14/04/2026 04:55h

Em manifesto assinado por 60 entidades, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) defende que diálogo deve ocorrer sem a influência do período eleitoral; presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), Paulo Sergio Cavalcante, avalia que debate deve equilibrar empresas e empregados

Baixar áudio

O setor produtivo, por meio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), protocolou um manifesto contra a tramitação acelerada do tema, com projeto em regime de urgência, sobre o fim da escala 6x1 – sinalizada pelo Executivo. 

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, defende a votação apenas em 2027, sem influência do período eleitoral.

“Nossa proposta é termos o debate de fato, ele vale a pena o debate; porém, vamos discutir isso em 2027, fora do período eleitoral, fora dessa eventual interferência eleitoreira. Eu acho que a sociedade civil está pronta para debater, tanto os trabalhadores, como os empresários, e encontrar qual é a melhor solução, mas sem nunca esquecer que na reforma trabalhista já pode haver a negociação, porque o negociado prevalece sobre o legislado. Por que temos que engessar o tema numa nova legislação? Essa é uma grande discussão”, afirma Alfredo Cotait Neto. 

Já o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), membro do conselho G50+ – grupo formado por lideranças de associações comerciais de todas as regiões do país –, Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcante, salienta que o debate deve ir além da alteração da escala e abranger soluções equilibradas para empresas e empregados.

“Mais do que discutir a redução de jornada em si, o ponto central aqui que a gente tem que construir é uma solução equilibrada, com transição adequada, diferenciação setorial; isso é muito importante, em respeito às negociações coletivas”, diz Cavalcante.

Segundo Motta, a PEC deve ter a admissibilidade votada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) ainda em abril. Após a votação no colegiado, o texto deve seguir para uma comissão especial, destinada à análise do mérito da proposta, com discussão aprofundada sobre o conteúdo da PEC.

A análise mais cuidadosa, envolvendo os agentes interessados e impactados pela medida, é defendida no manifesto da CACB. “O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos”, diz um trecho da publicação da confederação.

A PEC 8/2025, que já tramita na Câmara, foi apensada à PEC 221/2019 – cujo relator será o deputado Paulo Azi (UNIÃO-BA) e que aguarda parecer na CCJC.

A discussão da PEC 221/2019 está agendada na CCJ para a próxima quarta-feira (15)

O objetivo de Motta é votar a proposta no Plenário até o fim de maio, conforme a Agência Câmara de Notícias.

Entidades defendem discussão mais ampla

O debate aprofundado, reunindo trabalhadores e empresários, além do posicionamento do governo e do Congresso, foi defendido pelo setor produtivo, sob liderança da CACB.

O manifesto da CACB foi assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo. A entidade reiterou a preocupação com a possibilidade de envio do projeto de lei em regime de urgência pelo governo para tratar da redução da jornada de trabalho. Conforme o documento, “o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração”. 

Apesar da sinalização de Hugo Motta para prosseguir com a análise do fim da escala 6x1 por meio de PEC, a CACB defende, no documento, que o debate responsável e mais aprofundado deveria ocorrer apenas após o período eleitoral. 

No texto, a entidade defende que a votação seja adiada para 2027, para que sejam ouvidos todos os envolvidos no debate, especialmente os pequenos e médios empreendedores. A postergação, segundo a entidade, contribuiria para um ambiente de discussão mais técnico, racional e focado nos impactos sobre empresas e trabalhadores. 

Confira o manifesto na íntegra:

2027 é o ano para discutir escala de trabalho

A sinalização de que o governo federal pretende apressar a aprovação de mudança que reduz a jornada de trabalho, seja ao encaminhar ao Congresso um projeto de lei (PL) com regime de urgência, ou, o que é menos admissível ainda, através de uma Medida Provisória – revela que o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração. No caso de um projeto de lei que prevê tramitação mais rápida, haverá o atropelo dos debates. Essa votação precisa ser adiada para 2027. É preciso serenidade para ouvir todos os envolvidos, em especial os pequenos e médios empreendedores. Recusamo-nos a sequer admitir a hipótese de MP para tratar dessa matéria, pois não apresenta as características que essa providência exige e seria uma afronta ao Congresso e à sociedade.

O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos.

Independentemente de qualquer outra consideração, a gravidade e a complexidade do tema aconselham que ela seja deixada para 2027, pois trata-se de matéria extremamente sensível para um período eleitoral, quando as discussões são contaminadas por preocupações eleitoreiras.

O sistema associativo – presente em todo país, distribuído por todos os estados e municípios – reitera sua preocupação com o envio de um PL com urgência, em detrimento das discussões em torno de uma proposta de emenda legislativa (PEC), que exige quórum mais alto de votos e debate mais longo. O sistema produtivo precisa participar. Esse espaço de argumentações é inegociável. O que está em jogo é a geração de empregos e o crescimento da economia.

Alfredo Cotait Neto , presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e presidente da Associação Comercial de SP (ACSP), representando todo o Sistema  Associativo 

Alteração deve ponderar impactos a empresários e trabalhadores

O presidente da FACEB e membro do conselho G50+, Paulo Sergio Costa Pinto Cavalcante, reforça a importância da adoção de diálogos entre parlamento, trabalhadores e setor produtivo.

“De forma unilateral, vai existir equívoco, erro, indiscutivelmente, com absoluta certeza. A participação conjunta de trabalhadores, empresários, parlamentares, vai permitir incorporar a realidade prática dos setores produtivos, compreender as diferentes dinâmicas de cada atividade econômica, e vai evitar distorções que possam gerar efeitos adversos sobre emprego, renda e preços”, avalia.

Cavalcante menciona que estudos técnicos já indicam possíveis efeitos na economia com o fim da escala 6x1, como aumento de custos operacionais, aliado a um possível incremento nos preços repassados ao consumidor. Outro risco, segundo ele, é a redução de investimento na diversidade econômica.

“A economia baiana possui forte presença no comércio, serviços, turismo, bares e restaurantes, micros e pequenas empresas. Esses setores apresentam características como funcionamento contínuo, alta intensidade de mão de obra, margem operacional reduzida. Nesse contexto, a adoção de um modelo rígido pode gerar necessidade imediata de contratação adicional, aumento expressivo de custos, redução da viabilidade econômica de pequenos negócios”, afirma o presidente da FACEB.

Conforme Cavalcante, os setores que podem sentir maiores reflexos da alteração da jornada de trabalho são os de comércio, serviços, varejo e alimentação.

Para Alfredo Cotait, eventuais alterações na jornada de trabalho devem ser definidas prioritariamente a partir de negociações entre empregadores e trabalhadores.

“Precisamos chamar todos os setores da sociedade civil organizada, os empreendedores, os trabalhadores, e verificar como podemos fazer uma alteração possível que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos e nem os empresários com aumento de custo”, sugere Cotait.

Na avaliação da CACB, além do diálogo qualificado em que governo, Congresso, trabalhadores e empresários se posicionem, também, é importante buscar alternativas. Entre as sugestões da CACB voltadas a ponderar impactos a empresários e trabalhadores estão a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.  
 

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:50h

Ex-governador participou de encontro com empresários em São Paulo e comentou propostas em discussão no Congresso; evento foi promovido na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

Baixar áudio

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência da República Romeu Zema participou, na manhã desta segunda-feira (13), de uma reunião do Conselho Político e Social (COPS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. No encontro, ele discutiu com lideranças empresariais o cenário político e econômico do país, além de temas de interesse do setor produtivo.

Realizado na sede da entidade, o evento reuniu representantes do empresariado e autoridades públicas para debater pautas consideradas prioritárias, como o possível fim da jornada de trabalho 6x1 e a adoção do voto distrital misto.

Durante a reunião, Zema apresentou suas avaliações sobre o ambiente econômico nacional e dialogou com os participantes sobre desafios e perspectivas para o desenvolvimento do Brasil.

Ao comentar mudanças na jornada de trabalho, o ex-governador afirmou que propor o fim da escala 6x1 é populismo. Ele também defendeu alternativas ao modelo da Consolidação das Leis do Trabalho.

“São pacotes de bondades que só agravam essa situação de déficit fiscal gigantesco que nós temos. Acho que nós, do setor privado, temos de estar sempre atentos, e tenho combatido esse populismo e demagogia que está se aproveitando desse momento”, afirmou.

“Tenho dito que acabar com a CLT é difícil, devido a interesses corporativistas, à Justiça do Trabalho, entre outros fatores. No entanto, deveríamos propor novas modalidades de relações de trabalho. A CLT continuaria existindo e, à medida que um novo modelo prosperasse, provavelmente, ao longo do tempo, ela poderia ter uma participação muito menor”, defendeu.

Zema também comentou a proposta de mudança no sistema político brasileiro, como a adoção do voto distrital misto. Para ele, esse modelo melhora a representatividade dos municípios brasileiros no Congresso e torna mais eficiente a cobrança por parte dos eleitores.

“Sou totalmente favorável ao voto distrital. Eu estava citando o caso de uma das maiores cidades de Minas Gerais, que não tem um representante no Legislativo do estado nem em Brasília, que é Uberaba, com 350 mil habitantes. Enquanto várias outras cidades menores elegeram um deputado estadual ou federal, Uberaba não elegeu. Fica sem nenhum representante. Isso causa uma disfuncionalidade muito grande na representatividade”, disse.

“Temos visto pessoas com sucesso nas redes sociais se elegerem sem representar ninguém, simplesmente porque fazem algo que agrada ao público. Não têm nenhuma causa nem representam uma região especificamente. Um dos problemas que temos hoje é essa falha na representatividade”, acrescentou.

A pauta do voto distrital misto também tem sido debatida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A entidade tem defendido o modelo como forma de otimizar o processo político/eleitoral brasileiro.

VEJA MAIS:

O ex-governador Romeu Zema também abordou outros temas relevantes durante o encontro, como o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira, os desafios da educação no país e questões relacionadas ao sistema político. Segundo ele, é fundamental promover um ambiente mais favorável à produção, investir na qualificação da mão de obra e aprimorar os mecanismos de representação e governança para fortalecer as instituições.

Engajamento da sociedade civil

O evento contou com a presença do presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto, que também lidera a CACB e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP).

Cotait Neto destacou a importância do espaço como ambiente de articulação e reflexão sobre os rumos do país, além de defender maior participação da sociedade civil organizada diante do atual contexto político.

“Estamos vivendo uma crise moral sem precedentes. Está na hora de a sociedade civil organizada se manifestar. O sistema de associações comerciais integrado está à disposição para, junto com a sociedade civil, trabalhar em prol de um projeto, de um programa para o país”, afirmou.

O secretário de Projetos Estratégicos do governo paulista, Guilherme Afif Domingos, também participou do debate. Ao abordar os desafios enfrentados pelo setor produtivo, ele destacou a necessidade de fortalecer a competitividade das empresas brasileiras como fator essencial para o crescimento econômico sustentável.

Segundo Afif, a adoção de políticas que estimulem a livre concorrência, a inovação e a redução de entraves burocráticos é fundamental para garantir melhores condições de atuação ao empresariado no país.

"Competente é quem compete, incompetente é o que não compete. Esse é um princípio defendido pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil", pontuou.

O encontro integrou a agenda periódica do COPS, que busca promover o diálogo entre o setor produtivo e lideranças políticas e institucionais sobre temas estratégicos para o país.
 

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:45h

Para o Instituto, a fragilidade da mineração brasileira de terras raras não decorre de falta de protagonismo estatal, mas da carência de tecnologia, financiamento insuficiente e infraestrutura precária.

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) emitiu comunicado manifestando sua preocupação com o Projeto de Lei 1733/2026, apresentado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) em 9 de abril de 2026, e com o PL 1754/2026, apresentado no dia 10 de abril pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC), líder da bancada do PT. Ambos propõem a criação de uma empresa pública chamada Terrabras para atuar na cadeia produtiva de terras raras e minerais críticos.

Em seu comunicado, o IBRAM afirma que os projetos têm estruturas diferentes, pois enquanto o PL 1733/2026 “autoriza o governo federal a criar a Terrabras, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com atuação que vai da pesquisa geológica à comercialização”, o PL 1754/2026, da bancada do PT, vai além e propõe absorver as funções do Serviço Geológico do Brasil (SGB), além de instituir regime de partilha da produção, com participação mínima de 50% destinada à nova estatal.

“O IBRAM reconhece a relevância do debate. O Brasil detém a segunda maior reserva mundial de elementos de terras raras, estimada em cerca de 21 milhões de toneladas, e, em 2024, respondeu por menos de 1% da produção global. Transformar esse patrimônio geológico em capacidade produtiva real e domínio tecnológico deveria ser uma prioridade nacional. O problema está no caminho proposto”, diz o comunicado.

Para a entidade, que reúne empresas responsáveis por cerca de 85% da produção mineral no País, “a fragilidade da mineração brasileira de terras raras não decorre de falta de protagonismo estatal. Decorre da carência de tecnologia de separação e refino em escala industrial, de processos químicos cuja dominância está concentrada em poucos agentes, de financiamento insuficiente, de infraestrutura logística precária, de mão de obra especializada escassa e de insegurança jurídica, que afasta investidores. Nenhum desses obstáculos é eliminado pela criação de uma empresa pública”.

Para o Instituto, a “brilhante trajetória da Petrobras não serve para sustentar a proposta, pois ignora as diferenças entre os dois setores e a experiência histórica. É oportuno lembrar que o Brasil já foi líder global na produção de terras raras a partir das areias monazíticas do Espírito Santo. A empresa Orquima dominou todo o ciclo tecnológico na década de 1960, mas foi estatizada, sucateada e, depois, extinta pelo Estado, o que levou a um retrocesso, com perda de tecnologias e de talento humano que hoje buscamos retomar”.

“A má experiência brasileira com minerais nucleares – prossegue a nota -- também é uma demonstração dessa limitação. Apesar de deter reservas expressivas de urânio e a segunda maior reserva mundial de tório, o País importa parcela relevante do urânio que suas próprias usinas consomem, resultado de décadas de subinvestimento sob monopólio estatal. Hoje, o debate está voltado, mais uma vez, a permitir a atração de investimentos privados para o setor e recuperar a capacidade produtiva que já existiu e foi sucateada”.

O IBRAM defende que os recursos necessários para viabilizar a Terrabras seriam mais eficazes se aplicados “no fortalecimento das instituições que já existem e na busca de domínio completo da tecnologia, do ciclo produtivo e das aplicações dessas substâncias. A Agência Nacional de Mineração (ANM), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) operam há anos sob restrições orçamentárias crônicas. O SGB mapeou apenas 27% do território nacional na escala adequada à mineração. Criar outra estrutura enquanto essas instituições seguem subfinanciadas é uma escolha que o IBRAM questiona. Destinar capital público para criar uma empresa do zero, nesse contexto, é uma escolha de difícil justificativa. Dados do Ministério da Gestão apontam déficit de R$ 5,1 bilhões no conjunto das estatais federais em 2025 e de R$ 4,1 bilhões apenas nos primeiros dois meses de 2026.

Por fim, a instituição lembra que o Congresso Nacional tem em tramitação o PL 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. “O texto combina segurança jurídica, processamento doméstico e estímulo ao investimento produtivo em tecnologia, exatamente o que o setor precisa para converter reservas em produção. Esse projeto merece prioridade. O relator, deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ao ser apresentado à proposta de nova estatal, descartou a medida em manifestações no dia 31 de março à imprensa e a representantes do setor mineral. Em seu relatório final, disse não haver espaço para iniciativas como a criação de uma estatal ou restrições à exportação dos minerais críticos e estratégicos”.

O IBRAM finaliza o comunicado afirmando que irá buscar o diálogo com os deputados Rollemberg e Uczai, com o Ministério de Minas e Energia e com o Congresso Nacional para “construir uma política que amplie a presença do Brasil no mercado global de minerais críticos, sem repetir modelos cujos limites já são conhecidos”.

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:30h

Proprietários devem localizar, resgatar e realocar espécies nativas e sem-ferrão para que sobrevivam à transferência

Baixar áudio

Abelhas-sem-ferrão devem ser resgatadas antes do desmate das áreas onde são nativas. A obrigatoriedade está prevista na norma publicada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) na última quinta-feira (9) e passa a valer em 180 dias, ou seja, a partir de 6 de outubro.

A nova regra determina que, sempre que houver autorização para desmatamento, o responsável deve localizar, resgatar e realocar as colônias encontradas na área. O processo inclui busca ativa antes e durante a retirada da vegetação, transporte adequado e destinação para áreas semelhantes da origem, seguras ou instituições autorizadas.

Para impedir que a prática vire atividade econômica irregular, também fica proibida a comercialização das colônias resgatadas. Os enxames ainda devem ser monitorados por, pelo menos, seis meses após a realocação, para verificar se sobreviveram. Todo o processo deve ser documentado e informado aos órgãos ambientais.

Ficam isentas do cumprimento das regras pequenas propriedades rurais, áreas em recuperação de solo (pousio) e atividades de manejo florestal sustentável.

O objetivo, segundo o texto, é reduzir os impactos ambientais e garantir a sobrevivência das espécies. O prazo de 6 meses para entrada em vigor da norma foi estipulado para a adaptação de empreendedores e órgãos ambientais às exigências.

Adaptação

Para a Confederação Nacional de Municípios (CMN), a nova regulamentação representa um avanço do ponto de vista da proteção da biodiversidade. Abelhas, especialmente as nativas, são essenciais para o controle e estabilidade do ecossistema, por serem responsáveis pela polinização da flora e, consequentemente, pela fauna que se alimenta dessas plantas.

Por outro lado, a entidade alerta que a medida amplia as responsabilidades das prefeituras. A implementação da resolução exigirá que as administrações regionais revisem procedimentos e fluxos de análise.

A orientação do CNM é que os municípios iniciem o quanto antes a avaliação dos impactos da medida em suas rotinas administrativas. A antecipação desse debate é considerada fundamental para evitar dificuldades na aplicação da norma e garantir maior segurança na atuação dos gestores municipais.

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:20h

Estimativas apontam que a perda de produtividade no estado da Bahia pode chegar a 42,6% até esta terça-feira (14)

Baixar áudio

A distribuição das chuvas no início de abril tem impactado a colheita do feijão primeira safra na região do MATOPIBA, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As condições de precipitação têm colocado Bahia e Piauí em contraste. Enquanto os grãos baianos são afetados pela persistência das chuvas, o feijão piauiense tem o final de ciclo favorecido. 

No Brasil, a colheita da primeira safra de feijão atingiu 73,5% da área total cultivada.

Piauí

Conforme o Inmet, dados estimados pelo Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (SISDAGRO) apontam que os elevados índices do final de março e início de abril ajudaram a estabilizar a estimativa de perda de produtividade em 31,2%. A estimativa evidencia, em especial, o centro-norte piauiense, como o município de Campo Maior (PI).

No Piauí, as precipitações que retornaram no final de março e se estabeleceram no início de abril têm contribuído para fomentar as lavouras mais tardias. Além disso, a região sudeste do estado estava apresentando sinais de déficit hídrico. No entanto, a umidade recente tem contribuído para a manutenção do potencial produtivo. 

Em nota, o Instituto destaca que o sistema considera indicadores agrometeorológicos, como precipitação, evapotranspiração e o balanço hídrico do solo, com vistas a analisar os impactos das condições climáticas sobre o desempenho das culturas.

A análise também informa que a previsão de volumes mais baixos de chuva para o sul do estado tem possibilitado que a colheita siga nas áreas mais avançadas em plena execução.

Bahia

Em contrapartida, a evolução da colheita na Bahia tem sido limitada pelas condições meteorológicas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), entre o final de março e a primeira semana de abril, as operações avançaram para 88% da área total. 

As chuvas persistentes têm dificultado o trânsito de máquinas no campo, conforme o Inmet. Além disso, no extremo oeste do estado, a qualidade dos grãos colhidos está sendo afetada pela a manutenção da alta umidade. As estimativas SISDAGRO apontam que a perda de produtividade do feijão pode chegar a 42,6% até esta terça-feira (14).

Tempo no MATOPIBA

A previsão do tempo pelo Instituto informa irregularidades na distribuição das chuvas na Região Nordeste do país. Para áreas do norte, centro‑norte e sudeste do Piauí estão previstos os maiores acumulados. Na Bahia, exceto no sul do estado, a previsão é de baixos acumulados de chuva ao longo da semana.

Em relação às temperaturas, são previstas máximas entre 28 °C e 36 °C na maior parte da Região Nordeste. Em áreas do sudeste do Piauí, as temperaturas poderão ultrapassar os 36°C. Já na Bahia, os termômetros devem marcar valores acima de 30°C na maior parte do estado ao longo da semana.

“Esse cenário, associado à irregularidade das chuvas e às temperaturas mais elevadas, tende a contribuir para a redução dos estoques de água no solo, especialmente no centro‑sul baiano, onde os indicativos de déficit hídrico devem persistir até o final da semana”, diz um trecho da nota do Inmet.

O Inmet alerta que, considerando a realidade desses estados com chuvas irregulares e temperaturas elevadas, é necessário atenção no planejamento das atividades agrícolas na região. A recomendação é de acompanhamento contínuo das atualizações meteorológicas, bem como o monitoramento das condições de umidade do solo.

As medidas devem contribuir para a tomada de decisão no manejo das lavouras, a redução de riscos operacionais e o planejamento das operações de campo.

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:15h

Apesar das mudanças genéticas, especialistas afirmam que não há indícios de aumento na gravidade da doença

Baixar áudio

A variante BA.3.2 do coronavírus — também chamada de “Cicada” — já foi identificada em pelo menos 23 países. O principal diferencial dessa linhagem é a maior capacidade de escapar dos anticorpos, em comparação com variantes predominantes atualmente e que são alvo das vacinas, como a JN.1 e a LP.8.1. Os dados são do recente relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos.

Desde o início da pandemia de Covid-19, novas variantes do SARS-CoV-2 surgem regularmente devido a mutações na chamada proteína spike, estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas. Quando essas mutações ocorrem, o vírus pode se tornar mais transmissível ou reduzir a eficácia dos anticorpos gerados por vacinas ou infecções anteriores. Por isso, as vacinas precisam ser atualizadas periodicamente para acompanhar as variantes mais recentes em circulação.

Segundo o relatório, a BA.3.2 descende da linhagem BA.3, que circulou brevemente junto com variantes como BA.1 e BA.2 entre o final de 2021 e 2022. Essa nova linhagem apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína spike, o que explica sua maior capacidade de escapar da resposta imunológica.

Especialistas dizem que não há motivo para alarme

Apesar da maior capacidade de escape imunológico, a Rede Global de Vírus (GVN, na sigla em inglês) afirma que não há evidências, até o momento, de que a BA.3.2 cause doença mais grave e que os dados disponíveis não justificam estado de alerta ou maior preocupação.

Em nota, a entidade explica que, embora o escape imunológico possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não significa redução da proteção contra casos graves

Segundo a GVN, as mudanças observadas são compatíveis com a evolução natural esperada do coronavírus e de outros vírus respiratórios. Em vez de indicar uma nova ameaça imediata, a BA.3.2 reforça a importância da vigilância constante.

Detecções globais

A variante BA.3.2 foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul, em uma amostra coletada por swab nasal de um menino de 5 anos.

O segundo registro ocorreu em 17 de março de 2025, em Moçambique, seguido por detecções em:

  • Países Baixos, em 12 de abril
  • Alemanha, em 29 de abril

Após esses primeiros registros, outros casos foram poucos frequentes até setembro de 2025, quando começaram a aumentar. O maior número de detecções ocorreu na primeira semana de dezembro de 2025.

Até 11 de fevereiro de 2026, a variante havia sido identificada em 23 países, incluindo casos nos Estados Unidos em viajantes vindos do Japão, Quênia, Países Baixos e Reino Unido.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a variante chegou a representar cerca de 30% das sequências analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Países Baixos. Mesmo assim, a incidência geral de Covid-19 nesses locais não foi maior do que em anos anteriores.

Até o momento, o Brasil não registrou casos da linhagem BA.3.2.

Vacinas podem ser atualizadas em 2026

A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a composição das vacinas contra Covid-19 está programada para maio de 2026. O encontro será conduzido por grupo técnico responsável por avaliar se a fórmula das vacinas precisa ser atualizada.

Durante a reunião, serão analisados:

  • os dados epidemiológicos mais recentes
  • a duração da proteção oferecida pelas vacinas
  • o tempo necessário para atualizar novas versões das vacinas

Durante a reunião, também serão apresentados resultados de testes com diferentes variantes do vírus, com o objetivo de avaliar quais vacinas oferecem melhor proteção e se novas linhagens, como a BA.3.2, conseguem escapar dos anticorpos.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta desvalorização em todos os estados; o frango resfriado e o congelado apresentam valorização

Baixar áudio

O preço do boi gordo abre esta terça-feira (14) em alta de 0,16%. A arroba é negociada a R$ 366,20, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 366,20 0,16% 2,87% 73,28
10/04/2026 365,60 0,04% 2,70% 72,99
09/04/2026 365,45 0,12% 2,65% 72,15
08/04/2026 365,00 0,21% 2,53% 71,41
07/04/2026 364,25 0,89% 2,32% 70,58

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,96%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 7,34 0,96% 1,38%
10/04/2026 7,27 -0,68% 0,41%
09/04/2026 7,32 0,41% 1,10%
08/04/2026 7,29 0,28% 0,69%
07/04/2026 7,27 0,00% 0,41%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 7,36 0,96% 1,24%
10/04/2026 7,29 -0,55% 0,28%
09/04/2026 7,33 0,41% 0,83%
08/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
07/04/2026 7,30 0,00% 0,41%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar desvalorização de 4,29% no preço, sendo negociada a R$ 9,15 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 9,15 -4,29% -5,08%
10/04/2026 9,56 0,74% -0,83%
09/04/2026 9,49 0,32% -1,56%
08/04/2026 9,46 0,00% -1,87%
07/04/2026 9,46 -1,15% -1,87%

 

O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,64% em Minas Gerais, de 1,23% no Paraná, de 2,23% no Rio Grande do Sul, de 2,08% em Santa Catarina de 5,51% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,60 e R$ 5,83.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 MG - posto 5,83 -3,64% -11,26%
13/04/2026 PR - a retirar 5,60 -1,23% -8,94%
13/04/2026 RS - a retirar 5,71 -2,23% -9,22%
13/04/2026 SC - a retirar 5,65 -2,08% -8,28%
13/04/2026 SP - posto 5,83 -5,51% -11,80%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta terça-feira (14) em alta de 0,37%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,25 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
13/04/2026 1.821,25 0,37% -3,52% 364,47
10/04/2026 1.814,56 -0,37% -3,88% 362,26
09/04/2026 1.821,38 -0,43% -3,52% 359,60
08/04/2026 1.829,20 0,41% -3,10% 357,90
07/04/2026 1.821,69 -3,37% -3,50% 352,97

 

O café robusta teve baixa de 0,02% no preço, sendo comercializado a R$ 878,82.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
13/04/2026 878,82 -0,02% -9,00% 175,87
10/04/2026 879,03 -2,29% -8,98% 175,49
09/04/2026 899,64 0,95% -6,84% 177,62
08/04/2026 891,15 -1,13% -7,72% 174,36
07/04/2026 901,31 -2,23% -6,67% 174,64

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 2,18% e é cotada a R$ 103,47.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 103,47 -2,18% -1,89% 20,71
10/04/2026 105,78 1,56% 0,30% 21,12
09/04/2026 104,16 0,33% -1,23% 20,56
08/04/2026 103,82 0,43% -1,56% 20,31
07/04/2026 103,38 -0,75% -1,97% 20,03

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,06%, sendo negociada a R$ 98,38 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 98,38 -2,06% -13,78% 19,58
10/04/2026 100,45 -1,78% -11,96% 20,00
09/04/2026 102,27 -2,87% -10,37% 20,12
08/04/2026 105,29 -1,71% -7,72% 20,69
07/04/2026 107,12 -3,32% -6,12% 20,75

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,78, após desvalorização de 0,42%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 68,78 -0,42% -2,26% 13,76
10/04/2026 69,07 -0,75% -1,85% 13,79
09/04/2026 69,59 -0,29% -1,11% 13,74
08/04/2026 69,79 0,30% -0,82% 13,65
07/04/2026 69,58 -0,43% -1,12% 13,48

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

Copiar textoCopiar o texto
14/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e alta em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

Baixar áudio

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta terça-feira (14) em baixa, no interior do Paraná, e em alta no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,31% e é negociado a R$ 120,57; na segunda, a mercadoria teve valorização de 0,09% e é cotada a R$ 126,70.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 120,57 -0,31% -1,82% 24,13
10/04/2026 120,94 -0,71% -1,52% 24,15
09/04/2026 121,81 0,28% -0,81% 24,05
08/04/2026 121,47 -0,78% -1,09% 23,77
07/04/2026 122,42 -0,51% -0,32% 23,72

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 126,70 0,09% -1,97% 25,35
10/04/2026 126,58 -0,99% -2,06% 25,27
09/04/2026 127,84 -0,22% -1,08% 25,24
08/04/2026 128,12 -0,15% -0,87% 25,07
07/04/2026 128,31 -0,39% -0,72% 24,86

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 1,39% no Paraná e de 0,58% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.315,01, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.174,53.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
13/04/2026 1.315,01 1,39% 2,34% 263,16
10/04/2026 1.296,92 0,37% 0,93% 258,92
09/04/2026 1.292,20 0,08% 0,57% 255,12
08/04/2026 1.291,22 0,37% 0,49% 252,64
07/04/2026 1.286,52 0,12% 0,12% 249,28

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
13/04/2026 1.174,53 0,58% 1,90% 235,05
10/04/2026 1.167,80 0,00% 1,31% 233,14
09/04/2026 1.167,76 0,94% 1,31% 230,55
08/04/2026 1.156,90 0,00% 0,37% 226,36
07/04/2026 1.156,90 0,03% 0,37% 224,16

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 21:30h

Índice renovou os recordes intradia e de fechamento acima dos 198 mil pontos pela primeira vez

Baixar áudio

O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,34% e no quarto patamar recorde seguido, aos 198.000 pontos, após renovar a máxima histórica intradia de 198.173 pontos. O desempenho do índice foi impulsionado pelos “pesos-pesados” e pelo alívio da aversão a risco do mercado internacional, após as sinalizações de retomada nas conversas diplomáticas entre Estados Unidos e Irã.

As tensões no Oriente Médio continuaram a ditar o ritmo global. Após o aparente fracasso das negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, durante o último fim de semana — o que chegou a empurrar o petróleo Brent para acima de US$ 100 por barril na abertura do pregão —, o mercado reagiu positivamente a novas declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, sobre o conflito.

Em postagem na rede Truth Social, Trump afirmou que o governo iraniano entrou em contato com Washington manifestando "muito interesse" em firmar um acordo para encerrar o conflito. A sinalização de uma possível trégua reduziu o temor de uma escalada militar no Estreito de Ormuz, onde Trump havia ameaçado um bloqueio naval caso as conversas não avançassem.

Com o movimento, as bolsas de Wall Street fecharam em alta, enquanto as bolsas da Europa e da Ásia encerraram o dia majoritariamente em queda, refletindo a incerteza que predominou antes das falas de Trump.

No cenário doméstico, os investidores também repercutiram os dados do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (13) pelo Banco Central. O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, que subiu de 4,36% para 4,71%, ultrapassando o teto da meta estabelecida pelo BC, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos.

Entre as ações do Ibovespa, a Vale foi um dos principais pilares de sustentação do índice, subindo 2,07% acompanhando a valorização do minério de ferro. A Petrobras também avançou 1,53%, em meio a notícias de negociações diretas para a recompra da refinaria de Mataripe, na Bahia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs A (EQPA5): +26,54%

  • Hercules SA Fabrica de Talheres Pfd (HETA4): +16,00%

Ações em queda no Ibovespa

  • Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): -14,29

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4): -12,20%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.917.552.996, em meio a 4.122.781 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 21:00h

Governo dos EUA expõe novas tentativas de diálogo com o Irã após negociações fracassadas no Paquistão no final de semana

Baixar áudio

O dólar comercial encerrou o último pregão em outra queda, de 0,29% frente ao real, cotado a R$ 4,98, abaixo do patamar de R$ 5,00 pela primeira vez desde março de 2024. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,26%.

O desempenho do câmbio foi influenciado por uma reviravolta nas tensões entre Estados Unidos e Irã. Após o aparente fracasso das negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, durante o último fim de semana — o que chegou a empurrar o petróleo Brent para acima de US$ 100 por barril na abertura do pregão —, o mercado reagiu positivamente a novas declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, sobre o conflito.

Em postagem na rede Truth Social, Trump afirmou que o governo iraniano entrou em contato com Washington manifestando "muito interesse" em firmar um acordo para encerrar o conflito. A sinalização de uma possível trégua reduziu o temor de uma escalada militar no Estreito de Ormuz, onde Trump havia ameaçado um bloqueio naval caso as conversas não avançassem. Segundo estrategistas do setor, a declaração do republicano foi o gatilho necessário para que investidores retomassem o apetite por moedas de países emergentes, como o real brasileiro.

No cenário doméstico, os investidores também repercutiram os dados do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (13) pelo Banco Central. O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, que subiu de 4,36% para 4,71%, ultrapassando o teto da meta estabelecida pelo BC, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos. A revisão ocorreu após o IPCA de março ter surpreendido com uma alta de 0,88%, pressionado pelos combustíveis.

Apesar da pressão inflacionária, o câmbio seguiu favorecido pelo forte fluxo de capital estrangeiro. Dados apontam que os investidores externos já aportaram cerca de R$ 65 bilhões no mercado nacional apenas em 2026. Analistas argumentam que, embora o cenário externo continue volátil, o diferencial de juros brasileiro e a perspectiva de novos recordes no Ibovespa têm sustentado a valorização do real frente à moeda estadunidense.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,30%, cotado a R$ 5,88.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,2000 0,1700 0,1480 31,8783 0,1567 0,2757 0,2817
USD 5,0012 1 0,8504 0,7405 159,44 0,7839 1,3789 1,4091
EUR 5,8824 1,1759 1 0,8708 187,49 0,9218 1,6214 1,6571
GBP 6,7562 1,3505 1,1485 1 215,32 1,0587 1,8624 1,9031
JPY 3,13693 0,627235 0,53342 0,464447 1 0,4917 0,86489 0,88386
CHF 6,3799 1,2758 1,0850 0,9446 203,39 1 1,7593 1,7977
CAD 3,6269 0,7252 0,6167 0,5370 115,63 0,5686 1 1,0218
AUD 3,5500 0,7096 0,6035 0,5255 113,14 0,5563 0,9785 1

 

Os dados são da Investing.com

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 20:00h

Veja 8 dicas essenciais para prevenir bolinhas na barba

Baixar áudio

Você já teve pelos encravados após fazer a barba ou depilar? Isso pode ser pseudofoliculite, uma inflamação superficial ao redor dos folículos causada quando o pelo cresce e volta para dentro da pele.

Ela não é causada por bactérias, mas pode levar a infecções se não for tratada corretamente. Em casos mais intensos ou repetitivos, o médico pode indicar medicamentos ou até a depilação a laser como solução definitiva.

Mas, na maioria das vezes, medidas simples ajudam a evitar o problema:

•    Não faça a barba todos os dias;
•    Lave o rosto com água morna antes de barbear;
•    Use produtos próprios para barbear;
•    Prefira lâminas novas e afiadas;
•    Sempre barbeie no sentido do pelo;
•    E finalize com um pós-barba hidratante.

Se mesmo assim os pelos continuarem encravando, procure um dermatologista para avaliar o melhor tratamento.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:
 

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3660 ocorre na noite desta segunda-feira (13), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3660 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (13/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3661, que será realizado na terça-feira, 14 de abril de 2026, está estimado em R$ 13.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3660

01 - 02 - 05 - 06 - 07 - 08 - 10 - 11 - 12 - 14 - 17 - 18 - 22 - 23 - 24

Resultado e premiação da Lotofácil 3660

  • 15 acertos - Não houve acertador
  • 14 acertos - 488 apostas ganhadoras, R$ 2.258,21
  • 13 acertos - 16357 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 195900 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 1049448 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:40h

O Inmet emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para o centro-oeste do Rio Grande do Sul e oeste do Paraná e de Santa Catarina, além de alerta de perigo de tempestade para o extremo-oeste gaúcho

Baixar áudio

A previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (14), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-oeste dos três estados ao longo do dia, mais intensas a partir da tarde.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o oeste do Rio Grande do Sul e extremos-oeste do Paraná e de Santa Catarina.

Durante a tarde, as chuvas se intensificam e tomam os centros-oeste dos três estados, mas sem trovoadas. Essas condições devem se manter até a noite, com as pancadas de chuva vindo acompanhadas de trovoadas no oeste gaúcho e extremos-oeste do Paraná e de Santa Catarina.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para o centro-oeste do Rio Grande do Sul e oeste do Paraná e de Santa Catarina, além de alerta de perigo de tempestade para o extremo-oeste gaúcho.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:30h

Previsão de chuvas de diferentes intensidades no oeste da região; temperaturas variam entre 17°C e 34°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (14), indica a presença de muitas nuvens para a maior parte da região e chuvas de diferentes intensidades para áreas do território durante o dia, mais intensas no centro-oeste à noite.

O dia amanhece com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Mato Grosso, oeste de Goiás e centro-oeste de Mato Grosso do Sul, que devem amanhecer mais intensas no centro-noroeste de Mato Grosso e acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste do estado.

Durante a tarde, o céu deve ter poucas nuvens em todo o Distrito Federal e centro-leste goiano. As chuvas se restringem ao centro-noroeste de Mato Grosso e centro-sudoeste de Mato Grosso do Sul, mais intensas no último estado e no extremo-noroeste mato-grossense.

À noite, as pancadas de chuva tomam todo o estado de Mato Grosso, quase todo o estado de Mato Grosso do Sul — à exceção do nordeste — e o extremo-oeste de Goiás, na divisa com Mato Grosso. No noroeste mato-grossense, as pancadas de chuva devem ser acompanhadas de trovoadas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o extremo-noroeste de Mato Grosso e alerta de perigo potencial de tempestades para o extremo-sul de Mato Grosso do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:20h

Há previsão de céu de poucas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para o extremo-oeste de SP à tarde; temperaturas variam entre 15°C e 30°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (14), é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região ao longo do dia e de chuvas isoladas para as extremidades de Minas Gerais e de São Paulo de manhã e à tarde.

Pela manhã, a previsão é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral — e chuvas isoladas para o extremo-nordeste de Minas Gerais, na divisa com a Bahia.

Durante a tarde, a região continua sob céu de poucas nuvens e sem chuvas, à exceção do extremo-sudoeste de São Paulo, onde há previsão de pancadas de chuva isoladas.

À noite, a região segue sob céu aberto e sem chuvas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 30°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:10h

Chuvas intensas cobrem a região durante o dia, enquanto trovoadas dão trégua à tarde; temperaturas variam entre 23°C e 34°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (14), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para a maior parte dos estados ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas à noite.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase todo o território — à exceção do centro-norte de Roraima, noroeste do Pará e centro-oeste do Amapá, onde não deve chover, e no centro-sudeste do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade. As chuvas devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, norte de Rondônia, centro-sul do Amazonas e centro-sudoeste e nordeste do Pará.

Durante a tarde, as pancadas de chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as trovoadas se restringem ao extremo-nordeste do Pará.

À noite, as pancadas de chuva tomam o centro-sul de Roraima e centro-norte do Tocantins e deixam o centro-norte do Amapá. As trovoadas avançam e tomam todo o Acre, Rondônia, quase todo o Amazonas — à exceção da porção central do extremo-norte —, centro-sul e nordeste do Pará e extremo-norte do Tocantins.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima, extremos-noroeste e sudeste do Pará, centro-norte do Amapá e centro-sul do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para as faixas centrais do Amazonas e do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR),por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (13), a situação de emergência em 36 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Passam por um período de estiagem os municípios de Piranhas, São José da Tapera e Palmeira dos Índios, em Alagoas; Bom Jesus da Lapa, Macururê e Caetanos, na Bahia; Teixeira, na Paraíba; Espigão Alto do Iguaçu, Laranjal e Capitão Leônidas Marques, no Paraná; Jacobina do Piauí e Várzea Branca, no Piauí; Chuvisca, Dois Lajeados, Esperança do Sul, Independência, Nova Candelária e São Nicolau, no Rio Grande do Sul, e Anita Garibaldi, em Santa Catarina.

Já Bonfim do Piauí, no Piauí, e Almino Afonso e Florânia, no Rio Grande do Norte, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

Foram castigadas por fortes chuvas as cidades de Careiro, no Amazonas; Novo Crixás, em Goiás; Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso; Mateus Leme e Manhuaçu, em Minas Gerais; Alenquer, Capitão Poço, Oeiras do Pará, Piçarra e Terra Santa, no Pará; Bertolínia, no Piauí, e Severiano Melo, no Rio Grande do Norte.

Tapauá, no Amazonas, e Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações e alagamentos, respectivamente.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 18:00h

Somente a coluna central da Bahia deve escapar às precipitações durante o dia; temperaturas variam entre 24°C e 31°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta terça-feira (14), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a  região ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas a partir da tarde.

Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para quase todo o território — à exceção do centro-sudoeste da Bahia, que deve escapar às precipitações pela manhã. As chuvas devem amanhecer mais intensas no Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, centro-norte do Piauí e litoral nordeste da Bahia, acompanhadas de trovoadas no litoral entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte.

Durante a tarde, as chuvas se intensificam em todo o Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e extremo-nordeste da Bahia, enquanto as trovoadas se mantêm sobre o litoral entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte.

À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as trovoadas tomam todo o Rio Grande do Norte, centro-nordeste da Paraíba, extremo-nordeste de Pernambuco, quase todo o Maranhão e o Ceará e o centro-norte do Piauí.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, centros-norte do Maranhão e do Piauí e litoral nordeste da Bahia, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, litoral norte de Pernambuco e porções norte do Maranhão e do Piauí.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em João Pessoa, Natal, Recife, Salvador e São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Recife e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 17:30h

Recursos vão reforçar ações emergenciais em cidades do Amapá, Bahia, Minas Gerais, Pará, Piauí e Tocantis

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou nesta segunda-feira (13) o repasse de R$ 16.406.550,50 para ações de resposta em 17 municípios, e o estado do Amapá, afetados por desastres. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo: 

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 10:00h

Em visita técnica, equipe do MIDR acompanha a implantação de unidades de recuperação de nascentes para ampliar a segurança hídrica

Baixar áudio

Com o objetivo de acompanhar, em campo, os resultados das ações de recuperação ambiental e segurança hídrica, uma equipe do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) esteve em São João del-Rei (MG) para ver de perto a implantação das Unidades Demonstrativas de Recuperação de Nascentes (UDRNs) nas bacias dos rios Grande e Paranaíba.

A ação, proposta pelo MIDR em parceria com a Universidade de Viçosa (UFV),  prevê a instalação de 200 unidades em Minas Gerais e Goiás, com foco na ampliação da recarga hídrica, redução de processos erosivos e melhoria da qualidade e quantidade de água. "O projeto das Unidades Demonstrativas visa, antes de tudo, conscientizar os pequenos produtores rurais sobre a importância da conservação da água e do solo como garantia da segurança hídrica e do desenvolvimento socioeconômico da região", destacou o secretário Nacional de Segurança Hídrica do MIDR, Giuseppe Vieira.

As unidades demonstrativas são estruturadas em etapas que vão desde o diagnóstico das áreas até a execução de ações de campo, monitoramento e manutenção, além de atividades de educação ambiental junto a produtores rurais e comunidades locais. A iniciativa também incorpora tecnologias inovadoras, como o uso de inteligência artificial para análise de dados voltada ao monitoramento das nascentes.

Até o momento, na 1ª etapa, foram inspecionadas 32 áreas com processos erosivos, sendo: 20 associadas a nascentes intermitentes, 1 a montante de nascente perene, 2 a montante de nascente intermitente, 8 nascentes perenes e 1 área ainda aguardando identificação. Na 2ª etapa, foram formalizados 7 termos de aceite aprovados e 1 devolvido para retificação. Na 3ª etapa, há 7 projetos executivos aprovados com ressalva por se tratar de nascentes intermitentes, devendo ser atualizados no período chuvoso para caracterização adequada.

Conscientização e adesão

Para a bióloga e gestora técnica dos projetos do Programa de Revitalização de Recursos Hídricos do MIDR, Cleide Rocha Santos, o trabalho começa com a conscientização dos proprietários rurais. “A primeira etapa do projeto é o contato com o proprietário, numa ação de sensibilização, demonstrando a importância da recuperação de uma nascente degradada. A partir da adesão, elaboramos um projeto com apoio técnico de biólogos e engenheiros e, depois, partimos para a execução em campo. São áreas que antes estavam degradadas e hoje passam por um processo de restauração, com benefícios que vão desde a produção de água até a valorização da propriedade e ganhos para todo o entorno”, explicou.

Os resultados já podem ser percebidos por quem vive nas áreas atendidas. A agricultora Ana Maria Guimarães relata a transformação em sua propriedade. “Era uma área morta, um solo que não tinha vida. Hoje é totalmente diferente. Com o projeto, vieram pássaros, como tucanos, e a água aumentou. Melhorou muito a qualidade do solo e eu pretendo preservar essa área do jeito que está, protegida”, destacou.

Serra da Canastra

Além das visitas às propriedades rurais, a equipe também esteve na região da Serra da Canastra, onde acompanhou as obras de recuperação e pavimentação da estrada de acesso ao parque nacional. A intervenção busca mitigar impactos ambientais, como erosões, deslizamentos e o carreamento de sedimentos para os cursos d’água, contribuindo para a preservação dos mananciais.

Os projetos fazem parte das ações financiadas com recursos oriundos do processo de desestatização da Eletrobras, destinados à revitalização de bacias hidrográficas. Entre os resultados esperados estão o aumento da infiltração e recarga de aquíferos, a redução do assoreamento dos rios, a mitigação de processos erosivos e a geração de renda para produtores rurais, consolidando avanços ambientais e socioeconômicos nas regiões atendidas.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:55h

Cerca de R$ 736 milhões serão direcionados a iniciativas de promoção comercial

Baixar áudio

Um conjunto de R$ 813 milhões em convênios, com potencial de impulsionar até R$ 650 bilhões em exportações em até 24 meses, marcou a nova fase de atuação conjunta entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e entidades representativas de 38 setores da economia brasileira. Do total, R$ 404 milhões são provenientes da Agência e R$ 409 milhões correspondem a contrapartidas das instituições parceiras.

Os acordos, firmados em cerimônia realizada em Brasília, no início de abril, reúnem iniciativas voltadas à promoção comercial, qualificação de empresas e atração de investimentos estrangeiros, com foco no fortalecimento da presença internacional de produtos e serviços brasileiros.

Durante a cerimônia, Jorge Viana – que deixou recentemente o cargo de presidente da ApexBrasil – destacou a dimensão coletiva da iniciativa e o esforço conjunto das instituições envolvidas.

“Hoje é o que a gente chama de ‘assinaço’. É uma soma de R$ 800 milhões. Boa parte deles vem das entidades, ou pelo menos a gente trabalha metade e metade”, afirmou. Ele também reforçou o impacto esperado das ações: “R$ 650 bilhões devem ser a consequência desses convênios com esses diferentes setores de exportação do Brasil. Então, não é uma coisa pequena”, disse.

Na ocasião, Viana também ressaltou a importância do trabalho técnico e da articulação institucional para os resultados recentes. Ele mencionou a relevância das parcerias estratégicas construídas ao longo desse processo, que têm contribuído para ampliar a presença do país no mercado internacional.

“É uma maneira de a gente dizer muito obrigado aos colaboradores da ApexBrasil. Que eles sigam trabalhando. Eu estou hoje aqui acompanhado do presidente do Sebrae, o Rodrigo; e com uma pessoa que, sem ele, eu acho que nós não teríamos dado conta do recado, que é o ministro Carlos Favaro”, pontuou.

VEJA MAIS:

Nova gestão da ApexBrasil assume com foco na continuidade dos projetos

Indústria brasileira ganha projeção global na Hannover Messe 2026

Ao comentar os avanços na atuação conjunta com o setor privado, o novo presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, enfatizou o modelo de cofinanciamento adotado pela Agência e o nível de confiança estabelecido com empresas parceiras. Segundo ele, essa colaboração tem sido fundamental para ampliar o alcance das iniciativas e sustentar metas ambiciosas de investimento e exportação:

“Hoje, nós somos reconhecidos. Olha todos os parceiros que estão aqui, que colocam recursos 50 a 50, que são nossos sócios. A gente coloca um real e as empresas colocam outro real numa conta que a gente administra junto. Olha a confiança que a ApexBrasil tem das 24 mil empresas que hoje estão atendidas. Desses R$ 800 milhões que nós vamos investir junto e que nós vamos chegar aos R$ 650 bilhões de exportação das empresas”, reforçou Müller.

Do montante global, a maior parte — cerca de R$ 736 milhões — será destinada a ações de promoção comercial, incluindo participação em feiras internacionais, missões com compradores estrangeiros, inteligência de mercado e capacitação empresarial. A expectativa é ampliar a competitividade das empresas brasileiras e estimular novos negócios no exterior.

Qualificação de empresas para exportação

Outro eixo da iniciativa envolve a qualificação de empresas para exportação. Ao todo, 17 parcerias concentram investimentos de R$ 69,6 milhões, com meta de apoiar 5.040 empresas brasileiras ao longo dos próximos dois anos, ampliando sua preparação para atuar no mercado internacional.

Na frente de atração de investimentos, os convênios somam R$ 7,5 milhões, com previsão de apoiar 70 investidores estrangeiros e viabilizar a divulgação de 10 anúncios de investimentos no país.

O ex-ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou do evento e ressaltou o papel da instituição na transformação de abertura de mercados em resultados concretos. “A ApexBrasil voltou com muita força”, afirmou.

Segundo ele, o processo se completa na conversão de oportunidades em negócios: “Abre o mercado, vira negócio, vira oportunidade. Aí vem a ApexBrasil, faz a promoção, isso vira negócio, vira oportunidade”, destacou.

A iniciativa reforça o modelo de atuação em parceria com entidades setoriais da indústria, serviços e agronegócio, com o objetivo de ampliar a presença brasileira no comércio internacional, estimular a competitividade e atrair investimentos para diferentes cadeias produtivas.
 

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:50h

Pesquisa mostra que vagas em regime CLT são as mais atrativas, principalmente entre jovens em início de carreira

Baixar áudio

Os brasileiros em busca de emprego preferem vagas com carteira assinada. É o que revela a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o levantamento, apenas um em cada cinco trabalhadores procurou ativamente uma nova colocação nos 30 dias anteriores à pesquisa. Entre os que buscaram oportunidades, mais de um terço (36,3%) apontou o emprego formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como a opção mais atrativa.

Outras modalidades também foram citadas pelos trabalhadores como alternativas de interesse:

  • trabalho autônomo: 18,7%
  • emprego informal: 12,3%
  • trabalho autônomo por meio de plataformas digitais: 10,3%
  • abertura do próprio negócio: 9,3%
  • contrato como pessoa jurídica: 6,6%

Segundo a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, apesar do crescimento de novas formas de trabalho, o emprego formal ainda é visto como sinônimo de estabilidade e segurança.

“A pesquisa revela que, apesar dessas novas modalidades de trabalho estarem surgindo e crescendo no país — como, por exemplo, os empregos autônomos vinculados a plataformas digitais — o trabalhador ainda pensa na estabilidade e nas condições vinculadas ao emprego formal, ao emprego CLT, justamente porque ele traz estabilidade e proteção social ao trabalhador”, afirma.

Jovens priorizam estabilidade

A preferência pelo emprego formal é ainda mais evidente entre os jovens. Entre brasileiros de 25 a 34 anos que estavam empregados e buscaram trabalho no mês anterior à pesquisa da CNI, 41,4% apontaram as vagas com carteira assinada como as mais atrativas.

Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse índice foi de 38,1%. Ambos os percentuais superam a média geral, de 36,6%.

Para Claudia Perdigão, essa tendência está relacionada ao início da trajetória profissional.

“Entre os mais jovens, existe uma clara preferência por empregos formais. Isso está vinculado à necessidade de estabilidade, principalmente no início da carreira, em que essa pessoa ainda está construindo o currículo”, ressalta.

O líder de logística Rafael Felipe Martins, de 33 anos, é um exemplo desse comportamento. Ele trabalhava com carteira assinada em uma empresa do setor hidrometalúrgico, em Santo André (SP), e decidiu buscar novas oportunidades para melhorar a remuneração.

“Eu buscava novas oportunidades no mercado de trabalho, nesse segmento da logística mesmo, com uma remuneração mais alta e um pacote de benefícios mais atrativo, priorizando o regime de CLT, que me oferece mais segurança e estabilidade. Depois de mais ou menos um mês procurando essa nova oportunidade, eu consegui”, relata.

Complemento de renda com plataformas digitais

A pesquisa também aponta que um em cada dez trabalhadores (10,3%) considerou atrativas as oportunidades de trabalho autônomo em plataformas digitais, como motorista ou entregador por aplicativo.

Apesar disso, para a maioria dos interessados, esse tipo de atividade é visto apenas como fonte complementar de renda. Somente 30% dos que demonstraram interesse nesse modelo consideram as plataformas digitais como principal meio de sustento.

Alta satisfação reduz busca por novas vagas

Ainda de acordo com a pesquisa da CNI, 95% dos trabalhadores afirmaram estar satisfeitos com a ocupação atual, sendo 70% muito satisfeitos. A satisfação é observada entre empregados, empregadores e trabalhadores autônomos. Apenas 4,6% declararam insatisfação, dos quais 1,6% se disseram muito insatisfeitos.

Esse cenário ajuda a explicar a baixa mobilidade no mercado de trabalho. Entre os trabalhadores ocupados, apenas 20% buscaram uma nova colocação nos 30 dias anteriores à pesquisa.

“Essa satisfação elevada com a ocupação atual desestimula o trabalhador a buscar novas ou outras oportunidades. A busca por novas ocupações acabou sendo mais alta entre pessoas mais jovens que tendem, de fato, a apresentar uma maior inquietude dentro do mercado de trabalho, principalmente por estarem em uma fase de consolidação das suas carreiras”, explica Claudia Perdigão.

A pesquisa completa está disponível no site da CNI.

VEJA MAIS:

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:45h

As vendas de cimento cresceram 1,8% no primeiro trimestre de 2026, impulsionadas por um mercado de trabalho aquecido e aumento da massa salarial.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as vendas de cimento atingiram 15,9 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 1,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em março, a comercialização somou 5,8 milhões, um aumento de 9,1% frente ao mesmo mês de 2025. O resultado mostra um mercado de trabalho aquecido, com a menor taxa de desemprego para fevereiro na série histórica (5,8%) e 102,1 milhões de pessoas ocupadas, com rendimento médio de R$ 3.679. Esses fatores fortaleceram a massa salarial e sustentaram a confiança do consumidor, que teve alta em março.

O mercado imobiliário e o impacto do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que já responde por 52% do volume de novos empreendimentos imobiliários no país, também contribuíram para o bom desempenho do trimestre. Após um 2025 com expansão de 13,5% nos lançamentos, a meta governamental de atingir três milhões de unidades até 2026 tem potencial para gerar um incremento de aproximadamente cinco milhões de toneladas na demanda por cimento no período. No cenário externo, a guerra entre os Estados Unidos e o Irã tem gerado instabilidade nos mercados e na economia global, o que reflete diretamente nas cotações internacionais do petróleo, gás natural e subprodutos, impactando toda a cadeia produtiva.

Para a indústria do cimento, o conflito gera preocupação adicional no que diz respeito aos custos de produção e logística. Aproximadamente 90% das matérias-primas recebidas e o escoamento do produto acabado são transportados pela via rodoviária e o aumento do preço do diesel impacta diretamente o frete. Além disso, há reflexos importantes sobre os custos de produção, como aditivos, explosivos e coque de petróleo, principal combustível energético da fabricação do cimento.

Nesse contexto, o coprocessamento é uma alternativa para auxiliar na diversificação da matriz energética do setor, reduzindo a volatilidade do suprimento energético e a pegada de carbono. No Brasil, essa tecnologia implementada pela indústria do cimento, envolvendo desde biomassas, resíduos industriais e Combustível Derivado de Resíduos Urbanos (CDRU), já alcança cerca de 30% de substituição térmica, tendo evitado a emissão de aproximadamente 2,8 milhões de toneladas de CO₂ no último ano. O Roadmap Net Zero 2050 lançado na última COP30 segue avançando em pilares como matérias-primas e combustíveis alternativos, eficiência energética, Soluções baseadas na Natureza (SbN), captura e uso de carbono. Ao mesmo tempo, o setor vem trabalhando com o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono na estruturação e regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). “Apesar de um início de ano com indicadores resilientes, a projeção para 2026 é de crescimento moderado. O desempenho do setor dependerá de aspectos internos — como inflação, taxa de juros e atividade econômica — e de fatores externos, vinculados ao término do conflito e à durabilidade de seus reflexos. Se, por um lado, há um esforço na reindustrialização do país com programas governamentais em implantação, por outro, há iniciativas como a alteração da jornada de trabalho que, sem a necessária análise técnica, são agravadas por acontecerem em um período pré-eleitoral. Ademais, a regulamentação do tabelamento do frete sem aprofundamento técnico necessário afeta a estabilidade, a previsibilidade e a retomada do crescimento da indústria brasileira”, disse Paulo Camillo Penna – Presidente do SNIC.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:35h

Em relação aos próximos meses, mais de um terço acredita que a situação do mercado de trabalho deve piorar

Baixar áudio

Mais da metade dos brasileiros sente que está difícil ou muito difícil conseguir trabalho no país. O número é resultado da 9ª edição dos Indicadores de Qualidade do Trabalho da Sondagem de Mercado de Trabalho do FGV IBRE, com dados do trimestre finalizado em fevereiro de 2026, que mostrou que 53,6% dos respondentes percebem a dificuldade em encontrar emprego.

O número mostra uma piora em relação ao trimestre finalizado em janeiro, mas o FGV IBRE explica que, devido à falta de ajuste por sazonalidade nas séries, é possível que isso se deva ao período do ano

Em relação às perspectivas para o mercado de trabalho nos próximos meses, 34,3% dos respondentes acreditam que a tendência é que fique pior ou muito pior, enquanto 33% acreditam na tendência de que melhore ou melhore muito. Os 32,7% restantes acreditam na manutenção da estabilidade. O resultado majoritariamente negativo é o maior desde o trimestre móvel de outubro de 2025.

Segundo o economista do FGV IBRE Rodolpho Tobler, enquanto os primeiros resultados da sondagem de 2026 indicavam uma continuidade do aquecimento da economia visto em 2025, mas com uma tendência de estabilidade, os resultados do último mês mostram uma maior parcela da população acreditando na desaceleração do ritmo do mercado de trabalho na primeira metade do ano. Ele espera que, dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, a tendência seja a de um número de vagas menor do que o de 2025, ainda que haja uma possibilidade de ajuste nos indicadores caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido.

“Os primeiros resultados do mercado de trabalho em 2026 indicam continuidade do aquecimento visto no ano passado, mas agora com uma tendência maior de estabilidade. O resultado desse mês, mesmo que com cautela pela ausência de ajuste sazonal, já indica um percentual mais elevado de pessoas acreditando que o ritmo do mercado de trabalho tende a diminuir nessa primeira metade do ano. Dado o cenário macroeconômico desafiador e a desaceleração da economia, é esperado que o número de vagas abertas seja inferior ao que foi observado ao longo de 2025. Caso a atividade econômica indique um ano mais aquecido, os dados de mercado de trabalho tendem a se ajustar para cima também”, afirma.

Divulgados mensalmente desde julho de 2025, os indicadores sobre a qualidade de emprego no país do FGV IBRE buscam complementar as informações existentes sobre o tema com dados exclusivos, derivados, principalmente, da percepção do trabalhador brasileiro sobre as condições de trabalho no momento. As pesquisas consultam pessoas em todo o território nacional, em idade para trabalhar, sobre os temas: satisfação com trabalho; chance de perder emprego e/ou fonte de renda; proteção social; renda suficiente; percepção geral sobre o mercado de trabalho; e expectativa para os próximos 6 meses do mercado de trabalho em geral.

 

Com informações do FGV IBRE.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:15h

Confira as cidades com maiores perdas, em valores absolutos e proporcionais à arrecadação 

Baixar áudio

No fim da última semana, os municípios brasileiros partilharam cerca de R$ 6,4 bilhões, referentes ao primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Apesar de o valor representar uma alta de 13% frente ao mesmo período do ano passado, ainda há um cenário de incerteza quanto ao volume dos próximos repasses, tendo em vista as novas regras de isenção do Imposto de Renda. 

Dados do Tesouro Nacional mostram que, levando em conta o que foi orçado ao longo de 2025, alguns municípios teriam uma perda significativa de recursos, caso as medidas de compensação anunciadas pelo governo não sejam efetivas. 

O município de São João da Baliza (RR), por exemplo, arrecadou cerca de R$ 5,2 milhões em 2025 referente ao FPM. Caso não haja uma reparação, a cidade deixaria de receber R$ 210 mil apenas de valores do Fundo. A quantia representa cerca de 1% do que foi investido em Infraestrutura na cidade. Considerando o volume de receita da prefeitura, o município estaria entre os mais impactados. 

Outro exemplo é a cidade amapaense de Cutias que, ao longo do ano passado, recebeu R$ 7,3 milhões relativos ao FPM. Sem compensação, a perda em relação ao Fundo seria de R$ 292 mil – cerca de 3% do que foi investido em saúde no município. 

Assis Brasil, no Acre, também teria uma queda de receita significativa, de R$ 361 mil, diante de uma arrecadação de R$ 9 milhões no ano passado. O valor da perda corresponde a 1,3% do que foi investido na área da educação.

Confira os municípios com maiores perdas, em valores absolutos e proporcionais à arrecadação 

 

Sem levar em conta o montante da receita no ano passado, mas apenas o valor absoluto da perda, as capitais Fortaleza, Salvador e Manaus seriam as mais afetadas, pois deixariam de receber R$ 59 milhões; R$ 53 milhões; e R$ 41 milhões, respectivamente.

Sobre as medidas compensatórias

O especialista em orçamento público Cesar Lima afirma que o governo chegou a anunciar medidas de compensação com a intenção de assegurar que os valores retornem aos cofres das prefeituras, porém não há garantia de que isso realmente aconteça. Diante desse cenário, ele avalia que existe o risco de comprometimento na execução de serviços básicos oferecidos à população.

“De maneira geral, vai impactar em todos os serviços que o município presta, como nas áreas de saúde e educação. Alguns já prestam segurança pública através de suas guardas civis municipais. Então, isso, com certeza, vai fazer falta para os municípios, o que muito provavelmente pode preceder de bloqueios orçamentários nos municípios”, afirma.

VEJA MAIS:

FPM: prefeituras recebem mais de R$ 6 bi, nesta sexta-feira (10); consulte valores por município

Orçamento familiar: Norte e Nordeste lideram comprometimento da renda no país, aponta Serasa

O governo federal, por sua vez, informou que, com o objetivo de conter a queda na arrecadação, voltou a cobrar em 2026 imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no país, será aplicada uma alíquota de 10% sobre os valores que ultrapassarem R$ 50 mil mensais — ou R$ 600 mil por ano — recebidos de cada empresa.

Efeitos nas finanças municipais e nos repasses federais

Um levantamento divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) indica que, se não houver compensação, a medida pode resultar em uma perda anual de pelo menos R$ 9,5 bilhões para os municípios.

Desse montante, cerca de R$ 5 bilhões correspondem à redução na arrecadação própria do Imposto de Renda, enquanto aproximadamente R$ 4,5 bilhões estão ligados à diminuição dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios.
 

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes

Baixar áudio

O preço do café arábica abre esta segunda-feira (13) em baixa de 0,37%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.814,56 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
10/04/2026 1.814,56 -0,37% -3,88% 362,26
09/04/2026 1.821,38 -0,43% -3,52% 359,60
08/04/2026 1.829,20 0,41% -3,10% 357,90
07/04/2026 1.821,69 -3,37% -3,50% 352,97
06/04/2026 1.885,21 0,78% -0,14% 366,20

 

O café robusta teve baixa de 2,29% no preço, sendo comercializado a R$ 879,03.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
10/04/2026 879,03 -2,29% -8,98% 175,49
09/04/2026 899,64 0,95% -6,84% 177,62
08/04/2026 891,15 -1,13% -7,72% 174,36
07/04/2026 901,31 -2,23% -6,67% 174,64
06/04/2026 921,86 -1,63% -4,54% 179,07

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve valorização de 1,56% e é cotada a R$ 105,78.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 105,78 1,56% 0,30% 21,12
09/04/2026 104,16 0,33% -1,23% 20,56
08/04/2026 103,82 0,43% -1,56% 20,31
07/04/2026 103,38 -0,75% -1,97% 20,03
06/04/2026 104,16 -0,86% -1,23% 20,23

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 1,78%, sendo negociada a R$ 100,45 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 100,45 -1,78% -11,96% 20,00
09/04/2026 102,27 -2,87% -10,37% 20,12
08/04/2026 105,29 -1,71% -7,72% 20,69
07/04/2026 107,12 -3,32% -6,12% 20,75
06/04/2026 110,80 -0,85% -2,89% 21,50

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,07, após desvalorização de 0,75%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 69,07 -0,75% -1,85% 13,79
09/04/2026 69,59 -0,29% -1,11% 13,74
08/04/2026 69,79 0,30% -0,82% 13,65
07/04/2026 69,58 -0,43% -1,12% 13,48
06/04/2026 69,88 -0,11% -0,70% 13,57

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

Baixar áudio

O valor da saca de 60 kg da soja abre esta segunda-feira (13) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,71% e é negociado a R$ 120,94; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,99% e é cotada a R$ 126,58.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 120,94 -0,71% -1,52% 24,15
09/04/2026 121,81 0,28% -0,81% 24,05
08/04/2026 121,47 -0,78% -1,09% 23,77
07/04/2026 122,42 -0,51% -0,32% 23,72
06/04/2026 123,05 0,61% 0,20% 23,90

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 126,58 -0,99% -2,06% 25,27
09/04/2026 127,84 -0,22% -1,08% 25,24
08/04/2026 128,12 -0,15% -0,87% 25,07
07/04/2026 128,31 -0,39% -0,72% 24,86
06/04/2026 128,81 0,24% -0,33% 25,02

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,37% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.296,92, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.167,80.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
10/04/2026 1.296,92 0,37% 0,93% 258,92
09/04/2026 1.292,20 0,08% 0,57% 255,12
08/04/2026 1.291,22 0,37% 0,49% 252,64
07/04/2026 1.286,52 0,12% 0,12% 249,28
06/04/2026 1.285,02 -0,24% 0,01% 249,62

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
10/04/2026 1.167,80 0,00% 1,31% 233,14
09/04/2026 1.167,76 0,94% 1,31% 230,55
08/04/2026 1.156,90 0,00% 0,37% 226,36
07/04/2026 1.156,90 0,03% 0,37% 224,16
06/04/2026 1.156,51 -0,11% 0,33% 224,65

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

Copiar textoCopiar o texto
13/04/2026 04:00h

O preço do suíno vivo apresenta estabilidade em SC; o frango resfriado e o congelado apresentam desvalorização

Baixar áudio

O preço do boi gordo abre esta segunda-feira (13) em alta de 0,04%. A arroba é negociada a R$ 365,60, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
10/04/2026 365,60 0,04% 2,70% 72,99
09/04/2026 365,45 0,12% 2,65% 72,15
08/04/2026 365,00 0,21% 2,53% 71,41
07/04/2026 364,25 0,89% 2,32% 70,58
06/04/2026 361,05 0,04% 1,42% 70,13

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,68%, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,55%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,27, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,29.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
10/04/2026 7,27 -0,68% 0,41%
09/04/2026 7,32 0,41% 1,10%
08/04/2026 7,29 0,28% 0,69%
07/04/2026 7,27 0,00% 0,41%
06/04/2026 7,27 0,41% 0,41%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
10/04/2026 7,29 -0,55% 0,28%
09/04/2026 7,33 0,41% 0,83%
08/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
07/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
06/04/2026 7,30 0,41% 0,41%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar valorização de 0,74% no preço, sendo negociada a R$ 9,56 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
10/04/2026 9,56 0,74% -0,83%
09/04/2026 9,49 0,32% -1,56%
08/04/2026 9,46 0,00% -1,87%
07/04/2026 9,46 -1,15% -1,87%
06/04/2026 9,57 -0,73% -0,73%

 

O preço do suíno vivo registra estabilidade em Santa Catarina desvalorização de 4,27% em Minas Gerais, de 0,35% no Paraná, de 0,51% no Rio Grande do Sul e de 2,37% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,67 e R$ 6,17.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
10/04/2026 MG - posto 6,05 -4,27% -7,91%
10/04/2026 PR - a retirar 5,67 -0,35% -7,80%
10/04/2026 RS - a retirar 5,84 -0,51% -7,15%
10/04/2026 SC - a retirar 5,77 0,00% -6,33%
10/04/2026 SP - posto 6,17 -2,37% -6,66%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 18:40h

A previsão é de pancadas de chuva somente para o extremo-noroeste do PR; temperaturas variam entre 15°C e 29°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para o Sul do país, nesta segunda-feira (13), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — exceto pelo nordeste do Paraná —, e sem chance de precipitações para a maior parte do território.

Somente o extremo-noroeste do Paraná tem previsão de pancadas de chuva isoladas, mas sem trovoadas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 18:30h

Chuvas intensas e trovoadas cobrem quase toda a região durante todo o dia; temperaturas variam entre 18°C e 34°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta segunda-feira (13), indica a presença de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do Distrito Federal, centro-norte de Goiás e porção central do extremo-leste de Mato Grosso, onde não deve chover.

As chuvas devem ser mais intensas e acompanhadas de trovoadas no noroeste de Mato Grosso e na coluna central de Mato Grosso do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 18:20h

Há previsão de pancadas de chuva isoladas para os extremos-nordeste e oeste de MG e extremo-oeste de SP; temperaturas variam entre 15°C e 29°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta segunda-feira (13), é de céu aberto e de poucas nuvens para a maior parte da região, quase sem chuvas.

Há previsão de pancadas de chuva isoladas para os extremos-nordeste e oeste de Minas Gerais, nas tangentes com a Bahia e com Goiás, e para o extremo-oeste de São Paulo.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 29°C, também em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 18:10h

Somente Roraima e sudeste do Tocantins devem escapar às precipitações; temperaturas variam entre 23°C e 34°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta segunda-feira (13), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas em algumas áreas.

Somente Roraima e o sudeste do Tocantins devem escapar às pancadas de chuva, as quais só não devem vir acompanhadas de trovoadas no norte do Amazonas, extremo-noroeste do Pará e faixa central do Tocantins.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista e Palmas. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 18:00h

Litoral leste entre Aracaju e a Bahia também deve ficar sob precipitações intensas; temperaturas variam entre 23°C e 34°C

Baixar áudio

A previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta segunda-feira (13), indica céu de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para todo o interior oeste e litorais norte e sudeste da região.

As pancadas de chuva isoladas devem tomar todo o Maranhão, Rio Grande do Norte, centro-oeste e norte do Piauí, centro-norte do Ceará, sul do litoral de Sergipe e todo o leste da Bahia, acompanhadas de trovoadas no centro-norte maranhense, norte do Piauí e do Ceará e porção central do extremo-leste baiano.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 04:15h

É o que defende Rohitesh Dhawan, presidente e CEO do ICMM (International Council on Mining and Metals), em entrevista concedida a Helen Amos, analista de commodities do BMO Financial Group.

As mudanças geopolíticas e as transformações tecnológicas estão gerando um grande aumento na demanda por minerais, o que exigirá do setor empresarial esforços e investimentos para ampliar a produção de alguns desses minerais. Ao mesmo tempo, a sociedade continua vendo a mineração com uma certa reserva e classificando a atividade como danosa ao meio ambiente e às pessoas. Como compatibilizar essa necessidade de aumento rápido da produção com a sustentabilidade ambiental e social? Esta é uma das questões centrais abordadas pelo CEO do ICMM, em entrevista ao podcast do BMO, conduzida por Helen Amos, analista da instituição e que reproduzimos nesta edição de Brasil Mineral. Vale a pena conferir.

Helen Amos: A situação geopolítica está mudando rapidamente neste momento. Além disso, a mineração e os recursos naturais estão literalmente no centro das mudanças de poder que estão acontecendo bem diante dos nossos olhos. Então, temos muito o que abordar e estou especialmente animada para ouvir sobre todo o progresso que o ICMM e seus membros têm feito em desenvolvimento sustentável e todas as suas prioridades para o próximo ano. Mas, em primeiro lugar, você acabou de voltar de Davos. Uma semana repleta de manchetes importantes e eu adoraria ouvir suas impressões, em suas próprias palavras, sobre o clima por lá e como a posição da sustentabilidade em geral pode estar mudando nas conversas.

Rohitesh Dhawan: Sim, Davos, o lugar dos privilegiados e dos que têm iates. Digo isso em parte em tom de brincadeira, porque sejamos claros, certo? É um lugar onde a elite se reúne para discutir o estado do mundo. E como diz o velho ditado, qualquer coisa em que Davos concorde, pode apostar que acontecerá exatamente o oposto. Agora, neste caso, não tenho certeza se isso se aplica, porque acho que vários dos temas em Davos são coisas que estamos vendo se concretizar. Portanto, um grande foco na segurança nacional em todos os níveis. E, claro, tínhamos o presidente Volodymyr Zelensky, da Ucrânia, falando sobre porque a segurança da Ucrânia é a segurança europeia. Claro, tínhamos o governo dos EUA falando sobre a importância da segurança nacional em relação à Groenlândia e todos estavam preocupados com este mundo muito mais arriscado em que parecemos estar entrando, onde há potencial para alguns erros de cálculo graves. Nós simplesmente aumentamos a aposta em tudo e um movimento errado pode desencadear uma série de circunstâncias bastante infelizes.

E aqui está o ponto realmente interessante. O tema do diálogo esteve presente em Davos. A ideia era: podemos encontrar maneiras de conversar uns com os outros, mesmo quando discordamos veementemente? Não sei se, ao final da semana, diríamos que Davos alcançou esse objetivo, porque, na verdade, o que se viu foram visões muito diferentes apresentadas por pessoas diferentes. Claro, acho que o discurso mais marcante de Davos foi o de Mark Carney. Mas eu diria que, no que diz respeito a metais e minerais, houve um foco central nesse setor e em seu papel em todas as grandes temáticas – inteligência artificial, defesa. E sim, não houve muita menção à transição energética. Mas acho que, mesmo que não tenha sido dito explicitamente, todos entenderam que metais e minerais começam e terminam em cada ponto dessa cadeia de valor. Então, no geral, embora o mundo seja um lugar mais complexo e incerto, saí de Davos bastante convicto de que as perspectivas para metais e minerais são muito promissoras, porque agora estão profundamente conectadas às grandes temáticas globais.

Helen Amos: Sim, quero dizer, estamos vivendo tempos incríveis, mas também é incrível pensar que agora, finalmente, depois de muitas décadas, a mineração está entrando nas conversas convencionais. Então, sabe, finalmente somos uma indústria sobre a qual todos estão falando.

Obviamente, conheço o excelente trabalho do ICMM há muitos anos, especialmente quando eu mesma trabalhava na indústria, e como organização ela tem um enorme peso e respeito por parte das empresas de mineração, e eu vi isso em primeira mão. Então, talvez como um bom ponto de partida para nossos ouvintes, você poderia falar um pouco sobre quais foram as principais mudanças e áreas de progresso que o ICMM e seus membros promoveram nos últimos 5 a 10 anos?

Rohitesh Dhawan: Há mais de duas décadas, o ICMM existe com uma única missão: melhorar o nível de responsabilidade na indústria de mineração coletivamente, para que, no fim das contas, conquistemos a confiança e o apoio da sociedade e, assim, possamos expandir nossos negócios. Isso não é caridade. Não é porque somos uma ONG. É porque entendemos que o sucesso de nossos negócios está atrelado à forma como a sociedade nos vê como contribuintes positivos em termos ambientais e sociais. E, por isso, buscamos demonstrar liderança. E quando digo "nós", me refiro às 26 empresas representadas em nível de CEO no ICMM, que juntas possuem 650 minas em mais de 50 países. Representamos entre um terço e metade da produção do setor. Portanto, acreditamos que, ao demonstrarmos liderança nessas questões, podemos dar o exemplo para o restante da indústria, melhorar o desempenho e, assim, mudar a percepção que as pessoas têm do setor e do que sabem sobre mineração. Identificamos cinco tópicos específicos que consideramos vitais para demonstrarmos nossa liderança. Vou mencioná-los rapidamente agora.

A primeira questão é a segurança. Não há nada mais importante do que garantir que todos voltem para casa em segurança no final do seu turno de trabalho. Infelizmente, ainda não chegamos lá e, o que é mais preocupante, vimos uma reversão da tendência nos últimos dois anos, que vinha sendo de um número decrescente de fatalidades entre os membros do ICMM. Portanto, a segurança continua sendo nossa prioridade número um.

Em segundo lugar, vem a questão dos rejeitos. Em conferências anteriores do BMO, falamos muito sobre o trabalho com rejeitos para melhorar os padrões de gestão de rejeitos na indústria, após a tragédia de Brumadinho, no Brasil, em 2019, que custou 272 vidas. E muito trabalho tem sido feito para garantir que a indústria em geral esteja adotando o padrão de gestão de rejeitos e que nós, como indústria, estejamos inovando em como mineramos para que possamos minerar produzindo menos rocha estéril.

O terceiro tópico para nós, que é realmente importante, é o nosso trabalho de descarbonização e de tornar os veículos de mineração mais seguros, porque é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Então, enquanto inovamos na forma como esses grandes caminhões e equipamentos de mineração são operados e projetados, podemos reduzir a quantidade de combustível que consomem e, portanto, a quantidade de CO2 gerada, e podemos tornar esses caminhões mais seguros ao mesmo tempo. Portanto, há muito trabalho sendo feito nessa área.

O quarto tópico é sobre a questão da natureza. E aqui, somos uma indústria que tem impacto na natureza. Não há dúvida sobre isso. Temos uma pegada direta na terra e nas plantas e animais que vivem nela, nos corpos d'água e na qualidade do ar. Mas essa indústria tem o potencial de ser uma contribuinte líquida positiva ainda maior para a natureza do que já somos. Porque, embora sim, seja preciso perturbar a terra para extrair metais e minerais, o impacto desses metais e minerais, ao nos permitir viver verticalmente e permitir que a humanidade viva em cidades, significa que nosso impacto líquido na natureza é extremamente positivo. Dito isso, precisamos garantir que nossas operações sejam realizadas em locais onde tentamos minimizar ao máximo as consequências diretas e indiretas de nossas atividades.

E, por fim, nosso trabalho em desempenho social, porque sabemos que, não importa o quão valiosos sejam os minerais e o quanto digamos às pessoas que esses metais são essenciais para a vida moderna -- e de fato são -- para muitos países anfitriões o que realmente importa é garantir que os direitos humanos sejam protegidos, que não haja mineração contra a vontade das populações locais, que os benefícios retornem aos países e comunidades anfitriões, que os impostos sejam pagos de forma justa e que haja transparência. E isso é algo com que sempre estivemos comprometidos e queremos continuar garantindo que esse progresso prossiga.

Então, essas são as cinco áreas, que são uma grande prioridade para nós no momento. Falaremos um pouco mais adiante sobre o trabalho que estamos realizando para garantir que isso não permaneça apenas uma iniciativa liderada pelo ICMM, mas se expanda para toda a indústria, e que tudo isso contribua para o nosso trabalho de tentar mudar a compreensão e a percepção das pessoas sobre a indústria de mineração com base em nosso melhor desempenho, e não apenas em alguma campanha de relações públicas.

Leia a matéria completa na edição 455 da Brasil Mineral

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 04:10h

Nova portaria estende até 1º de janeiro de 2027 o prazo para que a Carteira de Identidade Nacional se torne a base de identificação na concessão e manutenção de pagamentos

Baixar áudio

O Governo Federal anunciou, na última terça-feira (7), a prorrogação do prazo para que a biometria da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) se torne obrigatória no acesso a benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e outros programas sociais. Com a nova diretriz, a exigência passará a vigorar apenas a partir de 1º de janeiro de 2027.

A decisão, articulada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), visa garantir uma transição suave e assegurar que os cidadãos tenham tempo suficiente para emitir o novo documento sem o risco de suspensão de pagamentos. Até a nova data, os atuais métodos de identificação e prova de vida permanecem válidos.

A integração da biometria da CIN é vista como um passo fundamental para reforçar a segurança do sistema previdenciário, reduzindo as possibilidades de fraude e facilitando a vida do beneficiário, que passará a ter uma identificação digital unificada e mais robusta.

Com informações do Instituto Nacional do Seguro Social.

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 04:05h

O destaque é para Campinas (SP), com receita superior a R$ 9 bilhões e com o setor de Serviços como principal motor da economia local

Baixar áudio

Dos 195 municípios brasileiros com receita orçamentária bilionária, 169 são cidades do interior, conforme dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Nesse cenário, o principal destaque é Campinas (SP), que ocupa a décima posição nacional, com receita superior a R$ 9 bilhões em 2024. O município possui um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente R$ 73 bilhões, tendo o setor de Serviços como principal motor da economia.

Outros municípios do interior que também figuram entre os bilionários são Guarulhos (SP) e Maricá (RJ), com receitas acumuladas de R$ 7,4 bilhões e R$ 6,9 bilhões, respectivamente. Guarulhos apresenta PIB superior a R$ 77 bilhões, enquanto Maricá registra cerca de R$ 86 bilhões.

Enquanto Guarulhos se destaca pelas atividades ligadas ao setor de Serviços, o município fluminense tem a Indústria como principal setor econômico, impulsionada sobretudo pela cadeia de óleo e gás.

Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, assim como num cenário mais amplo, o setor de Serviços se destaca em meio às cidades do interior com maior arrecadação orçamentária. No entanto, ele aponta que a atividade industrial tem dado uma parcela importante de contribuição, apesar de uma arrecadação menos significativa.  

“Podemos ver que Serviços tem mantido o PIB brasileiro no último ano e, apesar da queda da atividade industrial que nós acompanhamos no segundo semestre de 2025, o PIB não foi tão afetado. Nós temos Maricá e Niterói com alguns estaleiros por causa de petróleo”, afirma.

“O mercado espera uma ligeira queda para essa taxa de juros no decorrer de 2026. Vamos esperar que isso dê um fôlego para que a indústria tenha um papel mais relevante nesses dados de arrecadação, uma vez que ela gera uma receita mais perene. Serviços são muito sazonais, já a receita da indústria quando você mantém ali uma industrialização crescente, é possível atingir níveis de produção mais estáveis”, complementa Lima.

Veja mais:

Do total de municípios bilionários do país, apenas 30 têm a Indústria como principal atividade econômica. Com exceção de Manaus, capital do Amazonas, as outras 29 cidades com esse perfil são do interior. Entre elas estão Betim (MG), com receita orçamentária de R$ 3,3 bilhões, e Camaçari (BA), com R$ 2,5 bilhões.

Ranking das 10 cidades do interior com maiores receitas orçamentárias

  1. Campinas (SP): R$ 9,1 bilhões
  2. Guarulhos (SP): R$ 7,4 bilhões
  3. Maricá (RJ): R$ 6,9 bilhões
  4. São Bernardo do Campo (SP): R$ 6,7 bilhões
  5. Niterói (RJ): R$ 6,3 bilhões
  6. Barueri (SP): R$ 5,6 bilhões
  7. Duque de Caxias (RJ): R$ 5,6 bilhões
  8. Osasco (SP): R$ 5,4 bilhões
  9. Santos (SP): R$ 5,1 bilhões
  10. Sorocaba (SP): R$ 5,1 bilhões

De acordo com o Siconfi, os 195 municípios bilionários somaram, em 2024, mais de R$ 678 bilhões em receitas orçamentárias. Entre as unidades da federação, São Paulo concentra o maior volume arrecadado, com R$ 250,8 bilhões.

Na sequência aparecem o Rio de Janeiro, com arrecadação superior a R$ 92 bilhões, e Minas Gerais, cujos municípios bilionários somaram mais de R$ 53 bilhões.

 

 

O setor de Serviços se destaca como principal atividade econômica em 165 municípios brasileiros com arrecadação bilionária, como é o caso de Ribeirão Preto (SP), que registrou receita orçamentária superior a R$ 4,7 bilhões.
 

Copiar textoCopiar o texto
12/04/2026 04:00h

Estado concentra 57,5% da área cultivada; estudo aponta espaço para expansão em outras regiões

Baixar áudio

A área de cana-de-açúcar disponível para colheita no Centro-Sul do Brasil atingiu mais de 8,9 milhões de hectares na safra 2025/26, evidenciando a força e a concentração da cultura na principal região produtora do país. Os dados são de levantamento da Serasa Experian.

O estudo, baseado em imagens de satélite, revela que a produção está significativamente concentrada em São Paulo, responsável por 57,5% da área cultivada, enquanto os 42,5% restantes se distribuem entre Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

O mapeamento também aponta que apenas 12 municípios concentram cerca de 10% da área total cultivada, dentro de um universo de mais de 800 cidades produtoras. Ainda assim, aproximadamente 25% dos municípios do Centro-Sul cultivam cana-de-açúcar, o que demonstra a ampla presença da cultura na região.

No recorte do uso da terra, São Paulo apresenta maior intensidade produtiva, já que dos 14,1 milhões de hectares com aptidão agrícola, 36% estão ocupados pela cana. Já em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul — que, juntos, somam entre 13,6 milhões e 20 milhões de hectares aptos — a ocupação varia entre 5% e 6%.

VEJA MAIS:

“O cenário indica que, embora o Brasil seja o maior produtor e exportador mundial de cana-de-açúcar e um dos líderes em biocombustíveis, ainda existe espaço relevante para a expansão da cultura, especialmente com o aproveitamento de áreas com aptidão agrícola”, afirma o gerente executivo de soluções agro da Serasa Experian, Dyego Santos.

“Com os biocombustíveis voltando ao centro da agenda energética, historicamente impulsionados pela cana, a cultura volta a desempenhar um papel central, agora ao lado do avanço de lavouras como soja e milho”, complementa. 

Produção concentrada em quatro estados

Na safra 2025/26, quatro estados concentram 91% da área de cana mapeada no Centro-Sul. São Paulo lidera com ampla vantagem, com mais de 5,1 milhões de hectares (57,5%). O estado também registrou crescimento expressivo ao longo das últimas décadas: a área disponível para colheita passou de 3,35 milhões de hectares em 2003 para mais de 5 milhões em 2025, alta de 52,8%.

Na sequência aparecem Goiás (12,3%), Minas Gerais (12,2%) e Mato Grosso do Sul (8,9%), consolidando o avanço da produção fora do eixo paulista. Apesar disso, essas unidades da federação ainda apresentam menor ocupação das áreas aptas — entre 5% e 6%, na comparação com os 36% de São Paulo —, indicando potencial de expansão, sobretudo no Centro-Oeste e no Triângulo Mineiro.

Polos municipais

A concentração também se repete no nível municipal. Apenas 12 cidades, entre 842 mapeadas, concentram cerca de 10,4% da área de cana disponível para colheita. Entre os principais polos estão Uberaba, Quirinópolis, Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante, além dos municípios paulistas de Morro Agudo, Barretos e Guaíra.

Segundo o executivo, “apesar da concentração em alguns polos de grande escala, 90% da área cultivada de cana-de-acúcar a ser colhida está espalhada por mais de 800 municípios, muitos com participação individual menor, mas que, juntos, garantem a capilaridade da cultura no território.”

Os dados indicam que, embora existam grandes polos produtivos, a cultura permanece amplamente distribuída no território.

“O uso de geotecnologia e imagens de satélite permite um nível de precisão muito superior às estimativas tradicionais, ao mapear efetivamente o que está sendo plantado no campo”, pontua Santos. 

“Esse tipo de monitoramento, que ganha ainda mais relevância com o avanço das exigências regulatórias no setor e mitigação de riscos na cadeia agroindustrial, amplia a capacidade de análise e tomada de decisão no agronegócio”, enfatiza.

Metodologia

O levantamento foi realizado com base em dados proprietários obtidos por imagens de satélite e geotecnologia, que permitem identificar e mensurar as áreas cultivadas com cana-de-açúcar no Brasil. A análise considera tanto áreas disponíveis para colheita quanto em reforma na safra 2025/26, abrangendo sete estados da região Centro-Sul.

Os dados de aptidão agrícola para concessão de crédito rural têm como base o Manual de Crédito Rural (MCR), e os municípios analisados são aqueles com áreas de cultivo identificadas no mapeamento. Neste estudo, a região Centro-Sul engloba áreas das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil.
 

Copiar textoCopiar o texto
11/04/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre neste sábado (11), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 2995 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (11/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para terça-feira (14), com prêmio estimado em R$ 45.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 2995

08 - 29 - 42 - 49 - 50 - 58

Prêmios do concurso 2995

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 54 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 42.308,07
  • Quadra (4 acertos): 2.889 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 1.303,52

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
Copiar textoCopiar o texto
11/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3659 ocorre na noite deste sábado (11), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3659 da Lotofácil foi realizado neste sábado (11/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.587.534,24. Os bilhetes premiados foram adquiridos em São Luís (MA). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, a capital maranhense possui cerca de 1.037.775 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos logísticos, portuários e culturais do país, apresentando paisagens icônicas como o seu Centro Histórico (Patrimônio Mundial da UNESCO), o Palácio dos Leões e a Avenida Litorânea.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3660, que será realizado na segunda-feira, 13 de abril de 2026, está estimado em R$ 7.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3659

03 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 10 - 11 - 13 - 14 - 15 - 16 - 17 - 23 - 25

Resultado e premiação da Lotofácil 3659

  • 15 acertos - 1 aposta ganhadora, R$ 1.587.534,24
  • 14 acertos - 316 apostas ganhadoras, R$ 1.504,83
  • 13 acertos - 8479 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 115605 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 619279 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Copiar textoCopiar o texto