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LOC.: A mais recente pesquisa Datafolha sobre a eleição presidencial, divulgada nesta quinta-feira, dia 3, mostra uma disputa com diferenças importantes entre as regiões do país.
No cenário nacional de primeiro turno, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, aparece com TRINTA E NOVE por cento das intenções de voto. Flávio Bolsonaro, do PL, tem TRINTA E TRÊS por cento.
Na sequência, Ronaldo Caiado, do PSD, tem CINCO por cento; Renan Santos, do Missão, QUATRO por cento; Romeu Zema, do Novo, TRÊS por cento; e Augusto Cury, do Avante, DOIS por cento. Brancos e nulos somam SEIS por cento, enquanto QUATRO por cento dos eleitores estão indecisos.
A diferença entre Lula e Flávio, que era de DEZ pontos em junho, caiu para OITO pontos na segunda quinzena de julho e agora está em SEIS.
O recorte regional mostra Lula à frente no Nordeste, com CINQUENTA E TRÊS por cento, contra VINTE E CINCO por cento de Flávio Bolsonaro.
Nas demais regiões, o senador aparece na frente. No Sul, são TRINTA E OITO por cento contra TRINTA E TRÊS de Lula. No Sudeste, Flávio tem TRINTA E SEIS por cento, e Lula, TRINTA E TRÊS. No bloco Norte e Centro-Oeste, o resultado é de TRINTA E CINCO a TRINTA E TRÊS, também a favor de Flávio.
Em um possível segundo turno, Lula tem QUARENTA E SETE por cento, contra QUARENTA E TRÊS por cento de Flávio Bolsonaro.
A pesquisa também aponta mudança na avaliação do governo Lula. A parcela que considera a administração ruim ou péssima subiu de TRINTA E OITO por cento, em julho, para QUARENTA E UM por cento agora.
TRINTA E TRÊS por cento avaliam o governo como ótimo ou bom, e VINTE E CINCO por cento consideram a gestão regular.
Já a aprovação do trabalho de Lula como presidente está em QUARENTA E SETE por cento, enquanto CINQUENTA por cento desaprovam. Em julho, os índices eram de QUARENTA E NOVE por cento de aprovação e QUARENTA E OITO por cento de desaprovação.
A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 19 de agosto de 2026, em 128 municípios de todo o país. O levantamento ouviu 2.058 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando nível de confiança de 95%.
Reportagem, Marquezan Araújo