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Baixar áudioA Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) se manifestou contra a discussão e a votação aceleradas, no Congresso Nacional, de propostas que tratam da redução da jornada de trabalho. Segundo a entidade, há a expectativa de que o governo federal envie nos próximos dias um projeto de lei com regime de urgência, mecanismo que acelera a tramitação no Legislativo.
Para a confederação, a manobra do governo contraria o pedido do setor produtivo por um debate responsável e mais aprofundado, que deveria ocorrer somente após o período eleitoral. A postergação, segundo a entidade, contribuiria para um ambiente de discussão mais racional, técnico e focado nos impactos sobre empresas e trabalhadores.
O presidente da CACB, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e da Associação Comercial de SP (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirma que o tema não deve ser utilizado como instrumento político.
“O debate coincidir com um ano eleitoral é indesejável. Não é possível usar esse instrumento tão importante, quanto o trabalho, para um projeto eleitoral, porque isso vai prejudicar aqueles que não têm condições de absorver os custos decorrentes desta mudança.”
A CACB também destacou que, diferentemente de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) — como a PEC 8/2025, que já tramita na Câmara dos Deputados —, o regime de urgência obriga deputados e senadores a votarem o texto em até 45 dias em cada Casa, sob risco de paralisação da pauta legislativa.
A CACB também divulgou um manifesto, assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo, reiterando a preocupação com a possibilidade de envio de um projeto de lei em regime de urgência para tratar da redução da jornada de trabalho. Segundo o documento, “o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração”.
No texto, a entidade defende que a votação seja adiada para 2027, para que sejam ouvidos todos os envolvidos no debate, especialmente os pequenos e médios empreendedores.
Confira o manifesto na íntegra:
2027 é o ano para discutir escala de trabalho
A sinalização de que o governo federal pretende apressar a aprovação de mudança que reduz a jornada de trabalho, seja ao encaminhar ao Congresso um projeto de lei (PL) com regime de urgência, ou, o que é menos admissível ainda, através de uma Medida Provisória – revela que o governo não quer discutir as graves consequências dessa possível alteração. No caso de um projeto de lei que prevê tramitação mais rápida, haverá o atropelo dos debates. Essa votação precisa ser adiada para 2027. É preciso serenidade para ouvir todos os envolvidos, em especial os pequenos e médios empreendedores. Recusamo-nos a sequer admitir a hipótese de MP para tratar dessa matéria, pois não apresenta as características que essa providência exige e seria uma afronta ao Congresso e à sociedade.
O diálogo sem atropelo com todos os agentes econômicos e sociais envolvidos permitirá que se busque um consenso em torno de uma solução que melhor atenda aos interesses de todos.
Independentemente de qualquer outra consideração, a gravidade e a complexidade do tema aconselham que ela seja deixada para 2027, pois trata-se de matéria extremamente sensível para um período eleitoral, quando as discussões são contaminadas por preocupações eleitoreiras.
O sistema associativo – presente em todo país, distribuído por todos os estados e municípios – reitera sua preocupação com o envio de um PL com urgência, em detrimento das discussões em torno de uma proposta de emenda legislativa (PEC), que exige quórum mais alto de votos e debate mais longo. O sistema produtivo precisa participar. Esse espaço de argumentações é inegociável. O que está em jogo é a geração de empregos e o crescimento da economia.
Alfredo Cotait Neto , presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e presidente da Associação Comercial de SP (ACSP), representando todo o Sistema Associativo
Alfredo Cotait defende que eventuais mudanças na jornada de trabalho sejam definidas prioritariamente por meio de negociações entre empregadores e trabalhadores.
“O negociado prevalece sobre o legislado. Precisamos chamar todos os setores da sociedade civil organizada, os empreendedores, os trabalhadores, e verificar como podemos fazer uma alteração possível que não prejudique os consumidores com inflação, nem os trabalhadores com queda nos empregos e nem os empresários com aumento de custo”, propõe.
A CACB defende que o caminho mais equilibrado passa pelo diálogo entre governo, Congresso, trabalhadores e empresários, além da busca por alternativas como a flexibilização de jornadas, acordos coletivos e modelos adaptáveis à realidade de cada atividade econômica.
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Copiar o textoIniciativas são coordenadas pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura
Baixar áudioFormadores culturais, educadores, coletivos indígenas e gestores públicos têm agora novas ações integradas do Ministério da Cultura voltadas à valorização dos saberes originários e à formação artística no Brasil.
As iniciativas são coordenadas pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura, a Sefli. Elas incluem apoio à produção de conteúdos indígenas, formação em cultura digital e articulação com universidades federais.
A proposta é reconhecer e fortalecer os modos próprios de ensinar e aprender existentes nos territórios.
Segundo o secretário Fabiano Piúba, a diversidade é a base dessas políticas.
“Uma das diretrizes, premissa das políticas culturais é justamente o da diversidade, né? A diversidade em sua mais vasta plenitude. A partir disso, o Ministério da Cultura desenvolve as suas políticas e não foi diferente no campo da formação artística e cultural.”
Entre as iniciativas está o fortalecimento da revista PIHHY. O nome, em língua originária, significa semente.
A publicação reúne conhecimentos, saberes e artes indígenas produzidos pelos próprios povos indígenas.
A revista também passa a integrar um acervo desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Goiás.
“Ela compreende a criação, a produção, difusão e circulação dos conhecimentos, das ciências, dos saberes e das artes indígenas, realizada pelos próprios povos indígenas do nosso país. E é uma revista que tem sido uma referência importante para produção de conteúdos, mas também da criação de um acervo.”
As ações fazem parte de uma política mais ampla do Ministério da Cultura em parceria com o Ministério da Educação.
A iniciativa dialoga com a Lei 11.645, que trata do ensino das histórias e culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas. Além disso, o MinC apoia o Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, realizado no Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade Federal Fluminense.
“A comunicação digital também é fundamental para afirmação das ancestralidades, da memória, da identidade, mas também como uma ferramenta de comunicação, e também como um componente ético, estético e político.”
As iniciativas reforçam a formação artística e cultural como política de Estado.
Segundo o Ministério da Cultura, as ações conectam diversidade, educação e território.
Para mais informações, acesse o site.
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Baixar áudioAtracaram na China as primeiras remessas de DDGS brasileiras. Foram 62 mil toneladas de grãos secos de destilaria com solúveis que chegaram ao porto de Nansha, em Guangzhou, no sul do país.
A carga representa a ampliação do comércio agropecuário entre os dois países. O mercado de DDGS – coproduto da produção de etanol, rico em proteína e primordialmente usado como ração animal –, surgiu da União Nacional do Etanol de Milho (Unem).
As negociações comerciais e as regras sanitárias foram definidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) do Brasil e a contraparte chinesa em maio do ano passado. Já em novembro, houve a habilitação dos primeiros estabelecimentos exportadores.
Também foi enviado o primeiro contêiner de farinha de vísceras de aves exportado ao país. O envio da mercadoria, utilizada principalmente na nutrição animal, foi uma demanda apresentada pela Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra), cujo mercado está aberto desde abril de 2023.
Com cerca de 1,4 bilhão de habitantes, a China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o país asiático importou mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total exportado pelo setor.
Para o Mapa, as iniciativas evidenciam a atuação conjunta entre governo e setor produtivo para aproveitar novas oportunidades de comércio e ampliar a pauta exportadora brasileira.
Copiar o textoUm conjunto de minerais e materiais é essencial para a transição energética e uma vasta gama de tecnologias avançadas. É o caso dos elementos terras raras (ETR), de crescente importância na geopolítica. Este artigo faz uma atualização das reservas [1] e apresenta informações sobre produção mineral de ETR, refino, investimentos e estimativas de valor de mercado dos ETR e produtos derivados.
As reservas dos diversos minerais passam por revisões periódicas a partir de informações fornecidas por empresas e governos. A principal referência internacional no tema é a publicação anual do U.S. Geological Survey, Mineral Commodity Summaries [2]. Segundo a mais recente edição, de 2026 (ano-base 2025), o total das reservas de terras raras, medidas em óxidos totais de terras raras equivalente (OTR), tem decrescido: 110 milhões de toneladas (Mt) em 2023, 90 Mt em 2024 e 85 Mt em 2025. A China lidera, com 44 Mt (52% das reservas), enquanto em 2º lugar está o Brasil, com 21 Mt (25%) e a Austrália em 3º lugar, com 6,9 Mt (7,4%), como ilustra a tabela.
Entretanto, a Agência Nacional de Mineração (ANM) revisou para baixo as reservas brasileiras, de 21 Mt para 11,4 Mt de OTR, conforme destacado no Sumário Mineral 2025 Ano-Base 2024 [3]. A revisão deu-se a partir do Relatório Anual de Lavra (RAL) de 2023 (ano-base 2022), seguindo a norma da Comissão Brasileira de Recursos e Reservas (CBRR): os recursos são classificados como inferidos, indicados e medidos; as reservas, como prováveis e provadas. Ao alinhar-se às boas práticas internacionais, com a Resolução 94/2022, a ANM apresenta maior precisão nos dados reportados. O próprio USGS, em 2010, adotou o padrão do Committe for Mineral Reserves International Reporting Standards (CRIRSCO), ao qual a CBRR está associada.
Para o ano-base 2025, portanto, com base na revisão da ANM, considerando a reserva de 11,4 Mt e a reserva global diminuída de 85 Mt para 75 Mt de OTR, o Brasil ainda está em 2º lugar, com participação de 15%, conforme a tabela. Essa revisão das reservas brasileiras feita pela ANM já deveria ter sido atualizada nas edições recentes do Mineral Commodity Summaries.
| Posição | País | Reservas Mundiais 2023 (USGS) | Reservas Mundiais 2023 (ANM) |
|---|---|---|---|
| 1º | China | 44 Mt [52%] | 44 Mt [58%] |
| 2º | Brasil | 21 Mt [25%] | 11,4 Mt [15%] |
| 3º | Austrália | 6,9 Mt [7,4%] | 6,9 Mt [9,2%] |
| 4º | Rússia | 3,8 Mt [4,5%] | 3,8 Mt [5,0%] |
| 5º | Vietnã | 3,5 Mt [4,1%] | 3,5 Mt [4,6%] |
| 6º | EUA | 1,9 Mt [2,2%] | 1,9 Mt [2,5%] |
| 7º | Groelândia | 1,5 Mt [1,8%] | 1,5 Mt [2,0%] |
| 8º | Tanzânia | 0,89 Mt [1,1%] | 0,89 Mt [1,2%] |
| 9º | A. do Sul | 0,86 Mt [1,0%] | 0,86 Mt [1,1%] |
| - | Outros | 0,65 Mt [0,76%] | 0,65 Mt [0,86%] |
| TOTAL | 85 Mt de OTR | 75,4 Mt de OTR | |
Reservas de Terras Raras segundo USGS e ANM
Por outro lado, o Brasil ainda não considera oficialmente os depósitos de terras raras em argilas de adsorção iônica. Nos últimos 3-4 anos, algumas dezenas de junior mining companies, principalmente australianas e canadenses, intensificaram a prospecção e pesquisa mineral de ETR. De acordo com levantamento recente do Serviço Geológico do Brasil [4], considerando apenas quatro dos projetos listados, cerca de 2 Mt de OTR em depósitos de argila iônica estão classificados como reservas pelas empresas e provavelmente serão assim reconhecidas pela ANM com a análise dos relatórios de pesquisa.
Isso mostra o potencial de aumento das reservas nacionais de ETR à medida que avançam as pesquisas minerais em outras áreas. Os depósitos de ETR em argilas iônicas são atraentes, por exigirem menor investimento e custos operacionais do que, por exemplo, os de carbonatitos. Esses depósitos apresentam ainda menores teores de elementos radioativos e maiores teores de ETR pesados, em comparação com minérios contendo bastenasita e monazita.
Nesse sentido, os investimentos em pesquisa mineral de ETR no Brasil cresceram, conforme a ANM, de apenas R$ 2 milhões em 2021 para R$ 19 milhões em 2022, R$ 31 milhões em 2023 e R$ 90 milhões em 2024. Os investimentos mundiais em pesquisa de ETR, segundo a S&P Global, alcançaram cerca US$ 150 milhões em 2024 e em 2025, com a Austrália liderando. O Brasil ficou em segundo lugar em 2024, com US$ 13 milhões investidos.
A produção mundial apresentou um aumento de quase cinco vezes ao longo deste século. Em 2000, foram 83 mil toneladas (83 kt) de OTR, 376 kt em 2023, 380 kt em 2024 e atingindo 390 kt em 2025 [2]. A China continua bem à frente, com 270 kt de OTR (69%), enquanto os EUA, que retomaram a produção há alguns anos, ocupam a 2ª posição, com 51 kt (13%), vindo após a Austrália, com 29 kt (7,4%). Segue Myanmar, com 22 kt (5,6%), Tailândia, com 4,8 kt (1,2%), Índia, com 2,9 kt (0,74%), Madagascar, com 2,7 kt (0,69%) e Rússia, com 2,6 kt (0,67%). Estima-se que os elementos magnéticos — os leves neodímio (Nd) e praseodímio(Pr) e os pesados, térbio (Tb) e disprósio (Dy) – representem cerca de 28% da produção mundial total de OTR [5]; ou seja, 106-109 kt nos dois últimos anos.
A produção do Brasil representou apenas 0,51%, ficando na 9ª posição [2]. Importa assinalar o início da operação da Mineração Serra Verde, em janeiro de 2024. Localizada em Minaçu-GO, é a primeira produção a partir de minério de argila iônica fora da Ásia. Com capacidade de 5 kt de OTR, a produção atingiu 560 t em 2024 e 2,0 kt em 2025. A tecnologia empregada é a lixiviação salina em tanque agitado, seguida das etapas de remoção de impurezas e de precipitação conjunta dos ETR. Isto resulta em um composto (concentrado) químico denominado Mixed Rare Earth Carbonate (MREC), que é exportado pela empresa.
Entre 2026 e 2030, os investimentos em produção de terras raras no Brasil devem atingir US$ 2,4 bilhões, segundo levantamento do IBRAM. Até 2030, com base nos projetos mais avançados, o Brasil poderá produzir 40-50 kt de OTR, na forma de MREC ou concentrados minerais, passando de menos de 1% para cerca de 10% da produção mundial atual.
A China detém 85-90% da capacidade mundial de refino, abrangendo a separação dos ETR em óxidos, com a Malásia (> 5%) e a Estônia (> 3%) complementando. Além de refinar a própria produção mineral, a China importa concentrados minerais e MREC de outros países que ainda não apresentam capacidade instalada de refino, como o Brasil e os EUA (capacidade ainda incipiente). Por enquanto, apenas duas empresas no Brasil consideram acrescentar a etapa de separação/refino em seus projetos.
As avaliações de valor do mercado dos ETR e seus produtos apresentam geralmente grandes variações. Foi realizada uma pesquisa usando Inteligência Artificial [6]. O valor de mercado para os produtos da etapa upstream foi estimado em US$ 3 bilhões – concentrados minerais de rochas duras (70%) e carbonatos mistos de jazidas de argilas iônicas (30%).
O valor de mercado do midstream foi estimado em US$ 5 bilhões – óxidos separados (65%) e metais/ligas (35%). No midstream, os quatro elementos magnéticos respondem por volume relevante (30-35%) e muito valor (>80-90%), enquanto a dupla de elementos leves Ce e La representa muito volume (>65%) e muito pouco valor (<3%).
O downstream representa um mercado de US$ 40 bilhões, com os ímãs permanentes de ETR — em especial os de NdFeB (> 90%) — participando com 50%. Na sequência, destacam-se catalisadores automotivos (20-25%) e fósforos (10-5%), seguidos por catalisadores para refino de petróleo (10-5%), pós de polimento (<5%) e cerâmicas (<5%), entre outros.
Com 15% ou 25% das reservas de ETR, o Brasil enfrenta tanto o desafio quanto a oportunidade de converter esse potencial em desenvolvimento. A expansão da produção mineral é importante, mas deve ser acompanhada da captura de parte dos mercados midstream e downstream, promovendo a geração de empregos qualificados. Evidências internacionais indicam que, no segmento de terras raras, esse progresso não ocorre de forma espontânea.
O Brasil apresenta condições favoráveis para o desenvolvimento da cadeia produtiva de ETR e minerais críticos [7], como infraestrutura adequada, matriz energética renovável (powershoring) e diplomacia comercial ampla (friendshoring). Recentemente, projetos e PD&I de empresas têm recebido financiamento do BNDES e da Finep por meio da política Nova Indústria Brasil (NIB). Há iniciativas em curso para elaborar uma política mineral e industrial para minerais críticos e estratégicos por parte do Governo Federal e do Congresso Nacional, com sugestões do setor privado.
Entrementes, a geopolítica das terras raras tornou-se mais intensa, exigindo mais celeridade dos países em suas decisões. Além de um posicionamento soberano, o Brasil precisa avançar com agilidade, coordenação e estratégia, definindo ações para estruturar esse setor de modo competitivo e sustentável.
Por fim, convidamos os interessados em ETR a participarem do VII Seminário Brasileiro de Terras Raras, que ocorrerá nos dias 1º e 2 de julho, no Rio de Janeiro, no CETEM. Desde sua primeira edição, em 2011, o evento tem se consolidado como referência na área. Esta edição será organizada pelo CETEM em parceria com a Finep e o MCTI, contando com o apoio do MME. É mais uma oportunidade para atualização tecnológica e debates acerca das propostas nacionais relacionadas ao setor de terras raras.
Referências/Notas:
[1] Lins, F.A.F., Vera, Y.M. e Dourado, M.D.L. (2025). Brasil é o segundo em reservas de terras raras no mundo. Brasil Mineral, 19 de fevereiro. https://share.google/qHFdoacrvUkZTosij
[2] USGS Mineral Commodity Summaries. https://www.usgs.gov/centers/national-minerals-information-center/mineral-commodity-summaries
[3] Sumário Mineral 2025 (Ano-Base 2024), ANM, 87p., p. 68-73.
[4] An overview of critical and strategic minerals potential of Brazil. 2026 Edition. SGB/CPRM, 82 p., p.56-58.
[5] Global Critical Minerals Outlook 2025. (2025). IEA, 312 p. p. 161-178. https://share.google/VmyBBhvgVIh7uCqhe
[6] Nota: no levantamento preliminar de informações e estimativas, foram consultados, entre 27 e 30 de março de 2026, os modelos GPT-5.4 Thinking (OpenAI), Claude Sonnet 4.6 (Anthropic) e Gemini 3.1 Pro (Google). As respostas foram comparadas criticamente, e os dados incorporados ao artigo resultaram de seleção e conciliação feitas pelos autores com base em fontes verificáveis. A responsabilidade final pelo conteúdo é exclusiva dos autores.
[7] Lins, F.A.F., Enriquez, M.A. e Landgraf, F.G. Brazil and Critical Minerals for the Energy Transition: toward a more sustainable and climate-secure future (2025). In: IMPACTOS Special Edition COP30, e-book. Fundação Getúlio Vargas. p. 11-16. https://www18.fgv.br/mailing/2025/Rede_de_Pesquisa/Edicao_Especial_COP30/
*Engenheiro Metalúgico, Mestre e Doutor, Pesquisador Titular do CETEM, Membro do Conselho Consultivo da Brasil Mineral.
**Engenheiro Químico, Mestre e Doutor, Pesquisador Titular do CETEM.
***Engenheiro Químico, Mestre e Doutorando, Pesquisador do CETEM.
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Baixar áudioO Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, na última quarta-feira (1º), uma resolução que prioriza a aquisição de biodiesel nacional. Ao ser classificado como de interesse da Política Energética Nacional, ao menos 80% do volume total do biocombustível comercializado no território nacional deve ser proveniente de produtores com o Selo Biocombustível Social (SBS) e autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Como a competência da agência é estritamente nacional, na prática, a política impede a importação do biodiesel utilizado para a mistura obrigatória ao óleo diesel, estipulada em 15% do volume total desde agosto do ano passado. A Lei do Combustível do Futuro prevê a elevação da combinação para 16% neste ano.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, um dos objetivos centrais da medida é reforçar a inclusão produtiva da agricultura familiar. Pequenos produtores são os principais geradores de biomassas agrícolas – bagaço de cana-de-açúcar, soja, milho e dejetos de animais –, matéria-prima de combustíveis renováveis. Os produtores de biodiesel que adquirem esses itens de agricultores familiares identificados com o Selo Biocombustível Social têm acesso a benefícios fiscais e comerciais.
A iniciativa também busca a estabilidade regulatória do setor e a sustentabilidade do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), estabelecendo a prioridade e aprimorando a gestão do Selo.
Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, considera a decisão estratégica para a transição energética e com forte base social. “Essa decisão do CNPE reafirma que a política de biodiesel no Brasil não é apenas energética, mas também social. Ao garantir a participação mínima de produtores com o Selo Biocombustível Social, asseguramos previsibilidade ao mercado, fortalecemos a agricultura familiar e damos sustentação de longo prazo a uma política pública que gera renda, inclusão e desenvolvimento regional”, afirmou.
A proposta aprovada é parte dos resultados do Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) elaborado por Grupo de Trabalho Interministerial instituído pela Resolução CNPE nº 9/2023, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e composto pela Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Fazenda, Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), além da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Além disso, o CNPE estabeleceu diretrizes para o aprimoramento da governança do Selo Biocombustível Social, com foco no fortalecimento da rastreabilidade, da transparência e da previsibilidade regulatória. A resolução prevê o aperfeiçoamento das bases de dados, a consolidação de informações auditáveis e a apresentação periódica de relatórios ao CNPE, ampliando a capacidade de monitoramento e avaliação da política pública.
A resolução passa a orientar as diretrizes do setor de biodiesel no âmbito da Política Energética Nacional, reforçando a integração entre os pilares social e energético do PNPB e a atuação coordenada entre os órgãos responsáveis pela sua implementação.
Além das diretrizes para o biodiesel, o CNPE também aprovou a mistura de 0,5% de biometano ao gás natural. Produzido a partir de resíduos agropecuários, o combustível é considerado um dos principais vetores da agroenergia e contribui para ampliar a participação de fontes renováveis na matriz energética brasileira.
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Baixar áudioO mercado de trabalho formal brasileiro registrou a criação de 255.361 vagas com carteira assinada em fevereiro, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
O destaque do período foi o desempenho das cidades de pequeno porte. Municípios com até 5 mil habitantes apresentaram a maior expansão proporcional na comparação com fevereiro do ano passado, com altas de 1,3% e 3%, respectivamente. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento mais expressivo foi registrado em cidades com população entre 20 mil e 50 mil habitantes, com avanço de 3,3%.
Ao todo, foram registradas 2,38 milhões de admissões e 2,12 milhões de desligamentos no mês. O saldo positivo indica aquecimento do mercado de trabalho, ainda que em ritmo menor que o observado em 2025.
Entre os setores, o destaque foi o de serviços, responsável por cerca de 70% das vagas criadas em fevereiro, com saldo de 178 mil postos. A área de administração pública, defesa e seguridade social liderou a geração dentro do segmento, com quase 80 mil empregos.
A indústria também teve desempenho relevante, com a criação de 32 mil vagas, impulsionada principalmente pela fabricação de produtos alimentícios. Já a construção civil respondeu por pouco mais de 31 mil novos postos, com destaque para a construção de edifícios.
Outros setores também registraram saldo positivo, como a agropecuária, com 8,1 mil vagas, e o comércio, com 6,1 mil postos, este último ainda impactado pelo fim das contratações temporárias do período de fim de ano.
O levantamento aponta ainda que 59% dos municípios brasileiros, o equivalente a 3.274 cidades, tiveram saldo positivo de empregos formais em fevereiro.
Na divisão regional, todas as cinco regiões do país registraram abertura de vagas formais. O Sudeste liderou, com 133.052 postos, seguido pelo Sul (67.718), Centro-Oeste (32.328), Nordeste (11.629) e Norte (10.634).
Entre os estados, 24 apresentaram saldo positivo. Os destaques foram São Paulo, com 95.896 vagas, Rio Grande do Sul, com 24.392, e Minas Gerais, com 22.874 postos criados.
Por outro lado, três estados registraram saldo negativo: Alagoas (-3.023 vagas), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186).
Apesar do resultado positivo no mês, o ritmo de crescimento desacelerou. No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, foram criadas 370 mil vagas, uma queda de cerca de 38% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo a CNM, o acompanhamento mensal desses dados permite avaliar o dinamismo econômico nos municípios e identificar tendências regionais do mercado de trabalho formal.
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Baixar áudioA safra de verão 2025/2026 na Região Sul do Brasil tem sido marcada por desafios causados por uma queda de braço entre a produtividade e o clima. Sob a influência do fenômeno La Niña, que historicamente reduz o volume de chuvas na parte meridional do país, produtores gaúchos, catarinenses e paranaenses enfrentam um ciclo de chuvas mais irregulares e a redução dos acumulados em relação às taxas normais para o período, impactando boa parte da safra.
O monitoramento do Inmet indicou que, apesar das dificuldades, o centro-sul e leste da região ainda conseguiram volumes pontuais de até 457,4 mm em estações como Morretes (PR), devido a instabilidades locais, contrastando com o quadro geral de seca imposto pelo fenômeno de larga escala.
No Rio Grande do Sul, o impacto do fenômeno foi sentido com maior rigor. O estado registrou volumes de chuva consideravelmente inferiores à média histórica durante meses cruciais para o enchimento de grãos. Embora fevereiro de 2026 tenha apresentado uma leve melhora em relação a janeiro, as precipitações ocorreram de forma concentrada, mantendo períodos prolongados de solo seco. Esse cenário de escassez hídrica severa resultou em perdas irreversíveis na produção de soja, especialmente nas regiões oeste e noroeste do estado, onde o armazenamento de água no solo caiu para níveis críticos.
Em Santa Catarina, a irregularidade das chuvas também impôs desafios severos às colônias agrícolas. No extremo oeste catarinense, os acumulados de chuva ficaram abaixo de 150 mm, o que limitou o potencial produtivo das lavouras de primeira safra. As temperaturas máximas médias elevadas, que em algumas localidades superaram os 33 °C , aceleraram a evapotranspiração, reduzindo rapidamente a reserva hídrica disponível. O cenário só não foi mais grave devido a pancadas de verão isoladas que, embora intensas em curto período, garantiram uma sobrevivência mínima em áreas do centro-leste do estado.
No Paraná, o panorama apresentou maior contraste regional. Enquanto o centro-sul e o leste paranaense conseguiram manter níveis satisfatórios de armazenamento de água no solo (acima de 70%), beneficiando a maturação e colheita, as porções oeste e noroeste sofreram com a influência direta do tempo seco. Em Marechal Cândido Rondon, por exemplo, as temperaturas máximas chegaram a médias de 34,4 °C, intensificando o estresse térmico sobre as plantas. O tempo firme, se por um lado agilizou a entrada das colheitadeiras no campo, por outro, limitou drasticamente o estabelecimento inicial das culturas de segunda safra.
O fenômeno La Niña, caracterizado pelo resfriamento das águas do Pacífico Equatorial, foi o principal motor dessa dinâmica. Mesmo em fase de transição para a neutralidade climática no final do primeiro trimestre de 2026, os efeitos residuais da seca acumulada durante o verão deixaram um rastro de prejuízos.
O Inmet aponta que a baixa trafegabilidade e as janelas de plantio apertadas para a safrinha são consequências diretas desse ciclo, exigindo que o agricultor sulista adote, cada vez mais, estratégias de manejo de solo e seguro agrícola para mitigar a volatilidade climática que se tornou a marca desta temporada.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Brasil registra avanço de casos de Influenza A, com aumento de 36,9% das mortes em quatro semanas, conforme dados do Boletim InfoGripe da Fiocruz. Apesar do subclado K do vírus Influenza A (H3N2), chamada de “supergripe”, estar em circulação no país e ser mais transmissível, a pesquisadora do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, afirma que a cepa não causa mais óbitos ou casos graves em relação aos outros vírus da gripe.
“O vírus da Influenza A do subclado K, que está circulando agora no Brasil, já circulou no Hemisfério Norte. O que sabemos desse vírus é que é mais transmissível, então causa mais casos de gripe, mas não é mais virulento. Ele não causa mais casos graves ou óbitos em relação aos outros vírus da influenza. O vírus da influenza está sempre sofrendo mutações, por isso que a vacina contra o vírus é atualizada todo ano para proteger contra as subvariantes que mais circulam nos hemisférios Norte e Sul”, destaca Tatiana Portella.
A pesquisadora da Fiocruz garante que a principal forma de prevenção é a vacinação e que o atual imunizante aplicado no Brasil protege contra a “supergripe”.
"A vacina da influenza atual aqui do Brasil é a vacina mais atualizada e protege contra o subclado K e também contra outros tipos de vírus da influenza que tem circulado aqui no Hemisfério Sul”, completa Portella.
O Boletim aponta que a maioria dos estados das regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste apresenta níveis de atividade de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento.
Dados da Fiocruz, enviados ao Brasil 61, apontam que de 4 de janeiro de 2026 até 28 de março, o Brasil registrou 187 óbitos de SRAG confirmados por Influenza A. Do total de mortes, o estado do Ceará registrou o maior número, 38; seguido por São Paulo, com 25, e Mato Grosso do Sul, com 14.
Confira o ranking com o total de óbitos por Influenza A no Brasil (de 04/01/2026 até 28/03/2026):
O novo subclado K do vírus influenza A (H3N2) é monitorado por autoridades de saúde internacionais e tem sido chamado de ‘supergripe’. O médico infectologista Diogo Borges, que atua no hospital Anchieta, em Ceilândia (DF), menciona que “supergripe é um termo criado pela população. Apenas estamos tendo várias infecções pela influenza concomitantes. Influenza A é um vírus com várias mutações”, diz Borges.
A cepa foi identificada pela primeira vez no Brasil em dezembro por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).
A amostra foi coletada em Belém (PA) de uma paciente do sexo feminino, adulta e estrangeira, oriunda das ilhas Fiji. Conforme o IOC/Fiocruz, o caso foi classificado como importado.
Diogo Borges explica que a alta de casos de gripe está associada à sazonalidade da época do ano, com aumento dos casos de infecções das vias aéreas. Ele ressalta, ainda, que entre os principais sintomas da nova cepa está a febre alta.
“Essa febre alta é diferente porque começa no início do contágio e perdura ali por três, cinco dias, podendo perdurar até sete dias em alguns casos de pacientes mais imunossuprimidos. Inflamação da garganta, tosse, calafrios, calafrios acompanhados de febre, dores articulares e dor de cabeça, vômitos persistentes, náuseas persistentes, perda de apetite e desidratação. O paciente com influenza A desidrata mais rápido que os demais”, elucida.
Considerando a alta de casos de Influenza A no país, com os números do InfoGripe, o médico infectologista Diogo Borges alerta para que os hospitais estejam atentos em relação à notificação de casos e no tratamento precoce para evitar agravos.
“Os hospitais devem ficar atentos, acionar vigilância epidemiológica para que todos os casos de influenza A entrem com o tratamento mais precocemente e, em caso de suspeita, entrar com tratamento para aqueles que têm fator de risco”, salienta Borges.
A médica especialista em Clínica Médica e integrante da plataforma INKI, Gabriela Passos Arantes, reforça que o avanço de casos de Influenza no país deve deixar os hospitais em alerta para possíveis lotações.
“Esse aumento acende um alerta importante para os hospitais, porque o boletim InfoGripe funciona quase como um termômetro do sistema de saúde. Então, quando existe um aumento expressivo dos óbitos, das internações por influenza, geralmente significa que mais pacientes estão chegando aos prontos atendimentos e UTIs ao mesmo tempo”, frisa Arantes.
Segundo o especialista, pacientes com comorbidades, como diabetes ou cardiopatias, além, de pneumopatias e condições no pulmão podem evoluir para casos graves de gripe.
Tatiana Portella reforça que pessoas que vivem em estados com alta incidência de SRAG devem utilizar máscaras em locais fechados e com maior aglomeração, principalmente aquelas que fazem parte de grupos de risco.
“Além disso, é importante manter a higiene, como lavar sempre as mãos. Em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é manter o isolamento”, recomenda Portella.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os vírus entre os casos positivos de SRAG foram distribuídos da seguinte forma:
Entre os óbitos, a responsabilidade pelos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe é baseado em dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 28 de março, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 12.
Copiar o textoEndividamento chega a 80,2% no país
Baixar áudioO percentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida — como cartão de crédito, cheque especial, carnês de loja, crédito consignado e financiamentos — chegou a 80,2% em fevereiro, o maior nível da série histórica. O resultado representa um aumento de 3,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.
Na mesma direção, caiu para 19,7% o total de consumidores que afirmaram não possuir dívidas desse tipo, também o menor patamar já registrado pela pesquisa. Os dados constam em pesquisa divulgada recentemente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
A percepção de endividamento, no entanto, é subjetiva e reflete a avaliação individual dos entrevistados sobre o peso de suas dívidas. Portanto, o indicador não caracteriza necessariamente um quadro de superendividamento, mas sim a forma como os consumidores enxergam sua situação financeira, influenciada por fatores culturais.
Outro dado que acende alerta é o avanço da inadimplência, que, após três meses consecutivos de queda, voltou a subir em fevereiro, atingindo 29,6% das famílias — o maior índice desde novembro do ano passado (30,0%). Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de quitar dívidas em atraso recuou levemente para 12,6%, embora permaneça acima do observado em 2025.
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O tempo médio de atraso das dívidas também aumentou, chegando a 65,1 meses, próximo do recorde recente registrado em dezembro de 2024 (65,2 meses). Esse movimento está associado ao crescimento da parcela de inadimplentes com débitos em atraso há mais de 90 dias, que alcançou 49,5%, indicando maior persistência das dificuldades financeiras.
Em relação ao comprometimento da renda, 19,5% dos consumidores afirmaram destinar mais da metade dos ganhos ao pagamento de dívidas, percentual estável após dois meses de alta. A maior parte das famílias (56,1%) compromete entre 11% e 50% da renda. No total, o comprometimento médio ficou em 29,7% em fevereiro, ligeiramente abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior (29,9%).
Por outro lado, cresceu pelo sexto mês consecutivo o percentual de famílias com dívidas de longo prazo (superiores a um ano), atingindo 32,9%. Embora inferior ao patamar de 35,2% observado no ano passado, o resultado é o maior desde abril de 2025 e indica um alongamento dos prazos, o que pode aliviar a pressão imediata sobre o orçamento das famílias.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta terça-feira (7) registra alta e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.885,21, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.885,21 | 0,78% | -0,14% | 366,20 |
| 02/04/2026 | 1.870,64 | -0,50% | -0,91% | 362,39 |
| 01/04/2026 | 1.880,08 | -0,41% | -0,41% | 364,50 |
| 31/03/2026 | 1.887,79 | -0,59% | 5,02% | 363,67 |
| 30/03/2026 | 1.898,90 | -2,52% | 5,63% | 361,01 |
O café robusta apresentou desvalorização de 1,63% e está sendo negociado a R$ 921,86.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 921,86 | -1,63% | -4,54% | 179,07 |
| 02/04/2026 | 937,13 | -1,26% | -2,96% | 181,54 |
| 01/04/2026 | 949,07 | -1,73% | -1,73% | 184,00 |
| 31/03/2026 | 965,73 | -0,11% | -6,49% | 186,04 |
| 30/03/2026 | 966,84 | -4,89% | -6,38% | 183,81 |
O preço do açúcar cristal apresenta baixa nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra queda de 0,86%, cotada a R$ 104,16.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 104,16 | -0,86% | -1,23% | 20,23 |
| 02/04/2026 | 105,06 | -0,26% | -0,38% | 20,35 |
| 01/04/2026 | 105,33 | -0,12% | -0,12% | 20,42 |
| 31/03/2026 | 105,46 | 0,05% | 6,97% | 20,32 |
| 30/03/2026 | 105,41 | 2,05% | 6,92% | 20,04 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 110,80; a cotação média apresenta recuo de 0,85%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 110,80 | -0,85% | -2,89% | 21,50 |
| 02/04/2026 | 111,75 | 0,12% | -2,06% | 21,63 |
| 01/04/2026 | 111,62 | -2,17% | -2,17% | 21,63 |
| 31/03/2026 | 114,10 | -0,89% | 6,53% | 21,86 |
| 30/03/2026 | 115,13 | -1,08% | 7,49% | 21,99 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 69,88, com recuo de 0,11%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 69,88 | -0,11% | -0,70% | 13,57 |
| 02/04/2026 | 69,96 | -0,51% | -0,58% | 13,55 |
| 01/04/2026 | 70,32 | -0,07% | -0,07% | 13,63 |
| 31/03/2026 | 70,37 | 0,11% | 1,21% | 13,56 |
| 30/03/2026 | 70,29 | -0,07% | 1,09% | 13,36 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta queda
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (7) com alta no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 123,05, com elevação de 0,61%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,24%, sendo negociada a R$ 128,81.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 123,05 | 0,61% | 0,20% | 23,90 |
| 02/04/2026 | 122,31 | -0,15% | -0,41% | 23,70 |
| 01/04/2026 | 122,49 | -0,26% | -0,26% | 23,75 |
| 31/03/2026 | 122,81 | -0,15% | 1,75% | 23,66 |
| 30/03/2026 | 123,00 | -0,89% | 1,91% | 23,38 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 128,81 | 0,24% | -0,33% | 25,02 |
| 02/04/2026 | 128,50 | 0,46% | -0,57% | 24,89 |
| 01/04/2026 | 127,91 | -1,03% | -1,03% | 24,80 |
| 31/03/2026 | 129,24 | -0,27% | 1,90% | 24,90 |
| 30/03/2026 | 129,59 | -0,32% | 2,18% | 24,64 |
O preço do trigo apresenta recuo no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.285,02. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra aumento de 0,11%, sendo cotada a R$ 1.156,51.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.285,02 | -0,24% | 0,01% | 249,62 |
| 02/04/2026 | 1.288,15 | -0,07% | 0,25% | 249,54 |
| 01/04/2026 | 1.289,02 | 0,32% | 0,32% | 249,91 |
| 31/03/2026 | 1.284,93 | 0,52% | 9,07% | 247,53 |
| 30/03/2026 | 1.278,29 | 0,74% | 8,51% | 243,02 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 1.156,51 | -0,11% | 0,33% | 224,65 |
| 02/04/2026 | 1.157,76 | 0,12% | 0,44% | 224,29 |
| 01/04/2026 | 1.156,38 | 0,32% | 0,32% | 224,19 |
| 31/03/2026 | 1.152,68 | 0,18% | 4,91% | 222,05 |
| 30/03/2026 | 1.150,62 | 1,23% | 4,72% | 218,75 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam alta, carcaça suína registra baixa
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça-feira (7) apresenta alta; a arroba está sendo negociada a R$ 361,05, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 361,05 | 0,04% | 1,42% | 70,13 |
| 02/04/2026 | 360,90 | 0,56% | 1,38% | 69,91 |
| 01/04/2026 | 358,90 | 0,81% | 0,81% | 69,58 |
| 31/03/2026 | 356,00 | 0,07% | 0,81% | 68,58 |
| 30/03/2026 | 355,75 | 0,08% | 0,74% | 67,63 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentam alta. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,27 com alta de 0,41%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,30 também com elevação de 0,41%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 7,27 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,24 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,24 | 2,12% | -0,28% |
| 30/03/2026 | 7,09 | 2,01% | -2,34% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 7,30 | 0,41% | 0,41% |
| 02/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 7,27 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 7,27 | 2,11% | -0,55% |
| 30/03/2026 | 7,12 | 2,45% | -2,60% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 0,73% sendo negociada a R$ 9,57, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda em todos os estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,48.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | 9,57 | -0,73% | -0,73% |
| 02/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 01/04/2026 | 9,64 | 0,00% | 0,00% |
| 31/03/2026 | 9,64 | -2,53% | -4,55% |
| 30/03/2026 | 9,89 | -0,60% | -2,08% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 06/04/2026 | MG - posto | 6,55 | -0,15% | -0,30% |
| 06/04/2026 | PR - a retirar | 5,99 | -0,50% | -2,60% |
| 06/04/2026 | RS - a retirar | 6,06 | -0,16% | -3,66% |
| 06/04/2026 | SC - a retirar | 5,96 | -1,49% | -3,25% |
| 06/04/2026 | SP - posto | 6,48 | -0,61% | -1,97% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoQueda é influenciada pela alta do petróleo
O dólar encerrou o último pregão em queda de 0,2%, cotado a R$ 5,14, mínima de R$ 5,13 no dia.
A baixa foi influenciada pela alta do petróleo, que favorece a entrada de recursos no Brasil, exportador da commodity.
Segundo especialistas, o cenário fortalece o real e melhora o fluxo cambial. No exterior, o dólar ficou estável frente a outras moedas.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$ 5,94.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1944 | 0,1684 | 0,1468 | 31,0375 | 0,1551 | 0,2704 | 0,2809 |
| USD | 5,1449 | 1 | 0,8663 | 0,7555 | 159,69 | 0,7981 | 1,3912 | 1,4452 |
| EUR | 5,9383 | 1,1544 | 1 | 0,8721 | 184,34 | 0,9213 | 1,6059 | 1,6685 |
| GBP | 6,8113 | 1,3237 | 1,1467 | 1 | 211,37 | 1,0564 | 1,8414 | 1,9131 |
| JPY | 0,0322 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4998 | 0,0087 | 0,0091 |
| CHF | 6,4456 | 1,2529 | 1,0854 | 0,9466 | 200,08 | 1 | 1,7431 | 1,8108 |
| CAD | 3,6981 | 0,7188 | 0,6227 | 0,5431 | 114,79 | 0,5737 | 1 | 1,0389 |
| AUD | 3,5594 | 0,6919 | 0,5994 | 0,5227 | 110,49 | 0,5522 | 0,9625 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o textoÍndice oscila pouco com tensões no Oriente Médio e alta do petróleo
Baixar áudio
O Ibovespa fechou o último pregão praticamente estável, com leve alta de 0,06%, aos 188 mil pontos.
O mercado acompanhou as tensões no Oriente Médio, que seguem elevando a incerteza global. Novos desdobramentos do conflito aumentaram a cautela dos investidores e impactaram diretamente os preços das commodities.
Com isso, o petróleo voltou a subir e ultrapassou os 110 dólares por barril, movimento que reforça preocupações com inflação em diversos países.
No cenário doméstico, o Boletim Focus elevou pela quarta semana seguida a projeção para a inflação. A estimativa para o índice oficial de preços subiu, refletindo também os efeitos do ambiente internacional mais pressionado.
De acordo com especialistas, a combinação de tensão externa e inflação mais alta tende a manter os juros elevados por mais tempo, o que limita ganhos mais expressivos da bolsa.
Durante o pregão, o índice oscilou entre 189 mil pontos na máxima e 187 mil pontos na mínima, refletindo um mercado cauteloso e sem direção definida.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Ações em queda no Ibovespa
O volume total negociado na B3 foi de R$ 18.632.001.835, em meio a 3.171.994 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O que é o Ibovespa e como ele funciona?
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoO concurso 3654 da Lotofácil foi realizado nesta segunda-feira (06/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencdores na faixa principal.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3655, que será realizado na terça-feira, 7 de abril de 2026, está estimado em R$ 5.500.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 04 - 06 - 07 - 11 - 15 - 17 - 19 - 20 - 22 - 23 - 24 - 25
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
|
19 |
R$ 11.628,00 |
|
20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta terça-feira (7), indica céu de muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para os três estados ao longo do dia. Há, ainda, previsão de possibilidade de queda de granizo para os três estados ao longo do dia.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas em todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-sul do Paraná. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo em todo o centro-oeste gaúcho, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná.
Durante a tarde, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas tomam toda a região, enquanto a possibilidade de queda de granizo toma todo o estado de Santa Catarina, quase todo o Paraná — à exceção do extremo-leste — e quase todo o Rio Grande do Sul — à exceção do sudoeste do estado. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o noroeste do Paraná, alerta de perigo potencial de tempestade para todo o Rio Grande do Sul, centro-oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, alerta de perigo de tempestade para o leste e centro-norte gaúchos, sul e centro-oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, além de alerta de perigo de ventos costeiros para todo o litoral entre Florianópolis e o Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Curitiba e Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta terça-feira (7), indica a presença de muitas nuvens e chuvas intensas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do Distrito Federal e leste de Goiás, onde não deve chover —, acompanhadas de trovoadas em parte do território. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o sul da região a partir da tarde.
O dia amanhece já com a previsão de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para quase toda a região — à exceção do Distrito Federal e centro-leste de Goiás. As pancadas de chuva devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no centro-norte de Mato Grosso, extremo-noroeste de Goiás e extremo-sul de Mato Grosso do Sul.
Durante a tarde, as pancadas de chuva isoladas se mantêm sobre as mesmas áreas, enquanto as trovoadas se restringem ao extremo-noroeste de Mato Grosso, extremo-sul de Goiás e quase todo o estado de Mato Grosso do Sul — à exceção do extremo-noroeste. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o centro-sudeste de Mato Grosso do Sul. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do DF e do leste central de Goiás —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o extremo-norte de Goiás, extremo-nordeste de Mato Grosso e extremo-sul de Mato Grosso do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C em Brasília e Goiânia. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta terça-feira (7), é de céu com muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Minas Gerais — e chuvas de diferentes intensidades para todos os estados ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas na porção sul a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu com muitas nuvens para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Minas Gerais — e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Espírito Santo, Rio de Janeiro e extremo-sudeste de Minas Gerais, além de pancadas de chuva isoladas em todo o estado de São Paulo, extremo-oeste do Rio de Janeiro e extremos-sul e oeste de Minas Gerais.
Durante a tarde, as chuvas se mantêm sobre as mesmas áreas, mas a possibilidade de chuvas isoladas toma o sudeste mineiro. As pancadas de chuva devem vir acompanhadas de trovoadas em todo o estado paulista e sudoeste de Minas Gerais. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo para o extremo-sudoeste paulista. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para o sul de Minas Gerais, oeste do Rio de Janeiro e extremos-norte e oeste de São Paulo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta terça-feira (7), indica céu com muitas nuvens pancadas de chuva isoladas para toda a região ao longo do dia, acompanhadas de trovoadas em quase todos os estados, mais presentes de manhã.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas para toda a região, que só não devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no sul de Rondônia e extremo-sudeste do Tocantins.
Durante a tarde, a região se mantém coberta de pancadas de chuva isoladas, enquanto as trovoadas se restringem ao Acre, Amazonas, Roraima, centro-norte de Rondônia, oeste do Amapá, extremo-norte do Tocantins e oeste e porção central do leste do Pará. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção de Roraima, extremo-noroeste do Pará e porção central do extremo-norte do Amazonas —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Acre, Tocantins, extremo-oeste do Amazonas e leste do Pará.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Belém, Porto Velho e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Palmas e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta terça-feira (7), indica céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção da coluna central da Bahia — e chuvas de diferentes intensidades para o interior-oeste e todo o litoral da região ao longo do dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas em algumas áreas.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para quase toda a região — à exceção da coluna central da Bahia e sudoeste de Pernambuco — e pancadas de chuvas isoladas para todo o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, centro-oeste e noroeste de Pernambuco, oeste de Alagoas e extremo-noroeste da Bahia, as quais devem amanhecer acompanhadas de trovoadas no Maranhão e extremo-oeste do Piauí. Há, ainda, previsão de possibilidade de chuvas isoladas para todo o litoral entre Alagoas e o extremo-sul baiano.
Durante a tarde, as pancadas de chuvas isoladas deixam o sudeste do Piauí, extremo-sul do Ceará e extremo-noroeste da Bahia, mas a possibilidade de chuvas isoladas toma o nordeste da Bahia, centro-oeste de Pernambuco e extremo-sul do Ceará. As trovoadas devem se restringir às faixas centrais do Maranhão e Piauí e ao centro-oeste do Ceará. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Maranhão, Piauí — à exceção do extremo-sudeste —, oeste do Ceará e extremo-noroeste de Pernambuco, alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para todo o Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e centros-leste de Pernambuco e do Ceará, alertas de perigo e grande perigo de acumulado de chuva para o litoral entre o Rio Grande do Norte e Pernambuco, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o Maranhão e o extremo-noroeste do Piauí.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Fortaleza, Maceió e São Luís. Já a máxima pode chegar até 29°C, em Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, São Luís e Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 70% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEntre os setores econômicos, serviços e comércio são os que registram o maior crescimento de adesões
Baixar áudioEm 2025, o Brasil registrou a entrada de mais de 21 mil novas unidades consumidoras no mercado livre de energia. São Paulo lidera o ranking estadual, com 6.114 migrações. Os dados constam em estudo divulgado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Paraná e Minas Gerais aparecem em seguida, com 2.214 e 1.743 migrações, respectivamente. Confira o ranking completo por estado:
Ranking por estado
O Mercado Livre de Energia é um ambiente competitivo de negociação de energia elétrica no qual os consumidores e os fornecedores podem negociar livremente todas as condições comerciais, como preço, quantidade de energia, período de suprimento, pagamento, entre outros aspectos.
No campo regional, o destaque é para o Sudeste, com 9.527 novas unidades consumidoras em 2025. O Sul aparece em seguida, com 5.139 migrações. O Nordeste, configura em terceiro, com um total de 3.566, enquanto o Centro-Oeste conta com 2.100 novas unidades. Já o Norte registrou 1.316.
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Em relação aos setores econômicos, o destaque é para serviços, que passou de 6.648 unidades consumidoras para 7.458, no período analisado. Comércio também teve boa adesão, ao sair de 4.098 para 6.379 unidades consumidoras. Confira o resultado de outras atividades:
Energias renováveis no Brasil
O Brasil é apontado como o terceiro país que mais gera energia a partir de fontes renováveis no mundo. A informação é da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, em inglês), com dados até abril de 2024.
Ao todo, o país contabiliza 213 gigawatts de capacidade instalada, atrás apenas da China (1.800 GW) e dos Estados Unidos (428 GW). No entanto, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que aproximadamente 17% dessa energia é desperdiçada devido à falta de armazenamento ou integração do sistema elétrico. A Região Nordeste, onde 70,6% da eletricidade é gerada a partir de fontes solar ou eólica, é a mais afetada por essa limitação.
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Baixar áudioA maior intensidade do El Niño deve prejudicar a horticultura brasileira em 2026. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), o novo cenário climático para este ano tende a ampliar riscos e exigir um nível ainda maior de planejamento técnico, leitura regional do clima e gestão de custos.
As projeções indicam temperaturas médias mais elevadas ao longo do ano e mudanças no regime de chuvas a partir do inverno, com efeitos diferenciados dentre as regiões do país. Como consequência, produtores devem perceber intensificação de problemas fitossanitários, aceleração de ciclos e comprometimento da qualidade, especialmente quando associadas ao excesso de umidade. Em áreas com menor disponibilidade hídrica, o custo e a viabilidade da irrigação tornam-se fatores centrais para a manutenção da produção.
Nem mesmo os ganhos de produtividade compensam as perdas. A experiência recente mostra que o aumento de oferta, a perda de qualidade e a maior pressão sobre os custos podem pressionar a rentabilidade do produtor, como evidenciado ao longo de 2025.
Com esse cenário, a prevenção e o planejamento são as estratégias mais eficazes. O monitoramento climático contínuo, o manejo mais preciso, o escalonamento de plantios e a avaliação criteriosa de riscos serão determinantes para preservar produtividade, qualidade e rentabilidade na horticultura brasileira em 2026.
Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há um efeito único sobre todas as frutas e hortaliças. Os impactos do El Niño variam conforme a cultura, a região e o sistema produtivo.
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Baixar áudioEm 2026, entrou em vigor a nova faixa de isenção do Imposto de Renda. O novo formato beneficia integralmente quem ganha até R$ 5 mil por mês, além de prever uma desoneração gradual para quem recebe até R$ 7.350. Essa medida, porém, acarreta perda de arrecadação por parte dos municípios.
O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que o governo até anunciou ações de compensação com o objetivo de garantir um retorno efetivo dos valores aos cofres das prefeituras, mas não há garantia de que isso será cumprido. Diante disso, ele considera que existe a possibilidade de a execução de serviços básicos destinados à população ficar comprometida.
“De maneira geral, vai impactar em todos os serviços que o município presta, como nas áreas de saúde e educação. Alguns já prestam segurança pública através de suas guardas civis municipais. Então, isso, com certeza, vai fazer falta para os municípios, o que muito provavelmente pode preceder de bloqueios orçamentários nos municípios”, afirma.
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De acordo com o governo federal, com o intuito de reduzir a queda na arrecadação, foi restabelecida em 2026 a cobrança de imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos. Para pessoas físicas residentes no Brasil, incide uma alíquota de 10% sobre os valores que excederem R$ 50 mil por mês — ou R$ 600 mil por ano — recebidos de cada empresa.
O especialista em orçamento Dalmo Palmeira destaca que os cálculos não são claros e, portanto, deixam uma lacuna de entendimento sobre os efeitos da compensação.
Ele também afirma que a legislação estabelece que, caso a reparação não seja cumprida, a União assume essa responsabilidade. No entanto, não há especificação sobre a origem dos recursos que seriam utilizados para essa compensação. Diante disso, Palmeira entende que até mesmo o pagamento do funcionalismo público pode ser afetado.
“Isso aí envolve saúde, educação, infraestrutura, mas, inclusive, outras áreas também podem ser atingidas. A depender da estrutura do financiamento do orçamento de cada município, pode, inclusive, afetar a dificuldade para o pagamento da folha de pessoal por conta dessa redução da receita”, pontua.
Um estudo publicado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que, caso essa compensação não seja realizada, a medida poderá retirar ao menos R$ 9,5 bilhões por ano dos cofres municipais.
Do total estimado de perdas, cerca de R$ 5 bilhões referem-se à redução da arrecadação própria do Imposto de Renda, enquanto aproximadamente R$ 4,5 bilhões dizem respeito à diminuição dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
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Baixar áudioA Lista Positiva da Tarifa Social de Água e Esgoto aponta que quase 1,9 mil municípios brasileiros estão com a Tarifa Social de Água e Esgoto implementada, conforme os critérios estabelecidos na Lei nº 14.898/2024. A primeira versão da lista foi divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Conforme a ANA, a listagem mostra que 143 prestadores desses serviços, que atendem 1.879 municípios (34% do total), concluíram o processo de implementação da Tarifa Social, conforme a legislação federal.
Entre as prestadoras do serviço de água e esgoto no país que concluíram os procedimentos para aplicar a Tarifa Social estão a Companhia de Saneamento Municipal de Juiz de Fora (MG), o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barretos (SP) e o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Jaraguá do Sul (SC).
No total, 47 Entidades Reguladoras Infranacionais (ERIs) enviaram dados para a Agência sobre a implementação da Tarifa Social relacionados a 454 prestadores de serviços de água e esgoto espalhados pelo Brasil.
Além disso, foram identificados 174 prestadores na fase de obtenção dos dados do CadÚnico e do BPC, bem como 80 prestadores em processo de recomposição de equilíbrio econômico-financeiro.
De acordo com a ANA, a Lista Positiva será atualizada mensalmente pela Agência considerando as informações enviadas pelas ERIs até o último dia útil de cada mês.
A primeira Lista Positiva foi elaborada com base nas informações enviadas pelas ERIs municipais, intermunicipais, estaduais e distrital dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Os municípios podem acessar o documento em www.gov.br/ana.
Em nota, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que a lista tem o papel de dar transparência ao processo de adequação à lei da tarifa social, além de ser um dos requisitos para acesso à Conta de Universalização. A CNM lembra, ainda, que o prazo para adequação à tarifa social vai até 11 de dezembro de 2026.
No entanto, a CNM alerta que a implementação da tarifa social, além de exigir adequação normativa, também requer capacidade operacional e definição de fonte de custeio. Na avaliação da Confederação, a fonte de custeio representa desafio adicional para os municípios, principalmente para os que prestam diretamente os serviços.
A Confederação frisa, em nota, que a Conta de Universalização do Acesso à Água e Esgoto ainda não foi criada pelo Poder Executivo federal e que não existem garantias de transferências ou a certeza das fontes de financiamento e transferências de recursos para custear este instrumento. “Demonstrando que ainda há fragilidade e lacunas relacionadas à atuação do governo federal para apoio na implementação da tarifa social de água e esgoto”, avalia a CNM.
A Tarifa Social de Água e Esgoto é destinada a famílias de baixa renda com renda familiar mensal de até meio salário-mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) ou que tenham alguém na residência que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Além disso, pela legislação, as famílias beneficiadas devem receber o desconto mínimo de 50% sobre a primeira faixa de consumo referente a 15m³.
Segundo a ANA, cerca de 147,5 milhões de brasileiros vivem em municípios onde o processo de implementação da Tarifa Social já começou. Desse total, 94,6 milhões de pessoas, o que representa 44% dos brasileiros, residem em municípios atendidos por prestadores que já finalizaram o processo de implementação, seguindo os critérios estabelecidos em lei federal.
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Baixar áudioCom três feriadões nacionais em três semanas, o restante do mês de abril não deve ter grandes votações no plenário das casas do Legislativo nacional. Por causa da Semana Santa, nem mesmo a reunião de líderes da Câmara dos Deputados foi realizada, o que adiou a definição da pauta dos próximos dias.
A única sinalização veio do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB), que anunciou a intenção de votar a Proposta de Emenda à Constituição que assegura o repasse mínimo de 1% da Receita Corrente Líquida da União para o Sistema Único de Assistência Social (PEC 383/17) e institui uma renda mínima para as pessoas em situação de pobreza, mas sem definição de data. Sem sessão ordinária, o plenário da Casa realiza uma comissão geral para discutir o combate ao feminicídio.
No Senado, as sessões deliberativas estão previstas para terça (7) e quarta-feira (8). O destaque fica por conta do PL 2.762/2019, que reconhece estágio como experiência profissional para fins de pontuação ou comprovação em concursos públicos, além da análise de nomes para o cargo de embaixador.
Enquanto esta segunda-feira (6) lembra os dias de folga da semana passada, as comissões prometem agitar os corredores do Congresso Nacional nos dias seguintes.
A Comissão Parlamentar de Inquérito de combate ao crime organizado deve ouvir o ex-governador do Distrito Federal e o ex-presidente do Banco Central. Ibaneis Rocha, na terça, e Roberto Campos Neto, na quarta, devem explicar a atuação que tiveram nos desdobramentos das investigações referente ao escândalo do Banco Master.
Ainda na terça, será instalada a comissão mista de análise da Medida Provisória 1.327 de 2025. A iniciativa do governo federal altera as regras do Código de Trânsito Brasileiro para flexibilizar e baratear o acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados discute, na quarta-feira, o impacto do fim da escala 6x1 no setor. São esperados tanto o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, quanto o do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, além de representantes do setor privado.
Quinta (9) e sexta-feira (10) não estão previstas atividades de destaque.
Copiar o textoSistema digital permite preenchimento antecipado de dados e agiliza o check-in
Baixar áudioA partir de 20 de abril, meios de hospedagem em todo o Brasil deverão adotar integralmente a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato digital. A medida, implementada pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), promete tornar o check-in mais ágil e reduzir a burocracia no setor.
A nova FNRH Digital permitirá que turistas preencham seus dados antecipadamente, com integração ao sistema Gov.br, o que deve acelerar o atendimento na chegada aos hotéis. A ferramenta também simplifica o registro de visitantes estrangeiros e elimina a necessidade de formulários em papel.
Além de beneficiar os hóspedes, a digitalização deve gerar economia de tempo e custos operacionais para os estabelecimentos. Outro ganho importante é a produção de dados estratégicos, que poderão apoiar tanto a gestão dos empreendimentos quanto o planejamento do turismo no país.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou o impacto da mudança para o setor:
“Daremos um passo gigantesco na modernização da hotelaria de todo o Brasil, revolucionando a forma como turistas se hospedam no país. Além disso, com estatísticas mais precisas da ficha digital, o Ministério do Turismo poderá desenvolver políticas públicas e investimentos ainda mais eficientes, atendendo exatamente às necessidades da hotelaria e dos seus hóspedes”, afirmou.
Segundo o Ministério do Turismo, a adesão à plataforma — disponível desde 14 de novembro de 2025 — exige preparação por parte dos meios de hospedagem, inclusive daqueles que já utilizam sistemas próprios de gestão.
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Para apoiar a transição, o órgão tem promovido ações de orientação, como a divulgação de um vídeo explicativo com as etapas de implementação e a disponibilização de uma página com perguntas frequentes para esclarecimento de dúvidas.
A plataforma foi desenvolvida em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo que as informações coletadas sejam acessadas apenas por pessoas autorizadas e sistemas governamentais específicos. A medida reduz significativamente os riscos de vazamento de dados.
A obrigatoriedade da FNRH Digital está prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024.
Em 2025, o país recebeu 9,2 milhões de turistas internacionais, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. Trata-se do maior avanço entre os principais destinos globais, segundo a ONU Turismo.
No mesmo período, os aeroportos brasileiros registraram 129,6 milhões de passageiros em voos nacionais e internacionais, superando pela primeira vez a marca de 120 milhões em um único ano.
Dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) indicam ainda aumento superior a 2% na taxa média de ocupação da hotelaria em comparação a 2024. O setor também segue em expansão, com 133 projetos hoteleiros em andamento — um crescimento de 25% frente ao ano anterior.
Copiar o textoCenário compromete ganhos em outorgas e descontos nas tarifas
Baixar áudioMesmo após o aumento de investimentos impulsionado pelo Novo Marco Legal do Setor de Saneamento, os leilões continuam apresentando baixa concorrência, o que restringe os ganhos em outorgas e os descontos nas tarifas para os consumidores.
Um levantamento inédito da consultoria Radar PPP, a pedido da CNN, aponta que desde julho de 2020, quando entrou em vigor a Lei 14.026, foram assinados 72 contratos de concessão de serviços de água e esgoto.
Segundo os dados, em 42% dos leilões houve apenas uma empresa ou consórcio participante, enquanto outros 20% contaram com dois concorrentes. Isso significa que quase dois terços das concessões (62%) atraíram no máximo dois grupos, limitando a competição efetiva pelo mercado.
Exemplos recentes mostram a dificuldade de atrair múltiplos participantes. Nos leilões de saneamento do Piauí, em outubro de 2024, e em dois dos quatro blocos do Pará, realizados ao longo de 2025, não houve disputa, e a única participante, a Aegea Saneamento, arrematou todas as concessões.
A privatização mais aguardada desde a aprovação do novo marco legal, a da Sabesp, também teve apenas uma proposta válida, apresentada pela Equatorial Energia para ocupar a posição de acionista de referência.
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Recentemente, o leilão de PPPs da Saneago terminou sem ofertas válidas. Dois dos três blocos leiloados não despertaram interesse, e o terceiro contou com uma proposta desclassificada por descumprimento das exigências do edital.
O cenário evidencia que, embora a legislação tenha impulsionado investimentos, o setor enfrenta desafios significativos para estimular competição e, assim, garantir melhores condições econômicas e tarifárias para a população.
A 18ª edição do Ranking do Saneamento, realizada pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, aponta que 28 municípios brasileiros alcançaram a universalização do abastecimento de água. Desses, 11 cidades possuem cobertura total de 100%, com grande concentração no estado de São Paulo. As 17 restantes apresentam índices iguais ou superiores a 99%, distribuídas pelas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O levantamento considera os 100 municípios mais populosos do país e utiliza os dados mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Segundo o estudo, o índice médio de abastecimento de água entre os 100 maiores municípios é de 93,55%, representando uma leve queda em relação a 2023, quando o percentual foi de 93,91%.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta segunda-feira (6), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com possibilidade de chuvas isoladas para todo o Rio Grande do Sul, litoral nordeste de Santa Catarina e litoral e centro-noroeste do Paraná.
As chuvas devem vir mais intensas e acompanhadas de trovoadas no centro-sul gaúcho. Há, ainda, possibilidade de queda de granizo no sudoeste do estado.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta segunda-feira (6), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do Distrito Federal e extremo-leste de Goiás, onde não deve chover.
As chuvas devem vir mais intensas e acompanhadas de trovoadas em todo o Mato Grosso, centro-norte de Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 35°C, em Campo Grande e Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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As chuvas devem vir mais intensas e acompanhadas de trovoadas no extremo-oeste mineiro e oeste paulista.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C em Belo Horizonte e São Paulo. Já a máxima pode chegar até 30°C, em Vitória. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Somente o norte de Roraima, centro-oeste do Amapá e noroeste do Pará devem escapar às pancadas de chuva, as quais devem vir acompanhadas de trovoadas em Rondônia, Tocantins, quase todo o Amazonas — à exceção do extremo-oeste —, centro-leste do Pará e extremo-sul de Roraima.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Macapá e Palmas. Já a máxima pode chegar até 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta segunda-feira (6), indica céu de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para todo o interior oeste e o litoral da região.
Somente as porções centrais da Paraíba, Pernambuco e da Bahia, além do oeste de Alagoas e centro-oeste de Sergipe devem escapar às precipitações, as quais devem ser mais intensas em Maceió, centro-oeste e norte do Piauí e norte do Ceará e acompanhadas de trovoadas no Maranhão e centro-oeste e norte do Piauí.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Maceió. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA publicação Estimativa 2026–2028: Incidência de Câncer no Brasil do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028. A projeção cai para 518 mil casos anuais quando excluídos os tumores de pele não melanoma, de alta incidência, mas baixa letalidade. Os dados foram divulgados no Dia Mundial do Câncer, 4 de fevereiro, no edifício-sede do Instituto, no centro do Rio de Janeiro.
Conforme o INCA, as previsões confirmam que o câncer vem se consolidando como uma das principais causas de adoecimento e morte no Brasil. Os dados demonstram, ainda, que os casos de câncer se aproximam dos registros de doenças cardiovasculares e pode seguir como desafio central para o SUS nas próximas décadas.
O Instituto afirma que os números refletem o envelhecimento da população, desigualdades regionais e desafios que persistem em relação ao acesso à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado.
A Estimativa é elaborada e divulgada pela Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA a cada três anos. O objetivo é apoiar o planejamento e a vigilância em saúde no curto prazo. Na avaliação do INCA, os dados da pesquisa orientam o planejamento de políticas públicas e de ações a serem realizadas no âmbito do SUS.
Os dados focam nos tumores de maior magnitude epidemiológica e relevância na saúde pública.
Entre os homens, os cinco tipos de câncer mais incidentes são os de próstata, cólon e reto, pulmão, estômago e cavidade oral.
Confira a incidência entre os homens:
Já entre as mulheres, predominam os cânceres de mama, cólon e reto, colo do útero, pulmão e tireoide.
Confira a incidência entre as mulheres:
Em ambos os sexos, o câncer de pele não melanoma permanece como o mais frequente. Os dados desse tipo de câncer são apresentados separadamente em função da alta incidência de casos e baixa letalidade.
Pela publicação, os cânceres com grande potencial de prevenção e detecção precoce são do colo do útero e o colorretal.
Estimativas mostram também diferenças regionais em relação à incidência de diagnósticos. De acordo com o INCA, as diferenças observadas refletem desigualdades nos padrões de comportamento dos indivíduos, no acesso ao diagnóstico e ao tratamento.
A análise considerou fatores socioeconômicos, ambientais, comportamentais e ao acesso desigual aos serviços de saúde.
Confira o recorte regional de indecência:
Em nota, o chefe da Divisão de Vigilância e Análise de Situação da Conprev, Luís Felipe Martins, destacou que as estimativas publicadas em diferentes edições não devem ser comparadas diretamente entre si. A justificativa é de que as informações não se destinam à construção de séries históricas de incidência, já que as fontes de informação, como os Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), vêm apresentando avanços em cobertura, qualidade dos dados e redução de sub-registros.
O INCA orienta que a população tome algumas inciativas para a prevenção contra o câncer, com chance de aumentar as possibilidades de cura e redução da mortalidade. Por exemplo, a vacinação contra o HPV – que previne câncer do colo do útero.
O controle do tabagismo também é indicado como como uma das medidas mais eficazes de prevenção de diferentes tipos de câncer, além de evitar o consumo de álcool.
Veja mais orientações do INCA:
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Baixar áudioUma pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) investiga uma nova estratégia para tornar a quimioterapia mais eficiente e menos agressiva ao organismo dos pacientes portadores de câncer. O estudo visa minimizar os efeitos colaterais dos medicamentos — como enjoos, vômito e queda de cabelo —, utilizando nanopartículas de sílica anexadas a ácido fólico para transportá-los diretamente até as células tumorais e evitando tecidos saudáveis.
Apresentada na tese de doutorado da pesquisadora doutora do Instituto de Química (Inqui) da UFMS Kristiane Fanti Del Pino, a proposta previa a utilização dos fármacos Citarabina — utilizado no tratamento de leucemias, linfomas e alguns cânceres de sistema nervoso central — e Doxorrubicina (controle) — utilizado no tratamento de diferentes tipos de câncer — incorporados às nanopartículas de sílica modificadas com ácido fólico com o objetivo de direcionar a liberação dos medicamentos às células cancerosas.
“O foco do nosso estudo é o de tentar amenizar esses efeitos colaterais adversos que o fármaco causa, porque os pacientes ficam muito debilitados quando eles começam a fazer quimioterapia. Não é só algo de estética, que caiu o cabelo, aí a pessoa tem que usar lenço, ou usar peruca. Não, realmente, o sistema imunológico fica muito abalado e essas pessoas sentem muito mal-estar, mas muito mesmo”, destaca a doutora.
No modelo atual de quimioterapia, esses medicamentos são liberados abertamente no organismo do paciente e agem sobre todas as células, o que resulta nos efeitos colaterais e prejudica a eficiência. O sistema proposto pelo estudo funciona quase como um "Cavalo de Troia", no qual as nanopartículas de sílica atuam como veículos reforçados de transporte de quantidades maiores de medicamento, que os protegem de agir sobre células saudáveis, enquanto o revestimento de ácido fólico atua como um “ímã”, direcionando o sistema até as células cancerígenas. Com superfícies ricas em receptores de folato, essas células reconhecem o ácido fólico do sistema e se agarram a ele, absorvendo a nanopartícula que, então, libera o fármaco.
O estudo está, atualmente, em fase pré-clínica, já tendo envolvido testes em animais. Na primeira fase de testes em laboratório, após serem incorporados às nanopartículas de sílica, os medicamentos foram aplicados em modelos experimentais de câncer in vitro. Os resultados indicaram a obtenção da característica de seletividade para o fármaco combinado à nanopartícula de até 300 vezes para células cancerígenas. Isso significa que a medicação combinada às nanopartículas de sílica foram, nos testes in vitro, 300 vezes mais ativas nas células tumorais do que nas células saudáveis.
Na segunda fase do estudo, com testes in vivo — quando se introduz a testagem em animais —, a equipe incindiu células tumorais em camundongos para que eles desenvolvessem a doença e aplicou a combinação dos fármacos com a nanopartícula de sílica. Os resultados obtidos, ainda que preliminares, reforçaram a capacidade de redução dos tumores em até 99,6% e não mostraram nenhuma queda de pelo nos animais. Apesar disso, a pesquisadora explica que os resultados ainda são inconclusivos e são necessários mais testes em animais para a confirmação da hipótese de que o método diminuiria efeitos colaterais como queda capilar.
O trabalho foi realizado pela pesquisadora sob a orientação e coordenação do professor do Inqui Marco Antonio Utrera Martines e apoio da professora doutora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (FACFAN) da UFMS Daniele Bogo. Para a realização dos testes pré-clínicos, a pesquisa contou com a parceria do Programa de Saúde e Desenvolvimento do Centro-Oeste, e foi realizada em conjunto com a Faculdade de Medicina (FAMED) da UFMS, no espaço do laboratório de biologia molecular da FACFAN.
Apesar dos resultados promissores, o estudo ainda precisa percorrer algumas etapas antes de estar apto à testagem em seres humanos. Kristiane explica que a pesquisa, que foi desenvolvida durante cerca de sete anos, ainda necessita de testes de dosagem correta em animais, tempo de liberação das medicações, entre outros passos para poder avançar aos testes em humanos.
Além disso, a doutora pesquisadora, que atualmente segue em um grupo distinto de pesquisa, destaca que dependeria de uma série de parcerias para retomar o estudo, pois precisaria de uma equipe que envolvesse biólogos, médicos e outros profissionais, além de verba para subsídio e manutenção da equipe. Ela reforça a torcida para que algum órgão de fomento reconheça o valor e o potencial da pesquisa e ofereça a oportunidade de dar seguimento a ela, uma vez que os resultados apresentados são resultado de anos de trabalho e que o tratamento oncológico é uma preocupação crescente no país.
“Particularmente, eu gostaria que a gente conseguisse apoio de algum órgão de fomento, CAPES, CNPQ, não sei, que pudesse nos dar a oportunidade para poder continuar desenvolvendo essa pesquisa, porque, com os testes pré-clínicos, ela apresentou ser bem promissora. E logo a gente conseguir, dentro de alguns anos pois leva tempo, trazer isso até o SUS”, complementa Kristiane.
Com dados da UFMS.
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Baixar áudioVinte e dois dos 27 estados brasileiros sinalizaram concordar com a proposta do governo federal de criar um subsídio para a importação de diesel. A posição foi anunciada pelo Ministério da Fazenda, em nota conjunta com o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).
Inicialmente, o governo do DF havia rejeitado o convite, mas voltou atrás nesta quarta-feira (1º). Amapá, Goiás, Pará e Rio de Janeiro esperam a publicação da medida provisória para decidir se vão aderir à iniciativa. Já o governo de Rondônia manifestou posição contrária em nota, na qual afirma que “é muito duvidoso que esta ação se reflita na redução do preço do diesel na bomba.”
O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que o texto detalhando a política sai ainda esta semana. A intenção é implementar um auxílio de até R$ 1,20 por litro de diesel durante dois meses para empresas importadoras. Metade desse valor será paga pela União e os outros R$ 0,60 serão divididos proporcionalmente pelos governos estaduais participantes, de acordo com o volume do combustível consumido.
O impacto nos cofres dos estados seria de cerca de R$ 1,5 bilhão. A compensação será feita por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE) de cada unidade da federação.
A nova estratégia substitui a proposta inicial de zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nos estados e se soma à isenção federal do PIS/Cofins e à subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União.
Esses movimentos surgem como providência do governo federal para conter a alta dos preços dos combustíveis no mercado internacional, influenciada principalmente pela guerra no Oriente Médio. Atualmente, cerca de 30% do diesel consumido no Brasil é importado. Assim, as medidas também buscam mitigar o impacto inflacionário, conter a elevação do custo do frete, o risco de desabastecimento e trazer maior estabilidade ao mercado no curto prazo.
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Baixar áudioA Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) pediu o adiamento das novas exigências ambientais para financiamentos a produtores rurais. As regras impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) passaram a valer a partir de 1º de abril e travam a concessão de novos financiamentos agrícolas aos produtores da Amazônia Legal que tiverem áreas desmatadas após 31 de julho de 2019 de forma irregular.
A base de dados utilizada é o Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes). A ferramenta emite alertas de desmatamentos de corte raso ocorridos em extensões superiores a 6,25 hectares na região. Para a bancada, no entanto, não há distinção entre desmates legais e ilegais.
No ofício enviado aos ministros do CMN, a FPA entende que o Prodes apresenta ainda "imprecisões de georreferenciamento, o que pode gerar restrições indevidas inclusive para produtores regulares".
A medida é vista como uma fonte de insegurança jurídica e econômica porque há produtores que conseguem licença para realizar desmatamentos, obtêm crédito rural após análise ambiental dos bancos, e ainda assim podem depois ser impedidos de acessar financiamento por causa da nova resolução.
Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além das limitações técnicas, a norma transfere ao sistema financeiro a responsabilidade de exigir dos agricultores verificações ambientais para a liberação da operação.
Isso tende a ampliar a insegurança jurídica das operações e elevar os custos operacionais, sem necessariamente garantir maior efetividade na política de proteção ambiental.
A demanda da FPA é de que a aplicação da regra seja postergada por "ao menos" seis meses. Até lá, as autoridades ficariam encarregadas de desenvolver mecanismos considerados mais precisos e confiáveis para a verificação de desmatamentos ilegais, incluindo procedimentos simplificados que permitam ao próprio produtor comprovar a regularidade ambiental da área.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as identificações do Prodes indicam apenas a interseção entre as bases geoespaciais utilizadas na análise. A avaliação quanto à conformidade legal depende da consideração de fatores adicionais, como autorizações válidas e o contexto jurídico da área. Ademais, a pasta assegura que a metodologia adotada apresenta consistência espacial, transparência nos critérios e padronização dos resultados.
Copiar o textoO concurso 2992 da Mega-Sena foi realizado neste sábado (04/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O soteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para terça-feira (07), com prêmio estimado em R$ 15.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
04 - 17 - 23 - 33 - 36 - 49
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Copiar o textoO sorteio da Lotofácil 3653 ocorre na noite deste sábado (04), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)
O concurso 3653 da Lotofácil foi realizado neste sábado (04/04/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 3 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 1.615.753,16. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Curvelo (MG), Sombrio (SC) e Campinas (SP).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3654, que será realizado na segunda-feira, 6 de abril de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
02 - 03 - 04 - 06 - 07 - 08 - 10 - 11 - 13 - 14 - 16 - 18 - 19 - 20 - 21
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
|---|---|
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, neste domingo (5), indica céu de muitas nuvens para toda a região, com possibilidade de chuvas isoladas para o centro-leste dos três estados ao longo do dia, mais intensas no litoral.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba e Porto Alegre. Já a máxima pode chegar até 28°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoChuvas intensas cobrem quase todos os estados; temperaturas variam entre 18°C e 34°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, neste domingo (5), indica a presença de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para quase toda a região ao longo do dia.
O extremo-nordeste de Goiás e todo o Mato Grosso do Sul devem escapar às precipitações, as quais devem ser mais intensas no centro-norte de Mato Grosso e na coluna central de Goiás e vir acompanhadas de trovoadas no noroeste mato-grossense.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 34°C, em Campo Grande e Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 30% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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