Drogas

17/04/2022 03:40h

Uso prolongado de fones pode causar problemas auditivos e neurológicos em crianças e adolescentes

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Um ruído repetitivo, que deve ser ouvido com fones em alto volume, cuja duração média é de 30 minutos. A diferença de frequências entre os lados esquerdo e direito, chamado de som binaural, promete alterar as ondas cerebrais, o que pode causar diferentes sensações no usuário. Essa é uma explicação reduzida da prática de escuta que tem sido chamada de “droga digital”. 

A experiência tem se difundido pela internet. A plataforma que oferece os áudios tem quase 200 mil seguidores nas redes sociais e mais de 50 mil downloads na Google Store. O usuário precisa comprar o aplicativo para baixar em seu celular. Para ter acesso a todos os áudios, ainda é necessário desembolsar valores adicionais. 

O DJ Italo Guimarães (25) conta que experimentou a plataforma quando ainda era adolescente. “Eu deitei no meu quarto, vendei os olhos, coloquei o fone no máximo, encontrei a posição. Fiz tudo que eles estavam indicando para a gente a fazer, mas não cheguei a dar um barato”, relata. A opinião sobre a eficácia dos áudios para alterar estados emocionais é contraditória. Enquanto alguns usuários relatam ter percebido mudanças ocorridas a partir da escuta, outros são categóricos em dizer que não passa de placebo e efeito sugestionado. 

A despeito dos efeitos causados, a popularização do uso das drogas digitais tem preocupado a comunidade médica, especialmente em crianças e adolescentes. Por isso, a Sociedade Brasileira de Pediatria publicou uma nota técnica alertando para o risco do consumo de drogas digitais e os danos neurais e auditivos que podem causar. 

“A capacidade do cérebro para crescer, desenvolver e alterar a sua estrutura em função da estimulação externa é denominada como neuroplasticidade. A audição é um sentido da percepção fundamental para o desenvolvimento da linguagem oral e escrita e do aprendizado dos conceitos e das relações sociais. A estimulação exagerada e contínua pode ocasionar a perda da neuroplasticidade e assim, afetar as conexões necessárias para o desenvolvimento cerebral e mental saudável”, alerta a nota. 

A coordenadora do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), dra. Evelyn Eisenstein, argumenta que muitas vezes os pais não sabem o que os filhos estão fazendo no quarto. “Muitas vezes estão vendo nas telas conteúdos inapropriados e, nesse caso, áudios inapropriados. Então, é importante sempre prestar atenção na intensidade do som. Nada ultrapassando 60 e no máximo 70 decibéis para crianças e adolescentes. 

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Limites 

Especialista em atendimento de adolescentes, a psicóloga Raquel Tezelli alerta para a importância de se impor limites no uso de telas, especialmente porque os dispositivos podem ser levados a qualquer lugar e podem facilmente se tornar um vício. “O celular deixou de ser apenas pra fazer uma ligação ou pra receber uma mensagem. Hoje em dia ele é ferramenta de estudo, é ferramenta de trabalho, é ferramenta mesmo das relações sociais dos adolescentes, dos pré-adolescentes”, pondera. 

Para a psicóloga é preciso ficar atento a sinais que indicam o vício a partir do comprometimento social, da higienização e da alimentação. Muitas vezes, o jovem deixa de tomar banho ou escovar os dentes para permanecer na internet. Deixa de se alimentar ou dormir. “ Ele não sai mais do seu quarto para interagir com as pessoas e prejudica a que são as necessidades básicas”, alerta Tezelli. 

A pediatra Evelyn Eisenstein recomenda que os responsáveis fiquem atentos aos sinais de entendimento na comunicação, como o uso de expressões como o “o que?” ou “hein?”. "Existem vários estudos indicando o aumento dos problemas auditivos em crianças e adolescentes”, alerta. Ela recomenda que crianças abaixo de dez anos não devem ficar mais do que uma hora em celulares ou tablets. Já os adolescentes podem ficar no máximo 3 horas diárias. 

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13/11/2021 14:45h

O dinheiro deve ser investido em ações de prevenção à gravidez na adolescência e no combate ao uso de drogas lícitas e ilícitas

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O Ministério da Saúde oficializou nesta sexta-feira (12) um acordo de cooperação técnica junto ao Instituto da Primeira Infância (Iprede), entidade do Ceará sem fins lucrativos que promove ações de combate à desnutrição infantil em cidades do Nordeste e Norte do Brasil. O pacto estabelece um investimento de quase R$ 1 milhão em iniciativas de prevenção à gravidez na adolescência e combate ao uso de drogas lícitas e ilícitas.

A ação contará com disponibilidade de cursos de capacitação direcionados às temáticas. Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o intuito é que haja uma qualificação de profissionais que atuam junto a esses grupos e que eles possam se tornar multiplicadores das ideias apresentadas.  

"Mostramos todas as possibilidades de atuarmos juntos para melhorar a qualidade de vida da infância e da adolescência nesse país. Ações como as que fazemos hoje têm como objetivo a prevenção da gestação na adolescência e também o combate ao uso de drogas. Temos que trabalhar fortemente para que consigamos mudar esse panorama que se quis restituir aqui, em um passado recente”, disse o ministro.

As ações educacionais fazem parte dos Ciclos Itinerantes de Promoção e Prevenção em Saúde, que compõem as Ações de Educomunicação em Saúde em Defesa da Vida, lançadas em setembro de 2020. 

No geral, a iniciativa conta com quatro ciclos. São eles:

  • Prevenção do Suicídio e da Automutilação;
  • Prevenção da Gravidez na Adolescência;
  • Prevenção do Consumo de Drogas Lícitas e Ilícitas;
  • Ética da vida, relacionada à prevenção da violência contra crianças, mulheres e idosos.

“Nós precisávamos, também utilizando diversas temáticas sociais extremamente relevantes para o país, fazer com que a sociedade tomasse conhecimento da necessidade que cada um de nós tem de trabalhar com esses temas, evitando os problemas relacionados a eles”, explicou a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde (SGTES), Mayra Pinheiro.

Referência internacional

O Iprede foi criado por profissionais que se sensibilizaram com a situação de pessoas desnutridas e que vivem num quadro de vulnerabilidade social. A ação contribuiu para a redução da taxa de desnutrição, que passou de 30% para 7% nas áreas de atuação. A informação é da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN). 

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Em média, 950 famílias em situação de vulnerabilidade social são atendidas mensalmente. O Iprede também atua na elaboração de projetos voltados à capacitação profissional de mães e responsáveis pelas crianças. O projeto “TransforMaria”, por exemplo, ensina mulheres a cozinhar e entrar no mercado de trabalho.

O Iprede conta, ainda, com parcerias junto a instituições de ensino como Universidade Federal do Ceará, Universidade de Québec (Canadá), Harvard (EUA) e Academia de Ciências da China em pesquisas ligadas à neurociência e estimulação de crianças.
 

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31/07/2021 18:00h

Hospitais credenciados pelo SUS registraram alta de 54% no atendimento a pessoas por causa do uso de alucinógenos em 2020

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A Covid-19 vitimou mais de 555 mil brasileiros, mas também causou impactos sobre aqueles que sobreviveram. A pandemia fez suas vítimas invisíveis, como os desempregados, aqueles que perderam familiares ou amigos queridos, estudantes e as pessoas que passaram a conviver com quadros de ansiedade e depressão, por exemplo. No entanto, especialistas e autoridades de saúde também alertam para as consequências da pandemia sobre os dependentes químicos. 

De acordo com o Ministério da Saúde, os hospitais credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) registraram aumento de 54% no atendimento a pessoas por causa do uso de alucinógenos, entre março e junho de 2020, na comparação com o mesmo período do ano anterior, ainda sem pandemia. 

Para Andrea Gallassi, professora da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do Centro de Referência sobre Drogas e Vulnerabilidades Associadas, a relação da pandemia com o aumento no consumo de drogas e, por consequência, com maiores índices de atendimento na rede de saúde existe, mas com ressalva. 

Segundo ela, estudos internacionais apontam que a Covid-19 não teve impacto significativo sobre as pessoas que consumiam drogas, como o álcool, de forma “moderada e social”, mas sim sobre quem já estava vulnerável. “Alguns estudos demonstraram que aquelas pessoas que já apresentavam problemas relacionados ao uso de álcool e de outras drogas tiveram um agravamento de seus quadros [na pandemia]. Elas passaram a usar mais álcool ou qualquer outra droga, o que resultou na necessidade de mais serviços hospitalares”, avalia.

A tendência se observa também na rede privada de saúde, confirma Tiago Soares Lima, psicólogo e coordenador de uma clínica de reabilitação particular. Ele estima um aumento de 50% nas internações para dependentes químicos na unidade onde trabalha desde o início da pandemia. “A gente está tendo uma grande procura, não só por atendimento ambulatorial, como também por internação, devido ao aumento significativo, principalmente, no consumo de bebida alcoólica”, destaca. 

No período pré-pandemia, a clínica atendia 80 pessoas, em média, entre dependentes químicos e pacientes com transtornos psiquiátricos. Hoje, Tiago diz que a unidade acolhe cerca de 130 pessoas. 

O psicólogo diz que há, sim, ligação da pandemia e seus efeitos sobre as diversas esferas da vida dos indivíduos com o maior número de internações para dependentes químicos. Segundo o profissional, o isolamento social e o menor contato entre as pessoas contribuíram para o entristecimento, a depressão e outros gatilhos para o consumo de drogas, em busca do que ele chama de “prazer imediato”. 

“[Para eles] é muito mais fácil estar em casa, sem ter contato com as outras pessoas que eu gostaria de estar tendo, se eu estiver sob efeito de alguma substância, em vez de procurar um atendimento”, exemplifica. 

Tiago diz que os idosos estão entre aqueles que mais recorreram ao consumo excessivo de álcool durante os últimos meses. “A gente vê um aumento muito expressivo na questão do consumo de álcool, principalmente na terceira idade. Pessoas que realmente foram forçadas a seguir as medidas sanitárias e estarem dentro de casa”, conta. 

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Medo

Célia Moraes trabalha há 32 anos com a reabilitação de dependentes químicos. Atualmente, ela é presidente do Desafio Jovem de Brasília, uma comunidade terapêutica do DF fundada em 1972. Ela conta que a procura por acolhimento aumentou bastante nesse tipo de instituição. É comum, diz Célia, comunidades com todas as vagas ocupadas e ainda listas de espera. 

Segundo ela, dois fatores também contribuíram para essa corrida às unidades de tratamento e reabilitação: o medo da morte e a sensação de proteção. “Eles estão vendo familiares, amigos, jovens saudáveis morrendo e, então, eles olham para si e pensam ‘bom, eu tenho que me cuidar’, e o dependente químico busca esse cuidado na rede de atendimento”, acredita. 

Célia ressalta que o aumento da apreensão de drogas pelas forças policiais no último ano também indica crescimento na procura por drogas, desde as que são legalizadas, como o álcool e o tabaco, até as demais, incluindo alucinógenos, tendo a maconha como destaque. “Isso é um indicativo para dizer que o consumo também aumentou, porque se não tem o consumo não tem a oferta da droga”, relaciona. 

O Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas, o Vigia, ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, apreendeu 111% mais drogas no período que vai de junho de 2020 a junho deste ano se comparado aos doze meses anteriores. Foram 673 toneladas de drogas, sendo a principal a maconha. 

Desafio local

A resposta aos problemas envolvendo a dependência química tem nas gestões municipais o ponto de partida. Embora muito diferentes entre si, eles têm semelhanças quando assunto é o consumo de drogas pela população. De acordo com o Observatório do Crack, da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), 85,44% das cidades brasileiras enfrentam problemas devido ao uso dessa substância. 

Saúde, assistência social, educação e segurança pública são as áreas mais afetadas, de acordo com a entidade. A nível público, a rede de assistência aos dependentes químicos conta com os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), os Conselhos Municipais de Políticas sobre Drogas (Comad), entre outras. 

Na opinião da professora Andrea Galassi, o Brasil deixou de dar atenção a um formato que funcionaria melhor, com investimentos sobretudo nos Caps. 

“O Caps é o modelo psicossocial em que a pessoa é atendida no serviço perto da casa dela. Ela volta para casa e se precisar de uma internação, ela vai ser internada por um curto espaço de tempo, seja no próprio Caps, que tem leito em que a pessoa pode ficar 15, 20 dias, seja num hospital geral, que tem uma internação psiquiátrica. A gente entende que a pessoa sai da crise, fica internada ali num tempo pequeno. Saiu da crise, volta para o atendimento no CAPs, para sua vida”, diz.

Segundo Galassi, o recuo da pandemia e o avanço da vacinação em paralelo ao funcionamento dos serviços de apoio aos dependentes químicos deve melhorar os indicadores. “A minha expectativa é que, com o retorno dos atendimentos de uma maneira mais sistemática nos serviços, eu imagino que essas pessoas voltem para os atendimentos nos Caps, que elas retomem essa frequência e que isso diminua a exposição delas ao uso das substâncias”, conclui. 
 

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19/04/2021 18:30h

Projeto Cuidar foi divulgado hoje (19), data em que se comemora o Dia do Índio

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Os ministérios da Cidadania e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançaram hoje (19) o Projeto Cuidar, que tem como objetivo conscientizar povos tradicionais e as comunidades indígenas sobre os efeitos do uso de álcool e outras drogas.

O início do projeto está previsto para o segundo semestre deste ano, caso as condições em relação a pandemia da Covid-19 permitam. O primeiro público a ser beneficiado será o da população indígena e, na primeira fase, as ações devem ser desenvolvidas no município de Dourados (MS).

De acordo com o ministro da Cidadania, João Roma, a parceria entre os ministérios atuará na capacitação de profissionais que possam mostrar novos caminhos e tratar diretamente na prevenção do uso de drogas e de álcool nas comunidades e povos tradicionais.

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Brasil
15/01/2021 23:00h

O serviço será gratuito e funcionará 24 horas por dia

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O Ministério da Cidadania e o Narcóticos Anônimos (NA) firmaram um acordo para a criação da linha telefônica 132, que ampliará o acesso da população aos atendimentos e orientações prestados pelo NA. O serviço será gratuito e funcionará 24 horas por dia. O atendimento vai beneficiar, principalmente, dependentes químicos e seus familiares.

Segundo o secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, “trata-se de uma grande articulação de ações para a integração das intervenções no caminho do tratamento e recuperação por meio do serviço de utilidade pública.”

A linha 132 deve começar a funcionar nas próximas semanas e será implementada em duas etapas. Na primeira, os atendimentos começarão pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia, Piauí, Ceará, Pará, Amazonas e Distrito Federal.

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As demais unidades federativas serão atendidas na fase seguinte, cuja duração será de 12 meses. Esta ordem levou em conta o fato de os primeiros locais escolhidos já contarem com estrutura de atendimento de linha telefônica 0800 oferecida pelo Narcóticos Anônimos

O acordo tem duração de dois anos, com possibilidade de prorrogação. Essa parceria não prevê transferências de recurso financeiro entre as partes. A estimativa é de que a linha 132 receba mais de cinco mil ligações por ano.

 

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Brasil
03/12/2020 10:10h

Iniciativa também deve ajudar no combate a crimes como tráfico de drogas, de pessoas e trabalho escravo

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O programa Brasil M.A.I.S - Meio Ambiente Integrado e Seguro - do Ministério da Justiça e Segurança Pública, já está disponível para adesão dos órgãos federais, estaduais e municipais, assim como para todos que integram o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP).

A iniciativa se dá por meio de uma ferramenta que expande a capacidade de cobertura de imagens em alta precisão de todo o território nacional, diariamente. Além disso, fornece auxílio no monitoramento de crimes ambientais, como desmatamento ilegal e queimadas, por exemplo.

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Arranjos municipais podem trazer benefícios para população

O Brasil M.A.I.S também deve ajudar no combate a crimes como tráfico de drogas, de pessoas e trabalho escravo. Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, o Brasil M.A.I.S faz compõe uma série de ações estruturantes, como aquisição de equipamentos e sistemas, promovida pela Pasta para auxiliar as forças de segurança no combate à criminalidade.


 

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03/11/2020 05:00h

Os veículos de até R$ 60 mil reais serão entregues a instituições que atuam no enfrentamento aos entorpecentes

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O Governo Federal publicou portaria que permite que carros apreendidos durante operações da polícia em combate ao tráfico de drogas, poderão ser doados às Organizações da Sociedade Civil que atuam na redução de demanda dos entorpecentes, como Comunidades Terapêuticas. Os veículos, antes eram armazenados pelo Fundo Nacional Antidrogas (FUNAD).

Com a entrega a expectativa é de que as organizações desenvolvam programas de formação profissional, prevenção, tratamento, recuperação e reinserção social. Serão doados os veículos avaliados em até R$ 60 mil e considerados "perdidos" e com "documentação completa".

As entidades que desejarem receber os automóveis precisarão estar inscritas no Cadastro Nacional de Credenciamento das comunidades terapêuticas e das entidades de prevenção, apoio, mútua ajuda, atendimento psicossocial e ressocialização de dependentes do álcool e outras drogas e seus familiares.

A fiscalização da utilização dos veículos ficará sob responsabilidade do Ministério da Cidadania, que entregará relatórios semestrais, inclusive com imagens que demonstrem que as organizações estão cumprindo tudo o que determina as Portarias Nº 513 e Nº 514.
 

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Brasil 61