15/04/2026 04:55h

Deputado federal Tiago Dimas (PODE-TO) e Fabiano do Vale, presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Tocantins (FACIET) destacam importância do sistema para os pequenos empresários e o papel da atualização dos limites

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O Projeto de Lei Complementar (PLP 108/21), que atualiza o limite de receita bruta anual para enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) para até R$ 130 mil, teve o regime de urgência aprovado na Câmara e pode ser votado a qualquer momento na Casa. Diante da expectativa de aprovação da matéria, parlamentares e representantes do setor destacam a importância do Simples Nacional para os pequenos empresários e afirmam que a defasagem da tabela prejudica a competitividade.

A atualização da tabela do Simples Nacional é uma pauta prioritária para entidades empresariais. A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) defende a elevação do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil. A CACB também requer a correção das demais faixas de enquadramento do regime tributário: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil; e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.

Conforme estimativas da confederação, a medida proposta pela entidade vai corrigir o valor do teto em 83%, e pode gerar 869 mil empregos. O impacto deve ser sentido, ainda, com a injeção de R$ 81,2 bilhões na economia. 

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, ressalta que a atualização é relevante para evitar que empresas abandonem o regime simplificado ou migrem para a informalidade.

“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, diz Cotait.

Para o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Tocantins (FACIET), Fabiano do Vale, a correção dos limites do Simples Nacional deve contribuir para o crescimento das pequenas empresas brasileiras.

“A partir do momento em que o faturamento cresce, a inflação do ano cresce, e essa tabela não é corrigida, faz com que o micro e pequeno empresário pague mais, por quê? Porque ele passa a faturar mais e cresce o valor percentual de pagamento; então essa correção é necessária”, destaca Fabiano. 

O presidente da FACIET avalia, ainda, que a correção dos limites é crucial para garantir o faturamento das empresas.

“Essa correção é extremamente necessária até para que a empresa tenha fôlego de crescimento, principalmente a inflação nacional, no mínimo, tinha que ter subido isso anual. Estamos com uma defasagem muito grande. É muito importante esse ajuste para as micro e pequenas empresas, para que elas consigam faturar e um dia, quem sabe, sair do Simples. Mas enquanto não tem essa condição, a tabela tem que ter repasse de aumento, para que a empresa consiga crescer e não aumente o seu percentual de pagamento”, salienta o presidente da FACIET.

Defasagem compromete competitividade

O Simples Nacional foi desenvolvido para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo. O regime reúne diversos impostos em uma única guia. Atualmente, é o principal regime tributário aplicado aos pequenos negócios no país.

Confira como são organizados os limites de faturamento hoje:

  • R$ 81 mil por ano para o Microempreendedor Individual (MEI);
  • R$ 360 mil para microempresas (ME);
  • R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte (EPP).

As faixas não são atualizadas há cerca de sete anos. Segundo representantes do setor produtivo, a defasagem não acompanha a inflação acumulada no período. 

O deputado federal Tiago Dimas (PODE-TO) salienta que o Simples Nacional foi preservado pela Reforma Tributária. No entanto, o parlamentar avalia que a defasagem da tabela prejudica a competitividade de pequenos empresários.

“Para quem acorda cedo e gera emprego, a Reforma Tributária traz um ponto de atenção essencial. A boa notícia é que nós garantimos que o Simples Nacional fosse preservado nesta lei. Porém, como empresário, eu sei que na prática isso é diferente. Essa nova regra traz um desafio de competitividade. O sistema foca muito na geração de crédito tributário e o mercado pode acabar pressionando a pequena empresa a sair parcialmente do Simples para não perder clientes para os fornecedores maiores”, pontua o deputado.

Congresso Nacional

A alteração dos limites de receita para o MEI foi apresentada e aprovada no Senado Federal em 2021. O texto tramita há quase cinco anos nas comissões da Câmara. 

A deputada Bia Kicis (PL-DF) apresentou o requerimento nº 3624/2023 para solicitar a urgência da análise da proposta, com vistas a acelerar a tramitação.

As regras atuais, fixadas em 2018, preveem para o MEI faturamento máximo de R$ 81 mil e a possibilidade de contratação de apenas um empregado. Além de atualizar os limites para enquadramento no MEI, a proposta em análise autoriza que os empreendedores contratem até dois empregados. 

Com a urgência aprovada na Câmara, o texto segue diretamente para análise do Plenário, sem precisar tramitar previamente pelas comissões da Casa. 

Simples Nacional

O Simples Nacional foi criado para simplificar o pagamento de tributos e estimular o empreendedorismo. O regime reúne diversos impostos em uma única guia. Hoje, é o principal regime tributário aplicado aos pequenos negócios no Brasil.

Em contrapartida, com a defasagem dos limites somada a uma inflação acumulada de 46,6% desde 2019, representantes do setor produtivo alertam que a falta de correção dos valores pressiona a renda dos empreendedores e desincentiva a atividade, prejudicando a competitividade. 
 

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15/04/2026 04:50h

Entidade entrega cartas a deputados e senadores e pede que proposta não seja votada em ano eleitoral

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou, nesta terça-feira (14), uma mobilização para entregar cartas nominais aos 513 deputados federais e aos 81 senadores contra a redução da jornada de trabalho. No documento, a entidade solicita apoio dos parlamentares para que o Congresso Nacional amplie o diálogo sobre os impactos da mudança na economia e para que o tema não seja votado em ano eleitoral.

Na carta, o presidente da CNI, Ricardo Alban, manifesta preocupação com a possibilidade de o Congresso aprovar, em regime de urgência, propostas que alterem a jornada de trabalho. “Uma eventual redução da escala de trabalho terá impacto direto na competitividade do país, nos empregos formais e na produtividade das empresas brasileiras", destaca no ofício.

Ricardo Alban defende que propostas legislativas relacionadas à redução da jornada não sejam votadas de forma apressada, especialmente em ano eleitoral.

“A conquista, para ser verdadeira, tem que ser sustentável. Nós temos toda uma discussão que precisa ser amadurecida e não precisa ser feita de forma açodada em ano eleitoral, quando as decisões não vão ser racionais, prudentes e sustentáveis”, afirma.

Segundo Alban, a indústria reconhece a importância do aperfeiçoamento das relações de trabalho, mas entende que mudanças dessa dimensão não devem ocorrer sem análise técnica consistente, transição adequada e ganhos reais de produtividade.

“A história recente contemporânea da relação capital-trabalho sempre foi feita de uma transição entre a melhoria das condições de trabalho e a redução de uma possível jornada de forma gradativa e com muito entendimento, sempre através de negociações. Nós queremos fazer isso. Mas tem que ser de forma sustentável. Nós precisamos aumentar a produtividade. Ninguém tem dúvidas de que produtividade é que determina as melhores condições de trabalho”, acrescenta.

Impactos econômicos

Na carta, a CNI apresenta estudos recentes sobre o impacto econômico da redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com manutenção dos salários. Segundo as projeções, os custos com empregados formais podem aumentar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano para as empresas.

Somente para o setor industrial, o impacto pode alcançar cerca de R$ 88 bilhões anuais, com efeitos relevantes sobre investimentos, emprego formal e competitividade. De acordo com a entidade, os efeitos tendem a ser mais severos para empresas de menor porte, que possuem menor capacidade de absorver o aumento dos custos.

Ainda segundo os estudos da CNI, os preços ao consumidor final poderiam subir, em média, 6,2%. As compras em supermercados, por exemplo, teriam aumento estimado de 5,7%.

O texto encerra afirmando que o Brasil e o setor industrial contam com o apoio dos parlamentares para a manutenção dos empregos no país.

A carta foi entregue junto a um manifesto assinado pela CNI e por mais de 800 instituições da indústria, incluindo 27 federações estaduais, 98 associações setoriais e 741 sindicatos industriais.

Confira a carta na íntegra:

 

Carta Circular nº 75/2026-Pres.

Brasília, 13 de abril de 2026.

 

Aos Senhores e às Senhoras Parlamentares

Congresso Nacional 

 

Senhor(a) Parlamentar, 

 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifesta preocupação com a possibilidade de o Congresso Nacional decidir, em regime de urgência, propostas de mudanças na jornada de trabalho. Uma eventual redução da escala de trabalho terá impacto direto na competitividade do país, nos empregos formais e na produtividade das empresas brasileiras. 

Nesse contexto, encaminhamos a Vossa Excelência o Manifesto da CNI “Escala 6X1: o Brasil precisa de mais competitividade, não de mais custos”, assinado em conjunto com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e por mais de 800 entidades representativas do setor produtivo. O documento expõe, de forma objetiva, as razões pelas quais o setor industrial entende que a matéria não deve avançar sem debate técnico qualificado e sem análise adequada de relevantes impactos econômicos e sociais. 

A preocupação é concreta. Os efeitos tendem a ser mais severos para as empresas de menor porte. Projeções da CNI indicam que a redução da jornada para o limite de 40 horas semanais, com manutenção dos salários, pode elevar entre R$ 178,2 bilhões e R$ 267,2 bilhões por ano os custos com empregados formais na economia. O impacto pode alcançar cerca de R$ 88 bilhões ao ano para a indústria, com efeitos relevantes sobre investimentos, emprego formal e capacidade de competir. Já os preços para o consumidor tendem a ter alta média de 6,2% — as compras em supermercado, por exemplo, devem ficar 5,7% mais caras. 

Essa preocupação se torna ainda mais sensível em setores intensivos em mão de obra e marcados pela forte presença de pequenas empresas, como a indústria têxtil e de panificação — ambos segmentos de ampla capilaridade, grande relevância para o emprego e menor margem para absorver aumentos abruptos e generalizados do custo do trabalho. Também sob a ótica setorial e regional, os impactos são expressivos e foram estimados em até R$ 11,5 bilhões no Norte; R$ 34,3 bilhões no Nordeste; R$ 22,7 bilhões no Centro-Oeste; R$ 142 bilhões, no Sudeste; e R$ 54,7 bilhões no Sul. 

A indústria brasileira reconhece a importância do aperfeiçoamento das relações de trabalho, mas entende que mudanças dessa dimensão não devem ser feitas sem análise técnica consistente, transição adequada e vínculo com ganhos reais de produtividade. Sem isso, a tendência é de aumento de custos, pressão sobre preços, desestímulo a investimentos e ampliação da informalidade. 

Em ano eleitoral, esse cuidado deve ser ainda maior. Temas de forte apelo social exigem responsabilidade, avaliação de impactos e visão de longo prazo, para evitar decisões precipitadas e efeitos negativos sobre a economia. Por isso, a CNI pede a atenção de Vossa Excelência ao Manifesto e solicita que a matéria não seja deliberada, sem que sejam levadas em conta a realidade econômica do Brasil e as necessidades concretas das empresas que atuam em seu estado. 
O Brasil e a indústria nacional contam com Vossa Excelência para a manutenção dos empregos em nosso país. 

 

Atenciosamente,

 

Antonio Ricardo Alvarez Alban

Presidente da CNI

 

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15/04/2026 04:45h

André de Paula foi apresentado à estrutura do instituto, realizações recentes e projetos em andamento para aumentar a assertividade dos serviços

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A previsão das condições climáticas é um dos pilares para o manejo e o planejamento das lavouras no país. Nesse contexto, o novo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, visitou, nesta segunda-feira (13), a sede do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Brasília, para conhecer a estrutura operacional do órgão e discutir a ampliação da rede de monitoramento climático.

Acompanhado do secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, e da chefe de gabinete, Adriana Toledo, o ministro foi recebido pelo diretor do instituto, Carlos Alberto Jurgielewicz. No local, foi apresentada a estrutura do instituto, incluindo o Centro de Previsão Meteorológica, a área de processamento de dados e as instalações que passaram por reforma para modernização.

O processo de ampliação da rede de monitoramento foi um dos principais temas apresentados durante a reunião. Na ocasião, foram citados como exemplos o número de estações no Rio Grande do Sul, que passou de 44 para 98 em apenas um ano, e em Mato Grosso, onde a rede foi ampliada com a instalação de mais 27 unidades. 

Ações em andamento também foram abordadas. Nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, o projeto de implantação de 220 novas estações voltadas ao monitoramento na área de influência de Furnas, que deve mitigar os efeitos das mudanças climáticas, garantir maior segurança energética e apoiar a gestão eficiente dos recursos hídricos. Em Pernambuco, a previsão é de ampliação para 19 estações.

Ao final da visita, de Paula ressaltou a importância estratégica do Inmet para o desenvolvimento do agro brasileiro e os investimentos realizados na modernização do instituto. “Não dá para fazer uma agricultura de sucesso se você não tem a questão climática presente nas suas preocupações. E tudo que eu vi aqui dá conta do enorme investimento que foi feito nos últimos três anos”, afirmou.

O diretor Carlos Alberto Jurgielewicz celebrou os investimentos recentes e a nomeação de novos servidores para melhorar ainda mais os serviços do órgão. “Já temos hoje 85% de assertividade na nossa previsão meteorológica e, com a chegada dos novos concursados, nós conseguiremos aumentar essa efetividade, fazendo com que a gente possa entregar para o Brasil a melhor meteorologia com a melhor assertividade”, destacou.

O secretário-executivo Cleber Soares enfatizou que inovação, tecnologia e produtividade no campo precisam caminhar lado a lado com a meteorologia, ferramenta indispensável para o planejamento e a tomada de decisão no setor agropecuário.

Inmet

Com 116 anos de atuação, o Inmet, vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), é a referência nacional no monitoramento do tempo e do clima para emissão diária de previsões, avisos de tempo severo e boletins agroclimatológicos, prestando serviços estratégicos para a agropecuária brasileira e para a sociedade. Atualmente, o instituto conta com cerca de 700 estações meteorológicas, entre automáticas e convencionais, além de uma rede parceira que reúne cerca de 10 mil estações cadastradas, ampliando a capilaridade das informações em todo o território nacional.

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15/04/2026 04:40h

Wilton Pereira Sampaio vai para a terceira Copa do Mundo e Bruno Raphael Pires disputa o segundo Mundial consecutivo, consolidando a arbitragem goiana no cenário internacional

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A pouco menos de dois meses para o início da Copa do Mundo de 2026, o governador de Goiás, Daniel Vilela, recebeu nesta terça-feira (14) os árbitros goianos Wilton Pereira Sampaio e Bruno Raphael Pires, ambos convocados pela Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) para o torneio.

Durante a recepção, Vilela ressaltou a relevância da participação de profissionais do estado na competição e afirmou que Goiás terá destaque no Mundial. “Estaremos torcendo para que possamos ver uma excepcional atuação de vocês”, disse.

O governador, que já atuou como jogador profissional de futebol, também enfatizou o significado da convocação para o esporte goiano.

“Quero expressar nossa satisfação de tê-los representando não só o nosso estado, como o nosso país na Copa do Mundo. O Hilton já é experiente indo para a sua terceira Copa, o Bruno da mesma forma na sua segunda, então Goiás aí está muito bem representado. Nós estamos muito felizes por isso, por esse momento, por essa grande convocação que representa a competência dos goianos”, destacou.

Esta será a terceira vez que Wilton Pereira Sampaio participa de uma Copa do Mundo. Em 2018, na Rússia, integrou a equipe de arbitragem de vídeo em oito partidas. Já no Catar, em 2022, atuou como árbitro principal em quatro jogos.

“É uma importante convocação, mais um grande momento da minha carreira. Agora, é mostrar na prática tudo que a gente vem fazendo ao longo dos anos. Que possamos levar o nome do estado e da federação para todo o mundo”, declarou.

Bruno Raphael Pires, por sua vez, chega à sua segunda participação consecutiva em Mundiais da Fifa. Em 2022, ele atuou ao lado de Wilton em quatro confrontos, incluindo o duelo entre Inglaterra e França, válido pelas quartas de final.

“A expectativa é grande. Representar o nosso estado e a arbitragem goiana é motivo de muita alegria e orgulho. A responsabilidade é grande, porque mexe com a emoção e o sentimento de nações inteiras”, afirmou o assistente.

Trajetórias

Natural de Teresina de Goiás, Wilton iniciou sua trajetória na arbitragem no ano 2000, pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), onde começou a atuar ainda na adolescência. Em 2012, retornou a Goiás e passou a integrar a Federação Goiana de Futebol (FGF). No mesmo período, foi eleito o melhor árbitro do Campeonato Brasileiro. Desde 2013, faz parte do quadro da Fifa, consolidando sua carreira entre os principais nomes da arbitragem nacional.

Já Bruno, nascido em Bela Vista de Goiás, é graduado em Educação Física e iniciou sua atuação profissional na arbitragem em 2009, pela FGF. Três anos depois, passou ao quadro nacional e, em 2015, foi promovido à lista da Fifa. Além da carreira esportiva, atualmente ocupa o cargo de secretário de Esportes do município de Bela Vista.

O presidente da Federação Goiana de Futebol, Ronei Freitas, destacou o significado da convocação para o estado. “Estamos muito felizes e honrados. É o reconhecimento da nossa equipe. Esses profissionais só chegaram nessa condição porque o futebol goiano deu a possibilidade, abrindo as portas para que pudessem desenvolver o seu trabalho”, pontuou.
Quadro de árbitros brasileiros que atuaram no Mundial de 2026

No total, o Brasil terá nove representantes na arbitragem do Mundial, número recorde. Além dos goianos Wilton e Bruno, foram convocados os árbitros centrais Raphael Claus (SP) e Ramon Abatti (SC), os assistentes Bruno Boschilia (PR), Danilo Manis (SP), Rodrigo Figueiredo (RJ) e Rafael Alves (RS), além do árbitro de vídeo Rodolpho Toski (PR).

A Copa do Mundo de 2026 será disputada a partir de 11 de junho, com sedes no México, Canadá e Estados Unidos. A seleção brasileira está no Grupo C e estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos. Depois, enfrenta o Haiti no dia 19 e encerra a fase de grupos no dia 26, diante da Escócia.
 

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15/04/2026 04:20h

Estudo estima que mais de 36 milhões de brasileiros com mais de 60 anos estão aptos a votar em 2026

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O número de brasileiros com 60 anos ou mais aptos a votar chegou a 36,2 milhões em 2026. Segundo levantamento da Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados, a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o total de votantes nesta faixa etária cresceu 74% em relação a 2010, enquanto o aumento do eleitorado geral foi de 15% no mesmo período.

Com esse crescimento, o grupo pode responder por quase um em cada quatro votos nas eleições deste ano (23,2%). O índice é praticamente o dobro da fatia de jovens de 16 a 24 anos (11,9%).

O peso desse eleitorado é especialmente relevante nas regiões Sul e Sudeste, onde a população é mais envelhecida. Rio Grande do Sul (29,3%), Rio de Janeiro (28%), Minas Gerais (26%) e São Paulo (24,6%) – quatro dos cinco maiores colégios eleitorais do país –, concentram as maiores proporções de eleitores 60+.

Participação que também se reflete nas urnas. Ainda de acordo com o levantamento, mais de 70 mil candidatos nas eleições municipais de 2024 tinham idade acima dos 60 anos, o que representou 15% do total de políticos, a maior proporção da história.

“Em um cenário de aguda polarização, em que a eleição de 2022 foi definida por menos de 2 milhões de votos de diferença de Lula para Jair Bolsonaro, conquistar o voto desse eleitor é mais do que estratégico”, destaca Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.

Engajamento

Além de mais numeroso, o eleitor mais velho também tem se mostrado mais engajado. A taxa de abstenção entre a população com idade acima dos 60 anos caiu nas últimas eleições (37,1% em 2014; 36,4% em 2018; e 34,5% em 2022), enquanto a média geral do eleitorado subiu levemente (19,4%; 20,3% e 20,9%, respectivamente). 

Entre aqueles com 60 a 69 anos, idade em que o voto ainda é obrigatório, o comparecimento chega a 85,7%. Já entre os maiores de 70 anos, para quem o voto é facultativo, a participação foi de 41,1% em 2022 e vem aumentando: a abstenção caiu de 63,6% em 2014 para 58,9% no último pleito. Segundo o estudo, esse grupo tende a ir às urnas por identificação política, o que o torna ainda mais estratégico para campanhas.

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15/04/2026 04:15h

Estudo aponta que 64,8% das 329 cidades analisadas apresentam falhas na divulgação de obras públicas

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Mais de 64,8% dos municípios brasileiros apresentam baixos níveis de transparência na gestão de obras públicas, segundo dados de 2025 do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP-M). O resultado coloca a maioria das prefeituras nas faixas mais críticas do indicador e evidencia dificuldades estruturais na divulgação de informações sobre investimentos em infraestrutura.

O levantamento, que analisou 329 cidades das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, apontou desempenho geral classificado como “ruim”, com média de 32,9 pontos em uma escala de 0 a 100. Além disso, cerca de um em cada quatro municípios não disponibiliza qualquer informação sobre obras em seus portais oficiais, ampliando o risco de falhas no controle e na fiscalização dos recursos públicos.

As conclusões foram apresentadas em um webinar promovido pela Transparência Internacional – Brasil, que reuniu servidores de diferentes entes federativos para discutir caminhos de melhoria na área. O evento também marcou o lançamento de duas notas técnicas baseadas nos dados do índice, sendo uma voltada aos estados e outra às prefeituras.

O diagnóstico revela ainda forte desigualdade regional. Enquanto municípios do Espírito Santo alcançam média considerada “boa”, com 70,2 pontos, localidades do interior de São Paulo e do Piauí apresentam desempenhos classificados como “péssimos”. Nos estados, apenas cinco unidades da federação divulgam informações completas sobre a execução financeira de obras públicas.

Falta de divulgação dos dados

Entre os pontos mais críticos está a chamada “tríade de transparência ambiental e participativa”. Apenas 16,7% dos municípios publicam estudos de impacto ambiental e de vizinhança, e 16,4% divulgam dados completos sobre audiências ou consultas públicas relacionadas às obras, limitando a participação social e o acompanhamento por parte da população.

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Por outro lado, o estudo destaca experiências positivas em municípios de pequeno e médio porte, especialmente no Espírito Santo e em Santa Catarina. Essas cidades atingiram altos níveis de transparência ao utilizar plataformas compartilhadas, como painéis disponibilizados por Tribunais de Contas Estaduais, o que demonstra que soluções de baixo custo podem contribuir para ampliar o acesso às informações.

Criado para avaliar mais de 100 critérios, como dados abertos, integridade e participação social, o ITGP tem como objetivo estimular a transparência ativa e fortalecer a governança pública nos níveis estadual e municipal. O cenário identificado em 2025, no entanto, indica que ainda há desafios significativos para garantir prestação de contas adequada e reduzir vulnerabilidades à corrupção na execução de obras públicas no país.
 

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15/04/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta desvalorização em todos os estados; o frango resfriado e o congelado apresentam estabilidade

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O preço do boi gordo abre esta quarta-feira (15) em alta de 0,23%. A arroba é negociada a R$ 367,05, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 367,05 0,23% 3,10% 73,56
13/04/2026 366,20 0,16% 2,87% 73,28
10/04/2026 365,60 0,04% 2,70% 72,99
09/04/2026 365,45 0,12% 2,65% 72,15
08/04/2026 365,00 0,21% 2,53% 71,41

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram estabilidade, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
14/04/2026 7,34 0,00% 1,38%
13/04/2026 7,34 0,96% 1,38%
10/04/2026 7,27 -0,68% 0,41%
09/04/2026 7,32 0,41% 1,10%
08/04/2026 7,29 0,28% 0,69%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
14/04/2026 7,36 0,00% 1,24%
13/04/2026 7,36 0,96% 1,24%
10/04/2026 7,29 -0,55% 0,28%
09/04/2026 7,33 0,41% 0,83%
08/04/2026 7,30 0,00% 0,41%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar desvalorização de 2,73% no preço, sendo negociada a R$ 8,90 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
14/04/2026 8,90 -2,73% -7,68%
13/04/2026 9,15 -4,29% -5,08%
10/04/2026 9,56 0,74% -0,83%
09/04/2026 9,49 0,32% -1,56%
08/04/2026 9,46 0,00% -1,87%

 

O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,09% em Minas Gerais, de 2,32% no Paraná, de 0,88% no Rio Grande do Sul, de 3,01% em Santa Catarina de 0,34% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,47 e R$ 5,81.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
14/04/2026 MG - posto 5,65 -3,09% -14,00%
14/04/2026 PR - a retirar 5,47 -2,32% -11,06%
14/04/2026 RS - a retirar 5,66 -0,88% -10,02%
14/04/2026 SC - a retirar 5,48 -3,01% -11,04%
14/04/2026 SP - posto 5,81 -0,34% -12,10%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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15/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes

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O preço do café arábica abre esta quarta-feira (15) em baixa de 0,36%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.814,65 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
14/04/2026 1.814,65 -0,36% -3,87% 363,66
13/04/2026 1.821,25 0,37% -3,52% 364,47
10/04/2026 1.814,56 -0,37% -3,88% 362,26
09/04/2026 1.821,38 -0,43% -3,52% 359,60
08/04/2026 1.829,20 0,41% -3,10% 357,90

 

O café robusta teve alta de 2,37% no preço, sendo comercializado a R$ 899,64.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
14/04/2026 899,64 2,37% -6,84% 180,29
13/04/2026 878,82 -0,02% -9,00% 175,87
10/04/2026 879,03 -2,29% -8,98% 175,49
09/04/2026 899,64 0,95% -6,84% 177,62
08/04/2026 891,15 -1,13% -7,72% 174,36

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 1,90% e é cotada a R$ 101,50.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 101,50 -1,90% -3,75% 20,34
13/04/2026 103,47 -2,18% -1,89% 20,71
10/04/2026 105,78 1,56% 0,30% 21,12
09/04/2026 104,16 0,33% -1,23% 20,56
08/04/2026 103,82 0,43% -1,56% 20,31

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 3,42%, sendo negociada a R$ 101,74 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 101,74 3,42% -10,83% 20,43
13/04/2026 98,38 -2,06% -13,78% 19,58
10/04/2026 100,45 -1,78% -11,96% 20,00
09/04/2026 102,27 -2,87% -10,37% 20,12
08/04/2026 105,29 -1,71% -7,72% 20,69

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 67,73, após desvalorização de 1,53%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 67,73 -1,53% -3,75% 13,57
13/04/2026 68,78 -0,42% -2,26% 13,76
10/04/2026 69,07 -0,75% -1,85% 13,79
09/04/2026 69,59 -0,29% -1,11% 13,74
08/04/2026 69,79 0,30% -0,82% 13,65

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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15/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (15) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,23% e é negociado a R$ 120,29; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,39% e é cotada a R$ 126,21.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 120,29 -0,23% -2,05% 24,11
13/04/2026 120,57 -0,31% -1,82% 24,13
10/04/2026 120,94 -0,71% -1,52% 24,15
09/04/2026 121,81 0,28% -0,81% 24,05
08/04/2026 121,47 -0,78% -1,09% 23,77

 

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
14/04/2026 126,21 -0,39% -2,34% 25,29
13/04/2026 126,70 0,09% -1,97% 25,35
10/04/2026 126,58 -0,99% -2,06% 25,27
09/04/2026 127,84 -0,22% -1,08% 25,24
08/04/2026 128,12 -0,15% -0,87% 25,07

 

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,09% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.313,87, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.174,53.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
14/04/2026 1.313,87 -0,09% 2,25% 263,30
13/04/2026 1.315,01 1,39% 2,34% 263,16
10/04/2026 1.296,92 0,37% 0,93% 258,92
09/04/2026 1.292,20 0,08% 0,57% 255,12
08/04/2026 1.291,22 0,37% 0,49% 252,64

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
14/04/2026 1.174,53 0,00% 1,90% 235,38
13/04/2026 1.174,53 0,58% 1,90% 235,05
10/04/2026 1.167,80 0,00% 1,31% 233,14
09/04/2026 1.167,76 0,94% 1,31% 230,55
08/04/2026 1.156,90 0,00% 0,37% 226,36

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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14/04/2026 22:00h

Otimismo com negociações no Oriente Médio reduz aversão ao risco e pressiona moeda americana

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O dólar comercial encerrou o último pregão em leve queda de 0,06% frente ao real, cotado a R$ 4,99. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,24%.

O desempenho do câmbio foi influenciado pelo otimismo em relação a um possível desfecho diplomático no Oriente Médio após sinais de que Estados Unidos e Irã estão próximos de retomar as conversas para um cessar-fogo definitivo.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, as delegações dos dois países podem voltar a se reunir no Paquistão, que atua como mediador, para selar um acordo de paz duradouro. O presidente Donald Trump reforçou o clima de otimismo ao afirmar que o governo de Teerã "quer fazer um acordo". Além disso, Washington anunciou que Israel e Líbano aceitaram iniciar negociações diretas para encerrar as hostilidades, fortalecendo a percepção de que o risco de uma escalada regional diminuiu.

O alívio geopolítico refletiu diretamente nos preços do petróleo: o barril do Brent despencou mais de 4,5%, voltando a ser negociado abaixo de US$ 95. A queda do petróleo, embora ajude a controlar as pressões inflacionárias globais, pesou sobre as ações da Petrobras, que recuaram cerca de 5% no pregão desta terça-feira.

No cenário doméstico, os investidores repercutiram dados robustos da economia brasileira. O volume de serviços registrou alta de 0,1% em fevereiro, marcando o 2º crescimento consecutivo do setor, mas abaixo da mediana da Reuters, de alta de 0,5%. Embora abaixo do esperado, o indicador está no patamar recorde da série histórica, mostrando resiliência da demanda doméstica.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em queda de 0,41%, cotado a R$ 5,88.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,2004 0,1700 0,1478 31,8247 0,1565 0,2759 0,2813
USD 4,9892 1 0,8478 0,7370 158,78 0,7808 1,3766 1,4032
EUR 5,8824 1,1795 1 0,8693 187,29 0,9210 1,6236 1,6551
GBP 6,7658 1,3569 1,1504 1 215,45 1,0595 1,8676 1,9040
JPY 3,14221 0,629803 0,53393 0,464166 1 0,4918 0,86692 0,88374
CHF 6,3890 1,2807 1,0858 0,9438 203,38 1 1,7630 1,7970
CAD 3,6246 0,7265 0,6159 0,5354 115,35 0,5673 1 1,0192
AUD 3,5536 0,7127 0,6042 0,5252 113,17 0,5564 0,9810 1

 

Os dados são da Investing.com

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14/04/2026 21:30h

Índice renovou o recorde intradia acima dos 199 mil pontos pela primeira vez e fechou quinta sessão seguida em patamar recorde

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,33% e no quinto patamar recorde seguido, aos 198.657 pontos, após novamente renovar a máxima histórica intradia de 199.354 pontos. O desempenho do índice foi impulsionado pela melhora do humor nos mercados globais e pela expectativa de que as negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã sejam retomadas até a próxima sexta-feira (17).

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, as delegações dos dois países podem voltar a se reunir no Paquistão, que atua como mediador, para selar um acordo de paz duradouro. O presidente Donald Trump reforçou o clima de otimismo ao afirmar que o governo de Teerã "quer fazer um acordo". Além disso, Washington anunciou que Israel e Líbano aceitaram iniciar negociações diretas para encerrar as hostilidades, fortalecendo a percepção de que o risco de uma escalada regional diminuiu.

O alívio geopolítico refletiu diretamente nos preços do petróleo: o barril do Brent despencou mais de 4,5%, voltando a ser negociado abaixo de US$ 95. Os índices em Wall Street encerraram o dia com ganhos expressivos em reação à possibilidade de descompressão geopolítica. Na Europa e na Ásia, o movimento também foi de valorização, refletindo o alívio momentâneo nos preços do petróleo.

No cenário doméstico, os investidores repercutiram dados eleitorais e da economia. O volume de serviços registrou alta de 0,1% em fevereiro, marcando o 2º crescimento consecutivo do setor, mas abaixo da mediana da Reuters, de alta de 0,5%. Embora abaixo do esperado, o indicador está no patamar recorde da série histórica, mostrando resiliência da demanda doméstica. No campo político, a repercussão da pesquisa CNT/MDA para a sucessão presidencial de 2026 também esteve no radar, apontando favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39,2% das intenções de voto, contra 30,2% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no primeiro turno.

No Ibovespa, as ações da Vale avançaram 1,08%, na contramão do minério de ferro. Já a Petrobras encabeçou a ponta negativa do índice, recuando 3,82% e 4,44%, pressionada pela queda dos preços do petróleo na sessão.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Bombril S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (BOBR4): +22,03%

  • Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs A (EQPA5): +19,28%

Ações em queda no Ibovespa

  • Cemepe Investimentos SA Pfd (MAPT4): -19,90%

  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3): -12,50%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.255.133.146, em meio a 4.091.030 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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14/04/2026 19:00h

Confira aqui o resultado do sorteio que ocorre nesta terça-feira (14), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O concurso 2996 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (14/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (16), com prêmio estimado em R$ 52.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.

Números sorteados Mega-Sena 2996

07 - 09 - 27 - 38 - 49 - 52

Prêmios do concurso 2996

  • Sena (6 acertos): Não houve ganhadores
  • Quina (5 acertos): 78 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 25.112,52
  • Quadra (4 acertos): 4.220 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 765,10

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social
     
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14/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3661 ocorre na noite desta terça-feira (14), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3661 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (14/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 6.081.209,01. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Wenceslau Guimarães (BA) e Ipuaçu (SC). 

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3662, que será realizado na quarta-feira, 15 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3661

02 - 03 - 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 10 - 12 - 14 - 15 - 19 - 21 - 23 - 24

Resultado e premiação da Lotofácil 3661

  • 15 acertos - 2 apostas ganhadoras, R$ 6.081.209,01
  • 14 acertos - 561 apostas ganhadoras, R$ 1.850,42
  • 13 acertos - 21660 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 254240 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 1406655 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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14/04/2026 18:40h

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Porto Alegre

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A previsão do tempo para o Sul do país, nesta quarta-feira (15), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-oeste dos três estados ao longo do dia, mais intensas de manhã e à noite.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o centro-oeste dos três estados. As chuvas devem amanhecer mais intensas e acompanhadas de trovoadas nas porções oeste dos três estados.

Durante a tarde, as pancadas de chuva tomam todo o centro-oeste do Rio Grande do Sul, mas as trovoadas deixam a região.

À noite, chuvas isoladas tomam o litoral de Santa Catarina e o extremo-norte do litoral gaúcho. As pancadas de chuva se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as trovoadas voltam a tomar o oeste do Paraná e de Santa Catarina e o centro-oeste do Rio Grande do Sul.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para todo o Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná, além de alerta de perigo de tempestade para o centro-sul gaúcho, extremo-oeste de Santa Catarina e extremo-sudoeste do Paraná.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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14/04/2026 18:30h

Goiás e DF devem escapar às precipitações ao longo do dia; temperaturas variam entre 18°C e 33°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta quarta-feira (15), indica a presença de muitas nuvens para a maior parte da região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-oeste do território durante o dia, mais intensas no oeste.

O dia amanhece com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Mato Grosso do Sul, quase todo o Mato Grosso — à exceção da porção central do extremo-leste — e sudoeste de Goiás, que devem amanhecer mais intensas em todo o Mato Grosso do Sul, extremos-sul e noroeste de Mato Grosso e extremo-sudoeste de Goiás e ser acompanhadas de trovoadas em quase todo o Mato Grosso do Sul e extremo-noroeste de Mato Grosso.

Durante a tarde, as chuvas deixam o estado de Goiás, extremo-nordeste de Mato Grosso do Sul e extremo-sudeste de Mato Grosso, e as pancadas de chuva se restringem ao centro-oeste e norte de Mato Grosso e centro-sudoeste de Mato Grosso do Sul, acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste mato-grossense. 

À noite, as pancadas de chuva tomam praticamente todo o estado de Mato Grosso e o centro-oeste de Mato Grosso do Sul, acompanhadas de trovoadas nas porções oeste dos dois estados.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o oeste e norte de Mato Grosso, alerta de perigo potencial de tempestades para o centro-oeste e sul de Mato Grosso do Sul, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o noroeste de Mato Grosso.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 90%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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14/04/2026 18:20h

Há previsão de céu de poucas nuvens para toda a região e poucas chuvas isoladas para o extremo-oeste de SP de manhã; temperaturas variam entre 14°C e 30°C

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A previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta quarta-feira (15), é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região ao longo de todo o dia e algumas chuvas isoladas para o extremo-oeste de São Paulo de manhã e à tarde.

Pela manhã, a previsão é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral — e chuvas isoladas para o extremo-oeste de São Paulo, mais intensas e acompanhadas de trovoadas na divisa com Mato Grosso do Sul e o Paraná.

Durante a tarde, a região continua sob céu de poucas nuvens e sem chuvas, à exceção do extremo-sudoeste de São Paulo, onde há previsão de chuvas isoladas, mas sem trovoadas.

À noite, a região segue sob céu aberto e sem chuvas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 30°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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14/04/2026 18:10h

Somente partes do Amapá, Pará e de Roraima devem escapar das chuvas e trovoadas, à noite; temperaturas variam entre 23°C e 34°C

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A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quarta-feira (15), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva para a maior parte dos estados ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas na porção centro-oeste.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase todo o território — à exceção da faixa central do Tocantins e extremo-sudeste do Pará, onde deve chover com menor intensidade, e dos extremos-norte de Roraima e do Amapá, onde não deve chover. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no centro-leste do Acre, norte de Rondônia, quase todo o Amazonas — à exceção da porção central do extremo-norte —, centro-sul e nordeste do Pará, extremo-sul do Amapá e extremo-norte do Tocantins.

Durante a tarde, as pancadas de chuva tomam todo o Amapá, Roraima e norte do Tocantins, mas as trovoadas se restringem ao Acre, Amazonas, Rondônia, centro-nordeste do Pará, sul do Amapá e extremo-norte do Tocantins. Essas condições se mantêm até a noite, com as chuvas deixando o norte de Roraima, centro-oeste do Amapá e noroeste do Pará.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima, extremo-noroeste do Pará, extremo-oeste do Amapá e centro-sul do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Acre, Rondônia, faixa central e nordeste do Pará, centro-sul do Amazonas e extremo-norte do Tocantins.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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14/04/2026 18:00h

Somente o sertão nordeste da região deve escapar às precipitações durante todo o dia; temperaturas variam entre 23°C e 32°C

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A previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta quarta-feira (15), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para os litorais norte e leste e o interior oeste da região ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas à noite.

Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para todo o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e litoral entre Pernambuco e Salvador, incluindo os estados de Alagoas e Sergipe. As chuvas devem amanhecer mais intensas em toda a faixa litorânea e ser acompanhadas de trovoadas nos centros-norte do Maranhão, Piauí e Ceará.

Durante a tarde, as chuvas deixam o litoral leste, sul do Piauí e do Ceará e se restringem ao litoral entre Recife e o Maranhão. As pancadas de chuva com trovoadas se restringem ao centro-norte do Maranhão e norte do Piauí, do Ceará e do Rio Grande do Norte.

À noite, as chuvas isoladas se estendem pelo litoral entre Natal e Salvador. As pancadas de chuva tomam todo o Maranhão, centro-norte do Piauí e do Ceará, centro-oeste potiguar e noroeste da Paraíba, acompanhadas de trovoadas no centro-norte maranhense, norte do Piauí e extremo-noroeste do Ceará.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Ceará, Rio Grande do Norte, centros-norte da Paraíba, Maranhão e do Piauí, além de alerta de perigo de chuvas intensas para os centros-norte da Paraíba, Maranhão e norte do Piauí.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Aracaju e Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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14/04/2026 16:30h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (14), a situação de emergência em 22 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Abre Campo, Crucilândia, Turmalina, Joaíma, Pocrane e Diamantina, em Minas Gerais; Limoeiro do Ajuru, no Pará, e Vargem, em Santa Catarina.

No Acre, as cidades de Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Rodrigues Alves e Tarauacá foram atingidas por inundações.

Por outro lado, os municípios de Casserengue, Montadas e Santa Cruz, na Paraíba; Boa Vista da Aparecida e Nova Tebas, no Paraná; Patos do Piauí, no Piauí, e Capão do Cipó, no Rio Grande do Sul, passam por um período de estiagem.

Já a cidade de Itaporã, no Mato Grosso do Sul, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de doenças infecciosas virais.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

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14/04/2026 16:00h

Com apresentação de dados da Ancine, Comitê Gestor definiu ações do setor para 2026

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Nos dias 16 e 30 de março, o Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) aprovou o Plano de Ação para 2026, que prevê cerca de R$ 1,4 bilhão em recursos. A decisão foi tomada durante a 78ª e a 79ª reuniões do colegiado, realizadas no Ministério da Cultura (MinC), em Brasília.

Os encontros, presididos pela ministra Margareth Menezes, reuniram gestores públicos e representantes do setor audiovisual para avaliar dados, ouvir demandas e encaminhar propostas que devem orientar o próximo ciclo de políticas para o segmento.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), como secretaria-executiva do FSA, coordenou os trabalhos e apresentou dados do setor por meio do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), que subsidiam a formulação e o aperfeiçoamento das políticas públicas.

As pautas dos encontros incluíram a apresentação dos relatórios de gestão do FSA, o planejamento das políticas de fomento, a aprovação das regras e critérios das chamadas públicas remanescentes do Plano de Ação de 2025, a programação da execução orçamentária e financeira de 2026 e a apresentação de um calendário para o lançamento das novas ações.

Também foram apresentados documentos estratégicos para o setor, como o Panorama do Ecossistema Audiovisual e os Planos de Ação e Composição Orçamentária da linha dos Arranjos Regionais.

Além disso, foi retomada a linha de investimentos em núcleos criativos,  voltados à etapa de desenvolvimento de projetos audiovisuais, como a criação e a estruturação de roteiros e obras.

Conjuntamente, foram aprovadas propostas de novas parcerias com a RioFilme e com o Estado do Rio de Janeiro, além da continuidade de ações emergenciais voltadas ao Rio Grande do Sul.

A reunião contou com a participação de representantes da Casa Civil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do setor audiovisual.

Na abertura, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou o momento vivido pelo setor e a importância da articulação entre governo e sociedade civil. “A gente fica feliz de ver o que está acontecendo no audiovisual. Isso dá mais inspiração para continuar trabalhando e procurando acertar também no que diz respeito ao que cabe ao governo”.

Plano de Ação 2026

O Plano de Ação aprovado prevê cerca de R$ 1,4 bilhão em recursos, sendo R$ 976 milhões destinados às ações de investimento e R$ 460 milhões a operações de crédito, conforme orçamento aprovado.

Os recursos incluem valores previstos no Plano Anual de Investimentos (PAI) 2026, estimado em cerca de R$ 1,1 bilhão, além de saldos remanescentes de anos anteriores.

Dentro das ações de investimento, os recursos se distribuem entre diferentes linhas, com destaque para o cinema (Prodecine) e para TV e vídeo sob demanda (Prodav), enquanto as linhas de crédito (Proinfra) concentram as operações reembolsáveis.

Plano de Ação 2026

A alocação dos recursos busca impulsionar o desenvolvimento econômico e industrial do setor em todas as regiões do país, ampliar a presença da produção nacional nos diferentes segmentos de mercado e promover a inserção de novos talentos e empreendedores, com atenção à diversidade e à representatividade.

Ao comentar os dados, o diretor-presidente da Ancine, Alex Braga, destacou o papel das informações produzidas pela agência para o setor. Segundo ele, “a Ancine, nos últimos anos, consolidou um modelo de atuação baseado na produção, sistematização e ampla divulgação de dados de mercado do setor audiovisual brasileiro”. Ele acrescentou que o material foi apresentado ao Comitê para, a partir desses diagnósticos, “pensarmos a revisão e o aperfeiçoamento das políticas públicas, estimulando a participação social, críticas e proposições”.

O relatório também aponta que a demanda do setor permanece elevada, com mais de 4 mil projetos avaliados nos editais recentes.

A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, afirmou que a gestão busca equilibrar diferentes perfis de produção e aprimorar os instrumentos de avaliação. Na ocasião, ressaltou que o Plano de Diretrizes e Metas (PDM) já possui validade administrativa e passará a orientar o Comitê Gestor, com a implementação de uma metodologia de monitoramento baseada em indicadores.

Desafios e perspectivas 

Representantes do setor também apontaram desafios relacionados à previsibilidade e à execução das políticas.

Entre os pontos discutidos estão a estruturação de editais e a necessidade de ampliar a distribuição regional dos recursos. Em 2025, o Sudeste concentrou 66,3% dos investimentos, enquanto o Nordeste ficou com 11,5%, o Sul com 11,1%, o Centro-Oeste com 8,5% e o Norte com 2,6%. Para 2026, o plano prevê cotas de até 40% para projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Os indicadores divulgados pela Ancine reforçam o momento de retomada do setor. O país registra 3.554 salas de cinema em operação, recorde histórico, com 367 filmes brasileiros exibidos em 2025, que somaram 11,12 milhões de espectadores e R$ 214,9 milhões em renda.

Mesmo com a ampliação dos recursos e a diversificação dos instrumentos de financiamento, o cronograma de lançamento das ações para 2026 segue condicionado à disponibilidade financeira e à definição de critérios pelo Comitê Gestor.

Planejamento e linhas de investimento

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14/04/2026 15:30h

Apresentação em Brasília reuniu orquestras dos dois países e abriu a agenda cultural chinesa no Brasil ao longo de 2026

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O Concerto do Ano Cultural Brasil-China, marcou o início da programação cultural chinesa no país no âmbito do Ano Cultural Brasil-China 2026. O evento reuniu autoridades brasileiras e chinesas, representantes do corpo diplomático e convidados no Auditório Poupex, no Plano Piloto.

A apresentação contou com a participação conjunta da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e da Orquestra Sinfônica Nacional da China, em uma performance que simbolizou, no palco, o espírito de intercâmbio cultural que orienta a iniciativa ao longo de todo o ano.

Representando o Ministério da Cultura (MinC), o secretário-executivo adjunto, Cassius Antonio da Rosa, destacou o caráter estratégico da agenda cultural entre os dois países:

“Essa celebração é o símbolo vívido de uma parceria estratégica e madura, que foi celebrada e fortalecida pelos presidentes Lula e Xi Jinping, no marco de cinquenta anos das relações bilaterais”, declarou.

Durante o pronunciamento, o secretário ressaltou que o Ano Cultural representa um esforço conjunto para expandir os horizontes da cooperação bilateral, tendo a cultura como eixo prioritário.

“Nosso objetivo primordial é ampliar o conhecimento mútuo entre nossos povos, permitindo que a arte atue como verdadeiro idioma universal que nos conecta”, completou.

Cassius ainda relembrou o papel da cultura como vetor de desenvolvimento econômico e social. “A cultura é uma força econômica estratégica, geradora de emprego e renda e, fundamentalmente, de inclusão social”, disse.

O secretário acentuou o potencial da economia criativa, que representa mais de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e reforçou o Ano Cultural como plataforma para ampliar a cooperação entre os dois países nesse setor.

A cerimônia contou ainda com a participação do embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, e do secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores, Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto.

Em sua fala, o embaixador chinês destacou o papel da cultura na aproximação entre as nações. “A cultura constrói pontes e conecta corações”, afirmou. Segundo ele, o concerto representa a primeira grande atividade do Ano Cultural e simboliza uma trajetória histórica de intercâmbio entre Brasil e China.

“A história das relações China-Brasil é também a história do intercâmbio cultural e da aproximação entre os povos. O aprendizado mútuo é a força motriz do progresso da civilização humana”, explicou.

Zhu Qingqiao também enfatizou convergências entre os dois países e a importância da cooperação cultural em um cenário internacional desafiador, defendendo o diálogo entre civilizações como caminho para o desenvolvimento e a construção de um mundo mais justo.

Já o representante do Itamaraty salientou o papel estruturante da cultura nas relações internacionais. “A cultura é dimensão essencial da cooperação internacional e instrumento crucial para a aproximação entre sociedades e para o fortalecimento da confiança entre os países”, discursou Laudemar.

Ele também reiterou que o Ano Cultural Brasil-China é expressão concreta desse entendimento e vai além de uma vitrine artística. “Não se trata apenas de uma vitrine de talentos, mas de um convite ao diálogo entre culturas e histórias”, complementou.

Ao longo de 2026, a programação do Ano Cultural Brasil-China prevê uma agenda ampla e diversa nos dois países. Além das atividades realizadas pela China no Brasil, o Governo brasileiro prepara uma série de ações em território chinês, com início previsto para o final de abril, em cidades como Pequim e Xangai. A proposta é consolidar uma via de mão dupla no intercâmbio cultural, ampliando o conhecimento mútuo entre os povos.

O evento foi encerrado com apresentação musical e registro oficial no palco, consolidando o início de uma agenda cultural que deve se estender ao longo de todo o ano de 2026.

Encontro sinfônico simboliza intercâmbio cultural entre Brasil e China

A apresentação conjunta da Orquestra Sinfônica Nacional da China (CNSO) e da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro deu forma, no palco, ao espírito de cooperação que marca o Ano Cultural Brasil-China 2026. Reunindo repertórios e tradições musicais distintas, o concerto evidenciou a música como linguagem universal capaz de aproximar culturas e fortalecer vínculos entre os países.

Com trajetória iniciada em 1956, a Orquestra Sinfônica Nacional da China é reconhecida internacionalmente por sua atuação como embaixadora cultural, desempenhando papel relevante no intercâmbio artístico com diferentes nações. Em 2024, a Camerata da CNSO realizou turnê por quatro cidades brasileiras, no contexto das comemorações pelos 50 anos das relações diplomáticas entre Brasil e China.

Já a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, fundada em 1979, é uma das principais instituições sinfônicas do país e referência na cena cultural da capital federal. Ao longo de sua trajetória, a orquestra tem se destacado tanto pela excelência artística quanto pela promoção de intercâmbios com solistas e regentes internacionais.

O programa apresentado reuniu obras de compositores brasileiros e chineses, como Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, e o Concerto para violino Os Amantes Borboleta, de He Zhanhao e Chen Gang, além de peças de Heitor Villa-Lobos, Carlos Gomes e Zhao Jiping. A combinação de repertórios reforçou a proposta de diálogo entre tradições musicais, traduzindo, em som, a aproximação entre Brasil e China.

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14/04/2026 04:55h

Em manifesto assinado por 60 entidades, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) defende que diálogo deve ocorrer sem a influência do período eleitoral; presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), Paulo Sergio Cavalcante, avalia que debate deve equilibrar empresas e empregados

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O setor produtivo, por meio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), protocolou um manifesto contra a tramitação acelerada do tema, com projeto em regime de urgência, sobre o fim da escala 6x1 – sinalizada pelo Executivo. 

O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, defende a votação apenas em 2027, sem influência do período eleitoral.

“Nossa proposta é termos o debate de fato, ele vale a pena o debate; porém, vamos discutir isso em 2027, fora do período eleitoral, fora dessa eventual interferência eleitoreira. Eu acho que a sociedade civil está pronta para debater, tanto os trabalhadores, como os empresários, e encontrar qual é a melhor solução, mas sem nunca esquecer que na reforma trabalhista já pode haver a negociação, porque o negociado prevalece sobre o legislado. Por que temos que engessar o tema numa nova legislação? Essa é uma grande discussão”, afirma Alfredo Cotait Neto. 

Já o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais da Bahia (FACEB), membro do conselho G50+ – grupo formado por lideranças de associações comerciais de todas as regiões do país –, Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcante, salienta que o debate deve ir além da alteração da escala e abranger soluções equilibradas para empresas e empregados.

“Mais do que discutir a redução de jornada em si, o ponto central aqui que a gente tem que construir é uma solução equilibrada, com transição adequada, diferenciação setorial; isso é muito importante, em respeito às negociações coletivas”, diz Cavalcante.

Segundo Motta, a PEC deve ter a admissibilidade votada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) ainda em abril. Após a votação no colegiado, o texto deve seguir para uma comissão especial, destinada à análise do mérito da proposta, com discussão aprofundada sobre o conteúdo da PEC.

A análise mais cuidadosa, envolvendo os agentes interessados e impactados pela medida, é defendida no manifesto da CACB. “O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos”, diz um trecho da publicação da confederação.

A PEC 8/2025, que já tramita na Câmara, foi apensada à PEC 221/2019 – cujo relator será o deputado Paulo Azi (UNIÃO-BA) e que aguarda parecer na CCJC.

A discussão da PEC 221/2019 está agendada na CCJ para a próxima quarta-feira (15)

O objetivo de Motta é votar a proposta no Plenário até o fim de maio, conforme a Agência Câmara de Notícias.

Entidades defendem discussão mais ampla

O debate aprofundado, reunindo trabalhadores e empresários, além do posicionamento do governo e do Congresso, foi defendido pelo setor produtivo, sob liderança da CACB.

O manifesto da CACB foi assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo. A entidade reiterou a preocupação com a possibilidade de envio do projeto de lei em regime de urgência pelo governo para tratar da redução da jornada de trabalho. Conforme o documento, “o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração”. 

Apesar da sinalização de Hugo Motta para prosseguir com a análise do fim da escala 6x1 por meio de PEC, a CACB defende, no documento, que o debate responsável e mais aprofundado deveria ocorrer apenas após o período eleitoral. 

No texto, a entidade defende que a votação seja adiada para 2027, para que sejam ouvidos todos os envolvidos no debate, especialmente os pequenos e médios empreendedores. A postergação, segundo a entidade, contribuiria para um ambiente de discussão mais técnico, racional e focado nos impactos sobre empresas e trabalhadores. 

Confira o manifesto na íntegra:

2027 é o ano para discutir escala de trabalho

A sinalização de que o governo federal pretende apressar a aprovação de mudança que reduz a jornada de trabalho, seja ao encaminhar ao Congresso um projeto de lei (PL) com regime de urgência, ou, o que é menos admissível ainda, através de uma Medida Provisória – revela que o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração. No caso de um projeto de lei que prevê tramitação mais rápida, haverá o atropelo dos debates. Essa votação precisa ser adiada para 2027. É preciso serenidade para ouvir todos os envolvidos, em especial os pequenos e médios empreendedores. Recusamo-nos a sequer admitir a hipótese de MP para tratar dessa matéria, pois não apresenta as características que essa providência exige e seria uma afronta ao Congresso e à sociedade.

O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos.

Independentemente de qualquer outra consideração, a gravidade e a complexidade do tema aconselham que ela seja deixada para 2027, pois trata-se de matéria extremamente sensível para um período eleitoral, quando as discussões são contaminadas por preocupações eleitoreiras.

O sistema associativo – presente em todo país, distribuído por todos os estados e municípios – reitera sua preocupação com o envio de um PL com urgência, em detrimento das discussões em torno de uma proposta de emenda legislativa (PEC), que exige quórum mais alto de votos e debate mais longo. O sistema produtivo precisa participar. Esse espaço de argumentações é inegociável. O que está em jogo é a geração de empregos e o crescimento da economia.

Alfredo Cotait Neto , presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e presidente da Associação Comercial de SP (ACSP), representando todo o Sistema  Associativo 

Alteração deve ponderar impactos a empresários e trabalhadores

O presidente da FACEB e membro do conselho G50+, Paulo Sergio Costa Pinto Cavalcante, reforça a importância da adoção de diálogos entre parlamento, trabalhadores e setor produtivo.

“De forma unilateral, vai existir equívoco, erro, indiscutivelmente, com absoluta certeza. A participação conjunta de trabalhadores, empresários, parlamentares, vai permitir incorporar a realidade prática dos setores produtivos, compreender as diferentes dinâmicas de cada atividade econômica, e vai evitar distorções que possam gerar efeitos adversos sobre emprego, renda e preços”, avalia.

Cavalcante menciona que estudos técnicos já indicam possíveis efeitos na economia com o fim da escala 6x1, como aumento de custos operacionais, aliado a um possível incremento nos preços repassados ao consumidor. Outro risco, segundo ele, é a redução de investimento na diversidade econômica.

“A economia baiana possui forte presença no comércio, serviços, turismo, bares e restaurantes, micros e pequenas empresas. Esses setores apresentam características como funcionamento contínuo, alta intensidade de mão de obra, margem operacional reduzida. Nesse contexto, a adoção de um modelo rígido pode gerar necessidade imediata de contratação adicional, aumento expressivo de custos, redução da viabilidade econômica de pequenos negócios”, afirma o presidente da FACEB.

Conforme Cavalcante, os setores que podem sentir maiores reflexos da alteração da jornada de trabalho são os de comércio, serviços, varejo e alimentação.

Para Alfredo Cotait, eventuais alterações na jornada de trabalho devem ser definidas prioritariamente a partir de negociações entre empregadores e trabalhadores.

“Precisamos chamar todos os setores da sociedade civil organizada, os empreendedores, os trabalhadores, e verificar como podemos fazer uma alteração possível que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos e nem os empresários com aumento de custo”, sugere Cotait.

Na avaliação da CACB, além do diálogo qualificado em que governo, Congresso, trabalhadores e empresários se posicionem, também, é importante buscar alternativas. Entre as sugestões da CACB voltadas a ponderar impactos a empresários e trabalhadores estão a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.  
 

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14/04/2026 04:50h

Ex-governador participou de encontro com empresários em São Paulo e comentou propostas em discussão no Congresso; evento foi promovido na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)

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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência da República Romeu Zema participou, na manhã desta segunda-feira (13), de uma reunião do Conselho Político e Social (COPS) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), na capital paulista. No encontro, ele discutiu com lideranças empresariais o cenário político e econômico do país, além de temas de interesse do setor produtivo.

Realizado na sede da entidade, o evento reuniu representantes do empresariado e autoridades públicas para debater pautas consideradas prioritárias, como o possível fim da jornada de trabalho 6x1 e a adoção do voto distrital misto.

Durante a reunião, Zema apresentou suas avaliações sobre o ambiente econômico nacional e dialogou com os participantes sobre desafios e perspectivas para o desenvolvimento do Brasil.

Ao comentar mudanças na jornada de trabalho, o ex-governador afirmou que propor o fim da escala 6x1 é populismo. Ele também defendeu alternativas ao modelo da Consolidação das Leis do Trabalho.

“São pacotes de bondades que só agravam essa situação de déficit fiscal gigantesco que nós temos. Acho que nós, do setor privado, temos de estar sempre atentos, e tenho combatido esse populismo e demagogia que está se aproveitando desse momento”, afirmou.

“Tenho dito que acabar com a CLT é difícil, devido a interesses corporativistas, à Justiça do Trabalho, entre outros fatores. No entanto, deveríamos propor novas modalidades de relações de trabalho. A CLT continuaria existindo e, à medida que um novo modelo prosperasse, provavelmente, ao longo do tempo, ela poderia ter uma participação muito menor”, defendeu.

Zema também comentou a proposta de mudança no sistema político brasileiro, como a adoção do voto distrital misto. Para ele, esse modelo melhora a representatividade dos municípios brasileiros no Congresso e torna mais eficiente a cobrança por parte dos eleitores.

“Sou totalmente favorável ao voto distrital. Eu estava citando o caso de uma das maiores cidades de Minas Gerais, que não tem um representante no Legislativo do estado nem em Brasília, que é Uberaba, com 350 mil habitantes. Enquanto várias outras cidades menores elegeram um deputado estadual ou federal, Uberaba não elegeu. Fica sem nenhum representante. Isso causa uma disfuncionalidade muito grande na representatividade”, disse.

“Temos visto pessoas com sucesso nas redes sociais se elegerem sem representar ninguém, simplesmente porque fazem algo que agrada ao público. Não têm nenhuma causa nem representam uma região especificamente. Um dos problemas que temos hoje é essa falha na representatividade”, acrescentou.

A pauta do voto distrital misto também tem sido debatida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). A entidade tem defendido o modelo como forma de otimizar o processo político/eleitoral brasileiro.

VEJA MAIS:

O ex-governador Romeu Zema também abordou outros temas relevantes durante o encontro, como o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira, os desafios da educação no país e questões relacionadas ao sistema político. Segundo ele, é fundamental promover um ambiente mais favorável à produção, investir na qualificação da mão de obra e aprimorar os mecanismos de representação e governança para fortalecer as instituições.

Engajamento da sociedade civil

O evento contou com a presença do presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto, que também lidera a CACB e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP).

Cotait Neto destacou a importância do espaço como ambiente de articulação e reflexão sobre os rumos do país, além de defender maior participação da sociedade civil organizada diante do atual contexto político.

“Estamos vivendo uma crise moral sem precedentes. Está na hora de a sociedade civil organizada se manifestar. O sistema de associações comerciais integrado está à disposição para, junto com a sociedade civil, trabalhar em prol de um projeto, de um programa para o país”, afirmou.

O secretário de Projetos Estratégicos do governo paulista, Guilherme Afif Domingos, também participou do debate. Ao abordar os desafios enfrentados pelo setor produtivo, ele destacou a necessidade de fortalecer a competitividade das empresas brasileiras como fator essencial para o crescimento econômico sustentável.

Segundo Afif, a adoção de políticas que estimulem a livre concorrência, a inovação e a redução de entraves burocráticos é fundamental para garantir melhores condições de atuação ao empresariado no país.

"Competente é quem compete, incompetente é o que não compete. Esse é um princípio defendido pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil", pontuou.

O encontro integrou a agenda periódica do COPS, que busca promover o diálogo entre o setor produtivo e lideranças políticas e institucionais sobre temas estratégicos para o país.
 

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14/04/2026 04:45h

Para o Instituto, a fragilidade da mineração brasileira de terras raras não decorre de falta de protagonismo estatal, mas da carência de tecnologia, financiamento insuficiente e infraestrutura precária.

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) emitiu comunicado manifestando sua preocupação com o Projeto de Lei 1733/2026, apresentado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) em 9 de abril de 2026, e com o PL 1754/2026, apresentado no dia 10 de abril pelo deputado Pedro Uczai (PT-SC), líder da bancada do PT. Ambos propõem a criação de uma empresa pública chamada Terrabras para atuar na cadeia produtiva de terras raras e minerais críticos.

Em seu comunicado, o IBRAM afirma que os projetos têm estruturas diferentes, pois enquanto o PL 1733/2026 “autoriza o governo federal a criar a Terrabras, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com atuação que vai da pesquisa geológica à comercialização”, o PL 1754/2026, da bancada do PT, vai além e propõe absorver as funções do Serviço Geológico do Brasil (SGB), além de instituir regime de partilha da produção, com participação mínima de 50% destinada à nova estatal.

“O IBRAM reconhece a relevância do debate. O Brasil detém a segunda maior reserva mundial de elementos de terras raras, estimada em cerca de 21 milhões de toneladas, e, em 2024, respondeu por menos de 1% da produção global. Transformar esse patrimônio geológico em capacidade produtiva real e domínio tecnológico deveria ser uma prioridade nacional. O problema está no caminho proposto”, diz o comunicado.

Para a entidade, que reúne empresas responsáveis por cerca de 85% da produção mineral no País, “a fragilidade da mineração brasileira de terras raras não decorre de falta de protagonismo estatal. Decorre da carência de tecnologia de separação e refino em escala industrial, de processos químicos cuja dominância está concentrada em poucos agentes, de financiamento insuficiente, de infraestrutura logística precária, de mão de obra especializada escassa e de insegurança jurídica, que afasta investidores. Nenhum desses obstáculos é eliminado pela criação de uma empresa pública”.

Para o Instituto, a “brilhante trajetória da Petrobras não serve para sustentar a proposta, pois ignora as diferenças entre os dois setores e a experiência histórica. É oportuno lembrar que o Brasil já foi líder global na produção de terras raras a partir das areias monazíticas do Espírito Santo. A empresa Orquima dominou todo o ciclo tecnológico na década de 1960, mas foi estatizada, sucateada e, depois, extinta pelo Estado, o que levou a um retrocesso, com perda de tecnologias e de talento humano que hoje buscamos retomar”.

“A má experiência brasileira com minerais nucleares – prossegue a nota -- também é uma demonstração dessa limitação. Apesar de deter reservas expressivas de urânio e a segunda maior reserva mundial de tório, o País importa parcela relevante do urânio que suas próprias usinas consomem, resultado de décadas de subinvestimento sob monopólio estatal. Hoje, o debate está voltado, mais uma vez, a permitir a atração de investimentos privados para o setor e recuperar a capacidade produtiva que já existiu e foi sucateada”.

O IBRAM defende que os recursos necessários para viabilizar a Terrabras seriam mais eficazes se aplicados “no fortalecimento das instituições que já existem e na busca de domínio completo da tecnologia, do ciclo produtivo e das aplicações dessas substâncias. A Agência Nacional de Mineração (ANM), o Serviço Geológico do Brasil (SGB) e o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) operam há anos sob restrições orçamentárias crônicas. O SGB mapeou apenas 27% do território nacional na escala adequada à mineração. Criar outra estrutura enquanto essas instituições seguem subfinanciadas é uma escolha que o IBRAM questiona. Destinar capital público para criar uma empresa do zero, nesse contexto, é uma escolha de difícil justificativa. Dados do Ministério da Gestão apontam déficit de R$ 5,1 bilhões no conjunto das estatais federais em 2025 e de R$ 4,1 bilhões apenas nos primeiros dois meses de 2026.

Por fim, a instituição lembra que o Congresso Nacional tem em tramitação o PL 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. “O texto combina segurança jurídica, processamento doméstico e estímulo ao investimento produtivo em tecnologia, exatamente o que o setor precisa para converter reservas em produção. Esse projeto merece prioridade. O relator, deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ao ser apresentado à proposta de nova estatal, descartou a medida em manifestações no dia 31 de março à imprensa e a representantes do setor mineral. Em seu relatório final, disse não haver espaço para iniciativas como a criação de uma estatal ou restrições à exportação dos minerais críticos e estratégicos”.

O IBRAM finaliza o comunicado afirmando que irá buscar o diálogo com os deputados Rollemberg e Uczai, com o Ministério de Minas e Energia e com o Congresso Nacional para “construir uma política que amplie a presença do Brasil no mercado global de minerais críticos, sem repetir modelos cujos limites já são conhecidos”.

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14/04/2026 04:30h

Proprietários devem localizar, resgatar e realocar espécies nativas e sem-ferrão para que sobrevivam à transferência

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Abelhas-sem-ferrão devem ser resgatadas antes do desmate das áreas onde são nativas. A obrigatoriedade está prevista na norma publicada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) na última quinta-feira (9) e passa a valer em 180 dias, ou seja, a partir de 6 de outubro.

A nova regra determina que, sempre que houver autorização para desmatamento, o responsável deve localizar, resgatar e realocar as colônias encontradas na área. O processo inclui busca ativa antes e durante a retirada da vegetação, transporte adequado e destinação para áreas semelhantes da origem, seguras ou instituições autorizadas.

Para impedir que a prática vire atividade econômica irregular, também fica proibida a comercialização das colônias resgatadas. Os enxames ainda devem ser monitorados por, pelo menos, seis meses após a realocação, para verificar se sobreviveram. Todo o processo deve ser documentado e informado aos órgãos ambientais.

Ficam isentas do cumprimento das regras pequenas propriedades rurais, áreas em recuperação de solo (pousio) e atividades de manejo florestal sustentável.

O objetivo, segundo o texto, é reduzir os impactos ambientais e garantir a sobrevivência das espécies. O prazo de 6 meses para entrada em vigor da norma foi estipulado para a adaptação de empreendedores e órgãos ambientais às exigências.

Adaptação

Para a Confederação Nacional de Municípios (CMN), a nova regulamentação representa um avanço do ponto de vista da proteção da biodiversidade. Abelhas, especialmente as nativas, são essenciais para o controle e estabilidade do ecossistema, por serem responsáveis pela polinização da flora e, consequentemente, pela fauna que se alimenta dessas plantas.

Por outro lado, a entidade alerta que a medida amplia as responsabilidades das prefeituras. A implementação da resolução exigirá que as administrações regionais revisem procedimentos e fluxos de análise.

A orientação do CNM é que os municípios iniciem o quanto antes a avaliação dos impactos da medida em suas rotinas administrativas. A antecipação desse debate é considerada fundamental para evitar dificuldades na aplicação da norma e garantir maior segurança na atuação dos gestores municipais.

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14/04/2026 04:20h

Estimativas apontam que a perda de produtividade no estado da Bahia pode chegar a 42,6% até esta terça-feira (14)

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A distribuição das chuvas no início de abril tem impactado a colheita do feijão primeira safra na região do MATOPIBA, que engloba os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As condições de precipitação têm colocado Bahia e Piauí em contraste. Enquanto os grãos baianos são afetados pela persistência das chuvas, o feijão piauiense tem o final de ciclo favorecido. 

No Brasil, a colheita da primeira safra de feijão atingiu 73,5% da área total cultivada.

Piauí

Conforme o Inmet, dados estimados pelo Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (SISDAGRO) apontam que os elevados índices do final de março e início de abril ajudaram a estabilizar a estimativa de perda de produtividade em 31,2%. A estimativa evidencia, em especial, o centro-norte piauiense, como o município de Campo Maior (PI).

No Piauí, as precipitações que retornaram no final de março e se estabeleceram no início de abril têm contribuído para fomentar as lavouras mais tardias. Além disso, a região sudeste do estado estava apresentando sinais de déficit hídrico. No entanto, a umidade recente tem contribuído para a manutenção do potencial produtivo. 

Em nota, o Instituto destaca que o sistema considera indicadores agrometeorológicos, como precipitação, evapotranspiração e o balanço hídrico do solo, com vistas a analisar os impactos das condições climáticas sobre o desempenho das culturas.

A análise também informa que a previsão de volumes mais baixos de chuva para o sul do estado tem possibilitado que a colheita siga nas áreas mais avançadas em plena execução.

Bahia

Em contrapartida, a evolução da colheita na Bahia tem sido limitada pelas condições meteorológicas. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), entre o final de março e a primeira semana de abril, as operações avançaram para 88% da área total. 

As chuvas persistentes têm dificultado o trânsito de máquinas no campo, conforme o Inmet. Além disso, no extremo oeste do estado, a qualidade dos grãos colhidos está sendo afetada pela a manutenção da alta umidade. As estimativas SISDAGRO apontam que a perda de produtividade do feijão pode chegar a 42,6% até esta terça-feira (14).

Tempo no MATOPIBA

A previsão do tempo pelo Instituto informa irregularidades na distribuição das chuvas na Região Nordeste do país. Para áreas do norte, centro‑norte e sudeste do Piauí estão previstos os maiores acumulados. Na Bahia, exceto no sul do estado, a previsão é de baixos acumulados de chuva ao longo da semana.

Em relação às temperaturas, são previstas máximas entre 28 °C e 36 °C na maior parte da Região Nordeste. Em áreas do sudeste do Piauí, as temperaturas poderão ultrapassar os 36°C. Já na Bahia, os termômetros devem marcar valores acima de 30°C na maior parte do estado ao longo da semana.

“Esse cenário, associado à irregularidade das chuvas e às temperaturas mais elevadas, tende a contribuir para a redução dos estoques de água no solo, especialmente no centro‑sul baiano, onde os indicativos de déficit hídrico devem persistir até o final da semana”, diz um trecho da nota do Inmet.

O Inmet alerta que, considerando a realidade desses estados com chuvas irregulares e temperaturas elevadas, é necessário atenção no planejamento das atividades agrícolas na região. A recomendação é de acompanhamento contínuo das atualizações meteorológicas, bem como o monitoramento das condições de umidade do solo.

As medidas devem contribuir para a tomada de decisão no manejo das lavouras, a redução de riscos operacionais e o planejamento das operações de campo.

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14/04/2026 04:15h

Apesar das mudanças genéticas, especialistas afirmam que não há indícios de aumento na gravidade da doença

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A variante BA.3.2 do coronavírus — também chamada de “Cicada” — já foi identificada em pelo menos 23 países. O principal diferencial dessa linhagem é a maior capacidade de escapar dos anticorpos, em comparação com variantes predominantes atualmente e que são alvo das vacinas, como a JN.1 e a LP.8.1. Os dados são do recente relatório dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), principal agência federal de saúde pública dos Estados Unidos.

Desde o início da pandemia de Covid-19, novas variantes do SARS-CoV-2 surgem regularmente devido a mutações na chamada proteína spike, estrutura usada pelo vírus para entrar nas células humanas. Quando essas mutações ocorrem, o vírus pode se tornar mais transmissível ou reduzir a eficácia dos anticorpos gerados por vacinas ou infecções anteriores. Por isso, as vacinas precisam ser atualizadas periodicamente para acompanhar as variantes mais recentes em circulação.

Segundo o relatório, a BA.3.2 descende da linhagem BA.3, que circulou brevemente junto com variantes como BA.1 e BA.2 entre o final de 2021 e 2022. Essa nova linhagem apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína spike, o que explica sua maior capacidade de escapar da resposta imunológica.

Especialistas dizem que não há motivo para alarme

Apesar da maior capacidade de escape imunológico, a Rede Global de Vírus (GVN, na sigla em inglês) afirma que não há evidências, até o momento, de que a BA.3.2 cause doença mais grave e que os dados disponíveis não justificam estado de alerta ou maior preocupação.

Em nota, a entidade explica que, embora o escape imunológico possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não significa redução da proteção contra casos graves

Segundo a GVN, as mudanças observadas são compatíveis com a evolução natural esperada do coronavírus e de outros vírus respiratórios. Em vez de indicar uma nova ameaça imediata, a BA.3.2 reforça a importância da vigilância constante.

Detecções globais

A variante BA.3.2 foi identificada pela primeira vez em 22 de novembro de 2024, na África do Sul, em uma amostra coletada por swab nasal de um menino de 5 anos.

O segundo registro ocorreu em 17 de março de 2025, em Moçambique, seguido por detecções em:

  • Países Baixos, em 12 de abril
  • Alemanha, em 29 de abril

Após esses primeiros registros, outros casos foram poucos frequentes até setembro de 2025, quando começaram a aumentar. O maior número de detecções ocorreu na primeira semana de dezembro de 2025.

Até 11 de fevereiro de 2026, a variante havia sido identificada em 23 países, incluindo casos nos Estados Unidos em viajantes vindos do Japão, Quênia, Países Baixos e Reino Unido.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a variante chegou a representar cerca de 30% das sequências analisadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Países Baixos. Mesmo assim, a incidência geral de Covid-19 nesses locais não foi maior do que em anos anteriores.

Até o momento, o Brasil não registrou casos da linhagem BA.3.2.

Vacinas podem ser atualizadas em 2026

A próxima reunião da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a composição das vacinas contra Covid-19 está programada para maio de 2026. O encontro será conduzido por grupo técnico responsável por avaliar se a fórmula das vacinas precisa ser atualizada.

Durante a reunião, serão analisados:

  • os dados epidemiológicos mais recentes
  • a duração da proteção oferecida pelas vacinas
  • o tempo necessário para atualizar novas versões das vacinas

Durante a reunião, também serão apresentados resultados de testes com diferentes variantes do vírus, com o objetivo de avaliar quais vacinas oferecem melhor proteção e se novas linhagens, como a BA.3.2, conseguem escapar dos anticorpos.

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14/04/2026 04:10h

O preço do suíno vivo apresenta desvalorização em todos os estados; o frango resfriado e o congelado apresentam valorização

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O preço do boi gordo abre esta terça-feira (14) em alta de 0,16%. A arroba é negociada a R$ 366,20, no estado de São Paulo.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 366,20 0,16% 2,87% 73,28
10/04/2026 365,60 0,04% 2,70% 72,99
09/04/2026 365,45 0,12% 2,65% 72,15
08/04/2026 365,00 0,21% 2,53% 71,41
07/04/2026 364,25 0,89% 2,32% 70,58

 

Preço do frango congelado e resfriado

Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram valorização de 0,96%, assim como os do frango resfriado. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,34, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,36.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 7,34 0,96% 1,38%
10/04/2026 7,27 -0,68% 0,41%
09/04/2026 7,32 0,41% 1,10%
08/04/2026 7,29 0,28% 0,69%
07/04/2026 7,27 0,00% 0,41%

 

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 7,36 0,96% 1,24%
10/04/2026 7,29 -0,55% 0,28%
09/04/2026 7,33 0,41% 0,83%
08/04/2026 7,30 0,00% 0,41%
07/04/2026 7,30 0,00% 0,41%

 

Preço da carcaça suína especial e do suíno vivo

A carcaça suína especial também volta a apontar desvalorização de 4,29% no preço, sendo negociada a R$ 9,15 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

DATA MÉDIA VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 9,15 -4,29% -5,08%
10/04/2026 9,56 0,74% -0,83%
09/04/2026 9,49 0,32% -1,56%
08/04/2026 9,46 0,00% -1,87%
07/04/2026 9,46 -1,15% -1,87%

 

O preço do suíno vivo registra desvalorização de 3,64% em Minas Gerais, de 1,23% no Paraná, de 2,23% no Rio Grande do Sul, de 2,08% em Santa Catarina de 5,51% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 5,60 e R$ 5,83.

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg) 

DATA ESTADO VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS
13/04/2026 MG - posto 5,83 -3,64% -11,26%
13/04/2026 PR - a retirar 5,60 -1,23% -8,94%
13/04/2026 RS - a retirar 5,71 -2,23% -9,22%
13/04/2026 SC - a retirar 5,65 -2,08% -8,28%
13/04/2026 SP - posto 5,83 -5,51% -11,80%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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14/04/2026 04:05h

O preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (14) em alta de 0,37%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.821,25 na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
13/04/2026 1.821,25 0,37% -3,52% 364,47
10/04/2026 1.814,56 -0,37% -3,88% 362,26
09/04/2026 1.821,38 -0,43% -3,52% 359,60
08/04/2026 1.829,20 0,41% -3,10% 357,90
07/04/2026 1.821,69 -3,37% -3,50% 352,97

 

O café robusta teve baixa de 0,02% no preço, sendo comercializado a R$ 878,82.

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

DATA VALOR R$ VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$
13/04/2026 878,82 -0,02% -9,00% 175,87
10/04/2026 879,03 -2,29% -8,98% 175,49
09/04/2026 899,64 0,95% -6,84% 177,62
08/04/2026 891,15 -1,13% -7,72% 174,36
07/04/2026 901,31 -2,23% -6,67% 174,64

Açúcar

Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 2,18% e é cotada a R$ 103,47.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 103,47 -2,18% -1,89% 20,71
10/04/2026 105,78 1,56% 0,30% 21,12
09/04/2026 104,16 0,33% -1,23% 20,56
08/04/2026 103,82 0,43% -1,56% 20,31
07/04/2026 103,38 -0,75% -1,97% 20,03

 

Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 2,06%, sendo negociada a R$ 98,38 na média de preços sem impostos.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 98,38 -2,06% -13,78% 19,58
10/04/2026 100,45 -1,78% -11,96% 20,00
09/04/2026 102,27 -2,87% -10,37% 20,12
08/04/2026 105,29 -1,71% -7,72% 20,69
07/04/2026 107,12 -3,32% -6,12% 20,75

 

Milho

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,78, após desvalorização de 0,42%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 68,78 -0,42% -2,26% 13,76
10/04/2026 69,07 -0,75% -1,85% 13,79
09/04/2026 69,59 -0,29% -1,11% 13,74
08/04/2026 69,79 0,30% -0,82% 13,65
07/04/2026 69,58 -0,43% -1,12% 13,48

Os valores são do Cepea.

 

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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14/04/2026 04:00h

A soja apresenta baixa no Paraná e alta em Paranaguá; o trigo sofre reajustes

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O valor da saca de 60 kg da soja abre esta terça-feira (14) em baixa, no interior do Paraná, e em alta no litoral do estado, em Paranaguá. 

Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,31% e é negociado a R$ 120,57; na segunda, a mercadoria teve valorização de 0,09% e é cotada a R$ 126,70.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 120,57 -0,31% -1,82% 24,13
10/04/2026 120,94 -0,71% -1,52% 24,15
09/04/2026 121,81 0,28% -0,81% 24,05
08/04/2026 121,47 -0,78% -1,09% 23,77
07/04/2026 122,42 -0,51% -0,32% 23,72

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

DATA VALOR R$* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$*
13/04/2026 126,70 0,09% -1,97% 25,35
10/04/2026 126,58 -0,99% -2,06% 25,27
09/04/2026 127,84 -0,22% -1,08% 25,24
08/04/2026 128,12 -0,15% -0,87% 25,07
07/04/2026 128,31 -0,39% -0,72% 24,86

 

Trigo

O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 1,39% no Paraná e de 0,58% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.315,01, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.174,53.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
13/04/2026 1.315,01 1,39% 2,34% 263,16
10/04/2026 1.296,92 0,37% 0,93% 258,92
09/04/2026 1.292,20 0,08% 0,57% 255,12
08/04/2026 1.291,22 0,37% 0,49% 252,64
07/04/2026 1.286,52 0,12% 0,12% 249,28

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

DATA VALOR R$/T* VAR./DIA VAR./MÊS VALOR US$/T*
13/04/2026 1.174,53 0,58% 1,90% 235,05
10/04/2026 1.167,80 0,00% 1,31% 233,14
09/04/2026 1.167,76 0,94% 1,31% 230,55
08/04/2026 1.156,90 0,00% 0,37% 226,36
07/04/2026 1.156,90 0,03% 0,37% 224,16

Os valores são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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13/04/2026 21:30h

Índice renovou os recordes intradia e de fechamento acima dos 198 mil pontos pela primeira vez

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,34% e no quarto patamar recorde seguido, aos 198.000 pontos, após renovar a máxima histórica intradia de 198.173 pontos. O desempenho do índice foi impulsionado pelos “pesos-pesados” e pelo alívio da aversão a risco do mercado internacional, após as sinalizações de retomada nas conversas diplomáticas entre Estados Unidos e Irã.

As tensões no Oriente Médio continuaram a ditar o ritmo global. Após o aparente fracasso das negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, durante o último fim de semana — o que chegou a empurrar o petróleo Brent para acima de US$ 100 por barril na abertura do pregão —, o mercado reagiu positivamente a novas declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, sobre o conflito.

Em postagem na rede Truth Social, Trump afirmou que o governo iraniano entrou em contato com Washington manifestando "muito interesse" em firmar um acordo para encerrar o conflito. A sinalização de uma possível trégua reduziu o temor de uma escalada militar no Estreito de Ormuz, onde Trump havia ameaçado um bloqueio naval caso as conversas não avançassem.

Com o movimento, as bolsas de Wall Street fecharam em alta, enquanto as bolsas da Europa e da Ásia encerraram o dia majoritariamente em queda, refletindo a incerteza que predominou antes das falas de Trump.

No cenário doméstico, os investidores também repercutiram os dados do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (13) pelo Banco Central. O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, que subiu de 4,36% para 4,71%, ultrapassando o teto da meta estabelecida pelo BC, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos.

Entre as ações do Ibovespa, a Vale foi um dos principais pilares de sustentação do índice, subindo 2,07% acompanhando a valorização do minério de ferro. A Petrobras também avançou 1,53%, em meio a notícias de negociações diretas para a recompra da refinaria de Mataripe, na Bahia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs A (EQPA5): +26,54%

  • Hercules SA Fabrica de Talheres Pfd (HETA4): +16,00%

Ações em queda no Ibovespa

  • Nordon Industrias Metalurgicas S.A. (NORD3): -14,29

  • Recrusul SA Pfd (RCSL4): -12,20%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$ 33.917.552.996, em meio a 4.122.781 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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13/04/2026 21:00h

Governo dos EUA expõe novas tentativas de diálogo com o Irã após negociações fracassadas no Paquistão no final de semana

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O dólar comercial encerrou o último pregão em outra queda, de 0,29% frente ao real, cotado a R$ 4,98, abaixo do patamar de R$ 5,00 pela primeira vez desde março de 2024. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,26%.

O desempenho do câmbio foi influenciado por uma reviravolta nas tensões entre Estados Unidos e Irã. Após o aparente fracasso das negociações de paz em Islamabad, no Paquistão, durante o último fim de semana — o que chegou a empurrar o petróleo Brent para acima de US$ 100 por barril na abertura do pregão —, o mercado reagiu positivamente a novas declarações do presidente estadunidense, Donald Trump, sobre o conflito.

Em postagem na rede Truth Social, Trump afirmou que o governo iraniano entrou em contato com Washington manifestando "muito interesse" em firmar um acordo para encerrar o conflito. A sinalização de uma possível trégua reduziu o temor de uma escalada militar no Estreito de Ormuz, onde Trump havia ameaçado um bloqueio naval caso as conversas não avançassem. Segundo estrategistas do setor, a declaração do republicano foi o gatilho necessário para que investidores retomassem o apetite por moedas de países emergentes, como o real brasileiro.

No cenário doméstico, os investidores também repercutiram os dados do Boletim Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira (13) pelo Banco Central. O mercado financeiro elevou a projeção para a inflação oficial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, que subiu de 4,36% para 4,71%, ultrapassando o teto da meta estabelecida pelo BC, que é de 3% com margem de erro de 1,5% para mais ou para menos. A revisão ocorreu após o IPCA de março ter surpreendido com uma alta de 0,88%, pressionado pelos combustíveis.

Apesar da pressão inflacionária, o câmbio seguiu favorecido pelo forte fluxo de capital estrangeiro. Dados apontam que os investidores externos já aportaram cerca de R$ 65 bilhões no mercado nacional apenas em 2026. Analistas argumentam que, embora o cenário externo continue volátil, o diferencial de juros brasileiro e a perspectiva de novos recordes no Ibovespa têm sustentado a valorização do real frente à moeda estadunidense.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,30%, cotado a R$ 5,88.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,2000 0,1700 0,1480 31,8783 0,1567 0,2757 0,2817
USD 5,0012 1 0,8504 0,7405 159,44 0,7839 1,3789 1,4091
EUR 5,8824 1,1759 1 0,8708 187,49 0,9218 1,6214 1,6571
GBP 6,7562 1,3505 1,1485 1 215,32 1,0587 1,8624 1,9031
JPY 3,13693 0,627235 0,53342 0,464447 1 0,4917 0,86489 0,88386
CHF 6,3799 1,2758 1,0850 0,9446 203,39 1 1,7593 1,7977
CAD 3,6269 0,7252 0,6167 0,5370 115,63 0,5686 1 1,0218
AUD 3,5500 0,7096 0,6035 0,5255 113,14 0,5563 0,9785 1

 

Os dados são da Investing.com

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13/04/2026 20:00h

Veja 8 dicas essenciais para prevenir bolinhas na barba

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Você já teve pelos encravados após fazer a barba ou depilar? Isso pode ser pseudofoliculite, uma inflamação superficial ao redor dos folículos causada quando o pelo cresce e volta para dentro da pele.

Ela não é causada por bactérias, mas pode levar a infecções se não for tratada corretamente. Em casos mais intensos ou repetitivos, o médico pode indicar medicamentos ou até a depilação a laser como solução definitiva.

Mas, na maioria das vezes, medidas simples ajudam a evitar o problema:

•    Não faça a barba todos os dias;
•    Lave o rosto com água morna antes de barbear;
•    Use produtos próprios para barbear;
•    Prefira lâminas novas e afiadas;
•    Sempre barbeie no sentido do pelo;
•    E finalize com um pós-barba hidratante.

Se mesmo assim os pelos continuarem encravando, procure um dermatologista para avaliar o melhor tratamento.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista:
 

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13/04/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3660 ocorre na noite desta segunda-feira (13), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

O concurso 3660 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (13/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3661, que será realizado na terça-feira, 14 de abril de 2026, está estimado em R$ 13.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!

Números sorteados Lotofácil 3660

01 - 02 - 05 - 06 - 07 - 08 - 10 - 11 - 12 - 14 - 17 - 18 - 22 - 23 - 24

Resultado e premiação da Lotofácil 3660

  • 15 acertos - Não houve acertador
  • 14 acertos - 488 apostas ganhadoras, R$ 2.258,21
  • 13 acertos - 16357 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 195900 apostas ganhadoras, R$ 14,00
  • 11 acertos - 1049448 apostas ganhadoras, R$ 7,00

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

Facilite sua aposta na loteria com Surpresinha e Teimosinha

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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

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13/04/2026 18:40h

O Inmet emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para o centro-oeste do Rio Grande do Sul e oeste do Paraná e de Santa Catarina, além de alerta de perigo de tempestade para o extremo-oeste gaúcho

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A previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (14), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para o centro-oeste dos três estados ao longo do dia, mais intensas a partir da tarde.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o oeste do Rio Grande do Sul e extremos-oeste do Paraná e de Santa Catarina.

Durante a tarde, as chuvas se intensificam e tomam os centros-oeste dos três estados, mas sem trovoadas. Essas condições devem se manter até a noite, com as pancadas de chuva vindo acompanhadas de trovoadas no oeste gaúcho e extremos-oeste do Paraná e de Santa Catarina.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestade para o centro-oeste do Rio Grande do Sul e oeste do Paraná e de Santa Catarina, além de alerta de perigo de tempestade para o extremo-oeste gaúcho.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 14°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/04/2026 18:30h

Previsão de chuvas de diferentes intensidades no oeste da região; temperaturas variam entre 17°C e 34°C

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A previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (14), indica a presença de muitas nuvens para a maior parte da região e chuvas de diferentes intensidades para áreas do território durante o dia, mais intensas no centro-oeste à noite.

O dia amanhece com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Mato Grosso, oeste de Goiás e centro-oeste de Mato Grosso do Sul, que devem amanhecer mais intensas no centro-noroeste de Mato Grosso e acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste do estado.

Durante a tarde, o céu deve ter poucas nuvens em todo o Distrito Federal e centro-leste goiano. As chuvas se restringem ao centro-noroeste de Mato Grosso e centro-sudoeste de Mato Grosso do Sul, mais intensas no último estado e no extremo-noroeste mato-grossense.

À noite, as pancadas de chuva tomam todo o estado de Mato Grosso, quase todo o estado de Mato Grosso do Sul — à exceção do nordeste — e o extremo-oeste de Goiás, na divisa com Mato Grosso. No noroeste mato-grossense, as pancadas de chuva devem ser acompanhadas de trovoadas.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o extremo-noroeste de Mato Grosso e alerta de perigo potencial de tempestades para o extremo-sul de Mato Grosso do Sul.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/04/2026 18:20h

Há previsão de céu de poucas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para o extremo-oeste de SP à tarde; temperaturas variam entre 15°C e 30°C

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A previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (14), é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região ao longo do dia e de chuvas isoladas para as extremidades de Minas Gerais e de São Paulo de manhã e à tarde.

Pela manhã, a previsão é de céu aberto e de poucas nuvens para quase toda a região — à exceção do litoral — e chuvas isoladas para o extremo-nordeste de Minas Gerais, na divisa com a Bahia.

Durante a tarde, a região continua sob céu de poucas nuvens e sem chuvas, à exceção do extremo-sudoeste de São Paulo, onde há previsão de pancadas de chuva isoladas.

À noite, a região segue sob céu aberto e sem chuvas.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 30°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

 

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/04/2026 18:10h

Chuvas intensas cobrem a região durante o dia, enquanto trovoadas dão trégua à tarde; temperaturas variam entre 23°C e 34°C

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A previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (14), indica céu com muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para a maior parte dos estados ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas à noite.

Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase todo o território — à exceção do centro-norte de Roraima, noroeste do Pará e centro-oeste do Amapá, onde não deve chover, e no centro-sudeste do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade. As chuvas devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, norte de Rondônia, centro-sul do Amazonas e centro-sudoeste e nordeste do Pará.

Durante a tarde, as pancadas de chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as trovoadas se restringem ao extremo-nordeste do Pará.

À noite, as pancadas de chuva tomam o centro-sul de Roraima e centro-norte do Tocantins e deixam o centro-norte do Amapá. As trovoadas avançam e tomam todo o Acre, Rondônia, quase todo o Amazonas — à exceção da porção central do extremo-norte —, centro-sul e nordeste do Pará e extremo-norte do Tocantins.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima, extremos-noroeste e sudeste do Pará, centro-norte do Amapá e centro-sul do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para as faixas centrais do Amazonas e do Pará.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Palmas, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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13/04/2026 18:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR),por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (13), a situação de emergência em 36 cidades afetadas por desastres nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Passam por um período de estiagem os municípios de Piranhas, São José da Tapera e Palmeira dos Índios, em Alagoas; Bom Jesus da Lapa, Macururê e Caetanos, na Bahia; Teixeira, na Paraíba; Espigão Alto do Iguaçu, Laranjal e Capitão Leônidas Marques, no Paraná; Jacobina do Piauí e Várzea Branca, no Piauí; Chuvisca, Dois Lajeados, Esperança do Sul, Independência, Nova Candelária e São Nicolau, no Rio Grande do Sul, e Anita Garibaldi, em Santa Catarina.

Já Bonfim do Piauí, no Piauí, e Almino Afonso e Florânia, no Rio Grande do Norte, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.

Foram castigadas por fortes chuvas as cidades de Careiro, no Amazonas; Novo Crixás, em Goiás; Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso; Mateus Leme e Manhuaçu, em Minas Gerais; Alenquer, Capitão Poço, Oeiras do Pará, Piçarra e Terra Santa, no Pará; Bertolínia, no Piauí, e Severiano Melo, no Rio Grande do Norte.

Tapauá, no Amazonas, e Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de inundações e alagamentos, respectivamente.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

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13/04/2026 18:00h

Somente a coluna central da Bahia deve escapar às precipitações durante o dia; temperaturas variam entre 24°C e 31°C

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A previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta terça-feira (14), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a  região ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas a partir da tarde.

Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para quase todo o território — à exceção do centro-sudoeste da Bahia, que deve escapar às precipitações pela manhã. As chuvas devem amanhecer mais intensas no Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, centro-norte do Piauí e litoral nordeste da Bahia, acompanhadas de trovoadas no litoral entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte.

Durante a tarde, as chuvas se intensificam em todo o Piauí, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e extremo-nordeste da Bahia, enquanto as trovoadas se mantêm sobre o litoral entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte.

À noite, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas as trovoadas tomam todo o Rio Grande do Norte, centro-nordeste da Paraíba, extremo-nordeste de Pernambuco, quase todo o Maranhão e o Ceará e o centro-norte do Piauí.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, centros-norte do Maranhão e do Piauí e litoral nordeste da Bahia, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, litoral norte de Pernambuco e porções norte do Maranhão e do Piauí.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em João Pessoa, Natal, Recife, Salvador e São Luís. Já a máxima pode chegar até 31°C, em Recife e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 60% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

 

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

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