Coronavírus

11/09/2021 04:00h

Pesquisa da Coalizão COVID-19 Brasil, que integra estratégia da OMS para o enfrentamento à Long COVID, mostra que o número de mortalidade geral pós-alta, em 6 meses, chega a 7%

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Dados do Ministério da Saúde revelam que, até o momento, cerca de 20 milhões de pessoas infectadas com o coronavírus já se recuperam da Covid-19. O problema é que boa parte desses pacientes ainda sofre com as sequelas da doença, mesmo no pós-alta, como explica o médico intensivista e pesquisador do Hospital Moinhos de Vento, Regis Rosa.

“Os pacientes frequentemente apresentam fraqueza muscular, cansaço e, eventualmente, até dor crônica. Os pacientes que tiveram ventilação mecânica podem apresentar lesões na traqueia, redução da sua capacidade física, alteração de memória e também redução da velocidade de raciocínio”, destaca.

O especialista é o representante brasileiro no grupo de trabalho formado pela OMS para o enfrentamento da Long COVID e reabilitação dos pacientes. Um dos estudos elaborados pelo grupo é o Coalisão VII. Dados parciais da pesquisa apontam que o número de mortalidade geral pós-alta, em 6 meses, chega a 7%.

Quando se trata de pacientes que precisaram de ventilação mecânica, esse número é de 24%. A reospitalização geral, no mesmo período, é de 17%, enquanto a de pacientes que necessitaram de ventilação mecânica chega a 40%.

Regis Rosa afirma, ainda, que, tanto pacientes graves quanto de casos leves ou moderados estão sujeitos às sequelas duradouras. Esses problemas, segundo ele, causam prejuízos à saúde física, mental e até social das vítimas, como é o caso de quem não consegue retornar ao trabalho ou aos estudos.

“Eles precisam ser avaliados por um médico, por uma equipe interdisciplinar, para que se faça um diagnóstico e, a partir disso, se estabeleça um plano de reabilitação. Porque grande parte dessas sequelas, tanto em pacientes graves quanto não graves, são reversíveis. Quanto mais rápido o paciente tiver acesso a medidas de reabilitação, mais rápido ele vai recuperar a qualidade de vida”, considera.

O estudo é um dos nove desenvolvidos pela aliança formada por Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

Entre as principais sequelas da Covid-19, algumas estão relacionadas à parte psicológica das vítimas. É comum que pacientes que passaram por todos os transtornos provocados pela doença sofram, por exemplo, com ansiedade ou depressão. Os dados parciais da coalizão mostram que casos de ansiedade, seis meses após alta médica, atingem 22% dos pacientes. Já o estresse pós-traumático acomete 11%.

Covid-19 afeta sistema renal das vítimas

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Camila de Oliveira, 31 anos, foi diagnosticada com Covid-19 em outubro de 2020. Ela mora na França e, por lá, nessa mesma época, a pandemia estava no auge da segunda onda e o governo local decretava lockdown. O distanciamento social levou a estudante a ter problemas psicológicos.

“A gente fica angustiada, porque surge um cansaço. Eu não saí da cama e fiquei com medo de não conseguir mais respirar, de ninguém poder me socorrer. Com isso, a gente fica apreensivo, se perguntando se vai ficar em estado grave, se vai parar de respirar durante a noite e não ter ninguém para ajudar”, relata.

Segundo o médico Fabrício da Silva, especialista em cardiologia, clínica médica e emergências clínicas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pelo Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, os problemas psicológicos relacionados à pandemia não são exclusividade de pessoas que foram infectadas pelo coronavírus.

“Isso não é exclusivo ao paciente que foi acometido pela Covid-19, mas aos familiares que acompanharam de perto internações ou que eventualmente perderam um ente querido. Já temos um tema do transtorno do estresse pós-traumático. O paciente que tem uma internação prolongada em UTI tem depois dificuldade com o sono, transtorno de ansiedade, e que necessitam de um apoio profissional de psicólogo ou de psiquiatras”, pontua.

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09/09/2021 03:00h

Segundo especialista, trata-se de um problema que pode exigir mais da rede de atendimento de hemodiálise

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Conhecida por afetar, principalmente, o sistema respiratório das vítimas, a Covid-19 é uma doença que também pode comprometer o funcionamento dos mais variados órgãos humanos, inclusive dos rins. A organização das Nações Unidas (ONU) apresentou informes acerca da proliferação da variante Delta pelo mundo e fez alertas para o peso das sequelas no sistema renal das vítimas.

O médico nefrologista Milton Kalil, do Hospital Moinhos de Vento, explica que as alterações no funcionamento dos rins não estão relacionadas de forma exclusiva às consequências provocadas pela variante Delta. Ou seja, qualquer dos tipos de coronavírus pode causar esse problema. Ainda segundo o especialista, trata-se de um problema que pode exigir mais da rede de atendimento de hemodiálise.

“Principalmente aqueles pacientes mais graves, que precisam de internação, de UTI, e têm uma demanda muito grande metabólica, ou seja, sob muita medicação, muito soro, muito antibiótico. Isso acaba gerando uma demanda na qual o rim fica incapaz de conseguir concertar essa demanda exigida. Muitos desses pacientes da UTI acabam precisando fazer hemodiálise”, afirma.

A preocupação voltada para a variante Delta, neste caso, está relacionada à propagação mais rápida do vírus. Sendo assim, quanto mais pessoas forem infectadas com este tipo, maior poderá ser o número de pessoas com problemas renais e, possivelmente, de tratamentos de hemodiálise.

Maria das Graças da Silva, 54, mora no Distrito Federal e trabalha como auxiliar odontológica. Ela conta que foi diagnosticada com Covid-19 em março de 2021, e que, incialmente, não sofreu tanto com os sintomas, mas depois de alguns dias começaram a surgir calafrios e febre. Ela chegou a ser entubada.

O quadro de Maria não exigiu que fosse feito procedimentos de hemodiálise, no entanto, os exames provaram que houve alteração no sistema renal. “Só vim descobrir no Hospital de Taguatinga. Depois que eu melhorei, saí do oxigênio, comecei a fazer os exames para ver, foi quando detectaram. Eu tomei três bolsas de sangue”, relata.

Para Fabricio da Silva, médico especialista em cardiologia, clínica médica e emergências clínicas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pelo Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, a correlação direta sobre sequelas renais e, necessariamente, o tratamento de hemodiálise, ainda não pode ser estabelecido, uma vez que o grau de comprometimento é variável.

“Qualquer forma mais grave da Covid-19 pode causar esse tipo de alteração da função renal. Na maioria dos casos não é um grau de comprometimento significativo, que evolui para necessidade de terapia dialítica” considera o médico.  

Covid-19: pandemia altera rotina clínica de 60% dos diabéticos

Covid-19: Boa Vista do Gurupi (MA) tem a maior taxa de letalidade do estado e a terceira maior do País

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revela que, entre os pacientes internados com Covid-19, 71,2% deles apresentavam lesão renal aguda (LRA). Fatores como histórico de hipertensão, por exemplo, estão associados a essa condição nos rins.

Covid-19 como fator e agravo do sistema renal

O nefrologista Milton Kalil lembra que a Covid-19 pode provocar prejuízos aos rins de pacientes assintomáticos e com quadros leves a moderados. O médico pontua, ainda, que boa parte dos pacientes recupera a função renal e não precisa passar por hemodiálise. No entanto, o funcionamento dos órgãos não terá a mesma eficiência, pelo menos por um tempo.

“Não recuperam totalmente a função. Ficam com um pouquinho de escape de proteína na urina, às vezes um pouquinho de sangue, indicando que ficou uma sequela no aparelho urinário, assim como fica no sistema cerebral” destaca o especialista.

As pessoas que convivem com doença renal crônica pertencem aos grupos vulneráveis para a Covid-19. Esses pacientes precisam ter um cuidado maior com o vírus.  Neste caso, quanto pior for o quadro de doença renal crônica apresentado anteriormente, mais grave pode ser a infecção por Covid-19.

“Um estudo mostrou que um terço dos pacientes com doença renal crônica que já faziam hemodiálise e que necessitaram internação por Covid-19 morreram. A maioria destes pacientes apresentavam outras doenças crônicas como diabetes e hipertensão associada a doença renal”, alerta Kalil.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia, os rins são responsáveis pelo equilíbrio da química interna dos corpos e atuam na eliminação de toxinas do sangue por um sistema de filtração. Os órgãos também servem para regular a formação de sangue e dos ossos, a pressão sanguínea e controlar o balanço químico e de líquidos do corpo.

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Covid
31/08/2021 10:25h

Órgão destaca medidas sanitárias efetuadas desde janeiro de 2020 a maio de 2021

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou nesta segunda-feira (30) um relatório sobre as ações adotadas durante a pandemia da Covid-19 no Brasil. O documento traz o panorama da implementação de medidas sanitárias efetuadas desde 1º de janeiro de 2020 até o dia 15 de maio deste ano, totalizando 500 dias. 

A publicação está organizada por temas, com o conteúdo dividido em cinco capítulos e dois anexos. O relatório traz números que mostram o volume de ações que a Anvisa adotou e implementou, informações sobre governança interna, ações gerais de combate à pandemia e destaques a temas específicos. 

Covid-19: média móvel de mortes chega ao menor patamar em 2021; Rio de Janeiro têm a maior taxa de letalidade do país

Terceira dose da vacina contra a Covid-19 deve ser aplicada 8 meses após a segunda, diz especialista

Entre as ações de destaque, a Anvisa autorizou 78 estudos clínicos de medicamentos para o tratamento da Covid-19. O órgão também deu sinal verde para o uso emergencial de três vacinas em menos de 10 dias. Foram também 29 mil abordagens em voos nacionais, internacionais e aeromédicos, incluindo inspeções para verificar a segurança da saúde e o uso de máscaras, por exemplo. 

Para ver essas e outras medidas, acesse a íntegra do Relatório no site gov.br/anvisa
 

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Covid
30/08/2021 11:05h

Brasil confirmou mais de 13 mil casos e 298 óbitos nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 13.210 casos e 298 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 20,7 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 579.308. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, é de 683, a menor de 2021. Ainda segundo o Ministério da Saúde, mais de 19,6 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 498 mil estão em acompanhamento. 
 
O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,53%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas e Pernambuco, todos com o índice acima dos três pontos percentuais. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 
 
Taxa de letalidade nos estados 
 

  • Rio de Janeiro – 5,53%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,23%
  • Pernambuco – 3,19%
  • Maranhão – 2,87%
  • Pará – 2,82%
  • Goiás – 2,75%
  • Ceará – 2,58%
  • Alagoas – 2,57%
  • Paraná – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Mato Grosso – 2,56%
  • Mato Grosso do Sul – 2,54%
  • Rondônia – 2,46%
  • Rio Grande do Sul – 2,43%
  • Piauí – 2,20%
  • Espírito Santo – 2,18%
  • Bahia – 2,17%
  • Sergipe – 2,16%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,12%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,99%
  • Tocantins – 1,68%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,59%
  • Roraima – 1,57%         

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No recorte por municípios, Janduís (RN) tem a maior taxa de letalidade do país. O índice que na semana passada estava em 38,89% saltou para 46,67%. Em seguida vêm São Luiz do Paraitinga (SP), com 31,33%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), que registra 20%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 16,12%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Bonito de Minas (MG), Crixás do Tocantins (TO), Flor do Sertão (SC), Milagres do Maranhão (MA) e Novo Tiradentes (RS). 
 
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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28/08/2021 14:40h

Brasil confirmou mais de 27 mil casos e 761 óbitos nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 27.345 casos e 761 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 20,7 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no País é de 578.326. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, é de 688. Nos últimos dias, o número vem caindo e atingindo os menores patamares em 2021. Ainda segundo o Ministério da Saúde, mais de 19,6 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 495 mil estão em acompanhamento. 
 
O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,53%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas e Pernambuco, todos com o índice acima dos três pontos percentuais. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 
 
Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro – 5,53%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,23%
  • Pernambuco – 3,19%
  • Maranhão – 2,87%
  • Pará – 2,82%
  • Goiás – 2,75%
  • Ceará – 2,58%
  • Paraná – 2,57%
  • Alagoas – 2,57%
  • Mato Grosso – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,56%
  • Mato Grosso do Sul – 2,54%
  • Rondônia – 2,46%
  • Rio Grande do Sul – 2,43%
  • Piauí – 2,20%
  • Espírito Santo – 2,18%
  • Bahia – 2,16%
  • Sergipe – 2,16%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,12%
  • Acre – 2,06%
  • Rio Grande do Norte – 1,99%
  • Tocantins – 1,68%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,59%
  • Roraima – 1,57%        

No recorte por municípios, Janduís (RN) tem a maior taxa de letalidade do País. O índice está em 41,18%. Em seguida vêm São Luiz do Paraitinga (SP), com 31,33%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), que registra 20%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 16,12%.

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Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Aricanduva (MG), Benjamin Constant do Sul (RS), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Crixás do Tocantins (TO) e Flor do Sertão (SC).  
 
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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27/08/2021 10:55h

Brasil confirmou mais de 31 mil casos e 920 óbitos nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde

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O Brasil registrou 31.024 casos e 920 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 20,6 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 577.565. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, é de 703. Este é o segundo menor patamar do indicador em 2021. Ainda segundo o Ministério da Saúde, mais de 19,6 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 489 mil estão em acompanhamento. 
 
O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,53%. Em seguida estão São Paulo, Amazonas e Pernambuco, todos com o índice acima dos três pontos percentuais. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 
 
Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro – 5,53%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,23%
  • Pernambuco – 3,19%
  • Maranhão – 2,87%
  • Pará – 2,82%
  • Goiás – 2,76%
  • Ceará – 2,58%
  • Paraná – 2,57%
  • Alagoas – 2,57%
  • Mato Grosso – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Mato Grosso do Sul – 2,54%
  • Rondônia – 2,46%
  • Rio Grande do Sul – 2,43%
  • Piauí – 2,20%
  • Espírito Santo – 2,18%
  • Bahia – 2,16%
  • Sergipe – 2,16%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,12%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,99%
  • Tocantins – 1,68%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,59%
  • Roraima – 1,57%        

Prefeitura do Rio interrompe plano de reabertura por avanço da pandemia 

Terceira dose da vacina contra a Covid-19 deve ser aplicada 8 meses após a segunda, diz especialista

Covid-19: será preciso tomar a terceira dose da vacina?
 
No recorte por municípios, Janduís (RN) tem a maior taxa de letalidade do país. O índice está em 38,89%. Em seguida vêm São Luiz do Paraitinga (SP), com 31,33%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), que registra 20%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 16,12%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Aricanduva (MG), Benjamin Constant do Sul (RS), Campo Azul (MG), Flor do Sertão (SC) e Milagres do Maranhão (MA).  
 
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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26/08/2021 10:15h

Estudo da Fiocruz destaca queda na média de mortes diárias e no número de hospitalizações, mas pede atenção à variante Delta do novo coronavírus

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O Brasil registrou 30.671 casos e 903 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 20,6 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 576.645. 
 
De acordo com o Boletim do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a incidência diária de novas mortes no país teve queda de 1,5% na última semana e chegou a 770 vítimas/dia, o menor patamar desde o início de 2021. Por outro lado, a média de casos confirmados por dia subiu 0,6% na última semana, na contramão da redução observada nas quatro semanas anteriores. A média de diagnósticos por dia está em torno de 30 mil.
 
O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,53%. No estado, o índice já chegou a 5,8%, mas vem caindo nas últimas semanas. Em seguida estão São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 
 
Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro – 5,53%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,23%
  • Pernambuco – 3,19%
  • Maranhão – 2,87%
  • Pará – 2,82%
  • Goiás – 2,76%
  • Ceará – 2,58%
  • Alagoas – 2,57%
  • Mato Grosso – 2,57%
  • Paraná – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Mato Grosso do Sul – 2,54%
  • Rondônia – 2,47%
  • Rio Grande do Sul – 2,43%
  • Piauí – 2,20%
  • Espírito Santo – 2,18%
  • Bahia – 2,16%
  • Sergipe – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,12%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,99%
  • Tocantins – 1,69%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,59%
  • Roraima – 1,57%          

Terceira dose da vacina contra a Covid-19 deve ser aplicada 8 meses após a segunda, diz especialista

Veneno de cobra pode ser eficaz contra proliferação da Covid-19 no organismo

No recorte por municípios, alerta para os números de letalidade em Janduís (RN). Há algumas semanas, a cidade sequer aparecia no ranking dos municípios com maior letalidade do país, mas agora lidera a estatística, com o índice em 38,89%. Em seguida vêm São Luiz do Paraitinga (SP), com 31,33%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), que registra 20%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 16,12%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Crixás do Tocantins (TO), Flor do Sertão (SC) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Segundo a Fiocruz, o cenário de queda nas hospitalizações e óbitos se mantém, mas as autoridades de saúde devem acompanhar com atenção o avanço da variante Delta do novo coronavírus. 
 
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 19,5 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 491 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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24/08/2021 11:30h

O estabelecimento que não cumprir a exigência será penalizado com multa. Já o indivíduo que não apresentar o comprovante de vacinação poderá ser impedido de entrar no local

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Para entrar nos estabelecimentos da cidade de São Paulo, cada indivíduo deve estar com a vacinação contra a Covid-19 em dia. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23) pela prefeitura municipal.

A exigência vale para todo tipo de estabelecimento, como comércio, serviços e eventos em geral. A ideia é que isso funcione como um passaporte de vacinação. A comprovação poderá ser feita por meio de aplicativo da prefeitura ou com o próprio cartão de vacinas.

Para o primeiro caso, o prefeito Ricardo Nunes explica que é preciso baixar o aplicativo, no qual terá um QR Code com todas as informações sobre aplicação da primeira e da segunda dose, assim como quando a pessoa vai tomar ou deveria ter tomado.

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Ainda segundo o chefe do Executivo local, o estabelecimento que não cumprir a exigência será penalizado com multa. Já o indivíduo que não apresentar o comprovante de vacinação poderá ser impedido de entrar no local.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, o município de São Paulo vacinou, até o momento, 13,7 milhões de pessoas. Desse total, 9,2 milhões foram imunizados com a primeira dose e 4,1 com a segunda. A quantidade de pessoas que tomaram a dose única é superior a 320 mil.

 

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24/08/2021 11:15h

Média móvel de mortes está em 765, a sétima menor registrada em 2021

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O Brasil registrou 13.103 casos e 321 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com a mais recente atualização do Ministério da Saúde. Ao todo, mais de 20,5 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. O número de pessoas que morreram pela doença no país é de 574.848. 
 
A média móvel de mortes, que leva em conta os óbitos dos últimos sete dias, está em 765, a sétima menor em 2021. O Rio de Janeiro é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação: 5,54%. No estado fluminense, o índice já chegou a 5,8%, mas vem caindo nas últimas semanas. Em seguida estão São Paulo, Amazonas, Pernambuco e Maranhão. A taxa de letalidade média do Brasil é de 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados 

  • Rio de Janeiro – 5,54%
  • São Paulo – 3,42%
  • Amazonas – 3,23%
  • Pernambuco – 3,20%
  • Maranhão – 2,87%
  • Pará – 2,82%
  • Goiás – 2,77%
  • Ceará – 2,58%
  • Mato Grosso – 2,57%
  • Alagoas – 2,57%
  • Minas Gerais – 2,57%
  • Paraná – 2,56%
  • Mato Grosso do Sul – 2,53%
  • Rondônia – 2,47%
  • Rio Grande do Sul – 2,42%
  • Piauí – 2,20%
  • Espírito Santo – 2,18%
  • Bahia – 2,16%
  • Sergipe – 2,15%
  • Distrito Federal – 2,14%
  • Paraíba – 2,12%
  • Acre – 2,07%
  • Rio Grande do Norte – 1,99%
  • Tocantins – 1,69%
  • Santa Catarina – 1,62%
  • Amapá – 1,59%
  • Roraima – 1,57%          

Covid-19: será preciso tomar a terceira dose da vacina?

Covid-19: aplicação de dose de reforço deve começar por idosos e profissionais da saúde, projeta Queiroga

Saúde realiza projeto-piloto para implementar Plano Nacional de Testagem da Covid-19

No recorte por municípios, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 31,71%. Na sequência vêm Janduís (MA), com 30,43%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), que registra 20%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 16,12%. 
 
Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles estão Aricanduva (MG), Boa Esperança do Iguaçu (PR), Crixás do Tocantins (TO), Flor do Sertão (SC) e Guarani de Goiás (GO). 
 
Segundo o Ministério da Saúde, mais de 19,4 milhões de brasileiros se recuperaram da Covid-19. Outros 529 mil estão em acompanhamento. Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid

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23/08/2021 10:05h

A quantidade de pessoas recuperadas da doença, por sua vez, chega a 19,4 milhões

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O Brasil registrou mais 14.404 casos e 318 óbitos por Covid-19, neste domingo (22), de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, mais de 20,5 milhões de brasileiros foram infectados pelo novo coronavírus. O número de pessoas que morreram pela doença no país é superior a 574 mil.
 
A quantidade de pessoas recuperadas da doença, por sua vez, chega a 19,4 milhões. O Rio de Janeiro ainda é o estado com a maior taxa de letalidade entre as 27 unidades da federação (5,55%), embora não conte com o maior número de vítimas fatais. O índice médio de letalidade do país é de 2,8%. 

Taxa de letalidade nos estados 

Rio de Janeiro – 5,55%
São Paulo – 3,42%
Amazonas – 3,23%
Pernambuco – 3,20%
Maranhão – 2,87%
Pará – 2,82%
Goiás – 2,77%
Ceará – 2,58%
Mato Grosso – 2,57%
Alagoas – 2,57%
Minas Gerais – 2,57%
Paraná – 2,56%
Mato Grosso do Sul - 2,53%
Rondônia – 2,46%
Rio Grande do Sul – 2,42%
Piauí – 2,20%
Espírito Santo – 2,18%
Bahia – 2,16%
Sergipe – 2,15%
Distrito Federal – 2,14%
Paraíba – 2,12%
Acre – 2,06%
Rio Grande do Norte – 1,99%
Tocantins – 1,69%
Santa Catarina – 1,62%
Amapá – 1,59%
Roraima – 1,57%        

Em relação aos municípios, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) volta a ter a maior taxa de letalidade da Covid-19 do país: 31,71%. Em seguida aparecem Janduís (RN), com 30,43%; Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; e Ribeirão (PE), que registra 16,12%.

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Entre os municípios com as menores taxas de letalidade do Brasil, vários têm esse índice cravado em 0%, pois não confirmaram nenhum óbito pela doença até o momento. Entre eles, Campo Azul (MG), Flor do Sertão (SC), Lavandeiras (TO), Guarani de Goiás (GO) e São Luís do Piauí (PI).
Os números têm como base o repasse de dados das Secretarias Estaduais de Saúde ao órgão. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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Brasil 61