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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste, nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de tempo firme na maior parte dos estados. A atuação de uma massa de ar mais seco favorece dias ensolarados, com poucas nuvens e temperaturas amenas pela manhã, especialmente nas áreas de maior altitude. Ao longo da tarde, o sol predomina e os índices de umidade relativa do ar diminuem, principalmente no interior de Minas Gerais e de São Paulo.
Em Minas Gerais, o dia começa com nevoeiro ou névoa úmida em alguns pontos, mas o tempo abre rapidamente. Em Belo Horizonte, a temperatura varia entre 8°C e 23°C, com céu claro durante a tarde e umidade mínima em torno de 30%.
No Espírito Santo, o tempo também permanece estável. Em Vitória, os termômetros registram mínima de 16°C e máxima de 23°C, com predomínio de sol entre poucas nuvens ao longo do dia.
No Rio de Janeiro, o amanhecer será de temperaturas amenas e possibilidade de névoa úmida em algumas áreas. Na capital fluminense, a mínima prevista é de 13°C e a máxima chega aos 25°C, com céu de poucas nuvens durante a maior parte do período.
Em São Paulo, o cenário também será de tempo firme. A capital paulista registra temperaturas entre 9°C e 21°C, com nevoeiro nas primeiras horas da manhã e predomínio de céu claro durante a tarde e a noite.
A umidade relativa do ar apresenta índices elevados nas primeiras horas do dia, variando entre 80% e 100%, mas diminui gradativamente durante a tarde. Os menores valores ficam próximos de 30%, principalmente em áreas do interior de Minas Gerais e de São Paulo, exigindo atenção com a hidratação e a exposição prolongada ao sol.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica a permanência das instabilidades em boa parte dos estados. A combinação entre calor e elevada umidade favorece a ocorrência de chuva isolada e pancadas ao longo do dia, principalmente sobre o Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Rondônia e Acre. Apenas parte do Tocantins apresenta condições para períodos de maior abertura de sol, embora a nebulosidade também aumente no decorrer do dia.
No Pará, Amazonas, Amapá e Roraima, a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada durante grande parte do dia. Em Manaus, a temperatura varia entre 25°C e 32°C, enquanto em Belém os termômetros oscilam entre 24°C e 34°C. Já em Macapá, a mínima prevista é de 25°C, com máxima de 33°C, e em Boa Vista a temperatura fica entre 24°C e 33°C.
Em Rondônia e no Acre, o céu permanece bastante encoberto, com possibilidade de chuva isolada ao longo da tarde e da noite. Porto Velho registra temperaturas entre 23°C e 33°C, enquanto Rio Branco varia de 22°C a 31°C.
No Tocantins, o tempo segue mais firme em comparação com os demais estados da região, embora haja aumento de nuvens ao longo do dia. Em Palmas, a mínima prevista é de 22°C e a máxima chega aos 34°C.
A umidade relativa do ar permanece elevada em praticamente toda a Região Norte, com índices máximos entre 90% e 98%. Os menores valores ficam entre 40% e 60%, principalmente no Tocantins e em parte de Roraima, durante as horas mais quentes do dia.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta quarta-feira (15), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica manutenção das instabilidades sobre a faixa leste da região. A circulação de ventos favorece chuva persistente entre o litoral da Bahia e o Rio Grande do Norte, enquanto o interior nordestino segue com predomínio de muitas nuvens, calor e menores chances de precipitação.
Na faixa costeira de Sergipe, Alagoas e Bahia, o céu permanece encoberto durante todo o dia, com pancadas de chuva previstas desde a manhã. Em Aracaju, os termômetros variam entre 22°C e 27°C. Em Maceió, a mínima prevista é de 22°C, com máxima de 29°C. Já em Salvador, a temperatura oscila entre 21°C e 26°C, com chuva persistente ao longo do dia.
Em Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, também há previsão de muitas nuvens com chuva isolada. Recife registra temperaturas entre 22°C e 30°C; João Pessoa varia de 23°C a 29°C; Natal terá mínima de 23°C e máxima de 30°C; enquanto Fortaleza permanece entre 25°C e 30°C, com chuva passageira, principalmente no litoral.
No Maranhão e no Piauí, a nebulosidade continua predominando. Em São Luís, são esperadas muitas nuvens com chuva isolada, e os termômetros ficam entre 25°C e 31°C. Em Teresina, o calor continua intenso, com temperaturas variando entre 24°C e 32°C, apesar da possibilidade de pancadas isoladas em algumas áreas.
A umidade relativa do ar segue elevada em praticamente toda a região, alcançando 100% em trechos do litoral baiano, sergipano, alagoano e pernambucano. Os menores índices variam entre 50% e 65%, principalmente no interior do Piauí e do Maranhão durante a tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Senado Federal deve analisar nos próximos dias a Medida Provisória 1.342/2026, que abre crédito extraordinário de R$ 1,3 bilhão no Orçamento da União para ações de resposta aos municípios atingidos por fortes chuvas. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados sem alterações e, se receber o aval dos senadores, seguirá para promulgação.
Editada pelo governo federal em março deste ano, a medida busca garantir atendimento imediato às famílias afetadas pelos temporais, recuperar a infraestrutura danificada e apoiar a retomada das atividades econômicas nas regiões atingidas, sobretudo em municípios da Zona da Mata mineira, onde as chuvas entre o fim de fevereiro e o início de março provocaram grandes prejuízos.
Do total previsto, R$ 5 milhões serão destinados ao fortalecimento da rede do Sistema Único de Assistência Social (Suas) em Minas Gerais. Outros R$ 500 milhões irão para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), com o objetivo de viabilizar a contratação de cerca de 2,5 mil moradias para famílias que perderam suas casas.
A medida também reserva R$ 300 milhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), ampliando o acesso ao crédito para pessoas físicas e jurídicas afetadas pelos eventos climáticos. Além disso, outros R$ 500 milhões serão utilizados para o pagamento de auxílio financeiro de R$ 7,3 mil por família atingida, conforme previsto em outra medida provisória voltada ao enfrentamento dos desastres.
Durante a votação na Câmara, parlamentares de diferentes partidos defenderam a aprovação da proposta como forma de acelerar a recuperação das cidades afetadas e garantir apoio às famílias atingidas. Agora, a expectativa é pela votação no Senado, etapa necessária para que os recursos possam ser definitivamente incorporados ao Orçamento.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o prognóstico agroclimático para o trimestre de julho, agosto e setembro de 2026, indicando um cenário de temperaturas acima da média histórica em praticamente todo o país e distribuição irregular das chuvas. As condições climáticas devem influenciar diretamente o planejamento agropecuário, o manejo das lavouras, a disponibilidade de água no solo e o desenvolvimento das principais culturas agrícolas.
Na Região Norte, a previsão é de chuvas abaixo da média em grande parte da região, especialmente no sul da Amazônia. A redução da umidade do solo pode comprometer o desenvolvimento das culturas de sequeiro e das pastagens, além de elevar o risco de queimadas. Em contrapartida, o tempo seco favorece a colheita e o preparo das áreas para a próxima safra.
No Nordeste, o trimestre também deve ser marcado por precipitações inferiores à média em grande parte da região e temperaturas acima do normal. O cenário aumenta a preocupação com a disponibilidade hídrica, principalmente no semiárido e em áreas do SEALBA (Sergipe, Alagoas e leste da Bahia), onde culturas em fases mais sensíveis poderão sofrer perdas. Já nas áreas produtoras de algodão do MATOPIBA, o clima seco tende a favorecer a maturação e a colheita.
No Centro-Oeste, a combinação entre estiagem e calor acima da média deve intensificar o déficit hídrico ao longo do trimestre, especialmente em Mato Grosso e Goiás. A condição pode limitar o desenvolvimento das pastagens e das culturas conduzidas sem irrigação, embora favoreça a conclusão da colheita e o preparo do solo para a próxima safra.
No Sudeste, a previsão aponta chuvas próximas ou abaixo da média na maior parte da região, enquanto as temperaturas permanecem acima dos padrões climatológicos. A disponibilidade de água no solo tende a ser mais favorável apenas no extremo sul e leste de São Paulo, beneficiando as culturas de inverno. Nas demais áreas, o monitoramento da umidade do solo será fundamental para reduzir impactos sobre a produção agrícola.
Já na Região Sul, o cenário é diferente. O INMET prevê volumes de chuva acima da média na maior parte dos estados, com exceção de áreas do extremo oeste do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde as precipitações devem ficar próximas da climatologia. A maior disponibilidade de água favorece as culturas de inverno, mas também exige atenção para o aumento do risco de doenças fúngicas e para possíveis dificuldades na realização de operações de campo.
De forma geral, o boletim destaca que o trimestre exigirá planejamento regionalizado, acompanhamento constante das condições meteorológicas e manejo adequado da água no solo. Essas medidas serão determinantes para minimizar perdas e aproveitar as oportunidades proporcionadas pelo clima em cada região do país.
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Baixar áudioA Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai abrir consulta e audiência públicas para revisar as regras que definem a distribuição de royalties aos municípios afetados por operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.
A medida tem como objetivo adequar a regulamentação ao Decreto nº 12.849/2026, que passou a considerar os terminais aquaviários como instalações de embarque e desembarque para fins de compensação financeira.
Com a mudança, em vigor desde 1º de julho deste ano, os terminais aquaviários diretamente interligados a instalações marítimas também passam a integrar os critérios de distribuição dos royalties. Caberá à ANP estabelecer as regras técnicas para o cálculo desses repasses, garantindo que o mesmo volume de petróleo ou gás movimentado não seja contabilizado simultaneamente no terminal aquaviário e na instalação marítima correspondente, evitando duplicidade na compensação financeira.
A revisão será feita por meio de atualização da Portaria Técnica ANP nº 29/2001. Como a alteração decorre da regulamentação de um decreto federal, a Diretoria Colegiada da agência dispensou a realização de análise de impacto regulatório. A expectativa é que a atualização da norma traga maior segurança jurídica, transparência e previsibilidade na distribuição dos recursos entre os municípios beneficiados.
Os royalties do petróleo representam uma importante fonte de receita para estados e municípios e podem ser aplicados em áreas como saúde, educação, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura. Dessa forma, a definição de critérios técnicos mais claros para a distribuição desses recursos pode fortalecer o planejamento das administrações municipais e ampliar a capacidade de investimento em serviços públicos, beneficiando diretamente a população das localidades impactadas pelas atividades da indústria de petróleo e gás.
A iniciativa ocorre em um momento de destaque para o tema dos royalties no país. Em junho, a ANP concluiu a distribuição de R$ 4,88 bilhões em royalties referentes à produção de fevereiro de 2026 para a União, estados e municípios. Desse total, R$ 743,74 milhões foram destinados a 531 municípios e R$ 563,45 milhões a três estados no âmbito dos contratos de partilha de produção, evidenciando a relevância desses recursos para as finanças públicas.
A minuta da resolução e as orientações para participação na consulta e na audiência públicas serão divulgadas nos próximos dias no portal da ANP, após a publicação do aviso no Diário Oficial da União. A consulta permitirá que representantes do setor, gestores públicos e demais interessados contribuam para o aperfeiçoamento da regulamentação antes da publicação da norma definitiva.
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Baixar áudioA edição mais recente da Pesquisa BTG/Nexus sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada nesta segunda-feira (13), evidencia diferenças na opinião do eleitorado entre as regiões do país.
Enquanto o Nordeste segue como principal base de apoio do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Sul e o conjunto formado por Norte e Centro-Oeste concentram maior apoio aos candidatos da oposição. Já o Sudeste apresenta um cenário mais equilibrado da disputa.
No Nordeste, Lula lidera com folga no primeiro turno, com 54% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que soma 25%. Os demais pré-candidatos aparecem com menos de 5%.
Em uma eventual disputa de segundo turno entre os dois, Lula mantém vantagem, com 59% das intenções de voto, contra 35% do adversário.
A região também registra os melhores índices de avaliação do governo federal. Segundo a pesquisa, 57% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 43% a classificam como ótima ou boa.
O Nordeste reúne ainda a maior proporção de eleitores que se declaram "lulistas convictos", com 30%, além da menor taxa de rejeição ao presidente, de 38%. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro registra na região seu maior índice de rejeição, de 42%.
No Sul, o cenário é inverso. Flávio Bolsonaro lidera o primeiro turno com 47% das intenções de voto. Em um eventual segundo turno contra Lula, ele amplia a vantagem e alcança 58%, enquanto o presidente soma 34%.
A região também concentra os piores indicadores para o atual governo federal. A desaprovação chega a 58%, e 54% dos entrevistados avaliam a gestão como ruim ou péssima.
O Sul registra ainda a maior proporção de eleitores que se identificam como "bolsonaristas convictos", com 29%. Já a rejeição a Lula supera os 41%.
No Sudeste, a disputa se mostra mais equilibrada. No primeiro turno, Lula aparece com 38% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 33%.
Em um eventual segundo turno, o presidente teria 46%, contra 42% do adversário.
Na avaliação do governo, aprovação e desaprovação aparecem tecnicamente empatadas: 49% aprovam a gestão federal e 49% a desaprovam. Entre os entrevistados, 35% classificam o governo como ótimo ou bom, enquanto 43% o consideram ruim ou péssimo.
A região também reflete a polarização observada no cenário nacional, com 26% de eleitores que se declaram "lulistas convictos" e 24% de "bolsonaristas convictos".
No conjunto formado por Norte e Centro-Oeste, a disputa é mais acirrada no primeiro turno. Flávio Bolsonaro lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Lula, com 32%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 12%.
Em um eventual segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 50%, contra 42% de Lula.
Na avaliação da gestão federal, 51% desaprovam o governo e 40% aprovam. A região registra ainda o maior percentual de eleitores considerados não polarizados, com 26%.
A Pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho de 2026. A amostra foi composta por 43% de entrevistados do Sudeste, 26% do Nordeste, 16% do Norte/Centro-Oeste e 15% do Sul. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07981/2026.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19 utilizadas no Brasil para acompanhar as variantes em circulação no país. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) por meio da Instrução Normativa nº 454/2026.
A decisão foi aprovada na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026.
Pela norma, as vacinas deverão ser monovalentes e conter a cepa LP.8.1 do vírus como antígeno preferencial ou antígenos derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, ou ainda outras formulações que demonstrem ampla resposta de anticorpos neutralizantes ou eficácia contra as variantes do do SARS-CoV-2 em circulação.
Segundo nota publicada pela Anvisa, a diretora da agência, Daniela Marreco, relatou a proposta de nova instrução normativa e destacou que recentemente houve dezenas de registros de casos de síndrome gripal associados à Covid-19. Na avaliação, o dado reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizadas no Brasil.
Os imunizantes fabricados anteriormente, inclusive os já distribuídos pelo país, não deverão ser descartados de forma imediata.
A Anvisa estabeleceu um prazo de transição e as vacinas registradas e produzidas antes da atualização poderão ser utilizadas por até nove meses a partir da data da aprovação da atualização pela Anvisa, exceto em casos de manifestação contrária da Agência. A regra também vale para as vacinas que já foram distribuídas em território nacional.
Pela medida, os fabricantes que possuem vacinas com composição diferente da prevista na instrução deverão protocolar um pedido de atualização junto à Anvisa. O protocolo deve conter uma série de dados, como de qualidade, produção e imunogenicidade em modelos animais. Além disso, quando necessário, também será preciso prestar informações de segurança e eficácia, conforme os critérios estabelecidos pela agência e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A Instrução Normativa estabelece ainda que, para a decisão da Anvisa quanto à atualização da composição da vacina contra a Covid-19, serão considerados os dados existentes sobre a vacina, quando utilizada em esquemas de imunização primária e como dose de reforço.
A Instrução Normativa nº 454 entrou em vigor na data de sua publicação e revoga a Instrução Normativa nº 429, de março de 2026.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta terça-feira (14) com alta de 0,38%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.728,97 na cidade de São Paulo.
O café robusta também teve alta de 0,84%, sendo comercializado a R$ 1.096,83
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 1.728,97 | 0,38% | 9,52% | 336,90 |
| 10/07/2026 | 1.722,48 | -2,29% | 9,11% | 337,01 |
| 09/07/2026 | 1.762,83 | 2,95% | 11,66% | 344,17 |
| 08/07/2026 | 1.712,39 | -1,46% | 8,47% | 332,76 |
| 07/07/2026 | 1.737,76 | -2,78% | 10,08% | 336,91 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 1.096,83 | 0,84% | 3,30% | 213,72 |
| 10/07/2026 | 1.087,74 | -1,97% | 2,44% | 212,82 |
| 09/07/2026 | 1.109,55 | 1,74% | 4,50% | 216,62 |
| 08/07/2026 | 1.090,56 | -0,92% | 2,71% | 211,92 |
| 07/07/2026 | 1.100,67 | -1,49% | 3,66% | 213,39 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa de 0,54% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$90,72.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 90,72 | -0,54% | -0,60% | 17,68 |
| 10/07/2026 | 91,21 | -1,08% | -0,07% | 17,85 |
| 09/07/2026 | 92,21 | 0,00% | 1,03% | 17,92 |
| 08/07/2026 | 92,21 | -1,77% | 1,03% | 17,92 |
| 07/07/2026 | 93,87 | 2,10% | 2,85% | 18,20 |
Em Santos (SP), houve um aumento de 0,02%, e a mercadoria é negociada a R$ 107,40 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 107,40 | 0,02% | -1,31% | 20,98 |
| 10/07/2026 | 107,38 | -1,86% | -1,33% | 21,02 |
| 09/07/2026 | 109,42 | -0,61% | 0,54% | 21,32 |
| 08/07/2026 | 110,09 | 0,25% | 1,16% | 21,36 |
| 07/07/2026 | 109,82 | -1,04% | 0,91% | 21,34 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,62, após aumento de 0,17%.
HTML
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 64,62 | 0,17% | 1,64% | 12,59 |
| 10/07/2026 | 64,51 | 0,22% | 1,46% | 12,62 |
| 09/07/2026 | 64,37 | 0,00% | 1,24% | 12,57 |
| 08/07/2026 | 64,37 | 0,09% | 1,24% | 12,51 |
| 07/07/2026 | 64,31 | 0,48% | 1,15% | 12,47 |
Os dados são do
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoSoja e trigo registram valorização no Paraná e no Rio Grande do Sul, segundo indicadores do Cepea.
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta sexta-feira (10) com aumento no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta aumento de 0,30%, com a saca negociada a R$ 140,86. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,55%, levando a cotação para R$ 133,31.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 133,31 | 0,55% | 4,61% | 25,98 |
| 10/07/2026 | 132,58 | -0,08% | 4,04% | 25,94 |
| 09/07/2026 | 132,69 | 0,13% | 4,13% | 25,90 |
| 08/07/2026 | 132,52 | 0,36% | 3,99% | 25,75 |
| 07/07/2026 | 132,04 | 1,62% | 3,62% | 25,60 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 140,86 | 0,30% | 5,45% | 27,45 |
| 10/07/2026 | 140,44 | 0,14% | 5,14% | 27,48 |
| 09/07/2026 | 140,25 | -0,11% | 4,99% | 27,38 |
| 08/07/2026 | 140,40 | 0,49% | 5,11% | 27,28 |
| 07/07/2026 | 139,71 | 0,50% | 4,59% | 27,09 |
O trigo mantém o aumento de preço no Paraná, com aumento também no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.393,52. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.315,29 .
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
HTML
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 1.315,29 | 0,32% | -1,07% | 256,29 |
| 10/07/2026 | 1.311,07 | -0,11% | -1,38% | 256,52 |
| 09/07/2026 | 1.312,48 | 0,00% | -1,28% | 256,24 |
| 08/07/2026 | 1.312,48 | -0,87% | -1,28% | 255,05 |
| 07/07/2026 | 1.324,01 | 0,00% | -0,41% | 256,69 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 1.393,52 | 1,30% | 1,82% | 271,53 |
| 10/07/2026 | 1.375,69 | 0,00% | 0,52% | 269,16 |
| 09/07/2026 | 1.375,68 | 0,14% | 0,52% | 268,58 |
| 08/07/2026 | 1.373,81 | 0,72% | 0,38% | 266,97 |
| 07/07/2026 | 1.364,03 | 0,07% | -0,34% | 264,45 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve uma baixa de 0,63% nesta terça-feira (14). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 324,60 .
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 324,60 | -0,63% | -3,51% | 63,25 |
| 10/07/2026 | 326,65 | 0,60% | -2,90% | 63,91 |
| 09/07/2026 | 324,70 | 0,00% | -3,48% | 63,10 |
| 08/07/2026 | 324,70 | -0,58% | -3,48% | 63,10 |
| 07/07/2026 | 326,60 | 0,05% | -2,91% | 63,32 |
No mercado de frango, os valores apresentam leve declínio na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,27, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 7,29.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 7,27 | 0,14% | 0,14% |
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
| 09/07/2026 | 7,19 | 0,00% | -0,96% |
| 08/07/2026 | 7,19 | 0,14% | -0,96% |
| 07/07/2026 | 7,18 | 0,00% | -1,10% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 7,29 | 0,41% | 0,41% |
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
| 09/07/2026 | 7,19 | 0,00% | -0,96% |
| 08/07/2026 | 7,19 | 0,14% | -0,96% |
| 07/07/2026 | 7,18 | 0,00% | -1,10% |
Já a carcaça suína especial teve uma baixa nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,55.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,95.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | 8,55 | -0,70% | 0,35% |
| 10/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 09/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 08/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 07/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 13/07/2026 | MG - posto | 5,84 | -0,68% | -0,51% |
| 13/07/2026 | PR - a retirar | 4,86 | 0,00% | 4,97% |
| 13/07/2026 | RS - a retirar | 5,00 | 0,00% | -0,99% |
| 13/07/2026 | SC - a retirar | 4,95 | -0,60% | -1,98% |
| 13/07/2026 | SP - posto | 5,23 | -0,95% | -0,95% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoSegundo o especialista da Corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante, o ouro está em uma fase de consolidação após atravessar um período de alta, de 64%, em 2025. Em 13 de julho, o metal recuou 1,4%, para cerca de US$ 4.061 por onça-troy e aproximadamente 27% abaixo do recorde de US$ 5.595 atingido em janeiro. Esse movimento não invalida a tendência estrutural da commodity, mas reflete uma acomodação após uma alta muito acelerada e a revisão das expectativas para os juros americanos.
Com o petróleo mais caro elevando o risco de inflação, o mercado atribui 69% de probabilidade a uma alta do Fed em setembro, o que fortalece os Treasuries e o dólar e reduz, temporariamente, o impulso do ouro. “Para os próximos meses, a tendência é de volatilidade, mas o cenário de longo prazo permanece construtivo. As compras dos bancos centrais continuam relevantes: a China aumentou suas reservas em quase 15 toneladas em junho, no 20º mês consecutivo de aquisições, enquanto 89% dos bancos centrais esperam que as reservas globais de ouro cresçam no próximo ano e 45% pretendem ampliar as próprias posições. Essa demanda, combinada a uma eventual redução dos juros americanos e ao enfraquecimento do dólar, pode abrir espaço para uma retomada das cotações", conclui Cavalcante.
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Baixar áudioO dólar fechou o último pregão cotado a R$ 5,13, após alta de 0,48%.
A valorização da moeda norte-americana foi influenciada pela intensificação das tensões no Oriente Médio. A nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã elevou a aversão ao risco entre os investidores e impulsionou a busca por ativos mais seguros.
Além disso, o avanço dos preços do petróleo também contribuiu para o movimento. O barril do Brent, referência internacional da commodity, ultrapassou os US$ 80, em meio às preocupações com o abastecimento global de energia.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,86.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1947 | 0,1706 | 0,1455 | 31,6318 | 0,1587 | 0,2756 | 0,2808 |
| USD | 5,1355 | 1 | 0,8787 | 0,7491 | 162,42 | 0,8147 | 1,4153 | 1,4457 |
| EUR | 5,8617 | 1,1382 | 1 | 0,8527 | 184,87 | 0,9273 | 1,6109 | 1,6456 |
| GBP | 6,8539 | 1,3350 | 1,1729 | 1 | 216,82 | 1,0875 | 1,8893 | 1,9299 |
| JPY | 0,0316 | 0,0062 | 0,0054 | 0,0046 | 1 | 0,5016 | 0,0087 | 0,0089 |
| CHF | 6,3027 | 1,2273 | 1,0784 | 0,9194 | 199,36 | 1 | 1,7373 | 1,7746 |
| CAD | 3,6285 | 0,7066 | 0,6207 | 0,5294 | 114,76 | 0,5756 | 1 | 1,0215 |
| AUD | 3,5629 | 0,6918 | 0,6078 | 0,5182 | 112,35 | 0,5635 | 0,9790 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
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Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 175.739,08 pontos, após queda de 0,27%.
O principal índice da Bolsa brasileira foi pressionado pelo cenário de cautela no mercado internacional, em meio à intensificação das tensões entre Estados Unidos e Irã e às preocupações com um possível fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo.
Apesar do viés negativo, a alta de mais de 3% nos preços do petróleo favoreceu as ações das petroleiras. Os papéis da Petrobras avançaram e ajudaram a reduzir as perdas do índice. Em contrapartida, as ações da Vale recuaram, acompanhando a queda do minério de ferro e de outros metais no mercado internacional
Ações em alta no Ibovespa
Azevedo & Travassos Energia S.A (AZTE3F) +24,56%
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 19.588.727.714, em meio a 3.042.048 em negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3734 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (13/07/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 473.309,60. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Fortaleza (CE) e Campinas (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3735, que será realizado na terça-feira, 14 de julho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 05 - 08 - 10 - 12 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 19 - 22 - 23 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
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Baixar áudioA atuação de uma massa de ar frio mantém o tempo firme em toda a Região Sul nesta terça-feira (14). O predomínio é de poucas nuvens, sem previsão de chuva, e as condições atmosféricas favorecem a ocorrência de geada em áreas do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, Porto Alegre terá mínima de 10°C e máxima de 17°C, com poucas nuvens. Nas demais regiões do estado, o tempo permanece estável, com possibilidade de geada em áreas do Norte, da Serra Gaúcha e dos Campos de Cima da Serra.
Em Santa Catarina, Florianópolis registra mínima de 12°C e máxima de 18°C, com poucas nuvens. No interior do estado, especialmente entre o Planalto Sul, o Planalto Norte e parte do Meio-Oeste, há condições favoráveis para a formação de geada.
No Paraná, Curitiba terá mínima de 5°C e máxima de 15°C, também com poucas nuvens. A possibilidade de geada se concentra em áreas do Centro-Sul, dos Campos Gerais, do Sudeste e do Sul do estado, enquanto as demais regiões seguem com tempo firme e poucas nuvens ao longo do dia.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoMassa de ar seco mantém predomínio de poucas nuvens na maior parte da região
Baixar áudioA Região Centro-Oeste terá uma terça-feira (14) marcada pelo predomínio de tempo firme. A circulação de ar seco mantém poucas nuvens sobre grande parte da região, enquanto Mato Grosso apresenta maior cobertura de nuvens, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá mínima de 13°C e máxima de 27°C, com previsão de poucas nuvens ao longo do dia.
Em Goiás, Goiânia registra mínima de 17°C e máxima de 31°C, também com poucas nuvens. A mesma condição predomina nas regiões Norte Goiano, Noroeste, Oeste, Leste, Sul e Centro Goiano.
Em Mato Grosso, Cuiabá terá mínima de 20°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens. A maior nebulosidade também se estende por áreas das regiões Norte, Nordeste, Centro-Sul e parte do Sudeste, enquanto o Sudoeste Mato-grossense apresenta períodos de menor cobertura de nuvens.
Já em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá mínima de 10°C e máxima de 29°C, com poucas nuvens. O tempo permanece estável nas regiões Pantanais, Centro-Norte, Leste e Sudoeste de Mato Grosso do Sul, favorecendo o predomínio de céu com pouca nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para esta terça-feira (14) indica predomínio de tempo firme na maior parte da Região Sudeste. A atuação de uma massa de ar mais seco mantém o céu com poucas nuvens em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de favorecer a possibilidade de geada em áreas isoladas do sul mineiro, do leste paulista e da Região Serrana fluminense. No Espírito Santo, há condição para chuva em parte do estado, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão é de poucas nuvens em praticamente todo o estado. O tempo permanece estável tanto na Região Metropolitana quanto no interior, incluindo as regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba. Há possibilidade de geada em áreas do leste paulista. Na capital, os termômetros variam entre 9°C e 17°C.
Em Minas Gerais, a previsão aponta poucas nuvens na maior parte do estado. No Sul e Sudoeste de Minas, há possibilidade de geada. Em Belo Horizonte, os termômetros devem marcar mínima de 12°C e máxima de 24°C.
No Rio de Janeiro, o dia também será de poucas nuvens, com tempo firme predominando na capital e nas regiões Metropolitana, Serrana, dos Lagos, Norte Fluminense, Noroeste Fluminense, Centro-Sul e Costa Verde. Há possibilidade de geada em pontos isolados da Região Serrana, especialmente nas áreas mais elevadas. Na cidade do Rio de Janeiro, a temperatura mínima será de 14°C, com máxima de 24°C.
No Espírito Santo, a capital Vitória terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 17°C e 24°C. A condição também deve ocorrer em áreas do litoral, do nordeste e do noroeste capixaba, enquanto o sul do estado apresenta variação de nebulosidade.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma terça-feira (14) marcada pelo predomínio de muitas nuvens, com chuva concentrada principalmente sobre a faixa mais ao norte da região. As temperaturas seguem elevadas na maior parte dos estados, com máximas que chegam aos 36°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, a previsão é de muitas nuvens ao longo do dia em Palmas, onde os termômetros variam entre 23°C e 36°C. Nas demais áreas do estado, especialmente nas regiões Ocidental, Oriental e Central do Tocantins, o tempo permanece estável, sem indicativo de chuva significativa.
No Pará, Belém terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada e temperaturas entre 24°C e 33°C. A condição também se estende ao Nordeste Paraense, à Região Metropolitana de Belém, ao Marajó e a áreas do Baixo Amazonas, enquanto o Sudeste, o Sudoeste Paraense e parte do Centro do estado devem registrar apenas muitas nuvens.
No Amapá, Macapá terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. A previsão é semelhante para grande parte do estado, incluindo o Sul e o Norte do Amapá, onde há condições para precipitações rápidas ao longo do dia.
Em Roraima, o tempo permanece mais instável. Boa Vista terá muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 24°C e 31°C. O mesmo cenário deve ocorrer no Norte de Roraima, enquanto áreas do Sul do estado podem registrar pancadas de chuva isoladas.
No Amazonas, Manaus terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 25°C e máxima de 33°C. A previsão também indica chuva isolada em parte do Centro Amazonense, enquanto o Norte, o Sudoeste e o Sul Amazonense apresentam condições para pancadas de chuva com trovoadas isoladas em alguns pontos.
Em Rondônia, Porto Velho terá muitas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 23°C e 33°C. Nas regiões Leste e Madeira-Guaporé, o céu permanece com bastante nebulosidade, mas sem previsão de chuva significativa.
No Acre, Rio Branco registra muitas nuvens, com mínima de 22°C e máxima de 29°C. A mesma condição predomina no Vale do Acre e no Vale do Juruá, onde o tempo segue estável ao longo desta terça-feira.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Nordeste terá uma terça-feira (14) com predomínio de nebulosidade. A possibilidade de chuva isolada se concentra em áreas da faixa litorânea, enquanto o interior da região permanece com tempo estável e temperaturas elevadas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 28°C. A mesma condição é prevista para o litoral baiano. Já no centro, oeste, Vale do São Francisco e Chapada Diamantina, o céu permanece com maior cobertura de nuvens.
Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 20°C e máxima de 29°C. A previsão também se estende ao leste sergipano. No agreste e no sertão, o dia será de céu encoberto, sem expectativa de chuva significativa.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, e temperaturas entre 22°C e 30°C. A instabilidade também alcança a Zona da Mata. No agreste e no sertão alagoano, predomina a nebulosidade ao longo do dia.
Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 29°C. A mesma condição é esperada para a Zona da Mata. Já no agreste e no sertão pernambucanos, o tempo segue com maior cobertura de nuvens.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 29°C. A previsão também vale para o litoral paraibano. No agreste, Borborema e no sertão, o céu permanece com bastante nebulosidade.
No Rio Grande do Norte, Natal terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 28°C. A condição também ocorre no litoral potiguar. No agreste, na região Central e no Oeste Potiguar, o tempo permanece com predomínio de nuvens.
No Ceará, Fortaleza registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 26°C e 29°C. A instabilidade também alcança o litoral cearense. Já no sertão, Inhamuns, Jaguaribe e no Cariri, a previsão é de maior cobertura de nuvens.
No Piauí, Teresina terá muitas nuvens, com mínima de 23°C e máxima de 34°C. Nas regiões Centro-Norte, Norte, Sudeste e Sudoeste do estado, o tempo permanece estável, com predomínio de nebulosidade.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C. A previsão também se estende ao norte maranhense. No centro, leste, oeste e sul do estado, o dia será de maior cobertura de nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioMoçambique reúne 144 oportunidades comerciais para empresas brasileiras interessadas em ampliar sua atuação no mercado africano. Levantamento da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) aponta que a proximidade cultural e linguística entre os dois países, aliada a avanços na facilitação do comércio, cria um ambiente favorável para a expansão das relações econômicas bilaterais.
Apesar de o comércio entre Brasil e Moçambique ainda representar uma parcela reduzida das relações internacionais brasileiras, os dados indicam crescimento das exportações nacionais para o país africano. Em 2025, as vendas brasileiras para Moçambique alcançaram cerca de US$ 42,6 milhões, com destaque para produtos ligados ao agronegócio, indústria e bens de maior valor agregado.
Atualmente, a pauta exportadora brasileira para Moçambique é liderada pelas carnes de aves, que representam 51,3% do total comercializado. Ao mesmo tempo, produtos industriais como máquinas e equipamentos, medicamentos, caldeiras, produtos de perfumaria e outros bens manufaturados vêm ampliando participação, indicando potencial de diversificação das exportações brasileiras.
De acordo com o estudo da ApexBrasil, as oportunidades identificadas estão concentradas principalmente nos setores de máquinas e equipamentos, produtos alimentícios, insumos industriais e bens de consumo. O levantamento também aponta áreas estratégicas para investimentos, como energia, agricultura, recursos minerais, turismo e infraestrutura.
A relação comercial entre os dois países também ganhou novas possibilidades com a abertura do mercado moçambicano para produtos do setor agropecuário brasileiro, incluindo material genético avícola. A medida amplia oportunidades para cadeias produtivas relacionadas ao agronegócio e fortalece a cooperação econômica bilateral.
“Essa reaproximação entre Brasil e a África já acontece na prática. A gente importa fertilizantes essenciais de lá e exporta bastante tecnologia e inovação. Sabia que a nossa genética bovina é um sucesso no mercado africano? O setor de animais vivos teve um salto de 353% de crescimento recente. Até 2050 é esperado que o continente chegue a 2,5 bilhões de habitantes e o mapa dessa nova Pangeia moderna já está desenhado. São mais de 5 mil oportunidades mapeadas de exportação.
Temos espaço de sobra para nossos grãos, proteínas, frutas, castanhas, ração em tecnologia de produção”, frisou o especialista de agronegócio da ApexBrasil, Alberto Carlos Bicca.
No campo dos investimentos, o país tem atraído capital internacional principalmente em áreas relacionadas a recursos naturais e projetos energéticos. Em 2024, o estoque acumulado de investimento estrangeiro direto em Moçambique chegou a US$ 60,8 bilhões. A participação brasileira soma aproximadamente US$ 62,6 milhões, com presença em setores como energia, infraestrutura, agricultura e mineração.
Empresas brasileiras interessadas em ampliar sua atuação no mercado africano podem se inscrever para integrar a delegação da ApexBrasil na Missão Empresarial Moçambique/FACIM 2026, que será realizada entre 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo, durante a Feira Internacional de Maputo (FACIM), principal evento multissetorial do país.
As inscrições seguem abertas até 13 de julho, e a missão será realizada entre 31 de agosto e 6 de setembro, em Maputo, durante a Feira Internacional de Maputo (FACIM), principal evento multissetorial do país.
Nesta edição, o Brasil será o país homenageado da feira, o que amplia a visibilidade das empresas brasileiras e fortalece as oportunidades de negócios na África Austral. Serão selecionadas até 20 empresas de diferentes níveis de maturidade exportadora, com atuação em setores como agronegócio, alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos, materiais de construção, eletroeletrônicos, equipamentos médicos, softwares, franquias, higiene e cosméticos, entre outros segmentos industriais e de serviços.
As empresas interessadas devem acessar o site da ApexBrasil para consultar o regulamento e realizar a inscrição na Missão Empresarial Moçambique/FACIM 2026 – Inscrições.
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Baixar áudioO aumento de cada 0,1°C na temperatura média global pode provocar prejuízos de até R$ 5,6 bilhões para a economia brasileira em razão dos desastres naturais. A estimativa consta no Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) na quinta-feira (9), durante o evento Indústria Resiliente: Estratégias de Adaptação à Mudança do Clima.
A publicação analisa os impactos da crise climática sobre as cadeias produtivas e apresenta estratégias para reduzir os riscos físicos e os desafios da transição para uma economia de baixo carbono, considerados fatores que podem comprometer a competitividade da indústria.
Dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), reunidos pela CNI, mostram que o Brasil registrou mais de 16 mil eventos extremos entre 2020 e 2023 — uma média de 4 mil ocorrências por ano. As secas responderam por metade dos registros (50%), enquanto inundações, enxurradas e enchentes representaram 27%, e tempestades, 19%.
O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mario Augusto Cardoso, afirma que a crescente frequência dos eventos climáticos extremos exige que as empresas incorporem a adaptação às mudanças do clima às suas estratégias de negócio. Segundo ele, a gestão dos riscos climáticos deve fazer parte do planejamento corporativo para reduzir impactos sobre a produção e a competitividade.
“Como a empresa vai lidar, por exemplo, com o corte na cadeia de suprimentos? Como ela vai lidar com o corte no fornecimento de água causado por um evento extremo? E quando há pouca água, há muitas vezes problema de fornecimento de energia. Como a empresa lida com isso? É preciso analisar cada uma das possibilidades de eventos, pensar se a empresa está preparada e ver qual seria o impacto para a atividade”, avalia.
Considerando a exposição geográfica e a dependência de recursos naturais, o guia dedica recomendações específicas aos setores de óleo e gás, alimentos e têxtil.
Óleo e gás
O setor concentra ativos de alto valor em áreas costeiras e marítimas, como plataformas offshore, refinarias, dutos e terminais portuários. Segundo o estudo, tempestades, ressacas e a elevação do nível do mar podem comprometer estruturas, interromper operações e aumentar os custos de manutenção, seguros e adaptação.
Entre as principais recomendações estão:
Alimentos
A indústria de alimentos está entre as mais vulneráveis às mudanças climáticas por depender diretamente do regime de chuvas, da disponibilidade hídrica, da temperatura e da estabilidade da produção agropecuária. Secas prolongadas, enchentes, ondas de calor e geadas fora de época podem reduzir as safras, elevar o custo de insumos, comprometer o transporte de perecíveis e afetar tanto o abastecimento interno quanto as exportações.
O guia recomenda ampliar práticas de:
A publicação também defende a modernização da infraestrutura de armazenagem e distribuição, como silos, armazéns e centros logísticos mais preparados para enfrentar variações de temperatura e interrupções no transporte.
Na pecuária, medidas como sombreamento, manejo do estresse térmico e garantia de acesso à água limpa contribuem para preservar a produtividade em um cenário climático mais instável.
Têxtil
Na indústria têxtil e de confecção, os riscos climáticos afetam diferentes etapas da cadeia produtiva. A produção de fibras naturais, como o algodão, depende de condições climáticas favoráveis e da disponibilidade de água, enquanto os processos de beneficiamento, tingimento, lavagem e acabamento exigem elevado consumo de recursos hídricos e energia.
Entre as recomendações estão:
O documento também destaca a economia circular como estratégia para aumentar a competitividade do setor. A reutilização de resíduos têxteis, a reciclagem de peças pós-consumo, a rastreabilidade das fibras e a certificação ambiental de fornecedores reduzem a dependência de matérias-primas e atendem às exigências de consumidores e mercados internacionais.
Mario Augusto Cardoso explica que a indústria precisa atuar em duas frentes complementares para enfrentar os impactos das mudanças climáticas: reduzir as emissões de gases de efeito estufa e fortalecer a adaptação aos eventos extremos.
“Os eventos climáticos vão continuar acontecendo. O que queremos é reduzir sua frequência e intensidade. Por isso, temos que estar preparados para garantir a manutenção da atividade produtiva, dos empregos, da arrecadação e das vidas que estão em risco diante desses eventos climáticos”, ressalta.
Além dos impactos físicos da mudança do clima, o guia alerta para os riscos da transição regulatória e comercial. Um dos principais marcos desse processo é a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), instituído pela Lei nº 15.042/24.
A norma estabelece diretrizes para a entrada de instalações produtivas no mercado regulado de carbono. Na prática, empresas que ultrapassarem os limites de emissões a serem definidos pelo governo terão de adquirir créditos de compensação, enquanto aquelas que emitirem menos do que o permitido poderão comercializar créditos excedentes.
Diante desse cenário, a CNI recomenda que as empresas antecipem a elaboração de inventários de emissões de gases de efeito estufa e incorporem estratégias de mitigação e adaptação ao planejamento dos negócios.
O estudo também destaca que consumidores, investidores e cadeias globais de suprimentos exigem cada vez mais transparência ambiental ao longo do ciclo de vida dos produtos.
Empresas incapazes de demonstrar práticas sustentáveis poderão perder mercado, enfrentar restrições ao acesso a financiamentos e encontrar barreiras comerciais em economias com legislação ambiental mais rigorosa, como a União Europeia.
A publicação também identifica oportunidades competitivas para o país, como o powershoring — estratégia de atração de investimentos industriais baseada na ampla oferta de energia limpa no Brasil — e incentiva o uso de instrumentos financeiros verdes, como títulos vinculados a metas de sustentabilidade, para apoiar a modernização tecnológica do parque industrial nacional.
A íntegra do Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima está disponível no portal da CNI.
Na última quinta-feira (9), a CNI promoveu o evento Indústria Resiliente: Estratégias de Adaptação à Mudança do Clima. O encontro reuniu representantes do governo, da indústria, de associações setoriais, empresas e instituições parceiras para debater como incorporar a adaptação climática às estratégias de negócios. A iniciativa contou com o apoio do Ministério do Meio Ambiente da Alemanha e da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ).
Ao longo dos debates, especialistas destacaram que o custo da inação tende a superar os investimentos necessários para adaptação e mitigação dos impactos climáticos. Segundo o coordenador-geral de Ciência do Clima do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Márcio Rojas, a falta de medidas para enfrentar os efeitos das mudanças no clima pode provocar, até 2050, perdas de R$ 17,1 trilhões no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e a eliminação de cerca de 4,4 milhões de empregos.
Os participantes também ressaltaram que a cooperação entre o setor produtivo e o poder público é essencial para ampliar a capacidade de resposta do país aos eventos climáticos extremos. Entre os instrumentos apresentados está o Plano Clima Adaptação, estratégia nacional que estabelece diretrizes e ações para preparar setores econômicos, cidades e territórios para enfrentar secas, enchentes, ondas de calor e episódios de escassez hídrica.
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Copiar o textoA menos de uma década do prazo estabelecido pelo marco legal do saneamento, a universalização dos serviços de água e esgoto ainda está distante para a maior parte dos municípios brasileiros. Levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) mostra que apenas 94 das 2.558 cidades avaliadas apresentam indicadores compatíveis com esse objetivo.
O estudo analisou cinco aspectos relacionados ao saneamento e à gestão de resíduos: cobertura de abastecimento de água, atendimento por rede coletora de esgoto, volume de esgoto tratado em relação à água consumida, coleta de lixo domiciliar e destinação final adequada dos resíduos sólidos urbanos.
Com base nesses critérios, somente 3,67% dos municípios pesquisados alcançaram a classificação mais elevada do ranking, denominada "rumo à universalização".
Entre as capitais, Curitiba lidera o levantamento e é a única a atingir pontuação suficiente para integrar a categoria máxima. No grupo dos municípios de grande porte, os melhores desempenhos foram registrados em Leme (SP), Balneário Camboriú (SC) e Santa Bárbara d'Oeste (SP).
O cenário é diferente em parte da região Norte. Belém (PA), Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO) aparecem entre as capitais com pior desempenho no ranking, evidenciando que os avanços desde a aprovação do marco legal ainda foram limitados.
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A Lei nº 14.026, sancionada em junho de 2020, estabeleceu metas de atendimento de 99% da população com abastecimento de água e de 90% com coleta e tratamento de esgoto até 2033.
Para o presidente nacional da Abes, Marcel Sanches, o cumprimento dessas metas exige uma visão mais ampla dos desafios do setor. "A universalização não será alcançada se o país olhar apenas para uma parte do problema", afirma.
Copiar o textoA partir de 3 de agosto de 2026, empresas enquadradas no regime regular não terão mais permissão para emitir documentos fiscais eletrônicos sem o preenchimento dos campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Todas as notas fiscais deverão conter as novas informações, incluindo a alíquota de teste de 1% — sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS.
As novas regras da reforma tributária sobre o consumo ainda não estão sendo aplicadas devido à flexibilização concedida pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) por meio do Ato Conjunto nº 01/2025.
A norma adia o início da aplicação de penalidades para empresas e profissionais autônomos que deixarem de destacar IBS e CBS nos documentos fiscais até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos do IBS e da CBS. A medida busca permitir que contribuintes e administrações tributárias testem e validem os novos procedimentos de apuração, reduzindo riscos operacionais e inconsistências no sistema.
Apesar da dispensa temporária de multas, a obrigatoriedade de preenchimento dos campos passa a ter caráter operacional. A partir de agosto, documentos fiscais emitidos sem as informações de IBS e CBS serão automaticamente rejeitados pelos sistemas, impedindo a emissão da nota.
A reforma tributária sobre o consumo prevê a substituição gradual de cinco tributos — IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS — pelo modelo de IVA dual, composto pelo IBS, de competência de estados e municípios, e pela CBS, administrada pela União.
No entanto, os tributos antigos não serão extintos de imediato e a cobrança da alíquota de teste de 1% não representa aumento da carga tributária. De acordo com a legislação, os valores recolhidos a título de IBS e CBS poderão ser integralmente compensados com os montantes pagos de PIS e Cofins.
Na prática, o contribuinte recolhe os novos tributos, mas desconta esse valor das contribuições federais já devidas, mantendo inalterado o desembolso total.
O objetivo dessa fase é testar, em ambiente real, o funcionamento do novo sistema de arrecadação e repartição de receitas entre União, estados e municípios, sem gerar impacto financeiro relevante para os contribuintes.
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Baixar áudioA Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26. De autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), o texto altera as regras de cobrança do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O parecer favorável do relator, Rodrigo de Castro (União-MG), permite que a matéria avance para as próximas etapas de tramitação na Câmara.
A principal mudança prevê que o IPVA deixe de ser calculado com base no valor de mercado do veículo e passe a considerar o peso do automóvel. O texto também determina que o imposto não poderá ultrapassar 1% do valor de venda do veículo e autoriza os estados a concederem descontos para veículos menos poluentes.
Atualmente, o IPVA é cobrado com base no valor de mercado do veículo, tendo a Tabela Fipe como referência. As alíquotas variam entre 1% e 4%, de acordo com a legislação de cada estado.
Durante a análise, o relator destacou que a CCJ avaliou apenas a constitucionalidade e a juridicidade da matéria. Segundo ele, o impacto na arrecadação dos estados, uma eventual redução de receitas, a autonomia financeira dos entes federativos e as possíveis regras de transição serão discutidos pela comissão especial responsável por analisar o mérito da PEC.
Com a aprovação da admissibilidade, a PEC segue agora para análise da comissão especial. Se avançar nessa etapa, o texto ainda precisará ser aprovado em dois turnos pelo Plenário da Câmara dos Deputados.
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Baixar áudioA expectativa era de que a última semana antes do recesso parlamentar seria agitada. Diversos projetos importantes aguardam definição nas duas casas legislativas e, com o segundo semestre tomado pela campanha eleitoral, o dia 18 de julho de 2026 – início da folga de duas semanas no Congresso Nacional –, era visto como um prazo limite para as votações relevantes. O que não fosse discutido até então, só seria retomado depois do primeiro turno das eleições, no início de outubro.
Mas a realidade deve ser diferente. As presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal liberaram os parlamentares para participarem das sessões plenárias à distância, virtualmente. Com isso, a tendência é que os plenários fiquem esvaziados e nenhuma proposta considerada estratégica seja analisada.
Na Câmara, uma pauta com 19 itens foi publicada para a sessão de terça-feira (14). A maior parte são medidas provisórias do Executivo que, somadas, desitnam R$ 1,1 bilhão para cinco ministérios diferentes. Outras matérias podem ser incluídas, o que dificilmente deve ocorrer já que há grandes chances de que nem mesmo a reunião de líderes seja realizada. Assim, a regulamentação da inteligência artificial (PL 2.338/23), a criminalização da misoginia (PL 896/2023) e a renegociação das dívidas rurais (PL 5.122/23) terão de esperar.
No Senado, como é habitual, foram convocadas sessões plenárias de terça a quinta-feira (16), mas sem a divulgação da pauta. Matérias como a autonomia financeira ao Banco Central (PEC 65/2024), a aposentadoria especial para agentes de saúde (PEC 14/2021), além do fim da escala de trabalho 6x1 (PEC 221/2019) e da reformulação da segurança pública nacional (PEC 18/2025), prioridades do governo federal, ficam para a segunda metade do ano.
A agenda das comissões também reflete o esvaziamento. Pela primeira vez em semanas, a Comissão Especial que analisa a atualização dos limites de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) e das faixas de enquadramento do Simples Nacional não tem nada previsto. O relator do texto, deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), já admite que o cronograma terá de ser revisto para tentar persuadir o governo a incluir a revisão de todo o regime simplificado, não apenas a receita dos MEIs. Com isso, a votação do relatório vai ficar para os próximos meses.
Das 20 reuniões e audiências de comissões previstas na Câmara entre esta segunda-feira (13) e quarta-feira (15), não há discussões relevantes. Cenário semelhante no Senado, onde dá para destacar a reunião da Comissão de Assuntos Econômicos que pode votar o PL 2.688/2024, que destina para o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap) a renda de um concurso da loteria por ano, ao longo de quatro anos.
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O preço do boi gordo terá aumento de 0,60% nesta segunda (13). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 326,65.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 326,65 | 0,60% | -2,90% | 63,91 |
| 09/07/2026 | 324,70 | 0,00% | -3,48% | 63,10 |
| 08/07/2026 | 324,70 | -0,58% | -3,48% | 63,10 |
| 07/07/2026 | 326,60 | 0,05% | -2,91% | 63,32 |
| 06/07/2026 | 326,45 | -1,03% | -2,96% | 63,59 |
No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado e do frango resfriado é vendido a R$ 7,26.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
| 09/07/2026 | 7,19 | 0,00% | -0,96% |
| 08/07/2026 | 7,19 | 0,14% | -0,96% |
| 07/07/2026 | 7,18 | 0,00% | -1,10% |
| 06/07/2026 | 7,18 | -0,28% | -1,10% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 7,26 | 0,97% | 0,00% |
| 09/07/2026 | 7,19 | 0,00% | -0,96% |
| 08/07/2026 | 7,19 | 0,14% | -0,96% |
| 07/07/2026 | 7,18 | 0,00% | -1,10% |
| 06/07/2026 | 7,18 | -0,28% | -1,10% |
Já a carcaça suína especial também mantém estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,61.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em São Paulo. O animal é comercializado a R$ 5,88 em Minas Gerais.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Média | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 09/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 08/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 07/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
| 06/07/2026 | 8,61 | 0,00% | 1,06% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | MG - posto | 5,88 | 0,00% | 0,17% |
| 10/07/2026 | PR - a retirar | 4,86 | 0,00% | 4,97% |
| 10/07/2026 | RS - a retirar | 5,00 | 0,00% | -0,99% |
| 10/07/2026 | SC - a retirar | 4,98 | 0,00% | -1,39% |
| 10/07/2026 | SP - posto | 5,28 | -0,75% | 0,00% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda (13) com declínio de 2,29%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.722,48 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve baixa de 1,97%, sendo comercializado a R$ 1.087,74.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 1.722,48 | -2,29% | 9,11% | 337,01 |
| 09/07/2026 | 1.762,83 | 2,95% | 11,66% | 344,17 |
| 08/07/2026 | 1.712,39 | -1,46% | 8,47% | 332,76 |
| 07/07/2026 | 1.737,76 | -2,78% | 10,08% | 336,91 |
| 06/07/2026 | 1.787,48 | 9,24% | 13,23% | 348,17 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 1.087,74 | -1,97% | 2,44% | 212,82 |
| 09/07/2026 | 1.109,55 | 1,74% | 4,50% | 216,62 |
| 08/07/2026 | 1.090,56 | -0,92% | 2,71% | 211,92 |
| 07/07/2026 | 1.100,67 | -1,49% | 3,66% | 213,39 |
| 06/07/2026 | 1.117,33 | 4,37% | 5,23% | 217,63 |
O preço do açúcar cristal apresenta declínio de 1,08% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 91,21.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 91,21 | -1,08% | -0,07% | 17,85 |
| 09/07/2026 | 92,21 | 0,00% | 1,03% | 17,92 |
| 08/07/2026 | 92,21 | -1,77% | 1,03% | 17,92 |
| 07/07/2026 | 93,87 | 2,10% | 2,85% | 18,20 |
| 06/07/2026 | 91,94 | -1,76% | 0,73% | 17,91 |
Em Santos (SP), houve declínio de 1,86%, e a mercadoria é negociada a R$ 107,38 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 107,38 | -1,86% | -1,33% | 21,02 |
| 09/07/2026 | 109,42 | -0,61% | 0,54% | 21,32 |
| 08/07/2026 | 110,09 | 0,25% | 1,16% | 21,36 |
| 07/07/2026 | 109,82 | -1,04% | 0,91% | 21,34 |
| 06/07/2026 | 110,97 | 1,97% | 1,97% | 21,48 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,51, após aumento de 0,22%.
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 64,51 | 0,22% | 1,46% | 12,62 |
| 09/07/2026 | 64,37 | 0,00% | 1,24% | 12,57 |
| 08/07/2026 | 64,37 | 0,09% | 1,24% | 12,51 |
| 07/07/2026 | 64,31 | 0,48% | 1,15% | 12,47 |
| 06/07/2026 | 64,00 | -0,08% | 0,66% | 12,47 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoTrigo registra queda de preço no Rio Grande do Sul e mantém estabilidade no Paraná.
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A saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (13) com declínio no interior do Paraná e aumento na região litorânea de Paranaguá.
No mercado paranaense, o grão apresenta baixa de 0,08%, com a saca negociada a R$ 132,58. Em Paranaguá, o aumento foi de 0,14%, levando a cotação para R$ 140,44.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 132,58 | -0,08% | 4,04% | 25,94 |
| 09/07/2026 | 132,69 | 0,13% | 4,13% | 25,90 |
| 08/07/2026 | 132,52 | 0,36% | 3,99% | 25,75 |
| 07/07/2026 | 132,04 | 1,62% | 3,62% | 25,60 |
| 06/07/2026 | 129,93 | 1,18% | 1,96% | 25,31 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 140,44 | 0,14% | 5,14% | 27,48 |
| 09/07/2026 | 140,25 | -0,11% | 4,99% | 27,38 |
| 08/07/2026 | 140,40 | 0,49% | 5,11% | 27,28 |
| 07/07/2026 | 139,71 | 0,50% | 4,59% | 27,09 |
| 06/07/2026 | 139,01 | 2,63% | 4,06% | 27,08 |
O trigo mantém a redução de preço no Rio Grande do Sul, mas teve aumento no Paraná.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.375,69. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.311,07.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 1.311,07 | -0,11% | -1,38% | 256,52 |
| 09/07/2026 | 1.312,48 | 0,00% | -1,28% | 256,24 |
| 08/07/2026 | 1.312,48 | -0,87% | -1,28% | 255,05 |
| 07/07/2026 | 1.324,01 | 0,00% | -0,41% | 256,69 |
| 06/07/2026 | 1.324,01 | 0,54% | -0,41% | 257,89 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* | |
|---|---|---|---|---|
| 10/07/2026 | 1.375,69 | 0,00% | 0,52% | 269,16 |
| 09/07/2026 | 1.375,68 | 0,14% | 0,52% | 268,58 |
| 08/07/2026 | 1.373,81 | 0,72% | 0,38% | 266,97 |
| 07/07/2026 | 1.364,03 | 0,07% | -0,34% | 264,45 |
| 06/07/2026 | 1.363,13 | -0,67% | -0,40% | 265,51 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoInstabilidades avançam sobre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste nesta segunda-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica aumento da nebulosidade em todos os estados da região. Há possibilidade de chuva isolada no Distrito Federal, em Goiás e em Mato Grosso.
Os ventos passam a soprar com maior intensidade em parte de Mato Grosso, favorecendo uma sensação de tempo mais ameno, principalmente durante a noite.
Em Cuiabá, os termômetros variam entre 17°C e 31°C. Campo Grande registra temperaturas entre 19°C e 26°C. Goiânia terá mínima de 19°C e máxima de 30°C. Em Brasília, a temperatura varia entre 16°C e 28°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoInstabilidades avançam sobre a região e provocam chuva em áreas de todos os estados.
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste nesta segunda-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica aumento das instabilidades em boa parte da região.
No Espírito Santo, são esperadas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.
As temperaturas entram em declínio em parte da região, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro, onde o avanço das instabilidades mantém o tempo fechado durante boa parte do dia.
Na capital paulista, os termômetros variam entre 13°C e 16°C. Belo Horizonte registra mínima de 15°C e máxima de 25°C. No Rio de Janeiro, a temperatura varia entre 15°C e 23°C. Vitória terá mínima de 20°C e máxima de 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta segunda-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica manutenção das instabilidades em grande parte da região. A previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Acre e Roraima. Em Manaus, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.
No Tocantins, o tempo continua firme, mas com aumento da nebulosidade ao longo do dia. Mesmo sem previsão de chuva significativa, o calor permanece intenso, principalmente durante a tarde.
Entre as capitais, Rio Branco registra temperaturas entre 21°C e 32°C. Porto Velho varia de 19°C a 30°C. Manaus terá mínima de 24°C e máxima de 32°C. Boa Vista registra de 25°C a 32°C. Belém varia entre 23°C e 33°C. Macapá terá temperaturas entre 24°C e 33°C, enquanto Palmas oscila entre 23°C e 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoLitoral entre Maranhão e Bahia continua com muitas nuvens; interior permanece quente e seco.
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste nesta segunda-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), aponta predomínio de muitas nuvens em todos os estados da região. Há possibilidade de chuva isolada no litoral, especialmente entre Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
No interior da região, o tempo segue firme, com calor predominando durante a tarde. No Piauí, as temperaturas permanecem elevadas e a umidade relativa do ar continua baixa nos horários mais quentes.
Entre as capitais, São Luís varia entre 25°C e 31°C. Teresina registra mínima de 24°C e máxima de 36°C. Fortaleza terá temperaturas entre 25°C e 31°C. Natal varia de 25°C a 29°C. João Pessoa registra de 23°C a 29°C. Recife terá entre 23°C e 30°C. Maceió varia de 21°C a 30°C. Aracaju registra entre 17°C e 28°C e Salvador entre 21°C e 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAs diferenças regionais continuam marcando os indicadores de qualidade de vida no Brasil. Dados divulgados pelo Imazon e instituições parceiras mostram que os municípios mais bem avaliados do país seguem concentrados no Sul e Sudeste, enquanto Norte e Nordeste predominam entre os piores resultados do ranking de 2026.
O levantamento analisou os 5.570 municípios brasileiros a partir do Índice de Progresso Social (IPS), indicador construído com 57 critérios sociais e ambientais. A metodologia utiliza informações de bases públicas, como IBGE, DataSUS, Inep e MapBiomas.
Entre os 20 municípios com melhor desempenho, 18 pertencem às regiões Sul e Sudeste. Já entre as 20 últimas posições, 19 estão localizadas no Norte e no Nordeste.
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Pela terceira vez seguida, Gavião Peixoto, cidade do interior paulista com cerca de 4,8 mil moradores, alcançou a primeira posição do ranking, com 73,10 pontos em uma escala de 0 a 100. Na outra ponta aparece Uiramutã, em Roraima, que registrou 42,44 pontos.
O IPS busca medir condições reais de vida da população, diferentemente do PIB, que considera apenas a produção de riqueza da economia.
Entre as capitais, Curitiba lidera a classificação nacional, com 71,29 pontos. Brasília aparece em seguida, com 70,73. São Paulo ocupa a terceira posição entre as capitais, com 70,64, à frente de Campo Grande, que registrou 69,77, e Belo Horizonte, com 69,66.
A média nacional do índice em 2026 foi de 63,40 pontos. Nos anos anteriores, o país havia registrado 63,05 em 2025 e 62,85 em 2024, indicando uma evolução discreta no período.
Com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE), as menores notas do levantamento ficaram com:
Entre as capitais brasileiras, Macapá e Porto Velho tiveram os resultados mais baixos do levantamento, com 59,65 e 58,59 pontos, respectivamente.
Copiar o textoCerca de 20% dos municípios brasileiros ainda não possuem agência reguladora de saneamento, um dos entraves apontados por especialistas para o atraso na universalização dos serviços de água e esgoto no país. A avaliação foi feita durante o VII Fórum Novo Saneamento, encerrado no último dia 13 de maio, em São Paulo, onde representantes do setor consideraram improvável o cumprimento da meta prevista para 2033 pela Lei 14.026/2020.
O encontro reuniu presidentes de companhias estaduais, executivos de operadoras privadas, advogados e especialistas em financiamento e regulação. Apesar do avanço registrado nos últimos anos, os participantes avaliaram que o prazo restante de sete anos não será suficiente para universalizar os serviços.
O Novo Marco Legal do Saneamento estabelece como principal objetivo ampliar o acesso aos serviços básicos de saneamento no país até 2033. A meta prevê que 99% da população brasileira seja atendida com abastecimento de água potável e que 90% tenha acesso à coleta e ao tratamento de esgoto.
“Estimam que entre R$ 600 e até R$ 900 bilhões são necessários para a gente encontrar essa meta em 2033. Isso daria uma taxa que, hoje, seria quase duas vezes a taxa de investimento em valores do que é feito normalmente. Então, seria mais que dobrar os investimentos que, hoje, são feitos anualmente para encontrar essa meta. Mas, não encontrar essa meta em 2033, de maneira nenhuma significa um fracasso ou algo que a gente possa desabonar os avanços que foram feitos no setor”, afirmou Carlos Lebelein, da LMDM Consultoria.
Segundo Lebelein, a ausência de estruturas regulatórias em parte dos municípios ainda dificulta o avanço da cobertura. "Há também a questão dos sistemas autônomos, a maior parte deles municipais, que não foram contemplados pelas exigências do marco legal”, disse.
O consultor mediou um painel com representantes de operadoras privadas para discutir questões que vêm impactando as concessionárias em diferentes estados, entre elas o reequilíbrio financeiro dos contratos, a pressão tarifária e os efeitos da reforma tributária sobre as contas de água.
As concessionárias privadas relataram que a demora nos processos de reequilíbrio contratual tem afetado os cronogramas de investimento. Segundo representantes do setor, muitas empresas assumem concessões e encontram condições diferentes das previstas originalmente, com necessidade maior de obras, redução de perdas e ampliação da infraestrutura.
“Na maioria das vezes, os agentes regulatórios não estão preparados para lidar com esse assunto”, afirmou Edgar Perlotti, gerente de regulação da Iguá Saneamento.
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A diretora regulatória e de compliance do grupo BRK, Juliana Rayel Chequi, considerou que é difícil manter investimentos em um contrato desequilibrado. “Superar esse descompasso é essencial para colocar as metas estabelecidas nos trilhos novamente”, avaliou
Para Cíntia Araújo, gerente executiva da área de regulação da Aegea, parte do problema começa ainda na modelagem dos projetos. “Isso acaba paralisando investimentos importantes”, concluiu.
A 18ª edição do Ranking do Saneamento, elaborado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, indica que 28 municípios do país já alcançaram a universalização do abastecimento de água. Entre eles, 11 registram cobertura total de 100%, com predominância de cidades do estado de São Paulo. Os outros 17 municípios apresentam índices iguais ou superiores a 99%, distribuídos entre as regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O estudo tem como base os 100 municípios mais populosos do Brasil e utiliza os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), com ano de referência de 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Apesar dos avanços registrados, o levantamento aponta que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam as maiores dificuldades para alcançar a universalização completa e equilibrada do abastecimento de água.
Entre os casos destacados, Recife (PE) aparece com 78,93% de cobertura de abastecimento. Já Porto Velho (RO) ocupa a última posição entre os 100 municípios analisados, com 30,74% de atendimento.
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Baixar áudioOs novos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram benefícios concedidos a partir de maio deste ano receberão o 13º salário em novembro, desde que o benefício dê direito ao abono. O repasse aos segurados segue o calendário regular de pagamentos já previsto pelo INSS.
O abono anual para aposentados, pensionistas e demais beneficiários que já recebiam benefícios até abril foi antecipado pelo INSS. Os repasses foram realizados nos meses de abril e maio.
Para os segurados que passaram a receber o benefício depois da antecipação do pagamento pelo INSS, o 13º salário será pago entre 24 de novembro 11 e 7 de dezembro, de acordo com o número final do cartão de benefício.
A tabela de pagamento de benefícios 2026 pode ser acessada no site oficial do INSS, em: www.gov.br/inss.
O 13º salário é devido aos titulares de benefícios previdenciários, como aposentadoria e pensão por morte, e, quando houver previsão legal, também aos beneficiários de benefícios concedidos por legislação especial. Os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) não têm direito ao abono anual, já que se trata de um benefício assistencial.
Em relação aos benefícios temporários ou concedidos após o período da antecipação, como o benefício por incapacidade temporária e o salário maternidade, o valor do 13º é calculado de forma proporcional ao período de recebimento do benefício. O montante é pago durante sua vigência, conforme as regras aplicáveis.
Copiar o textoO sorteio da Mega-Sena concurso 3030 acontece neste sábado, 11 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta segunda-feira (13), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predominância de muitas nuvens nos três estados da região. Há possibilidade de chuva isolada no Paraná, enquanto Santa Catarina e Rio Grande do Sul registram muitas nuvens com névoa úmida, favorecendo um amanhecer mais frio e úmido.
As temperaturas permanecem amenas em toda a região, com sensação de frio durante as primeiras horas do dia e maior cobertura de nuvens ao longo do período.
Curitiba registra temperaturas entre 8°C e 17°C. Florianópolis varia de 10°C a 17°C. Em Porto Alegre, os termômetros ficam entre 6°C e 15°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoParaná e Santa Catarina terão chuva isolada; Rio Grande do Sul segue com muitas nuvens.
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste domingo (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica predomínio de muitas nuvens nos três estados da região. Há previsão de pancadas de chuva isoladas no Paraná e possibilidade de chuva isolada em Santa Catarina.
No Rio Grande do Sul, o céu permanece com muitas nuvens durante boa parte do dia.
Curitiba registra temperaturas entre 11°C e 19°C. Florianópolis varia entre 12°C e 20°C. Em Porto Alegre, os termômetros ficam entre 9°C e 17°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste domingo (12), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica aumento da nebulosidade em toda a região. Há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em Goiás e no Distrito Federal, o predomínio é de muitas nuvens ao longo do dia. Apesar da maior cobertura de nuvens, o calor continua, principalmente durante a tarde, quando as temperaturas permanecem elevadas.
Em Cuiabá, os termômetros variam entre 21°C e 35°C. Campo Grande registra mínima de 21°C e máxima de 31°C. Goiânia terá temperaturas entre 18°C e 32°C, enquanto Brasília varia entre 16°C e 29°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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