licença de operação de lavra, você tem que ter licença de água. Quer dizer, a pluralidade. E o pior de tudo, diferentes órgãos para te licenciar, o que é outra dificuldade. Países como Canadá e Austrália conseguem cumprir esse rito todo em cinco anos, com previsibilidade para projetos de médio a grande porte.”
 
Segundo ele, no Brasil, a maior parte dos licenciamentos de pequenas minerações levam cerca de oito anos. “É possível licenciar a pequena mineração em menos de oito anos? Se têm casos que aconteceram foram um ou dois, mas a maioria leva esse prazo mesmo.”

Desenvolvimento

Giorgio De Tomi, diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável da USP e membro do Conselho Editorial do Brasil Mineral, esclareceu como essas empresas podem trazer impactos positivos para as regiões em que se encontram.
 
“Temos exemplos do papel da micro, pequena e média empresa de mineração na integração regional. Porque, normalmente, ela está operando em lugares não necessariamente com infraestrutura desenvolvida, e todo esse trabalho que a gente faz de mineração pode contribuir com isso. Então, a oportunidade de parcerias e de integração regional é muito grande.”
 
O especialista também avaliou que o planejamento no processo de atividades de extração mineral é fundamental para que esses benefícios sejam implementados.

“Quando falamos em mineração responsável, para qualquer nível de mineração, mas, especialmente, para micro, pequena e média mineração, temos que ter um plano. Temos que planejar a mina e aí ir lá e cumprir o plano.”

Esse foi o segundo webinar realizado na semana. Os detalhes do primeiro, que discutiu o potencial mineral da Amazônia, estão no portal Brasil61.com, neste link. O evento vai promover ainda quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, com foco em: tecnologias para mineração, peneiramento eficiente, soluções de desgaste e soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 

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15/06/2021 19:00h

Webinar Perspectivas Econômicas e Desenvolvimento para a Mineração no Norte do Brasil, promovido pela Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral, explora contexto mineral da região da Amazônia destacando benefícios para a população

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“A vasta superfície da Amazônia mostra potencial mineral comparado às principais regiões produtoras de bens minerais do mundo. É magnífica sobre todas as dimensões”. A afirmação é do geólogo e conselheiro da Brasil Mineral, Elmer Prata Salomão, um dos participantes de um evento virtual que discutiu a mineração na região amazônica nesta terça-feira (15).
 
O webinar Perspectivas Econômicas e Desenvolvimento para a Mineração no Norte do Brasil foi promovido pela Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral, com participação ainda do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer, e do Diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará (Sedeme), Ronaldo Lima.
 
Os debatedores exploraram o contexto mineral da região da Amazônia destacando as capacidades dessa área e os benefícios para a população. Elmer lembrou da riqueza observada no local citando exemplos de substâncias. 
 
“A mineração caminha, inexoravelmente, em direção à Amazônia há várias décadas por várias razões. Primeiro, porque é uma zona de fronteira ainda desconhecida, inexplorada ao seu ponto de vista do conhecimento geológico. Hoje, no Brasil, encontram-se na Amazônia as maiores jazidas brasileiras de ferro, de alumínio, de manganês, de estanho, de níquel, de cobre, de potássio. São jazidas maiores do que todas as outras que encontramos no território brasileiro.” 

 

Meio ambiente

O geólogo ressaltou que o pressuposto básico do desenvolvimento mineral na Amazônia é “desenvolver mantendo a floresta em pé”. Ou seja, para ele, esse tema não vai contra diretrizes ambientalistas. “Esse é o mais seguro e adequado caminho para o desenvolvimento da Amazônia”, afirmou, apresentando dados em sequência de comparação com atividades como a plantação de soja.
 
Elmer Prata levantou cálculos de 2017, quando foram produzidos na Amazônia 345 milhões de toneladas de minério bruto, com um total de material removido do território Amazônico de cerca de 307 milhões de metros cúbicos. Ele dimensionou esse volume concentrado em um único buraco, que teria dimensão de 615 hectares, com uma área quadrada de 2.480 metros de lado e profundidade de 50 metros.
 
“Isso é, teoricamente, aquilo que foi desmatado e desmobilizado do solo amazônico para produzir uma quantidade de minério que valeu, em 2017, US$ 18 bilhões. Em média, cada hectare desflorestado pela mineração produziu US$ 20,6 milhões por hectare lavrado. Um hectare plantado com soja, totalmente desmatado, produz cerca de três toneladas de soja, com cotação de US$ 540, resultando em uma receita de US$ 1.620 por hectare. Ou seja, 0,008% do que pode render a mineração na mesma superfície.”
 
O geólogo pontuou que, apesar da estigmatização da mineração como atividade predatória, os fatos decorridos desse serviço levam a outra percepção. Ele lembrou que a mineração é praticada sob fiscalização federal, amparada em tecnologias adequadas ao controle e à recuperação ambiental. 
 
“Na realidade, a mineração atende plenamente ao que se espera para o desenvolvimento da região. Ela possui alta densidade econômica, ela cria condições para melhorar a qualidade de vida das comunidades locais. O IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] das cidades mineradoras mostra isso. Ela responde a inquestionável fertilidade mineral da Amazônia, cujo jazimento suporta desde a garimpagem extrativista até minas de classe internacional. Ou seja, tudo o que nós podemos imaginar que pode ser benéfico para uma região que não pode ser desmatada, que tem que conservar a sua biodiversidade.”
 
Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do Ibram, também defendeu essa atividade na região pedindo a união de forças contra serviços ilegais de garimpo. “Devemos nos juntar para combater a mineração ilegal na mineração. O que existe hoje são 432 titulares ou empresas formais de mineração. Nós temos hoje cerca de 59 substâncias produzidas dessa região e temos 184 municípios produtores. Hoje, certamente, como bem dito pelo Elmer, o nível de desenvolvimento humano desses municípios é melhor do que a média da região.”

Próximas programações

Na próxima sexta-feira, dia 18 de junho, o webinar contará com o segundo painel, cujo tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. O evento será conduzido pelo Prof. Dr. Giorgio De Tomi, professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). 
 
O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, com foco em: tecnologias para mineração, peneiramento eficiente, soluções de desgaste e soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 
 
A inscrição é gratuita e pode ser realizada no site mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte, mas se encerra nesta terça-feira (15).

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05/06/2021 03:00h

Metso Outotec e Revista Brasil Mineral promovem painéis e encontros técnicos para traçar perspectivas para a mineração no Norte do país, papel das pequenas e médias empresas e introdução de novas tecnologias. Saiba mais

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O Brasil faturou cerca de R$ 209 bilhões com a produção mineral em 2020, o que representa aumento de 36% na comparação com o ano anterior, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). E boa parte do sucesso desse setor se deve aos estados da região Norte do país, responsáveis por quase metade dessa arrecadação. 

É por isso que a Metso Outotec e a Revista Brasil Mineral promovem, entre 15 e 24 de junho, a partir das 14h, a primeira edição do evento ‘Desafios do Norte’. A iniciativa, que vai ocorrer de modo virtual, vai debater a produção mineral dos estados da maior região brasileira. 

Segundo Maria Amélia Enriquez, especialista em Economia Mineral e Desenvolvimento Regional, o potencial de crescimento da mineração na região Norte, com destaque para o Pará, é enorme. “Há um potencial de expansão das áreas que estão mineradas e de novos empreendimentos nas áreas pesquisadas. Eu diria que é um sucesso para o Brasil, porque ela permite a geração de divisas, que é tão importante para o equilíbrio do balanço de pagamentos”, avalia. 

No entanto, ela indica que é necessário buscar, também, desenvolvimento a partir dessa atividade. “A mineração pode se converter em uma plataforma importante de desenvolvimento econômico para a região e não apenas geradora de divisas para o Brasil e de lucro para os acionistas das grandes companhias”, complementa. 

Arte: Brasil 61

Perspectivas

O primeiro painel do evento, marcado para 15 de junho, vai debater justamente a questão levantada pela professora, ou seja, quais são as “Perspectivas Econômicas e de Desenvolvimento” para a mineração no Norte do Brasil. 

O geólogo Elder Prata Salomão, presidente da Geos e ex-diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), vai apresentar o painel. O debate vai contar com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME) do Pará, José Fernando de Mendonça Gomes Jr., e do presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Nelio Brumer.  

Maria Amélia explica que o Pará é, sem dúvidas, o grande estado em mineração na região Norte. Cerca de 98% do valor arrecadado com a produção nortista vem de lá. E tal destaque se dá não apenas a nível regional, mas nacional também. De acordo com o Ibram, dos R$ 209 bilhões que o país faturou com a mineração em 2020, 46% são graças ao Pará, o que equivale a R$ 97 bilhões. 

Ela diz que nos últimos 20 anos a exportação do estado saltou de US$ 1 bi para US$ 20 bi. “Esse valor é maior do que o PIB dos 90 países mais pobres. É um esforço muito significativo, que representa em torno de 10% das exportações brasileiras. Quando a gente considera que o Pará representa pouco mais de 2% do PIB nacional, é um efeito bastante desproporcional”, diz. 

E as expectativas de expansão da mineração no estado e na região não param por aí, segundo a especialista. Atualmente, o Pará produz cerca de 200 milhões de toneladas de minério de ferro — principal produto mineral brasileiro —, mas em quatro anos a capacidade produtiva deve bater as 260 milhões de toneladas. 

“É um aumento de capacidade considerável, mas além do minério de ferro, tem previsões de investimento na área do cobre, da bauxita, do ouro, do líquido manganês”, cita. 

Pequenos e médios negócios

Já no dia 18 de junho, o segundo painel será conduzido pelo professor Dr. Giorgio De Tomi. Ele é professor do Departamento de Minas e Petróleo da Escola Politécnica e diretor do Núcleo de Pesquisa para a Pequena Mineração Responsável, ambos na Universidade de São Paulo (USP). O tema será “O papel das pequenas e médias mineradoras na produção atual da região”. 

Participam o presidente do Conselho Executivo da Associação Brasileira de Pesquisa Mineral (ABPM), Luis Mauricio Ferraiuoli Azevedo, e o ex-secretário de Mineração do Pará e diretor de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ronaldo Lima.

Segundo o professor Giorgio, engana-se quem acha que a mineração é negócio apenas para multinacionais e empresas de grande porte. Segundo ele, 98% dos títulos minerários concedidos pela ANM são para empresas de micro, pequeno e médio porte. 

“Claro que em termos de quantidade isso não é proporcional, porque um título minerário da grande mineração cobre muito volume de material, de produção, emprego, movimentação da economia, enquanto a micro, pequena e a média têm um impacto menor. Mas em termos de títulos minerários é uma atividade muito comum e que está cada vez mais presente na Região Norte”, avalia. 

A explicação para esse cenário, ele diz, é a mudança da matriz energética mundial, que tende para fontes de energia renováveis em detrimento dos combustíveis fósseis. 

“Os bens minerais vão fomentar essa mudança da matriz energética e muito do suprimento desses itens vai vir de pequena e média mineração. Está difícil achar novos depósitos que a gente chama de ‘classe mundial de grande porte’. Muito desse suprimento vai vir de depósitos de médio e pequeno porte e que, portanto, serão desenvolvidos pela mineração de médio e pequeno porte”, aposta. 

Desafios do Norte

O evento também vai promover quatro encontros técnicos, entre 21 e 24 de junho, cujos focos serão: 

  • Tecnologias para mineração, incluindo sensoriamento de equipamentos e eficiência energética; 
  • Peneiramento eficiente, focado em como aumentar a eficiência em materiais pegajosos e em telas de borracha de alta resiliência; 
  • Soluções de desgaste, apresentando como aumentar a vida útil dos seus equipamentos, além de aumentar a segurança em campo;
  • Soluções para filtragem e modernização de células de flotação. 

A inscrição é gratuita e vai até 15 de junho por meio do site: mogroup.com/br/eventos/2021/br-desafios-do-norte

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27/05/2021 15:54h

Empresários e profissionais representantes de diferentes áreas do setor mineral participam do webinar “A nova disponibilidade de áreas – debates com o setor mineral”

Empresários e profissionais representantes de diferentes áreas do setor mineral participam do webinar “A nova disponibilidade de áreas – debates com o setor mineral” nos dias 27 (a partir das 14h) e 28 de maio (a partir das 9h45h). 

O evento é organizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e pelo Programa de Parceria e Investimentos (PPI). A programação completa pode ser conferida no link https://ibram.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Linkedin-Programacao.pdf

O webinar pode ser assistido pelos links https://youtu.be/tnJ7a3RnYf8 (dia 27) e https://youtu.be/jwDYMr9O7K8 no dia 28 de maio.

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