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Baixar áudioO Sudeste tem terça-feira (20) de atenção redobrada, já que a região aparece destacada pelo próprio INMET, no informativo semanal, como uma das áreas com maiores acumulados de chuva previstos entre os dias 13 e 20 de outubro, ao lado do Paraná, de Goiás, de Mato Grosso do Sul e do Amazonas. Minas Gerais é um dos estados citados nesse cenário:
Belo Horizonte e grande parte do estado seguem com muitas nuvens ao longo do dia, com máxima de 30°C, mas o Triângulo Mineiro e o Centro-Sul do estado, áreas que vinham sendo citadas em avisos de tempestade nos dias anteriores, merecem atenção redobrada de quem acompanha o interior mineiro, já que a instabilidade na região tem sido mais recorrente do que na capital nas últimas semanas.
O Rio de Janeiro também está entre os estados de maior volume de chuva previsto para esta semana. A capital tem manhã com nevoeiro, evoluindo para muitas nuvens ao longo da tarde e da noite, sem previsão de chuva significativa para esta terça-feira especificamente, com máxima de 27°C. Mas a Região Serrana e a Baixada Fluminense, áreas historicamente mais sensíveis a temporais, seguem sob influência do mesmo padrão de instabilidade que tem marcado o estado ao longo de outubro, de acordo com os avisos emitidos pelo INMET nos dias anteriores.
O Espírito Santo mantém possibilidade de chuva isolada ao longo de todo o dia, tanto em Vitória quanto no restante do estado, incluindo o Sul capixaba, área que também apareceu em avisos de tempestade recentes do INMET; a máxima na capital fica em 26°C, a mais baixa entre as quatro capitais do Sudeste.
Já São Paulo tem manhã de nevoeiro, evoluindo para muitas nuvens ao longo da tarde e da noite, sem chuva relevante prevista para a capital nesta terça, mas o interior paulista, principalmente o Vale do Paraíba e a região serrana, tem mantido comportamento mais instável nas semanas recentes, também mencionado em avisos anteriores do INMET; a máxima na capital paulista fica em 22°C. Os ventos no Sudeste seguem entre fracos e moderados, com rajadas presentes à tarde e à noite em praticamente todas as capitais e em boa parte do interior.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPalmas, no Tocantins, segue com calor e risco de temporais; Pará e Amapá têm chuva isolada
Baixar áudioA terça-feira (20) traz um cenário de instabilidade que não se limita às capitais do Norte, atingindo o interior de pelo menos três estados com mais força. No Acre, a chuva com trovoadas acompanha praticamente todo o estado ao longo do dia, não apenas Rio Branco, mas também municípios do interior, como os da região do Juruá e do Purus, que costumam ser atingidos pelo mesmo sistema de instabilidade que atua sobre a capital, com máxima de 33°C.
Rondônia tem o dia mais crítico da região: chuva com trovoadas é esperada pela manhã, tarde e noite tanto na capital Porto Velho quanto no Vale do Guaporé e no Cone Sul do estado, com máxima de 33°C.
Roraima também amanhece com possibilidade de chuva isolada em Boa Vista, mas o quadro se intensifica ao longo do dia, com pancadas de chuva à tarde e trovoadas à noite, um padrão que tende a se repetir em municípios do centro e do sul do estado, como Mucajaí e Caracaraí, áreas historicamente mais instáveis nesta época do ano. A máxima na capital roraimense chega a 37°C.
Já o Pará e o Amapá têm um dia mais ameno, com possibilidade de chuva isolada ao longo de todo o dia tanto em Belém quanto no Amapá como um todo, sem grande risco de temporais. O interior paraense, principalmente o sudeste do estado, tende a ficar mais seco do que a capital neste momento do ano. As máximas ficam em 35°C em Belém e 34°C em Macapá, com umidade bastante elevada, podendo chegar a 98% em Belém, uma das mais altas do país neste dia.
O Amazonas segue com possibilidade de chuva isolada pela manhã e tarde em Manaus, evoluindo para pancadas mais consistentes à noite, um comportamento que também costuma se estender ao interior do estado, sobretudo ao sul e ao sudoeste amazonense, áreas de transição com Rondônia e Acre, onde a umidade tende a ser ainda maior.
Já o Tocantins se destaca pelo contraste: Palmas e praticamente todo o estado seguem sob forte calor, com máxima de 35°C, mas mantêm risco de pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia, um padrão típico da primavera na região, quando o ar quente e seco do Cerrado encontra bolsões de umidade vindos da Amazônia.
Os ventos no Norte seguem fracos na maior parte dos estados, mas o volume de chuva e as trovoadas recomendam atenção de quem estiver em áreas rurais ou de difícil acesso no Acre, em Rondônia e em Roraima.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Nordeste tem terça-feira (20) com grande diferença de comportamento entre os seus nove estados, o que reforça a importância de olhar para cada região com atenção, e não apenas para as capitais.
A Bahia concentra o maior risco do dia: Salvador e praticamente todo o litoral baiano do Recôncavo ao Extremo Sul têm previsão de pancadas de chuva desde a manhã, evoluindo para trovoadas isoladas à noite, com máxima de 29°C. Esse padrão também costuma atingir o Centro-Sul baiano, área que nos últimos dias já vinha sendo citada em avisos do INMET por conta da umidade mais elevada vinda do oceano.
Já o Piauí vive a situação oposta: Teresina deve ser, segundo os dados enviados, a capital mais quente de todo o Brasil nesta terça-feira, com máxima de 39°C, um calor que se estende por praticamente todo o estado, sobretudo pelo sul piauiense, área historicamente mais seca e quente nesta época do ano, mesmo com possibilidade de chuva isolada ao longo do dia.
O interior do Maranhão segue um comportamento parecido ao de São Luís, com muitas nuvens e máxima de 32°C. Não há previsão de chuva relevante prevista, nem na capital nem no interior do estado.
No litoral, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará seguem com muitas nuvens ao longo do dia, sem previsão de chuva significativa, um padrão que vale tanto para as capitais (Aracaju, Maceió, João Pessoa, Recife, Natal e Fortaleza) quanto para boa parte do interior desses estados, já que o Nordeste, de forma geral, segue com tempo predominantemente seco nesta reta final de outubro.
As temperaturas nesses seis estados ficam bastante homogêneas, entre 29°C e 31°C. Os ventos na região variam entre fracos e moderados, com rajadas presentes principalmente no litoral à tarde e à noite, mas sem grande risco associado nesta terça-feira, exceto na Bahia, onde a combinação de chuva e trovoadas pede atenção, especialmente para quem está em áreas costeiras ou de baixada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioEmpresas brasileiras do setor audiovisual poderão negociar projetos e prospectar parcerias internacionais durante a 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, realizada de 14 a 29 de outubro. Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos organizou o ApexBrasil Business Hub, espaço voltado a reuniões de negócios e ao contato com delegações estrangeiras, como parte da programação do VI Encontro de Ideias Audiovisuais.
O intuito da iniciativa é ampliar as oportunidades de negócios em áreas como produção, distribuição, coprodução e prestação de serviços especializados. De acordo com a Agência, estão previstas delegações do Reino Unido, da China, da Argentina e da França, que poderão conhecer projetos e empresas brasileiras.
A diretora de Negócios da ApexBrasil, Maria Paula Velloso, enfatiza que a expectativa é que as produtoras brasileiras sejam contempladas com negócios internacionais.
“Queremos transformar a presença de profissionais internacionais na mostra em oportunidades concretas para o audiovisual brasileiro. Nosso objetivo é criar um ambiente em que as empresas possam apresentar seus projetos, identificar parceiros e estabelecer conexões que resultem em novos negócios”, afirma.
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A Mostra reúne filmes de diferentes países e promove discussões sobre tendências, narrativas e mudanças no setor cinematográfico. O VI Encontro de Ideias Audiovisuais, por sua vez, terá atividades voltadas ao mercado e à criação de novas parcerias.
A programação contará ainda com um painel da ApexBrasil sobre a contribuição do audiovisual para a balança comercial brasileira. A Agência destaca que o setor não se limita à venda de filmes e séries, já que também envolve serviços de distribuição, coprodução, tecnologia, locações e infraestrutura para filmagens. Essas atividades, segundo a ApexBrasil, podem gerar empregos qualificados e receitas provenientes do exterior.
“O audiovisual é uma indústria criativa, mas também é uma indústria de serviços, tecnologia e negócios internacionais. Quando uma produção estrangeira encontra no Brasil profissionais, infraestrutura, locações e empresas capazes de atender às suas necessidades, estamos falando também de exportação de serviços e de geração de valor para a economia brasileira”, afirma Maria Paula.
A participação na mostra faz parte da estratégia da ApexBrasil para ampliar a presença da economia criativa brasileira no mercado internacional. O intuito é fortalecer a atuação do país tanto na produção de conteúdo quanto no desenvolvimento de parcerias para projetos audiovisuais em âmbito global.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta segunda-feira (19), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de outubro para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O valor também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
Copiar o textoEquipamento ainda está em fase de testes mas está previsto para chegar ao mercado em 2027
Baixar áudioO Ecossistema Dakila apresentou, no domingo (11), o Multigerador de Energia Quântica, desenvolvido em parceria com a S&S Tecnologia. O lançamento ocorreu na Cidade Zigurats, em Corguinho (MS), e reuniu mais de mil pessoas de diferentes estados e países. A demonstração foi conduzida por Urandir Fernandes de Oliveira, fundador e presidente do ecossistema, com participação de Helton Marques, coordenador do projeto, e do engenheiro eletricista Severiano Castelo.
Segundo a desenvolvedora, o equipamento utiliza uma energia inicial armazenada em capacitores para dar partida a um motor elétrico, que aciona um gerador responsável por transformar a energia mecânica em eletricidade. O que os desenvolvedores apresentam como diferencial é a retroalimentação: parte da energia produzida volta ao próprio sistema para manter o funcionamento, ideia resumida no slogan "Energia que gera mais energia". A equipe chama de geração exponencial a produção que, segundo ela, se potencializa de forma contínua. O aparelho inclui ainda uma fonte chamada de "energia solar artificial" e frequências programáveis, que permitiriam adotar padrões diferentes conforme a aplicação.
Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61, Helton Marques descreveu o projeto em termos mais amplos. Segundo ele, o equipamento foi concebido para gerar energia elétrica limpa, contínua e autônoma, independente das redes de distribuição e de fontes fósseis: "O sistema baseia-se na captura e conversão de campos energéticos ambientais integrados a um circuito de retroalimentação inteligente, smart feedback. Essa arquitetura permite que o sistema gerencie seu próprio fluxo interno, estabilizando a saída de energia e mantendo a operação contínua, com alta eficiência e sem perdas energéticas significativas", afirma.
A principal novidade, segundo o coordenador, está no que a equipe chama de placas solares virtuais: "A grande virada de chave tecnológica do projeto, fruto de décadas de estudos, foi a capacidade de desenvolver uma técnica na qual o inversor detecta placas solares virtuais. Enquanto os sistemas fotovoltaicos tradicionais dependem de inversores conectados a painéis solares físicos instalados nos telhados, o Multigerador gera e simula a presença dessas placas virtualmente, diretamente no sistema, eliminando a dependência de painéis físicos, espaços no telhado e incidência de luz solar", destaca.
Marques diz ainda que projetos semelhantes fracassaram no passado por seguirem modelos simplistas, sem viabilidade real ou sem controle dinâmico de carga. Para ele, o Multigerador se diferencia pela retroalimentação inteligente e pela progressão geométrica de energia, que proporcionariam, nas palavras dele, "eficiência incomparável".
De acordo com os desenvolvedores, o protótipo de grandes dimensões exibido no evento teria capacidade para abastecer até 15 residências, conforme as condições de uso. A equipe também prevê versões compactas, com tamanho aproximado ao de um frigobar, para instalação em casas individuais. Urandir Fernandes de Oliveira citou como possibilidades um carregador portátil de celular que não precisaria ser recarregado e a adaptação da tecnologia a carros voadores, para ampliar a autonomia de voo de cerca de 40 minutos a uma hora.
Para o coordenador, o potencial da invenção é de revolucionar o sistema de energia elétrico. “Eliminando a dependência de concessionárias de energia, reduzindo drasticamente custos operacionais e residenciais, e oferecendo uma solução sustentável de impacto ambiental zero. O potencial é de alcance global, milhões de pessoas, desde residências urbanas e isoladas até comunidades remotas, hospitais, escolas e operações militares, inclusive, ou industriais em áreas sem infraestrutura de rede, garantindo autonomia e segurança energética contínua”, celebra Marques.
Marques afirma que o projeto está em fase avançada de consolidação tecnológica e jurídica, e a meta é iniciar a venda em 2027. Recentemente, foi finalizado e assinado, em Brasília, o memorial descritivo legal e o documento de co-invenção. Segundo o coordenador, a iniciativa saiu da validação conceitual e da prototipagem para a estruturação de expansão de mercado, testes de campo e preparação para produção em larga escala. O cronograma comercial e a tabela de preços ainda estão sendo definidos, e a meta de médio ou longo prazo, segundo o coordenador, é democratizar o acesso, de modo que qualquer pessoa ou instituição possa adquirir o equipamento depois da fabricação em escala.
O coordenador diz que o equipamento se baseia em princípios de física avançada e engenharia, fruto da parceria entre o inventor e engenheiro eletricista Francisco Severino dos Santos, ele próprio e Urandir Fernandes de Oliveira, e que o projeto conta com documentação jurídica e respaldo de instituições de pesquisa, como a Dakila Pesquisas. Como objetivo, cita levar a tecnologia ao reconhecimento científico internacional, "comprovados seus princípios e resultados", e menciona a esperança de contribuir no futuro para um Prêmio Nobel para o Brasil. A equipe também faz referência aos estudos de Nikola Tesla e prevê propostas experimentais sobre possíveis interações entre energia, frequências, campos e sistemas biológicos.
Copiar o textoPesquisa mostra que pequenas empresas têm mais dificuldades para obter crédito adequado
Baixar áudioDuas em cada três indústrias (65,3%) que buscaram crédito entre fevereiro e julho de 2026 recorreram a bancos comerciais tradicionais para obter financiamento de curto e médio prazo, com vencimento em até cinco anos. O percentual supera o registrado em 2025, quando 61% das empresas apontaram essas instituições como principal fonte de recursos. Os dados são da Sondagem Especial nº 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
No financiamento de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os bancos comerciais tradicionais também foram a principal fonte de recursos, citados por 49,5% das empresas industriais que buscaram essa modalidade de crédito. Em 2025, o percentual havia sido de 51%.
Para a analista de Políticas e Indústria da CNI, Maria Virgínia Colusso, recorrer aos bancos comerciais tradicionais não é, por si só, um problema. O desafio é encontrar financiamentos com custos, volumes e prazos compatíveis com as necessidades das empresas.
Nesse contexto, a diversificação das fontes de financiamento é importante para ampliar as possibilidades de acesso a recursos adequados às diferentes demandas do setor produtivo.
“O ideal é que as empresas tenham acesso a diferentes fontes de financiamento para financiar suas atividades. Isso permitiria a elas encontrarem, com um pouco mais de facilidade, fontes de financiamento que atendam de fato às suas necessidades em relação a prazo, custo e montante desses financiamentos, permitindo não só o pagamento de despesas correntes, mas também a expansão da capacidade produtiva”, afirma Colusso.
O capital próprio foi a segunda fonte de financiamento de curto e médio prazo mais citada pelas empresas industriais que buscaram crédito no período, com 23,6% das menções. Os bancos de desenvolvimento ficaram em terceiro lugar, com 18,5%.
No crédito de longo prazo, a ordem foi inversa: os bancos de desenvolvimento foram citados por 29,5% das empresas, enquanto o capital próprio foi mencionado por 23,1%.
Segundo Colusso, o uso de recursos próprios pode representar uma decisão estratégica, mas merece atenção quando ocorre por falta de alternativas de financiamento.
“Utilizar o capital próprio como fonte de financiamento pode ser uma escolha estratégica dessa empresa industrial. Mas isso passa a ser algo relevante quando deixa de ser uma escolha e passa a ser uma necessidade da empresa, porque o custo do crédito está muito elevado ou porque ela está tendo dificuldade de acesso a esse financiamento”, destaca.
Para a maioria das empresas industriais que contrataram ou renovaram crédito, o valor aprovado correspondeu ao montante solicitado. No financiamento de curto e médio prazo, 62,1% receberam o volume de recursos de que necessitavam. No crédito de longo prazo, o percentual foi de 61%.
Por outro lado, cerca de uma em cada quatro empresas relatou ter recebido menos recursos do que precisava. Entre as que contrataram ou renovaram crédito de curto e médio prazo, 24,9% afirmaram que o valor aprovado foi menor ou muito menor do que o solicitado. No financiamento de longo prazo, o percentual chegou a 26,4%.
Já a aprovação de valores superiores aos necessários foi menos frequente: ocorreu em 11,1% das operações de curto e médio prazo e em 10,8% das de longo prazo.
A análise por porte mostra que as pequenas empresas enfrentam as maiores dificuldades para obter o volume de crédito necessário. Nessa categoria, 33,3% receberam recursos inferiores às suas necessidades no financiamento de curto e médio prazo. No longo prazo, o percentual foi ainda maior, de 34,4%.
Entre as médias e grandes empresas, os percentuais de insuficiência dos valores aprovados variaram de 21% a 27,7%, conforme o porte e a modalidade de financiamento.
Maria Virgínia Colusso ressalta que as empresas menores enfrentam obstáculos tanto para conseguir crédito quanto para obter o montante considerado adequado ao financiamento de suas atividades.
“Essas dificuldades podem estar relacionadas ao fato de as pequenas empresas terem maiores dificuldades de apresentar as garantias exigidas pelas instituições financeiras para conceder o crédito, comprovar capacidade de pagamento, além de terem menor poder de barganha para negociar as condições de financiamento”, explica.
A pesquisa também avaliou as condições de acesso ao crédito e de renovação das operações. Entre as empresas industriais que renovaram linhas de curto e médio prazo no período, 53,9% afirmaram que as condições gerais permaneceram semelhantes às anteriores.
Para 24,8% das empresas, as condições de renovação foram piores ou muito piores. Já 19,7% relataram condições melhores ou muito melhores.
No financiamento de longo prazo, 53,2% dos entrevistados disseram que as condições de renovação permaneceram semelhantes. Outros 17,8% avaliaram que elas ficaram piores ou muito piores, enquanto 26,9% apontaram melhora nas condições de financiamento.
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Baixar áudioO fim da escala de trabalho 6x1 para trabalhadores de empresas terceirizadas que prestam serviços aos municípios pode gerar um impacto de R$ 5,14 bilhões por ano nos cofres municipais. A estimativa é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em uma pesquisa realizada com gestores locais.
Segundo a entidade, o custo anual total da redução da jornada de trabalho pode chegar a R$ 6,6 bilhões, incluindo R$ 1,49 bilhão em despesas com a contratação direta de servidores.
O levantamento considera o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê a redução do limite da jornada semanal de 44 para 40 horas.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, avalia que a mudança exigirá a ampliação das equipes das empresas terceirizadas para manter o atual nível de prestação dos serviços públicos. Segundo ele, esses custos adicionais deverão ser repassados às prefeituras, pressionando os orçamentos municipais.
“Os municípios já enfrentam orçamentos no limite e não têm recursos para custear essa medida. Sem uma previsão orçamentária devida, muitos serviços podem ser afetados, prejudicando a população”, alerta.
A pesquisa ouviu gestores de 2.146 municípios, o equivalente a 38,6% das cidades brasileiras. Do total de participantes, 75% afirmaram contratar serviços terceirizados.
A dependência desse modelo de contratação varia conforme o porte do município. Com base nessa diferença, a CNM estima que a redução da jornada poderá gerar uma despesa adicional média anual de R$ 447 mil para cidades de pequeno porte. Nos municípios de médio porte, o impacto chega a R$ 2,2 milhões, enquanto nas grandes cidades pode alcançar R$ 28,8 milhões por ano.
De acordo com o levantamento, mais de 1 milhão de trabalhadores terceirizados prestam serviços às prefeituras brasileiras. Em 21% das administrações municipais consultadas, esse contingente supera cem profissionais.
Entre os serviços terceirizados mais comuns estão:
A pesquisa também investigou os principais motivos para a contratação de empresas terceirizadas. A razão mais citada foi a demanda por serviços superior à capacidade do quadro próprio de funcionários, apontada por 57% dos gestores. Em seguida, aparecem a redução de custos, incluindo despesas com pessoal (42%), e a dificuldade de manter profissionais nas equipes municipais (40%).
Na avaliação da CNM, os resultados mostram que a terceirização está consolidada como instrumento de gestão nos municípios, tanto para atender à demanda por serviços públicos quanto para contornar a insuficiência de servidores nos quadros próprios.
Diante da dependência desse modelo de contratação, a entidade avalia que a redução da jornada poderá pressionar os contratos com as empresas prestadoras de serviços e gerar despesas adicionais bilionárias para as prefeituras. Segundo a CNM, a falta de recursos para absorver esses custos pode comprometer a continuidade e a qualidade dos serviços oferecidos à população.
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Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (19) com alta de 1,52%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.601,25 na cidade de São Paulo.
O café robusta teve baixa de 0,50%, sendo comercializado a R$ 963,28.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 1.601,25 | 1,52% | 1,55% | 315,52 |
| 15/10/2026 | 1.577,21 | 0,38% | 0,02% | 309,38 |
| 14/10/2026 | 1.571,19 | 1,55% | -0,36% | 311,99 |
| 13/10/2026 | 1.547,28 | 1,01% | -1,88% | 308,10 |
| 09/10/2026 | 1.531,88 | -0,85% | -2,85% | 307,30 |
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 963,28 | -0,50% | -2,25% | 189,81 |
| 15/10/2026 | 968,10 | -0,47% | -1,76% | 189,90 |
| 14/10/2026 | 972,64 | 0,15% | -1,30% | 193,14 |
| 13/10/2026 | 971,18 | 1,03% | -1,45% | 193,38 |
| 09/10/2026 | 961,31 | 0,57% | -2,45% | 192,84 |
O preço do açúcar cristal apresentou aumento de 0,85% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 125,74.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 125,74 | 0,85% | 3,81% | 24,78 |
| 15/10/2026 | 124,68 | 0,60% | 2,94% | 24,46 |
| 14/10/2026 | 123,94 | 0,13% | 2,33% | 24,61 |
| 13/10/2026 | 123,78 | 0,50% | 2,20% | 24,65 |
| 09/10/2026 | 123,16 | 0,46% | 1,68% | 24,71 |
Em Santos (SP), houve baixa de 0,10%, e a mercadoria é negociada a R$ 138,50 na média de preços sem impostos.
Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 138,50 | -0,10% | 10,25% | 27,25 |
| 15/10/2026 | 138,64 | 0,89% | 10,36% | 27,44 |
| 14/10/2026 | 137,42 | -0,79% | 9,39% | 27,24 |
| 13/10/2026 | 138,51 | 4,15% | 10,26% | 27,65 |
| 09/10/2026 | 132,99 | -0,20% | 5,87% | 26,66 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 64,85, após alta de 0,06%.
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 64,85 | 0,06% | -5,56% | 12,78 |
| 15/10/2026 | 64,81 | -0,95% | -5,62% | 12,71 |
| 14/10/2026 | 65,43 | -0,24% | -4,72% | 12,99 |
| 13/10/2026 | 65,59 | -2,61% | -4,49% | 13,06 |
| 09/10/2026 | 67,35 | 0,25% | -1,92% | 13,51 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (19) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.
No interior paranaense, o grão apresenta alta de 0,04%, com a saca negociada a R$ 148,77. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,06%, levando a cotação para R$ 154,61.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 148,77 | 0,04% | -3,96% | 29,31 |
| 15/10/2026 | 148,71 | -0,03% | -4,00% | 29,17 |
| 14/10/2026 | 148,75 | 0,52% | -3,98% | 29,54 |
| 13/10/2026 | 147,98 | -0,22% | -4,47% | 29,47 |
| 09/10/2026 | 148,31 | 0,11% | -4,26% | 29,75 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 154,61 | -0,06% | -4,30% | 30,47 |
| 15/10/2026 | 154,70 | 0,27% | -4,25% | 30,35 |
| 14/10/2026 | 154,29 | 0,09% | -4,50% | 30,64 |
| 13/10/2026 | 154,15 | -0,39% | -4,59% | 30,69 |
| 09/10/2026 | 154,75 | -0,10% | -4,22% | 31,04 |
O trigo teve redução de preço no Paraná e aumento no Rio Grande do Sul.
No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.571,18. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.482,72.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 1.482,72 | 1,56% | 2,21% | 292,16 |
| 15/10/2026 | 1.459,99 | -0,39% | 0,65% | 286,38 |
| 14/10/2026 | 1.465,74 | -0,47% | 1,04% | 291,05 |
| 13/10/2026 | 1.472,69 | 0,31% | 1,52% | 293,25 |
| 09/10/2026 | 1.468,08 | 0,86% | 1,21% | 294,50 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 1.571,18 | -0,19% | 1,74% | 309,59 |
| 15/10/2026 | 1.574,15 | 0,24% | 1,93% | 308,78 |
| 14/10/2026 | 1.570,32 | 0,56% | 1,68% | 311,82 |
| 13/10/2026 | 1.561,58 | -0,07% | 1,12% | 310,95 |
| 09/10/2026 | 1.562,68 | 0,11% | 1,19% | 313,48 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioO preço do boi gordo teve alta de 0,13% nesta quinta-feira (15). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 380,70.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 380,70 | 0,13% | 4,50% | 75,01 |
| 15/10/2026 | 380,20 | 0,21% | 4,36% | 74,58 |
| 14/10/2026 | 379,40 | 0,37% | 4,14% | 75,34 |
| 13/10/2026 | 378,00 | 0,05% | 3,76% | 75,27 |
| 09/10/2026 | 377,80 | 0,40% | 3,71% | 75,79 |
No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,49, enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,51.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 8,49 | 0,00% | 2,29% |
| 15/10/2026 | 8,49 | 1,19% | 2,29% |
| 14/10/2026 | 8,39 | 0,00% | 1,08% |
| 13/10/2026 | 8,39 | 0,12% | 1,08% |
| 09/10/2026 | 8,38 | 0,00% | 0,96% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 8,51 | 0,00% | 2,41% |
| 15/10/2026 | 8,51 | 1,19% | 2,41% |
| 14/10/2026 | 8,41 | 0,00% | 1,20% |
| 13/10/2026 | 8,41 | 0,24% | 1,20% |
| 09/10/2026 | 8,39 | -0,12% | 0,96% |
Já a carcaça suína especial teve alta nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 10,05.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,83.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | 10,05 | 0,80% | 18,24% |
| 15/10/2026 | 9,97 | 0,00% | 17,29% |
| 14/10/2026 | 9,97 | -0,20% | 17,29% |
| 13/10/2026 | 9,99 | 5,60% | 17,53% |
| 09/10/2026 | 9,46 | 1,39% | 11,29% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 16/10/2026 | MG - posto | 6,95 | 0,00% | 13,19% |
| 16/10/2026 | PR - a retirar | 5,91 | 0,17% | 10,06% |
| 16/10/2026 | RS - a retirar | 5,81 | 0,69% | 10,25% |
| 16/10/2026 | SC - a retirar | 5,83 | 0,17% | 11,05% |
| 16/10/2026 | SP - posto | 6,77 | 2,11% | 17,13% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
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Baixar áudioAs prefeituras brasileiras vão receber nesta terça-feira (20) os recursos do segundo decêndio de outubro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor da transferência é de R$ 2,2 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma variação positiva de 15%. A segunda parcela de outubro de 2025 foi de R$ 1,9 bilhão.
Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, o desempenho dos repasses do FPM ao longo do ano indica um cenário favorável para as finanças municipais. Ele também destaca a importância de acompanhar os impactos iniciais da reforma tributária sobre a arrecadação e a distribuição dos recursos entre as prefeituras.
"Tudo indica que teremos um ano que vai fechar positivamente os valores da FPM em relação ao ano passado, consolidando uma boa evolução do FPM até o momento. Vamos aguardar, a partir de janeiro, a entrada parcial em funcionamento da reforma tributária e ver quais serão os efeitos dela sobre o Fundo de Participação dos Municípios", destaca.
São Paulo lidera a distribuição dos recursos neste decêndio, com aproximadamente R$ 279 milhões destinados às prefeituras do estado. Entre os municípios paulistas beneficiados estão São Bernardo do Campo e São Vicente, com repasses de R$ 1,2 milhão para cada um.
Já Roraima registra o menor montante entre os estados, com cerca de R$ 1,6 milhão. No estado, Cantá e Alto Alegre estão entre os municípios com maiores repasses, de aproximadamente R$ 136 mil cada.
No Nordeste, a Bahia está entre os estados que recebem mais recursos do FPM. Neste decêndio, a unidade da federação vai contar com R$ 181 milhões, que serão distribuídos entres as prefeituras locais.
Na Região Sul, o Rio Grande do Sul também recebe uma parcela expressiva do fundo. As cidades gaúchas vão partilhar R$ 142 milhões.
Em relação ao Centro-Oeste, Goiás integra o maior volume de recursos entre os estados da região, com um total de R$ 73 milhões.
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A distribuição da verba varia de acordo com os coeficientes de participação de cada município. O estado de São Paulo, por exemplo, costuma concentrar uma parcela maior dos valores destinados às prefeituras, enquanto unidades da federação com menor número de habitantes, como Roraima, recebem montantes totais menores.
Embora o FPM seja destinado aos municípios brasileiros, algumas prefeituras podem ficar impedidas de receber os recursos em razão de bloqueios registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).
Até sexta-feira (16), A lista dos entes bloqueados era composta pelos seguintes municípios:
O Fundo de Participação dos Municípios é uma transferência constitucional formada por uma parcela da arrecadação federal com o Imposto de Renda (IR) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
A distribuição dos recursos considera critérios como a população municipal e os coeficientes de participação definidos para cada prefeitura. Os dados populacionais utilizados no cálculo são atualizados com base nas informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Copiar o textoSaiba as causas e 7 sinais de alerta
Baixar áudioSentir cansaço nas pernas após esforço físico é comum, mas alguns sinais merecem atenção. Segundo o cirurgião vascular Dr. Vitor Cervantes Gornati (CRM: 135.129/SP), "pernas que incham ao longo do dia podem indicar problemas no coração ou nos rins".
Varizes sugerem distúrbios circulatórios. Já formigamento ou dormência pode apontar para alterações nos nervos, como hérnia de disco.
Com o envelhecimento, também há perda de massa muscular, cerca de 3% a 4% a cada 10 anos após os 40 anos. Outros sinais de alerta são: pele escurecida ou avermelhada nas pernas, feridas que não cicatrizam (especialmente no tornozelo) e cansaço generalizado.
Se você percebeu algum desses sintomas, procure um clínico geral, cardiologista ou cirurgião vascular para uma avaliação.
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Baixar áudioA segunda-feira (19) começa com tempo estável e predomínio de poucas nuvens na Região Sul, acompanhado por declínio nas temperaturas e condição para geada em trechos do interior, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, o tempo fica aberto com poucas nuvens na maioria das regiões, incluindo o norte, oeste e centro-sul, com possibilidade de geada em áreas centrais e do sul paranaense. Em Curitiba, a mínima registra 8°C e a máxima chega a 16°C.
Em Santa Catarina, o sol predomina entre poucas nuvens no litoral, norte e oeste, enquanto a região do planalto e áreas centrais apresentam condição de claro com geada ao amanhecer. Em Florianópolis, os termômetros marcam mínima de 12°C e máxima de 20°C.
No Rio Grande do Sul, o predomínio é de poucas nuvens em todo o estado, cobrindo o sul, a região metropolitana, a campanha e as missões, com áreas do centro e do nordeste gaúcho registrando condição de claro com geada. Em Porto Alegre, a mínima fica em 9°C e a máxima atinge 17°C.
No interior da Região Sul, o ar frio começa a recuar lentamente, mas a região ainda se sustenta como a mais fresca do território nacional. O início do dia será consideravelmente frio nas áreas serranas, registrando mínimas de 14°C a 16°C, e as máximas à tarde sobem de forma tímida, oscilando entre 21°C e 23°C.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (19) apresenta variação nas condições do tempo na Região Centro-Oeste, com pancadas de chuva isoladas no trecho norte e predomínio de poucas nuvens no centro-sul da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em Goiás, a porção norte e nordeste do estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva, enquanto a faixa central, leste e sul apresenta muitas nuvens. Em Goiânia, os termômetros marcam mínima de 17°C e máxima de 31°C.
No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em Brasília e no entorno, onde as temperaturas variam entre a mínima de 16°C e a máxima de 27°C.
Em Mato Grosso, o norte e o nordeste do estado têm muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, e o noroeste registra pancadas de chuva isoladas. Nas áreas central, sul, leste e oeste, o tempo fica com muitas nuvens a poucas nuvens. Em Cuiabá, a mínima fica em 20°C e a máxima atinge 34°C.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece firme com poucas nuvens na maior parte do estado, incluindo o centro, sul, leste e oeste. Apenas o extremo nordeste sul-mato-grossense registra muitas nuvens. Em Campo Grande, a mínima é de 14°C e a máxima chega aos 25°C.
No interior da Região Centro-Oeste, o tempo predominantemente aberto acelera a elevação das temperaturas ao longo do dia. O amanhecer registra marcas mínimas ligeiramente amenas por volta de 19°C a 21°C, mas as tardes serão marcadas por forte calor seco, com máximas que chegam facilmente aos 33°C a 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (19) tem variação de nebulosidade e instabilidade em pontos da Região Sudeste, com pancadas de chuva isoladas concentradas ao norte e leste do trecho regional, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a previsão indica predomínio de muitas nuvens em todo o estado, incluindo a região metropolitana, o litoral e o interior. Na capital paulista, os termômetros registram mínima de 12°C e máxima de 18°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens na capital, na região serrana, no sul e no norte fluminense. Na cidade do Rio de Janeiro, a mínima é de 19°C e a máxima chega a 24°C.
Em Minas Gerais, o sul, o centro e a região metropolitana registram muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. No norte, nordeste, leste e vale do Jequitinhonha, o dia fica com muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Apenas no extremo oeste mineiro, no Triângulo, há previsão de poucas nuvens. Em Belo Horizonte, as temperaturas variam entre 16°C e 28°C.
No Espírito Santo, a condição é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas em todo o território capixaba, abrangendo o litoral e o interior. Em Vitória, a mínima fica em 19°C e a máxima atinge 26°C.
No interior da Região Sudeste, as temperaturas se mantêm equilibradas, embora apresentem uma leve tendência de aquecimento em relação ao final de semana. O amanhecer apresenta mínimas confortáveis entre 18°C e 20°C, enquanto as máximas vespertinas ficam confortavelmente contidas na faixa dos 27°C a 29°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (19) apresenta tempo instável na Região Norte, com pancadas de chuva e risco de tempestades em diversos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, todo o estado, incluindo o Vale do Acre e o Vale do Juruá, registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Rio Branco, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 35°C.
No Amazonas, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no centro, sul, norte e sudoeste. Em Manaus, a mínima é de 26°C e a máxima chega a 35°C.
Em Rondônia, o estado enfrenta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no leste e na região de Madeira-Guaporé. Em Porto Velho, a temperatura oscila entre 24°C e 35°C.
Em Roraima, o norte e o sul do estado registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Boa Vista, a mínima fica em 27°C e a máxima atinge 37°C.
No Tocantins, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no centro, sul e oeste. Em Palmas, a variação térmica vai de 24°C a 35°C.
No Pará, a porção oeste e o sul têm muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto o nordeste e o norte do estado apresentam muitas nuvens. Em Belém, a mínima é de 25°C e a máxima de 36°C.
No Amapá, o tempo fica mais aberto, com predomínio de poucas nuvens. Em Macapá, as temperaturas variam entre 25°C e 35°C.
No interior da Região Norte, a forte massa de ar quente se intensifica, mantendo o ambiente extremamente abafado com risco de temporais isolados de fim de tarde no oeste. Os termômetros registram noites com mínimas na faixa de 23°C a 25°C, subindo de forma severa no decorrer do dia até atingirem marcas máximas entre 36°C e 38°C.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, das 00h00 às 23h59 desta segunda-feira (19). A área de abrangência inclui:
Estão previstas chuvas de até 50 mm/dia, ventos intensos entre 40 e 60 km/h e queda de granizo, com baixo risco de corte de energia elétrica, alagamentos e queda de galhos de árvores.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA segunda-feira (19) apresenta variação nas condições do tempo na Região Nordeste, com pancadas de chuva isoladas no centro-sul e oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o sul do estado registra muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, enquanto o centro e o norte apresentam muitas nuvens. Em São Luís, a mínima fica em 26°C e a máxima chega a 32°C.
No Piauí, a porção sudoeste e o extremo sul registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, enquanto o centro e o norte do estado ficam com muitas nuvens. Em Teresina, os termômetros marcam mínima de 26°C e máxima de 38°C.
No Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas, o dia tem predomínio de poucas nuvens em praticamente todo o território. Em Fortaleza, a mínima é de 25°C e a máxima de 31°C. Em Natal, as temperaturas variam entre 25°C e 30°C. Em João Pessoa, a variação vai de 24°C a 32°C. Em Recife e Maceió, as mínimas ficam em 23°C e as máximas chegam a 31°C.
Em Sergipe, o estado registra muitas nuvens na faixa litoral e agreste. Em Aracaju, os termômetros variam entre mínima de 26°C e máxima de 32°C.
Na Bahia, o oeste, o centro-sul e o vale do São Francisco registram muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com pontos do oeste apresentando trovoadas. O norte e o recôncavo baiano têm tempo com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva isoladas. Em Salvador, a mínima é de 23°C e a máxima atinge 32°C.
No interior da Região Nordeste, a estiagem severa mantém o padrão de calor extremo em todo o sertão, marcando o pico térmico do país. As madrugadas continuam com temperaturas mínimas agradáveis oscilando entre 21°C e 23°C, mas o sol forte dita o ritmo das tardes escaldantes, elevando as máximas para o patamar de 36°C a 39°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA dessalinização da água do mar pode reduzir riscos operacionais, assegurar a continuidade da produção e fortalecer a sustentabilidade do setor produtivo. É o que defende a Confederação Nacional da Indústria (CNI) em estudo apresentado durante o Congresso ALADYR Brasil 2026, realizado pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água, em São Paulo.
Intitulada "Segurança Hídrica Industrial: O Papel da Dessalinização no Brasil", a publicação analisa o estágio de desenvolvimento da tecnologia, os custos de implantação, os impactos ambientais e as oportunidades de financiamento para ampliar a segurança do abastecimento de água no setor industrial.
A dessalinização consiste na remoção de sais e outros minerais da água do mar ou salobra, tornando-a adequada para diferentes usos, inclusive o consumo humano e as atividades produtivas. A técnica mais utilizada atualmente é a Osmose Reversa (OR), processo em que a água passa sob pressão por membranas semipermeáveis que retêm sais e outras substâncias dissolvidas.
Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto de Oliveira Muniz, a segurança hídrica tornou-se um fator estratégico para a competitividade industrial.
"Para a indústria, a água deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser uma variável estratégica, que define onde se investe, como se produz e se a operação resiste a uma crise. Reúso e dessalinização são respostas concretas de adaptação à mudança do clima", afirma.
O gerente de Recursos Naturais da CNI, Mário Cardoso, explica que a água é um insumo essencial para a atividade industrial, utilizada tanto como matéria-prima quanto nos processos de produção, como resfriamento, lavagem e geração de vapor. A falta do recurso pode levar à redução do ritmo de produção ou até à paralisação das fábricas, com impactos que se estendem por toda a economia.
“Quando a fábrica para, quem sente primeiro é o trabalhador, depois a cadeia de fornecedores e o município”, afirma. Segundo Cardoso, mesmo antes de um eventual desabastecimento, a insegurança hídrica já eleva os custos das empresas, que precisam recorrer a caminhões-pipa, buscar fontes emergenciais de captação e manter estoques para evitar interrupções.
O gerente também alerta para os efeitos da escassez de água sobre o setor elétrico. No Brasil, a dependência da geração hidrelétrica faz com que as crises hídricas também possam comprometer a produção de energia, ampliando os riscos para a atividade econômica.
“Com eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, ter água garantida passou a ser fator de competitividade. O investidor escolhe onde instalar uma fábrica, olhando também para a segurança hídrica. Por isso, a CNI trata o tema como estratégia de adaptação à mudança do clima, e não apenas como uma questão ambiental”, afirma.
Mário Cardoso apresentou o estudo a especialistas latino-americanos durante o painel “Mudanças climáticas e segurança hídrica: desafios para a economia latino-americana”. O debate contou com a participação do assessor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Tibério Pinheiro, e foi moderado pelo diretor da ALADYR, Eduardo Pedroza.
Na apresentação, Cardoso destacou os impactos dos eventos climáticos sobre a população e a economia brasileira. Segundo o Atlas Digital de Desastres no Brasil, eventos climáticos atingiram 83% dos municípios do país entre 2014 e 2023, afetaram 177 milhões de pessoas e provocaram prejuízos de R$ 421 bilhões.
Os efeitos econômicos podem ser ainda maiores no longo prazo. Um estudo do Ministério do Planejamento e Orçamento, elaborado no âmbito da Estratégia Brasil 2050, estima que a falta de medidas para enfrentar as mudanças climáticas pode custar até R$ 17,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2050, além de eliminar 4,4 milhões de empregos.
Na América Latina, cerca de 150 milhões de pessoas vivem em situação de escassez hídrica, segundo relatório do Banco Mundial.
No Brasil, apesar da disponibilidade hídrica elevada em termos agregados, a distribuição da água é desigual. Segundo a ANA, a Região Hidrográfica Amazônica concentra cerca de 81% da disponibilidade de águas superficiais do país, enquanto o semiárido nordestino enfrenta escassez recorrente.
Nesse cenário, a indústria precisa buscar alternativas para reduzir a dependência de fontes convencionais de abastecimento e enfrentar períodos de restrição hídrica. Dados do relatório Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2025, da ANA, indicam que a demanda de água do setor industrial chegou a aproximadamente 175 m³/s em 2025.
O estudo da CNI destaca os ganhos de eficiência da Osmose Reversa nas últimas décadas. O consumo de energia necessário para dessalinizar a água, que inicialmente podia chegar a 20 quilowatts-hora por metro cúbico (kWh/m³), caiu para uma faixa de 2,0 a 4,0 kWh/m³ nas instalações modernas de grande porte.
Apesar dos avanços tecnológicos, a eletricidade ainda representa entre 40% e 60% dos custos operacionais de uma usina de dessalinização. No Brasil, os custos de produção de água para uso industrial variam, conforme os parâmetros apresentados no estudo, entre US$ 0,50 e US$ 0,80 por metro cúbico.
Já o investimento médio global em projetos de dessalinização de grande escala é estimado em aproximadamente US$ 900 por metro cúbico diário de capacidade instalada.
A localização da população e dos polos industriais também favorece a avaliação da tecnologia como alternativa de abastecimento. Cerca de 111,27 milhões de brasileiros, o equivalente a 54,8% da população, vivem a até 150 quilômetros da costa, onde também estão concentrados importantes centros industriais.
No entanto, a proximidade do mar não elimina os desafios relacionados ao custo da energia, à infraestrutura necessária e aos impactos ambientais do processo. Por isso, a viabilidade dos projetos depende das características de cada região e das necessidades de consumo de água.
Para estimular a implantação de novos projetos, o estudo destaca a disponibilidade de linhas de crédito do Fundo Clima – Indústria Verde, operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo a CNI, além do acesso ao financiamento, o avanço da dessalinização depende de maior segurança jurídica para os investimentos. Entre os pontos que precisam de clareza estão as regras de licenciamento ambiental para o descarte da salmoura — resíduo concentrado em sais gerado no processo — e a tributação de equipamentos e insumos utilizados nas instalações.
A definição dessas condições pode contribuir para reduzir incertezas e ampliar a escala dos projetos no país.
Segundo Mário Cardoso, o principal entrave à expansão da dessalinização no Brasil não é tecnológico nem financeiro, mas regulatório.
“A tecnologia já está madura e já funciona no Brasil em algumas situações. O custo de operação para a indústria já é competitivo e existe financiamento pelo Fundo Clima no BNDES. O que falta é segurança jurídica. Não temos regras nacionais claras para o licenciamento das usinas, nem para o descarte da salmoura”, aponta.
De acordo com Cardoso, a falta de diretrizes claras faz com que cada projeto seja avaliado de forma isolada, o que pode prolongar os processos de licenciamento e aumentar a incerteza para os investidores. Esse cenário, segundo ele, dificulta a expansão da tecnologia no país.
Para as pequenas empresas, uma das alternativas é investir em soluções compartilhadas. Segundo o gerente da CNI, distritos e polos industriais podem implantar centrais de reúso de água para atender a várias empresas, dividindo os custos de investimento e operação.
“A pequena empresa também pode comprar a água como serviço. Ela paga pelo metro cúbico entregue e não precisa imobilizar um capital na planta”, afirma.
Outra medida é adotar regras de licenciamento proporcionais ao risco ambiental de cada iniciativa. “Uma empresa que reaproveita a própria água dentro da fábrica, sem impacto para ninguém, não deveria enfrentar a mesma burocracia de um grande projeto. Regra simples também é redução de custo”, defende Cardoso.
O gerente também destaca a importância de ampliar o acesso ao crédito para pequenas e médias indústrias, com linhas de financiamento de menor valor, operadas por bancos regionais e instituições financeiras parceiras. Além disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) pode contribuir com diagnósticos e assistência técnica para identificar oportunidades e orientar a implementação de soluções de reúso de água.
O levantamento da CNI reúne experiências nacionais de dessalinização para diferentes finalidades, desde o abastecimento de grandes complexos industriais até o fornecimento de água potável para comunidades rurais.
Entre os exemplos apresentados estão:
O estudo sobre dessalinização integra uma estratégia da CNI voltada à segurança hídrica industrial, iniciada em 2017. Em parceria com federações industriais e o Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Universidade de São Paulo (Cirra/USP), a entidade já produziu dez estudos sobre o reúso de efluentes.
As projeções reunidas pela confederação indicam que o Brasil pode ampliar em até 13 vezes sua capacidade de reúso industrial. Para isso, seriam necessários investimentos estimados em R$ 1,89 bilhão, com potencial de gerar retorno econômico direto de R$ 5,9 bilhões para o setor.
A iniciativa também resultou na elaboração de um manual metodológico para avaliar a viabilidade do reúso industrial em países da América do Sul, lançado recentemente pela CNI.
Outra publicação da entidade é o Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, lançado em 2026. O material reúne diagnósticos, metodologias e medidas práticas para orientar empresas na identificação de riscos climáticos e na adoção de estratégias de adaptação.
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Baixar áudioO candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 12 das 13 pesquisas nacionais divulgadas após o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Segundo estudo da Opinião Inteligência Política, Flávio tem 51,8% dos votos válidos na média dos levantamentos. Apesar da vantagem, a análise aponta que a disputa ainda não está decidida.
O estudo, atualizado nesta quinta-feira (15), reúne pesquisas de 11 institutos registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com entrevistas realizadas entre os dias 3 e 15 de outubro.
Além da média das pesquisas, a Opinião Inteligência Política elaborou uma projeção que considera resultados de eleições anteriores e possíveis mudanças na intenção de voto até o segundo turno, marcado para 25 de outubro. Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória. Lula tem 18% de chance de vencer.
A empresa ressalta, no entanto, que esses percentuais são estimativas estatísticas, e não resultados de pesquisas eleitorais. As projeções dependem de hipóteses sobre o comportamento dos eleitores e podem mudar até o dia da votação.
Para Alexandre Garcia, CEO da Opinião Inteligência Política, três movimentos podem mudar o segundo turno até 25 de outubro.
“O primeiro é a aprovação do governo. As pesquisas com campo a partir de 17/10 vão dizer se a alta se confirma. O segundo é o destino de quem votou em Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado no 1º turno. O terceiro é o eleitor de ensino médio que ganha de 2 a 5 salários mínimos. Ali, a rejeição de Lula salta para 57%, contra 41% entre quem ganha até 2 salários. Se houver virada, ela passa por esse eleitor, que é o trabalhador com carteira assinada”, explica Garcia.
De acordo com a análise, a média das pesquisas, que estava em 52,2% no dia 11 de outubro, caiu para 51,8% no dia 15. É o menor percentual registrado desde o início da série, em 8 de outubro.
As três pesquisas mais recentes consideradas no estudo, divulgadas em 15 de outubro, apresentaram resultados abaixo da média anterior. Na Palver, Flávio aparece com 50,5% dos votos válidos. Na Indexa/Broadcast, tem 51,2%, enquanto no Datafolha registra 51,1%.
Dos 13 levantamentos analisados pela empresa, apenas a pesquisa Vox Brasil, realizada entre 5 e 7 de outubro, apontou vantagem para Lula.
Nas pesquisas presenciais, realizadas por Vox Brasil, Datafolha e Quaest, Flávio Bolsonaro aparece com média de 50,4% dos votos válidos, considerando a rodada mais recente de cada instituto.
Já nas pesquisas feitas por telefone com entrevistadores, a média do candidato chega a 52,6%. Nos levantamentos por telefone automático, o percentual é de 52%, enquanto nas pesquisas online fica em 51,6%.
A análise da empresa destaca que, no primeiro turno de 2026, os institutos que realizaram entrevistas presenciais apresentaram resultados mais favoráveis a Lula do que o observado nas urnas.
A Opinião Inteligência Política ressalta, porém, que isso não significa que a diferença vá se repetir no segundo turno, já que o comportamento dos eleitores pode ser diferente nesta etapa da eleição.
Na média das 13 pesquisas analisadas, a aprovação do governo entre os entrevistados que manifestaram uma opinião chega a 47,3%. O percentual é próximo dos 48,1% de votos válidos atribuídos a Lula na mesma análise.
Segundo a empresa, essa proximidade indica que a disputa presidencial está fortemente associada à avaliação que os brasileiros fazem do atual governo.
O estudo mostra ainda que a aprovação de Lula permaneceu praticamente estável nos institutos que realizaram mais de uma rodada de entrevistas.
No Datafolha, por exemplo, a aprovação ficou em 48% nas duas pesquisas de outubro, enquanto a desaprovação passou de 49% para 50%. No PoderData, os percentuais também permaneceram estáveis: 44% de aprovação e 50% de desaprovação.
Segundo o estudo, na média das 11 pesquisas que divulgaram esse indicador, 48,7% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Lula, enquanto 46% disseram que não votariam em Flávio Bolsonaro.
A análise também identificou situações em que Flávio aparece com rejeição superior à de Lula e, mesmo assim, mantém a liderança na intenção de voto.
Na Quaest, por exemplo, 54% dos entrevistados rejeitam Flávio, contra 53% que rejeitam Lula. Ainda assim, o candidato do PL aparece com 51,1% dos votos válidos.
O estudo aponta ainda que, no Datafolha e no PoderData, a rejeição a Flávio aumentou um ponto percentual entre as rodadas analisadas. A Opinião Inteligência Política considera o movimento pequeno, mas destaca que ele representa um sinal desfavorável ao candidato.
Na projeção principal da empresa, que considera um ajuste baseado na diferença observada entre pesquisas anteriores e resultados das urnas, Flávio aparece com 52,3% dos votos válidos e 82% de probabilidade de vitória.
Sem esse ajuste, considerando apenas a média atual dos levantamentos, a probabilidade de vitória do candidato cai para 76%, enquanto a de Lula sobe para 24%.
Em outro cenário apresentado no estudo, no qual as pesquisas estejam superestimando Flávio em um ponto percentual, a probabilidade de vitória do candidato do PL seria de 62%, contra 38% de Lula.
Já em uma hipótese de diferença maior entre as pesquisas e o resultado das urnas, favorável a Flávio, a chance de vitória do candidato chegaria a 88%.
A empresa também calcula uma faixa de resultados possíveis, com 90% de abrangência na estimativa, que vai de 48,2% a 56,4% dos votos válidos para Flávio. Segundo a análise, isso significa que o modelo ainda considera possíveis resultados favoráveis a Lula.
De acordo com a Opinião Inteligência Política, para que os dois candidatos passassem a ter a mesma probabilidade de vitória no modelo utilizado, a média das pesquisas de Flávio Bolsonaro precisaria cair de 51,8% para 49,5% dos votos válidos. Em treze pesquisas depois do 1º turno, a média ficou entre 51,8% e 52,5%.
A empresa destaca que uma pesquisa isolada tende a provocar poucas mudanças na estimativa. Para identificar uma possível alteração mais consistente na disputa, seria necessário observar uma sequência de levantamentos apontando a mesma tendência.
“Devemos ficar de olho no calendário. Ipespe e Verità saem em 17 de outubro. PoderData, DataTrends e AtlasIntel, em 19 e 20. São as primeiras com campo depois da aprovação do fim da escala 6x1 no Senado e do início do pagamento do Bolsa Família reajustado, e vão dizer se a alta da aprovação que só o PoderData mediu aparece em outros institutos”, frisa Alexandre Garcia.
Copiar o textoA Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral e Mineração (ABPM) divulgou nota sobre a escala de trabalho semanal. O presidente do Conselho da ABPM, Luis Azevedo, comenta que na mineração a escala é definida principalmente pela localização da mina. “Minas próximas a cidades usam escalas semanais (5x2, 6x1 ou turnos rotativos), enquanto minas remotas usam escalas compensadas em blocos longos de trabalho seguidos de folga equivalente, quase sempre com turnos de 12 horas”.
Para Azevedo, a distinção entre minas a céu aberto e subterrânea se refere menos ao formato da escala e mais sobre limites legais e normas de fadiga, calor e exposição. Alguns países tratam o trabalho subterrâneo como penoso ou insalubre e impõem jornadas menores, como é o caso do Brasil.
Segundo Azevedo, a negociação foi a solução adotada em diversos países, como escalas 7x7 e 14x14 que se tornaram mais viáveis por meio da compensação por média, em que o limite semanal é calculado sobre um ciclo de várias semanas. As longas folgas dão ao trabalhador uma flexibilidade valiosa: permitem miniférias, outras atividades e, em inúmeros casos, que casais que trabalham em escala sincronizem seus períodos de descanso. “Visitando minas na Austrália, conheci vários desses casais. Os que não têm filhos combinam suas escalas para folgar juntos e vivem, na prática, metade do tempo em férias. Os que têm filhos me disseram que o relacionamento melhorou muito: Em cada período de 15 dias de trabalho na mina, o trabalhador passa cinco dias cada um por conta própria, no trabalho ou em casa, e dez dias juntos. Isso permite criar os filhos juntos metade do tempo e individualmente a outra metade”.
Na Austrália são 38h/semana mais horas extras “razoáveis” (National Employment Standards), com média permitida pelo Mining Industry Award e por acordos coletivos, enquanto em minas subterrâneas não há limite específico, mas a fadiga é regulada por códigos estaduais de saúde e segurança (ex.: WA, Queensland). As escalas típicas adotadas são o Regime FIFO (fly-in fly-out, onde trabalhadores são levados de avião ao local): 2x1 (14x7), 8x6, 4x4, 7x7; turnos de 12h. Já no Canadá, a Competência provincial em Ontário é de 8h/dia e 48h/semana, com extras a partir de 44h. BC: 8h/40h. Quebec: extras a partir de 40h. Média permitida por acordo. Para minas subterrâneas, Ontário tem regra própria para minas subterrâneas (8h/dia, 48h/semana), com exceções por acordo e as escalas são nos modelos 7x7, 14x14, 4x4 em minas remotas com acampamento; turnos de 10 a 12h. Os Estados Unidos não têm limite especial para adultos (FLSA); apenas adicional de horas extras acima de 40h/semana. A MSHA, agência federal de segurança em minas, não fixa jornada; Sobre a mineração subterrânea, alguns estados mantêm leis históricas de 8h para minas subterrâneas (ex.: Montana) e as escalas são definidas em 4x4 (12h), 5x2, 7x7; 14x14 em locais remotos, como Alasca e Nevada.
Entre os países da América do Sul, o Chile tem Lei 21.561 (Lei das 40 Horas): 44h desde abril/2024, 42h desde abril/2026 e 40h em abril/2028. Máximo de 12h/dia e não possui regime legal distinto para mineração subterrânea. As escalas excepcionais autorizadas pela Dirección del Trabajo: 7x7, 4x4, 10x10, 14x14 com turnos de 12h. O 7x7 de 12h equivale a 42h/semana em média. Já o Peru prevê 8h/dia e 48h/semana; jornadas atípicas acumulativas permitidas se a média do ciclo não exceder 48h; também não tem regime legal distinto para operação subterrânea e as jornadas são de 14x7, 20x10, 21x7 com turnos longos. O Tribunal Constitucional (caso Toquepala, 2005/2006) restringiu jornadas de 12h que ultrapassem a média legal e exigiu condições de segurança, o que gerou muita litigância. Por último, a Argentina determina 8h/dia e 48h/semana (Lei 11.544) e trabalho subterrâneo é tratado como insalubre: 6h/dia e 36h/semana. As escalas são definidas em 7x7, 14x14 e 4x4 com turnos de 12h, via convenções coletivas (sindicato AOMA). Na mineração subterrânea, as escalas precisam respeitar o limite reduzido.
Para Azevedo, o regime brasileiro está entre os mais restritivos do mundo, e talvez seja este um dos motivos pelos quais a mineração nacional ainda não alcançou sua plenitude. A CLT fixa 8h/dia e 44h/semana. No subsolo, o art. 293 limita a jornada a 6h/dia e 36h/semana, e o art. 295 permite estendê-la até 8h mediante acordo ou convenção coletiva e autorização da autoridade competente em segurança e saúde do trabalho. Em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada é de 6h, ampliável a 8h por negociação coletiva (Súmula 423 do TST). Escalas como 12x36 e regimes compensados dependem de negociações coletivas complexas, frequentemente questionadas na Justiça.
Por isso, escalas consagradas no Chile, no Peru e na Austrália, como 7x7 ou 14x14 com turnos de 12 horas, enfrentam no Brasil elevado risco jurídico e raramente são adotadas.
O próprio Brasil, aliás, já tem a prova de que esse caminho funciona. Os petroleiros embarcados da Petrobras trabalham em regime de confinamento, com turnos de 12 horas, e cumprem escalas de 14 dias embarcados por 21 dias de folga, amparadas na Lei nº 5.811/1972 e consolidadas em acordos coletivos. É um modelo negociado e amplamente aceito por trabalhadores e empresa, que combina segurança operacional, boa remuneração e longos períodos de convívio familiar. Se funciona em uma plataforma em alto-mar, não há razão para que não funcione em uma mina remota na Amazônia. “Para nós, o regime pode ser 6x1 ou 5x2. O essencial não está no número, mas na liberdade de construir, pela negociação, o arranjo que melhor atenda ao trabalhador e à empresa. Que a negociação livre e plena seja prestigiada, e que Executivo e Judiciário respeitem a vontade das partes. Basta de tutela e de autonomia vigiada. Num mundo em que a informação circula de forma ampla e imediata, já não se sustenta a premissa de que o trabalhador negocia sob pressão ou sem conhecimento de causa. Temos a convicção de que, adotada a liberdade de negociação, o país chegará a um modelo que concilie competitividade, produtividade, geração de empregos, remuneração adequada e qualidade de vida. Para onde o Brasil decidir ir, a mineração irá junto, desde que se respeitem, em igual medida, o trabalhador e o minerador”, conclui Azevedo.
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Baixar áudioEstados, Distrito Federal e municípios produtores minerários receberam mais de R$ 465 milhões em royalties do setor. O repasse, realizado pela Agência Nacional de Mineração (ANM) na quinta-feira (15), corresponde à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) arrecadada em setembro.
Desse montante, mais de R$ 93 milhões são destinados aos estados e ao Distrito Federal, enquanto os municípios ficam com mais de R$ 372 milhões.
Para o especialista em orçamento público, Cesar Lima, esses recursos são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da população que vive em áreas dos municípios produtores minerários.
“São recursos que certamente poderão ser usados para alguma melhoria, algum custeio. Como são recursos livres, não há uma amarração para esses recursos, mas com certeza serão usados com sabedoria para a melhoria da qualidade de vida da população desses municípios”, avalia.
Este é o segundo repasse feito pela ANM por meio da ferramenta de distribuição da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM). A plataforma passou a operar a arrecadação da CFEM em 7 de julho de 2026 e respondeu por 99,62% do total arrecadado.
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Somente em relação aos repasses previstos via PGRM, Minas Gerais e Pará contam com os maiores valores entre os estados, com cerca de R$ 39 milhões e R$ 36 milhões, respectivamente.
A aplicação dos valores recebidos da CFEM deve respeitar as normas legais. Os entes beneficiados não podem usar os recursos para pagar dívidas, exceto aquelas com a União ou seus órgãos. Também é proibido custear despesas fixas com pessoal.
Há uma exceção para os gastos com educação. Os recursos podem ser destinados a essa área, inclusive ao pagamento de salários de professores da rede pública, especialmente na educação básica em tempo integral.
A legislação prevê ainda que, preferencialmente, pelo menos 20% dos valores sejam destinados a iniciativas de diversificação da economia, exploração mineral sustentável e pesquisa científica e tecnológica.
Os estados e os municípios que recebem a CFEM devem divulgar anualmente como utilizaram os recursos, conforme as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).
Para consultar os dados, os interessados podem acessar, no site da ANM, a seção “Compensação Financeira pela Exploração Mineral – CFEM”. No site do Banco do Brasil, é possível verificar a data em que os valores foram creditados na conta bancária de cada ente federativo.
Os valores destinados aos estados e municípios podem ser consultados em relatórios da ANM, que contemplam tanto o sistema anterior, chamado de sistema legado, quanto a nova Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM).
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3807, de 18/10/2026, foram: 01 - 03 - 04 - 07 - 10 - 11 - 13 - 16 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24 - 25.
01 - 03 - 04 - 07 - 10 - 11 - 13 - 16 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24 - 25
Resultado oficial conferido com a Caixa às 11:55. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3807 da Lotofácil foi realizado neste domingo (18/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 445.386,24. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Porecatu (PR) e Mirante do Paranapanema (SP), além de uma aposta feita pelo canal eletrônico.
O próximo sorteio está marcado para segunda-feira (19/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 20.337.170,00.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3806.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3070, de 14/10/2026, foram: 19 - 27 - 29 - 43 - 54 - 60.
19 - 27 - 29 - 43 - 54 - 60
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:43. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3070 da Mega-Sena foi realizado nesta quarta-feira (14/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para domingo (18/10/2026), com prêmio estimado em R$ 170.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 120.502.302,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3069.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica variação nas condições meteorológicas entre o litoral e o interior da Região Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada na faixa leste e no litoral. No interior do estado, o tempo permanece com muitas nuvens. Em Porto Alegre, a temperatura mínima prevista é de 12°C e a máxima alcança 16°C.
Em Santa Catarina, a condição de muitas nuvens com chuva isolada se concentra na faixa leste e litoral catarinense. O centro e o oeste do estado apresentam muitas nuvens, enquanto o norte catarinense registra possibilidade de geada. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 13°C e 20°C.
No Paraná, há presença de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas na faixa leste. A porção centro-sul do estado registra condição para geada, e as demais áreas do interior têm tempo aberto com poucas nuvens.
Em Curitiba, a mínima chega a 7°C e a máxima atinge 18°C.
No interior da Região Sul, o setor consolida-se como o mais frio do país neste domingo. As áreas serranas e de maior altitude registram madrugadas geladas com mínimas de 13°C a 15°C, e mesmo com a presença do sol, as temperaturas máximas estacionam e não passam dos 20°C a 22°C.
Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica tempo instável e presença de muitas nuvens na Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Na capital paulista, a temperatura mínima registrada é de 14°C e a máxima chega a 19°C.
No Rio de Janeiro, o tempo permanece com muitas nuvens com chuva isolada. A capital fluminense apresenta mínima de 20°C e máxima de 25°C.
Em Minas Gerais, o estado registra pancadas de chuva isoladas no centro, noroeste, norte, Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Vale do Rio Doce e região metropolitana de Belo Horizonte. Em Belo Horizonte, os termômetros variam entre 17°C e 27°C.
No Espírito Santo, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas na região central, no litoral norte e no noroeste do estado. Em Vitória, a mínima é de 22°C e a máxima alcança 26°C.
No interior da Região Sudeste, a atmosfera fica mais equilibrada e com menor intensidade de calor se comparada ao Norte. As temperaturas mínimas despencam para confortáveis 17°C a 19°C nas primeiras horas do dia, e as máximas ficam contidas na faixa dos 26°C a 28°C em razão da maior cobertura de nuvens.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAviso de perigo potencial abrange Tocantins, Rondônia, Acre e áreas do Amazonas e Pará
Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica tempo instável e variação de nebulosidade nos estados da Região Norte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas regiões ocidental e oriental do estado. Em Palmas, a temperatura mínima fica em 25°C e a máxima chega a 36°C.
Em Rondônia, as áreas do leste e Madeira-Guaporé registram muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Na capital Porto Velho, a variação térmica vai de 24°C a 36°C.
No Acre, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas no Vale do Acre e no Vale do Juruá. Em Rio Branco, os termômetros marcam mínima de 23°C e máxima de 34°C.
No Amazonas, a maior parte do estado, incluindo o centro, norte, sudoeste e sul amazonense, apresenta muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Em Manaus, a condição é de muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 26°C e máxima de 35°C.
No Pará, há presença de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no sudoeste, sudeste e Baixo Amazonas. Em Belém, onde ocorrem muitas nuvens com chuva isolada, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 36°C.
No Amapá e em Roraima, o dia terá muitas nuvens com chuva isolada. Em Macapá, a mínima é de 25°C e a máxima de 35°C. Em Boa Vista, os valores ficam entre 27°C e 37°C.
No interior da Região Norte, o calor segue extremo e abafado, impulsionado por uma massa de ar quente estável. As temperaturas mínimas durante as madrugadas ficam na casa dos 23°C a 25°C, enquanto as máximas à tarde sobem rapidamente, atingindo marcas severas entre 35°C e 38°C.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO bilhete 046831 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6110, sorteada em 18/10/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 12:05. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 046831 | PORTAL DA SORTE | ITAPERUNA/RJ | R$ 500.000,00 |
| 2º | 031652 | NATANAEL MORAES DA SILVA | SAO PAULO/SP | R$ 35.000,00 |
| 3º | 060252 | ESMERALDA LOTERIAS LTDA | SAO PAULO/SP | R$ 30.000,00 |
| 4º | 078093 | LOTERICA TREVO DE OURO | MARINGA/PR | R$ 25.000,00 |
| 5º | 009231 | MASELLO LOTERIAS | RIO DE JANEIRO/RJ | R$ 20.503,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6110, divulgado neste domingo, 18 de outubro de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Portal da Sorte, de Itaperuna/RJ, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Natanael Moraes da Silva em São Paulo/SP, enquanto a aposta feita na Esmeralda Loterias Ltda, em São Paulo/SP, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Loterica Trevo de Ouro em Maringá/PR, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.503,00 foi da Masello Loterias, em Rio de Janeiro/RJ. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
O próximo sorteio está marcado para quarta-feira (21/10/2026). Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6109.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica variação nas condições meteorológicas em toda a Região Nordeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Maranhão, o dia terá presença de muitas nuvens, com ocorrência de pancadas de chuva isoladas no centro, oeste, leste e sul do estado. Em São Luís, a mínima prevista é de 26°C e a máxima alcança 32°C.
No Piauí, o céu permanece com muitas nuvens e há previsão de pancadas de chuva isoladas na faixa centro-norte, no sudeste e no sudoeste piauiense. Em Teresina, os termômetros registram mínima de 26°C e máxima de 38°C.
No Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba, em Pernambuco, em Alagoas e em Sergipe, o predomínio é de muitas nuvens. Em Fortaleza, a variação térmica fica entre 25°C e 32°C. Em Natal, com possibilidade de chuva isolada, a mínima é de 25°C e a máxima de 31°C. João Pessoa e Recife registram mínimas de 25°C e 23°C, e máximas de 31°C. Em Maceió e Aracaju, as temperaturas variam entre 23°C e 32°C.
A Bahia apresenta variação na nebulosidade ao longo do dia, com tempo instável no interior do estado. Há previsão de pancadas de chuva isoladas no centro-norte, centro-sul, extremo oeste, nordeste, sul e vale são-franciscano. Na região metropolitana e na capital Salvador, o céu terá muitas nuvens com chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 31°C.
No interior da Região Nordeste, especialmente nas áreas de sertão e no oeste baiano, registra-se o pico do calor nacional devido ao clima seco. As madrugadas são relativamente amenas, por volta de 21°C a 23°C, mas as tardes são escaldantes, com termômetros que alcançam facilmente patamares de 36°C a 39°C.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para este domingo (18) indica presença de muitas nuvens e variação nas condições de chuva entre os estados da Região Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, o dia terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Brasília registra temperatura mínima de 19°C e máxima de 28°C.
Em Goiás, a condição predominante é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Em Goiânia, os termômetros marcam mínima de 19°C e máxima de 28°C.
No estado de Mato Grosso, o tempo permanece com muitas nuvens com chuva isolada. A capital Cuiabá tem mínima prevista de 20°C e máxima de 31°C.
Em Mato Grosso do Sul, o céu fica com muitas nuvens ao longo do dia. Em Campo Grande, a mínima registrada é de 14°C e a máxima chega a 23°C.
No interior da Região Centro-Oeste, o tempo firme favorece uma maior amplitude térmica. Os termômetros registram noites e começos de manhã mais agradáveis, com mínimas próximas de 18°C a 20°C, mas o sol forte eleva as máximas para médias de 32°C a 34°C no período da tarde.
Também está em vigor um aviso de tempestade, classificado como perigo potencial, válido ao longo deste domingo (18), das 00h às 23h59. A área de abrangência inclui:
A previsão indica chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos de 40 a 60 km/h e queda de granizo. Há baixo risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de galhos de árvores e alagamentos.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO desenvolvimento de métodos confiáveis, acessíveis e padronizados para avaliar ativos de propriedade intelectual é um dos desafios do Brasil para ampliar o acesso ao crédito e estimular o financiamento da inovação. A valoração desses bens pode permitir que marcas, patentes e outros ativos intangíveis sejam utilizados como garantia em operações financeiras.
O tema foi debatido na quarta-feira (14), em São Paulo, durante o workshop Propriedade Intelectual & Financiamento: Integrando Valor, Investimento e Competitividade. O evento foi promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela International Trademark Association (INTA), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Durante um dos painéis, o coordenador-geral do INPI, Rodrigo Ventura, discutiu caminhos para ampliar as possibilidades de financiamento da inovação no país. Segundo ele, a falta de mecanismos consolidados de avaliação dificulta o reconhecimento desses ativos nas negociações com instituições financeiras.
“Na hora de pedirem financiamento, o que o banco pede é patrimônio, aval pessoal. Então, ter o INPI, o escritório de propriedade intelectual ao seu lado, na mesa de negociação, com uma estimativa, com um laudo de valor defensável para o seu ativo, é fundamental para que o processo de negociação se desenvolva em bases concretas”, afirmou.
Ventura ressaltou que não há impedimento legal no Brasil para o uso da propriedade intelectual como garantia financeira. O principal desafio, segundo ele, é desenvolver ferramentas confiáveis e padronizadas para determinar o valor desses ativos.
“O INPI tem trabalhado e, a partir do ano que vem, estará se estruturando para começar a oferecer esses serviços de valoração de ativos”, disse.
O encontro discutiu como ampliar a visibilidade e a credibilidade dos ativos intangíveis — como marcas, patentes, desenhos industriais, softwares, dados e know-how — para que eles possam ser mais bem aproveitados pelas empresas, inclusive como garantias em operações de crédito.
O Brasil reúne marcas consolidadas, um setor de tecnologia e startups em expansão e um mercado de capitais em desenvolvimento.
A especialista em Desenvolvimento Industrial da CNI, Denise Gregory, destacou que a posição brasileira no registro de marcas não se traduz, necessariamente, em uma gestão estratégica desses ativos. Embora o país esteja entre os líderes mundiais em registros, ainda há espaço para avançar na avaliação e na exploração econômica das marcas.
“Não basta registrar a marca, mas fazermos a gestão estratégica dessa marca para que ela tenha valor, seja percebida como tal dentro e fora da empresa, no mercado. É preciso criar mecanismos que possam realmente fazer com que essa marca seja valorada e sirva como garantia de financiamento, de crédito no mercado”, afirmou.
Ventura também chamou a atenção para a distância entre a produção de conhecimento e sua transformação em inovação comercial. Segundo ele, apesar da presença brasileira nos indicadores internacionais de marcas e patentes, o país ainda enfrenta dificuldades para converter esse potencial em resultados de mercado.
“Nesse processo de inovação, monetizar é essencial; é o que faz o conhecimento circular, da universidade para a empresa, da empresa para o mercado, do mercado de volta para o laboratório”, ressaltou.
A propriedade intelectual também pode representar uma oportunidade de acesso a crédito para micro e pequenas empresas (MPEs), que nem sempre dispõem de patrimônio físico suficiente para oferecer como garantia em operações financeiras.
Segundo Rodrigo Ventura, cerca de 80% dos titulares de marcas são micro e pequenas empresas ou pessoas físicas. No caso dos depósitos de patentes realizados por residentes no Brasil, aproximadamente 70% têm como origem micro e pequenas empresas ou inventores individuais.
Para esses empreendedores, a marca ou a patente pode representar um dos principais ativos do negócio.
“Precisamos cada vez mais sensibilizar os detentores desses ativos de que o que eles têm é um ativo estratégico que tem que ser colocado no centro das suas estratégias corporativas", afirmou Ventura.
A consultora para a América Latina e Caribe da INTA, Renata Lisboa, ressaltou que o nível de maturidade das empresas brasileiras em relação à propriedade intelectual é heterogêneo. Por isso, segundo ela, as iniciativas para estimular a valoração desses ativos precisam considerar diferentes estágios de conhecimento e preparação.
“Em alguns casos, a nossa conversa vai ser inspiracional. Em outros vamos construir uma agenda para fazer com que os ativos intangíveis estejam, de fato, no dia a dia das decisões centrais das empresas”, disse.
Um dos paineis também explorou o papel de instituições públicas e de agentes financeiros no fortalecimento da confiança na economia intangível brasileira. Entre os desafios estão o aprimoramento dos métodos de valoração, a melhoria da qualidade dos dados, o fortalecimento da governança e a construção de condições regulatórias que ampliem a confiança no uso desses ativos em operações financeiras.
Em entrevista, Denise Gregory destacou iniciativas e responsabilidades de diferentes atores nesse processo:
A ampliação do debate sobre propriedade intelectual como ferramenta de negócios é um dos próximos passos para avançar na agenda de financiamento da inovação. Segundo Renata Lisboa, a parceria entre INTA e CNI contribuiu para abrir espaço para essas discussões, que também integram a agenda do MDIC.
De acordo com a consultora, no âmbito do ministério, o Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual conta com um subgrupo dedicado a estudar o suporte regulatório necessário para avançar no reconhecimento e na incorporação desses ativos aos negócios.
A iniciativa busca contribuir para a criação de condições que permitam utilizar marcas, patentes e outros ativos de propriedade intelectual na obtenção de financiamento, ampliando as alternativas de crédito para empresas e empreendedores.
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Baixar áudioO Brasil chega à SIAL Paris (Salon International de l'Alimentation, em francês), de 17 a 21 de outubro, com uma delegação de 156 empresas coordenadas em conjunto pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e parceiros. A expectativa é alcançar US$ 3,5 bilhões em negócios imediatos e contratos futuros.
Das 156 companhias, 109 são coordenadas pela ApexBrasil, incluindo dez cooperativas, 22 pela ABIEC e 25 pela ABPA. Estarão lado a lado grandes cadeias exportadoras, médias e pequenas empresas e cooperativas da agricultura familiar, todas em busca de ampliar a presença de produtos brasileiros no mercado europeu. Isso vale tanto para os que já contam com tarifas zeradas ou reduzidas quanto para os que têm potencial de conquistar espaço nas prateleiras.
O grande destaque desta edição é a estreia das dez cooperativas da agricultura familiar, que terão estandes próprios pela primeira vez, com apoio da ApexBrasil. A ação integra o programa Cooperar para Exportar e leva à feira produtos associados à biodiversidade brasileira, à sustentabilidade, ao comércio justo, à bioeconomia e ao desenvolvimento regional.
"Estamos levando para um dos principais palcos mundiais de alimentos produtos que expressam a diversidade e a biodiversidade brasileiras dentro das tendências globais de consumo. É uma oportunidade para mostrar que a agricultura familiar brasileira pode e deve ocupar espaços cada vez maiores no comércio global, com produtos de qualidade, origem, sustentabilidade e valor agregado, além de aproximar essas cooperativas de compradores internacionais e gerar negócios", afirma o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.
O evento é a primeira edição após a entrada em vigor provisória, em 1º de maio de 2026, do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a corrente de comércio entre Brasil e UE alcançou US$ 49,7 bilhões entre maio e setembro de 2026. As exportações brasileiras somaram US$ 27,2 bilhões, alta de 30,6% sobre o mesmo período de 2025. As importações chegaram a US$ 22,5 bilhões, crescimento de 3,1%, o que resultou em superávit de US$ 4,7 bilhões.
A França, sede da feira, é a segunda maior economia da UE, com PIB de US$ 3,4 trilhões, população de 66,7 milhões de habitantes e US$ 762 bilhões em importações de bens em 2024. O Perfil de Comércio e Investimentos (PCI) França 2026, da área de Inteligência da ApexBrasil, identificou 407 oportunidades comerciais para produtos brasileiros. Em 2025, o comércio bilateral somou US$ 10,3 bilhões, dos quais US$ 3,1 bilhões foram exportações brasileiras.
A SIAL Paris (Salon International de l'Alimentation) é considerada a maior feira profissional do setor agroalimentar do mundo. São esperados cerca de 295 mil profissionais de aproximadamente 194 países, entre importadores, distribuidores, varejistas, redes de supermercados, indústrias, profissionais de foodservice, restaurantes, hotéis e tomadores de decisão, em busca de novos produtos, fornecedores e tendências.
O Brasil estreou na feira em 2008, com 80 empresas, e chegou a 110 em 2010. Nas edições seguintes, foram 82 em 2012, 84 em 2014, 102 em 2016 e 128 em 2018. Em 2020, a participação caiu para 70 empresas por causa da pandemia, e depois subiu para 130 em 2022 e 139 em 2024. Com 156 empresas, 2026 tem o maior número da história. O valor de negócios gerados passou de US$ 603 milhões em 2008 para US$ 3,2 bilhões em 2024.
A feira funciona das 10h às 18h30. No dia 17, a abertura oficial da SIAL Paris ocorre às 10h, e a do Pavilhão Brasil, às 11h, no Hall 4, com o presidente da ApexBrasil, representantes do corpo diplomático, entidades setoriais, cooperativas, empresas e parceiros. O público poderá conhecer e provar produtos de cooperativas que refletem diferentes biomas, territórios e cadeias produtivas. Às 12h, Müller concede entrevista e, às 13h, visita os pavilhões nos Halls 4, 5, 6 e 8.
De 18 a 21 de outubro, as manhãs reservam entrevistas com integrantes das cooperativas que participam pela primeira vez, com a delegação focada em inovação e com a vencedora do SIAL Innovation Awards 2026, além de visita ao Brazil Trade Lounge (BTL), voltado a comerciais exportadoras. A vencedora é a AMZ Tropical, fabricante de bebidas fundada na Amazônia e única brasileira entre as 28 premiadas, na categoria Bebidas. Ao meio-dia há degustações no Pavilhão Brasil, e as tardes são dedicadas a visitas aos pavilhões e a agendamentos prévios com participantes.
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Baixar áudioProjeções da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) sobre os riscos do El Niño 2026/2027 para o setor produtivo indicam que o manejo da água é essencial para as produções agropecuárias da Região Norte. A recomendação considera a previsão de irregularidade nas chuvas e nos níveis dos rios. A análise aponta que a seca e chuvas abaixo da média podem se estender até março de 2027.
Segundo a Embrapa, os efeitos do fenômeno já estão impactando os produtores nortistas e podem ser intensificados entre o fim de 2026 e o início de 2027. Os impactos podem atingir a produção agropecuária, a navegação, o transporte e o abastecimento.
As informações integram uma das cinco notas técnicas lançadas pela Embrapa, com orientações para as diferentes regiões do país e recomendações para a gestão de riscos climáticos associados ao El Niño 2026/2027.
Na Região Norte, os estados do Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima tendem a concentrar os déficits hídricos mais severos e os efeitos sobre os rios.
No Pará, Amapá e nas áreas de transição do Maranhão e de Mato Grosso, a previsão indica atraso das chuvas, o que pode preocupar os produtores com relação ao prolongamento da estação seca, na implantação das lavouras e no risco de incêndios.
Já em relação à redução dos níveis dos rios, o Amazonas, por exemplo, pode ter impactos na navegação, bem como no transporte de insumos e alimentos, no abastecimento de água, na agricultura de várzea, pesca e aquicultura.
Nas áreas costeiras e estuarinas do Pará e do Amapá, a Embrapa informou que há risco de intrusão salina nos canais de captação de água doce.
No caso de Roraima, há uma situação mais antecipada. Conforme a Embrapa, o déficit de chuva coincidiu com o período de enchimento dos grãos.Houve uma supressão das chuvas já no mês de julho de 2026, com quebras históricas na safra agrícola antes mesmo das demais áreas do Norte. A estimativa é de perdas de 30% a 50% na safra de 2026.
Confira os principais riscos para a Região Norte:
Para mitigar os impactos do El Niño e contornar os riscos à produção nortista, a Embrapa indica três áreas principais de atuação dos produtores rurais para reduzir as perdas.
A Embrapa informou que o manejo do solo e a proteção florestal podem ser utilizados com vistas a reduzir a temperatura da raiz e conter a evaporação. A indicação também é suspender totalmente o uso de queimadas e adotar a tecnologia de corte-e-trituração da capoeira.
A economia de água também é essencial para garantir a proteção das fontes; A sugestão é cercar e isolar as Áreas de Preservação Permanente (APPs) de nascentes e igarapés.
Os produtores também podem fazer a limpeza e o desassoreamento preventivo de açudes, cisternas e microbarragens.
A Embrapa destacou, ainda, que é importante seguir obrigatoriamente as orientações e janelas de plantio do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).
Confira as orientações da Embrapa para alguns cultivos na Região Norte:
Açaí
Cacau
Mandioca
Arroz de várzea e terras baixas
Para a piscicultura, a Embrapa recomenda instalar sombreamento artificial ou macrófitas controladas nos tanques escavados. O monitoramento do oxigênio e da temperatura da água no início da manhã também é relevante para o período de impactos do El Nño.
No caso da pesca artesanal, o ideal é que sejam firmados acordos comunitários de pesca e proteger os poços profundos dos rios e lagos como zonas de refúgio dos peixes.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), disponibilizaram uma página online com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira.
O intuito é apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do cultivo ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
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Baixar áudioA Confederação Nacional de Municípios (CNM) classifica como desigual o tratamento da PEC 18/2025, conhecida como PEC da Segurança Pública, dada aos municípios. A posição consta em carta assinada pelo presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, que denuncia uma prática, segundo ele, recorrente da União: "o repasse sistemático de obrigações e a transferência de responsabilidades aos municípios, que passam a atuar em cenário financeiro e estrutural já fragilizado, sem contrapartidas, fortalecimento dos agentes na ponta ou respeito à autonomia federativa”.
A entidade afirma que a PEC “reforça a interpretação equivocada de que segurança pública é sinônimo de polícia e que a União não se compromete com as questões estruturais da violência”. Para a CNM, “a população pressionará prefeitos por respostas em uma área de responsabilidade dos estados”.
O ponto mais criticado é a partilha de recursos. A carta aponta que, ao definir a transferência obrigatória e independente de convênio, o texto destina 50% dos fundos nacionais exclusivamente aos estados e ao Distrito Federal. "Os municípios foram sumariamente apagados da partilha obrigatória, institucionalizando a exclusão municipal dos recursos nacionais de segurança", afirma. Enquanto os estados receberiam as transferências fundo a fundo, as prefeituras continuariam dependentes da burocracia e da imprevisibilidade de convênios e contratos de repasse.
Na conclusão, a CNM afirma que a PEC "não é um pacto pela segurança, e sim uma imposição de deveres sem qualquer suporte financeiro às prefeituras". A confederação se declara contrária à penalização contínua dos municípios por um modelo que "concentra os recursos em Brasília e descentraliza apenas as crises e as obrigações".
“Diante da resposta estadual insuficiente e da distribuição assimétrica de competências e recursos, os municípios absorvem atribuições sem uma fonte concreta, estável e permanente de financiamento”, conclui o documento.
De autoria do Poder Executivo, a PEC estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios no combate ao crime. Ela constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com mudanças no artigo 144 da Constituição, para que os órgãos atuem em cooperação federativa, de forma integrada e descentralizada. Para facções e milícias, prevê prisão em unidades de segurança máxima, restrição ou vedação à progressão de penas, medidas patrimoniais contra o produto do crime, responsabilização de pessoas jurídicas e proteção a denunciantes e familiares.
O texto também amplia as atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), devendo atuar também em ferrovias e hidrovias, e passando a se chamar Polícia Viária Federal (PVF). A matéria cria ainda o Sistema de Políticas Penais e autoriza União, estados e municípios a legislarem conjuntamente sobre segurança pública, polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo. Outra novidade é a possibilidade de polícias municipais de natureza civil, sob controle externo do Ministério Público, com atribuição de policiamento ostensivo e comunitário nas cidades.
No financiamento, a PEC prevê o repasse de 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), excluídas as despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen. O texto ainda destina 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, aos fundos de segurança.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retirou a PEC da pauta da quinta-feira (15). A votação estava marcada após a aprovação, em votação simbólica na noite de quarta (14), de um calendário especial que dispensava sessões prévias e permitia votar os dois turnos. O texto já havia passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) sem alterações, e o texto-base fora aprovado no início de setembro, restando três destaques.
Alcolumbre disse que quer evitar uma "discussão açodada" e dar tempo para um acordo sobre as emendas. Afirmou ter recebido críticas por colocar o requerimento de calendário especial em votação durante a comemoração da aprovação do fim da escala 6x1, de modo a evitar pedido de verificação. Lembrou ainda que qualquer emenda aprovada faz a PEC voltar à Câmara dos Deputados, onde já foi aprovada, e disse que a decisão não atendeu a pedido do governo.
Foram apresentadas cinco emendas em Plenário. Duas tratam da maioridade penal. A do líder da oposição, Rogerio Marinho (PL-RN), reduz a idade de responsabilização para 16 anos como regra geral e 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e organização criminosa. Já a do líder do PT, Camilo Santana (CE), mantém os 18 anos como regra, mas reduz para 16 nos crimes hediondos. As demais tratam da atuação das Forças Armadas, da inclusão dos agentes de trânsito entre os órgãos de segurança e dos profissionais do sistema socioeducativo.
A proposta de Camilo dividiu a bancada petista. Senadores mais antigos do PT, partido historicamente contrário à redução da maioridade, defendiam discutir o tema depois e separadamente, para garantir a aprovação da PEC antes do segundo turno. Camilo disse que o presidente Lula sabia da emenda. O senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que a PEC pode ser votada na próxima semana, caso haja acordo para tratar a maioridade penal em uma PEC paralela, como ocorreu na Câmara, saída a que a oposição foi contra. Marinho questionou a decisão de Alcolumbre e ressaltou a expectativa da sociedade pela aprovação.
A PEC é prioritária para a campanha à reeleição de Lula, que pretende usar a aprovação como resposta do governo na área de segurança, uma das principais preocupações do eleitorado nas pesquisas. O presidente prometeu criar o Ministério da Segurança Pública após a aprovação.
Copiar o textoFVS-RCP registra casos em quatro municípios; 14 pessoas infectadas não estavam vacinadas
Baixar áudioA vacinação contra o sarampo foi intensificada no Amazonas, que confirmou 17 casos da doença. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP).
Segundo a atualização do informe epidemiológico, nove casos foram registrados em Tabatinga, cinco em Benjamin Constant, dois em Atalaia do Norte e um em São Paulo de Olivença.
Entre as pessoas infectadas, 14 não haviam sido vacinadas contra a doença. O dado reforça a importância da imunização para prevenir novos casos e conter a transmissão do vírus.
De acordo com a SES-AM, em articulação com as secretarias municipais de saúde, a vacinação contra o sarampo permanece como a principal estratégia de prevenção e controle, com ações intensificadas em todo o estado.
Nos municípios de fronteira com Peru e Colômbia, também são realizadas ações de vacinação extramuros para pessoas a partir de seis meses de idade. A iniciativa busca ampliar o acesso à vacina em locais de grande circulação e aumentar as oportunidades de atualização da situação vacinal.
A vigilância epidemiológica inclui a investigação de casos suspeitos e o acompanhamento dos contatos. A FVS-RCP também reforçou as orientações de biossegurança, isolamento, notificação e fluxo assistencial para casos suspeitos ou confirmados, conforme a Nota Técnica nº 32/2026.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. A vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A vacina é indicada para pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme o calendário vacinal. A orientação é que pais e responsáveis verifiquem a caderneta de vacinação das crianças. Jovens e adultos também devem conferir se as doses estão em dia e procurar uma unidade de saúde para atualizar a vacinação, quando necessário.
A FVS-RCP destaca que a identificação rápida de casos suspeitos, a vacinação e a adoção de medidas de controle são fundamentais para interromper a transmissão do sarampo.
O informe epidemiológico é atualizado semanalmente, às quartas-feiras, e pode ser consultado no site oficial da FVS-RCP.
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Baixar áudioA disputa pela Presidência da República apresenta diferenças importantes entre as regiões do Brasil e entre os eleitores que vivem no interior e nas regiões metropolitanas. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que Flávio Bolsonaro (PL) lidera no Sul, Sudeste e no conjunto formado pelo Centro-Oeste e Norte. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem vantagem no Nordeste.
O levantamento também aponta uma divisão entre os eleitores das grandes cidades e do interior. Nas regiões metropolitanas, Lula aparece com 54% dos votos válidos, contra 46% de Flávio Bolsonaro. No interior, o resultado se inverte: o candidato do PL tem 54%, enquanto o presidente registra 46%.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos em cada um desses dois grupos. Dessa forma, as vantagens dos candidatos estão fora da margem de erro.
O Nordeste é a região em que Lula apresenta sua maior vantagem. O presidente tem 66% dos votos válidos, contra 34% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de 32 pontos percentuais.
No Sul, o cenário é favorável ao candidato do PL, que registra 62% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 38%.
Flávio também lidera no Sudeste, com 56% dos votos válidos, contra 44% do presidente. No agrupamento das regiões Centro-Oeste e Norte, o senador tem 58%, diante de 42% do petista.
A margem de erro é de quatro pontos percentuais no Nordeste, três no Sudeste e cinco no Sul e no agrupamento Centro-Oeste/Norte. As diferenças registradas colocam os candidatos à frente de seus adversários fora da margem de erro em todos esses recortes regionais.
Entre os brasileiros que não se identificam como petistas nem como bolsonaristas, Flávio Bolsonaro aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de Lula.
A diferença é de 18 pontos percentuais. Como a margem de erro nesse grupo é de cinco pontos para mais ou para menos, o candidato do PL lidera fora do empate técnico.
Na pesquisa anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio tinha 58% nesse segmento, enquanto Lula registrava 42%. Os números indicam uma oscilação de um ponto percentual para cada candidato.
Entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, Flávio concentra 98% dos votos válidos. Já entre os petistas, Lula reúne 93%.
O levantamento também mostra diferenças nas preferências de voto de homens e mulheres.
Entre as mulheres, Lula tem 55% dos votos válidos, contra 45% de Flávio Bolsonaro. Entre os homens, o candidato do PL aparece com 56%, enquanto o presidente registra 44%.
Na divisão por cor ou raça, Lula lidera entre os eleitores que se declaram pretos, com 60%, contra 40% de Flávio. Entre os brancos, o senador tem 59%, diante de 41% do presidente.
Já entre os eleitores pardos, a disputa está empatada numericamente, com 50% para cada candidato.
Segundo o Datafolha, Lula apresenta maior força entre os brasileiros que recebem até dois salários mínimos por mês, com 58% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro tem vantagem entre aqueles com rendimentos mais elevados, com renda de mais de dois a cinco salários mínimos (58%) e na faixa acima de cinco salários mínimos, com 63%.
O nível de escolaridade é outro fator que diferencia o desempenho dos candidatos no segundo turno.
Lula tem vantagem entre os brasileiros que estudaram até o ensino fundamental, com 61%. Já Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho entre os eleitores com ensino médio (55%) e superior (56%).
Na divisão por idade, Flávio Bolsonaro apresenta sua maior vantagem entre os eleitores de 35 a 44 anos. Nesse grupo, o senador tem 59% dos votos válidos, contra 41% de Lula.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, Lula aparece numericamente à frente, com 54%, contra 46% de Flávio. A diferença, porém, está dentro da margem de erro de seis pontos percentuais.
Na faixa de 25 a 34 anos, Flávio registra 53%, contra 47% do presidente. Entre os eleitores de 45 a 59 anos, o placar é de 51% para o senador e 49% para Lula. Na faixa de 60 anos ou mais, o presidente aparece com 54%, contra 46% de Flávio Bolsonaro.
Apenas na faixa de 35 a 44 anos a diferença entre os candidatos está fora da margem de erro.
Apesar das diferenças entre regiões e grupos de eleitores, o cenário nacional continua equilibrado.
Considerando apenas os votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 51% das intenções de voto, contra 49% de Lula. A diferença de dois pontos percentuais configura empate técnico, já que a margem de erro nacional é de dois pontos para mais ou para menos.
O Datafolha ouviu 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, em 153 municípios brasileiros, nos dias 13 e 14 de outubro. Desse total, 2.330 entrevistados indicaram voto em um dos dois candidatos e compõem a base utilizada para calcular os votos válidos.
A pesquisa foi encomendada pela Folha de S.Paulo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00466/2026. A margem de erro para o conjunto da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
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Baixar áudioO Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, fechou esta sexta-feira (16) em alta de 0,54%, aos 205.430,33 pontos. O resultado interrompeu uma sequência de três pregões consecutivos de queda. Apesar da recuperação, o índice encerrou a semana com recuo acumulado de 1,74%.
Um dos fatores que contribuíram para o desempenho positivo foi a valorização das ações de empresas ligadas ao petróleo, acompanhando a alta da commodity no mercado internacional. Entre os destaques do pregão estiveram os papéis da Petrobras. As ações preferenciais da companhia subiram 4,04%, enquanto as ordinárias avançaram 3,53%.
No cenário doméstico, os investidores também repercutiram os dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br. O indicador registrou crescimento de 0,3% em agosto, na comparação com julho, resultado que surpreendeu positivamente o mercado e contribuiu para o movimento da Bolsa.
Apesar do avanço, a alta do petróleo também trouxe preocupações relacionadas à inflação global, já que o encarecimento da commodity pode pressionar os custos de energia e os preços de outros produtos.
Nas bolsas de Nova York, o pregão foi negativo. O Dow Jones recuou 0,34%, o S&P 500 caiu 1,09% e o Nasdaq registrou baixa de 2,15%, em meio à cautela dos investidores diante das perspectivas para o setor de tecnologia e dos impactos da inteligência artificial.
Com isso, o Ibovespa encerrou a sexta-feira em recuperação, mas ainda acumulou perdas ao longo da semana, refletindo as oscilações do mercado financeiro brasileiro e internacional.
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 84.227.696.31, em meio a 4.830.758 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
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Baixar áudioO dólar comercial fechou esta sexta-feira (16) em queda de 0,27%, cotado a R$ 5,06. O recuo foi favorecido pela entrada de recursos no mercado brasileiro, impulsionada pela movimentação das commodities no cenário internacional.
A valorização de produtos negociados globalmente, como o petróleo, contribuiu para dar fôlego ao real diante da moeda americana. Esse movimento também influenciou o mercado de ações, especialmente os papéis de empresas brasileiras ligadas à exploração e à produção de petróleo.
No cenário internacional, porém, a alta da commodity aumentou a preocupação com possíveis pressões inflacionárias. O comportamento dos preços de energia segue no radar dos investidores, devido aos possíveis efeitos sobre a inflação e as decisões de política monetária das principais economias.
No Brasil, os agentes do mercado também acompanharam a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central, o IBC-Br, que apresentou crescimento de 0,3% em agosto, na comparação com julho.
Mesmo com a queda registrada no último pregão da semana, o mercado cambial permaneceu atento aos fatores econômicos internos e externos que podem influenciar a cotação da moeda americana.
O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,68.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1975 | 0,1757 | 0,1482 | 31,1969 | 0,1627 | 0,2792 | 0,2844 |
| USD | 5,0646 | 1 | 0,8898 | 0,7502 | 158,00 | 0,8240 | 1,4139 | 1,4396 |
| EUR | 5,6899 | 1,1239 | 1 | 0,8433 | 177,58 | 0,9261 | 1,5890 | 1,6180 |
| GBP | 6,7485 | 1,3329 | 1,1859 | 1 | 210,57 | 1,0982 | 1,8846 | 1,9189 |
| JPY | 0,0321 | 0,0063 | 0,0056 | 0,0047 | 1 | 0,5215 | 0,0089 | 0,0091 |
| CHF | 6,1463 | 1,2136 | 1,0798 | 0,9106 | 191,75 | 1 | 1,7158 | 1,7472 |
| CAD | 3,5820 | 0,7073 | 0,6293 | 0,5306 | 111,75 | 0,5828 | 1 | 1,0183 |
| AUD | 3,5178 | 0,6946 | 0,6181 | 0,5212 | 109,76 | 0,5724 | 0,9821 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3806, de 16/10/2026, foram: 04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 13 - 16 - 19 - 20 - 21 - 23 - 24 - 25.
04 - 05 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 13 - 16 - 19 - 20 - 21 - 23 - 24 - 25
Resultado oficial conferido com a Caixa às 21:34. consulte o resultado oficial no site da Caixa
Concurso seguinte: Resultado da Lotofácil 3807 (18/10/2026): números sorteados
O concurso 3806 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (16/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 806.564,34. Os bilhetes premiados foram adquiridos em João Dourado (BA) e Salvador (BA).
O próximo sorteio está marcado para domingo (18/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 19.727.176,00.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3805.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioA Região Sul terá um sábado (17) de temperaturas amenas, muitas nuvens e previsão de chuva em parte da região. O destaque é a queda da temperatura máxima em Porto Alegre, onde os termômetros não devem passar dos 18°C.
Em Curitiba, no Paraná, a temperatura varia entre 11°C e 20°C. A previsão é de muitas nuvens durante o dia, sem indicação de chuva no período informado. Os ventos podem variar de fracos a moderados, com rajadas.
Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, a mínima é de 15°C e a máxima chega a 22°C. O dia será de muitas nuvens, com possibilidade de mudanças nas condições do tempo conforme a evolução das instabilidades.
Já em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, os termômetros ficam entre 13°C e 18°C. A previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas. A umidade relativa do ar pode variar entre 80% e 95%, e os ventos podem apresentar rajadas.
A previsão aponta diferenças entre as capitais: enquanto Curitiba terá temperaturas mais baixas e muitas nuvens, Porto Alegre terá chuva e trovoadas, e Florianópolis pode registrar a maior máxima entre as três.
Quem for viajar deve ter atenção às condições das estradas e à visibilidade durante a chuva.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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