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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de acumulado de chuva para estados da Região Nordeste nesta sexta-feira (6).
No Maranhão, o dia será marcado por tempo mais estável, especialmente no sul do estado, mas há possibilidade de queda de granizo em municípios como Alto Parnaíba e Balsas.
No Piauí, o cenário se repete no sul piauiense, com chance de granizo em Bom Jesus e Riacho Frio.
No Ceará, a expectativa é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia, principalmente em áreas do interior do estado.
No Rio Grande do Norte, pode chover em áreas do oeste potiguar, atingindo municípios como Mossoró, Felipe Guerra e Upanema.
Na Paraíba e em Pernambuco, a chuva deve se concentrar em áreas do interior dos dois estados, enquanto o litoral segue com variação de nebulosidade.
Já em Alagoas e Sergipe, a previsão é de tempo estável, com poucas nuvens ao longo do dia.
Na Bahia, o tempo segue instável no oeste baiano, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas em Santa Rita de Cássia, Riachão das Neves e Formosa do Rio Preto.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoIniciativa prevê fortalecimento do audiovisual brasileiro
Baixar áudioDurante a Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais, o Ministério da Cultura lançou uma importante iniciativa para o fortalecimento do audiovisual brasileiro.
O curso Audiovisual no Brasil: Governança e Ecossistema, desenvolvido em parceria com a Escola Fundação Itaú, é gratuito e aberto ao público.
Já disponível clicando aqui, a formação oferece uma visão prévia sobre as principais políticas públicas e a dinâmica do setor audiovisual brasileiro.
O curso é muito importante para o público que se dedica ao tema. Explica a diretora de Formação e Inovação Audiovisual da Secretaria do Audiovisual do MinC, Milena Evangelista.
“Esse curso é destinado para gestores, pesquisadores, interessados no setor audiovisual, ter esses gestores com esse conhecimento adicional em relação à governança audiovisual, faz toda a diferença na operação dessas linhas e na operação desse recurso.”
O curso Audiovisual no Brasil tem carga horária de 4 horas distribuídas em 2 módulos. Os alunos terão acesso a vídeos, documentos de leitura e conteúdos interativos.
O primeiro módulo aborda os marcos regulatórios e o funcionamento do Sistema Nacional de Cultura. Também é estudado sobre o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).
Na segunda parte, o curso explora o ecossistema do audiovisual em sua totalidade. É o momento de entender de games, streaming, novas tecnologias e o impacto da Inteligência Artificial.
Para a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, o curso contribui na capacitação do setor. Além de ampliar o alcance das políticas culturais e fortalecer a diversidade do cinema nacional, comenta Joelma Gonzaga.
“Nós temos capacidade instalada de produção. Nós temos muitos filmes inundando as telas do Brasil e do mundo porque a política pública do audiovisual existe e precisa de continuidade.”
Acesse o curso clicando aqui.
Copiar o textoA Mostra de Tiradentes reúne realizadores, gestores públicos e profissionais do setor audiovisual
Baixar áudioMais uma vez, o Ministério da Cultura marcou presença em um dos principais eventos do cinema nacional. Na 29ª edição, a Mostra de Tiradentes reúne realizadores, gestores públicos e profissionais do setor audiovisual.
A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura participou da programação oficial do evento, na abertura e também nos painéis e debates do 4º Fórum de Tiradentes.
Durante a Mostra, o MinC lançou o estudo inédito Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025.
O material está disponível no site do Ministério da Cultura, clicando no botão Publicações.
A diretora de Formação e Inovação Audiovisual da Secretaria do Audiovisual, Milena Evangelista, explica o conteúdo do estudo.
“Reúne os dados enviados pelos entes proponentes, estados e municípios que fizeram adesão ao edital Arranjos Regionais. Essa linha destinou cerca de 552 milhões de reais, pelo fundo setorial do audiovisual e a partir da consolidação desses dados foi possível estabelecer um panorama de todo o ecossistema.”
O documento apresenta um mapeamento amplo e territorializado do audiovisual no Brasil.
Ao todo, são dados de 41 territórios participantes, sendo 24 estados e 17 municípios.
As informações apontam avanços importantes na institucionalização do setor. Também indicam a necessidade de aprimorar aspectos como a realização de conferências setoriais do audiovisual.
O Panorama do Ecossistema Audiovisual – Arranjos Regionais 2025 se consolida como um retrato estratégico do momento atual do audiovisual brasileiro.
A partir da retomada e do fortalecimento da Linha de Arranjos Regionais, política pública do Fundo Setorial do Audiovisual, os investimentos chegam aos territórios de forma descentralizada.
E reforçam o audiovisual como setor cultural e econômico fundamental para o desenvolvimento regional.
Para a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, este é um momento de celebrar as conquistas do cinema e do audiovisual brasileiro.
“Quando um filme brasileiro entra em cartaz, o Brasil entra em cartaz. E o Brasil tá em cartaz no mundo todo e isso não é por acaso, isso é fruto de política pública.”
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Baixar áudioDeputados, senadores e lideranças empresariais participaram da primeira reunião do ano da Frente Parlamentar do Comércio e Serviços (FCS), nesta quarta-feira (4), em Brasília. O assunto do encontro foi os impactos dos pacotes de mudanças na jornada de trabalho no país.
O encontro reforçou o consenso de que eventuais mudanças no modelo atual precisam ser discutidas com todos os setores da economia.
Ao menos três projetos relacionados ao tema estão em tramitação na Câmara dos Deputados: O PL dos Feriados (nº 5552/2023), para suspender a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego que torna obrigatória a autorização de convenção coletiva para expediente no comércio aos domingos e feriados – publicada em 2023, os efeitos da portaria estão suspensos até março deste ano –; e as propostas de emendas à Constituição da Livre Contratação (PEC nº 40/2025) e do Fim da Escala 6x1 (PEC nº 08/2025).
O presidente da FCS, senador Efraim Filho (União-PB), garantiu que o setor produtivo enxerga a legitimidade do debate, mas defendeu cautela para evitar impactos negativos às empresas. “Se você vai reduzir a jornada, que tenha uma compensação também com a redução dos encargos na folha de pagamento. Porque o setor produtivo não quer que esse custo seja repassado ao consumidor”.
A proposta mais avançada no Congresso Nacional é a do fim da escala 6x1. A PEC altera o artigo 7º da Constituição Federal para reduzir a jornada de trabalho semanal de 44 para 36 horas, com quatro dias de trabalho, sem redução salarial.
O governo federal trata a proposta como prioridade para este ano, pensando inclusive em usar a PEC como bandeira eleitoral. A base governista estuda enviar um novo texto para reiniciar as discussões e um pedido de urgência para encurtar os trâmites, fazendo a proposta ir direto para o plenário. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou que vai fazer o assunto andar, mas com análise pelas comissões da Casa antes de ser votada por todos os deputados.
Para o relator da matéria, deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), a urgência à proposição é “precoce” por carecer de aprofundamento para evitar crise no setor produtivo e defende o substitutivo apresentado pelo seu gabinete. “A nossa proposta prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas também se preocupa com os micro e pequenos empresários, com as empresas que têm uma relação folha de pagamento e faturamento igual ou superior a 30%. Para isso, ela faz a redução do pagamento da contribuição patronal, baixando de 20% para 10%, buscando dar equilíbrio e competitividade às empresas”, explicou Gastão.
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) participou da reunião. Na avaliação da entidade, o país ainda não está preparado para uma redução formal da jornada. O tema é especialmente sensível para as micro e pequenas empresas, como destacou o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman. “Pautas extremamente relevantes para o setor produtivo, especialmente para as micro e pequenas empresas, e que a CACB estará acompanhando de perto, porque o debate é extremamente relevante para o setor produtivo do nosso país”.
Em consulta a pequenos empresários das cinco regiões brasileiras, a entidade identificou preocupação com o fim da escala 6×1 sem diálogo com o setor produtivo, diante do risco de aumento de custos com novos turnos e encargos trabalhistas.
Para a CACB, o momento é de investir prioritariamente em educação, qualificação profissional, infraestrutura e acesso à tecnologia, criando condições para elevar a produtividade e fortalecer o ambiente de negócios, antes de avançar em uma redução generalizada da jornada de trabalho.
A avaliação ganha peso em um contexto de baixa produtividade do trabalho no Brasil. De acordo com o Observatório de Produtividade da Fundação Getúlio Vargas, a produtividade do trabalho, apesar de ter avançado na primeira década deste século, está estagnada há cerca de 15 anos. De 1981, início do levantamento, até 2024, o crescimento médio anual foi de apenas 0,27%, causado pelos baixos investimentos na modernização das ferramentas de trabalho, em educação e no ambiente de negócios.
A PEC 40/2025, apresentada pelo deputado Maurício Marcon (Podemos-RS), propõe que os trabalhadores possam optar entre o regime comum previsto pela CLT, com carga horária de até 44 horas semanais, ou um regime flexível baseado em horas trabalhadas. A escolha não implicará em perda de direitos. Atualmente, a proposta aguarda despacho do Presidente da Câmara dos Deputados.
Já o PL dos Feriados, de autoria do Deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), altera leis trabalhistas com o objetivo de encontrar uma solução equilibrada para o trabalho em feriados no comércio, visando evitar impactos negativos na economia.
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Baixar áudioNove municípios do Rio de Janeiro (RJ) foram contemplados com máquinas agrícolas do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), iniciativa voltada ao fortalecimento da infraestrutura rural. A cidade de Quatis, situada na região do Vale do Paraíba, recebeu uma motoniveladora. Já as demais localidades foram beneficiadas com retroescavadeiras:
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), os equipamentos serão utilizados principalmente na recuperação e manutenção de estradas vicinais, vias fundamentais tanto para o escoamento da produção agropecuária quanto para a mobilidade das comunidades rurais.
A ação, realizada pela Pasta por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Estado do Rio de Janeiro (SFA-RJ), tem como objetivo proporcionar melhores condições de trabalho aos produtores rurais, desde o plantio ao comércio da produção. O investimento é viabilizado por meio de emendas parlamentares.
Segundo o superintendente de Agricultura e Pecuária do Estado do Rio de Janeiro, Agnaldo Pinto da Silva, “a ação contribui diretamente para o fortalecimento do agro fluminense, além de gerar renda e desenvolvimento para as famílias do campo”.
Com a entrega, o Promaq totaliza 45 equipamentos destinados ao estado, distribuídos em mais de 30 municípios, conforme dados do Mapa.
VEJA MAIS:
Copiar o textoO Serviço Geológico do Brasil (SGB) acaba de lançar um novo dashboard (painel digital) que reúne e organiza dados técnicos sobre o níquel no Brasil. A ferramenta consolida informações de 30 depósitos e dez minas distribuídos em diferentes estados, permitindo uma visão integrada sobre a distribuição, o tipo de minério e a viabilidade dos recursos minerais. Os dados apresentados no dashboard foram levantados no projeto Avaliação do Potencial de Níquel do Brasil – Fase 1, e referem-se a empreendimentos na Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia e São Paulo. Essa iniciativa faz parte do Programa Mineração Segura e Sustentável.
“As informações contribuem para atração de investimentos, pois fornecem segurança jurídica e geológica para investidores ao detalhar o teor e o tipo de minério (sulfetado vs. laterítico). Além disso, permitem acompanhar a evolução dos empreendimentos junto à Agência Nacional de Mineração (ANM), ajudando a identificar gargalos e oportunidades de expansão em sistemas supergênicos e magmáticos”, explica a pesquisadora do SGB Lorena Meireles, idealizadora do dashboard. Do ponto de vista da transição energética, o dashboard também tem um papel relevante: “O níquel é um componente essencial para baterias de veículos elétricos. Portanto, ter esse mapeamento claro coloca o Brasil em posição estratégica na cadeia global de energia limpa”, ressalta Lorena Meireles.
O painel interativo mostra dados como nome do projeto, estado, status junto à ANM, sistema mineral, tipo de minério (laterítico ou sulfetado), classificação (depósito ou mina) e estimativas de recursos. A plataforma também permite acompanhar o estágio de maturidade dos empreendimentos, com projetos em diferentes fases, incluindo requerimentos e concessões de lavra. “A interface amigável permite que qualquer cidadão ou interessado utilize filtros por estado, empreendimento ou status para explorar o patrimônio mineral brasileiro, promovendo a democratização da informação científica”, reforça a pesquisadora.
Os dados do SGB revelam que o Brasil tem aproximadamente 2,37 bilhões de toneladas em recursos e cerca de 19,7 milhões de toneladas de níquel contido. A maior parte dos depósitos identificados é do tipo laterítico, que responde por cerca de 83,6% do total, com destaque para o estado do Pará, onde se concentram projetos de grande escala, como Jacaré. Já a Bahia se destaca pela identificação de depósitos sulfetados de alto recurso potencial, como Lagoa Grande e Caboclo dos Mangueiros. O dashboard está disponível no link.
Copiar o textoSaiba as causas comuns e sinais de alerta
Baixar áudioVocê conhece uma criança que voltou a fazer xixi na roupa, reclama de dor ou vai ao banheiro muitas vezes? Pode ser infecção urinária, a segunda infecção mais comum na infância.
Segundo a urologista Dra. Lorena Marçalo, a infecção urinária em crianças pode ser mais grave, pois o sistema urinário ainda está em desenvolvimento.
Em bebês os sinais incluem febre sem causa aparente, irritabilidade, recusa alimentar e choro inconsolável. Em crianças maiores, fique atento a:
Meninas têm mais risco a partir dos 6 meses. Já em meninos, é mais comum nos primeiros meses de vida.
Se notar algum desses sintomas, procure um pediatra ou urologista o quanto antes.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
Copiar o textoSomente em relação à execução municipal, os repasses somam cerca de R$ 585 milhões
Baixar áudioEstados e municípios brasileiros já têm acesso aos valores que irão receber referentes ao complemento para o pagamento do piso nacional da enfermagem, relativo ao mês de janeiro. O montante ultrapassa R$800 milhões.
As quantias podem ser consultadas na Portaria GM/MS nº 10.173, de 22 de janeiro de 2026, publicada pelo Ministério da Saúde no Diário Oficial da União (DOU).
Somente em relação à execução municipal, os repasses somam cerca de R$585 milhões. Já os valores destinados à execução estadual totalizam aproximadamente R$214 milhões.
Reforma Tributária: parlamentares e empresários discutem ajustes na regulamentação
Os recursos são transferidos mensalmente aos entes federados com o objetivo de viabilizar o pagamento do piso salarial aos profissionais da enfermagem. A expectativa é que, com a verba, estados e municípios consigam cumprir o que determina a legislação.
Contudo, o advogado especialista em direito médico Josenir Teixeira alerta para a necessidade de fiscalização da destinação desses recursos, a fim de garantir que os valores cheguem efetivamente aos trabalhadores.
“Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos ao acompanhamento dos repasses que os municípios irão receber, para que esses recursos sejam efetivamente transferidos às empregadoras e, por fim, pagos na folha salarial. Resta verificar se os valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que determina a lei”, avaliou.
Entre os municípios, Maringá (PR), Contagem (MG) e São Gonçalo (RJ) receberão mais de R$ 2 milhões, cada. Outras cidades, como São Bento (PB), Piracicaba (SP) e Portel (PA) devem receber cerca de R$ 300 mil, cada.
| Região | UF | Valor Transferido para Estado | Valor Transferido para Município | Valor Transferido em Janeiro - Total |
|---|---|---|---|---|
| Centro-Oeste | GO | 5.136.783,42 | 12.654.335,43 | 17.791.118,85 |
| Centro-Oeste | MS | 1.906.222,98 | 8.840.964,28 | 10.747.187,26 |
| Centro-Oeste | MT | 1.721.968,25 | 8.975.406,44 | 10.697.374,69 |
| Centro-Oeste | DF | 498.620,66 | - | 498.620,66 |
| Nordeste | BA | 28.965.681,41 | 56.722.749,38 | 85.688.430,79 |
| Nordeste | PE | 36.502.422,57 | 32.864.943,99 | 69.367.366,56 |
| Nordeste | MA | 14.522.920,45 | 46.432.504,20 | 60.955.424,65 |
| Nordeste | CE | 5.681.625,01 | 42.960.963,06 | 48.642.588,07 |
| Nordeste | PB | 6.585.682,66 | 27.840.387,77 | 34.426.070,43 |
| Nordeste | RN | 4.203.745,27 | 17.218.077,03 | 21.421.822,30 |
| Nordeste | PI | 3.726.493,69 | 17.327.899,79 | 21.054.393,48 |
| Nordeste | AL | 2.034.308,81 | 15.663.433,97 | 17.697.742,78 |
| Nordeste | SE | 4.497.335,33 | 6.110.225,29 | 10.607.560,62 |
| Norte | PA | 12.953.139,78 | 36.813.508,40 | 49.766.648,18 |
| Norte | AM | 10.474.879,56 | 12.906.147,46 | 23.381.027,02 |
| Norte | TO | 4.359.665,54 | 6.281.381,57 | 10.641.047,11 |
| Norte | RO | 1.858.620,50 | 5.938.878,04 | 7.797.498,54 |
| Norte | AP | 808.482,06 | 4.534.982,55 | 5.343.464,61 |
| Norte | AC | 2.588.370,82 | 1.376.351,57 | 3.964.722,39 |
| Norte | RR | - | 1.053.737,50 | 1.053.737,50 |
| Sudeste | MG | 5.075.347,75 | 104.884.084,23 | 109.959.431,98 |
| Sudeste | RJ | 4.939.156,08 | 47.256.880,56 | 52.196.036,64 |
| Sudeste | SP | 12.072.669,15 | 29.148.829,99 | 41.221.499,14 |
| Sudeste | ES | 9.027.895,21 | 7.627.828,47 | 16.655.723,68 |
| Sul | PR | 16.710.779,15 | 13.946.378,98 | 30.657.158,13 |
| Sul | RS | 9.957.199,51 | 14.530.654,91 | 24.487.854,42 |
| Sul | SC | 7.580.611,70 | 6.052.919,55 | 13.633.531,25 |
| TOTAL | - | 214.390.627,32 | 585.964.454,41 | 800.355.081,73 |
Entre os estados, o maior volume de recursos foi destinado a Pernambuco, que recebeu mais de R$ 36 milhões. Na sequência aparecem Bahia e Paraná, com cerca de R$ 28 milhões e R$ 16 milhões, respectivamente, considerando os valores de execução estadual e municipal.
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Baixar áudioMais de 4 mil municípios brasileiros apresentam pendências no Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS), o que pode comprometer o acesso a recursos federais destinados à habitação. O alerta consta na Nota Técnica 01/2026 da Confederação Nacional de Municípios (CNM).
De acordo com o levantamento, 5.430 municípios aderiram ao SNHIS, mas apenas 1.423 estão com a documentação regular, o que representa cerca de 26% do total. Na prática, aproximadamente 73% das cidades brasileiras seguem em situação irregular no sistema.
Entre as principais pendências estão a não criação do Fundo Local de Habitação de Interesse Social, a ausência do Conselho Gestor e do Plano Local de Habitação de Interesse Social, além de falhas no envio de informações e relatórios exigidos pela legislação.
A situação é considerada mais crítica em municípios com até 50 mil habitantes, que concentram a maior parte das irregularidades. As regiões Nordeste e Sudeste lideram o número de cidades com pendências, o que pode impactar diretamente a execução de políticas públicas voltadas à moradia.
A CNM tem trabalhado nos pedidos de extensão dos prazos e na oferta de suporte técnico e financeiro aos municípios. A atuação da entidade levou à ampliação dos prazos, formalizada com a publicação, em 2024, da Resolução CGFNHIS nº 60/2024, do Conselho Gestor do Fundo Nacional.
A normativa prorrogou o prazo para que os municípios regularizem a situação do Plano, do Fundo e do Conselho até 31 de janeiro de 2027, além de estabelecer o prazo até 30 de abril de 2028 para a entrega dos Relatórios Anuais de Gestão do Fundo. A regularidade no âmbito do SNHIS, além de reforçar a gestão federativa da política habitacional, previne eventuais impedimentos na contratação de determinadas modalidades do Programa Minha Casa, Minha Vida e de outras iniciativas financiadas com recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.
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Baixar áudioA retomada das reuniões da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) restabeleceu as articulações para a derrubada de vetos presidenciais que devem ser analisados pelo Congresso Nacional ao longo das próximas semanas. O colegiado voltou a se reunir na terça-feira (3).
Um dos temas que têm chamado a atenção da FPA é a tabela do frete que, na avaliação dos congressistas, tem provocado aumento nos custos de escoamento da produção agrícola e pressionado o custo de produção no campo.
Durante os debates, a bancada também analisou dados relacionados ao aumento da fiscalização eletrônica do piso mínimo do frete, iniciada em outubro de 2025. Segundo o colegiado, a medida resultou em um crescimento expressivo no número de autuações. Em 2025, foram realizadas quase 420 mil fiscalizações, que resultaram em mais de 64 mil multas.
Apenas nos primeiros 20 dias de janeiro de 2026, foram aplicadas 35.362 multas — volume que corresponde a cerca de 55% do total de autuações registradas ao longo de todo o ano anterior, mesmo com um número proporcionalmente menor de fiscalizações no período.
De acordo com a FPA, congressistas e entidades ligadas ao setor consideram que a tabela vigente, instituída pela Lei nº 13.703/2018, não contempla adequadamente a sazonalidade, as diferenças regionais nem operações com múltiplos Manifestos Eletrônicos de Documentos Fiscais (MDF-e). O colegiado também avalia que a metodologia aplicada é imprecisa e está desatualizada.
Ex-presidente da FPA, o deputado Sérgio Souza (MDB-PR) demonstrou preocupação com os impactos da política de pisos mínimos. Para ele, o principal prejudicado nesse cenário é o produtor rural.
“O grande desafio do agro neste ano é o custo de produção. O risco fica todo com o produtor rural, enquanto o preço final cresce na ponta da venda e quem acaba ganhando é o atravessador. Precisamos encontrar uma solução, mesmo sabendo que não é simples. O problema da tabela de frete é parte central desse desafio e onera justamente quem mais trabalha pelo país”, afirmou.
Outra prioridade do setor agropecuário é a análise dos vetos relacionados à Faixa de Fronteira e a dispositivos inseridos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Em relação à LDO, o colegiado atua pela recomposição de recursos estratégicos para o setor, com destaque para a subvenção econômica ao Prêmio do Seguro Rural, considerada essencial para a mitigação de riscos climáticos e a garantia de renda ao produtor.
O presidente da Frente, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), defendeu a derrubada dos vetos, apontando a medida como fundamental para garantir segurança jurídica, previsibilidade e condições adequadas de trabalho no campo.
“Temos o veto da Faixa de Fronteira que precisamos derrubar com urgência, pois ele vem gerando problemas para produtores e municípios. Afeta diretamente a segurança jurídica e o sustento dos trabalhadores do campo. O Brasil está vivendo um processo silencioso e contínuo de desconstrução de políticas públicas essenciais ao agro”, declarou.
O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) reforçou a avaliação. Segundo ele, a regulamentação da Faixa de Fronteira é determinante para a proteção do setor produtivo.
“Infelizmente, é um tema ao qual o governo atual dá pouca atenção, mas seguimos lutando porque impacta diretamente o crédito e o financiamento do produtor rural”, completou.
A Faixa de Fronteira corresponde a uma área de até 150 quilômetros de largura ao longo das fronteiras terrestres do Brasil, abrangendo aproximadamente 16,77% do território nacional.
A Lei de Proteção de Cultivares também foi apontada como tema estratégico pelos parlamentares que compõem a FPA. O colegiado avalia que a norma contribui para o fortalecimento da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico no meio rural.
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Eleições 2026: TSE estabelece diretrizes de conduta para reforçar transparência e imparcialidade
Lupion ressaltou que a matéria foi amplamente debatida entre entidades do setor produtivo e defendeu o avanço de sua tramitação no Congresso Nacional.
Na avaliação do diretor-executivo da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Fabrício Rosa, a legislação atual permite que o agricultor adquira sementes sem a obrigatoriedade de remunerar o melhorista.
Segundo ele, embora o modelo preserve a liberdade de compra do produtor, a ausência dessa remuneração compromete os investimentos em pesquisa. “Se não criarmos uma forma de apoiar as empresas de melhoramento genético, elas vão quebrar”, alertou.
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Baixar áudioOs consumidores brasileiros podem enfrentar um aumento temporário na conta de luz com a substituição dos medidores convencionais por equipamentos inteligentes. No entanto, a medida tende a gerar economia e ganhos de eficiência no médio e longo prazos. A avaliação é do Ministério de Minas e Energia (MME), que aponta que os novos dispositivos devem contribuir para a redução de perdas, fraudes, inadimplência e custos operacionais — fatores que hoje pressionam as tarifas de energia elétrica.
“A modernização da medição amplia as possibilidades de escolha e gestão para o consumidor, viabilizando novas modalidades tarifárias, como tarifas diferenciadas por horário, programas de resposta à demanda e maior integração com geração distribuída. Isso permite que o consumidor adapte seu consumo ao seu perfil, com mais transparência, previsibilidade e potencial de economia na conta de luz”, explica o MME.
Os medidores inteligentes são dispositivos digitais avançados que permitem a medição do consumo de energia em tempo real, sem a necessidade de leitura manual. Diferentemente dos medidores eletrônicos atualmente instalados, esses equipamentos podem ser conectados à internet e possuem comunicação direta com as distribuidoras.
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As distribuidoras de energia deverão instalar os medidores inteligentes no prazo de 24 meses, contados a partir de março de 2026, conforme a Portaria Normativa MME nº 126, de 28 de janeiro de 2026. Inicialmente, a instalação deverá contemplar 2% dos consumidores atendidos nas áreas de concessão das empresas até março de 2028.
Segundo o MME, o investimento inicial para a substituição dos medidores será feito pela concessionária. Depois que a ANEEL confirmar a adequação do investimento, o valor é incorporado aos custos reconhecidos da empresa e, consequentemente, repassado à tarifa.
“Adicionalmente, foram previstos mecanismos para mitigar o risco de impacto tarifário, como a utilização de recursos de receitas acessórias próprias e complementares e dos valores arrecadados de ultrapassagem de demanda e excedente reativo pelas distribuidoras para a implantação dos medidores inteligentes”, explicou o ministério.
Apesar do possível aumento inicial na conta de energia, o MME projeta que os medidores inteligentes trarão eficiência e economia ao longo do tempo, beneficiando o consumidor.
Entre os benefícios do sistema com medidores inteligentes estão:
As distribuidoras poderão definir critérios e especificações técnicas na contratação dos equipamentos, sem exigir padronização entre empresas. Consumidores que tiverem os medidores substituídos receberão, prioritariamente, a conta digital, mantendo a opção de fatura física.
Em casos excepcionais, as concessionárias poderão implementar soluções alternativas caso não consigam cumprir a meta estabelecida. O entendimento do governo é de que há maiores dificuldades de implementação em algumas regiões, especialmente no Norte do país, em razão da ausência de infraestrutura adequada de telecomunicações em determinadas localidades.
Nessas situações, as empresas deverão assegurar benefícios superiores aos consumidores, além de direcionar os investimentos à digitalização da rede ou dos serviços de distribuição.
A princípio, não há uma definição de quais municípios serão priorizados. A escolha das unidades consumidoras que receberão os sistemas de medição inteligente considera aspectos de eficiência, redução de perdas não técnicas e custos operacionais, além de melhoria da qualidade do serviço.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em baixa; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta estabilidade
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (5) em baixa no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$118,69, com queda de 0,03%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta desvalorização de 0,17%, sendo negociada a R$124,34.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 118,69 | -0,03% | -0,56% | 22,56 |
| 03/02/2026 | 118,73 | -0,68% | -0,53% | 22,66 |
| 02/02/2026 | 119,54 | 0,15% | 0,15% | 22,74 |
| 30/01/2026 | 119,36 | -0,19% | -11,98% | 22,73 |
| 29/01/2026 | 119,59 | 0,34% | -11,81% | 23,03 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 124,34 | -0,17% | -0,46% | 23,63 |
| 03/02/2026 | 124,55 | -0,26% | -0,29% | 23,77 |
| 02/02/2026 | 124,88 | -0,02% | -0,02% | 23,75 |
| 30/01/2026 | 124,91 | -0,27% | -11,42% | 23,79 |
| 29/01/2026 | 125,25 | 0,16% | -11,18% | 24,12 |
O preço do trigo apresenta alta no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.176,58. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra estabilidade, sendo cotada a R$1.056,90.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 1.176,58 | 0,12% | 0,31% | 223,64 |
| 03/02/2026 | 1.175,13 | 0,61% | 0,18% | 224,30 |
| 02/02/2026 | 1.168,03 | -0,42% | -0,42% | 222,19 |
| 30/01/2026 | 1.172,98 | 0,12% | -0,78% | 223,38 |
| 29/01/2026 | 1.171,60 | -0,28% | -0,90% | 225,65 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 1.056,90 | 0,00% | -0,16% | 200,89 |
| 03/02/2026 | 1.056,90 | -0,13% | -0,16% | 201,74 |
| 02/02/2026 | 1.058,24 | -0,03% | -0,03% | 201,30 |
| 30/01/2026 | 1.058,60 | 0,16% | 1,20% | 201,60 |
| 29/01/2026 | 1.056,96 | 0,00% | 1,05% | 203,57 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (5) registra baixa de 2,03% e a saca de 60 kg é negociada por R$1.931,50, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 1.931,50 | -2,03% | -7,78% | 367,14 |
| 03/02/2026 | 1.971,48 | -4,31% | -5,88% | 376,31 |
| 02/02/2026 | 2.060,33 | -1,63% | -1,63% | 390,73 |
| 30/01/2026 | 2.094,55 | -0,65% | -3,69% | 398,89 |
| 29/01/2026 | 2.108,35 | -2,23% | -3,05% | 406,08 |
O café robusta apresentou desvalorização de 1,46% e está sendo negociado a R$1.079,10.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 1.079,10 | -1,46% | -10,97% | 205,11 |
| 03/02/2026 | 1.095,10 | -5,20% | -9,65% | 209,03 |
| 02/02/2026 | 1.155,13 | -4,69% | -4,69% | 219,07 |
| 30/01/2026 | 1.212,01 | -1,26% | -4,11% | 230,82 |
| 29/01/2026 | 1.227,50 | -0,93% | -2,88% | 236,42 |
O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra baixa, cotada a R$102,82.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 102,82 | -2,83% | -1,97% | 19,54 |
| 03/02/2026 | 105,81 | -0,45% | 0,88% | 20,20 |
| 02/02/2026 | 106,29 | 1,33% | 1,33% | 20,22 |
| 30/01/2026 | 104,89 | 0,10% | -4,64% | 19,98 |
| 29/01/2026 | 104,78 | 0,17% | -4,74% | 20,18 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$108,39; a cotação média apresenta desvalorização de 0,79%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 108,39 | -0,79% | 1,03% | 20,70 |
| 03/02/2026 | 109,25 | 0,88% | 1,83% | 20,91 |
| 02/02/2026 | 108,30 | 0,94% | 0,94% | 20,59 |
| 30/01/2026 | 107,29 | -1,18% | -8,17% | 20,51 |
| 29/01/2026 | 108,57 | -0,10% | -7,07% | 20,90 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$66,44, com alta de 0,24%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 66,44 | 0,24% | 0,51% | 12,63 |
| 03/02/2026 | 66,28 | 0,17% | 0,27% | 12,65 |
| 02/02/2026 | 66,17 | 0,11% | 0,11% | 12,59 |
| 30/01/2026 | 66,10 | 0,21% | -4,89% | 12,59 |
| 29/01/2026 | 65,96 | 0,14% | -5,09% | 12,70 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (5) apresenta valorização; a arroba está sendo negociada a R$333,25, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 333,25 | 1,32% | 1,94% | 63,34 |
| 03/02/2026 | 328,90 | 0,52% | 0,61% | 62,78 |
| 02/02/2026 | 327,20 | 0,09% | 0,09% | 62,24 |
| 30/01/2026 | 326,90 | 0,03% | 2,41% | 62,25 |
| 29/01/2026 | 326,80 | 0,25% | 2,38% | 62,94 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$6,96, com alta de 0,87%, enquanto o frango resfriado fechou a R$7,02, também com alta de 0,86%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 6,96 | 0,87% | -0,43% |
| 03/02/2026 | 6,90 | -0,29% | -1,29% |
| 02/02/2026 | 6,92 | -1,00% | -1,00% |
| 30/01/2026 | 6,99 | -1,13% | -13,92% |
| 29/01/2026 | 7,07 | 0,00% | -12,93% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 7,02 | 0,86% | -0,43% |
| 03/02/2026 | 6,96 | -0,29% | -1,28% |
| 02/02/2026 | 6,98 | -0,99% | -0,99% |
| 30/01/2026 | 7,05 | -1,26% | -13,39% |
| 29/01/2026 | 7,14 | 0,00% | -12,29% |
A carcaça suína especial apresenta estabilidade, sendo negociada a R$10,81, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra estabilidade na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$6,94.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | 10,81 | 0,00% | -2,88% |
| 03/02/2026 | 10,81 | -2,61% | -2,88% |
| 02/02/2026 | 11,10 | -0,27% | -0,27% |
| 30/01/2026 | 11,13 | 0,00% | -13,45% |
| 29/01/2026 | 11,13 | 0,18% | -13,45% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 04/02/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | -4,52% |
| 04/02/2026 | PR - a retirar | 6,72 | 0,00% | -1,03% |
| 04/02/2026 | RS - a retirar | 6,76 | -0,59% | 0,00% |
| 04/02/2026 | SC - a retirar | 6,64 | -0,60% | -1,04% |
| 04/02/2026 | SP - posto | 6,94 | 0,00% | -2,12% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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O Ibovespa encerrou o último pregão em queda expressiva, refletindo um movimento de realização de lucros após a sequência de recordes registrados recentemente. O principal índice da bolsa brasileira chegou a se aproximar da marca dos 180 mil pontos nos momentos mais negativos do dia, em um cenário de correção generalizada.
Segundo especialistas, o movimento foi puxado principalmente pelo desempenho negativo das ações de bancos, que exerceram forte pressão sobre o índice. Além disso, papéis do setor de tecnologia tiveram destaque negativo, com uma das empresas do segmento registrando queda acentuada, o que contribuiu para ampliar as perdas do mercado.
Ao final do pregão, o índice de referência do mercado acionário brasileiro recuou 2,36%, aos 181.708,23 pontos. Para analistas, o ajuste era esperado após o rali recente e não altera, por enquanto, a avaliação estrutural do mercado, que segue atento aos próximos indicadores e ao comportamento do fluxo de investidores.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$35.656.346.431, em meio a 4.314.742 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão praticamente estável, cotado a R$ 5,24. A moeda norte-americana manteve variação próxima de zero ao longo do dia, acompanhando o comportamento do mercado externo.
De acordo com especialistas, o cenário internacional voltou a mostrar sinais de aversão ao risco, com investidores buscando ativos mais seguros. Tensões geopolíticas e ajustes em bolsas internacionais influenciaram o movimento, reforçando a cautela nos mercados emergentes.
No exterior, o índice que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes operava em leve alta, o que contribuiu para a sustentação da cotação. Já no mercado futuro, o contrato do dólar apresentou avanço moderado, refletindo expectativas mais conservadoras para o curto prazo.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,19.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1907 | 0,1615 | 0,1396 | 29,9266 | 0,1482 | 0,2608 | 0,2726 |
| USD | 5,2440 | 1 | 0,8473 | 0,7324 | 156,93 | 0,7772 | 1,3674 | 1,4299 |
| EUR | 6,1925 | 1,1802 | 1 | 0,8644 | 185,22 | 0,9172 | 1,6138 | 1,6876 |
| GBP | 7,1656 | 1,3654 | 1,1569 | 1 | 214,28 | 1,0611 | 1,8670 | 1,9524 |
| JPY | 3,34162 | 0,637207 | 0,53990 | 0,466690 | 1 | 0,4952 | 0,87134 | 0,91116 |
| CHF | 6,7473 | 1,2868 | 1,0902 | 0,9424 | 201,94 | 1 | 1,7595 | 1,8400 |
| CAD | 3,8350 | 0,7313 | 0,6196 | 0,5356 | 114,77 | 0,5684 | 1 | 1,0454 |
| AUD | 3,6691 | 0,6994 | 0,5926 | 0,5122 | 109,75 | 0,5435 | 0,9563 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados da Bahia, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (4), a situação de emergência em cinco cidades afetadas por desastres nos estados da Bahia, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Norte. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Arara e Catolé do Rocha, na Paraíba, enquanto Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, a cidade de Ibirataia, na Bahia, foi castigada por fortes chuvas, enquanto Dom Bosco, em Minas Gerais, obteve o reconhecimento federal de situação de emergência por caus de queda de granizo.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta quinta-feira (5), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com pancadas de chuva para os três estados ao longo do dia. Há possibilidade de queda de granizo no Paraná e em Santa Catarina pela manhã e de nevoeiro no Rio Grande do Sul.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do Rio Grande do Sul, que deve ficar sob poucas nuvens. O Paraná e o extremo-nordeste de Santa Catarina devem amanhecer sob pancadas de chuva isoladas, acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste do Paraná. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo no litoral do Paraná e extremo-noroeste catarinense, além de nevoeiro para todo o centro-leste do Rio Grande do Sul e extremo-sul catarinense.
Durante a tarde, as pancadas de chuva se estendem ao litoral de Santa Catarina e a toda a porção centro-sudeste do Rio Grande do Sul, se mantendo acompanhadas de trovoadas no extremo-noroeste do Paraná.
À noite, as pancadas de chuva se restringem ao centro-noroeste do Paraná.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de grande perigo de onda de calor para o centro-oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e o extremo-sudoeste do Paraná, alerta de perigo potencial de baixa umidade para o centro-oeste gaúcho e extremo-sudoeste catarinense, além de alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o norte e leste do Paraná e nordeste do litoral de Santa Catarina e alerta de perigo de chuvas intensas para o litoral do Paraná e norte do litoral catarinense.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO concurso 3605 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (04/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3606, que será realizado na quinta-feira, 05 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 03 - 04 - 07 - 10 - 12 - 13 - 14 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48 |
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17 |
R$ 408 |
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18 |
R$ 2.448 |
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19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Centro-Oeste, nesta quinta-feira (5), indica a presença de muitas nuvens e pancadas de chuva para toda a região, com possibilidade de trovoadas em todos os estados ao longo do dia. Há, ainda, previsão de chance de queda de granizo em Goiás e Mato Grosso, pela manhã.
O dia já amanhece com a previsão de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região. As pancadas de chuva chegam acompanhadas de trovoadas em quase toda a região — à exceção do nordeste de Mato Grosso —, e há previsão de possibilidade de queda de granizo para a porção central do extremo-sul de Mato Grosso e extremo-nordeste de Goiás.
Durante a tarde, as pancadas de chuva se mantêm sobre toda a região, mas as trovoadas deixam o oeste e extremo-sul de Mato Grosso do Sul e norte de Mato Grosso.
À noite, toda a região volta a estar coberta pelas pancadas de chuva com trovoadas.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Distrito Federal, Goiás, centro-norte de Mato Grosso do Sul e sudeste de Mato Grosso.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta quinta-feira (5), é de céu com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para toda a região ao longo do dia, com maior intensidade a partir da tarde. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para Minas Gerais no início do dia.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção do Espírito Santo, extremo-leste do Rio de Janeiro e nordeste de Minas Gerais, onde não deve chover —, acompanhadas de trovoadas no centro-oeste, norte e leste mineiros, extremo-noroeste do Rio e oeste de São Paulo. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para o extremo-noroeste de Minas Gerais.
Durante a tarde, as pancadas de chuva isoladas tomam toda a região, mas as trovoadas se restringem ao centro-sul do Espírito Santo, centro-norte e extremo-oeste de Minas Gerais e oeste de São Paulo.
À noite, as pancadas de chuva se mantêm sobre toda a região, e as trovoadas tomam quase todo o estado mineiro — à exceção dos extremos-sul e norte —, o norte do Rio de Janeiro e o oeste paulista.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para toda a região, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais, sul do Espírito Santo e norte e extremo-sul do litoral de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta quinta-feira (5), indica céu com muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva com trovoadas para quase todos os estados ao longo do dia. As precipitações devem cobrir quase toda a região durante todo o dia e ter maior intensidade à noite. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para o Tocantins durante o início do dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção de Roraima, Amapá, noroeste do Pará e porção central do norte do Amazonas, onde não deve chover —, com trovoadas em todo o Acre, Rondônia, centro-sul e oeste do Amazonas e centro-sudeste do Tocantins. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o extremo-sudeste do Tocantins.
Durante a tarde, as pancadas de chuva avançam sobre parte do noroeste do Pará e o extremo-leste do Amapá. As trovoadas se restringem ao Acre, Rondônia, centro-oeste do Amazonas e centro-sul e leste do Tocantins.
À noite, as pancadas de chuva isoladas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas vindo acompanhadas de trovoadas em todo o Acre, Rondônia, Tocantins, quase todo o Amazonas — à exceção do norte central — e centro-sul do Pará.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima e extremos-noroeste do Pará e do Amapá —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o centro-nordeste do Pará e para os extremos-norte e sul do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Manaus e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta quinta-feira (5), indica céu de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção do litoral leste. Há, ainda, previsão de trovoadas para a maior parte dos estados ao longo do dia, além de possibilidade de queda de granizo para a Bahia, Piauí e Pernambuco de manhã.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção do litoral leste entre a Paraíba e a Bahia. As pancadas de chuva amanhecem acompanhadas de trovoadas em todo o centro-oeste da Bahia, centro-sul do Piauí, extremo-oeste de Pernambuco e extremo-sudeste do Maranhão. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo no oeste baiano, sudeste do Piauí e extremo-oeste de Pernambuco.
Durante a tarde, as pancadas de chuva se mantêm quase sobre as mesmas áreas — deixando o Rio Grande do Norte e tomando o extremo-sul do litoral baiano —, mas as trovoadas se restringem ao centro-sul e norte do Maranhão, centro-sudoeste do Piauí e oeste da Bahia.
À noite, as pancadas de chuva deixam a maior parte da Bahia — se restringindo aos extremos-oeste e sul —, se mantendo acompanhadas de trovoadas apenas no centro-sul do Maranhão e extremo-oeste do Piauí.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção de Sergipe, Alagoas, centro-leste de Pernambuco e leste da Bahia —, alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para todo o litoral entre o Piauí e a Bahia, além de alerta de perigo de chuvas intensas para a faixa central do Maranhão e do Piauí, centro-sudoeste do Ceará e extremo-noroeste de Pernambuco.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em João Pessoa e Teresina. Já a máxima pode chegar até 32°C, também em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6039, divulgado nesta quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica Ju Lucrei, de São Carlos/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Sorte Grande em Campo Grande/MS, enquanto a aposta feita na Conquista Loterias LTDA em Rio Claro/SP, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Lotérica Cosmópolis, no Cosmópolis/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.503,00 foi da Boulevard Loterias, em Rio Claro/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 024287 | LOTERICA JA LUCREI | SAO CARLOS/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 082044 | SORTE GRANDE | CAMPO GRANDE/MS | R$ 35.000,00 |
| 3º | 045561 | CONQUISTA LOTERIAS LTDA | VARGEM GRANDE DO SUL/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 044868 | LOTERICA COSMOPOLIS | COSMOPOLIS/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 080001 | BOULEVARD LOTERIAS | RIO CLARO/SP | R$ 20.363,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete que custam R$ 4,00 cada com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como as dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em Agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades :
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
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Baixar áudioO Ministério da Cultura informa que foi rescindido, de forma unilateral, o Termo de Colaboração firmado com o Instituto de Articulação de Juventude da Amazônia, o IAJA, no âmbito do Programa Nacional dos Comitês de Cultura, no estado do Amazonas.
A decisão tem como base a Lei nº 13.019, de 2014, que institui o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, e foi publicada no Diário Oficial da União no dia 23 de dezembro de 2025.
A rescisão ocorreu após a conclusão de um procedimento administrativo regularmente instaurado, no qual foram assegurados o contraditório e a ampla defesa. Durante a análise, foram identificadas impropriedades na execução da parceria, consideradas incompatíveis com a sua continuidade.
O Ministério esclarece que, embora a decisão de rescisão já esteja concluída, seguem em andamento as etapas legais posteriores, especialmente a análise da prestação de contas. Caso sejam identificados elementos que justifiquem novos encaminhamentos, estes serão realizados aos órgãos de controle competentes, nos termos da legislação, a partir de avaliação técnica, sem qualquer tipo de antecipação.
Em relação à eventual substituição da entidade executora, o Ministério da Cultura informa que não há previsão de convocação automática de outra organização. O edital de chamamento público que originou a parceria teve sua vigência encerrada em novembro de 2025, não produzindo efeitos para novas convocações.
O Ministério destaca ainda que o Programa Nacional dos Comitês de Cultura segue ativo no estado por meio da atuação dos Agentes Territoriais de Cultura. Atualmente, o estado conta com onze agentes, distribuídos em nove regiões, incluindo Manaus, Parintins, Tefé, Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira.
Esses agentes desenvolvem ações em diálogo com diversos segmentos culturais, beneficiando comunidades urbanas e rurais, povos indígenas, populações ribeirinhas, mulheres negras e indígenas, mestres e mestras das culturas populares, produtores culturais independentes, coletivos e Pontos de Cultura.
Para 2026, o Ministério da Cultura informa que está em elaboração uma estratégia de fortalecimento das organizações sociais da cultura no estado do Amazonas, reafirmando o compromisso com a continuidade e a capilaridade das políticas culturais no território.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta terça-feira (3), o repasse de R$ 1,7 milhão para ações de recuperação em dois municípios afetados por desastres.
Receberão recursos as cidades de Estrela, no Rio Grande do Sul, e Engenheiro Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Cultura celebra e acompanha com expectativa a presença do Brasil no Oscar 2026, com o filme O Agente Secreto entre os destaques da maior premiação do cinema mundial.
A produção brasileira conquistou quatro indicações: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e Melhor Seleção de Elenco. A cerimônia acontece no dia 15 de março, em Los Angeles.
Para o Ministério da Cultura, o reconhecimento internacional reflete o fortalecimento das políticas públicas para o audiovisual e o amadurecimento da indústria cinematográfica brasileira.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou o momento vivido pelo cinema nacional.
“O Brasil é um país que tem uma audiovisual, uma indústria cinematográfica que mostra o seu potencial, né? Uma indústria amadurecida, audiovisual brasileiro, cinema brasileiro e agora está numa janela de oportunidades imensa.”
O filme, dirigido por Kleber Mendonça Filho, já acumula mais de cinquenta prêmios internacionais e é resultado de investimentos estruturantes, como os R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para sua realização e R$ 750 mil para a etapa de comercialização.
O FSA, principal mecanismo de fomento à indústria cinematográfica e audiovisual no Brasil, é um fundo público que financia desde o desenvolvimento de roteiros e a produção de filmes e séries até a distribuição, além da comercialização e a modernização de salas de cinema.
Segundo a ministra, o compromisso do Ministério da Cultura é garantir que mais obras brasileiras alcancem reconhecimento dentro e fora do Brasil.
“Nós, do Ministério da Cultura, a nossa intenção é continuar fazendo o nosso melhor para que cada vez mais possamos apoiar, produzir e patrocinar obras do nosso cinema, como também todas as ações que fazem parte do setor cultural brasileiro. Estamos aqui torcendo pelo Oscar, mas também esse anúncio agora do Festival de Berlim. Nós temos mais de 50 obras aí de coprodução, colaboração internacional para serem estreadas ainda esse ano e isso tudo é a por uma política que lançamos de chamada de coprodução internacional no começo de 2024. Então nós estamos aí começando a acolher alguns frutos.”
Além da expectativa pelo Oscar, o cinema brasileiro também comemora novas conquistas internacionais, com produções nacionais selecionadas para festivais e mercados globais por meio de políticas de coprodução internacional.
Saiba mais clicando aqui.
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Baixar áudioA Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) se reuniu nesta terça-feira (3), em Brasília, com representantes do setor produtivo e da sociedade civil para debater a regulamentação da Reforma Tributária sobre o Consumo. Este foi o primeiro encontro de deputados e senadores do bloco após o recesso de fim de ano. O tema foi considerado prioritário pelos participantes, já que 2026 marca o início efetivo da vigência da reforma.
Presente na reunião, o vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman Cardoso, avaliou positivamente o encontro e destacou a retomada do diálogo com o setor produtivo.
“Há boas novidades e sinalizações positivas. Existe uma crença muito grande de que a reforma tributária, embora não seja a ideal, possa contribuir para o desenvolvimento do país”, afirmou.
Cardoso também chamou atenção para os pontos que ainda precisam ser melhorados na reforma, especialmente para as empresas optantes pelo Simples Nacional.
“O sistema foi aprimorado a partir de pleitos apresentados pela CACB, mas ainda temos muitos desafios. A perda de competitividade é um deles. Então, segue aberto o diálogo para que possamos implementar alterações pela frente e resgatar a competitividade do Simples Nacional no novo modelo de tributação”, destacou.
Atualmente, quando uma pequena empresa vende para outra enquadrada no regime do Lucro Real, a compradora credita integralmente o valor devido a título de PIS e Cofins — os chamados créditos tributários.
No novo modelo, esse aproveitamento de créditos passa a ser proporcional ao montante recolhido pelo fornecedor, de acordo com a faixa em que estiver enquadrado no Simples. Como o regime possui uma carga tributária reduzida, o crédito gerado será menor do que o gerado em compras feitas de empresas do regime geral, o que pode levar grandes companhias a priorizarem fornecedores fora do Simples.
O deputado Domingos Sávio (PL-MG) ressaltou a importância do Simples Nacional como um instrumento constitucional de incentivo às micro e pequenas empresas, por meio da simplificação tributária e da menor carga de impostos.
“Com a proibição de incentivos, o Simples tende a sofrer duras consequências por perder capacidade competitiva frente aos grandes fornecedores. Mas nós precisamos ter abertura para continuar debatendo o assunto”, afirmou.
A solução prevista na própria reforma é permitir que a empresa saia do Simples apenas em relação aos tributos sobre consumo — IBS e CBS — e passe a recolhê-los pelo regime geral (com crédito e débito).
Para o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA), essa alternativa representa, na prática, o enfraquecimento do Simples Nacional.
“Informalmente decreta-se a finalização da microempresa do Simples Nacional. A ideia é que possamos ter algum tipo de compensação por isso. Porque, senão, ele vai estar fora do mercado. Nós discutimos sobre isso durante a reforma. O governo diz que entende, mas, infelizmente, não apresentou uma solução”, disse.
Além da regulamentação da reforma tributária, a reunião também abordou outros temas de interesse do setor produtivo, como a redução da jornada de trabalho e os impactos da redução de benefícios fiscais previstos na Lei Complementar nº 224/2025.
VEJA MAIS:
Copiar o textoO setor mineral brasileiro deverá investir US$ 76,9 bilhões no período 2026-2030, de acordo com estimativas divulgadas pelo IBRAM. O valor representa um aumento de 12,5% em relação à estimativa anterior, para o período 2025-2029, que somava US$ 68,4 bilhões.
O segmento de minério de ferro lidera as intenções de investimento, com US$ 19,8 bilhões (+ 1,1% em relação ao período anterior), seguido pelo item Projetos Socioambientais, contemplado com US$ 14,7 bilhões (um expressivo aumento de 29,7%). Os outros segmentos com maior volume de investimentos planejados são: Logística, com US$ 11,3 bilhões (+ 3,4%); Cobre, com US$ 8,6 bilhões (aumento de 18%); Fertilizantes, com US$ 6,88 bilhões (+23,3%); Níquel, com US$ 4,7 bilhões (+24,2%), Terras Raras, com 2,4 bilhões (+ 10,4%); Ouro, com US$ 2,4 bilhões (aumento de 14,7%); Bauxita, com US$ 1,2 bilhão (redução de -5,4%); Lítio, com US$ 1,17 bilhão (+7,1%); Titânio, com US$ 900 milhões (+ 7,1%); e Zinco, com US$ 382 milhões (aumento de 981,9%).
Ainda de acordo com o IBRAM, houve um crescimento de 15,2% nas projeções de investimentos em projetos de minerais críticos e estratégicos, que aumentaram de US$ 18,5 bilhões para US$ 21,3 bilhões.
O IBRAM também divulgou que o valor da produção mineral brasileira registrou crescimento de 10,3% em 2025, totalizando R$ 298,8 bilhões, puxado pelo minério de ferro, que apesar dos preços mais baixos respondeu por R$ 157,2 bilhões do total da produção no ano, o que equivale a 52,6% do faturamento total da indústria mineral em 2025. Os estados de Minas Gerais, Pará e Bahia, lideraram o faturamento do setor no ano.
Segundo Fernando Azevedo, vice-presidente do IBRAM, que assume interinamente a presidência após o falecimento de Raul Jungmann, “os resultados apurados pelo IBRAM evidenciam uma indústria com desempenho econômico robusto, forte inserção no comércio exterior e ampliação do ciclo de investimentos, em especial em minerais considerados estratégicos para o futuro da economia”. Ele reforça que o momento geopolítico global amplia o interesse pelos minerais críticos por parte de nações e blocos de países interessados em concretizar planos de desenvolvimento em diferentes áreas, em especial energia limpa e tecnologia.
Em termos de comércio exterior, o setor mineral exportou cerca de 431 milhões de toneladas de produtos, com uma alta de 7,1% em volume, resultando em receitas de aproximadamente US$ 46 bilhões (+6,2% em dólares frente a 2024), sendo que o minério de ferro respondeu por 62,8% do total exportado. Já as importações minerais somaram US$ 8,5 bilhões em 2025, com leve alta de 0,1% em valor e queda de 1,3% em toneladas, refletindo menor dependência externa em alguns insumos estratégicos.
O saldo da balança comercial mineral alcançou US$ 37,6 bilhões no ano, montante equivalente a 55% do saldo total da balança comercial brasileira, que fechou em US$ 68,3 bilhões.
A arrecadação total de tributos e encargos do setor, segundo o IBRAM, cresceu cerca de 10% em 2025, alcançando R$ 103 bilhões. Desse total, a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) somou R$ 7,9 bilhões. Em 2024 o setor havia recolhido R$ 93,4 bilhões em tributos e encargos.
No que se refere ao mercado de trabalho, a indústria mineral registrou 229.312 empregos diretos em novembro de 2025, excluídos petróleo e gás. Entre janeiro e novembro, foram criadas 8.330 novas vagas formais no setor.
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Baixar áudioAs indústrias de pequeno porte fecharam as atividades em 2025 piores do que em 2024, com recuo do desempenho e das finanças. O cenário foi revelado pelo Panorama da Pequena Indústria (PPI), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no último dia 2.
A pesquisa mostra que o índice de desempenho das indústrias de pequeno porte registrou média de 45,5 pontos no 4º trimestre do ano passado, contra média de 46,8 pontos no mesmo recorte de 2024. Conforme a CNI, as indústrias de pequeno porte representam 94,2% das empresas industriais.
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A análise demonstra que apesar do índice que mede a situação financeira das pequenas indústrias ter subido 0,5 ponto na passagem do 3º para o 4º trimestre do ano passado, o indicador terminou 2025 abaixo do patamar registrado no fim de 2024, apontando que houve piora das finanças dessas empresas.
Os empresários das pequenas indústrias apontaram a elevada carga tributária como o principal problema enfrentado pelo setor no 4º trimestre de 2025 – apontado por 42,7% dos empresários da indústria de transformação e por 44,7% dos industriais da construção.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que a alta carga tributária afeta a competitividade da pequena indústria.
“A elevada carga tributária tira competitividade das empresas, tanto na hora de exportar quanto na hora de competir com importados. Soma-se a isso a complexidade do nosso sistema tributário, que amplia esse problema”, explica Marcelo Azevedo.
A falta ou alto custo de trabalhador qualificado aparece em segundo lugar do ranking de principais problemas para a pequena indústria de transformação, com 29,2%. Em relação à pequena indústria da construção, o segundo maior problema é a falta ou alto custo de mão de obra não qualificada, com 30,9%.
Para ambos os segmentos, as taxas de juros elevadas aparecem em terceiro lugar na lista das preocupações – com 27,6% e 30,9% das respostas, respectivamente.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da pequena indústria manteve os 47,9 pontos de dezembro de 2025 a janeiro de 2026. Com isso, o indicador chegou a 14 meses abaixo da linha de 50 pontos, o que reflete o pessimismo persistente entre os empresários do segmento.
A cautela sobre o futuro também foi apontada pela pesquisa. O índice de perspectivas registrou 47,4 pontos em janeiro de 2026, abaixo dos 48,2 pontos observados no mesmo mês do ano passado. O indicador de perspectivas pondera a expectativa de demanda/atividade, número de empregados e intenção de investimento nos próximos seis meses.
O Panorama da Pequena Indústria (PPI) é uma publicação trimestral realizada com base nos resultados da Sondagem Industrial, da Sondagem Indústria da Construção e do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI).
A CNI considera três variáveis para calcular o índice de desempenho, sendo produção, utilização do parque industrial e número de empregados.
Já o índice de situação financeira considera a avaliação dos empresários a respeito da margem de lucro operacional, condições financeiras e facilidade de acesso ao crédito.
Ambos vão de 0 a 100 pontos. Pelo índice, quanto maior o número, melhor o desempenho ou a situação financeira no período.
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Baixar áudioA presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, reforçou o compromisso da Justiça Eleitoral com a ética, a transparência e a confiança da sociedade ao declarar aberto o Ano Judiciário Eleitoral de 2026, nesta terça-feira (2). Em ano de eleições gerais, a ministra destacou a necessidade de uma atuação ainda mais responsável, rigorosa e imparcial por parte da magistratura eleitoral.
Segundo a presidente do TSE, a legitimidade do Poder Judiciário está diretamente vinculada à confiança pública, o que exige condutas claras, decisões bem fundamentadas e independência absoluta diante de pressões políticas ou interesses particulares. A ministra ressaltou que a transparência é um dever permanente e que desvios éticos não serão tolerados.
Durante o pronunciamento, Cármen Lúcia antecipou as dez recomendações que serão apresentadas oficialmente aos presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), no próximo dia 10 de fevereiro. As orientações servirão como parâmetro para a atuação de juízas e juízes eleitorais em todo o país ao longo do processo eleitoral de 2026.
Ao encerrar o discurso, a ministra Cármen Lúcia destacou que o cumprimento rigoroso dessas diretrizes é fundamental para garantir a liberdade do voto, a confiança da sociedade no sistema eleitoral e o fortalecimento da democracia brasileira.
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Baixar áudioCinco entidades políticas representantes do setor produtivo lançaram, nesta terça-feira (3), um grupo de trabalho para acompanhar e ajudar a explicar as novidades do novo sistema tributário no país. O Monitor da Implementação da Reforma Tributária é uma iniciativa das frentes parlamentares do Empreendedorismo (FPE), do Comércio e Serviços (FCS), da Agropecuária (FPA), do Biodiesel (FPBio) e do Etanol (FPEtanol).
O painel vai ser formado por parlamentares, técnicos tributaristas, empresários e servidores da Receita Federal, com reuniões a cada duas semanas e início após o Carnaval. O objetivo é promover discussões e debates sobre a implementação da reforma no país, fortalecendo a transparência, o diálogo institucional e o papel do Poder Legislativo.
Segundo o presidente da FPE, deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), a atuação do grupo vai servir de ponte entre os empreendedores e o fisco. “É importante que a gente possa ter esse caminho, um caminho sem burocracia, sem atropelo, sem partidarismo, mas precisamos dar essa tranquilidade para vocês durante a implantação da reforma”, afirmou o parlamentar para representantes de associações empresariais.
Pedro Lupion (Republicanos-PR), presidente da FPA, declara que é natural as dúvidas quanto à implementação das novas regras tributárias, por isso a iniciativa é bem-vinda. “O que a gente espera é uma implementação mais previsível e operacionalmente viável. Uma redução de incertezas, custos e conformidades e riscos de litigiosidade. Qualificação do diálogo institucional, melhoria das decisões regulatórias, propostas objetivas tecnicamente fundamentadas e com rastreabilidade”.
Para o coordenador das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Economia Verde, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), diálogo é a principal palavra para o grupo. “Eu sei que nós temos vários escritórios, vários competentes advogados tributaristas e a ideia que possa ser também um espaço de elucidação de questões, para que problemas possam ser aqui levantados pelas entidades, encaminhamentos, sugestões e propostas sendo também feitas ao Executivo”, esclareceu o político.
O ano de 2026 marca o início da chamada fase de testes operacionais do novo sistema de impostos instituído pela Reforma Tributária. A mudança prevê a extinção gradual de cinco tributos — IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS — e a implantação do IVA dual brasileiro, composto pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual e municipal, e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de âmbito federal.
Confira as principais etapas da transição:
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Baixar áudioDados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) revelam que o Rio de Janeiro conta com 21 cidades com receita orçamentária acima de R$ 1 bilhão. Dessas, pelo menos cinco estão entre as que têm o maior volume de recursos provenientes da extração de petróleo.
Para se ter uma ideia, só em 2024, municípios como Maricá, Macaé, Niterói, Saquarema e Campos dos Goytacazes receberam R$ 10,6 bilhões em royalties e participações especiais cobradas sobre campos de grande produtividade. Esse montante corresponde a 59% dos R$ 18 bilhões transferidos a todas as cidades fluminenses.
O estado do Rio de Janeiro e os municípios situados na unidade da federação, juntos, receberam R$ 44 bilhões, ou 75% da renda do petróleo distribuída para todo o país. Os dados constam em estudo publicado em 2025 pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).
A concentração de recursos em poucos municípios tem chamado a atenção de entidades que atuam junto aos interesses dos entes locais, como a Confederação Nacional de Municípios (CNM), que tem encabeçado uma campanha em defesa da mudança na distribuição dos recursos, alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2012.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, avalia que a ampla concentração desse tipo de receita nos cofres de poucos municípios é uma das maiores distorções do federalismo fiscal brasileiro. Para ele, é preciso levar em conta que os royalties decorrem da extração de petróleo em alto-mar, e não do território desses entes locais.
“É bom lembrar que, constitucionalmente, os recursos naturais da plataforma continental, como o petróleo, pertencem à União, não havendo qualquer razão para que se indenizem os municípios ditos produtores, muito menos com base em um critério de confrontação geográfica desses municípios com campos de petróleo localizados em alto-mar”, destaca.
Em 2025, a Petrobras bateu recorde de produção no pré-sal, atingindo um volume de 2,45 milhões de barris de óleo e gás diariamente. No Brasil, os royalties e participações especiais são distribuídos conforme previsão na Lei nº 9.478/1997. A norma estabelece prioridade às cidades confrontantes com campos produtores ou que sediam instalações industriais relacionadas à produção petrolífera.
O intuito é garantir que esses municípios possam obter recursos necessários para administrar pressões relacionadas à infraestrutura, provocadas pelo aumento da população, ou eventuais impactos ambientais, como explica o especialista em orçamento público Cesar Lima.
“É fato que alguns municípios concentram, sem necessariamente ter uma força industrial, recursos advindos desses royalties. Mas é uma previsão legal. É claro que o dinheiro é importante para todos os municípios; a própria Constituição fala que os recursos que estão ali são da União. O que temos que ver é que esses municípios estão na linha de frente caso aconteça algum desastre ambiental”, avalia.
“A lei foi mudada para melhorar essa distribuição. Contudo, esses municípios, com receio de perderem muitos recursos, entraram na Justiça e hoje está se aguardando uma decisão do STF em relação a essa repartição dos royalties, principalmente do pré-sal, que hoje é a maior fonte de distribuição de royalties para esses municípios”, acrescenta.
Em 2012, o Congresso aprovou nova lei com distribuição igualitária dos recursos entre todos os municípios. Contudo, essa alteração foi derrubada por liminar da Suprema Corte, a pedido do governo do estado do Rio de Janeiro, que depende de forma significativa desses recursos.
“Infelizmente, essa mudança foi barrada liminarmente no Supremo Tribunal Federal, e estamos esperando há mais de 13 anos que os ministros finalmente tomem uma decisão de mérito sobre o assunto, abrindo as portas para o futuro”, pontua Paulo Ziulkoski.
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Com exceção de Macaé, que é sede das operações na Bacia de Campos, onde nasceu a indústria do petróleo marítimo no Brasil, as outras quatro cidades bilionárias têm instalações menos significativas ligadas ao setor.
Porém, a expectativa é de que esse cenário de arrecadação elevada seja mantido, apesar da redução nas cotações internacionais do petróleo e do recuo da produção de alguns dos campos da região.
Uma projeção da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) aponta que, em 2029, Saquarema receberá cerca de R$ 3,7 bilhões. Maricá ficará com aproximadamente R$ 1,8 bilhão. O município de Niterói, por sua vez, ficará com R$ 850 milhões. Araruama também seguirá com receita estimada acima de R$ 800 milhões.
Nesse contexto, os prefeitos de Maricá e do Rio de Janeiro, Washington Quaquá e Eduardo Paes, anunciaram, no início de dezembro de 2025, um acordo que visa ao compartilhamento de royalties do petróleo com os municípios de São Gonçalo, Guapimirim e Magé. O documento passará por análise do STF e pode acabar com a disputa judicial acerca da divisão de royalties entre as cidades.
“É justo do ponto de vista técnico, porque somos todos da mesma região. Atuar de forma coletiva é fundamental para que cada município tenha seu próprio orçamento e capacidade de realizar projetos que melhorem a vida da população”, disse Washington Quaquá.
Por meio de nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) afirmou que as discussões em torno da distribuição dos royalties do petróleo são relevantes, mas defendeu a necessidade de um debate mais detalhado dentro do conjunto das finanças municipais.
“As receitas provenientes do petróleo são importantes, mas representam apenas uma parcela do orçamento público local. Em 2024, as receitas totais dos municípios brasileiros somaram cerca de R$ 1,3 trilhão, enquanto os royalties e participações especiais corresponderam a aproximadamente 2,74% desse total”, defendeu.
O problema relacionado à extrema concentração da renda do petróleo em poucos entes da federação foi objeto de avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU 005.361/2023-0), publicada em 2024.
Pelos termos do documento, a utilização de critérios de distribuição desenvolvidos na década de 1980, para um cenário produtivo completamente diferente do atual, torna o modelo de divisão dos recursos obsoleto e desconexo, potencializando as desigualdades regionais.
O tribunal destacou ainda que esse cenário permite a criação de uma “loteria geográfica”, ao garantir PIB per capita de países desenvolvidos a municípios que, por acaso, estão localizados em frente às reservas.
Além disso, um estudo do Programa Macrorregional de Caracterização de Rendas Petrolíferas (PMCRP) mostra que as receitas do petróleo somaram R$ 94,9 bilhões para estados e municípios brasileiros em 2024. Desse valor, R$ 58,22 bilhões são relacionados a royalties, e R$ 36,68 bilhões, a participações especiais.
O estado do Rio de Janeiro concentra as cidades mais dependentes desses recursos. Arraial do Cabo, por exemplo, tem 72% de seu orçamento financiado pelo petróleo. Em Saquarema, a porcentagem chega a 66%. Maricá atinge 63%; e Macaé, 30%.
O levantamento mostra ainda que a Bacia de Santos passou de 3% da produção nacional em 2010 para mais de 77% em 2024, consolidando-se como o principal polo de petróleo do país. Os números entre os municípios ficaram divididos da seguinte forma:
Alguns desses municípios criaram fundos soberanos para guardar o dinheiro dos royalties. No caso de Maricá (RJ), o valor acumulado até o fim de 2025 ultrapassa R$ 2 bilhões. Esse fundo, criado no município em 2017, reserva entre 1% e 5% do valor total da arrecadação oriunda de royalties e participações especiais.
Já em Niterói (RJ), o montante somava R$ 1,5 bilhão até o dia 8 de janeiro de 2026. De maneira geral, esses recursos são aplicados em ativos financeiros. Contudo, em 2020, ficou autorizada a aplicação de até 70% dos recursos do fundo para custeio de políticas públicas municipais criadas para mitigação dos impactos econômicos e sociais provocados por pandemias, conforme definição da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além disso, a utilização desses valores em Niterói é admitida em caso de frustração de receitas, ou seja, quando a arrecadação de royalties ou de participação especial ficar abaixo do estimado pela ANP para o exercício fiscal corrente e do previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA). Nessa situação, o fundo poderá cobrir até 50% da frustração da receita estimada, desde que o valor não represente mais de 20% do montante total do fundo naquele ano.
Diante disso, o especialista em orçamento público Cesar Lima considera necessário avaliar se, apesar dessa reserva e da destinação concentrada dos royalties, esses municípios têm organização e capacidade concretas para enfrentar adversidades econômicas ou ambientais.
“[É importante saber se o problema será resolvido pelo município] ou se, mais uma vez, vai recair na conta da União, como aconteceu em Brumadinho e Mariana. [Naqueles casos], apesar de o acordo judicial ter garantido muitos recursos para a reconstrução, uma parte significativa ainda foi absorvida pela União”, lembrou.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, entende como positiva a criação de fundos soberanos, por envolver a reserva de parte dos recursos provenientes da extração atual do petróleo para gerações futuras. Porém, para ele, não faz sentido restringir o uso desses recursos a poucos municípios.
“Essa visão de que o petróleo é de todos os brasileiros foi o que definiu, em 2012, a aprovação de uma lei alterando as regras de distribuição dos royalties, prevendo que uma parcela maior dos recursos fosse dividida entre todos os estados e municípios”, concluiu.
Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2023, 25 municípios concentraram 34,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, indicador que representa a soma de bens e serviços produzidos no país.
Contudo, no grupo de cinco municípios com as perdas mais intensas de participação no PIB nacional, todos tinham a economia relacionada à exploração de petróleo. Maricá (RJ) registrou queda de 0,3 ponto percentual. Em Niterói (RJ) e Saquarema (RJ), o recuo foi de 0,2 ponto percentual em cada uma. Ilhabela (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ) completam a lista, ambos com redução de 0,1 ponto percentual.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quarta-feira (4) em alta de 0,52%. A arroba é negociada a R$ 328,90, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 328,90 | 0,52% | 0,61% | 62,78 |
| 02/02/2026 | 327,20 | 0,09% | 0,09% | 62,24 |
| 30/01/2026 | 326,90 | 0,03% | 2,41% | 62,25 |
| 29/01/2026 | 326,80 | 0,25% | 2,38% | 62,94 |
| 28/01/2026 | 326,00 | 0,90% | 2,13% | 62,50 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,29%, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,29%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 6,90, enquanto a segunda é comercializada a R$ 6,96.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 6,90 | -0,29% | -1,29% |
| 02/02/2026 | 6,92 | -1,00% | -1,00% |
| 30/01/2026 | 6,99 | -1,13% | -13,92% |
| 29/01/2026 | 7,07 | 0,00% | -12,93% |
| 28/01/2026 | 7,07 | -0,28% | -12,93% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 6,96 | -0,29% | -1,28% |
| 02/02/2026 | 6,98 | -0,99% | -0,99% |
| 30/01/2026 | 7,05 | -1,26% | -13,39% |
| 29/01/2026 | 7,14 | 0,00% | -12,29% |
| 28/01/2026 | 7,14 | -0,28% | -12,29% |
A carcaça suína especial também volta a apontar queda de 2,61% no preço, sendo negociada a R$ 10,81 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 10,81 | -2,61% | -2,88% |
| 02/02/2026 | 11,10 | -0,27% | -0,27% |
| 30/01/2026 | 11,13 | 0,00% | -13,45% |
| 29/01/2026 | 11,13 | 0,18% | -13,45% |
| 28/01/2026 | 11,11 | 0,00% | -13,61% |
O preço do suíno vivo registra valorização de 0,15% em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, e desvalorização de 0,59% no Paraná, de 0,74% em Santa Catarina e de 1,56% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,68 e R$ 6,94.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,15% | -4,52% |
| 03/02/2026 | PR - a retirar | 6,72 | -0,59% | -1,03% |
| 03/02/2026 | RS - a retirar | 6,80 | 0,15% | 0,59% |
| 03/02/2026 | SC - a retirar | 6,68 | -0,74% | -0,45% |
| 03/02/2026 | SP - posto | 6,94 | -1,56% | -2,12% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (4) em queda de 4,31%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.971,48 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 1.971,48 | -4,31% | -5,88% | 376,31 |
| 02/02/2026 | 2.060,33 | -1,63% | -1,63% | 390,73 |
| 30/01/2026 | 2.094,55 | -0,65% | -3,69% | 398,89 |
| 29/01/2026 | 2.108,35 | -2,23% | -3,05% | 406,08 |
| 28/01/2026 | 2.156,49 | -1,33% | -0,84% | 413,44 |
O café robusta teve baixa de 5,20% no preço, sendo comercializado a R$ 1.095,10.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 1.095,10 | -5,20% | -9,65% | 209,03 |
| 02/02/2026 | 1.155,13 | -4,69% | -4,69% | 219,07 |
| 30/01/2026 | 1.212,01 | -1,26% | -4,11% | 230,82 |
| 29/01/2026 | 1.227,50 | -0,93% | -2,88% | 236,42 |
| 28/01/2026 | 1.239,04 | -3,37% | -1,97% | 237,55 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,45% e é cotada a R$ 105,81.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 105,81 | -0,45% | 0,88% | 20,20 |
| 02/02/2026 | 106,29 | 1,33% | 1,33% | 20,22 |
| 30/01/2026 | 104,89 | 0,10% | -4,64% | 19,98 |
| 29/01/2026 | 104,78 | 0,17% | -4,74% | 20,18 |
| 28/01/2026 | 104,60 | -0,33% | -4,90% | 20,05 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 0,88%, sendo negociada a R$ 109,25 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 109,25 | 0,88% | 1,83% | 20,91 |
| 02/02/2026 | 108,30 | 0,94% | 0,94% | 20,59 |
| 30/01/2026 | 107,29 | -1,18% | -8,17% | 20,51 |
| 29/01/2026 | 108,57 | -0,10% | -7,07% | 20,90 |
| 28/01/2026 | 108,68 | -1,67% | -6,98% | 20,96 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 66,28, após alta de 0,17%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 66,28 | 0,17% | 0,27% | 12,65 |
| 02/02/2026 | 66,17 | 0,11% | 0,11% | 12,59 |
| 30/01/2026 | 66,10 | 0,21% | -4,89% | 12,59 |
| 29/01/2026 | 65,96 | 0,14% | -5,09% | 12,70 |
| 28/01/2026 | 65,87 | -0,53% | -5,22% | 12,63 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta baixa no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (4) em baixa, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve desvalorização de 0,68% e é negociado a R$ 118,73; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,26% e é cotada a R$ 124,55.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 118,73 | -0,68% | -0,53% | 22,66 |
| 02/02/2026 | 119,54 | 0,15% | 0,15% | 22,74 |
| 30/01/2026 | 119,36 | -0,19% | -11,98% | 22,73 |
| 29/01/2026 | 119,59 | 0,34% | -11,81% | 23,03 |
| 28/01/2026 | 119,18 | -0,54% | -12,11% | 22,85 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 124,55 | -0,26% | -0,29% | 23,77 |
| 02/02/2026 | 124,88 | -0,02% | -0,02% | 23,75 |
| 30/01/2026 | 124,91 | -0,27% | -11,42% | 23,79 |
| 29/01/2026 | 125,25 | 0,16% | -11,18% | 24,12 |
| 28/01/2026 | 125,05 | 0,23% | -11,32% | 23,97 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,61% no Paraná e desvalorização de 0,13% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.175,13, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.056,90.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 1.175,13 | 0,61% | 0,18% | 224,30 |
| 02/02/2026 | 1.168,03 | -0,42% | -0,42% | 222,19 |
| 30/01/2026 | 1.172,98 | 0,12% | -0,78% | 223,38 |
| 29/01/2026 | 1.171,60 | -0,28% | -0,90% | 225,65 |
| 28/01/2026 | 1.174,84 | -0,13% | -0,62% | 225,24 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 03/02/2026 | 1.056,90 | -0,13% | -0,16% | 201,74 |
| 02/02/2026 | 1.058,24 | -0,03% | -0,03% | 201,30 |
| 30/01/2026 | 1.058,60 | 0,16% | 1,20% | 201,60 |
| 29/01/2026 | 1.056,96 | 0,00% | 1,05% | 203,57 |
| 28/01/2026 | 1.056,96 | -0,04% | 1,05% | 202,64 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 1,58%, no patamar recorde de 185.674 pontos, após renovar a máxima histórica intradia aos 187.674 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela divulgação da ata da última reunião do Copom, que confirmou a sinalização do início de um afrouxamento monetário em março, e pelos ganhos dos “pesos pesados” com a entrada de capital internacional em meio à liquidação dos mercados estadunidenses.
Durante a sessão, o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou a ata da última reunião, realizada na última quarta-feira (28), confirmando a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano e a sinalização para o início de um afrouxamento monetário em março.
Segundo o documento, “em se confirmando o cenário esperado”, o comitê antevê iniciar o afrouxamento monetário na próxima reunião, com o ritmo e a magnitude dos cortes sendo definidos a cada reunião e sujeitos à evolução de fatores que confirmem o atingimento da meta para a inflação.
Analistas do setor argumentam que a ata do Copom reforçando a possibilidade do início do ciclo de cortes em março ainda manteria o diferencial de juros elevado. A reação do mercado à ata foi a de elevação das apostas para uma redução de 0,50% na Selic para a próxima reunião, chegando a um patamar de 14,50% ao ano.
Além disso, o crescimento do Ibovespa foi empurrado pelos “pesos pesados”, após a entrada de capital internacional decorrente da liquidação dos mercados estadunidenses. As ações da Vale subiram 4,9% e encerraram o pregão na maior cotação histórica, sendo as mais negociadas da B3. A Petrobras também teve seus papéis entre os mais negociados, e teve alta de 1,4%. Já os bancos subiram em bloco, na expectativa pelos balanços referentes ao quarto trimestre de 2025.
Segundo a B3, o volume de capital internacional aportado na bolsa brasileira em janeiro foi maior do que o montante de todo 2025. Graças à rotação global, investidores estrangeiros aportaram R$26,3 bilhões na B3 no primeiro mês de 2026, após os R$25,5 bilhões aportados durante o ano passado.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Grupo Toky SA (TOKY3): +10,00%
Paranapanema S.A. (PMAM3): +8,82%
Ações em queda no Ibovespa
Allianca Saude e Participacoes SA - ALLIAR (AALR3): -6,64%
Anima Holding SA (ANIM3): -6,24%
O volume total negociado na B3 foi de R$36.314.432.623, em meio a 4.386.729 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,18% frente ao real, cotado a R$5,25, interrompendo o ritmo de ganhos das últimas sessões. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando queda de 0,18%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela ata da última reunião do Copom, que confirmou a sinalização do início de um afrouxamento monetário em março, pelo alívio das tensões geopolíticas no exterior e por um acordo firmado na Câmara dos Deputados dos EUA para encerrar a paralisação parcial da máquina pública do país.
Durante a sessão, o Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou a ata da última reunião, realizada na última quarta-feira (28), confirmando a manutenção da taxa Selic em 15% ao ano e a sinalização para o início de um afrouxamento monetário em março.
Segundo o documento, “em se confirmando o cenário esperado”, o comitê antevê iniciar o afrouxamento monetário na próxima reunião, com o ritmo e a magnitude dos cortes sendo definidos a cada reunião e sujeitos à evolução de fatores que confirmem o atingimento da meta para a inflação.
Analistas do setor argumentam que a ata do Copom reforçando a possibilidade do início do ciclo de cortes em março ainda manteria o diferencial de juros elevado e contribuiu para a pressão de baixa sobre o dólar durante a sessão. A reação do mercado à ata foi a de elevação das apostas para uma redução de 0,50% na Selic para a próxima reunião, chegando a um patamar de 14,50% ao ano.
No exterior, o alívio das tensões geopolíticas contribuíram para a movimentação do câmbio durante a sessão. Além disso, o Congresso dos EUA aprovou um acordo entre os dois partidos visando dar fim à paralisação parcial (shutdown) da máquina pública do país, em curso desde o último sábado (1º). A proposta, que segue para sanção do presidente Donald Trump, pretende restaurar o financiamento já expirado para as áreas de defesa, saúde, trabalho, educação, habitação e outras agências, junto a outros adendos e negociações.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,10%, cotado a R$6,20.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1906 | 0,1613 | 0,1392 | 29,6893 | 0,1478 | 0,2600 | 0,2719 |
| USD | 5,2465 | 1 | 0,8464 | 0,7305 | 155,77 | 0,7755 | 1,3642 | 1,4267 |
| EUR | 6,1996 | 1,1814 | 1 | 0,8631 | 184,03 | 0,9162 | 1,6117 | 1,6856 |
| GBP | 7,1837 | 1,3689 | 1,1587 | 1 | 213,23 | 1,0616 | 1,8674 | 1,9531 |
| JPY | 3,36811 | 0,641993 | 0,54340 | 0,468988 | 1 | 0,4978 | 0,87578 | 0,91592 |
| CHF | 6,7653 | 1,2895 | 1,0915 | 0,9420 | 200,87 | 1 | 1,7592 | 1,8399 |
| CAD | 3,8458 | 0,7330 | 0,6204 | 0,5355 | 114,19 | 0,5685 | 1 | 1,0459 |
| AUD | 3,6777 | 0,7010 | 0,5933 | 0,5120 | 109,18 | 0,5436 | 0,9562 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o textoO concurso 2968 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (03/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O prêmio para o próximo sorteio está marcado para quinta-feira (05), está estimado em R$ 144.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
10 - 11 - 22 - 26 - 36 - 46
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO concurso 3604 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (03/02/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 1 apostador acertou as 15 dezenas e levou para casa o prêmio de R$ 1.879.379,37. O bilhete premiado foi adquirido em São José do Rio Preto (SP). De acordo com o Censo Demográfico de 2022, o município possui cerca de 480.439 habitantes. A cidade consolidou-se como um dos principais polos de saúde, serviços e comércio do interior de São Paulo, apresentando paisagens icônicas como o Parque da Represa Municipal, o Mercado Municipal e a Basílica Menor de Nossa Senhora Aparecida.
O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3604, que será realizado na terça-feira, 03 de fevereiro de 2026, está estimado em R$ 1.800.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 06 - 07 - 08 - 11 - 13 - 15 - 16 - 19 - 21 - 22 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
|
Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
|
15 |
R$ 3,50 |
|
16 |
R$ 48 |
|
17 |
R$ 408 |
|
18 |
R$ 2.448 |
|
19 |
R$ 11.628 |
|
20 |
R$ 46.512 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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