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Baixar áudioA quinta-feira (8) será marcada por instabilidades na Região Sudeste, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas em áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Além disso, está em vigor um aviso meteorológico válido a partir de 00h para os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com risco de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo.
As áreas afetadas pelo alerta abrangem Campinas, Vale do Paraíba Paulista, Macro Metropolitana Paulista, Sul/Sudoeste de Minas, Zona da Mata, Campo das Vertentes, Noroeste Fluminense, Centro Fluminense, Sul Fluminense, Metropolitana do Rio de Janeiro e Norte Fluminense.
Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A capital São Paulo registra mínima de 16°C e máxima de 29°C. No interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Sul de Minas, as mínimas ficam entre 16°C e 19°C, com máximas de 25°C a 31°C, sob o efeito da alta umidade. Nas regiões serranas, como Campos do Jordão, as menores temperaturas variam entre 14°C e 16°C na madrugada e não passam de 24°C à tarde.
No Rio de Janeiro, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. Na capital Rio de Janeiro, a mínima fica em 20°C e a máxima alcança 31°C. No interior do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, os períodos nublados se alternam com aberturas de sol, mantendo mínimas na casa dos 20°C e máximas entre 28°C e 31°C. As áreas de altitude da região serrana fluminense, como Nova Friburgo, acompanham o padrão ameno, com mínimas de 14°C a 16°C e máximas até 24°C.
Em Minas Gerais, a capital Belo Horizonte terá dia com muitas nuvens, com mínima de 16°C e máxima de 33°C. No norte de Minas Gerais e no Vale do Jequitinhonha, a massa de ar quente e seco mantém temperaturas elevadas, com mínimas entre 22°C e 24°C e máximas que podem superar 40°C no período da tarde.
No Espírito Santo, a capital Vitória apresenta muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, anotando mínima de 22°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quinta-feira (8) indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Amazonas, a capital Manaus registra mínima de 27°C e máxima de 37°C com muitas nuvens. No interior do estado, como em Manacapuru, as mínimas ficam entre 24°C e 25°C e as máximas atingem entre 35°C e 37°C, com alta ocorrência de pancadas de chuva e trovoadas no final da tarde.
No Acre, Rio Branco tem mínima de 25°C e máxima de 37°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas. O mesmo panorama é observado em municípios do interior como Sena Madureira, onde os termômetros variam de 24°C a 37°C.
Em Rondônia, Porto Velho apresenta variação térmica de 25°C a 36°C, com instabilidades. Cidades do interior rondoniense, a exemplo de Ji-Paraná, registram mínimas em torno de 24°C a 25°C e máximas entre 35°C e 37°C, também acompanhadas de pancadas de chuva e trovoadas.
O INMET emitiu um aviso meteorológico de tempestade classificado como perigo potencial, válido durante toda a quinta-feira, das 00h01 às 23h59. O alerta abrange as regiões do Centro Amazonense, Sudoeste Amazonense, Sul Amazonense, Norte Amazonense, Madeira-Guaporé, Leste Rondoniense e Sudoeste Paraense. São previstos volumes de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e possibilidade de queda de granizo.
No Pará, Belém tem mínima de 24°C e máxima de 35°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No entanto, no sudeste paraense, em municípios como Redenção, a condição é de tempo mais seco e quente, com máximas atingindo de 38°C a 42°C e mínimas que raramente ficam abaixo de 25°C.
No Amapá, a capital Macapá marca mínima de 25°C e máxima de 34°C, com previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Nos demais municípios do interior do estado, predomina o tempo com poucas nuvens e máximas variando de 36°C a 38°C.
Em Roraima, Boa Vista registra mínima de 27°C e máxima de 37°C com muitas nuvens. No interior do estado, o tempo segue ensolarado com máximas entre 36°C e 38°C.
No Tocantins, a capital Palmas tem mínima de 25°C e máxima de 37°C sob poucas nuvens. Em cidades do interior tocantinense, a exemplo de Gurupi, as temperaturas máximas chegam a variações entre 38°C e 42°C, com queda na umidade do ar.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta quinta-feira (8) indica chuva e muitas nuvens no litoral da Região Nordeste, enquanto o interior registra temperaturas elevadas e baixa umidade do ar, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o dia terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada na faixa litorânea. São Luís marca mínima de 26°C e máxima de 33°C. No sul do estado, que integra a região do Matopiba, as temperaturas máximas variam entre 37°C e 41°C, com registro de baixa umidade.
No Piauí, o tempo permanece firme com poucas nuvens. Em Teresina, a mínima é de 25°C e a máxima chega a 40°C. As áreas do centro-norte, sudeste e sudoeste piauiense estão sob aviso de baixa umidade.
No Ceará, a previsão indica muitas nuvens. Em Fortaleza, os termômetros variam entre 25°C e 31°C. No sertão e no sul cearense, as máximas ficam entre 35°C e 38°C, acompanhadas de índices reduzidos de umidade relativa do ar.
No Rio Grande do Norte, Natal registra muitas nuvens com chuva, com variação térmica entre 24°C e 30°C.
Na Paraíba, a capital João Pessoa tem previsão de muitas nuvens com chuva, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. No Planalto da Borborema e zonas de altitude, as mínimas ficam entre 17°C e 20°C, e as máximas oscilam entre 30°C e 32°C.
Em Pernambuco, o litoral e a região metropolitana de Recife terão muitas nuvens com chuva, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. No sertão pernambucano e na região do São Francisco, o dia será quente, com máximas de até 38°C e alerta de umidade baixa.
Em Alagoas, Maceió apresenta muitas nuvens com chuva, registrando mínima de 22°C e máxima de 31°C.
Em Sergipe, a capital Aracaju tem previsão de muitas nuvens, sem indicativo de chuva acentuada, com mínima de 24°C e máxima de 31°C.
Em relação à Bahia, o estado apresenta variação nas condições meteorológicas entre o litoral e o interior. Na capital Salvador, o dia segue com muitas nuvens, registrando mínima de 24°C e máxima de 30°C. Na Chapada Diamantina, as temperaturas são mais amenas, com mínimas entre 17°C e 20°C. Já no centro-norte, centro-sul, vale do São Francisco e extremo oeste baiano, o tempo seco predomina, com temperaturas elevadas.
O INMET emitiu um aviso meteorológico de perigo para baixa umidade, válido das 00h00 às 23h59 desta quinta-feira. A umidade relativa do ar pode variar entre 12% e 20% em áreas do Sertão, do São Francisco e do Matopiba, atingindo trechos dos estados da Bahia, Piauí, Maranhão, Ceará e Pernambuco. O alerta indica risco de incêndios florestais e desconforto à saúde, como ressecamento da pele e irritação nos olhos e vias aéreas.
Período anormalmente seco, em uma região específica, suficientemente prolongado para que a escassez de água provoque sério desequilíbrio hidrológico.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO sorteio da Loteria Federal concurso 6107 acontece nesta quarta-feira, 7 de outubro de 2026, a partir das 20h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 6107.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6106.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioPreservar acervos, produzir conhecimento, envolver a sociedade e tornar as diferentes memórias do país acessíveis ao público. Essas são algumas das frentes que orientam o trabalho do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura (MinC).
A atuação do Instituto abrange todo o território nacional. Além de administrar 30 museus federais, o Ibram coordena políticas públicas para o setor, mantém sistemas de informação, promove a formação de profissionais e desenvolve ações de educação, acessibilidade, participação social e proteção do patrimônio museológico.
O Ibram tem como missão garantir à população brasileira o direito às memórias por meio do fortalecimento dos museus, da gestão dos museus do Ibram e da valorização do campo museal e seus agentes.
Sua atuação é orientada pelos valores da diversidade, democracia, participação social, acessibilidade universal e sustentabilidade e desenvolvida em diálogo com museus, Pontos de Memória, estados, municípios, universidades e organizações da sociedade civil.
A criação do Ibram começou a tomar forma em 2003, com o lançamento da Política Nacional de Museus. Construída com a participação de profissionais, instituições e representantes do setor, a política estabeleceu diretrizes para a preservação, a valorização e o desenvolvimento dos museus brasileiros.
O processo foi consolidado em janeiro de 2009 por dois marcos legais. A Lei nº 11.904 instituiu o Estatuto de Museus, com princípios e parâmetros para o funcionamento das instituições. Já a Lei nº 11.906 criou o Ibram como autarquia federal, com autonomia administrativa e financeira. O Instituto assumiu a coordenação da Política Nacional de Museus e a gestão dos museus federais até então vinculados ao Iphan.
Após a extinção do Ministério da Cultura, em 2019, o Ibram esteve vinculado aos ministérios da Cidadania e do Turismo. Com a recriação do MinC, em 2023, voltou a integrar a estrutura do Ministério da Cultura.
Cabe ao Ibram formular e acompanhar políticas públicas para o campo museal, apoiar a preservação dos acervos e produzir informações que ajudem a compreender a realidade dos museus brasileiros. Programas, editais, pesquisas, publicações e orientações técnicas fazem parte desse trabalho.
A Política Nacional de Museus estabelece diretrizes para a atuação no campo museal. Ela define os museus e os processos de memória como instrumentos de cidadania, inclusão social e valorização da diversidade cultural.
O planejamento do setor para os próximos anos está reunido no Plano Nacional Setorial de Museus, construído com cerca de 700 contribuições de profissionais, instituições, redes, gestores públicos e representantes da sociedade civil.
São 39 diretrizes organizadas em quatro eixos. Elas tratam de temas como gestão, financiamento, preservação, participação social, acessibilidade, diversidade, sustentabilidade e transformação digital.
Os 30 museus administrados pelo Ibram estão distribuídos por nove estados. A rede reúne acervos históricos, artísticos, arqueológicos, etnográficos, documentais e bibliográficos, preservados por instituições com trajetórias e relações distintas com seus territórios.
Entre eles estão o Museu da Abolição, no Recife (PE); o Museu das Missões, em São Miguel das Missões (RS); o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG); e o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ). A rede também inclui museus dedicados a personalidades, períodos históricos, expressões artísticas e diferentes experiências sociais e culturais do país.
Muitos desses museus funcionam em edificações dos séculos 18, 19 e 20, originalmente destinadas a outros usos. Há palácios, residências, construções militares e religiosas e antigas casas de Câmara e Cadeia.
Os Museus Ibram ocupam uma área aproximada de 931 mil metros quadrados. São 99 edificações, além de jardins históricos, áreas verdes, espaços de proteção ambiental e matas nativas.
Os espaços realizam exposições, pesquisas, ações educativas e atividades culturais. Também trabalham para o acesso aos acervos e novas leituras sobre a história, a memória e a diversidade do país.
Quantos museus existem no Brasil? Onde estão localizados? Que tipos de acervo preservam? Para responder a essas e outras perguntas, o Cadastro Nacional de Museus (CNM) reúne, sistematiza e divulga informações sobre as instituições museológicas brasileiras.
Os dados podem ser consultados na plataforma MuseusBr, que reúne informações sobre localização, gestão, acervos, infraestrutura, acessibilidade, serviços e visitação. Atualmente, a base apresenta 4,1 mil museus e 536 Pontos de Memória.
A plataforma também abriga o Registro de Museus, instrumento previsto no Estatuto de Museus. Os dois mecanismos têm funções diferentes. O Cadastro permite mapear e conhecer as instituições; o Registro tem caráter documental e acompanha processos como criação, fusão, incorporação, cisão ou extinção de museus.
Tecnologia, acesso e proteção dos acervos
No campo da difusão digital, a Brasiliana Museus reúne e disponibiliza acervos de instituições brasileiras em repositório digital para consulta pública. Museus de todo o país podem aderir à iniciativa e integrar seus acervos à plataforma.
O Ibram é reconhecido como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT). Nessa condição, o Instituto e os museus sob sua gestão podem participar de editais e chamamentos de apoio à pesquisa relacionados, entre outros temas, à conservação, à investigação de acervos e ao desenvolvimento tecnológico.
Na área de proteção, o Instituto mantém o Cadastro de Bens Musealizados Desaparecidos (CBMD), que reúne dados e imagens de objetos furtados, roubados ou desaparecidos para subsidiar sua identificação e recuperação.
O Ibram também realiza ações de fiscalização para verificar o cumprimento das normas de segurança e preservação aplicáveis aos museus.
A participação social orienta a atuação do Ibram, desde a formulação das políticas públicas até as ações desenvolvidas pelos museus. O diálogo é feito por meio de conselhos, órgãos colegiados, consultas públicas, audiências, encontros territoriais e grupos de trabalho.
Entre essas instâncias estão o Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico (CCPM), que assessora o Instituto em temas relacionados às políticas e ao patrimônio museológico, e o Comitê Consultivo do Programa Pontos de Memória (CCPPM), formado por representantes do poder público e da sociedade civil das cinco regiões do país. O Sistema Brasileiro de Museus (SBM), por sua vez, articula museus públicos, privados e comunitários.
O diálogo com os territórios também está presente no Programa (re)Conexões, que promove encontros em diferentes estados para compartilhar experiências, identificar demandas locais e construir agendas de trabalho para o setor museal.
O Programa Pontos de Memória é voltado a iniciativas desenvolvidas por comunidades e coletivos culturais. A certificação possibilita a inclusão da iniciativa no Cadastro Nacional de Pontos de Memória e sua participação nas ações previstas pelo programa.
Essa participação também se expressa em mobilizações como a Semana Nacional de Museus, realizada em maio, e a Primavera dos Museus, em setembro. A programação é construída pelos próprios museus e Pontos de Memória, de acordo com suas realidades e seus públicos.
Outro espaço de diálogo é o Fórum Nacional de Museus, que reúne profissionais, pesquisadores, gestores, estudantes, organizações e movimentos sociais para compartilhar experiências e debater os rumos das políticas para o setor.
A Política Nacional de Educação Museal (PNEM) estabelece orientações para práticas e programas educativos e culturais no setor museal. Sua construção contou com a participação de educadores, profissionais e instituições.
Na área da acessibilidade, o programa Acesse Museus reúne ações relacionadas à acessibilidade nos espaços museais, abrangendo aspectos físicos, de comunicação, informação, metodologia e atitude.
A formação dos profissionais é desenvolvida por meio de cursos, oficinas, publicações e orientações técnicas. O Programa Saber Museu reúne conteúdos sobre gestão, documentação, preservação de acervos, educação, acessibilidade e outros temas do cotidiano das instituições.
Já a Política de Economia de Museus e Pontos de Memória reúne ações relacionadas à sustentabilidade e à gestão dessas instituições.
A atuação internacional do Ibram envolve cooperação técnica e participação em fóruns e iniciativas do setor museal. As atividades incluem intercâmbio de experiências e participação em ações relacionadas a políticas públicas para museus.
Entre as iniciativas está o Programa Ibermuseus, criado a partir da Declaração da Cidade de Salvador, assinada em 2007 pelos 22 países ibero-americanos. O Brasil integra o Conselho Intergovernamental e participa de ações de formação, pesquisa, educação, produção de dados e proteção do patrimônio.
O Instituto também atua em iniciativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Mercosul Cultural e do Brics. Nesses espaços, participa de debates e projetos relacionados à função social dos museus, à preservação de acervos e ao combate ao tráfico ilícito de bens culturais.
Informações sobre políticas, programas, serviços, editais e ações do Ibram estão disponíveis no portal do Instituto e em seus perfis oficiais nas redes sociais.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC) esteve, em Fortaleza, nesta segunda-feira (21), em uma agenda dedicada à formação artística e também ao livro e leitura. A programação contou com uma visita à Escola Livre e de Artes: Escola de Música do Piamarta e a entrega de 600 livros do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) Literário à Biblioteca Comunitária Viva a Palavra.
As ações contaram com a coordenação no MinC, representado pela ministra Margareth Menezes, além do secretário Fabiano Piúba, de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e Cecília Sá, subsecretaria de Espaços e Equipamentos Culturais (SEEC).
Com a presença de crianças e jovens, a ministra Margareth Menezes visitou, de manhã, a Escola Livre e de Artes: Escola de Música do Piamarta, referência nacional na formação musical e na integração entre cultura, educação e cidadania. Com mais de 800 estudantes presentes, a banda da escola tocou várias canções, emocionando a ministra e a comitiva. Interagindo com alunos e instrumentos, a ministra cantou e deu o tom, conheceu as salas e pode ver diversas oficinas teóricas e praticas. Um momento que revelou a força do enlace da cultura e da educação.
A programação seguiu no turno da tarde. A comitiva pode acompanhar o trabalho da Biblioteca Comunitária Viva a Palavra, no bairro Serrinha. Foram entregues ao acervo da unidade 600 livros novos do PNLD Literário.
A ação é realizada pelo MinC em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
A biblioteca também recebeu o certificado de integração ao Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). Desde que o MinC passou a incorporar as bibliotecas comunitárias ao atendimento do SNBP, esses espaços podem ser cadastrados e certificados para participar das políticas públicas executadas pelo Ministério.
A instituição faz parte da Rede Nacional das Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, política pública do Ministério da Cultura (MinC), e conta com apoio da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará) por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).
Mantido pelo Centro Educacional da Juventude Pe. João Piamarta, o projeto desenvolve ações de formação artística e humana há mais de 54 anos e está entre as instituições de formação musical mais tradicionais do país.
Localizada em uma das maiores periferias de Fortaleza, a Viva a Palavra promove círculos de leitura de poesia, cursinho popular, formação continuada, mediação de leitura, lançamentos de livros e saraus, atendendo crianças, jovens e adultos da comunidade.
O Ceará tem atualmente 191 bibliotecas públicas e 197 bibliotecas comunitárias, sendo o estado brasileiro com o maior número de bibliotecas comunitárias. É também o único estado em que o número de bibliotecas comunitárias supera o de bibliotecas públicas cadastradas no SNBP.
O trabalho conjunto entre o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Ceará (SEBP-CE) e o MinC busca ampliar a integração dessas bibliotecas à rede nacional, inclusive por meio da busca ativa de espaços que ainda não possuem cadastro no sistema. Ao todo, 447 bibliotecas cearenses já receberam obras literárias do PNLD, somando quase 270 mil livros novos disponíveis para a população.
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Baixar áudioApós três dias de atividades em João Pessoa (PB), a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) aprovou 265 projetos culturais submetidos à Lei Rouanet em plenária realizada em formato itinerante. Ao todo, as iniciativas receberam autorização para a captação de R$ 887 milhões por meio do mecanismo de renúncia fiscal.
Entre as propostas aprovadas pelo colegiado está a Expo Favelas Minas, feira de economia criativa voltada à integração de produtores, gestores culturais públicos e privados, artistas, empreendedores e investidores para o fortalecimento da cadeia produtiva dos setores cultural e turístico no estado mineiro. O colegiado também autorizou o Hacktown 2026, evento multifuncional com atividades de capacitação e difusão de expressões culturais focadas em inovação social, cultura digital, música, economia criativa e gastronomia. Outra iniciativa contemplada é a manutenção da programação do Centro de Memória dos Povos Originários e Tradicionais da Costa Verde, espaço voltado à preservação e valorização das identidades culturais regionais por meio de exposições de artes visuais, apresentações artísticas, atividades formativas, ações de mediação cultural e projetos permanentes de troca de livros.
A 375ª reunião do colegiado ocorreu no Palácio dos Despachos, na capital paraibana, como parte da agenda da CNIC Itinerante na região Nordeste. A organização da iniciativa coube ao Ministério da Cultura (MinC) e à Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba, em parceria com o Sesc-PB. A ação busca a aproximação entre a gestão federal e o setor cultural regional, além do aprofundamento do diálogo sobre o funcionamento de políticas públicas e mecanismos de financiamento cultural no país.
Os dados locais confirmam a presença da ferramenta no estado. No período de 2023 a 2026, a Paraíba viabilizou 88 projetos culturais e alcançou a marca de R$ 38 milhões captados por meio da Lei Rouanet.
Na quarta-feira (16), o Fórum de Incentivo à Cultura reuniu mais de 160 agentes no Teatro Sesc, em João Pessoa. O evento contou com a participação do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Thiago Rocha Leandro; da representante do Escritório MinC, Rejane Nóbrega; do secretário estadual da Cultura da Paraíba, Pedro Santos; do superintendente do Iphan no estado, Orlando Cavalcante; e da superintendente regional do Sesi-PB, Silvia Dantas. O encontro teve como objetivo a apresentação das ferramentas da Lei Rouanet ao setor cultural local e o estímulo ao uso do incentivo fiscal na região.
No período da tarde, o MinC promoveu encontros setoriais focados na capacitação dos agentes culturais da Paraíba. A programação dividiu os trabalhos em quatro salas temáticas dedicadas a linguagens artísticas distintas, como artes cênicas, música, audiovisual e humanidades. Os espaços ofereceram orientações técnicas completas sobre as etapas de elaboração, inscrição, execução e prestação de contas de projetos, além de garantirem o esclarecimento de dúvidas específicas de cada segmento.
A agenda incluiu ainda um encontro direcionado ao setor empresarial, sediado no Museu de História da Paraíba, no Palácio da Redenção. A ação contou com apresentações relativas às ações de incentivo à cultura no estado, relatos sobre experiências de empresas patrocinadoras e esclarecimentos acerca dos aspectos legais do financiamento de projetos por meio da Lei Rouanet.
Na ocasião, gestores e empresários debateram modelos de investimentos incentivados e novas possibilidades de parcerias com o Ministério da Cultura.
No encerramento da programação, na sexta-feira (18), integrantes do colegiado realizaram visitas técnicas a dois pontos culturais da capital paraibana. O grupo conheceu o projeto de restauro do adro, relógio, cruzeiro e fonte do conjunto arquitetônico da Igreja de São Francisco e do Convento de Santo Antônio, além de acompanhar as instalações do projeto Viva Usina 2026 – Natal Usina, localizado na Usina Cultural Energisa.
A CNIC atua como instância consultiva voluntária na gestão da Lei Rouanet, QUE subsidia as decisões do Ministério da Cultura com pareceres técnicos fundamentados. Criada a partir da Lei Rouanet e regulamentada atualmente pelo Decreto nº 11.453/2023, a comissão avalia projetos submetidos para captação via incentivos fiscais e define o enquadramento das propostas dentro das regras do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).
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Baixar áudioPreservar a memória, proteger patrimônios, reconhecer comunidades quilombolas e contribuir para a valorização e a difusão das expressões culturais negras. Essas são algumas das atribuições da Fundação Cultural Palmares (FCP), instituição pública vinculada ao Ministério da Cultura (MinC) e voltada à promoção da cultura afro-brasileira.
Criada pela Lei nº 7.668, de 22 de agosto de 1988, a Fundação atua na preservação dos valores culturais, sociais e econômicos decorrentes da influência negra na formação da sociedade brasileira. Seu trabalho reúne diferentes áreas, como fomento e difusão cultural, preservação da memória e do patrimônio, proteção de direitos culturais, produção de conhecimento, manutenção de acervos e cooperação com países africanos e da diáspora.
Entre os públicos atendidos estão artistas, grupos e coletivos culturais, pesquisadores, comunidades quilombolas e Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana.
Uma das principais ações desenvolvidas pela Fundação Cultural Palmares é a certificação de comunidades remanescentes de quilombos. A instituição é responsável pela emissão da Certidão de Autodefinição, documento que reconhece a autodeclaração das comunidades e contribui para o acesso a políticas públicas e direitos destinados à população quilombola.
A Fundação também presta assistência técnica e jurídica às comunidades certificadas em processos administrativos e judiciais relacionados a seus direitos e interesses. Outra frente é a emissão da declaração necessária para que estudantes quilombolas tenham acesso ao Programa de Bolsa Permanência, voltado à permanência de estudantes em instituições federais de ensino superior.
As ações incluem ainda iniciativas de inclusão e letramento digital, com atenção às necessidades de comunidades quilombolas e de Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana.
A preservação de lugares relacionados à história e à memória da população negra também integra a atuação da Fundação. Entre os patrimônios sob sua gestão está a Serra da Barriga, em União dos Palmares (AL), onde está localizado o Parque Memorial Quilombo dos Palmares. O espaço preserva a memória de um dos principais símbolos da resistência negra no Brasil e recebe atividades culturais e educativas relacionadas à história e à cultura afro-brasileira.
A Fundação desenvolve ainda o projeto Arqueologia Palmarina, que reúne história, arqueologia, cartografia e tecnologias geoespaciais para ampliar o conhecimento sobre a trajetória e a organização do Quilombo dos Palmares.
No Rio de Janeiro, a FCP é responsável pelo Armazém André Rebouças, localizado na Pequena África, no complexo do Cais do Valongo, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial. Em Brasília, a Casa da Cultura Afro-Brasileira abriga a sede da Fundação e espaços destinados a atividades culturais e institucionais.
Outra frente de trabalho é o apoio à produção cultural afro-brasileira. Por meio de editais e outras iniciativas, a Fundação atua junto a artistas, mestres e mestras de saberes tradicionais, grupos, coletivos, pesquisadores, Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana e demais fazedores de cultura. Entre as ações de fomento está o edital Sabores e Saberes, que contemplou iniciativas relacionadas à gastronomia dos povos de terreiro, reconhecendo práticas alimentares e conhecimentos tradicionais como expressões da cultura afro-brasileira.
Projetos culturais também promovem a circulação de diferentes expressões artísticas, com atividades de música, dança, teatro, literatura, manifestações tradicionais e rodas de conversa. A cooperação e o intercâmbio cultural integram esse trabalho, com ações voltadas ao diálogo entre o Brasil, países africanos e outros territórios da diáspora africana.
A preservação e a disseminação de acervos fazem parte das atribuições da Fundação. A Biblioteca Oliveira Silveira reúne obras e documentos relacionados à história, literatura, artes, patrimônio, relações étnico-raciais e à produção intelectual da população negra.
A instituição desenvolve atividades de organização, catalogação, conservação, restauração e digitalização desses materiais, além de iniciativas educativas e de incentivo à leitura e à pesquisa.
Também atua na produção e organização de informações sobre comunidades quilombolas e Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana, com o objetivo de contribuir para o conhecimento dessas realidades e para o planejamento de políticas públicas.
Com atuação em diferentes áreas, a Fundação Cultural Palmares reúne ações voltadas à cultura, à memória, ao patrimônio e aos direitos culturais. Da preservação de espaços históricos ao apoio às manifestações culturais, seu trabalho tem como referência a contribuição da população negra para a formação histórica, social e cultural do Brasil.
Copiar o textoNos 7 estados que terão tira-teima, Flávio Bolsonaro conta com aliados em 5 e Lula, em 4
Baixar áudioA disputa pela Presidência será decidida em segundo turno, no dia 25 de outubro, entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o o atual presidente Lula (PT), que terminaram o primeiro turno com 47,03% e 45,16% dos votos válidos, respectivamente — uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado apertado, as duas campanhas calculam de onde podem vir votos extras: dos candidatos derrotados na corrida presidencial, de outras figuras políticas e, sobretudo, dos governadores eleitos ou em disputa nos estados, que funcionam como "palanques" capazes de mobilizar a estrutura partidária e o eleitorado local.
O cenário estadual já está parcialmente definido. Vinte governadores foram eleitos ainda no primeiro turno — um recorde desde a redemocratização, superando os 18 de 2010, sendo cinco do PL e três do PT. O número pode chegar a 21 caso o TSE confirme a anulação dos votos de Garotinho no Rio de Janeiro, o que levaria Douglas Ruas (PL) a superar os 50% no primeiro turno e liquidar a fatura contra Eduardo Paes (PSD).
São sete as UFs que ainda terão segundo turno para governador: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins. O quadro de palanques favorece Flávio: o senador terá aliados diretos concorrendo em cinco delas (Acre, Amazonas, DF, Espírito Santo e Rio de Janeiro), enquanto Lula contará com candidatos em quatro (Amazonas, DF, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte). No Tocantins, nenhum dos dois presidenciáveis tem candidato próprio na disputa estadual, mas Flávio anunciou apoio à candidatura da Professora Dorinha (União) e aguarda gesto em reciprocidade.
Entre os estados já decididos, São Paulo concentra atenção especial. Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Flávio se reuniram nesta terça-feira (6) para articular o apoio formal de partidos à chapa do senador. O governador paulista foi reeleito com 62,65% dos votos válidos, 14.490.683 votos, estado onde o candidato do PL obteve 51,93% dos votos para presidente, contra 38,20% de Lula.
Para o cientista político Bruno Rizzi, da Fatto Inteligência Política, a falta de segundo turno na disputa para o governo do estado, que concentra cerca de 20% do eleitorado nacional, atrapalha os planos de ambos. "A ausência do segundo turno em São Paulo tem o mesmo impacto para Lula, pela ausência do palanque com Haddad. E para Tarcísio de Freitas, também fora do segundo turno, já eleito no primeiro turno, o impacto se dá diretamente para a figura de Flávio Bolsonaro, que também não terá o palanque para ser trabalhado”, afirma.
Na Bahia, o quarto maior colégio eleitoral, o quadro se inverte: o governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito com 55,73% dos votos válidos, 4.599.047 votos, contra ACM Neto (União Brasil). Na eleição presidencial no estado, Lula teve 66,16% dos votos no primeiro turno, ante 28,55% de Flávio.
Apesar da vantagem histórica do petismo na região, Rizzi alerta para a queda do desempenho do atual presidente no estado. “Lula conseguiu 4% a menos de votos do que ele próprio havia conseguido em 2022. Enquanto Flávio Bolsonaro conseguiu conquistar 4% a mais do que Jair, seu pai, havia conquistado. Apesar de uma larga vantagem construída e do favoritismo de Lula em manter grandes vantagens históricas nesse estado, é preciso que, em alguns estados-chave, haja um trabalho ainda maior para que a sua campanha consiga capturar e roubar votos de Flávio Bolsonaro”, analisa.
Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, também não poderia ficar fora da conta das duas campanhas. Cleitinho Azevedo (Republicanos) venceu o governo estadual com 55,4% dos votos válidos e 6.318.521 votos. No primeiro turno presidencial, Flávio venceu no estado com 48,24% dos votos, contra 43,32% de Lula — uma inversão do resultado de 2022, quando o petista havia vencido ali por margem semelhante.
Rizzi destaca o peso simbólico de Minas, onde o vencedor no estado também foi eleito presidente, e a volatilidade do eleitor, que migrou de escolha nos últimos anos. “No primeiro turno em 2022, Lula venceu o primeiro turno em Minas Gerais por cerca de 48% dos votos a 43% de Jair Bolsonaro. Já esse ano, o jogo inverteu e Flávio venceu Lula pelos 48% contra 43%. A campanha do petista enxerga que é possível buscar e reverter ao menos o resultado que obteve em 2022”, explica.
Fora do tabuleiro estadual, o apoio dos candidatos derrotados na disputa presidencial também entra no cálculo das campanhas. Juntos, Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado somaram mais de 8,7 milhões de votos no primeiro turno — mais do que a diferença de 2,2 milhões de votos entre Flávio e Lula. Depois do resultado, Caiado e o ex-presidente Michel Temer (MDB) já declararam apoio a Flávio, enquanto Romeu Zema (Novo) reafirmou a oposição ao PT sem citar o senador nominalmente. Cury e Renan Santos, por sua vez, optaram pela neutralidade, sem indicar voto a nenhum dos dois concorrentes.
Do lado do Palácio do Planalto, Lula convocou uma nova reunião nesta terça com ministros no Palácio do Planalto para discutir ajustes na comunicação e na mobilização de aliados. O conselho político da campanha já havia se encontrado em Brasília na segunda-feira (5), quando a campanha anunciou que pretende incorporar à equipe experiências de estados em que o PT teve desempenho considerado positivo no primeiro turno, caso do Ceará e do Piauí, que reelegeram governadores do partido, e de Minas Gerais, onde novas lideranças ganharam evidência.
Já a cúpula do PL se reuniu na mesma segunda-feira para distribuir funções e definir o tom da campanha de Flávio na reta final, mantendo o formato de quatro frentes usado no primeiro turno e estudando ampliar a participação do empresário Pablo Marçal. O senador também se encontrou com Tarcísio de Freitas em Brasília para discutir a unificação da base conservadora nos estados.
Além dos apoios formais e das alianças estaduais, resta às duas campanhas a disputa pelos mais de 33 milhões de eleitores que se abstiveram e pelos quase 6 milhões de votos em branco ou nulos no primeiro turno — um contingente que, segundo analistas, pode pesar tanto ou mais do que qualquer palanque ou endosso político na definição do resultado em 25 de outubro.
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Baixar áudioO sistema do associativismo brasileiro, liderado pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), lançou um manifesto em defesa da superação da polarização política e da construção de um governo voltado para “todos”.
O documento pode ser assinado por pessoas físicas e empresas, mediante CPF ou CNPJ, por meio do site da Rede Pauta Brasil. A plataforma também reúne a relação de signatários que aderiram ao manifesto e autorizaram a divulgação dos nomes.
Entre os apoiadores estão a Federação das Associações Empresariais do Maranhão (FAEM), a Associação Comercial e Empresarial do Espírito Santo (ACE-ES), a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Espírito Santo (Faciapes), a Associação das Empresas de Micro, Pequeno e Médio Porte do Estado do Rio Grande do Sul (Microempa), a Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA), além de outras associações, empresas e pessoas físicas de todas as regiões do Brasil.
O presidente da CACB, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, convocou as entidades do sistema associativista a aderirem ao manifesto.
“Queremos o maior número de adesões para mostrar representatividade do nosso sistema. Vamos dar as mãos e somar esse esforço. Quanto mais entidades assinarem o manifesto, mais força ganhamos para o futuro diálogo com o governo”, afirmou.
O presidente emérito da CACB, Guilherme Afif Domingos, classificou o documento como uma carta de princípios compartilhada pelo sistema associativista.
“O sistema de associativismo e as entidades que participam dele pensam desta forma. São os princípios que norteiam a nossa ação”, destacou.
O manifesto defende a superação da polarização política e a construção de um Brasil mais unido, com diálogo entre diferentes grupos da sociedade. O texto argumenta que as divisões políticas não contribuíram para resolver problemas como desemprego, custo de vida, educação e segurança, e afirma que o país deve priorizar o interesse coletivo.
A proposta apresentada coloca o cidadão no centro das ações do Estado e valoriza o trabalho, o empreendedorismo, a liberdade econômica, a propriedade privada e a geração de empregos. O manifesto destaca trabalhadores, pequenos empresários, produtores rurais e profissionais liberais como importantes agentes do desenvolvimento econômico.
O texto também ressalta a importância da independência e do respeito às atribuições de cada Poder da República. Defende que Executivo, Legislativo e Judiciário atuem dentro dos limites constitucionais, como forma de fortalecer as instituições e aumentar a confiança da população e dos investidores.
Outro ponto central é a defesa de um governo que represente todo o país, independentemente de região, classe social ou grupo político. O manifesto convoca lideranças que compartilham os valores de liberdade, responsabilidade e trabalho a se unirem em torno de um projeto comum e atribui ao próximo presidente o papel de conduzir essa convergência.
Por fim, o documento descreve o país que pretende construir: um Brasil com mais oportunidades de emprego, segurança, valorização do trabalho, melhores condições para pequenos empresários e respeito às diferenças de opinião.
O texto completo pode ser conferido na íntegra no site da Rede Pauta Brasil.
O presidente da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), Leonardo Miguel Severini, afirmou que a entidade, da qual a CACB é signatária, está à disposição para contribuir com o encaminhamento de pautas de interesse do setor produtivo.
“Principalmente o aumento da produtividade, que vai pelos alicerces da infraestrutura, da capacitação e da desburocratização do nosso país. Nossos princípios são básicos: liberdade econômica, segurança jurídica e, acima de tudo, segurança pública”, destacou.
A presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), vinculado à CACB, Ana Cláudia Badra Cotait, também celebrou a mobilização das entidades e manifestou apoio ao documento. Segundo ela, o CMEC pretende ampliar a divulgação do manifesto para estimular novas adesões.
“Eu estou muito feliz com a rede toda unida. Nós vamos também postar na rede inteira do CMEC esse manifesto para as pessoas aderirem”, ressaltou.
O presidente da Federação das Associações Comerciais, Industriais, Empresariais e Agropecuárias do Estado de Goiás (Facieg), Márcio Luís, destacou a importância de o setor produtivo defender os interesses de trabalhadores, empresários e empreendedores.
“Nós temos que ter uma postura muito firme também a favor de quem trabalha, de quem produz, de quem empreende. Nós temos que ter essa representatividade”, afirmou.
O presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Elson Otto, também manifestou apoio às diretrizes do documento e afirmou que a entidade pretende ampliar a divulgação do manifesto no estado.
“Nós temos um papel muito importante e nós vamos difundir e propagar esse manifesto por toda Santa Catarina”, afirmou.
Já o presidente da Associação Comercial de Maceió (ACMaceió), Kennedy Calheiros, destacou o princípio de união defendido pelo manifesto e ressaltou a importância da contribuição de trabalhadores e empresários para o desenvolvimento do país.
“O Brasil é um só, o Brasil é nosso, é de quem faz. O empresário que põe o dinheiro não é diferente do trabalhador que põe o seu suor. Todos são empreendedores; um empreende com suas próprias mãos de trabalho e outros empreendem com os seus recursos”, afirmou.
Durante a apresentação do documento às entidades associativistas, o vice-presidente da CACB e presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Valmir Rodrigues, alertou para os impactos da implementação da Reforma Tributária sobre micro e pequenas empresas.
Segundo ele, ainda faltam sistemas, alíquotas e condições adequadas para que as empresas realizem a transição sem riscos de multas e prejuízos.
“É impossível as micro e pequenas empresas aplicarem a Reforma Tributária a partir de janeiro. Ou essa reforma vai ter que ser prorrogada no mínimo um ano ou nós vamos ver um número enorme de micro e pequenas empresas sendo fechadas”, afirmou.
O diretor-geral e fundador da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), Paulo de Tarso Petroni, também demonstrou preocupação com atrasos no cronograma, indefinições sobre alíquotas e impactos da implementação da reforma, especialmente para pequenas empresas.
“Na última sexta-feira (2), houve novamente um adiamento da definição das alíquotas do Imposto Seletivo, o que impacta a partir de janeiro, não apenas as empresas e os setores alocados no Imposto Seletivo, mas toda a economia”, destacou.
Em outra avaliação, o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Acre (Federacre), Rubenir Nogueira Guerra, defendeu a continuidade da implementação da Reforma Tributária. Para ele, mudanças no sistema tributário são discutidas e adiadas há décadas e eventuais problemas identificados durante a implementação poderão ser corrigidos posteriormente.
“Essa mudança pode não ser a melhor, mas tá aí e vamos fazer. Tudo no começo vai trazer um trauma, mas depois vai se ajustando. Vamos colocar essa reforma tributária para funcionar”, afirmou.
Após o resultado do segundo turno das eleições, o sistema associativista pretende apresentar ao próximo presidente da República um documento com propostas para diferentes áreas de interesse do setor.
Segundo Afif Domingos, as entidades pretendem utilizar sua articulação com o Congresso Nacional para defender mudanças e acelerar a tramitação de reformas consideradas prioritárias.
“Utilizaremos a nossa força e influência perante os parlamentares, para facilitar o processo de reformas. E reformas se fazem no primeiro ano de governo. Se passar um ano de governo, as coisas ficam mais difíceis. Então, nós precisamos saber o que queremos logo de saída, para que a gente possa ter as modificações”, concluiu.
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Copiar o textoBrasil ficou em segundo lugar na classificação geral da competição realizada em Xangai
Baixar áudioMais de 80% dos brasileiros que conquistaram medalhas na WorldSkills Shanghai 2026 estudaram o Ensino Fundamental, do 1º ao 9º ano, em escolas públicas. Dos 41 medalhistas da delegação brasileira, 33 passaram pela rede pública nessa etapa da educação, enquanto oito estudaram em escolas particulares.
A competição foi realizada em Xangai, na China, entre 22 e 27 de setembro, e reuniu cerca de 1,4 mil competidores de 70 países. Na classificação geral por pontos, o Brasil terminou em segundo lugar, atrás apenas da China. Os brasileiros conquistaram duas medalhas de prata, seis de bronze e 29 medalhas de excelência.
Entre os 71 competidores que representaram o país na competição, 76% vieram da rede pública de ensino. Os dados mostram a presença da formação técnica na trajetória educacional de jovens que chegaram à etapa internacional da WorldSkills.
No Brasil, a preparação para a competição é conduzida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).
Segundo o diretor-geral do SENAI, Leone Andrade, os resultados evidenciam a importância da integração entre a educação básica e a educação profissional.
“Quando conectamos a escola pública às trilhas técnicas do SENAI, ampliamos o acesso, desenvolvemos competências de alto nível e criamos caminhos concretos para o emprego de qualidade. Nosso compromisso é ampliar essas parcerias com estados e municípios, para que mais estudantes transformem potencial em carreira”, destaca.
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Na avaliação do superintendente de Educação Profissional e Superior do SENAI, Carlos Braguini, o desempenho dos participantes brasileiros reforça que a experiência desses jovens não se limita à participação na competição.
“Ter 33 dos nossos 41 estudantes medalhistas vindos de escolas públicas mostra a força da integração entre a educação pública e a formação profissional de excelência. Esse é o compromisso do SENAI: formar pessoas com autonomia para transformar suas vidas e contribuir para um país mais produtivo e com mais oportunidades”, pontua.
“É um país com muitos talentos espalhados de norte a sul do Brasil, que comprovam que ao receber educação de qualidade amplificam a sua capacidade de brilhar, seja numa competição internacional como essa, seja dentro do Brasil, seja na própria família, onde ao estudarem, ao irem para o mundo do trabalho e ao continuarem os estudos têm mais acesso à renda, ao trabalho, à emancipação e à autonomia”, complementa.
Braguini considera ainda o ensino técnico e profissionalizante como um caminho para a inserção dos jovens no mercado de trabalho e para o desenvolvimento de talentos. Segundo ele, a formação também permite que os estudantes façam escolhas mais conscientes sobre suas carreiras.
Para o superintendente, a experiência prática adquirida durante a formação ajuda a dar sentido à continuidade dos estudos e aproxima o aprendizado na graduação e na pós-graduação dos desafios encontrados no trabalho.
Os jovens brasileiros que participaram da WorldSkills têm entre 18 e 24 anos. A delegação enviada a Xangai foi a maior já formada pelo Brasil na história da competição e teve representantes nas 64 ocupações disputadas.
A seleção começou nas escolas e passou por etapas estaduais e pela disputa nacional. As provas foram elaboradas com base em situações relacionadas aos desafios encontrados no mercado de trabalho. Os competidores selecionados chegaram à etapa internacional para representar o Brasil na competição.
Vale destacar que aproximadamente 66% dos participantes são oriundos da gratuidade regimental, que garante vagas sem custo em cursos de educação profissional financiados pelo SENAI.
Ao todo, a comitiva brasileira contou com 209 pessoas. Do total, 71 são competidores — 62 do SENAI e nove do Senac —, 64 são experts, profissionais que atuaram como técnicos e árbitros; seis são team leaders, responsáveis pela organização dos grupos e pelos processos burocráticos; e 46 são intérpretes e tradutores, além das equipes de apoio técnico e comunicação.
O SENAI atua na formação profissional e na área de inovação tecnológica. Desde a fundação, em 1942, a instituição já qualificou mais de 95,3 milhões de trabalhadores.
Presente nos 26 estados e no Distrito Federal, o SENAI disponibiliza cursos técnicos, de aprendizagem, graduação e pós-graduação, além de soluções em tecnologia para a indústria.
A instituição registra mais de 3,2 milhões de matrículas por ano e mantém uma rede de 1.034 unidades escolares.
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Baixar áudioO mais recente balanço do Cemaden, referente a setembro de 2026, sobre o risco de seca na agricultura familiar acende o sinal de alerta para as lavouras que iniciaram a semeadura em julho e encerram o seu ciclo em setembro. Segundo o órgão, 170 municípios brasileiros foram mapeados com risco alto de seca distribuídos entre as regiões Nordeste com 131, Norte com 34 e Centro-Oeste com 5. E outros 27 alcançaram o patamar de risco muito alto, sendo 26 no Nordeste e 1 no Norte. O cenário gera forte apreensão para os cultivos de sequeiros não irrigados de milho e feijão.
Em comparação com o mesmo período de 2025, houve um salto na gravidade dos dados para as lavouras iniciadas em julho, quando o país contava com 32 municípios em risco alto e nenhum em risco muito alto. Por outro lado, para os plantios mais recentes iniciados em agosto e setembro de 2026, observou-se uma redução no número de municípios com risco alto e moderado nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste em relação ao ano anterior. A exceção fica por conta da região Norte, que registrou aumento na severidade e no número de municípios afetados pela seca moderada e severa, com destaque para o estado do Amazonas.
A Região Nordeste sobressai como a área de maior vulnerabilidade dentro desse ciclo agrícola. Ao todo, 157 municípios nordestinos estão enquadrados nos níveis mais graves de monitoramento, somando 131 cidades em risco alto e 26 no nível muito alto de perda de safra. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citados no relatório mostram impactos diretos na produção de culturas como o feijão-caupi, feijão cores e o milho em estados como Paraíba, Bahia, Piauí, Alagoas e Pernambuco, onde o estresse hídrico nas fases de floração e enchimento de grãos reduziu o potencial produtivo.
O monitoramento da severidade é realizado por meio do Índice Integrado de Seca (IIS), que combina o indicador de chuva (SPI1), a anomalia de umidade do solo a um metro de profundidade e o Índice de Saúde da Vegetação (VHI). A identificação detalhada das cidades sob risco crítico fornece subsídios técnicos fundamentais para direcionar ações preventivas, orientar o planejamento agrícola e apoiar as comunidades rurais mais atingidas pela estiagem.
A metodologia do IIS combina dados hidroclimáticos para inferir perdas na produção. Secas nas categorias entre moderada e excepcional sinalizam diferentes níveis de impacto:
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Baixar áudioOito em cada dez municípios da Região Norte que participaram de estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) não têm conselho de políticas sobre drogas. Dos 92 municípios entrevistados pela entidade, apenas quatro informaram que o conselho está ativo, enquanto outros seis possuem a estrutura, mas sem funcionamento, e dois não responderam.
Os municípios que possuem um Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad) estão localizados no Tocantins (1), Amazonas (1) e Pará (2).
O estudo da CNM investigou a implementação da política sobre drogas nos municípios brasileiros em todas as regiões do país.
Na Região Norte, o levantamento identificou que a maioria dos municípios considerados pela pesquisa ainda não conta com estruturas específicas para formular e acompanhar políticas públicas sobre drogas.
O estudo também aponta dificuldades na existência de outros instrumentos de gestão. 66 dos 92 municípios não têm plano de políticas sobre drogas, documento que estabelece diretrizes e ações para enfrentar o problema no âmbito municipal.
O levantamento faz parte de estudo nacional da CNM sobre a implementação da política sobre drogas nos municípios brasileiros. A pesquisa ouviu municípios de todas as regiões do país e analisou, entre outros aspectos, a existência de conselhos, planos, fundos específicos e fontes de financiamento.
A situação também se repete quando o assunto é financiamento. Dos 92 municípios da Região Norte considerados na análise, 84 afirmaram que não possuem fundo específico para políticas sobre drogas. Entre as fontes de recursos utilizadas pelos municípios, 69 citaram recursos próprios. Apenas um município, localizado em Roraima, informou utilizar recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad).
Os dados mostram ainda diferenças dentro da própria Região Norte. No Pará, 27 municípios entrevistados não possuem conselho de políticas sobre drogas. No Amazonas, 10 dos municípios que participaram da pesquisa não tem essa estrutura.
Considerando o cenário total do estudo, 88,1% dos municípios – o equivalente a 4.906 entes na amostra extrapolada – indicaram não possuir um fundo específico. Por outro lado, apenas 2,5% dos municípios do país possuem um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes na amostra.
Em relação à ausência de conselhos municipais específicos, apenas 10,9% dos municípios possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e somente cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Além disso, 72,2% dos entes pesquisados afirmam não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.
Para a CNM, embora os municípios aparentem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação das ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, diz a entidade em um trecho do estudo.
No estudo, a Confederação destacou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas.
O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.
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Baixar áudioMulheres vítimas de violência doméstica que precisarem se afastar do trabalho por determinação judicial poderão receber pagamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por até seis meses. A medida foi estabelecida em parecer vinculante aprovado pelo governo federal e regulamenta decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com a nova orientação, a medida protetiva determinada pela Justiça será suficiente para garantir o pagamento às seguradas do Regime Geral de Previdência Social. Não será necessária uma nova perícia médica nem uma análise do INSS sobre a necessidade do afastamento. A autarquia deverá apenas verificar se a mulher possui a condição de segurada.
A regra vale quando a Justiça determinar o afastamento do local de trabalho como medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha. O período de afastamento pode chegar a seis meses, conforme o prazo definido na decisão judicial.
Para trabalhadoras com vínculo empregatício, os 15 primeiros dias de afastamento ficam sob responsabilidade do empregador. Depois desse período, o pagamento passa a ser custeado pelo INSS. Para seguradas que não possuem relação de emprego, como contribuintes individuais, facultativas e seguradas especiais, o benefício é pago integralmente pelo instituto.
O pagamento não exige período de carência, não há desconto de contribuição previdenciária sobre o valor recebido e o período de afastamento é contabilizado como tempo de contribuição para a aposentadoria.
A medida também prevê atendimento prioritário e sigiloso às vítimas, inclusive pelos canais do Meu INSS. O Ministério da Previdência Social e o INSS devem regulamentar os procedimentos para esse tipo de pagamento.
Nos casos em que a mulher não é segurada da Previdência Social, o STF determinou que a prestação tenha natureza assistencial. Nessa situação, o pagamento deverá ser feito pelo estado, Distrito Federal ou município indicado pela Justiça.
O parecer também estabelece que o INSS poderá cobrar dos agressores, por meio de ação judicial, os valores pagos às vítimas. A medida busca evitar que a falta de renda seja mais um obstáculo para que mulheres vítimas de violência doméstica consigam se afastar do agressor e do ambiente de trabalho onde possam estar expostas.
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Baixar áudioO candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) anunciou nesta segunda-feira (5) que desistiu do recurso apresentado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar permanecer na disputa.
Com a retirada do recurso, os votos atribuídos a ele deverão ser anulados, abrindo caminho para que Douglas Ruas (PL), que recebeu 49,27% dos votos, alcance mais de 50% dos votos válidos e seja declarado vencedor ainda no primeiro turno. Garotinho obteve 274.411 votos, o equivalente a 3,17% dos votos válidos, e terminou a eleição de domingo (4) como o terceiro candidato mais votado.
O segundo candidato mais votado foi o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), com 42,76% dos votos. Paes se manifestou nas redes sociais sobre a decisão de Garotinho e disse haver “uma clara interferência no processo eleitoral” para impedir a realização do segundo turno para o governo do estado do Rio de Janeiro, marcado para o dia 25.
Eduardo Paes disse ainda que o movimento “é um jogo ensaiado”, já denunciado por sua campanha.
Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral informou que “não se manifesta sobre temas ou casos que possam vir a ser ou são objetos de análise na Justiça Eleitoral. Isso é feito somente nos autos processuais”.
Nesta terça-feira (6), o Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parecer favorável ao pedido de Anthony Garotinho de desistir do recurso apresentado ao tribunal.
Se a desistência for homologada, os votos recebidos por Garotinho serão anulados definitivamente, podendo levar à eleição de Douglas Ruas (PL) para o governo do estado no primeiro turno.
Com o parecer em mãos, o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do caso, vai decidir se a desistência será homologada ou se o caso será levado para deliberação no plenário do TSE.
Durante toda a apuração, os votos destinados a Garotinho foram registrados no sistema do TSE como “sub judice”, em razão da situação jurídica de sua candidatura.
Na antevéspera da eleição, em 2 de outubro, o ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques havia determinado que os votos recebidos por Garotinho fossem anulados.
O nome do candidato, no entanto, apareceu nas urnas eletrônicas porque a decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que havia indeferido seu registro de candidatura, foi tomada depois do fechamento do sistema utilizado nos equipamentos.
Em setembro, o TRE-RJ considerou Garotinho inelegível em razão de uma condenação por ato doloso de improbidade administrativa, proferida em 2018.
Ao negar o registro de candidatura para a eleição de 2026, o tribunal também apontou a aplicação da Lei da Ficha Limpa. A legislação prevê hipóteses de inelegibilidade por oito anos para pessoas condenadas por órgão judicial colegiado por ato doloso de improbidade administrativa que resulte, simultaneamente, em lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.
Anthony Garotinho governou o Rio de Janeiro entre 1999 e 2002. Ao fim do mandato, foi sucedido por sua mulher, Rosinha Garotinho, que comandou o estado entre 2003 e 2007.
Com a desistência do recurso no TSE e a consequente anulação dos votos recebidos por Garotinho, a definição do resultado da eleição para o governo do Rio passa a depender da nova distribuição dos votos válidos.
Com informações da Agência Brasil
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Baixar áudioDos 385 municípios do Nordeste considerados em estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 293 não possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas, o equivalente a 76% dos participantes da pesquisa. O levantamento foi organizado em cinco categorias: ambiente institucional, planejamento e gestão, financiamento, implementação da política e realidade local.
A pesquisa identificou baixa presença de Conselhos Municipais de Políticas sobre Drogas. Dos 385 municípios consultados, 327 não possuem o conselho, enquanto 25 informaram ter a estrutura ativa e 22 disseram que o conselho existe, mas está inativo. Outros 11 municípios não responderam.
Entre os estados nordestinos, Alagoas apresentou o maior percentual de municípios sem conselho: os 23 participantes da pesquisa informaram não possuir a estrutura. Em Pernambuco, 41 dos 43 municípios consultados não têm conselho. Na Bahia, são 91 dos 100 participantes.
Além da ausência de conselhos, o estudo aponta dificuldades na elaboração de instrumentos de planejamento. Dos municípios nordestinos consultados, 293 não possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas. Outros 33 informaram que o documento está em elaboração.
Entre os que possuem plano, 30 disseram ter um documento vigente e atualizado, com o maior número registrado na Bahia, sendo 8.
Já quatro têm plano vigente, mas desatualizado, sendo Bahia, Paraíba e Alagoas; e dois possuem um plano que não está mais em vigor – sendo um município baiano e um paraibano.
A falta de estruturas específicas também aparece na área de financiamento. 350 dos 385 municípios pesquisados no Nordeste não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas. Seis informaram ter fundo ativo e estão localizados na Bahia, Maranhão, Ceará e Sergipe. Outros cinco possuem a estrutura, mas ela está inativa: dois na Bahia e dois no Ceará e um na Paraíba.
Os recursos próprios dos municípios são a principal fonte de financiamento mencionada na região, sendo que 312 municípios ou 81% dos participantes citaram o orçamento municipal entre as fontes utilizadas. Já o Fundo Nacional Antidrogas, o Funad, foi mencionado por apenas 10 municípios, com exceção de municípios localizados no Piauí e no Rio Grande do Norte participantes da pesquisa.
Emendas parlamentares aparecem entre as fontes de financiamento citadas por 31 municípios, enquanto 23 mencionaram transferências estaduais.
Apesar das limitações na estrutura institucional e no financiamento, a maioria dos municípios participantes afirma enfrentar problemas relacionados à circulação de drogas. 325 dos 385 municípios consultados, ou 84%, responderam que enfrentam esse tipo de situação.
Entre os municípios que relataram problemas, 35% classificaram o nível como alto, 45% como médio e 18% como baixo.
Mesmo diante desse cenário, os municípios desenvolvem ações relacionadas à política sobre drogas. A prevenção, com campanhas educativas, oficinas e palestras, é citada por 87% dos participantes.
No total do estudo, 88,1% dos municípios – o equivalente a 4.906 entes na amostra extrapolada – indicaram que não tem um fundo específico. Por outro lado, apenas 2,5% dos municípios têm um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes na amostra.
Em relação à ausência de conselhos municipais específicos, apenas 10,9% dos municípios dispõem de Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e apenas cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Além disso, 72,2% dos entes pesquisados afirmam não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.
Para a CNM, embora os municípios demonstrem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação das ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, diz a entidade em um trecho do estudo.
No levantamento, a Confederação destacou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas.
O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.
Copiar o textoOscilação nos preços do café, açúcar e milho marca a abertura dos negócios em São Paulo
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (7) em leve alta de 0,02%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.568,95 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve alta de 1,13%, sendo comercializado a R$ 976,94.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 1.568,95 | 0,02% | -0,50% | 315,05 |
| 05/10/2026 | 1.568,56 | -0,22% | -0,53% | 314,59 |
| 02/10/2026 | 1.572,01 | -0,34% | -0,31% | 301,33 |
| 01/10/2026 | 1.577,42 | 0,04% | 0,04% | 302,30 |
| 30/09/2026 | 1.576,85 | 0,82% | -9,81% | 304,82 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 976,94 | 1,13% | -0,87% | 196,17 |
| 05/10/2026 | 966,00 | -2,66% | -1,98% | 193,74 |
| 02/10/2026 | 992,41 | 2,05% | 0,70% | 190,23 |
| 01/10/2026 | 972,44 | -1,32% | -1,32% | 186,36 |
| 30/09/2026 | 985,47 | 1,90% | -3,59% | 190,5 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,16% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 122,58.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 122,58 | -0,16% | 1,21% | 24,62 |
| 05/10/2026 | 122,78 | -0,48% | 1,37% | 24,62 |
| 02/10/2026 | 123,37 | 1,77% | 1,86% | 23,65 |
| 01/10/2026 | 121,23 | 0,09% | 0,09% | 23,23 |
| 30/09/2026 | 121,12 | -0,12% | 6,48% | 23,41 |
Em Santos (SP), houve recuo de 0,54%, e a mercadoria é negociada a R$ 135,02 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 135,02 | -0,54% | 7,48% | 27,17 |
| 05/10/2026 | 135,75 | -1,16% | 8,06% | 27,23 |
| 02/10/2026 | 137,34 | 3,92% | 9,33% | 26,29 |
| 01/10/2026 | 132,16 | 5,21% | 5,21% | 25,38 |
| 30/09/2026 | 125,62 | -1,29% | -1,77% | 24,25 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,23 após leve baixa de 0,04%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 67,23 | -0,04% | -2,10% | 13,50 |
| 05/10/2026 | 67,26 | -1,85% | -2,05% | 13,49 |
| 02/10/2026 | 68,53 | -0,07% | -0,20% | 13,14 |
| 01/10/2026 | 68,58 | -0,13% | -0,13% | 13,14 |
| 30/09/2026 | 68,67 | -0,77% | -2,22% | 13,28 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoCotações do boi gordo, frango e suíno registram valorização no mercado atacadista
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,08% nesta quarta-feira (7). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 373,25.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 373,25 | 0,08% | 2,46% | 74,95 |
| 05/10/2026 | 372,95 | 0,82% | 2,37% | 74,80 |
| 02/10/2026 | 369,90 | 0,93% | 1,54% | 70,90 |
| 01/10/2026 | 366,50 | 0,60% | 0,60% | 70,24 |
| 30/09/2026 | 364,30 | 0,34% | 5,78% | 70,42 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,32 e o do resfriado a R$ 8,33.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 8,32 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,32 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,33 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,30 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,30 | -0,12% | 13,39% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 8,33 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,33 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,34 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,31 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,31 | 0,36% | 13,99% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 5,80% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,12.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,56.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 9,12 | 5,80% | 7,29% |
| 05/10/2026 | 8,62 | 3,11% | 1,41% |
| 02/10/2026 | 8,36 | -1,65% | -1,65% |
| 01/10/2026 | 8,50 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,50 | 0,00% | 16,28% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | MG - posto | 6,34 | 0,79% | 3,26% |
| 06/10/2026 | PR - a retirar | 5,63 | 1,81% | 4,84% |
| 06/10/2026 | RS - a retirar | 5,59 | 1,27% | 6,07% |
| 06/10/2026 | SC - a retirar | 5,56 | 1,28% | 5,90% |
| 06/10/2026 | SP - posto | 6,31 | 3,27% | 9,17% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoSoja cai no Paraná e preço do trigo apresenta divergência no Sul do país
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia a quarta-feira (7) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta baixa de 1,79%, com a saca negociada a R$ 147,20. Em Paranaguá, o recuo foi de 1,53%, levando a cotação para R$ 155,67.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 147,20 | -1,79% | -4,98% | 29,56 |
| 05/10/2026 | 149,89 | -2,73% | -3,24% | 30,06 |
| 02/10/2026 | 154,10 | -0,16% | -0,52% | 29,54 |
| 01/10/2026 | 154,35 | -0,36% | -0,36% | 29,58 |
| 30/09/2026 | 154,91 | 0,66% | 2,38% | 29,95 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 147,20 | -1,79% | -4,98% | 29,56 |
| 05/10/2026 | 149,89 | -2,73% | -3,24% | 30,06 |
| 02/10/2026 | 154,10 | -0,16% | -0,52% | 29,54 |
| 01/10/2026 | 154,35 | -0,36% | -0,36% | 29,58 |
| 30/09/2026 | 154,91 | 0,66% | 2,38% | 29,95 |
Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e recua no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.526,89. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.459,09.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 1.459,09 | 0,52% | 0,59% | 292,99 |
| 05/10/2026 | 1.451,52 | -0,21% | 0,06% | 291,12 |
| 02/10/2026 | 1.454,52 | 0,27% | 0,27% | 278,80 |
| 01/10/2026 | 1.450,60 | 0,00% | 0,00% | 278,00 |
| 30/09/2026 | 1.450,60 | 0,21% | 7,53% | 280,42 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 1.526,89 | -1,57% | -1,13% | 306,61 |
| 05/10/2026 | 1.551,32 | -0,15% | 0,45% | 311,13 |
| 02/10/2026 | 1.553,71 | 1,00% | 0,61% | 297,82 |
| 01/10/2026 | 1.538,31 | -0,39% | -0,39% | 294,81 |
| 30/09/2026 | 1.544,33 | 0,49% | 6,04% | 298,54 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO euro, por sua vez, encerrou o dia cotado a R$ 5,60
Baixar áudioO dólar comercial encerrou a terça-feira (6) com recuo de 0,55%, cotado a R$ 4,97, em reação ao resultado do primeiro turno das eleições.
Pela manhã, a moeda norte-americana registrou recuo de 1,11%, sendo cotada a R$ 4,94, o menor valor verificado durante os pregões nos últimos cinco meses. O movimento dá continuidade ao ritmo do dia anterior, que marcou a primeira reação do mercado após o primeiro turno das eleições brasileiras, no qual Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP).
De acordo com analistas do UBS BB, a taxa de câmbio tende a se estabilizar próxima de R$ 5,00 no curto prazo. Contudo, o banco projeta que, se o cenário do segundo turno confirmar a tendência de domingo e as cotações de petróleo permanecerem favoráveis, a moeda brasileira pode se valorizar, levando o dólar para a faixa entre R$ 4,50 e R$ 4,60 em um horizonte de três a seis meses.
O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,87 pontos.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,60.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2008 | 0,1783 | 0,1512 | 31,7606 | 0,1670 | 0,2854 | 0,2875 |
| USD | 4,9796 | 1 | 0,8881 | 0,7532 | 158,15 | 0,8317 | 1,4210 | 1,4319 |
| EUR | 5,6088 | 1,1260 | 1 | 0,8481 | 178,07 | 0,9364 | 1,5999 | 1,6123 |
| GBP | 6,6141 | 1,3277 | 1,1792 | 1 | 209,97 | 1,1042 | 1,8865 | 1,9011 |
| JPY | 0,0315 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0048 | 1 | 0,5259 | 0,0090 | 0,0091 |
| CHF | 5,9873 | 1,2024 | 1,0679 | 0,9057 | 190,17 | 1 | 1,7087 | 1,7218 |
| CAD | 3,5040 | 0,7037 | 0,6249 | 0,5301 | 111,30 | 0,5853 | 1 | 1,0077 |
| AUD | 3,4786 | 0,6984 | 0,6203 | 0,5260 | 110,45 | 0,5808 | 0,9924 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o texto
Baixar áudioO Ministério da Cultura (MinC) irá publicar, na próxima segunda-feira (28), a Portaria MinC nº 319, de 25 de setembro de 2026, que traz alterações em dispositivos da Portaria MinC nº 243/2025, trazendo maior clareza e objetividade aos critérios para a aferição da execução dos recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura e aperfeiçoando os procedimentos de monitoramento das ações realizadas por estados, Distrito Federal e municípios.
Dentre as principais mudanças, a norma detalha que a comprovação da execução mínima de 60% dos recursos recebidos será baseada na efetiva saída dos valores da conta do Ciclo 2 para finalidades da Política. Não se trata de mudança nas regras de aferição, e sim de maior explicação acerca do cálculo realizado. Neste sentido, a portaria explica que não são considerados como execução, por exemplo, aplicações financeiras, bloqueios judiciais, transferências entre contas da mesma titularidade ou repasses a outros órgãos sem comprovação de utilização dos recursos nas ações da Política.
A atualização consolida uma prática já adotada, portanto, não haverá alteração no percentual de execução de nenhum ente. A mudança atende a uma demanda histórica dos gestores que passam a ter uma aferição mais segura e precisa da execução.
A portaria também detalha o resultado da aferição realizada pelo MinC, que passará a classificar os entes federativos como habilitados, não habilitados ou em diligência, conforme o percentual executado e a regularidade das movimentações financeiras identificadas. Os entes que não passarem na aferição poderão apresentar recurso no prazo de 20 dias após a divulgação da aferição. O mesmo prazo vale para que os entes classificados como em diligência apresentem justificativas e documentos que comprovem a destinação dos recursos às finalidades da Política.
Outro destaque é a alteração das regras relativas ao monitoramento das informações registradas na plataforma CultBR. Com a nova redação, os entes federativos deverão validar, a cada doze meses a partir do recebimento dos recursos, as informações inseridas na plataforma, por meio de relatório gerado pelo próprio sistema. Nessa etapa, será possível atualizar dados, complementar informações e apresentar justificativas sobre documentos e registros já encaminhados, fortalecendo a qualidade das informações e o acompanhamento contínuo da execução da política.
A medida busca tornar mais eficiente o processo de monitoramento da Política Nacional Aldir Blanc, ampliando a transparência, a segurança jurídica e a confiabilidade das informações prestadas pelos entes federativos ao longo da execução dos recursos.
O MinC ressalta que os entes federativos devem manter atualizadas, no CultBR, as informações sobre todos os editais lançados e seus respectivos resultados.
Copiar o textoVolume total negociado na B3 foi de R$ 58.062.431.354, em meio a 6.546.628 de negócios
Baixar áudioO principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão desta terça-feira (6) em baixa de 0,52%, atingindo os 205.835,29 pontos.
No fechamento da sessão, de acordo com Bora Investir (B3), o Ibovespa registrou sua pontuação máxima em 209.522,60 pontos e atingiu a mínima de 204.725,23 pontos ao longo do dia.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 58.062.431.354, em meio a 6.546.628 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3067, de 06/10/2026, foram: 01 - 04 - 17 - 33 - 41 - 52.
01 - 04 - 17 - 33 - 41 - 52
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:31. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3067 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (06/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (08/10/2026), com prêmio estimado em R$ 100.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 71.207.160,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3066.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3798, de 06/10/2026, foram: 01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 14 - 18 - 19 - 20 - 23.
01 - 02 - 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 14 - 18 - 19 - 20 - 23
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:31. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3798 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (06/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Três apostas acertaram as 15 dezenas e cada uma levou R$ 1.584.075,31. Os bilhetes premiados foram registrados em Fortaleza/CE, Guarulhos/SP e Mogi das Cruzes/SP.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3799, que será realizado na quarta-feira, 7 de outubro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 32.609.892,00.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48,00 |
|
17 |
R$ 408,00 |
|
18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Redação Brasil 61
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Baixar áudioA Região Sul terá uma quarta-feira (7) de temperaturas amenas, muita nebulosidade e possibilidade de chuva. As três capitais apresentam previsão de céu encoberto ou com muitas nuvens, além de condições para pancadas de chuva em diferentes períodos.
Em Curitiba, no Paraná, a temperatura varia entre 15°C e 21°C. A manhã será de muitas nuvens e, durante a tarde, há previsão de pancadas de chuva isoladas. À noite, podem ocorrer pancadas acompanhadas de trovoadas isoladas.
Em Florianópolis, Santa Catarina, os termômetros ficam entre 17°C e 22°C. A capital terá muitas nuvens durante boa parte do dia, com possibilidade de chuva isolada à tarde. A umidade relativa do ar permanece elevada, podendo chegar a 100%.
Já Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, terá mínima de 17°C e máxima de 25°C. A previsão indica muitas nuvens pela manhã e à tarde, com possibilidade de chuva isolada durante a noite. Os ventos devem ser fracos a moderados, com rajadas.
O cenário aponta para uma quarta-feira de tempo mais fechado e temperaturas baixas para os padrões de outras regiões do país, especialmente no Paraná e em Santa Catarina. A combinação de nebulosidade e umidade mantém a possibilidade de chuva em diferentes momentos do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma quarta-feira (7) de temperaturas elevadas, muitas nuvens e possibilidade de chuva em diferentes pontos. O calor será mais intenso em Mato Grosso, enquanto as demais capitais terão máximas próximas ou acima dos 30°C.
Em Cuiabá, no Mato Grosso, os termômetros ficam entre 23°C e 37°C. A manhã será de poucas nuvens, mas a nebulosidade aumenta durante a tarde, quando há possibilidade de chuva isolada. À noite, o céu permanece com muitas nuvens.
Goiânia, em Goiás, terá mínima de 19°C e máxima de 31°C. A previsão indica muitas nuvens durante a manhã, possibilidade de chuva isolada à tarde e chuva isolada novamente durante a noite.
Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a temperatura varia de 19°C a 30°C. A capital terá muitas nuvens durante a manhã, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde. À noite, a nebulosidade permanece.
Já Brasília terá temperaturas entre 19°C e 28°C. O céu fica com muitas nuvens pela manhã e durante a tarde, enquanto a noite deve apresentar poucas nuvens. A umidade relativa do ar varia de 30% a 70%.
O cenário mostra uma quarta-feira com calor e umidade suficientes para favorecer a formação de áreas de instabilidade, principalmente durante os períodos mais quentes do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma quarta-feira (7) de muitas nuvens e possibilidade de chuva, especialmente em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. As temperaturas ficam mais amenas em algumas áreas, mas ainda podem chegar aos 31°C.
Em Belo Horizonte, Minas Gerais, a temperatura varia entre 17°C e 31°C. A manhã terá muitas nuvens, enquanto a tarde deve ser marcada por pancadas de chuva e trovoadas. Durante a noite, ainda há possibilidade de chuva isolada.
No Rio de Janeiro, os termômetros ficam entre 20°C e 30°C. A capital terá muitas nuvens e previsão de pancadas de chuva e trovoadas pela manhã, à tarde e à noite. Os ventos podem variar de fracos a moderados, com rajadas.
São Paulo terá um dia mais frio, com mínima de 17°C e máxima de 22°C. A previsão indica muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas pela manhã, além de pancadas isoladas durante a tarde e chuva isolada à noite. A umidade relativa do ar pode chegar a 100%.
Em Vitória, no Espírito Santo, a temperatura varia de 21°C a 31°C. A previsão aponta muitas nuvens durante todo o dia, com ventos fracos a moderados e possibilidade de rajadas à tarde e à noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma quarta-feira (7) marcada pelo calor, presença de muitas nuvens e possibilidade de chuva em diferentes pontos. As temperaturas permanecem elevadas, principalmente no interior da região. Entre as capitais, as maiores máximas chegam a 37°C.
Em Boa Vista (RO), a temperatura varia entre 27°C e 37°C. A previsão indica muitas nuvens pela manhã, possibilidade de chuva isolada à tarde e nebulosidade durante a noite. Em Manaus (AM), os termômetros ficam entre 26°C e 36°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã, pancadas de chuva à tarde e nova possibilidade de chuva durante a noite.
Em Porto Velho (RO), a mínima será de 24°C e a máxima de 35°C. O dia começa com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, enquanto a tarde pode ter pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas. À noite, ainda há possibilidade de chuva.
No Acre, Rio Branco terá temperaturas entre 25°C e 36°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã e à noite. Durante a tarde, a previsão indica pancadas de chuva e trovoadas.
Em Belém (PA), a mínima será de 24°C e a máxima de 35°C, com muitas nuvens durante todo o dia. Já Macapá (AP) terá entre 25°C e 34°C, também com períodos de nebulosidade e possibilidade de chuva mais localizada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta quarta-feira (7) indica um dia de temperaturas elevadas, com predomínio de calor e variação de nebulosidade. As máximas passam dos 30°C em várias capitais, enquanto algumas áreas do litoral podem registrar chuva isolada.
O maior destaque é Teresina, no Piauí, que terá mínima de 25°C e máxima de 40°C. A capital terá muitas nuvens pela manhã, mas o céu fica com poucas nuvens durante a tarde e a noite. A umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 80%.
Em São Luís, no Maranhão, a temperatura fica entre 25°C e 34°C, com muitas nuvens pela manhã e possibilidade de chuva isolada durante a tarde. Em Fortaleza, no Ceará, os termômetros variam de 25°C a 31°C, com muitas nuvens pela manhã e poucas nuvens à tarde e à noite.
No litoral leste, Aracaju terá mínima de 24°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite. Maceió fica entre 22°C e 31°C, também com variação de nebulosidade. Em Recife, a temperatura varia de 23°C a 31°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite.
João Pessoa terá entre 23°C e 31°C, com possibilidade de chuva isolada pela manhã. Já Natal registra mínima de 24°C e máxima de 31°C, também com possibilidade de chuva isolada no início do dia. Em Salvador, os termômetros ficam entre 24°C e 31°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoApreciação ocorreu na 114ª reunião do Conselho Consultivo, nesta terça-feira (22)
Baixar áudioImportantes patrimônios culturais brasileiros foram apreciados nesta terça-feira (22) durante a 114ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Cortejo da Cavalaria de São Gonçalo e São Benedito, de Guaratinguetá (SP), e a Capela do Cristo Operário tiveram seu registro e tombamento aprovados pelo Instituto. Além disso, o Conselho declarou o tombamento do Quilombo Ferreira Diniz (no Rio de Janeiro - RJ) e revalidou os registros do Fandango Caiçara e da Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio, em Barbalha (CE).
Confira as deliberações da parte da manhã aqui.
Confira as deliberações da parte da tarde aqui.
O Quilombo Ferreira Diniz está localizado no bairro da Glória, na capital fluminense, e é o primeiro quilombo do estado tombado pelo Instituto, conforme a Portaria nº 135/2023. O reconhecimento formaliza a inscrição do local no Livro do Tombo de Documentos e Sítios Detentores de Reminiscências Históricas de Antigos Quilombos, que reúne bens relacionados à presença e à trajetória das comunidades quilombolas. Mais do que um espaço de moradia, o quilombo é lugar de memória, convivência e transmissão de saberes, marcado pela resistência e pela afirmação da identidade afro-brasileira.
O registro do Cortejo da Cavalaria de São Gonçalo e São Benedito, de Guaratinguetá (SP), tradição que leva, anualmente, a cada Domingo de Páscoa, cerca de dois mil cavaleiros às ruas da cidade, será inscrito no Livro de Registro das Celebrações. O cortejo reúne duas tradições: o tropeirismo, atividade de transporte de mercadorias em tropas que marcou a vida rural do Vale do Paraíba; e a devoção afro-católica.
Também foi aprovado o tombamento da Capela do Cristo Operário, localizada em São Paulo (SP). Remanescente da antiga Fábrica Unilabor, a edificação é reconhecida como importante lugar de memória da história social, industrial e do movimento operário paulistano entre as décadas de 1930 e 1950. O bem será inscrito no Livro do Tombo Histórico e no Livro do Tombo das Belas Artes.
A programação da 114ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural segue nesta quarta-feira (23), com a apreciação de novos processos relacionados à proteção e salvaguarda do patrimônio cultural brasileiro. A transmissão pode ser acompanhada neste link.
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Baixar áudioOs eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno das Eleições 2026, realizado no domingo (4), têm até o dia 3 de dezembro para justificar a ausência junto à Justiça Eleitoral. O prazo de 60 dias previsto em lei começou a correr nesta segunda-feira (5), um dia após a votação.
Quem justificou a falta no próprio dia da eleição não precisou apresentar nenhum documento comprobatório. Já para quem perdeu esse prazo e só agora vai regularizar a situação, a regra muda: é necessário informar o motivo da ausência e anexar a documentação que comprove a justificativa, como atestado médico ou comprovante de viagem, que será analisada pela autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.
A justificativa pode ser feita de forma totalmente digital, sem necessidade de sair de casa, por dois canais oficiais da Justiça Eleitoral: o aplicativo e-Título e o Autoatendimento Eleitoral Título Net, disponível no site do TSE. Em ambos os casos, o eleitor deve informar os dados pessoais exatamente como constam no cadastro eleitoral, declarar o motivo da ausência e anexar a documentação digitalizada que comprove a justificativa.
Quem preferir também pode apresentar o pedido pessoalmente em um cartório eleitoral. Caso a justificativa seja aceita, o registro fica no histórico do título eleitoral; se for negada, o eleitor precisa pagar a multa correspondente.
Eleitores que estavam fora do país no dia da votação têm regra própria: o prazo para justificar passa a ser de 30 dias após o retorno ao Brasil, mediante apresentação de documentos como passagens, cartões de embarque ou carimbos no passaporte.
Como o voto é obrigatório no Brasil, quem não vota e não justifica a ausência dentro do prazo fica em débito com a Justiça Eleitoral, após o pagamento de uma multa que, segundo o TSE, é de R$ 3,51 por turno. Além da pendência financeira, a situação pode gerar outras restrições, como a impossibilidade de obter passaporte, de se matricular em instituições de ensino públicas e de tomar posse em cargos públicos.
A falta em três eleições seguidas, considerando cada turno como uma eleição distinta, sem justificativa ou pagamento das multas correspondentes, pode levar ainda ao cancelamento do título eleitoral.
Cada turno das Eleições 2026 é tratado como uma eleição independente pela legislação eleitoral. Por isso, quem faltar tanto no primeiro quanto no segundo turno, marcado para 25 de outubro, em caso de disputa para presidente ou governador, precisará apresentar uma justificativa separada para cada etapa, dentro do prazo específico de cada uma: até 3 de dezembro de 2026 para a ausência no primeiro turno, e até 8 de janeiro de 2027 para o segundo turno. Não é necessário justificar a falta no primeiro turno para poder votar no segundo.
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Baixar áudioA disputa pela Presidência da República será decidida em segundo turno, no dia 25 de outubro, entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). Com a apuração encerrada, Flávio terminou o primeiro turno em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos (56.102.126 votos), contra 45,16% de Lula (53.866.947 votos) — uma diferença de 1,87 ponto percentual, equivalente a pouco mais de 2,2 milhões de votos. Flávio liderou na maioria dos estados do Norte, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto Lula venceu em todos os estados do Nordeste e também entre os eleitores que votaram no exterior.
Depois do resultado considerado abaixo do esperado pela própria campanha, integrantes do PT avaliam que é preciso um "recall" imediato da estratégia usada no primeiro turno. Lula convocou aliados e o conselho político da campanha para uma reunião em Brasília nesta segunda-feira (5), horas após o resultado ser confirmado. Para o cientista político Leandro Gabiati, diretor da Dominium, a missão do petista passa por tornar a eleição um confronto direto de rejeições: "Lula precisa transformar o segundo turno em uma eleição plebiscitária de comparação de candidatos, com o objetivo de aumentar a rejeição contra Flávio."
Entre as mudanças em estudo está uma linguagem mais simples e de enfrentamento mais direto contra Flávio Bolsonaro, com menos espaço para temas considerados distantes do dia a dia do eleitor, como minerais críticos e discussões acadêmicas sobre soberania. A campanha também pretende incorporar à equipe experiências de estados onde o PT teve desempenho considerado positivo no primeiro turno, caso do Ceará e do Piauí, que reelegeram governadores do partido. Internamente, há divergências sobre o tom da comunicação, principalmente entre o presidente do PT, Edinho Silva, e o ministro Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação.
Um ponto já considerado decidido é a participação de Lula no maior número possível de debates do segundo turno, no entendimento de que o enfrentamento direto com Flávio pode ajudar a reverter o resultado. A campanha também reavalia a defesa da proibição das bets feita por Lula na reta final do primeiro turno — avaliada por aliados como um ponto fora da curva que pode ter custado votos, ainda que o presidente tenha mantido a posição por convicção. O principal obstáculo, segundo Bruno Rizzi, cientista político da Fatto Inteligência Política, está justamente na dificuldade de crescer além da base histórica do petismo: "é fato que a abstenção é muito mais prejudicial ao presidente Lula, pois isso envolve eleitores de classes mais baixas, de escolaridade mais baixa, moradores em regiões mais remotas, e esses perfis se encaixam mais com eleitores historicamente apoiadores do presidente Lula."
Do outro lado, a cúpula do PL se reúne na tarde desta segunda-feira (5) para distribuir funções e definir o tom da campanha de Flávio Bolsonaro na reta final. No primeiro turno, o senador dividiu os compromissos de campanha entre quatro frentes, com o senador e coordenador-geral Rogério Marinho (PL-RN), a coordenadora de economia Daniella Marques e o candidato a vice, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL). A tendência é manter esse formato, com um reforço em estudo: ampliar a participação do empresário e influenciador Pablo Marçal na campanha. Para Rizzi, essa continuidade é justamente o trunfo do senador: "o principal ponto para a campanha de Flávio é a manutenção das boas estratégias que foram conduzidas até o momento, a manutenção do patamar de votos obtidos no primeiro turno."
Flávio também convocou uma reunião de emergência em Brasília com o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para discutir a articulação política da oposição e unificar a base conservadora nas próximas semanas. Entre os apoios à candidatura, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-presidente Michel Temer (MDB) já declararam posição favorável a Flávio depois do primeiro turno, enquanto Romeu Zema (Novo) reafirmou a oposição ao petismo sem citar nominalmente o senador. Já Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) optaram pela neutralidade, sem indicar voto a nenhum dos dois concorrentes.
A margem de 2,2 milhões de votos entre os dois candidatos é menor do que a soma das votações de Cury, Renan e Caiado no primeiro turno — juntos, os três somaram mais de 8,7 milhões de votos, sem contar os demais nomes que não atingiram 1% dos válidos. Ainda assim, segundo Gabiati, declarações de apoio de candidatos derrotados têm efeito mais simbólico do que prático sobre o resultado final: "o apoio político formal de um candidato derrotado a outro candidato que disputa o segundo turno não quer dizer que há uma transferência mecânica, natural ou automática de votos a partir desse endosso."
A avaliação é reforçada por Rizzi, que lembra o padrão observado em 2022, quando Simone Tebet declarou apoio formal a Lula e Ciro Gomes, embora não tenha indicado voto, tendia a favorecer o campo de centro-esquerda — mas, mesmo assim, o eleitorado migrou majoritariamente para o lado oposto. Na leitura do analista, a projeção para 2026 segue padrão semelhante: Flávio tende a absorver a maior parte dos votos dos candidatos derrotados da direita, enquanto a fatia que resta a Lula não seria suficiente, isoladamente, para fechar a diferença do primeiro turno.
Resta, então, a disputa pelos mais de 33 milhões de eleitores que se abstiveram e pelos quase 6 milhões de votos em branco ou nulos no primeiro turno. Para Lula, esse eleitorado representa a principal — e mais difícil — via de crescimento, já que o histórico eleitoral desde 2002 mostra que a abstenção tende a se manter ou aumentar do primeiro para o segundo turno, sem se converter automaticamente em votos válidos.
O histórico eleitoral brasileiro desde a redemocratização também entra na conta dos estrategistas: em todas as eleições presidenciais com segundo turno desde 1989, o candidato que liderou a primeira etapa da disputa terminou vencedor nas urnas — um padrão que favorece Flávio no papel, mas que as duas campanhas tratam como indicativo, não garantia, diante da margem apertada entre os dois nomes.
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Baixar áudioOs agropecuaristas já podem acessar uma página na internet criada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira. O objetivo é apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do plantio ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
Os produtores podem acessar dados climáticos, orientações técnicas e informações sobre instrumentos de gestão de riscos, como crédito rural, seguro rural, Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e assistência técnica, além de Plano Safra e Caminho Verde.
Também estão disponíveis avisos meteorológicos de eventos severos, previsão do tempo para as capitais brasileiras, notas técnicas, o Painel El Niño e informações técnicas voltadas à agricultura, incluindo tecnologias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Segundo o Mapa, os impactos do El Niño podem variar conforme a região do país. Para o Sul, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, a previsão é de excesso de chuvas. Já algumas áreas do Centro-Sul podem enfrentar períodos de seca moderada e temperaturas elevadas. No norte do Sudeste, há risco de seca. Já no Nordeste e no Norte, a expectativa é de períodos de estiagem, bem como na Amazônia.
Entre as orientações, a página lista uma série de medidas que os produtores devem considerar para planejar o plantio para o período entre 2026/2027.
O Mapa destaca que a estratégia de enfrentamento alia três eixos:
Confira as orientações gerais para os produtores:
Além das orientações gerais aos agropecuaristas, o Mapa e o Inmet também listaram indicações relevantes para cada região do país.
Sul (RS, SC, PR): previsão de excesso de chuvas
Em relação ao arroz irrigado, o Mapa orienta o uso do PlanejArroz e a sincronização da fase reprodutiva com períodos de maior radiação. Já na pecuária, é indicada a drenagem de piquetes, bem como a elevação de cochos, monitoramento sanitário e a proteção de silagem.
Norte e Nordeste: previsão de estiagem e risco de incêndios
Entre as orientações estão a reserva estratégica de forragem. Em relação à prevenção de incêndio, a orientação é realizar o monitoramento por satélite e restringir o uso de fogo.
Centro-Oeste: gestão de janela e estresse térmico
Sudeste: variação climática
Para o Sudeste do país, a previsão é de um padrão variável. O Mapa e o Inmet ressaltam a necessidade de atenção aos cultivos de café e cana, por conta do estresse térmico/hídrico. Na pecuária, a indicação é de sombra, água, ventilação e suplementação.
Os produtores do Sudeste também devem monitorar previsões de curto prazo, além de contratar seguro com cláusulas de seca e excesso de chuva.
A plataforma também reúne informações sobre as ações do Grupo de Trabalho El Niño, criado pelo Mapa para avaliar vulnerabilidades e propor medidas de prevenção e mitigação dos possíveis impactos sobre a produção agropecuária.
El Niño Agro
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
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Baixar áudioO Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 12.252, de 29 de setembro, que define regras para emendas parlamentares que destinarem recursos ao Sistema Único de Saúde (SUS) em 2027. A norma prevê limites de custeio e uso do dinheiro nos municípios brasileiros em relação às emendas individuais, de bancada estadual e de comissão permanente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e da Comissão Mista Permanente do Congresso Nacional.
Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta para a importância de os entes identificarem as novidades trazidas pelo instrumento infralegal. A entidade ressaltou, ainda, que os recursos oriundos das emendas parlamentares são temporários e, na avaliação da CNM, isso pode colocar em risco, principalmente, a manutenção de despesas regulares e permanentes.
A CNM também lamentou que a portaria preveja apenas a destinação de montantes de emendas parlamentares de incremento à Atenção Primária à Saúde (APS), o que limita a participação dos consórcios públicos na operacionalização de ações e serviços do SUS, segundo a confederação.
A entidade orientou que, embora os consórcios de Saúde não possam ser beneficiários diretos dos valores de incremento, o parlamentar pode indicar o município-sede para receber as emendas e, assim, beneficiar também o consórcio. A CNM ressalta, porém, que é preciso observar que o município-sede pode ter seu limite de transferências comprometido.
A orientação da CNM é de que os gestores estejam atentos aos critérios e regramentos da operacionalização, execução e prestação de contas dos recursos oriundos de emendas parlamentares.
A portaria fixa o teto máximo de transferências de recursos financeiros de emendas parlamentares para custeio nos três segmentos importantes do SUS: Atenção Primária à Saúde (APS), Atenção Especializada e Vigilância em Saúde.
Para a Atenção Primária à Saúde, o limite de incremento temporário para os municípios é de até 100% do somatório dos incentivos repassados em 2026 nas ações do Piso da Atenção Primária (PAP), somado ao incentivo do piso dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Já para os municípios com Indicador de Vulnerabilidade Social (IVS), o limite é de 20% sobre esse valor.
No caso da Atenção Especializada, os estados e municípios têm como limite de incremento o valor total estabelecido pelo teto do Financiamento da Média e Alta Complexidade (MAC) em 2026.
A esse montante, soma-se o incentivo anual destinado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Sobre esse limite, incidem acréscimos cumulativos, como o valor total da produção no Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC), além de 30% para entes da Amazônia Legal e de 20% para entes com Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) acima de 0,3 que possuam capacidade instalada.
Já as entidades privadas sem fins lucrativos e da administração indireta cadastradas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) seguem com o limite correspondente a até 100% da produção aprovada no Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) e no Sistema de Informações Hospitalares (SIH) em 2026. Em nota, a CNM destacou que as propostas vinculadas ao Programa Agora Tem Especialistas garantem limite adicional de até 100% do teto do ente contratante.
No caso da Vigilância em Saúde, o incremento temporário do custeio das ações nos municípios para o cumprimento de metas operacionais e epidemiológicas adotará como parâmetro o valor vigente do Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS), seguindo alguns critérios. Confira quais:
Entre as novidades, a portaria prevê a aquisição de medicamentos do Componente Básico da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), usados exclusivamente em ações e procedimentos assistenciais promovidos na APS. Os montantes para aquisição serão oriundos de emenda de incremento PAP. Já para medicamentos especializados, os recursos serão provenientes de emendas de incremento MAC.
Em nota, a CNM alertou que a compra de medicamentos de distribuição, dispensação ou entrega direta à população permanece proibida, sendo compreendida como despesa própria do financiamento da Assistência Farmacêutica.
A portaria também estabelece que os recursos de emendas parlamentares poderão ser utilizados para complementação dos valores de remuneração de procedimentos, ações e serviços de saúde executados no SUS e em montante superior aos saldos que constam na Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do Sistema, conforme o estabelecido na Portaria de Consolidação GM/MS 6/2017.
A Portaria também autoriza a utilização de saldos remanescentes e rendimentos provenientes de emendas parlamentares, inclusive de exercícios anteriores. Esses valores deverão ser mantidos em contas específicas e aplicados em ações e serviços públicos de saúde, respeitando a finalidade que fundamentou a transferência e as ações previstas na Programação Anual de Saúde (PAS) e no programa de trabalho inicialmente pactuado.
A normativa ratifica, ainda, a proibição de saques em espécie de valores das contas bancárias específicas para as emendas parlamentares. Os recursos transferidos para contas de empresas beneficiárias finais também só poderão ser movimentados por meios eletrônicos autorizados pelos bancos. A CNM destacou que, na prática, os municípios não usam esse tipo de movimentação financeira desde 2011, quando foi publicado o Decreto Federal 7.507.
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Baixar áudioA perda de um familiar não deve significar a interrupção repentina da assistência médica na terceira idade. Para evitar a desproteção em momentos de vulnerabilidade, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 1604/26, que altera a Lei dos Planos de Saúde para assegurar que a pessoa idosa dependente continue com o benefício após a morte do titular do contrato.
A proposta obriga as operadoras de planos de saúde e seguradoras a manterem o atendimento médico do idoso. A regra valerá independentemente da existência de cláusula contratual de remissão, desde que o beneficiário mantenha a quitação regular das mensalidades integrais.
Segundo a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (PSD-CE), a medida fortalece a proteção social e garante um ambiente mais justo para a população idosa.
O projeto tramita em caráter conclusivo nas comissões de Saúde, de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará da aprovação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
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Baixar áudioO dólar fechou esta segunda-feira (5) em forte baixa de 4,12%, cotado a R$ 4,99. Durante o pregão, a moeda norte-americana chegou a atingir a mínima de R$ 4,95.
A queda foi a maior registrada em um único dia desde 8 de junho de 2018, quando o dólar recuou 5,5%. Na ocasião, o Banco Central anunciou uma série de intervenções para conter a valorização da moeda.
Segundo analistas, o movimento do câmbio refletiu principalmente a expectativa do mercado em relação a uma possível mudança na condução da política econômica, com foco em ajuste fiscal. Parte dos investidores que não estava posicionada para esse cenário passou a comprar reais e vender dólares, contribuindo para a forte queda da moeda norte-americana.
Entre as 31 moedas mais negociadas do mundo, o real foi a que mais se valorizou frente ao dólar nesta segunda-feira. No mercado internacional, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana em relação a uma cesta de outras moedas, subia 0,6%, aos 102 pontos.
O banco norte-americano Morgan Stanley avalia que, em um cenário de ajuste fiscal, o dólar pode chegar a R$ 4,50 no próximo ano.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,60.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,2002 | 0,1785 | 0,1516 | 31,6363 | 0,1664 | 0,2854 | 0,2873 |
| USD | 4,9936 | 1 | 0,8912 | 0,7567 | 158,00 | 0,8311 | 1,4255 | 1,4345 |
| EUR | 5,6033 | 1,1223 | 1 | 0,8490 | 177,22 | 0,9334 | 1,5996 | 1,6094 |
| GBP | 6,6060 | 1,3217 | 1,1780 | 1 | 208,79 | 1,0979 | 1,8833 | 1,8949 |
| JPY | 3,16079 | 0,632932 | 0,56426 | 0,478939 | 1 | 0,5260 | 0,90222 | 0,90831 |
| CHF | 6,0090 | 1,2033 | 1,0723 | 0,9109 | 189,96 | 1 | 1,7157 | 1,7249 |
| CAD | 3,5034 | 0,7015 | 0,6251 | 0,5310 | 110,84 | 0,5828 | 1 | 1,0062 |
| AUD | 3,4812 | 0,6972 | 0,6213 | 0,5274 | 110,09 | 0,5794 | 0,9939 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice encerrou a segunda-feira (5) aos 206.911,89 pontos, na maior alta diária desde março de 2020
Baixar áudioO Ibovespa fechou a segunda-feira (5) em alta de 7,7%, aos 206.911,89 pontos. A valorização foi a maior registrada pelo principal índice da Bolsa brasileira desde 24 de março de 2020, no início da pandemia de Covid-19.
Segundo analistas, a maior possibilidade de avanço de um ajuste fiscal após o resultado do primeiro turno das eleições foi um dos principais fatores para o desempenho positivo do mercado. A expectativa de mudanças na condução da política econômica representou um “divisor de águas” para os investidores, principalmente diante da possibilidade de uma política diferente em relação aos gastos públicos.
Entre as empresas, Magazine Luiza liderou os ganhos, com alta de 24,1%.
Já empresas exportadoras, como Vale, WEG, Suzano e Embraer, encerraram o pregão em baixa. Esses papéis vinham sendo utilizados como uma espécie de proteção por investidores que temiam um cenário eleitoral mais acirrado. Como essas companhias possuem receitas em dólar, a valorização da moeda norte-americana poderia ajudar a compensar eventuais perdas em outras posições.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
Volume total negociado na B3 foi de R$ 103.400.989.024, em meio a 10.452.278 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO primeiro turno das eleições de 2026 produziu uma mudança importante no mapa político dos estados. Dos 27 governos estaduais, 20 foram definidos no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Os outros sete — Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraíba e Alagoas — serão decididos no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Entre os governos já definidos, o Partido Liberal conquistou cinco, contra dois em 2022. O partido elegeu Sergio Moro no Paraná, Luciano Zucco no Rio Grande do Sul, Marcos Rogério em Rondônia, Arthur Henrique em Roraima e Jorginho Mello em Santa Catarina. O resultado representa, por enquanto, um ganho de três governos em relação à eleição anterior.
O PSD aparece em segundo, com quatro governadores eleitos — Amapá, Maranhão, Pernambuco e Sergipe. Em 2022, a legenda havia conquistado dois governos. O PT, por sua vez, elegeu três governadores no primeiro turno — Bahia, Ceará e Piauí —, um a menos que os quatro governos obtidos em 2022.
O Republicanos também soma três governos, incluindo os dois maiores colégios eleitorais do país, São Paulo e Minas Gerais, além de Mato Grosso. A legenda havia conquistado dois governos em 2022. Já o Progressistas manteve dois governos, enquanto MDB, PSDB e Podemos têm, cada um, um governador eleito até agora. No caso de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel trocou o PSDB pelo PP e foi eleito pela nova legenda.
Em 2022, PT e União Brasil haviam sido os partidos com maior número de governos, com quatro cada. MDB, PSB e PSDB conquistaram três governos cada. O cenário de 2026, ainda incompleto, mostra uma inversão: PL e PSD passam a ocupar o centro do mapa estadual, enquanto União, PSB, PSDB e MDB perderam espaço.
A mudança de correlação de forças aparece também na eleição proporcional. As Assembleias Legislativas dos 26 estados e a Câmara Legislativa do Distrito Federal somam 1.059 cadeiras — 1.035 estaduais e 24 distritais.
Na apuração de 2026, o PL aparece como a maior bancada entre as cadeiras definidas, com 212 parlamentares, seguido por PT, com 141, MDB, com 112, PSD, com 103, e PP, com 81 no total. Em 2022, o PL conquistou 129 cadeiras, o PT, 118, o MDB, 95, o PSD, 78, e o PP, 87, mostrando o rearranjo do tabuleiro político.
“Para a gente entender esse recorte estadual, a gente precisa entender algumas condicionantes para isso. No caso de São Paulo e Santa Catarina, por exemplo, eram governadores muito bem avaliados, com eleitor fiel da direita e da direita conservadora”, destaca Guilherme Mazieiro, consultor executivo da Oficina Consultoria.
“É importante observar, também, o que os partidos consideraram como estratégia para esse período eleitoral. Todos os outros partidos da direita e do “centrão” estavam muito focados nas eleições do congresso e com mais candidatos também nas assembleias”, conclui.
O avanço do PL é especialmente visível em estados de grande peso eleitoral. Em São Paulo, por exemplo, o partido elegeu 27 dos 94 deputados estaduais, formando a maior bancada da Assembleia Legislativa. O PT ficou com 16, enquanto PSD e PSOL elegeram nove cada.
Em Minas Gerais, o PL também conquistou a maior bancada da Assembleia, com 21 cadeiras, reforçando a presença da direita no maior colégio eleitoral do país depois de São Paulo. Na Bahia, porém, o PT manteve forte presença e elegeu a maior bancada estadual, com 14 deputados.
O contraste entre os partidos tradicionais e as legendas que cresceram nos últimos anos é um dos principais sinais da eleição. O PSDB, que já teve uma posição dominante em Assembleias como a de São Paulo, chegou a apenas uma cadeira na Alesp em 2026. Em 2022, havia elegido nove deputados no estado.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3797, de 05/10/2026, foram: 01 - 02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 20 - 23.
01 - 02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 20 - 23
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:36. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3797 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (05/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3798, que será realizado na terça-feira, 6 de outubro de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 19.368.254,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3796.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioO Partido Liberal (PL) elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados nas eleições deste domingo (4) e terá 121 parlamentares na próxima legislatura, que começa em 1º de fevereiro de 2027. A legenda elegeu 24 deputados a mais do que em 2022, segundo levantamento da Agência Câmara com base nos resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A segunda maior bancada será a da federação PT-PCdoB-PV, que elegeu 88 deputados, seis a mais do que na eleição anterior.
Com isso, a nova composição partidária da Câmara dos Deputados, em comparação com o resultado das eleições de 2022, ficou da seguinte forma:
| Bancadas eleitas | 2026 | 2022 |
|---|---|---|
| PL | 121 | 97 |
| PT/PCdoB/PV | 88 | 82 |
| União/PP | 87 | 105 |
| PSD | 43 | 42 |
| Republicanos | 41 | 40 |
| MDB | 36 | 41 |
| Pode | 27 | 20 |
| PSB | 15 | 15 |
| Psol/Rede | 15 | 15 |
| PSDB/Cidadania | 11 | 18 |
| NOVO | 10 | 3 |
| PRD/Solidariedade | 7 | 12 |
| PDT | 6 | 16 |
| Avante | 5 | 7 |
| Missão | 1 | 0 |
Assim como na Câmara, o PL deverá ter a maior bancada do Senado a partir do início de 2027. A legenda elegeu 19 senadores nas eleições deste domingo, o equivalente a 35,2% das 54 cadeiras que estavam em disputa neste ano. Com os parlamentares eleitos e os senadores que ainda estão em mandato, a bancada do PL deverá chegar a 28 integrantes.
A legenda também fez cinco “dobradinhas”, ao eleger os dois senadores de um mesmo estado: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina, além do Distrito Federal.
Segundo a Agência Senado, nenhuma outra legenda deverá alcançar um terço do tamanho da bancada do PL. Na sequência aparecem o PT, com nove senadores, e o MDB, com oito.
Caso os números se confirmem em fevereiro, quando os novos senadores tomarem posse, o PL também terá a maior bancada partidária do Senado no início de uma legislatura desde a promulgação da Constituição de 1988. O recorde anterior era do MDB, então PMDB, que iniciou a legislatura de 1999 com 27 senadores.
No entanto, os números ainda podem sofrer alterações. Tanto os parlamentares eleitos quanto os senadores que já possuem mandato podem trocar de partido ou assumir ministérios antes do início da próxima legislatura, em fevereiro. Por isso, a projeção considera a composição partidária a partir dos resultados das eleições.
O cálculo também leva em conta que dois senadores com mandato até 2031 foram eleitos para governos estaduais e deixarão as cadeiras para os respectivos suplentes:
Além disso, o Senado tem atualmente um parlamentar sem partido: Romário (RJ).
A composição partidária do Senado também indica uma redução no número de legendas responsáveis pela eleição dos novos parlamentares. Em 2018, 20 partidos diferentes elegeram senadores. Oito anos depois, 13 legendas elegeram os novos integrantes da Casa.
| Eleições 2018 | Senadores eleitos | Eleições 2026 | Senadores eleitos |
|---|---|---|---|
| MDB | 7 | PL | 19 |
| PP | 5 | MDB | 7 |
| Rede | 5 | PT | 6 |
| DEM | 4 | Novo | 3 |
| PSD | 4 | PP | 3 |
| PSDB | 4 | PSB | 3 |
| PSL | 4 | UNIÃO | 3 |
| PT | 4 | Podemos | 2 |
| PDT | 2 | PSDB | 2 |
| PHS | 2 | PSD | 2 |
| PPS | 2 | Republicanos | 2 |
| PSB | 2 | PDT | 1 |
| PTB | 2 | Rede | 1 |
| Podemos | 1 | - | - |
| PR | 1 | - | - |
| PRB | 1 | - | - |
| PROS | 1 | - | - |
| PRP | 1 | - | - |
| PSC | 1 | - | - |
| Solidariedade | 1 | - | - |
O cientista político André César, sócio da Hold Assessoria Legislativa, atribui a nova composição do Congresso Nacional ao desempenho da direita nas eleições.
“Não entrando no mérito, mas a direita fez uma campanha muito boa, muito bem colocada, muito bem encaminhada, seja na Câmara, no Senado, nas assembleias legislativas e nos governos estaduais. Isso mostra a força da direita no Brasil e um certo esgarçamento da esquerda, que tem que se repensar”, destaca.
Segundo o especialista, a predominância de um partido ou de uma determinada corrente ideológica no Congresso tende a influenciar áreas como economia, segurança pública e políticas sociais.
“A privatização de várias empresas estatais entra na pauta e a questão social pode voltar para trás”, avalia.
O cientista político e professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), Eduardo Grin, afirma que a predominância de partidos de centro e de direita no Congresso pode impulsionar pautas como mudanças na política fiscal, com uma agenda mais restritiva de gastos, flexibilização de regras ambientais, alterações na regulamentação das bets, entre outras propostas de caráter mais conservador.
“Temos um Congresso muito mais à direita e conservador do que já era. Então, podemos esperar que vai aumentar substancialmente as suas iniciativas na chamada agenda de costumes, a pauta conservadora”, afirma.
Na área de segurança pública, Grin avalia que pode ser retomada a agenda clássica do bolsonarismo, com propostas como a ampliação do porte de armas e a redução da maioridade penal. O especialista também cita a possibilidade de congelamento da tramitação da PEC da Segurança.
Em relação às políticas sociais, o cientista político avalia que pode haver uma revisão do Bolsa Família em favor de uma agenda voltada ao empreendedorismo.
André César avalia que Lula terá dificuldades para vencer o segundo turno. O petista terminou o primeiro turno com 45,16% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro liderou com 47,03%.
Caso esse resultado se confirme no segundo turno, o cientista político acredita que os partidos de direita no Congresso terão maior facilidade para negociar com o próximo presidente, que também é do PL.
“Acho altamente improvável que o presidente Lula consiga reverter esse jogo. Então, partidos como o PL — que é o do Flávio Bolsonaro —, PP, União Brasil, Republicanos e outros vão conseguir negociar mais, vão ganhar mais protagonismo ainda”, afirma.
Eduardo Grin destaca que, embora o Centrão não tenha apoiado Flávio Bolsonaro no primeiro turno, a composição formada por essas legendas, somada ao PL, continuará tendo papel central na definição da agenda do Congresso.
“Em um provável governo de Flávio Bolsonaro, o Centrão certamente estará do lado dele, inclusive porque vários parlamentares do Centrão, como Ciro Nogueira, que não se reelegeu senador, devem ser chamados para ser ministros.”
Na avaliação de Grin, esse cenário poderia facilitar a aprovação de pautas mais conservadoras defendidas por um eventual governo de Flávio Bolsonaro.
Já no caso da reeleição de Lula, André César prevê dificuldades para o presidente governar diante do fortalecimento do Congresso Nacional de oposição. “Com as emendas e tudo mais, a força do Congresso hoje bota o Executivo na parede. E o governo já começaria emparedado, em uma eventual reeleição do presidente Lula”, afirma.
Para André César, o Supremo Tribunal Federal (STF) também deverá enfrentar um novo cenário diante do fortalecimento do Congresso, especialmente do Senado, que tem competência constitucional para processar e julgar ministros da Corte em crimes de responsabilidade.
O cientista político também cita as discussões envolvendo ministros do STF e o caso do Banco Master como um dos fatores que podem pressionar por mudanças na relação entre os Poderes.
“O Congresso vem mais forte. Inclusive, no caso do Senado especificamente, os senadores podem ir para cima e pedir impeachment de ministro. Uma coisa nova, inédita, que pode acontecer”, afirma.
Por outro lado, Eduardo Grin avalia que a direita no Senado não deve avançar necessariamente para o impeachment de ministros do STF, mas prevê uma relação mais conflituosa com a Corte, especialmente com o ministro Alexandre de Moraes, em razão da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Acho que o Xandão, sim, vai estar em maus lençóis”, avalia.
O cientista político também acredita que o Congresso poderá discutir mudanças legislativas relacionadas ao funcionamento do Judiciário, como medidas para reduzir o alcance de decisões monocráticas e limitar o poder do STF.
“Se o Senado não vai levar adiante efetivamente o impeachment de ministros do STF, como eu acho que é o caso, várias medidas legislativas serão feitas no sentido de coibir e reduzir o grande poder hoje que o STF tem”, conclui.
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